AUTORIA: Fabiano Scriptore de Carvalho, José Nunes Palmeira, Jorge Carlos Corrêa Guerra, Hilda Alberton de Carvalho

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1 SISTEMA DE ACESSO COMPUTACIONAL REMOTO MÓVEL, EM VEÍCULOS DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO PARANÁ (PMPR): INOVAÇÃO SOB AS ÓTICAS DA COMPLEXIDADE E SUSTENTABILIDADE. AUTORIA: Fabiano Scriptore de Carvalho, José Nunes Palmeira, Jorge Carlos Corrêa Guerra, Hilda Alberton de Carvalho RESUMO Este relato técnico aborda um Projeto Piloto da Polícia Militar do Estado do Paraná (PMPR), de acesso móvel à informações policiais. Os serviços foram oferecidos a partir de rede local interna, existente na unidade policial de Marechal Cândido Rondon (PR). Este modelo envolve a instalação de enlace entrante na rede local e nesta conexão, a configuração de um servidor de Rede Virtual Privada (Virtual Private Network VPN), bem como um netbook usado e em vias de descarte, com acesso à rede 3G da telefonia móvel (celular) numa viatura. O sistema está em uso e a experiência expande-se à outras cidades. Palavras-chave: Redes 3G, VPN, sustentabilidade, policia, complexidade. ABSTRACT This technical report addresses Pilot Military Police of Paraná State (PMPR), mobile access to police information. The services were offered from local internal networks, the existing police unit Marechal Cândido Rondon (PR). This model involves the installation of an incoming link on the local network and in this connection the configuration of a server Virtual Private Network (VPN) as well as a netbook and used in the process of disposal with access to 3G mobile telephony (cell) in a vehicle. The system is in use and experience expands to other cities. Keywords: 3G networks, VPN, sustainability, police, complexity. 1/9

2 1.Introdução Na atualidade, a informação é imprescindível para as mais diversas áreas. No campo da segurança pública, o acesso às informações sobre pessoas, automóveis e objetos (armas e produtos controlados) é de suma importância para que o policial possa prestar um bom atendimento à comunidade. É essencial que se criem mecanismos, utilizando as tecnologias disponíveis, para possibilitar um melhor atendimento da Polícia Militar do Paraná (PMPR). A PMPR tem por função primordial o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública. Ela é força auxiliar e reserva do exército brasileiro, e integra o sistema de segurança pública e defesa social do Brasil. Seus integrantes são denominados "militares dos estados". Neste contexto, a utilização de ferramentas tecnológicas é essencial na busca de informações. No fim do século XIX os estudos do matemático Jules Henri Poincaré, conforme Capra (1998), forneceu as bases para o desenvolvimento da Teoria dos Sistemas Dinâmicos. Para Gleick (1989) e Oliveira (1993), os sistemas caóticos, não organizados e irregulares atraíram o matemático para resolução de problemas com multivaráveis não padronizadas. A partir da década de 60, no século passado, o desenvolvimento de computadores e de softwares poderosos possibilitaram o impulso dos Sistemas não Lineares ou Complexos em diversas áreas do conhecimento como a Sociologia, Física, Economia, Informática, entre outras ciências. Para Braga Jr. e Cipriano (2009) as ações de segurança pública pelas suas diversas interligações são naturalmente complexas. Os autores baseando-se na Teoria da Complexidade de Edgar Morin afirmam: Em contraponto à simplificação e à hiperespecialização propostas pela ciência moderna, Edgard Morin propunha juntar os vários fios do conhecimento e fazer um tecido. Ao invés de separar, voltar a juntar conhecimentos diferentes. Para Morin, não é preciso que apenas um indivíduo ou organização faça isso. É necessário reunir indivíduos ou organizações de diversas áreas do conhecimento para produzir esse conhecimento de forma conjunta. (BRAGA Jr e CIPRIANO, 2009, p.120) A PMPR possuí uma quantidade significativa de netbooks, utilizados em serviços administrativos, que apesar de boas condições de uso, estavam em vias de descarte devido a sua substituição por equipamentos novos e principalmente pela não retenção de carga em suas baterias. Para Campos e Oliveira (2013) "utilizar de bom senso na aquisição de equipamentos eletrônicos é também uma estratégia a ser promovida". Para os autores foi possível observar em suas vidas profissionais (trabalham com hardware em empresas e reuso destes equipamentos em projetos sociais), "que a maior parte dos usuários utilizam menos de 20% da capacidade de processamento e armazenamento disponibilizada pela máquina adquirida". E prosseguem "é comprado algo que não será utilizado em sua total capacidade, efetuando assim um consumo desnecessário de determinado equipamento" (CAMPOS e OLIVEIRA, 2013, p.6). São fundamentais duas perguntas antes da aquisição: É necessário? Será plenamente utilizado? 2/9

