Centro de Animação Bíblico-Catequética Diocese de Ponta Grossa. Ide anunciai a Boa-Nova. (Mateus 28,19)

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1 Centro de Animação Bíblico-Catequética Diocese de Ponta Grossa Ide anunciai a Boa-Nova. (Mateus 28,19)

2 Prefácio Após mais de 15 anos de utilização da Coleção Sementes manual de catequese elaborado na Diocese de Ponta Grossa (PR) utilizada por catequistas de muitas regiões do Brasil, é para mim motivo de alegria e grande esperança apresentar a nova coleção, totalmente reformulada no espírito do Documento de Aparecida e do processo de Iniciação à Vida Cristã. Compreendemos hoje melhor que a catequese não é uma transmissão de conteúdos de doutrina ( instrução ), nem apenas preparação para receber este ou aquele sacramento ( etapa de formatura ), mas é um processo dinâmico e abrangente de educação da fé, um itinerário de vida, que leva alguém ao encontro de comunhão e intimidade com Jesus Cristo e a aderir à proposta do Reino, que é vivida na Igreja. Duas consequências brotam dessa visão: o catequista precisa ser alguém orante, que experimenta e vive o seu encontro pessoal com o Senhor, e assim é capaz de introduzir os catequizandos no Mistério (mistagogia); esse processo de discipulado se realiza na comunidade eclesial, e toda a comunidade paroquial é catequizadora, com a participação da família e do sacerdote. A dinâmica toda da Catequese vai inserir o catequizando na vida da comunidade... Daí uma grande novidade da nova coleção: a inserção de celebrações litúrgico-catequéticas ou ritos de Iniciação, que vão assinalando as várias etapas e introduzindo o catequizando no Mistério do Ressuscitado, levando-o a assimilar a linguagem dos símbolos, gestos, à vida de oração e contemplação, bem como a participar de maneira ativa e frutuosa na Liturgia e na transformação da sociedade. O primeiro volume começa com uma preciosa apresentação, que expõe de maneira clara a mística da Iniciação à Vida Cristã, sempre iluminada pela atitude de Jesus com os discípulos de Emaús. Respeita a psicologia das idades e os diversos momentos do ano litúrgico. Será muito útil para a preparação dos catequistas, no início das atividades. Parabenizando a Equipe de Animação Bíblico-Catequética da diocese e a Editora Ave-Maria por colocar à disposição dos catequistas e das comunidades do Brasil este precioso instrumento, invoco sobre todos as bênçãos de Deus uno e trino. Na Festa de Maria, Mãe da Divina Graça, padroeira da Diocese. Ponta Grossa, 15 de setembro de Dom Sergio Arthur Braschi

3 Apresentação Esta edição reformulada do Manual de iniciação para uma vida de comunhão com Cristo na sua Comunidade faz parte da Coleção Sementes e é expressão do amadurecimento da edição publicada em 1995 na Diocese de Ponta Grossa (PR). Reformulada com a colaboração de catequistas, religiosos, pedagogos, psicólogos e sacerdotes, esta edição alinha o processo catequético com as orientações do Documento de Aparecida, do Diretório Nacional de Catequese, do Estudo 97 sobre iniciação à vida cristã e das diretrizes gerais da Ação Evangelizadora da Igreja ( ). Deseja oferecer à Igreja um instrumento vivo e dinâmico de transmissão da fé, para auxiliar o processo de iniciação à vida cristã, que conduz a pessoa para um mergulho no Mistério de Cristo, formando nela um coração de discípulo missionário. É preciso tratar com zelo uma importante parcela do povo de Deus confiada à Igreja composta de crianças e adolescentes. Para eles, a catequese de iniciação à vida cristã é fundamental para o crescimento na fé, porque proporciona um encontro pessoal com Cristo pela escuta da Palavra, da Celebração dos mistérios da fé e da vida comunitária. O método de iniciação requer cuidado no planejamento para o êxito da ação catequética no âmbito paroquial. Necessita também de catequistas mistagogos, isto é, que tenham segurança para conduzir ao Mistério pela vivência da fé, da espiritualidade e do testemunho de vida de comunhão na comunidade. Por sua vez, a comunidade também é chamada a realizar essa tarefa, que é do conjunto da Igreja. A formação e a criatividade de nossos catequistas são sempre uma qualidade a ser valorizada e estimulada. Embora o trabalho dedicado de muitos catequistas seja objeto de nosso respeito e admiração, a iniciação de nossas crianças e adolescentes tem sido fragmentada e, às vezes, insuficiente diante dos desafios e das urgências desta mudança de época. Esta edição reformulada do manual da Coleção Sementes proporciona a diminuição da distância entre a catequese e a liturgia, que são duas faces do mesmo Mistério, em vista da adesão a Jesus e do discipulado. A catequese de iniciação à vida cristã favorece a integração entre Anúncio, Celebração e Vivência Comunitária. Sendo um método mais participativo, fomenta a conexão entre catequista, catequizandos, família e comunidade. A Coleção Sementes contém cinco volumes para realizar um processo global de catequese, instruindo com os quatro pilares da doutrina (crer, celebrar, viver e rezar), favorecem a experiência das primeiras e fundamentais noções da fé. Os três primeiros volumes preparam para a intimidade com Cristo, a inserção e a pertença à Sua comunidade, que se expressará por meio da participação eucarística. Os outros dois volumes confirmam a opção e a adesão a Jesus e à Sua comunidade, consolidando no catequizando um coração de discípulo missionário para atuar, na força do Espírito Santo, como sal da terra e luz no mundo. (Mateus 5,13-14) Este manual inicia-se com uma carta de acolhida aos pais e catequizandos, um texto de capacitação inicial para os catequistas, uma celebração de unção e de envio do catequista e um

