IX EEONG SÃO PAULO. Encontro Estadual das ONG/AIDS do Estado de São Paulo. 15 a 17/08/2013. São Paulo - SP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IX EEONG SÃO PAULO. Encontro Estadual das ONG/AIDS do Estado de São Paulo. 15 a 17/08/2013. São Paulo - SP"

Transcrição

1 IX EEONG SÃO PAULO Encontro Estadual das ONG/AIDS do Estado de São Paulo 15 a 17/08/2013 São Paulo - SP

2 PROGRAMAÇÃO

3 Dia 15/08/ :30 às 13:00 Bloco: Assistência em Saúde 13:00 - Almoço 14:30 às 18:00 Bloco: Prevenção Dia 16/08/ :30 às 13:00 Bloco: Direitos Humanos em HIV/AIDS 13:00 - Almoço 14:30 às 18:00 Bloco: Controle Social Dia 17/08/ :30 às 12:00 Apresentação e aprovação dos encaminhamentos e representações

4 REGIMENTO INTERNO

5 IX Encontro Estadual de Ongs/Aids de São Paulo 15 á 17 de Agosto de Local: Hotel Marabá Av. Ipiranga, 757 Centro São Paulo Regimento Capítulo I - Da finalidade Artigo 1º O IX Encontro Estadual de ONG/Aids de São Paulo, a ser realizado nos dias 15, 16 e17 de agosto de 2013, no Hotel Marabá, cidade de São Paulo/SP, é um encontro Propositivo e Deliberativo sobre temas atuais do movimento de luta contra a AIDS, preparatório ao VI Encontro Regional de ONGS/AIDS do Sudeste (ERONG). Capítulo II - Da convocação e organização Artigo 2º O IX Encontro Estadual de ONG/AIDS, foi convocado e está sendo organizado pelo Fórum das ONG/Aids do Estado de São Paulo, através de suas ONG filiadas. Capítulo III - Dos participantes Artigo 3º Participará do IX ENCONTRO ESTADUAL DE ONG/AIDS, as Organizações Não Governamentais que atuam no movimento de luta contra a AIDS, com CNPJ ativo, e que tenham apresentado a inscrição de participação nos prazos previstos pela Comissão Organizadora e estejam dentro dos critérios de seleção, tendo direito a voz e voto. Artigo 4º Cabe a ONG indicar apenas um(a) delegado(a) (representante oficial) com direito a voz e voto que terão sua hospedagem e alimentação custeadas pela organização do Encontro Estadual. Artigo 5º Poderá inscrever-se outros (as) representantes de ONG na condição de participantes, com direito apenas a voz, mas sem cobertura pela organização do IX Encontro Estadual. Artigo 6º Convidados - Serão a critério da Comissão Organizadora.

6 Artigo 7º A participação no IX ENCONTRO ESTADUAL DE ONG/AIDS fica assim estabelecida: a) Comissão Organizadora, com direito a voz. b) Delegados(a), com direito a voz e voto e anuência em moções, propostas e indicações. c) Participantes, com direito a voz. d) Convidados(a), com direito a voz. Parágrafo único: A participação no evento está condicionada ao credenciamento e uso do crachá de identificação. Capítulo IV - Da estrutura e funcionamento Artigo 8º O IX ENCONTRO ESTADUAL DE ONG/AIDS, está estruturado da seguinte forma: 1. Credenciamento. 2. Leitura e aprovação do Regimento Interno. 3. Mesas Temáticas 4. Grupos de Trabalho 5. Sistematização 6. Plenária Final 7. Encerramento e entrega de certificado Parágrafo único: A programação oficial fica a critério da Comissão Organizadora. Artigo 9º As sessões plenárias serão com mesas-expositivas, as mesas contarão com coordenador (a), expositor(a), debatedor e relator (a) escolhidos (as) pela Comissão Organizadora. Artigo 10º A Comissão Relatora e de Sistematização será constituída por um (a) coordenador (a) e auxiliares designados pela Comissão Organizadora, que se dará logo após o termino de cada mesa e grupo de trabalho de forma dinâmica em local reservado para: 1. Organizar as propostas de encaminhamento para deliberação na Plenária Final.

7 2. Apresentar relatórios das Mesas 3. Sistematizar a votação da Plenária Final. Artigo 11º Entende se: 1. Por moção a manifestação de caráter político sobre assuntos diversos, que deverá ser divulgada após o Encontro pela Comissão Organizadora. 2. Por propostas a manifestação indicativa sobre assuntos relacionados direta ou indiretamente à epidemia do HIV/AIDS que deverá ter como conseqüência, pelo menos, a indicação do órgão correspondente à qual ela é dirigida. 3. Por indicação a pré-candidatura de representantes (titulares e suplentes) para as representações que se fizerem necessárias e acordadas pela plenária. 4. Por Documento Final uma compilação das propostas, por áreas temáticas, sistematizadas e levadas para possíveis emendas e aprovação da Plenária Final. Parágrafo Primeiro: Outras indicações poderão ocorrer por deliberação da Plenária. Parágrafo Segundo: As moções e propostas deverão ser encaminhadas à Secretaria do IX ENCONTRO ESTADUAL DE ONG/AIDS, por escrito até o dia 16 de agosto de 2013 ás 13:00hs: Parágrafo Terceiro: As indicações deverão ser encaminhadas à Secretaria do IX ENCONTRO ESTADUAL DE ONG/AIDS, por escrito, redigidas em formulário próprio, em letra legível e conter o nome da ONG proponente, nome da pessoa indicada e a representação a que se destina, subscritas por (oito) 08 ONG até as 13:00hs do dia 16/08. Parágrafo Quarto: As moções e propostas deverão estar redigidas em formulário próprio, em letra legível e conter o nome da ONG proponente, do destinatário da proposta e subscritas por pelo menos mais oito (08) ONG, com as assinaturas dos respectivos delegados. Inciso I : As Moções e Propostas originadas dentro dos grupos de trabalho, desde que no grupo tenham participado e assinado presença no mínimo oito (08) delegados, não necessitarão de assinaturas de apresentação.

