PLANO DE AULA OBJETIVOS: Refletir sobre a filosofia existencialista e dar ênfase aos conceitos do filósofo francês Jean Paul Sartre.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO DE AULA OBJETIVOS: Refletir sobre a filosofia existencialista e dar ênfase aos conceitos do filósofo francês Jean Paul Sartre."

Transcrição

1 PLANO DE AULA ÁREA: Ética TEMA: Existencialismo HISTÓRIA DA FILOSOFIA: Contemporânea INTERDISCIPLINARIDADE: Psicologia DURAÇÃO: 4 aulas de 50 cada AUTORIA: Angélica Silva Costa OBJETIVOS: Refletir sobre a filosofia existencialista e dar ênfase aos conceitos do filósofo francês Jean Paul Sartre. METODOLOGIA: O desenvolvimento desta proposta dar-se-á pela exposição do tema proposto, com o apoio de alguns recursos didático-pedagógicos, tais como quadro e giz, DVD e/ ou televisão. Ter-se-á como ponto de partida a problematização do tema proposto a ser desenvolvido. PROGRAMAÇÃO: 1ª aula Titulo: O Existencialismo Sartreano Apresentação dos principais conceitos da filosofia existencialista através do texto e resumo de apoio, com o intuito de facilitar a compreensão da filosofia sartreana e sua importância na contemporaneidade. 2ª aula: Titulo: Essência e Existência Recordação dos conceitos abordados na aula anterior, enfatizar a questão da essência e existência e aplicação de um resumo impresso com todos os conceitos do existencialismo sartreano. 1

2 3ª aula: Titulo: Liberdade e Angústia Exibição do filme Walking life, com duração de 2:04, ressaltando, ao fim da exibição, o conteúdo filosófico do filme: o existencialismo, a escolha e a responsabilidade. 4ª aula Titulo: A responsabilidade Conclusão de todo conteúdo, aplicação de lista exercícios: CONTEÚDOS: 1. Texto de apoio: A existência precede a essência (...) Assim, pois, ainda aí, a essência do homem precede sua existência histórica que encontramos na natureza. (...). O existencialismo ateu, que eu represento, é mais coerente. Declara ele, que se Deus não existe, há pelo menos um ser no qual a existência precede a essência, um ser que existe antes de poder ser definido em qualquer preceito, e que este ser é o homem ou, como diz Heidegger, a realidade humana. Que significará aqui o dizer-se que a existência precede a essência? Significa que o homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e que só depois se define. O homem, tal como o concebe o existencialista, se não é definível, é porque primeiramente não é nada. Só depois será alguma coisa e tal como a si próprio se fizer. Assim, não há natureza humana visto que não há Deus para conceber. O homem é, não apenas como ele se concebe, mas como ele quer que seja, como ele se concebe depois da existência, como ele se deseja após este impulso para a existência; o homem não é mais que o que ele faz. Tal é o primeiro princípio do existencialismo. É também a isso que se chama de subjetividade, e o que nos censuram sobre este mesmo nome. Mas, que queremos dizer nós com isso, se não que o homem tenha uma dignidade maior que uma pedra ou uma mesa? Porque o que nós queremos dizer é que o homem primeiro existe, ou seja, que o homem, antes de mais nada, é o que se lança para o futuro e o que é consciente de se projetar para o 2

3 futuro. (...) Mas, se verdadeiramente a existência precede a essência, o homem é responsável por aquilo que é. Assim, o primeiro esforço do existencialismo é o de pôr todo homem no domínio do que ele é de lhe atribuir a total responsabilidade da sua existência. E, quando dizemos que o homem é responsável por si próprio, não queremos dizer que o homem é responsável pela sua restrita individualidade, mas que é responsável por todos os homens Resumos: O Existencialismo Sartreano O existencialismo sartreano sofre influências de Husserl, Heidegger, Jaspers e Max Scheler, chegando até as obras de Kierkegard ( ), filósofo dinamarquês que se lançou contra a filosofia especulativa, opondo-lhe a filosofia existencial. Jean-Paul Sartre ( ) escreveu O ser e o nada, sua principal obra filosófica, em Em 1938 já havia publicado o romance A náusea. Seu pensamento é muito conhecido e gerou uma moda existencialista também pelo fato de ele ter tornado famoso romancista e teatrólogo. Sua produção intelectual foi fortemente marcada pela Segunda Guerra Mundial e pela ocupação nazista da França. Pode-se dizer que há um Sartre antes da guerra e outro pósguerra, tal impacto da Resistência Francesa sobre sua concepção política de engajamento. Engajamento significa a necessidade de o pensador estar voltado para a análise da situação concreta em que vive, tornando-se solidário nos acontecimentos sociais e políticos de seu tempo. Pelo engajamento, a liberdade deixa de ser apenas imaginária e passa a estar situada e comprometida na ação. Ao lado de Simone de Beauvoir, também filósofa e existencialista e sua companheira, Sartre participou da vida política não só da França, mas mundial. Extremamente engajado, participava de protestos de todos os tipos: políticos, sociais, estudantis, etc. Sartre pertence à ala dos filósofos existencialistas ateus, entre os quais se inclui Merleau-Ponty. Essência e Existência A existência precede a essência. Eis a frase fundamental do existencialismo. 1 SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo, Col. Os pensadores, São Paulo, Abril Cultural, p

