Ministério da Justiça. Um guia para os. Procuradores. e para os Inquéritos

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1 Ministério da Justiça Um guia para os Procuradores e para os Inquéritos

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3 Um guia para os Procuradores e para os Inquéritos

4 Conteúdo 1. O que é um procurador? 3 2. O que é que os procuradores fazem? 4 3. Qual é a função de um oficial da procuradoria? 4 4. Todas as mortes são comunicadas ao procurador? 5 5. Quando é que uma morte é comunicada ao procurador? 5 6. O que é que um procurador faz quando recebe a comunicação de uma morte? 6 7. O que é uma autopsia? 6 8. O relatório de autopsia 7 9. Os relatórios médico-legais Os órgãos irão ser mantidos depois de uma autopsia feita pelo procurador? Doação de tecidos e de órgãos para transplante O que vai acontecer depois da autópsia se o procurador decidir fazer um inquérito? Levar um cadáver para o estrangeiro ou trazer um cadáver para este pais O que é um inquérito? O que vai acontecer se alguém for acusado de ter causado a morte? Comparência num inquérito Existe sempre um júri num inquérito? Quem é que decide acerca das testemunhas que devem ser 12 chamadas? 19. Uma testemunha irá ter de comparecer ao tribunal? Quem é que pode fazer perguntas às testemunhas? Quem é uma pessoa devidamente interessada? 13

5 22. O Programa de Apoio Judiciário encontra-se disponível? Os veredictos do inquérito E se futuras mortes podem ser evitadas? O que pode fazer se não estiver satisfeito com o resultado do inquérito? É possível obter um relatório do inquérito? O inquérito irá ser relatado para os meios de comunicação? E em relação a outros procedimentos? Direitos das pessoas devidamente interessadas, incluindo as pessoas que estão de luto no decorrer do processo Como pode encontrar mais informação? 19

6 Procurador e inquéritos um guia Algumas questões que foram respondidas e assuntos que foram explicados O objectivo deste guia é somente para informação e não tem a intenção de fornecer uma explicação exaustiva da actual lei dos procuradores na Inglaterra e no País de Gales. Se for uma pessoa devidamente interessada num inquérito específico (veja secção 21) e tem algumas questões acerca do mesmo, deveria levantar estas questões com o escritório da procuradoria. A Lei dos Procuradores e Justiça, a qual recebeu Aprovação Real no dia 12 de Novembro de 2009, introduz um número de reformas significativas no sistema de procuradores e estas deverão ser introduzidas o mais rapidamente possível. Pode encontrar mais informação em relação ao programa de reforma no uma versão revista desta directriz será publicada quando a Lei for implementada. 1. O que é um procurador? 1.1 Um procurador é um detentor de um cargo judicial independente, que é nomeado e pago pela relevante autarquia local. Um procurador pode ser um advogado ou um médico e em alguns casos pode ser ambos. Cada procurador tem um adjunto e geralmente um ou mais assistentes adjuntos e pessoalmente ou através de um adjunto ele ou ela deve estar disponíveis em qualquer altura. Os custos do serviço de um procurador são geralmente pagos pelas autarquias locais, não pelo Governo Central. Em alguns distritos, a força policial local também pode contribuir para os recursos de um procurador, geralmente ao providenciar e ao pagar pelos custos dos oficiais do procurador.