4 encontro de acolhida dos catequizandos. Em seguida, sugere um encontro de reflexão sobre a Campanha da Fraternidade. Neste volume, a 1 a unidade traz cinco temas que possibilitam a reflexão do catequizando sobre si mesmo, sobre a própria história e sobre sua relação com a obra da criação, encerrando com a Celebração litúrgica do Querigma. A 2 a unidade, com cinco temas, favorece a experiência da abertura para as relações com os outros, valorizando o dom da amizade e do perdão; conclui-se com a Celebração litúrgica da entrega do Pai-Nosso. Também com cinco temas, a 3 a unidade aponta para a relação que somos chamados a ter com Deus, a qual se consolida em Jesus Cristo, ao apresentar a novidade do projeto do Reino. Conduz para a experiência de oração, tendo como base o Pai-Nosso. Na 4 a unidade, há sete temas que convidam para relações fraternas na comunidade de fé, que é assistida pela Virgem Maria. Nessa unidade, acontece a Celebração litúrgica da Redição do Pai-Nosso. Cada encontro apresenta orientações e formação para o catequista e é organizado segundo os quatro passos da metodologia do encontro dos discípulos de Emaús com o Ressuscitado: Acolhida, Fundamentação bíblica, Espiritualização e Atividades de fixação para integrar a família e fomentar o compromisso cristão. Este manual apresenta um processo pedagógico dinâmico, cristocêntrico, litúrgico-comunitário, orante e bíblico, que integra a família, o catequista, o catequizando e a comunidade, ajudando o catequizando a desenvolver o costume de ouvir a Palavra de Deus dentro e fora da família. Ide, fazei discípulos meus... ensinando-os tudo o que vos ordenei (Mateus 28,19-20). Desejosos de que esse mandato de Jesus à Igreja aconteça de modo sempre renovado e caracterizado pela alegria, pedimos os auxílios da Mãe da Divina Graça. Equipe Diocesana de Animação Bíblico-Catequética Diocese de Ponta Grossa, PR

5 Carta de acolhida aos pais e catequizandos Queridos pais e catequizandos, A Igreja recebe seu filho com carinho e se alegra em poder compartilhar com vocês deste momento de especial responsabilidade para uma família cristã, que é o processo de iniciar ou conduzir uma pessoa para a inserção na vida da comunidade cristã. Contando com a participação e o compromisso da família, a Igreja deseja auxiliar nessa tarefa, dando continuidade na missão de iniciação cristã, que significa conduzir para o encontro com o Ressuscitado, formando no cristão um coração de discípulo missionário. Toda pessoa carrega no coração o desejo de ser feliz. O processo de iniciação é a resposta para esse desejo e também a missão da Igreja de conduzir o homem para a alegria do encontro vivo com Cristo, inserindo no lugar onde Ele escolheu permanecer vivo: a comunidade cristã. A catequese inicia no ventre materno, que acolheu, com a experiência de amor, com sentimentos de afeto e gratidão, o dom da vida em seus primeiros momentos e se estende pela convivência familiar, que deve ser naturalmente compreendida como um núcleo de relações de amor que formam valores. É no ambiente de um lar com pais cristãos, permeado de gestos e valores do Evangelho, que são realizados nos filhos os primeiros e fundamentais traços que imprimirão neles uma fisionomia cristã. A Igreja, por sua vez, aprofundará e dará continuidade a essa tarefa que se inicia na família: Os pais são os catequistas insubstituíveis dos seus filhos. Nos primeiros anos de vida da criança, lançam-se a base e o fundamento do seu futuro. Por isso mesmo, devem os pais compreender a importância de sua missão a esse respeito. Em virtude do batismo e do matrimônio, são eles os primeiros catequistas de seus filhos: de fato educar é continuar o ato de geração. Nessa idade, Deus passa de modo particular mediante a intervenção da família. As crianças têm necessidade de aprender e de ver os pais que se amam, que respeitam a Deus, que sabem apresentar o conteúdo cristão no testemunho e na esperança de uma vida de todos os dias vivida segundo o evangelho. O testemunho é fundamental. A Palavra de Deus é eficaz em si mesma, mas adquire sentido concreto quando se torna realidade na pessoa que anuncia. Isso vale de modo particular para as crianças que ainda não têm condições de distinguir entre a verdade anunciada e a vida daquele que a anuncia. Para a criança, não há distinção entre a mãe e o pai que rezam e a oração: mais ainda, a oração tem especial valor porque é reza da mãe e do pai. (João Paulo II discurso em Porto Alegre, RS, 1980) Escutai: Eis que o semeador saiu a semear. E, ao semear, uma parte da semente caiu à beira do caminho, e vieram as aves e a comeram. Outra parte caiu no solo pedregoso e, não havendo terra bastante, nasceu logo, porque não havia terra profunda, mas, ao surgir do sol, queimou-se e, por não ter raiz, secou. Outra parte caiu entre os espinhos; os espinhos cresceram e a sufocaram, e não deu fruto. Outras caíram em terra boa e produziram fruto, crescendo e se desenvolvendo, e uma produziu trinta, outra sessenta e outra cem por cento. (Marcos 4,3-8) 11

