Criança Hospitalizada: A realidade do acompanhamento pedagógico

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1 Criança Hospitalizada: A realidade do acompanhamento pedagógico Andréa Cibelle de Moraes Ferreira¹ Daniela Lira de Araújo² Patrícia Smith Cavalcante³ Resumo O presente estudo analisou a realidade do acompanhamento pedagógico, que é realizado com crianças nas instituições hospitalares, e sua real contribuição para o tratamento das mesmas. A pesquisa foi qualitativa, descritiva e bibliográfica, valendose de entrevistas semi-estruturadas com profissionais envolvidos na área pediátrica. Os dados coletados indicaram dificuldade de encontrar classes hospitalares em Recife, de uma forma geral, e a limitação de se trabalhar o currículo escolar dentro do ambiente hospitalar no estudo de caso realizado. Os resultados apontam para a importância do profissional de educação dentro do ambiente hospitalar para o bem estar destas crianças, embora o trabalho desenvolvido ainda seja muito mais lúdico do que de fato cognitivo. Palavras-chave: Classe hospitalar; ludicidade; prática docente. Introdução Nosso interesse em pesquisar sobre pedagogia hospitalar surgiu de reflexões sobre a importância do acompanhamento pedagógico para crianças que por algum motivo se encontram internadas, longe de suas atividades escolares rotineiras. Para a criança internada vivenciar o pesado e angustiante ambiente hospitalar, longe do convívio dos amigos, professores, colegas de escola, pode acarretar um grande problema emocional. Se essa criança fica internada por meses, até um ano sem acompanhamento pedagógico, o afastamento escolar além de doloroso é doloso. A reintegração à escola é difícil, desestimulante. 1. Concluinte de pedagogia Centro de Educação UFPE. 2. Concluinte de pedagogia Centro de Educação UFPE. 3. Professora Adjunta do DMTE Centro de Educação UFPE. 1

2 Muitas vezes, dependendo do período de internação, o ano letivo é perdido, os colegas de turma avançam uma série e a criança, além de fora de faixa escolar, sente dificuldades de se integrar à nova turma. De acordo com a lei nº. 9394/1996 e a Constituição Federal de 1988, mas precisamente no título VIII Da ordem social, capítulo III Da educação, da cultura e do desporto, seção I, artigo 205: A Educação é direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa. A classe hospitalar é reconhecida por meio de Estatuto da Criança e do Adolescente hospitalizado, através da resolução nº 41 de outubro de 1995, no item 9, no qual, resguarda a criança o Direito de desfrutar de alguma forma de recreação, programas de educação para a saúde, acompanhamento do currículo escolar durante sua permanência hospitalar. É direito da criança participar de alguma atividade que lhe traga benefícios e valorize sua auto-estima, já que o ambiente hospitalar por si só, gera na criança medo, angústia, sofrimento e dor. Tudo isso é potencializado com o afastamento da escola e de seus amigos, contribuindo para o agravamento da doença. Assim, o objetivo principal da classe hospitalar é, segundo Vasconcelos (1986, p. 01) fazer um acompanhamento pedagógico a crianças e jovens com dificuldades graves de saúde física ou mental e que estão definitiva ou temporariamente impedidos de freqüentar a escola regular. Desse modo, o suporte pedagógico à criança internada, caracterizado como educação especial, é de suma importância para sua inclusão social e desenvolvimento cognitivo e físico. Diante do exposto, pergunta-se: se a atividade que esse profissional de educação assume em uma instituição de saúde é primordial para o crescimento psicológico e intelectual da criança, o que ainda confina a sua ação? Por que é tão raro encontrarmos um pedagogo inserido nesse contexto? Qual a contribuição real que ele constrói junto a esses pacientes? Estas e outras perguntas buscaremos responder neste trabalho. O Lúdico e sua relação com a criança hospitalizada A brincadeira é a atividade predominante na infância e, vem sendo explorada no campo científico, com o objetivo de caracterizar as suas particularidades, identificar as suas relações com o desenvolvimento e com a saúde e, entre outros objetivos, intervir nos processos de educação e de aprendizagem das crianças. 2

