CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA

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1 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTONIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA MARCO ANGELO BERENGUEL GLAUBER PERTINHES ARMAZENAMENTO E MOVIMENTAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS NA INDÚSTRIA DE COURO DA REGIÃO NOROESTE PAULISTA LINS/SP 2 SEMESTRE/2012

2 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTONIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA MARCO ANGELO BERENGUEL GLAUBER PERTINHES ARMAZENAMENTO E MOVIMENTAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS NA INDÚSTRIA DE COURO DA REGIÃO NOROESTE PAULISTA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Tecnologia de Lins para obtenção do Título de Tecnólogo em Logística. Orientador: Prof. Me. Eder Fonzar Granato LINS/SP 2 SEMESTRE/2012

3 MARCO ANGELO BERENGUEL GLAUBER PERTINHES ARMAZENAMENTO E MOVIMENTAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS NA INDÚSTRIA DE COURO DA REGIÃO NOROESTE PAULISTA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Tecnologia de Lins, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do título de Tecnólogo em Logística sob orientação do Prof. Me. Eder Fonzar Granato. Data de aprovação: / / Examinador (Prof. Me. Sandro da Silva Pinto) Examinador (Prof. Me. Silvio Ribeiro) Examinador (Dr. Luciano Soares de Souza)

4 À Deus, pela certeza de que Ele esteve presente em todos os momentos desta jornada.

5 AGRADECIMENTOS Nesta oportunidade em que é alcançada uma meta importante em nossas vidas profissional, agradecemos a Deus, por nós proporcionar sabedoria para vencer os obstáculos percorridos durante esta graduação. Queremos expressar os nossos sinceros agradecimentos em especial ao Orientador Eder, ao Professor Silvio e ao Professor Sandro pela amizade, apoio irrestrito e ajuda tão necessária no desenvolvimento e aperfeiçoamento desse trabalho. Agradecemos a nossa família por estarem presentes em nossas vidas, apoiando os desafios, em especial a esposa Isabella e filha Ana Bella de Marco Berenguel e a esposa Regiane e aos filhos Victor e Eloá de Glauber Pertinhes. E sem esquecer-se dos amigos de classe por ter nós proporcionado diversão em momentos de tensão durante este período de aprendizado intenso. Marco Angelo Berenguel Glauber Pertinhes

6 RESUMO A preocupação cada vez maior pelas empresas em conquistar clientes, tem intensificado a utilização de métodos logísticos em sua cadeia de Suprimentos. Diferenciar o produto dentre as diversas empresas do mesmo seguimento deste mercado competitivo, obriga os curtumes a se responsabilizar pela utilização correta de produtos químicos e a evitar desperdícios materiais, garantindo a sustentabilidade da empresa e a integridade das pessoas com foco na integração dos departamentos da empresa. O gerenciamento da Cadeia de Suprimentos evoluiu durante os anos e através de autores contemporâneos como Ballou, Buller ou Chopra, as empresas estão demonstrando meios de agregar valor ao produto com teorias especificas a movimentação e armazenagem de produtos. Sendo assim a movimentação e armazenagem de produtos químicos em empresas do segmento de couros vêm intensificando esforços para garantir uma gestão com métodos eficazes, de modo que a acessibilidade, clareza e qualidade das informações vêm sendo cada vez mais exigidos pelo Poder Público e pelos gestores de estoques. Através de um estudo de caso aplicado ao gestor do estoque, ficou demonstrado como uma gestão eficaz do Armazém de produtos químicos pode garantir a sustentabilidade da empresa, onde será explorado os métodos logísticos aplicados. A partir deste estudo inicial a viabilidade e a importância de novos trabalhos como o transporte de cargas perigosas em rodovias e o manuseio de produtos químicos em produção podem complementar o assunto abordado, proporcionando conhecimentos específicos aos futuros profissionais na área da Logística. Palavras-chave: Sustentabilidade. Cadeia de suprimentos. Produtos químicos.

