ESTUDO SOBRE A TECNOLOGIA DE BANCO DE DADOS NoSQL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTUDO SOBRE A TECNOLOGIA DE BANCO DE DADOS NoSQL"

Transcrição

1 ESTUDO SOBRE A TECNOLOGIA DE BANCO DE DADOS NoSQL Autores: Nicolas Ignácio RYBERG 1,2 ;; Angelo Augusto FROZZA 3 Identificação autores: 1 Bolsista PIBIC-EM/CNPq;; 2 Aluno do curso Técnico em Informática do IFC-Camboriú;; 3 Professor do IFC-Camboriú. Introdução Durante décadas, foram utilizadas bases de dados relacionais para armazenar dados estruturados, organizados em grupos denominados de tabelas. Nessas tabelas, os dados são agrupados por linhas e colunas. Porém, com o avanço da Internet, tem-se lidado com quantidades de dados nunca antes trabalhadas (Big Data), além destes estarem cada vez menos estruturados. São exemplos, os dados contidos em sites como Facebook, Google e Amazon. Desta forma, estes sites tiveram que desenvolver meios eficientes e baratos para processar seus dados. Uma solução encontrada foi a escalabilidade horizontal, que significa aumentar o número de máquinas, ao invés de aumentar o poder de processamento e armazenamento de uma só máquina (escalabilidade vertical). Os bancos de dados NoSQL chegaram como outra solução para este problema, já que permitem o gerenciamento em larga escala de dados distribuídos. Entre suas características, destacam-se: não-relacional, distribuído, de código aberto, escalável horizontalmente, ausência de esquema ou esquema flexível, suporte à replicação nativo e acesso via APIs simples [NOSQL 2010]. Material e Métodos Este projeto tem caráter bibliográfico e exploratório, pelo qual se propõe fazer um estudo aprofundado sobre essa a nova tecnologia de banco de dados, chamada NoSQL. O objetivo é fornecer o conteúdo pesquisado à comunidade do Campus Camboriú através de materiais de apoio, bem como, identificar linhas de pesquisa ligadas aos bancos de dados NoSQL. Conforme Malheiros (2010), uma pesquisa bibliográfica busca pelo conhecimento disponível na área, possibilitando que o pesquisador conheça as teorias até então produzidas, analisando-as e avaliando sua contribuição para compreender ou explicar o seu problema objeto de investigação. Para Gil (2008), a pesquisa exploratória visa familiarizar sobre um assunto ainda pouco conhecido e pouco explorado. Para atingir os objetivos propostos, primeiro foram feitas pesquisas para entender os conceitos relacionados aos BDs NoSQL, seus diferentes paradigmas e que dados são tratados em cada paradigma. Identificar em que caso um BD NoSQL é melhor que um BD relacional, apresentar os principais produtos (nomes) de banco de dados NoSQL existentes, classificando-os de acordo com o paradigma suportado e apresentar as características de cada BD NoSQL identificado durante a pesquisa. Como trabalhos futuros, serão escolhidos dois ou três produtos para estudar de forma prática e desenvolver materiais de apoio à aprendizagem dos mesmos. Entre os produtos a serem disponibilizados ao final desta pesquisa, destaca-se a criação de uma página web para registrar todo o conhecimento adquirido, bem como, publicar os materiais produzidos no decorrer da pesquisa.

2 Resultados e discussão Através da pesquisa bibliográfica, foram identificadas as cinco características principais do modelo NoSQL: Escalabilidade horizontal (Scale Out): A escalabilidade horizontal tende a ser a opção mais viável para o problema da escalabilidade. Porém, requer que diversos processos de uma única tarefa sejam criados e distribuídos. Isto torna inviável a utilização de um banco de dados relacional, uma vez que todos estes processos conectados geram grande concorrência, aumentando consequentemente o tempo de acesso às tabelas desejadas. A escalabilidade horizontal somente é permitida nos BDs NoSQL por causa da ausência de bloqueios. Uma alternativa muito usada para alcançar esta escalabilidade é o Sharding, que consiste em dividir os dados em várias tabelas, que são armazenadas ao longo de múltiplos nós de uma rede. A aplicação desta técnica traz o grande problema de quebrar a lógica de relacionamentos, que é o grande forte dos bancos relacionais. Neste caso, as aplicações têm que resolver a complexidade gerada pela partição de informações, como, por exemplo, a execução de joins e outros comandos (LÓSCIO, RODRIGUES e PONTES, 2011). Ausência de esquema ou esquema flexível: O esquema flexível define a estrutura dos dados modelados ou a ausência deste, facilita a escalabilidade, além de aumentar a disponibilidade. Porém, não há garantia da integridade dos dados (LÓSCIO, RODRIGUES e PONTES, 2011). Suporte nativo à replicação: O suporte nativo à replicação diminui o tempo gasto para recuperar informações, além da replicação ser um dos meios de prover escalabilidade. Existem duas abordagens principais para replicação: Master-Slave (Mestre-Escravo) e Multi-Master (LÓSCIO, RODRIGUES e PONTES, 2011). API simples para acesso aos dados: Para atingir o objetivo da solução NoSQL (alta disponibilidade e escalabilidade), APIs foram desenvolvidas para facilitar o acesso aos dados, de modo que qualquer aplicação possa utilizar o banco de forma rápida e eficiente (LÓSCIO, RODRIGUES e PONTES, 2011). Consistência eventual: O teorema CAP (Consistency, Availability e Partition tolerence) diz que, em determinado momento, apenas são garantidas duas das três propriedades: Consistência, Disponibilidade ou Tolerância à partição. No contexto da Web, por exemplo, geralmente são privilegiadas a disponibilidade e a tolerância à partição (LÓSCIO, RODRIGUES e PONTES, 2011). Portanto, a consistência dos dados nem sempre é mantida entre os diversos pontos de uma distribuição. Paradigmas de Bancos de Dados NoSQL A seguir são descritos os paradigmas de BD NoSQL e o Quadro 1 relaciona cada paradigma e os principais BD NoSQL disponíveis no mercado. Orientado a documentos (BDOD)

