CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS"

Transcrição

1 CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO PORTO ALEGRE 2014

2 Dados da Equipe CREPOP Assessor Técnico: André Luis Leite de F. Sales Conselheira de Referência: Alexandra Maria Campelo Ximendes Estagiários: Fernanda Carrion e Ramiro Catelan Endereços de contato: Av. Protásio Alves, 2854/301. CEP Porto Alegre/RS Fone: (51) ou (51) , através do Assessor Técnico André, ou pelo

3 Introdução O Sistema Conselhos de Psicologia, através da constituição do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas - CREPOP, nos últimos seis anos, tem trabalhado no processo de (re)conhecer, formular e orientar as práticas profissionais da psicologia desenvolvidas nos diferentes campos das Políticas Públicas. O CREPOP é uma ferramenta do Sistema Conselhos desenvolvida a partir da necessidade de maior aproximação do Conselho de Psicologia com a atuação profissional do psicólogo junto às políticas públicas. É um órgão operacional que se sustenta no compromisso social como um eixo político central, posicionando-se pela garantia dos Direitos Humanos. O CREPOP define como um de seus principais propósitos ampliar, de forma qualificada, a atuação dos psicólogos na esfera pública e expandir a contribuição profissional da Psicologia para a sociedade. Nesse sentido, realiza a sistematização e difusão dos conhecimentos e práticas psicológicas aplicadas às políticas públicas; atua no registro das competências da profissão nesse campo; identifica novas oportunidades de inserção da Psicologia e as limitações presentes na atuação dos profissionais dentro das políticas. Além disso, a partir do desenvolvimento de pesquisas qualitativas constrói e disponibiliza Referências Técnicas para o exercício profissional nesse campo. O CREPOP visa, ainda, promover a interlocução da Psicologia com os espaços de formulação, gestão e execução de políticas públicas e o desenvolvimento de conhecimentos acerca dessa área de atuação nos meios acadêmico e profissional. O Conselho de Regional de Psicologia do Rio Grande do Sul, através do CREPOP/RS, tem se proposto a ampliar os diálogos com as instituições de formação de psicólogos dentro do estado. Trata-se de uma aproximação necessária, visando ampliar as parcerias para enfrentar os desafios éticos, técnicos e políticos que estão sendo colocados para a categoria no cenário atual. A aproximação dos psicólogos nas políticas públicas demandada pelas pesquisas realizadas pelo CREPOP foi fundamental para que se reconhecesse a necessidade de intervenção junto à formação. Formação acadêmica e as fragilidade para a prática do psicólogo Durante os processos de pesquisa realizados pelo CREPOP, a formação em Psicologia foi apontada pelos participantes como responsável por uma das grandes fragilidades ainda impostas para a atuação dos psicólogos nas políticas públicas. Alguns profissionais relatam um completo desconhecimento das políticas públicas, seja dos marcos legais, e também dos marcos lógicos que devem orientar as práticas nesse campo. Muitos profissionais relatam

4 que desconhecem teorias da Psicologia que possam efetivamente subsidiar os tipos de intervenções necessárias nas políticas públicas no cotidiano de trabalho. Além disso, apontam que a formação acadêmica ainda se mantém voltada para a clínica privada. De maneira geral, os psicólogos entram para as políticas públicas sentindo-se despreparados em função da distância que a formação acadêmica insiste em manter em relação ao trabalho desenvolvido nesses serviços. Mesmo na área escolar, que é um espaço de inserção mais tradicional para a Psicologia, apontou-se que a formação acadêmica aborda os enfrentamentos cotidianos da psicologia escolar de modo bastante tangencial. Outras temáticas, como a atenção às mulheres vítimas de violência, são indicadas como áreas incipientes com pouca produção teórica sobre o tema, em função do pouco entendimento sobre a prática profissional voltada a essa população. Muitos dos cursos buscados pelos profissionais, posteriores à graduação são apontados como possuidores de um enfoque exclusivamente clínico e distante de qualquer reflexão política. Isso gera a necessidade de os gestores investirem na capacitação desses profissionais e na formação continuada. Entretanto, os psicólogos referem que, de maneira geral, o ingresso dos profissionais nos serviços públicos ocorre sem uma capacitação prévia e os recursos destinados à formação continuada ainda são pouco significativos. Ainda assim, os processos de formação permanente são indicados como aqueles que poderiam auxiliar a equipe na elaboração do cotidiano de trabalho e no fortalecimento dos profissionais na perspectiva de uma intervenção propositiva e efetiva. Para isso, esses processos de formação precisam ser espaços que coloquem em análise as práticas profissionais em sua relação com o contexto social. Essas indicações evidenciam a importância de colocar as políticas públicas na pauta dos cursos de graduação em Psicologia, não somente como mais uma, ou várias, temáticas/disciplinas, mas como uma forma de fomentar, ainda no tempo da formação acadêmica, espaços de reflexão e construção de um pensamento crítico que forneça ferramentas para a atuação profissional dos psicólogos nos espaços públicos. Objetivo Geral: Diante dessa demanda, o CREPOP/RS apresenta o presente projeto regional, tendo por objetivo oportunizar uma aproximação entre os estudantes das faculdades de Psicologia do estado com o Conselho Regional de Psicologia do RS, visando a fomentar, junto aos cursos de graduação, o debate sobre a inserção do psicólogo dentro do campo das políticas públicas.

