PLANO DE SUSTENTABILIDADE E LEGADOS FEIRA DO EMPREENDEDOR 2015

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO DE SUSTENTABILIDADE E LEGADOS FEIRA DO EMPREENDEDOR 2015"

Transcrição

1 PLANO DE SUSTENTABILIDADE E LEGADOS PLANO DE SUSTENTABILIDADE E LEGADOS FEIRA DO EMPREENDEDOR APRESENTAÇÃO FEIRA DO EMPREENDEDOR Este documento representa o planejamento das ações de sustentabilidade a serem realizadas na Feira do Empreendedor de. Ele está alinhado aos respectivos requisitos ligados a esta temática indicados no edital da Fundação Nacional da Qualidade, bem como à Política de Indução à Economia Verde e Gestão Sustentável da MPE do Sebrae no DF e ao tema central do evento - qualidade de vida, uma das principais motivações da sustentabilidade. O planejamento está estruturado por eixo temático com indicação dos respectivos objetivos e ações, que foram concebidos considerando a interdependência entre eles e validados com equipe de organização de eventos e gestores afins. Tema central do Plano na edição : Educação para Sustentabilidade e consumo consciente, centralizado em 3 focos estratégicos: A Feira como ambiente indutor e apropriado para o ENGAJAMENTO de TODOS em boas práticas de sustentabilidade fornecedores, expositores, gestores do Sebrae no DF e público em geral. Redução do consumo de insumos utilizados na produção e destino adequado pós-uso, priorizando o futuro reuso dos mesmos. Indução de compras sustentáveis. Todas as ações relacionadas no Plano serão monitoradas e evidenciadas, sendo os resultados consolidados no Relatório de Sustentabilidade e Legados da Feira do Empreendedor. Os eixos contemplados traduzem a estratégia de sustentabilidade do Sebrae no DF para Feira do Empreendedor de, porém, numa projeção de futuro, considerando que servirão de base essencial de planejamento para os futuros eventos institucionais, proporcionando, assim, a consolidação de uma nova cultura, constituindo um dos Legados da FE15.

2 Componentes do conceito de SUSTENTABILIDADE a serem destacados: feira do 1. Sociocultural: qualificação e engajamento dos prestadores de serviços; sensibilização para o engajamento dos participantes e expositores, em destaque no eixo educação para a sustentabilidade; promoção de ações de inclusão social; valorização de aspectos da identidade da cultura local. 2. Econômico: redução dos custos do evento, geração de renda para a cooperativa de catadores que receberá o resíduo reciclável do evento e em médio prazo indução de práticas de economia verde, junto aos fornecedores. 3. Ambiental: redução e compensação dos impactos ambientais do evento. As ações apresentadas a seguir foram incluídas nos termos de referência dos respectivos fornecedores. EIXOS TEMÁTICOS, OBJETIVOS E PRÁTICAS Eixo Temático Objetivo 1. TRANSPORTE E MOBILIDADE Objetivo: reduzir as emissões de CO 2, reduzindo a demanda de transporte. Práticas de Sustentabilidade 1. Divulgar, no site do evento, as linhas de transporte público para o local do evento. 2. Incentivar a mobilidade por bicicleta. 3. Priorizar hospedagem/acomodação em local próximo ao evento para profissionais provenientes de outros estados. 4. Realizar o evento em comunidade mais próxima à maior parte do público-alvo do evento. 2. INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE Objetivo: adotar medidas na produção que torne o acessível aos participantes, incluindo pessoas com deficiência. 5. Implementar sistema de Varal Social sistema de incentivo de troca e doação de peças de roupas usadas, sendo as sobras destinadas à comunidade Sol Nascente da Ceilândia DF, apoiada pela Unidade de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial. 6. Garantir a acessibilidade para pessoas com deficiência no interior das salas de reuniões, capacitações, palestras.

3 7. Contratação de intérprete em libras. 3. NEUTRALIZAÇÃO DE CO 2 Objetivo: inventariar e neutralizar as emissões de CO USO EFICIENTE DE ENERGIA Objetivo: reduzir a demanda do consumo de energia elétrica durante o evento. 5. USO EFICIENTE DE ÁGUA Objetivo: reduzir a demanda do consumo de água durante o evento. 6. MATERIAIS, LAYOUT E CENOGRAFIA Objetivo: reduzir a demanda de materiais e priorizar aqueles que retratem o conceito de sustentabilidade. 8. Incluir no quadro de prestação de serviço da organizadora pelo menos 5% de pessoas com deficiência. 9. Mobilizar pessoas de comunidades locais de baixo IDH para sua participação no evento. 10. Inventariar as emissões de CO 2 e realizar ação de neutralização por plantio de mudas nativas em local do parque ecológico urbano onde será realizado o evento. Com meta de redução de 5% em relação a 2013.(Valor aproximado para : tcoeq). 11. Solicitar da organizadora do evento o preenchimento das planilhas relativas ao inventário das emissões de CO 2, e que serão fornecidas pelo Sebrae. 12. Priorizar o uso de lâmpadas economizadoras de energia. 13. Priorizar equipamentos elétricos com foco em eficiência energética, preferencialmente, Selo Procel. 14. Priorizar o uso de geradores econômicos, silenciosos e a base de biodiesel ou combustível menos poluente. 15. Mensurar consumo de energia do evento para gerar meta de redução para edições futuras. 16. Não utilizar mangueira na limpeza. 17. Fazer a diluição correta dos produtos de limpeza. 18. Priorizar uso de climatizador economizador de água. 19. Priorizar aquisição de madeira, quando necessária, proveniente de reflorestamento, com a devida comprovação. 20. Usar, preferencialmente, carpete fabricado com fibra de PET. 21. Os materiais que forem adquiridos e que serão, inevitavelmente, descartados pós-evento devem ser de natureza reciclável. 22. Cenário em teto parcial com telhas ecológicas na cor vermelha. 23. Garantir que na fase de desmontagem a retirada dos materiais de comunicação plotados nos estandes seja feita de forma que o Sebrae possa doar todo material pós-evento. 24. Priorizar soluções que garantam a redução do consumo, evitando o uso de materiais descartáveis, preferindo estruturas e materiais em geral que sejam reutilizados pós-evento, preferencialmente, para o mesmo fim. A empresa deverá declarar, em tabela a ser fornecida pelo Sebrae, o uso/destino que será dado aos materiais pósdesmontagem do evento. 25. Utilizar, preferencialmente, materiais de limpeza e sacarias biodegradáveis. 26. Priorizar copos descartáveis ecológicos.