6 Essa exposição pretende estimular a família, os sacerdotes, catequistas, catequizandos e toda a comunidade a tomar consciência da necessidade de olhar sempre para o campo semeado, e a fazê-lo a partir de uma perspectiva de fé e de misericórdia. (Diretório Geral para Catequese n o 14) Catequizando, a parábola Saiu o semeador a semear (Marcos 4,3) é fonte inspiradora para a evangelização. A semente é a Palavra de Deus, que será lançada no seu coração em cada encontro de catequese. O semeador é Jesus Cristo. Ele anunciou o Evangelho na Palestina há 2 mil anos e enviou os seus discípulos a semeá-lo pelo mundo, e assim fazem hoje os catequistas e a ação do conjunto da Igreja em suas pastorais e movimentos. (Diretório Geral para Catequese n o 15) Jesus Cristo hoje, presente na Igreja por meio do Espírito, continua a semear amplamente a Palavra do Pai no campo do mundo. Ele deseja lançar sementes de vida em seu coração por meio do seu catequista. Lemos na parábola que a qualidade do terreno é sempre muito variada. A semente do Evangelho cai à beira do caminho (Marcos 4,4), quando não é realmente escutada; cai em solo pedregoso (Marcos 4,5), sem que possa penetrar profundamente na terra; cai entre os espinhos (Marcos 4,7) e é imediatamente sufocada no coração daqueles que se fazem distraídos porque têm outras preocupações. Mas a parábola conta que há sementes que caem em terra boa (Marcos 4,8), isto é, no coração aberto e disposto à relação pessoal com Deus, que deseja ser solidário com o próximo, e a semente produz frutos abundantes! Com qual dessas situações você deseja que seu coração se assemelhe neste ano catequético? Caríssimos pais e catequizandos, meditando sobre isso, iniciemos com coragem, dinamismo e decisão a participação nesse processo. Seja bem-vindo, catequizando! Junto com seus pais e nossa comunidade, faremos um bonito caminho de iniciação para uma vida de comunhão com Cristo na sua Comunidade! Conhecer a Jesus é o melhor presente que qualquer pessoa pode receber; tê-lo encontrado foi o melhor que ocorreu em nossas vidas, e fazê-lo conhecido com nossa palavra e obras é nossa alegria. (Documento de Aparecida n o 29) 12 Equipe Diocesana de Animação Bíblico-Catequética Diocese de Ponta Grossa (PR)

7 Capacitação inicial para os catequistas Querido(a) catequista: Semeai, o resto fará o Senhor! Retomando essas palavras, que o saudoso Papa Beato João Paulo II dirigiu aos catequistas em determinada ocasião, deixemo-nos animar por esse apelo tão significativo que projeta sobre a ação de catequizar a ação do próprio Deus, o qual generosamente nos inspira a espalhar a semente da Palavra capaz de fazer, misteriosamente, a vida germinar. A capacitação que segue deve ser organizada pela Coordenação Paroquial de Catequese destinada ao grupo de catequistas e contém: 1. Definição de catequese 2. Conteúdo específico de cada tempo 3. Metodologia e pedagogia do manual 4. Desenvolvimento psicológico da criança entre 8 e 9 anos 5. Os quatro pilares para edificação da fé 6. Celebrações litúrgicas com ritos de iniciação cristã 1. Definição de catequese A catequese é uma ação da Igreja, e também um ressoar da experiência de intimidade com o Senhor que precisa estar impressa na vida daqueles que se sentem chamados a cumprir a tarefa da transmissão da fé que Jesus nos deu quando disse: Ide, fazei discípulos meus... ensinando-os a observar tudo que vos ordenei (Mateus 28,19). A catequese é um processo dinâmico e abrangente de educação da fé, um itinerário e não apenas uma instrução (Catequese Renovada 282). A catequese compreende um ensino da doutrina cristã, de maneira orgânica (viva) e sistemática (processo), com o fim de iniciar na plenitude da vida cristã (Catechesi Tradendae 18, Catequese hoje). Ela é em primeiro lugar, uma ação eclesial, pela qual a Igreja transmite a fé que ela mesma vive. O catequista é um porta-voz da Comunidade e não de uma doutrina pessoal (Catequese Renovada 45). Para que fazer catequese? A catequese não prepara simplesmente para este ou aquele sacramento. A recepção do sacramento é consequência de uma adesão à proposta do Reino, vivida na Igreja (Diretório Nacional de Catequese 50). O serviço da catequese tem como finalidade fazer com que alguém se ponha, não apenas em contato, mas em comunhão e intimidade com Jesus Cristo. Fazer catequese é um ato de amor, é o conjunto dos esforços realizados na Igreja para fazer discípulos (CT1). O serviço da catequese não é uma simples instrução a respeito de textos, normas ou regras, afinal a Palavra que transmitimos é Pessoa, é a Palavra de Deus que se fez carne (João 1,14) e, portanto, trata-se de ensinar, com aquilo que está impresso em nossa vida, um jeito de se relacionar com o Senhor. 13

8 Partilhando com o grupo: Retomando as afirmações contidas no texto acima, busque palavras que ajudem a aprofundar o sentido do que é catequese e a relação com o ser catequista. O que vocês podem comentar sobre as expressões do texto: conjunto de esforços, para fazer discípulos, processo dinâmico, intimidade com Jesus, ensino de modo orgânico e sistemático, transmitir a fé que a Igreja vive sendo porta-voz da Comunidade, a Palavra que transmitimos é Pessoa, ensinar, com aquilo que está impresso em nossa vida, um jeito de se relacionar com o Senhor. O que há em comum com o jeito de fazer catequese que a Igreja apresenta e o modo de fazer catequese em sua Comunidade? No que você acha que sua Comunidade precisa crescer em relação à catequese? Depois das reflexões feitas, em sua opinião, quais as atitudes que compõem o perfil do catequista hoje? Por que utilizar um manual para fazer catequese? Fazer catequese com um manual é realizar um itinerário educativo que vai além da simples transmissão de conteúdos doutrinais desenvolvidos nos encontros catequéticos. Os manuais oferecem um processo participativo que dá acesso às Sagradas Escrituras, à liturgia, à doutrina da Igreja, à inserção na vida da comunidade eclesial e às experiências de intimidade com Deus (Diretório Nacional de Catequese 152). O manual apresenta um conjunto de passos e operações necessárias para instruir alguém em determinada etapa do processo. Ele tem como pano de fundo um caminho, porém, ele sozinho não é todo o caminho catequético; catequese é muito mais do que apenas aquele momento isolado do encontro. Os momentos de catequese acontecem também na família, na vida em comunidade, nas celebrações e em tantas outras atividades. O manual é um ajudante. A eficácia do processo é facilitada por um bom manual, mas também exige preparo, formação, criatividade e planejamento do catequista, participação da Comunidade, da família e do sacerdote. Dinamizando o tema Formar grupos de até 10 pessoas e entregar 1 kit em embalagem de plástico contendo: 3 canudinhos 1 folha colorida 5 palitos de sorvete 1 bexiga 1 pedaço de barbante 1 pedaço de papel cartão 1 pedaço de fita crepe colada no próprio plástico 1 guardanapo Em seguida, pedir a cada grupo que, utilizando o material do kit, monte em equipe algo que seja útil para percorrer um caminho. Depois alguns grupos podem apresentar o que montaram explicando o significado. Conclusão: perceber que a utilidade do manual é como a de um kit, no qual as coisas não estão prontas ou acabadas, mas nele se encontram recursos para que, mediante planejamento, participação e criatividade seja possível expressar o que se deseja. 14

