1/3 DA JORNADA DO PROFESSOR PARA HORA-ATIVIDADE: É LEGAL É ESSENCIAL PARA UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1/3 DA JORNADA DO PROFESSOR PARA HORA-ATIVIDADE: É LEGAL É ESSENCIAL PARA UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE"

Transcrição

1 1/3 DA JORNADA DO PROFESSOR PARA HORA-ATIVIDADE: É LEGAL É ESSENCIAL PARA UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE A Lei Federal nº /08 é a expressão de uma importante conquista para toda a sociedade brasileira que fixa condições mínimas de trabalho e de remuneração dos profissionais do magistério público da educação básica. Esta lei encontra-se apta a produzir efeitos desde a data em que entrou em vigor, pois a Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta para questionar os seus artigos foi julgada totalmente improcedente pelo Supremo Tribunal Federal. Mesmo assim, prefeitos e governadores insistem em ignorá-la e impor aos professores jornadas extenuantes na sala de aula retirando-lhes a oportunidade de pensar a prática pedagógica, elaborar atividades e outros recursos didáticos, entre outras questões inerentes à profissão que preciam ser exercidas além da regência. O Governo de Minas resistiu por cinco anos para não cumprir a Lei Federal /08. Atualmente, os professores mineiros têm uma jornada de regência superior ao limite determinada pela legislação. No início de 2012, através de nova campanha publicitária e carta à comunidade escolar o governo mineiro afirmou que cumpria a lei e que os professores cumpririam 1/3 de hora-atividade. No entanto, apenas em julho foi apresentada uma proposta de projeto de lei para regulamentar a lei federal. A proposta do Governo apresenta inúmeros problemas que precisam ser resolvidos. Caso contrário, será mais uma lei que trará prejuízos à categoria. O Sind-UTE MG apresenta um estudo da proposta do governo, como forma de subsidiar as discussões nas escolas e no processo de negociação com o Governo e Assembleia Legislativa.

2 Propostas para garantir direitos Nova versão apresentada pelo Governo em agosto/12 Art. 1º Os incisos I e II do 1º e o 2º do art. 33 da Lei nº , de 05 de agosto de 2004, passam a vigorar com a seguinte redação: Art. 33 (...) 1º - (...) I dezesseis horas destinadas à docência; II oito horas destinadas a reuniões e outras atividades e atribuições específicas do cargo. Art A carga horária semanal de trabalho de Professor de Educação Básica compreenderá: I-dezoito horas destinadas à docência; II-seis horas destinadas a reuniões e outras atribuições e atividades específicas do cargo. É necessário especificar as atividades e atribuições para a jornada de 8 horas. Permanecendo a redação proposta pelo Governo, este período poderá ser utilizado para outros fins como convocação para capacitação estabelecida pela Secretaria, desconsiderando as especificidades da escola e da região. Outra possibilidade é impor atendimento a pequenos grupos de alunos, recuperação ou mesmo que todo o tempo seja preenchido com reuniões. Em 2010 o governo fez a mesma tentativa de estabelecer esta redação quando da tramitação do projeto de lei que originou a Lei /10, mas o sindicato conseguiu retirar esta redação. Especificar o período destinado a horaatividade com a seguinte redação: II 2 horas de reunião pedagógica; III 6 horas para planejamento, elaboração e avaliação das atividades escolares dos educandos. Além disso, é preciso acrescentar que a horaaula na rede estadual corresponde a fração de 50 minutos. Art. 1º O art. 33 da Lei nº , de 05 de agosto de 2004, fica acrescido dos 5º, 6º e 7º e os incisos I e II de seu 1º e o seu 2º passam a vigorar com a seguinte redação: Art. 33 (...) 1º - (...) I 16 (dezesseis) horas destinadas à docência; II 8 (oito) horas destinadas a atividades extraclasse, tais como atividades de capacitação, planejamento, avaliação e reuniões, bem como outras atribuições específicas do cargo que não configurem o exercício da docência, sendo vedada a utilização dessa parcela da carga horária para substituição eventual de professores, observada a seguinte distribuição: 4 (quatro) horas semanais em local de livre escolha do professor; 4 (quatro) horas semanais na própria escola ou em local definido pela direção da escola, sendo até 2 (duas) horas semanais dedicadas a reuniões; 2º. A carga horária semanal destinada a reuniões poderá ser acumulada para utilização dentro de um mesmo mês, a juízo da direção da escola; 3º. O saldo da carga horária prevista na alínea b do parágrafo 1º, não utilizado para reuniões, deverá ser destinado a outras atividades previstas no caput do inciso II do parágrafo 1º; 4º. Caso o professor esteja inscrito em cursos de capacitação ou atividades de formação promovidos ou autorizados pela SEE, as horas previstas no 3º. poderão ser cumpridas fora da escola, com o conhecimento prévio da direção da escola. 2º O Professor de Educação Básica que exercer a docência na função de Professor no Núcleo de Tecnologia Educacional - NTE, no ensino do uso de biblioteca, na recuperação de alunos ou na educação de jovens e adultos, na opção semipresencial, cumprirá 22 (vinte e duas) horas semanais nessas funções e 2 (duas) horas semanais serão destinadas a reuniões. Art O Professor de Educação Básica que exercer a docência na função de Professor no Núcleo de Educação Tecnológica - NET -, no ensino do uso de biblioteca, na recuperação de alunos ou na educação de jovens e adultos, na opção semipresencial, cumprirá vinte e duas horas semanais na docência e duas horas semanais destinadas a reuniões. Os cargos descritos neste artigo não possuem direito ao atual módulo II porque, para a Secretaria de Educação, suas funções não exigiriam uma preparação prévia para o exercício de suas atividades. Com isso, por cada turno são cumpridas 4 horas e 30 minutos, o que no final, totaliza uma carga horária semanal de 22 horas e 30 minutos no caso do professor para uso da Biblioteca. O artigo reserva 22 horas semanais para cumprimento das horas obrigatórias e as demais 2 horas para o modulo II. Não é possível aceitar que seja considerada regência apenas a interação com alunos com turmas de 30 ou mais alunos. A Lei Federal /08 não diferencia função de regência. Todas as atividades de interação com o aluno devem ser consideradas de modo a garantir ao professor 1/3 de hora-atividade. Desta forma a redação deste artigo deve contemplar também: professor do Núcleo de Tecnologia Educacional, professor no ensino do uso da biblioteca, professor na recuperação de alunos, professores em ajustamento funcional, Cesecs e professores, que por força de convênio, atuem em estabelecimentos que não são unidades escolares estaduais, mas tem interação com alunos como é o caso das APAES. A redação deste artigo deve contemplar: - o cumprimento de 1/3 de jornada para horaatividade para todos os professores; - acrescentar que os professores em adjunção ou ajustamento funcional cumprirão a mesma jornada prevista do artigo 1º do projeto de lei. 5º O Professor de Educação Básica fora da docência e o que exercer suas atividades no ensino do uso de biblioteca, na recuperação de alunos, no atendimento de alunos inscritos na educação de jovens e adultos, na opção semipresencial, ou no Núcleo de Tecnologia Educacional NTE, cumprirá 24 (vinte e quatro) horas semanais no exercício dessas funções, incluindo as horas destinadas a reuniões. Art. 2º O caput e os 1º, 2º e 3º do art. 34 da Lei nº , de 2004, passam a vigorar com a seguinte redação: Art. 34. O cargo efetivo de Professor de Educação Básica pode ser provido, excepcionalmente, com carga horária igual ou superior a 8 (oito) horas semanais, sem ultrapassar o limite de 24 (vinte e quatro) horas semanais para o mesmo conteúdo curricular. 1º Para os servidores detentores de cargo de que trata o caput deste artigo, as horas destinadas à docência serão calculadas proporcionalmente em relação à carga horária total do cargo, na forma de regulamento. 2º O Professor de Educação Básica efetivo e em atividade que, na data da publicação desta Lei, for detentor de cargo com carga horária inferior à estabelecida no caput deste artigo terá a carga horária ampliada obrigatoriamente até o limite de 8 (oito) horas semanais. Art O cargo efetivo de Professor de Educação Básica poderá ser provido, excepcionalmente, com carga horária igual ou superior a sete horas e inferior a vinte e quatro horas semanais, para um mesmo conteúdo curricular. 1 Para efeito do disposto neste artigo, serão destinadas à docência, no mínimo, cinco horas, e a reuniões, no mínimo, duas horas. 2 O Professor de Educação Básica que estiver cumprindo a carga horária semanal de que trata o caput assumirá as aulas de mesmo conteúdo curricular que surgirem na escola em que estiver em exercício em cargo vago, até o limite de dezoito horas semanais destinadas a docência. Com esta proposta, o professor efetivo que foi nomeado ou que venha a ser nomeado com jornada inferior a 24 aulas não terá direito de completar o cargo. Atualmente é possível a ampliação do cargo, após o início do exercício. Além disso, com a mudança de 7 para 8 aulas, não está clara qual será a redução de cargos que ocorrerá na Rede Estadual. Manter a possibilidade de ampliação do cargo. Art. 2º O caput e os 1º, 2º e 3º do art. 34 da Lei nº , de 2004, passam a vigorar com a seguinte redação: Art. 34. O cargo efetivo de Professor de Educação Básica pode ser provido, excepcionalmente, com carga horária igual ou superior a 8 (oito) horas semanais, sem ultrapassar o limite de 24 (vinte e quatro) horas semanais para o mesmo conteúdo curricular. 1º Para os servidores detentores de cargo de que trata o caput deste artigo, as horas destinadas à docência serão calculadas proporcionalmente em relação à carga horária total do cargo, na forma de regulamento. 2º O Professor de Educação Básica efetivo e em atividade que, na data da publicação desta Lei, for detentor de cargo com carga horária inferior à estabelecida no caput deste artigo terá a carga horária ampliada obrigatoriamente para 8 (oito) horas semanais.

