APROXIMAÇÕES AO TRABALHO COM FAMÍLIAS NOS CENTROS DE REFERÊNCIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL PONTA GROSSA PR. Área: SERVIÇO SOCIAL. Categoria: PESQUISA

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1 APROXIMAÇÕES AO TRABALHO COM FAMÍLIAS NOS CENTROS DE REFERÊNCIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL PONTA GROSSA PR Área: SERVIÇO SOCIAL Categoria: PESQUISA Cyntia Baptista Universidade Estadual de Ponta Grossa Ponta Grossa - Paraná Profa Dra Jussara Ayres Bourguignon Universidade Estadual de Ponta Grossa Ponta Grossa - Paraná Resumo A proposta desta pesquisa de iniciação científica (PIBIC/CNPq) é reconhecer as alternativas metodológicas de intervenção profissional junto às famílias construídas pelos Assistentes Sociais no contexto dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) de Ponta Grossa/PR. A metodologia empregada atendeu as seguintes etapas: 1ª Etapa: Revisão de literatura com objetivo de levantamento e fichamento de referências teóricas sobre as categorias centrais da pesquisa: Política Pública, Assistência Social e Famílias; 2ª Etapa: Estudo documental com o objetivo de identificar propostas metodológicas de intervenção do Serviço Social junto às famílias usuárias dos CRAS de Ponta Grossa/Pr. 3ª Etapa: Sistematização dos dados e referências teóricas analisados de forma a apontar as metodologias construídas pelos profissionais Assistentes Sociais dos CRAS - Ponta Grossa/PR. O estudo documental desenvolveu-se através da sistematização das caracterizações dos CRAS elaboradas pelas estagiárias do curso de Serviço Social e utilizadas como base para as Bancas de Avaliação do Estágio Curricular I e II ocorridas em final de A partir da sistematização e elaboração de quadros demonstrativos dos dados coletados, destacam-se os seguintes resultados: localização do CRAS na estrutura da Secretaria Municipal da Assistência Social; a identificação dos trabalhos desenvolvidos pelos profissionais de Serviço Social; a verificação dos projetos desenvolvidos com as características de interdisciplinaridade e a constatação de indicativos de metodologia de intervenção. Palavras-chave: Centro de Referência da Assistência Social Família - Metodologia

2 Resumo APROXIMAÇÕES AO TRABALHO COM FAMÍLIAS NOS CENTROS DE REFERÊNCIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL PONTA GROSSA PR Área: SERVIÇO SOCIAL Categoria: PESQUISA A proposta desta pesquisa de iniciação científica (PIBIC/CNPq) é reconhecer as alternativas metodológicas de intervenção profissional junto às famílias construídas pelos Assistentes Sociais no contexto dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) de Ponta Grossa/PR. A metodologia empregada atendeu as seguintes etapas: 1ª Etapa: Revisão de literatura com objetivo de levantamento e fichamento de referências teóricas sobre as categorias centrais da pesquisa: Política Pública, Assistência Social e Famílias; 2ª Etapa: Estudo documental com o objetivo de identificar propostas metodológicas de intervenção do Serviço Social junto às famílias usuárias dos CRAS de Ponta Grossa/Pr. 3ª Etapa: Sistematização dos dados e referências teóricas analisados de forma a apontar as metodologias construídas pelos profissionais Assistentes Sociais dos CRAS - Ponta Grossa/PR. O estudo documental desenvolveu-se através da sistematização das caracterizações dos CRAS elaboradas pelas estagiárias do curso de Serviço Social e utilizadas como base para as Bancas de Avaliação do Estágio Curricular I e II ocorridas em final de A partir da sistematização e elaboração de quadros demonstrativos dos dados coletados, destacam-se os seguintes resultados: localização do CRAS na estrutura da Secretaria Municipal da Assistência Social; a identificação dos trabalhos desenvolvidos pelos profissionais de Serviço Social; a verificação dos projetos desenvolvidos com as características de interdisciplinaridade e a constatação de indicativos de metodologia de intervenção. Palavras-chave: Centro de Referência da Assistência Social Família - Metodologia 1. Política Assistência Social Segundo Pereira (2006), a década de 1980 foi palco de grandes transformações sociais e político-institucionais, saindo de um centralismo autoritário a uma democratização e descentralização política administrativa do Estado. A redistribuição das tarefas e funções, dos compromissos e deveres entre os poderes federal, estadual e municipal proposta pela Reforma Constitucional, colocou o município como o receptor de encargos executivos legislativos e fiscais. A reforma Constitucional de 1988 propôs importantes modificações nas práticas das políticas públicas, no significado das ações sociais e coletivas, através de uma legislação específica. Em relação à gestão das políticas públicas:

