MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO BACHARELADO FACULDADE DOM LUIZ

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1 FACULDADE DOM LUIZ AUTORIZADA PELA PORTARIA No. 64 DE 11 DE JANEIRO DE 2005 MEC LEI FEDERAL N.o DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO BACHARELADO FACULDADE DOM LUIZ

2 2 MARÇO SUMÁRIO 1 I - Apresentação 03 2 Estágio 03 3 II - Objetivos 03 4 III - Áreas de Conhecimento 04 5 IV - Regulamento do Estágio 04 6 Cap. I - Definição 04 7 Cap. II - Caracterização 04 8 Cap. III - Objetivos 05 9 Cap. IV - Da estrutura Administrativa Cap. V - Das atribuições Cap. VI - Da habilitação para o Estágio Supervisionado Cap. VII - Da Avaliação Cap. VIII - Considerações Finais Anexos: Solicitação de Estágio Cadastro da Empresa Carta de Apresentação Carta de Termo de Compromisso do Supervisor de Estágio Acompanhamento e Avaliação do Estágio Supervisor Ficha de Avaliação Termo de Compromisso Plano de Estágio TERMO DE CONVÊNIO FACULDADE DOM LUIZ 10 Questionário de Avaliação Aluno 11 Folha de Freqüência do Estagiário 12 Controle de Documentação Cronograma Avaliativo

3 3 I APRESENTAÇÃO O QUE É O NUCLEO DE ACOMPANHAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NACES É um segmento da academia da FACULDADE DOM LUIZ que tem como objetivo planejar, acompanhar e avaliar as ações referentes aos estágios curriculares. O NACES enfatiza o caráter pedagógico do Estágio orientando os acadêmicos para lidar com novas experiências no mercado de trabalho e executar atividades nas quais apliquem os conhecimentos adquiridos. Mais do que um simples integrador, o NACES se propõe a ser um elo permanente de ligação entre as Instituições Concedentes (empresas que recebem os acadêmicos para estágio) e os nossos alunos, realizando acompanhamento constante da contribuição que eles darão às empresas e do desenvolvimento dos mesmos enquanto profissionais. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO O Estágio Supervisionado é obrigatório conforme determinação das diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e em função do projeto pedagógico dos cursos, segundo a Lei Federal n , de 25 de setembro de 2008 é considerado como uma forma de complementar o ensino e a aprendizagem acadêmica e deve ser planejado, executado, acompanhado e avaliado em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se constituírem instrumento de integração, em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano. CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E RELAÇÕES DE ESTÁGIO Art. 1o Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos. 1o O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso, além de integrar o itinerário formativo do educando. 2o O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho. Art. 2o O estágio poderá ser obrigatório ou não-obrigatório, conforme determinação das diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e do projeto pedagógico do curso. 1o Estágio obrigatório é aquele definido como tal no projeto do curso, cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma. 2o Estágio não-obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória. 3o As atividades de extensão, de monitorias e de iniciação científica na educação superior, desenvolvidas pelo estudante, somente poderão ser equiparadas ao estágio em caso de previsão no projeto pedagógico do curso. Art. 3o O estágio, tanto na hipótese do 1o do art. 2o desta Lei quanto na prevista no 2o do mesmo dispositivo, não cria vínculo empregatício de qualquer natureza, observados os seguintes requisitos:

