Gestão de Estoques em Materiais de uso Hospitalar: Análise de Modelo utilizado num Hospital Universitário Público (Estudo de Caso)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão de Estoques em Materiais de uso Hospitalar: Análise de Modelo utilizado num Hospital Universitário Público (Estudo de Caso)"

Transcrição

1 Gestão de Estoques em Materiais de uso Hospitalar: Análise de Modelo utilizado num Hospital Universitário Público (Estudo de Caso) Edimar Alves Barbosa (UFCG) Luciano Gomes de Azevedo (UFCG) Antonio de Mello Villar (UFPB) Resumo Neste trabalho é apresentado o resultado de uma pesquisa realizada junto a uma unidade hospitalar universitária pública, destacando-se a importância da administração de materiais, com ênfase na gestão de estoques em materiais de uso hospitalar, enfocando os setores de compras, almoxarifado, farmácia e dispensário de medicamentos. Além de serem identificadas as principais disfunções que mais influenciam negativamente na gestão do estoque desse tipo de material na instituição estudada, foram destacadas questões interrelacionadas, tais como: a falta de uma política única, voltada para estoques, caracterizada, sobretudo, quanto à própria estrutura da administração de materiais como serviço, ao dimensionamento físico dos setores envolvidos, à forma de aquisição de materiais, a periodicidade dos inventários e ao número de itens estocados. Finalmente, foram elaboradas algumas recomendações que poderão contribuir significativamente para o aperfeiçoamento do processo da gestão de estoques em materiais de uso hospitalar, de forma a assegurar, de maneira otimizada, o reabastecimento racional e regular dos itens necessários à manutenção do fluxo operacional da instituição, destacando-se a minimização do capital investido, não só na organização estudada, assim como em outras instituições hospitalares com características e variáveis semelhantes. Palavras-Chaves: Gestão de estoques, Materiais de uso hospitalar, Hospitais universitários públicos. 1. Introdução Segundo PATERNO (1990), em qualquer tipo de organização, incluindo-se as instituições hospitalares universitárias públicas, a gestão de estoques - mais especificamente em materiais de uso hospitalar -, como um ideal, deve estar voltado para o futuro. Este princípio freqüentemente é ignorado na prática, em grande parte porque o estado atual da arte em gestão de estoques de materiais não proporciona sistemas de controle que efetivamente permitam a percepção de desvios indesejáveis em relação aos planos, antes que ocorram, e que permitiria a tomada, em tempo hábil, de medidas para corrigi-los. De acordo com SLACK (1999), os estoques são recursos ociosos que possuem valor econômico, os quais representam um investimento destinado a incrementação das atividades de produção e servir aos clientes. Entretanto, a formação de estoques envolve a imobilização de recursos financeiros, que pode não estar tendo nenhum retorno do investimento efetuado e, por outro lado, pode ser necessitado com urgência em outro segmento da empresa, motivo pelo qual o gerenciamento de estoques deve projetar níveis adequados, objetivando manter o equilíbrio entre estoque e consumo. ENEGEP 2004 ABEPRO 1139

2 É importante ressaltar o fato de que, as inúmeras atividades desenvolvidas pela gestão de estoques desde a compra, passando pelo armazenamento e indo até o consumo, sempre são acompanhadas por uma série de problemas, compreendendo o material em si, sua movimentação interna e externa, sua estocagem, o pessoal envolvido etc. 2. Objetivo Investigar o modelo de gestão de estoques em materiais de uso hospitalar adotado em unidades hospitalares universitárias públicas, tendo como foco de estudo a área de materiais do hospital universitário público X", envolvendo: compras, almoxarifado, farmácia hospitalar e dispensário de medicamentos, visando identificar as possíveis disfunções existentes, tendo como referência às modernas técnicas da engenharia de produção e os modelos teóricos de gestão de estoques disponíveis, oferecendo condições que permitirão - se implementadas as ações sugeridas -, transformar a sua gestão de estoques em materiais de uso hospitalar, numa administração produtiva e de qualidade, trazendo benefícios para todos os envolvidos no processo. 3. Metodologia No que diz respeito à metodologia, foram definidas as variáveis de investigação (que mais tarde foram trabalhadas na pesquisa), tendo como referência as fases de planejamento e controle de estoques de materiais de uso hospitalar, através das ações desenvolvidas por: Recursos Humanos (treinamento, nível de qualificação, trabalho executado, atendimento, confiabilidade relações interpessoais); Compras (preço, qualidade, quantidade e prazo de entrega); Normalização (seleção/padronização, especificação, classificação e codificação); Política de Estoques (consumo médio mensal, tempo de reposição, lote de encomenda, estoque de segurança e estoque máximo); Localização/Distribuição Física (localização de materiais e racionalização de espaço físico) e, finalmente, pelo Fluxo de Materiais e Informações (fluxos adotados e fluxos ideais). 4. Dados Obtidos O levantamento e coleta de dados, propriamente ditos, tiveram como referência as variáveis de investigação definidas na fase de metodologia, destacando-se: a) o Setor de Recursos Humanos (treinamento e qualidade no atendimento), b) o Setor de Compras e c) a Política de Estoques, conforme pode ser visto a seguir: a) Recursos Humanos Treinamento - Verificou-se que a instituição estudada não possui uma política de treinamento para os funcionários envolvidos com a gestão de estoques, fazendo com que grande parte das tarefas diárias sejam executadas com base no empirismo, na experiência pessoal, na orientação de colegas de trabalho e/ou em função dos próprios erros cometidos e, às vezes, detectados. A seguir, apresentam-se os dados correspondentes: ENEGEP 2004 ABEPRO 1140