3 Art A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e à assistência social. Parágrafo único. Compete ao Poder Público, nos termos da lei, organizar a seguridade social, com base nos seguintes objetivos: I - universalidade da cobertura e do atendimento; II - uniformidade e equivalência dos benefícios e serviços às populações urbanas e rurais; III - seletividade e distributividade na prestação dos benefícios e serviços; IV - irredutibilidade do valor dos benefícios; V - eqüidade na forma de participação no custeio; VI - diversidade da base de financiamento; VII - caráter democrático e descentralizado da administração, mediante gestão quadripartite, com participação dos trabalhadores, dos empregadores, dos aposentados e do Governo nos órgãos colegiados. (BRASIL, 2008) O conceito de Seguridade Social foi instituído, pela Constituição em garantia do direito à saúde, à previdência e à assistência social, considerado fundamental à sociedade democrática. Segundo Raichelis (1998, p. 30), o mesmo teve como paradigma a organização do Estado de Bem-Estar, voltados para a garantia de condições básicas de existência a todos os cidadãos, no que se refere a renda, bens e serviços sociais. O Artigo 204, Inciso II, sobre a Assistência Social, prescreve a "participação da população, por meio de organizações representativas, na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis". No Artigo 227, Parágrafo 1, acerca da Família, da Criança, do Adolescente e do Idoso, dispõe que [...] o Estado promoverá programas de assistência integral à saúde da criança e do adolescente, admitida à participação de entidades não governamentais. Conforme Simões (2008, p.185), a constituição institui a assistência social como política social pública, logo, como direito social, sob o princípio da universalidade do acesso, com a finalidade de inserir a população no sistema de bem-estar brasileiro. Tem por pressuposto o reconhecimento público da legitimidade das demandas de seus beneficiários e usuários, no contexto da assistência social. Define-se, assim, como política de proteção social, articulada com as demais políticas de garantia dos direitos sociais. Na década de 1990, foi aprovada a lei n.º8.472, de 07 de dezembro de 1993, Lei Orgânica da Assistência social (LOAS), definindo que a assistência social é direito do cidadão e dever do Estado. Como política de seguridade social não contributiva deve garantir os mínimos sociais. Marcada por seu caráter civilizatório presente na consagração de direitos sociais, a LOAS exige que as provisões assistenciais sejam prioritariamente pensadas no âmbito das garantias de cidadania sob vigilância do Estado, cabendo a este a universalização da cobertura e a garantia de direitos e acesso para serviços, programas e projetos sob sua responsabilidade. (PNAS, 2004) Segundo Raichelis (1998, p.40) partir do balizamento da Constituição e da Lei Orgânica da Assistência Social, expressa uma inovação democrática neste campo. O art. 1 da LOAS destaca:

4 A assistência, direito do cidadão e dever do Estado, é política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada através de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade, para garantir o atendimento às necessidades básicas. (BRASIL, 1993) Este conceito decorre do art. 203 da Constituição Federal, que diz que a assistência social será prestada a quem dela necessitar. Em seu art. 2, a LOAS trata dos objetivos da assistência social, que são: I Proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice; II - Amparo às crianças e adolescentes carentes; III - Promoção da integração ao mercado de trabalho; IV A habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária; V A garantia de 1 (um) salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família. Parágrafo único. A assistência social realiza-se de forma integrada às políticas setoriais, visando ao enfrentamento da pobreza, à garantia dos mínimos sociais, ao provimento de condições para atender contingências sociais e à universalização dos direitos sociais. (BRASIL, 1993) Os princípios da assistência social apresentados no artigo 4 da LOAS são: I - supremacia do atendimento às necessidades sociais sobre as exigências de rentabilidade econômica, II - universalização dos direitos sociais, a fim de tornar o destinatário da ação assistencial alcançável pelas demais políticas públicas; III - respeito à dignidade do cidadão, à sua autonomia e ao seu direito a benefícios e serviços de qualidade, bem como à convivência familiar e comunitária, vedando-se qualquer comprovação vexatória de necessidade; IV - igualdade de direitos no acesso ao atendimento, sem discriminação de qualquer natureza, garantindo-se equivalência às populações urbanas e rurais; V - divulgação ampla dos benefícios, serviços, programas e projetos assistenciais, bem como dos recursos oferecidos pelo Poder Público e dos critérios para sua concessão. (BRASIL, 1993) O Art. 5º a LOAS trata da organização da Assistência Social tendo como base as seguintes diretrizes: I - descentralização político-administrativa para os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, e comando único das ações em cada esfera de governo; II - participação da população, por meio de organizações representativas, na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis; III - primazia da responsabilidade do Estado na condução da política de assistência social em cada esfera de governo. (BRASIL, 1993) Em dezembro de 1998, foi definido o primeiro texto da Política Nacional de Assistência Social, e uma Norma Operacional Básica em conformidade com o disposto nesta. No ano de 2004 o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome - MDS, por intermédio de Secretaria Nacional de Assistência Social - SNAS e do Conselho Nacional de Assistência Social CNAS, a partir da Resolução n.º 145 publicada no Diário Oficial da

5 União em 28 de outubro, foi aprovada a Política Nacional de Assistência Social, demonstrando a intenção de construir redesenho desta política na perspectiva de implantação do Sistema Único de Assistência Social - SUAS. O SUAS permite, especialmente a articulação de serviços, programas e projetos e benefícios socioassistenciais, a universalização de acessos territorializados e a hierarquização de serviços por níveis de complexidade e porte de município, com repactuação entre os entes federados. Conforme PNAS/2004 o SUAS define e organiza os elementos essenciais e imprescindíveis à execução da política social possibilitando a normatização dos padrões nos serviços, qualidade no atendimento, indicadores de avaliação e resultado, nomenclatura dos serviços e da rede sócio-assistencial e, ainda, os eixos estruturantes de subsistemas citados abaixo: Matricialidade Sociofamiliar 1 Descentralização político-administrativa e Territorialização Tem o propósito de instruir o SUAS, identificando as ações de proteção básica de atendimento que devem ser prestadas na totalidade dos municípios brasileiros. Para tanto será levado em conta a realidade local, regional, o porte, a capacidade gerencial e de arrecadação de cada município. (PNAS, 2004, p. 43) Novas bases para a relação entre Estado e Sociedade Civil Destaca a participação da sociedade civil tanto na execução dos programas através das entidades beneficentes e de assistência social, bem como na participação, na formulação e no controle das ações em todos ao níveis. (PNAS, 2004, p. 46) Financiamento O financiamento dos benefícios se dá de forma direta aos seus destinatários, e o financiamento da rede socioassistencial se dá mediante aporte próprio e repasse de recursos fundo a fundo, bem como o repasse de recursos para projetos e programas que venham a ser relevantes para o desenvolvimento da política de assistência social. (PNAS, 2004, p. 48) Controle Social Tem sua concepção advinda da Constituição Federal de 1988, enquanto instrumento de efetivação popular no processo de gestão politico-administrativa-financeira e técnicooperativa. Dentro dessa lógica o controle do Estado é exercido pela sociedade na garantia dos direitos fundamentais. No SUAS os espaços privilegiados onde se efetivarão essa participação são os conselhos e as conferências. (PNAS, 2004, p. 51) A Política de Recursos Humanos Considerando que a assistência social é uma política que tem seu campo próprio de atuação e que se realiza em estreita relação com outras políticas, uma política de recursos humanos deve pautar-se por reconhecera natureza e especificidade do trabalhador, mas, também, o conteúdo intersetorial de sua atuação. (PNAS, 2004, p. 54) 1 Este será trabalhado na seqüência do texto por ser foco de atenção da pesquisa.