4 4 I matrícula e freqüência regular do educando em curso de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e nos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos e atestados pela instituição de ensino; II celebração de termo de compromisso entre o educando, a parte concedente do estágio e a instituição de ensino; III compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e aquelas previstas no termo de compromisso. 1o O estágio, como ato educativo escolar supervisionado, deverá ter acompanhamento efetivo pelo professor orientador da instituição de ensino e por supervisor da parte concedente, comprovado por vistos nos relatórios referidos no inciso IV do caput do art. 7o desta Lei e por menção de aprovação final. 2o O descumprimento de qualquer dos incisos deste artigo ou de qualquer obrigação contida no termo de compromisso caracteriza vínculo de emprego do educando com a parte concedente do estágio para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária. Art. 4o A realização de estágios, nos termos desta Lei, aplica-se aos estudantes estrangeiros regularmente matriculados em cursos superiores no País, autorizados ou reconhecidos, observado o prazo do visto temporário de estudante, na forma da legislação aplicável. Art. 5o As instituições de ensino e as partes cedentes de estágio podem, a seu critério, recorrer a serviços de agentes de integração públicos e privados, mediante condições acordadas em instrumento jurídico apropriado, devendo ser observada, no caso de contratação com recursos públicos, a legislação que estabelece as normas gerais de licitação. 1o Cabe aos agentes de integração, como auxiliares no processo de aperfeiçoamento do instituto do estágio: I identificar oportunidades de estágio; II ajustar suas condições de realização; III fazer o acompanhamento administrativo; IV encaminhar negociação de seguros contra acidentes pessoais; V cadastrar os estudantes. 2o É vedada a cobrança de qualquer valor dos estudantes, a título de remuneração pelos serviços referidos nos incisos deste artigo. 3o Os agentes de integração serão responsabilizados civilmente se indicarem estagiários para a realização de atividades não compatíveis com a programação curricular estabelecida para cada curso, assim como estagiários matriculados em cursos ou instituições para as quais não há previsão de estágio curricular. Art. 6o O local de estágio pode ser selecionado a partir de cadastro de partes cedentes, organizado pelas instituições de ensino ou pelos agentes de integração. CAPÍTULO II DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO Art. 7o São obrigações das instituições de ensino, em relação aos estágios de seus educandos: I celebrar termo de compromisso com o educando ou com seu representante ou assistente legal, quando ele for absoluta ou relativamente incapaz, e com a parte concedente, indicando as condições de adequação do estágio à proposta pedagógica do curso, à etapa e modalidade da formação escolar do estudante e ao horário e calendário escolar;

5 5 II avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação cultural e profissional do educando; III indicar professor orientador, da área a ser desenvolvida no estágio, como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário; IV exigir do educando a apresentação periódica, em prazo não superior a 6 (seis) meses, de relatório das atividades; V zelar pelo cumprimento do termo de compromisso, reorientando o estagiário para outro local em caso de descumprimento de suas normas; VI elaborar normas complementares e instrumentos de avaliação dos estágios de seus educandos; VII comunicar à parte concedente do estágio, no início do período letivo, as datas de realização de avaliações escolares ou acadêmicas. Parágrafo único. O plano de atividades do estagiário, elaborado em acordo das 3 (três) partes a que se refere o inciso II do caput do art. 3o desta Lei, será incorporado ao termo de compromisso por meio de aditivos à medida que for avaliado, progressivamente, o desempenho do estudante. Art. 8o É facultado às instituições de ensino celebrar com entes públicos e privados convênio de concessão de estágio, nos quais se explicitem o processo educativo compreendido nas atividades programadas para seus educandos e as condições de que tratam os arts. 6o a 14 desta Lei. Parágrafo único. A celebração de convênio de concessão de estágio entre a instituição de ensino e a parte concedente não dispensa a celebração do termo de compromisso de que trata o inciso II do caput do art. 3o desta Lei. CAPÍTULO III DA PARTE CONCEDENTE Art. 9o As pessoas jurídicas de direito privado e os órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como profissionais liberais de nível superior devidamente registrados em seus respectivos conselhos de fiscalização profissional, podem oferecer estágio, observadas as seguintes obrigações: I celebrar termo de compromisso com a instituição de ensino e o educando, zelando por seu cumprimento; II ofertar instalações que tenham condições de proporcionar ao educando atividades de aprendizagem social, profissional e cultural; III indicar funcionário de seu quadro de pessoal, com formação ou experiência profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para orientar e supervisionar até 10 (dez) estagiários simultaneamente; IV contratar em favor do estagiário seguro contra acidentes pessoais, cuja apólice seja compatível com valores de mercado, conforme fique estabelecido no termo de compromisso; V por ocasião do desligamento do estagiário, entregar termo de realização do estágio com indicação resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho; VI manter à disposição da fiscalização documentos que comprovem a relação de estágio; VII enviar à instituição de ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses, relatório de atividades, com vista obrigatória ao estagiário.

