Como garantir uma cidade mais acessível

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1 Como garantir uma cidade mais acessível Arq. Adriana Romeiro de Almeida Prado mestre em gerontologia e especialista em acessibilidade técnica da Coordenadoria de Gestão de Políticas Públicas Cogepp 25 Junho 2015

2 Lei Federal nº /03 Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade Art. 10. É obrigação do Estado e da sociedade, assegurar à pessoa idosa a liberdade.. 1º - O direito à liberdade compreende, entre outros, os seguintes aspectos: I faculdade de ir e vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as restrições legais;

3 Decreto 5296/04 A concepção e a implantação dos projetos arquitetônicos e urbanísticos devem atender aos princípios do desenho universal, tendo como referências básicas as normas de acessibilidade da ABNT, a legislação específica e as regras contidas nesse decreto (Art. 10).

4 Lei Federal /2012 Institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana. Objetivo: contribuir para o acesso universal à cidade

5 Qualidade na mobilidade Uma cidade com mobilidade urbana de qualidade proporciona às pessoas deslocamentos seguros, confortáveis e em tempo razoável, de forma que sejam bons para a sociedade e para o meio ambiente.

6 Prevê: Lei Federal nº /13 Política Nacional de Mobilidade Urbana Que os governos deem prioridade aos modos de transportes não motorizados a pé e de bicicleta Em segundo lugar os transportes coletivos

7 Lei Federal nº /03 Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade Art. 10. É obrigação do Estado e da sociedade, assegurar à pessoa idosa a liberdade.. 1º - O direito à liberdade compreende, entre outros, os seguintes aspectos: I faculdade de ir e vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as restrições legais;

8 Mobilidade no Brasil Pesquisa da ANTP avaliando os meios de deslocamentos ocorridos em cidades com mais de 60 mil habitantes no Brasil em 2011 aponta: 40% - a pé e de bicicletas 31% - em transporte individual 29% - em transporte público

9 Riscos de Quedas FAIXA ETÁRIA anos anos acima de 85 anos QUEDAS/ANO 30 % 35 % 51 % As quedas são responsáveis por 70 % das mortes acidentais das pessoas acima de 75 anos As quedas são responsáveis por 12% do total de óbitos em idosos Pesquisa UNATI - Universidade Aberta da Terceira Idade Universidade do Estado do Rio de Janeiro

10 Custo social das quedas de pedestres Cidade de São Paulo em 2012 Nº de acidentes: 171 mil Custo social: U$ 1,4 bilhões 45% maior que o custo social de acidentes com veículos Fonte: Forum de mobilidade urbana Debate da Folha de SP/out 2013

11 Calçadas acessíveis Piso com superfície regular, firme, estável e antiderrapante Ordenação do mobiliário, para desobstruir a faixa de circulação Faixa de circulação largura mínima: 1,20m Dec. 5296/04 e ABNT NBR 9050

12 1. Calçadas executadas pelo Poder Público Deixam de ser executadas pelo proprietário do lote

13 2. Alargamento das calçadas nas travessias para redução do percurso Dec. Fed. 5296/04

14 2. Alargamento das calçadas para melhorar a circulação a pé e criar espaço para circulação de bicicletas Dec. Fed. 5296/04 Lei Fed /12

15 3. Iluminação da calçada para segurança do pedestre A diminuição da acuidade visual, já se manifestam a partir dos 40 anos, acentuando-se aos 50. Aos 60 anos, há uma redução do tamanho da pupila, o que reflete na quantidade de luz que chega na retina. Resultado: dificuldade para discriminar sombras, cantos e contrastes risco de queda. Dec. Fed. 5296/04 Lei Fed /12 (ROZESTRATEN, R.in NERI, 2002).

16 4. Faixa elevada para travessia a prioridade é do pedestre Dec. Fed. 5296/04 Com sinalização tátil

17 4. Rebaixamento de calçada igual comprimento da faixa para facilitar a travessia de todas as pessoas com sinalização tátil Dec. Fed. 5296/04

18 5. Semáforos para pedestres sonorizados Dispositivo de acionamento: entre 0,80m e 1,20m do piso Dec. Fed. 5296/04

19 5. Semáforo sonorizado com vermelho total Semáforo vermelho em todos os sentidos para possibilitar a travessia de pedestres

20 6. Comunicação e sinalização para o pedestre no passeio público

21 7. Sanitários públicos na cidade calçadas parques Garantir sanitário nos espaços públicos como um item para viabilizar sua participação na comunidade Lei Fed /94

22 8. Criar nas praças espaços para viabilizar a socialização dos idosos

23 9. Acessibilidade nos pontos de ônibus Características: faixa livre de circulação na calçada cobertos e iluminados informação das linhas ofertadas assentos espaço para pessoa em cadeira de rodas ou bebê em carrinho sinalização tátil no local de embarque e desembarque

24 10. Transporte coletivo com embarque em nível ônibus de piso baixo 10% dos assentos devem ser reservados para os idosos

25 10. Transporte coletivo com embarque em nível Vãos e desníveis devem ser diminuídos para garantir a segurança e a rapidez no embarque e desembarque. Ponto do ônibus alto

26 10. Transporte coletivo com embarque em nível Compartilhamento de espaço com pedestres Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs) ou Pneus (VLPs)

27 11. Estacionamento público - % do total de vagas 2% para pessoas com deficiência 5% para idosos

28

29 Obrigada Arq. Adriana de Almeida Prado

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