6 A Informação, o Monitoramento e a Avaliação. Gerar uma nova, criativa e transformadora utilização da tecnologia da informação para aperfeiçoar a política de assistência no País, que resulte em uma produção de informações e conhecimento para os gestores, conselheiros, usuários, trabalhadores e entidades, que garanta novos patamares para a realização do controle social. (PNAS, 2004, p. 55) 2. Matricialidade Sociofamiliar O SUAS aponta a matricialidade sociofamiliar, compreendendo que a família é uma instituição mediadora das relações entre os sujeitos e a coletividade, delimitando, continuamente os deslocamentos entre o público e o privado, bem como geradora de modalidades comunitárias de vida. (PNAS, 2004, p.41) Nesse sentido, os programas e serviços deverão ser direcionados para o atendimento à família, reforçando-a enquanto um dos pilares da rede de proteção social. Na sociedade capitalista a família é fundamental no âmbito da proteção social. As novas feições da família estão intrínseca e dialeticamente condicionadas às transformações societárias contemporâneas as transformações econômicas e sociais, de hábitos e costumes e ao avanço da ciência e da tecnologia. O reconhecimento da importância da família no contexto da vida social, referido na Constituição Federal do Brasil, coloca que a família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado (PNAS, p. 41). 3. Centro de Referência da Assistência Social Segundo PNAS (2004, p. 35) o Centro de Referência da Assistência Social - CRAS é uma unidade pública estatal de base territorial, localizado em áreas de vulnerabilidade social, que abrange um total de até famílias/ano. Executa serviços de proteção básica, organiza e coordena a rede de serviços socioassistenciais locais da política de assistência social. Lembrando que pertence ao eixo de Proteção Básica: Centros de Convivência; Creches e ações sócio-educativas de apoio a famílias; Benefícios (Bolsa Família, Benefícios eventuais); Protagonismo Juvenil (Programa Pró-Jovem); Serviços Sócio-educativos para crianças, adolescentes e jovens; Programas de inclusão produtiva e enfrentamento da pobreza; Centros de informação e de educação para o trabalho, voltados para jovens e adultos; CRAS- Centros de Referência de Assistência Social. (PNAS, 2004) Os CRAS são unidades descentralizadas de atendimento, que visam facilitar o acesso da população que vive em áreas mais distantes do centro da cidade e com maior concentração

7 de pobreza, de forma a oferecer a população excluída o acesso dos programas, projetos e serviços sem necessidade de deslocar-se de sua comunidade até o prédio da Secretaria Municipal de Assistência Social, localizados na região central. O CRAS é a unidade estatal responsável por desenvolver as atividades no nível da proteção social básica, devemos destacar que conforme a PNAS/2004: A Proteção Social Básica têm por objetivo prevenir situações de risco por meio do desenvolvimento de potencialidades e aquisições, do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Um dos objetivos do CRAS é mapear e organizar a rede socioassistencial de proteção básica articulando a rede de proteção social local, desenvolver ações setoriais e encaminhar a população para as demais políticas sociais de modo que provoquem impactos positivos nas condições de vida da população atendida. O Centro de Referência de Assistência Social é responsável também pela execução do PAIF Programa de Atenção Integral as Famílias, desenvolvendo ações que visem à proteção e promoção das famílias e seus membros. Além do PAIF, o CRAS é responsável também pela realização de programas, serviços e projetos que visem a convivência, a socialização e o acolhimento das famílias e indivíduos residentes em sua área de abrangência, tais como a PNAS prevê: Programa de inclusão produtiva e projetos de enfrentamento da pobreza; Centros de Convivência para Idosos; Serviços para crianças de 0 a 6 anos, que visem o fortalecimento dos vínculos familiares, o direito de brincar, ações de socialização e de sensibilização para a defesa dos direitos das crianças; Serviços socioeducativos para crianças, adolescentes e jovens na faixa etária de 6 a 24 anos, visando sua proteção, socialização e o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários; Programas de incentivo ao protagonismo juvenil, e de fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários; Centros de informação e de educação para o trabalho, voltados para jovens e adultos. (PNAS, 2004, P. 36) Pode-se observar na figura abaixo os serviço e benefícios que podem ser prestados pelos CRAS. Figura nº 01 Fonte: Ministério de Desenvolvimento Social e Combate a Fome.