3 Os documentos de BDODs são coleções de atributos e valores, nas quais um atributo pode ser multivalorado (DIANA e GEROSA, 2012) (Figura 1). Segundo Anderson et al. (2009), BDODs utilizam o conceito de dados e documentos autocontidos e autodescritivos. Logo, o próprio documento já implica em como ele está estruturado e deve ser apresentado. O que faz com que estes bancos de dados não precisem de uma estrutura comum, tornando-os altamente eficientes para o armazenamento de dados semiestruturados. Este paradigma de organização dos dados usa um formato que permite que um documento seja embutido em outro, como o JSON, que é um padrão leve de intercambio de dados, baseado em especificações do JavaScript. Ele visa facilitar a leitura e a escrita, sendo de fácil interpretação para as máquinas. Embutir um documento em outro, geralmente leva à duplicação de dados que, eventualmente, gera inconsistência, causada por anomalias de atualização e deleção. Porém, como em todos os BDs NoSQL, esta duplicação não é um problema, mas sim, facilita a leitura, pois a quantidade de nós consultados é muito menor. Os principais bancos de dados nessa categoria são o MongoDB e o CouchDB. Armazém Chave-Valor (key-value) FIGURA 1 - Exemplo de documento. O modelo Chave-Valor é considerado bastante simples (Figura 2) e permite a visualização do banco de dados em uma grande tabela hash (LÓSCIO, RODRIGUES e PONTES, 2011). O banco tem várias chaves, para cada qual é atribuída apenas um valor, este podendo ser uma string ou um binário. Por esta simplicidade, permite que dados sejam acessados rapidamente pela chave, através de consultas simples como get() e set(), que permitem retornar e capturar valores, respectivamente. Uma desvantagem deste modelo, é que não permite recuperar objetos através de consultas mais complexas. Os principais bancos de dados nessa categoria são o Dynamo, RYAK, Redis, MemCacheDB e o GeniaDB. Orientado a colunas FIGURA 2 - Exemplo de uma hash. Em um BD relacional, os dados de um registro são armazenados contiguamente no disco. Por exemplo, caso se queira guardar id, nome e telefone de usuários, em um sistema de agenda telefônica, os registros seriam: id1, nome1, telefone1;; id2, nome2, telefone2. Essa estrutura torna a escrita muito rápida, já que todos os dados de um registro são colocados em apenas um bloco do disco. Essa

4 estrutura também é eficiente quando deseja-se ler registros por inteiro. Porém, caso queira-se ler poucas colunas de muitos registros, este modelo torna-se lento, já que vários blocos do disco têm que ser acessados. Para os casos em que se pretende otimizar a leitura de um banco, a orientação a colunas tende a ser mais interessante. Seguindo a ideia do exemplo anterior, fica: id1, id2;; nome1, nome2;; telefone1, telefone2. Uma das dificuldades deste modelo é a escrita de um novo registro. Assim, em um primeiro momento, os bancos tradicionais são mais adequados a processamento de transações on-line (OLTP), enquanto os bancos de dados de colunas são mais interessantes para processamento analítico on-line (OLAP) (DIANA e GEROSA, 2012). Os principais bancos de dados nessa categoria são o Cassandra, HBase e Hypertable. Orientado a grafos O banco de dados orientado a grafos (Figura 3) está diretamente relacionado a um modelo de dados já existente, o modelo de grafos. Este possui nós relacionados por arestas, em que cada um destes elementos possui um atributo. A ideia deste modelo é representar os dados e o esquema como grafos dirigidos, ou estruturas que generalizam a noção dos grafos. Assim, cada operação sobre os dados são transformações no grafo e fazem uso de conceitos de grafos, como caminhos, vizinhos e sub-grafos. Como exemplo de uso tem-se o Twitter, que tem relações entre pessoas (como seguir), ou entre pessoas e tweets (como retweetar, favoritar, entre outros). O modelo de grafos torna-se interessante quando não apenas o atributo em si é importante, mas, também, deve-se considerar as relações deste. Alguns bancos de dados nessa categoria são o Neo4j, InfoGrid, AllegroGraph e Oracle Spatial. QUADRO 1 - Paradigmas X BD NoSQL PARADIGMA Orientado a Documentos PRODUTO Armazéns Chave-Valor Orientado a Colunas Orientado a Grafos

5 Considerações finais FIGURA 3 - Exemplo de modelo de grafo. Várias empresas que trabalham com grandes quantidades de dados compartilhados em tempo real já aderiram aos BDs NoSQL, como Facebook, Google e Amazon. Porém, é importante ressaltar que a solução NoSQL não veio com intuito de substituir o modelo relacional e, sim, ser uma opção em casos que se necessite alta disponibilidade, escalabilidade e um sistema flexível e mais eficiente, o que não seria possível com o modelo relacional. Logo, conclui-se que existem diversas situações em que cada modelo se destaca, tendo seus pós e contras. Referências bibliográficas DIANA, M. de;; GEROSA, M. A. NOSQL na Web 2.0: Um estudo comparativo de bancos não-relacionais para armazenamento de dados web 2.0. In: Workshop de Teses e Dissertações em BD - WTDB, 9., 2010, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: SBC, LI, Y.;; MANOHARAN, S. A performance comparison of SQL and NoSQL databases. In: IEEE Pacific Rim Conference on Communications, Computers and Signal Processing - PACRIM, 14., 2013, Victoria, B.C., Canadá. Proceedings... IEEE, LÓSCIO, B. F.;; OLIVEIRA, H. R. de;; PONTES, J. C. de S. NoSQL no desenvolvimento de aplicações web colaborativas. In: Simpósio Brasileiro de Sistemas Colaborativos SBSC, 8., 2011, Paraty (RJ). Anais... Paraty: SBC, MARTINS, A.;; SOUZA, L. de. NoSQL Orientado a documento. Disponível em: <http://pt.slideshare.net/alexmartinsbezerra/no-sql-orientado-a-documento>. Acesso em: 14 set VIEIRA, M. R. et al. Bancos de Dados NoSQL: conceitos, ferramentas, linguagens e estudos de casos no contexto de Big Data. In: Simpósio Brasileiro de Bancos de Dados, 27., 2012, São Paulo. Anais... São Paulo: SBC, 2012.

Pollyanna Gonçalves. Seminário da disciplina Banco de Dados II

Pollyanna Gonçalves. Seminário da disciplina Banco de Dados II Pollyanna Gonçalves Seminário da disciplina Banco de Dados II Web 2.0 vem gerando grande volume de dados Conteúdo gerado por redes sociais, sensores inteligentes, tecnologias de colaboração, etc. Novas

Leia mais

Introdução aos Bancos de Dados Não-Relacionais. Mauricio De Diana (mestrando) Marco Aurélio Gerosa (orientador)

Introdução aos Bancos de Dados Não-Relacionais. Mauricio De Diana (mestrando) Marco Aurélio Gerosa (orientador) Introdução aos Bancos de Dados Não-Relacionais Mauricio De Diana (mestrando) Marco Aurélio Gerosa (orientador) Conteúdo Histórico de BDs não-relacionais na Web 4 Categorias de bancos NoSQL Exemplos de

Leia mais

Prof. Daniela Barreiro Claro

Prof. Daniela Barreiro Claro Prof. Daniela Barreiro Claro Volume de dados muito grande Principais problemas em relação aos SGBD Relacionais é conciliar o tipo de modelo com a demanda da escalabilidade. Exemplo -Facebook Um crescimento