7 ABSTRACT A growing concern for businesses attract customers, has intensified the use of methods in their logistics chain Supply. Differentiate the product from the various companies in the same Following this competitive market forces tanneries to be responsible for the correct use of chemicals and avoid waste materials, ensuring the company's sustainability and integrity of people focusing on the integration of departments. Managing Supply Chain evolved over the years and through contemporary authors like Ballou, Buller and Chopra, companies are demonstrating ways to add value to the product specific theories with the movement and storage of products. Thus the handling and storage of chemicals companies in the leather have stepped up efforts to ensure effective management methods, so that accessibility, clarity and quality of information are being increasingly demanded by the public and by managers inventories. Through a case study applied to the inventory manager, demonstrated how effective management Warehouse chemicals can ensure the sustainability of the company, which will be explored methods applied logistics. From this initial study the feasibility and importance of new jobs as the transport of hazardous materials on highways and handling of chemicals in production can complement the subject matter, providing expertise to future professionals in the field of logistics. Keywords: Sustainability. Supply chain. Chemicals.

8 LISTA DE FIGURAS Figura 1.1 Relacionamento na Cadeia de Suprimentos Figura Layout Figura 2.2 Rótulo de risco Figura 2.3 Painel de segurança... 29

9 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 9 CONTEXTUALIZAÇÃO... 9 OBJETIVO GERAL JUSTIFICATIVA METODOLOGIA CADEIA DE SUPRIMENTOS ESTOQUE TRANSPORTE COMPRAS MANUSEIO DE MATERIAIS EMBALAGEM ARMAZENAGEM ARMAZENAGEM E MOVIMENTAÇÃO INTRODUÇÃO ARRANJO FÍSICO E LAYOUT DO ARMAZÉM SISTEMAS DE ESTOCAGEM LOCALIZAÇÃO CUSTOS DE ARMAZENAGEM TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO ARMAZENAMENTO DE PRODUTO QUÍMICO Introdução Transporte de cargas perigosas Sinalização no Estoque Armazenamento ESTUDO DE CASO ANÁLISE DOS DADOS CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICE A QUESTIONÁRIO DE PESQUISA... 37

10 9 INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO A Logística deixou de ser apenas a movimentação de produtos finais, e de acordo com as exigências de mercado passou a integrar nos processos de compra da matéria- prima, transformação e distribuição de produtos (BULLER, 2009). A logística é a pratica de agregar valor a produtos e serviços oferecidos aos consumidores, coordenando juntas as atividades da cadeia de suprimentos (BALLOU, 2004). Durante a Segunda Guerra Mundial, havia a necessidade de se transportar suprimentos como: armamentos, veículos e medicamentos, para isso, o maior tempo gasto pelos generais era estudar os acessos a rotas para a entrega de suprimentos, sistemas de comunicação e acomodação de cargas, assim, era elaborado o planejamento estratégico e tático das ações. A necessidade de entregar recursos na quantidade e local necessário revelou que os sistemas logísticos era um diferencial competitivo e atribuía vantagem estratégica e tática para a vitória em batalhas. Os sistemas logísticos militares evoluíram durante o tempo, e nos anos 50 os professores de Harvard, auxiliaram os militares na definição de suas estratégias, e após a guerra, foram incluídas disciplinas relacionadas à logística nos cursos de Engenharia e Administração (BULLER, 2009). Para gerenciar a cadeia e suprimentos, são aplicados métodos que proporcionam a integração entre as áreas logísticas da empresa, como: transportes, estoques, custos etc. Estes métodos estão presentes na empresa, nos fornecedores e nos clientes. Uma adequada gestão permite à produção a eficiência necessária para oferecer produtos de qualidade aos clientes finais na qualidade ideal e na quantidade correta. Tendo como objetivo reduzir os custos ao longo da cadeia de suprimentos, e como foco as exigências do cliente, ou seja, entregar o que o cliente quer, no preço e nas condições que ele espera. As atividades logísticas são envolvidas pelas áreas de transporte, estocagem, estocagem do material de consumo e manutenção, embalagem, movimentação de materiais, atendimento ao pedido, previsão de estoques, planejamento da produção,