6 6 Parágrafo único. No caso de estágio obrigatório, a responsabilidade pela contratação do seguro de que trata o inciso IV do caput deste artigo poderá, alternativamente, ser assumida pela instituição de ensino. CAPÍTULO IV DO ESTAGIÁRIO Art. 10. A jornada de atividade em estágio será definida de comum acordo entre a instituição de ensino, a parte concedente e o aluno estagiário ou seu representante legal, devendo constar do termo de compromisso ser compatível com as atividades escolares e não ultrapassar: I 4 (quatro) horas diárias e 20 (vinte) horas semanais, no caso de estudantes de educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional de educação de jovens e adultos; II 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, no caso de estudantes do ensino superior, da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular. 1o O estágio relativo a cursos que alternam teoria e prática, nos períodos em que não estão programadas aulas presenciais, poderá ter jornada de até 40 (quarenta) horas semanais, desde que isso esteja previsto no projeto pedagógico do curso e da instituição de ensino. 2o Se a instituição de ensino adotar verificações de aprendizagem periódicas ou finais, nos períodos de avaliação, a carga horária do estágio será reduzida pelo menos à metade, segundo estipulado no termo de compromisso, para garantir o bom desempenho do estudante. Art. 11. A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência. Art. 12. O estagiário poderá receber bolsa ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada, sendo compulsória a sua concessão, bem como a do auxílio-transporte, na hipótese de estágio não obrigatório. 1o A eventual concessão de benefícios relacionados a transporte, alimentação e saúde, entre outros, não caracteriza vínculo empregatício. 2o Poderá o educando inscrever-se e contribuir como segurado facultativo do Regime Geral de Previdência Social. Art. 13. É assegurado ao estagiário, sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 (um) ano, período de recesso de 30 (trinta) dias, a ser gozado preferencialmente durante suas férias escolares. 1o O recesso de que trata este artigo deverá ser remunerado quando o estagiário receber bolsa ou outra forma de contraprestação. 2o Os dias de recesso previstos neste artigo serão concedidos de maneira proporcional, nos casos de o estágio ter duração inferior a 1 (um) ano. Art. 14. Aplica-se ao estagiário a legislação relacionada à saúde e segurança no trabalho, sendo sua implementação de responsabilidade da parte concedente do estágio. CAPÍTULO V DA FISCALIZAÇÃO Art. 15. A manutenção de estagiários em desconformidade com esta Lei caracteriza vínculo de emprego do educando com a parte concedente do estágio para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária. 1o A instituição privada ou pública que reincidir na irregularidade de que trata este artigo ficará impedida de receber estagiários por 2 (dois) anos, contados da data da decisão definitiva do processo administrativo correspondente.

7 7 2o A penalidade de que trata o 1o deste artigo limita-se à filial ou agência em que for cometida a irregularidade. CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 16. O termo de compromisso deverá ser firmado pelo estagiário ou com seu representante ou assistente legal e pelos representantes legais da parte concedente e da instituição de ensino, vedada a atuação dos agentes de integração a que se refere o art. 5o desta Lei como representante de qualquer das partes. Art. 17. O número máximo de estagiários em relação ao quadro de pessoal das entidades concedentes de estágio deverá atender às seguintes proporções: I de 1 (um) a 5 (cinco) empregados: 1 (um) estagiário; II de 6 (seis) a 10 (dez) empregados: até 2 (dois) estagiários; III de 11 (onze) a 25 (vinte e cinco) empregados: até 5 (cinco) estagiários; IV acima de 25 (vinte e cinco) empregados: até 20% (vinte por cento) de estagiários. 1o Para efeito desta Lei, considera-se quadro de pessoal o conjunto de trabalhadores empregados existentes no estabelecimento do estágio. 2o Na hipótese de a parte concedente contar com várias filiais ou estabelecimentos, os quantitativos previstos nos incisos deste artigo serão aplicados a cada um deles. 3o Quando o cálculo do percentual disposto no inciso IV do caput deste artigo resultar em fração, poderá ser arredondado para o número inteiro imediatamente superior. 4o Não se aplica o disposto no caput deste artigo aos estágios de nível superior e de nível médio profissional. 5o Fica assegurado às pessoas portadoras de deficiência o percentual de 10% (dez por cento) das vagas oferecidas pela parte concedente do estágio. Art. 18. A prorrogação dos estágios contratados antes do início da vigência desta Lei apenas poderá ocorrer se ajustada às suas disposições. É importante ressaltar que não é apenas por ser obrigatório e definido como tal no projeto do curso, cuja carga horária, projeto e relatório são requisitos para aprovação e obtenção de diploma, conforme lei supracitada e resolução n 02/93 do Conselho Federal de Educação, que o Estágio é importante, ele transcende uma exigência curricular, e vem sendo planejado pela FACULDADE DOM LUIZ com o objetivo de propiciar ao aluno mais uma oportunidade para avaliar os conhecimentos teóricos e habilidades adquiridas durante a realização do seu curso. II - OBJETIVOS Propiciar aos alunos da FACULDADE DOM LUIZ a complementação do ensino e da aprendizagem em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano, facilitando sua inserção no mundo do trabalho. Capacitar o aluno para compreender, conviver, analisar e intervir na realidade de sua formação profissional. Proporcionar aos estudantes um aprendizado com a realidade, propiciando a complementação do ensino e da aprendizagem; Proporcionar uma visão abrangente e crítica da profissão para a qual está se preparando; Contribuir na preparação do estudante para o início de suas atividades profissionais; Possibilitar uma interação entre o meio acadêmico e a sociedade; Aplicar os conhecimentos acadêmicos na vivência prática.