3 Propostas para garantir direitos Nova versão apresentada pelo Governo em agosto/12 3 O subsídio do Professor de Educação Básica de que trata este artigo será estabelecido conforme a tabela prevista no item I.1 do Anexo I da Lei nº , de 29 de junho de 2010 e alterações posteriores, e será proporcional ao número de horas semanais fixadas para o cargo na forma de regulamento. Art O vencimento básico do Professor de Educação Básica de que trata este artigo será estabelecido conforme tabela prevista no parágrafo único do art. 42 e será proporcional ao número de horas semanais fixadas para o cargo na forma de regulamento. Neste caso, poderão ocorrer remunerações diferenciadas para jornadas parciais com carga horária semelhantes, porque na composição do subsídio, o Vencimento Básico é fixo mas a parte variável é individual. É necessário apresentar a proposta de regulamento previsto neste parágrafo. 3 O subsídio do Professor de Educação Básica de que trata este artigo será estabelecido conforme a tabela prevista no item I.1 do Anexo I da Lei nº , de 29 de junho de 2010 e alterações posteriores, e será proporcional ao número de horas semanais fixadas para o cargo na forma de regulamento. Art. 3º O art. 35 da Lei nº , de 2004, fica acrescido do inciso VIII no 7º, e o caput e os 1º, 3º, 4º, 5º, 6º, inciso VI do 7º e 8º passam a vigorar com a seguinte redação: Art. 35 A carga horária semanal de trabalho do Professor de Educação Básica poderá ser acrescida de até 16 (dezesseis) horas-aula, para que seja ministrado, na escola estadual em que esteja em exercício, conteúdo curricular para o qual seja habilitado ou que esteja autorizado a lecionar. Art. 35. A carga horária semanal de trabalho do Professor de Educação Básica poderá ser acrescida de até dezoito horas-aula, para que seja ministrado conteúdo curricular para o qual o professor seja habilitado ou que esteja autorizado a lecionar, remuneradas com valor adicional proporcional ao valor do vencimento básico estabelecido na tabela da carreira de Professor de Educação Básica, enquanto perdurar essa situação. A proposta de redação do Governo mantém a possibilidade de pessoas sem a formação exigida para o cargo assuma as aulas. Outra questão é o limite de 50% de acréscimo como extensão de jornada. O Plano de carreira atual prevê até 100% das aulas. O Governo pretende aproveitar todo o quadro de servidores excedentes, mesmo que o profissional não tenha formação, antes de realizar qualquer designação ou declarar o cargo para preenchimento por meio de concurso público. Retirar a expressão que seja autorizado a lecionar. O governo fez concurso para mais de 15 mil vagas de Professor mas se essa proposta valer, corremos o risco de não termos preenchidas todas as vagas divulgadas para o concurso e elas serem descaracterizadas pela extensão no modelo proposto pelo governo. Art. 3º O art. 35 da Lei nº , de 2004, fica acrescido do inciso VIII no 7º, e o caput e os 1º, 3º, 4º, 5º, 6º, inciso VI do 7º e 8º passam a vigorar com a seguinte redação: Art. 35 A carga horária semanal de trabalho do Professor de Educação Básica poderá ser acrescida até o limite de 16 (dezesseis) horas-aula, para que seja ministrado, na escola estadual em que esteja em exercício, conteúdo curricular para o qual seja habilitado ou que esteja autorizado a lecionar. A Resolução 2.018/12 que estabeleceu o quadro de escola determina que antes da realização de designação, é necessário aproveitar o quadro de professores excedentes, mesmo que não tenham a formação exigida para o cargo. Pela proposta, o governo pretende aproveitar os profissionais que estejam em situação de excedência. É preciso refletir o que tem gerado excedência na Rede Estadual. Ela tem sido ocasionada pela política de diminuição de pessoal feita pela Secretaria de Educação e não pela redução da demanda de matrículas. A extensão de carga horária somente era concedida mediante anuência do servidor. Com esta alteração, a extensão passa a ser obrigatória. O servidor será obrigado a estender a sua carga horária nos casos do inciso I. A extensão somente passa ser opcional para o servidor nas situações descritas no inciso II. 1º A extensão de carga horária será: I obrigatória, quando se tratar de aulas em cargo vago e no mesmo conteúdo da titulação do cargo do professor com jornada semanal inferior a 24 (vinte e quatro) horas; II opcional, quando se tratar : a) de aulas em cargo vago, mas em conteúdo diferente da titulação do cargo do professor; b) de aulas em caráter de substituição; ou c) de professor detentor de cargo com jornada semanal de 24 (vinte e quatro) horas. 1 -A extensão de que trata este artigo será concedida pela SEE, após anuência do servidor. Retirar a obrigatoriedade. Suprimir a possibilidade de extensão em conteúdo diferente da titulação do cargo. 1º A extensão de carga horária será: I obrigatória, quando se tratar de aulas em cargo vago e no mesmo conteúdo da titulação do cargo do professor com jornada semanal inferior a 24 (vinte e quatro) horas; II opcional, quando se tratar : a) de aulas em cargo vago, em conteúdo diferente da titulação do cargo do professor; b) de aulas em caráter de substituição; ou c) de professor detentor de cargo com jornada semanal de 24 (vinte e quatro) horas. 3º Ao assumir extensão de carga horária, o professor fará jus ao Adicional por Extensão de Jornada AEJ -, cujo valor será proporcional ao do subsídio estabelecido na tabela da carreira de Professor de Educação Básica, enquanto permanecer nessa situação. 3 -A extensão de que trata este artigo independe da existência de cargo vago. A extensão de jornada passa a ser denominada Adicional por Extensão de Jornada (AEJ). 3º Ao assumir extensão de carga horária, o professor fará jus ao Adicional por Extensão de Jornada AEJ -, cujo valor será proporcional ao do subsídio estabelecido na tabela da carreira de Professor de Educação Básica, enquanto permanecer nessa situação O Governo retira o limite de dois anos. Este limite é importante para que o governo mantenha uma política permanente de concurso público. Da forma como o Governo propõe regulamentar 1/3 da jornada, este direito será sempre temporário na jornada do professor porque há várias possibilidades para que ele deixe de receber a extensão. 4º É vedada a atribuição de extensão de carga horária ao professor que se encontra em situação de afastamento do exercício do cargo. 4 -A extensão de que trata este artigo não poderá exceder a dois anos se decorrente da existência de cargo vago. É necessário manter a redação atual do 4º. 4º É vedada a atribuição de extensão de carga horária ao professor que se encontra em situação de afastamento do exercício do cargo. 5 O servidor ocupante de dois cargos de Professor de Educação Básica fará jus à extensão de que trata o caput, desde que o somatório das horas destinadas à docência dos dois cargos não exceda a 32 (trinta e duas) horas, excluídas desse total as aulas assumidas por exigência curricular. 5 -O servidor ocupante de dois cargos de Professor de Educação Básica fará jus à extensão de que trata o caput, desde que o somatório das horas destinadas à docência dos dois cargos não exceda a trinta e seis horas, excluídas desse total as aulas assumidas por exigência curricular. Na extensão de jornada, o Governo não considera 1/3 de hora-atividade. É necessário considerar 1/3 a partir de toda a jornada de trabalho do professor. 5 O servidor ocupante de dois cargos de Professor de Educação Básica poderá assumir a extensão de que trata o caput, desde que o somatório das horas destinadas à docência dos dois cargos não exceda a 32 (trinta e duas) horas, excluídas desse total as aulas assumidas por exigência curricular.