5 Objetivos Específicos: Fomentar, no ambiente acadêmico, a reflexão sobre a formação profissional do psicólogo para atuar nas políticas públicas; Dimensionar a percepção dos estudantes sobre seus conhecimentos acerca das políticas públicas e da avaliação de sua formação acadêmica em relação às demandas presentes nos espaços de prática e estágio curriculares desenvolvidos em serviços públicos; Promover o acesso a informações sobre os campos das políticas públicas, visando a instrumentalizar estudantes de graduação em Psicologia a pensar sobre a prática profissional dentro dos serviços públicos; Fortalecer o diálogo entre o Conselho Regional de Psicologia do RS e o meio acadêmico, através do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas/CREPOP, em parceria com a Comissão de Formação do CRPRS; Construir, junto das instituições de formação, alternativas concretas que auxiliem a ampliar a presença dos conteúdos referentes a políticas públicas nos espaços de graduação. Metodologia: Tendo em vista os objetivos propostos acima, a realização do projeto junto às instituições formadoras é composta por um conjunto de atividades, as quais, doravante, chamaremos de ciclo do Projeto Formação. A seguir, apresentaremos as atividades constituintes que compõem o projeto: 1. Mapeamento das instituições e apresentação do projeto: nosso levantamento indica que existem 46 cursos de graduação em Psicologia no estado. Estamos contatando, desde julho de 2013, os coordenadores dos cursos para organizar a execução da atividade junto a atividade; 2. Apresentação do projeto e pactuação para execução, por meio, preferencialmente, de contatos telefônicos. O projeto será apresentado ao coordenador do curso e este avaliará, de acordo com a realidade local, as condições para realização do mesmo Neste momento, já será agendada uma data para execução; 3. Leitura dos Projetos Pedagógicos dos cursos e ementas de disciplinas respeitantes às disciplinas de estágio e políticas públicas presentes nos currículos dos cursos;

6 4. Atuação junto aos espaço de formação: o desenvolvimento do ciclo de execução do projeto consistirá em: 1. Conferência de Abertura do Projeto: trata-se de uma oferta do CRPRS/CREPOP para toda a comunidade acadêmica, na qual será apresentado um panorama histórico da relação da Psicologia com as políticas públicas e algumas características da atuação e funcionamento do Sistema Conselhos; 2. Grupo focal com os alunos em estágio: encontro destinado a levantar as impressões e vivências dos alunos no que se refere ao estudo das políticas públicas, bem como levantamento de possíveis espaços presentes na estrutura curricular no qual possam ser trabalhados as questões das políticas públicas; 3. Grupo focal com os professores: levantamento das impressões e vivências dos docentes no que diz respeito ao estudo das políticas públicas, bem como levantamento de possíveis espaços presentes na estrutura curricular no qual possam ser trabalhados os temas de políticas públicas; 4. Sistematização do material produzido nos dois grupos focais e debate com a coordenação do curso, visando a criar alternativas concretas aos problemas levantados nos espaços com alunos e professores; 5. Assembleia de restituição e avaliação: momento de apresentação do plano construído para toda a comunidade acadêmica, de forma a realizar um processo avaliativo da execução do projeto naquele espaço. 5. Elaboração de Relatório do Projeto: sistematização do material produzido durante a execução do projeto com a finalidade de publicizar as construções que foram sendo feitas. Recursos necessários: Para execução de um ciclo do projeto, estimamos que seja necessário um período de 10 horas de trabalho, envolvendo diferentes públicos, ficando assim divididas: Ciclo de Atividades do Projeto Formação Atividade Tempo Estimado Público Conferência de Abertura do Projeto 2h Alunos da instituição, docentes, coordenadores de curso, bem como outros atores que se

7 sentirem convocados a participar da atividade Grupo focal com os alunos 1,5h Todos os alunos que estiverem em estágio na instituição Grupo focal com os docentes e orientadores de estágio Debate com a coordenação do curso sobre as questões e opções levantadas 1,5h Todos os docentes que atuarem diretamente no acompanhamento das atividades de estágio na instituição 1h Equipe de coordenação do curso Assembleia de restituição e avaliação 2,5h Alunos da instituição, docentes, coordenação de curso Nosso planejamento foi feito com o intuito de executar um ciclo do projeto no período de uma semana, quando as instituições de formação estiverem localizadas em Porto Alegre e na região metropolitana; em outras localidades, o tempo estimado seria de três dias. Considerando o caráter de construção que estamos dando ao projeto, fica estabelecido como contrapartida da instituição a cessão do horário dos atores envolvidos, bem como a disponibilização de espaço físico para realização da atividade. Nossa proposta é potencializar espaços já existentes dentro dos cronogramas de trabalho das instituições; neste sentido, sugerimos que sejam usados ocupados como espaços para execução do trabalho momentos de supervisão de estágio, horário de reunião de professores, ou outras atividades que já estejam previstas na grade de trabalho do local. Resultados Esperados A partir do estabelecimento de parcerias entre todos os atores envolvidos no processo formativo, espera-se construir alternativas concretas que minimizem a distância entre as ofertas formativas disponibilizadas pelas instituições e as demandas que vem sendo apresentadas a categoria. Esperamos ainda realizar uma aproximação do Sistema Conselhos da categoria em formação, de modo a produzir uma maior apropriação nos futuros psicólogos com as atribuições que nos competem quanto ao desenvolvimento da Psicologia no país.

