p r o f d i d a t m omundodosseguros

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1 e m a, e m p r o f u n d i d a t m d e u omundodosseguros Se você pensa em seguros como um setor conservador e sem imaginação, mude de ideia. A ebulição da economia e a multiplicação da concorrência estão tornando este mercado um dos mais dinâmicos da economia brasileira 162 Prospecção as razões do crescimento / 165 Renovação a hora dos novos produtos 167 Grandes riscos Quem garante os megaprojetos / 168 Previdência Os planos de aposentadoria Ilustração:rafaelpera outubro 2011 / época negócios / 161

2 omercadoexplodiu Junte um mercado liberado para os estrangeiros, uma economia em prospecção crescimento, um monte de projetos de infraestrutura e um setor pouco explorado. O que se tem? Uma avalanche de oportunidades / denise bueno Dacentralderastreamentovemoalarme:oidoso,portadordeuma pulseira eletrônica, ultrapassou a área demarcada e corre risco. imediatamente, um funcionário da seguradora entra em contato com o parente mais próximo cadastrado na apólice e avisa. corta. em outra cena, os sistemas da seguradora detectam, graças a um dispositivo instalado no veículo, que ele tem sistematicamente passado a noite fora do endereço registrado no contrato. ou flagram manobras arriscadas ou excesso de velocidade. aseguradora então cancela odesconto dado ao cliente em troca do compromisso de manter o carro em local considerado mais seguro e de dirigir com prudência. 162 / época negócios / outubro 2011 Ilustração:rafael pera

3 Contandosóamobilidade social,osetor vaidobrar de tamanho até 2015, para 7,5% do PIB, afirma rossi, da Bradesco seguros Futurista? invasivo? são situações próximas da realidade. no caso dos automóveis, já há nos países mais ricos testes de dispositivos capazes de vigiar os clientes. no brasil, quem topar instalar um rastreador pode ganhar desconto na apólice contra furto ou roubo. é pouco, ainda. alguns laboratórios de seguradora pensam em muito mais. vivem uma agitação estranha para um setor tão conservador pela própria essência do negócio. os seguros existem há mais de 4 mil anos. o primeiro registro histórico vem de condutores de caravanas da mesopotâmia edababilônia, que se cotizavam para cobrir a perda de animais usados no transporte de carga. exemplos assim se repetiram durante séculos, em várias culturas, até o estabelecimento de um modelo parecido com o atual, num balcão de bar londrino onde se encontravam navegadores. Foi em 1678, nobar de edward lloyd. até hoje, o lloyd s é o grande centro mundial de negociação de seguros. por lá passam contratos de cerca de 200 países. aagitação no brasil de hoje vem do fato de o mercado ter ficado maior,mais complexo e mais disputado. de 2005 a 2010, o faturamento anual das seguradoras cresceu 38% em termos reais. chegou a r$ 124 bilhões,segundo a consultoria especializada siscorp, com base em dados da superintendência de seguros privados (susep). e não há sinal de desaceleração. em 2010, o avanço foi de 7,9%, fora a inflação. no primeiro semestre deste ano, houve Ocrescimentodaeconomia, ainclusão social, aexploração do pré-sal easobras do PAC, da CopaedaOlimpíada prometem multiplicar os negócios nos próximos anos aumento nominal de 21,6% em comparação com o mesmo período de 2010 (sem incluir o seguro-saúde, cujos dados não tinham sido divulgados). a principal razão é a estabilidade da economia, que dá mais condições de as pessoas se planejarem seguro e previdência são formas de poupança, de proteção e de garantia do futuro. oespaço para crescer ainda é grande: a participação dos seguros no pib está em 3,5%, bem inferior à dos estados unidos (8%), do Japão (10%), do reino unido (12%) e até de outros emergentes, como Índia (5,1%) e china (3,8%). amédia mundial é de 6,9%, segundo a resseguradora swiss re. osetor deve se beneficiar do crescimento da economia, da inclusão social, dos investimentos no pré-sal e das obras de infraestrutura do pac, da copa e da olimpíada. só em infraestrutura, a confederação nacional de seguros (cnseg) prevê investimentos de r$ 300 