3 Segundo Ferreira (1989), reutilizar "é tornar a utilizar, dar novo uso". Reutilizar os equipamentos para estender sua vida útil, ou seja, dar novo uso para determinado equipamento prolongando sua utilização é um ato de sustentabilidade e economia. A PMPR durante sua existência, vem buscando adotar inovações como forma de prestar um melhor atendimento à comunidade - função primordial da instituição. Diante desse desafio, o projeto surgiu como uma forma de possibilitar que os sistemas computacionais auxiliares (consultas/registros de ocorrências) oferecidos apenas internamente, por meio da rede local de computadores, localizada nas sedes locais da corporação, pudessem ser acessados remotamente por unidades móveis externas da polícia (carros patrulhas). O modelo de atendimento padrão das ocorrências na PMPR, funciona com um policial que permanece de plantão na central de operações (sede). Este tem a função de atender ao telefone (emergência 190) e quando ocorre a entrada de uma solicitação, o policial mantém contato via rádio transceptor VHF, com uma equipe externa para prestar o atendimento. Numa ordem inversa, quando um policial de uma equipe externa depara-se com uma ocorrência, este mantém contato utilizando o rádio VHF e solicita informações referentes à ocorrência. Sempre há limitações e dificuldades que podem ser geralmente reduzidas, quando utilizadas novas tecnologias. Um exemplo é a aproximação da tecnologia ao trabalho policial de rua. Com o auxílio da tecnologia, o policial pode realizar consultas, como se estivesse na rede local da central (Sede da PMPR na cidade). Mesmo considerando que uma LAN, é a interconexão de diversos dispositivos locais, como computadores que permitem a troca de informações (STALLINGS, 2005), a expansão desse modelo realizando a conexão a ela por meio de uma tecnologia de acesso denominada Virtual Private Network (VPN), possibilitará a disponibilização de serviços restritos a LAN da Sede local da PM. O objetivo principal do sistema VPN, é possibilitar a comunicação de usuários móveis e oferecer as condições necessárias, para que aplicações com diferentes requisitos sejam atendidas satisfatoriamente (ALVES, 2009). O projeto da PMPR tem o propósito de realizar a implementação de solução, para acesso remoto e móvel, aos sistemas de consulta/cadastro, que são disponibilizados apenas em estações computacionais restritas à área interna, da infraestrutura de rede fornecida pelo estado à PMPR, de forma economicamente viável, melhorando significativamente o aspecto administrativo/operacional, possibilitando uma maior interação social dos policiais com a população, bem como aproveitando equipamentos que seriam descartados (netbooks). 2. Metodologia do Relato Técnico. As metodologias utilizadas neste relato são a pesquisa bibliográfica e Estudo de Caso. 3.1 Análise dos Resultados Obtidos. 3.1 Informática/Rede 3G. A demanda do projeto surgiu, quando policiais que realizam o serviço externo (patrulhamento das ruas), solicitaram à equipe de Tecnologia de Informação (TI) da PMPR uma forma de consulta, à base de dados da sede de forma remota. Inicialmente, foi avaliada a possibilidade de implementação de uma rede dedicada utilizando o padrão IEEE (WiFi), com pontos de acesso interligando a cidade. Essa infraestrutura foi descartada quando analisado a viabilidade técnica/econômica. Observando a área de abrangência, principalmente por causa dos obstáculos, prédios e situação geográfica (morros e vales), chegou-se a 3/9

