Regulamento Interno. (Artigo 25º do Decreto Lei nº 500/99)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Regulamento Interno. (Artigo 25º do Decreto Lei nº 500/99)"

Transcrição

1 Regulamento Interno (Artigo 25º do Decreto Lei nº 500/99) Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º (Definição) 1 A Santa Casa da Misericórdia de Galizes é uma associação de solidariedade social, vulgo Instituição Particular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos, regulamentada pelo Dec. Lei 119/83 de 25 de Fevereiro. 2 O centro de Medicina Física e de Reabilitação da Santa Casa da Misericórdia de Galizes, localiza-se na rua da Misericórdia nº60, Galizes Nogueira do Cravo. Artigo 2º (Objectivos) 1 Tem por objecto a prestação de serviços médicos no âmbito da medicina física e reabilitação junto da comunidade em geral. 2 Proporcionar a todos os que têm direito à promoção, prevenção e cuidados de saúde. Artigo 3º (Estrutura Organizacional) Integram a clínica, os seguintes departamentos funcionais: a) Cuidados a doentes agudos, sub-agudos e crónicos; b) Cuidados continuados a doentes idosos e ou dependentes em tratamento ambulatório ou no domicilio, segundo critério clínico; c) Cuidados no âmbito da reabilitação pediátrica. Com as seguintes valências: a) Electroterapia; b) Fototerapia;

2 c) Termoterapia; d) Hidroterapia; e) Massoterapia; f) Cinesioterapia; g) Ventiloterapia; h) Mecanoterapia; i) Treinos terapêuticos; j) Ensino e treino de doentes e familiares/acompanhantes; k) Outras técnicas terapêuticas. Artigo 4º (Âmbito Pessoal) O presente regulamento aplica-se a todos os trabalhadores do serviço MFR e ainda, com as necessárias adaptações, a todos os colaboradores com contrato de prestação de serviços, assim como, a todos os utilizadores do serviço de MFR. Capítulo II PESSOAL Artigo 5º (Regime aplicável) a) O regime jurídico do contrato de trabalho do pessoal do serviço de MFR é o definido no presente Regulamento, nas ordens de serviço complementares e, subsidiariamente, na legislação e instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho aplicáveis. b) As pessoas que exerçam a sua actividade no serviço de MFR ao abrigo do contrato de prestação de serviços obrigam-se à observância das regras constantes do presente Regulamento, salvaguardando as que, pela sua natureza, não sejam aplicáveis.

3 Artigo 6º (Principio Geral) O pessoal é estruturado por categorias profissionais. Artigo 7º (Categorias profissionais) O pessoal do serviço de MFR distribui-se pelas seguintes categorias profissionais a) Director Técnico; b) Técnicos de diagnóstico e terapêutica; c) Auxiliares de fisioterapia; d) Administrativo e Auxiliares dos serviços gerais. Artigo 8º (Director Clínico) 1) A Direcção Técnica será exercida por médico especialista em Medicina Física e de Reabilitação, inscrito na ordem dos médicos e com idoneidade reconhecida por esta entidade e pelo ministério da Saúde. 2) O cargo de Director Clínico é da responsabilidade da Drª Maria Luísa Gaspar Barbosa Leão Cabral Fernandes, Cédula, sendo substituída, na sua ausência, pelo Drº Lemos Pereira. 3) O Director Clínico poderá, quando considerar necessário para o atempado atendimento dos utentes com consulta médica, nomear um ou mais médicos devidamente habilitados a coadjuva-lo nessas funções; 4) Compete ao Director Clínico velar pelo cumprimento dos preceitos éticos deontológicos e legais; 5) O Director Clínico velará pela qualidade dos tratamentos e dos cuidados clínicos prestados, tendo em particular atenção os programas de garantia e qualidade; 6) O Director Clínico orientará superiormente o cumprimento das normas estabelecidas quanto à estratégia terapêutica dos doentes e aos controlos clínicos; 7) O Director Clínico elaborará as normas referentes à protecção da saúde e à segurança do pessoal e velar pelo seu cumprimento;

4 8) O Director Clínico garantirá a qualificação técnicoprofissionais adequada para o desempenho das funções técnicas necessárias. Artigo 9º (Médico especialista) Compete ao médico Fisiatra realizar a consulta de fisiatra aos doentes em regime de ambulatório e internados no hospital da Santa Casa da Misericórdia de Galizes. Prescreve o tratamento farmacológico e fisiátrico. Em caso de necessidade orienta o doente para o seu médico de família ou para a consulta da especialidade (ortopedia, neurologia, etc.. Artigo 10º (Técnico de diagnóstico e terapêutica) Compete aos fisioterapeutas executar o tratamento fisiátrico (fisioterapia, cinesiterapia, massagem, treino de equilíbrio e marcha, treino das actividades da vida diária, etc.) prescrito pelo médico fisiatra. Artigo 11º (Auxiliar de fisioterapia) Compete aos auxiliares de fisioterapia auxiliar o fisioterapeuta na execução dos tratamentos de fisioterapia (termoterapia, crioterapia, electroterapia e massagem). Artigo 12º (Técnico Administrativo e Auxiliares dos serviços gerais) Compete aos Técnicos Administrativos atender o doente no balcão da recepção. Elaborar sob orientação do Director Técnico o plano semanal de consultas de acordo com a sua prioridade (programada ou urgente). Assiste o médico fisiatra no período de consulta. Organiza o arquivo das fichas de consulta e de tratamento, assim como do restante material administrativo. Compete aos Auxiliares dos serviços gerais velar pela limpeza das instalações, manter regularizado o stock de material em armazém, cuidar da reposição de produtos utilizados nas zonas de tratamento e instalações sanitárias bem como preparar os parafangos e parafinos.