bilhões até 2016, que levarão a receitas de r$ 8 bilhões para segurar as obras. levando em conta apenas a mobilidade social, o setor deve dobrar até 2015, para 7,5% do pib, diz marco antonio rossi, 103 resseguradoras passaram a atuar no mercado brasileiro depois da quebra do monopólio do IRB, em 2008, e hoje engrossam o número de competidores no mercado presidente da bradesco seguros, a maior do setor. claro que as oportunidades crescem. teremos uma nova seguradora dentro do grupo, diz rossi. obolo está maior, mas tem muito mais convidados. a desregulamentação gradual desde a permissão, em 1996, de grupos estrangeiros controlarem nacionais culminou com a quebra em 2008 do monopólio do resseguro, a operação em no mundo oseguroébemvelhinho da pré-história dos seguros aos fatos mais marcantes do setor no brasil 2250 a.c. condutores de caravanas da mesopotâmia e da babilônia já faziam acordo para cobrir o prejuízo de quem perdesse camelo ou burro na viagem 1234 navegadores, na europa, tomavam empréstimo de banqueiro.se houvesse avaria, o dinheiro não era devolvido. se tudo fosse bem, o valor era pago com um acréscimo 1347 aparece, em gênova, o primeiro contrato de seguro, para navegadores 1385 emitida em pisa a primeira apólice de seguros 1578 regulamentada em portugal a profissão de corretor de seguros para intermediar obrigatoriamente todos os negócios do ramo, com comissão paga pelo segurado 1653 criada na frança, por lorenzo de tonti, a primeira sociedade de socorro mútuo, a tontina 1666 surge em londres o primeiro seguro terrestre, contra incêndio, após o fogo ter destruído 13,2 mil casas, 89 igrejas e uma catedral outubro 2011 / época negócios / 163

4 Quando esta edição fechava, a francesa Axaeajaponesa TokioMarinedisputavam a participação de 36%doING na SulAmérica, negócio avaliado em mais de us$ 1 bilhão Está em curso uma onda de parcerias entre os grandes: do Banco do Brasil com a Mapfre, do Itaú Unibanco com a Porto Seguro e, a mais recente, do Santander com a suíça Zurich 60% dos novos negócios das seguradoras do mundo virão de mercados emergentes, como o Brasil, nos próximos dez anos, segundo estimativa da consultoria Accenture que uma seguradora repassa a outra o valor acima do seu limite legal. ofim do monopólio do estatal instituto de resseguros do brasil (irb) trouxe as grandes companhias internacionais. o que era uma virou 103 resseguradoras registradas na susep. ou inova ou faz parcerias não vai parar por aí. aconsultoria internacional accenture prevê que nos próximos dez anos 60% dos novos negócios das seguradoras virão dos mercados emergentes. e o brasil será o principal destino, porque aqui a regulamentação é mais avançada e sofisticada, diz acácio Queiroz, ceo no brasil da americana chubb. as que aqui já estão têm duas formas de enfrentar a concorrência: estruturar-se para inovar e se associar para ganhar escala. ainovação tem levado a vários novos produtos (leia na próxima reportagem). asulamérica, por exemplo, criou uma diretoria de estratégia e inteligência. ninguém mais lança produto sem fazer uma detalhada pesquisa, diz seu presidente, thomaz menezes. em associações, o jogo tem sido bem jogado, geralmente por gente grande. Já em operação, a recente união do banco do brasil com a espanhola mapfre, que se tornou a maior seguradora de bens do país. na previdência aberta, o bb renovou no ano passado a associação com a americana principal na brasilprev e concentrou as operações de capitalização na icatu seguros. o objetivo é que, até 2013, a participação de seguros, previdência e capitalização no lucro do banco passe dos atuais 14% para 25%. Há dois anos era de 9%. o objetivo é, também, a liderança, afirma paulo rogério caffarelli, vice-presidente do banco do brasil. na líder bradesco, a área de seguros contribui com 28% dos lucros do banco. sem revelar números, o itaú unibanco também quer que seguros, previdência e capitalização adquiram mais importância relativa. é o nosso maior desafio, diz um de seus diretores executivos, marcos lisboa. em 2009, quando já era líder em seguro residencial, o