UTILIZAÇÃO DE PORTFÓLIO EM SALA DE AULA

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1 UTILIZAÇÃO DE PORTFÓLIO EM SALA DE AULA Maisa Aline da Veiga 1 Carina Eberhardt. INTRODUÇÃO O presente artigo possui como finalidade apresentar experiências vivenciadas com o uso de portfólios em sala de aula por pibidianos de Geografia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná- Campus de Francisco Beltrão, participantes do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência (PIBID). Tal programa possui como um dos seus objetivos uma maior aproximação entre universidade e escola básica, possibilitando aos pibidianos uma maior vivência com o ambiente escolar durante sua formação, e permitindo aos mesmos, uma maior articulação entre teoria e prática. As atividades do projeto foram realizadas em parceria com o Colégio Estadual Beatriz Biavatti Ensino Fundamental e Médio, localizada no município de Francisco Beltrão, PR, no último semestre de A proposta do subprojeto em trabalhar com o uso de portfólios surgiu a partir de discussões em grupos de estudos na Universidade sobre o verdadeiro sentido da avaliação, e pelo fato de já ter sido realizado outros subprojetos, onde os mesmos não possuíam algo concreto para avaliar o que os educandos aprenderam e como foi o desempenho do grupo. Pensando dessa maneira, questionamo-nos em como se poderia avaliar de um modo mais significativo; surgindo assim a proposta de trabalhar com Portfólios, tendo como disponibilidade de turmas naquele momento para atuar no projeto 7 e 8 anos do período vespertino. PORTIFOLIO COMO MÉTODO AVALIAIVO 1 Acadêmicas do 3º ano do curso de Geografia- Licenciatura da Universidade Estadual do Oeste do Paraná- UNIOESTE, campus de Francisco Beltrão. s: e

2 Primeiramente se faz necessário compreender o que é um portfólio, bem como, como este funciona em sala de aula. Neste artigo será abordado o termo no âmbito do ensino. O portfólio possui como um de seus objetivos apresentar a evolução do aprendizado do educando diante de várias atividades selecionadas pelo professor orientador da construção do portfólio, sendo que este pode se apresenta por meio de vários suportes, como livros encadernados, pastas variadas, cadernos, enfim de diversas maneiras que acabam compondo uma espécie de diário de atividades. De acordo com HERNÁNDEZ (2000) o portfólio é um: Além do mais, [..]continente de diferentes tipos de documentos (anotações pessoais, experiências de aula, trabalhos pontuais, controles de aprendizagem, conexões com outros temas fora da escola, representações visuais, etc) que proporciona evidências do conhecimento que foram sendo construídos, as estratégias utilizadas para aprender e a disposição de quem o elabora para continuar aprendendo (HERNÁNDEZ, 2000, p.166). No âmbito da educação, a utilização do termo portfólio ocorre a partir do final dos anos oitenta e inicio dos anos noventa do século XX (GRACE,1992), em função da busca por práticas de Avaliação que pudessem responder mais adequadamente os avanços das teorias de aprendizagem (RAMIRES,2008, p.77). A escolha por esta atividade se fortaleceu devido há já termos um contato com o portfólio no primeiro ano da universidade, na disciplina de cartografia. Além do mais, dois pontos foram fundamentais para a escolha desta proposta, a questão de avaliação, que é tão comentada e discutida, tanto por professores, como acadêmicos de licenciatura, bem como, por políticas educacionais; e as dinâmicas envolvidas na concepção de como realmente avaliar um aluno.