4 Propostas para garantir direitos Nova versão apresentada pelo Governo em agosto/12 6º Para fins de incorporação do Adicional por Extensão de Jornada AEJ - aos proventos da aposentadoria, o referido adicional integrará a remuneração de contribuição a que se refere o art. 26 da Lei Complementar nº 64, de 25 de março de 2002, e o valor a ser incorporado será proporcional à maior média decenal das horas trabalhadas no regime de extensão, conforme a fórmula constante no Anexo VI desta Lei. 6 O valor adicional percebido em decorrência da extensão da carga horária de que trata este artigo não constituirá base de cálculo para descontos previdenciários. A incorporação do referido adicional para efeito de aposentadoria só é possível para aqueles servidores que se enquadram no regime de aposentaria pela paridade total: Para obter Proventos Integrais com Paridade (art. 3º da EC 47/2005) é necessário preencher os seguintes requisitos: - Idade: Homem: 60 anos de idade e Mulher: 55 anos de idade; - Tempo de contribuição: Homem: 35 anos de contribuição - Mulher: 30 anos de contribuição; - 25 anos de efetivo Serviço Público; - 15 anos na carreira; - 05 anos no cargo em que se dará a aposentadoria; - Ingresso no Serviço Público até 16/12/1998; Há um redutor de idade: para cada ano que ultrapassar o tempo mínimo de contribuição, diminui-se um ano na idade, observando a idade mínima de 53 anos para homem e 48 anos para mulher. Para quem cumprir estes requisitos a AEJ será positiva, pois será permitido levar essa parcela para os proventos de aposentadoria. Para os demais servidores, muitos dos que entraram antes de 2003 e todos que entraram após 2003, não há dúvida, não levarão a incorporação para a aposentadoria. Esse fato deve ficar claro para todos para que não alimentem a falsa expectativa de incorporação do Adicional Extensão de Jornada ou de Exigência Curricular (ou outras parcelas similares sob a mesma regra) nos proventos de aposentadoria. Com esta proposta, a extensão de jornada e a exigência curricular passarão a ser base para contribuição previdenciária. Isso significa que o desconto no contracheque aumentará. No entanto, diferente do que anuncia o governo, nem todos os servidores levarão este benefício para a aposentadoria, ou seja, contribuirão mas não usufruirão. Por isso, ter a extensão de jornada e exigência curricular como base de contribuição previdenciária deve ser opcional e não obrigatória. Outra questão que não está clara é a situação dos efetivados pela Lei Complementar 100/07 que não é beneficiado pela Lei Complementar 64. Como ficaria a sua situação? 6º Para fins de incorporação do Adicional por Extensão de Jornada AEJ - aos proventos da aposentadoria, o referido adicional integrará a remuneração de contribuição a que se refere o art. 26 da Lei Complementar nº 64, de 25 de março de 2002, e o valor a ser incorporado será proporcional à maior média decenal das horas trabalhadas no regime de extensão, conforme a fórmula constante no Anexo VI desta Lei. 7º A extensão de carga horária será concedida a cada ano letivo e cessará, a qualquer tempo, quando ocorrer:... VI afastamento do cargo, com ou sem remuneração, por período superior a 60 dias no ano.... VIII requisição das aulas por professor habilitado, quando assumidas por docente não habilitado. 7 -A extensão de carga horária concedida ao Professor de Educação Básica não poderá ser reduzida em um mesmo ano letivo, exceto nos casos de: I-desistência do servidor; II-redução do número de turmas ou de aulas na escola em que estiver atuando; III -retorno do titular do cargo, quando a extensão resultar de substituição; IV-provimento do cargo, quando a extensão resultar da existência de cargo vago; V-ocorrência de movimentação de professor; VI -afastamento do efetivo exercício do cargo, com ou sem remuneração, por período superior a sessenta dias no ano; VII-resultado insatisfatório na avaliação de desempenho individual, nos termos da legislação vigente. A garantia de 1/3 de hora-atividade, de acordo com a proposta do Governo, será sempre temporária. Isso impactará na média decenal e no recebimento deste adicional no período de férias do professor (que o receberá proporcional ao período trabalhado). A redação proposta mantém a punição ao professor que adoecer com a perda da extensão. Retirar a punição em decorrência dos afastamentos legais. 7º A extensão de carga horária será concedida a cada ano letivo e cessará, a qualquer tempo, quando ocorrer: VI afastamento do cargo, com ou sem remuneração, por período superior a 60 dias. VIII requisição das aulas por professor habilitado efetivo ou efetivado, quando assumidas por docente não habilitado. 8º Para fins do disposto no 6º, só serão consideradas as parcelas remuneratórias percebidas após o início da percepção do AEJ, ainda que parcelas recebidas anteriormente tenham como fundamento a extensão de jornada do servidor. 8 A extensão de carga horária de que trata este artigo somente será concedida ao Professor de Educação Básica ocupante de cargo com número de aulas inferior a dezoito horas-aula semanais, no mesmo conteúdo curricular, se for em decorrência de substituição O Governo de Minas tem uma dívida com os professores porque há mais de 5 anos eles trabalham uma jornada de regência superior ao determinado em Lei. Nova proposta de redação de modo a compensar os professores da rede estadual que trabalharam jornada de regência superior ao determinado pela legislação federal. 8º Para fins do disposto no 6º, só serão consideradas as parcelas remuneratórias percebidas após o início da percepção do AEJ, ainda que parcelas recebidas anteriormente tenham como fundamento a extensão de jornada do servidor.

5 Propostas para garantir direitos Nova versão apresentada pelo Governo em agosto/12 Art. 4º O art. 36 da Lei nº , de 2004, fica acrescido do 3º, e o caput e o 1º passam a vigorar com a seguinte redação: Art. 36 As aulas de um mesmo conteúdo que, por exigência curricular, ultrapassarem o limite do regime básico do professor deverão ser atribuídas, obrigatoriamente, ao mesmo professor, com pagamento adicional proporcional ao valor estabelecido na tabela da carreira de Professor de Educação Básica, enquanto o referido professor permanecer nessa situação. 1º O Adicional por Exigência Curricular AEC - de que trata o caput passa a constituir base de cálculo para descontos previdenciários e, para efeito de aposentadoria, o valor do subsídio do professor será equivalente à maior média decenal das horas de trabalho assumidas como professor regente de turma ou de aulas, conforme a fórmula constante do Anexo VI desta Lei. 3º Para fins do disposto no 1º, só serão consideradas as parcelas remuneratórias percebidas após o início da percepção do AEC, ainda que parcelas recebidas anteriormente tenham como fundamento a exigência curricular. Art. 4º O art. 36 da Lei nº , de 2004, fica acrescido do 3º, e o caput e o 1º passam a vigorar com a seguinte redação: Art. 36 As aulas de um mesmo conteúdo que, por exigência curricular, ultrapassarem o limite do regime básico do professor deverão ser atribuídas, obrigatoriamente, ao mesmo professor, com pagamento adicional proporcional ao valor estabelecido na tabela da carreira de Professor de Educação Básica, enquanto permanecer nessa situação. 1º O Adicional por Exigência Curricular AEC - de que trata o caput passa a constituir base de cálculo para descontos previdenciários e, para efeito de aposentadoria, o valor do subsídio do professor será equivalente à maior média decenal das horas de trabalho assumidas como professor regente de turma ou de aulas, conforme a fórmula constante do Anexo VI desta Lei. 3º Para fins do disposto no 1º, só serão consideradas as parcelas remuneratórias percebidas após o início da percepção do AEC, ainda que parcelas recebidas anteriormente tenham como fundamento a exigência curricular. Art. 36 O Professor de Educação Básica que, por exigência curricular, cumprir carga horária semanal superior a dezoito horas-aula deverá assumi-la obrigatoriamente, com vencimento básico proporcional ao valor estabelecido na tabela da carreira de Professor de Educação Básica, enquanto permanecer nessa situação. 1 O valor do vencimento básico proporcional percebido em decorrência da exigência curricular de que trata o caput não constituirá base de cálculo para descontos previdenciários. 2 O valor do vencimento básico proporcional de que trata este artigo é inacumulável com a vantagem pessoal prevista no art. 49 desta lei. Da mesma forma que o Adicional por Extensão de Jornada, somente será possível levar os valores correspondentes a exigência curricular para a aposentadoria se o professor cumprir todos os requisitos: - Idade: Homem: 60 anos de idade e Mulher: 55 anos de idade; - Tempo de contribuição: Homem: 35 anos de contribuição - Mulher: 30 anos de contribuição; - 25 anos de efetivo Serviço Público; - 15 anos na carreira; - 05 anos no cargo em que se dará a aposentadoria; - Ingresso no Serviço Público até 16/12/1998; Há um redutor de idade: para cada ano que ultrapassar o tempo mínimo de contribuição, diminui-se um ano na idade, observando a idade mínima de 53 anos para homem e 48 anos para mulher. Para quem cumprir estes requisitos a Exigência Curricular será positiva, pois será permitido levar essa parcela para os proventos de aposentadoria. Para os demais servidores, muitos dos que entraram antes de 2003 e todos que entraram após 2003, não há dúvida, não levarão a incorporação para a aposentadoria. Esse fato deve ficar claro para todos para que não alimentem a falsa expectativa de incorporação do Adicional Extensão de Jornada ou de Exigência Curricular (ou outras parcelas similares sob a mesma regra) nos proventos de aposentadoria. Com esta proposta, a extensão de jornada e a exigência curricular passarão a ser base para contribuição previdenciária. Isso significa que o desconto no contra-cheque aumentará. No entanto, diferente do que anuncia o governo, nem todos os servidores levarão este benefício para a aposentadoria, ou seja, contribuirão mas não usufruirão. Por isso, ter a extensão de jornada e exigência curricular como base de contribuição previdenciária deve ser opcional e não obrigatória. Outra questão que não está clara é a situação dos efetivados pela Lei Complementar 100/07 que não é beneficiado pela Lei Complementar 64. Como ficaria a sua situação? Art. 5º. A média dos valores recebidos como AEJ e AEC no decorrer do mesmo ano letivo, será paga ao servidor nas férias regulamentares correspondentes a esse ano letivo. Novo artigo Já comentado em pontos anteriores Art. 5º. A média dos valores recebidos como AEJ e AEC, no decorrer do mesmo ano letivo, será paga ao servidor nas férias regulamentares correspondentes a esse ano letivo. Art. 6º. A Lei nº , de 2004, passa a vigorar acrescida do Anexo VI, na forma estabelecida no Anexo desta lei. Art. 7º O disposto nesta lei aplica-se ao Professor de Educação Básica efetivado em decorrência da Lei Complementar nº 100, de 5 de novembro de Art. 8º Fica revogado o 9º do art. 35 da Lei nº , de 2004 Art. 7º Fica revogado o 9º do art. 35 da Lei nº , de º Ao servidor alcançado pelo art. 7º da Lei Complementar nº100, de 5 de novembro de 2007, ocupante de cargo com carga horária semanal inferior a dezoito horas-aula, poderá ser atribuída extensão de carga horária no mesmo conteúdo do cargo, em cargo vago ou em substituição. O Governo retira do efetivado pela Lei Complementar 100/07, a possibilidade de extensão de jornada. Manter a atual redação do 9º O Governo propõe vigência de 1/3 para hora-atividade a partir de janeiro de No entanto, a Lei Federal foi sancionada em julho de 2008 e teve a decisão final sobre a sua constitucionalidade em maio de Isso significa que por mais de 5 anos, os professores da Rede Estadual trabalharam uma jornada de regência superior ao previsto na legislação. O governo mineiro deve apresentar algum mecanismo de compensação aos trabalhadores em educação. Art. 8º. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de Novo artigo Nova proposta de redação de modo a compensar os professores da rede estadual que trabalharam jornada de regência superior ao determinado pela legislação federal. Art. 9º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de 2013 Lei Complementar 64/02: Institui o Regime Próprio de Previdência e Assistência Social dos Servidores Públicos do estado de Minas Gerais Lei /04: Institui as carreiras dos profissionais de educação básica do Estado Resolução 2.018/12: Estabelece normas para a organização do Quadro de Pessoal das Escolas Estadual e a designação para o exercício de função pública na rede pública estadual. Lei /04: Dispõe sobre a aplicação de disposições da Emenda Constitucional 41.