4 A essência é o que faz com que uma coisa seja o que é, e não outra coisa. Por exemplo, a essência de uma mesa é o ser mesmo da mesa, aquilo que faz com que ela seja mesa e não outra coisa, como uma cadeira. Sendo ateu não concebe a criação divina a partir de um modelo.assim, defende que a existência precede a essência, o que significa que primeiramente o homem existe, se descobre, surge no mundo e somente depois se define. Liberdade e Angústia O que diferencia o homem e os animais é que só o homem é livre. Se o homem existe, ele é para si, isto é, é consciente, auto-reflexivo. Então, a consciência humana a distingue dos animais e das coisas que são em si e não tem a capacidade de se auto-examinarem. O homem ao descobrir que não há essência e nem modelo para seguir, descobre que seu futuro se encontra disponível e aberto, estando portando irremediavelmente condenado a ser livre Se o homem é livre, conseqüentemente é responsável por tudo aquilo que escolhe e faz. A liberdade só possui significado na ação, na capacidade do homem de operar modificações no real. Eis que o homem ao tomar consciência da sua liberdade, e ao sentir-se como um vazio, vive a angústia da escolha. Não suportando essa angústia, o homem procura refugiarse, caindo má-fé. A má-fé a atitude característica do homem que finge escolher, sem na verdade escolher e imagina que seu destino está traçado. A responsabilidade Sartre afirma que se a existência precede a essência, o homem é responsável por aquilo que é, sendo o que lhe define é o seu ato. O homem é responsável não só pela sua restrita individualidade, mas algo muito além, pois conseqüentemente é responsável por todos os homens, fato que envolve toda a humanidade. Uma das principais características do existencialismo é exatamente colocar o homem no domínio do que ele é e lhe atribuir plena e total responsabilidade por sua existência. 1.2 Filme: 4

5 Walking Life ; parte a ser exibida com duração de 2:15. Gênero: Drama Duração: 99 min Distribuidora: Fox Produtora(s): Detour Film Production, Independent Film Channel, Line Research, Thousand WordS Diretor(es): Richard Linklater Roteirista(s): Richard Linklater ATIVIDADES: Lista de exercício: 1)Considerando o pensamento de Sartre, assinale com (V) as proposições verdadeiras e com (F) as falsas: 1 ( ) Sartre sempre afirmou que o homem deve escolher os caminhos de sua existência e para isso necessita exercitar a sua liberdade. 2 ( ) Sartre afirma que a responsabilidade é o fator que determina a forma como cada pessoa assume sua liberdade de escolha. 3 ( ) Sartre considera que a angústia é um sentimento absolutamente ridículo e que o homem deve lutar contra todo tipo de liberdade coletiva, fugindo de toda responsabilidade. 4 ( ) A máxima sartriana a existência precede a essência é uma forma de manifestar a contingência da realidade humana. 5 ( ) Para Sartre a angústia é a maneira como o homem manifesta o seu modo de ser tentando esconder ou fugir dos atos de escolha. 2)Com relação ao pensamento de Jean-Paul Sartre, assinale com (V) as alternativas verdadeiras e com (F) as falsas. 1( )o ponto de partida do pensamento de Jean-Paul Sartre é a tese de que "a existência precede a essência". 2( )Jean-Paul Sartre estabelece que a realidade humana é a expressão de um ser livre que nega toda existência inerte. Sua proposta fundamental é a de superar todo limite ao ato livre de uma pessoa. 3( )A concepção sartriana de liberdade está fundada na ação humana que se dá contra todo tipo de determinismo. Essa liberdade manifesta-se também na atitude de má-fé. 5

6 4( )Jean-Paul Sartre defende a tese de que o homem sempre quer realizar completamente seus desejos e anseios e, por esse motivo, sempre possui um projeto. É por essa razão que ele deve negar seu próprio ser, manifestando a necessidade de aniquilar-se como homem para existir somente como coisa inerte. 5( )A má-fé é uma atitude que a realidade humana toma quando projeta ser livre, representando uma intenção que revela explicitamente aos outros. Ela não é uma encenação. Gabarito: 01 (1- V, 2-V,3-F, 4-V, 5-V) 02-(1-V, 2-V, 3-V, 4-F, 5-F) AVALIAÇÃO: A avaliação desta proposta pautar-se-á numa investigação acerca do conteúdo desenvolvido, adotando-se a observação do envolvimento dos participantes no decorrer das aulas, também será solicitado um resumo aos alunos com os principais pontos explanados, além da análise dos exercícios propostos (lista de exercício). BIBLIOGRAFIA: ARANHA, M. L de A. & MARTINS, M. H. P. Filosofando. São Paulo, Moderna, pg. 326 a 330 CHAUÍ, M. Convite à Filosofia, São Paulo, Ática, SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo, Col. Os pensadores, São Paulo, Abril Cultural, p

Antropologia, História e Filosofia

Antropologia, História e Filosofia Antropologia, História e Filosofia Breve história do pensamento acerca do homem Um voo panorâmico na história ocidental Cosmológicos 1. Embora o objeto não seja propriamente o homem já encontramos indícios

Leia mais

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação 1 1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação O objetivo principal de Introdução Filosofia é despertar no aluno a percepção que a análise, reflexão

Leia mais

Conteúdo Básico Comum (CBC) de FILOSOFIA do Ensino Médio Exames Supletivos/2015

Conteúdo Básico Comum (CBC) de FILOSOFIA do Ensino Médio Exames Supletivos/2015 SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MÉDIO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Conteúdo

Leia mais

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica 0 O que é Filosofia? Essa pergunta permite muitas respostas... Alguns podem apontar que a Filosofia é o estudo de tudo ou o nada que pretende abarcar tudo.

Leia mais

FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE)

FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE) FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE) SÓCRATES (469-399 a.c.) CONTRA OS SOFISTAS Sofistas não são filósofos: não têm amor pela sabedoria e nem respeito pela verdade. Ensinavam a defender o que

Leia mais

29/04/2015. Sensibilizar para a importância de uma reflexão profunda e contínua sobre a própria existência.

29/04/2015. Sensibilizar para a importância de uma reflexão profunda e contínua sobre a própria existência. 29/04/2015 Sensibilizar para a importância de uma reflexão profunda e contínua sobre a própria existência. Favorecer a conscientização sobre a importância da elaboração de um projeto de vida pelo indivíduo,

Leia mais

QUESTÕES FILOSÓFICAS CONTEMPORÂNEAS: HEIDEGGER E O HUMANISMO

QUESTÕES FILOSÓFICAS CONTEMPORÂNEAS: HEIDEGGER E O HUMANISMO QUESTÕES FILOSÓFICAS CONTEMPORÂNEAS: HEIDEGGER E O HUMANISMO Bernardo Goytacazes de Araújo Professor Docente de Filosofia da Universidade Castelo Branco Especialista em Filosofia Moderna e Contemporânea

Leia mais

FORMAÇÃO DO HOMEM EM PAULO FREIRE DIÁLOGOS COM A PEDAGOGIA DA AUTONOMIA

FORMAÇÃO DO HOMEM EM PAULO FREIRE DIÁLOGOS COM A PEDAGOGIA DA AUTONOMIA FORMAÇÃO DO HOMEM EM PAULO FREIRE DIÁLOGOS COM A PEDAGOGIA DA AUTONOMIA Adriano José da Silva, Patrícia Hetti Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Licenciatura em geografia adriano_hist@hotmail.com.