11 10 suprimentos, serviço ao cliente, localização, controle de estoque/inventários, produção, controle de qualidade, distribuição física e segurança (MOURA, 2008). O armazenamento de produtos químicos é regido por diversas leis, artigos e clausulas que dificultam o seu gerenciamento devido a complexidade de cumpri-las corretamente, mas que são essenciais para um fornecimento de qualidade, pois o não cumprimento com as normas dos órgão competentes, poderá impedir a comercialização do produto. OBJETIVO GERAL Analisar como a gestão do Armazém de Produtos Químicos de um curtume da cidade de Lins/ SP, pode assegurar através de métodos logísticos o bem estar de indivíduos, da sociedade e do meio- ambiente, fortalecendo o crescimento contínuo da indústria compreendendo melhor o manuseio de produtos químicos. JUSTIFICATIVA A crescente aplicação de produtos químicos em processos produtivos tem intensificado a circulação e a armazenagem. Com preocupação na prevenção dos efeitos adversos a saúde humana e ao meio ambiente na utilização de químicos, o armazém tem que ter condições de estocar e manusear os produtos para evitar tais contratempos. O conhecimento de teorias relacionadas à Logística é importante no contexto atual, pois permite aos gestores a minimização de imperfeições relacionadas a movimentação e armazenagem dos produtos químicos. Sendo assim, este trabalho vem direcionar os gestores sobre a importância de aplicar métodos logísticos, na movimentação e armazenagem para melhorar a proteção das pessoas e do meio ambiente contra possíveis danos causados por produtos químicos. METODOLOGIA Metodologia é o método pela qual a pesquisa atingirá os objetivos do trabalho, ou seja, é o caminho para se chegar a conclusão de um determinado problema (ROBERTO et. al, 2007).

12 11 Neste trabalho foi aplicado o método de estudo de caso, um dos diversos métodos de pesquisa, que se utiliza de diversos métodos ou técnicas de pesquisa para a coleta de dados. Para Cassandra (2004) estudo de caso é o estudo profundo dos objetos para detalhar o conhecimento em organizações, instituições, processos. O estudo de caso do trabalho foi elaborado através de um questionário de pesquisa exploratória com 14 questões, pois será descrito as características de armazenagem da empresa. Cassandra (2004) define pesquisa exploratória como estudo que visa estimular a compreensão através de exemplos para analise. Com isso, busca-se acompanhar quais métodos de gestão são usados pela empresa em seu próprio Armazém, e reconhecer o desenvolvimento da movimentação e armazenagem da empresa, analisando os métodos logísticos aplicados adequadamente na utilização e consequentemente no descarte dos produtos químicos.

13 12 1 CADEIA DE SUPRIMENTOS A cadeia de suprimentos é o conjunto de atividades que proporcionam rapidez e qualidade desde o recebimento da matéria- prima até o consumidor final na quantidade ideal e no momento certo. Este processo agrega valor ao produto, de forma que se o cliente desejar produtos de boa qualidade e disponível na prateleira pagará o valor proposto. Em épocas antigas, os homens não produziam suas mercadorias perto dos lugares onde seriam comercializadas ou consumidas e não tinham produtos a disposição o ano todo, eles eram obrigados a transportar a carga até o comercio mais próximo ou armazena-las em curto prazo, este sistema os obrigava a morar perto de produtores e vendedores e os limitava apenas a determinados alimentos de época e utensílios da região (BALLOU, 2004). Figura 1.1 Relacionamento na Cadeia de Suprimentos Fonte: Filho et al. (2008, p. 2)

14 ESTOQUE Estoque é a acumulação de matérias- primas, suprimentos, componentes, materiais em processo e produtos acabados em seus diferentes pontos logísticos. Estes pontos podem ser em armazéns, chão de fabrica, pátios e nos equipamentos de transporte. O custo de manutenção dos estoques pode representar de 20% a 40% de seu valor anual (BALLOU, 2004). Os estoques podem ser gerenciados em três segmentos: gerenciar os itens isoladamente e em pontos exclusivos do estoque, ou o controle de estoques será visto como gerenciamento agregado de estoques, os administradores de alto nível tem grande interesse nesta perspectiva em consequência de sua necessidade de controlar o investimento total em estoques, mais do que em unidades isoladas de armazenamento e ou, o gerenciamento entre seus múltiplos pontos/ elos ao longo da cadeia de suprimento. As empresas se perguntam se é necessário manter estoques em sua cadeia, mesmo sabendo que estoques intermediários reduzem os custos operacionais em outros pontos de operação, para responder estas perguntas abaixo teremos alguns pontos positivos e negativos. Pontos positivos: Satisfazer à necessidade do cliente disponibilizando seus produtos a pronta entrega; As oficinas mantem baixo estoques de peças que são mais usadas como correias, velas e baterias e se precisarem de peças menos requisitadas como a lataria de um carro, eles podem fazer o pedido em algum estoque regional e que serão entregues até no mesmo dia dependendo da distância; A fabricação de papel depende de caras maquinas com alto custo operacional exigindo que a máquina fique em atividade continua, por causa disto o estoque de matéria- prima é essencial para que a máquina não pare e mesmo que não tenha pedido de determinados modelos, o estoque de produtos acabados pode ser adquirido. Pontos negativos: A justificativa utilizada pelos gestores é que manter estoques de suprimentos ou de produtos acabados seja melhor para cumprir com as necessidades de produção do que justificar com a falta de produto acabado, podendo assim não atender o cliente; Os estoques podem desviar a atenção na

