Inteligência em Gestão de Redes e Serviços

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1 Inteligência em Gestão de Redes e Serviços Gestão de Redes e Serviços Motivação Heterogeneidade e complexidade das redes e serviços Requisitos de diferentes participantes Eixos e pirâmide da gestão Diferentes níveis de responsabilidade Diferentes eixos e áreas de gestão (FCAPS) Arquitecturas de sistemas de gestão Arquitectura de Gestão OSI Arquitectura de Gestão do IETF (SNMP, SMI e MIB) Telecommunications Manegement Network (TMN) Telecommunications Information Networking Architecture (TINA)

2 Caracterização das redes e serviços Tecnologias: ATM RDIS LANs Wireless LANs IP GSM UMTS Equipamentos PCs Telefones fixos Telefones móveis Routers Bridges Comutadores Servidores Serviços Voz Dados Imagem Áudio Vídeo Aplicações Telefonia FTP Acesso Web Vídeo-conferência Conclusão (recordar): Diversidade Complexidade Interligação Tipo de rede VPNs Redes Empresariais WANs MANs LANs Voz Tipo de Informação Dados Multimédia

3 Requisitos de evolução Maior Largura de Banda Maior volume de tráfego e mais diversificado Número de utilizadores em expansão Capacidade de interligação Coexistência de diferentes tecnologias de rede Protocolos de transporte normalizados Diversificação da oferta de serviços Integração de voz, dados e serviços associados Serviços acessíveis globalmente: interfaces de acesso, espaços de nomes, de endereços e directórios uniformes Introdução de mecanismos de segurança Acesso à Internet, a redes públicas, ou outras redes de outras Organizações Introdução de mecanismos de mobilidade Livre movimentação dos utilizadores possível pela introdução do wireless Introdução de mecanismos de qualidade de serviço Partilha de voz, dados e vídeo só é possível se a rede suportar QoS

4 Que gestão? No futuro como gerir? (opções) Não gerir Gerir isoladamente Gerir de uma forma integrada O que é a Gestão? É uma forma de assegurar a correcta e eficiente operação dum sistema, com os seus recursos, de acordo com objectivos globais. Recordar: Os objectivos são na generalidade económicos! Na Gestão Integrada os recursos a gerir englobam a Rede, os Serviços e as Aplicações. Necessidade de decompor os problemas, existência de várias perspectivas sobre o mesmo aspecto.

5 Estruturação da gestão em níveis: Modelo de responsabilidade ou Pirâmide da gestão Os diferentes aspectos/áreas da gestão podem ser vistos de perspectivas diferentes de acordo com diferentes níveis de responsabilidade Origem na British Telecom, deu origem posteriormente ao Telecommunications Management Network - TMN O que se deve fazer Negócio Serviço Rede Elementos de rede Investimento, Mercado, Contratos Oferta de serviço com qualidade Interligação de componentes Componentes individuais O que se pode fazer Grau de abstracção: funções de um nível assumem a realização das tarefas do nível inferior ITU-T, 1996, "M.3010 Principles for a telecommunications management network"

6 Modelo do ciclo de vida da gestão: fases O processo de gestão de redes e serviços é um processo: Composto por fases/estados Planeamento Instalação Operação Alteração Alteração Planeamento Instalação Iterativo Possuí um ciclo de vida Operação

7 Áreas funcionais da gestão em telecomunicações Objectivos: classificação das diferentes tarefas de gestão Origem: arquitectura de gestão do OSI Nota: está longe de ser indiscutível Áreas Funcionais Configuração Faltas Desempenho Segurança Contabilidade e administração de utilizadores Faults, Configuration, Accounting, Performance, Security (FCAPS) ITU-T, 1997, "M.3400 TMN management functions"

8 Gestão de Configuração: Centrada nos recursos (físicos, ex. equipamento de rede, processadores; e lógicos, ex., módulo SW, base de dados) e suas características Objectivos: Descrição de um sistema distribuído baseada na localização dos seus recursos. Processo de configuração de um sistema distribuído. Resultado de um processo de configuração. Funções associadas: Activação de parâmetros. Definição de valores de limiar. Activação de filtros. Alocação de nomes a objectos geridos. Carregamento de dados de configuração. Fornecimento de documentação sobre alterações de configuração. Realização de alterações de configuração.