5 Artigo 13º (Hierarquia) A gestão de pessoal e o exercício do poder disciplinar compete à Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Galizes em estreita colaboração com o Director Técnico/Clinico da MFR. Capítulo III DIREITOS E DEVERES Artigo 14º (Principio de Mútua Colaboração) O Serviço de MFR e os trabalhadores são mútuos colaboradores e a sua colaboração deverá tender para a obtenção da maior produtividade e para a promoção humana, social e profissional do trabalhador. Artigo 15º (Deveres do Serviço de MFR) São deveres do Serviço de MFR, designadamente: a) Cumprir e fazer cumprir a lei e o regulamento interno. b) Proporcionar boas condições de trabalho em ordem à saúde, higiene e segurança no trabalho e ao bem-estar dos profissionais que aí desenvolvam a sua actividade. c) Cumprir as suas obrigações contratuais de forma pontual, nomeadamente a retribuição que se encontre convencionada. Artigo 16º (Deveres dos Profissionais) São deveres dos profissionais, designadamente: a) Cumprir a lei e o Regulamento Interno. b) Comparecer ao serviço com pontualidade e assiduidade e realizar o trabalho com zelo e diligência. c) Respeitar e tratar com urbanidade e lealdade o responsável do Gabinete, os seus superiores hierárquicos, os companheiros de trabalho

6 e as demais pessoas que estejam ou entrem em relação com o Serviço MFR, como é o caso dos utentes e fornecedores. d) Obedecer à Mesa Administrativa, ao director Clínico e superiores hierárquicos directos em tudo o que respeitar à execução e disciplina do trabalho. e) Guardar lealdade ao serviço de MFR, nomeadamente não negociando por conta própria ou alheia em concorrência com ela, nem divulgando informações referentes à sua organização, métodos de produção ou negócios ou aos utentes. f) Zelar pela conservação e boa utilização dos bens que lhes forem confiados, relacionados com o seu trabalho. g) Promover e executar todos os actos tendentes à melhoria da produtividade do serviço de MFR. h) Cumprir escrupulosamente as normas sobre a saúde, higiene e segurança no trabalho. i) Empenhar-se na valorização profissional, quer própria, quer dos seus colegas e dos outros elementos do pessoal. j) O rigoroso cumprimento das normas técnicas, funcionais e comportamentais instituídas. k) A rigorosa observância dos princípios éticos e deontológicos no exercício da sua actividade. l) Proporcionar, na medida das suas possibilidades o máximo bem-estar aos utentes do serviço de MFR. m) Contribuir para a preservação do bom nome do serviço de MFR, quer dentro, quer fora das suas instalações. n) Dar de imediato conhecimento dos acidentes ou ocorrências anormais que tenham surgido durante o trabalho. Artigo 17º (Competências da Mesa Administrativa) a) A manutenção das instalações e equipamentos e disponibilização atempada dos bens consumíveis;

7 b) Representar o serviço de MFR no exterior, nomeadamente no relacionamento com clientes e fornecedores, desde que não estejam em causa situações de natureza clínica ou terapêutica; c) Apoiar o director clínico a velar pela qualidade das instalações, equipamentos e dos tratamentos prestados aos utentes; d) Delinear, em conjunto com o director Técnico e os técnicos de diagnóstico e terapêutica, as estratégias organizacionais e estabelecer as metas a atingir pelo serviço de MFR. Capítulo III PRESTAÇÃO E DURAÇÃO DO TRABALHO Artigo 18º (Competência) Compete à mesa administrativa fixar, dentro dos condicionalismos legais e regulamentares, os termos em que o trabalho deve ser prestado. Artigo 19º ( Jus Variandi ) A contratação de um trabalhador para o desempenho de determinadas funções implica, para aquele, a aceitação do desempenho de quaisquer outras, de padrão profissional equivalente, com salvaguarda dos seus direitos de ordem remuneratória. Artigo 20º (Horário de Trabalho) 1) Compete à mesa administrativa fixar o horário de trabalho. 2) Entende-se por horário de trabalho a determinação das horas do inicio e do termo do período normal de trabalho diário ou dos respectivos limites, bem como dos intervalos de descanso e dos dias de descanso semanal complementar.

8 Capítulo IV INSTALAÇOES E EQUIPAMENTOS Artigo 21º (Horário de Funcionamento) 1) As instalações do Serviço de MFR podem ser utilizadas regularmente nos seguintes Horários: segunda-feira a sexta-feira das 9h às 13h e das 14h às 17h; 2) O horário de tratamento ou de consulta será estabelecido em concordância com o utente e com o responsável técnico; 3) A Santa Casa da Misericórdia de Galizes reserva-se ao direito de alterar os horários em vigor, sempre que as circunstâncias assim o justifiquem. Se assim for todos os que têm direito de usufruir do Serviço MFR serão previamente avisados sobre tal alteração; 4) O horário de funcionamento estará visível no Serviço de MFR. Artigo 22º (Fardamento) 1) O fardamento adequado e em uso no CMFR é fornecido pela respectiva entidade, que é sua propriedade. 2) Quando em serviço, não é permitida a utilização de fardamento não aprovado. 3) O fardamento fornecido é para o uso exclusivo no CMFR, não sendo permitido o seu uso fora das instalações. 4) O tratamento do fardamento é da responsabilidade do CMFR. Artigo 23º (Ambiente) Em todo o serviço de MFR deve ser mantido um ambiente calmo, adequado a uma unidade de saúde, que promova o bem-estar dos utentes e a sua segurança, não devendo ser permitidos, designadamente, comentários ou discussões que perturbem o normal funcionamento da unidade, incomodem os clientes ou neles possam despertar dúvidas sobre a qualidade e segurança do tratamento prestado.

