CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE TURISMO:ESTRATÉGIA DE GESTÃO PARA MELHORIA DOS SERVIÇOS TURÍSTICOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE TURISMO:ESTRATÉGIA DE GESTÃO PARA MELHORIA DOS SERVIÇOS TURÍSTICOS"

Transcrição

1 31 de Julho a 02 de Agosto de 2008 CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE TURISMO:ESTRATÉGIA DE GESTÃO PARA MELHORIA DOS SERVIÇOS TURÍSTICOS Maria Regina Alves de Souza (Inmetro) Martius Vicente Rodriguez y Rodriguez (UFF) Ana Paula Gonçalves Stutzel (Inmetro) Resumo Este artigo apresenta os Programas de Certificação de Pessoas na área de Turismo, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, desenvolvido pelo Inmetro em parceria com o Ministério do Turismo, com o propósito de promover aa sustentabilidade do turismo brasileiro e a sua inserção competitiva no mercado. São apresentadas as ações desenvolvidas para elaboração dos Regulamentos de Avaliação da Conformidade para profissionais que atuam nos escopos alimentos e bebidas, meios de hospedagem, agenciamento, motorista de táxi e turismo de aventura, visando aumentar a satisfação e a segurança do turista e a competitividade dos destinos através da qualidades nos serviços ofertados, bem como propostas de melhoria para o aperfeiçoamento dos programas. Abstract This paper presents the Personnel Certification Programs related to tourist industry, in the Brazilian System on Conformity Assessment, developed by Inmetro and the Ministry of Tourism, with the aims to promote the sustainability of braziliian tourism and its competitive insertion in market. There are presented the conformity assessment procedures to evaluate personnel which work in this sectors: food and beverages, means of lodging, agents, taxi-drivers and adventure tourism, to enhance the satisfaction and security of tourists, and the competitiveness of tourist destinations through quality in services that are offered, and proposals for improving these programmes.

2 Palavras-chaves: certificação, turismo, turismo sustentável certification, tourism, sustainable tourism. IV CNEG 2

3 1. INTRODUÇÃO Nos últimos anos o turismo tornou-se um dos principais setores econômicos mundiais e um dos componentes líderes do comércio internacional, sendo considerado pela Organização Mundial do Comércio (OMC) a maior indústria do mundo e a que apresenta maior crescimento, representando em muitos países de grande extensão territorial o faturamento de 5% a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. É crescentemente reconhecido como atividade benéfica na luta dos países receptores e das comunidades locais contra o desemprego, por impactar na criação direta e indireta de postos de trabalho (UNCTAD, 2004). Acompanhando a tendência internacional, o turismo brasileiro vem apresentando também um grande crescimento, como conseqüência de investimentos, públicos e privados, em instalações e serviços turísticos, em novas tecnologias da informação e na modernização dos meios de transportes nacionais e intercontinentais, que contribuem para a aproximação dos povos, para a redução das barreiras étnicas e econômicas, para o fortalecimento das relações comerciais, para a qualidade das informações e para o intercâmbio cultural. Além disso, de forma abrangente, o turismo de aventura no Brasil evoluiu pelo mesmo caminho do turismo de natureza, conseqüência de uma consciência crescente sobre os conceitos e práticas do desenvolvimento sustentável, a qual foi fortemente estimulada pela realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio- 92). O turismo de aventura tem importância estratégica para o desenvolvimento turístico no Brasil, tanto como fator de desenvolvimento social local como diferencial para estratégias de marketing internacional. Em decorrência deste processo de expansão, o turismo tem ocupado espaço de tradicionais indústrias, absorvendo grande número de profissionais ociosos do parque industrial (CASTELLI, 2001). A sustentabilidade da atividade turística e a qualidade global da oferta de serviços nesta área dependem, na grande maioria, da qualificação dos recursos humanos. No entanto, à IV CNEG 3

4 semelhança do que acontece em muitas outras atividades econômicas, também no turismo, predominam baixos níveis de escolarização e de qualificação, tendo grande parte dos saberes da grande maioria dos trabalhadores do setor terem sido adquiridos através da aprendizagem em contexto de trabalho. Ainda de acordo, com Castelli (2001), a atividade turística incluída no setor de serviços não apresenta a cultura de qualificação e desenvolvimento da mão de obra utilizada, apesar de ser uma atividade de natureza de forte relacionamento interpessoal. Acompanhando a evolução dos padrões técnicos dos produtos e serviços e a evolução da consciência dos direitos dos consumidores, o mercado de trabalho passou a ser mais seletivo, mais exigente. Há maiores exigências de educação dos trabalhadores, mas igualmente se está reconhecendo a função educativa da empresa e dos centros de trabalho e, em conseqüência, o valor dos conhecimentos adquiridos fora da escola, a experiência dos indivíduos no trabalho, buscando recuperá-los e incorporá-los na estrutura curricular. Uma alternativa para melhorar este cenário tem sido a implantação de mecanismos que permitam a avaliação e a certificação das competências das pessoas que exercem tais atividades, de modo a propiciar um melhor desempenho e segurança na execução das mesmas. 2. METODOLOGIA O objetivo deste artigo é apresentar uma sistemática brasileira, baseada em critérios internacionais, de certificação de pessoas na área de turismo, como um fator de inclusão social e estruturada de forma que o segmento a utilize como estratégia empresarial para aumentar sua competitividade no mercado e operar de forma responsável e segura. Considerando o pouco conhecimento acumulado e sistematizado do tema, a abordagem adotada neste estudo é exploratória e descritiva. Para o desenvolvimento do trabalho foi realizada uma pesquisa bibliográfica, feita a partir de material já publicado em livros, artigos de periódicos e material disponibilizado na Internet. IV CNEG 4

5 Paralelamente foi realizada uma pesquisa documental, por meio de documentos de trabalho, legislação brasileira e relatórios de consultorias considerando a acessibilidade dos autores. 3. DESENVOLVIMENTO 3.1. O SISTEMA BRASILEIRO DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE (SBAC) Paralelamente às mudanças no cenário mundial, órgãos regulamentadores, compradores, consumidores conscientizados e a sociedade em geral começam cada vez mais a demandar garantias e evidências de que os produtos e serviços disponíveis no mercado, principalmente os relacionados à saúde, segurança, proteção do consumidor e à preservação do meio ambiente, estão em conformidade com requisitos especificados.como tal, a avaliação da conformidade é uma atividade que se encontra em franco crescimento no Brasil. A avaliação da conformidade tem como objetivo assegurar ao consumidor que o produto, processo, serviço ou profissional está de acordo com as normas ou regulamentos previamente estabelecidos em relação aos requisitos que envolvam, principalmente, a saúde e a segurança do consumidor e a preservação do meio ambiente, ao mesmo tempo informar ao empresário as características técnicas que seu produto deve ter para se adequar às normas e regulamentos pertinentes. No Brasil, iniciou-se em 11 de dezembro de 1973, com a publicação da Lei 5966 que instituiu o Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Sinmetro), com a finalidade de formular e executar a política nacional de metrologia, normalização industrial e certificação da qualidade de produtos industriais. O Sinmetro, integrado por entidades públicas ou privadas que exercem atividades relacionadas com a metrologia, normalização industrial e certificação da qualidade de produtos industriais, foi constituído com um órgão normativo, o Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro), ao qual foi atribuída à função de coordenar e executar a política nacional de metrologia, normalização e qualidade IV CNEG 5