9 2. Conteúdo específico de cada tempo Conhecendo o itinerário que o processo da Coleção Sementes desenvolve no catequizando nos cinco tempos: 1 o Tempo Conhecer-se e Relacionar-se 1 o Tempo Eu comigo mesmo e com o mundo Eu e o outro Eu e Deus 1 o Tempo Relações fraternas vividas em Comunidade 2 o Tempo Deus se revela: Palavra/Criação 2 o Tempo Ele nos chama a viver este Projeto em Comunidade 2 o Tempo Jesus anuncia: O Reino e as Bem-Aventuranças 2 o Tempo Maria do Sim Jesus, a nova Aliança 2 o Tempo Faz Aliança Dá a Lei do Amor Fala pelos profetas 3 o Tempo Vivendo a Lei do Amor em Comunidade 3 o Tempo Crer no Deus Uno e Trino em Comunidade 3 o Tempo Experimentar os gestos salvíficos de Jesus em Comunidade 4 o Tempo Eu, adolescente: razão e liberdade 4 o Tempo O agir do discípulo: vida de oração e cultivo de fé 4 o Tempo Faço opções, posso servir a comunidade discipulado 4 o Tempo Firmar as convicções de fé na comunidade 4 o Tempo Dialogar em família Respeitar as diferenças 5 o Tempo Serviço aos irmãos 5 o Tempo A força do Espírito na história e na Igreja é força para a missão 5 o Tempo Assumir a vocação e missão para servir a comunidade e a Sociedade DISCÍPULO MISSIONÁRIO Olhando o organograma, podemos compreender o ponto de partida e de chegada que cada um dos manuais desenvolve, e ter uma visão de conjunto do itinerário desenvolvido ao longo de cada tempo. As áreas do 1 o Tempo representam o manual Sementes de Vida. Ao longo do ano cada encontro realiza um processo, por meio de um conteúdo, que conduz a uma experiência com o Deus, que chama para relações fraternas na comunidade. As áreas do 2 o Tempo representam o percurso realizado com o manual Sementes de Esperança, o qual lançará as bases da Revelação do Deus da Aliança, que em Jesus nos chama para a experiência de Salvação na Comunidade. 15

10 As áreas do 3 o Tempo ajudam a compreender que o manual Sementes de Comunhão, sintetizando os mandamentos e o símbolo da fé (credo), consolida a inserção na comunidade pela participação no mistério sacramental da presença eucarística do Ressuscitado. Fica claro que ao longo dos três anos acontece um processo de inserção na Comunidade e a expressão dessa pertença comunitária é a vida eucarística. Depois podemos ver nas áreas do 4 o e do 5 o Tempo as etapas desenvolvidas pelo manual Sementes de Participação. Já inserido na experiência da comunidade, o catequizando retomará o conhecimento e a compreensão de si nessa fase de pré-adolescência e adolescência, seguindo no processo de maturidade da fé. Firmando suas convicções na comunidade, poderá aprofundar suas opções para o serviço de discipulado e, experimentando a atuação e a força do Espírito, poderá tornar-se também missionário. Esta é a visão de conjunto da catequese de iniciação que a Coleção Sementes realiza por meio da metodologia aplicada nos cinco tempos. Deseja inserir a pessoa no mistério do encontro com o Ressuscitado presente na Comunidade em vista de formar no catequizando um coração de discípulo missionário da Igreja para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna. Refletindo com o grupo Esta visão de conjunto que a Coleção Sementes apresenta contribui de que forma para realização do serviço catequético? Depois da partilha em grupo, os catequistas se reúnem conforme os tempos nos quais ministrarão catequese e leem o que segue. 3. Metodologia e pedagogia do manual Este manual foi preparado com carinho para você, que acredita no serviço catequético e faz do encontro de catequese uma ocasião festiva de convivência, de partilha e de encontro vivo com o Senhor, tornando a catequese um caminho que, pelo Encontro com Jesus, forma discípulos. No início de cada encontro você encontrará os objetivos a serem alcançados, o material de apoio a ser utilizado para dinamizar o encontro e um texto de formação e preparação, que servirá para seu aprofundamento pessoal e sua preparação espiritual sobre o tema a ser desenvolvido em cada encontro. Você perceberá que cada um dos encontros possui quatro passos: Acolhimento (VER), Fundamentação (ILUMINAR), Espiritualização (CELEBRAR) e Atividades de fixação (AGIR CRISTÃO). Se olharmos para a pedagogia que Jesus utilizou no episódio de Emaús (Lucas 24) identificamos que os quatro passos realizados nos encontros são inspirados nesse processo, que servirá para levar os catequizandos à experiência de um encontro vivo e transformador. O catequizando precisa perceber na atividade do catequista os mesmos gestos de Jesus. O Senhor encontrou os discípulos no caminho e se pôs a caminhar com eles, perguntando dos fatos da vida (é a acolhida-ver), em seguida iluminou os anseios e a vida deles a partir da Palavra (é a fundamentação-iluminar). Isto despertou nos discípulos o desejo de permanecerem juntos, a ação de graças (é a espiritualização-celebrar). A experiência foi tão marcante e significativa, que reorientou e enviou os discípulos para a missão (é a atividade, o agir cristão). Nossos encontros conservam a mesma pedagogia de Jesus. É importante compreender e desenvolver bem o passo a passo que propomos. Além disso, remetemos o catequizando para uma reflexão e vivência de fé com a família e também para uma prática de discipulado que pedirá um compromisso concreto no intervalo da semana. 16