Leia mais

Prof. Daniela Barreiro Claro

Prof. Daniela Barreiro Claro Prof. Daniela Barreiro Claro Volume de dados muito grande Principais problemas em relacao aos SGBD Relacionais é conciliar o tipo de modelo com a demanda da escalabilidade. Exemplo -Facebook Um crescimento

Leia mais

Engenharia de software 2011A. Trabalho sobre

Engenharia de software 2011A. Trabalho sobre Engenharia de software 2011A Trabalho sobre NOSQL Not only SQL NoSQL Not only SQL GRUPO - 9 Cléverton Heming Jardel Palagi Jonatam Gebing Marcos Wassem NOSQL O Termo NoSQL, foi utilizado pela primeira

Leia mais

NoSQL: UMA RELAÇÃO, NÃO RELACIONAL *

NoSQL: UMA RELAÇÃO, NÃO RELACIONAL * NoSQL: UMA RELAÇÃO, NÃO RELACIONAL * Fabio Machado de Oliveira Universidade Estadual do Norte Fluminense Saymon Pires da Silva Centro Universitário São Camilo/ES Carlos Henrique Medeiros de Souza Universidade

Leia mais

NoSQL. Cintia Freitas de Moura. BCC 441 Banco de Dados II / 2014

NoSQL. Cintia Freitas de Moura. BCC 441 Banco de Dados II / 2014 NoSQL Cintia Freitas de Moura BCC 441 Banco de Dados II / 2014 Origem: O termo NoSQL foi usado pela primeira vez em 1998, como o nome de um banco de dados relacional de código aberto que não possuía um

Leia mais

Bancos de dados NOSQL (Not Only SQL)

Bancos de dados NOSQL (Not Only SQL) Bancos de dados NOSQL (Not Only SQL) Qual banco de dados utilizado pelo Facebook e Twitter???? E pelo Google? Quando você digita pindamonhangaba no Google, e ele traz: "Aproximadamente 7.220.000 resultados

Leia mais

Uma Breve Introdução. Andréa Bordin

Uma Breve Introdução. Andréa Bordin Uma Breve Introdução Andréa Bordin O que significa? NoSQL é um termo genérico que define bancos de dados não-relacionais. A tecnologia NoSQL foi iniciada por companhias líderes da Internet - incluindo

Leia mais

Utilização da Classe de Banco de Dados NOSQL como Solução para Manipulação de Diversas Estruturas de Dados

Utilização da Classe de Banco de Dados NOSQL como Solução para Manipulação de Diversas Estruturas de Dados Utilização da Classe de Banco de Dados NOSQL como Solução para Manipulação de Diversas Estruturas de Dados Ricardo Cardoso de Almeida 1, Parcilene Fernandes de Brito 1 1 Curso de Sistemas de Informação

Leia mais

Interoperabilidade entre Bancos de Dados Relacionais e Bancos de Dados NoSQL

Interoperabilidade entre Bancos de Dados Relacionais e Bancos de Dados NoSQL Minicurso: Interoperabilidade entre Bancos de Dados Relacionais e Bancos de Dados NoSQL Geomar A. Schreiner Ronaldo S. Mello Departamento de Informática e Estatística (INE) Programa de Pós-Graduação em

Leia mais

Shermila Guerra Santa Cruz Orientador: Ricardo Rodrigues Ciferri

Shermila Guerra Santa Cruz Orientador: Ricardo Rodrigues Ciferri Shermila Guerra Santa Cruz Orientador: Ricardo Rodrigues Ciferri O que é computação em nuvem (CN)? Vantagens e desvantagens da computação em nuvem Serviços da computação em nuvem SaaS, IasS, PasS e DbasS

Leia mais

Neo4j Aprendendo conceitos por trás do Neo4j. Sem SQL? Apresentação. Por que grafos, por que agora? Por que grafos, por que agora?

Neo4j Aprendendo conceitos por trás do Neo4j. Sem SQL? Apresentação. Por que grafos, por que agora? Por que grafos, por que agora? Neo4j Aprendendo conceitos por trás do Neo4j Universidade Federal do Paraná - UFPR Programa de Pós-Graduação em Informática - PPGInf Oficina de Banco de Dados - CI829 Profa: Dra. Carmem Hara Aluno: Walmir

Leia mais

NoSQL no desenvolvimento de aplicações Web colaborativas

NoSQL no desenvolvimento de aplicações Web colaborativas NoSQL no desenvolvimento de aplicações Web colaborativas Bernadette Farias Lóscio (bfl@cin.ufpe.br), Hélio Rodrigues de Oliveira (hro@cin.ufpe.br), Jonas César de Sousa Pontes (jcsp@cin.ufpe.br) Resumo

Leia mais

Análise comparativa sobre bases de dados para armazenamento e consulta de dados não estruturados no formato JSON.

Análise comparativa sobre bases de dados para armazenamento e consulta de dados não estruturados no formato JSON. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA Análise comparativa sobre bases de dados para armazenamento e consulta de dados não estruturados no formato JSON. Proposta de Trabalho de Graduação

Leia mais

Bases de Dados Relacional/Objeto e NoSQL. Cristina C. Vieira Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática

Bases de Dados Relacional/Objeto e NoSQL. Cristina C. Vieira Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática Bases de Dados Relacional/Objeto e NoSQL Cristina C. Vieira Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática SGBDs Principais tarefas Gerir grandes volumes de dados Suportar acessos eficientes Garantir

Leia mais

Bancos de Dados NoSQL x SGBDs Relacionais:Análise Comparativa*

Bancos de Dados NoSQL x SGBDs Relacionais:Análise Comparativa* Bancos de Dados NoSQL x SGBDs Relacionais:Análise Comparativa* Ricardo W. Brito, Faculdade Farias Brito e Universidade de Fortaleza, ricardow@ffb.edu.br Resumo O Modelo Relacional tem sido amplamente utilizado

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS APLICADAS A EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Avaliação de Desempenho entre Bancos de Dados Relacionais e

Leia mais

MAC5855 - NoSQL. Mauricio De Diana mdediana@ime.usp.br @mdediana

MAC5855 - NoSQL. Mauricio De Diana mdediana@ime.usp.br @mdediana MAC5855 - NoSQL Mauricio De Diana mdediana@ime.usp.br @mdediana Web 2.0 Data is the Next Intel Inside Inteligência Coletiva Grande volume de dados Escala global (Internet scale services) Web 2.0 Alto grau