8 Referências Bibliográficas Conselho Federal de Psicologia. Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas. Metodologia e Eixos. Disponível em:<http://crepop.pol.org.br/novo/>. Acessado em: maio de Psicologia e Políticas Públicas. (2011). Relatório Pesquisa sobre atuação profissional de psicólogos na Política Nacional do Idoso. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2011). Relatório Pesquisa sobre atuação profissional de psicólogos em políticas de Segurança Pública. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2010). Relatório Pesquisa sobre atuação profissional de psicólogos nos Serviços Hospitalares do SUS. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2010). Relatório Pesquisa sobre atuação profissional de psicólogos nos Centros de Referência em Assistência Social. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2010). Relatório Pesquisa sobre atuação profissional de psicólogos em políticas públicas de Esporte. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2010). Relatório Pesquisa sobre atuação profissional de psicólogos em políticas públicas de Diversidade Sexual. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2009). Relatório Pesquisa sobre atuação profissional de psicólogos nos Centros de Referência Especializado em Assistência Social. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2009). Relatório Pesquisa sobre atuação profissional de psicólogos em políticas públicas da Educação Básica. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2009). Relatório Pesquisa sobre atuação profissional de psicólogos em políticas públicas de Trânsito e Mobilidade Urbana. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2009). Relatório Pesquisa sobre atuação profissional de psicólogos em políticas públicas de atenção a usuários de álcool e outras drogas. Porto Alegre: CRPRS, [não

9 Psicologia e Políticas Públicas. (2008). Relatório Pesquisa sobre atuação profissional de psicólogos em políticas públicas da Atenção Básica em Saúde. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2008). Relatório Pesquisa sobre Atuação dos Psicólogos em Programas de Atenção à Mulher em Situação de Violência. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2008). Relatório Pesquisa sobre Atuação dos Psicólogos em Medidas Socieducativas em Meio aberto/liberdade assistida. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2008). Relatório Pesquisa sobre atuação profissional de psicólogos em políticas públicas da Educação Inclusiva. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2007). Relatório Pesquisa sobre Atuação Profissional nos Centros de Atenção Psicossocial CAPS. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2007). Relatório Pesquisa sobre Atuação Profissional na Área de DST/HIV/Aids. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2007). Relatório Pesquisa sobre Atuação Profissional na área do Sistema Prisional Brasileiro. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2007). Relatório Pesquisa sobre Serviço de Enfrentamento à Violência, Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2007). Relatório Pesquisa sobre Atuação Profissional dos psicólogos junto a questões relacionadas a Vara de Família no poder judiciário. Porto Alegre: CRPRS, [não Psicologia e Políticas Públicas. (2006). Relatório Pesquisa sobre Atuação Profissional dos psicólogos junto as Medidas Socioeducativas em Unidades de Internação. Porto Alegre: CRPRS, [não

Caderno de Propostas. 26, 27 e 28 de abril de 2013 Espaço APAS - São Paulo

Caderno de Propostas. 26, 27 e 28 de abril de 2013 Espaço APAS - São Paulo Caderno de Propostas VIII COREP - SP Congresso Regional de Psicologia Psicologia, Ética e Cidadania: Práticas Profissionais a Serviço da Garantia de Direitos 26, 27 e 28 de abril de 2013 Espaço APAS -

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

TEMA AS EQUIPES DE REFERÊNCIAS POR SERVIÇOS DE PROGRAMAS

TEMA AS EQUIPES DE REFERÊNCIAS POR SERVIÇOS DE PROGRAMAS TEMA AS EQUIPES DE REFERÊNCIAS POR SERVIÇOS DE PROGRAMAS Programação Primeiro Dia: I Seção Discutindo Papéis 1-8h30 às 12h30 Abertura e Boas-vindas Dinâmica de Apresentação Acordos de Convivência Trabalho

Leia mais

Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE Conselho Universitário - CONSUNI

Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE Conselho Universitário - CONSUNI REGULAMENTO DA CLÍNICA ESCOLA E SERVIÇOS DE PSICOLOGIA - CESP Aprovado pela Resolução CONSUNI nº 11/15 de 08/04/15. CAPÍTULO I DO OBJETIVO DO REGULAMENTO Art. 1º A Clínica Escola de Psicologia é o ambiente

Leia mais

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 4 Regulamento de Estágio do Curso de Serviço Social DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O Estágio Supervisionado, previsto no Currículo do Curso de Serviço Social será desenvolvido de acordo com as normas

Leia mais

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de 2008 Apoio Matricial em Saúde Mental: a Iniciativa de

Leia mais

1. Escopo ou finalidade da iniciativa

1. Escopo ou finalidade da iniciativa 1. Escopo ou finalidade da iniciativa Por meio do Programa Rede Judicial de Proteção objetiva-se reduzir a reprodução de infrações penais semelhantes às cometidas, a partir de intervenções orientadas para

Leia mais

Conheça as propostas formuladas nos eventos preparatórios em todo o estado de SP

Conheça as propostas formuladas nos eventos preparatórios em todo o estado de SP Eixo: 1. Democratização do Sistema Conselhos e Ampliação das formas de interação com a categoria Proposta: AMPLIAR A PARTICIPAÇÃO DO SISTEMA CONSELHOS NAS UNIVERSIDADES, GARANTINDO MAIOR DIVULGAÇÃO, INFORMAÇÃO

Leia mais

Serviço Social: inovação dos serviços em Bibliotecas Públicas

Serviço Social: inovação dos serviços em Bibliotecas Públicas Serviço Social: inovação dos serviços em Bibliotecas Públicas SERVIÇO SOCIAL NA BSP SERVIÇO SOCIAL NA BSP BSP COMO ESPAÇO CULTURAL COM AÇÃO CENTRADA NA LEITURA A LEITURA é vista pela BSP como fundamento