3 A hospitalização, por interromper a vida cotidiana de um indivíduo, se caracteriza como um momento peculiar, configurando-se de forma ainda mais traumática na infância. Isto acontece segundo Monhr (apud SANTOS, 1984) tanto pelos recursos limitados que a criança possui para lidar com tal situação, quanto pela família, que tem alterada sua dinâmica habitual, e pelas próprias dificuldades apresentadas frente à estressante condição. Mitre e Gomes (2004, p. 147) ressaltam três pontos para o uso do lúdico em hospitais: 1) o lúdico como atividade prazerosa à criança, tornando-se um contra-ponto à dolorosa rotina hospitalar; 2) o brincar como um espaço democrático onde ocorre a valorização das experiências individuais e a possibilidade de escolhas; 3) a atividade de brincar como um facilitador para a interação entre os profissionais de saúde, crianças e seus acompanhantes. Foi baseado nestes pressupostos que, em 1991, foi inaugurada a primeira brinquedoteca em hospital. A Brinquedoteca Hospitalar foi criada com a proposta de ser um espaço próprio para o desenvolvimento da atividade lúdica, com o objetivo de propiciar o lazer das crianças e adolescentes internados nas unidades pediátricas e, também, realizar empréstimos de brinquedos para que o brincar se estendesse aos leitos. O trabalho com o lúdico dentro do ambiente hospitalar não é tarefa fácil. Diante disso, o papel dos pedagogos ganha relevância nestes ambientes pouco explorados. À guisa tem-se os hospitais, os quais são lugares propícios tanto para pesquisa quanto para as atividades práticas relacionadas ao lúdico, isso levando em consideração que, de acordo com Friedmann (1996, p. 58), brincar é um direito de qualquer criança, inclusive daquela que se encontra hospitalizada. O Surgimento da Classe hospitalar Visando o não rompimento da rotina de crianças internadas, as atividades educativas foram adequadas aos hospitais pois o ambiente hospitalar sugere estranheza, lugar social onde as regras técnicas se sobrepõem ao comportamento espontâneo da vida diária (CAPRARA, FRANCO, 1999). Surgiu assim na França, em 1935, o conceito de Pedagogia Hospitalar. Seu objetivo foi suprir as necessidades educacionais de crianças que encontravam-se fora do ambiente escolar por motivos de doenças, assegurando assim a continuidade da sua rotina. Logo se expandiu por outros países até chegar ao Brasil, entre os anos de , no Hospital Municipal Jesus localizado na cidade do Rio de Janeiro. A 3

4 partir de então se espalhou pelo País, como demonstra o último mapeamento realizado por Fonseca. Temos hoje 64 hospitais com atendimento escolar hospitalar em 15 Unidades Federadas. E esta iniciativa reitera a validade da proposta educacional no ambiente hospitalar não apenas para a continuidade dos estudos, mas como auxílio na recuperação da saúde daqueles que não perdem a condição de cidadão mesmo em face a doença (2000, p.15). A maioria dos hospitais já implantou algum tipo de atividade lúdica, mas a maioria deles não possui a presença de um pedagogo, não atendendo as necessidades escolares que estas crianças possuem. Apesar de lento, o número de classes vem crescendo. Esse crescimento representa um bom avanço e novos projetos estão em andamento, o que demonstra a preocupação eminente nesta área por alguns profissionais. Segundo a Carta da Criança Hospitalizada, além do atendimento de qualidade, entre outros direitos, as crianças hospitalizadas devem se beneficiar de jogos, recreios e atividades educativas adaptadas à idade, com toda segurança (EACH, 1988). Ainda que a ludicidade seja significativa no tratamento da criança, por si só não é suficiente para adequar sua rotina ao ambiente hospitalar. A brincadeira no dia-a-dia de uma criança sadia não constitui por completo sua rotina. Ela exerce outras atividades que as acompanham, atividades educativas que na maioria das vezes são praticadas no ambiente escolar. Não é pelo fato de estar afastada da escola, que essas atividades devem ser suspensas. Como afirma Ceccim et al., (1997): É possível aprender dentro do hospital, a aprendizagem de crianças doentes, ajuda a afirmar a vida, possibilitando-as a reagir, interagindo para que o mundo de fora continue dentro do hospital e as acolha com um projeto de saúde. (p.80). A importância da atuação do professor fora da escolar, para crianças com necessidades especiais é discutida por vários autores que enfatizam o trabalho como ação humanizadora, capaz de apaziguar as condições de sofrimento da criança hospitalizada. Segundo AMARAL e SILVA a criação de classes escolares em hospitais é resultado do reconhecimento formal de que crianças hospitalizadas, independentemente do período de permanência na instituição ou de outro fator qualquer, têm necessidades educacionais e direitos de cidadania, onde se inclui a escolarização (2003, p. 1). 4

