ANVISA - Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Att. Exmos.:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANVISA - Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Att. Exmos.:"

Transcrição

1 À ANVISA - Agencia Nacional de Vigilância Sanitária Att. Exmos.: Dr. Paulino Shiguer Araki - Gerência-Geral De Tecnologia de Produtos para a Saúde GGTPS Dr. Marcio Luiz Varani - Gerência de Tecnologia em Equipamentos GQUIP Dr. Walfredo da Silva Camon - Gerência de Tecnologia de Materiais de Uso Em Saúde - GEMAT Ofício: ABEC / 08 Ref.: Sugestões para aproveitamento do processo de inspeção / certificação BPF como subsídio para a aceleração da emissão pela Anvisa de registro de produtos para saúde Abaixo segue análise dos procedimentos da Resolução RDC nº 59, de 27 de junho de 2000, para o cumprimento dos requisitos estabelecidos pelas "Boas Práticas de Fabricação de Produtos Médicos e Resolução RDC nº 185, de 22 de outubro de 2001, que trata do registro, alteração, revalidação e cancelamento do registro de produtos médicos na Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA: (1) Ficha de Procedimentos Documento elaborado pela VISA local após inspeção para renovação anual da Licença de Funcionamento. É entregue a nós uma via juntamente com a Licença. (2) Ata de Inspeção Documento elaborado pela equipe auditora da ANVISA após inspeção anual para certificação em Boas Práticas de Fabricação. É entregue a nós uma via original após a auditoria, na VISA local. (3) Ata de Auto Inspeção Documento elaborado pela equipe Auditora Kolplast para renovação da certificação em Boas Práticas de Fabricação, um ano após a renovação por inspeção. É enviado para Brasília para avaliação, o modelo do que devemos colocar nesta Ata fica disponível no site da ANVISA. Questão condutora da análise: Por que as empresas certificadas em BPF poderiam ter o processo de revalidação ou registro de produto agilizado?

2 NOVO REGISTRO DE PRODUTO Enviamos para ANVISA para cada processo: Anexos 1 e 2, Rótulo, Instruções de Uso e Relatório Técnico Anexos 1 (Licença de Funcionamento, Autorização de Funcionamento, Documentação de Responsabilidade Técnica..) Para empresas certificadas em BPF, esses anexos poderiam ser eliminados pelas seguintes razões: 1. Anualmente, na Inspeção para renovação da Licença de Funcionamento da empresa, a equipe inspetora analisa e confere os seguintes documentos legais: Licença de Funcionamento Autorização de Funcionamento Projeto Arquitetônico aprovado pela VISA LTA AVCB Corpo de Bombeiros Licença de operação CETESB PCMSO PPRA Procedimentos operacionais padrões Manual de Boas Práticas de Fabricação com: Organograma da empresa, Fluxograma de produção e Fluxograma de Atividades e Responsabilidades no processo produtivo Vide Ficha de Procedimento - páginas 2 e 3 2. Anualmente, na Inspeção para renovação do certificado de Boas Práticas de Fabricação a equipe inspetora / analisadora, confere os seguintes documentos legais: Licença de Funcionamento Autorização de Funcionamento Projeto Arquitetônico aprovado pela VISA LTA AVCB Corpo de Bombeiros Licença de operação CETESB PCMSO PPRA Procedimentos operacionais padrões

3 Manual de Boas Práticas de Fabricação com: Organograma da empresa, Fluxograma de produção e Fluxograma de Atividades e Responsabilidades no processo produtivo Vide Ata de Inspeção Anexos 2 (Contratos e documentações de fornecedores de serviços terceirizados) Para empresas certificadas em BPF, esses anexos poderiam ser eliminados pelas seguintes razões: 1. Anualmente, na Inspeção para renovação da Licença de Funcionamento da empresa, a equipe inspetora analisa e confere os seguintes documentos: Contrato com empresa de processos especiais esterilização Contrato com empresas contratadas (transporte, manutenção, calibração, controle de pragas e fornecedor de componente) Além de analisar as auditorias feitas nos fornecedores. Vide Ficha de Procedimento - páginas 2 e 3 2. Anualmente, na Inspeção para renovação do certificado de Boas Práticas de Fabricação, a equipe inspetora / analisadora confere os seguintes documentos de terceiros: Contrato com empresa de processos especiais - esterilização Contrato e documentações legais de empresas contratadas (transporte, manutenção, calibração, controle de pragas e fornecedor de componente) Além de analisar as auditorias feitas nos fornecedores. Vide Relatório de Inspeção Rótulo Para registro novo de produto não identificamos itens a serem eliminados ou reduzidos Instruções de uso Para registro novo de produto não identificamos itens a serem eliminados ou reduzidos Relatório Técnico

4 Para registro novo de produto identificamos os itens 1.5 e 1.6 como passíveis de serem analisados perante apresentação dos seguintes documentos, juntamente com a documentação de registro de produto: Para item 1.5: Pode ser enviado o Registro Mestre do Produto (1) Definição do que é Registro Mestre de Produto: RDC 59 / Parte A / Item 2 / Item (y) (2) Determinação do que deve conter em cada Registro Mestre: RDC 59 / Parte M / Item 2 Para item 1.6: Pode ser enviado o Registro Mestre do Produto (1) Definição do que é Registro Mestre de Produto: RDC 59 / Parte A / Item 2 / Item (y) (2) Determinação do que deve conter em cada Registro Mestre: RDC 59 / Parte M / Item 2 Pode ser enviado o Projeto do Produto (1) Definição do que é Validação com relação ao produto: RDC 59 / Parte A / Item 2 / Item (cc) (2) Determinação do que é Projeto de Produto, como este deve ser planejado, desenvolvido, verificado, revisado, liberado e alterado: RDC 59 / Parte C / Item (a) até (j)

5 RENOVAÇÃO REGISTRO DE PRODUTO Enviamos para ANVISA para cada processo de renovação: Anexos 1 e 2, Rótulo, Instruções de Uso e Relatório Técnico Anexos 1 (Licença de Funcionamento, Autorização de Funcionamento, Documentação de Responsabilidade Técnica..) Para empresas certificadas em BPF, esses anexos poderiam ser eliminados pelas seguintes razões: 1. Anualmente, na Inspeção para renovação da Licença de Funcionamento da empresa, a equipe inspetora analisa e confere os seguintes documentos legais: Licença de Funcionamento Autorização de Funcionamento Projeto Arquitetônico aprovado pela VISA LTA AVCB Corpo de Bombeiros Licença de operação CETESB PCMSO PPRA Procedimentos operacionais padrões Manual de Boas Práticas de Fabricação com: Organograma da empresa, Fluxograma de produção e Fluxograma de Atividades e Responsabilidades no processo produtivo Vide Ficha de Procedimento - páginas 2 e 3 2. Anualmente, na Inspeção para emissão do certificado de Boas Práticas de Fabricação a equipe inspetora / analisadora, confere os seguintes documentos legais: Licença de Funcionamento Autorização de Funcionamento Projeto Arquitetônico aprovado pela VISA LTA AVCB Corpo de Bombeiros Licença de operação CETESB PCMSO PPRA