9 Artigo 24º (Deveres dos utentes) 1) Todos os utentes estão sujeitos às regras de utilização das instalações do serviço de MFR em termos de manutenção, disciplina e cumprimentos de horários: a) A utilização do espaço específico só pode ser efectuada por utentes que a ele tenham direito; b) A admissão de qualquer pessoa às instalações fica condicionada à apresentação de um boletim (de participação do sinistrado) previamente distribuído a todas as entidades envolvidas; c) É extremamente proibido fumar, consumir bebidas alcoólicas ou qualquer tipo e drogas; d) Os danos voluntários, involuntários e extravios causados em bens do serviço de MFR serão pagos pelos responsáveis de acordo com o valor do inventário ou estimativa realizada pela Santa Casa da Misericórdia de Galizes; e) É exigido aos utilizadores o cumprimento rigoroso do horário que lhes foi fixado sob a pena de poderem serem impedidos de realizarem qualquer tipo de actividade (tratamento ou consulta); f) Exigir o maior respeito e acatamento de todas as instruções técnicas fornecidas pelo médico e fisioterapeuta. g) Todos os utentes têm acesso ao livro de Reclamações existente na CMFR. h) Todos devem participar na manutenção da higiene de todos espaços do CMFR. 2) Todos os casos de disciplina esquecidos neste regulamento poderão ser analisados pelo responsável, sendo a decisão final tomada pelo mesmo.

10 Capítulo V DISPOSIÇÃO FINAL Artigo 25º (Alterações e Casos Omissos) 1) O presente regulamento só poderá ser alterado por deliberação da Santa Casa da Misericórdia de Galizes e do técnico responsável; 2) Os casos omissos serão resolvidos pela Santa Casa da Misericórdia de Galizes ou pelo responsável técnico, consoante a sua natureza, dentro do espírito do Regulamento e em conformidade com a lei. Galizes, A Mesa Administrativa A Directora Clínica

REGULAMENTO INTERNO CAPITULO I DISPOSIÇÕES LEGAIS. Art.º 1.º (Definições e Objectivos)

REGULAMENTO INTERNO CAPITULO I DISPOSIÇÕES LEGAIS. Art.º 1.º (Definições e Objectivos) REGULAMENTO INTERNO CAPITULO I DISPOSIÇÕES LEGAIS Art.º 1.º (Definições e Objectivos) O CRIFZ, Centro de Recuperação Infantil de Ferreira do Zêzere, é uma Instituição de Solidariedade Social sem fins lucrativos,

Leia mais

Gabinete do Movimento e Reabilitação do Centro de Saúde de Barrancos

Gabinete do Movimento e Reabilitação do Centro de Saúde de Barrancos Introdução A Administração Regional de Saúde de Alentejo, I.P., Pessoa Colectiva de Direito Público n.º503148768, com sede na Rua do Cicioso, n.º 18 em Évora, representada pela Sub-região de Saúde de Beja

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais. Artigo 1.º Objecto

CAPÍTULO I Disposições gerais. Artigo 1.º Objecto A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo do Decreto-Lei n.º 500/99, de 19 de Novembro, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Decreto-Lei n.º 500/99 de 19 de Novembro

Leia mais

SAD - SERVIÇO DE APOIO

SAD - SERVIÇO DE APOIO A.S.C.R.D.P.P. SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO MANUAL DE FUNÇÕES SAD - SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO 1 Os recursos humanos afetos à valência de Serviço de Apoio Domiciliário da Associação Social, C.R.D.

Leia mais

ÁÁRRI IIO São Vítor - Braga

ÁÁRRI IIO São Vítor - Braga REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO APOIO DOMICILIÁRIO SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE BRAGA AAPPO IIO I DDOMI IICCI IILLI ÁÁRRI IIO São Vítor - Braga SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE BRAGA REGULAMENTO INTERNO DO

Leia mais

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro O Decreto nº 31/94, de 5 de Agosto, estabelece no ponto 2 do artigo 18º, a obrigatoriedade da criação e organização de Serviços de Segurança e Higiene no Trabalho

Leia mais

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro O Decreto nº 31/94, de 5 de Agosto, estabelece no ponto 2 do artigo 18º, a obrigatoriedade da criação e organização de Serviços de Segurança e Higiene no Trabalho

Leia mais

FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS Regulamento n.º 02/2010

FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS Regulamento n.º 02/2010 FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS Regulamento n.º 02/2010 Para os efeitos estipulados no artigo 14.º do Decreto -Lei n.º 305/2009 de 23 de Outubro, torna público que, a Assembleia de Freguesia em reunião

Leia mais

Regulamento Interno do Voluntariado. Aprovado em 20 de Maio de 2002

Regulamento Interno do Voluntariado. Aprovado em 20 de Maio de 2002 Aprovado em 20 de Maio de 2002 www.faad.online.pt 1/1 CAPÍTULO I NATUREZA, FINS E DEFINIÇÃO ARTIGO 1º 1. A Fundação de Aurélio Amaro Diniz é uma Instituição Particular de Solidariedade Social registada

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO NORMA JUSTIFICATIVA

PROJETO DE REGULAMENTO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO NORMA JUSTIFICATIVA PROJETO DE REGULAMENTO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO NORMA JUSTIFICATIVA O Pavilhão Gimnodesportivo Municipal, constituído pelo recinto de jogos principal, ginásio e sala de musculação, é propriedade da

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 O Programa Estagiar, nas suas vertentes L, T e U, dirigido a recém-licenciados e mestres, recém-formados

Leia mais

Instituição Particular de Solidariedade Social A.T.L. (Atelier de Ocupação Tempos Livres)

Instituição Particular de Solidariedade Social A.T.L. (Atelier de Ocupação Tempos Livres) Instituição Particular de Solidariedade Social A.T.L. (Atelier de Ocupação Tempos Livres) Regulamento A. T. L. Capítulo I Âmbito de Aplicação e Objectivos Art.º 1º 1- O presente regulamento visa definir

Leia mais

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.)