8 Parágrafo Quinto: As propostas e moções deverão ser de caráter estadual e/ou regional no âmbito do estado de São Paulo. Inciso I- As propostas que extrapolem o âmbito do estado de São Paulo, sendo aprovadas, serão encaminhadas para o VI ERONG, e lá sendo aprovadas serão encaminhadas para o ENONG. Parágrafo Sexto: As moções, propostas e/ou documento final e indicações serão apresentadas e votadas na Plenária Final. Parágrafo Sétimo: As Moções e Propostas ficarão sob a responsabilidade da ONG proponente, que deverão encaminhá-las aos destinatários por meio de carta registrada, com confirmação de aviso de recebimento, com prazo para envio de máximo 10 (dez) dias após o término deste Encontro. Uma cópia desta correspondência deverá ser encaminhada ao Fórum de ONG/AIDS do Estado de São Paulo. Parágrafo Oitavo: As Moções e Propostas que obtiverem/caberem respostas daqueles a quem foram destinadas, num prazo de 60 dias após o seu envio, deverão ser encaminhadas ao Fórum de ONG/AIDS de São Paulo que se encarregará de divulgar as devolutivas aos Participantes e a Sociedade. Capítulo V - Da plenária final Artigo 12º Antes da Plenária Final será afixado em lugar visível, as moções e propostas para a apreciação dos Delegados (as) e dos Participantes a partir das 08:00hs do dia 17de agosto de A Plenária Final, para efeitos de votação, será instalada, em primeira chamada às 9:30 hs do dia 16 de agosto de 2013, com a presença de 50% mais um dos (as) delegados(as) credenciados(as) e, em segunda chamada, quinze minutos após, com qualquer número de delegados(as). Artigo 13º A Plenária Final tem caráter deliberativo. Artigo 14º A Mesa Diretora da Plenária Final será composta pela Comissão Organizadora ou por seus (as) representantes indicados (as), cabendo-lhes encaminhar às discussões e votação. Artigo 15º A Mesa Diretora será auxiliada pela Comissão Relatora e de Sistematização.

9 Artigo 16º Após a leitura das moções e propostas, em caso a Plenária não se sinta esclarecida, o (a) autor (a) da proposta terá até 2 minutos para sua apresentação. Consultada a Plenária, a Mesa poderá, antes da votação, conceder um minuto para defesa e outro para réplica à proposta. No caso das indicações, serão concedidos dois minutos para a apresentação da ONG candidata, e mais dois minutos para defesa da candidatura, feita por representante de outra ONG. Artigo 17º A votação da Plenária Final seguirá a seguinte ordem: 1. Apresentação e aprovação do Documento Final e/ou; 2. Votação das moções 3. Votação das propostas 4. Votação de indicações de ONG do Estado de São Paulo para representações nacionais que serão apresentadas, eleitas e ou indicadas durante o ERONG Sudeste de Ongs/AIDS na cidade de Domingos Martins\ES. Artigo 18º Os critérios para aprovação das moções, propostas e indicações serão os seguintes: 1. A aprovação das moções será por aclamação de todos os delegados presentes. 2. A aprovação das propostas será por maioria simples. 3. A aprovação das indicações será por maioria simples. 4. Primeiramente, será feita a leitura do Documento Final, em blocos; 5. Haverá proposição de destaques aditivos, supressivos ou modificativos pelos(as) delegados (as); e estas serão separadas e discutidas individualmente antes da votação 6. Dar-se-á a votação mediante o levantamento do crachá dos(as) delegados(as); 7. Todas as moções e/ou propostas que não apresentarem destaque serão consideradas aprovadas em bloco; os pontos que não forem destacados serão considerados aprovados por unanimidade; 8. As moções serão apresentadas na íntegra, nos moldes anteriormente mencionados, assim como foram conduzidas à Mesa Sistematizadora, podendo ser aprovadas ou suprimidas;

10 9. A ausência do(a) destacante na ocasião da discussão de destaque implica na desistência e a mesma será apresentada em sua redação inicial para a votação, não cabendo recurso desta medida. Artigo 19º Compete à Comissão Organizadora apresentar Relatório Final às ONG/Aids antes do VI Encontro Regional de ONG/AIDS - SUDESTE. Artigo 20º Compete à Comissão Organizadora prestar contas aos apoiadores que financiaram o IX EEONG, bem como disponibilizar planilha orçamentária a quem possa interessar. Artigo 21º Qualquer assunto não previsto neste Regulamento será definido em Plenária. IX Encontro Estadual das ONG/AIDS do Estado de São Paulo Fórum de ONG/Aids do Estado de São Paulo A Comissão Organizadora São Paulo, 14 de Agosto de 2013.

11 RELATORIAS

12 BLOCO: ASSISTÊNCIA EM SAÚDE Moderador: Alexandre Macedo Rosa Alencar - SAE-SP, segundo tipo de gestão: Estado 16, Município 165, universidade 10, outros 11; - SAE, segundo tipo de unidade: 94 ambulatórios de assistências, 29 estão na Unidade Básica de Saúde, representando 14,5%; SAEs no Estado de São Paulo; - 74% das Unidades já oferecem teste HIV; municípios trabalham com o teste rápido, dos 645 do Estado; - Dos 145 municípios com PAM, 50% tratam DST nas UBS; - 81% das UBS trabalham com prevenção a populações vulneráveis; - Acesso ao preservativo 95% das UBS tem e ofertam; - construindo um espaço comum entre DST/AIDS e atenção básica: - atenção básica e as ações preventivas em DST/AIDS no SUS: interfaces, desafios e potencialidades; - fatores importantes para estabelecer uma rede integrada de cuidado nesta área; - a importância da gestão em saúde no contexto do SUS; - identificação de problemas e alternativas para o enfrentamento da vulnerabilidade programática das DST//AIDS.

13 - é necessário que cada vez mais haja uma integração da atenção básica nas DST/AIDS como forma mais eficaz para prevenção, assistência e adesão; - a incorporação nas UBS e no programa saúde da família é fundamental para um bom acompanhamento; - integração com AB: condicionantes -> trabalho multiprofissional, casos menos complexos, matriciamento com SAE, capacitação dos profissionais, assistência farmacêutica e direitos humanos; - pacientes sem nenhum tipo de manifestação clínica são pessoas indicadas para serem acompanhadas pela atenção básica; - matriciamento: as pessoas sem manifestação nas UBs e integrado com os SAEs para atendimento a maiores complexidades; - a vantagem do acesso é o principal ganho com esse trabalho desenvolvido pelas UBS, a questão da prevenção, da distribuição de insumos, entre outros; - Alexandre Granjeiro - Agradece pelo convite e reforça a necessidade desses espaços para construção das pautas que iremos trabalhar no Encontro Regional e posteriormente no Encontro Nacional; - É necessário pensar nos dois temas: sustentabilidade e assistência; - quando falamos em assistência, o que falamos? A assistência envolve tudo o que se refere o momento do diagnostico, tudo aquilo que diz respeito as pessoas infectadas para que elas não adoeçam, ofertando todos os atendimentos, e se adoecem que seja atendido em suas especificidades; - diagnostico inicial -> vinculação para não adoecer -> atender não morrer;

14 - sustentabilidade é apoiar e manter, hoje queremos manter a assistência que temos no Estado de SP e no Brasil; - ela é capaz de manter que as pessoas não adoeçam? Que as pessoas não morram? - sustentabilidade também é a viabilidade de manter ao longo do tempo; - a assistência hoje tem condições necessárias para se manter? O que nos temos hoje da conta do futuro? - sustentabilidade é o equilíbrio: se estamos conseguindo equilibrar as questões no meio em que estamos. Estamos utilizando na potencialidade as tecnologias? A assistência permite utilizarmos todos os nossos conhecimentos para garantir a vida das pessoas com HIV? - hoje não temos garantido para nenhuma dessas questões a sustentabilidade, e a tendência é só piorar a assistência; - 1-) utilizar toda potencialidade: a maior parte dos estudos que conhecemos tem mostrado que o diagnostico inicial, quando aplicado as novas tecnologias tem mostrado que uma pessoa com HIV viva normalmente como qualquer pessoa sem HIV; - morresse mais de AIDS hoje do que antes dos ARVs, no nordeste essa proporção é o dobro; - não estamos utilizando completamente todos os nossos conhecimentos, primeiro porque descobrimos tardiamente, com um quadro avançado. Também temos dificuldade de manter as pessoas no tratamento. - 2-) mudança drástica no perfil, aumenta a expectativa de vida, não tendo as doenças oportunistas, mas trazendo outras doenças em decorrência do próprio