5 Faz-se necessário, então, para que essa escolarização seja continuada durante o tempo de internação, um acompanhamento educacional de um pedagogo que ocupará o tempo ocioso do educando enfermo, através de atividades diversas de leitura, além de garantir o direito à educação. A organização do trabalho dependerá da instituição e do espaço físico, que será disponibilizado de acordo com a capacidade do hospital. Cabe à classe hospitalar o efetivo envolvimento com o doente. Como se tratam de crianças hospitalizadas, o atendimento deve ser mais cauteloso por parte do educador envolvido, uma vez que nessa situação o aluno se encontra mais sensível e desestimulado. O ambiente envolvido deve ser modificado tendo uma quebra da ansiedade do aluno. A metodologia deve ser diferenciada, flexível, de modo a respeitar o quadro clínico da criança. O trabalho deve ser mais individual e as atividades devem ser iniciadas e concluídas no mesmo dia, em decorrência das mudanças freqüentes do quadro dos pacientes. Nunca se sabe se o aluno assistirá à aula no dia seguinte. Quando se trata de um ambiente diferenciado, como uma classe hospitalar, é imprescindível que o profissional tenha um respaldo teórico na área de educação, atrelado a conhecimentos da área de saúde. Entre as atividades que são realizadas, a arte de contar história, jogos, dramatização, desenhos, pinturas e brincadeiras são as mais freqüentes, pois propiciam prazer às crianças, contribuindo também com a continuação dos estudos. Brincar é tão importante para a criança como trabalhar é para o adulto. É o que a torna ativa, criativa e lhe dá oportunidade de relacionar-se com os outros. Também a faz feliz e essa felicidade pode ser continuada dentro do hospital, embora as condições não sejam tão propícias. A arte é outro elemento fundamental, o qual propicia a humanização. Essas atividades têm por objetivo dar continuidade ao currículo escolar da criança, visando diminuir o desestímulo pelo estudo, quando tiver sua volta à educação formal, fator primário da evasão escolar. Busca, também, assegurar o seu desenvolvimento cognitivo, intelectual e sua formação social. Sobre isso, Vasconcelos diz que:...em termos de estratégias de crescimento cognitivo e intelectual, a Classe Hospitalar vem oferecer à criança ferramentas de comunicação com sua realidade familiar, com outras pessoas de sua idade e com outros pacientes; oferecer situações de jogos e entretenimentos; garantir a continuidade didática com a escola de origem além de ajudar a criança e a família a apreender os novos ritmos e os novos projetos, quando o projeto de antes tornou-se impossível (1986 p. 2). 5