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) É atribuição do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) no sector da

Leia mais

Normas de Utilização de Espaços e Equipamentos da. Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa

Normas de Utilização de Espaços e Equipamentos da. Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa Normas de Utilização de Espaços e Equipamentos da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa O presente documento tem por finalidade definir e regular os procedimentos e normas gerais de utilização

Leia mais

PISCINAS MUNICIPAIS DO PESO DA RÉGUA. Regulamento

PISCINAS MUNICIPAIS DO PESO DA RÉGUA. Regulamento Regulamento PREÂMBULO A prática de actividades físicas e desportivas constitui um factor primordial na promoção da saúde e do bem-estar das populações. Neste sentido, o desporto tem vindo a assumir-se

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE BAGUIM DO MONTE

JUNTA DE FREGUESIA DE BAGUIM DO MONTE Introdução O presente regulamento pretende ser um instrumento regulador da actividade da Biblioteca da Junta de Freguesia de Baguim do Monte. O principal objectivo é salvaguardar o interesse comum de todos

Leia mais

Decreto Regulamentar n.º 1/2006de 25 de Janeiro

Decreto Regulamentar n.º 1/2006de 25 de Janeiro Decreto Regulamentar n.º 1/2006de 25 de Janeiro A actual fase de desenvolvimento da rede pública de casas de apoio para mulheres vítimas de violência, criada pela Lei n.º 107/99, de 3 de Agosto, e os cinco

Leia mais

CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE CUSTÓIAS REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO

CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE CUSTÓIAS REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE CUSTÓIAS REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO CAPÍTULO I Artigo 1º 1.A resposta Social de Apoio Domiciliário, doravante designado por S.A.D., está situado nas

Leia mais

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão)

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão) Regulamento Interno O presente regulamento aplica-se a todos os Cursos de formação concebidos, organizados e desenvolvidos pelo Nucaminho - Núcleo dos Camionistas do Minho, com o objetivo de promover o

Leia mais

Regulamento da Biblioteca do Instituto de Seguros de Portugal. Capítulo I ASPECTOS GERAIS

Regulamento da Biblioteca do Instituto de Seguros de Portugal. Capítulo I ASPECTOS GERAIS Regulamento da Biblioteca do Instituto de Seguros de Portugal Capítulo I ASPECTOS GERAIS Artigo 1.º Objecto 1. O presente Regulamento estabelece um conjunto de normas a serem observadas e cumpridas pelos

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS

CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS Fundação Alentejo no Alentejo e para o Alentejo, um projeto para além da esperança Fernanda Ramos 1992 Aprovado na reunião do Conselho de Administração da FA Novembro

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO

REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO CAPÍTULO I FUNCIONAMENTO 1. Natureza O presente Regulamento aplica-se ao Serviço de Apoio Domiciliário da Liga de Amigos do Hospital Garcia de Orta.

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DO CACÉM Rua Nova do Zambujal, n.º 9 2735-302 AGUALVA-CACÉM Telefone 219129380 Fax 219129389 jfcacem@mail.telepac.

JUNTA DE FREGUESIA DO CACÉM Rua Nova do Zambujal, n.º 9 2735-302 AGUALVA-CACÉM Telefone 219129380 Fax 219129389 jfcacem@mail.telepac. REGULAMENTO INTERNO CAMPO DE FÉRIAS NÃO RESIDENCIAL CACÉM EM FÉRIAS Nota introdutória É objectivo geral da Junta de Freguesia do Cacém prover a ocupação de tempos livres de crianças e jovens durante o

Leia mais

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO PREÂMBULO CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto Artigo 2.º Princípios Artigo 3.º Finalidades Artigo 4.º Atribuições Artigo 5.º Relações

Leia mais

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA Índice Capítulo I Disposições gerais Secção I Noção, âmbito e objectivos Art.º 1 - Noção e âmbito material Art.º 2 - Objectivos

Leia mais

MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL EDITAL Nº 11/10 - - - Frederico Fernandes Pereira, Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, torna pública que, por deliberação deste órgão autárquico na

Leia mais

Regulamento da Biblioteca Professor Morais Barbosa

Regulamento da Biblioteca Professor Morais Barbosa e Regulamento da Biblioteca Professor Morais Barbosa Capitulo I Da Biblioteca Professor Morais Barbosa Artigo 1.º Missão: A Biblioteca Professor Morais Barbosa (BPMB) tem por missão organizar, tratar,

Leia mais

Ministério da Comunicação Social;

Ministério da Comunicação Social; Ministério da Comunicação Social DECRETO EXECUTIVO Nº 69 /2007 De 22 de Junho Convindo regulamentar o funcionamento do Gabinete Jurídico do Ministério da Comunicação Social; Nestes termos, ao abrigo do

Leia mais

Atelier de Saúde REGULAMENTO INTERNO

Atelier de Saúde REGULAMENTO INTERNO Serviços de Saúde e Bem-estar Atelier de Saúde REGULAMENTO INTERNO REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO EUZINHO ATELIER DE SAÚDE ARTIGO 1º Denominação e Natureza 1. O EUzinho Atelier de Saúde é um programa

Leia mais

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA REGULAMENTO DA BIBLIOTECA O principal objectivo deste Regulamento é salvaguardar o interesse comum de todos os utentes e permitir que a Biblioteca execute as suas funções de forma eficiente e eficaz. Desta

Leia mais

CONHECER OS DIREITOS E DEVERES DOS ALUNOS

CONHECER OS DIREITOS E DEVERES DOS ALUNOS ESTATUTO DO ALUNO DIREITOS E DEVERES - LEI 39/2010, DE 2 DE SETEMBRO Artigo 7.º Responsabilidade dos alunos 1. Os alunos são responsáveis, em termos adequados à sua idade e capacidade de discernimento,

Leia mais

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO Reunião de Câmara (aprovação do projecto) 01/03/2010 Edital (apreciação pública) 19/03/2010 Publicado (projecto) no DR II Série, n.º

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Executivo nº 197/08 de 16 de Setembro Considerando a necessidade do estabelecimento de disposições relativas ao estatuto das entidades inspectoras das redes e ramais de

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL

REGULAMENTO INTERNO DO INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL REGULAMENTO INTERNO DO INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1º Denominação e natureza O Instituto de Seguros de Portugal, designado abreviadamente por ISP, é uma pessoa