Leia mais

NoSQL no Desenvolvimento de Aplicações Web Colaborativas

NoSQL no Desenvolvimento de Aplicações Web Colaborativas NoSQL no Desenvolvimento de Aplicações Web Colaborativas Bernadette Farias Lóscio bfl@cin.ufpe.br Hélio Rodrigues Oliveira hro@cin.ufpe.br Jonas César de Sousa Pontes jcsp@cin.ufpe.br Objetivos do minicurso

Leia mais

NOSQL na Web 2.0: Um Estudo Comparativo de Bancos Não-Relacionais para Armazenamento de Dados na Web 2.0

NOSQL na Web 2.0: Um Estudo Comparativo de Bancos Não-Relacionais para Armazenamento de Dados na Web 2.0 NOSQL na Web 2.0: Um Estudo Comparativo de Bancos Não-Relacionais para Armazenamento de Dados na Web 2.0 Mauricio De Diana 1, Marco Aurélio Gerosa 1 1 Departmento de Ciência da Computação Universidade

Leia mais

Avaliação do desempenho de gerenciadores de bancos de dados multi modelo em aplicações com persistência poliglota

Avaliação do desempenho de gerenciadores de bancos de dados multi modelo em aplicações com persistência poliglota Avaliação do desempenho de gerenciadores de bancos de dados multi modelo em aplicações com persistência poliglota Fábio Roberto Oliveira, Luis Mariano del Val Cura Faculdade Campo Limpo Paulista (FACCAMP)

Leia mais

Abordagem NoSQL uma real alternativa

Abordagem NoSQL uma real alternativa 1 Abordagem NoSQL uma real alternativa Renato Molina Toth Universidade Federal de São Carlos Campus Sorocaba Sorocaba, São Paulo email: renatomolinat@gmail.com Abstract Nas grandes aplicações web, desktop

Leia mais

23/05/12. Computação em Nuvem. Computação em nuvem: gerenciamento de dados. Computação em Nuvem - Características principais

23/05/12. Computação em Nuvem. Computação em nuvem: gerenciamento de dados. Computação em Nuvem - Características principais Computação em Nuvem Computação em nuvem: gerenciamento de dados Computação em nuvem (Cloud Computing) é uma tendência recente de tecnologia cujo objetivo é proporcionar serviços de Tecnologia da Informação

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Ciências da Computação Sistemas Operacionais 2

Universidade Federal de Goiás Ciências da Computação Sistemas Operacionais 2 Universidade Federal de Goiás Ciências da Computação Sistemas Operacionais 2 MongoDB Diego Fraga - 083746 Gabriel Henrique - 083771 Lauro Henrique - 074259 O que é MongoDB? - MongoDB é uma ferramenta de

Leia mais

NoSQL. Arthur Azevedo Rafael Benedito

NoSQL. Arthur Azevedo Rafael Benedito NoSQL Arthur Azevedo Rafael Benedito Aviso! O que você vai ver/aprender nessa apresentação: Conceitos de banco de dados NoSQL; Taxonomia de banco de dados NoSQL; Conceitos de Banco de Dados distribuídos;

Leia mais

NoSQL: Vantagens, Desvantagens e Compromissos. Mauricio De Diana (mestrando) Marco Aurélio Gerosa (orientador)

NoSQL: Vantagens, Desvantagens e Compromissos. Mauricio De Diana (mestrando) Marco Aurélio Gerosa (orientador) NoSQL: Vantagens, Desvantagens e Compromissos Mauricio De Diana (mestrando) Marco Aurélio Gerosa (orientador) Agenda Definição de NoSQL Atributos de qualidade e trocas Modelo de dados Escalabilidade Transações

Leia mais

OBTENDO CONHECIMENTO A PARTIR DOS TWITTES PESSOAIS. FRANTZ, Miguel Airton 1 ; FROZZA, Angelo Augusto 2 Instituto Federal Catarinense, Camboriú/SC

OBTENDO CONHECIMENTO A PARTIR DOS TWITTES PESSOAIS. FRANTZ, Miguel Airton 1 ; FROZZA, Angelo Augusto 2 Instituto Federal Catarinense, Camboriú/SC OBTENDO CONHECIMENTO A PARTIR DOS TWITTES PESSOAIS FRANTZ, Miguel Airton 1 ; FROZZA, Angelo Augusto 2 Instituto Federal Catarinense, Camboriú/SC INTRODUÇÃO Com o desenvolvimento e a popularização da informática,

Leia mais

NoSQL na Web 2.0: Um Estudo Comparativo de Bancos Não-Relacionais para Armazenamento de Dados na Web 2.0

NoSQL na Web 2.0: Um Estudo Comparativo de Bancos Não-Relacionais para Armazenamento de Dados na Web 2.0 NoSQL na Web 2.0: Um Estudo Comparativo de Bancos Não-Relacionais para Armazenamento de Dados na Web 2.0 Mauricio De Diana 1, Marco Aurélio Gerosa 1 1 Department of Computer Science University of São Paulo

Leia mais

Critérios para Seleção de SGBD NoSQL: o Ponto de Vista de Especialistas com base na Literatura

Critérios para Seleção de SGBD NoSQL: o Ponto de Vista de Especialistas com base na Literatura Critérios para Seleção de SGBD NoSQL: o Ponto de Vista de Especialistas com base na Literatura Alexandre Morais de Souza 1, Edmir P. V. Prado 1 Violeta Sun 1 Marcelo Fantinato 1 1 Escola de Artes, Ciências

Leia mais

MAPEAMENTO OBJETO RELACIONAL: UM ESTUDO DE CASO

MAPEAMENTO OBJETO RELACIONAL: UM ESTUDO DE CASO MAPEAMENTO OBJETO RELACIONAL: UM ESTUDO DE CASO UTILIZANDO O HIBERNATE Rafael Laurino GUERRA, Dra. Luciana Aparecida Martinez ZAINA Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba FATEC-ID 1 RESUMO Este artigo apresenta

Leia mais

Introdução a Banco de Dados Aula 03. Prof. Silvestri www.eduardosilvestri.com.br

Introdução a Banco de Dados Aula 03. Prof. Silvestri www.eduardosilvestri.com.br Introdução a Banco de Dados Aula 03 Prof. Silvestri www.eduardosilvestri.com.br Arquiteturas de Banco de Dados Arquiteturas de BD - Introdução Atualmente, devem-se considerar alguns aspectos relevantes

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA DE COLETA E ARMAZENAMENTO DE DADOS DISPONÍVEIS EM REDES SOCIAIS

DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA DE COLETA E ARMAZENAMENTO DE DADOS DISPONÍVEIS EM REDES SOCIAIS DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA DE COLETA E ARMAZENAMENTO DE DADOS DISPONÍVEIS EM REDES SOCIAIS Bruno Edgar Führ, Evandro Franzen 1 Resumo: O crescimento da internet na última década fez dela a maior

