Desafio mundial. Paralelamente a questões

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1 KPMG Business Magazine 31 Getty Images/Alexander Bryljaev Muitas tendências apontadas pelo estudo já são evidentes, e a lentidão na busca de soluções para mitigá-las trará sérias consequências para a população mundial Desafio mundial Relatório aponta as megatendências no mundo em 2030 e as ações necessárias para a diminuição dos impactos futuros 32 Paralelamente a questões políticas e econômicas que demandam ações de curto prazo do poder público, uma série de desafios sociais e ambientais tem indicado a necessidade de uma visão de futuro mais estratégica por parte dos governos. É o que demonstra o relatório O Estado Futuro 2030: As megatendências globais que moldam os governos, desenvolvido pela KPMG International, em parceria com o Centro Mowat na Escola de Políticas Públicas e Governança da Universidade de Toronto, Canadá. O estudo mostra as tendências mundiais que terão impacto mais significativo nos próximos anos: perfil demográfico, ascensão do indivíduo, inclusão tecnológica, interligação econômica, dívida pública, mudanças no poder econômico das nações, mudanças climáticas, pressão sobre recursos e urbanização. De acordo com o relatório, são esses temas que deverão receber maior atenção dos governos para assegurar a prosperidade econômica, a segurança, a coesão social e a sustentabilidade ambiental no futuro. Os governos precisam refletir, planejar e agir de forma diferente. Em certos casos, eles devem fazer isso de forma drástica se quiserem estar preparados para as megatendências globais que estão gerando uma tensão cada vez maior sobre o uso dos recursos e da capacidade econômica mundial, afirma Mauricio Endo, sócio da KPMG no Brasil e líder para o setor de Governo e Infraestrutura. Segundo o estudo, as megatendências não afetarão todos os países na mesma proporção, visto que cada local tem suas características próprias, mas todos os temas estão interligados. Portanto, o documento sugere que os governos terão de considerar e avaliar o impacto de cada tendência tanto isoladamente como em cooperação na esfera internacional. Países do BRICS, como o Brasil, estão no foco central da megatendência de mudanças no poder econômico das nações. Por isso, dentre outras ações, é importante rever a forma de gerir o investimento estrangeiro direto de seus ativos nacionais, implementar estratégias para atrair o investimento estrangeiro e ampliar a participação em acordos internacionais de comércio, exemplifica Endo. Ele também ressalta que muitas dessas megatendências já são realidade no Brasil, como a mudança demográfica, a ascensão das classes sociais e a urbanização. Hoje enfrentamos, por exemplo, o problema de trânsito caótico nas grandes cidades do país. Os governos precisam, portanto, se preocupar com transportes, vias públicas, ou seja, enfrentar os desafios que a crescente urbanização traz para a infraestrutura das cidades.

2 Mais que apresentar uma perspectiva negativa para os próximos anos, o relatório aponta para a necessidade de planejamento do poder público, com uma reavaliação minuciosa de suas competências, da capacidade de gestão, da avaliação de risco e de habilidades para realizar mudanças efetivas. Outro aspecto positivo de destaque no texto é que as estratégias apropriadas para o sucesso futuro deverão promover a mudança de comportamento nos cidadãos, especialmente com relação à tomada de medidas proativas para mitigar o alcance dos piores impactos. Tamanha interconectividade poderá beneficiar os governos em razão do intercâmbio de informações e dados disponíveis em todo o mundo. Conforme o relatório, este crescimento em capital de conhecimento, juntamente com os avanços da tecnologia que permitem sua rápida disseminação, tem potencial para criar mudanças imprevisíveis em áreas como medicina, engenharia, transporte e agricultura. Além do mais, essas mudanças tendem a ocorrer em um ritmo mais rápido do que as mudanças das últimas décadas. Os governos, KPMG Business Magazine 31 portanto, precisam ser igualmente preparados para aproveitar essas oportunidades, e não se concentrar apenas na gestão do risco. Mais detalhes sobre cada megatendência e uma revisão estratégica da KPMG em relação à política, às mudanças regulatórias e aos programas que os governos precisarão analisar para implementar um plano eficiente de gestão a longo prazo podem ser conferidos em kpmg.com/br. Megatendências globais Perfil demográfico A maior expectativa de vida e as altas taxas de natalidade aumentarão a proporção de idosos em todo o mundo, desafiando os sistemas de assistência social principalmente com relação à manutenção de modelos eficientes de atendimento à saúde. Em 2030, o número de idosos com mais de 65 anos de idade vai chegar a 1 bilhão, causando preocupações com a capacidade da produtividade global do mercado de trabalho e dos sistemas fiscais existentes para suportar as pressões do envelhecimento. Por outro lado, muitos países em desenvolvimento experimentarão uma explosão demográfica, e algumas regiões enfrentarão o desafio de integrar populações mais jovens em mercados de trabalho saturados. Hoje 8% da população tem mais de 65 anos de idade 1 milhão de jovens na Índia estarão aptos a entrar no mercado de trabalho a cada mês nos próximos 20 anos bilhão 13% da população terá mais de 65 anos de idade, atingindo a marca de 1 bilhão de idosos 90% da população jovem mundial reside em países em desenvolvimento Globalmente, jovens de 15 a 24 anos compõem 40% do total da população desempregada Um mundo em envelhecimento Sistemas públicos de pensões sob pressão Aumento com despesas de saúde Inchaço da população jovem 33