Leia mais

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Decreto-Lei n.º 279/93, de 11 de Agosto (alterado pelo Decreto Lei N.º15/98, de 29 de Janeiro) (alterado pelo Decreto-Lei n.º 195/2001, de 27 de Junho) (alterado pelo

Leia mais

DESPACHO ISEP/P/13/2010. 1. A importância de promover a transparência e a eficiência das actividades e da salvaguarda dos activos;

DESPACHO ISEP/P/13/2010. 1. A importância de promover a transparência e a eficiência das actividades e da salvaguarda dos activos; DESPACHO ISEP/P/13/2010 Considerando: 1. A importância de promover a transparência e a eficiência das actividades e da salvaguarda dos activos; 2. A necessidade de garantir a prevenção e detecção de situações

Leia mais

REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL DE GOUVEIA. Capítulo 1. Constituição e Funções do Arquivo Municipal. Artigo 1º. Artigo 2º. Capítulo II Da Recolha

REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL DE GOUVEIA. Capítulo 1. Constituição e Funções do Arquivo Municipal. Artigo 1º. Artigo 2º. Capítulo II Da Recolha 1 REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL DE GOUVEIA Capítulo 1 Constituição e Funções do Arquivo Municipal. Artigo 1º O Arquivo Municipal da Câmara Municipal de Gouveia (C.M.G.) compreende o âmbito, funções

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CAT

REGULAMENTO INTERNO DO CAT REGULAMENTO MISERICÓRDIA DA FREGUESIA DE SANGALHOS INTERNO DO CAT CAPITULO I Norma I Natureza do Estabelecimento Tipo de Estabelecimento: Centro de Acolhimento Temporário de Crianças e Jovens em Risco

Leia mais

REGULAMENTO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DO MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR

REGULAMENTO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DO MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR REGULAMENTO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DO MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR MUNICÍPIO DE REGULAMENTO DOS CAMPOS DE FÉRIAS ORGANIZADOS PELO MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR PREÂMBULO A organização de campos

Leia mais

PISCINA MUNICIPAL AO AR LIVRE DE BOQUES PROJETO DE REGULAMENTO

PISCINA MUNICIPAL AO AR LIVRE DE BOQUES PROJETO DE REGULAMENTO PISCINA MUNICIPAL AO AR LIVRE DE BOQUES PROJETO DE REGULAMENTO 2 ÍNDICE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS... 4 Artigo 1.º Destino e funcionamento... 4 Artigo 2.º Época de funcionamento... 5 Artigo 3.º Interrupção

Leia mais

Princípio da Solidariedade: Responsabilidade de todos os cidadãos na concretização das finalidades do voluntariado;

Princípio da Solidariedade: Responsabilidade de todos os cidadãos na concretização das finalidades do voluntariado; 1. DEFINIÇÃO DE VOLUNTARIADO é o conjunto de acções de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projectos, programas e outras formas de intervenção ao

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE ESPINHO

CÂMARA MUNICIPAL DE ESPINHO NORMAS INTERNAS DE FUNCIONAMENTO DO BALNEÁRIO MARINHO PREÂMBULO O Complexo de Talassoterapia de Espinho, é um equipamento municipal dedicado à exploração, com fins terapêuticos, das virtudes curativas

Leia mais

HOSPITAL DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PONTA DELGADA, E.P.E. Convenção n.º 15/2015 de 29 de Abril de 2015

HOSPITAL DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PONTA DELGADA, E.P.E. Convenção n.º 15/2015 de 29 de Abril de 2015 HOSPITAL DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PONTA DELGADA, E.P.E. Convenção n.º 15/2015 de 29 de Abril de 2015 CONVENÇÃO PARA A PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE SAÚDE NA ÁREA DA PROCRIAÇÃO MEDICAMENTE ASSISTIDA Cláusula

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO INTERNO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO INTERNO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS NORMA I Âmbito de Aplicação O Centro Social de S. Miguel de Arcozelo, Associação de Solidariedade Social, é uma Instituição

Leia mais

BIBLIOTECA CENTRAL DE MARINHA BI PLANEAMENTO DA DE DESINFESTAÇÃO ACÇÕES DE - DESINFESTAÇÃO BIBLIOTECA BCM E ARQUIVO HISTÓRICO

BIBLIOTECA CENTRAL DE MARINHA BI PLANEAMENTO DA DE DESINFESTAÇÃO ACÇÕES DE - DESINFESTAÇÃO BIBLIOTECA BCM E ARQUIVO HISTÓRICO BIBLIOTECA CENTRAL I - OBJECTIVO A presente norma técnica tem por objectivo estabelecer o desenvolvimento das normas arquivistas e documentais do ARQUIVO HISTÓRICO (AH) decorrentes do REGULAMENTO INTERNO

Leia mais

REGULAMENTO DE CEDÊNCIA E UTILIZAÇÃO DA VIATURA DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DO COMITÉ OLIMPICO DE PORTUGAL CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DE CEDÊNCIA E UTILIZAÇÃO DA VIATURA DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DO COMITÉ OLIMPICO DE PORTUGAL CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DE CEDÊNCIA E UTILIZAÇÃO DA VIATURA DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DO COMITÉ OLIMPICO DE PORTUGAL CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objeto 1. O Presente Regulamento estabelece as condições

Leia mais

Regulamento de Instalações da AAFDL

Regulamento de Instalações da AAFDL Regulamento de Instalações da AAFDL CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO 1.º Objecto 1. O presente Regulamento tem por objecto definir as normas de acesso, funcionamento e utilização das instalações da

Leia mais

Edição A. Código de Conduta

Edição A. Código de Conduta Edição A Código de Conduta -- A 2011.09.26 1 de 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 2 2 PRINCÍPIOS E NORMAS GERAIS... 2 a) Trabalho Infantil... 2 b) Trabalho forçado... 2 c) Segurança e bem-estar no local de trabalho...