11 No desenvolvimento do encontro aparecem traços da espiritualidade e metodologia da Leitura Orante da Palavra, que o catequista poderá utilizar para introduzir progressivamente o catequizando num mergulho mais profundo no Mistério, através das questões: O que Deus falou para mim neste texto? (após a fundamentação) O que sinto vontade de dizer a Deus? (após a espiritualização) Transformando a oração em compromisso de ação cristã (na atividade e compromisso do agir cristão ) Como desenvolver a metodologia dos quatro passos em um encontro? 1 o passo Acolhimento: esse passo tem por finalidade fazer presente os fatos da vida dos catequizandos para compreender a realidade deles ( Jesus aproximou-se e pôs-se a caminhar com eles perguntando: sobre o que conversais pelo caminho?, Lucas 24,15-17). Aplicando os métodos sugeridos e as técnicas de entrosamento, pode durar em torno de 10 a 15 minutos. 2 o passo Fundamentação: depois de perceber a realidade através do acolhimento, o catequista iluminará os fatos da vida com a Palavra de Deus ( explicava-lhes a Escritura, Lucas 24, 27). Ela reconduz nossa história para Deus e para o serviço. Esse passo precisa ser participativo e de construção do conhecimento, e leva por volta de 20 minutos para ser desenvolvido. 3 o passo Espiritualização: a experiência fará brotar neles o reconhecimento da bondade de Deus, conduzindo-os para espiritualização. Será o momento de experimentar a relação comunitário-pessoal com o Deus da Vida ( Ele tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e serviu-lhes, Lucas 24, 30). As técnicas para esse momento sugerem um período de 15 minutos. 4 o passo Atividades de fixação: para concluir o ciclo desse processo, é preciso que a experiência de fé seja assimilada por eles em vista de lançá-los na integração com a família e no compromisso de atividades transformadoras ( levantaram-se na mesma hora e foram a Jerusalém, Lucas 24, 33). Esse momento pode acontecer num período de 15 minutos. O intuito do processo é levar os catequizandos para a experiência de Encontro vivo com Jesus. O catequista perceberá no desenvolvimento do tema o modo de realizar cada passo, gerando uma relação viva entre eles, sem tornar cansativo ou vazio cada momento do processo e ainda sem trabalhar mecanicamente em função do relógio. Refletindo com o grupo Você já havia percebido a relação existente entre a pedagogia que Jesus utilizou com os discípulos de Emaús e a metodologia que desenvolvemos em cada Encontro? Na sua opinião, é importante desenvolver no encontro catequético os quatro passos da metodologia que o manual apresenta? Por quê? 4. Desenvolvimento psicológico da criança entre 8 e 9 anos Para lançar as sementes do ensino da fé neste tempo é preciso considerar o terreno que as acolherá. Este subsídio desenvolve o aprendizado considerando o desenvolvimento psicológico da criança entre 8 e 9 anos e seu modo de aprender. Esses catequizandos têm por referência a convivência com pai e mãe, contudo, já demonstram uma tendência em descobrirem-se e abrirem-se para novas relações. A criança gosta e já é capaz de pensar. Quando lhes são oferecidos meios para estimular seu raciocínio, surgem oportunidades para desenvolver seu potencial. 17

12 Nessa fase do desenvolvimento da criança acontece a estruturação do caráter: a índole, a firmeza de vontade, da individualidade ou do seu jeito de ser. Os alicerces do caráter são assentados nos primeiros sete anos de vida. Essa é também a fase da descoberta de suas habilidades pessoais e relacionais. A criança deseja fazer parte do grupo, anseia tornar-se grande, cooperando na realização de coisas em conjunto ; chamamos isso de fase da indústria. Para estimular as crianças desse Tempo é importante: Iniciar o encontro com um diálogo, percebendo a realidade deles e o que já sabem sobre o assunto relacionado àquele tema, estimulando o pensar (momento do Acolhimento Ver). Aproveitar o erro da criança para estimular o raciocínio, a construção de pensamentos e a participação no grupo (momento da Fundamentação Iluminar). Compreender que elas aprendem o conteúdo quando são utilizados recursos como: gestos, símbolos, gravuras e recortes dinamismo (momento da Espiritualização Celebrar). Incentivar a criatividade, estimular suas construções (momento das Atividades de Fixação Agir). Reforçar a cooperação, fazendo trabalhos em duplas, trios ou grupos maiores. Compreendendo o processo realizado por essas crianças com atividades que necessitam de tempo e paciência, identificamos o perfil do catequista deste Tempo. Refletindo com o grupo Com referência ao desenvolvimento psicológico da criança a partir de 8 anos, comente com o grupo o que mais lhe chamou atenção. Conhecendo os estímulos desta fase da criança, você se identifica com o perfil de catequista para este Tempo? 5. Os quatro pilares para edificação da fé É importante que o catequista saiba que o conjunto dos temas deste manual procura apresentar progressivamente conteúdos que fazem parte dos quatro pilares que a Igreja nos apresenta para edificar a fé. Por meio desses quatro pilares ou grandes temas, desenvolvemos com a metodologia do manual uma catequese bíblica, litúrgica, celebrativa, vivencial e orante, ajudando a pessoa a sistematizar ou compreen der a fé revelada na Escritura. Os quatro pilares são: 1 o Crer (temas sobre a Revelação no organograma com o coração) 2 o Celebrar (temas sobre Liturgia e Sacramento no organograma com a estrela) 3 o Viver (temas sobre mandamentos para o agir no organograma com a seta) 4 o Rezar (temas sobre Oração no organograma com a cruz) CRER REVELAÇÃO CELEBRAR LITURGIA E SACRAMENTO VIVER MANDAMENTOS BEM- AVENTURANÇAS AGIR CRISTÃO REZAR ORAÇÃO CELEBRAÇÕES LITÚRGICO- CATEQUÉTICAS 6. Celebrações litúrgicas com ritos de iniciação cristã Uma novidade nesta edição reformulada do manual são as celebrações litúrgico-catequéticas ou ritos de iniciação (no organograma com o sol). Elas contêm elementos inspirados no processo da Ini- 18