7 2. Qual é o trabalho dos procuradores? 2.1 Os procuradores fazem inquéritos em relação a mortes que não são naturais ou são violentas, mortes súbitas por razões desconhecidas e mortes que tiveram lugar em prisões. A autoridade de um procurador para fazer inquéritos é iniciada depois de receber um relatório acerca de um cadáver dentro do seu distrito e não onde a morte ocorreu. As investigações dos procuradores podem ser feitas de diversas formas e pode resultar num inquérito ter de ser feito É o dever do procurador num inquérito de estabelecer quem é o falecido e como, quando e onde faleceu. Depois do inquérito o procurador irá enviar os detalhes necessários para o conservador do registro civil para a morte poder ser registrada quando ocorreu, na Inglaterra e no País de Gales. Não é permitido que um inquérito determine ou pareça determinar a responsabilidade criminal de uma pessoa nomeada ou uma responsabilidade civil. É acerca daquilo que aconteceu, não acerca de quem é a pessoa responsável pelo que aconteceu, para os quais os tribunais civis e criminais têm a devida jurisdição. 2.3 Em alguns casos uma morte pode ser referida para a polícia para investigação em nome do procurador. Noutros casos uma investigação separada acerca de uma morte pode ser feita por um corpo independente como o Executivo de Saúde e Segurança, o Delegado da Procuradoria Geral para Prisões e para a Reinserção Social, a Comissão de Qualidade de Cuidados, ou a Comissão Independente de Reclamações Policiais e os resultados dessa investigação serão entregues ao procurador. 3. Qual é o papel do oficial do procurador? 3.1 Os oficiais do Procurador trabalham sob a direcção dos procuradores e entram em ligação com as famílias afectadas pelas mortes, a polícia, os médicos, as testemunhas e os agentes funerários. Eles recebem os relatórios das mortes e fazem os inquéritos segundo a direcção e em nome de um procurador.

8 4. Todas as mortes são relatadas a um procurador? 4.1 Não, nem todas as mortes necessitam ser declaradas. Em muitos casos o médico da pessoa falecida, ou um médico hospitalar que esteve a tratar da pessoa durante a parte final da sua doença, pode dar um Certificado de Óbito acerca da Causa da Morte (MCCD) sem referir o caso a um procurador. A morte poderá ser registrada pelo conservador do registro civil, que por sua vez emite o Certificado de Óbito. Por vezes os médicos podem discutir o caso com o procurador e isto pode resultar em que o procurador decida que ele ou ela não necessitam fazer mais inquéritos, porque a morte decorreu devido a causas naturais. Em luz desta discussão, o médico relacionado com o caso talvez possa emitir um MCCD e o procurador pode emitir um certificado para o conservador constatar que não existe a necessidade de um inquérito. 4.2 No entanto, se o procurador decidiu investigar uma morte, o conservador do registro civil deve esperar que o procurador termine as suas investigações para que possa registrar a morte. Estes inquéritos podem demorar algum tempo, por isso é sempre melhor contactar o departamento dos procuradores antes de fazer os arranjos funerários. Em muitos dos casos, a decisão para investigar não pára devido aos arranjos funerários. 5. Quando é que uma morte é relatada ao procurador? 5.1 Os conservadores do registro civil, os médicos ou a polícia relatam as mortes a um procurador em certas circunstâncias. Estas incluem onde parece que: nenhum médico assistiu a pessoa falecida durante a doença dele ou dela; apesar de um médico ter estado presente na ultima doença, a pessoa que faleceu não foi vista nem 14 dias anteriores à sua morte nem após a morte; a causa de morte parece ser desconhecida;

9 a morte decorreu durante uma operação ou durante a recuperação dos efeitos da anestesia; a morte foi causada por uma acidente industrial, doença ou envenenamento; a morte foi súbita e inesperada; a morte não foi natural; a morte foi causada por violência ou descuido; a morte decorreu em circunstâncias suspeitas; ou a morte decorreu na prisão ou durante uma custódia policial. 6. O que é que um procurador faz quando uma morte é relatada? 6.1 O procurador pode decidir que uma autópsia e um inquérito são desnecessários porque a causa da morte é evidente e existe um médico que pode assinar o MCCD para justificar o mesmo. Nesses casos, o procurador vai aconselhar o conservador do registro civil que não irão ser necessárias mais investigações. 6.2 O procurador pode pedir a um patologista para examinar o corpo e fazer uma autópsia. Se esse for o caso, o exame deverá ser feito o mais depressa possível. 7. O que é uma autopsia? 7.1 Uma autópsia é um exame médico de um cadáver, o qual é feito para um procurador por um patologista, para pode estabelecer a causa de morte. 7.2 O procurador não necessita obter a autorização dos familiares para poder fazer uma autopsia, mas deve informar certas pessoas quando e onde o exame terá lugar. Estas incluem os familiares do falecido e outras pessoas com um interesse na sua morte, por exemplo o médico de família do falecido e o Chefe da Policia. Estas pessoas têm o direito de serem representadas durante o exame por um médico escolhido por eles, mas terão de pagar os honorários que o médico possa cobrar. Os procuradores, sempre que possível, irão ter em conta as necessidades culturais e religiosas.