6 Além disso, a Pedagogia Hospitalar busca oferecer assessoria e atendimento emocional e humanístico para os pais das crianças, que muitas vezes apresentam problemas de ordem psico/afetiva, que podem prejudicar na adaptação no espaço hospitalar. Ou seja, ela assiste não só ao enfermo, que é seu foco principal, mas a todos os outros envolvidos no período de internação hospitalar. Diante de todas as vantagens que o trabalho do pedagogo apresenta no ambiente hospitalar, torna-se assim necessária a presença de um profissional que auxilie essas crianças levando em consideração o desenvolvimento emocional, o suporte psicológico e, essencialmente, a garantia de educação. A FORMAÇÃO DO PROFESSOR HOSPITALAR Atualmente, o grande crescimento do atendimento educacional em hospitais tem se tornado uma preocupação para os educandos. Essa situação é atribuída, por vezes, à falta de formação e qualificação de pedagogos para atuar no cotidiano hospitalar, lidando com a rotina de medicamentos, internações, variadas enfermidades, entre outros aspectos próprios da prática hospitalar. Pois, segundo CAIADO, "os cursos de formação de professores discutem o cotidiano da escola e os cursos de formação de profissionais da saúde não consideram o professor como participante da equipe hospitalar" (2003, p.72). Portanto, os cursos de pedagogia não preparam os professores para lidarem com os alunos de classes hospitalares e suas condições relacionadas à doença, processo de tratamento, possível cura ou falecimento dos mesmos. No entanto, esta preocupação está contemplada nos objetivos e metas do Plano Nacional de Educação que propõe "incluir nos currículos de formação de professores, nos níveis médio e superior, conteúdos e disciplinas específicas para a capacitação ao atendimento dos alunos especiais" (BRASIL, 2003, p. 68). Os pedagogos atuantes em classes hospitalares, geralmente possuem formação superior. No entanto, muitos procuram por uma especialização que fundamente seus conhecimentos pedagógicos, direcionando para a prática de Pedagogia Hospitalar. A atuação nas classes hospitalares requer um maior preparo do professor para lidar com diferentes experiências culturais, com a diversidade humana, identificando as necessidades educacionais de seus educandos e sempre disposto a modificar e adaptar o s processos de ensino e aprendizagem. 6

7 Segundo AMARAL e SILVA, outro aspecto relevante da prática pedagógica hospitalar, é a maior flexibilidade, por tratar-se de uma clientela que se encontra em constante modificação, tanto em relação ao número de crianças que irão ser atendidas pelas professoras bem como no que diz respeito ao tempo que cada uma delas permanecerá internada e ainda o fato de serem crianças e jovens com diferentes patologias, requisitando diferentes intervenções (2003: 4). Isso quer dizer que para atuar na classe hospitalar se faz necessária uma maior compreensão do trabalho realizado por parte do profissional porque, mais do que em outras instituições, não se trabalha com uma receita pronta ; cada dia significa um desafio para traçar, a partir de temas preestabelecidos, caminhos individualizados. O pedagogo hospitalar deve aprender a lidar com esses fatores quando ainda está em formação, para realizar competentemente seu trabalho. BUSCANDO RESPOSTAS: MÉTODO DE PESQUISA Para alcançar os nossos objetivos, desenvolvemos um estudo de caráter qualitativo. Conforme Reneker (1993), "a pesquisa qualitativa é indutiva, isto é, o pesquisador desenvolve conceitos, idéias e entendimentos a partir de padrões encontrados nos dados, ao invés de coletar dados para comprovar teorias, hipóteses e modelos preconcebidos" (pág. 489). Em nossa pesquisa, dado o ineditismo da área e a necessidade de estudos exploratórios, este método de pesquisa adequou-se muito bem. Inicialmente, realizamos uma etapa inicial de identificação de quais hospitais da região metropolitana do Recife tinham, em seu cotidiano, as classes hospitalares. Após detectar que apenas o Instituto Materno Infantil de Pernambuco (IMIP) realizava acompanhamento pedagógico com as crianças internas, delimitamos o nosso campo de pesquisa a este hospital, desenvolvendo um estudo de caso. Em seguida, realizamos observações na instituição escolhida, buscando obter um maior conhecimento da rotina da classe hospitalar. As observações ocorreram durante os meses de setembro e outubro de 2008, totalizando 06 (seis) visitas. 7