15 14 deficiência de qualidade e quando detectada causam a redução para defender o capital investido. 1.2 TRANSPORTE Transporte é o elemento mais importante para a cadeia de suprimento, representando cerca de dois terços do custo total logístico. As pessoas responsáveis pela movimentação de cargas devem ter um bom conhecimento em relação às taxas e transporte adquirido para não deixar este custo maior (BALLOU, 2004). Existem dois participantes chaves para o transporte (CHOPRA, 2003): Embarcador: Requerente do transporte de produtos entre 2 pontos; Transportador: O responsável pelo transporte do produto. Meios de transportes: Aéreo: O transporte de produtos através do modal aéreo é extremamente veloz e muito caro, devido ao alto custo da infraestrutura, dos equipamentos, e os custos com a mão- de- obra e o combustível está ligado a viagem, sendo desconsiderado a quantidade de passageiros e de cargas por voo. O transporte aéreo é indicado para o transporte de itens pequenos, mas com alto valor agregado, ou para remessas emergenciais á longas distâncias. Rodoviário: O modal rodoviário é o meio de transporte mais usado no Brasil, sendo formado por dois principais segmentos: carga cheia ou carga não cheia. As taxas aplicadas variam de acordo com o percurso, ficando a critério da Transportadora as taxas cobradas através da quantidade carregada e da distância. Possuem baixos custos o que favorece a entrega de porta a porta. Ferroviário: As transportadoras ferroviárias possuem um alto custo fixo, devido às estradas de ferro, locomotivas, vagões e pátios de manobras. E por possuir baixos custos operacionais favorece o transporte de grandes cargas a longas distâncias, principalmente os a granéis, produtos pesados e grandes, mas por outro lado é um modal muito lento chegando a no máximo 50 Km/h.

16 15 Marítimo: Modal também lento se comparado ao modal ferroviário, mas com capacidade de transportar uma variedade infinita de produtos através dos oceanos. As taxas aplicadas variam de acordo com o Volume X Peso da carga, ficando o mais caro a ser cobrado pela companhia de transporte. 1.3 COMPRAS Esta atividade, embora a custos baixos de manutenção, possui grande importância para determinar o tempo de entrega ao cliente, é a atividade que dispara o fluxo de matérias (BOWERSOX, 2006) O objetivo do departamento de compra era adquirir produtos e matérias ao menor custo possível e processar pedidos em qualquer outro ponto da empresa, mas em tempos atuais o mesmo departamento que era considerado burocrático e de baixo nível, vem representando um setor estratégico de grande importância, pois as empresas perceberam que a cada compra o desconto ou o prejuízo nos negócios pode ser de grande valor para a contabilidade final, pois as mercadorias e serviços adquiridos representam um dos maiores custos. Uma preocupação do departamento de compras é a compra de itens em grande volume e com desconto, que favorecem o setor, mas aumenta o custo de armazenamento causando impactos negativos nos inventários. As técnicas de definição da compra de lotes como: lote econômico ou mínimo e máximo pode melhorar este problema encontrado em qualquer organização (BOWERSOX, 2006). 1.4 MANUSEIO DE MATERIAIS O primeiro aspecto para o manuseio de materiais é a sua continuidade de movimentação, ou seja, quantas vezes o material é movimentado, sendo melhor para o operador logístico que o material percorra longos percursos e poucas movimentações, do que curtos percursos e muitas movimentações, para alcançar o mesmo resultado final. Estas movimentações representam perda de tempo e aumenta o risco de danos as mercadorias.