10 7.3 Se continuarem a existir preocupações em relação à causa de morte, os familiares podem pedir ao procurador uma autópsia adicional, a qual será paga por eles. 8. Relatório da autópsia 8.1 Este relatório dá detalhes do exame feito ao corpo e é enviado para o procurador pela pessoa que fez a autopsia. Também pode dar detalhes de quaisquer testes que possam ter sido feitos para ajudar a determinar a causa da morte. As cópias do relatório estão normalmente disponíveis somente para pessoas que sejam devidamente interessadas. Pode existir um custo em relação às cópias. 8.2 Um procurador pode evitar um inquérito depois de uma autópsia se ele/ela pensar que um inquérito não será necessário e não existe nenhuma razão para suspeitar que a pessoa morreu devido a uma causa violenta ou não natural, e eles não faleceram na prisão. O procurador irá libertar o cadáver para o funeral e enviar uma forma para o conservador do registro civil, expondo a causa da morte segundo o relatório da autópsia, para que a morte possa ser registrada. Geralmente isto acontece quando a autopsia estabelece que a pessoa faleceu devido a causas naturais e o procurador decide que não é necessário fazer mais investigações em relação a essa morte. 9. Relatórios médicos 9.1 Os relatórios médicos continuam confidenciais após a morte, mas podem ficar disponíveis para o representante pessoal da pessoa falecida ou qualquer outra pessoa que possa ter um pedido em relação à morte da pessoa falecida, sujeito a algumas restrições, segundo os termos da Lei de Acesso aos Relatórios Médicos de Estas podem ser vistas em linha no:

11 9.2 Os procuradores têm o direito de obter cópias de informação médica que seja relevante e necessária para os seus inquéritos. A informação médica acerca da pessoa falecida pode ser divulgada na audiência do Inquérito, se for relevante para a causa da morte. 10.Os órgãos irão ser mantidos depois da autópsia? 10.1 Pode ser um pensamento bastante perturbador para os familiares do falecido, mas os órgãos e certos tecidos podem, por vezes, ser removidos dum corpo e preservados por um patologista, se estes tiveram algum significado na causa de morte ou na identidade do falecido. Quando o material já não necessita ser preservado, então será devolvido para a família do falecido ou para um representante, se este for pedido ou estava disponível para o enterro ou a cremação. Se o patologista pensar que será apropriado manter alguns órgãos ou tecidos, por exemplo para serem utilizados em pesquisa ou para propósito de treino, deve ser pedida a autorização dos familiares. Em alguns casos excepcionais, ex. que envolvam assassinato, os órgãos podem ter que ser mantidos por períodos mais longos Informações mais generalizadas acerca de retenção de tecidos e os requerimentos legais em relação às autorizações, podem ser obtidas da Autoridade de Tecido Humano no ou em linha no

12 11. Doação de tecido ou de órgãos para transplante 11.1 Se o familiar mais próximo desejar considerar doação, é essencial receber aconselhamento imediato. Este pode ser pedido no hospital ou a um coordenador de transplantes local, o qual poderá discutir as opções para doação em mais detalhe. O Coordenador de Transplantes deve consultar o procurador em qualquer caso, o qual foi ou irá ser referido a ele ou ela, e o procurador deve concordar antes que uma doação possa ser feita, já que a remoção pode afectar provas importantes. Estas decisões geralmente são feitas muito rapidamente. Num pequeno número de casos, por exemplo, onde existe uma investigação criminal, a doação de órgãos talvez não seja possível. 12. O que é que acontece após uma autopsia, se o procurador decidir reter um inquérito? 12.1 O procurador deve fazer um inquérito se a causa de morte continuar desconhecida, ou se existir alguma causa para o procurador suspeitar que o falecido(a) morreu de uma morte violenta ou causas que não foram naturais, ou faleceu na prisão. No entanto, depois da autópsia ter sido completada, o procurador vai normalmente emitir a autoridade necessária que dá permissão para um enterro ou uma cremação, para que possam prosseguir com o funeral, mesmo que o inquérito ainda não tenha sido concluído Nestas circunstâncias, a morte não poderá ser registrada. Para poder assistir com a administração dos bens, um certificado provisório dos factos de morte pode ser emitido pelo procurador. Este certificado deverá ser aceito pelos bancos e instituições financeiras, a não ser que seja importante para eles saberem o resultado do inquérito (por exemplo, no caso de pagamento de um seguro). Também pode utilizar este certificado provisório para receber pedidos de subsídios e para os propósitos do número de Segurança Social. Quando o inquérito tiver sido completado, o Procurador irá notificar o registro civil para que a morte possa ser registrada pelo conservador do registo civil e um certificado de óbito possa, então, ser obtido do conservador.