6 industrial, e um órgão executivo destas políticas, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). A estrutura do Sinmetro é ilustrada na figura 1. CONMETRO (Normativo) CBAC (Assessor) Inmetro (Executivo) Comissões Técnicas (Consultivo) Grupos de Trabalho Organismos Acreditados Figura 1 Estrutura do Sinmetro Fonte: Livro de Avaliação da Conformidade Inmetro 5ª Edição Modificado A atividade de avaliação da conformidade apóia-se em dois fundamentos básicos: o reconhecimento de competência técnica e a credibilidade. Dessa forma, pressupõe-se que a organização que evidencia a conformidade tem a competência necessária para fazê-lo, como também seja reconhecida sua credibilidade, resultado de uma atuação ética, imparcial e comprometida com os possíveis impactos da avaliação da conformidade no mercado. Para comprovar a competência técnica desenvolve-se a atividade de acreditação, que é a atestação realizada por terceira parte relativa a um Organismo de Avaliação da Conformidade OAC), exprimindo demonstração formal de sua competência para realizar tarefas específicas de avaliação da conformidade. No Brasil, as atividades de acreditação de OAC são realizadas pela Coordenação Geral de Acreditação (Cgcre) do Inmetro. A acreditação pela Cgcre/Inmetro é concedida com base em normas ou guias nacionais ou internacionais, reconhecidos no SBAC, sub-sistema do Sinmetro, e quando for o caso, em IV CNEG 6

7 requisitos estabelecidos pela própria Cgcre/Inmetro com a participação das partes interessadas na atividade de acreditação. O alinhamento às práticas e diretrizes internacionais, na atividade de acreditação, propiciou ao Inmetro o seu reconhecimento internacional nesta atividade, por meio de assinaturas de Acordos de Reconhecimento Mútuo estabelecidos por Cooperações Regionais e Internacionais de Acreditação. Este reconhecimento proporciona legitimidade, confiabilidade e credibilidade no processo de avaliação da conformidade. Com o objetivo de nortear o desenvolvimento no país da atividade de avaliação da Conformidade foi instituído o Programa Brasileiro de Avaliação da Conformidade (PBAC), periodicamente aprovado pelo Conmetro. O programa é elaborado com a participação de diferentes segmentos da sociedade interessados, contemplando uma série de questões de natureza estratégica, tática e operacional, incluindo o Plano da Ação Quadrienal, que define os produtos, processos, sistemas, ocupações e serviços a serem objetos de programas de avaliação da conformidade. A avaliação da conformidade engloba 5 (cinco) mecanismos que são utilizados para verificar a conformidade em relação a normas e regulamentos: a certificação, a declaração da conformidade do fornecedor, a inspeção, a etiquetagem e o ensaio. Na execução do Plano de Ação Quadrienal, o Inmetro desenvolve estudos, por meio da Diretoria da Qualidade, tomando por base aspectos sociais, legais e econômico-financeiros, com vistas a definir qual dos mecanismos de avaliação da conformidade é mais adequado às especificidades de cada produto, bem como se a avaliação deve ser dar no campo compulsório ou voluntário. O Inmetro utiliza Comissões Técnicas, constituídas pelas partes interessadas, estruturadas a partir da criação de grupos de trabalho para estudo e desenvolvimento de tarefas específicas, para assessorá-lo no desenvolvimento, implementação e acompanhamento de cada programa de avaliação da conformidade. Dois documentos constituem a base de um programa: uma norma técnica ou Regulamento Técnico da Qualidade (RTQ) que define o que deve ser avaliado, e um Regulamento de Avaliação da Conformidade (RAC), que define como deve ser feita a avaliação, a fim de se alcançar adequado grau de confiança na conformidade do produto, com o menor custo para a sociedade. IV CNEG 7

8 Considerando o foco deste trabalho será abordado somente o mecanismo de certificação praticado no SBAC. 3.2 CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS NO ÂMBITO DO SBAC A certificação é concretizada ao final de um processo de avaliação da conformidade, com a emissão de um documento formal pela organização independente, de terceira parte, indicando existir um nível adequado de confiança de que um produto, processo, serviço ou um profissional, devidamente identificado, está em conformidade com uma norma específica,um regulamento ou outro documento normativo. No caso particular de pessoas, a certificação é um meio de propiciar um adequado grau de confiança de que a pessoa certificada pode desempenhar atividades em conformidade com uma norma ou outro documento normativo. Esta confiança é alcançada pela utilização de um processo participativo e amplamente aceito de avaliação, seguido do acompanhamento e de reavaliações periódicas da competência da pessoa. Este processo contribui para o desenvolvimento contínuo da pessoa, reconhecendo e certificando as competências profissionais que detém e identificando as que lhe faltam, de modo a tornar-se mais competitivo no mercado de trabalho. A certificação está orientada para o reconhecimento de pessoas competentes para o mundo do trabalho, independentemente de como essa competência foi adquirida, seja pela educação formal, pela experiência prática no trabalho ou por experiências vividas, proporcionando oportunidades de inclusão e manutenção da pessoa no mercado de trabalho. A certificação de pessoas, no âmbito do SBAC, iniciou-se em 1992, desenvolvendo-se com base em diretrizes internacionais. Foram concedidas acreditações a Organismos de Certificação de Pessoas (OPC), segundo os requisitos estabelecidos na norma EN (1989) General criteria for certification bodies operating certification of personnel, e de critérios específicos de acreditação para o escopo (SOUZA, 2006). As certificações envolvem, na sua maioria, a realização de exames escritos e provas práticas. Como resultado do processo, a pessoa que apresenta o desempenho esperado recebe um IV CNEG 8