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO. Matriz 23

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO. Matriz 23 MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA Matriz 23 Junho de 2013 1 MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DO CURSO DE LICENCIATURA

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA Romaldo Bomfim Medina Jr 1 Luciane Silva Ramos 2 Fernanda Franceschi de Freitas 3 Carmem Lúcia Colomé Beck 4 O movimento

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO O estágio curricular obrigatório é aquele definido

Leia mais

MANUAL do sistema. SIMPR - Crack, é possível vencer Plano de Ação Local

MANUAL do sistema. SIMPR - Crack, é possível vencer Plano de Ação Local MANUAL do sistema SIMPR - Crack, é possível vencer Plano de Ação Local 1 Observação: Recomenda-se a leitura prévia da cartilha do programa Crack, É Possível Vencer, disponível no endereço http://www.brasil.gov.br/crackepossivelvencer/home/publicacoes/materialinformativo/destaques/cartilha-crack-e-possivel-vencer-compromisso-detodos-1

Leia mais

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN Autor: Anne Charlyenne Saraiva Campos; Co-autor: Emerson Carpegiane de Souza Martins

Leia mais

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP Capítulo I Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico Art. 1º O Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico- NAP/NAPP do Centro de Ensino

Leia mais

COLEGIADO DE ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA PRÁTICAS DE CAMPO EM ENFERMAGEM TÍTULO ÚNICO DAS PRÁTICAS DE CAMPO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO

COLEGIADO DE ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA PRÁTICAS DE CAMPO EM ENFERMAGEM TÍTULO ÚNICO DAS PRÁTICAS DE CAMPO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO COLEGIADO DE ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA PRÁTICAS DE CAMPO EM ENFERMAGEM TÍTULO ÚNICO DAS PRÁTICAS DE CAMPO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º. As Práticas de Campo do Curso de Enfermagem parte integrante

Leia mais

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE. RESOLUÇÃO No- 2, DE 13 DE ABRIL DE 2012

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE. RESOLUÇÃO No- 2, DE 13 DE ABRIL DE 2012 SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE RESOLUÇÃO No- 2, DE 13 DE ABRIL DE 2012 Dispõe sobre Diretrizes Gerais para os Programas de Residência Multiprofissional

Leia mais

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA O CURRÍCULO DA FAMEMA (2012) Os currículos dos Cursos de Enfermagem e Medicina da Faculdade de Medicina de Marília (Famema) estão em permanente transformação por entendermos que esse processo permite uma

Leia mais

DIRETRIZES A SEREM DEBATIDAS NAS CONFERÊNCIAS NO ANO DE 2015 E 2016

DIRETRIZES A SEREM DEBATIDAS NAS CONFERÊNCIAS NO ANO DE 2015 E 2016 DIRETRIZES A SEREM DEBATIDAS NAS CONFERÊNCIAS NO ANO DE 2015 E 2016 A Constituição de 1988 criou a possibilidade de que os cidadãos possam intervir na gestão pública. Pela via do controle social, influenciam

Leia mais

Inclusão. Construindo o Futuro

Inclusão. Construindo o Futuro Inclusão. Construindo o Futuro Mostra Local de: Irati Categoria do projeto: I Projetos em Andamento (projetos em execução atualmente) Nome da Instituição/Empresa: Conselho da Comunidade da Comarca de Irati

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Projeto de Implantação da Rede de Proteção Social de Araucária

Mostra de Projetos 2011. Projeto de Implantação da Rede de Proteção Social de Araucária Mostra de Projetos 2011 Projeto de Implantação da Rede de Proteção Social de Araucária Mostra Local de: Araucária. Categoria do projeto: I - Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa:

Leia mais

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional Maria Madalena Dullius, madalena@univates.br Daniela Cristina Schossler,

Leia mais

RELATÓRIO DO FÓRUM DO FNEPAS REGIÃO LESTE-NORDESTE DE MINAS GERAIS

RELATÓRIO DO FÓRUM DO FNEPAS REGIÃO LESTE-NORDESTE DE MINAS GERAIS RELATÓRIO DO FÓRUM DO FNEPAS REGIÃO LESTE-NORDESTE DE MINAS GERAIS Nos dias 05 e 06 de outubro do corrente ano, na cidade de Governador Valadares, aconteceu o Fórum Nacional das Profissões da Área de Saúde-FNEPAS

Leia mais

Competências e Habilidades Específicas:

Competências e Habilidades Específicas: DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional qualificado

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO. 2º Semestre de 2012

SERVIÇO SOCIAL MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO. 2º Semestre de 2012 SERVIÇO SOCIAL MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2º Semestre de 2012 COORDENAÇÃO GERAL Diretor Geral Prof. Adalberto Miranda Distassi Coordenadoria Geral de Estágios Prof. Ricardo Constante Martins Coordenador

Leia mais

SUPERVISÃO ACADÊMICA: UMA PROPOSTA POLÍTICA DE DESAFIOS E QUALIDADE NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

SUPERVISÃO ACADÊMICA: UMA PROPOSTA POLÍTICA DE DESAFIOS E QUALIDADE NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL SUPERVISÃO ACADÊMICA: UMA PROPOSTA POLÍTICA DE DESAFIOS E QUALIDADE NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL Lourdes Passaura* RESUMO: Este artigo relata a experiência de um trabalho efetuado por meio do projeto de supervisão