Leia mais

A) o dualismo ontológico é uma impossibilidade, enquanto o mundo sensível traz em si a causa da sua própria existência.

A) o dualismo ontológico é uma impossibilidade, enquanto o mundo sensível traz em si a causa da sua própria existência. QUESTÃO 01 Em Platão, as questões metafísicas mais importantes e a possibilidade de serem solucionadas estão vinculadas aos grandes problemas da geração, da corrupção e do ser das coisas. Para Platão,

Leia mais

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com 803 AS CONTRIBUIÇÕES DO LÚDICO PARA O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL INFANTIL NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaela Reginato Hosokawa, Andréia Cristiane Silva Wiezzel Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de

Leia mais

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social A INFLUÊNCIA DO USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO COTIDIANO

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social A INFLUÊNCIA DO USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO COTIDIANO A INFLUÊNCIA DO USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO COTIDIANO Dennys Rodrigues de Sousa* (Graduando em psicologia pela Faculdades Metropolitanas de Maringá - UNIFAMMA, Maringá-PR, Brasil); André Henrique Scarafiz,

Leia mais

O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO

O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO Mayrla Ferreira da Silva; Flávia Meira dos Santos. Universidade Estadual da Paraíba E-mail: mayrlaf.silva2@gmail.com

Leia mais

O PENSAMENTO HEGELIANO: O SISTEMA E A DIALÉTICA. Resumo

O PENSAMENTO HEGELIANO: O SISTEMA E A DIALÉTICA. Resumo 1 O PENSAMENTO HEGELIANO: O SISTEMA E A DIALÉTICA Cassio Donizete Marques 1 Resumo Hegel é considerado um dos pensadores mais complexos de toda a história da filosofia. Seu pensamento estabelece, senão

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CONCURSO PÚBLICO EDITAL 04/2016 ÁREA FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO CHAVE DE CORREÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CONCURSO PÚBLICO EDITAL 04/2016 ÁREA FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO CHAVE DE CORREÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CONCURSO PÚBLICO EDITAL 04/2016 ÁREA FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO CHAVE DE CORREÇÃO QUESTÃO 01: - Situar historicamente e contextualizar o percurso de

Leia mais

3ª FASE Prof.a Carolina Oliveira

3ª FASE Prof.a Carolina Oliveira 3ª FASE Prof.a Carolina Oliveira CONTEÚDOS E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA 4º Bimestre Atividade Avaliativa de Ens. Religioso Aula 172 Conteúdo Contar histórias

Leia mais

A LIBERDADE COMO POSSÍVEL CAMINHO PARA A FELICIDADE

A LIBERDADE COMO POSSÍVEL CAMINHO PARA A FELICIDADE Aline Trindade A LIBERDADE COMO POSSÍVEL CAMINHO PARA A FELICIDADE Introdução Existem várias maneiras e formas de se dizer sobre a felicidade. De quando você nasce até cerca dos dois anos de idade, essa

Leia mais

PROLEGÔMENOS PARA UMA PRÁTICA EDUCATIVA EXISTENCIALISTA Prolégomènes à une pratique éducative exitentialiste

PROLEGÔMENOS PARA UMA PRÁTICA EDUCATIVA EXISTENCIALISTA Prolégomènes à une pratique éducative exitentialiste Prolegômenos para uma prática educativa existencialista PROLEGÔMENOS PARA UMA PRÁTICA EDUCATIVA EXISTENCIALISTA Prolégomènes à une pratique éducative exitentialiste Abdeljalil Akkari * Peri Mesquida **

Leia mais

ALIENAÇÃO E FETICHE: DESDOBRAMENTOS NO TRABALHO REALIZADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

ALIENAÇÃO E FETICHE: DESDOBRAMENTOS NO TRABALHO REALIZADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL ALIENAÇÃO E FETICHE: DESDOBRAMENTOS NO TRABALHO REALIZADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Laís Leni Oliveira Lima Universidade Federal de Goiás-Campus Jataí laisleni@yahoo.com.br CONSIDERAÇÕES INTRODUTÓRIAS Este

Leia mais

A Busca pela Construção do Conhecimento e a Transformação das Realidades

A Busca pela Construção do Conhecimento e a Transformação das Realidades A Busca pela Construção do Conhecimento e a Transformação das Realidades Como vimos na unidade anterior, é próprio do homem buscar e produzir conhecimento para tentar melhorar sua realidade. Portanto,

Leia mais

Caracterização Cronológica

Caracterização Cronológica Caracterização Cronológica Filosofia Medieval Século V ao XV Ano 0 (zero) Nascimento do Cristo Plotino (204-270) Neoplatônicos Patrística: Os grandes padres da igreja Santo Agostinho ( 354-430) Escolástica:

Leia mais

Corpo e Corporeidade: uma leitura fenomenológica

Corpo e Corporeidade: uma leitura fenomenológica Corpo e Corporeidade: uma leitura fenomenológica Ari Rehfeld Publicado na Revista de Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo, nr 1 2004, apresentado na IV Jornada Paulista de Gestalt É muita pretensão

Leia mais

Antropologia Religiosa

Antropologia Religiosa Antropologia Religiosa Quem somos nós? De onde viemos? Para onde vamos? Qual é a nossa missão no universo? O que nos espera? Que sentido podemos dar a nossa vida? Qual o sentido da história e do mundo?