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE BANCOS DE DADOS MÓDULO 13

ADMINISTRAÇÃO DE BANCOS DE DADOS MÓDULO 13 ADMINISTRAÇÃO DE BANCOS DE DADOS MÓDULO 13 Índice 1. Administração de SGBDs - Continuação...3 1.1. Recuperação (Recovery)... 3 1.1.1. Recuperação de sistema... Erro! Indicador não definido. 1.1.2. Recuperação

Leia mais

Observatório da Saúde

Observatório da Saúde Observatório da Saúde TICs Aplicadas em Saúde Ronan Lopes Orientador: Dárlinton Carvalho 1 INTRODUÇÃO Com o crescimento da adesão dos internautas às redes sociais, o volume de dados gerados pela interação

Leia mais

NoSQL - 2014. Edward Ribeiro

NoSQL - 2014. Edward Ribeiro NoSQL - 2014 Edward Ribeiro Edward Pesquisador independente (UnB) Professor Universitário Analista de Sistemas (Senado) Contribuidor de software livre Agenda 1. Motivação 2. Definição 3. Descrição a. Modelos

Leia mais

2. Conceitos e Arquitetura de Bancos de Dados

2. Conceitos e Arquitetura de Bancos de Dados Bancos de Dados 2. Conceitos e Arquitetura de Bancos de Dados 1 Arquitetura Moderna de SGBD SGBD antigos eram monolíticos e rígidos, voltados para funcionamento em ambientes centralizados (mainframes e

Leia mais

Análise Comparativa do Teorema CAP Entre Bancos de Dados NoSQL e Bancos de Dados Relacionais

Análise Comparativa do Teorema CAP Entre Bancos de Dados NoSQL e Bancos de Dados Relacionais FACULDADE FARIAS BRITO CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Gleidson Sobreira Leite Análise Comparativa do Teorema CAP Entre Bancos de Dados NoSQL e Bancos de Dados Relacionais Fortaleza, 2010 Gleidson Sobreira Leite

Leia mais

Universidade Vila Velha. Iago Binow, Lorran Pegoretti, Luiz Marcon e Pedro Malta

Universidade Vila Velha. Iago Binow, Lorran Pegoretti, Luiz Marcon e Pedro Malta Universidade Vila Velha Iago Binow, Lorran Pegoretti, Luiz Marcon e Pedro Malta Trabalho realizado para avaliação na disciplina de Banco de Dados II, do curso de Ciência da Computação, turno matutino,

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA SOBRE A DISPONIBILIDADE DE BANCO DE DADOS NAS NUVENS

ANÁLISE COMPARATIVA SOBRE A DISPONIBILIDADE DE BANCO DE DADOS NAS NUVENS Universidade Federal de Pernambuco Centro de Informática Graduação em Ciência da Computação ANÁLISE COMPARATIVA SOBRE A DISPONIBILIDADE DE BANCO DE DADOS NAS NUVENS Trabalho de Graduação Edson Barboza

Leia mais

NoSQL. Seminário da disciplina de Banco de Dados 2015.1. Aluno: Rodrigo Barbosa Folha. IN940 Recife-PE Julho de 2015

NoSQL. Seminário da disciplina de Banco de Dados 2015.1. Aluno: Rodrigo Barbosa Folha. IN940 Recife-PE Julho de 2015 No-SQL Seminário da disciplina de Banco de Dados 2015.1 Aluno: Rodrigo Barbosa Folha NoSQL CIn.ufpe.br IN940 Recife-PE Julho de 2015 Agenda História Evolução NoSQL Conceitos básicos Desafios e dúvidas

Leia mais

Chaves. Chaves. O modelo relacional implementa dois conhecidos conceitos de chaves, como veremos a seguir:

Chaves. Chaves. O modelo relacional implementa dois conhecidos conceitos de chaves, como veremos a seguir: Chaves 1 Chaves CONCEITO DE CHAVE: determina o conceito de item de busca, ou seja, um dado que será empregado nas consultas à base de dados. É um conceito lógico da aplicação (chave primária e chave estrangeira).

Leia mais

RECUPERANDO INFORMAÇÃO SOBRE TEXTOS PUBLICADOS NO TWITTER

RECUPERANDO INFORMAÇÃO SOBRE TEXTOS PUBLICADOS NO TWITTER RECUPERANDO INFORMAÇÃO SOBRE TEXTOS PUBLICADOS NO TWITTER Autores: Miguel Airton FRANTZ 1 ;; Angelo Augusto FROZZA 2, Reginaldo Rubens da SILVA 2. Identificação autores: 1 Bolsista de Iniciação Científica

Leia mais

E N AT O M O L I N A T O T H

E N AT O M O L I N A T O T H no:sql Not only SQL Renato Molina Toth ww.renatomolina.in R E N AT O M O L I N A T O T H O que é? O que é? Não é uma nova tecnologia, é uma nova abordagem Propõe um modelo alternativo de banco de dados

Leia mais

NoSQL: onde, como e por quê? Rodrigo Hjort rodrigo@hjort.co

NoSQL: onde, como e por quê? Rodrigo Hjort rodrigo@hjort.co NoSQL: onde, como e por quê? Rodrigo Hjort rodrigo@hjort.co Quem aqui usa banco de dados? Por que precisamos de SQL? Onde usamos SQL (i.e. ACID)? MAS... Universo digital em expansão Fonte: IDC White Paper,

Leia mais

Sumário. Administração de Banco de dados Módulo 12. Ilustração Backup-Recovery. Recuperação (Recovery) - Definição

Sumário. Administração de Banco de dados Módulo 12. Ilustração Backup-Recovery. Recuperação (Recovery) - Definição Sumário Administração de Banco de dados Módulo 12 1. Administração de SGBDs - Continuação 1.1. Recuperação (Recovery) 1.1.1. Recuperação de sistema 1.1.2. Recuperação da mídia M. Sc. Luiz Alberto lasf.bel@gmail.com

Leia mais

Grandes volumes de dados pertenciam ao domínio das aplicações científicas até há 15 anos atrás.

Grandes volumes de dados pertenciam ao domínio das aplicações científicas até há 15 anos atrás. Grandes volumes de dados pertenciam ao domínio das aplicações científicas até há 15 anos atrás. Com o crescimento exponencial das aplicações Web o volume de dados que é produzido e processado tornou-se

Leia mais

AutoNode - Um SGBD NoSQL com Suporte a Replicação Transparente

AutoNode - Um SGBD NoSQL com Suporte a Replicação Transparente IFBA / ADS - Análise e Desenvolvimento de Sistemas manuscript No. (will be inserted by the editor) AutoNode - Um SGBD NoSQL com Suporte a Replicação Transparente Norton José Dantas Pacheco Júnior Orientadora:

Leia mais

VISÃO GERAL DE BANCO DE DADOS

VISÃO GERAL DE BANCO DE DADOS Banco de Dados BD_A007 Visão Geral de Banco de Dados 02 de março de 2005 VISÃO GERAL DE BANCO DE DADOS Relação de siglas utilizadas neste trabalho: ABD: Administrador de Banco de Dados. BD: Banco de Dados.