6 Histórico da Lei Federal nº /2008 Em 16 de julho de 2008 foi publicada a Lei Federal /08 que instituiu o piso salarial profissional nacional para os professores do magistério púbico da educação básica. Além de tratar do piso salarial, a referida Lei também estipulou a carga horária a ser cumprida pelos servidores da educação, dispondo o 4 do art. 2 o limite de 2/3 (dois terços) da jornada para interação com os alunos. Vejamos: Lei Federal de 16 de julho de 2008 (...). Art. 2o O piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica será de R$ 950,00 (novecentos e cinqüenta reais) mensais, para a formação em nível médio, na modalidade Normal, prevista no art. 62 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. (...) 2o Por profissionais do magistério público da educação básica entendemse aqueles que desempenham as atividades de docência ou as de suporte pedagógico à docência, isto é, direção ou administração, planejamento, inspeção, supervisão, orientação e coordenação educacionais, exercidas no âmbito das unidades escolares de educação básica, em suas diversas etapas e modalidades, com a formação mínima determinada pela legislação federal de diretrizes e bases da educação nacional. (...) 4o Na composição da jornada de trabalho, observar-se-á o limite máximo de 2/3 (dois terços) da carga horária para o desempenho das atividades de interação com os educandos. O terço restante da jornada ficou reservado para outras atividades pedagógicas essenciais para o bom desenvolvimento escolar, como a programação e o preparo dos docentes para a sala de aula. No entanto, em 29 de outubro do mesmo ano (2008), os governadores do Estado do Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Ceará ajuizaram Ação Direta de Inconstitucionalidade n em face da Lei Federal. Em síntese, alegavam a violação ao princípio da autonomia dos entes federados e, consequentemente, dos dispositivos que materializam a distribuição de competências em nossa Constituição. Os governadores argumentaram a Lei Federal nº /2008 teria invadido a competência estadual e municipal ao dispor sobre o piso, carga horária, etc. Logo, seria formalmente inconstitucional. Os governadores também solicitaram no bojo da ADI 4167 medida cautelar para suspensão dos efeitos da Lei até o julgamento do mérito da ação. A medida cautelar foi deferida parcialmente pelo ilustre relator, Ministro Joaquim Barbosa, e alcançou o 4 do art. 2 anteriormente citado. Em suma, desde 2008 TODOS governadores e prefeitos têm conhecimento da lei federal. Entretanto, em 27 de abril de 2011, o Supremo Tribunal Federal finalizou o julgamento da suposta inconstitucionalidade do 4, art. 2 da Lei e reconheceu a possibilidade de lei federal dispor sobre a jornada dos profissionais da educação em interação com os alunos. Declarou o dispositivo constitucional. A ADI foi julgada improcedente. Finalmente, em 24 de agosto de 2011 foi publicado o acórdão que julgou constitucional o limite de jornada de 2/3 disposto na Lei Vejamos a ementa do acórdão: CONSTITUCIONAL. FINANCEIRO. PACTO FEDERATIVO E REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIA. PISO NACIONAL PARA OS PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA. CONCEITO DE PISO: VENCIMENTO OU REMUNERAÇÃO GLOBAL. RISCOS FINANCEIRO E ORÇAMENTÁRIO JORNADA DE TRABALHO: FIXAÇÃO DO TEMPO MÍNIMO PARA DEDICAÇÃO A ATIVIDADES EXTRACLASSE EM 1/3 DA JORNADA. ARTS. 2º, 1º E 4º, 3º, CAPUT, II E III E 8º, TODOS DA LEI /2008. CONSTITUCIONALIDADE. PERDA PARCIAL DE OBJETO. 1. Perda parcial do objeto desta ação direta de inconstitucionalidade, na medida em que o cronograma de aplicação escalonada do piso de vencimento dos professores da educação básica se exauriu (arts. 3º e 8º da Lei /2008). 2. É constitucional a norma geral federal que fixou o piso salarial dos professores do ensino médio com base no vencimento, e não na remuneração global. Competência da União para dispor sobre normas gerais relativas ao piso de vencimento dos professores da educação básica, de modo a utilizá-lo como mecanismo de fomento ao sistema educacional e de valorização profissional, e não apenas como instrumento de proteção mínima ao trabalhador. 3. É constitucional a norma geral federal que reserva o percentual mínimo de 1/3 da carga horária dos docentes da educação básica para dedicação às atividades extraclasse. Ação direta de inconstitucionalidade julgada improcedente. Perda de objeto declarada em relação aos arts. 3º e 8º da Lei /2008. A LEI FOI DECLARADA CONSTITUCIONAL, A JORNADA MÍNIMA DE 1/3 DA CARGA HORÁRIA PARA ATIVIDADES EXTRACLASSE PASSOU A OBRIGAR TODOS OS ESTADOS E MUNICIPIOS DESDE 24 DE AGOSTO DE O Sr. Ministro Joaquim Barbosa no julgamento da referida ação, pontuou sabiamente a questão, reafirmando a necessidade de aplicação do disposto no 4 do art. 2 da lei: Nos tempos atuais, penso que a preservação do campo de autonomia local em matéria educacional tem legítimo lugar no modelo de pacto federativo que se constrói desde a promulgação da Constituição de 1988, desde que ponderada à luz do fundamento que anima a adoção de normas gerais na Federação. Porém, a fixação em exame é adequada e proporcional à luz da situação atual. Em especial, a existência de normas gerais não impede os entes federados de, no exercício de sua competência, estabelecer programas, meios de controle, aconselhamento e supervisão da carga horária que não é cumprida estritamente durante a convivência com o aluno. No ponto, julgo improcedente a ação direta de inconstitucionalidade. Seguindo o mesmo raciocínio, o Sr. Ministro Ricardo Lewandowski também analisou o assunto: Eu entendo que a fixação de um limite máximo de 2/3 (dois terços) para as atividades de interação com os alunos, ou, na verdade, para a atividade didática, direta, em sala de aula, mostra-se perfeitamente razoável, porque sobrará apenas 1/3 (um terço) para as atividades extra-aula. Quem é professor sabe muito bem que essas atividades extra-aula são muito importantes. No que

7 consistem elas? Consistem naqueles horários dedicados à preparação das aulas, encontros com os pais, com colegas, com alunos, reuniões pedagógicas, didáticas; portanto, a meu ver, esse mínimo faz-se necessário para a melhoria da qualidade do ensino e também para a redução das desigualdades regionais. Entendo, finalmente, da mesma forma como fez o Ministro Joaquim Barbosa, que não há nenhuma ofensa à autonomia financeira e orçamentária dos Estados porque a própria lei prevê o mecanismo de compensação e, ademais, deu um prazo de carência para que essa medida entrasse em vigor. Portanto, os entes federados puderam perfeitamente se adaptar a ela, tiveram um largo tempo para fazê-lo. Outro ponto importante a ser abordado refere-se aos benefícios trazidos por esta nova carga horária definida em lei. Ao se estipular 1/3 de carga horária para o professor fora da sala de aula, o legislador certamente visa na melhoria do ensino no país, uma vez que os professores terão um tempo maior para a elaboração de aulas e criação de novas atividades pedagógicas o que, conseqüentemente, resultará em melhoria na qualidade de ensino e desenvolvimento dos estudantes. Portanto, tanto os professores quanto os alunos não podem ser prejudicados pelo mau planejamento de governadores e prefeitos, ao passo que a estipulação de 1/3 da carga horária para atividades extraclasse beneficia a todos, garantindo, assim, um serviço educacional mais rico e eficiente para os estudantes. Expediente: Sind-UTE/MG Rua Ipiranga, nº 80 - Floresta - BH - MG / Fone: (31) Fax: (31) Projeto Gráfico: Eficaz Comunicação

Regulamentação de 1/3 de Hora-Atividade na Rede Estadual de Minas Gerais

Regulamentação de 1/3 de Hora-Atividade na Rede Estadual de Minas Gerais Regulamentação de 1/3 de Hora-Atividade na Rede Estadual de Minas Gerais 2013 FILIADO À 1 HISTÓRICO De 2008 até 2012, os professores da rede estadual trabalharam uma jornada de sala de aula superior ao