Leia mais

Prova 3 Filosofia. N ọ DE INSCRIÇÃO:

Prova 3 Filosofia. N ọ DE INSCRIÇÃO: Prova 3 QUESTÕES OBJETIIVAS N ọ DE ORDEM: NOME DO CANDIDATO: N ọ DE INSCRIÇÃO: IINSTRUÇÕES PARA A REALIIZAÇÃO DA PROVA 1. Confira os campos N ọ DE ORDEM, N ọ DE INSCRIÇÃO e NOME, conforme o que consta

Leia mais

Verdade-correspondência e verdade-coerência 1

Verdade-correspondência e verdade-coerência 1 Verdade-correspondência e verdade-coerência 1 Jean-Louis Léonhardt jean-louis.leonhardt@mom.fr CNRS - MOM Tradução: Marly Segreto A partir de Aristóteles, uma certa concepção de verdade em ciência foi

Leia mais

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.)

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) O ATO DE ESTUDAR 1 (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) Paulo Freire, educador da atualidade, aponta a necessidade de se fazer uma prévia reflexão sobre o sentido do estudo. Segundo suas palavras:

Leia mais

IACR ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA O REALISMO CRÍTICO XII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL da IACR Texto de Priscila Silva Araújo.

IACR ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA O REALISMO CRÍTICO XII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL da IACR Texto de Priscila Silva Araújo. IACR ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA O REALISMO CRÍTICO XII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL da IACR Texto de Priscila Silva Araújo. Rorty e o realismo como instrumento da emancipação humana Alguns filósofos 1

Leia mais

Resenha de Fundamentação Existencial da Pedagogia

Resenha de Fundamentação Existencial da Pedagogia 1 Resenha de Fundamentação Existencial da Pedagogia Luís Washington Vita (1955) DELFIM SANTOS, Fundamentação Existencial da Pedagogia, Limeira, Letras da Província, 1951-115; Revista Brasileira de Filosofia

Leia mais

Educação Espírita da Criança 1. 1. Por que o Espiritismo deve ser ensinado para as crianças?

Educação Espírita da Criança 1. 1. Por que o Espiritismo deve ser ensinado para as crianças? Educação Espírita da Criança 1 1. Por que o Espiritismo deve ser ensinado para as crianças? Jáder Sampaio Na concepção espírita, a infância é um estado passageiro no qual um espírito tem a oportunidade

Leia mais

MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política

MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política ////////////////////////// Ficha de Leitura * ////////////////////////// MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política Introdução [À Crítica da Economia Política] Prefácio [Para a Crítica da Economia

Leia mais

DESAFIOS CRIATIVOS E FASCINANTES Aula de Filosofia: busca de valores humanos

DESAFIOS CRIATIVOS E FASCINANTES Aula de Filosofia: busca de valores humanos DESAFIOS CRIATIVOS E FASCINANTES Aula de Filosofia: busca de valores humanos Glorinha Aguiar glorinhaaguiar@uol.com.br Eu queria testar a metodologia criativa com alunos que eu não conhecesse. Teria de

Leia mais

A TEORIA DO CONHECIMENTO DE DESCARTES E SUA RELAÇÃO COM A GEOMETRIA EUCLIDIANA PLANA

A TEORIA DO CONHECIMENTO DE DESCARTES E SUA RELAÇÃO COM A GEOMETRIA EUCLIDIANA PLANA A TEORIA DO CONHECIMENTO DE DESCARTES E SUA RELAÇÃO COM A GEOMETRIA EUCLIDIANA PLANA Danilo Pereira Munhoz Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho danilomunhoz@gmail.com Fabrícia Lélis Universidade

Leia mais

ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA DE EDITH STEIN. Prof. Helder Salvador

ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA DE EDITH STEIN. Prof. Helder Salvador ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA DE EDITH STEIN Prof. Helder Salvador 3 - A ANTROPOLOGIA COMO FUNDAMENTO DA PEDAGOGIA. Para Edith Stein existe uma profunda relação entre os termos metafísica, antropologia e pedagogia

Leia mais

A Alienação (Karl Marx)

A Alienação (Karl Marx) A Alienação (Karl Marx) Joana Roberto FBAUL, 2006 Sumário Introdução... 1 Desenvolvimento... 1 1. A alienação do trabalho... 1 2. O Fenómeno da Materialização / Objectivação... 2 3. Uma terceira deterninação

Leia mais

Real e irreal: sobre o conceito de imagem em Sartre

Real e irreal: sobre o conceito de imagem em Sartre Úrsula da Rosa Silva Profª Drª na Universidade Federal de Pelotas, Diretora do Centro de Artes da UFPel (2013). ursulasilva@ gmail.com Real e irreal: sobre o conceito de imagem em Sartre Real and unreal:

Leia mais

A Educação Física no contexto escolar

A Educação Física no contexto escolar Marcelo JosÉ Alves A Educação Física no contexto escolar Interdisciplinarizando o conhecimento e construindo os saberes 2011 Marcelo José Alves Direitos desta edição adquiridos pela Paco Editorial. Nenhuma

Leia mais

Escola de Ensino Fundamental e Médio Augusto Ruschi PLANO DE AULA

Escola de Ensino Fundamental e Médio Augusto Ruschi PLANO DE AULA Escola de Ensino Fundamental e Médio Augusto Ruschi PLANO DE AULA Professor: Marcelo Garbin Santa Maria RS. Brasil. 2009 INTRODUÇÃO Destaca-se ao longo deste pequeno relatório de planejamento das aulas

Leia mais

O FEMINISMO NA OBRA ANTÍGONA DE SÓFOCLES

O FEMINISMO NA OBRA ANTÍGONA DE SÓFOCLES O FEMINISMO NA OBRA ANTÍGONA DE SÓFOCLES Renan Figueiredo Menezes Bolsista PET - Filosofia / UFSJ (MEC/SESu/DEPEM) Orientadora: Profa. Dra. Glória Maria Ferreira Ribeiro - DFIME / UFSJ (Tutora do Grupo

Leia mais

O MÉTODO ESCOLÁSTICO EM TOMÁS DE AQUINO: UM ESTUDO NO CAMPO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO

O MÉTODO ESCOLÁSTICO EM TOMÁS DE AQUINO: UM ESTUDO NO CAMPO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO O MÉTODO ESCOLÁSTICO EM TOMÁS DE AQUINO: UM ESTUDO NO CAMPO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO SANTIN, Rafael Henrique (PIBIC/UEM) OLIVEIRA, Terezinha (UEM) INTRODUÇÃO Neste texto pretendemos analisar o método escolástico

Leia mais

Por muito tempo na história as pessoas acreditaram existir em nós uma capacidade transcendental que nos emanciparia da natureza e nos faria

Por muito tempo na história as pessoas acreditaram existir em nós uma capacidade transcendental que nos emanciparia da natureza e nos faria 1 Por muito tempo na história as pessoas acreditaram existir em nós uma capacidade transcendental que nos emanciparia da natureza e nos faria especiais. Fomos crescendo e aprendendo que, ao contrário dos

Leia mais

CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ?

CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? CURITIBA 2011 CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? Projeto de pesquisa apresentado à Universidade Federal

Leia mais

OS ESPAÇOS SAGRADO E PROFANO E AS FORMAS PRIMITIVAS DE CLASSIFICAÇÃO Ensaio sobre o diálogo iniciático

OS ESPAÇOS SAGRADO E PROFANO E AS FORMAS PRIMITIVAS DE CLASSIFICAÇÃO Ensaio sobre o diálogo iniciático 1 OS ESPAÇOS SAGRADO E PROFANO E AS FORMAS PRIMITIVAS DE CLASSIFICAÇÃO Ensaio sobre o diálogo iniciático Rosangela Ferreira de Carvalho Borges* Resumo: Carvalho Borges compara os dados teóricos de dois

Leia mais

RESENHA: PAULA, MARCIO GIMENES DE. INDIVÍDUO E COMUNIDADE NA FILOSOFIA DE KIERKEGAARD. PAULUS/MACKENZIE, SÃO PAULO, 2009.

RESENHA: PAULA, MARCIO GIMENES DE. INDIVÍDUO E COMUNIDADE NA FILOSOFIA DE KIERKEGAARD. PAULUS/MACKENZIE, SÃO PAULO, 2009. caderno ufs - filosofia RESENHA: PAULA, MARCIO GIMENES DE. INDIVÍDUO E COMUNIDADE NA FILOSOFIA DE KIERKEGAARD. PAULUS/MACKENZIE, SÃO PAULO, 2009. Jadson Teles Silva Graduando em Filosofia UFS Indivíduo

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER PAULO FREIRE

A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER PAULO FREIRE Revista Científica FacMais A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER PAULO FREIRE Daniel Sotelo 1 Resenha da obra: FREIRE, Paulo. A Importância do Ato de Ler - em três artigos que se completam. São Paulo: Cortez Editora

Leia mais

BAPAK FALA AOS CANDIDATOS

BAPAK FALA AOS CANDIDATOS BAPAK FALA AOS CANDIDATOS PRÓLOGO Subud é um contacto com o poder de Deus Todo Poderoso. Para as pessoas que consideram difícil aceitar tal afirmação, Subud pode ser descrito como a realidade mais além

Leia mais

COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 3º ANO DO ENSINO MÉDIO - 2013 Professor (a): ROGÉRIO MANOEL FERREIRA. 2ª Recuperação Autônoma Questões de SOCIOLOGIA

COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 3º ANO DO ENSINO MÉDIO - 2013 Professor (a): ROGÉRIO MANOEL FERREIRA. 2ª Recuperação Autônoma Questões de SOCIOLOGIA COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 3º ANO DO ENSINO MÉDIO - 23 Professor (a): ROGÉRIO MANOEL FERREIRA 2ª Recuperação Autônoma Questões de SOCIOLOGIA Questão - Sobre o significado de consciência coletiva

Leia mais

RESENHAS SCHMITT E STRAUSS: UM DIÁLOGO OBLÍQUO

RESENHAS SCHMITT E STRAUSS: UM DIÁLOGO OBLÍQUO RESENHAS SCHMITT E STRAUSS: UM DIÁLOGO OBLÍQUO MEIER, Heinrich. Carl Schmitt & Leo Strauss. The Hidden Dialogue. Including Strauss s Notes on Schmitt s Concept of the Political & Three Letters from Strauss

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

O papel da dúvida na filosofia cartesiana: a interpretação hegeliana sobre Descartes nas Lições sobre História da Filosofia

O papel da dúvida na filosofia cartesiana: a interpretação hegeliana sobre Descartes nas Lições sobre História da Filosofia O papel da dúvida na filosofia cartesiana: a interpretação hegeliana sobre Descartes nas Lições sobre História da Filosofia Carlos Gustavo Monteiro Cherri Mestrando em Filosofia pela UFSCar gucherri@yahoo.com.br

Leia mais

ÉTICA APLICADA Ética e Moral

ÉTICA APLICADA Ética e Moral ÉTICA APLICADA Ética e Moral ÉTICA é o ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais, é ciência que se ocupa do estudo do comportamento humano e investiga o sentido que o homem confere às suas ações.

Leia mais

VI ENCONTRO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO

VI ENCONTRO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO REFLEXÕES SOBRE O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE ACERCA DA EDUCAÇÃO Cristiane Silva Melo - UEM 1 Rosileide S. M. Florindo - UEM 2 Rosilene de Lima - UEM 3 RESUMO: Esta comunicação apresenta discussões acerca

Leia mais

0 cosmo revela-se ao homem inicialmente do lado da Terra e do lado do mundo extra terrestre, do mundo das estrelas.