Leia mais

Estudo Comparativo Entre Sistemas de Banco de Dados NoSQL e Relacional

Estudo Comparativo Entre Sistemas de Banco de Dados NoSQL e Relacional Universidade Federal de Pernambuco Centro de Informática Graduação em Ciência da Computação Estudo Comparativo Entre Sistemas de Banco de Dados NoSQL e Relacional Marcelo Nascimento Oliveira Proposta de

Leia mais

BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING

BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING http://www.uniriotec.br/~tanaka/tin0036 tanaka@uniriotec.br Bancos de Dados Distribuídos Conceitos e Arquitetura Vantagens das Arquiteturas C/S (em relação

Leia mais

TECNOLOGIA NoSQL: A SOLUÇÃO PARA LIDAR COM O CRESCENTE VOLUME DE DADOS

TECNOLOGIA NoSQL: A SOLUÇÃO PARA LIDAR COM O CRESCENTE VOLUME DE DADOS TECNOLOGIA NoSQL: A SOLUÇÃO PARA LIDAR COM O CRESCENTE VOLUME DE DADOS MARCOS HENRIQUE IZIDIO MONTEIRO marcoshenrique.monteiro@gmail.com UFF- Universidade Federal Fluminense RESUMO Dados a evolução tecnológica

Leia mais

TWITKNOWLEDGE - OBTENDO CONHECIMENTO A PARTIR DOS TWITTES PESSOAIS

TWITKNOWLEDGE - OBTENDO CONHECIMENTO A PARTIR DOS TWITTES PESSOAIS TWITKNOWLEDGE - OBTENDO CONHECIMENTO A PARTIR DOS TWITTES PESSOAIS Miguel Airton Frantz 1 ; Angelo Augusto Frozza 2 RESUMO A proposta básica desse projeto consiste em criar uma base de conhecimento a partir

Leia mais

Banco de Dados Orientado a Objetos

Banco de Dados Orientado a Objetos Banco de Dados Orientado a Objetos MODELAGEM, ANÁLISE, PROJETO e CLASSIFICAÇÃO Interação combinando lógica, através de objetos que contém os dados. Estes divididos conforme seus tipos e métodos (classe),

Leia mais

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS -HTML 5: ARMAZENAMENTO DE DADOS (CLIENTE) Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS -HTML 5: ARMAZENAMENTO DE DADOS (CLIENTE) Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about. PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS -HTML 5: ARMAZENAMENTO DE DADOS (CLIENTE) Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza ROTEIRO Introdução Compatibilidade Principais características

Leia mais

Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri. Banco de Dados Processamento e Otimização de Consultas

Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri. Banco de Dados Processamento e Otimização de Consultas Processamento e Otimização de Consultas Banco de Dados Motivação Consulta pode ter sua resposta computada por uma variedade de métodos (geralmente) Usuário (programador) sugere uma estratégia para achar

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Cassandra - Particionamento de Dados Sistemas Distribuídos Douglas Macedo Hugo Lourenço Sumário Introdução Conceito Anel Multíplos Data center Fatores envolvidos Arquitetura do Sistema Módulo de Particionamento

Leia mais

Sistemas de Banco de Dados

Sistemas de Banco de Dados Sistemas de Banco de Dados Gerência de Sistemas de Informação Aula 04 Por que as empresas guardam dados? Para a obtenção de informações e, logo, conhecimento O conhecimento leva à tomada de decisões Dados

Leia mais

Banco de Dados I 2007. Módulo V: Indexação em Banco de Dados. (Aulas 4) Clodis Boscarioli

Banco de Dados I 2007. Módulo V: Indexação em Banco de Dados. (Aulas 4) Clodis Boscarioli Banco de Dados I 2007 Módulo V: Indexação em Banco de Dados (Aulas 4) Clodis Boscarioli Agenda: Indexação em SQL; Vantagens e Custo dos Índices; Indexação no PostgreSQL; Dicas Práticas. Índice em SQL Sintaxe:

Leia mais

GBD PROF. ANDREZA S. AREÃO

GBD PROF. ANDREZA S. AREÃO GBD PROF. ANDREZA S. AREÃO Dado, Informação e Conhecimento DADO: Estímulos captados pelos sentidos humanos; Símbolos gráficos ou sonoros; Ocorrências registradas (em memória, papel, etc.); Indica uma situação

Leia mais

Sistemas de Cache para Web: Um Estudo de Caso Utilizando MySQL e MongoDB

Sistemas de Cache para Web: Um Estudo de Caso Utilizando MySQL e MongoDB Sistemas de Cache para Web: Um Estudo de Caso Utilizando MySQL e MongoDB Heron Y. Inouye, Luís H. C. N. Ferreira, Rafael M. Coutinho, Alexandre C. B. Ramos Departamento de Matemática e Computação - Universidade

Leia mais

Por que? A WEB está substituindo o desktop Google Gmail, Google Docs, Amazon, Flickr, Facebook, Twitter, YouTube Mudança de Paradigma:

Por que? A WEB está substituindo o desktop Google Gmail, Google Docs, Amazon, Flickr, Facebook, Twitter, YouTube Mudança de Paradigma: Por que? A WEB está substituindo o desktop Google Gmail, Google Docs, Amazon, Flickr, Facebook, Twitter, YouTube Mudança de Paradigma: Amazon Web Services Windows Azure Platform Google App Engine Evolução

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS Aluno: Luiza Cavalcanti Marques Orientador: Silvio Hamacher Introdução A modelagem e a utilização de bancos de dados em atividades gerenciais têm sofrido um aumento significativo

Leia mais

ALTO DESEMPENHO UTILIZANDO FRAMEWORK HIBERNATE E PADRÃO JAVA PERSISTENCE API

ALTO DESEMPENHO UTILIZANDO FRAMEWORK HIBERNATE E PADRÃO JAVA PERSISTENCE API ALTO DESEMPENHO UTILIZANDO FRAMEWORK HIBERNATE E PADRÃO JAVA PERSISTENCE API Tiago Henrique Gomes da Silva Balduino 1, Ricardo Ribeiro Rufino 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil tiagobalduino77@gmail.com