3 KPMG Business Magazine 31 Ascensão do indivíduo Os avanços tecnológicos e de educação têm ajudado a capacitar indivíduos como nunca antes. Essas mudanças devem continuar e inauguram uma nova era da história da humanidade. Em 2022, por exemplo, mais pessoas pertencerão à classe média do que à baixa. Hoje, a taxa de alfabetização de mulheres é de 84%, milhões de indivíduos estão saindo da linha da pobreza, e as plataformas de internet permitem a qualquer um se conectar. 60% da população mundial pertencerá à classe média, contra 27% em % % Em % da classe média global residirá em regiões em desenvolvimento, contra 58% em % % Tais fatores possibilitam maior acesso a informações e, por consequência, demandam dos governos mais transparência na tomada de decisões. O crescente empoderamento individual apresentará inúmeros desafios para as estruturas e os processos do governo, mas, se aproveitado, poderia desencadear desenvolvimento econômico e avanço social significativos. Embora a desigualdade na educação e na saúde estejam em declínio, as diferenças de renda aumentaram 71% nas nações onde a desigualdade é crescente 75% da população mundial tem acesso a um telefone celular Em alguns países, mais pessoas têm acesso a um telefone celular do que a uma conta bancária, energia elétrica ou água potável Ainda assim, as preocupações em torno de empregos estáveis, qualidade e custos de educação e de acesso, além de sistemas de saúde eficientes, permanecerão. A desigualdade social continuará ameaçando as gestões públicas, o que exige um monitoramento cuidadoso. Metade da população mundial terá acesso à internet em 2030, contra 34% em 2012 As mídias sociais têm acelerado revoltas recentes no mundo em desenvolvimento, desempenhando um papel em três dinâmicas principais Organização de protestos % % Formação de opiniões Pressões em comunidades internacionais Aumento de renda e de expectativas Crescimento da desigualdade em países com potencial para maior agitação social Maior acesso à educação Populações cada vez mais conectadas Disseminação mais rápida de informações por meio de mídias sociais e mobilização instantânea para o desenvolvimento de ações em grupo 34 Getty Images/Alexander Bryljaev

4 Inclusão tecnológica A tecnologia de informação e comunicação transformou a sociedade nos últimos 30 anos, tendo sido importante instrumento para o aumento de pesquisas e desenvolvimento de muitos outros campos, como a ciência aplicada, a engenharia, o transporte e a saúde. Usuários de internet no mundo KPMG Business Magazine 31 O volume exponencial de comunicação e velocidade de acesso provocam inúmeros efeitos. Podem gerar oportunidades de mercado e desafiar as instituições existentes. Não há indícios de que essa tendência, ao contrário de outras, será mais expressiva em determinadas regiões. Se, por um lado, os países desenvolvidos têm mais acesso a essas tecnologias no momento, por outro, muitas inovações tecnológicas poderão proporcionar inúmeras oportunidades para os países em desenvolvimento ,4 milhões bilhões em 2000 em % Os negócios de aplicativos devem atingir valor global de US$ 151 bi em 2017 dos dados digitais no mundo foram criados nos últimos dois anos A Hon Hai/Foxconn, maior fabricante de eletrônicos chinesa, planeja lançar 1 milhão de robôs em seus processos de fabricação em apenas três anos =1 milhão A sobrevivência é menos garantida em um mundo tecnologicamente habilitado, criando grandes desafios para os governos nas áreas de economia e emprego US$ 300 bi US$ 1 tri As perdas globais com ataques cibernéticos devem saltar de US$ 300 bi para US$ 1 tri Transformação de comunicação Big data Diminuição da fronteira entre o que é considerado público e o que é privado Aumento dos esforços de segurança e policiamento no combate aos crimes cibernéticos Novos modelos de serviço social Novo futuro para a industrialização Transformações em transporte 35

