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1 Relações Internacionais 1 º ciclo de estudos em Guia do Estudante Ano Lectivo 2014/2015

2 ÍNDICE Página Apresentação do Departamento 3 Saídas Profissionais 4 Estrutura curricular da licenciatura 5 Programas e sínteses curriculares de docentes: 1º Semestre 6 2º Semestre 12 3º Semestre 18 Cátedra Joseph Schumpeter 24 4º Semestre 25 Cátedra Fernand Braudel 31 5º Semestre 32 Cátedra Halford Mackinder 38 6º Semestre 39 Cátedra Norberto Bobbio 49 Outras Actividades do Departamento 50 Informações úteis 52 2

3 APRESENTAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS Caro estudante, Ao escolheres frequentar na Universidade Autónoma de Lisboa o curso de Relações Internacionais, pode dizer-se que fizeste uma boa escolha. Estamos convencidos de que esse curso de Licenciatura tem um nível científico claramente reconhecido e abre portas para o exercício de profissões interessantes. Pelo nono ano consecutivo estamos a aplicar o plano de estudos adequado aos princípios da Declaração de Bolonha. Essa transição só faz sentido se for protagonizada pelos próprios estudantes, se eles se assumirem como o epicentro do processo de formação, de que são actores e beneficiários. A estrutura dos cursos vai, sem dúvida, vincular os estudantes a um esforço bastante intenso, obrigando a maior exigência, mais envolvimento, mais estudo individual e em grupo, mais avaliação contínua, mais capacidade de leitura, de espírito crítico e de maturidade intelectual. Pelo seu lado, os professores terão a responsabilidade de melhorar a organização das sessões colectivas (aulas) e de apoiar o trabalho dos estudantes, praticando um ensino que não seja transmissão passiva de conhecimentos mas contributo para o processo de aprendizagem. Além do mais, para aprofundar o pendor internacional da nossa formação e elevar o nível científico e pedagógico deste curso, foi implementado desde há quatro anos, com continuidade neste ano, um programa de Cátedras. As cátedras, com a duração de uma semana, são integradas em disciplinas específicas dos dois últimos anos, sendo asseguradas por Professores visitantes, preferencialmente estrangeiros. Nos nossos dias, as relações internacionais têm grande visibilidade, a política mundial interfere crescentemente na vida das nossas sociedades, as nossas acções repercutem-se para além das fronteiras. Por isso a Licenciatura em Relações Internacionais adquiriu hoje um especial valor. Ao preparar-nos para a acção diplomática, ou para trabalharmos num organismo internacional, ou para sermos consultores de internacionalização numa empresa, ou para nos especializarmos em jornalismo internacional, ou qualquer outro ramo de actividade futura, a nossa Licenciatura vai dotar-nos de competências para sermos profissionais condignos e cidadãos responsáveis. O DIRECTOR DO DEPARTAMENTO PROF. DOUTOR LUÍS MOITA 3

4 SAÍDAS PROFISSIONAIS O presente ciclo de estudos da Licenciatura em Relações Internacionais destina-se a formar futuros profissionais portadores de uma dupla aptidão: a) Uma aptidão genérica para compreender, interpretar e conseguir transmitir e operacionalizar os conhecimentos adquiridos relativos à evolução e à natureza multidimensional do sistema, dos actores e dos processos internacionais contemporâneos, na sua complexidade específica; b) Uma aptidão funcional para o exercício de uma das várias profissões para as quais o curso atribui competências, mesmo que o seu desempenho pleno venha a exigir um novo ciclo de estudos com a obtenção do grau de mestre; de entre essas profissões podem destacar-se: i. Diplomata ou funcionário diplomático; ii. Funcionário internacional (em organismos internacionais ou comunitários); iii. Consultor de internacionalização empresarial (em empresas nacionais ou multinacionais); iv. Técnico de cooperação para o desenvolvimento (em organismos públicos ou em organizações não governamentais); v. Técnico de relações internacionais (na administração central ou local, em sindicatos ou em partidos políticos); vi. Professor; vii. Investigador. 4

