UNICENP - Centro Universitário Positivo Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas Curso de Engenharia da Computação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNICENP - Centro Universitário Positivo Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas Curso de Engenharia da Computação"

Transcrição

1 UNICENP - Centro Universitário Positivo Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas Curso de Engenharia da Computação GERENCIADOR DE AMBIENTES COMPUTACIONAIS Autor: Edson Marty Prof. Orientador: Marcelo Mikosz Gonçalves Curitiba 2003

2 SUMÁRIO LISTA DE ABREVIATURAS... III LISTA DE FIGURAS...V LISTA DE TABELAS... VII RESUMO...IX ABSTRACT...X INTRODUÇÃO... 2 ESPECIFICAÇÃO DESCRIÇÃO EXPERIMENTO SNMP - Simple Network Management Protocol Software Gerenciador ESPECIFICAÇÃO DO HARDWARE Microcontrolador 805/ Placas-Mãe Ventilador Exaustor ou Ar Condicionado Lâmpadas Incandescentes Sensores Conversor Analógico / Digital Diagrama de Blocos do Hardware ESPECIFICAÇÃO DO SOFTWARE Ferramentas de Desenvolvimento Softwares no Sistema Diagramas de Blocos dos Softwares PROJETO VISÃO GERAL FUNCIONAMENTO DO SISTEMA Módulo Microcontrolador Módulo Sensor/Atuador Módulo Gerente Módulo Agente Descrição do Hardware Descrição do Software T ESTE DE VALIDAÇÃO M ÓDULOS EXTRAS ANÁLISE DE C USTOS i

3 3.6 CRONOGRAMA IMPLEMENTAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO DO HARDWARE Placa dos Sensores de Temperatura e Luminosidade Placa do Atua dor de Temperatura Placa de Atuador de Luminosidade Placa Controladora de Atuadores Placa do Conversor AD de Sensores para Microcontrolador Placa de Interconexões IMPLEMENTAÇÃO DO SOFTWARE Instalação Configuração Software Gerente Programa do Microcontrolador Arquitetura do criador de Agentes MIB Prototipada CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA ANEXO - MICROCONTROLADOR CARACTERÍSTICAS ANEXO 2 - KIT DIDÁTICO ANEXO 3 - LISTA DE COMPONENTES DO KIT DIDÁTICO ANEXO 4 - PROTÓTIPO FÍSICO ii

4 LISTA DE ABREVIATURAS ADC - Analog to Digital Converter; ASN. - Abstract Syntax Notation One; BER - Basic Encoding Rules; BTU - British Thermal Unit; CI - Circuito Integrado; CPU - Central Processing Unit; DAC - Digital to Analog Converter; DMA - Direct Memory Access (Acesso Direto á Memória); EEPROM - Electrically Erasable Programmable Ready Only Memory EPROM - Erasable Programmable Ready Only Memory E/S - Entrada / Saída; I/O - Input / Output; IRQ - Interrupt Request; KB - Kilo (Quilo) Byte ; LAN - Local Area Network ; LDR - Light Dependent Resistor; LSB - Lower Significative Bit; LUX - Unidade de medida de luz; MB - Mega Byte; MDF - Medium Density Fiberboard; MIB - Management Information Bases; NTC - Negative Temperature Coefficient; RAM - Random Access Memory (Memória de Acesso Randômico); ROM - Ready Only Memory (Memória de Apenas Leitura); RPM - Rotações Por Minuto; SNMP - Simple Network Management Protocol; SMI - Structure of Management Information ; OID - Object Identifiers; PC - Personal Computer; TCP/IP - Transmission Control Protocol/Internet Protocol (Protocolo de controle de transmissão/pr otocolo de internet); TTL - Transistor-Transistor Logic; iii

5 UART - Universal Assynchronous Receiver Transmitter; iv

6 LISTA DE FIGURAS FIGURA - DISSIPAÇÃO DE ENERGIA TÉRMICA DE UM PROCESSADOR PARA O MEI O. A CPU É O COMPONENTE QUE MAIS LIBERA CALOR DENTRE OS DISPOSITIVOS.... FIGURA 2 - ENERGIA CALORÍFICA SENDO LIBERADA DE UM PROCESSADOR....2 FIGURA 3 - EXEMPLO DE COMO É MELHOR ENVIAR A POTÊNCIA DISSIPADA PARA O AMBIENTE À MANTÊ-LA NO GABINETE, COMO FORMA DE EVITAR A QUEIMA DO COMPONENTE....3 FIGURA 4 DIAGRAMA EM BLOCOS GLOBAL DO SISTEMA GERENCIADOR DE AMBIENTES COMPUTACIONAIS....6 FIGURA 5 - AMBIENTE SEM E AMBIENTE COM O SISTEMA DE GERENCIAMENTO AMBIENTAL...7 FIGURA 6 - PROTOCOLO SNMP....9 FIGURA 7 - ARQUITETURA SNMP FIGURA 8 - HIERARQUIA MIB... 3 FIGURA 9 - SIMBOLOGIA E CONSTITUIÇÃO DO LDR... 9 FIGURA 0 - LINEARIDADE DO LDR FIGURA - C URVA DE RESISTÊNCIA POR TEMPERATURA DO NTC FIGURA 2 - DETECÇÃO DO SINAL ATRAVÉS DOS 256 NÍVEIS DO ADC... 2 FIGURA 3 - DIAGRAMA DE BLOCOS DO HARDWARE DO SISTEMA FIGURA 4 - DIAGRAMA DE BLOCOS MOSTRANDO A CONEXÃO LAN ENTRE CLIENTES E SERVIDOR FIGURA 5 - DIAGRAMA DE BLOCOS : FUNCIONAMENTO DO PROGRAMA SECUNDÁRIO NO SERVIDOR FIGURA 6 - DIAGRAMA DE BLOCOS DOS SOFTWARES A SEREM UTILIZADOS FIGURA 7 - DESLOCAMENTO DA RETA DE LINEARIDADE DO LDR FIGURA 8 - ADAPTAÇÃO DO CIRCUITO DO LDR PARA ATENDER AS NEC ESSIDADES DO PROJETO FIGURA 9 - LINEARIZAÇÃO DOS NTCS DO PROJETO FIGURA 20 - RETAS DE LINEARIZAÇÃO DO NTC FIGURA 2 - R AMPA DE DESCIDA DO T ERMOPAR EM RELAÇÃO AO NTC FIGURA 22 SUBDIVISÃO LÓGICA INTERNA DO PROGRAMA DO GERENTE FIGURA 23 - CIRCUITO COM SENSORES DE DETECÇÃO DE LUMINOSIDADE E TEMPERATURA FIGURA 24 - CIRCUITO DO CONVERSOR ANALÓGICO / DIGITAL DOS SENSORES PARA O MICROCONTROLADOR.. 40 FIGURA 25 - CIRCUITO CONTROLADOR DAS LUZES DO AMBIENT E FIGURA 26 - CIRCUITO CONTROLADOR DA VENTOINHA EXAUSTORA DE AR QUENTE DO AMBIENTE FIGURA 27 - CIRCUITO QUE GERENCIA RÁ OS ATUADORES DO SISTEMA FIGURA 28 - CIRCUITO QUE PERMITIRÁ UM MELHOR CONTROLE DOS CABOS NO PROTÓT IPO FIGURA 29 - FLUXOGRAMA DO PROGRAMA ASSEMBLY PARA O MICROCONTROLADOR FIGURA 30 - T ELA DE ENTRADA DO PROJETO, PARA A ESCOLHA DA PORTA SERIAL A SER UT ILI ZADA PELO SISTEMA FIGURA 3 - M ENU PRINCIPAL DO AGENTE-SERVIDOR, SUB-ROTINA DO GERENTE FIGURA 32 - PARTE DO PROGRAMA QUE PERMITE EXECUTAR DIAGNÓSTICOS, ENVIANDO COMANDOS DIRETAMENTE AO MICROCONTROLADOR FIGURA 33 - DIAGRAMA DETALHANDO O MAPEAMENTO EM MEMÓRIA PARA SENSORES E ATUADORES FIGURA 34 - LAYOUT DA PLACA DOS SENSORES DE TEMPERATURA E LUMINOSIDADE v

7 FIGURA 35 - LAYOUT DA PLACA DO ATUADOR DE TEMPERATURA FIGURA 36 LAYOUT DA PLACA DE ATUADOR DE LUMINOSIDADE FIGURA 37 - LAYOUT DA PLACA FÍSICA DO CONTROLADOR DE ATUADORES FIGURA 38 - LAYOUT DA PLACA DO ADC FIGURA 39 - LAYOUT DA PLACA DE INTERCONEXÕES FIGURA 40 - ARUITETURA DO EXTENSIBLE AGENT SNMP FIGURA 4 - DIAGRAMA DE BLOCOS DO MICROCONTROLADOR FIGURA 42 - ESQUEMÁTICO DA PLACA DIDÁTICA DO MICROCONTROLADOR FIGURA 43 - RECORTES DE MADEIRA DO TIPO MDF 6MM DO PROTÓTIPO FÍSICO vi

