DESCENTRALIZAÇÃO DO MODELO SNMP ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DE MULTI-GERENTES DISTRIBUÍDOS COM ÊNFASE A RELATÓRIO DE EVENTOS

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1 DESCENTRALIZAÇÃO DO MODELO SNMP ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DE MULTI-GERENTES DISTRIBUÍDOS COM ÊNFASE A RELATÓRIO DE EVENTOS Augusto José Venâncio Neto 1 Elizabeth Sueli Specialski 2 Eduardo Coelho Cerqueira 3 Hélio Corrêa Filho 4 Maxwell Silva Carmo 5 1,3,4,5 Fesurv Fundação do Ensino Superior de Rio Verde Departamento de Ciência da Computação Setor Universitário - Cx. Postal 104 CEP Rio Verde - Goiás. 2 UFSC-CTC-INE CEP Campus Universitário Cx.p. 476 Florianópolis S.C. RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar um modelo para descentralização da arquitetura de gerenciamento SNMP, utilizada em redes internet. Este processo se dá através do uso de multi-gerentes distintos, independentes e distribuídos em máquinas diferentes. Outro objetivo desta pesquisa é aplicar ao modelo, a ênfase à recepção de relatórios de eventos (Traps/Informs), e não à técnica de polling como é feito atualmente. A adoção destas técnicas permite aumentar a eficiência da gestão de redes IP, alcançando-se: diminuição de overhead nas estações de gerenciamento; realização simultânea de tarefas de gerenciamento em cada gerente; considerável diminuição do tempo para solucionar problemas; e aumentando do grau confiabilidade do ambiente. O estudo desta viabilidade foi realizado através da avaliação do uso de 6 protótipos desenvolvidos na linguagem Java. Destes, 5 são aplicações gerentes distintas, diferenciadas através das áreas funcionais de gerência definidas pela ISO (BRISA, 1993). Palavras Chave: Gerência de redes de computadores, SNMP, Discriminador de repasse de eventos e Java. ABSTRACT This article shows a model in order to decentralize the SNMP management-architecture, used for IP-networks. This task is made trough the use of multi-managers different, independent geographically distributed machines. Another

2 objective of this research is apply to the model, the event report (Traps/Informs) emphasizing, different as made currently where the polling technique is frequently used. The Adoption of these technique enable the increase of network-management efficiency, getting: overhead decrease in management stations; simultaneous management tasks on each manager; decrease of time in order to solve problems; and increase of environment trust level. The study of this viability was made through the evaluation of 6 prototypes developed in java language, where 5 are different manager applications being differentiated through management functional areas, defined by ISO (BRISA, 1993). 1 INTRODUÇÃO O contexto de gerenciamento de redes de computadores tem sido bastante explorado através de pesquisas tendo diversos modelos, arquiteturas e protocolos apresentados ao mercado. As adoções de novas tecnologias, aumento da quantidade de usuários e distribuição geográfica contribuem para o aumento da complexidade de uma rede, tornando imprescindível sua gestão. Novas técnicas de Engenharia de Software, Inteligência Artificial, Redes Neurais, Raciocínio Baseado em Casos e Mineração de Dados, permitiram aplicar aos atuais NMS s (Sistemas de Gerenciamento de Redes) alto grau de robustez e eficiência através da implementação de novas funcionalidades, como exemplo, tarefas automatizadas sem a necessidade da interação direta do administrador da rede. Entretanto, a execução de processos grandes e complexos contribui diretamente para o aumento de overhead da máquina hospedeira, necessitando a realização de um upgrade de processador e memória, a fim de evitar atrasos na solução de problemas identificados, podendo comprometer o funcionamento de todo o ambiente. A solução aqui proposta é dividir o sistema de gerenciamento central em sub-sistemas, definir cada um através de domínios de gerenciamento e distribuí-los em máquinas diferentes. Com isso, além de conseguir um maior aproveitamento das máquinas e diminuição do overhead, torna-se possível que cada sub-sistema gerencie e solucione problemas da rede simultaneamente. Uma outra técnica a ser incorporada ao modelo seria a ênfase à recepção de alarmes. Hoje em dia existe uma grande quantidade de alarmes proprietários capazes de fornecer informações muito mais precisas e abrangentes do que ficar monitorando o ambiente através de sucessivos e numerosos pollings, causando com isso maior tráfego de pacotes na rede e overhead na estação de gerenciamento, implicando na queda drástica do desempenho na tarefa de gerenciamento.