9 certificado, ou prescrições para formações complementares, de forma a preencher as lacunas de competências registradas no processo. Em 2003, a Internacional Organization for Standardization (ISO) publicou a norma ISO/IEC 17024, aplicada a organismos que certificam pessoas, com o objetivo de atingir e promover um nível de referência mundialmente aceito por organizações que realizam este tipo de certificação.esta norma foi internalizada no Brasil, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), como ABNT NBR ISO/IEC 17024:2004 Avaliação de Conformidade- Requisitos gerais para organismos que realizam certificação de pessoas. A ABNT NBR ISO/IEC especifica requisitos para um organismo que certifica pessoas, de acordo com requisitos específicos, incluindo o desenvolvimento e manutenção de um esquema de certificação para pessoas.é dividida em 6(seis) partes, descritas a seguir: Objetivo e campo de aplicação (1); onde é apresentada a finalidade de uso da norma; Referências normativas (2); lista as referências de normas indispensáveis na aplicação da norma; Termos e definições (3); nesta seção são incluídos os termos e definições necessários ao perfeito entendimento e utilização da norma; Requisitos para organismos de certificação (4); esta seção descreve um conjunto de requisitos que o organismo de certificação deve seguir para estabelecer políticas e procedimentos, manter sua estrutura organizacional, considerando a imparcialidade e integridade, definir diretrizes para o desenvolvimento e manutenção de um esquema de certificação, operar um sistema de gestão de documentado, subcontratar atividades relativas à certificação, manter um sistema de registros apropriados, assegurar a confidencialidade sobre toda informação obtida no curso de suas atividades e a segurança dos exames e itens associados; Requisitos para pessoas empregadas ou contratadas pelo organismo de certificação (5); este seção fornece critérios indicando como o organismo deve tratar as pessoas empregadas ou contratadas envolvidas no processo de certificação, estabelecer e manter registros de qualificações e selecionar os examinadores; Processo de certificação (6); esta seção estabelece critérios gerais para efetuar a certificação de pessoas, abrangendo a solicitação de certificação, análise crítica da solicitação, IV CNEG 9

10 tomada de decisão sobre a concessão de certificação, supervisão, recertificação, uso de certificados e logotipos/marcas. Os programas de certificação de pessoas implementados no SBAC, através da Cgcre/Inmetro, são de caráter voluntário e a acreditação dos organismos de certificação de pessoas é concedida com base nos requisitos estabelecidos na norma ABNT NBR ISO/IEC 17024:2004, norma ABNT brasileira de certificação de pessoas referente ao escopo da solicitação e em documentos específicos de acreditação PROGRAMAS DE CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS, NO ÂMBITO DO SBAC, NO SETOR DE TURISMO Em 2003, o Ministério do Turismo (Mtur) criou o Plano Nacional de Turismo, no qual estabeleceu programas norteadores de modo a proporcionar maior sustentabilidade à atividade turística. Dentre estes programas, destaca-se o de qualificação empresarial e profissional que objetiva induzir a melhoria da qualidade dos serviços turísticos ofertados, com vistas a aumentar a satisfação do turista e a competitividade dos destinos, por meio de um processo contínuo de qualificação profissional e empresarial referenciado nas necessidades qualitativas e quantitativas, identificadas e reconhecida pelos setores público e privado e pelos trabalhadores do segmento. Como ação para alcance deste objetivo constituiu parceria com a ABNT, estimulando a criação do Comitê Brasileiro de Turismo (CB-54) para elaboração de normas a serem utilizadas em projetos para qualificação e certificação de pessoas e sistemas de gestão para empresas que atuam no setor. A ABNT é reconhecida nacionalmente para a elaboração de normas e é membro participante da ISO, com a qual possui acordo que possibilita a tradução literal das normas internacionais, de interesse da sociedade brasileira, facilitando a adoção destas normas no País. Uma vez as normas elaboradas, o Mtur buscou parceria com o Inmetro, para desenvolver, programas para a certificação de pessoas, além de sistema de gestão da segurança de turismo de aventura e sistema de gestão da sustentabilidade para os meios de hospedagem. IV CNEG 10

11 Em 2004, o Inmetro, em conjunto com o Mtur, instalou no Primeiro Encontro Anual do Fórum Mundial de Turismo para Paz e Desenvolvimento Sustentável, a Comissão Técnica de Turismo que foi subdividida em três grupos de trabalho (GT) para desenvolvimentos de programas de certificação: GT Certificação de Pessoas, coordenado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), GT Turismo de Aventura, coordenado pela Associação das Empresas de Turismo de Aventura (ABETA) e GT Sustentabilidade em Meios de Hospedagem, coordenado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE). Participam destes grupos representantes do Governo, especialistas do setor, representantes de associações, dos empresários, dos trabalhadores e educadores. Os programas de certificação de pessoas para o setor baseiam-se em normas que estabelecem os elementos das competências requeridas para a ocupação ou atividade, identificadas por um processo participativo junto a profissionais competentes e os processos de avaliação segundo essas competências. As competências envolvem conhecimentos, habilidades e atitudes que são essenciais no desempenho do trabalho e na solução de problemas para gerar resultados, em particular no setor de serviços. O Inmetro, utilizando o assessoramento do GT de Pessoas, publicou: o Regulamento de Avaliação da Conformidade para Profissionais da Área de Turismo, publicado anexado à Portaria Inmetro n.º 177/2006, estabelecendo os critérios para o programa de avaliação da conformidade para profissionais que atuam nos segmentos de alimentos e bebidas, agenciamento e operações, meios de hospedagem e motorista de táxi. o Regulamento de Avaliação da Conformidade para Competência de Pessoas na Área de Turismo, publicado anexado à Portaria Inmetro n.º 183/2006, estabelecendo os critérios para o programa de avaliação da conformidade para competências de pessoas na área de turismo, nos escopos de certificação das competências de hospitalidade, manipulador de alimentos e supervisor de alimentos. Estes regulamentos, ao serem aplicados, têm como documentos complementares às normas brasileiras de competência para profissionais e para pessoas que atuam no setor de turismo, desenvolvidas pelo CB 54. Com relação ao Turismo de Aventura, o GT elaborou o Regulamento de Avaliação da Conformidade para Condutores de Turismo de Aventura, publicado anexado à Portaria IV CNEG 11

12 Inmetro n.º 214/2007, que contempla os escopos de certificação de competências básicas em turismo de aventura e condutor especializado em rafting, turismo fora-de-estrada em veículos 4x4 ou bugues, e caminhada de longo curso. Dentre os principais requisitos constantes nos regulamentos de avaliação da conformidade, destacam-se: os exames de avaliação, que podem ser práticos e/ou teóricos, e devem ser elaborados conforme as normas específicas para cada certificação; os equipamentos, máquinas, ferramentas, instrumentos, materiais e outros, que devem ser utilizados para aplicação da avaliação prática; a entrega ao candidato que não alcançar a certificação, de um diagnóstico indicando seus pontos fortes e suas necessidades de melhoria; o prazo de validade da certificação, que varia de acordo com o escopo da certificação, a contar da data da expedição do certificado; a exigência ao profissional certificado de apresentar, a cada metade do período de certificação, um relatório contendo a experiência profissional para comprovação da continuidade da competência do profissional ou desenvolvimento profissional. No setor de turismo, atualmente, estão acreditados 2 (dois) Organismos de Certificações de Pessoas que atuam nos escopos de meios de hospedagem, alimentos e bebidas, agenciamento, motorista de táxi, hospitalidade e manipulação de alimentos, contemplando um total de aproximadamente 17 mil pessoas certificadas. 4. DISCUSSÃO E CONCLUSÃO Em decorrência do estudo realizado e de todo o processo de discussão que vem ocorrendo no desenvolvimento do programa de certificação de pessoas na área de turismo, realizado no âmbito do SBAC, sendo o órgão regulamentador o Ministério do Turismo, observa-se que o programa, conforme hoje estruturado, é uma ferramenta que visa propiciar a melhoria da qualificação do trabalhador, oferecendo a oportunidade de aumento de empregabilidade e crescimento do nível de inclusão social das pessoas que atuam no setor, como conseqüência IV CNEG 12