8 LISTA DE TABELAS T ABELA - NOTAÇÃO UTILIZADA NA DEFINIÇÃO ASN. PARA SEUS RESPECTIVOS TIPOS... 2 T ABELA 2 - DEFINIÇÕES E VALORES PARA O USO DO SENSOR DE LUZ NO PROJETO T ABELA 3 - RESULTADOS DO RESISTOR LINEARIZADOR DOS NTCS T ABELA 4 VALORES AFERIDOS DA RAMPA DE DESCIDA DO TERMOPAR X NTC T ABELA 5 - ENDEREÇAMENTO DOS SENSORES... 4 T ABELA 6 - ESTIMATIVA BRUTA DE CUSTOS DO PROJETO T ABELA 7 - CRONOGRAMA À CUMPRIR NO PROJETO DO SISTEMA vii

9 viii

10 RESUMO É um sistema autônomo para a gerência de ambientes onde existam vários computadores. Esses computadores podem influenciar nas variáveis ambientais de uma sala, aumentando a sua temperatura, por exemplo. O sistema será responsável por atuar nesses computadores, aquisicionando os dados necessários para o gerenciamento das condições ambientais desses micros, para que o sistema possa, assim, estimar o quanto de temperatura os computadores estarão dissipando para o ambiente e se será ou não necessária a intervenção de um dispositivo de refrigeração, como um exaustor ou ar condicionado. Também, o sistema será responsável por gerenciar a luminosidade do ambiente computacional. Estipulado um valor, o sistema será incumbido de atuar nas lâmpadas da sala, aumentando ou diminuindo a intensidade da luz, de acordo com o valor esperado. Será utilizado, entre o servidor e os clientes, o protocolo simple network management protocol (SNMP), que o controle da(s) sala(s) remotamente. A atuação no ambiente será executada por um sistema microcontrolado (Intel 803). Através desse microcontrolador, os valores dos sensores são lidos, convertidos e enviados para o computador servidor, conectado ao microcontrolador por uma porta serial. O processo de atuação nas variáveis ambientais é dado pelo mesmo princípio: o valor é enviado pela serial para o microcontrlador e esse envia para os atuadores os valores fornecidos. A gerência e o controle da sala, então, através do servidor que aquisiciona os dados pode ser definida por um gerente SNMP, remotamente, sem necessitar então, de haver um administrador controlando fisicamente o(s) ambiente(s). Palavras -chave: controle de ambientes, gerente, snmp, mib, micro-controlador, 805, temperatura, luminosidade. ix

11 ABSTRACT It is an independent system for the environment management where some computers exist. These computers can influence a room, increasing its temperature, for example. The system will be responsible for acting in these computers, acquiring the data necessary for the management of the ambient conditions of these PCs, so that the system can, thus, esteem how much of temperature the computers will be wasting for the environment and it will be or not necessary the intervention of a refrigeration device, as an exhaust fan or conditional air. Also, the system will be responsible for managing the luminosity of the computational environment. Stipulated a value, the system will be charged to act in the light bulbs of the room, increasing or diminishing the intensity of the light, in accordance with the expected value. It will be used, between the server and the customers, the protocol Simple Network Management Protocol (SNMP), that the control the rooms remotely. The performance in the environment will be executed by a microcontrolled system (Intel 803). Through this microcontroller, the values of the sensors are read, converted and envoy for the serving computer, hardwired to the microcon troller by a serial controller port. The process of performance in the ambient variable is given by the same principle: the serial port for the microcontrlador sends the value and this sends for the actuators the supplied values. The management and the control of the room, then, through the server who acquiring the data can be defined by a SNMP manager, remotely, without needing then, to have an administrator physically controlling the ambient. Key Words: ambient controller, management, snmp, mib, asn., microcontroller, 805. x

12 INTRODUÇÃO Hoje em dia, os computadores dissipam muito mais calor do que antigamente. Isso se deve ao fato de que agora, com mais transistores por área quadrada em uma pastilha de silício, aumentam-se também o processamento e a potência de funcionamento dos processadores e com isso, o calor dissipado será maior. Figura - Dissipação de energia térmica de um processador para o meio. A CPU é o componente que mais libera calor dentre os dispositivos.

13 Por este motivo é que existem vários meios para se tentar baixar essas temperaturas. Ventoinhas mais robustas, ventoinhas secundárias e direcionadores de ar são um dos recursos amplamente utilizados atualmente. Porém, ao resfriar internamente o computador, a energia calorífica gerada pelo mesmo computador será liberada para o ambiente. Porém, como o ambiente onde esse computador está é algumas vezes maior que a área interna do gabinete do micro, essa energia dissipa-se por todo o ambiente, não dando a sensação de aumento calorífico no ambiente. Aferindo-se por meio de termômetros, consegue-se, após algum tempo de processamento, verificar que o aumento da temperatura ambiental realmente ocorre. Figura 2 - Energia calorífica sendo liberada de um processador. 2

14 Sem uma apropriada ventilação interna, entretanto, maiores danos podem ocorrer com o processador e os componentes internos do computador. Então, é melhor enviar essa potência dissipada para o ambiente do que mantê-la dentro do gabinete. Abaixo, um exemplo de processador que não foi arrefecido de maneira eficiente e apropriado, causando a queima dos componentes. Figura 3 - Exemplo de como é melhor enviar a potência dissipada para o ambiente à mantê -la no gabinete, como forma de evitar a queima do componente. 3

15 Motivado a esse problema, tem-se por objetivo realizar um controle autônomo das variáveis ambientais de um ambiente computacional, a fim de evitar problemas de superaquecimento em dispositivos, manter as variáveis controladas a níveis aceitáveis e constantes e também, manter o bem estar para os ocupantes da sala. Para tanto, como proposta, tem-se a criação de um dispositivo capaz de realizar a detecção das mais diversas variáveis ambientais (temperatura, luminosidade, pressão, etc) e tratá-las, atuando para que elas mantenham-se constantes ou com valores aceitáveis e não prejudiciais aos dispositivos internos e os ocupantes da sala. 4

16 2 ESPECIFICAÇÃO O estudo de um sistema envolve diversos tipos de variáveis. Ao estudar o projeto, devemos especificá-las e estudá-las de maneira a não confundirmos o objetivo final da proposta. Uma especificação usa diversas notações para descrever de uma maneira precisa as propriedades que um sistema deve ter. Para atingir a especificação, passamos por um processo de entendimento das diversas variáveis do problema. A seguir, será apresentada a especificação do projeto de gerenciamento de ambientes computacionais. 2. Descrição O Sistema Gerenciador de Ambientes Computa cionais será um sistema autônomo para a gerência de ambientes onde existam vários computadores. Esses computadores podem influenciar uma sala, aumentando a sua temperatura, por exemplo. O sistema será responsável por atuar nesses computadores, aquisicionando os dados necessários para o gerenciamento das condições ambientais de onde esses computadores estarão, para que o sistema possa, assim, estimar o quanto de temperatura os computadores estarão dissipando para o ambiente e se será ou não necessária a intervenção de um dispositivo de refrigeração, como um exaustor ou ar condicionado. Também, o sistema será responsável por gerenciar a luminosidade do ambiente computacional. Estipulado um valor, o sistema será incumbido de atuar nas lâmpadas da sala, aumentando ou diminuindo a intensidade da luz, de acordo com o valor esperado. Um diagrama em blocos global do sistema é apresentado na Figura 4. 5

17 Luz Sensor de Luminosidade Cada CPU rodando um Agente Exaustor Cabo do atuador Cliente Cliente 2 Cliente 3... Cliente n LAN LAN LAN LAN Sensor de Temperatura Externo Sensor de Temperatura Interno Cabo do atuador Soquetes extras para sensores / atuadores Serial RS-232 Servidor Aquisicionamento de dados dos Clientes SALA COMPUTACIONAL Kit microcontrola dor 805/3 AMBIENTE EXTERNO Figura 4 Diagrama em blocos global do Sistema Gerenciador de A mbientes Computacionais. 6

18 2.2 Experimento Esse experimento visa automatizar o controle ambiental, através da gerência de variáveis ambientais, monitorando e atuando sobre elas, mantendo os valores sempre a um nível pré-determinado, para que com isso, sejam melhoradas as condições do local para os integrantes da sala computacional. Isso é válido para o sensor e atuador de luminosidade. Já para o sensor e atuador de temperatura, consegue -se, além de prover conforto para os ocupantes da sala, manter a durabilid ade dos equipamentos, fazendo com que eles não sofram as variações de temperatura. Uma visão global dos resultados desse experimento é mostrado na Figura 5. Figura 5 - Ambiente sem e ambiente com o sistema de gerenciamento ambiental. 7