3 O problema em enfatizar o modelo SNMP à recepção de Traps está na ausência de uma ferramenta nativa para filtragem destes. Isto se dá através da associação entre regras de filtragem e conteúdo de cada Trap, para tomada de decisão. Esta decisão consiste na determinação do envio ou não e identificação de destinatários, no caso de envio. Com isso, evitar-se-ia o envio de Traps desnecessários a NMS s de incompatíveis domínios de gerenciamento. Reforçando a solução descrita acima, grandes empresas adicionaram em seus NMS s módulos funcionais com características semelhantes. Tanto a Sun quanto a IBM oferecem poderosas ferramentas, o SunNetManager e o Tivoli NetView respectivamente (SUN, 1996). Contudo, ambos são executados diretamente na estação de gerenciamento não impedindo o recebimento de Traps, e consequentemente gargalos e overhead (IBM, 2000). Em contrapartida, um applet denominado TrapConsole pode estar em um equipamento diferente da estação de gerenciamento, impedindo com isso a chegada de determinados Traps, entretanto a ferramenta é incapaz de determinar, por si só, o(s) destinatário(s) necessitando da decisão do administrador (CSCARE, 1999). O restante deste artigo está organizado da seguinte forma: o capítulo 2 mostra a arquitetura de gerenciamento SNMP, os tipos de Traps padronizados e tece conceitos de Discriminadores OSI; o capítulo 3 a solução proposta, sua implementação, considerações sobre seu desenvolvimento, sua arquitetura, funcionamento, os módulos componentes e detalha o processo de discriminação; o capítulo 4 descreve os testes, suas etapas e seus respectivos resultados para validação do protótipo; o capítulo 5 traz as conclusões, considerações finais e trabalhos futuros e o capítulo 6 apresenta a bibliografia utilizada. 2 SNMP E DISCRIMINADORES No início de 1988, o IAO, órgão que regulamenta os padrões na Internet, adotou o SNMP como uma solução imediata, padronizando-o como protocolo para gerência de redes IP devido à sua simplicidade, e o CMOT como uma solução em longo prazo (SUN, 1996). Entretanto, logo se percebeu a completa inadequação do CMOT com a arquitetura Internet, dando todo o espaço para o SNMP.

4 2.1 A ARQUITETURA SNMP A arquitetura SNMP é uma coleção de estações de gerenciamento, equipamentos que abrigam os módulos gerentes responsáveis pela monitoração e controle dos elementos gerenciáveis, e elementos de rede, equipamentos que abrigam os agentes responsáveis por coletar informações sobre as atividades relacionadas com a rede, armazenar estatísticas localmente e responder às solicitações do gerente (MAURO ; SCHMIDT, 2001). Seu modelo de gerenciamento está representado pela fig Equipamento gerenciado (Hub, Switch, Gateway, Roteador, etc.) contendo um agente de gerenciamento Aplicação de Gerenciamento ( ou Gerente) Figura 2.1 Modelo de gerenciamento SNMP A comunicação agente/gerente se dá através do SNMP de duas maneiras (BATES, 2002): 4. Polling: Solicitação ao agente para leitura ou escrito de variáveis de gerenciamento; 5. Relatório de Evento: envio de um alarme ao gerente. Ambas são realizadas através de operações definidas pelo protocolo, denominadas PDU. Para as versões 1 e 2 do SNMP existem as seguintes (CASE, 1996): GetRequest, solicitação de leitura de uma variável de gerenciamento; GetNextRequest, leitura do valor da variável cujo OID é lexicograficamente o próximo daquele OID contido na PDU; SetRequest, alteração do conteúdo de uma variável; GetResponse, resposta a um Get, GetNext ou SetRequest; e Trap/inform, notificação de um evento fora do comum ocorrido na rede TIPOS DE TRAPS Sete Traps foram padronizados (MAURO ; SCHMIDT, 2001): coldstart (0) Reinicialização de um dispositivo com causa especificada; warmstart (1) Reinicialização de um dispositivo sem causa especificada;