6 Procedimentos operacionais padrões Manual de Boas Práticas de Fabricação com: Organograma da empresa, Fluxograma de produção e Fluxograma de Atividades e Responsabilidades no processo produtivo Vide Ata de Inspeção Anexos 2 (Contratos e documentações de fornecedores de serviços terceirizados) Para empresas certificadas em BPF, esses anexos poderiam ser eliminados pelas seguintes razões: 1. Anualmente, na Inspeção para renovação da Licença de Funcionamento da empresa, a equipe inspetora analisa e confere os seguintes documentos: Contrato com empresa de processos especiais esterilização Contrato com empresas contratadas (transporte, manutenção, calibração, controle de pragas e fornecedor de componente) Além de analisar as auditorias feitas nos fornecedores. Vide Ficha de Procedimento - páginas 2 e 3 2. Anualmente, na Inspeção para renovação do certificado de Boas Práticas de Fabricação, a equipe inspetora / analisadora confere os seguintes documentos de terceiros: Contrato com empresa de processos especiais - esterilização Contrato e documentações legais de empresas contratadas (transporte, manutenção, calibração, controle de pragas e fornecedor de componente) Além de analisar as auditorias feitas nos fornecedores. Vide Relatório de Inspeção 3. Anualmente, na Inspeção para emissão do certificado de Boas Práticas de Fabricação, a equipe verifica o atendimento dos seguintes itens da legislação: RDC 59 / Parte E Controle de Compras, onde especifica que: Primeiro parágrafo: Cada fabricante deverá também assegurar que os serviços executados por terceiros estejam em conformidade com as especificações Item (a) Cada fabricante deve ter critérios para avaliação de contratados Item (a) Devem ser mantidos registros de avaliação de contratados

7 4. Anualmente, na Inspeção para emissão do Certificado de Boas Práticas de Fabricação, a equipe verifica o atendimento dos seguintes itens da legislação: RDC 59 / Parte G Controle de Processos e de Produção / Item 2 Processos Especiais: Estabelece que todo fabricante deverá assegurar que os processos especiais sejam: validados de acordo com Protocolo estabelecido, conduzidos de acordo com procedimentos, monitorados de acordo com procedimentos, executados por pessoas qualificadas e registrados A esterilização é considerada um processo especial. (1) Definição do que é Processo Especial: RDC 59 / Parte A / Item (p) Rótulo Para renovação de registro de produto, a empresa poderia proceder de duas formas: (a) Quando o produto sofreu alteração de rótulo no período: enviar Rótulo completo conforme determinado na RDC 185 (b) Quando o produto NÃO sofreu alteração de rótulo no período: fazer uma declaração simples com a indicação de que não houve alteração de rótulo Instruções de uso Para renovação de registro de produto, a empresa poderia proceder de duas formas: (a) Quando o produto sofreu alteração de instruções de uso: enviar Instruções de Uso completas conforme determinado na RDC 185 (b) Quando o produto NÃO sofreu alteração de Instruções de Uso: fazer uma declaração simples com a indicação de que não houve alteração de Instruções de uso Relatório Técnico Para renovação de registro de produto identificamos os itens 1.5 e 1.6 como possíveis de serem eliminados: Para item 1.5: Nas inspeções para Renovação de Licença e para Certificação de BPF, o Registro Mestre do Produto foi analisado e aprovado anualmente (lembrando que a renovação é de 5 em 5 anos) (1) Definição do que é Registro Mestre de Produto: RDC 59 / Parte A / Item 2 / Item (y) (2) Determinação do que deve conter em cada Registro Mestre: RDC 59 / Parte M / Item 2

8 Para item 1.6: Nas inspeções para Renovação de Licença e para Certificação de BPF, o Registro Mestre do Produto foi analisado e aprovado anualmente (lembrando que a renovação é de 5 em 5 anos) (1) Definição do que é Registro Mestre de Produto: RDC 59 / Parte A / Item 2 / Item (y) (2) Determinação do que deve conter em cada Registro Mestre: RDC 59 / Parte M / Item 2 Nas inspeções para Renovação de Licença e para Certificação de BPF, o Projeto do Produto foi analisado e aprovado anualmente (lembrando que a renovação é de 5 em 5 anos) (1) Definição do que é Validação com relação ao Produto: RDC 59 / Parte A / Item 2 / Item (cc) (2) Determinação do que é Projeto de Produto, como este deve ser planejado, desenvolvido, verificado, revisado, liberado e alterado: RDC 59 / Parte C / Item (a) até (j) Sendo o que tenho para o momento, aproveito a oportunidade para saudá-los, ao tempo que aguardo o momento de nossa próxima reunião. Atenciosamente, ABECbpf - Associação Brasileira de Empresas Certificadas Boas Práticas de Fabricação da Anvisa Benedito Fittipaldi Presidente ABECbpf - Associação Brasileira de Empresas Certificadas Boas Práticas de Fabricação da Anvisa Nívea Fittipaldi Dir. Relações Externas

Anexo I INFORME PRÉVIO. Indústria de Medicamentos e/ou insumos farmacêuticos. Nome da Empresa /RS, 20

Anexo I INFORME PRÉVIO. Indústria de Medicamentos e/ou insumos farmacêuticos. Nome da Empresa /RS, 20 Anexo I INFORME PRÉVIO Indústria de Medicamentos e/ou insumos farmacêuticos Nome da Empresa /RS, 20 NOTA: 1. Este informe prévio deverá ser preenchido no que couber, por indústria fabricante de medicamentos

Leia mais

Anexo II INFORME PRÉVIO. FRACIONADORA DE insumos farmacêuticos. Nome da Empresa /RS, 20

Anexo II INFORME PRÉVIO. FRACIONADORA DE insumos farmacêuticos. Nome da Empresa /RS, 20 Anexo II INFORME PRÉVIO FRACIONADORA DE insumos farmacêuticos Nome da Empresa /RS, 20 NOTA: 1. Para fins de inspeção para verificação de cumprimento de boas práticas de fracionamento é imprescindível que