grupo associou-se à porto seguro, líder no ramo de carro. também em 2009, desfez parceria até então mantida com a Xl e assumiu o comando da operação de grandes riscos. outro grande, o santander, acertou, este ano, parceria com a suíça Zurich. em cinco anos, estaremos entre os três maiores grupos seguradores do brasil, afirma marcus vinicius martins, ceo de seguros gerais da subsidiária brasileira da Zurich. mesmo a caixa seguros, dona de mais de 70% do rentável seguro habitacional na esteira de uma formidável carteira de crédito imobiliário do banco, amaior do mercado, quer mais. criou a caixa seguros saúde para oferecer seguro médico-hospitalar e odontológico. não há como ficar parado no novo cenário. no BraSiL fontes: bradesco, fenaseg 1808 fundada na bahia a primeira empresa de seguros no Brasil, a companhia de seguros boafé, na esteira da abertura dos portos por d. João VI 1855 fundação da companhia de seguros tranquilidade, a primeira do ramo vida no Brasil 1940 Instalado o Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), dono por décadas do monopólio do resseguro 1966 Instituído o Sistema Nacional de Seguros Privados.écriada a Susep, órgão controlador e fiscalizador 1985 reestruturação da susep e início da desregulação gradual do mercado 1996 é derrubada a proibição de seguradoras estrangeiras controlarem companhias do setor no país 2006 novas regras de solvência, com exigência de mais capital, provocam uma onda de fusões e aquisições 2008 fim do monopólio do Irb e início da chegada de grandes grupos resseguradores internacionais 164 / época negócios / outubro 2011 Ilustração:rafael pera

5 bullying,tênis emuitomais renovação Proteção às escolascontra atos de alunos,troca de calçadodefeituoso... Seguros de tudo e para todos saem dos laboratórios ou de gente antenada / denise bueno há umparentesco entre ocongestionamen- to nas grandes metrópoles brasileiras e a concentração no mercado de seguros. no ramo de seguros gerais excluídos os de vida e previdência, o carro reina absoluto. esedimentou seus domínios porque muitos depositaram o aumento da renda no primeiro, no segundo ou no terceiro carro. nos últimos anos, a indústria automobilística produziu como nunca epuxou junto as apólices de seguro. em 2010, a indústria faturou 54% mais com veículos em relação a sabe quanto cresceu a arrecadação com seguro se compararmos um ano com o outro? muito perto disso, 56%. esse filão, porém, tem seus limites. opib brasileiro e a inclusão social estão em expansão, mas a concorrência também tem aumentado, com a chegada de seguradoras de todos os lados, e quem não souber ou não puder ganhar espaço pode perder a vez. por isso, quem já está aqui põe a imaginação para funcionar. aí, aparece seguro para quase tudo e quase todos. estrategistas da suíça ace, por exemplo, desenharam uma apólice para indenizar escolas caso sejam condenadas por negligência em episódios de bullying (o novo nome para assédio moral) e de violência e desvio de documentos do aluno. roberto uhl, gerente da seguradora, tem um bom argumento de vendas: o novo código civil brasileiro amplia as responsabilidades e os riscos de administradores. outubro 2011 / época negócios / 165

6 Escritórios de advocacia garantemosucesso das apólices contra erros e omissões profissionais as mais frequentes sãoperda de prazo para contestar umaaçãoouparainterpor recursos Capitalização 11% Previdência privada 40% DeonDevem areceita PARTICIPAçãO DE CADA SEGMENTONO faturamentodas SEGURADORAS,DE jan. AMAIO DE 2011* Automóveis 49,3% Patrimoniais 21,6% DPVAT 10,2% Seguros gerais 33% Seguros de pessoas 16% fonte: siscorp. *dados de seguro-saúde não fornecidos para o período. em 2010,o faturamento dasseguradoras comesseramo representava 11% do total não só escolas estão ameaçadas. a ace lançou também um seguro contra prejuízos ambientais e outro conhecido como imi(de investment management insurance) para proteger exatamente o que o nome em inglês indica: as gestoras de investimentos cobrindo indenizações de investidores que se julgaram lesados. em outra seguradora, a americana