5 link-down (2) Falha em um dos links de comunicação do dispositivo; link-up (3) Reativação do(s) link(s) de comunicação do dispositivo; authenticationfailure (4) Detecção de uma mensagem SNMP com comunidade inválida; egpneighborloss (5) Desativação do Link EGP entre gateways; enterprisespecific (6) Evento proprietário do fabricante do dispositivo. 2.2 DISCRIMINADOR DE REPASSE DE EVENTOS Trata-se de um elemento definido para ambientes OSI de gerenciamento, tendo como principais objetivos (CCITT, 1993): 4. Selecionar os relatórios de eve4ntos que devem ser enviados a um sistema de gerenciamento particular; 5. Determinar os destinatários para os quais os relatórios de eventos devem ser enviados; 6. Controlar (suspender e retomar) o repasse de relatórios de eventos; 7. Possibilitar que um sistema de gerenciamento externo modifique as condições de emissão de relatórios de eventos; 8. Designar endereços alternativos. FIGURA Modelo do gerenciamento de relatórios de evento 3 SOLUÇÃO PROPOSTA O modelo apresentado neste trabalho propõe o uso de mais de um gerente na rede e a necessidade de um mecanismo que permita determinar os destinatários para os quais um Trap particular deva ser encaminhado. Desta forma consegue-se distribuir o modelo SNMP e aumentar a ênfase à utilização da técnica de relatório de eventos.

6 3.1 MODELO GENÉRICO O modelo proposto contempla a inserção de um discriminador no modelo SNMP. A principal dificuldade reside na inserção deste objeto como parte do código do agente. Devido a isso, optou-se pela inserção de um ou mais objetos discriminadores interceptando a comunicação gerente/agente. A vantagem é evitar qualquer modificação no código dos agentes e permitir a sua utilização em qualquer ambiente de gerenciamento SNMP, mesmo que já tenha sido instalado, com poucas configurações adicionais. É importante ressaltar que, quanto mais próximo fisicamente dos agentes um discriminador estiver, menor será o tráfego de informações desnecessárias na rede. A decisão da localização do discriminador é, portanto, fortemente dependente da configuração topológica da rede. A figura 3.1 ilustra o modelo genérico proposto. FIGURA 3.1 Modelo genérico de discriminação Apesar de se propor um modelo distribuído, a adoção do discriminador mantém a visão de um modelo centralizado para os agentes e, a primeira questão sobre este modelo diz respeito ao desempenho do discriminador. Para resolver este problema, foi adicionado ao sistema um módulo que verifica a eficiência de discriminação obtida, em termos de Traps emitidos vs Traps processados. No caso de situações de carga excessiva (além da capacidade do discriminador), é recomendável a adição de outro discriminador e a divisão dos agentes em grupos. Esta prática, apesar de demandar um esforço extra de configuração dos agentes, garante o desempenho e a confiabilidade do sistema de discriminação. O discriminador apresenta as seguintes características, funcionalidades e necessidades: 4. Um endereço IP para o qual os agentes vinculados deverão encaminhar os Traps; 5. Um critério de discriminação definido através de regras;