4 7. GESTÃO DE RESÍDUOS Objetivo: evitar o descarte dos resíduos para o ATERRO (apenas o rejeito), proporcionando sua gestão seletiva e encaminhado para o destino adequado. 8. SAÚDE E BEM-ESTAR Objetivo: planejar ações que visem o cuidado com o bem-estar das pessoas envolvidas com o evento. 9. EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE Objetivo: realizar ações socioeducativas para o público interno e externo com vistas as disseminar e consolidar uma cultura do compromisso compartilhado com a sustentabilidade. 27. Não utilizar, em hipótese alguma, explosivos, gases líquidos, tóxicos, combustíveis, equipamentos e materiais de fácil combustão nas áreas do evento. 28. Uso de plantas naturais em vaso reciclável. 29. Avaliar o Manual do Expositor e/ou o Manual do Evento desenvolvido pelo Sebrae no DF, podendo sugerir alterações pertinentes para uma melhor operacionalização do evento e do atendimento aos expositores, bem como sugerir inclusão e/ou buscar a ampliação das ações voltadas à sustentabilidade. 30. Realizar a coleta seletiva dos resíduos gerados, da montagem à desmontagem do evento, com meta de redução de 5% em relação a Valor estimado para edição de : quilos de resíduos. 31. Doar os resíduos recicláveis para cooperativa de catador local. 32. Realizar campanha de arrecadação de lixo eletrônico e cartão pvc para respectiva doação. 33. Promover prestação de serviço com excelência e profissionalismo, garantindo atendimento com qualidade aos visitantes. 34. Não adotar práticas de trabalho ilegal. 35. Evitar serviços com emissão de poeira e ruído. Caso ocorram, devem ser feitos, prioritariamente, em locais abertos, ou então, confinados, com uso EPI e EPC apropriados, quando necessário. 36. Garantir o conceito de montagem/desmontagem limpa e segura, respeitando a coleta seletiva que será feita durante essas etapas, conforme orientação a ser dada pelo Sebrae. 37. Garantir que as normas de saúde e segurança no trabalho sejam 100% atendidas durante as etapas de montagem, evento e desmontagem. 38. Disponibilizar locais para descanso dos gestores do evento, com ambientação adequada. 39. Garantir alimentação saudável ao staff. 40. Armazenar os alimentos, antes de serem servidos, em locais secos, bem arejados e limpos, para manter a sua qualidade higiênica e nutritiva. 41. Realizar capacitação de todas as equipes de trabalho, incluindo fornecedores, consultores, instrutores novos e demais envolvidos no evento sobre as boas práticas de sustentabilidade adotadas, destacando a responsabilidade de cada um. 42. A organizadora do evento deverá disponibilizar toda equipe direta ou terceirizada envolvida no evento para treinamento de 15 minutos antes do início das atividades, sobre as práticas de sustentabilidade adotadas no evento. 43. Divulgar dicas de sustentabilidade nos materiais a serem disponibilizados aos visitantes.

5 44. Realizar campanha de engajamento do público visitante por meio da Trilha do Visitante Consciente, em que aqueles que aderirem a 80% concorrerão a capacitações gratuitas, a serem ofertadas pelo Sebrae. Ações da Trilha: 45. Levar seu próprio kit (bloco/caneta). 46. Participar do Varal Social. 47. Painel interativo: sugerir práticas de sustentabilidade para futuros eventos. 48. Entrega lixo eletrônico. 49. Entrega de cartão PVC. 50. Chegar ao evento de bicicleta. 51. Devolver crachá ao final do evento. 52. Contribuir com inventário CO Participar calculadora ecológica. 54. Participar de alguma ação de qualificação sobre o tema da programação da FE. 10. GASTRONOMIA Objetivo: planejar a gastronomia considerando o conceito de alimentos saudáveis e conscientes, fortalecendo a produção local e que contemple traços da cultura local. 55. Divulgar Manual do Cidadão Consciente no site do evento. 56. Criar campanha do Expositor Sustentável e Inovador, com critérios inseridos no Manual do Expositor. 57. Durante os intervalos das palestras, utilizar vídeos sobre dicas de sustentabilidade voltados para os negócios. 58. Disponibilizar no site do Sebrae no DF Relatório de Sustentabilidade da FE. 59. Divulgar no evento as ações de Sustentabilidade adotadas. 60. Definir critérios de sustentabilidade para a seleção de fornecedores para a praça de alimentação. Critérios definidos: 61. Implantação de uma solução Sebrae voltada para boas práticas de fabricação de alimentos. 62. Coleta seletiva dos resíduos gerados. 63. Implantação de uma solução do Sebrae voltada para redução do consumo de água. 64. Não utilização de isopor para servir os alimentos.

6 65. Inclusão de produtos orgânicos de agricultores familiares locais nos cardápios. 11.COMUNICAÇÃO Objetivo: divulgar o evento de forma consciente considerando o pré-evento, evento e pós-evento. 12.QUALIDADE AMBIENTAL 66. Planejar o destino dos materiais de publicidade, priorizando o reuso. 67. Planejar kit participante (caneta e sacola) com conceito sustentabilidade. 68. Priorizar o uso de ar condicionado com a devida manutenção e limpeza dos respectivos filtros. Objetivo: garantir qualidade do ambiente interno.

46º Congresso da SBPC/ML terá ações de sustentabilidade

46º Congresso da SBPC/ML terá ações de sustentabilidade 46º Congresso da SBPC/ML terá ações de sustentabilidade Durante o 46º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial serão desenvolvidas ações com o objetivo de conscientizar os participantes

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2/11 Sumário 1. Conceito... 3 2. Objetivo... 3 3. Áreas de aplicação... 3 4. Diretrizes... 4 4.1 Princípios... 4 4.2 Estratégia de e Responsabilidade

Leia mais

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda.