8 8 III - ÁREAS DE CONHECIMENTO O Curso de Administração oferece aos seus alunos a possibilidade de estagiarem nas seguintes ênfases: Os Estágios do Curso de Bacharelado em Administração poderão ser realizados dentro das áreas da atividade profissional do Bacharel em Administração, em organizações públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos. De acordo com o Manual do Administrador elaborado pelo Conselho da Faculdade Dom Luiz entende-se como campos privativos do Administrador os seguintes: Administração Financeira, Administração de Material, Administração Mercadológica, Administração da Produção, Administração de Pessoal, Orçamento, Organização e Métodos e Relações de Trabalho, bem como os Campos Conexos, a saber, Administração de Consórcios, Administração de Comércio Exterior, Administração de Cooperativas, Administração Hospitalar, Administração de Condomínios, Administração de Imóveis, Administração de Processamento de Dados, Administração Rural, Administração Hoteleira, Factoring e Turismo. O Curso de Ciências.Contábeis oferece aos seus alunos a possibilidade de estagiarem nas seguintes ênfases: Contabilidade Contabilidade Governamental Análises das Demonstrações Contábeis Sistema Financeiro Custos Contabilidade Tributária Auditoria Perícia Controladoria. Planejamento tributário IV LOCAL DO ESTÁGIO O aluno pode escolher o local e a área de realização do estágio em organizações públicas, privadas, comunitárias, governamentais ou não governamentais, com ou sem fins lucrativos, que possuam atividades relacionadas com as áreas de estágio do Curso de Administração. Quando o aluno não encontrar local para a realização de seu estágio, caberá aos professores responsáveis pelas disciplinas de Estágio Supervisionado em Administração I e Estágio Supervisionado em Administração II, bem como aos demais professores do Curso de Administração prospectar novas oportunidades de estágio, que satisfaçam aos objetivos do estágio e os interesses do aluno. Fica a cargo do aluno a responsabilidades de prover as despesas do professor Orientador para as visitas de orientação fora do perímetro de localização da Instituição Superior. CAPÍTULO I DEFINIÇÃO I V - REGULAMENTO DO ESTÁGIO Estágio é o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educando que estejam freqüentado o ensino de educação superior CAPÍTULO II CARACTERIZAÇÃO Art. 1º - O estágio realizar-se-á em Empresas ou Instituições que desenvolvam atividades específicas de cada curso/habilitação, sem a devida necessidade do cumprimento em Empresas dos ramos específicos, desde que atendam a pelo menos duas linhas de pesquisa que se acham citadas neste regulamento e que disponham de pessoas que possam proporcionar experiência e aperfeiçoamento técnico-científico ao estagiário.