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA PROJETO DE LEI Nº Disciplina a admissão de pessoal por prazo determinado no âmbito do Magistério Público Estadual, para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público, sob regime administrativo

Leia mais

PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA

PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA Regulamenta o inciso VIII do artigo 206 da Constituição Federal, para instituir o piso salarial profissional

Leia mais

PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA

PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA Regulamenta o inciso VIII do artigo 206 da Constituição Federal, para instituir o piso salarial profissional

Leia mais

LEI Nº 13.574, DE 12 DE MAIO DE 2003. (Projeto de Lei nº 611/02, da Vereadora Claudete Alves - PT)

LEI Nº 13.574, DE 12 DE MAIO DE 2003. (Projeto de Lei nº 611/02, da Vereadora Claudete Alves - PT) LEI Nº 13.574, DE 12 DE MAIO DE 2003 (Projeto de Lei nº 611/02, da Vereadora Claudete Alves - PT) Dispõe sobre a transformação e inclusão no Quadro do Magistério Municipal, do Quadro dos Profissionais

Leia mais

MÓDULO II PISO SALARIAL PROFISSIONAL NACIONAL

MÓDULO II PISO SALARIAL PROFISSIONAL NACIONAL MÓDULO II PISO SALARIAL PROFISSIONAL NACIONAL LEGISLAÇÃO BÁSICA LEI Nº 11.738, DE 16/07/2008 1 Profissionais têm direito ao piso piso. O art. 1º e o 2º do art. 2º definem quais profissionais têm direito

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR N º 38/2011

LEI COMPLEMENTAR N º 38/2011 LEI COMPLEMENTAR N º 38/2011 ALTERA O ESTATUTO E PLANO DE CARREIRA E DE REMUNERAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO PÚBLICO DO MUNICIPIO DE FORTUNA DE MINAS, INSTITUÍDO PELA LEI COMPLEMENTAR N.º 27/2004. A Câmara Municipal

Leia mais

Cartilha. 1/3 DA JORNADA DO/a PROFESSOR/a PARA HORA-ATIVIDADE É LEGAL É ESSENCIAL PARA UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE

Cartilha. 1/3 DA JORNADA DO/a PROFESSOR/a PARA HORA-ATIVIDADE É LEGAL É ESSENCIAL PARA UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE Cartilha 1/3 DA JORNADA DO/a PROFESSOR/a PARA HORA-ATIVIDADE É LEGAL É ESSENCIAL PARA UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE Educação de Qualidade desafio nacional Os desafios para a construção de uma educação de qualidade

Leia mais

Senado Federal Subsecretaria de Informações

Senado Federal Subsecretaria de Informações Senado Federal Subsecretaria de Informações Data 19/12/2003 EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 41 Modifica os arts. 37, 40, 42, 48, 96, 149 e 201 da Constituição Federal, revoga o inciso IX do 3º do art. 142 da

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 611, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2013

LEI COMPLEMENTAR Nº 611, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2013 LEI COMPLEMENTAR Nº 611, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2013 Procedência: Governamental Natureza: PLC/0046.0/2013 DO: 19.729, de 31/12/2013 Fonte: ALESC/Coord. Documentação Fixa o subsídio mensal dos integrantes

Leia mais

LEI Nº 21.710, DE 30 DE JUNHO DE

LEI Nº 21.710, DE 30 DE JUNHO DE LEI Nº 21.710, DE 30 DE JUNHO DE 2015. Dispõe sobre a política remuneratória das carreiras do Grupo de Atividades de Educação Básica do Poder Executivo, altera a estrutura da carreira de Professor de Educação

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 13.421, DE 05 DE ABRIL DE 2010. (publicada no DOE nº 062, de 05 de abril de 2010 2ª edição) Institui a Carreira

Leia mais

64 São Paulo, 124 (238) Diário Oficial Poder Executivo - Seção I quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

64 São Paulo, 124 (238) Diário Oficial Poder Executivo - Seção I quarta-feira, 17 de dezembro de 2014 64 São Paulo, 124 (238) Diário Oficial Poder Executivo - Seção I quarta-feira, 17 de dezembro de 2014 quarta-feira, 17 de dezembro de 2014 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 124 (238)

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE GUANHÃES, Estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais;

O PREFEITO MUNICIPAL DE GUANHÃES, Estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais; LEI Nº 2451 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Dispõe sobre o estágio de estudantes junto ao poder público Municipal, suas autarquias e fundações e dá outras providencias. O PREFEITO MUNICIPAL DE GUANHÃES, Estado

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SEAP Nº 5, DE 28 DE ABRIL DE 1999

INSTRUÇÃO NORMATIVA SEAP Nº 5, DE 28 DE ABRIL DE 1999 INSTRUÇÃO NORMATIVA SEAP Nº 5, DE 28 DE ABRIL DE 1999 Estabelece orientação aos órgãos setoriais e seccionais do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal - SIPEC quanto aos procedimentos operacionais

Leia mais

PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO I. INTRODUÇÃO: Plano de Carreira é o conjunto de normas que disciplinam o ingresso e instituem oportunidades e estímulos ao desenvolvimento

Leia mais

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO FEDERAL E REFORMA DO ESTADO SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS PORTARIA NORMATIVA SRH Nº 2, DE 14 DE OUTUBRO DE 1998

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO FEDERAL E REFORMA DO ESTADO SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS PORTARIA NORMATIVA SRH Nº 2, DE 14 DE OUTUBRO DE 1998 MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO FEDERAL E REFORMA DO ESTADO SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS PORTARIA NORMATIVA SRH Nº 2, DE 14 DE OUTUBRO DE 1998 Dispõe sobre as regras e procedimentos a serem adotados pelos

Leia mais

O Prefeito Municipal de Macuco, no uso de suas atribuições legais, faz saber que a Câmara Municipal de Macuco aprovou e ele sanciona a seguinte,

O Prefeito Municipal de Macuco, no uso de suas atribuições legais, faz saber que a Câmara Municipal de Macuco aprovou e ele sanciona a seguinte, LEI Nº 302/05 "DISPÕE SOBRE O PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO MUNICIPAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS" O Prefeito Municipal de Macuco, no uso de suas atribuições legais, faz saber que

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA 03/2015/SMEC

INSTRUÇÃO NORMATIVA 03/2015/SMEC INSTRUÇÃO NORMATIVA 03/2015/SMEC Dispõe sobre o processo anual de atribuição de classes e ou aulas ao pessoal docente pertencentes ao quadro efetivo e com contrato temporário nas Unidades Escolares da

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 5, DE 3 DE AGOSTO DE 2010 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 5, DE 3 DE AGOSTO DE 2010 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 5, DE 3 DE AGOSTO DE 2010 (*) Fixa as Diretrizes Nacionais para os Planos de Carreira e Remuneração dos Funcionários

Leia mais

quarta-feira, 19 de março de 2014 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 124 (52) 17-

quarta-feira, 19 de março de 2014 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 124 (52) 17- quarta-feira, 19 de março de 2014 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 124 (52) 17- Resolução SE-12, de 18-3-2014 - Dispõe sobre a situação funcional dos servidores da Secretaria da Educação

Leia mais

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ESTADO DO RIO DE JANEIRO Prefeitura Municipal de Porciúncula

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ESTADO DO RIO DE JANEIRO Prefeitura Municipal de Porciúncula LEI COMPLEMENTAR Nº 055/2007 Dispõe sobre o Plano de Carreira e Remuneração do Magistério Público do Município de Porciúncula/RJ e dá outras providências O PREFEITO MUNICIPAL DE PORCIÚNCULA, no uso das

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Regulamenta o inciso II do 4º do art. 40 da Constituição, que dispõe sobre a concessão de aposentadoria especial a servidores públicos que exerçam atividade de risco. O CONGRESSO

Leia mais

ORIENTAÇÃO NORMATIVA SRH Nº 2, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2011. CAPÍTULO I DO DIREITO E DA CONCESSÃO

ORIENTAÇÃO NORMATIVA SRH Nº 2, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2011. CAPÍTULO I DO DIREITO E DA CONCESSÃO ORIENTAÇÃO NORMATIVA SRH Nº 2, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2011. Dispõe sobre as regras e procedimentos a serem adotados pelos órgãos setoriais e seccionais do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal

Leia mais

Para efeito desta Lei:

Para efeito desta Lei: LEI ORDINARIA n 39/1993 de 17 de Dezembro de 1993 (Mural 17/12/1993) Estabelece o Plano de carreira do Magistério público do Município, institui o respectivo quadro de cargos e dá outras providências.