13 do comprometimento dos atores sociais envolvidos no processo- trabalhadores, empregadores, educadores e governo. Os programas de certificação de pessoas no setor de turismo têm sido implementados, observando-se cuidados no sentido de não excluir profissionais do mercado, mas sim de induzi-los ao aperfeiçoamento profissional. São realizadas análises de forma a identificar situações onde a certificação de pessoas é justificada e onde diferentes formas de qualificação são mais apropriadas. Considerando que a política nacional de certificação, de forma a ser inclusiva, não se limita a componentes institucionais e técnicos, necessário se faz que: se estruture a oferta formativa, de modo a satisfazer as necessidades de formação, presentes e futuras, identificadas para a atividade turística; se empreenda ações de qualificação e desenvolvimento dos profissionais, envolvidos nas diversas funções relacionadas ao processo de certificação do setor de turismo, por meio de um planejamento estratégico, de forma sustentada, num horizonte de médio/longo prazo (10 anos); se faça um monitoramento e avaliação do sistema de certificação identificando o impacto destas certificações para a pessoa e para o empregador, de forma a retroalimentar o sistema; e se estabeleça parcerias com órgãos de fomento e setor produtivo para provimento de recursos financeiros e de mecanismos que garantam a sustentabilidade do sistema. Para promover uma maior inclusão de pessoas certificadas no mercado do trabalho e promover o aprimoramento dos serviços turísticos foi elaborado, no âmbito do SBAC, o Regulamento de Avaliação da Conformidade para Sistema de Gestão da Segurança em Turismo de Aventura, anexado à Portaria Inmetro n.º 228/2006.Este programa tem como propósito proporcionar maior grau de segurança aos turistas ao exigir que as empresas que atuam no setor tenham procedimentos que atendam a ABNT NBR 15331:2006, que minimizem os riscos das atividades, como também disponham de um quadro funcional de condutores certificados. Com o objetivo de minimizar os impactos ambientais, sócio-cultural e econômico na região onde um meio de hospedagem possa estar ou vir a se instalar, foi elaborado, no âmbito do SBAC, o Regulamento de Avaliação da Conformidade para Sistema de Gestão da IV CNEG 13

14 Sustentabilidade para Meios de Hospedagem, anexado à Portaria Inmetro n.º 387/2007, baseado na ABNT NBR 15401:2006, que prevê que os meios de hospedagem devem aproveitar a mão-de-obra local e incentivar estes profissionais a buscarem a certificação. 5. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ISO/IEC Avaliação da conformidade: requisitos gerais para organismos que realizam certificação de pessoas. Rio de Janeiro, ABNT NBR 15401: Meios de Hospedagem - Sistema de Gestão da Sustentabilidade Requisitos. Rio de Janeiro, ABNT NBR 15331: Turismo de Aventura Sistema de Gestão da Segurança Requisitos. Rio de Janeiro, 2006 CASTELLI, G. Administração Hoteleira. Caxias do Sul: EDUCS, INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO. Avaliação da Conformidade. Diretoria da Qualidade.Inmetro, Rio de Janeiro, 2007, 52p..Guia de Certificação de Pessoal. Inmetro.Rio de Janeiro, p. MINISTÉRIO DO TURISMO. Plano Nacional de Turismo. Disponível em: <http://www.mtur.gov. br>. Acesso em: 06 out RODRIGUEZ Y RODRIGUEZ, Martius V. Gestão empresarial: organizações que aprendem. Rio de Janeiro: Qualitymark / Petrobrás, 2002, 576 p SILVA, Edna Lúcia, MENEZES, Estera Muszkat. Metodologia da Pesquisa e Elaboração de Dissertação. 3. ed. Florianópolis: EPS/UFSC, SOUZA, M. R. Sistema de certificação profissional por competências: um modelo em construção para o Brasil p.Dissertação (Mestrado em Sistema de Gestão).Universidade Federal Fluminense, Niterói UNCTAD. Trade and Environment Review 2003, New York and Geneva, ZÚÑIGA, Fernando Vargas La certificación de competencias laborales en perspectiva. In: ORGANIZACION INTERNACIONAL DEL TRABAJO. Cinterfor/OIT. Seminario sobre IV CNEG 14

15 Certificación Profesional. Ministério de Educación. Brasilia Setiembre, 9 y 10, IV CNEG 15

Curso Avaliação da Conformidade: Contextos, Fundamentos e Práticas. Certificação de Pessoas na Área de Turismo

Curso Avaliação da Conformidade: Contextos, Fundamentos e Práticas. Certificação de Pessoas na Área de Turismo Curso Avaliação da Conformidade: Contextos, Fundamentos e Práticas Certificação de Pessoas na Área de Turismo Maria Regina Alves de Souza Divisão de Programas de Avaliação da Conformidade Inmetro 15.05.2009

Leia mais

Portaria n.º 214, de 22 de junho de 2007.

Portaria n.º 214, de 22 de junho de 2007. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 214, de 22 de junho de 2007.

Leia mais

26 JANEIRO/FEVEREIRO 2005 diga lá nº 41

26 JANEIRO/FEVEREIRO 2005 diga lá nº 41 26 JANEIRO/FEVEREIRO 2005 diga lá nº 41 Profissional com SELO DE QUALIDADE Certificar os conhecimentos e as habilidades do trabalhador em sua área de atuação torna-se uma receita para garantir a competitividade

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 159, de 29 de junho de 2006.

Leia mais

Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade

Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Sua Adequação para Novas Demandas Elizabeth Cavalcanti Assessora da Presidência Inmetro Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Sinmetro Inmetro

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (D.O 01 revisão 05, de 22 de março de 2011) 2 SUMÁRIO PARTE I INTRODUÇÃO

Leia mais

Acreditação Panorama Brasil

Acreditação Panorama Brasil Acreditação Panorama Brasil 28 de novembro de 2013 Victor Pavlov Miranda Gestor de Acreditação Divisão de Acreditação de Laboratórios - Coordenação Geral de Acreditação INMETRO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA,

Leia mais

Programa Brasileiro de Certificação em Responsabilidade Social

Programa Brasileiro de Certificação em Responsabilidade Social 1ª Reunião Extraordinária de 2012 do Fórum Governamental de Responsabilidade Social SEMINÁRIO BRASIL-HOLANDA SOBRE RESPONSABILIDADE SOCIAL GOVERNAMENTAL Programa Brasileiro de Certificação em Responsabilidade

Leia mais

MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000)

MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000) MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000) Ao longo do tempo as organizações sempre buscaram, ainda que empiricamente, caminhos para sua sobrevivência, manutenção e crescimento no mercado competitivo.