4 conclusão que seria inviável operacionalmente e muito cara. Uma outra forma de fazer a conexão da equipe externa com a Internet era a utilização de serviços de telefonia móvel (sistema celular) com tecnologia de terceira geração (3G). Como a operadora de telefonia celular fornece a infraestrutura de rede, não seria necessário fazer investimentos nesta área. O Projeto Piloto foi executado na cidade de Marechal Cândido Rondon (PR), onde existe um pequeno destacamento da PMPR Configuração do servidor VPN. Com a instalação e configuração da conexão 3G nos carros patrulhas da PMPR, era possível ter acesso à Internet. O problema concentrou-se, em como tornar os aplicativos internos da corporação disponíveis para os policiais dos carros patrulhas. A solução foi configurar uma Virtual Private Network (VPN) entre as conexões. A Figura 1 mostra as interligações do Sistema. Figura 1 Diagrama físico com 2 enlaces da LAN - 2ª CIA. Fonte: Os Autores (2013) O sistema operacional utilizado no projeto foi o Linux Ubuntu, LTS, kernel generic.. Evidenciam-se o uso de software livre e aplicativos/banco de dados "nas nuvens" da polícia do Paraná Análise da qualidade do enlace. O modelo teórico estudado não garante que o resultado obtido na implementação seja satisfatório. No projeto, esperava-se se que o sistema de conexão via telefonia móvel fosse capaz de fornecer uma conexão satisfatória com a Internet, de tal forma que os serviços disponibilizados pela conexão VPN fornecessem o acesso às informações à sede local da PM. No entanto, ao realizar a comunicação utilizando a conexão 3G da operadora escolhida, foi constado que o enlace era lento em diversos casos, tornando moroso o acesso às informações. Ao verificar o histórico da rede, foi observado que a velocidade da conexão era em torno de 4 Kb/s, conforme a Figura 2. 4/9

5 Figura 2 Histórico do uso da rede 3G. Fonte: Os Autores (2013) Foi realizado um teste e no Projeto Piloto, utilizando como parâmetro a ferramenta Speedtest,, disponibilizada pela Copel Telecom, que faz a medição da taxa de transmissão do download/upload,, bem como o delay do enlace. Os valores obtidos conforme Figura 3, mostram que a conexão, em determinados momentos, oferece uma taxa de transmissão baixa, não atendendo as especificações mínimas para a utilização do sistema. Figura 3 Medições realizadas na Internet com conexão 3G Fonte: e speedtest.copel.net (2013) 3.2 Aspectos Administrativos. A solução não só agilizou os processo administrativos, evitando o encaminhamento de pessoas, acompanhados pela viatura e guarnição policial à Sede da PM em Marechal Cândido Rondon (PR) para averiguações, como possibilitou a otimização do pequeno efetivo policial, devido ao tempo poupado e maior interatividade com os demais policiais e setores da PMPR. Verificou-se também economia de papel nas operações (o procedimento pode ser gravado ado em arquivo para elaboração posterior de relatório) e otimização de ações/decisões nas abordagens de suspeitos, pois as informações são verificadas em tempo real. No desenvolvimento da solução uma das funções que poderia ser implementada era uma câmera de vídeo acoplada à viatura policial. A câmera poderia gravar a ação de abordagem da PMPR no netbook e transmitir em tempo real à sede local da PMPR. Isto porém tem limitações em muitas cidades paranaenses, pela baixa taxa de transmissão e/ou não cobertura de 2.5G/3G das operadoras comerciais. Mesmo na capital Curitiba, há muitas áreas de cobertura do sistema de Internet móvel onde o desempenho é insatisfatório. As operadoras de telecomunicações se comprometeram a melhorar estes serviços nas cidades que serão sedes da copa do mundo de futebol de Isto inclui a cidade de Curitiba-PR, onde se espera que até o início do evento tenha sido implementado as melhorias na infraestrutura de telecomunicações. Isto irá possibilitar uma área de abrangência maior dos serviços de 5/9