17 16 O equipamento usado para o manuseio de materiais do armazém é definido pelo layout, podendo ser manual como as paleteiras, que são usadas para movimentar peças em pallets exigindo maior esforço físico de funcionários, as empilhadeiras que são usadas para materiais mais pesados e são versáteis podendo se movimentar horizontalmente como verticalmente, as pontes rolantes que são esteiras estreitas usadas para transportar materiais continuamente e os guindastes utilizados em áreas externas equipados com lança ou gancho com motor para transportar equipamentos acima de cinco toneladas (BOWERSOX, 2006). 1.5 EMBALAGEM A principal função da embalagem é de contenção, que se responsabiliza em servir como invólucro ao produto auxiliando no manuseio. Com a função de proteção tem como responsabilidade assegurar que o produto irá chegar até o cliente final sem danos e a função de comunicação tem por finalidade informar o consumidor final sobre nome, marca características ou medidas e a seus intermediários como o código de barra (PEDELHES, 2005). As embalagens podem ser divididas em cinco níveis (MOURA, 2008): Embalagem primaria: é a embalagem que envolve o produto, que tem contato direto; Embalagem secundária: é a embalagem que protege a primaria como a caixa de leite; Embalagem terciária: é a embalagem que auxiliam na unitização do produto como a caixa de papelão; Embalagem quartenária: é a embalagem utilizada para transportar e embalagem terciária, que auxiliado no transporte, coo o container; Embalagem de quinto nível: é a embalagem utilizada para os transportes a grandes distâncias. Podemos destacar três tipos principais de embalagem: Vidro: é a mais antiga, sendo um material não poluente e de fácil reutilização, contribuindo para a redução dos custos; Papelão: vem cada vez mais substituindo a madeira, e é principalmente utilizada para o armazenamento de frutas;

18 17 Madeira: Utilizado para o transporte principalmente por causa de sua rigidez, sendo é um material caro, e não é reciclável. 1.6 ARMAZENAGEM O conceito de ocupação física se concentrava mais na área geral do estoque do que na altura. O espaço destinado à armazenagem era sempre locado em locais menos adequados e o mau aproveitamento do espaço tornou-se um comportamento antieconômico. O planejamento deve visar o aproveitamento das oportunidades de redução de custos e eliminação de esforços, proporcionando soluções mais adequadas ao fluxo de materiais e ao armazém, sendo a estocagem de curta ou longa duração. Pode- se destacar algumas funções da armazenagem (MOURA, 2008): Recebimento: todas as atividades inclusas na aceitação de materiais para serem estocados. Identificação e endereçamento para estoque: identifica o que é recebido e decide onde deve ser estocado. Envio para o estoque: movimentação de itens para estoque ou inspeção. Localização no estoque: onde os itens estão fisicamente localizados e estocados conforme características do material. Planejando um layout apropriado, os materiais podem estar estocados no chão, empilhados ou colocados em estruturas porta paletes. Separação de pedidos: função mais importante que também exige um planejamento quanto à separação de itens de pequeno e médio porte. Acumulação dos itens dos pedidos: todos os itens de um pedido devem ser mantidos juntos para a conferência final. Embalagem e expedição: embalar os pedidos para proteção dos materiais. Carregamento: consiste em colocar o pedido em uma área de espera para o carregamento. Expedição: embarque e entrega dos produtos no ponto onde será utilizado.

19 18 Registro das operações: com a finalidade de alimentar o sistema de informações que deve ser feito no início e no final das funções de armazenagem. Em algumas empresas o departamento de armazenagem ou estoque é esquecido, por causa disso algumas pessoas que pensam em serem promovidas dentro da organização não escolhem este caminho. Após os anos 80, na medida em que os negócios caiam, consequentemente, os estoques iniciais, intermediários ou finais eram reduzidos drasticamente, obrigando as organizações a operarem sem estoques, e que hoje em um processo de fabricação é chamado de Just-in-Time (MOURA, 2008).