9 9 Art. 2º - Para a realização de Estágio, será necessária a existência dos Termos de Compromisso entre o aluno e a Empresa concedente do Estágio e Instituição de Ensino Superior e Convênio entre a Instituição e a empresa concedente. Art. 3º - O estágio supervisionado para os cursos de formação de bacharéis da FACULDADE DOM LUIZ possui caráter obrigatório e terá a carga horária de 80 (oitenta) horas Estágio I e 80 (oitenta) Estágio II de estágio supervisionado para Administração e 80 (oitenta), Estágio I e 80 (oitenta), Estágio II horas para Ciências Contábeis, em pessoas jurídicas de direito privado, órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional de qualquer dos poderes da União, dos estados, do distrito federal e dos Municípios, bem como profissionais liberais de nível superior devidamente registrados em seus respectivos conselhos de fiscalização profissional, a partir do mês de fevereiro do último ano letivo de sua formação acadêmica. Parágrafo único - O Estágio poderá ser cumprido em uma única Empresa ou Instituição, salvo os casos excepcionais, que serão julgados pelo Coordenador do Estágio. Art. 4 - Os Estágios Supervisionados da FACULDADE DOM LUIZ serão compostos de 08 (oito etapas a saber: I - Etapa 1: Escolha do local para a realização do estágio; II Etapa 2: Solicitação de estágio e cadastramento da empresa; III Etapa 3: celebração de convênio de concessão de estágio e; O professor orientador elaborará, juntamente com o estagiário e o supervisor da empresa concedente ou seja as três, plano de atividades do estagiário que será incorporado ao termo de compromisso e pasta dos documentos do estagiário. Entre a instituição de ensino e a parte concedente; IV Etapa 4: Emissão do Termo de Compromisso com educando, parte concedente e a IES, subscrito pelas partes; As atividades de estágio somente serão válidas quando precedidas da celebração de um Termo de Compromisso entre o educando, a parte concedente do estágio e o Coordenador do Colegiado de Curso de Administração ou dos professores responsáveis pelas disciplinas Estágio Supervisionado em Administração I e Estágio Supervisionado em Administração II. No termo de compromisso deve constar a carga horária diária que não pode ser superior a 06 (seis) horas e a carga horária semanal, não superior a 30 (trinta) horas, além das demais condições do estágio. V Etapa 5 Supervisão de Estágio As atividades do estagiário serão acompanhadas por um professor orientador, e por um supervisor designado pela organização concedente do estágio. Supervisor no local de estágio deverá ser um profissional de nível superior, ligado à área do curso ou, na ausência deste, o responsável pelo setor onde o estagiário desempenhará suas atividades, ou outro profissional que se disponha a supervisionar e orientar as atividades do estudante, conforme a Carta de Compromisso do Supervisor no Local de Estágio (Doc 2). Funções do supervisor no local de estágio: orientar e supervisionar o estagiário em seu programa de trabalho e em suas atividades de estágio, quando solicitado; apresentar aos professores supervisores de estágio eventuais problemas do estagiário em seu local de estágio; avaliar o comportamento do estagiário sob o ponto de vista ético e técnico, encaminhando os resultados ao professor orientador de estágio, mediante o acompanhamento com as atividades desenvolvidas pelo estagiário e Avaliação do Estagiário pelo Supervisor no Local de Estágio (Doc 3) ou instrumento específico da instituição, incluindo uma nota final de 0 a 10. VI Etapa 6: Professores orientadores de estágio professor(es) designado(s) pelo Departamento de Administração e Turismo, os quais serão responsáveis pelas disciplinas Estágio Supervisionado em Administração I e Estágio Supervisionado em Administração II. Para os estágios