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Resumo Com a globalização e os avanços tecnológicos, as empresas estão operando num ambiente altamente competitivo e dinâmico. As organizações que quiserem

Leia mais

Diretoria de Projetos Socioambientais

Diretoria de Projetos Socioambientais Objetivo Diretoria de Projetos Socioambientais Objetivo do Projeto Ecoeventus Projeto Ecoeventus é o alicerce de um Programa de Educação Ambiental Formal adotado com intuito de mobilizar participantes

Leia mais

RESUMO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO SESCOOP/AM

RESUMO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO SESCOOP/AM RESUMO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO SESCOOP/AM MISSÃO DO SESCOOP Promover o desenvolvimento do Cooperativismo de forma integrada e sustentável, por meio da formação profissional, da promoção social e

Leia mais

Plano de Gestão de Logística Sustentável

Plano de Gestão de Logística Sustentável Abril 2013 Plano de Gestão de Logística Sustentável Abril 2013 Sumário 1 Introdução 3 2 Objetivos 4 3 Implementação e avaliação 4 4 Planos de ação 5 5 Cronogramas 28 6 Inventário de materiais 46 7 Referências

Leia mais

Prática Pedagógica: Coleta de Lixo nas Escolas

Prática Pedagógica: Coleta de Lixo nas Escolas Prática Pedagógica: Coleta de Lixo nas Escolas Introdução O objetivo desse trabalho é ajudar as Escolas e demais instituições na implantação do programa da coleta seletiva do lixo e do lixo eletrônico.

Leia mais

olímpico das 24 milhões de árvores Beto Mesquita

olímpico das 24 milhões de árvores Beto Mesquita Indução de reflorestamento no Rio de Janeiro: Das compensações ambientais ao desafio olímpico das 24 milhões de árvores Beto Mesquita Seminário Reflorestamento da Mata Atlântica no Estado do Rio de Janeiro

Leia mais

CARTA ABERTA DE COMPROMISSO

CARTA ABERTA DE COMPROMISSO CARTA ABERTA DE COMPROMISSO Prezado Sr. Secretário Geral, A Responsabilidade Social Empresarial é prioridade da Unimed Sul Capixaba Cooperativa de Trabalho Médico desde 2003. É intrínseca aos valores da

Leia mais

COLETA SELETIVA SOLIDÁRIA

COLETA SELETIVA SOLIDÁRIA COLETA SELETIVA SOLIDÁRIA O órgão público federal que aderiu ao Projeto Esplanada Sustentável PES, será considerado sustentável no tema Coleta Seletiva Solidária (Decreto 5.940/06), se alcançar 90% das

Leia mais

Eixo Temático ET-13-011 - Educação Ambiental

Eixo Temático ET-13-011 - Educação Ambiental Anais do Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - Vol. 1: Congestas 2013 491 Eixo Temático ET-13-011 - Educação Ambiental DIALOGANDO NA INDÚSTRIA: UMA FERRAMENTA PARA DISCUTIR A SUSTENTABILIDADE

Leia mais

A Pró-Saúde procura colaborar ativamente com a recuperação ambiental do município, por intermédio da gestão do Hospital Municipal de Cubatão,

A Pró-Saúde procura colaborar ativamente com a recuperação ambiental do município, por intermédio da gestão do Hospital Municipal de Cubatão, Panorama Cubatão sempre teve um papel de destaque no Brasil. Sua localização geográfica fez a cidade alcançar o desenvolvimento comercial, agrícola e, posteriormente, o industrial. Desde então, sofreu

Leia mais

Manual dos Indicadores de Acompanhamento do Pacto Empresarial Contra Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes nas Rodovias Brasileiras

Manual dos Indicadores de Acompanhamento do Pacto Empresarial Contra Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes nas Rodovias Brasileiras VAMOS ACABAR COM A EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NAS RODOVIAS BRASILEIRAS parceria estratégica parceria técnica Manual dos Indicadores de Acompanhamento do Pacto Empresarial Contra Exploração

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE SUSTENTABILIDADE. Instituto Reinventar

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE SUSTENTABILIDADE. Instituto Reinventar RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE SUSTENTABILIDADE Instituto Reinventar Julho/2012 Apresentamos o Relatório do Nível de Sustentabilidade da Festa Junina da Escola da Vila 2012, evento realizado em junho

Leia mais

GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO Eduardo Henrique de Accioly Campos. VICE-GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO João Soares Lyra Neto

GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO Eduardo Henrique de Accioly Campos. VICE-GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO João Soares Lyra Neto GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO Eduardo Henrique de Accioly Campos VICE-GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO João Soares Lyra Neto SECRETÁRIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E MEIO AMBIENTE Luciana Barbosa de

Leia mais

A Sustentabilidade e a Organização de Eventos na

A Sustentabilidade e a Organização de Eventos na UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CURSO DE CIÊNCIAS AMBIENTAIS ACADÊMICOS DO CURSO DE CIÊNCIAS AMBIENTAIS TURMA 2012 A Sustentabilidade e a Organização de Eventos

Leia mais

Capa LIXO ELETROELETRÔNICO

Capa LIXO ELETROELETRÔNICO Capa LIXO ELETROELETRÔNICO Eis um assunto que há vários anos vem ganhando cada vez mais espaço na mídia e na literatura científica. Nos últimos 10 anos mais de 3 mil trabalhos sobre impactos ambientais

Leia mais

EDITAL DO 1º CONCURSO DE IDEIAS E PROJETOS ECONOMIA VERDE

EDITAL DO 1º CONCURSO DE IDEIAS E PROJETOS ECONOMIA VERDE EDITAL DO 1º CONCURSO DE IDEIAS E PROJETOS ECONOMIA VERDE Sumário: 1. Apresentação 2. Finalidade do Prêmio 3. A quem se destina 4. Requisitos de elegibilidade para inscrição 5. Critérios de Avaliação 6.

Leia mais

Festa Junina Esporte Clube Pinheiros 25 a 28 de Junho de 2015. Gestão Sustentável em Eventos. Festa Junina Esporte Clube Pinheiros

Festa Junina Esporte Clube Pinheiros 25 a 28 de Junho de 2015. Gestão Sustentável em Eventos. Festa Junina Esporte Clube Pinheiros Festa Junina Esporte Clube Pinheiros 25 a 28 de Junho de 2015 Gestão Sustentável em Eventos Festa Junina Esporte Clube Pinheiros 1. Introdução Dos dias 25 a 28 de junho de 2015 aconteceu a Festa Junina

Leia mais

Plano de Trabalho ADEMI e a Sustentabilidade 2012-2014

Plano de Trabalho ADEMI e a Sustentabilidade 2012-2014 Plano de Trabalho ADEMI e a Sustentabilidade 2012-2014 Objetivos e Premissas do Plano Objetivos do Plano 1 Aperfeiçoar a condução das ações relativas ao tema sustentabilidade na ADEMI 2 - Guiar (instrumento