5 KPMG Business Magazine 31 Interligação econômica A economia global será caracterizada por um aumento contínuo nos níveis de comércio internacional e de fluxos de capital. Para os governos, a interligação econômica traz um potencial significativo e um importante impulso na direção do livre comércio global, podendo tirar da pobreza 650 milhões de pessoas entre 10 e 20 anos. Mas há cada vez mais desafios em virtude dessa interdependência econômica, com riscos que atravessam as fronteiras nacionais. Tais riscos não apenas se movem rapidamente como também desafiam o âmbito da regulamentação nacional, exigindo cooperação internacional. A participação do PIB no comércio global aumentou de 40% em 1980 para 63% em % % 2011 O comércio global deverá crescer anualmente em torno de até 2030 A participação da Ásia nas exportações mundiais deve atingir 39% até 2030 (quase o dobro da parcela atual) Aumento do comércio e de investimentos Relações comerciais e de investimento cada vez mais complexas Queda de barreiras ao comércio Maiores riscos econômico-financeiros em função de problemas internacionais 1x 2x 3x Os estoques mundiais de investimento estrangeiro direto 4x quintuplicaram em relação ao PIB, de cerca de 6% para 30% entre 1980 e % dos acordos comerciais recíprocos atualmente em vigor foram introduzidos a partir de x Dívida pública Esse é um fator que deve restringir as opções de política fiscal para além de A habilidade dos governos de controlar a dívida e encontrar novos caminhos para a prestação de serviços afetará sua capacidade de responder aos desafios ambientais, sociais e econômicos. Como a pesquisa da KPMG International tem mostrado, ao contrário da crença generalizada, os problemas de hoje não emergem simplesmente da crise financeira mundial. A maioria das economias já tinha acumulado dívidas consideráveis antes de 2008, pois vinham aumentando seus déficits orçamentários nos cinco anos anteriores à crise. Essa situação causou um retrocesso, tornando o caminho da prosperidade muito mais longo. A dívida pública em países desenvolvidos inflou na metade da última década A dívida em relação ao PIB aumentou: 46,3% 78,1% (estimativa) Se a tendência atual continuar, os níveis globais de dívida pública líquida deverão alcançar do PIB até % Projeções para 2035 apontam o aumento da dívida líquida a uma média de: 133% do PIB na zona do euro 213% do PIB nos Estados Unidos % do PIB no Japão 36 Em 2030, as estimativas indicam que o envelhecimento da população vai aumentar as despesas com saúde e pensões em: Aumento da importância das relações fiscais internacionais e intergovernamentais Mercados globais mais expostos a riscos 4,4% do PIB nos países desenvolvidos Redução de capacidade para o enfrentamento de futuros choques internacionais econômicos ou fiscais e financeiros Agravamento da dívida pública com o envelhecimento da população Limitação de potencial para o atendimento à crescente demanda por novos serviços 3,2% do PIB nos países em desenvolvimento