10 10 não obrigatórios será designado, pelo Departamento, um professor orientador na área em que o aluno esteja realizando o estágio. II; estágios; Funções professores orientadores: estruturar e coordenar as disciplinas Estágio Supervisionado em Administração I e planejar, coordenar, supervisionar e avaliar as atividades relacionadas com os manter contato com as organizações, buscando vagas para atender as necessidades dos alunos; acolher as propostas feitas por organizações, para a realização de estágios a fim de compatibilizá-las com as necessidades de formação dos alunos; divulgar as ofertas de estágio e encaminhar os interessados às organizações concedentes, através de Carta de Apresentação do Aluno (Doc 1); enviar ao supervisor do estágio na organização os documentos de Acompanhamento e Avaliação do Estagiário pelo Supervisor no Local de Estágio (Doc 3) e o Termo de Compromisso de Estágio; interagir com o supervisor no local de estágio visando o acompanhamento do desempenho do estagiário. Orientação obrigatório, com os professores orientadores em horários e locais divulgados pela Instituição. Acompanhar o desenvolvimento do Estágio Supervisionado, durante o período de execução em termos de coerência lógica, fundamentação teórica, Orientar os alunos nas questões relacionadas quanto ao conteúdo, forma, seqüência, anotações bibliográficas definidas na linha teórica da ABNT; Esclarecer ao aluno sobre os aspectos a serem avaliados, conforme ficha de avaliação; VII Etapa 7: Responsabilidades dos Estagiários Cumprimento por parte dos estagiários do cronograma de entrega parcial do projeto; apresentação pelo estagiário de partes do relatório (Estágio I) e projeto (Estágio II) conforme cronograma de atividades; Executar as atividades conforme o plano, levando em conta as normas da organização; Tomar a iniciativa de contato prévio com a empresa que pretende estagiar, bem como com o professor orientador, para ponderar sobre o tema escolhido; Acatar as normas e regulamentos internos da entidade concedente; Cumprir rigorosamente o calendário de prazos e cronograma de atividades referente a orientação do Estágio, bem como Regulamento do NACES; Empenhar-se na busca e assessoramento necessário ao desempenho das atividades do estágio; Manter contato sistemático e obrigatório com professor orientador, dentro do horário disponibilizado em aviso nos murais, através de agendamentos; Requerer por escrito via protocolo, para apreciação da Coordenação do Curso, e aqui, o seguinte: a- Cancelamento do estágio supervisionado; b- Orientação especial ou co-orientação; e c- Demais assuntos pertinentes ao estágio e não contemplados neste regulamento; VII- Ter pleno conhecimento do regulamento do Estágio e dos prazos estabelecidos; Elaborar um Plano de Estágio inicial das ações a serem desenvolvidas durante o período de estágio, compreendendo todas as etapas do mesmo, até o seu encerramento; Manter contato constante com o Orientador, comunicando e justificando ausências às reuniões marcadas;

11 11 Respeitar a hierarquia funcional da Faculdade e das Empresas ou Instituições concedentes do Estágio Supervisionado, obedecendo as ordens de serviço e as exigências do local de atuação; Cumprir horário estabelecido, bem como os regulamentos e normas das Empresas e Instituições onde realizar o Estádio Supervisionado; Manter em sigilo profissional qualquer informação confidencial que se tome conhecimento durante o Estágio Supervisionado e a ele relacionado. Participar das reuniões e/ou seminários de estágio, organizados pelos respectivos Professores Supervisores; Elaborar o Relatório Final de Estágio I e Projeto em Estágio II e entregar na data prevista aos professores supervisores de estágio; Atuar conforme princípios éticos e morais. VIII - Etapa 8: Entrega do relatório ou projeto até a data estabelecida ; Avaliação de Estágio O estágio será avaliado a partir do documento de Acompanhamento e Avaliação do Estagiário ou instrumento específico da instituição, incluindo uma nota final de 0 a 10. A composição da nota se dará pela média aritmética das seguintes avaliações: uma nota (0 a 10) encaminhada pelo supervisor do local de estágio; uma nota (0 a 5) referente ao relatório final de estágio, atribuída pelo professor da disciplina; e uma nota (0 a 5, referente a apresentação do relatório de estágio, atribuída pelo professor da disciplina. Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a 7,0. As disciplinas de Estágio Supervisionado nos cursos Administração e Ciências Contábeis não possibilitam a realização de exame. CAPITULO III OBJETIVOS Art 5º - São objetivos do Estágio Supervisionado: I- Propiciar condições para que o aluno analise e trate as informações de forma sistemática, para expô-las e sustenta-las, tanto por escrito como oralmente, capacitando-o a compreender a atuação do todo no contexto sócio-político-econômico e ético; II- Promover condições para que o aluno reflita criticamente sobre as informações e experiências recebidas e vivenciadas, observando os critérios científicos; III- Propiciar ao aluno orientação que o direcione à reflexão crítica e contextualizada da IV- dinâmica da Administração em relação ao tema desenvolvido; Propor soluções aos problemas, diagnosticados através do processo de tomada de decisões sustentando teoricamente; V- Proporcionar experiência acadêmico-profissional orientada para a competência técnicocientífica no trabalho profissional de nível superior dentro do contexto de relações sociais diagnosticadas e conhecidas; VI- VII- VIII- IX- Estabelecer um vínculo entre conhecimento produzido pela Instituição com o conhecimento utilizado nas práticas sociais na área profissional de cada um dos cursos/habilitação de graduação em administração; Rever, mediante dados e análises proporcionados pelas atividades curriculares, e adequação das disciplinas e respectivas ementas, objetivos de conteúdos trabalhados no curso e sua relação com a produção de conhecimento necessários aos novos profissionais de nível superior; Transformar as atividades relacionadas à conclusão de curso em oportunidades para estabelecer diálogos e intercâmbios com diferentes segmentos da sociedade, abrindo caminhos para possíveis projetos de pesquisa e extensão nas áreas de conhecimento abrangidas pelos cursos em coesão tanto com necessidades destes segmentos quanto da vida social; Buscar subsídios na realidade concreta para entendimento de como ocorrem as práticas sociais no âmbito dos cursos de graduação, tanto para apóia-las com respaldo do conhecimento científico, como para criticá-las por suas deficiências e desigualdades;