20 19 2 ARMAZENAGEM E MOVIMENTAÇÃO 2.1 INTRODUÇÃO A Armazenagem teve seu início em 1800 a.c., quando o então Rei do Egito teve seu sonho interpretado, dizendo que seu reinado teria sete anos de abundância e sete anos de fome. A partir dai começou- se a armazenar um quinto de toda a colheita em armazéns e celeiros, e assim o país sobreviveu em tempos difíceis através de planejamento e distribuição, culminando com a descoberta da cidade de Óstia em 190 a. C. transformado no principal ponto de distribuição de todo o Império Romano (MOURA, 2008). Com a descoberta da roda, iniciou- se a movimentação horizontal, e a movimentação vertical iniciou- se apenas em 1860, com a invenção dos parafusos e da engrenagem, mas o empilhamento ainda tinha que ser manual através da força humana. Só em 1900 com o desenvolvimento de carros- plataforma que os materiais puderam ser colocados um em cima do outro, e mais tarde em 1939 a empilhadeira anunciava uma nova era (MOURA, 2008). Os depósitos começaram com os egípcios em 3000 a.c., onde eles armazenavam o excesso da colheita de papiros e trigo produzido no Vale do Nilo para mais tarde poderem transportar em navios objetivando a troca por madeiras no Líbano (RODRIGUES, 2010). 2.2 ARRANJO FÍSICO E LAYOUT DO ARMAZÉM O arranjo físico de um armazém tem como objetivo aumentar a eficiência de seu processo, reduzindo os custos com a movimentação e armazenagem do produto (MOURA, 2008). Na definição do layout de um armazém deve-se considerar a sua expansão ao longo dos anos, e deixar o dobro do tamanho de seu terreno inicial para as instalações futuras. Objetivos para a implantação do layout no armazém (MOURA, 2008): Utilizar ao máximo o espaço físico; Eficiência na movimentação dos materiais;

21 20 Estocagem mais econômica quanto às despesas com equipamentos, espaços, danos aos materiais e mão-de-obra; Flexibilizar o processo para satisfazer as mudanças de estocagem e movimentação; Fazer do armazém um modelo de organização. A existência de um bom layout é o que irá proporcionar ao armazém uma movimentação segura e um grau de acessibilidade ao produto, garantindo a eficiência da mão-de-obra e a segurança do pessoal e do armazém. Metodologias para projetar o layout do armazém (MOURA, 2008): Definir a localização dos obstáculos; Definir as áreas de recebimento e expedição dos materiais; Definir as áreas para separação dos pedidos e estocagem; Definir o sistema de localização do estoque; Avaliar as alternativas de layout. A definição da localização de obstáculos no layout como colunas de apoio, saída de emergência, poços de escadas e elevadores e até mesmo os equipamentos para a contenção de incêndio devem ser definidas antes mesmo da inclusão de objetos para que não haja conflitos futuros. As áreas de recebimento e expedição devem ficar nos extremos do armazém a fim de maximizar a eficiência do processo, considerando as vias de acesso, o tráfego desejado em volta da instalação e principalmente o tráfego dentro da instalação para o desenvolvimento das atividades. Princípios que definem a implantação física do fluxo de materiais (MOURA, 2008): Diagnosticar a necessidade do armazém; Definir as relações com outros departamentos a serem servidos, considerando o tráfego entre eles e o tempo de permanência do material em estoque; Visualizar o fluxograma inicial do layout; Aprovar o fluxograma.

22 21 Figura Layout Fonte: Merotti (2004) 2.3 SISTEMAS DE ESTOCAGEM Há algum tempo atrás a estocagem era predominantemente horizontal caracterizado por estantes amplas e de baixa altura, e não havia a preocupação com o espaço, mas sim com a segurança e o acondicionamento dos produtos. Atualmente este tema está ultrapassado tornando- se a contra- mão da armazenagem, partindo assim para o estoque vertical com a maximização dos estoques através de estantes imensas e equipamentos flexíveis (MOURA, 2008). Existem dois tipos de estocagem: Estocagem manual: este tipo de estocagem é eficaz em ambientes com pouca movimentação e em espaços limitados, transportando cargas frágeis e de difícil manuseio. Estocagem mecanizada: a estocagem mecanizada é composta por equipamentos como as empilhadeiras ou os transelevadores, maximizando o uso do espaço físico, atingindo a máxima eficácia e o mínimo custo. Para caracterizarmos um Sistema de Armazenagem é necessária uma perfeita integração entre estrutura metálica, equipamento de movimentação, prédio/armazém e juntamente os produtos a serem estocado. É importante que este