3 No âmbito avaliativo, refere-se tanto ao aprendizado do educando, como também em relação às práticas educativas do próprio professor, [..] os portfólios constituem um procedimento de auto-avaliação do educador, no exercício de sua prática conforme Lopes (2005), no formato de registros que apresentam a construção de memoria e constroem historia, valorizam momentos de reflexão sistemática sobre o trabalho, a percepção de faltas, a elaboração de encaminhamentos (LOPES, 2005,P.128), por meio da narração, da reflexão e da avaliação (RAMIRES,2008, p.79). A utilização do portfólio em sala de aula condiz também com a concepção de avaliação presente nas Diretrizes Curriculares Estaduais do estado do Paraná e com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), que determina que a avaliação do processo de ensino-aprendizagem seja formativa, diagnóstica e processual, sempre buscando maneiras diferentes de formar o educando um sujeito critico e reflexivo. DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES DO PORTFÓLIO Primeiramente houve uma apresentação de como seria realizada tal atividades com os educandos participantes do projeto, para estes compreenderem como seria desenvolvida elaboração do portfólio e como ocorreria sua avaliação. Ficando claro que seria um processo contínuo, buscando ser analisado a evolução do aprendizado dos mesmos, e não dando tanta ênfase ao que era certo ou errado nas determinadas atividades, atribuindo uma nota perante a isso. Este plano de ação teve como maior propósito mostrar aos educandos que eles podem ser construtores de seus conhecimentos, se tornando um sujeito ativo e autor de sua formação. Tendo em mente esta analogia foram desenvolvidas intensas atividades, as quais foram realizadas durante as aulas de Geografia embasadas nas discussões e

4 aprofundamentos teóricos realizados pelo professor Ari (o qual rege estas turmas), onde estas convergem com a dinamização e construção do seu saber. Tal plano teve início no mês de agosto em ambas as séries. Iniciou-se esta interação com a exposição do projeto aos alunos, explicando a estes como seria a elaboração, acompanhamento e construção do portfólio. Em seguida iniciou-se o processo de observação das aulas, buscando pontuar as relações presentes em cada série/ano, bem como, sua compreensão e capacidade de análise dos conteúdos abordados pelo professor em sala de aula. Sendo posteriormente desenvolvida atividades direcionadas a cada série/ano, de acordo com seus supostos perfis. As atividades desenvolvidas em portfólio devem ser as mais variadas possíveis para que seja verificada quais os alunos possuem mais facilidade e quais possuem uma maior dificuldade, para tentar suprir estas mesmas dificuldades, ocorrendo assim realmente uma evolução em sua aprendizagem, a seguir será apresentada algumas das atividades trabalhadas com os educandos. O sétimo ano vinha trabalhando com o processo de industrialização, o qual teve o início anteriormente a nossa entrada em sala de aula. Como iniciamos com o processo fragmentado sentimos dificuldades em elaborar atividades aprofundadas neste âmbito. Para tentarmos analisar a compreensão do que os alunos possuíam sobre o assunto, desenvolvemos uma atividade de pesquisa em grupo, os quais desenvolveriam uma pequena análise histórica, abordando aspectos que influenciaram este processo industrial, como por exemplo, as políticas públicas colocadas em prática. Estes desenvolveram a pesquisa tanto na investigação deste assunto nos livros (porém, com limitações devido à falta de matérias disponíveis no Colégio) e na sala de informática, onde posteriormente elaborassem um texto sobre o assunto para anexar ao seu portfólio. Posteriormente os educandos representaram através de desenhos cada período. Analisando os cartazes e as pesquisas, percebeu-se que os educandos possuem grande dificuldades de interpretar, ou interpretam de forma encabulada, tendo dificuldades de compreender os processos ocorrentes, porém expressam-se nos cartazes de forma

5 significativamente, no entanto, não conseguem desenvolver uma racionalidade sobre os apontamentos feitos em seus cartazes. Foto 01 - Desenhos sobre a industrialização, elaborados pelos alunos. Fonte: VEIGA, Maisa A., Encerrado o conteúdo de industrialização, iniciou-se sobre a urbanização, tendo abrangência inicial no entendimento dos educandos o que é necessário para se caracterizar uma cidade. Para tentarmos desenvolver estes elementos a partir do meio real dos educandos, buscamos pontuar tais elementos presentes em nossa cidade, Francisco Beltrão. Trabalhando em grupos, os educandos receberam em folhas A3 o mapa da malha urbana do município, para que estes localizassem os pontos necessários e característicos de uma cidade, como Colégio, Hospitais, Lazer, Transporte, etc. Em seguida traçaram no mapa o caminho percorrido de suas respectivas casas até a escola, para que eles se sentissem parte integrante na caracterização de uma cidade, no caso a população residente. Neste trabalho percebeu-se a falta da percepção dos educandos em apontar as limitações que talvez esta traga, como por exemplo, foi à questão do lazer, muitos pontuaram lazeres privados como se fosse um fator acessível a todos sem qualquer restrição.