Leia mais

Câmara Municipal de Uberaba O progresso passa por aqui LEI COMPLEMENTAR Nº 381

Câmara Municipal de Uberaba O progresso passa por aqui LEI COMPLEMENTAR Nº 381 LEI COMPLEMENTAR Nº 381 Modifica dispositivos da Lei Complementar nº 133, de 25 de novembro de 1998, e suas posteriores alterações, e dá outras providências. O Povo do Município de Uberaba, Estado de Minas

Leia mais

Prezadas Senadoras, Prezados Senadores,

Prezadas Senadoras, Prezados Senadores, Carta 035/ 2015 Brasília, 12 de maio de 2015 Carta Aberta da Undime às Senadoras e aos Senadores integrantes da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal referente ao PLS 532/ 2009

Leia mais

NORMA DE PROCEDIMENTOS. Férias

NORMA DE PROCEDIMENTOS. Férias pág.: 1/6 1 Objetivo Estabelecer critérios e procedimentos para programação, concessão e pagamento de férias aos empregados da COPASA MG. 2 Referências Para aplicação desta norma poderá ser necessário

Leia mais

PARÁGRAFO ÚNICO PARÁGRAFO PRIMEIRO

PARÁGRAFO ÚNICO PARÁGRAFO PRIMEIRO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO FIRMADA PERANTE O EXMO. DR. DELEGADO REGIONAL DO TRABALHO QUE ENTRE SI FAZEM O SINDICATO DOS AUXILIARES DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, LOCALIZADO À

Leia mais

I - Técnico de Apoio Fazendário e Financeiro, integrando a categoria funcional de Profissional de Apoio Operacional;

I - Técnico de Apoio Fazendário e Financeiro, integrando a categoria funcional de Profissional de Apoio Operacional; (*) Os textos contidos nesta base de dados têm caráter meramente informativo. Somente os publicados no Diário Oficial estão aptos à produção de efeitos legais. ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL DECRETO Nº 10.609,

Leia mais

LEI Nº 1.939/ 2004 CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

LEI Nº 1.939/ 2004 CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES LEI Nº 1.939/ 2004 EMENTA: Institui o Plano de Cargos Carreira e Remuneração do Grupo Ocupacional do Magistério de Goiana e revogada a Lei nº 1.817/98. O PREFEITO DO MUNICIPIO DE GOIANA, ESTADO D PERNAMBUCO,

Leia mais

SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES

SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES PROJETO DE LEI Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC; altera as Leis n os 7.998, de 11 de janeiro de 1990, que regula o Programa

Leia mais

PARECER Nº, DE 2010. RELATOR: Senador ALVARO DIAS RELATOR AD HOC: Senador ANTONIO CARLOS JÚNIOR

PARECER Nº, DE 2010. RELATOR: Senador ALVARO DIAS RELATOR AD HOC: Senador ANTONIO CARLOS JÚNIOR PARECER Nº, DE 2010 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sobre a Proposta de Emenda à Constituição nº 95, de 2003, primeiro signatário o Senador Paulo Paim, que dá nova redação ao inciso III,

Leia mais

AULA 02 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 02

AULA 02 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 02 AULA 02 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 02 CAPÍTULO VII DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA SEÇÃO I DISPOSIÇÕES

Leia mais

MANUAL DO SERVIDOR APOSENTÁVEL. Servidor, este manual tem o objetivo de orientá-lo, por ocasião da aposentadoria.

MANUAL DO SERVIDOR APOSENTÁVEL. Servidor, este manual tem o objetivo de orientá-lo, por ocasião da aposentadoria. MANUAL DO SERVIDOR APOSENTÁVEL Servidor, este manual tem o objetivo de orientá-lo, por ocasião da aposentadoria. Onde requerer sua aposentadoria? Dirigir-se ao Órgão de Pessoal da Secretaria em que estiver

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE BARRETOS, ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

O PREFEITO MUNICIPAL DE BARRETOS, ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: LEI N.º 3629, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2003. (Com alterações impostas pelas leis n. os 3.636, de 17 de dezembro de 2003; 3.727, de 27 de janeiro de 2005; 3.816, de 27 de dezembro de 2005; 4.048, de 07 de março

Leia mais

REGULAMENTO/COGEP Nº 001, DE 1º DE JUNHO DE 2012. 2ª Edição Atualizada em 29 de janeiro de 2013.

REGULAMENTO/COGEP Nº 001, DE 1º DE JUNHO DE 2012. 2ª Edição Atualizada em 29 de janeiro de 2013. REGULAMENTO/COGEP Nº 001, DE 1º DE JUNHO DE 2012. 2ª Edição Atualizada em 29 de janeiro de 2013. Dispõe acerca da Política de uso do PONTO ELETRÔNICO E DA JORNADA DE TRABALHO dos servidores do Instituto

Leia mais

PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta: PROJETO DE LEI N Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego PRONATEC, altera as Leis n. 7.998, de 11 de janeiro de 1990, n. 8.121, de 24 de julho de 1991 e n. 10.260, de 12 de julho

Leia mais

REGRAS DE APOSENTADORIA DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL - RPPS

REGRAS DE APOSENTADORIA DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL - RPPS REGRAS DE APOSENTADORIA DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL - RPPS INTRODUÇÃO Como o objetivo de facilitar o entendimento da matéria relacionada à reforma previdenciária, teceremos alguns comentários

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BRUSQUE

PREFEITURA MUNICIPAL DE BRUSQUE LEI COMPLEMENTAR nº 146, DE 31 DE AGOSTO DE 2009 Dispõe sobre o Estatuto do Magistério Público Municipal de Brusque. O PREFEITO MUNICIPAL DE BRUSQUE Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono

Leia mais

37º FONAI Maceió-AL. Atualização Técnica Princípio para assessorar a gestão.

37º FONAI Maceió-AL. Atualização Técnica Princípio para assessorar a gestão. 37º FONAI Maceió-AL Atualização Técnica Princípio para assessorar a gestão. 26 a 30/11/2012 Oficina Técnica Regras de Aposentadoria no Setor Público Pessoal Civil Cleison Faé Aposentadoria no Setor Público

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES

CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES PARECER DA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA Projeto de Lei nº 195 de 11 de dezembro de 2013 AUTOR: Poder Executivo PARECER: Favorável, sem apresentação de emendas EMENTA: Dispõe sobre a concessão de

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO QUE PROMOVE A CÂMARA DE NEGOCIAÇÃO DEDESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

GRUPO DE TRABALHO QUE PROMOVE A CÂMARA DE NEGOCIAÇÃO DEDESENVOLVIMENTO ECONÔMICO GRUPO DE TRABALHO QUE PROMOVE A CÂMARA DE NEGOCIAÇÃO DEDESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL DESTINADA A DISCUTIR PROPOSTAS QUE INTERESSAM À CLASSE TRABALHADORA E AOS EMPRESÁRIOS EMENDA SUBSTITUTIVA GLOBAL

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 1.164, DE 4 DE JANEIRO DE 2012

LEI COMPLEMENTAR Nº 1.164, DE 4 DE JANEIRO DE 2012 Página 1 de 5 LEI COMPLEMENTAR Nº 1.164, DE 4 DE JANEIRO DE 2012 Institui o Regime de Dedicação Plena e Integral - RDPI e a Gratificação de Dedicação Plena e Integral - GDPI aos integrantes do Quadro do

Leia mais

http://www.legislabahia.ba.gov.br/verdoc.php?id=65585&voltar=voltar

http://www.legislabahia.ba.gov.br/verdoc.php?id=65585&voltar=voltar Page 1 of 11 Voltar Imprimir "Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial do Estado." LEI Nº 11.374 DE 05 DE FEVEREIRO DE 2009 Ver também: Decreto 14.488 de 23 de maio de 2013 - Regulamenta

Leia mais

LEI Nº 2.971, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011

LEI Nº 2.971, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011 LEI Nº 2.971, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011 Altera dispositivos da Lei Municipal n o 2.913, de seis de maio de 2011, que dispõe sobre o Plano de Carreira do Magistério Público Municipal de Gramado. NESTOR

Leia mais

MAGNO ANTÔNIO CORREIA DE MELLO

MAGNO ANTÔNIO CORREIA DE MELLO ALTERAÇÕES NORMATIVAS DECORRENTES DE REFORMAS PREVIDENCIÁRIAS IMPLEMENTADAS OU PROPOSTAS, CLASSIFICADAS POR ASSUNTO, A PARTIR DA EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 20/98 - QUADRO COMPARATIVO - MAGNO ANTÔNIO CORREIA

Leia mais

N.º 114 14/05/2015. Professor/a que atualmente está no nível TII (nível licenciatura curta) Alterações propostas:

N.º 114 14/05/2015. Professor/a que atualmente está no nível TII (nível licenciatura curta) Alterações propostas: N.º 114 14/05/2015 www.sindutemg.org.br (31) 3481-2020 sindute@sindutemg.org.br Educadores/as realizam, dia 14/05, assembleia estadual para avaliar e deliberar sobre as propostas de Salário e Carreira

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO ATO Nº 342/DILEP.CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 25 DE JUNHO DE 2014.

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO ATO Nº 342/DILEP.CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 25 DE JUNHO DE 2014. TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO ATO Nº 342/DILEP.CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 25 DE JUNHO DE 2014. Dispõe sobre a concessão de bolsa de estudo para curso de língua estrangeira no âmbito do Tribunal Superior

Leia mais

Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008

Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO Curso de Comunicação Social Publicidade e Propaganda Ética e Legislação em Publicidade e Propaganda Profª. Cláudia Holder Nova Lei de Estágio (Lei nº 11.788/08) Lei

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ000640/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 07/05/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR020835/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46232.001517/2015-88 DATA DO

Leia mais

APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO

APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO 1- DEFINIÇÃO APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO 1.1 Passagem do servidor da atividade para a inatividade, com proventos calculados de acordo com a média aritmética das maiores remunerações,

Leia mais

marcelo ávila a d v o g a d o s

marcelo ávila a d v o g a d o s ABONO PERMANÊNCIA DO SERVIDOR PÚBLICO 1 Ementa: Foi instituído pela Emenda Constitucional 41/2003, e corresponde ao valor da contribuição previdenciária mensal do servidor que o requerer, desde que tenha

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei complementar:

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei complementar: ( ) LEI COMPLEMENTAR Nº 836, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1997 Institui Plano de Carreira, Vencimentos e Salários para os integrantes do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação e dá outras providências

Leia mais

PROPOSTA DE PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E REMUNERAÇÃO DOS POFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO: MAGISTÉRIO E FUNCIONÁRIOS ADMINISTRATIVOS.