13 12.3 Se acusações criminais forem iniciadas contra alguém por terem causado uma morte, pode ser necessário fazer uma segunda autopsia ou mais investigações e a libertação do corpo, para os arranjos funerários, pode ter que ser atrasada. 13. Levar o cadáver para o estrangeiro ou trazê-lo de volta para este país 13.1 Em todos os casos, quando alguém deseja retirar um cadáver da Inglaterra ou do País de Gales, deve pedir uma notificação escrita para a área do procurador onde o corpo se encontra. O procurador então irá considerar se um inquérito ou uma autópsia irão ser necessárias e irá notificar a sua decisão num período de quatro dias Se um cadáver for trazido para a Inglaterra ou para o País de Gales, o procurador da área para onde vão trazer o cadáver, pode ter que se envolvido. O procurador pode ter que determinar a causa da morte e vai-lhe ser pedido que faça um inquérito se a morte não foi natural ou violenta, ou súbita ou por causa desconhecida. O procurador irá emitir um certificado para cremação em todos os casos que venham do estrangeiro, onde o corpo tenha que ser cremado Quando a morte ocorreu fora da Inglaterra ou do País de Gales e o cadáver é devolvido à Inglaterra ou ao País de Gales, a morte não é registrada pelo conservador do registro civil, quando o procurador terminou a investigação ou concluiu o inquérito. Mais informação acerca daquilo que pode fazer quando ocorre uma morte pode ser encontrado no sítio de Internet do departamento da Comunidade Britânica das Nações no:

14 14 O que é um inquérito 14.1 Um inquérito é uma investigação para tentar estabelecer os factos de quem morreu e como, quando e onde a morte ocorreu. Não tem depoimentos nem examinação de testemunhas pelas equipes de defesa e de acusação, como no caso de um julgamento criminal; o procurador e todos aqueles que têm um interesse apropriado pura e simplesmente tentam encontrar as respostas para as questões explicadas em cima 14.2 Um inquérito é aberto geralmente após a morte para registrar que uma morte ocorreu, para identificar o falecido, e para permitir que o procurador emita a autorização para o enterro ou para a cremação decorrer sem mais atrasos desnecessários. Então será adiado até que outras investigações (veja o paragrafo 2.3) e quaisquer inquéritos instigados pelo procurador tenha sido completado. Demora geralmente entre 3 e 9 meses para este trabalho ser concluído, mas alguns casos podem demorar mais tempo se os inquéritos provarem ser mais complicados. O inquérito então será resumido e concluído. 15. O que vai acontecer se alguém for acusado de ter causado a morte? 15.1 Quando uma pessoa foi enviada para um tribunal para julgamento por ter causado uma morte, por exemplo por assassinato ou homicídio involuntário, um inquérito é adiado até ao julgamento criminal ter terminado. Ao adiar o inquérito, o procurador deve enviar para o conservador do registro civil um certificado que explique os detalhes necessários para registrar a morte e para emitirem um certificado de óbito. Quando o julgamento terminar, o procurador irá decidir se vão terminar o inquérito. Talvez isto não seja necessário, se todos os factos à volta da morte foram discutidos em tribunal. No entanto, se o inquérito for terminado, o que foi descoberto no inquérito como sendo a causa da morte não pode ser inconsistente com o resultado do tribunal criminal A secção 28 em baixo explica a posição onde foram iniciadas acções civis em ligação a uma morte.