Leia mais

Aliança Resíduo Zero Brasil

Aliança Resíduo Zero Brasil Aliança Resíduo Zero Brasil carta de adesão 1. Introdução A extensão dos problemas socioambientais, envolvendo o consumo e a geração de resíduos no Brasil, originam-se em grande parte nas questões econômicas,

Leia mais

Proposta de Plano de Desenvolvimento Local para a região do AHE Jirau

Proposta de Plano de Desenvolvimento Local para a região do AHE Jirau Proposta de Plano de Desenvolvimento Local para a região do AHE Jirau Fundação Getulio Vargas, Abril de 2011 REGIÃO PODE TER LEGADO COMPATÍVEL COM DESENVOLVIMENTO INOVADOR E SUSTENTÁVEL Deixar um legado

Leia mais

PRÊMIO ESTANDE SUSTENTÁVEL ABF EXPO 2014

PRÊMIO ESTANDE SUSTENTÁVEL ABF EXPO 2014 PRÊMIO ESTANDE SUSTENTÁVEL ABF EXPO 2014 1. APRESENTAÇÃO Com o intuito de disseminar práticas de responsabilidade socioambiental entre as empresas do sistema de franchising, a Associação Brasileira de

Leia mais

1. Nome da Prática inovadora: Coleta Seletiva Uma Alternativa Para A Questão Socioambiental.

1. Nome da Prática inovadora: Coleta Seletiva Uma Alternativa Para A Questão Socioambiental. 1. Nome da Prática inovadora: Coleta Seletiva Uma Alternativa Para A Questão Socioambiental. 2. Caracterização da situação anterior: O município de Glória de Dourados possui 9.927 habitantes (IBGE-2011),

Leia mais

Rede Global Hospitais Verdes e Saudáveis: Promovendo a Sustentabilidade e a Saúde Ambiental

Rede Global Hospitais Verdes e Saudáveis: Promovendo a Sustentabilidade e a Saúde Ambiental SEMINÁRIO SAÚDE SEM MERCÚRIO Abril de 2013 Rede Global Hospitais Verdes e Saudáveis: Promovendo a Sustentabilidade e a Saúde Ambiental Vital Ribeiro Projeto Hospitais Saudáveis / Healthcare Without Harm

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS MCI

MANUAL DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS MCI ESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 1/5 I. OBJETIVO Definir os princípios de atuação da Instituição, perante a sociedade e o visando a preservação do meio ambiente, em atendimento a esolução do Conselho Monetário

Leia mais

SUSTENTABILIDADE NA INDÚSTRIA TÊXTIL

SUSTENTABILIDADE NA INDÚSTRIA TÊXTIL SUSTENTABILIDADE NA INDÚSTRIA TÊXTIL CASO DA MALWEE ACIJS Jaraguá do Sul Eng. Cassiano Ricardo Minatti Coordenador Ambiental Setembro/2012 APRESENTAÇÃO DA EMPRESA Empresa têxtil, especializada na fabricação

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PGRS)

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PGRS) TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PGRS) 1 - DIRETRIZ GERAL O presente Termo de Referência tem o objetivo de orientar os empreendimentos, sujeitos ao

Leia mais

Município de Capanema - PR

Município de Capanema - PR LEI Nº. 1.557, DE 20 DE MAIO DE 2015. Dispõe sobre a política municipal de resíduos sólidos do Município de Capanema e dá outras providências. A Câmara Municipal de Capanema, Estado do Paraná, aprovou

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2010 CATEGORIA FRANQUEADO

PRÊMIO ABF-AFRAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2010 CATEGORIA FRANQUEADO Seus Dados PRÊMIO ABF-AFRAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2010 CATEGORIA FRANQUEADO Nome empresa Yázigi Internexus (Eliana Cristina Estevam Lauro- Me) Data de fundação Julho/2001 Número de funcionários 15

Leia mais

A Suzano e o Fomento na Bahia

A Suzano e o Fomento na Bahia A Suzano e o Fomento na Bahia Como é a atuação da Suzano na região? Fundada há 85 anos, a Suzano começou a produzir papel em 1940 e celulose em 1950 sempre abastecendo o mercado brasileiro e os de diversos

Leia mais

O ENGAJAMENTO DA INDÚSTRIA DE TINTAS NA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

O ENGAJAMENTO DA INDÚSTRIA DE TINTAS NA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS O ENGAJAMENTO DA INDÚSTRIA DE TINTAS NA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Há muitos anos, a indústria de tintas, sob a liderança da ABRAFATI (Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas), pesquisa

Leia mais

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1 Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial e à sua agenda de trabalho expressa nos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial 1. Considerando que a promoção da igualdade

Leia mais

HOSPITAL MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA AÇÕES AMBIENTAIS DO HOSPITAL MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA

HOSPITAL MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA AÇÕES AMBIENTAIS DO HOSPITAL MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA PRÓ-SAÚDE ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E HOSPITALAR HOSPITAL MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA Araucária - Paraná AÇÕES AMBIENTAIS DO HOSPITAL MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA Fagner A. Lopes Assessor de Comunicação

Leia mais

PLANO ABRAS DE REDUÇÃO DO CONSUMO DE SACOLAS PLÁSTICAS. Ações visam ao incentivo do consumo consciente

PLANO ABRAS DE REDUÇÃO DO CONSUMO DE SACOLAS PLÁSTICAS. Ações visam ao incentivo do consumo consciente PLANO ABRAS DE REDUÇÃO DO CONSUMO DE SACOLAS PLÁSTICAS Ações visam ao incentivo do consumo consciente Índice: Histórico Principais Ações Abras Abras O que o setor defende e o que não aprova Plano Abras

Leia mais

Gestão ambiental. Comitê. » Cumprir a legislação ambiental aplicável, as normas regulamentares e os demais

Gestão ambiental. Comitê. » Cumprir a legislação ambiental aplicável, as normas regulamentares e os demais Gestão Ambiental Atuação Sustentável COM REFERÊNCIA NOS PADRÕES DE PRODUÇÃO mais LIMPA, A ITAUTEC INSERE A QUESTÃO AMBIENTAL EM SUA ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS, PARA ASSEGURAR A PRESERVAÇÃO E O USO RACIONAL

Leia mais

AGENDA AMBIENTAL Escola Parque

AGENDA AMBIENTAL Escola Parque ALIMENTAÇÃO RESÍDUOS MATERIAIS ENERGIA ÁGUA TRANSPORTE BIODIVERSIDADE AGENDA AMBIENTAL Escola Parque AÇÕES SOLIDÁRIAS EDUCAR PARA A SUSTENTABILIDADE \ ENTORNO EXTERI\\OR ENRAIZAMENTO PEDAGÓGICO ENRAIZAMENTO