6 Foto 02 Mapa da área urbana de Francisco Beltrão destacado pelos pontos referenciais necessários na caracterização da cidade. Fonte: VEIGA, Maisa A., Neste momento estávamos desenvolvendo uma atividade relacionada a importância das cidades, na perspectiva de aproximação de tal conteúdo a realidade dos alunos, começamos abordando inicialmente o processo de colonização deste local. Solicitando aos alunos uma pesquisa embasada nas migrações ocorrentes em sua família, tendo como caráter investigativo do contexto histórico e migratório de suas famílias. Analisando a migração de seus avós e pais, bem como, suas perspectivas futuras, entendendo a dinâmica estrutural de uma cidade, e de que forma esta pode influenciar em sua dinâmica social. Pontuando os fatores de construção de sua cidade, como a nossa participação no processo construtivo, tendo como fator posterior o desenvolvimento em sala sobre a importância da nossa cidade, Francisco Beltrão, para a região do sudoeste do Paraná. Esta atividade foi relatada em portfólio, pontuado a história migratória de suas famílias para esta região. No oitavo ano o assunto inicial abordado se pautava no narcotráfico. Ao perceber certa dificuldade ou intimidação ao assunto, distribuímos papéis, nos quais, os educandos fariam suas perguntas, questionando a respeito do assunto. A partir destas elaboramos discussões em torno do que seria o narcotráfico, qual sua influência na

7 economia, apontando os países que esta prática tem grande domínio, bem como, apresentando as principais drogas, meios de utilização, e duração de seus efeitos. Estas abordagens estavam relacionadas com as perguntas mais frequentes, percebemos assim que a maioria não tinha tanto acesso a informações ligadas a consequências que as drogas podem causar. Depois da discussão e apresentação de um vídeo, desenvolvemos em conjunto um quadro comparativo, pontuado algumas drogas existentes e fatores como efeitos, causas, tempo de efeito da droga e modo a ser consumida, tendo também a apresentação de mais um vídeo sobre estas. Foto 03- Quadro construído pelos alunos. Fonte: VEIGA, Maisa A., Posteriormente foi realizado um trabalho em grupo, onde os alunos receberam nomes de substâncias variadas (tabaco, Coca-Cola, narguilé, chocolate, ecstasy, café, álcool, coca-cola e maconha), montando um cartaz que trazia os seguintes pontos: usa todo dia, usa pelo menos uma vez por semana, usa pelo menos uma vez por mês, experimentou pelo menos uma vez na vida e nunca experimentou. Cada aluno desenvolveu uma simbologia que o representa-se, onde os grupos receberam duas substâncias, os quais não poderiam falar aos demais colegas de sala, ao pontuar no cartaz a frequência de uso de tal substância, estes apresentaram para a sala características destas, a fim de confundir os colegas sobre quais substâncias haviam

8 feito. Para encerrar foi entregue um texto base sobre Narcotráfico aos alunos, onde estes deveriam interpretá-lo assimilando as abordagens feitas em sala de aula, construindo um texto a partir de suas análises. Foto 04: Dinâmica das substâncias. Fonte: EBERHARDT Carina, Encerando este conteúdo, iniciou-se o estudo sobre o continente Africano, neste fizemos uma dinâmica em que os alunos deveriam pontuar o continente Africano em uma palavra, para que posteriormente no final deste processo analisássemos se houve alterações em suas concepções relacionadas a esta. Iniciando a discussão a partir dos aspectos físicos deste continente, levamos para a sala de aula uma maquete representativa do relevo. Partindo das discussões e análises feitas sobre a maquete, entregamos a cada aluno um mapa do relevo africano, no qual os alunos pintaram diferenciando cada cota do relevo. Dando continuidade ao estudo dos aspectos físicos deste continente abordamos a vegetação, nesta trouxemos para análise os tipos de vegetação ali presentes com apresentação de variadas imagens e pequenas conceituações destas. Depois de debater as diversidades vegetativas, entregamos um mapa contendo as áreas de predomínio de cada vegetação, os educandos receberam diversas imagens, onde estes deveriam assimilar o predomínio de vegetação em determinado local do continente com a imagem