6 telefonia móvel juntamento com melhores níveis de conexões. Espera-se que a tecnologia de quarta geração de telefonia móvel (4G) seja implantada nas principais cidades que serão sedes da copa do mundo. Esta esperada melhoria no serviço de Internet móvel irá possibilitar, pelo menos nos grandes centros, a implementação mais eficiente do sistema de acesso às informações centrais, pelas viaturas móveis. A Polícia Civil do Paraná adquiriu um potente programa de reconhecimento de faces, que verifica mais de 30 pontos coincidentes de rosto de "retrato falado" ou fotos de suspeitos. Este programa pode ser estendido para a Polícia Militar, e este utilizado com a câmara móvel instalada no netbook ou notebook. 3.3 Aspectos Econômicos. Um dos maiores problemas das polícias brasileiras, principalmente as militares e civis estaduais, é a falta de recursos. A sugestão lida a baixo custo, com a demanda de informações imediatas dos policiais em patrulha, frente a soluções mais sofisticadas, porém mais complexas e caras. Segundo a Folha de São Paulo a Polícia Militar do Estado de São Paulo, comprou tablets para uso em seus carros patrulhas em 2010 por R$ 2.150,00/unidade, mais o custo do enlace entrante de R$ 150,00/equipamento, mais o custo mensal de comunicação do equipamento a operadora de telefonia celular de R$ 30,00/tablet. Contudo estes equipamentos apresentaram problemas. O jornal informa que "os tablets deveriam se conectar à Internet ininterruptamente para que policiais pudessem, das ruas, registrar ocorrências, consultar RGs e placas de carros suspeitos". Porém PMs afirmam que têm dificuldades para logar". Um detalhe importante é que os tablets da PM paulista não estão preparados para conexão 3G, uma falha séria de aquisição, segundo especialistas em informática. A Figura 4 mostra os tablets da PM paulista adaptados nas viaturas. Figura 4 - Tablets da Policia Militar de São Paulo Fonte: Folha de São Paulo (2013) A solução implementada na PMPR possui um investimento inicial R$ 500,00 do enlace entrante na Sede da PMPR em Marechal Cândido Rondon (PR), mais o custo de R$ 80,00/modem, mais o custo mensal de comunicação de R$ 150,00/netbook (plano de dados 6/9

7 top da operadora). Os netbooks foram doados ou reaproveitados de outras áreas o governo do Paraná. Figura 5 - Doação de netbooks à Polícia Militar do Paraná. Fonte Governo do Paraná (2013) O Governo do Estado do Paraná pode verificar nas Secretarias de Estado e suas empresas de economia mista notebooks e netbooks, em vias de descarte mas em boas condições e aproveitá-los no Sistema Computacional Móvel das viaturas da PM. Um problema comum nestes equipamentos descartados é a impossibilidade de suas baterias segurarem carga. O custo de uma bateria nova, no caso dos netbooks são em torno de 50% do preço do equipamento novo. Com uma pequena adaptação este equipamento é colocado num suporte fixo e ligado a bateria do carro. Esta adaptação tem um custo em torno de R$ 150,00/viatura. 3.4 Aspectos Sociais. Um dos momentos de mais tensão, entre a polícia e a sociedade no Brasil é abordagem policial. Tendo informações em tempo real a policia, pode e deve ter um comportamento mais cidadão, evitando tratar pessoas como criminosas indevidamente. Desta forma os atritos tendem a diminuir, bem como uma possível truculência, muitas vezes desnecessária, pode ser evitada. Por outro lado, a população cobra da PMPR maior eficiência e eficácia no trato dos crimes e criminosos. A segurança pública é uma das demandas mais citadas pela população. Informatizar os carros patrulhas da PM, dará melhores condições de trabalho aos policiais nas averiguações externas a sede, possibilitando maior agilidade no serviço público à população. O futuro uso de câmeras móveis acopladas aos netbooks ou notebooks do carro patrulha, com a gravação no HD do equipamento ou pendrive, da abordagem policial, traria mais segurança ao cidadão verificado e aos próprios policiais em caso de acusação de abuso de autoridade ou violência na abordagem. A utilização de aplicativos e banco de dados nas nuvens de "reconhecimento de face", também abrem perspectivas interessantes. A criação de um programa de Inclusão Digital, a partir de equipamentos oriundos do programa, contribuiria positivamente à imagem da PMPR junto a sociedade paranaense. 3.5 Aspectos da Sustentabilidade. O reaproveitamento e reuso de netbooks e notebooks são pontos fortes do programa. Mesmo com uso futuro de programas de reconhecimento de face, este ser locado e rodado 7/9