PROPOSTA DE PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E REMUNERAÇÃO DOS POFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO: MAGISTÉRIO E FUNCIONÁRIOS ADMINISTRATIVOS. PROPOSTA DE PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E REMUNERAÇÃO DOS POFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO: MAGISTÉRIO E FUNCIONÁRIOS ADMINISTRATIVOS. Seção 1 Disposições Preliminares Art. 1º- Fica criado o Plano Unificado de

Leia mais

ASSEMBLEIA - MAGISTÉRIO

ASSEMBLEIA - MAGISTÉRIO ASSEMBLEIA - MAGISTÉRIO LEI COMPLEMENTAR N.º 752 DE 30 DE MARÇO DE 2012 Propostas de alterações no estatuto feitas pela Seduc SEÇÃO IV - Da Formação dos Profissionais do Magistério Art. 6º A formação dos

Leia mais

Município de Montes Claros MG Procuradoria Jurídica

Município de Montes Claros MG Procuradoria Jurídica PORTARIA Nº 01, de 15 de janeiro de 2007. Estabelece critérios visando à convocação para contratação de pessoal, por excepcional interesse público, na composição do Quadro de Pessoal das Unidades Municipais

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VÁRZEA PAULISTA ESTADO DE SÃO PAULO

PREFEITURA MUNICIPAL DE VÁRZEA PAULISTA ESTADO DE SÃO PAULO Fixa o reajuste geral dos servidores públicos municipais, altera as alíquotas de contribuição dos servidores para o auxílio transporte, reorganiza as jornadas de trabalho previstas para médicos e dentistas

Leia mais

EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 41/03

EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 41/03 EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 41/03 1. NOVAS REGRAS PARA OS SERVIDORES QUE INGRESSAREM NO SERVIÇO PÚBLICO APÓS A PROMULGAÇÃO DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA EC Nº 41/03. a) Principais Características. - fim da paridade

Leia mais

CAMPANHA SALARIAL 2015 CARREIRA DE REFORMA E DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO LEI 11.090/2005

CAMPANHA SALARIAL 2015 CARREIRA DE REFORMA E DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO LEI 11.090/2005 CAMPANHA SALARIAL 2015 CARREIRA DE REFORMA E DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO LEI 11.090/2005 PENDENCIAS DOS TERMOS DE ACORDO 07 de julho de 2005 Fazer gestões para no menor prazo possível assegurar adoção das

Leia mais

MINUTA DE ANTEPROJETO DE LEI PLANO DE CARREIRA, CARGOS E SALÁRIOS. A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná decretou e eu sanciono a seguinte lei:

MINUTA DE ANTEPROJETO DE LEI PLANO DE CARREIRA, CARGOS E SALÁRIOS. A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná decretou e eu sanciono a seguinte lei: MINUTA DE ANTEPROJETO DE LEI PLANO DE CARREIRA, CARGOS E SALÁRIOS Súmula: Dispõe sobre a Carreira Técnica Universitária das Instituições de Ensino Superior do Estado do Paraná e adota outras providências.

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.074, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.074, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.074, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 Dispõe sobre os Planos Acadêmicos, Regimes e Horário de

Leia mais

Esclarecimentos sobre subsídio. Quem terá o direito de optar por receber subsídio. O que é incorporado para compor o subsídio

Esclarecimentos sobre subsídio. Quem terá o direito de optar por receber subsídio. O que é incorporado para compor o subsídio N.º 24 20/01/2011 www.sindutemg.org.br (31) 3481-2020 sindute@sindutemg.org.br Esclarecimentos sobre subsídio Os 47 dias de greve em 2010 tiveram como principal objetivo modificar o salário dos trabalhadores

Leia mais

LEI Nº 2.581/2009. O Prefeito Municipal de Caeté, Minas Gerais, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona a seguinte Lei:

LEI Nº 2.581/2009. O Prefeito Municipal de Caeté, Minas Gerais, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona a seguinte Lei: LEI Nº 2.581/2009 DISPÕE SOBRE O PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DE CAETÉ. O Prefeito Municipal de Caeté, Minas Gerais, faz saber que a Câmara Municipal

Leia mais

1 Dados do Servidor MATRÍCULA SIAPE CPF DATA DE NASCIMENTO TELEFONE RESIDÊNCIAL TELEFONE DO TRABALHO CIDADE ESTADO CEP

1 Dados do Servidor MATRÍCULA SIAPE CPF DATA DE NASCIMENTO TELEFONE RESIDÊNCIAL TELEFONE DO TRABALHO CIDADE ESTADO CEP MINISTÉRIO DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA-EXECUTIVA DEPARTAMENTO DE ÓRGÃOS EXTINTOS SAN Quadra 03 Lote A Ed. Núcleo dos Transportes Sala nº 2237 CEP: 70.040-902 BRASÍLIA DF ESPAÇO RESERVADO

Leia mais

ABONO DE PERMANÊNCIA

ABONO DE PERMANÊNCIA ABONO DE PERMANÊNCIA O abono de permanência foi instituído pela Emenda Constitucional nº 41/03 e consiste no pagamento do valor equivalente ao da contribuição do servidor para a previdência social, a fim

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br A isenção da contribuição previdenciária dos servidores públicos (abono de permanência) Luís Carlos Lomba Júnior* O presente estudo tem como objetivo traçar breves considerações

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE CACHOEIRINHA SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO LEI Nº 2264, DE 29 DE ABRIL DE 2004.

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE CACHOEIRINHA SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO LEI Nº 2264, DE 29 DE ABRIL DE 2004. LEI Nº 2264, DE 29 DE ABRIL DE 2004. Institui o Plano de Carreira do Magistério Público Municipal e dá outras providências. Grande do Sul. O PREFEITO MUNICIPAL DE CACHOEIRINHA, Estado do Rio FAÇO SABER

Leia mais

SINTE/SC - SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO NA REDE PÚBLICA DO ENSINO DO ESTADO DE SANTA CATARINA

SINTE/SC - SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO NA REDE PÚBLICA DO ENSINO DO ESTADO DE SANTA CATARINA OFÍCIO Nº. 00113/13/DEPTO. JURÍDICO FLORIANÓPOLIS, 14 DE MAIO DE 2013. DO: DEPARTAMENTO JURÍDICO PARA: DIRETORIA EXECUTIVA DO SINTE/SC ASSUNTO: PROFESSORES ACT S DAS SALAS DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL E INFORMÁTICA

Leia mais

REGULAMENTO/DIGEP Nº 002, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2014.

REGULAMENTO/DIGEP Nº 002, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2014. REGULAMENTO/DIGEP Nº 002, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2014. Dispõe acerca das regras e procedimentos para a concessão, indenização, parcelamento e pagamento da remuneração de férias dos servidores do Instituto

Leia mais

ABONO DE PERMANÊNCIA E APOSENTADORIA DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO INFANTIL, DO ENSINO FUNDAMENTAL E DO ENSINO MÉDIO

ABONO DE PERMANÊNCIA E APOSENTADORIA DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO INFANTIL, DO ENSINO FUNDAMENTAL E DO ENSINO MÉDIO ABONO DE PERMANÊNCIA E APOSENTADORIA DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO INFANTIL, DO ENSINO FUNDAMENTAL E DO ENSINO MÉDIO VANIA MARIA DE SOUZA ALVARIM (Advogada, Estudante de pós-graduação em Direito Público, Mestre

Leia mais

Lei 7645 de 12 de Fevereiro de 1999

Lei 7645 de 12 de Fevereiro de 1999 Lei 7645 de 12 de Fevereiro de 1999 INSTITUI O PLANO DE CARREIRA DOS SERVIDORES DA ÁREA DE ATIVIDADES DE TRIBUTAÇÃO, ESTABELECE A RESPECTIVA TABELA DE VENCIMENTO E DISPÕE SOBRE O QUADRO ESPECIAL DA SECRETARIA

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 Emendas Constitucionais Emendas Constitucionais de Revisão Ato das Disposições

Leia mais

ATO DO 1º SECRETÁRIO Nº 2, DE 2013.

ATO DO 1º SECRETÁRIO Nº 2, DE 2013. ATO DO 1º SECRETÁRIO Nº 2, DE 2013. Regulamenta o controle do cumprimento da jornada e do horário de trabalho pelos servidores do Senado Federal, nos termos do Ato da Comissão Diretora nº 7, de 2010. O

Leia mais

No âmbito do RPPS Regime Próprio de Previdência Social de Camaçari, não há exigência de cumprimento de carência para percepção deste beneficio.

No âmbito do RPPS Regime Próprio de Previdência Social de Camaçari, não há exigência de cumprimento de carência para percepção deste beneficio. ESPÉCIES DE BENEFÍCIOS PARA OS SEGURADOS 1. APOSENTADORIA Aposentadoria por Invalidez No âmbito do RPPS Regime Próprio de Previdência Social de Camaçari, não há exigência de cumprimento de carência para

Leia mais

RESOLUÇÃO SEE Nº 2018, DE 06 DE JANEIRO DE 2012. Estabelece normas para a organização do Quadro de Pessoal das Escolas Estaduais e a designação para

RESOLUÇÃO SEE Nº 2018, DE 06 DE JANEIRO DE 2012. Estabelece normas para a organização do Quadro de Pessoal das Escolas Estaduais e a designação para RESOLUÇÃO SEE Nº 2018, DE 06 DE JANEIRO DE 2012. Estabelece normas para a organização do Quadro de Pessoal das Escolas Estaduais e a designação para o exercício de função pública na rede pública estadual.