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 16, DE 28 DE MARÇO DE 2013

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 16, DE 28 DE MARÇO DE 2013 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 16, DE 28 DE MARÇO DE 2013

Leia mais

ATA DA 10ª OFICINA DE TRABALHO ANVISA + 5 ENTIDADES. A reunião é na sede da Federação das Industrias de Brasília Corporate Center 28 DE MAIO DE 2008

ATA DA 10ª OFICINA DE TRABALHO ANVISA + 5 ENTIDADES. A reunião é na sede da Federação das Industrias de Brasília Corporate Center 28 DE MAIO DE 2008 ATA DA 10ª OFICINA DE TRABALHO ANVISA + 5 ENTIDADES A reunião é na sede da Federação das Industrias de Brasília Corporate Center 28 DE MAIO DE 2008 Presentes SETOR REGULADOR Cláudio Maierovitch - ANVISA

Leia mais

COORDENADORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E AMBIENTAL

COORDENADORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E AMBIENTAL 4 MÉDIA COMPLEXIDADE ANEXO 1 G- DISTRIBUIDORAS Drogarias; Ervanária, posto de medicamento, dispensário de medicamentos; Distribuidora com fracionamento de cosmético, perfume, produtos de higiene; Distribuidora

Leia mais

Esclarecer sobre a CP nº 34/2011, que trata do recondicionamento de equipamentos usados destinados ao mercado brasileiro.

Esclarecer sobre a CP nº 34/2011, que trata do recondicionamento de equipamentos usados destinados ao mercado brasileiro. Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA Gerência-Geral de Tecnologia de Produtos para a Saúde GGTPS Gerência de Tecnologia em Equipamentos - GQUIP NOTA TÉCNICA N 05/2012/GQUIP/GGTPS/ANVISA Objeto:

Leia mais

CHECKLIST DA RDC 16/2013

CHECKLIST DA RDC 16/2013 CHECKLIST DA RDC 16/2013 Checklist para a RDC 16 de 2013 Página 2 de 10 Checklist 1. 2.1 Disposições gerais Existe um manual da qualidade na empresa? 2. Existe uma política da qualidade na empresa? 3.

Leia mais

Abbott Laboratórios do Brasil Ltda (São Paulo) DOCUMENTOS DA EMPRESA

Abbott Laboratórios do Brasil Ltda (São Paulo) DOCUMENTOS DA EMPRESA PROCEDIMENTO PARA ENTREGA DE DOCUMENTOS PARA ACESSO Abbott Laboratórios do Brasil Ltda (São Paulo) Segue procedimento que deverá ser seguido exatamente como orientado para que o serviço contratado seja

Leia mais

MANUAL INTEGRADO DOS SISTEMAS DO MEIO AMBIENTE E DE SAÚDE OCUPACIONAL E SEGURANÇA (EHS)

MANUAL INTEGRADO DOS SISTEMAS DO MEIO AMBIENTE E DE SAÚDE OCUPACIONAL E SEGURANÇA (EHS) 1/20 DO MEIO AMBIENTE E DE SAÚDE Emitido pelo Coordenador de EHS Luis Fernando Rocha Aguiar Aprovado pela Gerência da Usina de Itaúna Valério Toledo de Oliveira 2/20 Índice: 1 Objetivo e campo de aplicação

Leia mais

uso in vitro são aceitos os seguintes documentos como comprovação do cumprimento das Boas Práticas de Fabricação e Controle:

uso in vitro são aceitos os seguintes documentos como comprovação do cumprimento das Boas Práticas de Fabricação e Controle: 1. Vamos registrar um contador hematológico. Gostaríamos de saber como registrar os reagentes de uso exclusivo para ele (tampão de diluição, solução de limpeza, lisante). Como devemos classificar estes

Leia mais

PRINCIPAIS FALHAS EM AUDITORIAS DO PBQP-H

PRINCIPAIS FALHAS EM AUDITORIAS DO PBQP-H PRINCIPAIS FALHAS EM AUDITORIAS DO PBQP-H PARA COMEÇAR......A VERSÃO 2012 VERSÃO 2012 A versão 2012 do SiAC incluiu alguns requisitos, antes não verificados em obras. São eles: 1. Indicadores de qualidade

Leia mais

REGULAMENTO PARA CERTIFICAÇÃO PBQP-H SiAC

REGULAMENTO PARA CERTIFICAÇÃO PBQP-H SiAC 1 ICQ BRASIL OCS Organismo de Certificação de Sistema de Gestão da Qualidade, credenciado pelo INME- TRO para certificações de terceira parte. 2 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO Este regulamento fornece diretrizes

Leia mais

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.)

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) O PMBoK diz que: O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos e as atividades necessárias para identificar, definir, combinar, unificar e coordenar

Leia mais

Legislação em Vigilância Sanitária

Legislação em Vigilância Sanitária Legislação em Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO - RDC Nº 59, DE 27 DE JUNHO DE 2000 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 11, inciso

Leia mais

PORTARIA Nº 1386/2006 SMS.G. A SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe são legalmente conferidas,

PORTARIA Nº 1386/2006 SMS.G. A SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe são legalmente conferidas, PORTARIA Nº 1386/2006 SMS.G A SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe são legalmente conferidas, CONSIDERANDO a edição da Lei nº 14.084 de 27 de outubro de 2005 e do Decreto Municipal

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ANVISA CONSULTA PÚBLICA Nº 03/2009 Gerência de Inspeção e Certificação de Insumos, Medicamentos e Produtos (GIMEP) Novembro de 2009 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA REVISÃO DA RDC Nº 210/03 JUSTIFICATIVA

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR

MANUAL DO FORNECEDOR PSQ 27 REVISÃO 00 Histórico da Emissão Inicial Data da Revisão 0 Data da Última Revisão Número de Página 15/01/14 15/01/14 1/14 2/14 1 - Objetivo 1.1 Escopo O conteúdo deste Manual contempla os requisitos

Leia mais

Regulamentação Anvisa/MS em Produtos para Saúde Aplicada a Equipamentos Terapêuticos e de Diagnóstico a Laser

Regulamentação Anvisa/MS em Produtos para Saúde Aplicada a Equipamentos Terapêuticos e de Diagnóstico a Laser Regulamentação Anvisa/MS em Produtos para Saúde Aplicada a Equipamentos Terapêuticos e de Diagnóstico a Laser Gerência Geral de Tecnologia de Produtos para Saúde GGTP Gerência de Tecnologia de Equipamentos

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS CONTROLE DE DOCUMENTOS E DADOS

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS CONTROLE DE DOCUMENTOS E DADOS 1. Objetivo POP-L02 Página 1 de 12 Estabelecer as diretrizes para o controle de todos documentos e dados do Sistema de Gestão da Qualidade, de modo a garantir a rastreabilidade e padronização dos processos

Leia mais

Política de Gerenciamento de Capital

Política de Gerenciamento de Capital 1 / 6 Sumário 1. OBJETIVO... 2 2. APLICAÇÃO... 2 3. ABREVIATURAS E DEFINIÇÕES GERAIS... 2 4. DESCRIÇÃO... 2 4.1. Conceito... 2 4.2. Politica... 3 4.3. Estrutura... 3 4.4. Responsabilidades... 3 5. ANEXOS...