19 2.2. SNMP - Simple Network Management Protocol Para o correto funcionamento de um sistema gerenciador, há a necessidade de um protocolo que trate os dados para essa funcionalidade. O protocolo SNMP será utilizado para simplific ar o processo de desenvolvimento do sistema. Ele possui todos os recursos necessários para o desenvolvimento do Gerenciador de Ambientes Computacionais, não havendo, portanto, a necessidade de realizar uma implementação proprietária. O SNMP é um padrão para gerenciamento de uma Intranet ou até mesmo de uma sub-rede na Internet [ 2 ]. No projeto, o SNMP será utilizado como uma forma de tornar o Gerenciador Ambiental de Salas Computacionais, um sistema distribuído. Como vantagens, o SNMP possui a característica de ser amplamente difundido e de possuir uma fácil implementação. O SNMP é composto de um protocolo para troca de mensagens e de padrões para estruturar a informação Informações de Gerência As informações de gerência enviados pelo protocolo SNMP são armazenadas em MIBs (Management Information Bases), um banco de dados que formará uma base de conhecimento para o gerente SNMP. Esses objetos gerenciais são definidos através da SMI (Structure of Management Information), que nada mais é do que uma estrutura padronizada para as informações de gerência [ 7 ]. Essas informações de gerência são transportadas através do protocolo SNMP até o seu destino, que será um software de gerência SNMP, que no caso do sistema em questão, será o HP OpenView. Na Figura 6, é apresentado o funcionamento do protocolo SNMP. 8

20 Figura 6 - Protocolo SNMP. 9

21 SMI - Structure of Management Information O SNMP possui um sistema hierárquico de organização estrutural - ver Figura 7. Deve-se ter conhecimento de como ela funciona, para entender como o SNMP funcionará no projeto [ 7 ]. A SMI possui uma característica de definição lógica das informações. Ela é composta dos seguintes elementos: Nome dos Objetos gerenciados: OIDs (Object Identifiers) Sintaxe dos dados: ASN. (Abstract Syntax Notation ) Sintaxe de transferência: BER (Basic Encoding Rules) Figura 7 - Arquitetura SNMP. 0

22 ASN. - Abstract Syntax Notation One Trata-se da linguagem de descrição dos dados nos padrões de normas de definição. Sua definição é em formato texto não ambíguo para facilitar a utilização por linguagens de programação. A ASN. permite definir modelos de dados para facilitar o uso por vários objetos a um mesmo tipo de definição. A ASN., por se tratar de um formato independente de plataforma e máquina, torna o SNMP viável para lugares onde a demanda gerencial da rede é realmente ne cessária, não confrontando-se com o sistema utilizado em servidores de rede, por exemplo. Por esse motivo, a implementação dos dados não é considerada ao utilizar-se a ASN. [ 2 ] Sintaxe Básica em ASN. Tipos de dados: Primitivos: Integer, Octet String, Object Identifier, Null; Subtipos de dados: Construtores: Listas e tabelas. Definidos: Nomes alternativos para tipos ASN..

23 Convenções ASN. A notação utilizada para definir uma ASN. utiliza algumas convenções: Item Convenção Exemplo tipo inicial maiúscula DisplayString valor inicial minúscula TRUE identificador inicial minúscula sysdescr palavras-chave todas maiúsculas INTEGER macros todas maiúsculas OBJECT-TYPE módulos inicial maiúscula Oreilly-MIB Tabela - Notação utilizada na definição ASN. para seus respectivos tipos BER Define a codificação dos dados para a transferência. É o formato utilizado no projeto, por uma MIB. Os dados contidos na MIB estão todos codificados no padrão BER - Basic Encoding Rules. Utiliza o formato TVL (Type-Lenght-Value) para a codificação [ 7]. Onde: Type: Define o tipo ASN. e informações complementares; Lenght: Define o tamanho de representação dos dados; Value: Define a string de octetos contendo o valor dos dados. A estrutura de codificação é recursiva. 2

24 MIB O projeto do Gerenciador Ambiental de Salas Computacionais possuirá scripts (arquivos texto contendo uma execução de comandos), para o controle dos atuadores e dos sensores no sistema. A esse script, dá-se o nome de MIB, Management Information Bases [ 2]. Essa MIB será executada pelo protocolo SNMP, que é parte integrante do projeto. A MIB define a informação em uma estrutura hierárquica. Onde: Suas folhas definem a informação; Os demais nós definem a estrutura; Os nós são numerados para facilitar o acesso. Vale lembrar que a MIB não contém os dados reais, apenas organiza-os de forma adequada. O modo de visualização da hierarquia MIB é mostrado abaixo. Figura 8 - Hierarquia MIB. 3

25 Exemplo da utilização da MIB - Grupo system Para facilitar o entendimento do que é propriamente dito uma MIB, será mostrado a seguir, um exemplo de um arquivo MIB criado pelo administrador da rede SNMP, para a execução de alguma determinada tarefa. Nome: iso.org.dod.internet.mgmt.mib-2.system OID: Componentes: sysdescr (): descrição do sistema; sysobjectid (2): OID de registro (private vendors); sysuptime (3): tempo de atividade (/00 s); syscontact (4): pessoa ou grupo responsável pelo nó; sysname (5): nome do nó na rede; syslocation (6): localização física do nó; sysservices (7): flags indicando serviços suportados. Utilizando esse grupo para definir um sistema real, teríamos algo do tipo: system.sysdescr.0 = OCTET STRING: "Image: rel/.02 Created on Sat Jan 28 22:47:33 EDT 999." system.sysobjectid.0 = OBJECT IDENTIFIER: enterprises.8.3 system.sysuptime.0 = Timeticks: (969692) 2:4:36 system.syscontact.0 = OCTET STRING: "Edson Marty" system.sysname.0 = OCTET STRING: "Gerenciador de Ambientes Computacionais" system.syslocation.0 = OCTET STRING: "Sala com 8 computadores" system.sysservices.0 = INTEGER: 78 4

26 Operações Básicas SNMP GET / GET-NEXT O gerente busca informações dos agentes; É o meio de acesso para a leitura das MIBs SET O gerente modifica informações dos agentes; É o meio de acessos em escrita as MIBs TRAP Os agentes enviam informações não solicitadas aos gerentes, informando eventos importantes. 5

27 2.2.2 Software Gerenciador Será utilizado um software para gerencia computacional já existente, rodando sobre a base do protocolo SNMP, chamado OpenView Network Node Manager, da HP. Será utilizado em conjunto, clientes usando o mesmo protocolo, para poder com isso, realizar a comunicação com o gerente. O objetivo principal da criação de uma base rodando sobre o protocolo SNMP é de realizar o controle da(s) sala(s) à distância, não necessitando obrigatóriamente o administrador estar presente no local das salas para realizar esse controle. Isso garante flexibilidade de autonomia para o sistema. Remotamente, poderá ser controladas as variáveis de temperatura e luminosidade, bem como qualquer outro módulo de sensor acoplado ao sistema, de acordo com capítulo 2.3.7, referente ao detalhamento dos soquetes de expansão. 6

28 2.3 ESPECIFICAÇÃO DO HARDWARE 2.3. Microcontrolador 805/3 No sistema gerenciador será utilizado um microcontrolador para executar as funções de automatização realizada pelo hardware do sistema. O microcontrolador escolhido para tanto, é o microcontrolador da Intel, o 805/3, abordado em [ ]. O microcontrolador 805/3 será utilizado devido a sua facilidade de implementação, quantidade de recursos, pelo seu tamanho diminuto e principalmente, devido ao fato de se possuir conhecimentos a priori adquiridos, pois esse microcontrolador foi amplamente estudado e utilizado durante a graduação. Informações detalhadas sobre o microcontrolador estão indicadas no ANEXO - Microcontrolador Características Placas -Mãe Placas-mãe são os dispositivos dentro de um computador, onde são conectados todos os dispositivos necessários ao funcionamento de um computador por completo. Nelas são conectados os processadores, as memórias, placas em geral, etc. No sistema de Gerência Ambiental, as placas-mãe deverão possuir sensores na placa-mãe (on-board) de velocidade do ventilador, temperatura da placa-mãe e temperatura do processador, para que seja possível aquisicionar esses parâmetros e enviá -los para o sistema realizar a análise cuja qual indicará se alguma máquina está superaquecida, com problemas, etc (ver o capítulo 3.4, referente aos Módulos Extras) Ventilador Exaustor ou Ar Condicionado O ventilador exaustor de ar quente do ambiente computacional para o ambiente externo deverá ter a capacidade tal que consiga suprir a demanda da sala. Então, o exaustor possuirá uma especificação dinâmica, que dependerá apenas do tamanho da sala computacional a ser gerenciada. O sistema projetado terá a capacidade genérica de trabalhar com qualquer tipo de exaustor, bastando-se para isso, implementar-se um módulo compatível com o dispositivo em questão. Assim como o exaustor, o ar condicionado possui a mesma função de retirar o ar quente do ambiente, liberando-o para o ambiente externo. No ar condicionado, a diferença 7