6 Mudanças no poder econômico das nações As economias emergentes estão tirando milhões de pessoas da pobreza e exercendo mais influência na economia global. Com essa potência de reequilíbrio, as instituições internacionais e os governos estarão mais focados em não perder suas posições. Impulsionados pela abertura do comércio, pelas reformas econômicas e pela livre circulação de capitais e tecnologia dos países desenvolvidos para os países em desenvolvimento, China, Índia, Brasil, Rússia, África do Sul, México, Indonésia e outras nações em desenvolvimento tornam-se players cada vez mais importantes no mercado. Essa mudança de poder econômico não ocorre sem desafios. Enquanto as nações adquirem riquezas, muitos experimentaram uma crescente desigualdade dentro das próprias fronteiras. Os países em desenvolvimento serão responsáveis por cerca de do PIB mundial em 2030 KPMG Business Magazine 31 Nos países em desenvolvimento estarão localizadas as 440 cidades que mais crescem no mundo, gerando do crescimento do PIB mundial até % e serão Em 2030, China e Índia responsáveis por abrigarão 35% da população mundial 25% Hoje, os países em desenvolvimento são responsáveis por 37% O fluxo Sul-Sul do comércio representa cerca de mundial metade desse total do PIB global x2 x4 Ao longo dos próximos cinco anos, as aquisições de empresas estrangeiras por empresas chinesas devem duplicar e, até 2020, poderiam quadruplicar O Fluxo Sul-Sul torna-se um motor de crescimento Emerge uma ordem mundial multipolar A inovação torna-se uma fonte de crescimento sustentável O aumento da base de consumo vai trazer oportunidades econômicas Mudanças climáticas Alcançar políticas de mitigação das alterações do clima causadas pela emissão dos gases de efeito estufa, combinadas com medidas que não tragam reflexos nos atuais modelos econômicos, é um grande desafio para a maioria dos governos. No entanto, a luta contra as mudanças climáticas exige níveis sem precedentes de cooperação multilateral e esforços imediatos para evitar os piores efeitos do aumento de CO 2 no próximo século. Os níveis de emissão são muito altos: 14% maior do que a meta de redução da emissão de gases de efeito estufa estimada para 2020 Com um aquecimento de 2 C a 3 C: A floresta amazônica poderia secar Em 2050, os custos do clima extremo podem chegar a até 1% do PIB mundial por ano. Com base no valor do PIB mundial de 2012, esse custo equivaleria a US$ 720 bi As geleiras da Groenlândia poderiam derreter de forma irreversível Impactos ambientais imprevisíveis Desafio de cooperação global Pressão para adaptação aos efeitos consolidados do aquecimento global Maior papel das cidades na mitigação dos efeitos climáticas 20% a 50% das espécies sofreriam risco de extinção Adaptar-se ao aumento de temperatura de 2 C no mundo até 2050 exigirá investimentos de Com um aquecimento de 3 C a 4 C: As cidades são responsáveis por 60% a US$ 70 bi a US$ 100 bi por ano O aumento do nível do mar, as inundações e as secas podem provocar o deslocamento permanente de 200 milhões de pessoas 80% do consumo de energia e também pela mesma proporção das emissões globais de CO 2 37

7 KPMG Business Magazine 31 Pressão sobre recursos A combinação de fatores, como o aumento da população, o crescimento econômico e as mudanças climáticas, provocarão o aumento do consumo de recursos naturais essenciais, como água, alimentos e energia. Em 2030, tais mudanças devem criar ainda mais pressão sobre os recursos globais já limitados. Por isso, questões relacionadas à gestão sustentável dos recursos estarão no centro das agendas do governo. A população está crescendo 6,9 bi 8,3 bi E, com o aumento da classe média, será necessário incremento de na produção de alimentos em % para abastecer a demanda provável de uma população mais exigente A Agência Internacional de Energia projeta um aumento aproximado de 40% na demanda global de energia até % é a lacuna mundial estimada entre a oferta e a demanda de água até 2030 Hoje 10% 20% 30% 40% A crescente exigência de alimentos e os padrões de produção instáveis de alimentos devido às mudanças climáticas provocarão o dobro do aumento dos preços entre 2010 e 2030 Cerca de 1 bilhão a mais de pessoas viverão em áreas de escassez hídrica até 2030 Pressões para o fornecimento de alimentação Crescimento da demanda de água Aumento do consumo de energia Concorrência por metais e minerais Aumento do risco de protecionismo/nacionalismo de recursos Getty Images/Alexander Bryljaev 38

8 Urbanização Quase dois terços da população mundial residirão em cidades até 2030, e a maior parte do crescimento urbano ocorrerá nos países em desenvolvimento. A urbanização está criando oportunidades significativas para o desenvolvimento social e econômico, mas também está exercendo pressão sobre os recursos de infraestrutura, principalmente no caso da energia. Um dos maiores desafios dos governos está relacionado à gestão sustentável no que diz respeito a habitação, mobilidade, energia e água a todos os cidadãos. Em 2030 KPMG Business Magazine 31 60% da população mundial viverá nas cidades em % do crescimento 50% % 2030 urbano nos próximos 20 anos acontecerá na África e na Ásia As 600 cidades com maior crescimento do PIB: São o lar de pouco mais de 20% da população mundial Geram US$ 34 tri ou mais de 50% do PIB global Devem dobrar sua contribuição no PIB mundial, atingindo US$ 65 tri em 2025 O número de megacidades, com mais de 10 milhões de habitantes, vai aumentar de 20 para 37 em 2025 Os custos de infraestrutura global para manter o ritmo da urbanização foram estimados em US$ 41 tri entre 2005 e bilhão de pessoas vivem atualmente em favelas da cidade Se as medidas de combate à pobreza urbana forem insuficientes, esse número pode dobrar até 2030 Crescimento urbano impulsionado pelo mundo em desenvolvimento Inter-relação entre o ambiente construído e o ambiente natural Necessidade de infraestrutura urbana em grande escala Pressões da pobreza urbana, incluindo populações crescentes que vivem em assentamentos informais 39

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