8 Assim sendo, o CRAS tem por finalidade garantir a descentralização da Política de Assistência Social servindo como porta de entrada aos serviços da Assistência Social, visando à garantia de direitos dentro de um trabalho interdisciplinar em uma perspectiva democrática e emancipatória Organização dos Centos de Referência de Assistência Social Ponta Grossa/ PR A Secretaria Municipal de Assistência Social tem como finalidade planejar, coordenar e executar atividades referentes à assistência social no Município de Ponta Grossa, bem como promover a assistência social à população do Município, através de suas unidades. A Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) em 2009 apresenta o organograma demonstrado abaixo: Figura nº2 - Identificação da Secretaria Municipal da Assistência Social Fonte: Gerência Administrativa da Secretaria Municipal da Assistência Social. 2009

9 A figura nº 2 representa a atual divisão existente na Secretaria Municipal da Assistência Social - SMAS, ressaltando que este ainda é provisório podendo ocorrer mudanças tanto na nomenclatura quanto na disposição das competências. A Gerência Social de Proteção Básica, antigo Departamento de Ações Comunitárias (DEPAC) é a responsável por três divisões são elas: Divisão de Gestão de Benefícios, Divisão e Coordenação da Proteção Social Básica, Divisão de Apoio Sócio-Educativo. A Divisão e Coordenação da Proteção Social Básica é a responsável pela coordenação dos Centros de Referência da Assistência Social como podemos visualizar na figura nº 02. Figura nº 03 Identificação dos CRAS no organograma da Secretaria Municipal de Assistência Social SMAS 2009 Secretaria Municipal de Assistência Social de Ponta Grossa SMAS Gerência de Proteção Social Básica Coordenação de Proteção Social Básica CRAS 26 de Outubro CRAS Cará-Cará CRAS Nova Rússia CRAS Santa Luzia Fonte: Secretaria Municipal de Assistência Social do Município de Ponta Grossa Organizador: Santos Caracterização do Trabalho com Família nos CRAS Ponta Grossa/PR A partir desse momento objetiva-se demonstrar a organização das atividades desenvolvidas pelo profissional de Serviço Social no contexto dos CRAS de Ponta Grossa. Conforme orientação da NOB-RH/ SUAS a equipe do CRAS deve ser composta por servidores públicos efetivos, isso esta fundamentado na necessidade de que a equipe de referência tenha uma baixa rotatividade, de modo a garantir a continuidade, efetividade e eficácia dos programas,serviços e projetos ofertados pelo CRAS. A formação das equipes do CRAS deve ser feita de acordo com o porte do município. No caso de Ponta Grossa que é considerado um município de grande porte, a cada famílias referenciadas a equipe deve ser composta por: 4 técnicos em nível superior, sendo 2 assistentes sociais, 1 psicólogo e 1 profissional que compõe o SUAS; 4 técnicos em nível médio. Alem desses profissionais, as equipes de referência para os CRAS devem contar com um coordenador, cujo perfil é: técnico de nível superior com experiência em trabalhos comunitários e gestão de programas, projetos e serviços e benefícios socioassistenciais. Observa-se no quadro abaixo aspectos que caracteriza o trabalho desenvolvido nos CRAS Ponta Grossa/PR.