29 fica por conta do método de como isso é feito. Um gás existente dentro do ar condicionado resfria o ar que está na sala e um duto fica responsável de enviar o calor gerado com esse processo, para fora da sala. Assim como o exaustor, no ar condicionado deve calcular a potência do ar condicionado, em relação à sala computacional. Essa medida é calculada através da BTU (British Thermal Unit). O condicionamento da sala através de ar condicionado será um módulo extra a esse projeto final. Para maiores informações, referencie-se ao capítulo Módulos Extras. A implementação será feita inicialmente com o ventilador exaustor devido a facilidade de como se trabalha com ele. Já com o ar condicionado, deve possuir um estudo mais aprimorado de como implementar uma lógica para gerenciá-lo de maneira correta Lâmpadas Incandescentes A luz fornecida pela lâmpada incandescente é resultante do aquecimento de um fio, pela passagem de corrente elétrica, até a incandescência. As lâmpadas incandescentes comuns são compostas de um bulbo de vidro incolor ou leitoso, de uma base de cobre ou outras ligas e um conjunto de peças que contém o filamento que é a peça mais importante. O filamento é feito geralmente de tungstênio, que tem o ponto de fusão de aproximadamente 3400 C. Este filamento sob a forma de espiral fica dentro da lâmpada no vácuo para evitar que ele se queime. A sala controlada pelo sistema deverá possuir lâmpadas incandescentes para que o controle seja efetivado com sucesso. Em um módulo extra (ve r capítulo 3.4), poderá ser implementado o controle de lâmpadas fluorescentes Sensores Por definição, um sensor é um dispositivo capaz de converter um tipo de energia em energia elétrica. Nesse projeto, poderá ser utilizado qualquer tipo de sensor que sirva com a função de gerenciar um ambiente computacional. Essa característica indica a possibilidade irrestrita de expansão que o sistema possui, visto que o que restringirá o projeto é apenas a idéia de utilização do sistema por parte do administrador do ambiente. No sistema básico, existirão dois sensores funcionais: o sensor de temperatura - NTC (externo e interno) e o sensor de luminosidade - LDR (interno à sala). 8

30 LDR - Light Dependent Resistor Também chamado de célula fotocondutiva, ou ainda de foto-resistência, o LDR é um dispositivo semicondutor de dois terminais, cuja resistência varia linearmente com a intensidade de luz incidente, obedecendo à equação R = C.L.a, onde L é a luminosidade em Lux, C e a são constantes dependentes do processo de fabricação e material utilizado. O LDR tem sua resistência diminuída ao ser iluminado. A energia luminosa desloca elétrons da camada de valência para a de condução (mais longe do núcleo), aumentando o número destes, diminuindo a resistência. Sua parte sensível é composta de Sulfeto de Cádmio. Conforme aumenta a intensidade de luz incidente no LDR, um número maior de elétrons na estrutura tem também seu nível de energia aumentado, devido à aquisição da energia entregue pelos fótons. O resultado é o aumento de elétrons livres e elétrons fracamente presos ao núcleo. Podemos ver na Figura 9, a simbologia e a constituição interna de um LDR e na Figura 0, sua linearidade, proveniente das informações técnicas do componente. Figura 9 - Simbologia e constituição do LDR. 9

31 R(Ω) 00K 0K K 00 LDR Figura 0 - Linearidade do LDR. Luminosidade (LUX) As tabelas de resultados que serão utilizados no projeto estão amostradas no capítulo NTC - Negative Temperature Coefficient Trata-se de um sensor de temperatura, cuja sigla significa Coeficiente Térmico Negativo. Existe também, o PTC, que é o Coeficiente Térmico Positivo, porém, será utilizado no projeto o NTC, pois foi mais fácil encontrar no mercado. Enquanto no NTC, quanto maior a resistência, menor será a temperatura do sistema, no PTC, quanto maior a resistência, maior será a temperatura. A visualização do gráfico Resistência x Temperatura, na Figura, proveniente das informações técnicas do componente, indica uma curva. Por esse motivo, devemos realizar uma linearização (ver capítulo ), para que a temperatura seja amostrada progressivamente e não exponencialmente. Um fator de decisão para a escolha do NTC foi, também, a forma da curva apresentada por ele, menos irregular do que a do PTC. R(Ω) 00K PTC 0K K NTC T(ºC) Figura - Curva de Resistência por Temperatura do NTC. 20

32 2.3.6 Conversor Analógico / Digital O ADC utilizado foi o ADC0808, que possui 256 níveis de sinal. A sua detecção é simples. Dado um sinal, ele compara entre uma faixa de interesse, se o sinal está acima ou abaixo dela. Caso esteja acima, o novo sinal de comparação subirá. Caso esteja abaixo da faixa, o novo sinal de comparação descerá. Com isso, o sinal vai sendo detectado por completo até realizar o 256º comparativo e finalizar a detecção do sinal, como mostrado na Figura 2. O sinal real terá um erro muito pequeno em relação ao sinal capturado pelo ADC, devido aos seus 256 comparativos de aproximação sucessiva. Para uma outra abordagem, refira-se à [ 3 ]. Sinal digital detectado através do sinal analógico Figura 2 - Detecção do sinal através dos 256 níveis do ADC. 2

33 2.3.7 Diagrama de Blocos do Hardware Será utilizada a placa didática montada e testada durante o curso de Engenharia da Computação, no terceiro ano. Serão acrescentados os seguintes módulos: Módulo de Temperatura, Módulo de Luminosidade, Módulo de Soquetes de Expansão, Módulo dos Sensores e um Módulo de Lógica Operacional do sistema. Um esquemático é mostrado na Figura 3, abaixo. Serial RS-232 (DB-9) Kit didático do microcontrolad or 805/3 Temperatura LÓGICA Luminosidade Memória Externa Soquetes extras (expansibilidade) Soquetes para sensores e/ou atuadores Sensores Figura 3 - Diagrama de Blocos do hardware do sistema. 22

UNICENP - Centro Universitário Positivo Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas Curso de Engenharia da Computação

UNICENP - Centro Universitário Positivo Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas Curso de Engenharia da Computação UNICENP - Centro Universitário Positivo Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas Curso de Engenharia da Computação GERENCIADOR DE AMBIENTES COMPUTACIONAIS Autor: Edson Marty Prof. Orientador: Marcelo Mikosz

Leia mais

4. Controlador Lógico Programável

4. Controlador Lógico Programável 4. Controlador Lógico Programável INTRODUÇÃO O Controlador Lógico Programável, ou simplesmente PLC (Programmiable Logic Controller), pode ser definido como um dispositivo de estado sólido - um Computador

Leia mais

Relatório técnico final

Relatório técnico final Estufa Relatório técnico final Integrantes: Cleiton J. Marcon Jefferson A. A. Parisotto Professor Orientador: Guilherme Nogueira 4º Bimestre Visto: Sumário Sumário... 2 Índice das Figuras... 3 Índice das

Leia mais

MOTAGEM E MANUTENÇÃO Hardware. Professor: Renato B. dos Santos

MOTAGEM E MANUTENÇÃO Hardware. Professor: Renato B. dos Santos MOTAGEM E MANUTENÇÃO Hardware Professor: Renato B. dos Santos 1 O computador é composto, basicamente, por duas partes:» Hardware» Parte física do computador» Elementos concretos» Ex.: memória, teclado,

Leia mais

Sistemas de Aquisição de Dados Baseado em Microcontroladores

Sistemas de Aquisição de Dados Baseado em Microcontroladores Universidade Federal do Pará Laboratório de Sensores e Sistemas Embarcados (LASSE) Sistemas de Aquisição de Dados Baseado em Microcontroladores Rodrigo Williams Rodrigues Ataíde rodrigowra@ufpa.br 26 de

Leia mais

Capítulo 4 Conversores AD e DA

Capítulo 4 Conversores AD e DA Capítulo 4 Conversores AD e DA Conteúdo Processamento de quantidades digitais e analógicas Conversão Digital-Analógico DA Circuitos conversores D/A Conversão Analógico-Digital AD AD de rampa digital Aquisição

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE EXPERIMENTOS LABORATORIAIS PARA O ENSINO DE AUTOMAÇÃO DA MEDIÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA

DESENVOLVIMENTO DE EXPERIMENTOS LABORATORIAIS PARA O ENSINO DE AUTOMAÇÃO DA MEDIÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA DESENVOLVIMENTO DE EXPERIMENTOS LABORATORIAIS PARA O ENSINO DE AUTOMAÇÃO DA MEDIÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA Gilva Altair Rossi gilva@demec.ufmg.br José Maria Galvez jmgalvez@ufmg.br Universidade

Leia mais

Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia

Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia UNISUL 2013 / 1 Universidade do Sul de Santa Catarina Engenharia Elétrica - Telemática 1 Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia Aula 4 Ferramentas de Gerência de Redes Sistema de Gerência

Leia mais

MONITORAMENTO RESIDENCIAL UTILIZANDO O ZABBIX E O PADRÃO IEEE 802.15.4 RESIDENTIAL MONITORING USING ZABBIX AND IEEE 802.15.