8 Para entrarmos em contato com as crianças e seus acompanhantes, fez-se necessário a entrega do projeto, a ser analisado pelo Comitê de Ética do hospital. Como o tempo para a realização do estudo estava curto, ficamos impossibilitadas de coletar os dados com estes sujeitos. Assim, pudemos apenas obter, através de conversas informais, algumas informações sobre o trabalho realizado na instituição. Direcionamos nossa coleta de dados, então, para três tipos de atores das classes hospitalares: a pedagoga responsável pela classe hospitalar (anexo 1), uma funcionária administrativa e a terapeuta ocupacional (anexo 2). Aplicamos uma entrevista semiestruturada com cada um deles. Segundo Minayo, neste tipo de entrevistas o entrevistador se liberta de formulações pré-fixadas, para introduzir perguntas ou fazer intervenções que visam abrir o campo de explanação do entrevistado ou aprofundar o nível de informações ou opiniões (1996:122). As respostas das entrevistas foram organizadas e analisadas a partir de três categorias recorrentes nas falas dos sujeitos entrevistados: a metodologia da sala de aula; as possibilidades de retorno ao ambiente escolar regular; a realidade do acompanhamento hospitalar. RESULTADOS 1. A METODOLOGIA DA SALA DE AULA Existe dentro da brinquedoteca um espaço utilizado para a sala de aula, composto por uma diversidade de cores e magia que tornam a aula mais atrativa e fogem da realidade angustiante das enfermarias. Nesta única sala de aula, acontecem os encontros diários nos quais os alunos têm a oportunidade de se sentirem mais próximos ao ambiente escolar, que foi pausado devido ao seu estado de saúde. Esses encontros são mais freqüentes no turno da tarde, para não interferir na rotina médico-hospitalar que é mais intensa no turno da manhã. O tempo de internamento, na maioria das vezes não é longo, o que impede a continuação da efetivação da prática escolar hospitalar. Desta maneira, não há divisão por turmas, todos os alunos assistem aula no mesmo ambiente independente da faixa etária: 8

9 Todas as crianças que aparecem no dia são atendidas. Porém, pode acontecer de chegar crianças com uma grande diferença de idade, então é feito um trabalho diferenciado com elas (sujeito A). Sendo assim, não é realizado um acompanhamento do currículo escolar da criança. As aulas no ambiente hospitalar não seguem uma seqüência didática, devem ser planejadas de modo que cada dia seja único e proveitoso para o aluno. Porém, esse planejamento é dificultado uma vez que se deve levar em consideração, em primeiro lugar, o bem estar da criança. O sujeito A nos conta da dificuldade em planejar suas aulas: Não é possível saber o que vamos fazer antes da aula começar. Precisamos ver qual será a nossa clientela do dia. Como as crianças não são obrigadas a participar e o tempo de internação varia, a turma é formada minutos antes da aula iniciar, a faixa etária é variada e a atividade precisa ser voltada para todos. Existem atividades permanentes como contação de história, leitura, produção de textos e o uso da informática voltando-se mais para a apropriação da escrita e da leitura e a matemática. Fonseca (2003 apud WOLF, 2007, p. 04 ) destaca a importância deste acompanhamento mesmo que por um tempo mínimo, e que talvez pareça não significar muito para uma criança que atende a escola regular, tem caráter importantíssimo para a criança hospitalizada. 2. AS POSSIBILIDADES DE RETORNO AO AMBIENTE ESCOLAR REGULAR O tempo em que estas crianças passam freqüentando as aulas não é longo, muitas vezes não ultrapassam uma semana. Em conseqüência, o contato com a escola não é realizado, uma vez que também não é seguido o currículo escolar. No entanto o sujeito A, diz que este tipo de acompanhamento está sendo idealizado: Mas ainda não conseguimos ter um contato com essas escolas. Estamos montando um projeto para que na ficha de entrada do paciente no hospital, tenha um campo para colocar o nome da escola onde a criança estuda e a serie para nos ajudar nesse trabalho. 9