12 12 X- Proporcionar ao profissional formando, a possibilidade de colocar em prática os conhecimentos produzidos durante o tempo de permanência no ensino superior, além, de aprofundar o intercâmbio com o campo de atuação ou mercado de trabalho relacionado com o seu curso; XI- Proporcionar aos acadêmicos, oportunidades de desenvolver suas habilidades, analisar situações e propor mudanças no ambiente organizacional e societário; XII- Complementar o processo ensino-aprendizagem, por meio da conscientização das deficiências individuais e incentivar a busca do aprimoramento pessoal e profissional; XIII- Criar oportunidade para que o acadêmico, por meio do estágio, conheça as organizações e saiba como elas funcionam; XIV- Incentivar as potencialidades individuais, propiciando o surgimento de profissionais empreendedores; XV- XVI- Promover a integração da Faculdade com as empresas e comunidade; Servir como meio de reconhecimento das atividades de pesquisa e docência, possibilitando ao acadêmico identificar-se com novas áreas de atuação; XVII- Buscar colocação profissional junto ao mercado de trabalho da Administração e Ciências Contábeis de acordo com a área de interesse do acadêmico; XVIII- Completar a formação do acadêmico, dotando-o do instrumental prático indispensável ao perfeito desempenho de sua futura atividade profissional; XIX- XX- XXI- Aperfeiçoar a formação profissional de acordo com as exigências do mercado de trabalho; Estabelecer um canal retro-alimentador entre a teoria e a prática, desenvolvidas pela Instituição e Comunidade; Permitir ao acadêmico identificar com maior clareza a finalidade de seus estudos e de mensurar suas possibilidades; e XXII- Permitir conhecer a filosofia, diretrizes, organização e funcionamento das empresas, entidades e instituições em geral, permitindo, enfim, identificar-se com o futuro campo de trabalho. CAPÍTULO IV DA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA Art. 6º - O Núcleo de Acompanhamento do Estágio Supervisionado - NACES gestor das ações que envolvem o estágio curricular da FACULDADE DOM LUIZ, segundo Portaria nº 026 /DIRAC/FARRP de 09 de fevereiro de 2009, envolvem os seguintes componentes: a) Coordenadores dos Cursos de Administração, Ciências Contábeis, Letras e Pedagogia; b) Orientadores de Estágio Supervisionado dos cursos de Administração e Ciências Contábeis. Art. 7º - São direitos dos estagiários, além de outros assegurados pelo Regimento da Faculdade Dom Luiz e pela legislação em vigor: I- Dispor de elementos necessários para a execução de suas atividades, dentro das possibilidades científicas, técnicas e financeiras da FACULDADE DOM LUIZ; II- Receber orientação necessária, dentro dos horários disponibilizados pelo orientador, para realizar as atividades do Estágio Supervisionado dentro da opção escolhida; III- Ter garantia de vaga no NACES para a realização do Estágio Supervisionado no ano em que estiver apto; IV- Ser esclarecido sobre os convênios firmados para a realização do seu Estágio Supervisionado; V- Ser informado sobre a programação das atividades a serem desenvolvidas no Estágio Supervisionado; VI- Apresentar quaisquer propostas ou sugestões que possam contribuir para o aprimoramento das atividades do Estágio Supervisionado.