MONITORAMENTO RESIDENCIAL UTILIZANDO O ZABBIX E O PADRÃO IEEE 802.15.4 RESIDENTIAL MONITORING USING ZABBIX AND IEEE 802.15. MONITORAMENTO RESIDENCIAL UTILIZANDO O ZABBIX E O PADRÃO IEEE 802.15.4 W. ROMEIRO * e F. COSTA Instituto Federal de Ciências e Tecnologias do Rio Grande do Norte wr.romeiro@gmail.com * Artigo submetido

Leia mais

Como è feito computador

Como è feito computador Como è feito computador O computador contém uma parte elétrica e uma parte eletrónica. Parte elétrica é usada para transformar e dinstribuir a eletricidade que vem para os vários componentes. Parte eletrónica

Leia mais

VEÍCULO BV 1. Figura 01 BV 1 construído com material de baixo custo

VEÍCULO BV 1. Figura 01 BV 1 construído com material de baixo custo VEÍCULO BV 1 Resumo Este trabalho apresenta um tutorial ("How To") para a construção de um robô simples controlado por um PC através da porta paralela. A construção deste robô tem como objetivo introduzir

Leia mais

CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes. Capítulo1 - Introdução à Redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - Agosto de 2007 - Página

CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes. Capítulo1 - Introdução à Redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - Agosto de 2007 - Página CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes Capítulo1 - Introdução à Redes 1 Requisitos para Conexão à Internet Para disponibilizar o acesso de um computador à rede, devem ser levados em consideração 03 parâmetros:

Leia mais

Lista 3 Exercícios de Gestão de Redes

Lista 3 Exercícios de Gestão de Redes 1. Quais os fatores que contribuem para o sucesso de uma operação de gerenciamento? O sucesso de uma operação de Gerenciamento depende dos seguintes fatores: O sistema de gerenciamento invocador deve ter

Leia mais

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 7 Entrada/saída Os textos nestas caixas foram adicionados pelo Prof. Joubert slide 1 Problemas de entrada/saída Grande variedade

Leia mais

Termistor. Termistor

Termistor. Termistor Termistor Aplicação à disciplina: EE 317 - Controle e Automação Industrial Este artigo descreve os conceitos básicos sobre termistores. 1 Conteúdo 1 Introdução:...3 2 Operação básica:...4 3 Equação de

Leia mais

CLP Controlador Lógico Programável

CLP Controlador Lógico Programável CLP Controlador Lógico Programável O primeiro controlador Lógico Programável nasceu na General Motors Americana em 1968, em função da dificuldade de se alterar a lógica dos circuitos em painéis de relés

Leia mais

1. CAPÍTULO COMPUTADORES

1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1.1. Computadores Denomina-se computador uma máquina capaz de executar variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Os primeiros eram capazes

Leia mais

TEM VÁRIOS ESTADOS: 0V,0.1V,3V,3.3V,4V,5V,10V, ETC.

TEM VÁRIOS ESTADOS: 0V,0.1V,3V,3.3V,4V,5V,10V, ETC. CONVERSOR ANALÓGICO / DIGITAL SINAL DIGITAL ASSUME APENAS 2 ESTADOS: 0V E 5V SINAL ANALÓGICO TEM VÁRIOS ESTADOS: 0V,0.1V,3V,3.3V,4V,5V,10V, ETC. 1 FONTE DESTES SINAIS ANALÓGICOS UM DOS NOSSOS OBJETIVOS

Leia mais

Fundamentos de Automação. Controladores

Fundamentos de Automação. Controladores Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Controladores

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA - SANTIAGO DO CACÉM

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA - SANTIAGO DO CACÉM p./9 Grupo Disciplinar: 540 Ano Lectivo: 008/009 -Circuitos sequenciais síncronos.. Aplicações com contadores síncronos... Registos. Utilizar circuitos CMOS da série 74HCT ou 4000. Testar o funcionamento

Leia mais

CAPÍTULO 5. INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO

CAPÍTULO 5. INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO 28 CAPÍTULO 5 INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO Interfaces para periféricos de armazenamento: Periféricos de armazenamento,

Leia mais

Como funcionam os Conversores A/D

Como funcionam os Conversores A/D Como funcionam os Conversores A/D Escrito por Newton C. Braga Seg, 10 de Maio de 2010 http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/comofunciona/1508conversoresad.html Como converter uma grandeza analógica

Leia mais

Controle remoto por Bluetooth

Controle remoto por Bluetooth Controle remoto por Bluetooth Introdução Esse tutorial tem como objetivo, facilitar a montagem do controle e drive de potência voltado a modalidades que necessitam de controle remoto, seja robô sumo de

Leia mais

CIRCUITO PARA MEDIÇÃO DE CORRENTES ELEVADAS

CIRCUITO PARA MEDIÇÃO DE CORRENTES ELEVADAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DISCIPLINA: INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA PROFESSOR: LUCIANO FONTES CAVALCANTI CIRCUITO PARA MEDIÇÃO DE

Leia mais

Solução Completa em Automação. FieldLogger. Registro e Aquisição de Dados

Solução Completa em Automação. FieldLogger. Registro e Aquisição de Dados Solução Completa em Automação FieldLogger Registro e Aquisição de Dados Ethernet & USB Até 16GB de memória Conversor A/D 24 bits Até 1000 amostras por segundo Apresentação FieldLogger O FieldLogger é um

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Hardware Sistema de Entrada/Saída Visão Geral Princípios de Hardware Dispositivos de E/S Estrutura Típica do Barramento de um PC Interrupções

Leia mais

XIX Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 13 a 17/08/2012 São Carlos-SP Artigo CREEM2012 SENSOR DE TEMPERATURA WIRELESS

XIX Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 13 a 17/08/2012 São Carlos-SP Artigo CREEM2012 SENSOR DE TEMPERATURA WIRELESS XIX Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 13 a 17/08/2012 São Carlos-SP Artigo CREEM2012 SENSOR DE TEMPERATURA WIRELESS Antonio Carlos Lemos Júnior, Ednaldo Lopes Rosa e Leandro Aureliano

Leia mais

CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA

CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA 8 CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA A porta paralela, também conhecida por printer port ou Centronics e a porta serial (RS-232) são interfaces bastante comuns que, apesar de estarem praticamente

Leia mais

PROJETO. Ponte Digital. http://www.pontedigital.hpg.ig.com.br/ Luciano Daniel Amarante - carabina@pop.com.br Ricardo Watzko - rw@netuno.com.

PROJETO. Ponte Digital. http://www.pontedigital.hpg.ig.com.br/ Luciano Daniel Amarante - carabina@pop.com.br Ricardo Watzko - rw@netuno.com. Ponte levadiça digital... Projeto semestral primeira fase de 2003 Engenharia de Computação 4 período Em breve aqui novos projetos... Página inicial Pré-projeto Projeto FOTOS e Vídeos Funcionamento Esboços

Leia mais

ni.com Série de conceitos básicos de medições com sensores

ni.com Série de conceitos básicos de medições com sensores Série de conceitos básicos de medições com sensores Medições de temperatura Renan Azevedo Engenheiro de Produto, DAQ & Teste NI Henrique Sanches Marketing Técnico, LabVIEW NI Pontos principais Diferentes

Leia mais

Disciplina: Processamento Digital de Sinais (ENG577) Aula 05 Parte 2: Dispositivos de Hardware Programável Prof.: Eduardo Simas eduardo.simas@ufba.