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

Portaria n.º 348, de 03 de outubro de 2008

Portaria n.º 348, de 03 de outubro de 2008 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 348, de 03 de outubro de

Leia mais

Julio Calassara Gestor de Acreditação

Julio Calassara Gestor de Acreditação Acreditação de Organismos de Certificação de Sistemas de Gestão da Segurança em Turismo de Aventura e de Sistemas de Gestão da Sustentabilidade dos Meios de Hospedagem Julio Calassara Gestor de Acreditação

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

Portaria n.º 387, de 23 de outubro de 2007.

Portaria n.º 387, de 23 de outubro de 2007. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 387, de 23 de outubro de

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 276:2011) - OTS NORMA Nº NIT-DICOR-011 APROVADA EM MAR/2013 Nº 01/46 SUMÁRIO

Leia mais

Portaria n.º 341, de 24 de setembro de 2008

Portaria n.º 341, de 24 de setembro de 2008 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 341, de 24 de setembro de

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001 Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Conceitos Gerais A gestão ambiental abrange uma vasta gama de questões, inclusive aquelas com implicações estratégicas

Leia mais

A Relação entre as Certificações de Produtos e Serviços e as Compras Públicas

A Relação entre as Certificações de Produtos e Serviços e as Compras Públicas A Relação entre as Certificações de Produtos e Serviços e as Compras Públicas Brasília, 28 de agosto de 2014 Alfredo Lobo Diretor de Avaliação da Conformidade Missão Prover CONFIANÇA à sociedade brasileira

Leia mais

Considerando a elaboração da norma brasileira ABNT NBR 16001 Responsabilidade Social Requisitos;

Considerando a elaboração da norma brasileira ABNT NBR 16001 Responsabilidade Social Requisitos; Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial- Inmetro Portaria n.º 027, de 09 de fevereiro de 2006. O PRESIDENTE

Leia mais

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng.

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng. 01. O QUE SIGNIFICA A SIGLA ISO? É a federação mundial dos organismos de normalização, fundada em 1947 e contanto atualmente com 156 países membros. A ABNT é representante oficial da ISO no Brasil e participou

Leia mais

Acreditação de Laboratórios. Acreditação de Laboratórios. Acreditação

Acreditação de Laboratórios. Acreditação de Laboratórios. Acreditação Acreditação de Laboratórios Acreditação Acreditação de Laboratórios Como Acreditar Laboratórios Vantagens da Acreditação Documentos Básicos para Acreditação Reconhecimento Internacional Acreditação A acreditação

Leia mais

1. A Vigilância Sanitária pode acatar a verificação metrológica realizada pelo IPEM como calibração?

1. A Vigilância Sanitária pode acatar a verificação metrológica realizada pelo IPEM como calibração? Página 1 de 8 Esclarecimentos prestados pelo IPEM-PR aos questionamentos realizados pela Vigilância Sanitária, através do oficio n 420/2014 DVVSP/CEVS/SVS de 04 de junho de 2014. 1. A Vigilância Sanitária

Leia mais

SEMINÁRIO INTERNACIONAL BRASIL NORUEGA DE REGULAMENTAÇÃO E NORMAS TÉCNICAS NA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO. Mayard Zolotar. Diretoria da Qualidade

SEMINÁRIO INTERNACIONAL BRASIL NORUEGA DE REGULAMENTAÇÃO E NORMAS TÉCNICAS NA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO. Mayard Zolotar. Diretoria da Qualidade SEMINÁRIO INTERNACIONAL BRASIL NORUEGA DE REGULAMENTAÇÃO E NORMAS TÉCNICAS NA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO Mayard Zolotar Diretoria da Qualidade Inmetro É uma autarquia federal, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento,

Leia mais

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011 Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade Julho/2011 GESPÚBLICA Perfil do Facilitador Servidor de carreira que tenha credibilidade Bom relacionamento interpessoal Acesso a alta administração

Leia mais

REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO DE AUDITOR DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NBR 15100

REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO DE AUDITOR DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NBR 15100 REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO DE AUDITOR DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NBR 15100 NORMA Nº NIT-DICOR-062 APROVADA EM FEV/08 Nº 01/07 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Histórico

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Elaborado por: GT Especial do ABNT/CB-25 Grupo de Aperfeiçoamento do

Leia mais

As questões relativas à problemática da certificação profissional vêm sendo discutidas no país há mais de quinze anos.

As questões relativas à problemática da certificação profissional vêm sendo discutidas no país há mais de quinze anos. As questões relativas à problemática da certificação profissional vêm sendo discutidas no país há mais de quinze anos. Contudo, em âmbito nacional, não existem diretrizes e regulações que articulem e integrem

Leia mais

Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. Inmetro. Avaliação da Conformidade. Gustavo José Kuster

Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. Inmetro. Avaliação da Conformidade. Gustavo José Kuster Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Inmetro Avaliação da Conformidade Gustavo José Kuster Avaliação da Conformidade Conceituação ABNT ISO/IEC GUIA 2 Exame sistemático

Leia mais

1 Simpósio sobre Implantação Assistida de Programas de Avaliação da Conformidade. Gustavo Timo

1 Simpósio sobre Implantação Assistida de Programas de Avaliação da Conformidade. Gustavo Timo 1 Simpósio sobre Implantação Assistida de Programas de Avaliação da Conformidade Gustavo Timo Sobre o que vamos falar 1. ABETA 2. Contexto e conquistas 3. O Programa Aventura Segura 4. O método de implantação

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL SGA ISO 14.001:2004 O que é ISO? A ISO - International Organization for Standardization é uma organização sediada em Genebra, na Suíça. Foi fundada em 1946; A sigla ISO foi

Leia mais

PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011

PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011 CENTRO DA QUALIDADE, SEGURANÇA E PRODUTIVIDADE PARA O BRASIL E AMÉRICA LATINA PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011 Diretrizes para auditorias de sistemas de gestão da qualidade e/ou ambiental

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO 30.1. O comércio e a indústria, inclusive as empresas transnacionais,

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Política de Sustentabilidade Sul Mineira 1 Índice Política de Sustentabilidade Unimed Sul Mineira Mas o que é Responsabilidade Social? Premissas Básicas Objetivos da Unimed Sul Mineira Para a Saúde Ambiental

Leia mais

Programas de Certificação Ambiental. Sistemas de gestão ambiental (SGA).