15 16. Comparecimento num inquérito 16.1 Quando as investigações de um procurador em relação a uma morte estão completadas, será marcada uma data para um inquérito completo. As pessoas devidamente interessadas (veja o paragrafo 21 em baixo) serão informadas da data pelo oficial do procuradoria e será pedido às testemunhas que compareçam para providenciarem as provas. O processo é feito no interesse do público e não em nome de qualquer indivíduo. Não é sempre necessário que os familiares em luto compareçam no inquérito e alguns preferem não comparecer porque os detalhes da morte podem ter que ser explicados de uma forma gráfica. Se comparecer ao inquérito pode ser acompanhado por alguém para o(a) apoiar, por exemplo uma pessoa amiga. 17. Um júri esta sempre presente num inquérito? 17.1 Não, a maior parte dos inquéritos têm lugar sem um júri mas existem circunstâncias particulares onde um júri é chamado, que inclui: o se a morte teve lugar numa prisão ou sob custodia policial, ou o se a morte resultou de um acidente de trabalho Em cada inquérito com um júri, o procurador decide os assuntos da lei e procedimentos legais e o júri decide os factos do caso e chega a um veredicto. O júri não pode acusar ninguém de uma morte. Se existir alguma culpa, esta só pode ser estabelecida por outros procedimentos jurídicos em tribunais civis e criminais, apesar do júri poder explicar os factos que tornam claro que a morte foi causada devido a uma falha específica ou algum tipo de descuido. 18. Quem decide que testemunhas é que devem ser chamadas? 18.1 O procurador irá decidir quem deverá ser chamado para apresentar as provas como testemunha, e a ordem na qual apresentam as provas. No entanto, qualquer pessoa que acredite que pode ajudar ou acredite que uma testemunha em especial deveria ser chamada deveria informar o procurador.

16 O procurador então irá decidir se as provas são suficientemente relevantes para a investigação da morte. 19 Uma testemunha deve comparecer no tribunal? 19.1 Sim, se viverem na Inglaterra ou no País de Gales. Em muitos casos as provas de uma testemunha podem ser vitais para estabelecer os factos da morte. Pode perguntar a uma testemunha para comparecer ao inquérito voluntariamente ou receber um pedido formal para comparecimento, mas se habitarem no estrangeiro, não podem ser obrigadas a comparecer ou a fornecer provas. 20. Quem pode fazer perguntas às testemunhas? 20.1 As testemunhas serão as primeiras a serem questionadas pelo procurador e depois por qualquer pessoa devidamente interessada ou o seu representante legal. Se uma pergunta é relevante para o propósito do inquérito é algo que será decidido pelo procurador. Onde seja relevante, o procurador irá avisar a testemunha que ele ou ela não é obrigado a responder a nenhuma pergunta que possa incriminá-lo. 21. Quem é uma pessoa devidamente interessada? 21.1 Estes podem ser: um pai, mãe, criança, parceria civil ou companheiro e qualquer representante legal do falecido(a); qualquer beneficiário de uma apólice de seguro de vida do falecido(a); qualquer segurador que emitiu essa apólice; um representante de um Sindicato ao qual o falecido(a) pertencia na altura da sua morte (se a morte aconteceu em ligação com o trabalho da pessoa ou foi devido a uma doença industrial);