13 ciação à vida cristã, aproximando a catequese da celebração litúrgica, afinal, aquilo que é ensino da catequese torna-se vida celebrada na liturgia. Elas ajudam a iniciar progressivamente nas celebrações litúrgicas e a descobrir a linguagem dos ritos, dos símbolos, dos gestos e das posturas, dando acesso à vida de oração e contemplação. Também permitem acompanhar o Ano litúrgico para vivência eclesial e uma participação mais ativa, plena e frutuosa na liturgia. Integram o catequizando, a família e a comunidade, proporcionando que todos compreendam a vitalidade e a força que esses mistérios possuem de atualizar no tempo a presença viva de Deus. As celebrações litúrgico-catequéticas são excelentes oportunidades para compreensão do processo feito pois, além de colaborarem na inserção do catequizando na vida da comunidade, permitem salientar seu papel catequizador. O catequista pode avaliar, pela convivência entre os catequizandos, se as atitudes deles estão sendo permeadas pelos valores do Evangelho. Tudo isso substitui as insuficientes provas, porque a catequese não é um curso sobre fé e religião, mas deseja imprimir na vida as atitudes cristãs, para que a pessoa saiba proceder tendo o Evangelho como critério de ação. Partilhando com o grupo: O que você compreendeu sobre a importância das celebrações dos ritos de iniciação? Em grupos de duas pessoas, verifique abaixo o conjunto de temas que será trabalhado neste Tempo e identifique, conforme os símbolos, para qual dos quatro pilares cada um deles pertence. Verifique os momentos onde estão as celebrações de ritos de iniciação. Capacitação inicial para os catequistas Celebração de unção e envio do catequista Encontro de acolhida dos catequizandos Encontro sobre a Campanha da Fraternidade Celebração litúrgica de apresentação dos catequizandos Quem sou eu? Deus me conhecer e me chama pelo nome Quem sou eu? Sou pessoa, vivo em família Eu e minha identidade cristã Sou batizado, tenho uma missão O cristão tem uma relação especial com a obra da Criação Celebração Litúrgica do Querigma Conhecer-se e dar-se a conhecer Ter um amigo é encontrar um tesouro Vivendo a amizade, encontramos o amigo Jesus! Amizade... Riqueza que se partilha O perdão consolida a amizade Celebração Litúrgica da entrega do Pai-Nosso Deus me fala-posso ouvir Deus me fala-posso responder Jesus nos apresenta Deus como nosso Pai Pai Nosso: nossos 3 compromissos com o Pai Pai Nosso: nossos 4 compromissos com os irmãos Igreja - Jesus vivendo no meio de nós Celebração Litúrgica da Redição do Pai Nosso Sou Igreja, vivo em Comunidade A Igreja- Corpo de Cristo Conhecendo a identidade e a missão da Igreja Minha Igreja tem uma Mãe - Maria Maria de tantos nomes Esperando o nascimento de Jesus Celebração de Natal Anexo litúrgicocatequético Objetivo do conjunto dos encontros do 1 o Tempo: percorrer pedagógica e mistagogicamente (com espírito orante e segurança) um caminho que favoreça abertura nas relações, proporcionando um encontro pessoal através da relação com Deus Pai em Jesus. Destacar que a inserção na experiência do Mistério da vida cristã na comunidade amadurece essas relações. Essa experiência deve ser adquirida com alegria e entusiasmo. O verdadeiro cristão só existe quando a pessoa for equilibrada e harmônica. Para isso é importante conhecer no que cremos, celebrar com a 19

14 comunidade aquilo que cremos, viver de acordo com a fé e manter a esperança da fé pela oração. Medite sobre isso! Os catequizandos devem ser incentivados na troca de experiências, na convivência com simplicidade e naturalidade. A eficácia do trabalho fundamenta-se na experiência de fé, no testemunho e participação comunitária do catequista, na busca permanente de formação e na criatividade para preparar e desenvolver os encontros, virtudes próprias de quem ama. Para concluir a formação, vamos meditar no que segue: Grupo 1: não se faz catequese com a soma dos conteúdos dos encontros ou através de provas. O fundamental é acompanhar o catequizando ao longo do caminho e perceber no processo o conjunto de ações cristãs que estão sendo gravadas no coração e nos gestos do catequizando. Grupo 2: a catequese não se resume somente ao momento do encontro com o catequista, ou ao manual, outras atividades catequéticas são necessárias para que aconteça o Encontro pessoal com Jesus: a vida da comunidade deve ser catequizadora, a ação dos pais cristãos deve catequizar, o testemunho pessoal do catequista deve ser coerente, enfim, a catequese não vai bem quando o conjunto da vida e do testemunho cristão da Comunidade dos batizados vai mal. Todos: catequese é um processo dinâmico, não se resume a fórmulas mágicas, ela depende também de um catequista orante, mistagogo, que experimenta e vive o encontro pessoal com o Senhor, capaz de conduzir com segurança os catequizandos para o mistério de Cristo presente na Comunidade. Que tenhamos um coração dócil e disposto para um aprendizado constante, e o Espírito do Senhor nos conduzirá, Amém! Desejamos a todos um ano catequético repleto da luz e da sabedoria de Deus. Equipe Diocesana de Animação Bíblico-Catequética Diocese de Ponta Grossa PR 20