3 Ordem Nível de Treinamento de Funcionários Percentual (%) 1 Treinados 55,40 2 Não-treinados 44,60 Quadro 1 Treinamento de funcionários Esses dados podem ser melhor observados através da figura 1, abaixo: Percentual (%) 55,40 44,60 Treinados Não Treinados Número de Funcionários Figura 1 Programa de treinamento Atendimento No que diz respeito a este item, verificou-se que o tipo de atendimento dispensado pelo pessoal envolvido com a gestão de estoques, aos seus usuários (clientes internos), foi considerado regular, por uma grande maioria dos mesmos, conforme pode ser verificado no quadro 2, abaixo: Ordem Classificação Percentual (%) (Atendimento) 1 Satisfeitos 37,04 2 Mais ou menos satisfeitos 62,96 Quadro 2 - Atendimento ao cliente (Nível de satisfação) Esta situação pode ser mais bem compreendida através da figura 2, a seguir: ENEGEP 2004 ABEPRO 1141

4 Percentual (%) 37,04 62,96 Bom Atendimento Regular b) Compras Figura 2 - Nível de satisfação do Cliente interno O não desenvolvimento das funções de Planejamento e Controle, em materiais de uso hospitalar, provoca constante ameaças de faltas desse tipo de material, levando a administração superior da unidade hospitalar universitária pública estudada, a optar, não raramente, pela efetivação das chamadas compras de emergências, operacionalizadas de forma legal e justificada, através de consultas e/ou compras diretas, resultando em investimentos financeiros relativamente elevados, em função dos valores pagos por itens adquiridos, cujos preços estão sempre acima daqueles normalmente praticados se esses produtos fossem adquiridos através do processo oficial e normal de compras, via licitação pública. A média anual do tipo de compras praticado pode ser verificada no quadro 3, a seguir: Ordem Compras Percentual (%) 1 Emergencial/Consulta 45,56 2 Através de Licitação 54,44 Quadro 3 - processos de Compras Esta situação pode ser mais bem compreendida através da figura 3, a seguir: Percentual (%) 54,44 45,56 Consulta/Emergência Processo de compras Licitação Figura 3 - Modalidade de Compras ENEGEP 2004 ABEPRO 1142

5 c) Política de Estoques Durante o processo de levantamento e coleta de dados, apurou-se que a política de estoques atualmente praticada pela instituição, é extremamente empírica e sem nenhuma consistência técnica, nem cientifica, já que embora seja calculado individualmente o Consumo Médio Mensal (CMM) dos materiais de uso hospitalar, para cada item, não existem tecnicamente processos que efetivamente: a) Observe o Tempo de Reposição (TR) para os materiais de uso hospitalar, b) Calcule o Lote de Encomenda (LE), por item, c) Calcule o Estoque de Segurança (ES) e d) Calcule o Estoque Máximo (Emax) dos materiais de uso hospitalar em estoque. 5. Conclusão Os setores do hospital universitário público estudado, que tratam da gestão de estoques de materiais de uso hospitalar contam, nos seus quadros, com um considerável número de funcionários, aparentemente dedicados e responsáveis, porém pouco treinados para exercerem as tarefas inerentes às atividades ali desenvolvidas. Além disso, as limitações de ordem estrutural, físico, financeiro, material e, de máquinas e equipamentos, parece induzir seus gestores e, consequentemente seus servidores, a não investirem em ferramentas modernas da gestão de estoques. Na visão de CASTELLAR (1995), entende-se que a gestão de materiais, mais precisamente de estoques em materiais de uso hospitalar, assim como o próprio hospital como instituição, precisa empenha-se em proporcionar meios que permitam a melhoraria de sua eficiência, eficácia e da qualidade dos seus serviços. Nesse contexto, a situação da unidade hospitalar estudada - que parece não ser uma exceção no contexto das instituições hospitalares universitárias públicas -, destaca-se muito o almoxarifado e a farmácia hospitalar e quase nunca as gestão de materiais. Fica uma impressão muito forte de que administrar estoques significa apenas cuidar do armazenamento de itens, quando se sabe que, na prática, representa trabalhar com técnicas e arte, todas as atividades, em todas as suas etapas, envolvendo esse tipo de material; Enfim, tendo como referencial as variáveis e hipóteses formuladas aos dados obtidos na pesquisa, pode-se concluir que em apenas uma reduzida parte dos setores envolvidos com a gestão de estoques em materiais de uso hospitalar, há um desempenho técnico reconhecidamente aceitável nas atividades ali desenvolvidas. A mesma análise levou também a outra conclusão, crônica em suas causas e preocupantes em suas conseqüências, que não existe uma homogeneidade em termos de ações voltadas para uma política de estoques. A falta de uma política única, voltada para Estoques, é verificada, sobretudo quando à própria estrutura da administração de materiais como serviço, ao dimensionamento físico dos setores envolvidos, à forma de aquisição, a periodicidade dos inventários e ao número de itens estocados. Merece ainda ser citada a falta de conhecimento de técnicas básicas da Administração de Materiais tais como: técnicas de Classificação; técnicas de Controle, etc. Finalmente, no que diz respeito aos Controles, conclui-se que existe uma preocupação reconhecidamente maior sobre dinheiro do que sobre materiais. ENEGEP 2004 ABEPRO 1143