0 cosmo revela-se ao homem inicialmente do lado da Terra e do lado do mundo extra terrestre, do mundo das estrelas. 0 cosmo revela-se ao homem inicialmente do lado da Terra e do lado do mundo extra terrestre, do mundo das estrelas. 0 homem se sente aparentado com a Terra e suas forças. A própria vida instrui-o claramente

Leia mais

HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE

HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE Prof. Pablo Antonio Lago Hegel é um dos filósofos mais difíceis de estudar, sendo conhecido pela complexidade de seu pensamento

Leia mais

1ª Série do Ensino Médio/ 2 Trimestre SÓCRATES, PLATÃO E ARISTÓTELES

1ª Série do Ensino Médio/ 2 Trimestre SÓCRATES, PLATÃO E ARISTÓTELES Sem limite para crescer! Resumo das aulas de Filosofia 1ª Série do Ensino Médio/ 2 Trimestre SÓCRATES, PLATÃO E ARISTÓTELES Esses três filósofos foram os inauguradores da filosofia ocidental como a que

Leia mais

Prova 3 Filosofia. N ọ DE INSCRIÇÃO:

Prova 3 Filosofia. N ọ DE INSCRIÇÃO: Prova 3 QUESTÕES OBJETIIVAS N ọ DE ORDEM: NOME DO CANDIDATO: N ọ DE INSCRIÇÃO: IINSTRUÇÕES PARA A REALIIZAÇÃO DA PROVA 1. Confira os campos N ọ DE ORDEM, N ọ DE INSCRIÇÃO e NOME, conforme o que consta

Leia mais

A TEORIA DA PROPOSIÇÃO APRESENTADA NO PERIÉRMENEIAS: AS DIVISÃO DAS PRO- POSIÇÕES DO JUÍZO.

A TEORIA DA PROPOSIÇÃO APRESENTADA NO PERIÉRMENEIAS: AS DIVISÃO DAS PRO- POSIÇÕES DO JUÍZO. A TEORIA DA PROPOSIÇÃO APRESENTADA NO PERIÉRMENEIAS: AS DIVISÃO DAS PRO- POSIÇÕES DO JUÍZO. Ac. Denise Carla de Deus (PIBIC/CNPq/UFSJ 2000-2002) Orientadora: Prof. Dra. Marilúze Ferreira Andrade e Silva

Leia mais

Faculdade de Direito

Faculdade de Direito GABARITO DA PROVA PADRONIZADA DE SOCIOLOGIA JURÍDICA TURMA: 2º B PROF: ANA CLAUDIA POMPEU TOREZAN ANDREUCI Prova 1 1ª. PARTE TESTES 3)"O estudo sociológico de Émile Durkheim sobre o suicídio foi publicado

Leia mais

Só o governo pode garantir o desenvolvimento.

Só o governo pode garantir o desenvolvimento. ENTREVISTA Só o governo pode garantir o desenvolvimento. O ministro Eros Grau PERFIL INFORMAÇÕES PESSOAIS NOME COMPLETO Eros Roberto Grau DATA DE NASCIMENTO 19 de agosto de 1940 LOCAL DE NASCIMENTO Santa

Leia mais

Émile Durkheim. Teoria Funcionalista. Fatos Sociais. Normalidade. Anomia. Solidariedade de mecânica & Solidariedade de orgânica

Émile Durkheim. Teoria Funcionalista. Fatos Sociais. Normalidade. Anomia. Solidariedade de mecânica & Solidariedade de orgânica Émile Durkheim Teoria Funcionalista Fatos Sociais Anomia Normalidade Solidariedade de mecânica & Solidariedade de orgânica Consciência coletiva & Consciência individual Por que clássicos? O tempo não tira

Leia mais

Sociologia. Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: bortoletomatheus@yahoo.com.br Escola: Dr. José Ferreira

Sociologia. Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: bortoletomatheus@yahoo.com.br Escola: Dr. José Ferreira Sociologia Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: bortoletomatheus@yahoo.com.br Escola: Dr. José Ferreira [...] tudo o que é real tem uma natureza definida que se impõe, com a qual é preciso contar,

Leia mais

Teóricos da abordagem fenomenológica. Prof. Roberto Peres Veras

Teóricos da abordagem fenomenológica. Prof. Roberto Peres Veras Teóricos da abordagem fenomenológica Prof. Roberto Peres Veras Psicologia Fenomenológica Técnica Método Teoria Concepção de homem Concepção de mundo Filosofia Fenomenologia - Escola Filosófica Edmund Husserl

Leia mais

Metodologia da Catequese com Crianças. Ligia Aparecida de Oliveira

Metodologia da Catequese com Crianças. Ligia Aparecida de Oliveira Metodologia da Catequese com Crianças Ligia Aparecida de Oliveira O que é ser Criança? Watson, Piaget ou Freud? Eis a Questão. John B. Watson, psicólogo americano, é o principal responsável pela teoria

Leia mais

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO Maria Sebastiana Gomes Mota¹ Francisca Elisa de Lima Pereira² Resumo: Este artigo tem como objetivo

Leia mais

O que são Direitos Humanos?

O que são Direitos Humanos? O que são Direitos Humanos? Técnico comercial 4 (1º ano) Direitos Humanos são os direitos e liberdades básicas de todos os seres humanos. O principal objetivo dos Direitos Humanos é tratar cada indivíduo

Leia mais

Relato de pesquisa: a construção da ontologia do oprimido (estudo do pensamento filosófico em Paulo Freire)

Relato de pesquisa: a construção da ontologia do oprimido (estudo do pensamento filosófico em Paulo Freire) Relato de pesquisa: a construção da ontologia do oprimido (estudo do pensamento filosófico em Paulo Freire) Diego Chabalgoity 1 Resumo A pesquisa de doutorado aqui relatada apresentou como objetivo a realização

Leia mais

A EDUCAÇÃO PARA A EMANCIPAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: UM DIÁLOGO NAS VOZES DE ADORNO, KANT E MÉSZÁROS

A EDUCAÇÃO PARA A EMANCIPAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: UM DIÁLOGO NAS VOZES DE ADORNO, KANT E MÉSZÁROS A EDUCAÇÃO PARA A EMANCIPAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: UM DIÁLOGO NAS VOZES DE ADORNO, KANT E MÉSZÁROS Kely-Anee de Oliveira Nascimento Universidade Federal do Piauí kelyoliveira_@hotmail.com INTRODUÇÃO Diante

Leia mais

MODELO PARA A CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE PESQUISA MODEL FOR THE CONSTRUCTION OF A RESEARCH PROJECT

MODELO PARA A CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE PESQUISA MODEL FOR THE CONSTRUCTION OF A RESEARCH PROJECT 29 MODELO PARA A CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE PESQUISA MODEL FOR THE CONSTRUCTION OF A RESEARCH PROJECT Andrei Venturini Martins Não basta ter bom espírito, o principal é aplicá-lo bem. 1 RESUMO: Neste