10 QUADRO I - ASPECTOS GERAIS E TRABALHO DESENVOLVIDO EM COMUM NOS CRAS PONTA GROSSA/PR 2008 CRAS Abrangência Trabalho Desenvolvido Especificidades do Serviço Social Cara- Cará Santa Luzia 26 de Outubro Nova Rússia 43 bairros 48 bairros 92 bairros 26 bairros - Entrevista familiar; - Visitas domiciliares; - Palestras voltadas à comunidade ou à família, seus membros e indivíduos; - Grupo: oficina de convivência e trabalho sócio educativo para famílias, seus membros e indivíduos; ações de capacitação e inserção produtiva; - Encaminhamentos e acompanhamento de famílias seus membros e indivíduos; - Reuniões e ações comunitárias; - Articulação e fortalecimento de grupos sociais; - Grupos de convivência e sociabilidade para crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos; - Atividades lúdicas para crianças de 0 a 6 anos, que visam o fortalecimento de laços familiares e a interação entre crianças e os demais membros das famílias e da comunidade; - Implementação das ações de capacidade e inserção produtiva; - Deslocamento de equipe para atendimento de famílias em comunidades quilombolas, indígenas, em calhas de rios e em zonas rurais; - Ações complementares de promoção da inclusão produtiva para beneficiários do Programa Bolsa Família PBF e do BPC. Constituem-se objeto do Serviço Social as demandas apresentadas pelos usuários: desemprego ou subemprego, perda da identidade social, situação de miserabilidade, discriminação ou exclusão. São diversas as situações que requerem a continua apreensão da realidade em que o indivíduo está inserido. Estas demandas exigem a análise interpretativa e crítica, para a criação de novos dispositivos que enfrentem estas problemáticas e que visem à erradicação da miséria, retirando o indivíduo da situação de vulnerabilidade social. Nesta perspectiva o Serviço Social atua em diferentes frentes: a articulação e mediação entre instituições que compõem a rede sócio-assistencial com a população atendida, bem como o atendimento e encaminhamento das famílias ampliando o acesso aos direitos fundamentais, sempre trabalhando com equipe interdisciplinar e visando meios para a emancipação das famílias atendidas. Fonte: Material das Estagiárias dos Campos de Estágio nos CRAS Ponta Grossa/PR 2008 AMBONI, Rafaela. Apresentação da Banca de Estágio do Centro de Referência da Assistência Social CRAS Nova Rússia BIGASKI, Laís Michele. Estágio Supervisionado II SANTOS, Juliana Ap.ª Souza dos. Relatório Final de Estágio do campo: Centro de Referência da Assistência Social CRAS Unidade 26 de Outubro SILVEIRA, Adriana. Caracterização, Referencial Teórico e Projeto de Intervenção Acadêmico no âmbito do CRAS Santa Luzia Org.: a autora

11 4.1. Trabalho do Serviço Social nos CRAS de Ponta Grossa/PR A s atribuições dos profissionais de nível superior dos CRAS conforme NOB-RH/ SUAS (BRASIL, 2006) são: Acolhida, oferta de informações e realização de encaminhamento as famílias usuárias do CRAS; Mediação dos processos grupais do serviço socioeducativo para famílias; Realização de atendimento individualizado e visitas domiciliares as famílias referenciadas ao CRAS; Desenvolvimento de atividades coletivas e comunitárias no território; Assessoria aos serviços socioeducativos desenvolvidos nos território; Acompanhamento das famílias em descumprimento das condicionalidades; Alimentação do sistema de informação, registro das ações desenvolvidas e planejamento do trabalho de forma coletiva; Articulações de ações que potencialize as boas experiências no território de abrangência. Observa-se que essas atribuições devem ser desenvolvidas de forma articulada aos demais profissionais atuantes no CRAS como psicólogo e o pedagogo. No quadro II objetiva-se demonstrar a organização dos projetos desenvolvidos pelo profissional de Serviço Social no contexto dos CRAS de Ponta Grossa.