Leia mais

Código de Ética da Parpública. Ética - Princípios e valores fundamentais. Âmbito de aplicação

Código de Ética da Parpública. Ética - Princípios e valores fundamentais. Âmbito de aplicação Código de Ética da Parpública Âmbito de aplicação Aplica-se a todos os colaboradores da Parpública sem prejuízo de outras disposições legais ou regulamentares aplicáveis ou a que por inerência do exercício

Leia mais

Regulamento para a Concessão de Subsídios a Entidades e Organismos que Prossigam Fins de Interesse Público da Freguesia de Areeiro CAPÍTULO I

Regulamento para a Concessão de Subsídios a Entidades e Organismos que Prossigam Fins de Interesse Público da Freguesia de Areeiro CAPÍTULO I Regulamento para a Concessão de Subsídios a Entidades e Organismos que Prossigam Fins de Interesse Público da Freguesia de Areeiro CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Objecto O presente regulamento

Leia mais

CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS

CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS DIRECTRIZES DA APORMED AOS SEUS ASSOCIADOS SOBRE AS INTERACÇÕES COM OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE E O MERCADO DE PRODUTOS DE SAÚDE Documento aprovado na Assembleia-Geral

Leia mais

Regulamento do Fórum Municipal da Juventude

Regulamento do Fórum Municipal da Juventude Regulamento do Fórum Municipal da Juventude Capitulo I Âmbito e Estrutura Artigo 1.º Lei habilitante O presente Regulamento do Fórum Municipal da Juventude, adiante também designado apenas por Regulamento,

Leia mais

Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro

Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro 1. INTRODUÇÃO A indústria da Construção engloba um vasto e diversificado conjunto de características, tais como: Cada projecto

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA PROFISSONAL da

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA PROFISSONAL da CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA PROFISSONAL da INDICE Página 1 Objectivos do Código de Ética..3 2 Missão e valores.3 3 Âmbito de aplicação 3 4 Publicação e actualizações..3 5 - Normas de conduta 3 5.1 - Lealdade

Leia mais

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Albergaria-a-Velha

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Albergaria-a-Velha Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Albergaria-a-Velha Preâmbulo Na perspectiva de garantir a todos os cidadãos a participação solidária em acções de voluntariado, a Lei n.º 71/98,

Leia mais

Decreto Presidencial n.º 152/11, de 13 de Junho

Decreto Presidencial n.º 152/11, de 13 de Junho Decreto Presidencial n.º 152/11, de 13 de Junho Página 1 de 16 Considerando a importância histórica, paisagística, turística e a localização privilegiada do perímetro demarcado do Futungo de Belas, o Conselho

Leia mais

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Oliveira de Azeméis

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Oliveira de Azeméis Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Oliveira de Azeméis PREÂMBULO O voluntariado é definido como um conjunto de ações e interesses sociais e comunitários, realizadas de forma desinteressada

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575 Artigo 20.º Oferta formativa e monitorização 1 A oferta formativa destinada aos activos desempregados é assegurada através de cursos de educação

Leia mais

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo As associações são a expressão do dinamismo e interesse das populações que entusiasticamente se dedicam e disponibilizam em prol da causa pública. As associações

Leia mais

Município de Alfândega da Fé Câmara Municipal

Município de Alfândega da Fé Câmara Municipal Município de Alfândega da Fé Câmara Municipal REGULAMENTO INTERNO DE USO DE VEÍCULOS MUNICIPAIS Artigo 1º Objectivo O Regulamento Interno de Uso de Veículos Municipais visa definir o regime de utilização

Leia mais

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS Página 1 ÍNDICE CAPÍTULO 1 -DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS... 3 CAPÍTULO 2 - DA DESTINAÇÃO DOS LABORATÓRIOS... 3 CAPÍTULO 3 - DAS ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS... 5 CAPÍTULO 4 - UTILIZAÇÃO

Leia mais

Normas de participação

Normas de participação Natal na desportiva Programa de ocupação de tempos livres Normas de participação I. Apresentação e objetivos 1. Entidade promotora e organizadora - município de Loures 1 a) O Programa de ocupação de tempos

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIARIO

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIARIO REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIARIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS NORMA I Âmbito de Aplicação O Centro Social e Polivalente de Ourentã, (C.S.P.O.) designado por Instituição

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Diário da República, 1.ª série N.º 185 23 de Setembro de 2009 6789 de contrato de trabalho a tempo parcial e de contrato em regime de prestação de serviços, é calculado proporcionalmente. Artigo 13.º Direitos

Leia mais

Código de Ética. 1. Apresentação

Código de Ética. 1. Apresentação Código de Ética 1. Apresentação A Missão, a Visão, os Princípios Gerais, os Valores e as Normas de Conduta constantes do Código de Ética integram a Cultura da Lusa, a qual deve presidir à conduta profissional

Leia mais

M U N I C Í P I O D E B R A G A

M U N I C Í P I O D E B R A G A REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO E FUNÇÕES DO ARQUIVO MUNICIPAL Artigo 1º O Arquivo Municipal da Câmara Municipal de Braga (C.M.B.) compreende e unifica numa só estrutura o âmbito,

Leia mais

Normas de Funcionamento do Projeto FÉRIAS ATIVAS OBJECTIVO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO

Normas de Funcionamento do Projeto FÉRIAS ATIVAS OBJECTIVO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO Normas de Funcionamento do Projeto FÉRIAS ATIVAS OBJECTIVO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO As presentes Normas têm por objetivo regulamentar as questões de funcionamento das Atividades a realizar nos períodos de

Leia mais

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS PELO MUNÍCIPIO DE MORA. Nota justificativa

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS PELO MUNÍCIPIO DE MORA. Nota justificativa REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS PELO MUNÍCIPIO DE MORA Nota justificativa A prossecução do interesse público municipal concretizado, designadamente através de políticas de desenvolvimento cultural,