15 uso dos ARVs. Além disso as pessoas estão envelhecendo, trazendo consigo outras demandas, mudando a características da assistência que esta sendo prestada; - a rede hoje é insuficiente, não atende, tem que mudar a cara dos serviços porque mudou o perfil; - nos últimos anos há um aumento das pessoas infectadas, porem permanecendo o mesmo número das redes. Com um des-financiamento das ações, reduz recurso, reduz profissional, perde-se a capacidade de atendimento com qualidade; - como solução o governo oferece a Atenção Básica, mas tem sentido organizar uma rede ampla para atender um numero pequeno com especialidade e particularidades? - quando menor a experiência do médico, menor estes profissionais conheceram e irão se aprimorar nesse atendimento; - não podemos assumir uma coisa homogênea para todo o Brasil. É necessário regional e local de acordo com a complexidade do atendimento de sua rede e público. Jorge Beloqui - dados mostram que 25% das pessoas diagnosticadas em SP, traz que essas pessoas morrem no período de um ano após seu diagnóstico; - o diagnostico tardio, será que a atenção básica dará conta? - só 40% de pessoas com HIV são testadas da tuberculose;

16 - sobre mortalidade é interessante lembrar que tanto para homens como mulheres, entre idade de 30 anos, é a principal doença que mata; - entre pessoas com anos é a AIDS é terceira doença que mais mata no Estado de São Paulo; - se passarmos para a atenção básica essa estatística ira melhorar? - essa mudança para a atenção básica é feita para melhorar a assistência das pessoas com HIV? Embasado em que evidencia? - as pessoas não querem ser atendidas próximas de casa. Foi perguntado para as pessoas se elas querem ser atendidas pela Atenção Básica? - os serviços com numero inferior a 100 pacientes tem menor qualidade do serviço se comparado a lugares com mais de 500 pacientes; - isso tem haver com o profissional que não será especialista, com a falta de padronização nas condutas, entre outras; - o governo federal não quer investir na saúde, e voltamos a pergunta: lugar de atender é nas unidades básica? Por que? Elas estão ociosas a espera das pessoas com HIV? Saturação nos SAEs? - regulamentação 29 e 10% para a saúde; - 45% que são gastos efetivamente com saúde; - SUS não é só direito, é também dinheiro. O que plantamos agora será o que iremos colher no futuro.

17 DEBATE: - Rodrigo: como que o Estado de São Paulo esta pensando sobre a proposta do Departamento no que se refere ao aconselhamento? - Paulo: a realidade daqui para pacientes com CD4 acima de 400 estão sendo encaminhadas para a Atenção Básica. Como que iremos para atenção básica se essas não estão fazendo abordagem sindrômica das DST? Qual a diretriz do Estado para essa questão? - Jô: Se está confuso na capital, pensam no interior com relação ao profissional, que muitas vezes é um para atender todas as necessidades. A atenção básica não da atenção nem para a hipertensão. Isso tudo sem contar com a questão do preconceito. Se for para atenção básica ai sim será muito maior o número de mortos por AIDS. - Baseado em que fazer essa alteração? - Albert: o que irá acontecer com os SAEs com relação aos recursos? Como ficara o compromisso dos gestores?

18 RESPOSTAS: - Rosa: - Mesmo São Paulo tendo indicadores melhores no Brasil, temos enormes desafios, considerando o acesso ao teste, epidemia concentrada; - O aconselhamento tem que ser reformulado para que seja dada atenção aquelas pessoas com vulnerabilidades e especificidades; - como ampliar o teste de forma geral? São desafios que temos que vencer; - com o departamento ouvimos, acompanhamos e debatemos, levando como prioridade a autonomia do Estado. - para Paulo: os municípios são autônomos, o Estado não pode interferir, eles que tem que garantir e ver o fluxo que será utilizado para tratar da abordagem ou das diretrizes. - é um direito que tem que ser respeitado a questão do sigilo; - investimento em gestão, em trabalhadores, em equipe, sempre está bastante comprometido o recurso e acaba ficando a desejar; - o diagnostico precoce, a adesão ao tratamento, a incorporação nas unidades básica de saúde e a convivência são os desafios que temos. - Alexandre: - estão colocando o movimento social contra a atenção básica; - talvez não se deva aumentar serviços, e sim dar qualidade para os existentes; - temos que questionar que atenção básica queremos? Como queremos? - é possível diagnosticar o hiv, trabalhar com direitos humanos numa politica governamental que reforça o preconceito?

19 - Jorge: - o Ministro atual é candidato ao governo de SP, terminando com os direitos humanos e precarizando a saúde em SP; - temos que nos posicionar muito claramente contra o Padilha a luz do que ele vem fazendo no governo federal. - A saúde adverte: Padilha faz mal para o Estado de São Paulo.

20 BLOCO: PREVENÇÃO Moderadora: Margareth Brito Paula Souza - Monitoramento da Atenção Básica: trabalho com população vulnerável; - Jovens Gays: ação conjunta com a ONG Koinonia com jovens de diversos grupos religiosos e organizações de juventude da Zona Leste para ações de prevenção com jovens e jovens gays que não tem seu local de socialização no centro, e sim na própria Zona Leste; - Seminário realizado 10/08 e 2 oficinas a serem realizadas 21/09 e 05/10; - População Masculina: GT masculinidades, população de trabalhadores na lavouras e construção civil; - Pré-natal do homem inserido na linha de cuidado da gestante do Estado; - Seminário Estadual em Agosto; - População Prisional: testagem de HIV e sífilis no sistema prisional feminino, dados já foram apresentados. Preservativos disponibilizados; - População em Situação de Pobreza: projeto realizado no grupo 5, município de Itaquaquecetuba, trabalho com PVHA do SAE e no bolsão de pobreza em parceria com a UBS. Mario Scheffer - Estamos diante de novas oportunidades técnicas e cientificas, mas ao mesmo tempo com grandes problemas políticos;