Leia mais

PROCEDIMENTO GERAL PARA ROTULAGEM AMBIENTAL FALCÃO BAUER ECOLABEL BRASIL

PROCEDIMENTO GERAL PARA ROTULAGEM AMBIENTAL FALCÃO BAUER ECOLABEL BRASIL 1. Introdução O Falcão Bauer Ecolabel é um programa de rotulagem ambiental voluntário que visa demonstrar o desempenho ambiental de produtos e serviços através da avaliação da conformidade do produto com

Leia mais

Selo de Qualidade e Sustentabilidade para Lavanderias - SQS REFERENCIAL NORMATIVO REF.001

Selo de Qualidade e Sustentabilidade para Lavanderias - SQS REFERENCIAL NORMATIVO REF.001 Selo de Qualidade e Sustentabilidade para Lavanderias - SQS REFERENCIAL NORMATIVO REF.001 Versão Jul.2011 1. Introdução Este programa da Qualidade, Meio Ambiente e Segurança em Lavanderias SQS estabelece

Leia mais

PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA CERTIFICAÇÃO SELO ECOLÓGICO FALCÃO BAUER

PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA CERTIFICAÇÃO SELO ECOLÓGICO FALCÃO BAUER 1. Introdução A Certificação do Selo Ecológico Falcão Bauer possui caráter voluntário e visa demonstrar o desempenho ambiental de produtos e serviços através da avaliação do diferencial ecológico apresentado

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS REVISÕES

DESCRIÇÃO DAS REVISÕES 20/11/28 Página 1 de 14 - MONITORAMENTO, MEDIÇÃO E MENSURAÇÃO DE DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REVISÃO DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 20/11/28 Emissão Inicial RESPONSÁVEL PELO DOCUMENTO: (ÁREA) FUNÇÃO/INICIAIS: R

Leia mais

REGULAMENTO DE TRABALHO AUDITORIAS DE CERTIFICAÇÃO ABMAPRO

REGULAMENTO DE TRABALHO AUDITORIAS DE CERTIFICAÇÃO ABMAPRO REGULAMENTO DE TRABALHO AUDITORIAS DE CERTIFICAÇÃO ABMAPRO Fevereiro de 2012 1 SUMÁRIO 1. Dos Princípios e Objetivos 2. Dos Fundamentos do Programa 3. Da Estrutura do Programa 4. Da Documentação de Referência

Leia mais

Hemobrás. ELABORADO POR RUBRICA DATA Nome: José Eduardo S. Martins / / Função: Gerente de Garantia da Qualidade

Hemobrás. ELABORADO POR RUBRICA DATA Nome: José Eduardo S. Martins / / Função: Gerente de Garantia da Qualidade Programa da Qualidade Página 1/20 ELABORADO POR RUBRICA DATA Nome: José Eduardo S. Martins / / Função: Gerente de Garantia da Qualidade REVISADO POR RUBRICA DATA Nome: Renato César Vieira de sousa / /

Leia mais

Resíduos de Serviços de Saúde

Resíduos de Serviços de Saúde Programa de Gerenciamento dos Serviços de Saúde no Brasil Resíduos de Serviços de Saúde PGRSS PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Responsabilidade civil: Art. 3 da Lei de Introdução

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1. INTRODUÇÃO: O Banco Pottencial, considera a gestão de riscos como um instrumento essencial para maximização da eficiência no uso do capital e para escolha

Leia mais

Gerência-Geral de Inspeção e Controle de Insumos, Medicamentos e Produtos.

Gerência-Geral de Inspeção e Controle de Insumos, Medicamentos e Produtos. Gerência-Geral de Inspeção e Controle de Insumos, Medicamentos e Produtos. Apresentação da Gerência de Inspeção e Certificação de Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Produtos. CONTEÚDO Organograma Inspeções

Leia mais

O QUE É O CÓDIGO C&A DE CONDUTA PARA FORNECIMENTO DE MERCADORIAS? COMO POSSO OBTÊ-LO?

O QUE É O CÓDIGO C&A DE CONDUTA PARA FORNECIMENTO DE MERCADORIAS? COMO POSSO OBTÊ-LO? POR QUE A SOCAM AUDITA OS FORNECEDORES C&A E SEUS SUBCONTRATADOS? A C&A, como empresa que busca atuar de forma socialmente responsável, considera essencial o monitoramento de todos os elos de sua cadeia

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE CONTROLE DE SUBSTÂNCIAS NOCIVAS 1 - OBJETIVO

GESTÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE CONTROLE DE SUBSTÂNCIAS NOCIVAS 1 - OBJETIVO ITEM PÁGINA 1 OBJETIVO 1 2 DEFINIÇÃO DOS TERMOS 2 3 REFERÊNCIAS (NORMAS/ LEGISLAÇÃO/ REQUISITOS APLICÁVEIS). 2 4 RESPONSABILIDADES E ATIVIDADES PARA CONTROLE DE SUBSTÂNCIAS. 3 5 ANÁLISE LABORATORIAL 4

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA RDC Nº 31, DE 23 DE MAIO DE 2013

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 343, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2005.