6 6. Recomendações Finais As recomendações abaixo, inicialmente apresentadas para a organização como um todo e, em seguida, para os setores envolvidos diretamente com a gestão de estoques em materiais de uso hospitalar; são que: Seja elaborado um Programa de Treinamento e Capacitação Profissional que contemple o oferecimento de cursos de treinamento e reciclagem a todos os funcionários lotados nos setores envolvidos com a gestão de estoques como meio de maior motivação e melhor conhecimento das Técnicas Básicas da Administração de Materiais, como: técnicas de estocagem, de controle, de classificação, padronização, codificação, ABC, XYZ, etc.; Sejam investidos recursos financeiros na compra de máquinas e equipamentos computacionais que permitam modernizar e informatizar parte do processo; Seja criado - para facilitar a árdua tarefa de administrar materiais de uso hospitalar - um Serviço de Administração de Materiais com uma estrutura capaz de centralizar todas as atividades envolvendo Compras; Almoxarifado; Farmácia Hospitalar e Dispensário de Medicamentos; Seja traçado um Plano de Ação, junto ao setor de compras, compreendendo: planejamento; coordenação; direção e controle de todas as atividades relacionadas com a aquisição de materiais de uso hospitalar, através de ações tais como: fixando limites, direções, tendências, provendo informações, de forma que seja se evitado compras mal dimensionadas e mal negociadas; Sejam estabelecidas regras rígidas para a aquisição desses materiais, ouvido sempre às chefia do Almoxarifado; da Farmácia e do Dispensário de Medicamentos, de forma que as compras sejam efetivadas, por item, em Processos Licitatórios, evitando-se a prática das às chamadas compras de emergência e/ou consultas ; Seja implantado um sistema de normalização, principalmente a padronização e a uniformização de procedimentos e impressos utilizados na área de materiais, de forma que todos os setores envolvidos conheçam e trabalhem, na medida do possível, com os mesmos modelos, na execução de operações; tais como: pedido de suprimento (compras); controle diário de entrada de materiais; ficha de controle físico; livro de registros e ocorrências etc.; Sejam estabelecidas especificações oficiais para impressos a serem utilizados nas operações correspondentes; tais como: Pedido de Suprimento; Ordem de Compra; Ficha de Fornecedores; Ficha de Produto; Cotação de Preços; Relatório Diário de Entrada de Mercadorias; Ficha de Prateleira; Ficha de Controle Físico de Estoque, Ficha de Controle Contábil, Requisição Interna; Nota de Débito; Nota de Devolução; Nota de Transferência; Ficha de Inventário Físico; Classificação ABC e, finalmente, Classificação XYZ. Sejam adotados parâmetros técnicos na gestão de estoques de materiais de uso hospitalar, de forma que se tenha planejamento e controle sobre os níveis de estoques; tais como: Consumo médio mensal; tempo de reposição; lote de encomenda; estoque de segurança; estoque máximo etc.; Seja criado e implantado um sistema que contemple a padronização de rotinas administrativas, tendo como objetivo dinamizar para as ações desenvolvidas no setor, compreendendo: pedido de suprimentos; recebimento de medicamentos; preenchimento de mapas de medicamentos (entorpecentes e psicotrópicos); preenchimento de livro de medicamentos (entorpecentes e psicotrópicos) e Inventário de medicamentos; ENEGEP 2004 ABEPRO 1144

7 7. Referências CASTELAR, Rosa Maria; MORDELET Pratrick e GRABOIS Victor - Gestão Hospitalar: um desafio para o hospital brasileiro. Paris: Editions École Nationale de la Santé Publique, MEZOMO, João Catarin Qualidade Hospitalar: Reinventando a Administração do Hospital Centro São Camilo de Desenvolvimento em Administração da Saúde São Paulo, PATERNO, Dario A Administração de Materiais no Hospital. - São Paulo: Centro São Camilo de Desenvolvimento em Administração de Saúde, RIBEIRO, Augusta Barbosa de Carvalho Administração de Pessoal nos Hospitais. 2. edição São Paulo, LTR - FENAME, SLACK, Nigel Administração da Produção / São Paulo: Atlas, TAPPAN, F. N. Administração Hospitalar Tradução Ida Rosenthal e Caio Rosenthal. São Paulo, ENEGEP 2004 ABEPRO 1145

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR.

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Barbara Monfroi (Unioeste) bmonfroi@gmail.com Késsia Cruz (Unioeste) kessia.cruz@hotmail.com

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP Índice 1. As quatro fases do PCP...3 1.1. Projeto de produção... 3 1.2. Coleta de informações... 5 1.3. Relação despesas/vendas...

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUE. Fabiana Carvalho de Oliveira Graduanda em Administração Faculdades Integradas de Três Lagoas FITL/AEMS

GESTÃO DE ESTOQUE. Fabiana Carvalho de Oliveira Graduanda em Administração Faculdades Integradas de Três Lagoas FITL/AEMS GESTÃO DE ESTOQUE Fabiana Carvalho de Oliveira Graduanda em Administração Faculdades Integradas de Três Lagoas FITL/AEMS Higino José Pereira Neto Graduando em Administração Faculdades Integradas de Três

Leia mais

Planejamento e Controle da Produção e a Gestão de Estoques um Estudo de Caso em uma Metalúrgica Paraibana

Planejamento e Controle da Produção e a Gestão de Estoques um Estudo de Caso em uma Metalúrgica Paraibana Planejamento e Controle da Produção e a Gestão de Estoques um Estudo de Caso em uma Metalúrgica Paraibana Elthon Wanderley Pimentel (UFPB) ewp16@ig.com.br Janaina Ferreira Marques de Melo (UFPB) jfmmelo@bol.com.br

Leia mais

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir.

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir. 1. A administração de recursos humanos, historicamente conhecida como administração de pessoal, lida com sistemas formais para administrar pessoas dentro da organização. A administração de recursos humanos

Leia mais

Sistemas de Gestão de Estoques

Sistemas de Gestão de Estoques CONCEITOS BÁSICOSB Prof. João Carlos Gabriel - Aula 3 1 CONCEITOS BÁSICOSB PP = Ponto de pedido ou ponto de ressuprimento ou ponto de reposição é o instante (a quantidade) no qual se faz um pedido de compra

Leia mais

PASSO 8 IMPLANTANDO OS CONTROLES

PASSO 8 IMPLANTANDO OS CONTROLES PASSO 8 IMPLANTANDO OS CONTROLES Ter o controle da situação é dominar ou ter o poder sobre o que está acontecendo. WWW.SIGNIFICADOS.COM.BR Controle é uma das funções que compõem o processo administrativo.