9 Gestão de Faltas* (fault): Objectivos: Detecção, isolamento e resolução de situações de funcionamento anormal num sistema distribuído. Funções associadas: Monitorização da rede e do estado do sistema. Vigilância de alarmes. Diagnóstico de faltas. Resolução de falhas. Realização de testes de diagnóstico. Operação de sistemas de Gestão de Problemas (Trouble Ticket). Assistência ao cliente (User Help Desk). * Falta: desvio que as operações dos sistemas apresentam face aos objectivos funcionais, operacionais, ou de serviço. Diferente de falha.

10 Gestão de Desempenho: Objectivos: Assegurar que uma rede ou um sistema distribuído opera de forma a satisfazer objectivos de desempenho (Qualidade de Serviço). Definido na interface entre o cliente e o prestador de serviço Intimamente ligado com o estabelecimento e cumprimento de Acordos de Nível de Serviço (Service Level Agreement SLA) Funções associadas: Estabelecimento de métricas e de parâmetros de QoS. Monitorização de recursos. Realização de medidas e avaliação de tendências, que permitam antever falhas. Manutenção e análise de logs com o histórico do estado do sistema. Processamento de dados e compilação de relatórios de desempenho. Planeamento do desempenho e da capacidade do sistema.

11 Gestão de Contabilidade e Administração de utilizadores: Objectivos: Administração de nomes e de endereços Gestão de contas de utilizador. Funções associadas: Serviço de directório. Autorização de acesso/utilização de recursos. Identificação dos custos de utilizador. Tarifação. Facturação das contas do utilizador.

12 Gestão de Segurança: Objectivos: Gestão da segurança dos sistema distribuídos. Detectar, prevenir e resolver problemas relacionados com a violação de segurança*. Funções associadas: Monitorização e detecção de violações de segurança. Definição de políticas de segurança. (ex., alteração periódica das palavras de passe) Verificação de identidade (autenticação). Controlo de acessos. Garantia de confidencialidade (criptografia). Integridade dos dados. Relatórios de estado de segurança e de violações de segurança. * Violação de segurança: acções que deliberadamente prejudicam o funcionamento do sistema

13 Conclusão: eixos da gestão Tipo de rede VPNs Redes Empresariais WANs MANs LANs Elementos de Rede Rede Serviço Negócio Nível Áreas Funcionais Configuração Desempenho Falhas Segurança Estádios Taxação Instalação OperaçãoAlteração Planeamento Voz Dados Multimédia Tipo de Informação

14 Arquitectura de um sistema de gestão Quais os componentes do processo? Quem gere? O gestor (um humano) O que se gere? A rede Como se gere? Através de um sistema de gestão Quais os intervenientes do processo? O Gestor: conjunto de programas de aplicação que centralizam a informação de gestão (Entidades Gestoras) e fazem a interface com o Operador de Rede (Aplicação de Gestão) O Agente: programa responsável pela recolha e processamento local da informação de gestão de cada recurso a gerir. A MIB: repositório de informação de gestão, que contém um conjunto de Objectos Geridos (OG), que representam um Recurso Gerido (ou conjunto de recursos) na perspectiva de gestão (ex., equipamento, programas). O Transporte de Informação: protocolo de comunicação e serviços necessários à transferência de informação de gestão, entre o Gestor e os Agentes associados.