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA Santa Maria, RS. 2012 SUMÁRIO CAPÍTULO I... 3 DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS... 3 CAPÍTULO II... 4 REGULARIZAÇÃO DO ESTÁGIO... 4 CAPÍTULO III... 5 DOS ASPECTOS LEGAIS... 5

Leia mais

A problemática do uso abusivo do álcool e outras drogas requer ações preventivas, curativas e reabilitadoras, pautadas em ações intersetoriais e

A problemática do uso abusivo do álcool e outras drogas requer ações preventivas, curativas e reabilitadoras, pautadas em ações intersetoriais e A problemática do uso abusivo do álcool e outras drogas requer ações preventivas, curativas e reabilitadoras, pautadas em ações intersetoriais e interdisciplinares, visando à melhoria da qualidade de vida

Leia mais

O POTENCIAL DE CONTRIBUIÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSESSORIA AOS MOVIMENTOS SOCIAIS NA LUTA PELA SAÚDE

O POTENCIAL DE CONTRIBUIÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSESSORIA AOS MOVIMENTOS SOCIAIS NA LUTA PELA SAÚDE O POTENCIAL DE CONTRIBUIÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSESSORIA AOS MOVIMENTOS SOCIAIS NA LUTA PELA SAÚDE Maria Inês Souza Bravo * Maurílio Castro de Matos ** Introdução O presente trabalho é fruto de reflexões

Leia mais

RESOLUÇÃO CFP Nº 010/2010

RESOLUÇÃO CFP Nº 010/2010 RESOLUÇÃO CFP Nº 010/2010 Institui a regulamentação da Escuta Psicológica de Crianças e Adolescentes envolvidos em situação de violência, na Rede de Proteção O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso de

Leia mais

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM)

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) A extensão é o processo educativo, cultural e científico que articula, amplia, desenvolve e reforça o ensino e a pesquisa,

Leia mais

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte PPCAAM Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Secretaria de Direitos Humanos Presidência

Leia mais

Coordenação: João Henrique Lara do Amaral Cynthya Almeida Coradi Relatoria: Stela Maris Aguiar Lemos

Coordenação: João Henrique Lara do Amaral Cynthya Almeida Coradi Relatoria: Stela Maris Aguiar Lemos RELATÓRIO OFICINA FNEPAS ESTADUAL MINAS GERAIS INTEGRALIDADE E QUALIDADE NA FORMAÇÃO E NAS PRÁTICAS EM SAÚDE: Integrando Formação, Serviços, Gestores e Usuários Local: COBEM Uberlândia Data: 22 de outubro

Leia mais

Regulamento de Estágio Curricular

Regulamento de Estágio Curricular Regulamento de Estágio Curricular REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR O presente regulamento normatiza o Estágio Curricular em acordo com a Lei nº 11.788, de 25/09/2008, componente do Projeto Pedagógico

Leia mais

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO PROJETO DIÁLOGOS PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL DE SUAPE CHÁ DE DAMAS

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO PROJETO DIÁLOGOS PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL DE SUAPE CHÁ DE DAMAS EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO PROJETO DIÁLOGOS PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL DE SUAPE CHÁ DE DAMAS O Laboratório de Estudos da Sexualidade Humana LabESHU e o Grupo de Estudos e Pesquisas

Leia mais

PSICOPEDAGOGIA. DISCIPLINA: Desenvolvimento Cognitivo, Afetivo e Motor: Abordagens Sócio Interacionistas

PSICOPEDAGOGIA. DISCIPLINA: Desenvolvimento Cognitivo, Afetivo e Motor: Abordagens Sócio Interacionistas PSICOPEDAGOGIA DISCIPLINA: Fundamentos da Psicopedagogia EMENTA: Introdução e fundamentos da Psicopedagogia. O objeto de estudo. Visão histórica e atual. Concepções que sustentam a Psicopedagogia. O papel

Leia mais

14/Mar/2013 :: Edição 31 ::

14/Mar/2013 :: Edição 31 :: 14/Mar/2013 :: Edição 31 :: Cadernos do Poder Executivo Poder Geraldo Julio de Mello Filho Executivo DECRETO Nº 26.993 DE 13 DE MARÇO DE 2013 EMENTA: Descreve as competências e atribuições dos cargos comissionados

Leia mais

VIII CNP - PROPOSTAS APROVADAS PARA NÍVEL NACIONAL SÃO PAULO

VIII CNP - PROPOSTAS APROVADAS PARA NÍVEL NACIONAL SÃO PAULO VIII CNP - PROPOSTAS APROVADAS PARA NÍVEL NACIONAL SÃO PAULO DIRETRIZ: DEMOCRATIZAÇÃO DO SISTEMA CONSELHOS E AMPLIAÇÃO DAS FORMAS DE INTERAÇÃO COM A CATEGORIA PROPOSTA 1: O Sistema Conselhos implantará

Leia mais

Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores. Regulamento das Atividades Práticas da Faculdade Montes Belos

Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores. Regulamento das Atividades Práticas da Faculdade Montes Belos Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores Regulamento das Atividades Práticas da Faculdade Montes Belos São Luís de Montes Belos, novembro de 2011 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES PRÁTICAS DA FACULDADE

Leia mais

Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica

Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica Luis Ricardo Silva Queiroz Presidente da ABEM presidencia@abemeducacaomusical.com.br

Leia mais

NOTA TÉCNICA 16 2013. Política Nacional de Educação Popular em Saúde

NOTA TÉCNICA 16 2013. Política Nacional de Educação Popular em Saúde NOTA TÉCNICA 16 2013 Política Nacional de Educação Popular em Saúde Brasília, 20 de maio de 2013 INTRODUÇÃO A Política Nacional de Educação Popular em Saúde PNEP-SUS foi apresentada e aprovada no Conselho

Leia mais

RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE - RIMS - Projeto HMIPV/SMS Ênfase Saúde da Criança

RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE - RIMS - Projeto HMIPV/SMS Ênfase Saúde da Criança RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE - RIMS - Projeto HMIPV/SMS Ênfase Saúde da Criança Projeto HMIPV/SMS O HMIPV presta atendimento especializado em diversas áreas, em nível secundário e terciário.