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA DE COLETA E ARMAZENAMENTO DE DADOS PARA BIG DATA

DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA DE COLETA E ARMAZENAMENTO DE DADOS PARA BIG DATA CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA DE COLETA E ARMAZENAMENTO DE DADOS PARA BIG DATA Bruno Edgar Fuhr Lajeado, novembro de 2014. Bruno Edgar

Leia mais

MC536 Bancos de Dados: Teoria e Prática

MC536 Bancos de Dados: Teoria e Prática Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Instituto de Computação - IC MC536 Bancos de Dados: Teoria e Prática Aula #1 Arquitetura de Banco de Dados Profs. Anderson Rocha e André Santanchè Campinas,

Leia mais

Arquitetura de Banco de Dados

Arquitetura de Banco de Dados Arquitetura de Banco de Dados Daniela Barreiro Claro MAT A60 DCC/IM/UFBA Arquitetura de Banco de dados Final de 1972, ANSI/X3/SPARC estabeleceram o relatório final do STUDY GROUP Objetivos do Study Group

Leia mais

2 METODOLOGIA DA PESQUISA

2 METODOLOGIA DA PESQUISA 2 METODOLOGIA DA PESQUISA A pesquisa, como toda atividade racional e sistemática, exige que as ações desenvolvidas ao longo de seu processo sejam efetivamente planejadas. Para Gil (1991), o conhecimento

Leia mais

Scalability of replicated metadata services in distributed file systems

Scalability of replicated metadata services in distributed file systems Scalability of replicated metadata services in distributed file systems Dimokritos Stamatakis, Nikos Tsikoudis Ourania Smyrnaki, Kostas Magoutis 2012 Wendel Muniz de Oliveira 22 de Abril 2015 Roteiro Contexto

Leia mais

Universidade Federal Rural de Pernambuco Departamento de Estatística e Informática

Universidade Federal Rural de Pernambuco Departamento de Estatística e Informática Universidade Federal Rural de Pernambuco Departamento de Estatística e Informática Análise de desempenho de Banco de Dados Relacionais e Não Relacionais em dados genômicos Juccelino Rodrigues Alves de

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA DIRETORIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, PESQUISA E EXTENSÃO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA DIRETORIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, PESQUISA E EXTENSÃO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA DIRETORIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, PESQUISA E EXTENSÃO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE NoSQL Banco de Dados Não Relacional ALUNO: Heitor Oliveira Silva PROFESSOR ORIENTADOR:

Leia mais

2 Sistemas de recomendação

2 Sistemas de recomendação 14 2 Sistemas de recomendação 2.1. Introdução É comum fazer escolhas sem uma experiência pessoal suficiente sobre as alternativas que estão disponíveis (que músicas ouvir, que livros comprar, etc.). Os

Leia mais

PROJETO DE BANCO DE DADOS -INTRODUÇÃO. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

PROJETO DE BANCO DE DADOS -INTRODUÇÃO. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza 1 PROJETO DE BANCO DE DADOS -INTRODUÇÃO Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza FUNDAMENTOS Dados Representação de fatos, conceitos ou instruções de maneira formalizada; Informação

Leia mais

BusInRio: Explorando Dados Abertos de Transporte Público do Município do Rio de Janeiro

BusInRio: Explorando Dados Abertos de Transporte Público do Município do Rio de Janeiro BusInRio: Explorando Dados Abertos de Transporte Público do Município do Rio de Janeiro Luan Soares Andrade 1, Sérgio Manuel Serra da Cruz 1,2 1 Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - Programa

Leia mais

Titulo do projeto: O USO DAS REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTA DE MARKETING DE VAREJO E INSTITUCIONAL NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

Titulo do projeto: O USO DAS REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTA DE MARKETING DE VAREJO E INSTITUCIONAL NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS IMESB NÚCLEO DE ETENSÃO E PESQUISA (NUPES) Identificação da Faculdade: IMESB Titulo do projeto: O USO DAS REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTA DE MARKETING DE VAREJO E INSTITUCIONAL NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

Leia mais

Programação com acesso a BD. Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br

Programação com acesso a BD. Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Programação com acesso a BD Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br 1 Introdução BD desempenha papel crítico em todas as áreas em que computadores são utilizados: Banco: Depositar ou retirar

Leia mais

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com Última atualização: 20.03.2013 Conceitos Banco de dados distribuídos pode ser entendido como uma coleção de múltiplos bds

Leia mais

Serviços Web: Arquitetura

Serviços Web: Arquitetura Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS -HTML 5: ARMAZENAMENTO DE DADOS (CLIENTE) Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS -HTML 5: ARMAZENAMENTO DE DADOS (CLIENTE) Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about. PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS -HTML 5: ARMAZENAMENTO DE DADOS (CLIENTE) Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza ROTEIRO Introdução Compatibilidade Principais características

Leia mais

INTRODUÇÃO À MINERAÇÃO DE DADOS. Luis Paulo Vieira Braga. 1. Introdução. 2. KDD e mineração de dados. 3. Bancos de dados para mineração de dados

INTRODUÇÃO À MINERAÇÃO DE DADOS. Luis Paulo Vieira Braga. 1. Introdução. 2. KDD e mineração de dados. 3. Bancos de dados para mineração de dados INTRODUÇÃO À MINERAÇÃO DE DADOS Luis Paulo Vieira Braga 1. Introdução 2. KDD e mineração de dados 3. Bancos de dados para mineração de dados 4. A construção de modelos no processo KDD/DM 5. Tratamento

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM REPOSITÓRIO DE DADOS DO FUTEBOL BRASILEIRO

DESENVOLVIMENTO DE UM REPOSITÓRIO DE DADOS DO FUTEBOL BRASILEIRO Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas - ICEB Departamento de Computação - DECOM DESENVOLVIMENTO DE UM REPOSITÓRIO DE DADOS DO FUTEBOL BRASILEIRO Aluno: Rafael

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Prof. M.Sc. Diego Fernandes Emiliano Silva diego.femiliano@gmail.com Agenda Banco de dados Gerenciamento de banco de dados Sistemas de gerenciamento de banco de dados Como usar banco

Leia mais

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS REFLEXÕES PEDAGÓGICAS A forma como trabalhamos, colaboramos e nos comunicamos está evoluindo à medida que as fronteiras entre os povos se tornam mais diluídas e a globalização aumenta. Essa tendência está

Leia mais

c. Técnica de Estrutura de Controle Teste do Caminho Básico

c. Técnica de Estrutura de Controle Teste do Caminho Básico 1) Defina: a. Fluxo de controle A análise de fluxo de controle é a técnica estática em que o fluxo de controle através de um programa é analisado, quer com um gráfico, quer com uma ferramenta de fluxo

Leia mais

Revista hospedada em: http://www.periodicosibepes.org.br Forma de avaliação: double blind review