Leia mais

Associação Catarinense das Fundações Educacionais ACAFE PARECER DOS RECURSOS

Associação Catarinense das Fundações Educacionais ACAFE PARECER DOS RECURSOS 11) Assinale a alternativa correta que completa as lacunas da frase a seguir. No sentido geral, a ontologia, cujo termo tem origem na, se ocupa do em geral, ou seja, do ser, na mais ampla acepção da palavra,

Leia mais

O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES

O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES Aline Patrícia da Silva (Departamento de Letras - UFRN) Camila Maria Gomes (Departamento de Letras - UFRN) Orientadora: Profª Dra.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Departamento de Ciência Política Programa de Pós-Graduação em Ciência Política Área de Concentração: Teoria Política e Interpretações do Brasil Título da Disciplina: Ceticismo

Leia mais

TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER

TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO

Leia mais

VI Seminário de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar 20 a 24 de setembro de 2010 Sartre: razão e dialética

VI Seminário de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar 20 a 24 de setembro de 2010 Sartre: razão e dialética Sartre: razão e dialética Vinícius dos Santos Doutorado UFSCar Bolsista FAPESP Em 1960, Sartre publica o primeiro tomo de sua Crítica da razão dialética. O objetivo destacado da obra era conciliar o marxismo,

Leia mais

COLÉGIO MONS. JOVINIANO BARRETO

COLÉGIO MONS. JOVINIANO BARRETO GABARITO 3ª ETAPA INGLÊS COLÉGIO MONS. JOVINIANO BARRETO 52 ANOS DE HISTÓRIA ENSINO E DISCIPLINA Rua Frei Vidal, 1621 São João do Tauape/Fone/Fax: 3272-1295 www.jovinianobarreto.com.br 1º ANO Nº TURNO:

Leia mais

Ciência, Filosofia ou Religião?

Ciência, Filosofia ou Religião? Ciência, Filosofia ou Religião? Obra de Rodin permite refletir sobre tríplice aspecto do Espiritismo Décio landoli Junior Estava eu visitando o museu de Rodin em Paris, quando deitei meus olhos sobre a

Leia mais

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 NOTA: NOME COMPLETO:

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 NOTA: NOME COMPLETO: DISCIPLINA: FILOSOFIA PROFESSOR: ENRIQUE MARCATTO DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 NOTA: NOME COMPLETO: ASSUNTO: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 2ª TURMA: Nº: I N S T R U Ç Õ E S 1. Este trabalho contém

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR QUE ATUA NAS SÉRIES INICIAIS: DESAFIOS NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR QUE ATUA NAS SÉRIES INICIAIS: DESAFIOS NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR QUE ATUA NAS SÉRIES INICIAIS: DESAFIOS NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM Danyelle Ravenna Lopes de Sousa Estudante de Pedagogia - UESPI Janaina Gomes Viana de Souza

Leia mais

Filosofia O que é? Para que serve?

Filosofia O que é? Para que serve? Filosofia O que é? Para que serve? Prof. Wagner Amarildo Definição de Filosofia A Filosofia é um ramo do conhecimento. Caracteriza-se de três modos: pelos conteúdos ou temas tratados pela função que exerce

Leia mais

DE PESQUISA NA SALA DE AULA

DE PESQUISA NA SALA DE AULA COMO ORIENTAR um texto técnico-científico TRABALHO DE PESQUISA NA SALA DE AULA MUITAS VEZES CONSTATAMOS QUE ALGUMAS DEFICIÊNCIAS um texto técnico-científico NA APRENDIZAGEM PREJUDICAM O APRENDIZADO EM

Leia mais

José Aerton Rodrigues da Silva

José Aerton Rodrigues da Silva José Aerton Rodrigues da Silva Redação fácil para o Enem concursos públicos civis e militares Nilópolis RJ 2014 Edição do autor p. 1 Revisão: José Aerton Capa: Roberta Dias Aerton, José, Redação fácil

Leia mais

ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA DE EDITH STEIN. Prof. Helder Salvador

ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA DE EDITH STEIN. Prof. Helder Salvador ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA DE EDITH STEIN Prof. Helder Salvador 5.2 - Alma e Psique Já em sua tese de doutoramento, Stein oferece uma primeira noção do que ela considera sob os termos alma e psique, e essa

Leia mais

Ética e felicidade. Aluna: Yasmine Victoria B. Hamaoui Orientador: Danilo Marcondes

Ética e felicidade. Aluna: Yasmine Victoria B. Hamaoui Orientador: Danilo Marcondes Ética e felicidade Aluna: Yasmine Victoria B. Hamaoui Orientador: Danilo Marcondes Introdução: Ética e Felicidade são dois temas que possuem grande relação e comparação ao longo da história da filosofia.

Leia mais

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução: Tomaz Tadeu da Silva & Guaciara Lopes Louro. Rio de Janeiro: Lamparina, 2014.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução: Tomaz Tadeu da Silva & Guaciara Lopes Louro. Rio de Janeiro: Lamparina, 2014. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução: Tomaz Tadeu da Silva & Guaciara Lopes Louro. Rio de Janeiro: Lamparina, 2014. Max Lânio Martins Pina, da Universidade Estadual de Goiás

Leia mais

DILMA MARIA DE ANDRADE. Título: A Família, seus valores e Counseling

DILMA MARIA DE ANDRADE. Título: A Família, seus valores e Counseling DILMA MARIA DE ANDRADE Título: A Família, seus valores e Counseling Projeto de pesquisa apresentado como Requisito Para obtenção de nota parcial no módulo de Metodologia científica do Curso Cousenling.