21 - os programas estão incapazes de dar resposta na prevenção, estamos com os índices estagnados; - a forma de fazer política de AIDS que defendemos estamos sendo vencidos e perdendo com a banalização; - por decisão política a AIDS vem sendo deixada de ser vista como política de interesse ou prioridade; - a resposta a AIDS é o SUS sendo levando a serio, com legislações específicas como conseguimos tantos avanços; - taxados pejorativamente como primos ricos dentro de um sistema caótico, hoje temos sinais que estamos perdendo isso: fechamento das ONGs, desvalorização dos trabalhos das ONGs, difícil dialogo com o poder publico, enfraquecimento dos programas de AIDS dentro dos governos, falta de autonomia, dificuldade na questão e ser visto como urgência excepcional como a AIDS deveria ser tratada; - não temos mais financiamentos como tínhamos, talvez seja retomada a política de incentivo, porem ainda com retrocessos; - um dos grandes entraves ainda é acerca dos recursos humanos, a falta desses nos serviços e em nossas ONGs, bem como falta de renovação; - os espaços de controle social cada vez mais estão enfraquecendo, temos que reaprender a fazer o ativismo; - é do nosso feitio ficarmos parados? Não! - no mundo ideal e sem AIDS todas as pessoas que vivem com HIV deviam ser tratadas, e as que não tem, usarem preservativos em todas as relações. Mas não é isso que esta acontecendo, não falamos mais de sexo e sexualidade, nem dos

22 novos comportamentos sexuais. Falamos de uma velha prevenção que ainda trazemos; - sem abandonar a prevenção antiga, temos que inovar e conhecer as novas formas de prevenção, como o tratamento enquanto prevenção; - acertamos muito na prevenção, aprendemos que temos que respeitar as diferenças entre as pessoas, aprendemos a incluir as PVHA para fazer e falar em prevenção, ampliamos o uso da preservativo; - erramos muito quando não percebemos a tempo a falência de nossas ONGs, a fragilidade hoje de executar a prevenção; - o futuro da prevenção: como incorporar e ampliar a testagem, sem receios de apresentarmos propostas de como executar; - campanhas em massa ficam bem na mídia, porem não acessa as populações vulneráveis onde a epidemia esta concentrada; - prevenção combinada: estratégias de tratamento, com a PEP e PrEP, o uso ampliado do preservativo e novas formas de comunicação para chegarmos nas populações mais vulneráveis; - é necessário um consenso formal de prevenção. Chamar todos e criar um consenso com evidencias científicas que resultem um protocolo nacional.

23 DEBATE: - Lino: É necessário ser feito prevenção positiva, ajudamos a ser tudo construído numa época que era questão de vida ou morte. - Jorge: Onde esta a prevenção para os profissionais do sexo masculino? O sistema prisional masculino? Recomenda a leitura dos documentos como Vacinas, PEP, PrEP, tratamento como prevenção. Temos muitas ferramentas em nossas mãos, mas se não atacarmos o preconceito, estigma e a vulnerabilidade, não estaremos entendendo nada sobre a AIDS. - Paulo: É interessante quando os trabalhos de prevenção das ONGs são incorporadas nos programas municipais, porém hoje isso não existe. Teríamos que retomar o trabalho de prevenção que é das ONGs que tem mais facilidade de chegar até as populações; - As campanhas devem ser dirigidas as populações vulneráveis; - Não da para gente aceitar um teste de farmácia sem aceitar e ter uma retaguarda, de aconselhamento por exemplo. - Sandra: Estamos perdendo a capacidade mobilizadora, será que é por causa da política que estamos vivendo ou sobre a banalização? - Alexandre: Aonde está essa cura? E a que interesse que esta sendo tão amplamente divulgado? - Margarete: Falta sustentabilidade técnica, financeira e politica de nossas ONGs? Qual a interlocução de prevenção em nossas Escolas? - Adriana: Relata sobre um caso verídico, e de como poderá ser prejudicial para o tratamento e adesão essa questão das UBS e das campanhas de prevenção que vem se apresentando muito pejorativas.

24 RESPOSTAS: - Paula: - Existe uma grande dificuldade em trabalhar no sistema prisional masculino, o máximo que conseguiu avançar foi capacitar os profissionais que atuam nos presídios a fazerem o teste rápido; - A relação entre as secretarias para avançar com a educação, também não caminha. Existe um trabalho feito nas escolas e buscaram outros espaços que pudessem atender e buscar os jovens; - Tratamento como prevenção, PEP, tem sido conversado e discutido com os serviços, e o retorno é positivo; - Hoje existe uma dificuldade de contratar agentes de prevenção como era antigamente. Uma boa estratégia é o contato com a Ação Social para que se utilize da abordagem de rua; - A parceria com as ONGs é fundamental; - Com relação a material é necessário avançarmos e ampliarmos o debate; - Estão voltando casos de UDI s; - Com relação a testagem nas farmácias, na verdade sempre existiram, pois se a pessoa faz particular, ira receber seu diagnóstico sem aconselhamento. - Mário: - Nós enquanto movimento ativo, temos que identificar novas formas, não é algo paralisante;

25 - Reforça a questão de se ter um consenso de prevenção. Não é verdade que a banalização aumenta a contaminação e sim as vulnerabilidades e práticas sexuais da atualidade; - Nosso papel não é de sermos meros telespectadores da prevenção e sim atores atuantes, principalmente com a prevenção combinada: teste, camisinha e tratamento.

26 BLOCO: DIREITOS HUMANOS EM HIV/AIDS Moderador: Sérgio Rodrigues Aurea Abbade - O que foi conquistado medicamentos e tratamento, onde inclusive hoje outras patologias tentam seguir; - O direito a vida, a preservação, no artigo 5º, como a vida sendo um bem maior, se a gente não o tiver na sua essência não teremos como lutar por outros direitos; - ninguém nos deu nada, a constituição nos garante; - temos que reivindicar pelo nosso direito a saúde. Na saúde conseguimos bastantes coisas, mas ainda temos muito a conquistar; - devemos marcar nossa posição, sair nunca, o diálogo é a melhor posição. Sair do campo e deixar outras pessoas ocuparem, não é legitimo; - no inicio não tínhamos hotel, nossa reunião era nas escadarias, temos que mostrar força em realmente aqui que a gente quer; - olhando pelo lado de fora da a impressão que está tudo bom, enquanto está degringolando; - será que esses direitos humanos que queremos? Nosso melhor programa de AIDS esta se tornando o pior. Claudio Toledo - a partir de 1996, quando foi implementada a lei que os pacientes recebessem os medicamentos, o acesso não foi tão fácil e nem simples;

27 - o Departamento ira ter que publicar em jornal dizendo que não pode haver falha e tem que receber a medicação; - diante de uma luta aqui em São Paulo, há 3 anos atrás, foi mudado a logística de distribuição de medicamentos. Havia gasto para o Estado com as ações judiciais para o acesso pleno aos medicamentos; - na constituição temos direito, mas se um medicamento, por exemplo, que não é liberado pela ANVISA, não se tem acesso; - mudanças que vão acarretando através de lutas; - dentro de uma constituição não pode haver discordância: se temos direitos não teríamos que ficar sem acesso; - no Brasil em determinado momento estava bastante avançado a distribuição de medicamentos, que foi falado no Brasil como com o melhor programa de AIDS do Mundo; - como que fica um direito das pessoas e dos cidadãos quando por exemplo é vetada uma campanha de prevenção, indo contra a própria constituição e leis que fornecem claramente que quando fazemos campanhas temos que levar em conta indicadores de maiores vulnerabilidades; - temos uma demanda que viole, é necessário colocarmos no papel e encaminhar para o Ministério Público para que seja feita a coisa devida; - orai e vigiai se não ficarmos atentos, muitas pessoas irão querer tirar os direitos que já foram conquistados. O simples fato de estarmos aqui já demonstra que existem pessoas preocupadas com as outras, para que não haja propagação, continuando lutando;

28 - outra coisa que ofende diretamente as pessoas vivendo é a questão da previdência. Por mais que tenhamos avançado ainda existe preconceito, discriminação e violências; - hoje não existe uma lei que garanta estabilidade no trabalho para as pessoas vivendo com HIV/AIDS, são lutas que devemos estar sempre atentos, nas demandas, para que possamos encaminhar e com isso garantir o mínimo de direitos.