Leia mais

COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL. Brasília maio 2010

COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL. Brasília maio 2010 COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL Brasília maio 2010 Audiência Pública: o avanço e o risco do consumo de crack no Brasil Francisco Cordeiro Coordenação de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas

Leia mais

1. Apresentação Curso de Serviço Social

1. Apresentação Curso de Serviço Social PROJETO NÚCLEO DE PRÁTICAS DE JURIDICAS E DE SERVIÇO SOCIAL Responsável Técnica As. Social Tatiane Ferreira CRESS/SC 3207 CRESS/PR 6425 Prof. Ms. As. Social Josiane Bortoluzzi 1. Apresentação O Curso de

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ DUCHEIKO, Angelina do Rocio 1 RODRIGUES, Camila Moreira

Leia mais

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS 8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS DOCUMENTO FINAL EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Ações de mobilização: 1. Ampla mobilização, por

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE ABERTURA DE TURMA PROGRAMA ESPECIAL DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PROFOP DA UTFPR

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE ABERTURA DE TURMA PROGRAMA ESPECIAL DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PROFOP DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Diretoria de Graduação e Educação Profissional - DIRGRAD Departamento de Educação Campus XXXXXXX ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA CIVIL REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA CIVIL REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA CIVIL REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente instrumento regulamenta as atividades do Estágio

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA Universidade Federal de Goiás Instituto de Química ORIENTAÇÕES E NORMAS SOBRE O ESTÁGIO CURRICULAR PARA ESTUDANTES DO CURSO DE

Leia mais

ATUAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA DE DST/HIV/AIDS

ATUAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA DE DST/HIV/AIDS I - DADOS PESSOAIS 01 - Sexo: ( ) Masculino ( ) Feminino 02 - Idade: ATUAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA DE DST/HIV/AIDS 03 - Tempo de atuação profissional como psicólogo(a): ( ) Até 1 ano ( ) De 2 a 4 anos (

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE ODONTOLOGIA DA FACULDADE ASCES

REGULAMENTAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE ODONTOLOGIA DA FACULDADE ASCES REGULAMENTAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE ODONTOLOGIA DA FACULDADE ASCES NATUREZA E FINALIDADES Art. 1º. O estágio curricular do Curso de Odontologia da Faculdade ASCES constitui um momento de aprendizagem

Leia mais

REGIMENTO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL

REGIMENTO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL REGIMENTO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL Diamantina junho de 2013 O Núcleo Docente Estruturante - NDE do Curso de Licenciatura em Letras Português/Espanhol

Leia mais

Universidade Estadual de Maringá Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes

Universidade Estadual de Maringá Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes R E S O L U Ç Ã O N.º 043/2008 CI / CCH Aprovar alterações curriculares no projeto pedagógico do Curso de Graduação em Psicologia. Considerando o conteúdo das folhas 560 a 626, do Processo nº 1698/1991

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS CAMPO GRANDENSES INSTRUÇÃO NORMATIVA 002/2010 17 05 2010

FACULDADES INTEGRADAS CAMPO GRANDENSES INSTRUÇÃO NORMATIVA 002/2010 17 05 2010 O Diretor das Faculdades Integradas Campo Grandenses, no uso de suas atribuições regimentais e por decisão dos Conselhos Superior, de Ensino, Pesquisa, Pós Graduação e Extensão e de Coordenadores, em reunião

Leia mais

REGULAMENTO DO APOIO PSICOPEDAGÓGICO E ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

REGULAMENTO DO APOIO PSICOPEDAGÓGICO E ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA AEJ - ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DE JAÚ CNPJ 05.311.136/0001-36 FACULDADE JAUENSE REGULAMENTO DO APOIO PSICOPEDAGÓGICO E ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA JAÚ/2012 APOIO PSICOPEDAGÓGICO E ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA DA FAJAU

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016 LEI Nº 325/2013 Data: 04 de Novembro de 2013 SÚMULA: Dispõe sobre o Plano Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, que tem por finalidade fortalecer e estruturar o COMAD como órgão legítimo para coordenar,

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL A DISTÂNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

EDUCAÇÃO ESPECIAL A DISTÂNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA EDUCAÇÃO ESPECIAL A DISTÂNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Andréa Tonini José Luiz Padilha Damilano Vera Lucia Marostega Universidade Federal de Santa Maria RS RESUMO A UFSM vem ofertando Cursos de Formação

Leia mais

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG Curso de Graduação Administração Modalidade a Distância Dados do Curso Contato Ver QSL e Ementas Universidade Federal do Rio Grande / FURG 1) DADOS DO CURSO: COORDENAÇÃO: Profª MSc. Suzana Malta ENDEREÇO:

Leia mais

O talento é seu. A gente só aperfeiçoa. Conheça: est.edu.br

O talento é seu. A gente só aperfeiçoa. Conheça: est.edu.br O talento é seu. A gente só aperfeiçoa. EXTENSÃO Conheça: est.edu.br PROGRAMA DE EXTENSÃO A Faculdades EST é vinculada à Rede Sinodal de Educação, identificada com a Igreja Evangélica de Confissão Luterana

Leia mais

PROGRAMA DE MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS EM MEIO ABERTO

PROGRAMA DE MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS EM MEIO ABERTO PROGRAMA DE MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS EM MEIO ABERTO CONTEXTUALIZAÇÃO DOUTRINA DA SITUAÇÃO IRREGULAR DOUTRINA DA PROTEÇÃO INTEGRAL. Código de menores;. Menores em situação irregular;. Carentes, abandonados,

Leia mais

Ana Lúcia Maciel Francisco Kern Maria da Graça Türck Regina Martins Rosa Maria Castilhos Fernandes

Ana Lúcia Maciel Francisco Kern Maria da Graça Türck Regina Martins Rosa Maria Castilhos Fernandes 1 A Graturck é uma empresa especializada nas áreas de consultoria, assessoria e cursos em Serviço Social. Contando com uma equipe técnica qualificada, está lançando uma oportunidade para aqueles alunos

Leia mais

PROJETOS COMUNITÁRIOS DA ULBRA

PROJETOS COMUNITÁRIOS DA ULBRA PROJETOS COMUNITÁRIOS DA ULBRA PROJETOS COMUNITÁRIOS DA ULBRA 01 Projetos Comunitários da ULBRA Sob a égide do Programa Violência e Direitos Humanos, projetos comunitários, ações extensionistas e estágios

Leia mais

Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010

Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde da População em Situação de Rua, com foco em Saúde Mental Consultório de Rua Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DA RELAÇÃO ENSINO E SERVIÇO EM UMA POLICLÍNICA DE FORTALEZA

A ORGANIZAÇÃO DA RELAÇÃO ENSINO E SERVIÇO EM UMA POLICLÍNICA DE FORTALEZA A ORGANIZAÇÃO DA RELAÇÃO ENSINO E SERVIÇO EM UMA POLICLÍNICA DE FORTALEZA O Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde) nasce da necessidade de reformular a formação dos cursos de graduação

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente instrumento regulamenta

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO 1) UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE ITABERAÍ CURSO DE PEDAGOGIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO REGULAMENTO Itaberaí/2012 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE ITABERAÍ CURSO DE

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DA REDE IFES 1. IDENTIFICAÇÃO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL Planejamento Anual de Atividades 2011 (01 de janeiro de 2011

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA, LICENCIATURA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL EDITAL DE CONVOCAÇÃO Nº 01/2011 - SMDS O Município de Canoas, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, torna público o presente e convida os interessados e as interessadas a apresentar

Leia mais

III SEMINÁRIO POLÍTICAS SOCIAIS E CIDADANIA AUTOR DO TEXTO: Fernanda de Lazari Cardoso; Marisa Alves Lacerda; Luciana da Silva Oliveira

III SEMINÁRIO POLÍTICAS SOCIAIS E CIDADANIA AUTOR DO TEXTO: Fernanda de Lazari Cardoso; Marisa Alves Lacerda; Luciana da Silva Oliveira III SEMINÁRIO POLÍTICAS SOCIAIS E CIDADANIA AUTOR DO TEXTO: Fernanda de Lazari Cardoso; Marisa Alves Lacerda; Luciana da Silva Oliveira Fortalecendo as escolas na rede de proteção à criança e ao adolescente

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E DA FINALIDADE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO (OBRIGATÓRIO) Art.

Leia mais

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EM SAÚDE: um relato de experiência

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EM SAÚDE: um relato de experiência UFMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS III JORNADA INTERNACIONAL DE POLÍCAS PÚBLICAS QUESTÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO NO SÉCULO XXI 1 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR.

VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR. VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR. Resumo: CARNEIRO, Alana Caroline 1. SIVEIRA, Adriane 2. SOUZA,

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS COAPES

PERGUNTAS E RESPOSTAS COAPES Perguntas e Respostas 1 O que é o? O é o Contrato Organizativo de Ação Pública de Ensino-Saúde e suas diretrizes foram publicadas pelos Ministérios da Saúde e da Educação por meio da Portaria Interministerial

Leia mais

RESOLUÇÃO N 003/2010

RESOLUÇÃO N 003/2010 RESOLUÇÃO N 003/2010 Institui regulamento para o cumprimento das atividades de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Pedagogia da FCH/ FUMEC. O PRESIDENTE DO COLEGIADO DE CURSOS NO USO DE SUAS

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº2 Reconhecido pelo Decreto Federal n 82.413, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 1064, de 13.04.11 DOE

Leia mais

Rede de Defesa e Segurança

Rede de Defesa e Segurança Rede de Defesa e Segurança 1 PROGRAMA ALIANÇA PELA VIDA Objetivo: Estruturar ações integradas de prevenção, acolhimento e tratamento dos usuários e dependentes de álcool e outras drogas e seus familiares,

Leia mais

Manual. de Utilização das fichas de referência

Manual. de Utilização das fichas de referência Manual de Utilização das fichas de referência P roposta pedagógica para uso de material educativo (fichas de referência) em oficinas que incluam os temas vulnerabilidade e violência associadas ao uso de

Leia mais

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº Reconhecido pelo Decreto Federal n 8.1, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 106, de 1.0.11 DOE nº 85

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

Contratos Organizativos de Ação Pública Ensino-Saúde. Contratos Organizativos de Ação Pública Ensino-Saúde (COAPES).