Leia mais

O CONFRONTO DAS TEORIAS DE HANS KELSEN E ROBERT ALEXY: ENTRE O NORMATIVISMO E A DIMENSÃO PÓS-POSITIVISTA

O CONFRONTO DAS TEORIAS DE HANS KELSEN E ROBERT ALEXY: ENTRE O NORMATIVISMO E A DIMENSÃO PÓS-POSITIVISTA 95 O CONFRONTO DAS TEORIAS DE HANS KELSEN E ROBERT ALEXY: ENTRE O NORMATIVISMO E A DIMENSÃO PÓS-POSITIVISTA Ana Augusta Rodrigues Westin Ebaid Docente do Núcleo de Pesquisa e Extensão do curso de Direito

Leia mais

Donald Davidson e a objetividade dos valores

Donald Davidson e a objetividade dos valores Donald Davidson e a objetividade dos valores Paulo Ghiraldelli Jr. 1 Os positivistas erigiram sobre a distinção entre fato e valor o seu castelo. Os pragmatistas atacaram esse castelo advogando uma fronteira

Leia mais

INCLUSÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA)

INCLUSÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) INCLUSÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) LOURENÇO, Érica Simone 1 PELOZO, Rita de Cassia Borguetti 2 VIEIRA, Kátia Solange Borges 3 VIEIRA, Rosimeire Garcia 4 RESUMO Este artigo tem como

Leia mais

A HISTÓRIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NOS LIVROS DIDÁTICOS BRASILEIROS EM DOIS TEMPOS: A OBRA DE HERMÍNIO SARGENTIM (1974 E 1999)

A HISTÓRIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NOS LIVROS DIDÁTICOS BRASILEIROS EM DOIS TEMPOS: A OBRA DE HERMÍNIO SARGENTIM (1974 E 1999) A HISTÓRIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NOS LIVROS DIDÁTICOS BRASILEIROS EM DOIS TEMPOS: A OBRA DE HERMÍNIO SARGENTIM (1974 E 1999) Ioná Vieira Guimarães Venturi * Décio Gatti Júnior RESUMO O presente

Leia mais

Curso Realizando Meu Potencial

Curso Realizando Meu Potencial Introdução Ralph Waldo Emerson, pensador americano do Século 19, possivelmente baseado na Parábola dos Talentos, de Mateus 25, afirmou: Aquilo que está para trás de você e aquilo que está à frente de você

Leia mais

A arte: o belo e o agradável 1

A arte: o belo e o agradável 1 9 A arte: o belo e o agradável 1 Vilém Flusser (Para Louis Bec) 2 A limitação fundamental da comunicação está no fato de que a experiência concreta é incomunicável. A razão é que essa experiência não é

Leia mais

Programa de Filosofia nos 6 e 7 anos

Programa de Filosofia nos 6 e 7 anos Escolas Europeias Bureau du Secrétaire général du Conseil Supérieur Unité pédagogique Referência: 1998-D-12-2 Orig.: FR Versão: PT Programa de Filosofia nos 6 e 7 anos Aprovado pelo Conselho Superior de

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES Silvia Eula Muñoz¹ RESUMO Neste artigo pretendo compartilhar os diversos estudos e pesquisas que realizei com orientação do Prof. Me. Erion

Leia mais

O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE

O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE ISSN: 1981-3031 O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE Eva Pauliana da Silva Gomes 1. Givanildo da Silva 2. Resumo O presente

Leia mais

A INCORPORAÇÃO DE RELATOS ORAIS COMO FONTES NA PESQUISA HISTÓRICA

A INCORPORAÇÃO DE RELATOS ORAIS COMO FONTES NA PESQUISA HISTÓRICA A INCORPORAÇÃO DE RELATOS ORAIS COMO FONTES NA PESQUISA HISTÓRICA Carla Monteiro de Souza* Em todos os tempos existem homens, eles existem no seu tempo e continuarão a existir enquanto alguém contar a

Leia mais

Sócrates - Platão - Aristóteles - Questões de Vestibulares - Gabarito

Sócrates - Platão - Aristóteles - Questões de Vestibulares - Gabarito Sócrates - Platão - Aristóteles - Questões de Vestibulares - Gabarito 1. (Uel 2012) Leia o texto a seguir. No ethos (ética), está presente a razão profunda da physis (natureza) que se manifesta no finalismo

Leia mais

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação Felipe Schadt 1 O presente capítulo 2 é parte integrante do livro Metodologia da Pesquisa-ação, do

Leia mais

Adequação dos estímulos; Especificação operacional; Estrutura flexível; Ordenação.

Adequação dos estímulos; Especificação operacional; Estrutura flexível; Ordenação. O plano de aula é caracterizado pela descrição específica de tudo que o professor realizará em classe durante as aulas de um período específico. Na sua elaboração alguns pontos são muito importantes como:

Leia mais

FRIEDRICH N IETZSCHE. A GAlA CIÊNCIA TEXTO INTEGRAL TRADUÇÃO ANTONIO CARLOS BRAGA. escaí.ã

FRIEDRICH N IETZSCHE. A GAlA CIÊNCIA TEXTO INTEGRAL TRADUÇÃO ANTONIO CARLOS BRAGA. escaí.ã ' FRIEDRICH N IETZSCHE A GAlA CIÊNCIA TEXTO INTEGRAL TRADUÇÃO ANTONIO CARLOS BRAGA I escaí.ã 354- Do "GÊNIO DA ESPtCIE" O problema da consciência (ou mais exatamente, do fato de se tornar consciente) só

Leia mais

Faculdade de Direito

Faculdade de Direito GABARITO DA PROVA PADRONIZADA DE: SOCIOLOGIA JURÍDICA TURMA: 2A Prof: ANA CLAUDIA POMPEU TOREZAN ANDREUCCI PROVA 1 1ª PARTE TESTES 3) "A sociedade não é simples soma de indivíduos, e sim sistema formado

Leia mais

UNIVERSIDADE DE CRUZ ALTA VICE REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO: CCHS PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE DE CRUZ ALTA VICE REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO: CCHS PLANO DE ENSINO UNIVERSIDADE DE CRUZ ALTA VICE REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO: CCHS PLANO DE ENSINO Curso/Habilitação: NUCLEO COMUM Disciplina: Modalidade: Período: EAD FILOSOFIA Créditos: 4 Horas-aula: 72 Semestre Letivo:

Leia mais

A Teoria Educacional de Paulo Freire: suas influências e seu horizonte

A Teoria Educacional de Paulo Freire: suas influências e seu horizonte A Teoria Educacional de Paulo Freire: suas influências e seu horizonte pereiradirlei@gmail.com Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. Paulo Freire (2000, p.

Leia mais