15 Celebração de unção e envio do catequista Sugerimos que essa celebração seja realizada preferencialmente em um horário de missa com a comunidade, pais e catequizandos. Poderá ser adaptada se não for possível contar com a presença de um sacerdote. Material de apoio: cópia desta celebração para dirigente, sacerdote e catequistas velas para todos os catequistas círio pascal aceso Bíblia (cada catequista deve levar a sua) óleo (para o padre abençoar e ungir os catequistas) (Combinar os cantos antecipadamente com a equipe da celebração litúrgica.) Após o Oremos, depois da Comunhão O sacerdote, diácono, ministro, comentarista ou coordenador(a) de catequese convida os catequistas para que se dirijam o mais próximo possível da mesa da Palavra (Ambão). (Enquanto eles se emcaminham ao local, o dirigente explica à comunidade:) Dirigente: Queridos irmãos e irmãs, alegremo-nos, pois hoje é um dia especial para nossa comunidade. Neste momento os catequistas receberão da Igreja e de nossa comunidade a oração de envio para que cumpram com a graça de Deus a sua missão de introduzir nossos catequizandos no conhecimento da fé, favorecendo o encontro vivo com Cristo. (O catequista, com a sua Bíblia aberta, se aproxima.) Sacerdote ou diácono (impondo a mão sobre os catequistas, reza): Pai de bondade, abençoai nossos catequistas, a fim de que, movidos pelo Vosso Espírito Santo, cumpram fielmente a sua missão de anunciar a Tua Palavra. Que eles possam introduzir nossos catequizandos, adolescentes e adultos, no conhecimento e no encontro vivo com o Vosso Filho para melhor participarem dos Mistérios da Fé. Concedei também que nossa comunidade seja uma comunidade catequizadora, na qual as pessoas possam encontrar, pelo nosso testemunho, a presença de Jesus Cristo, que dá sentido para a vida. Isso Vos pedimos em nome do Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém. Dirigente: Cantemos todos juntos: Vem, vem, vem, vem Espírito Santo de Amor, vem a nós, traz a Igreja um novo vigor. (2 vezes) Dirigente: Agora os catequistas voltados para a Palavra de Deus no Ambão, segurando sua Bíblia, colocam uma das mãos sobre ela e rezam. Catequistas: Senhor, com o batismo nos tornastes mensageiros de Vossa Palavra. Nós, catequistas, acolhemos com gratidão e alegria o convite que nos fizestes para colaborarmos no crescimento do Corpo de Cristo. Dai-nos a Vossa graça para educarmos na fé e animarmos nossa comunidade. Que o Teu Espírito seja nossa força para que, como profetas, anunciemos Tua presença pela Palavra. Vem, Espírito Santo, vem, vem iluminar! (2 vezes) (O Círio deve estar aceso e ao redor deve haver uma vela para cada catequista.) Dirigente: Agora os catequistas se dirigem para perto do Círio Pascal e estendem a mão em direção a ele, rezando. 21

16 Catequistas: Cristo Ressuscitado, dai-nos a luz do Teu Espírito e imprime em nós os Teus pensamentos, a Tua maneira de ver a história, de compreender e julgar a vida, de amar sem medida, de agir como servos sempre em favor da vida. Ajuda-nos a promover os pequenos e fracos, a anunciar a esperança, para que, unidos na comunidade, possamos realizar o projeto da fraternidade, da justiça e da paz onde vivemos, levando Tua Palavra como luz para o mundo. Amém. (Os catequistas pegam suas velas segurando também a Bíblia.) Dirigente: Agora o sacerdote acende uma vela no Círio e transmite desta luz para a vela da coordenadora, que a comunicará para os catequistas. Enquanto isso, acompanhemos esse gesto cantando. Canto: Dentro de mim existe uma luz, que me leva por onde deverei andar... Dirigente: Neste momento o sacerdote, junto com a comunidade, estende as mãos sobre os catequistas para proferir a Oração da unção e envio para o serviço de educar na fé e de promover o encontro dos catequizandos com Cristo Ressuscitado. (Os catequistas, com as mãos livres, se ajoelham.) Sacerdote e comunidade: Pai de bondade, que ungistes Vosso Filho com o Espírito Santo, nós Vos pedimos que, volvendo Vosso olhar em favor dos nossos catequistas, derrame sobre eles Vossa unção para que eles anunciem com vigor, coragem e entusiasmo Vossa Palavra que é Vida, fazendo-nos vitoriosos em todo combate. (Enquanto isso, unge as mãos dos catequistas e o povo canta.) Canto: Envia teu Espírito Senhor / A nós descei divina luz. (ou outro canto oportuno) (Bênção para toda a comunidade e canto final.) Ei, catequista!... Não se esqueça de começar a preparar junto com o padre, os pais e catequizandos a próxima celebração! 22

17 Encontro de acolhida dos catequizandos Objetivos: Acolher os catequizandos para criar um ambiente familiar. Ajudá-los a compreender os valores que aprenderão nos encontros da catequese. Material de apoio: Bíblia flores vela 1 balão colorido para cada catequizando (verde, amarelo, azul, branco e vermelho) 1 cartão verde com a palavra ESPERANÇA 1 cartão amarelo com a palavra ALEGRIA 1 cartão azul com a palavra AMIZADE 1 cartão branco com a palavra PAZ 1 cartão vermelho com a palavra AMOR folha A4 (para cada catequizando) giz de cera para uso comum Preparação do ambiente: Preparar a sala, deixando-a com um ambiente alegre e festivo, destacando a Bíblia com a vela e as flores. Início do encontro: Receber os catequizandos com alegria e um abraço carinhoso de acolhida, desejando-lhes boas-vindas. Dinâmica de acolhida 1 a parte desenhando a família Objetivo: quebrar o gelo para criar um ambiente familiar. Desenvolvimento: (orientado pelo catequista) 1. Pedir para que todos se sentem em círculo. 2. Dizer o nome e em seguida explicar a todos para que façam (inclusive o catequista) um desenho de si próprios com sua família. 3. Distribuir as folhas A4 para cada catequizando e deixar no centro a caixa de giz de cera para uso comum. 4. Após terminar a atividade, cada um, começando pelo catequista, mostra ao grupo o desenho que fez apresentando a si e sua família. 2 a parte descobrindo os valores da catequese Objetivo: ajudá-los a compreender o que é um encontro de catequese e os valores que aprenderão. 23