23 22 contexto seja bem organizado para satisfazer as necessidades da organização e a integração da função armazenagem ao sistema logístico deve ser total, pois é um elo importante no equilíbrio do fluxo de materiais. Podemos usar diversas formas para a estocagem do material, blocados, em prateleiras ou em estrutura porta-pallet. A maneira mais utilizada de organizar as mercadorias é o empilhamento sob o piso e em prateleiras, embora seja a opção mais barata, o empilhamento sob o piso vem sendo menos usado, pois oferece risco aos produtos e diminui a flexibilidade da operação, sendo bastante usado para produtos de grande volume e para os de embalagens resistentes ao empilhamento. Rodrigues (2010) conflita algumas decisões como a armazenagem estática ou a dinâmica, sendo a estática uma armazenagem longa entre dois elos produtores e a dinâmica, que em um curto espaço de tempo poderá deixar a mercadoria permanecer sobre o equipamento de movimentação. E a decisão sobre o local da armazenagem em local interno ou externo, onde se deve levar em consideração as características do material a ser armazenado, pois as mercadorias alocadas em áreas externas serão expostas a tempos climáticos, podendo ocorrer a deterioração. 2.4 LOCALIZAÇÃO Segundo Rodrigues (2010), na armazenagem industrial a identificação dos itens para que posteriormente possam ser localizados são fixas, pois estão relacionados ao tempo de permanência no estoque. Diferente da armazenagem como prestação de serviços logísticos a terceiros, ficando a critérios ao tipo do produto, tamanho do lote, tipo de atendimento ao cliente e aos modais de transporte, sendo o mais indicado o sistema de localização flutuante, armazenando os materiais em espaços adequados, segundo seus critérios, os mais comuns são: áreas internas ou externas, medidas e peso, restrições de empilhamento, incompatibilidade de produtos e equipamentos disponíveis para a movimentação. Obrigando a identificação de corredores, travessas e coxias com denominações próprias (numéricos, alfabéticos ou alfanuméricos) para a indicação do endereço de armazenagem. Definições para alocação dos materiais, quanto a sua identificação de local (MOURA, 2008):

24 23 Intensidade do uso: alocar materiais de maior uso próximo aos pontos de uso, e consequentemente os de menor uso o mais longe possível Semelhança: estocar próximos os itens recebidos e expedidos juntos, e os que têm correlação entre eles sobre o tipo. Tamanho: os produtos pesados, volumosos e de difícil movimentação, deixar próximos ao ponto de uso, proporcionando vários locais e tamanhos para aloca-los. Outro ponto relevante ao tamanho do item é dar importância à estocagem do volume geral do produto e não a estocagem individual. Características dos materiais: acomodar os itens perecíveis em locais próprios, separando do restante do estoque; os materiais perigosos em locais apropriados protegendo os outros itens do estoque contra possíveis incêndios ou acidentes. Utilização do espaço: minimizar as perdas nos vãos maximizando o uso do espaço cúbico, projetando o layout em torno de obstáculos e outras limitações; projetar os corredores retos de forma que o corredor principal leve até a porta, proporcionado uma largura confortável para a operação; identificar os corredores para evitar o desperdício de tempo, e alocar os itens uniformemente, retos e de fácil acesso. 2.5 CUSTOS DE ARMAZENAGEM O principal desafio do profissional de logística hoje, é oferecer os melhores serviços aos clientes sem ter que passar os custos ao preço final. Atualmente os clientes estão cada vez mais exigentes elevando os níveis de serviço, mas não querem pagar pelo serviço adicional oferecido pela empresa (FIGUEIREDO, et al., 2000). Existe uma diferença entre os custos de armazenagem e os custos de manter o estoque. Custo de armazenagem são os custos relacionados ao acondicionamento e a movimentação da mercadoria, como o aluguel, mão-de-obra, encargos sociais e depreciação da instalação e dos equipamentos. O custo do estoque está diretamente relacionado ao produto como exemplo as possibilidades de avarias, perda, roubo ou obsolescência (RODRIGUES, 2010).

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