29 DEBATE: - Rodrigo: Uma das grandes dificuldades que a gente tem é a garantia dos nossos direitos, minha pergunta é dentro da história do movimento como que isso vem sendo trabalhado, se comparado; - Claudio: a estória às vezes tem idas e vindas, as vezes mais liberais outras mais conservadoras. Quando nessa ultima é mais trabalhoso no sentido de necessitar de maior interlocução de nossa parte; - temos falhas enormes não só na atenção básica, acesso a medicamento de outras patologias, como por exemplo; - temos uma realidade bastante complicada quando nos referimos a tempo, e temos sim que lutar para que seja para todos, não somente para o HIV; - Como será o atendimento nos SAEs? - Ana Paula: O HIV/AIDS indo para a atenção básica, agora com nosso novo secretário, mais próximo, será que irá melhorar? - Claudio: há cerca de 4 meses numa reunião da CNAIDS já foi colocado a questão da atenção básica, onde a idéia era que as pessoas iniciando o tratamento que seriam as enviadas para a atenção básica; - ainda existe uma grande discussão, o governo estadual é contra, o municipal e nacional se colocam a favor; - Aurea: se você pleiteia hoje um medicamento, tem tantas comissões que te que passar que deixa muito mais burocrático; - vendo pelo principio do direito, o que é democracia? Todo mundo tem que ter o mesmo acesso, então porque políticos vão para determinados hospitais, enquanto a população enfrentando a pauperização?

30 - o Brasil se intitulou o melhor programa do mundo, e temos realmente no papel. Temos que continuar reinvidicando para que seja implementado; - temos que chamar a mídia para divulgar nossas reivindicações; - sobre a previdência, teve revisão dos benefícios e hoje já está disponível um formulário para solicitar antecipação; - sobre o novo secretario, temos que provocar escândalo para sermos atendidos, ele é acessível, porem já houve embates; - Claudio: essa questão da previdência, vale lembrar que foi conquistada após muita intervenção do Renato da Matta do Rio de Janeiro; - criação das varas de saúde hoje nos Fóruns é um avanço interessante para que os processos sejam mais ágeis; - temos que acompanhar em quem a gente votou, acionar o ministério público para que sejamos atendidos e respeitados.

31 BLOCO: CONTROLE SOCIAL Moderadora: Ana Paula Jean Dantas - Como fazer se sustentar? O governo tem que adequar a legislação para parcerias com OSC que atendam as especificidades de instituições; - Assumir o financiamento de projetos de OSC que estão sendo realizados no campo de atuação de cada ministério/secretaria; - Apoiar ações para sustentabilidade e fortalecimento das ONGs/Fóruns/Redes; - Reflexões sobre a sustentabilidade de ONG: aprimoramento técnico e político contínuo para acessar os fundos de financiamento; - ampliar a sua área de atuação? - prestador de serviço, parceiro conveniado ou parceiro? - posso ser prestador e exercer o controle social? - acessar outras fontes de recursos vinculadas a políticos? José Araújo - Enquanto nas OSs você tem profissionais ganhando um salário justo, nas ONGs salário de miséria; - Estamos vivendo um momento do ERONG em Vitória, que remete que foi no ENONG em Vitória que conquistou a representação da sociedade civil na CNAIDS, que foi Paulo Lombo;

ANAIDS Articulação Nacional de Luta Contra a AIDS

ANAIDS Articulação Nacional de Luta Contra a AIDS Carta ANAIDS 1º de Dezembro - Dia Mundial de Luta contra a AIDS Cada um tem sua cara e a aids também tem... A ANAIDS Articulação Nacional de Luta Contra Aids - colegiado que reúne os Fóruns de ONG Aids

Leia mais

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS 1 Estimular 80% da população de gays, HSH e travestis do

Leia mais

Objetivo 2 Ampliar e qualificar o acesso integral e universal à prevenção das DST/HIV/aids para Gays, outros HSH e Travestis.

Objetivo 2 Ampliar e qualificar o acesso integral e universal à prevenção das DST/HIV/aids para Gays, outros HSH e Travestis. Histórico 1º semestre de 2008 Elaboração do Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre gays, hsh e travestis Agos/08 Oficina Macro Sudeste para apresentação do Plano Nacional Set/08

Leia mais

Fórum Paranaense de ONG AIDS.

Fórum Paranaense de ONG AIDS. RELATÓRIA TRABALHO DE SUBTEMAS XVII ERONG PR SUL 2013 REGIÃO SUL CURITIBA. ERONG PR SUL 2013 Cidade: CURITIBA UF: PARANÁ Pessoa/s de contato:amauri Instituição/es: Fórum Paranaense de ONG AIDS, Ferreira

Leia mais

Por que esses números são inaceitáveis?

Por que esses números são inaceitáveis? MANIFESTO DAS ONGS AIDS DE SÃO PAULO - 19/11/2014 AIDS: MAIS DE 12.000 MORTOS POR ANO NO BRASIL! É DESUMANO, É INADMISSÍVEL, É INACEITÁVEL. PRESIDENTE DILMA, NÃO DEIXE O PROGRAMA DE AIDS MORRER! Atualmente,

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PARÁ

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PARÁ PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PARÁ Objetivo 1 - Garantir ações de enfrentamento do HIV/DST/aids para gays, outros HSH e travestis, do ponto

Leia mais

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES REGIMENTO INTERNO 1 Define as regras de funcionamento da 3ª Conferência Nacional de Economia solidária, convocada pela Resolução n 5, do Conselho Nacional de Economia Solidária, de 19 de junho de 2013.