Disciplina: Processamento Digital de Sinais (ENG577) Aula 05 Parte 2: Dispositivos de Hardware Programável Prof.: Eduardo Simas eduardo.simas@ufba. Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Programa de Pós Graduação em Engenharia Elétrica Disciplina: Processamento Digital de Sinais (ENG577) Aula 05 Parte 2: Dispositivos de Hardware Programável

Leia mais

Relé de Proteção do Motor RPM ANSI 37/49/50/77/86/94 CATÁLOGO. ELECTRON TECNOLOGIA DIGITAL LTDA Página 1/5

Relé de Proteção do Motor RPM ANSI 37/49/50/77/86/94 CATÁLOGO. ELECTRON TECNOLOGIA DIGITAL LTDA Página 1/5 CATÁLOGO ELECTRON TECNOLOGIA DIGITAL LTDA Página 1/5 INTRODUÇÃO O Relé de Proteção de Motores RPM foi desenvolvido para supervisionar até 2 (dois) grupos ventiladores/motores simultaneamente, é utilizado

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES MANUAL DE INSTRUÇÕES 1 Conteúdo 1. LogWeb... 3 2. Instalação... 4 3. Início... 6 3.1 Painel Geral... 6 3.2 Salvar e Restaurar... 7 3.3 Manuais... 8 3.4 Sobre... 8 4. Monitoração... 9 4.1 Painel Sinóptico...

Leia mais

CPU - Significado CPU. Central Processing Unit. Unidade Central de Processamento

CPU - Significado CPU. Central Processing Unit. Unidade Central de Processamento CPU - Significado CPU Central Processing Unit Unidade Central de Processamento CPU - Função Na CPU são executadas as instruções Instrução: comando que define integralmente uma operação a ser executada

Leia mais

Tutorial de Eletrônica Aplicações com 555 v2010.05

Tutorial de Eletrônica Aplicações com 555 v2010.05 Tutorial de Eletrônica Aplicações com 555 v2010.05 Linha de Equipamentos MEC Desenvolvidos por: Maxwell Bohr Instrumentação Eletrônica Ltda. Rua Porto Alegre, 212 Londrina PR Brasil http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

Sistema automatizado de coleta de dados para experimentos biológicos baseados em labirintos e animais do tipo ratos brancos

Sistema automatizado de coleta de dados para experimentos biológicos baseados em labirintos e animais do tipo ratos brancos UNICENP Centro Universitário Positivo Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas Curso de Engenharia da Computação Sistema automatizado de coleta de dados para experimentos biológicos baseados em labirintos

Leia mais

MEMÓRIA. 0 e 1 únicos elementos do sistema de numeração de base 2

MEMÓRIA. 0 e 1 únicos elementos do sistema de numeração de base 2 MEMÓRIA CONCEITO Bit- 0 1 Essência de um sistema chamado BIESTÁVEL Ex: Lâmpada 0 apagada 1 acesa 0 e 1 únicos elementos do sistema de numeração de base 2 A que se destina a memória: Armazenamento das instruções

Leia mais

ADC0804 (CONVERSOR A/D)

ADC0804 (CONVERSOR A/D) ADC0804 (CONVERSOR A/D) Getulio Teruo Tateoki O conversor Analógico Digital ADC0804é um Circuito Integrado da National Semicondutores, capaz de converter uma amostra analógica entre 0 e 5V, em um valor

Leia mais

Redes de computadores e a Internet. Capítulo 9. Gerenciamento de rede 9-3. 2005 by Pearson Education

Redes de computadores e a Internet. Capítulo 9. Gerenciamento de rede 9-3. 2005 by Pearson Education Redes de computadores e a Internet Capítulo 9 Gerenciamento de rede 9-3 Gerenciamento de rede Objetivos do capítulo: Introdução ao gerenciamento de redes Motivação Componentes principais Ambiente de gerenciamento

Leia mais

- Aula 1 - ARQUITETURA DE COMPUTADORES

- Aula 1 - ARQUITETURA DE COMPUTADORES - Aula 1 - ARQUITETURA DE COMPUTADORES Em arquitetura de computadores serão estudados aspectos da estrutura e do funcionamento dos computadores. O objetivo é apresentar de forma clara e abrangente a natureza

Leia mais

Microinformática Introdução ao hardware. Jeronimo Costa Penha SENAI - CFP/JIP

Microinformática Introdução ao hardware. Jeronimo Costa Penha SENAI - CFP/JIP Microinformática Introdução ao hardware Jeronimo Costa Penha SENAI - CFP/JIP Informática Informática é o termo usado para se descrever o conjunto das ciências da informação, estando incluídas neste grupo:

Leia mais

Sistema de Monitoramento e Supervisão de Vibração HYMV05

Sistema de Monitoramento e Supervisão de Vibração HYMV05 Sistema de Monitoramento e Supervisão de Vibração Revisão 1 Mai2005 O é um sistema inteligente de Monitoramento, Aquisição de Dados e Supervisão Local para utilização com os softwares da linha Dynamic.

Leia mais

Entrada e Saída. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Entrada e Saída. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Entrada e Saída Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Dispositivos Externos; E/S Programada; E/S Dirigida por Interrupção; Acesso Direto à Memória; Bibliografia. Prof. Leonardo Barreto Campos

Leia mais

www.vwsolucoes.com Copyright 2013 VW Soluções

www.vwsolucoes.com Copyright 2013 VW Soluções 1 1. Especificação técnicas: Dimensões do módulo 4EA2SA v1.0: 100 mm x 56 mm Peso aproximado: xxx gramas (montada). Alimentação do circuito : 12 ou 24Vcc Tipo de comunicação: RS232 ou RS485 Tensão de referencia:

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1 INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1.1 - Instrumentação Importância Medições experimentais ou de laboratório. Medições em produtos comerciais com outra finalidade principal. 1.2 - Transdutores

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS O diodo de junção possui duas regiões de materiais semicondutores dos tipos N e P. Esse dispositivo é amplamente aplicado em circuitos chaveados, como, por exemplo, fontes de

Leia mais

RECEPTOR SERIAL COM DECODIFICADOR 128 BITS PARA ACIONAMENTO/DESACIONAMENTO REMOTO DE CONSUMIDORES

RECEPTOR SERIAL COM DECODIFICADOR 128 BITS PARA ACIONAMENTO/DESACIONAMENTO REMOTO DE CONSUMIDORES RECEPTOR SERIAL COM DECODIFICADOR 128 BITS PARA ACIONAMENTO/DESACIONAMENTO REMOTO DE CONSUMIDORES Cristiane G. Langner (1,2), Juliano João Bazzo (1,3), Ivan J. Chueiri (1,2) (1)LACTEC Instituto de Tecnologia

Leia mais

LABORATÓRIO 3 Análise dinâmica do controle do motor PARTE 1. ANÁLISE DO CONTROLE DE VELOCIDADE

LABORATÓRIO 3 Análise dinâmica do controle do motor PARTE 1. ANÁLISE DO CONTROLE DE VELOCIDADE LABORATÓRIO 3 Análise dinâmica do controle do motor OBJETIVOS: - analisar a resposta transitória a mudanças degrau pelas variações de ganho, pela inclusão de atraso e pelo aumento do momento de inércia;

Leia mais

Automação de Bancada Pneumática

Automação de Bancada Pneumática Instituto Federal Sul-rio-grandense Campus Pelotas - Curso de Engenharia Elétrica Automação de Bancada Pneumática Disciplina: Projeto Integrador III Professor: Renato Allemand Equipe: Vinicius Obadowski,

Leia mais

Estrutura interna de um microcontrolador

Estrutura interna de um microcontrolador Estrutura interna de um microcontrolador Um microcontrolador é composto por um conjunto de periféricos interligados a uma unidade de processamento e todo este conjunto confere a este componente uma versatilidade

Leia mais

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Quim. Nova, Vol. 38, No. 3, S1-S6, 2015 O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Fernando Arruda Mendes de Oliveira a,b, Eduardo Ribeiro

Leia mais

Protótipo de Software e Hardware para Aquisição de Dados.

Protótipo de Software e Hardware para Aquisição de Dados. Protótipo de Software e Hardware para Aquisição de Dados. Luís Augusto Spranger Universidade Regional de Blumenau FURB bibao@yahoo.com Novembro / 2002 RESUMO Este artigo descreve a construção de um protótipo

Leia mais

INTERCONEXÃO DE REDES DE COMPUTADORES

INTERCONEXÃO DE REDES DE COMPUTADORES 1 Resumo 2 INTERCONEXÃO DE REDES DE COMPUTADORES Parte 7 Introdução à Gerência de Redes Introdução Segurança SNMPv1, SNMPv2 Segurança SNMPv3 Prof. Pedro S. Nicolletti (Peter), 2013 Introdução 3 4 Com o

Leia mais

TÍTULO: PROGRAMAÇÃO DE CLP PARA UMA MÁQUINA DE SECÇÃO SEGMENTOS ORGÂNICOS

TÍTULO: PROGRAMAÇÃO DE CLP PARA UMA MÁQUINA DE SECÇÃO SEGMENTOS ORGÂNICOS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: PROGRAMAÇÃO DE CLP PARA UMA MÁQUINA DE SECÇÃO SEGMENTOS ORGÂNICOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA:

Leia mais

BANCADA DE TESTE E INSTRUMENTO VIRTUAL GENÉRICO

BANCADA DE TESTE E INSTRUMENTO VIRTUAL GENÉRICO Anais do XXXIV COBENGE. Passo Fundo: Ed. Universidade de Passo Fundo, Setembro de 2006. ISBN 85-7515-371-4 BANCADA DE TESTE E INSTRUMENTO VIRTUAL GENÉRICO Paulo S. C. Molina molina@upf.br Matheus A. C.