Leia mais

DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL

DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL É examinar a situação de uma empresa e determinar seus pontos fortes e fracos em relação a: sua organização; sua capacidade gerencial; seu know-how tecnológico; sua capacidade

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUES EX-PROJECT RESUMO INTRODUÇÃO

SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUES EX-PROJECT RESUMO INTRODUÇÃO SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUES EX-PROJECT Antonio Evangelino de Carvalho Soares Cintia Silvia Victor dos Santos Claudinei Candido Vieira Érica Natália Martins Silva Kátia Ribeiro dos Santos Marco Túlio

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE UM VASO DE PRESSÃO EM UMA EMPRESA DE PEQUENO PORTE. Por: Dario Jorge Brandão Orientador Professora

Leia mais

Administração Financeira - Profs. Nelson Antonio Vascon e Marisa Gomes da Costa 42

Administração Financeira - Profs. Nelson Antonio Vascon e Marisa Gomes da Costa 42 Administração Financeira - Profs. Nelson Antonio Vascon e Marisa Gomes da Costa 42 2.8. GESTÃO DE DUPLICATAS A RECEBER Entre os objetivos do gestor financeiro destaca-se como principal a maximização do

Leia mais

O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia

O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia Elaine Gomes Assis (UNIMINAS) elainega@uniminas.br Luciane

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA , UNIVERSIDADE PAULISTA CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA MANUAL ESPECÍFICO Projeto Integrado Multidisciplinar II PIM II RECURSOS HUMANOS 2º semestre, turmas ingressantes em Agosto. São Paulo 2011 1 PIM

Leia mais

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Engenharia de Custos e Orçamentos Turma 01 10 de outubro de 2012 A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR TÉCNICO EM CONTABILIDADE NA MODALIDADE A DISTÂNCIA - 2010/1

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR TÉCNICO EM CONTABILIDADE NA MODALIDADE A DISTÂNCIA - 2010/1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR TÉCNICO EM CONTABILIDADE NA MODALIDADE A DISTÂNCIA - 2010/1 DC 5080 25/03/2010 Rev. 00 1. Dados Legais Autorizado pelo Parecer 470 do Conselho Estadual de Educação de 24 de novembro

Leia mais

Palavras-Chave: Controle de Estoque, Análise ABC e Gestão de Estoque.

Palavras-Chave: Controle de Estoque, Análise ABC e Gestão de Estoque. IMPLANTAÇÃO DE FERRAMENTAS PARA CONTROLE DE ESTOQUE Estudo de caso em uma Fábrica de Ração Wemerson de Freitas Borges 1 Prof. Ms. Jordânia Louse Silva Alves 2 RESUMO No Brasil, a gestão de estoques é um

Leia mais

Desenvolvimento e implantação de modelo de gestão de estoques para as Unidades Locais de Saúde da cidade de Florianópolis

Desenvolvimento e implantação de modelo de gestão de estoques para as Unidades Locais de Saúde da cidade de Florianópolis Desenvolvimento e implantação de modelo de gestão de estoques para as Unidades Locais de Saúde da cidade de Florianópolis André Rego Macieira (COPPE-UFRJ) macieira@gpi.ufrj.br Bruno Lam (COPPE-UFRJ) blam@gpi.ufrj.br

Leia mais

Confederação Nacional da Indústria. - Manual de Sobrevivência na Crise -

Confederação Nacional da Indústria. - Manual de Sobrevivência na Crise - RECOMENDAÇÕES PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - Manual de Sobrevivência na Crise - Janeiro de 1998 RECOMENDAÇÕES PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - Manual de Sobrevivência na Crise - As empresas, principalmente

Leia mais

Gestão de Suprimentos/HUGG

Gestão de Suprimentos/HUGG Gestão de Suprimentos/HUGG DSMP Documento de Simplificação e Modernização do Processo Abril/2014 SUMÁRIO PARTE I Mapeamento do processo... 3 1. Dados do processo... 3 2. Legislação relacionada... 4 3.

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS APLICADAS ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS B

INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS APLICADAS ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS B 2 INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS APLICADAS ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS B GERÊNCIAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUE Guilherme Demo Limeira SP 2005 3 GUILHERME DEMO GERÊNCIAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUE Projeto científico

Leia mais

PLANO PLURIANUAL 2016-2018

PLANO PLURIANUAL 2016-2018 FUNÇÃO - Ser órgão de excelência, com reconhecimento social, que valoriza as profissões de enfermagem. Programa 01 - Implementar o Projeto Estratégico Setorial do Departamento de Fiscalização DEFIS. Área

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 18 PROGRAMAÇÃO DE MATERIAIS

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 18 PROGRAMAÇÃO DE MATERIAIS PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 18 PROGRAMAÇÃO DE MATERIAIS Índice 1. Programação de materiais...3 2. Compras...4 2.1. Análise das OCs recebidas... 4 2.2. Pesquisa, identificação

Leia mais

Roteiro de Diagnóstico Descritivo para o ESA I

Roteiro de Diagnóstico Descritivo para o ESA I Roteiro de Diagnóstico Descritivo para o ESA I Seqüência das partes Capa (obrigatório) Lombada (opcional) Folha de rosto (obrigatório) ERRATA (opcional) TERMO DE AROVAÇÃO (obrigatório) Dedicatória(s) (opcional)

Leia mais

CONCEITOS E PRINCÍPIOS DO SISTEMA DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS

CONCEITOS E PRINCÍPIOS DO SISTEMA DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS LOGÍSTICA CONCEITOS E PRINCÍPIOS DO SISTEMA DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS A MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAL É O PROCESSO DO QUAL APRESENTA A MUDANÇA LOCAL DE UM DETERMINADO ITEM, DENTRO DE UMA DETERMINADA CIRCUNSTÂNCIA.