liberty, escritórios de advocacia fazem o sucesso das apólices contra erros e omissões profissionais. a modalidade movimentou mais de r$ 100 milhões no brasil em os escritórios querem escapar das indenizações pelas queixas mais frequentes, como perda do prazo para contestar uma ação ou para interpor recurso. existe ainda apólice como a da Zurich, para garantir renda diária ao idoso internado em consequência de queda. e outros, como o da americana chubb, conhecida por proteger itens especiais de patrimônio pessoal. no portfólio, uma coleção de bonecas avaliada em r$ 50 mil, outra de carrinhos de ferro antigos em r$ 150 mil. aparentemente trivial, mas com jeito de bom negócio, é o seguro de tênis que está surgindo. ideia da corretora classic. o preço da apólice será equivalente a no máximo 6% do valor do calçado. o cliente poderá trocar o tênis até três meses depois da compra caso ele tenha defeito. mesmo se tiver sido usado na mais aguerrida das maratonas. A corretora hoje não se limita a vender e embolsar a comissão, que é obrigatória: agora ela pesquisa para saber as preferências dos clientes e sugere produtos às seguradoras Transportes 5,4% Riscosfinanceiros 3,6% Habitacional 3,1% Responsabilidades 2,2% Rural 1,8% carro,disparado PARTICIPAçãO DE CADA RAMO NO DE PRêMIOS EMITIDOS (SEGUROS GERAIS), DE jan. A MAIO Riscos especiais 1% Aeronáuticos 0,9% Marítimos 0,8% como um possível complemento, a classic negocia com uma seguradora a modelagem de uma assistência 24 horas ao esportista faz lembrar, mal comparando, o chaveiro e o eletricista do seguro de automóvel. terá serviço de concierge para inscrições em corridas, reservas de passagens aéreas e hotéis. se quiser levar a família, teremos serviço de acompanhante para as crianças, diz rubens nogueira Filho, presidente da corretora. a classic integra a rede da brasil insurance, única corretora no brasil com ações na bolsa. à saúde dos animais são possibilidades aparentemente infinitas e para elas contribui uma nova atitude das corretoras de valores. aintermediação do corretor é obrigatória na compra e venda de seguro. alguns poderiam se acomodar. com a chegada de grandes corretoras internacionais e a competição do mercado, é mais difícil ser assim. acorretora não só vende, mas pesquisa para saber as preferências do cliente e sugere produtos às seguradoras. muita coisa interessante aparece a partir daí. acaba de chegar ao brasil, por exemplo, uma proteção a empresas que administram planos de saúde dos funcionários, segundo Humberto torloni Filho, diretor daaon Hewitt brasil. um transplante hepático, um politraumatismo, um tratamento prolongado de câncer significam um desvio de custo significativo. também na prateleira da aon Hewitt está oproduto de dois anos de pesquisas: o pet plan, primeiro segurosaúde para animais de estimação. corretores também trabalham para inovar, claro, na sua vocação natural as formas de venda, ou os canais de distribuição. empresas como a segurar.com, escolherseguro, smartia e sossego lançaram opção de negociação totalmente virtual. avenda éfeita online, sem papel. as cotações também. na sossego, a expectativa do sócio José luiz valente motta, ex-real seguros, é fechar o ano com 12 mil negócios. otradicional seguro se liga ao mundo moderno. 166 / época negócios / outubro 2011 Ilustração:rafael pera

7 nocanteiro deobras Muitodinheirovai girar para segurarosprojetosdeinfraestrutura do país,deeventos como Copa eolimpíada edaexploraçãodas jazidas do pré-sal na Bacia de Santos / denise bueno grandes riscos grandes riscos e microsseguros. pelo nome, duas pontas opostas. na verdade, o micro se refere apenas ao tamanho da prestação, para a população de baixa renda. vistos como mercado, os dois são gigantescos, a ponto de estimular mais ainda a já acirrada disputa das seguradoras. nos grandes riscos estão as coberturas das obras do pac em geral, dos projetos de infraestrutura, dos estádios da copa e da olimpíada no brasil, da exploração de petróleo do pré-sal e do trem-bala. para infraestrutura, a confederação nacional de seguros (cnseg) prevê