Contratos Organizativos de Ação Pública Ensino-Saúde. Contratos Organizativos de Ação Pública Ensino-Saúde (COAPES). Contratos Organizativos de Ação Pública Ensino-Saúde Contratos Organizativos de Ação Pública Ensino-Saúde (COAPES). Eixo Formação PMM Mudanças na formação médica: Autorização de abertura baseada nas necessidades

Leia mais

QUESTÃO 38 PADRÃO DE RESPOSTA

QUESTÃO 38 PADRÃO DE RESPOSTA QUESTÃO 38 Ao discutir a configuração dos fundamentos da terapia ocupacional no Brasil, Drummond (2007) elenca fatores que, em sua percepção, influenciaram a maior conscientização do caráter político e

Leia mais

Conheça as propostas formuladas nos eventos preparatórios em todo o estado de SP

Conheça as propostas formuladas nos eventos preparatórios em todo o estado de SP Proposta: Que as carteiras de identidade Profissional (CIP) passem a reconhecer o nome social de psicólogos e psicólogas transexuais. Proposta: Elaborar material educativo e pedagógico sobre Psicologia

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA Capítulo I Caracterização Artigo 1 º O Serviço-Escola de Psicologia (SEP) da UNIFESP é uma instância do campus Baixada

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Serviço Social é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

SERVIÇO DE CONVIVENCIA E FORTALECIMENTO DE VINCULOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES. PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS & Algumas reflexões

SERVIÇO DE CONVIVENCIA E FORTALECIMENTO DE VINCULOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES. PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS & Algumas reflexões SERVIÇO DE CONVIVENCIA E FORTALECIMENTO DE VINCULOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES. PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS & Algumas reflexões ASSISTÊNCIA SOCIAL ASSISTENTE SOCIAL CARIDADE? FAVOR? O QUE OS VEREADORES FAZEM?

Leia mais

RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SERVIÇO NO MUNICÍPIO DE PALMAS/TOCANTINS

RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SERVIÇO NO MUNICÍPIO DE PALMAS/TOCANTINS RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SERVIÇO NO MUNICÍPIO DE PALMAS/TOCANTINS LISY MOTA DA CRUZ Orientador: Prof. Dr. Gilberto Tadeu Reis da Silva

Leia mais

EQUIPE DE PROFISSIONAIS CEPEC Centro de Estudos e Pesquisas Clínicas de São Paulo.

EQUIPE DE PROFISSIONAIS CEPEC Centro de Estudos e Pesquisas Clínicas de São Paulo. Dra. Miriam Serrano de Freitas Terapeuta Ocupacional especializada em Síndrome de Down serrano.miriam@gmail.com Data de nascimento:07/05/1986 Endereço: Morishigue Akagui, 51 Telefone para contato: (11)

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LICENCIATURA PLENA ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS O Curso de Ciências Biológicas, através

Leia mais

REGULAMENTO DA ORIENTAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

REGULAMENTO DA ORIENTAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS AVANÇADO EM JANDAIA DO SUL COLEGIADO DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO REGULAMENTO DA ORIENTAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO JANDAIA

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

Responsabilidade Social

Responsabilidade Social Responsabilidade Social INSTITUTO DE CIDADANIA EMPRESARIAL DO MARANHÃO ICE/MA MISSÃO: Difundir o conceito de desenvolvimento sustentável de modo a incentivar as empresas a adotarem a responsabilidade social

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR PORTARIA Nº 117/2012 ESTABELECE ORIENTAÇÕES À REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO, INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID E SERVIÇO VOLUNTÁRIO NO ÂMBITO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E UNIDADES EDUCATIVAS

Leia mais

III-Compreender e vivenciar o funcionamento e a dinâmica da sala de aula.

III-Compreender e vivenciar o funcionamento e a dinâmica da sala de aula. REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA TÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Artigo 1º -O Estágio Supervisionado de que trata este regulamento refere-se à formação de licenciados em Pedagogia

Leia mais

Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município?

Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município? Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município? 1) Como deve ser a rede de saúde mental no seu município? A rede de saúde mental pode ser constituída por vários dispositivos

Leia mais

SE ESSA RUA, SE ESSA RUA FOSSE MINHA: PET SAÚ DE MENTAL E CONSULTÓ RIO DE RUA, UM DIÁ LOGO POSSÍVEL

SE ESSA RUA, SE ESSA RUA FOSSE MINHA: PET SAÚ DE MENTAL E CONSULTÓ RIO DE RUA, UM DIÁ LOGO POSSÍVEL SE ESSA RUA, SE ESSA RUA FOSSE MINHA: PET SAÚ DE MENTAL E CONSULTÓ RIO DE RUA, UM DIÁ LOGO POSSÍVEL Arthur Rodrigues de OLIVEIRA, Cerise de Castro CAMPOS, Eduardo Henrique Rosa SANTOS, Elaine Fernandes

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE

EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE ATENDIMENTO A CRIANÇAS E ADOLESCENTES USUÁRIOS DE DROGAS ENCAMINHAMENTOS DECORRENTES DE SEMINÁRIO ORGANIZADO PELA COORDENADORIA DA INFÂNCIA

Leia mais