8 num potente computador no quartel central da PM ou na Polícia Científica da Polícia Civil do Paraná, na cidade de Curitiba (PR). Este material "nas nuvens" seria acessado em qualquer viatura de patrulha da PMPR. O descarte de equipamentos de informática mobile é um grande problema para empresas públicas e privadas. Uma campanha de doação de notebooks e netbooks que estejam funcionado e dentro de configuração mínima estabelecida pela PMPR é muito interessante. A PM poderia ter uma equipe própria para receber, recuperar e adaptar o equipamento aos veículos (suporte fixo+ alimentação elétrica do carro). Os melhores equipamentos iriam para PMPR e os regulares para um programa de Inclusão Digital, em parceria com ONGs focadas neste objetivo. Os equipamentos sem condições de uso iriam para descarte adequado, inclusive podendo gerar uma pequena verba para aquisição de insumos para o programa. 4. Conclusões Quando é projetado um sistema, por mais que a teoria reforça a viabilidade técnica e econômica, a aplicação prática é decisiva na tomada de decisão final. A implementação e os testes são fatores importantes na definição da efetividade do projeto. Soluções de prateleira e caras, como o da Polícia Militar paulista, não garantem a funcionalidade do sistema. Levando em consideração a parte teórica, a implantação do sistema pareceu viável técnica e economicamente, porém ao realizar a implementação efetiva, comprovou-se que o grande limitador é a deficiência do sistema de telefonia celular móvel, que não forneceu nos testes um serviço de qualidade satisfatória na cidade de Marechal Cândido Rondon (PR). Porém com a melhoria da qualidade da telefonia móvel nesta cidade e no Estado isto pode ser minimizado. A melhor qualidade dos serviços e infraestrutura de telecomunicações móvel, bem como dos serviços de Internet em cidades de porte como a capital Curitiba (PR), torna a solução apresentada atrativa e viável. Sobre outra perspectiva, é possível perceber que a tecnologia que atende a implementação do sistema sugerido está disponível. O que falta é movimentar os diversos órgãos responsáveis, tanto públicas como as privadas de telefonia celular, para que forneçam um serviço que atenda as necessidades não só da PMPR, como também da população e empresas públicas ou privadas paranaenses. O projeto está em funcionamento, e possui na sua essência uma utilidade funcional fundamental para o trabalho policial. A busca de ferramentas tecnológicas para melhorar os processos no trabalho policial, são fundamentais para o aperfeiçoamento do atendimento ao cidadão. A implantação de sistemas integrados, disponibilizados por meio da Internet na polícia brasileira está no começo, porém é uma necessidade que exige cada vez mais soluções criativas. A possibilidade de reutilizar equipamentos como netbooks e notebooks, evidenciam o aspecto de sustentabilidade da solução apresentada, além potencializar o fomento de um projeto de inclusão digital que contribuiria à imagem da PMPR. Sugerem-se como projetos pilotos futuros o acoplamento de câmera móvel nos netbooks e notebooks, conexão padrão para alimentação elétrica dos equipamentos nas viaturas da PM e uso dos aplicativos/banco de dados para "reconhecimento de face", nas viaturas de patrulha e táticas da PMPR. O caso também evidencia que a complexidade contribuí de forma significativa e inovadora, na análise e solução de problemas, no dia a dia das organizações públicas e privadas. 8/9

9 4. Referencias - ALVES, R. S. et al. Redes Veiculares: Princípios, Aplicações e Desafios. Disponível em: <http://www.gta.ufrj.br/ftp/gta/techreports/acc09.pdf>. Acesso em: 03 jun BRAGA Jr, Weibson e CIPRIANO, Neuma, O gerenciamento de projetos de segurança pública: uma abordagem pragmática da aplicação do método na gestão das ações integradas, a partir de um estudo de caso, Revista Brasileira de Segurança Pública, Edição 4, Ano 3, Fev/Mar CAPRA, Frijof, Ponto de Mutação, São Paulo: Cultrix, CAMPOS, Luiz Fernando Laguardia e OLIVEIRA, Márcio de, Gestão do Resíduo Tecnológico Gerado pela Tecnologia da Informação. Disponível em: <http://www.machadosobrinho.com.br/revista_online/publicacao/artigos/artigo02rems4.pdf >. Acesso em: 20 set FOLHA DE SÃO PAULO, PM de São Paulo paga R$ 25 milhões por tablets que funcionam mal, Caderno Cotidiano, edição 11/04/ FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 1 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, GLEICK, James. Caos: a criação de uma nova ciência, Rio de Janeiro: Campus, OLIVEIRA, Paulo Murilo C. Sistemas complexos. Ciência hoje, vol. 16, nº 92, p ,Junho, STALLINGS, W. Redes e Sistemas de Comunicação de Dados: Teoria e Aplicações Corporativas. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, /9

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