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS

REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS PREÂMBULO O regime jurídico geral aplicável aos recintos de espectáculos e divertimentos públicos

Leia mais

PROJECTO DE PORTARIA QUE REGULAMENTA O DECRETO-LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO. Portaria n.º /09,

PROJECTO DE PORTARIA QUE REGULAMENTA O DECRETO-LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO. Portaria n.º /09, PROJECTO DE PORTARIA QUE REGULAMENTA O DECRETO-LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO Portaria n.º /09, de O Decreto-Lei n.º 134/2009, de 2 de Junho, estabeleceu o regime jurídico aplicável à prestação de serviços

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO

Leia mais

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE CIDADE LUZ FACILUZ TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. CAPÍTULO I Dos usuários e das inscrições

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE CIDADE LUZ FACILUZ TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. CAPÍTULO I Dos usuários e das inscrições 1 REGULAMENTO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE CIDADE LUZ FACILUZ TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º - Este regulamento disciplina as normas que regem o funcionamento da biblioteca e as relações funcionais

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA ÍNDICE PREÂMBULO... 3 CÓDIGO DE ÉTICA... 5 Secção I: PARTE GERAL............................................... 6 Secção II: PRINCÍPIOS... 8 Secção III: DEVERES CORPORATIVOS...

Leia mais

REGULAMENTO DO PAVILHÃO DE DESPORTOS 1 I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DO PAVILHÃO DE DESPORTOS 1 I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DO PAVILHÃO DE DESPORTOS 1 I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º - O Pavilhão de Desportos é propriedade da Câmara Municipal de Vila do Conde e tem como finalidade a prestação de serviços à população

Leia mais

PROCEDIMENTO POR NEGOCIAÇÃO, COM PUBLICAÇÃO PRÉVIA DE ANÚNCIO, PARA ARRENDAMENTO PARA A ACTIVIDADE DE RESTAURAÇÃO CADERNO DE ENCARGOS

PROCEDIMENTO POR NEGOCIAÇÃO, COM PUBLICAÇÃO PRÉVIA DE ANÚNCIO, PARA ARRENDAMENTO PARA A ACTIVIDADE DE RESTAURAÇÃO CADERNO DE ENCARGOS PROCEDIMENTO POR NEGOCIAÇÃO, COM PUBLICAÇÃO PRÉVIA DE ANÚNCIO, PARA ARRENDAMENTO PARA A ACTIVIDADE DE RESTAURAÇÃO CADERNO DE ENCARGOS CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º Objeto O presente Procedimento

Leia mais

Regulamento Interno. Lar de Idosos. Sintra 2009. 2.ª Versão. Agosto de 2009. Reg004_Rev0_10 Página 1 de 16

Regulamento Interno. Lar de Idosos. Sintra 2009. 2.ª Versão. Agosto de 2009. Reg004_Rev0_10 Página 1 de 16 Regulamento Interno Lar de Idosos 2.ª Versão Agosto de 2009 Sintra 2009 Reg004_Rev0_10 Página 1 de 16 CAPITULO I Da Denominação e Fins da Casa de Repouso Artigo 1.º Denominação 1- A Fundação Cardeal Cerejeira,

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MONTEMOR-O-VELHO. Regulamento da Utilização do Centro de Alto Rendimento (CAR) NOTA JUSTIFICATIVA

CÂMARA MUNICIPAL DE MONTEMOR-O-VELHO. Regulamento da Utilização do Centro de Alto Rendimento (CAR) NOTA JUSTIFICATIVA Regulamento da Utilização do Centro de Alto Rendimento (CAR) NOTA JUSTIFICATIVA O Desporto de Alto Rendimento reveste-se de especial interesse público na medida em que constitui um importante fator de

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições Gerais

CAPÍTULO I Disposições Gerais BEPA Banco de Empréstimo de Produtos de Apoio CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO 1.º Âmbito de Aplicação 1. O BEPA Banco de Empréstimo de Produtos de Apoio (PA) é um serviço da APPACDM de Lisboa. 2.

Leia mais

RESUMO DAS CONDIÇÕES GERAIS EM PODER DA UNICRE SEGURO ONCOLOGIA APÓLICE Nº 3052 - DOENÇA GRUPO ARTIGO PRELIMINAR

RESUMO DAS CONDIÇÕES GERAIS EM PODER DA UNICRE SEGURO ONCOLOGIA APÓLICE Nº 3052 - DOENÇA GRUPO ARTIGO PRELIMINAR RESUMO DAS CONDIÇÕES GERAIS EM PODER DA UNICRE SEGURO ONCOLOGIA APÓLICE Nº 3052 - DOENÇA GRUPO ARTIGO PRELIMINAR O contrato de seguro estabelecido entre a GROUPAMA SEGUROS, S.A., adiante designada por

Leia mais

CARTA DE DIREITOS E DEVERES DA COMUNIDADE ACADÉMICA DA U.PORTO

CARTA DE DIREITOS E DEVERES DA COMUNIDADE ACADÉMICA DA U.PORTO Regulamentos CARTA DE DIREITOS E DEVERES DA COMUNIDADE ACADÉMICA DA U.PORTO Secção Permanente do Senado de 16 de Novembro de 2005 Exposição de Motivos O desenvolvimento de um projecto de qualidade educativa

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA

INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA FOR.CET Centro de Formação para Cursos de Especialização Tecnológica Regulamento de Funcionamento dos CET Capítulo I Acesso e Frequência Artigo 1º (Acesso e Frequência)

Leia mais

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO ÀS ASSOCIAÇÕES AMBIENTAIS, CÍVICAS, CULTURAIS, DESPORTIVAS E JUVENIS DO MUNICÍPIO DA LOUSÃ