15 Componentes dum sistema de gestão Comandos Respostas ou Alarmes Protocolo de Gestão Gestor Sistema De Gestão MIB Agente Rede

16 Modelo Gestor-Agente Interface Utilizador (Interface Homem-Máquina) Operador Aplicação de Rede ou de Aplicação Gestão / de Operador Gestão Entidade Gestora (Gestor) Entidade Gestora Gestor Interface Gestor-Agente Comandos Protocolo de Gestão Respostas ou Eventos MIB Entidade Entidade Gerida / Agente (Agente) Interface de acesso à MIB Mapeamento local Recursos Geridos Objecto Gerido (OG)

17 Arquitectura de um sistema de gestão As funcionalidades do sistema: Monitorização: Observar e analisar o estado do sistema em rede. Gestão de Falhas, Desempenho e Contabilidade. Controlo: Modificar parâmetros e executar acções. Gestão de Configuração e Segurança. Tipo de Informação transferida: Estática: Caracteriza a configuração actual do sistema gerido. Dinâmica: Caracteriza o estado dos elementos de rede e contém informação sobre acontecimentos que tenham sido detectados. Estatística: Caracteriza o sistema ao longo do tempo, efectuando medidas agregadas a partir da informação dinâmica. Modo de transferência de informação: Polling: Sequência periódica de Comandos (Gestor) e Respostas (Agente). Reporte de Eventos: Agente toma a iniciativa de enviar uma mensagem ao Gestor

18 Arquitectura(s) de gestão IETF As arquitecturas definidas pelo IETF para a gestão de redes assentes no protocolo IP, possuem a seguinte característica geral: simplicidade Motivações para a gestão na Internet O crescimento da Internet em número e diversidade Alguma da evolução histórica : ICMP- Internet Control Message Protocol Protocolo mais de monitorização que propriamente gestão 1987: SGMP (Simple Gateway Monitoring Protocol) Monitorização de Gateways HMP (Host Monitoring Protocol) Monitorização de estações terminais (hosts) HEMS (High-level Entity Management System) Generalização do HMP 1990: SNMP- Simple Network Management Protocol Versão melhorada do SGMP 1990: CMOT- CMIP Over TCP/IP Adaptação do CMIP para a pilha protocolar TCP/IP SNMPv2 Simple Network Management Protocol Version 2 SNMPv3 Simple Network Management Protocol Version 3

19 Modelo de Organização IETF para gestão Características: Arquitectura Cliente-Servidor. Gestor contém as aplicações de gestão e faz a interface com o utilizador. Agente é responsável por um conjunto de recursos geridos. O Gestor pode monitorizar ou controlar os recursos através de Agentes, mantendo uma base de dados com a informação relevante sobre a rede O Agente estrutura a informação de gestão numa MIB. (MIB - Modelo de Informação) RFC 1157 Simple Network Management Protocol SNMP define o protocolo usado para gerir os objectos. (SNMP - Modelo de Comunicação) Gestor Gestor SNMP SNMP SNMP SNMP Ex: Servidor Agente MIB Ex: Router Agente MIB Agente MIB Ex: PC

20 Modelo de Informação IETF para gestão Características: Os objectos da MIB são definidos de acordo com a SIB (sintaxe e semântica) Cada objecto da MIB é um objecto escalar (tabelas definidas à custa de escalares), pelo que não há os conceitos de classes, herança, encapsulamento, As MIBs Internet definem a estrutura, o significado e a identificação dos recursos que podem fazer parte da MIB dum Agente para a Internet. A MIB dum Agente contém apenas os tipos dos objectos geridos que podem ser instanciados nos equipamentos que gere. A Identificação de objectos é efectuada através da Árvore de Registo Internet (ARI) RFC 1155 Structure and Identification of Management Information for TCP/IPbased networks SMI: descreve como os objectos contidos na MIB são definidos RFC 1213 Management Information Base for Network Management of TCP-IP based Internets MIB-II: descreve os objectos de gestão contidos na MIB possibilidade adição de sub-árvores: RFC 1212 Concise MIB Definition definição do formato para a produção de módulos MIB Exemplos: RFC 1643 Definition of managed Objects for Ethernet-like Interface Types RFC Remote Network Monitoring Management Information Base