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 16/07/2014 11:10:14 Endereço IP: 200.139.16.10 1. Liderança da alta administração 1.1. Com

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Prof. Rafael Roesler Aula 5 Sumário Classificação ABC Previsão de estoque Custos

Leia mais

CAERN. Descrição de Perfis

CAERN. Descrição de Perfis 8 Nível: Médio Reporte: Coordenador Sumário Executar atividades administrativas de apoio às diversas áreas da empresa. Atividades Arquivar documentos Arquivar documentos, classificando-os em pastas específicas,

Leia mais

Otimização do tempo de setup na operação gargalo de uma indústria gráfica utilizando o Sistema de Troca Rápida de Ferramentas

Otimização do tempo de setup na operação gargalo de uma indústria gráfica utilizando o Sistema de Troca Rápida de Ferramentas Otimização do tempo de setup na operação gargalo de uma indústria gráfica utilizando o Sistema de Troca Rápida de Ferramentas Jonas Alves de Paiva (UFPB) jonas@ct.ufpb.br Thiago Miranda de Vasconcelos

Leia mais

Gestão Estratégica de Estoques um Estudo em Grupo de Empresas do Setor de Móveis

Gestão Estratégica de Estoques um Estudo em Grupo de Empresas do Setor de Móveis Gestão Estratégica de Estoques um Estudo em Grupo de Empresas do Setor de Móveis Hélio José Reis Aguiar arthouse@hotmail.com Faculdade de Guaçuí Simone de Souza simones@ifes.edu.br IFES Guarapari Flávio

Leia mais

Principais desafios do administrador de materiais na empresa atual Problema de manutenção do estoque:

Principais desafios do administrador de materiais na empresa atual Problema de manutenção do estoque: ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS A logística e a administração de materiais Logística é uma operação integrada para cuidar de suprimentos e distribuição de produtos de forma racionalizada, o que significa planejar,

Leia mais

I M P L E M E N TA Ç Ã O D O C Ó D I G O B I D I M E N S I O N A L D A T A M A T R I X

I M P L E M E N TA Ç Ã O D O C Ó D I G O B I D I M E N S I O N A L D A T A M A T R I X I M P L E M E N TA Ç Ã O D O C Ó D I G O B I D I M E N S I O N A L D A T A M A T R I X T E C N O L O G I A D A I N F O R M A Ç Ã O C Ó D I G O B I D I M E N S I O N A L D A T A M A T R I X PROCESSOS E

Leia mais

XV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - SENDI 2002. Logística empregada na execução do Programa Luz no Campo na Bahia

XV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - SENDI 2002. Logística empregada na execução do Programa Luz no Campo na Bahia XV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - SENDI 2002 Logística empregada na execução do Programa Luz no Campo na Bahia Hugo Machado S. Filho COELBA E-mail: hmachado@coelba.com.br Palavras-chave

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DE MATERIAIS 1

MANUAL DE GESTÃO DE MATERIAIS 1 É a uniformidade de procedimentos na aquisição, controle, armazenamento, fornecimento e identificação de materiais, com objetivo de controlar despesas, apurar o estoque ideal, visando à otimização dos

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 Revisão:14 Folha:1 de17 SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO... 3 2.1 POLÍTICA DA QUALIDADE... 3 2.2 OBJETIVOS DA QUALIDADE... 4 2.3 ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA PARA A QUALIDADE...

Leia mais

CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO

CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO Nos dias atuais, uma das áreas que mais se desenvolvem dentro das organizações sem dúvida é a Gestão dos Estoques,

Leia mais

Estudo de caso no estoque de uma loja de materiais para construção

Estudo de caso no estoque de uma loja de materiais para construção Estudo de caso no estoque de uma loja de materiais para construção Camila Cristina Prati Passarini (Unioeste) camila10prati@hotmail.com Rayssa Proença Loiola (Unioeste) rayssaproenca@gmail.com Riquianderson

Leia mais

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES. Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES. Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC DEFINIÇÕES GERENCIAR Ato ou efeito de manter a integridade física e funcional para algo proposta

Leia mais

Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás. Projeto IV.11

Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás. Projeto IV.11 Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás Projeto IV.11 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas do Sistema Eletrobrás, através da integração da logística de suprimento

Leia mais

Capítulo 4 - Gestão do Estoque Inventário Físico de Estoques

Capítulo 4 - Gestão do Estoque Inventário Físico de Estoques Capítulo 4 - Gestão do Estoque Inventário Físico de Estoques Celso Ferreira Alves Júnior eng.alvesjr@gmail.com 1. INVENTÁRIO DO ESTOQUE DE MERCADORIAS Inventário ou Balanço (linguagem comercial) é o processo

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA DE USINAGEM

IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA DE USINAGEM IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA DE USINAGEM Roberto Nilton Machado de Oliveira (UNA ) robertonmo@outlook.com SHEILA APARECIDA GONCALVES (UNA ) sheila18goncalves@yahoo.com.br LARISSA FRANCO

Leia mais

MÓDULO II - Qualificação Técnica de Nível Médio de AUXILIAR DE PROCESSOS OPERACIONAIS

MÓDULO II - Qualificação Técnica de Nível Médio de AUXILIAR DE PROCESSOS OPERACIONAIS II. 1 PROCESSOS DE SUPRIMENTOS Função: Processos Operacionais de Suprimentos 1. Analisar os diversos tipos de fornecedores quanto às suas características produtivas, técnicas, tecnológicas e econômicas,

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 Estabelece normas e procedimentos para aquisição de serviços e recebimento, controle, guarda e distribuição de materiais permanentes e de consumo no âmbito do Poder Legislativo

Leia mais

Artigo publicado. na edição 18. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. setembro e outobro de 2011

Artigo publicado. na edição 18. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. setembro e outobro de 2011 Artigo publicado na edição 18 Assine a revista através do nosso site setembro e outobro de 2011 www.revistamundologistica.com.br :: artigo Cálculo do estoque de segurança as suas diferentes abordagens

Leia mais

CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque.

CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque. CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque. RAZÕES PARA MANTER ESTOQUES A armazenagem de mercadorias prevendo seu uso futuro exige investimento por parte da organização. O ideal seria

Leia mais

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude ANEXO V ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DA PROPOSTA DE TRABALHO Entende-se que o Programa de Trabalho é a demonstração do conjunto dos elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequada para caracterizar

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. 14.1. Treinamento é investimento

Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. 14.1. Treinamento é investimento Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas 14.1. Treinamento é investimento O subsistema de desenvolver pessoas é uma das áreas estratégicas do Gerenciamento de Pessoas, entretanto em algumas organizações

Leia mais

Analise as Normas Regulamentadoras abaixo e apresente parecer sucinto comparando atendimento de cada item pela empresa.