7 6. Transparência, o gerente recebe o Trap da mesma forma como receberia do agente, não implicando em nenhuma alteração no código da aplicação de gerenciamento receptora; 7. lexível, inserção de tantas regras quantas forem necessárias para discriminação; 8. Possibilidade de direcionamento do envio, ou não, de Traps para uma quantidade ilimitada de gerentes diretamente no discriminador, independente do agente. Envia Trap para Servidor Chegou Trap Decod. Envia Traps para destinatários Chegou resultado Descrição dos Estados: 1. escutando a porta 162; 2. coloca Trap no buffer e cria thread de envio; 3. escutando a porta 6051; 4. compara resultado com as regras; retira Trap do buffer e envia ao(s) destinatário(s). 3.2 ARQUITETURA DO SISTEMA A complexidade de implementação dos códigos de estabelecimento/encerramento de comunicação, codificação/decodificação de mensagens e métodos de busca e tomada de decisão, implicaria em significativo grau de dificuldade da organização estrutural do código fonte do protótipo. Sendo assim, optou-se pela utilização de dois módulos independentes e distintos: Discriminador Responsável pela recepção dos Traps, e aplicação das regras de discriminação com posterior determinação de destinatários. Envia Trap para Servidor Chegou Trap Decod. Envia Traps para destinatários Chegou resultado Descrição dos Estados: 1. escutando a porta 162; 2. coloca Trap no buffer e cria thread de envio; 3. escutando a porta 6051; 4. compara resultado com as regras; retira Trap do buffer e envia ao(s) destinatário(s). Figura 3.2 diagrama de estados Discriminador

8 Ao ser iniciado, o Discriminador cria duas threads, uma para conexão com a porta 162 para chegada de Traps, e outra com a porta 6051 para chegada do objeto resultado. Na chegada de um Trap, primeiramente este é colocado em um buffer e depois é criada uma outra thread para enviar uma cópia deste Trap para o servidor decodificador sendo finalizada após o envio. Ao chegar o objeto resultado, uma thread é então criada para discriminação do Trap. Determinado o(s) destinatário(s), esta mesma thread envia o Trap para ele(s), finalizando-se ao final. Servidor Decodificador Responsável por decodificar a mensagem SNMP devolvendo ao discriminador um pacote contendo o código genérico e específico do Trap. Chegou Trap Retira cód. genérico e cód. específico Envia Traps para destinatários Descrição dos Estados: 1. escutando a porta 6050; 2. recebe Trap e separar campos do Trap; 3. monta objeto resultado. Figura 3.3 Diagrama de estados Servidor Decodificador Ao ser iniciado, é criada uma thread para conexão com a porta 6050 local para chegada do Trap enviado pelo discriminador. Ao Detectar a chegada, é criada uma outra thread para decodificar a mensagem SNMP, dividi-la em tokens, extrair o código genérico e código específico e montar um objeto denominado resultado o qual será enviado em seguida ao Discriminador, sendo finalizada em seguida. A thread com conexão à porta 6050 encerra-se apenas ao finalizar o módulo Servidor Decodificador, as demais são criadas ao detectar a chegada de novos Traps encerrando-se ao final de suas tarefas específicas.

9 TRAP FIGURA 3.4: Arquitetura do Sistema 3.3 O PROCESSO DE DISCRIMINAÇÃO A discriminação de um Trap se dá a partir da leitura do objeto resultado, o qual trata-se de uma string com apenas dois valores numéricos, código genérico e específico que identificam o conteúdo do Trap. Lido os valores, dá-se então início ao processo de busca da regra que definirá o destino da mensagem. Este processo é feito através de códigos de condição onde, ao atingir uma situação verdadeira, uma ação será disparada pelo Discriminador, envio ou não ao(s) gerente(s). Código Genérico ; Código Específico FIGURA 3.5: formato do objeto resultado Exclusivamente para esta pesquisa, a tabela a seguir mostra as definições para formulação das regras de discriminação. Trap Resultado Área Funcional Ação/Enviar para: ColdStart 0/0 Configuração Descartar WarmStart 1/0 Configuração Descartar LinkDown 2/0 Desempenho/Falhas Ger.Desempenho/Ger. Falhas LinkUp 3/0 Desempenho/Falhas Ger.Desempenho/Ger. Falhas AuthenticaTion-Failure 4/0 Segurança Ger. Segurança EgpNeighBorLoss 5/0 Falhas/Desempenho Ger.Desempenho/Ger. Falhas EnterpriseSpecific 6/0 Syslog 6/1 Segurança Ger. Segurança Tabela 3.1 Relação Traps/Destinatários