21 Modelo de Informação IETF para gestão Definição e utilização de MIBs proprietárias: Possibilitam gerir aspectos específicos dos produtos Possibilidade de registar os objectos proprietários na ARI de forma não ambígua Problema: Um gestor não é capaz de gerir o que não conhece Sintaxe (pode ser resolvido) Procedimento: 1. O Agente desenvolve uma descrição textual e uma descrição formal da MIB proprietária 2. O Gestor carrega e compila a descrição forma a incluí-la na sua biblioteca Diferentes Modelos de Informação nas diferentes versões do SNMP dificultam esta operação. Semântica (de difícil resolução) Algumas estratégias relacionadas com web ervices ontologias

22 Modelo de Informação: Árvore de Registo na Internet root itu-t (0) iso (1) join iso/itu-t (2) Árvore apenas de Registo Não existe o conceito de herança org (3) dod (6) internet (1) dir- (1) mgmt (2) exper. (3) priv.(4) mib -2 (1) ATM (41) X.25 (44) MIBs privadas/proprietárias recursos nós (36) iso.org.dod.internet,mgmt.mib-2 empresas (1) (tipo OBJECT-IDENTIFIER do ASN.1) IBM (2) HP (11)

23 Modelo de informação: exemplo de ramo da ARI mib Objecto Escalar ip Tabela iplnreceives iproutetable iprouteentry iproutedest iproutenexthop

24 Modelo de informação: exemplo de objecto MIB Acessos internos Gestor mib- 2 MIB SNMP Agente ip Grupo Counter Value iplnreceives 25 iplnreceives iproutetable Tabela iproutedest iproutenexthop iproutedest iprouteentry Linha iproutenexthop Variável MIB do Agente Instância = tipo de objecto + valor

25 Modelo de informação: definição de objectos escalares (SMIv1) MACRO OBJECT-TYPE: Nome e Identificador Sintaxe Tipo de acesso Estado Descrição informal Localização do ramo na ARI ipinreceives OBJECT TYPE SYNTAX Counter ACCESS read-only STATUS mandatory DESCRIPTION The total number of input datagrams received from interfaces. ::= {ip 3}

26 Modelo de informação: Sintaxe dos Objectos Sintaxe dos objectos no SMI (RFC 1155): tipos de dados pré-definidos Independentes da aplicação: Tipos primitivos INTEGER OCTECT STRING OBJECT IDENTIFIER NULL Construtores SEQUENCE SEQUENCE OF Dependentes da aplicação: Network Address IpAddress Time tick Gauge Counter Opaque Time tick Gauge Counter Opaque tempo em centésimos de segundo contador up-down de 32 bits, números positivos, que bloqueia quando atinge o valor máximo, até que seja feito o reset. contador circular de 32 bits, números positivos transferência de qualquer tipo de dados

27 Modelo de informação: definição de tabelas (SMIv1) Modelo de Informação SMI suporta apenas tabelas bidimensionais. As entradas da tabela são objectos escalares. A definição de tabelas envolve : a utilização dos construtores SEQUENCE e SEQUENCE-OF a utilização dum novo campo na macro OBJECT-TYPE: o campo INDEX-PART

28 Modelo de informação: exemplo de definição de tabelas (iproute) iproutetable OBJECT-TYPE SYNTAX SEQUENCE OF IpRouteEntry ACCESS not-accessible STATUS mandatory DESCRIPTION <<Tabela de encaminhamento IP>> ::= { ip 21} IpRouteEntry OBJECT-TYPE SYNTAX IpRouteEntry ACCESS not-accessible STATUS mandatory DESCRIPTION <<Rota para um dado destino>> INDEX {iproutedest } ::= { iproutetable 1} iproutedest OBJECT-TYPE SYNTAX IpAddress ACCESS read-write STATUS mandatory DESCRIPTION <<Endereço de destino da rota>> ::= {iprouteentry 1} iproutenexthop OBJECT-TYPE SYNTAX IpAddress ACCESS read-write STATUS mandatory DESCRIPTION <<Endereço seguinte da rota>> ::= {iprouteentry 7} IpRouteEntry ::= SEQUENCE { iproutedest IpAddress,... iproutenexthop IpAddres,.. }