5 PLANO DE ESTUDOS DA LICENCIATURA EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS 3 ANOS 1.º Semestre ECTS História das relações internacionais I 6,5 Organizações internacionais 6,5 Direito internacional I 5 Métodos de trabalho científico 6 Inglês I 6 2.º Semestre História das relações internacionais II 6,5 Mundo contemporâneo 6,5 Direito internacional II 5 Comunicação e cultura 6 Inglês II 6 3.º Semestre Teoria das relações internacionais I 6,5 Economia internacional 6 Assuntos europeus 5,5 História das ideias políticas e sociais 5,5 Inglês III 6 4.º Semestre Teoria das relações internacionais II 6,5 Diplomacia e negociação internacional 6,5 Defesa e segurança internacional 6,5 Sócio-cultura portuguesa 5 Inglês IV 6 5.º Semestre Ambiente e relações internacionais 6 Teoria do Estado 6 Geopolítica mundial 6 Internacionalização das empresas 6 Conflitos e regiões instáveis 6 6.º Semestre Estratégias das grandes potências 6 Negócio internacional 6 Projecção de Portugal no mundo 6 Cooperação internacional 6 Direitos humanos e direito humanitário 6 5

6 1º Semestre Página História das relações internacionais I 7 Organizações Internacionais 8 Direito internacional I 9 Metodologia de trabalho científico 10 Inglês I 11 6

7 HISTÓRIA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS I - As relações internacionais na antiguidade - A afirmação grega - O declínio político grego - Roma como potência mediterrânica e europeia - A expansão islâmica: a religião ao serviço da política - A primeira ideia de Europa - A expansão marítima e a nova mundividência - Características do Estado renascentista e a conflitualidade - A importância do comércio na formação dos impérios - A Revolução Francesa e o Império - As potências europeias dominantes de 1815 a A unificação da Alemanha e a expansão colonial europeia - A caminho da guerra a I Grande Guerra Doutora Nancy Gomes Doutora em Relações Internacionais na FCSH / Universidade Nova de Lisboa, com Bolsa de Doutoramento da Fundação Calouste Gulbenkian. Mestre em Relações Internacionais pelo ISCSP / Universidade Técnica de Lisboa. Licenciada em Estudos Internacionais pela FACES / Universidade Central de Venezuela. É Professora Auxiliar no Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa "Luís de Camões", desde Investigadora integrada do OBSERVARE (UAL). Membro do Conselho Editorial da Revista Janus.net. Directora académica da Representação da FEDERASUR em Portugal. Membro do Conselho Consultivo do IPDAL. Autora de vários artigos sobre Cooperação Internacional, nomeadamente sobre Cooperação Ibero-Americana. Desempenhou funções de Consultoria e Gestão de bolsas, no SEB / Fundação Calouste Gulbenkian, entre 2001 e

8 ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS No quadro do programa da unidade curricular de Organizações Internacionais pretende-se sistematizar as principais características das organizações internacionais numa perspectiva dinâmica e não estática, onde se procura enquadrar a sua importância no âmbito multilateral quer como forma de cooperação internacional quer na qualidade de garantes da governação global. No sentido de projectar o estudante de Relações Internacionais para a realidade internacional e para o funcionamento das organizações internacionais, desenvolver-se-á uma reflexão em torno da origem e da evolução da Organização das Nações Unidas em articulação com os principais actores da arena internacional nos planos políticodiplomáticos, identificando igualmente as organizações de carácter continental ou regional e as organizações especializadas, tendo em consideração a complexidade do sistema internacional e o surgimento de novos actores. Doutora Nancy Gomes Doutora em Relações Internacionais na FCSH / Universidade Nova de Lisboa, com Bolsa de Doutoramento da Fundação Calouste Gulbenkian. Mestre em Relações Internacionais pelo ISCSP / Universidade Técnica de Lisboa. Licenciada em Estudos Internacionais pela FACES / Universidade Central de Venezuela. É Professora Auxiliar no Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa "Luís de Camões", desde Investigadora integrada do OBSERVARE (UAL). Membro do Conselho Editorial da Revista Janus.net. Directora académica da Representação da FEDERASUR em Portugal. Membro do Conselho Consultivo do IPDAL. Autora de vários artigos sobre Cooperação Internacional, nomeadamente sobre Cooperação Ibero-Americana. Desempenhou funções de Consultoria e Gestão de bolsas, no SEB / Fundação Calouste Gulbenkian, entre 2001 e