9 que a representasse, complementando-as com a descrição das características deste predomínio. Foto 05: Assimilação de imagens com o predomínio de vegetação do continente Africano. Fonte: EBERHARDT Carina, É importante salientar que este subprojeto esteve a todo o momento acompanhado pelo professor regente, onde o mesmo mantinha sua dinâmica normal, ficando a nós pibidianos, a responsabilidade de desenvolver atividades que complementasse a discussão e compreensão dos mesmos sob o conteúdo. Dentro desse contexto foram levadas mais atividades além daquelas que haviam sido selecionadas por nós para serem desenvolvidas pelos educandos e colocadas no portfólio, como por exemplo, no sétimo ano foram desenvolvidas dinâmicas de localização fora da sala de aula, e um resgate histórico de migração dos familiares dos mesmos, como mencionado anteriormente, pois estes estavam estudando a respeito. O mesmo ocorreu com o oitavo ano, foram confeccionadas maquetes do relevo e vegetação da África (continente que estava sendo estudado no momento) e do Brasil, com alguns educandos que se disponibilizaram a irem na universidade em turno contrário ao que frequentavam na escola, tal proposta surgiu dos próprio alunos, quando

10 nós pibidianos levemos a maquete do continente Africano em sala de aula e estes se interessaram pela confecção. Foram realizadas também palestras com mestrandos de Guiné Bissau á respeito da cultura e religião. FOTO 06 Turma do 8 ano com os palestrantes de Guiné Bissau, pibidianos e Diretora. DALLA COSTA Ari, Ao final do ano acadêmico, analisando os portfólios foi possível de modo mais eficaz, mas claro, não em sua totalidade, observar a evolução dos alunos no processo ensino-aprendizagem. Constatamos que a grande maioria dos alunos atingiu um grau de evolução, mas temos consciência que nas condições de trabalho que se encontra a carreira do professor, é improvável que este consiga trabalhar com todas as suas turmas, ou grande parte delas, através dessa metodologia, ou alguma outra, que seja de caráter contínuo, processual e formativo. O planejamento, a organização e a continuidade do processo exigem do educador por um lado, disponibilidade de tempo e, por outro lado, disposição para trabalhar com as crianças de modo a fazê-las participar ativamente do processo de avaliação. (RAMIRES, 2008, p. 86) Portanto, é improvável que haja um portfólio igual a outro, pois cada educando é diferente entre si, possuem histórias diferentes, cotidianos diferentes, pensamentos e ações diferentes, desta maneiras seus portfólios serão a representação de seus

11 aprendizados, algo intimamente pessoal, diferindo-se então um do outro. O professor também não deve pensar que há uma maneira correta a ser seguida para analisar e avaliar o portfólio, pois também depende de seu ponto de vista e de suas vivências e experiências, tendo consciência assim dos riscos e erros que podem vim a ser cometidos. CONCLUSÃO A construção do portfólio possui como objetivo tornar o processo avaliativo mais reflexivo, de forma que o professor e do educando sejam avaliados, o processo deve ser contínuo, e o resultado nem sempre será positivo e certo. Portanto, cada atividade deve ser analisada e refletida, com o intuído de se verificar o que deu certo, e aquilo que não funcionou como pode vir a ser realizado novamente de uma forma mais eficaz. É relevante ressaltar também como é difícil um professor aplicar tal modo avaliativo com seus educandos, pois não depende apenas de sua vontade, mas sim da condição de carreira que este possui nos dias de hoje. Deve ser realizado um acompanhamento individual, o que não é possível para muitos por se depararem com um sistema que os mantém em salas de aulas com um número elevado de educandos. Muitas vezes, não se propicia uma condição necessária para a concretização do processo de ensino-aprendizagem, sendo este também sobrecarregado com a responsabilidade de educar, sendo que esta deveria ser realizada por toda a sociedade e não apenas pela instituição escolar. REFRENCIAS

12 BRASIL. Congresso Nacional. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB nº 9.394, de 20 de dezembro de Brasília: Diário Oficial da União de 23 de dezembro de HERNÁNDEZ, F. Cultura Visual, mudança educativa e projeto de trabalho. Porto Alegre: Artmed, RAMIRES, Jussara M. S. A construção do portfólio de avaliação em uma Escola Municipal de Educação Infantil de São Paulo: um reato crítico f. Tese (Doutorado em Educação) Faculdade de Educação da USP. Universidade de São Paulo, São Paulo, GUSMAN, Antonio B. et al. PORTFÓLIO: conceito e construção. Universidade De Uberaba Instituto De Formação De Educadores.

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