Leia mais

INTERCONEXÃO DE REDES DE COMPUTADORES

INTERCONEXÃO DE REDES DE COMPUTADORES 1 INTERCONEXÃO DE REDES DE COMPUTADORES Parte 7 Introdução à Gerência de Redes Prof. Pedro S. Nicolletti (Peter), 2013 Resumo 2 Conceitos Básicos de SNMP Introdução Arquitetura MIB Segurança SNMPv1, SNMPv2

Leia mais

SENSORES DE TEMPERATURA

SENSORES DE TEMPERATURA UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA TECNOLOGIA EM AUTOMATIZAÇÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA DE INSTRUMENTAÇÃO SENSORES DE TEMPERATURA PROFESSOR: Valner Brusamarello COMPONENTES:

Leia mais

AEC Access Easy Controller. Guia de Referência

AEC Access Easy Controller. Guia de Referência AEC Access Easy Controller Guia de Referência Índice 3 1. AEC - Vista Geral do Sistema 4 2. AEC - Componentes Principais 6 3. AEC - Configuração 7 4. AEC - Benefícios 8 5. AEC - Como encomendar? 10 6.

Leia mais

O que são sistemas supervisórios?

O que são sistemas supervisórios? O que são sistemas supervisórios? Ana Paula Gonçalves da Silva, Marcelo Salvador ana-paula@elipse.com.br, marcelo@elipse.com.br RT 025.04 Criado: 10/09/2004 Atualizado: 20/12/2005 Palavras-chave: sistemas

Leia mais

ANÁLISE DE REDES HIERÁRQUICAS PARA ATENDIMENTO DE LOCAIS REMOTOS

ANÁLISE DE REDES HIERÁRQUICAS PARA ATENDIMENTO DE LOCAIS REMOTOS ANÁLISE DE REDES HIERÁRQUICAS PARA ATENDIMENTO DE LOCAIS REMOTOS Fabiana da Silva Podeleski Faculdade de Engenharia Elétrica CEATEC podeleski@yahoo.com.br Prof. Dr. Omar Carvalho Branquinho Grupo de Pesquisa

Leia mais

Microcontrolador Modelix 3.6

Microcontrolador Modelix 3.6 Curso de Robótica 1 Curso de Robótica Introdução à robótica O desenvolvimento da robótica surgiu da necessidade de se aperfeiçoar processos de fabricação, no sentido de melhorar a qualidade dos produtos.

Leia mais

Desenvolvimento de Módulo Wireless para Acionamento de Cargas via Porta Paralela

Desenvolvimento de Módulo Wireless para Acionamento de Cargas via Porta Paralela Desenvolvimento de Módulo Wireless para Acionamento de Cargas via Porta Paralela Pedro H. M. Araújo 1, Renan P. Figueiredo 1, Douglas L. Dias 1, Sandro C. S. Jucá 1 1 Área da Telemática Instituto Federal

Leia mais

EA079 - Laboratório de Micro e Minicomputadores: Hardware Laboratório II

EA079 - Laboratório de Micro e Minicomputadores: Hardware Laboratório II EA079 - Laboratório de Micro e Minicomputadores: Hardware Laboratório II Projeto de Interface Paralela de Saída 1 Objetivo do Laboratório II 1. projetar e implementar um decodificador de endereços para

Leia mais

SISTEMA DE TREINAMENTO EM CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL

SISTEMA DE TREINAMENTO EM CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL SISTEMA DE TREINAMENTO EM CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL MODELO: CARACTERÍSTICAS 32 Pontos de Entrada / 32 Pontos de Saída. 3 Módulos Básicos: Controlador de Entrada, Simulador de Saída, Contador & Simulador

Leia mais

Introdução. Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Um transdutor é um componente que transforma um tipo de energia em outro.

Introdução. Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Um transdutor é um componente que transforma um tipo de energia em outro. SENSORES Introdução Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Num circuito eletrônico o sensor é o componente que sente diretamente alguma característica física do meio em que esta inserido,

Leia mais

Capítulo 9. Gerenciamento de rede

Capítulo 9. Gerenciamento de rede 1 Capítulo 9 Gerenciamento de rede 2 Redes de computadores I Prof.: Leandro Soares de Sousa E-mail: leandro.uff.puro@gmail.com Site: http://www.ic.uff.br/~lsousa Não deixem a matéria acumular!!! Datas

Leia mais

DeviceNet Drive Profile CFW-09

DeviceNet Drive Profile CFW-09 Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas DeviceNet Drive Profile CFW09 Manual da Comunicação Manual da Comunicação DeviceNet Drive Profile Série: CFW09 Idioma: Português Versão de Software:

Leia mais

Memórias. O que são Memórias de Semicondutores? São componentes capazes de armazenar informações Binárias (0s e 1s)

Memórias. O que são Memórias de Semicondutores? São componentes capazes de armazenar informações Binárias (0s e 1s) Memórias O que são Memórias de Semicondutores? São componentes capazes de armazenar informações Binárias (0s e 1s) Essas informações são guardadas eletricamente em células individuais. Chamamos cada elemento

Leia mais

Centro Universitário Positivo - UnicenP Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas NCET Engenharia da Computação

Centro Universitário Positivo - UnicenP Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas NCET Engenharia da Computação Centro Universitário Positivo - UnicenP Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas NCET Engenharia da Computação MINI OSCILOSCÓPIO DIGITAL PORTÁTIL BASEADO EM MICROCONTROLADOR PIC Curitiba 2004 1 Ederson

Leia mais

Manual de funcionamento Esteira transportadora

Manual de funcionamento Esteira transportadora Manual de funcionamento Esteira transportadora Sumário 1. DESCRIÇÃO DO SISTEMA... 2 2. ITENS DO SISTEMA... 3 2.1. PLACA DE COMANDO... 3 2.1.1. Sinalizador... 3 2.1.2. Botão pulsador... 3 2.1.3. Chave comutadora...

Leia mais

Sensores. unesp. Prof. Marcelo Wendling 2010 Versão 2.0 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA

Sensores. unesp. Prof. Marcelo Wendling 2010 Versão 2.0 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus de Guaratinguetá Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos Augusto Patrício Amorim Sensores Prof. Marcelo Wendling 2010 Versão 2.0 2 Índice

Leia mais

Hardware de Computadores

Hardware de Computadores Fonte de Energia Hardware de Computadores Introdução As fontes de alimentação são as responsáveis por distribuir energia elétrica a todos os componentes do computador. Assim, uma fonte de qualidade é essencial

Leia mais

Controle de Acesso. Automático de Veículos. saiba mais. automação

Controle de Acesso. Automático de Veículos. saiba mais. automação Controle de Acesso Automático de Veículos Este trabalho tem como objetivo desenvolver uma solução tecnológica que permita o controle dos portões automáticos remotamente através da internet. Aplicando-se

Leia mais

Arquitetura de Computadores Circuitos Combinacionais, Circuitos Sequênciais e Organização de Memória

Arquitetura de Computadores Circuitos Combinacionais, Circuitos Sequênciais e Organização de Memória Introdução Arquitetura de Computadores Circuitos Combinacionais, Circuitos Sequênciais e O Nível de lógica digital é o nível mais baixo da Arquitetura. Responsável pela interpretação de instruções do nível

Leia mais

Manual de funcionamento

Manual de funcionamento INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA DE ELECTRÓNICA E TELECOMUNICAÇÕES E DE COMPUTADORES Manual de funcionamento Setembro de 2012 Índice Índice Capítulo 1 - Medição

Leia mais

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA PROFESSOR: LUCIANO CAVALCANTI SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

Leia mais

Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados

Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados Mauricélio Alves de Sousa, Eng o Fernando Luiz Marcelo Antunes, PhD Ricardo Silva Thé Pontes, MSc Grupo de Processamento de

Leia mais

Introdução à Programação de Computadores

Introdução à Programação de Computadores 1. Objetivos Introdução à Programação de Computadores Nesta seção, vamos discutir os componentes básicos de um computador, tanto em relação a hardware como a software. Também veremos uma pequena introdução