9 DIREITO INTERNACIONAL I Nesta unidade curricular será feita uma introdução ao direito internacional, como ordem jurídica que regula as relações entre os membros da comunidade internacional, distinguindo-o do direito interno e apontando as suas especificidades. Serão estudados os princípios fundamentais do direito internacional contemporâneo (designadamente os princípios da soberania, proibição do uso da força, autodeterminação e promoção e protecção dos direitos humanos), as suas fontes (entre outras, o costume e o tratado) e as suas relações com o direito interno. Doutor Miguel Santos Neves Doutor pela London School of Economics and Political Science. MPhil (Economia e Estratégias do Desenvolvimento) no Institute of Development Studies IDS, Universidade de Sussex, Reino Unido. Licenciatura (Juridico-Económica) pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Investigador no OBSERVARE. As principais áreas de investigação incidem sobre Migrações Internacionais, Direitos Humanos e Direito Humanitário, Globalização e Dinâmicas Económicas e Políticas Internacionais e Paradiplomacia e Regiões de Conhecimento. Membro de diversas redes de investigação internacionais incluindo o UE- ISIS/ASEAN+3, ECAN e MedAsia CNRS. 9

10 METODOLOGIA DE TRABALHO CIENTÍFICO Esta unidade curricular destina-se a conseguir dotar os alunos de capacidade para elaboração de trabalhos científicos, nomeadamente de investigação documental, ensinandolhes as técnicas necessárias não só para proceder à busca da informação como para interpretar os dados que possam vir a usar. Por outro lado, espera-se que os discentes, por força da utilização das técnicas e instrumentos de cognição, passem a ser capazes de abarcar, com sentido crítico, toda a informação que têm de processar quer enquanto estudantes quer no desempenho da actividade de investigadores no âmbito das relações internacionais. Doutor Luís Fraga Nasceu em Lisboa e frequentou o ensino secundário no Instituto dos Pupilos do Exército (1961). É diplomado pela Academia Militar (1965), licenciado em Ciências Político-Sociais pela Universidade Técnica de Lisboa (1977), mestre em Estratégia pela mesma universidade (1991) e doutor em História pela Universidade Autónoma de Lisboa (2009). É Coronel da Força Aérea na situação de reforma. Foi cinco anos professor do Instituto de Altos Estudos da Força Aérea, dois da Academia Militar e onze da Academia da Força Aérea. É docente da Universidade Autónoma de Lisboa, desde Integra o Conselho Científico da Comissão Portuguesa de História Militar É vogal do Conselho Científico e do Conselho Pedagógico da Universidade Autónoma de Lisboa. É investigador associado do Instituto de História Contemporânea de Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e investigador integrado do OBSEVARE da Universidade Autónoma de Lisboa. Tem publicados vários livros de investigação histórica e social, para além de inúmeros trabalhos em revistas especializadas. 10

11 INGLÊS I Nesta unidade curricular pretende-se trabalhar as vertentes de leitura e compreensão auditiva, produção oral e escrita dentro dos níveis A1/A2 de forma sistemática para que os alunos sintam uma maior interação com a língua inglesa e se familiarizem com as suas verdadeiras estruturas. Abordaremos também temas de relações internacionais com os graus de dificuldade A1/A2. Doutora Margarida Câmara Licenciada em Estudos Germanísticos pela Faculdade de Letras de Lisboa, com uma especialização em Literatura Inglesa e pós-especialização em Língua Inglesa. Diploma com o grau de Proficency do British Council e Diplôme Supérieur da Alliance Française. Professora de Literatura e Cultura Alemã na Universidade Autónoma de Lisboa desde 1988 e, posteriormente, professora de Inglês nos Cursos Livres e nas licenciaturas de Gestão Desportiva, Informática, Gestão, Economia e Psicologia. Administradora dos exames TOEFL desde

12 2º Semestre Página História das relações internacionais II 13 Mundo Contemporâneo 14 Direito internacional II 15 Comunicação e cultura 16 Inglês II 17 12