10 4 TESTES E VALIDAÇÃO DO PROTÓTIPO Para validação do protótipo, os testes foram realizados em duas etapas, sendo que cada etapa possui duas fases de testes em situações distintas. As etapas estão detalhadas na tabela 4.1. ETAPA I Local: LRCSD: Laboratório de e Sistemas Distribuídos FESURV Dispositivo: Roteador Cisco 7500 acesso dial up Equipamento: Intel Pentium 233 MMX, 64 Mb de RAM, WNT 4.0 Server. ETAPA II Local: Perdigão Gerência de Informática GIN Dispositivo: 81 roteadores Cisco 2500,1 Cisco swtches catalyst 1900, 1 catalyst 5000 Equipamento: Estação Sun, processador Risc, 128 MB de RAM, Solaris 7. FASE I Gerentes, Discriminador e Serv. Decod. No mesmo micro. FASE II Gerentes em micros diferentes; discriminador e Serv. Deocd. no mesmo micro. Tabela 4.1 Etapas de testes e suas fases verdadeira. A eficácia do funcionamento do protótipo será alcançada caso a fórmula abaixo seja A = B = C A = Traps Enviados pelo(s) Equipamento(s) B = Traps Recebidos pelo(s) Discriminador(s) C = Traps Discriminados Para determinação da quantidade de Traps originados/recebidos, no início dos testes primeiramente é zerada a variável da MIB do equipamento gerenciado a qual informa o total de Traps enviados por este, depois são iniciados os testes. Ao final da fase de testes, são coletados os valores totais para os Traps enviados pelo equipamento gerenciado e os recebidos pelo discriminador. Estes valores são confrontados e depois emitidos os resultados. Para os testes de eficiência do protótipo em alta carga, utilizou-se o SNMP Simulator. 4.1 ETAPA I Com duração de aproximadamente 3 meses, os horários de testes foram variados não seguindo um padrão devido a constante utilização dos equipamentos por estudantes vinculados ao

11 laboratório. Totalizando os dias e horários utilizados para testes possibilitou-se calcular as médias de utilização mostradas na tabela 4.2. FASE I FASE II Média Tempo decorrido Média Traps recebidos Média Traps Discriminador Porcentagem de Acerto Qtd. máxima de Traps processados simultaneamente Tabela 4.2 Resultados Apurados na Etapa I 4.2 ETAPA II Nesta etapa houve a possibilidade de apuração exata do tempo decorrido de testes. Os testes tiveram início às 7hs da manhã, antes dos funcionários chegarem, e finalizaram às 19 hs, quando todos os funcionários já haviam saído. FASE I FASE II Média Tempo decorrido Média Traps recebidos Média Traps Discriminador Porcentagem de Acerto Qtd. máxima de Traps processados simultaneamente Tabela 4.3 Resultados Apurados na Etapa II 5 CONCLUSÕES A comparação do desempenho entre o ambiente SNMP centralizado e distribuído pode ser realizada através da confrontação de algumas variáveis coletadas tanto no gerente quanto no discriminador: Instante de chegada do Trap; Instante de ação disparada; e Latência. Constatou-se que a utilização de gerentes distribuídos é mais eficiente. A latência do gerente significa a quantidade de tempo que o gerente leva desde a chegada do Trap até sua tomada de decisão. A latência do Discriminador diz respeito ao tempo total de realização do ciclo de tarefas no protótipo, desde a chegada do Trap até sua discriminação.