13 13 CAPÍTULO VI DA HABILITAÇÃO PARA O ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 8º - Estão habilitados a realizar o Estágio Supervisionado, os alunos aprovados em todas as disciplinas do curso até o ano anterior à obrigatoriedade do cumprimento desta disciplina. Parágrafo Único Os alunos com até duas dependências, estarão condicionados a análise e aprovação por parte da Coordenação do NACES. Art. 9 - Nenhum aluno poderá ficar sem orientação de estágio, desde que atenda o que prescreve o artigo 14 deste Regulamento. CAPÍTULO VII - DA AVALIAÇÃO Art. 10º - A avaliação do Estágio será feita conforme plano de aulas e cronogramas. Art. 11º - 1ª UNIDADE: A primeira nota na primeira unidade terá valor máximo de 5,0 (Cinco); A segunda nota na primeira unidade terá valor máximo de 5,0 (Cinco); Art. 12º- 2ª UNIDADE: A primeira nota da segunda unidade terá valor máximo de 5,0(cinco); A segunda nota da segunda unidade terá valor máximo de 5,0 (Cinco);. Art. 13º - Considerando as especificidades didático-pedagógicas da disciplina, Estágio Supervisionado, não haverá revisão de avaliação, realização de segunda chamada e nem Exame Final. Art. 14º - O acadêmico será considerado aprovado, quando no final da média, atingir nota igual ou superior a 7,0 (sete). Art O aluno pode ser encaminhado pelo Orientador para receber assessoria de outros professores, que deverá ser registrado com declaração do Orientador no Quadro Demonstrativo de Trabalho. Art O aluno poderá interromper seu Estágio Supervisionado, desde que o faça por escrito, via protocolo, com justificativa. Parágrafo Único O Orientador poderá interromper a orientação do Estágio Supervisionado, desde que o faça por escrito, com justificativa. CAPÍTULO VIII CONSIDERAÇÕES FINAIS Art. 17º - Durante o período do Estágio Supervisionado, o estagiário poderá, ter seguro de acidentes pessoais a ser assumido, alternativamente, pela instituição de ensino. Art. 18º - Ficam instituídos os seguintes documentos que terão como objetivo instrumentar o processo de estágio no âmbito do Departamento de Administração e Ciências Contábeis em anexo: I- Solicitação de Estágio II- Cadastro da Empresa III- Carta de Apresentação IV- Carta de Compromisso do Supervisor de Estágio V- Acompanhamento e Avaliação do Estágio VI- Ficha de Avaliação do Supervisor de Estágio VII- Termo de Compromisso VIII- Questionário Avaliativo do Estagiário

14 IX- Folha de Freqüência do Estagiário - Empresa X- Folha de Freqüência do Estágio na Orientação XI- Avaliação da Visita Técnica do Professor Orientador XII- Relatório do Supervisor de Estágio XIII- Descrição de atividades do estágio XIV- Entrega do Relatório XV- Entrega do Projeto XVI- Entrega de outros Materiais 14 Art. 19º Casos omissos serão apreciados pelo Núcleo de Estágio em conjunto com a Coordenação de curso. Art. 20º Este Regulamento entra em vigor com a vigência a partir da edição da portaria 026 DIRAC/FARRP de 09 de fevereiro de Ribeira do Pombal, 23 de Março de Coordenadora Geral Coordenador dos Cursos de Bacharel Assinatura do Professor Orientador de Estágio I e Estágio II

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