13 HISTÓRIA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS II - Da Guerra de à de o Caos Nacionalista - A Revolução Russa e a pacificação da frente oriental Brest-Litovski - Da derrota à assinatura dos tratados de paz o desmoronar dos Impérios Centrais e o emergir dos novos Estados - A crise de 1929/30, a autarcia e as políticas Keynesianas - Do fracasso do pan-europeísmo ao emergir do Europeísmo da Resistência (39-45) - A guerra civil de Espanha - A Segunda Guerra Mundial antecedentes, características, temporalidade e extensão - A Alemanha em ruínas. As consequências da divisão da Alemanha - Os Congressos de Montreux (47) e de Haia (48) e o discurso Zurique a Europa das Regiões e os Estados Unidos da América - Os fracassos da Assembleia Ad Hoc (53) e da CED (54) o fim do enquadramento do novo exército alemão - A Descolonização. O regresso dos colonizadores e o fim dos impérios. - Os novos movimentos extra-europeus e os alinhamentos - Guerra-Fria e Bipolarismo - A política da URSS e a nova geografia da Europa - A intervenção dos Estados Unidos e a divisão do mundo em dois blocos antagónicos Doutora Nancy Gomes Doutora em Relações Internacionais na FCSH / Universidade Nova de Lisboa, com Bolsa de Doutoramento da Fundação Calouste Gulbenkian. Mestre em Relações Internacionais pelo ISCSP / Universidade Técnica de Lisboa. Licenciada em Estudos Internacionais pela FACES / Universidade Central de Venezuela. É Professora Auxiliar no Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa "Luís de Camões", desde Investigadora integrada do OBSERVARE (UAL). Membro do Conselho Editorial da Revista Janus.net. Directora académica da Representação da FEDERASUR em Portugal. Membro do Conselho Consultivo do IPDAL. Autora de vários artigos sobre Cooperação Internacional, nomeadamente sobre Cooperação Ibero-Americana. Desempenhou funções de Consultoria e Gestão de bolsas, no SEB / Fundação Calouste Gulbenkian, entre 2001 e

14 MUNDO CONTEMPORÂNEO Na unidade curricular Mundo Contemporâneo é analisada a evolução recente das sociedades mundiais com base nos principais factores de transição política, económica e sociocultural. São estudados os impactos políticos da revolução francesa e económicos da revolução industrial; a transição para a sociedade tecnológica; a emergência do nacionalismo e a proliferação dos Estados nacionais; a evolução dos ordenamentos mundiais desde a 2ª Guerra Mundial; a relação entre a população e os recursos; a importância dos fluxos migratórios e dos movimentos de população e o seu impacto na cultura e nas mentalidades. Doutora Brígida Rocha Brito Doutorada e Mestre em Estudos Africanos (ISCTE), licenciada em Sociologia (Universidade Autónoma de Lisboa), concluiu Pós Doutoramento sobre Educação Ambiental em África (Centro de Estudos Africanos-IUL). Leccionou na Universidade Autónoma de Lisboa entre 1992 e 2002, tendo reingressado em É subdirectora de Janus.net - e-journal of international relations e investigadora integrada no OBSERVARE (Observatório de Relações Exteriores). Tem efectuado consultorias externas para organizações internacionais, entre as quais o Bureau Internacional do Trabalho (Programa STEP-Portugal), o Grupo Banco Mundial (São Tomé e Príncipe) e a Organização Internacional para as Migrações (Missão de Portugal), e avaliado projectos de cooperação para o desenvolvimento financiados pela União Europeia e implementados por Organizações Não Governamentais, tais como o Instituto Marquês de Valle Flôr (IMVF, Portugal, Angola e Guiné-Bissau), Acção para o Desenvolvimento (AD, Guiné-Bissau), Artissal (Guiné-Bissau), Associação Portuguesa de Educação Ambiental (ASPEA, Portugal) e Mar, Ambiente e Pesca Artesanal (MARAPA, São Tomé e Príncipe). 14

15 DIREITO INTERNACIONAL II Na sequência da unidade curricular Direito Internacional I, será aprofundado o estudo da ordem jurídica internacional actual através da análise dos destinatários das suas normas que são os sujeitos do direito internacional contemporâneo, com referência principalmente ao Estado. Serão também trabalhadas as questões da responsabilidade internacional dos Estados e dos meios de resolução pacífica de conflitos. No final, serão debatidos alguns desafios que o direito internacional enfrenta actualmente, nomeadamente no que diz respeito ao uso da força nas relações internacionais e ao fenómeno do terrorismo. Doutor Miguel Santos Neves Doutor pela London School of Economics and Political Science. MPhil (Economia e Estratégias do Desenvolvimento) no Institute of Development Studies IDS, Universidade de Sussex, Reino Unido. Licenciatura (Juridico-Económica) pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Investigador no OBSERVARE. As principais áreas de investigação incidem sobre Migrações Internacionais, Direitos Humanos e Direito Humanitário, Globalização e Dinâmicas Económicas e Políticas Internacionais e Paradiplomacia e Regiões de Conhecimento. Membro de diversas redes de investigação internacionais incluindo o UE-ISIS/ASEAN+3, ECAN e MedAsia CNRS. 15