29 Modelo de informação: codificação da informação Mapeamento Local Mapeamento Local MIB Componente de Aplicação Regras de Codificação Sintaxe Abstracta (ASN.1) Componente de Aplicação Regras de Codificação MIB Componente de transferência de dados Sintaxe de Transferência (SNMP) Componente de transferência de dados

30 Modelo de informação: conclusões Simplicidade de conceitos Modelo de Informação orientado a tipos de dados. - Objectos Geridos são folhas da ARI. - Acesso a OGs através do Identificador do Objecto na ARI. Desenvolvimento rápido de produtos Modelo não orientado-a-objectos: - não há reutilização - não há herança. Estrutura da ARI: - não há inclusão - elevado nº de MIBs - informação relacionada em várias sub-árvores

31 Modelo de comunicação: SNMP RFC 1157 Simple Network Management Protocol SNMP (Versão 1) RFC 3416 Simple Network Management Protocol SNMP (Versão 2) Aplicação de Gestão Recursos geridos GetRequest GetNextRequest SetRequest Response GetBulkRequest Trap Aplicação gere os objectos GetRequest Objectos SNMP GetNextRequest SetRequest Response GetBulkRequest Trap Gestor SNMP UDP IP Protocolos dependentes da rede GESTOR Mensagens (PDU) SNMP REDE Agente SNMP (deamon) UDP IP Protocolos dependentes da rede AGENTE

32 Modelo de comunicação: SNMPv1 Formato das mensagens Version Number Community String PDU-SNMP ou Trap-PDU PDUs: GetRequest, GetNextRequest, Response PDU Type Request ID Error Status Error Index Variable bindings PDU: Trap Trap Entre prise Agent Address Generic Trap Specific Trap Time Stamp Variable bindings Variable binding name1:value1 name2:value2... namen:valuen

33 Modelo de comunicação: SNMPv2 Formato das mensagens Version Number Community String PDU-SNMP ou Trap-PDU PDUs: GetRequest, GetNextRequest, GetBulkRequest, Response PDU Type PDU: Trap Request ID Error Status Error Index Variable bindings Trap Entre prise Agent Address Generic Trap Specific Trap Time Stamp Variable bindings Variable binding name1:value1 name2:value2... namen:valuen

34 Modelo de comunicação: manipulação de objectos escalares Counter Value iplnreceives 25 Leitura GetRequest (ipinreceives.0) Response (ipinreceives.0 = 25) OctectString ifadminstatus Value Testing SetRequest (ifadminstatus.0 = Testing ) Response (ifadminstatus.0 = Testing ) Escrita Quando se obtêm sucesso o valor de Response é o mesmo que o colocado em SetRequest

35 Modelo de comunicação: monitorização (leitura) de tabelas iproutedest iproutenexthop INDEX Leitur a tabela GetRequest (iproutedest , iproutenexthop ) Response ((iproutedest = ), (iproutenexthop = ))

36 Modelo de comunicação: monitorização (leitura) de tabelas (2) iproutedest iproutenexthop Leitur a tabela GetNextRequest (iproutedest, iproutenexthop) Response ((iproutedest = ), (iproutenexthop = )) GetNextRequest (iproutedest , iproutenexthop ) Response ((iproutedest = ), (iproutenexthop = )) GetNextRequest (iproutedest , iproutenexthop ) Response ((iproutenexthop = ), (ipnettomediaifindex.1.3 =1))

37 Modelo de comunicação: leitura de blocos de dados (SNMPv2) getbulkrequest permite a transferência de grandes volumes de informação, o gestor pode indicar quantos objectos do mesmo tipo (linhas) pretende receber. iplnreceives 25 iproutedest iproutenexthop GetBulkRequest (non-repeaters=1, max-repeats=2, ipinreceives, iproutedest, iproutenexthop) Response((ipInReceives.0 = 25), (iproutedest = ), (iproutenexthop = )) (iproutedest = ), (iproutenexthop = ))

38 Modelo de comunicação: controlo - inserção de linhas em tabelas Inserção de linha iproutedest iproutenexthop SetRequest ((iproutedest = ), (iproutenexthop = )) Response((ipRouteDest = ), (iproutenexthop = ))