Leia mais

Gerenciamento de Equipamentos Usando o Protocolo SNMP

Gerenciamento de Equipamentos Usando o Protocolo SNMP Gerenciamento de Equipamentos Usando o Protocolo SNMP Diego Fraga Contessa, Everton Rafael Polina Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento - CP Eletrônica S.A. Rua da Várzea 379 - CEP 91040-600 - Porto

Leia mais

Módulo FGM721. Controlador P7C - HI Tecnologia

Módulo FGM721. Controlador P7C - HI Tecnologia Automação Industrial Módulo Controlador P7C - HI Tecnologia 7C O conteúdo deste documento é parte do Manual do Usuário do controlador P7C da HI tecnologia (PMU10700100). A lista de verbetes consta na versão

Leia mais

Arquitetura de Computadores Pentium 4 e PCIe

Arquitetura de Computadores Pentium 4 e PCIe Pentium 4 Arquitetura de Computadores Pentium 4 e PCIe O Pentium 4 é um descendente direto da CPU 8088 usada no IBM PC original. O primeiro Pentium 4 foi lançado em novembro de 2000 com uma CPU de 42 milhõcs

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Arquitetura de Computadores 1

Arquitetura de Computadores. Arquitetura de Computadores 1 Computadores Computadores 1 Introdução Componentes: Processador; UC; Registradores; ALU s, FPU s, etc. Memória (Sistema de armazenamento de informações; Dispositivo de entrada e saída. Computadores 2 Introdução

Leia mais

Gerenciamento de Redes - Evolução. Gerenciamento de Rede. Gerenciamento de Rede NOC NOC

Gerenciamento de Redes - Evolução. Gerenciamento de Rede. Gerenciamento de Rede NOC NOC s - Evolução 1970s 1970s 1980s 1980s Dispositivos 1990s 1990s Browser A Web Server Mainframe Estação Gerenciadora Browser C Browser B NOC (Network( Operation Center) Conjunto de atividades para manter

Leia mais

Entradas Digitais. PdP. Autores: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 27/12/2005 Última versão: 18/12/2006

Entradas Digitais. PdP. Autores: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 27/12/2005 Última versão: 18/12/2006 TUTORIAL Entradas Digitais Autores: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 27/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

1. Ementa 2. Objetivos Gerais: 3. Objetivos Específicos 4. Estruturação do conteúdo da disciplina e sistemática as ser desenvolvida:

1. Ementa 2. Objetivos Gerais: 3. Objetivos Específicos 4. Estruturação do conteúdo da disciplina e sistemática as ser desenvolvida: 1. Ementa Gerenciamento e desenvolvimento de um projeto que acompanhe as etapas do ciclo de vida do software e ou hardware, com ênfase em: documentação, determinação dos requisitos, projeto lógico, projeto

Leia mais

SENSOR DE TEMPERATURA COM O USO DO AMPLIFICADOR OPERACIONAL

SENSOR DE TEMPERATURA COM O USO DO AMPLIFICADOR OPERACIONAL SENSOR DE TEMPERATURA COM O USO DO AMPLIFICADOR OPERACIONAL (1) Dayse CORREIA; (2) Fabiola ANDRADE;(3) Maria Auxiliadora BLUM; (4)Felipe MENDES; (5) Iara RAMOS (1)Instituto Federal de Educação, Ciência

Leia mais

TABELA DE EQUIVALÊNCIA FECOMP Curso de Engenharia de Computação

TABELA DE EQUIVALÊNCIA FECOMP Curso de Engenharia de Computação TABELA DE EQUIVALÊNCIA FECOMP Curso de Engenharia de Computação Disciplina A Disciplina B Código Disciplina C/H Curso Disciplina C/H Código Curso Ano do Currículo 66303 ESTRUTURA DE DADOS I 68/0 ENG. DE

Leia mais

DECODIFICADOR DE DISPLAY DE 7 SEGMENTOS COM LATCH

DECODIFICADOR DE DISPLAY DE 7 SEGMENTOS COM LATCH UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DECODIFICADOR DE DISPLAY DE 7 SEGMENTOS COM LATCH Projeto para a matéria TE130 Projeto de Circuitos Integrados Digitais, ministrada pelo

Leia mais

SOLUTION. Painel Convencional de Alarme de Incêndio. SOLUTION - Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio. Revisão 1.1 Maio de 2006

SOLUTION. Painel Convencional de Alarme de Incêndio. SOLUTION - Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio. Revisão 1.1 Maio de 2006 SOLUTION Painel Convencional de Alarme de Incêndio TABELA DE CONTEÚDO Capitulo 1: Descrição do Produto... 2 1.1: Características...2 1.2: Especificações...2 Capitulo 2: Lógica de Detecção e Alarme de Incêndios...

Leia mais

SISTEMA DE TREINAMENTO EM SENSORES MODELO: ED-6800B CARACTERÍSTICAS

SISTEMA DE TREINAMENTO EM SENSORES MODELO: ED-6800B CARACTERÍSTICAS SISTEMA DE TREINAMENTO EM SENSORES MODELO: ED-6800B CARACTERÍSTICAS - Características específicas de cada tipo de sensores são investigadas. - Possibilita desenvolver várias experiências. - Oferece experimentos

Leia mais

Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos

Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos Necessidade de máquinas com alta capacidade de computação Aumento do clock => alta dissipação de calor Velocidade limitada dos circuitos => velocidade da

Leia mais

Características. São Paulo: (11) 4063-5544 Campinas: (19) 4062-9211 Campo Grande: (67) 4062-7122 Cuiabá: (65) 4052-9722. MPEBrasil

Características. São Paulo: (11) 4063-5544 Campinas: (19) 4062-9211 Campo Grande: (67) 4062-7122 Cuiabá: (65) 4052-9722. MPEBrasil Características - Único com este conceito no mercado e com preços atraentes; Iluminação frontal, com chave liga/desliga, em quatro opções de cores (azul, verde, vermelho e amarelo); - Possui sistema de

Leia mais

WEG EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS S. A. CENTRO DE TREINAMENTO DE CLIENTES - CTC KIT CONTROLE DE VELOCIDADE DE MOTORES CA - MANUAL DO PROFESSOR

WEG EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS S. A. CENTRO DE TREINAMENTO DE CLIENTES - CTC KIT CONTROLE DE VELOCIDADE DE MOTORES CA - MANUAL DO PROFESSOR WEG EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS S. A. CENTRO DE TREINAMENTO DE CLIENTES - CTC KIT CONTROLE DE VELOCIDADE DE MOTORES CA - MANUAL DO PROFESSOR CENTRO DE TREINAMENTO DE CLIENTES - CTC KIT CONTROLE DE VELOCIDADE

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. João Inácio

ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. João Inácio ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. João Inácio Memórias Memória: é o componente de um sistema de computação cuja função é armazenar informações que são, foram ou serão manipuladas pelo sistema. Em outras

Leia mais

Controladores Lógicos Programáveis CLP (parte-3)

Controladores Lógicos Programáveis CLP (parte-3) Controladores Lógicos Programáveis CLP (parte-3) Mapeamento de memória Na CPU (Unidade Central de Processamento) de um CLP, todas a informações do processo são armazenadas na memória. Essas informações

Leia mais

Controle de um sistema de ventilação em um quadro de comando e controle

Controle de um sistema de ventilação em um quadro de comando e controle UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DEE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ENGENHARIA ELÉTRICA INSTRUMENTAÇÂO ELETRÔNICA Controle de um sistema de ventilação em um quadro de comando e controle

Leia mais

Microcontroladores ARM Cortex-M3 - XM 700 -

Microcontroladores ARM Cortex-M3 - XM 700 - T e c n o l o g i a Microcontroladores ARM Cortex-M3 - XM 700 - Os melhores e mais modernos MÓDULOS DIDÁTICOS para um ensino tecnológico de qualidade. INTRODUÇÃO Microcontroladores ARM Cortex-M3 - XM 700

Leia mais

Sistema de Aquisição de Dados

Sistema de Aquisição de Dados Sistema de Aquisição de Dados Versão 2013 RESUMO Nesta experiência será desenvolvido o projeto de um sistema de aquisição e armazenamento de dados analógicos em formato digital. O sinal de um sensor de

Leia mais

Circuitos de Memória: Tipos e Funcionamento. Fabrício Noveletto

Circuitos de Memória: Tipos e Funcionamento. Fabrício Noveletto Circuitos de Memória: Tipos e Funcionamento Fabrício Noveletto Memória de semicondutores São dispositivos capazes de armazenar informações digitais. A menor unidade de informação que pode ser armazenada

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA. Projeto de Instrumentação:

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA. Projeto de Instrumentação: UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Projeto de Instrumentação: Módulo de Sensores para Automação Residencial Componente: Instrumentação

Leia mais