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 343, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2005. ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 343, DE 13 DE DEZEMBRO

Leia mais

PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES SEM RESSALVA

PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES SEM RESSALVA PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES SEM RESSALVA Aos administradores, conselheiros e participantes Fundo de Pensão Multipatrocinado da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção do Paraná e da Caixa de Assistência

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ 290.0339 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVAÇÃO CARLOS ROBERTO KNIPPSCHILD Gerente da Qualidade e Assuntos Regulatórios Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO

Leia mais

O FOCO DA QUALIDADE NOS PROCESSOS DE TERCEIRIZAÇÃO

O FOCO DA QUALIDADE NOS PROCESSOS DE TERCEIRIZAÇÃO O FOCO DA QUALIDADE NOS PROCESSOS DE TERCEIRIZAÇÃO Grande parte das indústrias farmacêuticas, cosméticos e de veterinários, utilizam processos de terceirização, para otimizar suas produções, para casos

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE - Exemplo Fictício

MANUAL DA QUALIDADE - Exemplo Fictício Exemplo de Manual da Qualidade (Quality Manufacturing - Empresa Fictícia) Baseado nos 20 elementos da qualidade ISO 9001, existe uma correspondência de um para um entre os sistemas da qualidade da ISO

Leia mais

MANUAL DE PROCESSOS SUP12 - DISTRIBUIR PRO- DUTOS PARA SAÚDE

MANUAL DE PROCESSOS SUP12 - DISTRIBUIR PRO- DUTOS PARA SAÚDE MANUAL DE PROCESSOS SUP12 - DISTRIBUIR PRO- DUTOS PARA SAÚDE SUMÁRIO GLOSSÁRIO (SIGLAS, SIGNIFICADOS)... 3 I. OBJETIVO DO PROCESSO... 5 II. ÁREAS ENVOLVIDAS... 5 III. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES... 5 IV.

Leia mais

Aos COTISTAS DO ISHARES S&P 500 FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE ÍNDICE INVESTIMENTO NO EXTERIOR

Aos COTISTAS DO ISHARES S&P 500 FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE ÍNDICE INVESTIMENTO NO EXTERIOR São Paulo, 30 de junho de 2015. Aos COTISTAS DO ISHARES S&P 500 FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE ÍNDICE INVESTIMENTO NO EXTERIOR REF: RESUMO DA ASSEMBLEIA GERAL DE COTISTAS DO ISHARES S&P 500

Leia mais

Ação Corretiva ação tomada para garantir que a não-conformidade real ou reclamação de cliente procedente volte a se manifestar.

Ação Corretiva ação tomada para garantir que a não-conformidade real ou reclamação de cliente procedente volte a se manifestar. : CONTROLE DE AÇÕES CORRETIVAS E PÁGINA: 1 de 7 1.0 OBJETIVO: Eliminar as causas das não-conformidades reais ou potenciais, identificadas por meio dos seguintes processos: Pesquisas de satisfação dos clientes,

Leia mais

Apresentaçã. ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012. Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril de 2013 Curitiba - Paraná

Apresentaçã. ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012. Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril de 2013 Curitiba - Paraná Ministério da Saúde/ Diretoria de Coordenação e Articulação do Sistema Nacional - DSNVS Apresentaçã ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012 Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril

Leia mais

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Em vigor a partir de 01/04/2016 RINA Via Corsica 12 16128 Genova - Itália tel. +39 010 53851 fax +39 010 5351000 website : www.rina.org Normas

Leia mais

Código: MAP-DILOG-005 Versão: 00 Data de Emissão: 01/12/2013

Código: MAP-DILOG-005 Versão: 00 Data de Emissão: 01/12/2013 Código: MAP-DILOG-005 Versão: 00 Data de Emissão: 01/12/2013 Elaborado por: Gerência de Instalações Aprovado por: Diretoria de Logística 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios e os procedimentos para o planejamento,

Leia mais

CÓPIA CONTROLADA POP - PRIMATO 002 / REV. 01

CÓPIA CONTROLADA POP - PRIMATO 002 / REV. 01 Procedimento Operacional Padrão Sistema de Gestão Qualificação de Fornecedores e Controle de Matérias - primas e Embalagens POP - PRIMATO 002 / REV. 01 QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES Este método tem por

Leia mais

MERCOSUL/XXXIX SGT Nº 11/COPROSAL/ P. RES. Nº /12

MERCOSUL/XXXIX SGT Nº 11/COPROSAL/ P. RES. Nº /12 MERCOSUL/XXXIX SGT Nº 11/COPROSAL/ P. RES. Nº /12 PROCEDIMENTOS COMUNS E CONTEÚDO MÍNIMO DE RELATÓRIOS DE INSPEÇÃO NOS ESTABELECIMENTOS FARMACÊUTICOS NOS ESTADOS PARTES (REVOGAÇÃO DA RES. GMC Nº 16/09)

Leia mais

Art. 1º Aprovar o Regulamento para Designação de Organismos de Avaliação da Conformidade, em anexo.

Art. 1º Aprovar o Regulamento para Designação de Organismos de Avaliação da Conformidade, em anexo. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR-MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria nº 087, de 03 de maio de 2002. O PRESIDENTE DO INSTITUTO

Leia mais

RESOLUÇÃO DP Nº. 12.2012, DE 27 DE JANEIRO DE 2012.

RESOLUÇÃO DP Nº. 12.2012, DE 27 DE JANEIRO DE 2012. RESOLUÇÃO DP Nº. 12.2012, DE 27 DE JANEIRO DE 2012. ESTABELECE PROCEDIMENTOS PARA OS SERVIÇOS DE COLETA, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS PROVENIENTES DE EMBARCAÇÕES NAS ÁREAS DO PORTO ORGANIZADO DE

Leia mais

O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.

O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional. 1 POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1.1 Introdução O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.

Leia mais

Boas Práticas de Funcionamento em Serviços de Saúde

Boas Práticas de Funcionamento em Serviços de Saúde - ANVISA Gerência de Tecnologia em Serviço de Saúde - GGTES Boas Práticas de Funcionamento em Serviços de Saúde Resolução ANVISA RDC nº. 63 de 25 de novembro de 2011 IV SEMINÁRIO DE PREVENÇÃO E CONTROLE

Leia mais

Workshop RDC 48 11. Pessoas & Treinamento

Workshop RDC 48 11. Pessoas & Treinamento Workshop RDC 48 Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para 11. Pessoas & Treinamento 5. Saúde, 1. Considerações Gerais 2. Definições 3. Gestão da Qualidade 4. BPF Higiene, Vestuário e 6.

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 18/05/2016 16:38:00 Endereço IP: 200.198.193.162

Leia mais

SAV - SISTEMA DE AGENDAMENTO DE VEÍCULOS

SAV - SISTEMA DE AGENDAMENTO DE VEÍCULOS SAV - SISTEMA DE AGENDAMENTO DE VEÍCULOS Introdução ao SAV Prezado Cliente SAV - Sistema de Agendamento de Veículos visa prover as empresas de transporte de um rápido, eficiente e consistente nível de

Leia mais

PROVER ASSESSORIA JURÍDICA HISTÓRICO DE REVISÕES. Elaborado por: Eliane Rangel. Próxima revisão: após 1 ano da ultima aprovação

PROVER ASSESSORIA JURÍDICA HISTÓRICO DE REVISÕES. Elaborado por: Eliane Rangel. Próxima revisão: após 1 ano da ultima aprovação PROVER ASSESSORIA JURÍDICA HISTÓRICO DE REVISÕES Data Revisão Descrição da Revisão 00 Emissão Inicial 10/03/2012 01 16/05/2013 02 Alteração do Formato; Exclusão do item 6 Indicadores. Revisado sem alteração

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA DENATRAN Nº 01, de 09 de dezembro de 2003.