39 SNMPv1: Mecanismos de segurança Agente G es t o r Definida no Agente Identificação através de nome Engloba: Autenticação Controlo de acesso Característica do proxy Agente Agente Comunidade G es t o r Autenticação: garantir a proveniência correcta nome da comunidade Controlo de acesso: diferenciar o acesso à MIB Perfil da comunidade - visão da MIB (objectos visíveis) - modo de acesso a cada elemento Características do proxy de cada dispositivo visão da MIB e modo de acesso

40 Modelo de comunicação: conclusões Operações simples Desenvolvimento produtos:rápido, realizável em recursos simples Divulgação generalizada Autenticação trivial Ineficiência na transmissão de grandes volumes de informação Informação tem de ser sempre requisitada pelo Gestor Eventos assíncronos pré-definidos e em nº limitado Suporte em UDP

41 Avaliação e necessidade de evolução do SNMP Características (resumo): Modelo Organização: Arquitectura Gestor-Agente Transferencia de Informação por polling Modelo Informação: Informação de Gestão organizada em MIBs A MIB contém variáveis simples (mesmo as tabelas) e não objectos Modelo Comunicação: Protocolo de gestão SNMP a correr sobre UDP + : Simplicidade Aceitação pelos fabricantes Possibilidade de MIBs proprietárias - (i.e., problemas): Dimensão da rede Volume da informação Segurança Melhorar o SNMP ou Evoluir para o CMOT

42 Possibilidades de evolução do SNMP Características evoluir para CMOT (ao tempo da decisão): Normas OSI ainda em desenvolvimento Falta de produtos de gestão OSI no mercado Modelo de informação SNMP é incompatível com a Gestão OSI Características melhorar SNMP : SNMP Seguro: resolve os problemas de segurança SMP: Facilitar a transferência de informação entre recursos arbitrários Transferência de Informação em bloco Compatibilidade (backward) com SMNP Mecanismos de segurança de SNMP seguro

43 Melhoria do SNMP (Versões 2 e 3) Características SNMPv2 1993: SNMPv2 A elevada aceitação do SNMPv1 condicionou o SNMPv2 Os mecanismos de segurança propostos eram demasiado complexos 1994/95: o SNMPv2 é revisto: As tentativas de simplificação dos mecanismos de segurança são abandonados por falta de consenso. Surgem duas versões: SNMPv2p: com segurança SNMPv2c: sem segurança Características SNMPv3 Compatibilização com as versões anteriores Novos mecanismos de segurança

44 SNMP versão 2: Modificações Modificações ao Modelo de Informação: Novos Grupos na Árvore de Registo Internet Inserção de novos objectos em grupos da MIB-II Conceitos fundamentais: Definição de objectos, Tabelas conceptuais, Definição de notificações, Módulos de Informação Modelo de Comunicação: Já presentes no SNMPv1, mas melhorada a eficiência Comunicação Gestor Agente de tipo pedido-resposta Respostas em massa, operações GetRequest não-atómicas Comunicação Agente Gestor (não confirmada) Novo no SNMPv2 Comunicação Gestor Gestor do tipo pedido-resposta Modificações ao nível da segurança, embora não tenham sido totalmente normalizados devido à falta de consenso

45 SNMP versão 2: Novos grupos na ARI root itu-t (0) iso (1) join iso/itu-t (2) org (3) dod (6) internet (1) dir- (1) mgmt (2) exper. (3) priv.(4) security.(5) snmpv2 (6) mail (7) mib -2 (1) ATM (41) X.25 (44) domínios(1) proxys (2) módulos (3) recursos nós (36) empresas (1) IBM (2) HP (11) snmpmib(1) snmp M2M (2) Party MIB (3)