17 quaisquer pessoas cujas acções ou falha de agir, na opinião do procurador, contribuíram para a sua morte; o Chefe da Policia (o qual só pode interrogar as testemunhas por intermédio de um advogado); qualquer pessoa que seja nomeada como um inspector ou um representante de uma autoridade executora ou uma pessoa nomeada por um Departamento Governamental para comparecer ao inquérito; ou qualquer outra pessoa que o procurador decida que possa ter um interesse apropriado É o procurador quem decide quem vai receber o estatuto de pessoa devidamente interessada. 22. Podemos utilizar o Programa de Ajuda Judiciária? 22.1 O Programa de Ajuda Judiciária não se encontra geralmente disponível para representação em inquéritos porque um inquérito é um processo para estabelecer os factos. Diversamente de outros procedimentos para os quais existe o Programa de Ajuda Judiciária, não existem partes nos inquéritos, somente as pessoas devidamente interessadas, e as testemunhas não apresentam argumentos legais. O procurador assegura que todo o processo é imparcial e completo e ele ou ela deveria assistir as famílias para assegurar que as suas perguntas obtenham respostas O Programa de Ajuda Judiciária pode, no entanto, estar disponível para fazer a cobertura da representação no inquérito em casos excepcionais. Os requerentes devem qualificar-se financeiramente e estar de acordo com o critério restringente para a representação ser paga. Estes critérios são que: existe um significativo interesse público no facto do requerente ser representado no inquérito; ou as circunstâncias da morte parecem ser tais que a representação orçamentada parece ter que ser necessária para permitir que o Procurador investigue o caso de uma forma efectiva e possa estabelecer os factos, se o requerente for um membro da família imediata do falecido (como é requerido pelo Artigo 2 da Convenção Européia dos Direitos Humanos).

18 22.3 No entanto, o aconselhamento legal por via do projecto de Ajuda Legal pode estar disponível para aqueles que se qualificam financeiramente. Mais informação encontra-se disponível na Comissão de Serviços Legais no ou em linha no 23. Veredictos do Inquérito 23.1Os veredictos possíveis incluem: causas naturais; acidente ou morte acidental; ele/ela mataram-se a si mesmos (ex. suicídio); assassinato ilícito; assassinato lícito; doença industrial; ou veredicto aberto (onde não existem provas suficientes para mais nenhum veredicto) Alternativamente, o procurador pode dar uma narrativa do veredicto o qual explica os factos à volta da morte em mais detalhe e explica as razões para esta decisão. 24. E se mortes futuras poderem ser evitadas? 24.1 Por vezes um inquérito demonstra que algo pode ser feito para evitar outras mortes. Se este for o caso, no fim do inquérito o procurador pode anunciar que ele ou ela irão chamar a atenção de qualquer pessoa ou organização que possa ter o poder necessário para tomar uma acção. Isto é algo que é referido como um Relatório da Regra 43 porque o poder para fazer este relatório é encontrado na Regra 43 das Regras dos Procuradores de Esta regra foi modificada significativamente em 2008.

19 Agora qualquer pessoa que receba este relatório deve enviar ao procurador uma resposta por escrito. Estes relatórios e as respostas aos mesmos, são copiados e enviados a todas as pessoas interessadas e ao Presidente do Judiciário. Um sumário dos relatórios é publicado duas vezes por ano, pelo Ministério da Justiça. 25. O que pode fazer se não estiver satisfeito com o resultado do inquérito? 25.1 É possível contestar as decisões de um procurador e o veredicto de um inquérito, mas as razões para o poder fazer são complexas e deve ser aconselhado por um advogado com experiência nesta área da lei. Pode ser feito um pedido no Tribunal Supremo para uma revisão da decisão judicial, mas esta deve ser feita num período de três meses após o inquérito ter terminado. Existe um poder separado segundo o qual o procurador geral pode iniciar um pedido no Tribunal Supremo para iniciar um inquérito no caso de um procurador ter recusado ou ter negligenciado fazer um, ou para fazerem outro inquérito por razões de necessidade ou em caso que seja desejável ( ex. porque novas provas vieram ao seu conhecimento). 26 É possível obter-se um relatório do inquérito? 26.1 Uma vez que um inquérito foi completado, uma pessoa devidamente interessada pode pedir para ver as notas das provas, qualquer documento dado como prova no inquérito ou uma cópia do relatório da autopsia As cópias devem ser obtidas a seguir ao pagamento dos honorários ao procurador. As notas podem ser em formato de uma transcrição de uma gravação de cassete ou das próprias notas do procurador. As notas do procurador podem não ser um relatório literal completo.