10 Como esse contato ainda não foi efetivado, fica difícil saber como é realizado a reinserção do aluno à escola, se o mesmo apresenta sérias dificuldades no acompanhamento da turma. Acaba-se, desta forma, tornando-se o trabalho realizado no hospital mais voltado ao lúdico, à fuga da realidade que não é menos importante, porém. não assegura a continuidade do estudo dos conteúdos interrompidos. Isto pode acarretar, em alguns casos, a evasão escolar para os alunos que passam um longo período de tempo internados. 3. A REALIDADE DO ACOMPANHAMENTO HOSPITALAR O trabalho da classe hospitalar tem o seu objetivo voltado não somente à criança hospitalizada, mas atende também aos acompanhantes que de alguma forma interrompem suas atividades e passam a vivenciá-las dentro do hospital apresentando algumas vezes problemas emocionais. É pensando desta forma, que o hospital oferece atividades recreativas, acompanhamento psicológico e oficinas. Estas atividades são ministradas por profissionais do próprio hospital, que tem a preocupação de dar assistência e ocupá-los durante o tempo em que as crianças permanecem na sala de aula. Em relação ao trabalho direcionado especialmente às crianças, pode-se dizer que a classe hospitalar na instituição apresentada mostrou-se como mais uma forma de suavizar o cotidiano angustiante que é vivenciado por uma criança separada da sua família, amigos e brincadeiras. É isto que o ambiente hospitalar sugere, ausência da rotina de antes, da vida de antes por tempo, muitas vezes, indeterminado. Trata-se de um projeto modelo no estado de Pernambuco, que buscar conscientizar para a importância da pedagogia hospitalar. Um projeto ainda limitado, mas que vem buscando seu espaço e desenvolvimento. Em sua totalidade, o trabalho realizado pela pedagogia hospitalar com os acompanhantes e, principalmente, com as crianças enfermas, veio somar junto à equipe da instituição hospitalar e é reconhecida por todos os envolvidos: É um trabalho de grande importância eles chegam a passar meses dentro desse hospital e não podem se distanciar tanto de sua rotina, precisam brincar, interagir com outras crianças e estudar. (sujeito A) 10

11 É de grande valor. Pois proporciona bem-estar social, físico e emocional. (sujeito B) É importante demais para a recuperação da criança e o seu desenvolvimento cognitivo, sem falar que a família também precisa dessa ajuda, os pais gostam de ver os filhos estudando. (sujeito C) O trabalho desenvolvido parece atender às expectativas dos funcionários envolvidos, pais, alunos e da própria instituição hospitalar, que é pioneiro dentro do estado. CONCLUSÃO Os resultados mostraram que a implantação da Pedagogia Hospitalar na cidade do Recife ainda encontra-se em estágio inicial. Apenas uma instituição pública parece desenvolver tais atividades. Embora os profissionais envolvidos no atendimento das classes hospitalares pareçam estar satisfeitos com o trabalho desenvolvido, observamos que a rotina da aulas ainda está longe de atender às necessidades escolares dos alunos. Nossos dados mostraram que não há um planejamento curricular das atividades desenvolvidas com as crianças; não há preocupação com a re-inserção da criança na escola e não há adequação das atividades às dificuldades de saúde e cognitivas das crianças. De fato, constatamos que há algumas atividades que podem ser usadas com todos os alunos indistintamente, como é o caso da contação de histórias, e que o objetivo da maioria das atividades é mesmo o de distrair e divertir as crianças. Gostaríamos de colocar que concordamos com o uso do lúdico na Pedagogia Hospitalar, pois como colocam Mitre e Gomes (2004, p. 147) o lúdico é um contra-ponto à dolorosa rotina hospitalar e facilita a interação entre os profissionais de saúde, crianças e seus acompanhantes. Entretanto, na perspectiva educativa, o lúdico é apenas o começo de um trabalho mais voltado à aprendizagem das crianças internadas. 11