INSTRUÇÃO NORMATIVA DENATRAN Nº 01, de 09 de dezembro de 2003. INSTRUÇÃO NORMATIVA DENATRAN Nº 01, de 09 de dezembro de 2003. Estabelece orientações e procedimentos a serem adotados na celebração de Contratos, Convênios, Termos de Cooperação, Acordos de Cooperação

Leia mais

COORDENADORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

COORDENADORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ANEXO 1-A: BAIXA COMPLEXIDADE 1 - ALIMENTOS COORDENADORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Açougues, comércio de frios,comércios de pescados; Depósitos de alimentos, bombonièries, cafés, depósitos de bebidas, depósitos

Leia mais

DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA EMISSÃO DO ALVARÁ SANITÁRIO. Área de Medicamentos e Produtos de Interesse à Saúde (AMPIS)

DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA EMISSÃO DO ALVARÁ SANITÁRIO. Área de Medicamentos e Produtos de Interesse à Saúde (AMPIS) 1 DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA EMISSÃO DO ALVARÁ SANITÁRIO Área de Medicamentos e Produtos de Interesse à Saúde (AMPIS) DROGARIAS (CONFORME LEI FEDERAL 5991/73, RESOLUÇÃO RDC ANVISA 44/09 E OUTRAS PERTINENTES)

Leia mais

METODOLOGIA ANALITICA Objetivo, Requisitos, Padrões. Dra. Maria Inês Harris INSTITUTO HARRIS

METODOLOGIA ANALITICA Objetivo, Requisitos, Padrões. Dra. Maria Inês Harris INSTITUTO HARRIS METODOLOGIA ANALITICA Objetivo, Requisitos, Padrões Dra. Maria Inês Harris INSTITUTO HARRIS Dra. Maria Inês Harris Bacharel em Química (Unicamp,1987) e Doutora em Química (Unicamp, 1994) Pós-Doutorado

Leia mais

ISO/IEC 17050-1. Avaliação da conformidade Declaração de conformidade do fornecedor Parte 1: Requisitos gerais

ISO/IEC 17050-1. Avaliação da conformidade Declaração de conformidade do fornecedor Parte 1: Requisitos gerais QSP Informe Reservado Nº 42 Janeiro/2005 ISO/IEC 17050-1 Avaliação da conformidade Declaração de conformidade do fornecedor Parte 1: Requisitos gerais Tradução livre especialmente preparada para os Associados

Leia mais

Processo de Homologação de Tipo Aeronave, Motor e Hélice

Processo de Homologação de Tipo Aeronave, Motor e Hélice Gerência de Programas Gerência de Engenharia Gerência de Regulamentação Gerência de Inspeção e Produção 01 REUNIÃO DE FAMILIARIZAÇÃO Reunião para estabelecer parceria com o requerente. É uma oportunidade

Leia mais

CÓDIGO TÍTULO VERSÃO QUALIFICAÇÃO TÉCNICA E AVALIAÇÃO TÉCNICA DE FORNECEDORES DE MATERIAIS CRÍTICOS

CÓDIGO TÍTULO VERSÃO QUALIFICAÇÃO TÉCNICA E AVALIAÇÃO TÉCNICA DE FORNECEDORES DE MATERIAIS CRÍTICOS SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO PROCEDIMENTO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO PR.FT.ABS.02.07.002 FORNECEDORES DE MATERIAIS CRÍTICOS 01 APROVADO POR DANIEL DE SOUZA SANTIAGO LOGÍSTICA SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. HISTÓRICO

Leia mais

RDC Nº 48, DE 25 DE OUTUBRO DE 2013

RDC Nº 48, DE 25 DE OUTUBRO DE 2013 RDC Nº 48, DE 25 DE OUTUBRO DE 2013 ITEM 10 DOCUMENTAÇÕES E REGISTROS Palestrante: Carlos Cezar Martins RDC Nº 48, DE 25 DE OUTUBRO Carlos Cezar Martins DE 2013 Farmacêutico com especialização em Qualidade

Leia mais

Recebimento, Armazenamento e Distribuição de Material

Recebimento, Armazenamento e Distribuição de Material PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS DIVISÃO DE GESTÃO DA QUALIDADE Sistema de Gestão da Qualidade PROCEDIMENTO P.TJAM.10 Recebimento, Armazenamento e Revisado por: Roberto Trigueiro

Leia mais

Diário Oficial Imprensa Nacional

Diário Oficial Imprensa Nacional INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 13, DE 22 DE OUTUBRO DE 2009 Dispõe sobre a documentação para regularização de equipamentos médicos das Classes de Risco I e II. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância

Leia mais

II Workshop de Desempenho

II Workshop de Desempenho II Workshop de Desempenho Alterações no Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras SiAC para Inclusão das Exigências da Norma de Desempenho ABNT NBR 15575 Marcos Galindo 26.06.2015

Leia mais

Mobilização Obras. 4. RESPONSABILIDADES E AUTORIDADES Função Atividade. Gerente/ Gestor

Mobilização Obras. 4. RESPONSABILIDADES E AUTORIDADES Função Atividade. Gerente/ Gestor Elaborado por Aline Duarte Visto Aprovado por Márcio Flávio Ribeiro Pereira Visto CONTROLE DE REVISÃO Revisão Data Item Natureza das alterações 0 24/08/2012 - Emissão inicial 1 18/10/2012 1. OBJETIVO 5.2

Leia mais

1 Objetivos. 2 Categorias de Certificação do SAQ. 3 - Taxa de registro para produtores. 4 Requisitos para Certificação Selo ABIS

1 Objetivos. 2 Categorias de Certificação do SAQ. 3 - Taxa de registro para produtores. 4 Requisitos para Certificação Selo ABIS 1 Objetivos O presente documento estabelece as competências que um organismo de certificação da Gestão da Segurança de Alimentos, conforme a norma ABNT NBR ISO 22000:2006, deve atender para obter e manter

Leia mais

Política de Assistência Farmacêutica. Rio de Janeiro Agosto/2010

Política de Assistência Farmacêutica. Rio de Janeiro Agosto/2010 Política de Assistência Farmacêutica - PAF - Rio de Janeiro Agosto/2010 PÚBLICO ALVO Plano Associados, acometidos por patologias crônicas; Planos Funci CASSI e CASSI Família exclusivamente para antineoplásicos

Leia mais

Analisado por: Esta Rotina Administrativa (RAD) se aplica à secretaria de Câmaras Cíveis, com vigência em 28/11/2014.