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO DE JANEIRO

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO DE JANEIRO PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO DE JANEIRO Objetivo 1 - Apresentar e difundir o Plano Enfrentamento do HIV/Aids e outras DST junto à

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PERNAMBUCO

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PERNAMBUCO PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PERNAMBUCO OBJETIVO GERAL DO PLANO ESTADUAL Enfrentar a epidemia do HIV/aids e das DST entre gays, outros HSH

Leia mais

POLÍTICA BRASILEIRA DE ENFRENTAMENTO DA AIDS

POLÍTICA BRASILEIRA DE ENFRENTAMENTO DA AIDS Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais POLÍTICA BRASILEIRA DE ENFRENTAMENTO DA AIDS RESULTADOS, AVANÇOS E PERSPECTIVAS A Epidemia Prevenção Diagnóstico Assistência e Tratamento Sustentabilidade e

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS DISTRITO FEDERAL

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS DISTRITO FEDERAL PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS DISTRITO FEDERAL Objetivo 1: Contribuir para a redução das vulnerabilidades às DST, hepatites e HIV/aids,

Leia mais

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 Institui no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO GRANDE DO SUL

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO GRANDE DO SUL PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO GRANDE DO SUL Criar dados sobre a população de gays, HSH e travestis. Encaminhamentos (SINAN x campos

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS GOIÁS

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS GOIÁS PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS GOIÁS OBJETIVOS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS E PARCERIAS Estimular 80% da população de gays, HSH e travestis do

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE-SPAIS Goiânia Agosto/2011 SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE - SPAIS 6. GERÊNCIA DE

Leia mais

Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave

Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave Gabriela Calazans FCMSCSP, FMUSP II Seminário Nacional sobre Vacinas e novas Tecnologias de Prevenção

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. CAPÍTULO I Da Natureza

REGIMENTO INTERNO DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. CAPÍTULO I Da Natureza REGIMENTO INTERNO DO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CAPÍTULO I Da Natureza Art. 1º O Plano Municipal de Educação é um plano global de toda a educação do Município de Caxias do Sul,

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

Gtp+ PROGRAMAS E PROJETOS Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo (GTP+) Fundação em 2000, Recife-PE O Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo é a única ONG da Região Nordeste do Brasil coordenada

Leia mais

Informes dos Membros da CNAIDS

Informes dos Membros da CNAIDS Informes dos Membros da CNAIDS 119ª Reunião da Comissão Nacional de DST, AIDS e Hepatites Virais Local: Brasília-DF Data: 26 de agosto de 2014 Capacitações Regionais do Projeto Advocacy em Saúde (PAS)

Leia mais

Protagonismo Juvenil 120ª Reunião da CNAIDS. Diego Callisto RNAJVHA / Youth Coalition for Post-2015

Protagonismo Juvenil 120ª Reunião da CNAIDS. Diego Callisto RNAJVHA / Youth Coalition for Post-2015 Protagonismo Juvenil 120ª Reunião da CNAIDS Diego Callisto RNAJVHA / Youth Coalition for Post-2015 E como está a juventude HOJE aos olhos da sociedade? - 22% perderam a virgindade antes dos 15 anos - 18%

Leia mais

O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde

O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde Informativo interativo eletrônico do CNS aos conselhos de Saúde Brasília, junho de 2006 Editorial O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde A aprovação unânime do Pacto pela Saúde na reunião

Leia mais

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais.

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais. EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 10/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 10/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL ANEXO IV Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO 1-Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes Buscar apoio das esferas de governo (Federal e Estadual)

Leia mais

de Gays, HSHe Travestis, criado em março de 2008, pelo Governo Federal. Considerando que o plano traça diretrizes de combate às vulnerabilidades

de Gays, HSHe Travestis, criado em março de 2008, pelo Governo Federal. Considerando que o plano traça diretrizes de combate às vulnerabilidades GOVERNO DAPARAIBA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COMISSÃO INTERGESTORES BIPARTITE Resolução n Q 174/11 João Pessoa, 14 de outubro de 2011 o Presidente da Comissão Intergestores Bipartite no uso de suas

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília Nome do Evento: Fórum Mundial de Direitos Humanos Tema central: Diálogo e Respeito às Diferenças Objetivo: Promover um

Leia mais

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1 Resumo do Perfil epidemiológico por regiões HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 Resumo do perfil epidemiológico por regiões SAÚDE 1 HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 APRESENTAçÃO Hoje, no

Leia mais

CONFERÊNCIAS REGIONAIS DE MEIO AMBIENTE DA BAHIA REGIMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

CONFERÊNCIAS REGIONAIS DE MEIO AMBIENTE DA BAHIA REGIMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS CONFERÊNCIAS REGIONAIS DE MEIO AMBIENTE DA BAHIA REGIMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º - A II Conferência Estadual do Meio Ambiente da Bahia - CEMA, convocada pelo Decreto Estadual nº 10.370, de 05

Leia mais

1. Garantir a educação de qualidade

1. Garantir a educação de qualidade 1 Histórico O Pacto pela Juventude é uma proposição das organizações da sociedade civil, que compõem o Conselho Nacional de Juventude, para que os governos federal, estaduais e municipais se comprometam

Leia mais

SAÚDE COMO UM DIREITO DE CIDADANIA

SAÚDE COMO UM DIREITO DE CIDADANIA SAÚDE COMO UM DIREITO DE CIDADANIA José Ivo dos Santos Pedrosa 1 Objetivo: Conhecer os direitos em saúde e noções de cidadania levando o gestor a contribuir nos processos de formulação de políticas públicas.

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Estatuto da Criança e do Adolescente: 18 anos, 18 Compromissos A criança e o adolescente no centro da gestão municipal O Estatuto

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS ACRE

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS ACRE PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS ACRE OBJETIVOS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS E PARCERIAS CRONOGRAMA (PRAZO) Realizar reuniões com Conselhos de Saúde,

Leia mais

MINUTA DE REGIMENTO INTERNO DA V CONFERÊNCIA MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

MINUTA DE REGIMENTO INTERNO DA V CONFERÊNCIA MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINUTA DE REGIMENTO INTERNO DA V CONFERÊNCIA MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CAPÍTULO I DO OBJETIVO, TEMÁRIO Art. 1º A V Conferência Regional dos Direitos da Criança e do Adolescente

Leia mais

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1 Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial e à sua agenda de trabalho expressa nos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial 1. Considerando que a promoção da igualdade

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE AMAMBAI GABINETE DO PREFEITO

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE AMAMBAI GABINETE DO PREFEITO Republica por incorreção, o DECRETO Nº 202/13, que circulou no DOM Assomasul nº 0812, no dia 08/04/13, passando a vigorar com a redação abaixo. Aprova o Regimento da 5ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DA CIDADE

Leia mais

Edital XVIII CONCURSO DE PROJETOS ELAS Fundo de Investimento Social

Edital XVIII CONCURSO DE PROJETOS ELAS Fundo de Investimento Social Edital XVIII CONCURSO DE PROJETOS ELAS Fundo de Investimento Social O XVIII Concurso do ELAS Fundo de Investimento Social, em parceria com a MAC AIDS Fund, visa fortalecer, por meio de apoio técnico e

Leia mais

RESUMO DA REUNIÃO SOBRE O PROJETO DE LEI DE INICIATIVA POPULAR SOBRE OS 10% DAS RECEITAS CORRENTES BRUTAS PARA O SUS.