investimento de r$ 300 bilhões nos próximos seis anos, com até r$ 8bilhões em prêmios para asseguradoras. para as obras de infraestrutura da copa algumas computadas na estatística da cnseg, serão r$ 47 bilhões, segundo o ministério dos esportes. os investimentos do pré-sal na bacia de santos consumirão, segundo a petrobras, us$ 73 bilhões até otrem-bala, no mínimo r$ 38 bilhões. são números que começam a ser traduzidos em negócios. só as obras das usinas de Jirau e santo antônio estão rendendo prêmios de r$ 360 milhões para diferentes carteiras, diz rogério As obras de jirau e Santo Antônio rendem prêmios de r$360 milhões. Para Belo Monte serão R$ 200 milhões e para o trem-bala mais R$ 350 milhões. Os investimentos em infraestrutura, no total, devem significar faturamento de até R$ 8 bilhões para as seguradoras em seis anos vergara, diretor da bb mapfre. para belo monte, ele calcula r$ 200 milhões, e para o trem-bala, r$ 350 milhões. mesmo em energia, mas de outras fontes, as apólices proliferam. a alemã allianz, número 1 do mundo, tem mais da metade dos contratos dos 72 projetos de parques eólicos no brasil. e lidera modalidades até há pouco inexistentes, como seguro de florestas. existem 6,3 milhões de hectares de florestas plantadas no brasil, e temos apenas 500 mil hectares cobertos por seguro. Há muito a ser conquistado, diz luiz carlos meleiro, superintendente de agronegócios da seguradora. o microsseguro deverá, quando regulamentado, atender famílias com renda de até dois salários mínimos por mês, principalmente para cobrir perdas como enchentes e deslizamentos. e poderá, segundo eugênio velasques, diretor da bradesco seguros, incluir no mercado cerca de 100 milhões de pessoas nas próximas duas décadas. Há quem enxergue um mercado de mais de r$ 1,5 bilhão por ano. odebate sobre o microsseguro vem crescendo no brasilhácincoanos.parapermitir pagamentos mensais relativamente baixos, como r$ 5, é preciso ter um tratamento diferenciado. um projeto de lei com a regulamentação chegou ao congresso em 2008 e lá empacou. por isso, a susep decidiu regulamentar o microsseguro por resolução. constituiu um grupo de trabalho para apresentar a minuta e espera ter tudo funcionando até o primeiro semestre de outubro 2011 / época negócios / 167

8 olado investidor Os fundos de previdência são também uma aplicação financeira.ecompetem até mesmo com o mercado imobiliário / Janes Rocha previdência Quem vê na previdência privada um complemento para a modesta aposentadoria do inss não enxerga tudo. ela é isso e (bem) mais: investimento. Já tem a quarta maior carteira entre os fundos do mercado, e está em crescimento acelerado. osaldo total de recursos, de r$ 243 bilhões em junho, praticamente dobrou desde 2007 e quase quadruplicou desde nos últimos dez anos, o ritmo tem sido de 25% em média a cada ano. a criação em 2002 dos planos vgbl próprios para quem faz a declaração de imposto simplificada, é isento ou está na economia informal, incluiu as classes mais baixas e alavancou o mercado. o vgbl, iniciais do pomposo vida gerador de benefícios livres, hoje representa 57% da previdência privada. como um dos grandes negócios das seguradoras, a previdência foi e será beneficiada, também, pelo controle da inflação nos últimos anos e pelo crescimento da economia, da renda e dos investimentos em infraestrutura. Há campo para crescer e um desafio. como no seguro em geral, o mercado ainda é relativamente pequeno. o brasil ocupa um distante 44º lugar no mundo em previdência e seguro de vida, de acordo com a Federação nacional de previdência privada e vida (Fenaprevi). em outra estatística, da icatu seguros, apenas 2% da população tem previdência privada. o desafio: essa pequena parcela pode mudar de ideia ao sabor da conjuntura não há ainda uma cultura sedimentada de guardar para o futuro, 168 / época negócios / outubro 2011 Ilustração:rafael pera