Programas de Certificação Ambiental. Sistemas de gestão ambiental (SGA). Programas de Certificação Ambiental. Sistemas de gestão ambiental (SGA). Programas de Certificação Ambiental HOJE EM DIA as empresas estão VIVNCIANDO um ambiente de incertezas e sofrem pressões constantes

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL CONMETRO

CONSELHO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL CONMETRO CONSELHO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL CONMETRO Resolução n 04, de 16 de dezembro de 1998 Usando das atribuições que lhe confere o Artigo 3º da Lei n 5966, de 11 de dezembro

Leia mais

GUIA PARA O RECONHECIMENTO DOS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE

GUIA PARA O RECONHECIMENTO DOS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE MERCOSUL/GMC/RES. Nº 14/05 GUIA PARA O RECONHECIMENTO DOS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções Nº 38/95, 77/98, 56/02,

Leia mais

Controles Internos e Governança de TI. Charles Holland e Gianni Ricciardi

Controles Internos e Governança de TI. Charles Holland e Gianni Ricciardi Controles Internos e Governança de TI Para Executivos e Auditores Charles Holland e Gianni Ricciardi Alguns Desafios da Gestão da TI Viabilizar a inovação em produtos e serviços do negócio, que contem

Leia mais

PBACV Avaliação do Ciclo de Vida UNEP/SETAC Norma ABNT NBR ISO 14040:2009

PBACV Avaliação do Ciclo de Vida UNEP/SETAC Norma ABNT NBR ISO 14040:2009 PROGRAMA BRASILEIRO DE AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA PBACV OBJETIVO Estabelecer diretrizes, no âmbito do SINMETRO, para dar continuidade e sustentabilidade às ações de ACV no Brasil com vistas a apoiar o

Leia mais

Organização de normas internacionais do setor privado, com sede em Genebra (Suíça), fundada em 1947 (normatização de 140 países)

Organização de normas internacionais do setor privado, com sede em Genebra (Suíça), fundada em 1947 (normatização de 140 países) A SÉRIE ISO 14.000 A ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DE NORMALIZAÇÃO (ISO) ISO => Internacional Organization for Standardization Organização de normas internacionais do setor privado, com sede em Genebra (Suíça),

Leia mais

NBR ISO 14011 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - AUDITORIA DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL

NBR ISO 14011 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - AUDITORIA DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL NBR ISO 14011 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - AUDITORIA DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL Sumário 1. Objetivo e campo de aplicação...2 2. Referências normativas...2 3.

Leia mais

ISO 9001:2015 Nova versão porque e quando?

ISO 9001:2015 Nova versão porque e quando? ISO 9001:2015 Nova versão porque e quando? A publicação prevista para Novembro de 2015 tem como propósito refletir as mudanças no ambiente em que a norma é usada e garantir que a mesma mantenha-se adequada

Leia mais

Certificação de qualidade e sustentabilidade da Indústria têxtil e da moda. Guia para iniciar a certificação

Certificação de qualidade e sustentabilidade da Indústria têxtil e da moda. Guia para iniciar a certificação Certificação de qualidade e sustentabilidade da Indústria têxtil e da moda Guia para iniciar a certificação EDITORIAL Os desafios do desenvolvimento sustentável ampliam a importância das iniciativas da

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

ESTRUTURA ISO 9.001:2008

ESTRUTURA ISO 9.001:2008 Sistema de Gestão Qualidade (SGQ) ESTRUTURA ISO 9.001:2008 Objetivos: Melhoria da norma existente; Melhoria do entendimento e facilidade de uso; Compatibilidade com a ISO 14001:2004; Foco Melhorar o entendimento

Leia mais

Um Modelo de Sistema de Gestão da Segurança da Informação Baseado nas Normas ABNT NBR ISO/IEC 27001:2006, 27002:2005 e 27005:2008

Um Modelo de Sistema de Gestão da Segurança da Informação Baseado nas Normas ABNT NBR ISO/IEC 27001:2006, 27002:2005 e 27005:2008 REVISTA TELECOMUNICAÇÕES, VOL. 15, Nº01, JUNHO DE 2013 1 Um Modelo de Sistema de Gestão da Segurança da Baseado nas Normas ABNT NBR ISO/IEC 27001:2006, 27002:2005 e 27005:2008 Valdeci Otacilio dos Santos

Leia mais

9. O Que é Avaliação da Conformidade

9. O Que é Avaliação da Conformidade 9. O Que é Avaliação da Conformidade Demonstração de que os requisitos especificados relativos a um produto, processo, sistema, pessoa ou organismo são atendidos. (ABNT ISO/IEC 17000) PROCEDIMENTOS DE

Leia mais

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA SUMÁRIO Apresentação ISO 14001 Sistema de Gestão Ambiental Nova ISO 14001 Principais alterações e mudanças na prática Estrutura de alto nível Contexto

Leia mais

Novas matrizes para Classificação Hoteleira. Selo de Qualidade em Turismo. Estudo de Viabilidade para implantação de Hotel Conceito

Novas matrizes para Classificação Hoteleira. Selo de Qualidade em Turismo. Estudo de Viabilidade para implantação de Hotel Conceito Novas matrizes para Classificação Hoteleira Selo de Qualidade em Turismo Estudo de Viabilidade para implantação de Hotel Conceito Brasília, 13 de janeiro de 2010 Novas matrizes para Classificação Hoteleira

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental & Certificação SGA - ISO 14.000

Sistema de Gestão Ambiental & Certificação SGA - ISO 14.000 ZOOTECNIA/UFG DISCIPLINA DE GPA Sistema de Gestão Ambiental & Certificação SGA - ISO 14.000 Introdução EVOLUÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL Passou por três grandes etapas: 1ª. Os problemas ambientais são localizados

Leia mais

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC NORMA Nº: NIT-DICOR-007 APROVADA EM FEV/2010 01/07 SUMÁRIO 1 1 Objetivo 2 Campo de

Leia mais

Finalidade Proporcionar aos servidores, empregados, seus dependentes e pensionistas condições para manutenção da saúde física e mental.