12 QUADRO II AÇÕES E PROJETOS DESENVOLVIDOS NOS CRAS DE PONTA GROSSA/PR-2008 CRAS Cara-Cará Santa Luzia Ações/ Projetos PROJETO FAMÍLIAS: SERÁ QUE SÃO TODAS IGUAIS? PROJETO DE ORIENTAÇÃO VOCACIONAL PROJETO PSICOTERAPIA DE GRUPO PROJETO DE AUTO-ESTIMA: MULHERES EM AÇÃO PROJETO LENDO E BRICANDO COM ARTE. PROJETO ALTERNATIVAS DE GERAÇÂO DE RENDA. TARDE DA BELEZA REUNIÕES COM PASTORAL DA CRIANÇA REUNIÃO DE ACOLHIDA PROJETO QUALIDADE DE VIDA PROJOVEM ADOLESCENTE 26 de Outubro PROJETO MÃOS DADAS DESENVOLVIMENTO DE COMUNIDADE PROJETO CICLO DE VIDA RESGATANDO A CIDADANIAPROJETO COM ADOLESCENTES ORIENTAÇÃO VOCACIONAL Nova Rússia PROJETO COM CRIANÇAS PSICOTERAPIA COM CRIANÇAS PROJETO DE ALTERNATIVA DE RENDA PROJETO DE PSICOPEDAGOGIA PROJETO QUALIDADE DE VIDA PROJETO LENDO E BRINCANDO COM A ARTE Fonte: Material das Estagiárias dos Campos de Estágio nos CRAS Ponta Grossa/PR 2008 AMBONI, Rafaela. Apresentação da Banca de Estágio do Centro de Referencia da Assistência Social CRAS Nova Rússia BIGASKI, Laís Michele. Estágio Supervisionado II SANTOS, Juliana Ap.ª Souza dos. Relatório Final de Estágio do campo: Centro de Referencia da Assistência Social CRAS Unidade 26 de Outubro SILVEIRA, Adriana. Caracterização, Referencial Teórico e Projeto de Intervenção Acadêmico no âmbito do CRAS Centro de Referência da Assistência Social Santa Luzia Org.: a autora 5. Metodologia Conforme, Wanderley (2006, p.17) definir uma metodologia de intervenção significa exercer a difícil arte de transformar os pressupostos teóricos escolhidos em diretrizes operacionais, e detalhar processos e técnicas no seio das relações sociais que se pretende alterar. Sua grande complexidade está na exigência de uma definição segura de para onde se quer ir, por meios eficazes e realmente acessíveis. Significa, também, fazer o caminho inverso a partir da experimentação, ao colocar em prática o modelo criado. A prática pode levar à reformulação de princípios e diretrizes, o que vale especialmente num campo inovador de ação.

13 Observando as fontes documentais registradas nos quadros anteriores, identifica-se que constitui parte da metodologia em construção pelos assistentes sociais nos CRAS os seguinte elementos: os projetos de intervenção demonstram uma preocupação em sistematizar a prática profissional, a preocupação com as demandas que são apresentadas pelos usuários e a definição dos instrumentais utilizados para a intervenção. O conhecimento da legislação social é fundamental para o exercício profissional da equipe técnica do CRAS. Constituem, portanto, instrumento de trabalho dos profissionais, devendo ser parte integrante do processo de educação permanente, o que segue: Constituição Federal de 1988; Lei orgânica da Assistência Social- LOAS/1993; Estatuto da Criança e Adolescente- ECA/1990; Política Nacional de Assistência Social- PNAS/2004; Política Nacional do Idoso- PNI/1994; Estatuto do Idoso; Política Nacional de Integração da Pessoa com Deficiência/1989; Legislação Federal, Estadual, e Municipal que assegura direitos das pessoas com deficiência; Norma Operacional Básica da Assistência Social- NOB RH/2006; Leis, decretos e portarias do MDS; Fundamentos étnicos, legais, teóricos e metodológicos do trabalho com famílias, segundo especificidades de cada profissão; Legislação especifica das profissões regulamentadas; Fundamento teórico sobre Estado sociedade e políticas publica; Trabalhos com grupos e redes sociais; Legislação especifica do Beneficio de Prestação Continuada da Assistência Social, Benefícios Eventuais e do Programa Bolsa-Família. (Brasil, 2009) De acordo com o Guia de Orientação Técnicas para a implementação dos CRAS (BRASIL, 2006), os profissionais, além dos conhecimentos teóricos, devem ser aptos para: executar procedimentos profissionais para escuta qualificada individual ou em grupo, identificando as necessidades e ofertando orientações a indivíduos e famílias, fundamentos em pressupostos teórico-metodológicos, ético-políticos e legais; articular serviços e recursos para atendimento, encaminhamento e acompanhamento das famílias e indivíduos; trabalhar em equipe; produzir relatórios e documentos necessários ao serviço e demais instrumentos técnico-operativos; realizar monitoramento e avaliação do serviço; desenvolver atividades sócioeducativas de apoio, acolhida reflexão e participação que visem o fortalecimento familiar e a convivência comunitária.