Leia mais

Você atingiu o estágio: Recomendações. NOME: MUNICIPIO: Ipiranga Data de preenchimento do guia: 2012-02-14 Data de devolução do relatório:

Você atingiu o estágio: Recomendações. NOME: MUNICIPIO: Ipiranga Data de preenchimento do guia: 2012-02-14 Data de devolução do relatório: Guia de sustentabilidade na produção de soja na Agricultura Familiar Relatório individual NOME: Prezado senhor (a), Em primeiro lugar, no nome dacoopafi, da Gebana e da Fundação Solidaridad,gostaríamos

Leia mais

HISTÓRIA DO APL. Surgimento do APL - Criado em novembro de 2007. Entidades que apoiaram a criação Sebrae/DF; Unb/Lacis; Sebrae/NA; FIBRA/DF; NE/DF

HISTÓRIA DO APL. Surgimento do APL - Criado em novembro de 2007. Entidades que apoiaram a criação Sebrae/DF; Unb/Lacis; Sebrae/NA; FIBRA/DF; NE/DF HISTÓRIA DO APL Surgimento do APL - Criado em novembro de 2007 Entidades que apoiaram a criação Sebrae/DF; Unb/Lacis; Sebrae/NA; FIBRA/DF; NE/DF Instituições do setor produtivo que constituiu o APL ASCOLES;CENTCOOP

Leia mais

PLANO DE TRABALHO PARA IMPLEMENTAÇÃO DA A3P. Cidade UF CEP DDD/Telefone

PLANO DE TRABALHO PARA IMPLEMENTAÇÃO DA A3P. Cidade UF CEP DDD/Telefone PLANO DE TRABALHO PARA IMPLEMENTAÇÃO DA A3P 1. DADOS CADASTRAIS Órgão CNPJ/MF Endereço Cidade UF CEP DDD/Telefone Nome do Responsável CPF CI/Órgão Exp. Endereço CEP 2. DESCRIÇÃO DO PROJETO Título do Projeto

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE DO GRUPO INVEPAR

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE DO GRUPO INVEPAR DE DO GRUPO INVEPAR PÁGINA Nº 2/5 1. INTRODUÇÃO Desenvolver a gestão sustentável e responsável nas suas concessões é um componente fundamental da missão Invepar de prover e operar sistemas de mobilidade

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ALTOS ESTUDOS E AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA GRUPO DE ESTUDOS SOBRE A CAPACITAÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ALTOS ESTUDOS E AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA GRUPO DE ESTUDOS SOBRE A CAPACITAÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ALTOS ESTUDOS E AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA GRUPO DE ESTUDOS SOBRE A CAPACITAÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE Brasília, 18 de maio de 2010. MPE? Conceituação Brasil REPRESENTATIVIDADE

Leia mais

Simpósio Internacional de Sustentabilidade

Simpósio Internacional de Sustentabilidade Simpósio Internacional de Sustentabilidade Tema: Case Natura de Sustentabilidade: Incorporando a Dimensão Socioambiental no Modelo de Negócios Renato Abramovich Diretor - Norte e Nordeste Agenda > Visão

Leia mais

Plano Nacional de Resíduos Sólidos Logística Reversa de Embalagens

Plano Nacional de Resíduos Sólidos Logística Reversa de Embalagens Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais Plano Nacional de Resíduos Sólidos Logística Reversa de Embalagens Bernardo Pires Coordenador de Sustentabilidade São Paulo - SP 10 de novembro de

Leia mais

EDITAL DE PROJETOS INSTITUTO LOJAS RENNER E ONU MULHERES - 2016

EDITAL DE PROJETOS INSTITUTO LOJAS RENNER E ONU MULHERES - 2016 EDITAL DE PROJETOS INSTITUTO LOJAS RENNER E ONU MULHERES - 2016 1. DO OBJETO 1.1. O presente edital tem por objeto realizar uma chamada pública nacional para a seleção de projetos que contribuam para o

Leia mais

DICAS PRÁTICAS PARA O CONSUMO CONSCIENTE

DICAS PRÁTICAS PARA O CONSUMO CONSCIENTE DICAS PRÁTICAS PARA O CONSUMO CONSCIENTE VOTE COM O SEU DINHEIRO Investigue quais marcas e lojas buscam reduzir as emissões de carbono, tratam dignamente seus fornecedores e são socioambientalmente responsáveis.

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental PRSA

Política de Responsabilidade Socioambiental PRSA 1. OBJETIVO Em atendimento à Resolução do Banco Central do Brasil nº 4.327 de 25 de abril de 2014, que dispõe sobre as diretrizes que devem ser observadas no estabelecimento e na implementação da Política

Leia mais

SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO

SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO Qual o significado de ISO? ISO International Organization for Standardization, é uma organização não governamental com sede em Genebra, na Suíça, que foi criada em 1946

Leia mais

Prêmio ANTP-ABRATI de Boas Práticas

Prêmio ANTP-ABRATI de Boas Práticas Prêmio ANTP-ABRATI de Boas Práticas Viação Garcia Ltda. Despoluir - Motores desligados para poupar o planeta Projeto iniciado em 2009, sem previsão de encerramento Categoria 03: Responsabilidade Sócio-ambiental

Leia mais

PACTO GLOBAL DAS NAÇÕES UNIDAS COP - COMUNICADO DE PROGRESSO 2015. AX0003/00-Q5-RL-1001-15 Rev. 0 < MAIO 2015> ELABO.: SBMo VERIF.: CF APROV.

PACTO GLOBAL DAS NAÇÕES UNIDAS COP - COMUNICADO DE PROGRESSO 2015. AX0003/00-Q5-RL-1001-15 Rev. 0 < MAIO 2015> ELABO.: SBMo VERIF.: CF APROV. PACTO GLOBAL DAS NAÇÕES UNIDAS COP - COMUNICADO DE PROGRESSO 2015 AX0003/00-Q5-RL-1001-15 Rev. 0 < MAIO 2015> ELABO.: SBMo VERIF.: CF APROV.: CK AX0003/00-Q5-RL-1001-15 2 ÍNDICE PÁG. 1 - INTRODUÇÃO...