Finalidade Proporcionar aos servidores, empregados, seus dependentes e pensionistas condições para manutenção da saúde física e mental. Programa 0390 Metrologia, Qualidade e Avaliação da Conformidade Numero de Ações 13 Ações Orçamentárias 09HB Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência

Leia mais

3. O Laboratório de Eletromagnetismo e Compatibilidade Eletromagnética

3. O Laboratório de Eletromagnetismo e Compatibilidade Eletromagnética A implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade segundo a norma NBR ISO/IEC 17025 no Laboratório de Eletromagnetismo e Compatibilidade Eletromagnética da Universidade Federal de Santa Catarina. Eduardo

Leia mais

UM ORGANISMO ACREDITADO DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE CONTRIBUINDO PARA GARANTIR A SEGURANÇA DE VÔO

UM ORGANISMO ACREDITADO DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE CONTRIBUINDO PARA GARANTIR A SEGURANÇA DE VÔO UM ORGANISMO ACREDITADO DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE CONTRIBUINDO PARA GARANTIR A SEGURANÇA DE VÔO Luciane de Oliveira Cunha (ITA) lucianeoc@yahoo.com.br João Murta Alves (ITA) murta@ita.br

Leia mais

ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA. ISO 9001:2015 Tendências da nova revisão

ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA. ISO 9001:2015 Tendências da nova revisão ISO 9001:2015 Tendências da nova revisão A ISO 9001 em sua nova versão está quase pronta Histórico ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA As normas da série ISO 9000 foram emitidas pela primeira vez no

Leia mais

O IMPORTANTE PAPEL DA GESTÃO DA QUALIDADE EM LABORATÓRIOS DE ANÁLISE CONTROLE DE EFLUENTES

O IMPORTANTE PAPEL DA GESTÃO DA QUALIDADE EM LABORATÓRIOS DE ANÁLISE CONTROLE DE EFLUENTES O IMPORTANTE PAPEL DA GESTÃO DA QUALIDADE EM LABORATÓRIOS DE ANÁLISE CONTROLE DE EFLUENTES Natália de Freitas Colesanti Perlette (1) Engenheira Ambiental formada na Universidade Estadual Paulista Júlio

Leia mais

NBR - ISO 14010 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PRINCÍPIOS GERAIS

NBR - ISO 14010 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PRINCÍPIOS GERAIS NBR - ISO 14010 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PRINCÍPIOS GERAIS Sumário 1. Objetivo e campo de aplicação...2 2. Definições...2 2.1. conclusão de auditoria...2 2.2. critérios de auditoria...2

Leia mais

Visão Geral do Sistema da Qualidade ISO 9001: 2000

Visão Geral do Sistema da Qualidade ISO 9001: 2000 2 Visão Geral do Sistema da Qualidade ISO 9001: 2000 Para a gestão da qualidade na realização do produto a ISO 9001: 2000 estabelece requisitos de gestão que dependem da liderança da direção, do envolvimento

Leia mais

Calibração de Equipamentos

Calibração de Equipamentos Vídeo Conferência Calibração de Equipamentos Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Paraná Junho/2014 Diferença entre calibração e a verificação metrológica Calibração Estabelece o erro de medição e

Leia mais

A revisão 1 foi feita para contemplar as mudanças necessárias, em função da publicação das novas regras para utilização de identidade visual.

A revisão 1 foi feita para contemplar as mudanças necessárias, em função da publicação das novas regras para utilização de identidade visual. CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC NORMA Nº: NIT-DICOR-007 APROVADA EM JUL/07 /07 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação

Leia mais

QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE AUDITORES DE SISTEMAS DE GESTÃO

QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE AUDITORES DE SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo - Brasil QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE AUDITORES DE SISTEMAS DE GESTÃO 26 de setembro de 2007 Carmen Pilar Zabaleta Diretora do CIC PROCESSO DE AUDITORIA DE SISTEMAS DE GESTÃO ISO 9000 ou ISO

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE. Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE. Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com Contexto SGQ SGQ Sistema de Gestão da Qualidade Sistema (Definição do dicionário Michaelis) 1- Conjunto de princípios

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, mara@cnpma.embrapa.br RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma

Leia mais

ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005

ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005 ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005 Código de prática para a gestão da segurança da informação A partir de 2007, a nova edição da ISO/IEC 17799 será incorporada ao novo esquema de numeração como ISO/IEC 27002.

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Segurança da Informação Norma: ISO/IEC NBR 27001 e ISO/IEC NBR 27002 Norma: ISO/IEC NBR 27001 e ISO/IEC NBR 27002 Histórico O BSi (British Standard Institute) criou a norma BS 7799,

Leia mais

Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação.

Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação. Curso Formação Efetiva de Analístas de Processos Curso Gerenciamento da Qualidade Curso Como implantar um sistema de Gestão de Qualidade ISO 9001 Formação Profissional em Auditoria de Qualidade 24 horas

Leia mais

Acreditação de Provedores de Ensaios de Proficiência e de Produtores de

Acreditação de Provedores de Ensaios de Proficiência e de Produtores de Acreditação de Provedores de Ensaios de Proficiência e de Produtores de Materiais de Referência no Brasil Rio de Janeiro, 03 de setembro de 2008. Renata Martins Horta Borges. Divisão de Acreditação de

Leia mais

Atualmente, as organizações de uma

Atualmente, as organizações de uma Uma estratégia competitiva para laboratórios de calibração e ensaios no cenário atual Conheça um modelo gerencial para laboratórios de calibração e ensaios, alinhando a qualidade necessária à realização

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

Competência Técnica de Laboratórios - INMETRO. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2014. MARCOS AURÉLIO LIMA OLIVEIRA Inmetro - Cgcre

Competência Técnica de Laboratórios - INMETRO. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2014. MARCOS AURÉLIO LIMA OLIVEIRA Inmetro - Cgcre Divisão de Acreditação de Laboratórios DICLA/Cgcre Competência Técnica de Laboratórios - INMETRO Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2014 MARCOS AURÉLIO LIMA OLIVEIRA Inmetro - Cgcre A Coordenação Geral

Leia mais

Certificação de Pessoas. Danilo Stocco

Certificação de Pessoas. Danilo Stocco Certificação de Pessoas Danilo Stocco Entidade técnico-científica, sem fins lucrativos, de direito privado, com sede em São Paulo, fundada em 1979, com a finalidade de difundir as técnicas de Ensaios Não

Leia mais

Manual de Implantação e Roteiro para Auditoria do Critérios para Auditoria SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA ATUAÇÃO RESPONSÁVEL

Manual de Implantação e Roteiro para Auditoria do Critérios para Auditoria SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA ATUAÇÃO RESPONSÁVEL Manual de Implantação e Roteiro para Auditoria do Critérios para Auditoria SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA ATUAÇÃO RESPONSÁVEL É proibida a reprodução total ou parcial deste documento por quaisquer meios

Leia mais

Laboratory Quality Management System: Private and Public scenarios. 0liveira M CDTS-Fiocruz /Rede TB

Laboratory Quality Management System: Private and Public scenarios. 0liveira M CDTS-Fiocruz /Rede TB Laboratory Quality Management System: Private and Public scenarios 0liveira M CDTS-Fiocruz /Rede TB O que é Gestão da Qualidade?????? A gestão da qualidade pode ser definida como sendo qualquer atividade