Analisado por: Esta Rotina Administrativa (RAD) se aplica à secretaria de Câmaras Cíveis, com vigência em 28/11/2014. Proposto por: Equipe da Secretaria da Câmara Cível/ Representante da Administração Superior Analisado por: Secretário da Câmara Cível Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria- Geral de Apoio aos Órgãos

Leia mais

2. AMPLITUDE 2.1. Todas as atividades que fazem parte do escopo do SGI desenvolvidas na ABCZ.

2. AMPLITUDE 2.1. Todas as atividades que fazem parte do escopo do SGI desenvolvidas na ABCZ. 1. OBJETIVO Este procedimento estabelece as diretrizes para a realização de auditorias internas no SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO DA ABCZ (SGI) tendo por base todos os requisitos previstos no MANUAL DO SGI

Leia mais

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PRODUTOS PARA SAÚDE. Coordenação de Inspeção de Produtos CPROD

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PRODUTOS PARA SAÚDE. Coordenação de Inspeção de Produtos CPROD ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PRODUTOS PARA SAÚDE Coordenação de Inspeção de Produtos CPROD CONTEÚDO 1. Organograma 2. Quadro de pessoal 3. Atividades de rotina 4. Atividades no âmbito nacional 5. Atividades

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA Gerência-Geral de Tecnologia de Produtos para a Saúde - GGTPS

Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA Gerência-Geral de Tecnologia de Produtos para a Saúde - GGTPS Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA Gerência-Geral de Tecnologia de Produtos para a Saúde - GGTPS NOTA TÉCNICA N 002/2009/GGTPS/ANVISA 1. Objeto: Orientações para o Peticionamento de Certificado

Leia mais

(DEIOP) ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada.

(DEIOP) ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada. Proposto por: Equipe do Serviço de Gerenciamento Ambiental e de Analisado por: Diretor do Departamento de Infraestrutura Operacional Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria-Geral de Logística (DGLOG)

Leia mais

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar MANUAL DO AVALIADOR Parte I 1.1 Liderança Profissional habilitado ou com capacitação compatível. Organograma formalizado, atualizado e disponível. Planejamento

Leia mais

PROCEDIMENTO POP XX RECOLHIMENTO DE ALIMENTOS CONTROLE DE DISTRIBUIÇÃO REGISTRO DAS REVISÕES

PROCEDIMENTO POP XX RECOLHIMENTO DE ALIMENTOS CONTROLE DE DISTRIBUIÇÃO REGISTRO DAS REVISÕES PÁGINA: 1 de 7 CONTROLE DE DISTRIBUIÇÃO ÁREA/SETOR Nº DE CÓPIAS REGISTRO DAS REVISÕES N.º REVISÃO DATA ALTERAÇÃO SUGERIDA POR: 00 Emissão inicial do documento - ELABORADO POR: Assinatura: Data: REVISADO

Leia mais

Processo de Certificação PGMQ -TV RSQM-DO-028-04-DECLARAÇÃO_DOCUMENTADA_PROCESSO_DE_CERTIFICAÇÃO

Processo de Certificação PGMQ -TV RSQM-DO-028-04-DECLARAÇÃO_DOCUMENTADA_PROCESSO_DE_CERTIFICAÇÃO Processo de Certificação PGMQ -TV O que é OCC? Organismos de Certificação Credenciado (Acreditado) pela CGCRE Conduzem e concedem a certificação de conformidade, com base em normas nacionais, regionais,

Leia mais

O presente resumo não dispensa a leitura atenta do Parecer anexo.

O presente resumo não dispensa a leitura atenta do Parecer anexo. Recomendações Jurídico-Trabalhistas Interessados: Federação das Associações de Arrozeiros do Estado Rio Grande do Sul Federarroz e Outros Assunto: Resumo Referente Às Obrigações Patronais Trabalhistas

Leia mais

3 ASSUNTOS CONTÁBEIS, DE CONTROLE INTERNO E DE GESTÃO

3 ASSUNTOS CONTÁBEIS, DE CONTROLE INTERNO E DE GESTÃO Vitória/ES, 12 de maio de 2016. Ofício do CRP16/ES Nº205/2016 A AUDILINK & CIA. AUDITORES Sra. Maria Elizabete Morais Assunto: Manifestação do CRP16/ES, referente ao Relatório de Auditoria do exercício

Leia mais

PROGRAMA BOLSA ESTÁGIO FORMAÇÃO DOCENTE

PROGRAMA BOLSA ESTÁGIO FORMAÇÃO DOCENTE EDITAL SEDU Nº 052/2013 PROGRAMA BOLSA ESTÁGIO FORMAÇÃO DOCENTE A SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO CONVIDA OS ESTUDANTES DOS CURSOS DE LICENCIATURA PLENA CONSTANTES NO ANEXO III DESTE EDITAL A SE INSCREVEREM

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 Revisão:14 Folha:1 de17 SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO... 3 2.1 POLÍTICA DA QUALIDADE... 3 2.2 OBJETIVOS DA QUALIDADE... 4 2.3 ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA PARA A QUALIDADE...

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA 1 MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA RESOLUÇÃO-RDC Nº 2, DE 25 DE JANEIRO DE 2010 (*) Dispõe sobre o gerenciamento de tecnologias em saúde em estabelecimentos de saúde. A Diretoria

Leia mais

NOVO PRISMA AGRO FLORESTAL

NOVO PRISMA AGRO FLORESTAL NOVO PRISMA AGRO FLORESTAL PROCEDIMENTO INTERNO PARA INGRESSO DE COLABORADORES DAS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS FLORESTAIS HISTÓRICO DAS REVISÕES: REVISÃO DESCRIÇÃO 01 Criação do procedimento 11/2007

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012-PPGMAPSI/UNIR DE 01 DE OUTUBRO DE 2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012-PPGMAPSI/UNIR DE 01 DE OUTUBRO DE 2012. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012-PPGMAPSI/UNIR DE 01 DE OUTUBRO DE 2012. DISPÕE SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DO EXAME DE QUALIFICAÇÃO, DEFESA E ENTREGA DA VERSÃO FINAL DA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO.