9 Antesnão existiam planos de aposentadoria pormenosde R$ 100 por mês. Hoje alguns cobram entre R$ 30 e R$ 40 efeito da lembrança dos tempos de inflação, quando o amanhã era sempre mais caro que hoje. ehá a concorrência com outros investimentos. aumentou, por exemplo, o número de saques dos fundos de previdência para compra de imóveis, segundo o presidente da Fenaprevi, marco antonio rossi, também presidente da bradesco seguros. um movimento coerente com o aquecimento do mercado imobiliário,mas que pode trazer prejuízo ao investidor, dependendo da tributação. em parte, ele explica a queda no saldo de contratos de previdência privada de 12 milhões no final de 2010 para 10,6 milhões em junho deste ano. falta atender a alta renda nada disso passa despercebido das grandes seguradoras ligadas aos cinco maiores bancos de varejo. Juntas, elas concentram perto de 85% dos recursos aplicados nos planos de previdência e sentem de perto as oscilações de preferência, principalmente da classe c. seguradoras de médio porte, com clientes nas classes aeb, têm outra preocupação. os mercados americano e europeu atraem o público brasileiro de alta renda, à procura de suposta segurança, sigilo e moeda forte. na verdade, a legislação brasileira não prevê um produto para alta renda, especialmente para quem enxerga na previdência uma opção de investimento. os fundos, por exemplo, têm de aplicar as reservas seguindo normas rígidas, criadas para proteger qualquer tipo de cotista. Deolhonofuturo APlICAçõES ACUMUlADAS DAS PESSOAS EM fundos ABERTOS DE PREVIDêNCIA, EM R$ BIlHõES VGBl PGBl fundos ANTIGOS 126, , , , , * *até junho. fonte: fenaprev O Brasil ocupa um distante 44º lugar no mundo em previdência e seguro de vida. Apenas 2% da população tem um plano para complementar a aposentadoria do INSS 57% É quanto os fundos VGBl, criados para as pessoas que declaram imposto pelo modelo simplificado, são isentas ou estão na economia informal, representam no total da previdência privada por isso, perdem para aquelas aplicações que podem ser mais arriscadas, para as quais a comissão de valores mobiliários (cvm) criou a figura do investidor qualificado aquele que tem mais de r$ 300 mil para aplicar e se declara conhecedor das regras de mercado. pode, por isso, abdicar do conjunto de proteções legais e regulamentares conferidas aos investidores não qualificados, como está no texto da regra. no caso da previdência privada, não. para aquele cara, a única vantagem de aplicar na previdência é uma redução na taxa de administração e de carregamento (despesa de corretagem e venda), diz mizael vaz, superintendente comercial da icatu. vaz defende uma proximidade maior entre as aplicações. enquanto se debatem essas questões, as seguradoras tentam atrair e manter a fidelidade dos clientes. no campo institucional, a Fenaprevi pretende entregar ao governo uma proposta de regulamentação de um novo produto: um seguro de vida casado com um plano de previdência, no modelo do universal life americano. a diferença em relação a um seguro de vida tradicional é que ele é resgatável ao final do contrato e pode virar uma reserva para a aposentadoria. oprazo é superior a dez anos. Quem saca antes paga taxa punitiva, mas decrescente de acordo com o tempo de contribuição. planos para a classe c no campo das iniciativas particulares, as seguradoras dos grandes bancos tratam de aprofundar mais ainda o varejo e a inclusão das classes ced. abradesco tem reduzido os valores mensais de contribuição. antigamente, não tinha nada por menos de r$ 100 por mês, diz rossi. Hoje, já há plano de r$ 30 ou r$ 40. aassociação do santander com a suíça Zurich vai turbinar a entrada da Zurich no varejo e ampliar oportunidades em outros nichos. a tendência é lançar produtos para as classes média e alta, ligando o conceito de seguro de vida ao de previdência, afirma richard vignosa, ceo de vida eprevidência da Zurich brasil. uma boa briga parece estar próxima e, à semelhança dos seguros em geral, vai deixar na frente quem unir forças com outros possibilidade que tem limite ou quem ousar, inovar e colocar mais produtos à disposição do cliente. Quem não fizer isso não vai estar seguro nesse mercado. 170 / época negócios / outubro 2011

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