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 RELATÓRIO TÉCNICO CONCLUSIVO

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

Laboratório Nacional de Computação Científica Ações de Sustentabilidade

Laboratório Nacional de Computação Científica Ações de Sustentabilidade Laboratório Nacional de Computação Científica Ações de Sustentabilidade PLANO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL PLS LNCC 2013 Petrópolis, 05 de agosto de 2013 Pedro Leite da Silva Dias Diretor Alexandre Grosjgold

Leia mais

Sustentabilidade nas Micro e Pequenas Empresas

Sustentabilidade nas Micro e Pequenas Empresas Sustentabilidade nas Micro e Pequenas Empresas Promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável das micro e pequenas empresas e fomentar o empreendedorismo. Otimizar o uso dos recursos naturais

Leia mais

Dia da família na escola. 13 de março de 2010

Dia da família na escola. 13 de março de 2010 1 Dia da família na escola 13 de março de 2010 Sugestões de atividades Desde 2009, o Amigos da Escola tem incentivado às escolas participantes do projeto a tornar os dias temáticos em dias da família e

Leia mais

A DB Schenker está comprometida com o programa Climático 2020 do Grupo DB

A DB Schenker está comprometida com o programa Climático 2020 do Grupo DB A DB Schenker está comprometida com o programa Climático 2020 do Grupo DB, tendo como principal objectivo a redução de 20%, até ao ano de 2020, nas emissões de CO2. Formação em Eco condução, novas tecnologias

Leia mais

Pacto Global da Nações Unidas (UN Global Compact) Relatório 2010. Comunicação sobre Progresso (Communication on Progress COP) www.acovisa.com.

Pacto Global da Nações Unidas (UN Global Compact) Relatório 2010. Comunicação sobre Progresso (Communication on Progress COP) www.acovisa.com. Pacto Global da Nações Unidas (UN Global Compact) Relatório 2010 Comunicação sobre Progresso (Communication on Progress COP) www.acovisa.com.br Boas-vindas Mensagem da Diretoria O compromisso com os princípios

Leia mais

EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2014

EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2014 EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2014 1. DO OBJETO 1.1. O presente edital tem por objeto realizar uma chamada pública nacional para seleção de projetos sociais. O edital destina-se às organizações

Leia mais

Plano de Desenvolvimento integrado do arranjo produtivo local da madeira de Porto União da Vitória

Plano de Desenvolvimento integrado do arranjo produtivo local da madeira de Porto União da Vitória Plano de Desenvolvimento integrado do arranjo produtivo local da madeira de Porto União da Vitória ETAPAS DE EXECUÇÃO Validação do Plano de Desenvolvimento pelo Comitê Gestor do APL e empresas participantes

Leia mais

CHAMAMENTO PARA A ELABORAÇÃO DE ACORDO SETORIAL PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE LOGÍSTICA REVERSA DE MEDICAMENTOS EDITAL Nº 02/2013

CHAMAMENTO PARA A ELABORAÇÃO DE ACORDO SETORIAL PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE LOGÍSTICA REVERSA DE MEDICAMENTOS EDITAL Nº 02/2013 CHAMAMENTO PARA A ELABORAÇÃO DE ACORDO SETORIAL PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE LOGÍSTICA REVERSA DE MEDICAMENTOS EDITAL Nº 02/2013 O MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, tendo em vista o disposto na Lei nº

Leia mais

PAINEL 4: Construindo e implementando o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos: do catador à indústria.

PAINEL 4: Construindo e implementando o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos: do catador à indústria. PAINEL 4: Construindo e implementando o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos: do catador à indústria. O envolvimento da sociedade Consórcios A mobilização da indústria de equipamentos

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO ONLINE DE MONITORAMENTO DO PROGRAMA ACADEMIA DA SAÚDE

ORIENTAÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO ONLINE DE MONITORAMENTO DO PROGRAMA ACADEMIA DA SAÚDE ORIENTAÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO ONLINE DE MONITORAMENTO DO PROGRAMA ACADEMIA DA SAÚDE Brasília DF 2013 MONITORAMENTO DO PROGRAMA O Polo do Programa Academia da Saúde, instituído no âmbito

Leia mais

EDITAL N O 01/2012 1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. A proposta de Acordo Setorial a ser apresentada deverá obedecer aos seguintes.

EDITAL N O 01/2012 1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. A proposta de Acordo Setorial a ser apresentada deverá obedecer aos seguintes. CHAMAMENTO PARA A ELABORAÇÃO DE ACORDO SETORIAL PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE LOGÍSTICA REVERSA DE LÂMPADAS FLUORESCENTES, DE VAPOR DE SÓDIO E MERCÚRIO E DE LUZ MISTA. EDITAL N O 01/2012 O MINISTÉRIO

Leia mais

EDITAL Nº29-22/03/2013 DEDC SELEÇÃO DE NOVOS EMPREENDIMENTOS E PROJETOS PARA INSTALAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DO CEFET-MG NASCENTE EM LEOPOLDINA.

EDITAL Nº29-22/03/2013 DEDC SELEÇÃO DE NOVOS EMPREENDIMENTOS E PROJETOS PARA INSTALAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DO CEFET-MG NASCENTE EM LEOPOLDINA. EDITAL Nº29-22/03/2013 DEDC SELEÇÃO DE NOVOS EMPREENDIMENTOS E PROJETOS PARA INSTALAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DO CEFET-MG NASCENTE EM LEOPOLDINA. O DIRETOR-GERAL DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

Leia mais

Clicar em modalidade (atletismo) e inserir informações

Clicar em modalidade (atletismo) e inserir informações Clicar em modalidade (atletismo) e inserir informações Clicar em modalidade (voleibol) e inserir informações 44 Clicar em galeria de fotos Clicar em visualização para o conhecimento das informações inseridas

Leia mais

Embarque nesta aventura pelos mares do mundo!