Leia mais

Rótulo ecológico para pneus reformados PE-145. Itens Revisados: - 5-6.2.1-9

Rótulo ecológico para pneus reformados PE-145. Itens Revisados: - 5-6.2.1-9 Rótulo ecológico para pneus reformados PE-145 Itens Revisados: - 5-6.2.1-9 0 Introdução O programa de Rotulagem Ambiental da ABNT foi desenvolvido para apoiar um esforço contínuo para melhorar e/ou manter

Leia mais

EDITAL N.º 05/2015/COPQ/PROPP/UFGD Dourados/MS, 02 de março de 2015.

EDITAL N.º 05/2015/COPQ/PROPP/UFGD Dourados/MS, 02 de março de 2015. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA COORDENADORIA DE PESQUISA EDITAL N.º 05/2015/COPQ/PROPP/UFGD Dourados/MS, 02 de

Leia mais

POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A.

POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A. ÍNDICE DURATEX S/A POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A. 1. OBJETIVO 2. PRINCÍPIOS GERAIS 3. REFERÊNCIAS 4. DEFINIÇÕES 4.1. DURATEX 4.2. UNIDADE REQUISITANTE 4.3. UNIDADE DESTINATÁRIA

Leia mais

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 I. APROVAÇÃO Emitente: Função: Análise crítica e aprovação: Função: Liliane Alves Ribeiro da Silva Gerente Administrativa Roberto José da Silva Gerente Geral

Leia mais

RESOLUÇÃO - RDC Nº 40, DE 26 DE AGOSTO DE 2015. (DOU Seção 1, nº 164, pag. 47, 27.08.2015) (Retificação DOU Seção 1, nº 165, pag. 69, 28.08.

RESOLUÇÃO - RDC Nº 40, DE 26 DE AGOSTO DE 2015. (DOU Seção 1, nº 164, pag. 47, 27.08.2015) (Retificação DOU Seção 1, nº 165, pag. 69, 28.08. RESOLUÇÃO - RDC Nº 40, DE 26 DE AGOSTO DE 2015 (DOU Seção 1, nº 164, pag. 47, 27.08.2015) (Retificação DOU Seção 1, nº 165, pag. 69, 28.08.2015) Define os requisitos do cadastro de produtos médicos. A

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE SUMÁRIO

MANUAL DA QUALIDADE SUMÁRIO / Aprovação: Edison Cruz Mota MANUAL DA QUALIDADE Código: MQ Revisão: 13 Página: 1 de 16 Data: 15/12/2011 Arquivo: MQ_13.doc SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO... 3 2.1. POLÍTICA DA

Leia mais

POP 011: PLANEJAMENTO DE VIAGENS PARA AUDITORIAS

POP 011: PLANEJAMENTO DE VIAGENS PARA AUDITORIAS Página 1 de 6 POP 011: PLANEJAMENTO DE VIAGENS PARA AUDITORIAS ELABORAÇÃO E APROVAÇÃO Nome Data Assinatura 25/02/2014 Revisado por: Rominik Fontenele 27/02/2014 Aprovado por: Rodrigo Barbosa Nazareno 27/02/2014

Leia mais

5.2 O Ciclo de infra-estrutura e manutenção predial, bem como os responsáveis por cada fase está indicado na figura 1

5.2 O Ciclo de infra-estrutura e manutenção predial, bem como os responsáveis por cada fase está indicado na figura 1 Guia de Infra-estrutura e Predial Novembro de 2003 Sumário 1. Objetivo 2. Envolvidos 3. Documentos de referência 4. Definições e codificações 5. Ciclo do processo 6. Fluxograma 7. Lista das Atividades

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções Nº 31/97 e 09/01 do Grupo Mercado Comum.

TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções Nº 31/97 e 09/01 do Grupo Mercado Comum. MERCOSUL/XXXVI SGT Nº11/P. RES. N /11 PROCEDIMENTOS COMUNS PARA AS INSPEÇÕES NOS FABRICANTES DE PRODUTOS MÉDICOS E PRODUTOS PARA DIAGNÓSTICO DE USO IN VITRO NOS ESTADOS PARTES (REVOGAÇÃO DAS RES. GMC Nº

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA SEGURANÇA NO TURISMO DE AVENTURA TDA RAFTING & EXPEDIÇÕES SUMÁRIO SEÇÃO 0 - INTRODUÇÃO SEÇÃO DESCRIÇÃO 1 Informações sobre a TDA Rafting & Expedições 2 Apresentação do Manual

Leia mais

Indústria de Cartões de Pagamento (PCI) Padrão de segurança de dados. Resumo de Alterações da Versão 2.0 para a 3.0 do PCI-DSS

Indústria de Cartões de Pagamento (PCI) Padrão de segurança de dados. Resumo de Alterações da Versão 2.0 para a 3.0 do PCI-DSS Indústria de Cartões de Pagamento (PCI) Padrão de segurança de dados Resumo de Alterações da Versão 2.0 para a 3.0 do PCI-DSS Novembro de 2013 Introdução Este documento fornece um resumo de alterações

Leia mais

SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE

SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE Congresso Internacional de Qualidade em Serviços e Sistemas de Saúde Qualihosp -2013 SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE Maria Angela da Paz Gerente de Regulação e Controle Sanitário

Leia mais

REGRA DE CERTIFICAÇÃO TELECOMUNICAÇÕES

REGRA DE CERTIFICAÇÃO TELECOMUNICAÇÕES Página: 1/08 Elaborado por: Claudio Francisco Verificado por: Karen Martins Aprovado por: Arnaldo Barbulio Filho Data Aprovação: 22/07/13 OBJETIVO Esta Regra de Certificação estabelece os critérios utilizados

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE SERVIÇOS TERCEIRIZADOS

POLÍTICA DE GESTÃO DE SERVIÇOS TERCEIRIZADOS POLÍTICA DE GESTÃO DE SERVIÇOS TERCEIRIZADOS POLÍTICA DE GESTÃO DOS SERVIÇOS TERCEIRIZADOS A Fundação de Previdência do Instituto EMATER FAPA utiliza-se da terceirização, onde algumas de suas atividades

Leia mais

Guia do Fornecedor. WBC Public Pregão eletrônico

Guia do Fornecedor. WBC Public Pregão eletrônico Guia do Fornecedor WBC Public Pregão eletrônico As informações contidas neste documento, incluindo quaisquer URLs e outras possíveis referências a web sites, estão sujeitas a mudança sem aviso prévio.

Leia mais