Analise as Normas Regulamentadoras abaixo e apresente parecer sucinto comparando atendimento de cada item pela empresa. Analise as Normas Regulamentadoras abaixo e apresente parecer sucinto comparando atendimento de cada item pela empresa. NR 01 - Disposições Gerais Descrever alguns tópicos do que cabe ao empregador. Verificar

Leia mais

Rede do Saber - De projeto a sistema produtivo: um caso de engenharia e gestão do conhecimento

Rede do Saber - De projeto a sistema produtivo: um caso de engenharia e gestão do conhecimento Rede do Saber - De projeto a sistema produtivo: um caso de engenharia e gestão do conhecimento Angela Sprenger (FCAV) angelasp@uol.com.br Beatriz Leonel Scavazza (FCAV) bscavazza@vanzolini-ead.org.br Gulherme

Leia mais

MODELAGEM DE SISTEMAS

MODELAGEM DE SISTEMAS MODELAGEM DE SISTEMAS Diagramas de Casos de Uso Profa. Rosemary Melo Diagrama de Casos de Uso Modelagem de Sistemas Apresenta uma visão externa geral das funções ou serviços que o sistema deverá oferecer

Leia mais

Administração de Materiais MPU Prof. Wendell Léo w.castellano@ig.com.br

Administração de Materiais MPU Prof. Wendell Léo w.castellano@ig.com.br Administração de Materiais MPU Prof. Wendell Léo w.castellano@ig.com.br 01.A ocorrência de custos de armazenagem depende da existência de materiais em estoque e do tempo de permanência desses materiais

Leia mais

Decisões de Estoque. Custos de Estoque. Custos de Estoque 27/05/2015. Custos de Estoque. Custos de Estoque. Custos diretamente proporcionais

Decisões de Estoque. Custos de Estoque. Custos de Estoque 27/05/2015. Custos de Estoque. Custos de Estoque. Custos diretamente proporcionais $ crescem com o tamanho do pedido $ crescem com o tamanho do pedido $ crescem com o tamanho do pedido 27/05/2015 Decisões de Estoque Quanto Pedir Custos de estoques Lote econômico Quando Pedir Revisões

Leia mais

Dimensionamento de armazenagem, layout, classificação e controle de estoques.

Dimensionamento de armazenagem, layout, classificação e controle de estoques. Dimensionamento de armazenagem, layout, classificação e controle de estoques. Luiz Alberto Viana Menezes Guedes 1 Charles Emerson Cabral Marinho 2 Resumo Este artigo é resultado de uma pesquisa bibliográfica

Leia mais

PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA PAAI - 2014

PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA PAAI - 2014 I INTRODUÇÃO: PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA PAAI - 2014 O presente PAAI Plano de Auditoria Interna para o exercício de 2014 da SGCI Secretaria Geral de Controle Interno da Câmara Municipal de Domingos

Leia mais

ESTRUTURANDO O FLUXO PUXADO

ESTRUTURANDO O FLUXO PUXADO Pós Graduação em Engenharia de Produção Ênfase na Produção Enxuta de Bens e Serviços (LEAN MANUFACTURING) ESTRUTURANDO O FLUXO PUXADO Exercícios de Consolidação Gabarito 1 º Exercício Defina os diferentes

Leia mais

QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE

QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE! Qual o valor de um estoque?! Quanto de material vale a pena manter em estoque?! Como computar o valor da obsolescência no valor do estoque?! Qual o custo de um pedido?!

Leia mais

Gestão patrimonial e a Lei de Responsabilidade Fiscal na Contabilidade Pública, utilizando um software com tecnologia

Gestão patrimonial e a Lei de Responsabilidade Fiscal na Contabilidade Pública, utilizando um software com tecnologia Gestão patrimonial e a Lei de Responsabilidade Fiscal na Contabilidade Pública, utilizando um software com tecnologia O conceitos e as determinações legais que norteiam as gestões de patrimônio e almoxarifado

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS EM SAÚDE. Os custos das instituições

GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS EM SAÚDE. Os custos das instituições GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS EM SAÚDE Os custos das instituições Dra Janice Donelles de Castro - Professora do Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de

Leia mais

Curso e-learning CEP Controle Estatístico de Processo

Curso e-learning CEP Controle Estatístico de Processo Curso e-learning CEP Controle Estatístico de Processo Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa do autor. Objetivos

Leia mais

Planejamento Estratégico da Produção: Uma análise teóricoconceitual

Planejamento Estratégico da Produção: Uma análise teóricoconceitual Planejamento Estratégico da Produção: Uma análise teóricoconceitual Raphaela Fernandes de Almeida 1 (EPA, FECILCAM) rapha_bela@hotmail.com Caroline Oliveira de Souza 2 (EPA, FECILCAM) carol_souza_16@hotmail.com

Leia mais

Entre R$ 10,5 milhões e R$ 60 milhões de faturamento bruto em 2009 Média.

Entre R$ 10,5 milhões e R$ 60 milhões de faturamento bruto em 2009 Média. Instruções o Marcação das respostas: repare que no final de cada pergunta há uma orientação para Marcar mais de 1 resposta OU Marcar apenas 1 resposta. Por favor, siga claramente a forma de marcação indicada

Leia mais

ANÁLISE DO PROCESSO DE GESTÃO DE ESTOQUES EM UMA EMPRESA DE MATERIAIS DE HIGIENE E LIMPEZA LOCALIZADA EM CRICIÚMA - SANTA CATARINA

ANÁLISE DO PROCESSO DE GESTÃO DE ESTOQUES EM UMA EMPRESA DE MATERIAIS DE HIGIENE E LIMPEZA LOCALIZADA EM CRICIÚMA - SANTA CATARINA ANÁLISE DO PROCESSO DE GESTÃO DE ESTOQUES EM UMA EMPRESA DE MATERIAIS DE HIGIENE E LIMPEZA LOCALIZADA EM CRICIÚMA - SANTA CATARINA Daiane Milioli Dagostin 1 Wagner Blauth 2 RESUMO Atualmente as empresas