Embarque nesta aventura pelos mares do mundo! Concurso Escola Sustentável Embarque nesta aventura pelos mares do mundo! O município de Itajaí tem recebido megaeventos náuticos internacionais e no ano de 2012 foi reconhecido por suas ações desenvolvidas

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA)

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA) TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA) Contrato por Produto Nacional CONSULTOR JÚNIOR Número e Título do Projeto: BRA/09/004 Fortalecimento da CAIXA no seu processo

Leia mais

Procedimento Sistêmico Nome do procedimento: Tratar Não Conformidade, Incidentes e Acidentes Data da Revisão 18/01/12

Procedimento Sistêmico Nome do procedimento: Tratar Não Conformidade, Incidentes e Acidentes Data da Revisão 18/01/12 1/ 11 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento Adequação de seu conteúdo para sistema ISO 9001:2008 e alteração de nomenclatura. 01 Deixa de ser chamado de PO (Procedimento Operacional)

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL METALMECANICO GRANDE ABC

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL METALMECANICO GRANDE ABC ARRANJO PRODUTIVO LOCAL METALMECANICO GRANDE ABC TERMO DE REFERÊNCIA Nº 02/2010 SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA GESTÃO FINANCEIRA EM CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA. Contatos Luiz Augusto Gonçalves de

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL Outubro de 2008 1 INTRODUÇÃO A Política de Desenvolvimento Social formaliza e orienta o compromisso da PUCRS com o desenvolvimento social. Coerente com os valores e princípios

Leia mais

FORUM BRASILEIRO DE FINANÇAS SOCIAIS E NEGÓCIOS DE IMPACTO DARIO GUARITA NETO

FORUM BRASILEIRO DE FINANÇAS SOCIAIS E NEGÓCIOS DE IMPACTO DARIO GUARITA NETO FORUM BRASILEIRO DE FINANÇAS SOCIAIS E NEGÓCIOS DE IMPACTO DARIO GUARITA NETO Maio/2014 1 O NOSSO NEGÓCIO É PRODUZIR MADEIRA CERTIFICADA 2 2 3 PORQUE AGORA O CONSUMIDOR TEM O PODER NAS SUAS MÃOS 4 QUESTÕES

Leia mais

PROGRAMA DE PATROCÍNIO DA COSERN

PROGRAMA DE PATROCÍNIO DA COSERN PROGRAMA DE PATROCÍNIO DA COSERN Resumo das diretrizes e critérios da COSERN/ Grupo Neoenergia para patrocínios a projetos socioculturais e ambientais. Guia Básico do Proponente 1 Índice Introdução 2 1.

Leia mais

PRÊMIO DE INOVAÇÃO ANTONIO CARLOS DE ALMEIDA BRAGA

PRÊMIO DE INOVAÇÃO ANTONIO CARLOS DE ALMEIDA BRAGA 2012 PRÊMIO DE INOVAÇÃO ANTONIO CARLOS DE ALMEIDA BRAGA CASE: Programa de Educação para a Sustentabilidade SulAmérica CATEGORIA: Comunicação FUNCIONÁRIO: Adriana Boscov Sumário INTRODUÇÃO... 3 ORIGEM DO

Leia mais

INDICADORES DE PECUÁRIA SUSTENTÁVEL GTPS

INDICADORES DE PECUÁRIA SUSTENTÁVEL GTPS INDICADORES DE PECUÁRIA SUSTENTÁVEL GTPS CRITÉRIOS OBRIGATÓRIOS I. Da obrigatoriedade do registro de todos os trabalhadores conforme CLT b. Há uma declaração assinada sobre o tema (modelo GTPS)? II. Das

Leia mais

Votorantim Industrial Relatório de Sustentabilidade. Versão para público externo

Votorantim Industrial Relatório de Sustentabilidade. Versão para público externo Votorantim Industrial Relatório de Sustentabilidade Versão para público externo Mensagem da alta administração Em 93 anos de história da Votorantim, temos mantido a consistência na geração de valor, pautando

Leia mais

Código: MAN-ESJUD-001 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013

Código: MAN-ESJUD-001 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Código: MAN-ESJUD-001 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerências da ESJUD Aprovado por: Escola do Poder Judiciário 1 OBJETIVO Estabelecer as diretrizes que norteiam a capacitação no

Leia mais

Secretariado Executivo

Secretariado Executivo Secretariado Executivo Padrão de Resposta O estudante deve redigir texto dissertativo, abordando os seguintes tópicos: A A ideia de que desenvolvimento sustentável pode ser entendido como proposta ou processo

Leia mais

A gestão da prática do voluntariado como responsabilidade social, no contexto da estratégia organizacional. Fundação ArcelorMittal

A gestão da prática do voluntariado como responsabilidade social, no contexto da estratégia organizacional. Fundação ArcelorMittal A gestão da prática do voluntariado como responsabilidade social, no contexto da estratégia organizacional Fundação ArcelorMittal ArcelorMittal Maior produtora de aço do mundo com mais de 222.000 empregados

Leia mais

RESULTADOS E CONCLUSÕES

RESULTADOS E CONCLUSÕES Torres, G. R. ; BORGES, S. S. ; BECKER, H. ; CAVALCANTE, D. A. ; OLIVEIRA, E. S.. Programa de Gerenciamento de Resíduos da Universidade Federal do Ceará: a sustentabilidade socioambiental implementada

Leia mais

A VISÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NA IMPLANTAÇÃO DA LEI 12305/10

A VISÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NA IMPLANTAÇÃO DA LEI 12305/10 A VISÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NA IMPLANTAÇÃO DA LEI 12305/10 ALEXANDRA FACCIOLLI MARTINS Promotora de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente - GAEMA PCJ-Piracicaba MP/SP DESAFIOS

Leia mais

O marco mundial da nova ordem ambiental é minimizar o lixo. Desde 1992, os 170 países presentes na conferência da ONU sobre Meio Ambiente e

O marco mundial da nova ordem ambiental é minimizar o lixo. Desde 1992, os 170 países presentes na conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Parceria: O marco mundial da nova ordem ambiental é minimizar o lixo. Desde 1992, os 170 países presentes na conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a RIO/92, assinaram a Agenda 21, que

Leia mais

PACTO GLOBAL RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE

PACTO GLOBAL RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE PACTO GLOBAL RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE PACTO GLOBAL Lançado em 2000, o Pacto Global das Nações Unidas constitui uma convocação às empresas de todo o mundo para que alinhem suas estratégicas e operações

Leia mais

MANUAL DO INCUBADO PPV. Programa Pronto para Viver

MANUAL DO INCUBADO PPV. Programa Pronto para Viver MANUAL DO INCUBADO PPV Programa Pronto para Viver SUMÁRIO 1. CONTEXTUAIS... 2 2. EQUIPE TÉCNICA DA AGENDE... 2 3. PLANEJAMENTO ESTRETÉGICO... 3 3.1 Planejamento Estratégico - Gestão... 3 3.2 Planejamento

Leia mais

PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE CULTURA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS"

PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE CULTURA - A SANTA MARIA QUE QUEREMOS Elaborar o projeto do Plano Municipal de Projeto do Plano Projeto realizado Cultura com ampla participação dos setores da sociedade Conferência Municipal de Cultura Conferência realizada PLANILHA DE OBJETIVOS

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO GRUPO HERING

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO GRUPO HERING CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO GRUPO HERING O Código de Conduta Ética é um instrumento destinado a aperfeiçoar os relacionamentos da organização e elevar o clima de confiança nela existente. Este Código tem

Leia mais

Manuais ISGH Coordenadoria de Educação Permanente, Ensino e Pesquisa CEPEP

Manuais ISGH Coordenadoria de Educação Permanente, Ensino e Pesquisa CEPEP Manuais ISGH Coordenadoria de Educação Permanente, Ensino e Pesquisa CEPEP Página 1 ELABORAÇÃO Assessoras Técnicas da Educação Permanente ISGH Ana Karine Girão Lima Társia Vitoria de Araujo Joaquim Nogueira

Leia mais

Desenvolver um sistema de transporte alternativo que melhore deslocamento dentro do campus do fundão utilizando-se de estratégias sustentáveis.

Desenvolver um sistema de transporte alternativo que melhore deslocamento dentro do campus do fundão utilizando-se de estratégias sustentáveis. . Objetivo Geral Desenvolver um sistema de transporte alternativo que melhore deslocamento dentro do campus do fundão utilizando-se de estratégias sustentáveis. 2. Proposta Trata-se da implantação de sistema

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE LIXO O CASO DE IJUÍ/RS 1

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE LIXO O CASO DE IJUÍ/RS 1 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE LIXO O CASO DE IJUÍ/RS 1 Juliana Carla Persich 2, Sérgio Luís Allebrandt 3. 1 Estudo

Leia mais

VOLUNTARIADO EMPRESARIAL CRA - outubro 2009

VOLUNTARIADO EMPRESARIAL CRA - outubro 2009 VOLUNTARIADO EMPRESARIAL CRA - outubro 2009 APOENA SUSTENTÁVEL Missão Disseminar, desenvolver e promover a gestão corporativa sustentável garantindo o equilíbrio entre os fatores econômicos, sociais e

Leia mais

Levantamento das ações de redução de gastos desenvolvidas no Programa de Eficiência do Gasto (PEG) na UFSJ

Levantamento das ações de redução de gastos desenvolvidas no Programa de Eficiência do Gasto (PEG) na UFSJ Levantamento das ações de redução de gastos desenvolvidas no Programa de Eficiência do Gasto (PEG) na UFSJ Pró Reitoria de Planejamento - PPLAN São João del Rei, 20 de novembro de 2013 Em atendimento ao

Leia mais

Sustentabilidade do planeta. Este assunto diz respeito a todos nós!

Sustentabilidade do planeta. Este assunto diz respeito a todos nós! Sustentabilidade do planeta Este assunto diz respeito a todos nós! Situação no mundo atual O Planeta pede socorro!!! A atividade humana tem impactado negativamente o meio ambiente Os padrões de consumo

Leia mais

Política Nacional de Mobilidade Urbana - LEI nº 12.587/2012

Política Nacional de Mobilidade Urbana - LEI nº 12.587/2012 Política Nacional de Mobilidade Urbana - LEI nº 12.587/2012 Natal/RN, 18 de março de 2013 Ministério das Cidades - MCidades Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana SeMob Departamento de Cidadania e Inclusão

Leia mais

Grupo Gestor Mar de Cultura XXV Breve Informativo 18 de março de 2010

Grupo Gestor Mar de Cultura XXV Breve Informativo 18 de março de 2010 Grupo Gestor Mar de Cultura XXV Breve Informativo 18 de março de 2010 Missão: Atuar para o desenvolvimento solidário e participativo de Paraty articulando a sociedade civil organizada e poder público para

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

Desenvolvimento de Fornecedores Unimed de Londrina. Fabianne Piojetti Especialista em Responsabilidade Social

Desenvolvimento de Fornecedores Unimed de Londrina. Fabianne Piojetti Especialista em Responsabilidade Social Desenvolvimento de Fornecedores Unimed de Londrina Fabianne Piojetti Especialista em Responsabilidade Social 2 Slide 2 UFdP1 PARA "TÍTULO DA APRESENTAÇÃO": [negrito] TAMANHO: 40 PARA "NOME DO PALESTRANTE":

Leia mais

CST Gestão Comercial

CST Gestão Comercial CST Gestão Comercial Padrão de Resposta O estudante deve redigir texto dissertativo, abordando os seguintes tópicos: A A ideia de que desenvolvimento sustentável pode ser entendido como proposta ou processo

Leia mais

Profa.ª Zenaide Campos Escola Municipal Prof. ª Noilde Pessoa Ramalho - Natal/RN

Profa.ª Zenaide Campos Escola Municipal Prof. ª Noilde Pessoa Ramalho - Natal/RN Profa.ª Zenaide Campos Escola Municipal Prof. ª Noilde Pessoa Ramalho - Natal/RN Escolas Sustentáveis... Novas ações, novos hábitos, novas atitudes Escolas sustentáveis: aquelas que mantêm relação equilibrada

Leia mais

é lei Agora Política Nacional de Resíduos Sólidos poder público, empresas, catadores e população Novos desafios para

é lei Agora Política Nacional de Resíduos Sólidos poder público, empresas, catadores e população Novos desafios para Política Nacional de Resíduos Sólidos Agora é lei Novos desafios para poder público, empresas, catadores e população Marco histórico da gestão ambiental no Brasil, a lei que estabelece a Política Nacional

Leia mais

FLC Tel. 11-3911-3829

FLC Tel. 11-3911-3829 REALIZAÇÃO Tel. 11-3275-3561 CO- REALIZAÇÃO UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI Tel. 11-3847-3145 SECRETÁRIA EXECUTIVA AD EVENTOS BRASIL LTDA. Tel. 11-5087-3455 MONTADORA OFICIAL FLC Tel. 11-3911-3829 AGÊNCIA

Leia mais

PROCEDIMENTO GERAL. Identificação e Avaliação de Aspectos e Impactos Ambientais

PROCEDIMENTO GERAL. Identificação e Avaliação de Aspectos e Impactos Ambientais PÁG. 1/8 1. OBJETIVO Definir a sistemática para identificação e avaliação contínua dos aspectos ambientais das atividades, produtos, serviços e instalações a fim de determinar quais desses tenham ou possam

Leia mais