Leia mais

Grupo de Trabalho de DNA Forense Na ABNT CEE-137

Grupo de Trabalho de DNA Forense Na ABNT CEE-137 Grupo de Trabalho de DNA Forense Na ABNT CEE-137 Rodrigo Moura Neto Inmetro Julho/2010 Cooperação entre o Ministério da Justiça-Inmetro O símbolo da Justiça é um instrumento metrológico... João Alziro

Leia mais

FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA

FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA 04) O que é uma Norma Aquilo que se estabelece como base ou medida para a realização

Leia mais

Normas ISO 14000. Jonas Lucio Maia

Normas ISO 14000. Jonas Lucio Maia Jonas Lucio Maia Agenda Origem das normas Normas ISO 14000 Similaridades GQ e GA Benefícios Críticas Bibliografia Origens das normas Quatro origens relacionadas: Padrões do Business Council for Sustainable

Leia mais

Integração de sistemas certificáveis de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança do trabalho

Integração de sistemas certificáveis de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança do trabalho Integração de sistemas certificáveis de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança do trabalho (ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001) Prof. Livre Docente Otávio J. Oliveira UNESP CONTEXTUALIZAÇÃO - Diluição

Leia mais

Atestado de Conformidade NR 12

Atestado de Conformidade NR 12 TÜV Rheinland do Brasil TÜV Rheinland é um organismo de certificação, inspeção, gerenciamento de projetos e treinamento, que foi fundada na Alemanha em 1872 com o objetivo de proteger os trabalhadores

Leia mais

Normas Série ISO 9000

Normas Série ISO 9000 Normas Série ISO 9000 Ana Lucia S. Barbosa/UFRRJ Adaptado de Tony Tanaka Conteúdo Conceitos principais A série ISO9000:2000 ISO9000:2000 Sumário Princípios de Gestão da Qualidade ISO9001 - Requisitos Modelo

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA. Art. 3º Informar que as críticas e sugestões a respeito da proposta de texto deverão ser encaminhadas para os seguintes endereços:

CONSULTA PÚBLICA. Art. 3º Informar que as críticas e sugestões a respeito da proposta de texto deverão ser encaminhadas para os seguintes endereços: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial- Inmetro Portaria n.º 031, de 24 de fevereiro de 2006. CONSULTA PÚBLICA

Leia mais

Apresentação na Câmara de Mel. Fernando Goulart Diretoria da Qualidade Brasília, 24 de fevereiro de 2011.

Apresentação na Câmara de Mel. Fernando Goulart Diretoria da Qualidade Brasília, 24 de fevereiro de 2011. Apresentação na Câmara de Mel Fernando Goulart Diretoria da Qualidade Brasília, 24 de fevereiro de 2011. Missão do Inmetro Prover confiança à sociedade brasileira nas medições e nos produtos, através

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A expressão ISO 9000 (International Organization for Standardization) designa um grupo de normas técnicas que estabelecem

Leia mais

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008.

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008. MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008. Aprova as Diretrizes Gerais do Sistema Brasileiro de Tecnologia - SIBRATEC.

Leia mais

Certificação de Artigos Escolares

Certificação de Artigos Escolares Pág.: 1/44 Elaboração / Revisão Análise Crítica e Aprovação Data Clider Silva Gerente Técnico Fabio Eduardo Barbosa Executivo Sênior 19/09/2014 1. OBJETIVO E ESCOPO DE APLICAÇÃO Estabelecer as diretrizes

Leia mais

ABNT NBR ISO/IEC 27001

ABNT NBR ISO/IEC 27001 ABNT NBR ISO/IEC 27001 Para Dataprev e Senado 1/63 As Normas NBR ISO/IEC 27001 - Requisitos para implantar um SGSI NBR ISO/IEC 27002 - Práticas para a gestão de SI NBR ISO/IEC 27005 - Gestão de riscos

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

I INTELAB REMEPE Encontro Técnico de Laboratórios Recife novembro 2013

I INTELAB REMEPE Encontro Técnico de Laboratórios Recife novembro 2013 I INTELAB REMEPE Encontro Técnico de Laboratórios Recife novembro 2013 As Redes Metrológicas Estaduais As Redes Metrológicas são específicas e tecnológicas pela atuação. Foram criadas espontaneamente pela

Leia mais

Código de prática para a gestão da segurança da informação

Código de prática para a gestão da segurança da informação Código de prática para a gestão da segurança da informação Edição e Produção: Fabiano Rabaneda Advogado, professor da Universidade Federal do Mato Grosso. Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia

Leia mais

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO 21 de novembro de 1978 SHS/2012/PI/H/1 Preâmbulo A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura,

Leia mais

Pós-Graduação em Comunicação Organizacional Integrada

Pós-Graduação em Comunicação Organizacional Integrada Pós-Graduação em Comunicação Organizacional Integrada Público-alvo Indicado para profissionais de comunicação organizacional, relações públicas, assessores de comunicação, gestores de comunicação, bem

Leia mais

CRITÉRIOS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMO DE CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS

CRITÉRIOS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMO DE CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS CRITÉRIOS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMO DE CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS NORMA Nº: NIT-DICOR-004 APROVADA EM MAI/2013 Nº 01/06 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Histórico da Revisão

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

CERTIFICAÇÃO E REGISTRO DE AUDITORES DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NA-011 1. OBJETIVO 2 2. SIGLAS 2 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 2

CERTIFICAÇÃO E REGISTRO DE AUDITORES DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NA-011 1. OBJETIVO 2 2. SIGLAS 2 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 2 Página: 1 de 15 1. OBJETIVO 2 2. SIGLAS 2 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 2 4. CLASSIFICAÇÃO EM NÍVEIS DE CERTIFICAÇÃO 2 4.1 Auditor Interno 2 4.2 Auditor Aspirante 2 4.3 Auditor 3 4.4 Auditor Líder 3 5. PROCESSO

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

A Norma Brasileira: ABNT NBR 16001:2004

A Norma Brasileira: ABNT NBR 16001:2004 A Norma Brasileira: ABNT NBR 16001:2004 São Paulo, 17 de junho de 2010 1 Retrospectiva Dezembro de 2003 - Criado o ABNT/GTRS para discutir posição brasileira em relação ao desenvolvimento de uma norma

Leia mais

AA1000: Estrutura de gestão da responsabilidade corporativa. Informações gerais

AA1000: Estrutura de gestão da responsabilidade corporativa. Informações gerais AA1000: Estrutura de gestão da responsabilidade corporativa Informações gerais Produzido por BSD Brasil. Pode ser reproduzido desde que citada a fonte. Introdução Lançada em novembro de 1999, em versão

Leia mais

Certificação para Eletricistas. Vânia Aparecida Caneschi

Certificação para Eletricistas. Vânia Aparecida Caneschi Certificação para Eletricistas Vânia Aparecida Caneschi Certificação de Competências Processo de reconhecimento formal das competências de uma pessoa, independentemente da forma como foram adquiridas.

Leia mais