46 SNMP versão 2: Definição de novos objectos Novos tipos ASN.1 Unsigned32, Counter64, endereços OSI (NSAP), tipos enumerados Estes novos tipos aparecem no campo SYNTAX Novos campos na definição de objectos Unit Parts: unidades (ex: segundos) MAX_ACCESS: not-accessible, accessible-for-notify, read-only, read-write e read-create STATUS: current, deprecated, obsolete ReferPart: referências textuais a outros módulos IndexPart: manipulação flexível de tabelas DefValPart: valor por omissão

47 SNMP versão 2: Manipulação de tabelas Inserção de colunas Index definição da tabela conceptual de base Augment definição da extensão à tabela A extensão pode existir noutro grupo da MIB Funcionalmente a extensão não se distingue da tabela de base. Inserção/Remoção de linhas Utilização conjunta com os valores por defeito (DEFVAL) RowStatus Uma linha pode estar num estado ainda não disponível (not ready) Read-create Possibilidade de criar de forma automática este elemento CreateAndWait e CreateAndGo Dois métodos diferentes para lidar com os objectos para os quais não há valores por defeito na sua definição

48 SNMP versão 2: Exemplo inserção de colunas IpForwardTable OBJECT-TYPE SYNTAX SEQUENCE OF IpForwardEntry MAX-ACCESS not-accessible STATUS current DESCRIPTION << Tabela de encaminhamento IP >> ::= { ip 21} IpForwardEntry OBJECT-TYPE SYNTAX IpForwardEntry MAX-ACCESS not-accessible STATUS current DESCRIPTION << Rota para um dado destino >> INDEX {ipforwarddest, ipforwardnexthop } ::= { ipforwardtable 1} IpForwardEntry ::= SEQUENCE { ipforwarddest IpAddress,... ipforwardnexthop IpAddres,.. internet } Mgmt ipforwarddest OBJECT-TYPE SYNTAX IpAddress MAX-ACCESS read-write STATUS current DESCRIPTION << Endereço Mib-2 de destino da rota >> ::= {ipforwardentry 1} ipforwardnexthop OBJECT-TYPE SYNTAX IpAddress ip MAX-ACCESS read-write STATUS current DESCRIPTION << Endereço seguinte da rota >> private Empresa X ::= {moreentry 2} ipforwarddest... ipforwardnexthop ipdelaymetric ipqueuelenmetric ::={ipforwardentry7} moreipforwardtable OBJECT-TYPE SYNTAX SEQUENCE OF moreentry MAX-ACCESS not-accessible STATUS current DESCRIPTION << Extensão a ipforwardtable >> ::= {B} moreentry OBJECT-TYPE SYNTAX moreentry MAX-ACCESS not-accessible STATUS current DESCRIPTION << Adição de novas colunas a ipforwardtable >> AUGMENTS {ipforwardentry} ::= {moreipforwardtable 1} moreentry :== SEQUENCE {ipdelaymetric, ipqueuelenmetric} ipdelaymetric OBJECT-TYPE SYNTAX INTEGER MAX-ACCESS read-write STATUS current DESCRIPTION << Metrica de atraso >> ::= {moreentry 1} ipqueuelenmetric OBJECT-TYPE SYNTAX INTEGER MAX-ACCESS read-write STATUS current DESCRIPTION << Metrica de tamanho da fila de saída >>

49 SNMP versão 2: Definição de notificações Em SNMPv2 passou a existir uma MACRO para definir a informação enviada por uma entidade quando uma situação de excepção existe - notificação Exemplo: linkup NOTIFICATION-TYPE OBJECTS (ifindex,ifadminstatus, ifoperstatus) STATUS current DESCRIPTION A link~up trap signifies that the SNMPv2 entity, acting in the agent role, has detected that the ifoperstatus object for one of its communication links has transitioned out of the down state ::= { snmptraps 4}

50 SNMP versão 2: Módulos de informação O SNMPv2 introduz o conceito de módulo de informação que serve para especificar um grupo de definições relacionadas Existem três tipos de módulos: Módulos das MIBs, que contêm MACROS de definição de objectos e de notificações Especificação de compatibilidade para módulos da MIB, que utilizam as MACROS MODULE-COMPLIANCE, OBJECT-GROUP e NOTIFICATION-GROUP. Especificação de capacidades de implementação de um Agente que utilizam a AGENT-CAPABILITIES MACRO