Leia mais

Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica

Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão de Projetos - Turma nº 151 30 de novembro 2015 Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica Renata Maciel da Silva renata.maciel55@gmail.com

Leia mais

Manual do. Almoxarifado

Manual do. Almoxarifado Manual do Almoxarifado Parnaíba 2013 APRESENTAÇÃO O Almoxarifado é o local destinado à guarda, localização, segurança e preservação do material adquirido, adequado à sua natureza, a fim de suprir as necessidades

Leia mais

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS 3.4 O PROJETO DE MELHORIA DE PROCESSOS 3.4.1 - CONCEITO DE PROJETO

Leia mais

Questionário de Governança de TI 2016

Questionário de Governança de TI 2016 Questionário de Governança de TI 2016 De acordo com o Referencial Básico de Governança do Tribunal de Contas da União, a governança no setor público compreende essencialmente os mecanismos de liderança,

Leia mais

Questionário de Avaliação de Maturidade Setorial: Modelo PRADO-MMGP

Questionário de Avaliação de Maturidade Setorial: Modelo PRADO-MMGP DARCI PRADO Questionário de Avaliação de Maturidade Setorial: Modelo PRADO-MMGP Versão 1.6.4 Setembro 2009 Extraído do Livro "Maturidade em Gerenciamento de Projetos" 2ª Edição (a publicar) Autor: Darci

Leia mais

CONTRATO DE CONCESSÃO [ ]/2013 EDITAL DE CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL [ ]/2013

CONTRATO DE CONCESSÃO [ ]/2013 EDITAL DE CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL [ ]/2013 CONTRATO DE CONCESSÃO [ ]/2013 EDITAL DE CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL [ ]/2013 CONCESSÃO ADMINISTRATIVA PARA DESENVOLVIMENTO, IMPLANTAÇÃO, OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E GERENCIAMENTO DA SOLUÇÃO GRP DO MUNICÍPIO

Leia mais

A EBSERH e os Recursos Humanos

A EBSERH e os Recursos Humanos Informativo do Hospital das Clínicas da UFMG - Janeiro de 2013 ano XVIII n 288 Boletim do HC Foto: Arquivo Assessoria de Comunicação do HC/UFMG A EBSERH e os Recursos Humanos Esclareça as suas dúvidas

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 20/05/2016 17:15:31 Endereço IP: 201.76.165.227

Leia mais

6. Estrutura de Custos Logísticos

6. Estrutura de Custos Logísticos 6. Estrutura de Custos Logísticos Os custos logísticos na atividade de distribuição de combustíveis líquidos no Brasil podem ser classificados como: custo de aquisição dos combustíveis suprimentos custo

Leia mais

Minuta de Termo de Referência

Minuta de Termo de Referência Minuta de Termo de Referência Contratação de serviço para elaboração do mapeamento, análise, propostas e implantação de melhorias nos processos de trabalho da Coordenadoria Geral de Licenciamento Ambiental

Leia mais

ESTUDO DO CASO TORNEXATA IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE CUSTEIO INTEGRAL POR ABSORÇÃO

ESTUDO DO CASO TORNEXATA IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE CUSTEIO INTEGRAL POR ABSORÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 RELATÓRIO TÉCNICO CONCLUSIVO

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Departamento de Engenharia. Administração e Finanças para Engenharia. Departamento de Pessoal (DRH)

Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Departamento de Engenharia. Administração e Finanças para Engenharia. Departamento de Pessoal (DRH) Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Administração e Finanças para Engenharia Departamento de Pessoal (DRH) Grupo: Thahenne O. Ribeiro Paulo Victor M. Cordeiro Eduardo Borges

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DOM PEDRITO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DOM PEDRITO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DOM PEDRITO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO DISCIPLINA: Logística em Agronegócio CÓDIGO: DP 0092 PROFESSOR: Nelson de Mello AULA 10 09/06/2016 Logística

Leia mais

Levantamento de Governança de TI 2014

Levantamento de Governança de TI 2014 Levantamento de Governança de TI 2014 Resultado individual: CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA Segmento: Executivo - Sisp Tipo: Autarquia A classificação deste documento é de responsabilidade

Leia mais

Gestão de custos um fator de sobrevivência para as empresas

Gestão de custos um fator de sobrevivência para as empresas Gestão de custos um fator de sobrevivência para as empresas Paula Michelle Purcidonio (UTFPR) ppurcidonio@ig.com.br Kazuo Hatakeyama (UTFPR) hatakeyama@pg.cefetpr.br Resumo Com a atual competitividade

Leia mais

Controle de estoques. Capítulo 6. André Jun Nishizawa

Controle de estoques. Capítulo 6. André Jun Nishizawa Controle de estoques Capítulo 6 Sumário Conceito de estoque Tipos Sistemas de controle de estoques Fichas de estoque Classificação de estoque Dimensionamento de estoque Logística e Cadeia de suprimentos

Leia mais

O GERENCIAMENTO DE ESTOQUE NUM HOTEL LOCALIZADO NO SERTÃO DE PERNAMBUCO

O GERENCIAMENTO DE ESTOQUE NUM HOTEL LOCALIZADO NO SERTÃO DE PERNAMBUCO ISSN 1984-9354 O GERENCIAMENTO DE ESTOQUE NUM HOTEL LOCALIZADO NO SERTÃO DE PERNAMBUCO Área temática: Gestão da Produção Jiceli de Souza Silva jiceli.silva2012@hotmail.com Ana Paula da Silva Farias ana_paula2778@hotmail.com

Leia mais

A importância da implantação do controle interno nas organizações Empresariais

A importância da implantação do controle interno nas organizações Empresariais A importância da implantação do controle interno nas organizações Empresariais Silvana Duarte dos Santos 1 Resumo No século XXI, a intensificação do processo de globalização da economia, teve como conseqüência

Leia mais

4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH

4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH 4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH 1. INTRODUÇÃO Gilson da Silva Cardoso Antonio Carlos Francisco Luciano Scandelari O mundo está experimentando