16 COMUNICAÇÃO E CULTURA As relações entre comunicação e cultura constituem um campo de estudo consolidado há muito nas ciências sociais e que o advento da internet veio complexificar. Hoje, a mediação do Homem com o mundo faz-se de múltiplas formas e a diferentes ritmos, os tradicionais sistemas de imprensa coabitando com o livre espaço virtual. A internet trouxe uma mediação mais directa, mais rápida e mais democrática, já que todos os que tenham acesso à web possuem a capacidade de se informar e de comunicar a larga escala. Este novo estádio da comunicação humana constitui uma autêntica revolução na forma de relacionamento entre os Homens e entre os povos, uma revolução assente no poder da palavra e da imagem que a tecnologia avançada permitiu integrar na chamada web 2.0. Aos Estados, a massificação do acesso à web trouxe múltiplos desafios, nomeadamente a dificuldade em controlar os fluxos de informação, e daí a acção colectiva, e as próprias relações interestaduais. É, por isso, imperativo sobre ela reflectir num curso como o de Relações Internacionais. Doutora Luísa Godinho É doutorada em Ciências Económicas e Sociais pela Université de Genève, Suíça, com uma tese na área da comunicação política, e dirige actualmente o departamento de Ciências da Comunicação da UAL. Os seus interesses académicos dividem-se entre os estudos de comunicação e a ciência política, tendo trabalhado em particular nas áreas do discurso e da intercepção entre linguística e ciências sociais. O poder da palavra, de resto, há muito que está no centro das suas curiosidade intelectual e experiência profissional: foi jornalista durante mais de uma década, tendo trabalhado em todos os ramos da imprensa nacional. 16

17 INGLÊS II Nesta unidade curricular daremos continuidade à disciplina Inglês I, o nível será ainda A1/A2 mas alargaremos os nossos objectivos sempre determinados a melhorar a interação dos alunos com os conteúdos de leitura e compreensão auditiva e de produção oral e escrita. O grau de exigência na prática comunicacional e na compreensão será acrescido. Trabalharemos textos da área de ralações internacionais com um grau de dificuldade ligeiramente superior. Doutora Margarida Câmara Licenciada em Estudos Germanísticos pela Faculdade de Letras de Lisboa, com uma especialização em Literatura Inglesa e pós-especialização em Língua Inglesa. Diploma com o grau de Proficency do British Council e Diplôme Supérieur da Alliance Française. Professora de Literatura e Cultura Alemã na Universidade Autónoma de Lisboa desde 1988 e, posteriormente, professora de Inglês nos Cursos Livres e nas licenciaturas de Gestão Desportiva, Informática, Gestão, Economia e Psicologia. Administradora dos exames TOEFL desde

18 3º Semestre Página Teoria das relações internacionais I 19 Economia internacional 20 Assuntos Europeus 21 História das ideias políticas e sociais 22 Inglês III 23 Cátedra Joseph Schumpeter 24 18