12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AMARAL, D. P.; SILVA, M. T. P. Formação e prática pedagógica em classes hospitalares: respeitando a cidadania de crianças e jovens enfermos. Disponível em: Acesso em: 14 out BRASIL. Lei nº 9394/1996, Outubro de Da ordem Social. Brasília, out, <http://www.senado.gov.br/sf/legislacao/const/>. Acesso em: 20 de mai CAPRARA, A., FRANCO, A. L. S. A relação paciente-médico: para uma humanização da prática médica. Cadernos de Saúde Pública. Rio de Janeiro, v.15, n.3, p , CECCIM, Ricardo Burg. Classes Hospitalares: onde, quantas e por quê? CECCIM, Ricardo. Programa escolar hospitalar: pesquisa de intervenção e proposição assistencial. Porto Alegre. Faculdade de Educação/UFRGS- Serviço de Pediatria/HCPA, 1998 EUROPEAN ASSOCIATION FOR CHILDREN IN HOSPITAL - EACH. Carta da Criança Hospitalizada. Disponível em: <http://www.iacrianca.pt>. Acesso em: 10/Ago/05. FONSECA, Eneida Simões da. Atendimento escolar no ambiente hospitalar. São Paulo: Memnon, FONSECA, Eneida Simões da. Atendimento pedagógico-educacional para crianças e jovens hospitalizados: realidade nacional. Brasília. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, p. FRIEDMANN, A. O direito de brincar: a brinquedoteca. 4ª ed. São Paulo: Abrinq, MITRE, R.M. A. & GOMES, R. A promoção do brincar no contexto da hospitalização infantil como ação de saúde. Ciência e Saúde Coletiva, v. 9, n. 1, p ,

13 VASCONCELOS, Sandra M.F. Classe hospitalar no mundo: um desafio à infância em sofrimento. SNYDERS,G. La joie à l école. Paris: PUF, Disponível em:http://www.reacao.com.br/programa_sbpc57ra/sbpccontrole/textos/sandramaiahospitalar.htm.acessado em 19/06/2008. WOLF, Rosângela Abreu do Prado. Pedagogia Hospitalar: A Prática do Pedagogo em instituição não-escolar. Disponível em: Acesso em: 19/06/2008. WOLF, R. A. P. Pedagogia hospitalar: A prática do pedagogo em instituição não-escolar. A pedagogia hospitalar desenvolvendo práticas de leitura através da literatura infantojuvenil, da dramatização, do lúdico e da recreação na ala de pediatria do Hospital de Caridade São Vicente de Paulo. Paraná, p. 52, SANTOS, M. E. R. et al. A hospitalização da criança: a visão do familiar. Jornal de pediatria,v. 56, n. 6, p , RENEKER, Maxine H. A qualitative study of information seeking among members of na academic community: methodological issues and problems. Library Quarterly, v. 63, n. 4, p , Oct Disponível em: Acesso em: 19/07/2008. MINAYO, Maria Cecília de Souza. Pesquisa social: teoria, métodos e criatividade / Suely Ferreira Desalndes, Otávio Cruz Neto, Romeu Gomes, Maria Cecília de Souza Minayo (organizadora). Petrópolis, RJ: Vozes,

14 ANEXOS 14

15 Universidade Federal de Pernambuco Centro de Educação Pedagogia Trabalho de Conclusão de Curso II Cibelle Ferreira (81) Daniela Lira (81) Entrevista realizada como coleta de dados para o trabalho de conclusão de curso A educação é direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade... (lei nº. 9394/1996). Instituição: Nome: Cargo: Qual a capacidade de crianças enfermas que o hospital suporta? Qual a média de tempo que elas permanecem internadas? Durante o tratamento há visitas de algum profissional de educação à estas crianças? Existe algum acompanhamento pedagógico oferecido pelo hospital? Qual o tipo de acompanhamento que é realizado? Quais profissionais atuam diretamente com essas crianças? Para você há necessidade de um profissional de educação? Por que? 15

16 Quais as dificuldades mais freqüentes no tratamento direcionado às crianças? A família do paciente recebe algum acompanhamento? Como você considera todo o trabalho que é realizado com estas crianças e com seus acompanhantes levando em consideração, dentre outros aspectos, o desenvolvimento cognitivo e o apoio psicológico? A criação de classes escolares em hospitais é resultado do reconhecimento formal de que crianças hospitalizadas, independentemente do período de permanência na instituição ou de outro fator qualquer, têm necessidades educacionais e direitos de cidadania, onde se inclui a escolarização (AMARAL e SILVA, 2003, p. 1). Recife, de de

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