20 27 O inquérito vai ser relatado pelos meios de comunicação? 27.1 Todos os inquéritos devem ser abertos ao público de acordo com o princípio de justiça aberta, por isso membros do público e jornalistas têm o direito e podem comparecer (apesar de que partes de um pequeno número de inquéritos serem ouvidos secretamente por razões de segurança nacional). Se os jornalistas comparecerem a um inquérito ou fizerem um relato do mesmo é um assunto para eles decidirem. Se esse relato for justo e correcto, não pode ser utilizado para um caso de difamação Aqueles que trabalham nas revistas e nos jornais obedecem ao Código de Prática dos Editores, apoiado pela Comissão de Reclamações da Imprensa, o qual dá as directrizes par os jornalistas da imprensa no Reino Unido. O Código, o qual pode ser visto na tem requisitos de correcção, privacidade e descriminação. Também tem regras específicas em casos que envolvem choque e sofrimento. Por exemplo, a publicação nestas circunstâncias deve ser feita de uma forma sensitiva e quando relatam um suicídio, deveriam ter cuidado para evitar detalhes excessivos acerca dos métodos utilizados A comissão de Reclamações da Imprensa (PCC) lida principalmente com as reclamações acerca de material que foi publicado. No entanto, também pode evitar assédio físico pelos jornalistas e, por vezes, poderá assistir com problemas relacionados com material que ainda não apareceu na imprensa. O seu pessoal está sempre disposto a discutir assuntos de uma maneira informal; o PCC pode ser contactado no ou Também opera um número para fora das horas de expediente somente para emergências ( ) As notas de suicídio e cartas pessoais geralmente não serão lidas durante um inquérito, a não ser que o procurador decida que seja importante fazê-lo. Se forem lidas, o seu conteúdo pode ser relatado. No entanto todas as tentativas são feitas para evitar incomodar a vida particular das pessoas e, por vezes, no interesse da justiça, isto não é possível ser evitado. As fotografias que foram tiradas da pessoa falecida e da cena de morte também podem fazer parte das provas que são apresentadas no tribunal.

21 28. E em relação a outros procedimentos? 28.1 Quaisquer procedimentos civis irão geralmente seguir um inquérito. Quando todos os factos acerca da causa da morte são conhecidos, é possível que possam ser iniciados os procedimentos civis para uma acção de indemnização. Deveria ser pedido aconselhamento a um advogado acerca dos tempos limites e dos procedimentos que sejam aplicáveis. As provas do inquérito não podem ser utilizadas directamente em outros procedimentos. 29. Os direitos das pessoas devidamente interessadas, incluíndo as pessoas que sofreram a morte de alguém, através do processo Essencialmente, as pessoas devidamente interessadas num inquérito têm o direito de: que lhes seja dita a data, hora e local do inquérito se um for necessário; e fazer perguntas às testemunhas no inquérito, ou ter um representante legal para o fazer As pessoas em luto também: podem pedir ao procurador, através do agente funerário, para terem acesso razoável para verem o cadáver antes de ser liberado para o funeral; pedir ao procurador uma cópia do relatório da autopsia ( para o qual talvez tenham de pagar um honorário), ou para arranjar que o mesmo seja enviado gratuitamente; e pedir ao procurador uma autópsia separada. Os custos deste exame, incluído qualquer pagamento do médico registrado e custos do mortuário, terão de ser pagos pela própria pessoa.

22 30 Onde pode encontrar mais informação? 30.1Pode obter mais informação, incluíndo os detalhes de qualquer Carta do Procurador do escritório local do procurador. Este encontra-se geralmente na lista telefónica local ou no sítio de Internet da sua autarquia local. Alternativamente, a sua polícia local, hospital ou o Citizens Advice Bureau poderá informá-lo acerca de onde se situa o escritório Outra fonte de informação geral pré-gravada é a Linha de Informação para Pessoas em Luto da Policia Metropolitana no Esta encontra-se disponível 24 horas por dia O JobcentrePlus publica um folheto que se chama What to do after a death in England and Wales (O que deve fazer após uma morte na Inglaterra e no País de Gales), (DWP 1027) o qual cobre todos os procedimentos legais e para subsídios. O conservador do registro civil entrega cópias para as pessoas que registram uma morte, e os procuradores podem fazer cópias para as famílias em luto. Este folheto pode ser visto em linha no: Pode encontrar mais informação acerca dos procuradores, registro de uma morte e matérias relacionadas em linha no Se tiver algumas questões gerais acerca do conteúdo deste folheto, por favor envie um para ou telefone para

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