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE LINHARES SECRETARIA DE EDUCAÇÃO EDITAL Nº 011/2014

PREFEITURA MUNICIPAL DE LINHARES SECRETARIA DE EDUCAÇÃO EDITAL Nº 011/2014 PREFEITURA MUNICIPAL DE LINHARES SECRETARIA DE EDUCAÇÃO EDITAL Nº 011/2014 Processo de seleção e admissão de professores e pedagogos em regime de designação temporária, para o exercício da função de regência

Leia mais

UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS

UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS 2015 1) DOS OBJETIVOS O Programa de Monitoria de Graduação visa dar suporte às atividades acadêmicas

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS LEI Nº 1059, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Pinhais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS,, aprovou e eu, PREFEITO

Leia mais

PROJETO DE LEI. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARÁ estatui e eu sanciono a seguinte CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

PROJETO DE LEI. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARÁ estatui e eu sanciono a seguinte CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS PROJETO DE LEI Dispõe sobre a regulamentação e o funcionamento do Sistema de Organização Modular de Ensino SOME, no âmbito da Secretaria de Estado de Educação - SEDUC, e dá outras Providências. Lei: A

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA CEG/CEPG N.º 01/99

RESOLUÇÃO CONJUNTA CEG/CEPG N.º 01/99 RESOLUÇÃO CONJUNTA CEG/CEPG N.º 01/99 Dispõe sobre a aplicação das Leis n. 9.394/96 e n. 9.678/98, a periodização do ano letivo, a caracterização das disciplinas e dos requisitos curriculares complementares,

Leia mais

CICLOS DE DEBATES DIREITO E GESTÃO PÚBLICA TEXTO X

CICLOS DE DEBATES DIREITO E GESTÃO PÚBLICA TEXTO X CICLOS DE DEBATES DIREITO E GESTÃO PÚBLICA CICLO 2012 TEXTO X A Previdência Social do Servidor Público Valéria Porto Ciclos de Debates - Direito e Gestão Pública A Previdência Social do Servidor Público

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA 2005/2006

CONVENÇÃO COLETIVA 2005/2006 1 de 5 CONVENÇÃO COLETIVA 2005/2006 Convenção Coletiva de Trabalho que firmam entre si, de um lado, o SINDICATO DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO DO ESTADO DA BAHIA, adiante denominado SINEPE-BA, e de outro

Leia mais

DECRETO Nº. 1.370/2015 DE 05 DE JANEIRO DE 2015. O Prefeito Municipal de Querência - MT, no uso de suas

DECRETO Nº. 1.370/2015 DE 05 DE JANEIRO DE 2015. O Prefeito Municipal de Querência - MT, no uso de suas DECRETO Nº. 1.370/2015 DE 05 DE JANEIRO DE 2015. Dispõe acerca da Política de uso do ponto eletrônico e da jornada de trabalho dos servidores públicos do Poder Executivo município de Querência - MT. atribuições,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO BELAS ARTES DE SÃO PAULO

CENTRO UNIVERSITÁRIO BELAS ARTES DE SÃO PAULO CENTRO UNIVERSITÁRIO BELAS ARTES DE SÃO PAULO (Credenciado pela Portaria MEC nº 3.206) (DOU nº. 226, Seção 1, 22/11/2002, p.35) RESOLUÇÃO CONSU Nº 016/2011 Aprova alterações no Regulamento de Monitoria

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 021, DE 01 DE OUTUBRO DE 2014 Dispõe sobre os Planos Acadêmicos, Regimes

Leia mais

RESOLUÇÃO SEE Nº 2.442, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO SEE Nº 2.442, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO SEE Nº 2.442, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2013 Estabelece normas para a organização do Quadro de Pessoal das Escolas Estaduais e a designação para o exercício de função pública na rede estadual de educação

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre o PCCR

Perguntas e Respostas sobre o PCCR Perguntas e Respostas sobre o PCCR 1) Como é o ingresso na Secretaria Municipal de Educação? O ingresso no Quadro de Pessoal da Secretaria Municipal de Educação, assim como em toda a Administração Pública

Leia mais

RESOLUÇÃO SEE Nº 2253, DE 9 DE JANEIRO DE 2013.

RESOLUÇÃO SEE Nº 2253, DE 9 DE JANEIRO DE 2013. RESOLUÇÃO SEE Nº 2253, DE 9 DE JANEIRO DE 2013. Estabelece normas para a organização do Quadro de Pessoal das Escolas Estaduais e a designação para o exercício de função pública na rede estadual de educação

Leia mais

LEI Nº 3.885, de 22 de junho de 2011.

LEI Nº 3.885, de 22 de junho de 2011. LEI Nº 3.885, de 22 de junho de 2011. Dispõe sobre a reformulação do Plano de Carreira e Remuneração do Magistério Público Municipal de Porto União, e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO

Leia mais

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 22, DE 2007

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 22, DE 2007 PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 22, DE 2007 Estabelece normas para o reajuste das aposentadorias e pensões concedidas no âmbito dos regimes próprios de previdência social destinados aos servidores

Leia mais

ADE. ADICIONAL DE DESEMPENHO Perguntas e respostas para esclarecer dúvidas sobre a concessão do Adicional de Desempenho

ADE. ADICIONAL DE DESEMPENHO Perguntas e respostas para esclarecer dúvidas sobre a concessão do Adicional de Desempenho ADE ADICIONAL DE DESEMPENHO Perguntas e respostas para esclarecer dúvidas sobre a concessão do Adicional de Desempenho Sumário 1. O que é o Adicional de Desempenho? 2. Qual legislação dispõe sobre o ADE?

Leia mais

Universidade Federal de Minas Gerais Pró-Reitoria de Recursos Humanos Departamento de Administração de Pessoal

Universidade Federal de Minas Gerais Pró-Reitoria de Recursos Humanos Departamento de Administração de Pessoal FÉRIAS Cód.: FER Nº: 55 Versão: 10 Data: 05/12/2014 DEFINIÇÃO Período de descanso remunerado com duração prevista em lei. REQUISITOS BÁSICOS 1. Servidor efetivo: - Possuir 12 (doze) meses de efetivo exercício

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 91, inciso III, da Constituição Estadual,

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 91, inciso III, da Constituição Estadual, DECRETO N.º 2299 R, DE 15 DE JULHO DE 2009. (Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial de 16/07/2009) Regulamenta o estágio estudantil no âmbito do Poder Executivo Estadual e dá outras providências.

Leia mais

PLANOS DE CARGOS E SALÁRIOS. Autor: Sidnei Di Bacco/Advogado

PLANOS DE CARGOS E SALÁRIOS. Autor: Sidnei Di Bacco/Advogado PLANOS DE CARGOS E SALÁRIOS Autor: Sidnei Di Bacco/Advogado ESTRUTURA REMUNERATÓRIA BÁSICA PCS dos servidores comissionados PCS dos servidores efetivos (quadro geral) PCS dos servidores do magistério SERVIDORES

Leia mais

Prefeitura Municipal de Sabará Rua Dom Pedro II, 200 CEP: 34505-000 Sabará MG Fones: (31) 3672-7672 - (31) 3674-2909

Prefeitura Municipal de Sabará Rua Dom Pedro II, 200 CEP: 34505-000 Sabará MG Fones: (31) 3672-7672 - (31) 3674-2909 LEI COMPLEMENTAR NÚMERO 015, de 10 de novembro de 2011. Dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos Profissionais da Educação Básica do Município de Sabará, estabelece normas de enquadramento,

Leia mais

LEI N 2.414/2003 DISPÕE SOBRE O PLANO DE CARREIRA E VENCIMENTOS DO MAGISTÉRIO PÚBLICO MUNICIPAL DE IBIRAÇU E.S.

LEI N 2.414/2003 DISPÕE SOBRE O PLANO DE CARREIRA E VENCIMENTOS DO MAGISTÉRIO PÚBLICO MUNICIPAL DE IBIRAÇU E.S. 1 LEI N 2.414/2003 DISPÕE SOBRE O PLANO DE CARREIRA E VENCIMENTOS DO MAGISTÉRIO PÚBLICO MUNICIPAL DE IBIRAÇU E.S. A Prefeita Municipal de Ibiraçu, Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais;

Leia mais

Minuta do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração do Magistério de Vila Velha

Minuta do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração do Magistério de Vila Velha Minuta do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração do Magistério de Vila Velha PROPOSTA DE SUBSTITUIÇÃO DA LEI N.º 3.964/02 Institui o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração do magistério Público do Município

Leia mais

LEI Nº 321 DE 31 DE DEZEMBRO DE 2001 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

LEI Nº 321 DE 31 DE DEZEMBRO DE 2001 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES LEI Nº 321 DE 31 DE DEZEMBRO DE 2001 Dispõe sobre o Plano de Carreira, Remuneração e Valorização do Magistério Público Estadual e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA, no uso de suas

Leia mais

Reforma da Previdência em perguntas e respostas

Reforma da Previdência em perguntas e respostas Reforma da Previdência em perguntas e respostas Por Antônio Augusto de Queiroz Com o propósito de esclarecer algumas dúvidas a respeito da reforma da Previdência (Emenda à Constituição nº 41, de 2003 e

Leia mais