19 TEORIA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS I O objectivo desta disciplina é o de familiarizar os estudantes com as grandes correntes de pensamento, clássicas e modernas, das Relações Internacionais. Dada a multiplicidade de perspectivas, vários paradigmas são considerados, mantendo diálogo com diversas chaves interpretativas da realidade. Propõe-se, de início, o estudo de tradições doutrinais com longos antecedentes históricos, dando relevo ao debate entre idealistas e realistas ocorrido entre as duas grandes guerras do século XX. A escola dita realista é estudada com particular desenvolvimento, analisando a sua insistência na centralidade do Estado-Nação como actor por excelência da vida internacional, e abordando mesmo as tendências ditas neo-realistas. Por último, considera-se o debate, essencialmente metododógico, com a corrente norteamericana conhecida por behaviorista. Doutor Luís Moita e Doutora Raquel Vaz Pinto - Doutor Luís Moita Doutorado em Ética pela Universidade Lateranense (Itália), em 1967, com a classificação summa cum laude (10/10) grau académico reconhecido pela Universidade Católica Portuguesa. Actualmente é Professor Catedrático de Sociologia das Relações Internacionais. Dirige o OBSERVARE Observatório de Relações Exteriores que edita a publicação JANUS Anuário de Relações Exteriores. - Doutora Raquel Vaz Pinto Professora Auxiliar de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa e, desde 2012, Presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política. Tem trabalhado e publicado sobre política externa e estratégia da China; direitos humanos; e Grande Estratégia dos EUA e, em particular, a Ásia-Pacífico. É Membro da Comissão Directiva do Mestrado em Direitos Humanos da Faculdade de Direito da Universidade do Minho. 19

20 ECONOMIA INTERNACIONAL A disciplina de Economia Internacional deverá dotar os alunos de instrumentos que lhes permitam identificar e avaliar as abordagens pré-clássica, clássica, neoclássica e contemporânea do comércio internacional. Além disso pretende-se que os alunos possam descrever os alicerces e a evolução do sistema financeiro e monetário internacional (SMI), compreendendo o papel do acordo de Bretton-Woods nesse âmbito e reconhecendo a evolução recente do SMI. No âmbito das balanças de pagamentos e serão analisadas as balanças significativas, bem como as estratégias de combate aos desequilíbrios da balança corrente e a relação desses desequilíbrios com a dívida externa. Por último, irá ser abordado o mercado de câmbios e a sua importância para as economias. Mestre Henrique Morais ões Interna Licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG). Mestre em Economia Internacional pelo ISEG. Professor Auxiliar na Universidade Autónoma de Lisboa. Assessor do Banco de Portugal, no Departamento de Reservas e Mercados. Foi recentemente Administrador e Diretor Executivo da CP Carga, SA e Presidente da Comissão Executiva da Invesfer SA, uma empresa do Grupo REFER. Colaborador em revistas e anuários na área da economia. 20

21 ASSUNTOS EUROPEUS História da integração europeia. Os tratados fundadores e as suas revisões subsequentes. Da Europa a seis à Europa a vinte e oito. As instituições comunitárias e o seu funcionamento. As grandes questões suscitadas pelo processo de integração europeia, designadamente ao nível do alargamento. Os vários pilares do projecto europeu. O declínio do projecto federal? A soberania partilhada e o princípio da subsidiariedade. A crise das dívidas soberanas: da erosão do eixo franco-alemão à assunção da liderança alemã. Políticas nacionais e poderes supranacionais. Doutor Filipe Vasconcelos Romão Doutorado em Relações Internacionais pela Universidade de Coimbra, na especialidade de Política Internacional e Resolução de Conflitos. Diploma de Estudos Avançados e licenciado em Relações Internacionais pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Coordenador de cursos intensivos na área de Conflitos e Resolução de Conflitos desenvolvidos na Universidade Federal de Santa Maria, Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade de Santa Cruz do Sul e Universidade ORT de Montevideo (2013). Responsável pela componente prática das cadeiras de Ciência Política e de Direitos Humanos da licenciatura em Relações Internacionais da Faculdade de Ecomomia da Universidade de Coimbra (2010/2011). Investigador na Universidade de Deusto (2008/2009), ao abrigo do European Doctorate Enhancement in Peace and Conflict Studies (EDEN). Bolseiro de doutoramento da Fundação para as Ciências e Tecnologias ( ). 21

22 HISTÓRIA DAS IDEIAS POLÍTICAS E SOCIAIS A unidade curricular de História das Ideias Políticas e Sociais visa capacitar os estudantes de Relações Internacionais do conhecimento indispensável da formação do pensamento político-social e da terminologia daí decorrente por um lado inserido na noção teóricoprática da natureza das ideologias e do seu papel nas sociedades e, por outro lado, alicerçado num espírito de reflexão político-ideológica em conjunção com os acontecimentos históricos que marcam a humanidade. Destacar-se-á igualmente as correntes ideológicas contemporâneas de forma a compreender o presente como reflexo do futuro e as problemáticas da condição humana. Doutor Manuel Farto Licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão. Doutorado em Economia pela Universidade de Paris-X. Docente no ISEG-UTL. Docente visitante da Universidade de Orléans (França) e da Universidade Federal da Paraíba (Brasil). Subdirector do OBSERVARE Observatório de Relações Exteriores da UAL. 22