12 Variáveis Coletadas Qtd. Traps enviados simultanemante Centralizado Distribuídos Latência Gerente ms 7 ms Latência Discriminador 20 9 ms 17 ms Tabela 5.1 Comparação entre as médias de latências 5.1 CONSIDERAÇÕES FINAIS O modelo SNMP distribuído possibilita que várias ações sejam disparadas ao mesmo tempo por diferentes gerentes em diferentes equipamentos gerenciados, dessa forma, vários problemas podem ser solucionados simultaneamente. Já em ambientes centralizados, a concorrência da grande quantidade de processos em uma mesma máquina prejudica o desempenho do sistema aumentando muito o tempo de resolução de problemas e latência. Enfatizar a recepção de alarmes é uma técnica bastante eficaz para solução de problemas isolados, contribuindo também para diminuição do tráfego de pacotes na rede e diminuição do overhead de processamento nas estações de gerenciamento. Hoje em dia existem centenas de tipos de Traps proprietários bastante eficazes, capazes inclusive de relatar informações referentes tanto a hardware como software, possibilitando um gerenciamento completo do equipamento. Nenhuma incompatibilidade foi identificada nos ambientes e situações de testes. Conseguiram-se excelentes resultados nas discriminações e encaminhamentos dos Traps chegando a uma taxa de 100% de acerto. Para melhoria do protótipo as seguintes soluções são propostas: Atribuição de prioridades aos Traps (baixa, média, alta, por exemplo). Alguns relatórios de eventos, com maior nível de importância, seriam encaminhados de forma prioritária em relação aqueles com níveis inferiores, com isso, problemas mais críticos seriam tratados mais rapidamente; Implementação de um esquema de Log/Accounting a fim de totalizar a quantidade de Traps recebidos/encaminhados, gerando estatísticas diárias e emissão de relatórios; Implementação de interfaces gráficas, possibilitando a configuração do sistema, inclusão de novas regras de discriminação, geração de relatórios, visualização de logs, etc;

13 Utilização de técnicas de Inteligência Artificial para desenvolvimento de uma base de conhecimento e um motor de inferência para uma busca eficaz, dando a possibilidade de um grande número de regras, não acarretando em perda de desempenho; Substituição da técnica de comunicação via socket para RMI, a fim de obter um meio mais confiável e com desempenho superior. 6 BIBLIOGRAFIA BRISA. Gerenciamento de Redes Uma abordagem de Sistemas Abertos, São Paulo: MAKRON Books do Brasil Editora Ltda., CASE,j.; FEDOR, M.; SCHOFFSTALL, M.; DAVIN, J.; Simple Network Management Protocol, RFC 1157, maio de CASE,j.; MCCLOGHRIE, K.; ROSE, M.; WALDBUSSER, S. Protocol Operations for Version 2 of the Simple Network Management Protocol (SNMPv2), RFC 1905, janeiro de CISCO URL m, agosto de CISCO. URL: setembro de HARNEDY, S. Total SNMP: Exploring the Simple Network Management Protocol. Second Edition. New Jersey: Prentice Hall PRT, CCITT; Event Report Management Function, X0734, SUN Sun Microsystems, Inc. Solstice Administration Guide: Site/SunNet/Domain Manager STALLINGS, W. SNMP, SNMPv2 and RMON: Pratical Network Management. Second Edition. United States of America: Addison Wesley, Inc., IBM. URL: dezembro de CS Software. URL: setembro de 1999 MAURO, R. DOUGLAS; SCHMIDT, KEVIN J. SNMP Essencial.. Editora Campus. Rio de Janeiro, BATES, REGIS J. Network Management SNMP. Digital. Janeiro 2002.

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