14 6. Conclusão A partir do estudo documental que se desenvolveu através da sistematização das caracterizações dos CRAS elaboradas pelas estagiárias do curso de Serviço Social em 2008, verificamos, que devido ao seu curto tempo de implantação, ainda não existe uma metodologia consolidada junto às famílias pelos profissionais dos CRAS. Ainda, registra-se que esta metodologia não depende somente do assistente social e sim da equipe interdisciplinar. Neste caso é necessário que a metodologia de trabalho seja discutida e construída pela equipe na medida em que as demandas sejam problematizadas. É preciso esclarecer que só a boa vontade dos profissionais não é suficiente para a construção de metodologias de trabalho, é preciso a intervenção do órgão gestor, garantindo direção e viabilidade a este trabalho.

15 7. Referências AMBONI, Rafaela. Apresentação da Banca de Estágio do Centro de Referência da Assistência Social CRAS Nova Rússia. Trabalho apresentado para a disciplina de Estágio Supervisionado II, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Departamento de Serviço Social, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, BIGASKI, Laís Michele. Estágio Supervisionado II. Trabalho apresentado para a disciplina de Estágio Supervisionado II, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Departamento de Serviço Social, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, BRASIL. Constituição Federal do Brasil. Brasília, BRASIL. Lei Orgânica da Assistência Social. Lei de 07 de setembro, BRASIL. Norma Operacional Básica NOB/SUAS. Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome BRASIL. Norma Operacional Básica NOB-RH/SUAS. Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome BRASIL. Política Nacional de Assistência Social. Ministério de Desenvolvimento Social e combate à Fome. Brasília PEREIRA, Maria de Lourdes. Políticas públicas participativas: contextualização do papel sócio-político dos Conselhos. Disponível em: html. Acesso em: 21 de agosto. SANTOS, J. Apª. S dos. Relatório Final de estágio do campo CRAS 26 de outubro. Trabalho apresentado para a disciplina de Estágio Supervisionado II, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Departamento de Serviço Social, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, SANTOS, J. Apª. S dos. Intervenção Profissional junto à família no contexto do Centro de Referência da Assistência Social CRAS Unidade 26 de outubro - Ponta Grossa/PR.

16 f. Trabalho de Conclusão de Curso. Departamento de Serviço Social, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa SILVEIRA, Adriana. Caracterização, Referencial Teórico e Projeto de Intervenção Acadêmico no âmbito do CRAS Centro de Referência da Assistência Social Santa Luzia. Trabalho apresentado para a disciplina de Estágio Supervisionado II, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Departamento de Serviço Social, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, SIMÕES, Carlos. Curso de Direito do Serviço Social. 2ª edição revisada. São Paulo. Cortez RAICHELIS, Raquel. Esfera Pública e Conselhos de Assistência Social: caminhos da construção democrática. São Paulo. Cortez WANDERLEY, M. B., OLIVEIRA, I.I. M. C. Trabalho com Famílias: Metodologia e Monitoramento. Instituto de Estudos Espaciais, PUC SP, São Paulo: 2004.

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