23 INGLÊS III Broad aims of the course - This course gives emphasis to grammar revision and extension, vocabulary development, can do, pronunciation and writing skills development. The students must participate fully in lessons. Organization and content 1. Grammar - Auxiliary verbs, Present Simple and Continuous, Present Perfect Simple and Past Simple, the passive, defining relative clauses, Past Simple and Continuous, talking about de future, comparatives and superlatives, future possibility, question tags, modal verbs, First Conditional, Present Perfect Simple vs. Present Perfect Continuous, countable and uncountable nouns. 2. Vocabulary - Prepositions, using a computer, talking about the media, TV programmes, describing homes, adjectives describing places, phrasal verbs, creative activities, describing books and films. 3. Can do - Write an informal , give opinions, deal with problems, write a letter of complaint, make a formal phone call, write a short classified advertisement, describe a film/book. 4. Practical exercises 5. Extending reading Doutor António Caldeira Gomes Doutor em Línguas e Literaturas Modernas, na área de especialização de Cultura Inglesa, pela Universidade Autónoma de Lisboa. Professor Catedrático e orientador de doutoramentos e mestrados. Exerceu durante vários anos as funções de Director do Departamento de Línguas, Tradução e Administração. Membro do Conselho Escolar, do Conselho Científico e Pedagógico e do Conselho Universitário. É convidado, regularmente, para colóquios e outras actividades em universidades inglesas, escocesas, alemãs e norteamericanas. 23

24 Cátedra Joseph Schumpeter Economista austríaco ( ), professor em Bona e mais tarde em Harvard, Joseph Schumpeter foi um dos maiores economistas do Século XX, distinguindo-se pela ligação entre economia e sociologia para a compreensão do desenvolvimento. Publicou em 1911 Die Theorie der Wirschaftlichen Entwicklung (Teoria do desenvolvimento económico). Professor Visitante: Giuseppe Ammendola Doutorado em Economia e Gestão pela Universidade de Nápoles e em Ciência Política, especialização em Política Económica Internacional, pela Universidade de Nova Iorque, onde é actualmente Professor. Investigador e consultor nas áreas de Gestão, Economia, Finanças e Política Internacional. Cada Cátedra decorre durante uma semana e está integrada em determinadas disciplinas do segundo e terceiro anos, funcionando também como um momento da avaliação contínua da unidade curricular em questão (através da elaboração de um pequeno relatório por cada aluno que frequentou a Cátedra e avaliado pelo professor dessa unidade curricular). As Cátedras são asseguradas por professores visitantes, tendencialmente estrangeiros, 4 vezes por ano. Esta cátedra está adstrita à unidade curricular de Economia Internacional do Prof. Henrique Morais, do 3º semestre. 24

25 4º Semestre Página Teoria das relações internacionais II 26 Diplomacia e negociação internacional 27 Defesa e Segurança Internacional 28 Sócio-cultura Portuguesa 29 Inglês IV 30 Cátedra Fernand Braudel 31 25

26 TEORIA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS II Esta unidade lectiva prolonga a anterior (I), começando pelo estudo de uma série de concepções das Relações Internacionais que se podem agrupar como pertencendo a um certo paradigma de pensamento: a tradição liberal, o transnacionalismo, o universalismo e mesmo o construtivismo. Analisa-se com particular atenção o papel de novos actores da cena internacional, dando relevo às organizações intergovernamentais e não governamentais, bem como às firmas multinacionais e a diversos outros agentes que influenciam de uma maneira ou de outra a política mundial. As teorias da sociedade internacional são desenvolvidamente estudadas, assim como as correntes de influência neomarxista e estruturalista, em especial as teses acerca da economia-mundo e sistema-mundo. Finalmente considera-se o processo de globalização, o possível declínio do poder dos Estados e a emergência de novos fenómenos que obrigam a repensar a nossa representação das Relações Internacionais. Doutor Luís Moita e Doutora Raquel Vaz Pinto Ver síntese Teoria das Relações Internacionais I 26

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