Leia mais

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES 1 PPA-UFCG PROGRAMA PERMANENTE DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES (MAPAS VIVOS DA UFCG) 2 DIMENSÃO MISSÃO E PDI MAPAS VIVOS DE

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 11/06/2014 13:47:32 Endereço IP: 200.253.113.2 1. Liderança da alta administração 1.1. Com

Leia mais

Estoque é um ativo que ninguém PRINCÍPIOS DO GERENCIAMENTO DO INVENTÁRIO. Quais os mais importantes e como podem ser aplicados no armazém

Estoque é um ativo que ninguém PRINCÍPIOS DO GERENCIAMENTO DO INVENTÁRIO. Quais os mais importantes e como podem ser aplicados no armazém PRINCÍPIOS DO GERENCIAMENTO DO INVENTÁRIO Quais os mais importantes e como podem ser aplicados no armazém Estoque é um ativo que ninguém deseja, mas que toda empresa deve ter. O santo padroeiro do gerenciamento

Leia mais

P4-MPS.BR - Prova de Conhecimento do Processo de Aquisição do MPS.BR

P4-MPS.BR - Prova de Conhecimento do Processo de Aquisição do MPS.BR Data: 6 de Dezembro de 2011 Horário: 13:00 às 17:00 horas (hora de Brasília) Nome: e-mail: Nota: INSTRUÇÕES Você deve responder a todas as questões. O total máximo de pontos da prova é de 100 pontos (100%),

Leia mais

PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO 2012

PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO 2012 PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO 2012 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 3 CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 5 CAPACITAÇÃO DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 7 CAPACITAÇÃO

Leia mais

Administrando Estoques e Processos Adequadamente

Administrando Estoques e Processos Adequadamente Administrando Estoques e Processos Adequadamente Estoque é Dinheiro Planeje e Controle seus Estoques Rev - 1105 Engº JULIO TADEU ALENCAR e-mail: jtalencar@sebraesp.com.br 1 Serviço de Apoio às Micro e

Leia mais

TÍTULO: JUST IN TIME OS BENEFÍCIOS DA IMPLANTAÇÃO DO MÉTODO EM RESTAURANTE PARA REDUÇÃO DO DESPERDÍCIO

TÍTULO: JUST IN TIME OS BENEFÍCIOS DA IMPLANTAÇÃO DO MÉTODO EM RESTAURANTE PARA REDUÇÃO DO DESPERDÍCIO TÍTULO: JUST IN TIME OS BENEFÍCIOS DA IMPLANTAÇÃO DO MÉTODO EM RESTAURANTE PARA REDUÇÃO DO DESPERDÍCIO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE

Leia mais

A ESTRUTURA DA GESTÃO DE

A ESTRUTURA DA GESTÃO DE A ESTRUTURA DA GESTÃO DE PROJETOS Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br SUMÁRIO Importância do Gerenciamento de Projetos. Benefícios do Gerenciamento de Projetos Gerenciamento

Leia mais

8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A

8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A 8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A Adriane Hartman Fábio Gomes da Silva Dálcio Roberto dos Reis Luciano Scandelari 1 INTRODUÇÃO Este artigo pretende mostrar

Leia mais

MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS

MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS 98 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS Roberta Ferreira dos Santos Graduando em Logística do Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM), Rio de Janeiro, RJ, Brasil roberta.santos94@yahoo.com.br Leandro

Leia mais

Continuous Auditing & Continuous Monitoring

Continuous Auditing & Continuous Monitoring 01 de outubro de 2010 Continuous Auditing & Continuous Monitoring André Rangel Gerente Sênior KPMG Risk Advisory Services Conteúdo Contexto Definições e objetivos Dimensões Enterprise Risk Management Ambiente

Leia mais

MPU Administração de Recursos Materiais Parte 02 Janilson Santos

MPU Administração de Recursos Materiais Parte 02 Janilson Santos MPU Administração de Recursos Materiais Parte 02 Janilson Santos 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. 1. Ponto de Pedido PP = (D x TR) + ES Onde: D = Demanda do

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA BNDES 01/2008 QUESTIONAMENTOS DA EMPRESA SAS

CONSULTA PÚBLICA BNDES 01/2008 QUESTIONAMENTOS DA EMPRESA SAS 1 CONSULTA PÚBLICA BNDES 01/2008 QUESTIONAMENTOS DA EMPRESA SAS QUESTÃO 1 2. DESCRIÇÃO DO OBJETO 2.1. Aquisição do SISTEMA DE RISCO 2.1.1. Fornecimento e cessão de direito de uso definitivo, não exclusivo,

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

MBA EM LOGÍSTICA E GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

MBA EM LOGÍSTICA E GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS MBA EM LOGÍSTICA E GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS 1 - JUSTIFICATIVA A gestão do fluxo de valor agregado pelas organizações exige contemplar toda a cadeia de suprimentos de forma a identificar e

Leia mais

www.softtecnologia.com.br smarterp Tecnologia e Gestão Empresarial

www.softtecnologia.com.br smarterp Tecnologia e Gestão Empresarial www.softtecnologia.com.br smarterp Tecnologia e Gestão Empresarial O MERCADO NOSSA METODOLOGIA DE TRABALHO GRANDES VENDORS CONTRATOS CORPORATIVOS ALTO CUSTO DE IMPLANTAÇÃO E CONSULTORIA POUCA CUSTOMIZAÇÃO

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE MANUTENÇÃO APLICADO NO IFRN CAMPUS MOSSORÓ

SISTEMA DE GESTÃO DE MANUTENÇÃO APLICADO NO IFRN CAMPUS MOSSORÓ SISTEMA DE GESTÃO DE MANUTENÇÃO APLICADO NO IFRN CAMPUS MOSSORÓ Dayse Duarte Tenorio Diretoria Acadêmica de Eletrotécnica IFRN Campus Mossoró E-mail: dayse_tenoro_d@hotmail.com Lucas Duarte Almeida Departamento

Leia mais