18 Desenvolvimento: (orientado pelo catequista) 1. Continuar em círculo. 2. Distribuir 1 balão para cada catequizando, com as cores sugeridas no material de apoio, e colocar no centro do círculo os cartões, voltados para baixo, já confeccionados com as palavras: ALEGRIA, AMOR, PAZ, AMIZADE e ESPERANÇA. 3. Dizer a todos: nestes encontros de catequese vamos experimentar a presença viva de Jesus, vamos conhecer seus ensinamentos e aprender a colocar em prática na nossa vida o que Ele nos pedir. Vamos procurar fazer dos nossos encontros momentos cheios de... (o catequista pede que alguém desvire o cartão amarelo e que todos leiam a palavra que apareceu ALEGRIA). 4. Pedir para que os catequizandos que estiverem com o balão amarelo encham, amarrem e segurem seu balão. 5. Prosseguir com a seguinte fala: além da alegria, em nossos encontros vamos ouvir falar que Jesus nos ensinou a ter muito... (o catequista pede que alguém desvire o cartão vermelho e que todos leiam a palavra que apareceu AMOR). 6. Pedir para que os catequizandos que estiverem com o balão vermelho encham, amarrem e segurem seu balão. 7. O catequista deve continuar motivando o encontro e pedindo que alguém vá desvirando os cartões, sempre associando a palavra que aparecer com aquilo que experimentarão em cada encontro. 8. Ao desvirarem o cartão branco com a palavra PAZ, pedir para que os catequizandos que estiverem com o balão branco encham, amarrem e segurem seu balão. Desvirando o AZUL com a palavra AMIZADE, pedir para que os catequizandos que estiverem com o balão azul encham, amarrem e segurem seu balão; desvirando o VERDE com a palavra ESPERANÇA, pedir para que os catequizandos encham, amarrem e segurem seu balão verde. 9. Terminada a dinâmica, pedir que todos joguem os balões para o alto como sinal de que desejamos espalhar estes sentimentos. 10. Para encerrar o momento, pedir que cada um segure um balão e diga: para que possamos ser contagiados por estes sentimentos vamos estourar nossos balões. Compromisso para o catequizando realizar com sua família O catequista explica que cada catequizando deve trazer para o encontro seguinte uma caixinha pequena vazia (creme dental, sabonete ou chá) encapada com papel de presente. Dentro dela os pais devem colocar uma mensagem dirigida a seu filho e a todos os catequizandos de sua turma e uma lembrança (à sua escolha), que deve servir para todo o grupo de catequizandos. Oração final: (Orientar os catequizandos para que peguem as cinco palavras dos cartões que foram utilizadas na dinâmica e se dirijam até a mesa na qual está a Bíblia. Explicar que irá dizer a frase de início da oração e em seguida todos deverão completar a oração, lendo as palavras do cartão e colocando-as sobre a Bíblia.) 24 Catequista: Jesus, nestes encontros de catequese, ajuda-nos a viver a/o... (Os catequizandos leem cada uma das palavras escritas nos cartões e os colocam sobre a Bíblia.)

19 Envio: Encerrar o encontro com um abraço em cada catequizando, convidando-os a voltar com alegria para a próxima catequese. Lembrá-los de trazerem a atividade proposta e que vão realizar em casa com os pais. LEMBRETE Catequista, não se esqueça de se reunir com os outros catequistas do 1 o Tempo para preparar a Celebração de Acolhida dos Catequizandos. Por meio de um bilhete, um telefonema ou pessoalmente, avise os pais a respeito da data e horário da celebração e verifique as informações da celebração para poder orientar os catequizandos. 25

20 Encontro sobre a Campanha da Fraternidade Objetivos: Descobrir o tema e o lema da Campanha da Fraternidade do ano corrente, refletir sobre a questão e definir ações concretas. Mobilizar-se para uma vida mais cristã e fraterna. Concluir que fraternidade é algo que se constrói no dia a dia. Material de apoio: Bíblia 1 mala ou caixa (para abrigar material sobre a Campanha da Fraternidade) cópia da oração da Campanha da Fraternidade (para cada catequizando) CD com o hino e o cartaz da campanha do ano corrente 1 rádio gravuras e revistas (sobre o tema, para recorte) livros (para pesquisa) tesoura papel bobina ou cartolina cola (Há um subsídio fornecido pela CNBB chamado Encontro Catequético com Crianças e Adolescentes, que possui várias dinâmicas para refl exão sobre o tema. Pode ser previamente adquirido em livrarias católicas.) Preparação do encontro: Colocar dentro de uma mala ou caixa grande materiais referentes ao tema da Campanha (livros, gravuras, recortes, símbolos e o cartaz da Campanha do ano corrente). Decorar a sala do encontro com símbolos que remetam ao tema da campanha. Acolhimento ver a realidade Jesus aproximou-se e pôs-se a caminhar com eles. (Lucas 24,15) Dinâmica: descobrindo a família dos meus amigos Objetivo: interação dos catequizandos entre si e com as famílias para gerar um ambiente mais comunitário na catequese. Desenvolvimento: (orientado pelo catequista) 1. Motivar, com carinho, os catequizandos a partilhar o compromisso da acolhida da catequese anterior que realizaram com a família. 2. Orientar cada catequizando, um de cada vez, a pegar a caixinha que encapou com papel de presente e ler a mensagem que foi escrita pelos seus pais a todos. 3. Depois de ler a mensagem para o grupo, devem também mostrar a lembrança que seus pais enviaram. 26

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