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO ÀS ASSOCIAÇÕES AMBIENTAIS, CÍVICAS, CULTURAIS, DESPORTIVAS E JUVENIS DO MUNICÍPIO DA LOUSÃ REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO ÀS ASSOCIAÇÕES AMBIENTAIS, CÍVICAS, CULTURAIS, DESPORTIVAS E JUVENIS DO MUNICÍPIO DA LOUSÃ CAPÍTULO I Disposições Comuns Artigo 1.º Lei Habilitante O presente

Leia mais

Regulamento do Espaço Internet de Condeixa-a-Nova

Regulamento do Espaço Internet de Condeixa-a-Nova MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A- Regulamento do Espaço Internet de Condeixa-a-Nova Preâmbulo A Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova constituiu um Espaço Internet no município, ao abrigo do programa operacional

Leia mais

Ministério da Ciência e Tecnologia

Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia Conselho de Ministros DECRETO nº.../07 de... de... Considerando que as aplicações pacíficas de energia atómica assumem cada vez mais um papel significativo no desenvolvimento

Leia mais

ESTATUTOS DO CENTRO SOCIAL DAS ANTAS CAPÍTULO I. Denominação, Constituição e fins ARTIGO 1º

ESTATUTOS DO CENTRO SOCIAL DAS ANTAS CAPÍTULO I. Denominação, Constituição e fins ARTIGO 1º ESTATUTOS DO CENTRO SOCIAL DAS ANTAS CAPÍTULO I Denominação, Constituição e fins ARTIGO 1º 1. O Centro Social das Antas é uma associação pública de fiéis, também constituída em Instituição Particular de

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS. Nota justificativa

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS. Nota justificativa PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS Nota justificativa A prossecução do interesse público municipal nas áreas da cultura, da acção social, das actividades

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DA MINISTRA. Diploma Ministerial Nº 5/2009, De 30 de Abril

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DA MINISTRA. Diploma Ministerial Nº 5/2009, De 30 de Abril REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DA MINISTRA Diploma Ministerial Nº 5/2009, De 30 de Abril Estatuto Orgânico da Direcção de Eficácia da Assistência Externa O Estatuto

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO

REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO Capitulo I - Generalidades Artigo 1º Definição O Regulamento de Apoio ao Associativismo Desportivo, define os Programas, Tipos de apoio e critérios,

Leia mais

Código de Ética e Conduta

Código de Ética e Conduta Código de Ética e Conduta Índice Apresentação... 3 Principais Objectivos do Código... 3 Finalidade do Código de Ética... 4 Âmbito de Aplicação... 4 Serviço Público... 4 Missão... 5 Visão... 5 Responsabilidade

Leia mais

Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas

Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas Preâmbulo A Câmara Municipal de Nordeste tem vindo a apoiar ao longo dos anos de forma directa e organizada toda a actividade desportiva no concelho

Leia mais

Rev.2015 REGULAMENTO INTERNO APOIO DOMICILIÁRIO. Associação de Solidariedade Social de Crestuma IPSS

Rev.2015 REGULAMENTO INTERNO APOIO DOMICILIÁRIO. Associação de Solidariedade Social de Crestuma IPSS Rev.2015 Associação de Solidariedade Social de Crestuma IPSS REGULAMENTO INTERNO APOIO DOMICILIÁRIO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO REGULAMENTO INTERNO Associação de Solidariedade Social de Crestuma Capítulo

Leia mais

-------------- PREÂMBULO-------------------------------------------------------------------------- --------------O Município de Barcelos, legalmente,

-------------- PREÂMBULO-------------------------------------------------------------------------- --------------O Município de Barcelos, legalmente, -------------- PREÂMBULO-------------------------------------------------------------------------- --------------O Município de Barcelos, legalmente, tem vastas atribuições e competências, entre outras,

Leia mais

CAPÍTULO I. Objectivos e Definição. Artigo 1º. Objectivos

CAPÍTULO I. Objectivos e Definição. Artigo 1º. Objectivos REGULAMENTO DA DISCIPLINA DE ESTÁGIO INTEGRADO EM CONTABILIDADE LICENCIATURA EM GESTÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR CAPÍTULO I Objectivos e Definição Artigo 1º

Leia mais

Casa Velório. Regulamento de cedência e utilização. Junta de Freguesia da Moita. Nota justificativa

Casa Velório. Regulamento de cedência e utilização. Junta de Freguesia da Moita. Nota justificativa Casa Velório Regulamento de cedência e utilização Junta de Freguesia da Moita Nota justificativa A Casa Velório da Junta de Freguesia da Moita, sendo uma estrutura projetada para proporcionar às famílias

Leia mais

INTRODUÇÃO 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING

INTRODUÇÃO 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING Índice INTRODUÇÃO... 2 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING... 2 2 COMPROMISSO DOS COLABORADORES... 2 3 PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTO... 3 3.1 RELAÇÕES COM ADMINISTRADORES E COLABORADORES... 3 3.2 RELAÇÕES COM

Leia mais

MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO

MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO Introdução 1. As Autarquias locais desempenharam ao longo dos últimos anos um papel insubstituível no desenvolvimento

Leia mais

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVAS REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVAS Objecto O presente regulamento estabelece as normas gerais e as condições de utilização dos campos de futebol das instalações desportivas Myindoor

Leia mais

Regulamento de Funcionamento e Gestão dos Refeitórios Escolares

Regulamento de Funcionamento e Gestão dos Refeitórios Escolares Regulamento de Funcionamento e Gestão dos Refeitórios Escolares Nota Introdutória Com este regulamento pretende-se sistematizar um conjunto de normas que disciplinam uma matéria tão importante como é o

Leia mais

Plano Anual de Actividades, Conta de Exploração Previsional. Orçamento de Investimentos e Desinvestimentos 2010

Plano Anual de Actividades, Conta de Exploração Previsional. Orçamento de Investimentos e Desinvestimentos 2010 Plano Anual de Actividades, Conta de Exploração Previsional e Orçamento de Investimentos e Desinvestimentos 2010 Nome: Centro Social de Cultura e Recreio da Silva Natureza Jurídica: Associação - Instituição

Leia mais