Revista hospedada em: http://www.periodicosibepes.org.br Forma de avaliação: double blind review Revista hospedada em: http://www.periodicosibepes.org.br Forma de avaliação: double blind review Esta revista é (e sempre foi) eletrônica para ajudar a proteger o meio ambiente, mas, caso deseje imprimir

Leia mais

DIFERENÇAS NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES WEB COM BD TRADICIONAL E BD NOSQL MONGODB

DIFERENÇAS NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES WEB COM BD TRADICIONAL E BD NOSQL MONGODB DIFERENÇAS NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES WEB COM BD TRADICIONAL E BD NOSQL MONGODB Nicolas Ignacio RYBERG 1.2 ; Angelo Augusto FROZZA 3 ; Daniel de Andrade VARELA 3 Identificação autores: 1 Bolsista

Leia mais

AULA 16 - Sistema de Arquivos

AULA 16 - Sistema de Arquivos AULA 16 - Sistema de Arquivos Arquivos podem ser vistos como recipientes que contêm dados ou como um grupo de registros correlatos. Os arquivos armazenam informações que serão utilizadas, em geral, por

Leia mais

Análise de Links. Danilo Carlos Gouveia de Lucena Davi Hirafuji Neiva Telmo de Menezes e Silva Filho. CIn.ufpe.br

Análise de Links. Danilo Carlos Gouveia de Lucena Davi Hirafuji Neiva Telmo de Menezes e Silva Filho. CIn.ufpe.br Análise de Links Danilo Carlos Gouveia de Lucena Davi Hirafuji Neiva Telmo de Menezes e Silva Filho Roteiro Conceito Entender o porquê Métodos básicos Page rank HITS Aplicações Classificação coletiva de

Leia mais

Capítulo 11: Implementação de Sistemas de Arquivos. Operating System Concepts 8 th Edition

Capítulo 11: Implementação de Sistemas de Arquivos. Operating System Concepts 8 th Edition Capítulo 11: Implementação de Sistemas de Arquivos Silberschatz, Galvin and Gagne 2009 Sobre a apresentação (About the slides) Os slides e figuras dessa apresentação foram criados por Silberschatz, Galvin

Leia mais

Thiago Hernandes de Souza

Thiago Hernandes de Souza Thiago Hernandes de Souza SQL Avançado e Teoria Relacional Copyright Editora Ciência Moderna Ltda., 2013 Todos os direitos para a língua portuguesa reservados pela EDITORA CIÊNCIA MODERNA LTDA. De acordo

Leia mais

CONSIDERAÇÕES INICIAIS ACERCA DOS ESTUDOS REALIZADOS PELO SUBPROJETO PIBID DO CURSO DE LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO DO MUNICÍ- PIO DE ALTO ARAGUAIA-MT

CONSIDERAÇÕES INICIAIS ACERCA DOS ESTUDOS REALIZADOS PELO SUBPROJETO PIBID DO CURSO DE LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO DO MUNICÍ- PIO DE ALTO ARAGUAIA-MT CONSIDERAÇÕES INICIAIS ACERCA DOS ESTUDOS REALIZADOS PELO SUBPROJETO PIBID DO CURSO DE LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO DO MUNICÍ- PIO DE ALTO ARAGUAIA-MT Ellen Regina Moraes Bispo, Edinéia Guimarães Nunes e

Leia mais

Unidade 8: Padrão MVC e DAO Prof. Daniel Caetano

Unidade 8: Padrão MVC e DAO Prof. Daniel Caetano Programação Servidor para Sistemas Web 1 Unidade 8: Padrão MVC e DAO Prof. Daniel Caetano Objetivo: Apresentar a teoria por trás dos padrões na construção de aplicações Web. INTRODUÇÃO Nas aulas anteriores

Leia mais

Desenvolvimento de um sistema web para a divulgação das empresas da cidade de São Sebastião do Paraíso - MG

Desenvolvimento de um sistema web para a divulgação das empresas da cidade de São Sebastião do Paraíso - MG Desenvolvimento de um sistema web para a divulgação das empresas da cidade de São Sebastião do Paraíso - MG Henrique de Oliveira Graduando em Sistemas de Informação Fernando Roberto Proença Mestre em Ciência

Leia mais

Modelos de Armazenamento de dados. Prof. Guilherme Tomaschewski Netto guilherme.netto@gmail.com

Modelos de Armazenamento de dados. Prof. Guilherme Tomaschewski Netto guilherme.netto@gmail.com Modelos de Armazenamento de dados Prof. Guilherme Tomaschewski Netto guilherme.netto@gmail.com Legendas! Nesta apresentação serão utilizadas algumas legendas: Indica uma referência, para quem ficou curioso

Leia mais

O Que é Internet? Internet - é a maior interconexão de redes de computadores que permite a estes conexão e comunicação direta;

O Que é Internet? Internet - é a maior interconexão de redes de computadores que permite a estes conexão e comunicação direta; Internet O Que é Internet? Uma rede de computadores consiste de dois ou mais computadores ligados entre si e compartilhando dados, impressoras, trocando mensagens (e-mails), etc; Internet - é a maior interconexão

Leia mais

Modelagem de Dados UNIDADE DE REVISÃO E RECUPERAÇÃO

Modelagem de Dados UNIDADE DE REVISÃO E RECUPERAÇÃO Modelagem de Dados UNIDADE DE REVISÃO E RECUPERAÇÃO Organizamos esta unidade para orientá-lo na revisão dos conteúdos trabalhados ao longo da disciplina. Siga as orientações desta apresentação, reveja

Leia mais

Capítulo 3. Redes Sociais 24

Capítulo 3. Redes Sociais 24 3 Redes Sociais No contexto da Internet, redes sociais podem ser definidas como locais (sites) em que pessoas se conectam umas às outras através de laços sociais baseados em afinidades, interesses em comum

Leia mais

implementação Nuno Ferreira Neves Faculdade de Ciências de Universidade de Lisboa Fernando Ramos, Nuno Neves, Sistemas Operativos, 2014 2015

implementação Nuno Ferreira Neves Faculdade de Ciências de Universidade de Lisboa Fernando Ramos, Nuno Neves, Sistemas Operativos, 2014 2015 Sistemas de ficheiros: implementação Nuno Ferreira Neves Faculdade de Ciências de Universidade de Lisboa Objetivos da aula Descrever algunsdetalhes daimplementação deumsistema de ficheiros Discutir algoritmos

Leia mais

SGBD x Disponibilidade

SGBD x Disponibilidade SGBD x Disponibilidade Objetivo Escopo Motivação Conceitos básicos Disponibilidade Redundância de software Redundância de hardware 1 Objetivo: Objetivo Discutir tecnologias e práticas operacionais utilizadas

Leia mais