51 SNMP versão 2: Modelo de comunicação Formato das mensagens Version Number Community String PDU SNMPv2 PDU Type Request ID Error Status Non-repeaters Error Index Max-rep Variable bindings Variable binding name1:value1 name2:value2... namen:valuen PDUs: GetRequest, GetNextRequest, SetRequest, Response, SNMPv2Trap, GetBulkRequest, InformRequest

52 Modelo de comunicação: (SNMPv2) getbulkrequest permite a transferência de grandes volumes de informação, o gestor pode indicar quantos objectos do mesmo tipo (linhas) pretende receber. iplnreceives 25 iproutedest iproutenexthop GetBulkRequest (non-repeaters=1, max-repeats=2, ipinreceives, iproutedest, iproutenexthop) Response((ipInReceives.0 = 25), (iproutedest = ), (iproutenexthop = )) (iproutedest = ), (iproutenexthop = )) Mensagens do tipo: InformRequest Usadas para a comunicação entre Gestores (ex., troca de informação de uma Trap).

53 SNMP versão 2: Segurança Autenticidade da origem e do conteúdo, assinar a mensagem usando o MD5, a mensagem é enviada entre o destino e a origem a chave é conhecida por ambos. Confidencialidade: cifrar a mensagem usando DES (Data Encription Standard) e o CBC (Cipher Block Chaining) Não duplicação (validade) da Informação: adição de uma Marca temporal - TimeStamp - que permite detectar sequências for de ordem delimitar o intervalo de vida da mensagem.

54 SNMP versão 3: Princípios gerais Usar como base o trabalho existente (SNMPv2) Colmatar a deficiência de segurança das versões anteriores, que impossibilitava a utilização de configuração por mensagens SetRequest bloqueada pela maioria dos gestores Conceber uma arquitectura modular, adaptável quer a sistemas simples quer a complexos capazes de gerir redes de grandes dimensões. Permitir que essa arquitectura fosse utilizada sem interferência do processo de normalização. Permitir que fosse progressivamente normalizada, podendo as partes normalizadas serem usadas. Permitir a utilização de modelos alternativos de segurança. Continuar a manter o SNMP o mais simples possível.

55 SNMP versão 3: Opções gerais Arquitectura, definida com base em limites conceptuais, que se traduzem directamente nos documentos de especificação. Sub-sistemas que descrevem os serviços por partes especificas da arquitectura Interfaces entre os serviços definidas através de primitivas de serviços Documentos auto-suficientes, cada parte deve ser contida num documento único, que inclui as funções as variáveis, etc.. Configuração remota, chaves secretas configuradas remotamente. Complexidade controlada, equipamentos simples => recursos SNMP reduzidos configurações complexas => recursos SNMP mais alargados Ataques à segurança, o sub-sistema de segurança deve ser capaz de proteger o sistema de gestão contra os principais ataques.

56 SNMP versão 3: Ataques à segurança contemplados Modificação de informação: Alteração de uma mensagens em trânsito EX: Alteração de informação de configuração ou de contabilização de recursos Ataque à privacidade (Disclosure) Observação de trocas de informação Gestor - Agente Ex: Observação de um comando de alteração de password Alteração da sequência de mensagens Duplicação, atraso ou reordenação de mensagens EX: Duplicação uma mensagem de reboot Ataque à autenticação (Masquerade) Realização de operações não permitidas a uma entidade através da adopção de uma entidade falsa, que tenha privilégios para as executar.

57 SNMP versão 3: Ataques à segurança não-contemplados Negação de serviço Evitar a comunicação Gestor - Agente Situação análoga à que se verifica quando há falha de comunicação Quando ocorre afecta todas as comunicações pelo que deverá ser resolvido no âmbito geral das comunicações, e não específico da gestão. Análise de tráfego Observação do padrão de tráfego gerado Gestor - Agente Padrão de tráfego previsível, pelo que não há vantagem em proteger a sua observação

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