RESUMO DA REUNIÃO SOBRE O PROJETO DE LEI DE INICIATIVA POPULAR SOBRE OS 10% DAS RECEITAS CORRENTES BRUTAS PARA O SUS. RESUMO DA REUNIÃO SOBRE O PROJETO DE LEI DE INICIATIVA POPULAR SOBRE OS 10% DAS RECEITAS CORRENTES BRUTAS PARA O SUS. Com a participação de conselheiros do Conselho Nacional de Saúde (CNS) juntamente com

Leia mais

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 Ação Educativa Organização não governamental fundada por um

Leia mais

DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015

DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 Secretaria Geral Parlamentar Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 Confere nova regulamentação ao Conselho Municipal de Segurança

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Protocolo de Relacionamento Político dos Escoteiros do Brasil

Protocolo de Relacionamento Político dos Escoteiros do Brasil Protocolo de Relacionamento Político dos Escoteiros do Brasil Protocolo de Relacionamento Político dos Escoteiros do Brasil Este guia pretende nortear os Grupos Escoteiros do Brasil a desenvolverem um

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa. Câmpus Restinga Junho, 2013. Desenvolvimento Institucional

Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa. Câmpus Restinga Junho, 2013. Desenvolvimento Institucional Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa Câmpus Restinga Junho, 2013 Desenvolvimento Institucional APRESENTAÇÃO O presente relatório deve ser considerado como um Anexo ao Diagnóstico das Prioridades

Leia mais

FÓRUM PERMANENTE DA AGENDA 21 DE TANGUÁ RJ REGIMENTO INTERNO. CAPÍTULO l - DA CONSTITUIÇÃO, SEDE, OBJETIVOS, PRINCÍPIOS E ATRIBUIÇÕES.

FÓRUM PERMANENTE DA AGENDA 21 DE TANGUÁ RJ REGIMENTO INTERNO. CAPÍTULO l - DA CONSTITUIÇÃO, SEDE, OBJETIVOS, PRINCÍPIOS E ATRIBUIÇÕES. FÓRUM PERMANENTE DA AGENDA 21 DE TANGUÁ RJ REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO l - DA CONSTITUIÇÃO, SEDE, OBJETIVOS, PRINCÍPIOS E ATRIBUIÇÕES. Art. 1º - O Fórum permanente da Agenda 21 de Tanguá, criado pela Lei

Leia mais

FÓRUM REGIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL DO ALTO VALE DO ITAJAÍ RIO DO SUL SC 2015 CARTA DE PRINCÍPIOS

FÓRUM REGIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL DO ALTO VALE DO ITAJAÍ RIO DO SUL SC 2015 CARTA DE PRINCÍPIOS FÓRUM REGIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL DO ALTO VALE DO ITAJAÍ RIO DO SUL SC 2015 CARTA DE PRINCÍPIOS 1. Natureza e Finalidade O Fórum Regional de Educação Infantil do Alto Vale do Itajaí - FREIAVI é um espaço

Leia mais

ICKBio MMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE

ICKBio MMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE ICKBio INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 11, DE 8 DE JUNHO DE 2010 Disciplina as diretrizes, normas e procedimentos para a formação e funcionamento de Conselhos Consultivos em unidades de conservação federais. O

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA

PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA

Leia mais

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004 REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor Brasília, outubro de 2004 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS FENAJ http://www.fenaj.org.br FÓRUM NACIONAL DOS PROFESSORES DE JORNALISMO - FNPJ

Leia mais

Informação e Prevenção na Internet. Ferramentas possíveis frente aos novos desafios no campo da prevenção

Informação e Prevenção na Internet. Ferramentas possíveis frente aos novos desafios no campo da prevenção Informação e Prevenção na Internet Ferramentas possíveis frente aos novos desafios no campo da prevenção Acesso às tecnologias de informação e comunicação no Brasil A penetração da Internet e do número

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS SERGIPE

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS SERGIPE PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS SERGIPE METAS ATIVIDADES PARCERIAS EXECUSSÃO CRONOGRAMA - Articular através da criação de uma rede via internet

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 Estabelece parâmetros para orientar a constituição, no âmbito dos Estados, Municípios e Distrito Federal, de Comissões Intersetoriais de Convivência

Leia mais

Novas Regras Básicas para Estrutura e Funcionamento do FBEI

Novas Regras Básicas para Estrutura e Funcionamento do FBEI 1 Novas Regras Básicas para Estrutura e Funcionamento do FBEI 1. Finalidade O FBEI é uma instância de organização e articulação interinstitucional, suprapartidária, que agrega diversos órgãos, organizações

Leia mais

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos!

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! Documento final aprovado por adolescentes dos Estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso,

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA 5ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DAS CIDADES CAPITULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES

REGIMENTO INTERNO DA 5ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DAS CIDADES CAPITULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES REGIMENTO INTERNO DA 5ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DAS CIDADES CAPITULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES Art. 1º São objetivos da 5ª Conferência Estadual das Cidades: I - propor a interlocução entre autoridades

Leia mais

PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTOÀ FEMINIZAÇÃO DA AIDS NO CEARÁ - 2009

PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTOÀ FEMINIZAÇÃO DA AIDS NO CEARÁ - 2009 COORDENADORIA DE PROMOÇÃO E PROTEÇÃO À SAÚDE - COPROM NÚCLEO DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE DOENÇAS NUPREV PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTOÀ FEMINIZAÇÃO DA AIDS NO CEARÁ - 2009 Responsáveis pela elaboração:

Leia mais

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde;

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde; EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 05/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 70 A ONG brasileira está em crise? 06 de fevereiro de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS Er REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS Art 1º O Fórum da Agenda 21 Local Regional de Rio Bonito formulará propostas de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável local, através

Leia mais

Oficina. com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros, para o correto funcionamento dos conselhos.

Oficina. com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros, para o correto funcionamento dos conselhos. Oficina Gestão do SUAS e o Controle Social Ementa: Orientar a reorganização dos órgãos gestores no tocante a legislação, com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros,

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE. CAPÍTULO I Da Finalidade. CAPÍTULO II Dos Princípios, Objetivos e Metas Seção I Dos Princípios

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE. CAPÍTULO I Da Finalidade. CAPÍTULO II Dos Princípios, Objetivos e Metas Seção I Dos Princípios LEI N. 1.343, DE 21 DE JULHO DE 2000 Institui a Política Estadual do Idoso - PEI e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa do Estado

Leia mais

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO Maria Salete da Silva Josiane dos Santos O Programa Assistência Sócio-Jurídica, extensão do Departamento de Serviço Social, funciona no Núcleo

Leia mais

Informes do Departamento

Informes do Departamento Informes do Departamento Reunião ampliada CAMS/CNAIDS/CAPDA Local: Nobile LakeSide Hotel, Brasília/DF Data: 30 e 31 de outubro de 2012 Fique Sabendo - Mobilização Nacional de Ampliação da Testagem para

Leia mais

Regimento Interno do processo de construção do Plano de Educação da Cidade de São Paulo

Regimento Interno do processo de construção do Plano de Educação da Cidade de São Paulo Regimento Interno do processo de construção do Plano de Educação da Cidade de São Paulo CAPÍTULO I Artigo 1o. A construção do Plano de Educação da Cidade de São Paulo realizar-se-á entre fevereiro e junho

Leia mais

DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014

DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014 CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINAS GERAIS DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014 A Diretoria Executiva do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente

Leia mais

Kit de Apoio à Gestão Pública 1

Kit de Apoio à Gestão Pública 1 Kit de Apoio à Gestão Pública 1 Índice CADERNO 3: Kit de Apoio à Gestão Pública 3.1. Orientações para a reunião de Apoio à Gestão Pública... 03 3.1.1. O tema do Ciclo 4... 03 3.1.2. Objetivo, ações básicas

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no

Leia mais

CAPÍTULO I: DA NATUREZA E FINALIDADE

CAPÍTULO I: DA NATUREZA E FINALIDADE REGULAMENTO DOS NÚLCLEOS DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS (NEABIs) DO IFRS Aprovado pelo Conselho Superior do IFRS, conforme Resolução nº 021, de 25 de fevereiro de 2014. CAPÍTULO I: DA NATUREZA

Leia mais

JOVEM HOMOSSEXUAL substituir por JOVENS GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS E TRANSGÊNEROS (GLBT) ou por JUVENTUDE E DIVERSIDADE SEXUAL

JOVEM HOMOSSEXUAL substituir por JOVENS GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS E TRANSGÊNEROS (GLBT) ou por JUVENTUDE E DIVERSIDADE SEXUAL JOVEM HOMOSSEXUAL substituir por JOVENS GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS E TRANSGÊNEROS (GLBT) ou por JUVENTUDE E DIVERSIDADE SEXUAL OBJETIVOS E METAS 1. Prover apoio psicológico, médico e social ao jovem em

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS CEARÁ

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS CEARÁ PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS CEARÁ OBJETIVOS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS E PARCERIAS CRONOGRAMA MONITORAMENTO INDICADOR Incluir anualmente,

Leia mais

O IDEC é uma organização não governamental de defesa do consumidor e sua missão e visão são:

O IDEC é uma organização não governamental de defesa do consumidor e sua missão e visão são: 24/2010 1. Identificação do Contratante Nº termo de referência: TdR nº 24/2010 Plano de aquisições: Linha 173 Título: consultor para desenvolvimento e venda de produtos e serviços Convênio: ATN/ME-10541-BR

Leia mais

Sumário. Aids: a magnitude do problema. A epidemia no Brasil. Característica do Programa brasileiro de aids

Sumário. Aids: a magnitude do problema. A epidemia no Brasil. Característica do Programa brasileiro de aids Sumário Aids: a magnitude do problema A epidemia no Brasil Característica do Programa brasileiro de aids Resultados de 20 anos de luta contra a epidemia no Brasil Tratamento Prevenção Direitos humanos

Leia mais

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual 20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual Paulista da CONSOCIAL Prioridades Texto Diretriz Eixo Pontos 1 2 Regulamentação e padronização de normas técnicas para a elaboração dos Planos de Governo apresentados

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

VII ENCONTRO NORTE DE ONGS ERONG 2013 30/05 a 01/06 de 2013, Porto Velho - Rondônia. Documento Norteador

VII ENCONTRO NORTE DE ONGS ERONG 2013 30/05 a 01/06 de 2013, Porto Velho - Rondônia. Documento Norteador VII ENCONTRO NORTE DE ONGS ERONG 2013 30/05 a 01/06 de 2013, Porto Velho - Rondônia. Documento Norteador I - INFORMAÇOES GERAIS E ORGANIZAÇÃO Tema: Sustentabilidade da Participação Social na Resposta Brasileira

Leia mais

5 passos para a implementação do Manejo da Infecção pelo HIV na Atenção Básica

5 passos para a implementação do Manejo da Infecção pelo HIV na Atenção Básica 5 passos para a implementação do Manejo da Infecção pelo HIV na Atenção Básica Guia para gestores MINISTÉRIO DA SAÚDE Introdução As diretrizes aqui apresentadas apontam para uma reorganização do modelo

Leia mais

¹Assistente Social da Associação Reviver do Portador do Vírus HIV, graduada pela Universidade Estadual de Ponta Grossa.

¹Assistente Social da Associação Reviver do Portador do Vírus HIV, graduada pela Universidade Estadual de Ponta Grossa. IX Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV HEY, Claudia Maria¹ BONOMETO, Tatiane Caroline² PREUSS, Lislei Teresinha³ Apresentador (a): Tatiane Caroline

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM NACIONAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL CAPÍTULO I DA FINALIDADE

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM NACIONAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL CAPÍTULO I DA FINALIDADE REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM NACIONAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1 o O Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, constituído em 1994,

Leia mais

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Elaborada pela Diretoria de Assuntos Estudantis 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão nos dias

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 Dispõe sobre o atendimento obrigatório aos portadores da Doença de Alzheimer no Sistema Único de Saúde - SUS, e dá outras providências.

Leia mais

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013 Seminário estratégico de enfrentamento da Tuberculose e Aids no Estado do Rio de Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS Maio, 2013 1.Detecção de casos e tratamento da tuberculose 1.1. Descentralizar

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

Este Fórum Local da Agenda 21 se propõe a escutar, mobilizar e representar a sociedade local, para construirmos em conjunto uma visão compartilhada

Este Fórum Local da Agenda 21 se propõe a escutar, mobilizar e representar a sociedade local, para construirmos em conjunto uma visão compartilhada Fórum da Agenda 21 de Guapimirim Aprender a APRENDER e a FAZER. Aprender a CONVIVER, e Aprender a SER Cidadãos Participativos, Éticos e Solidários Este Fórum Local da Agenda 21 se propõe a escutar, mobilizar

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 8ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE TOCANTINS

DOCUMENTO FINAL 8ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE TOCANTINS DOCUMENTO FINAL 8ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE TOCANTINS EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE DIRETRIZ: Ampliação da cobertura e qualidade dos serviços de saúde, com o aprimoramento

Leia mais

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude.

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude. A MULHER NA ATIVIDADE AGRÍCOLA A Constituição Federal brasileira estabelece no caput do art. 5º, I, que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações e reconhece no dispositivo 7º a igualdade de

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA FEMINIZAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS DE GOIÁS

PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA FEMINIZAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS DE GOIÁS PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA FEMINIZAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS DE GOIÁS Diagnóstico Operacionalização do Plano Estadual Contexto de vulnerabilidade 1. Relações desiguais de gênero Ações governamentais

Leia mais

Carta da Região Sudeste

Carta da Região Sudeste I FÓRUM ESTADUAL DE PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES I SEMINÁRIO SUDESTE DE PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES Carta da Região Sudeste Gestores da Saúde, Servidores da Saúde, Representantes de

Leia mais

SAÚDE DA FAMÍLIA E VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: UM DESAFIO PARA A SAÚDE PUBLICA DE UM MUNICIPIO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Brasil

SAÚDE DA FAMÍLIA E VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: UM DESAFIO PARA A SAÚDE PUBLICA DE UM MUNICIPIO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Brasil ID 1676 SAÚDE DA FAMÍLIA E VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: UM DESAFIO PARA A SAÚDE PUBLICA DE UM MUNICIPIO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Brasil Dutra, Laís; Eugênio, Flávia; Camargo, Aline; Ferreira

Leia mais