Não temos obsessão pela quota de mercado

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1 SEGUROS DOSSIER MENSAL SOBRE O MERCADO SEGURADOR VidaEconómica ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DA VIDA ECONÓMICA Nº 1299, de 29 Maio de 2009, E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE Jorge Magalhães Correia confirma posicionamento da Fidelidade Mundial e Império Bonança Não temos obsessão pela quota de mercado Presidente da Fidelidade Mundial e Império Bonança admite aumento de preços no seguro automóvel e critica postura concorrencial do mercado nos de automóvel e acidentes de trabalho MDS lança seguro de acidentes pessoais para empresas Lusitania renova Multirriscos Habitação Conheça as participações de seguro mais insólitas Seguradoras apostam em cães e gatos Os animais de panhia constituem a nova coqueluche do mercado segurador, que eça a descobrir um filão de negócio nos proprietários de cães e gatos. Atentas às necessidades de assistência médica veterinária destes potenciais clientes, Ocidental e Groupama criaram ofertas distintas para o mesmo público-alvo. O Pétis, da Ocidental Seguros, reembolsa despesas médicas veterinárias, cobre responsabilidade civil, assegura defesa jurídica e fornece contactos para a localização de animais desaparecidos. Está disponível em três versões, diferentes limites de capital. O Safe Pet, da Groupama, foi criado à imagem de um seguro de saúde para pessoas e disponibiliza o acesso a uma rede de cuidados médico-veterinários, assegurada pela AIDE Assistência. O produto prevê uma tabela de copagamentos predefinida que o tomador terá de suportar no momento em que recorre aos cuidados da rede. O seguro da Groupama não exclui pré-existências, não obriga a períodos de carência, nem impõe limites de capital. Garante assistência hospitalar, consultas, exames, tratamentos e vacinas em ambulatório e ainda um conjunto de serviços de assistência em caso de desaparecimento, transporte de urgência, guarda, reclamação e funeral do animal.

2 II Presidente da Fidelidade Mundial e Império Bonança critica guerra de preços nos de automóvel e acidentes de trabalho Não temos obsessão pela quota de mercado Admite aumentos do preço do seguro automóvel e recusa participar em lutas por quotas de mercado que ponham em causa a rentabilidade dos negócios. Jorge Magalhães Correia, presidente da Fidelidade Mundial e Império Bonança, responde também às críticas de António Arnaut ao seguro de saúde e desmistifica os rumores de fusão das duas marcas de do grupo CGD. Vida Económica O ano de 2008 não foi um ano de bons resultados. Há razões para a Fidelidade Mundial e a Império Bonança se sentirem constrangidas perante o accionista? Jorge Magalhães Correia De forma alguma. A posição de qualquer empresa no mercado tem de ser vista face aos seus concorrentes. Ora, nós conseguimos atingir 26% de quota de mercado global nas vendas, mas a nossa quota de mercado nos resultados do sector foi superior, tanto quanto sabemos. Aliás, se não fosse a crise dos mercados financeiros, factor externo que desvalorizou fortemente os nossos activos, teríamos tido o melhor resultado de sempre. Portanto, não estamos constrangidos. Estamos, sim, insatisfeitos, o que é diferente. O sector segurador ficou refém da visão contabilística dominante num sector onde é difícil verificar do exterior a adequação técnica e económica dos mesmos. Isto leva, ciclicamente, a perdas significado. Quem está neste mercado há uns anos já viu isto várias vezes. VE Acredita que os clientes têm a noção de que os preços estão mais baixos? JMC Talvez não tenham essa noção, mas a verdade é que estão. As estatísticas mostram que o preço do seguro automóvel tem caído desde 2002 à média de 4% ao ano. Até 2006 essa queda foi justificada pela diminuição do número de acidentes e dos custos. Daí para cá, os preços continuaram a descer mas os custos não, o que, a continuar, poderá prometer a rentabilidade deste segmento. Pela nossa parte, em caso algum estaremos disponíveis para prometer a rentabilidade global do nosso negócio. VE Os custos regularização de sinistros tendem a aumentar, segundo os especialistas do sector, numa altura em que a carga fiscal sobre o seguro (para o INEM) já aumentou e o capital mínimo do seguro obrigatório volta a subir no final deste ano. O preço do seguro automóvel terá de subir para apanhar todos estes fenómenos? JMC Creio que sim, em termos médios, por essas razões e por aquelas que já referi. VE A situação de insuficiência de preços preocupa-vos? JMC Falo sempre em termos de médias de mercado. Nesse plano, devemos ficar apreensivos se não existirem sinais de maior racionalidade. Como operador, a minha preocupação é mais limitada. Mas continuaremos a usar a nossa margem de manobra e as nossas capacidade financeira e de acesso ao mercado de uma forma responsável. VE Em Acidentes de Trabalho, Fidelidade Mundial e Império Bonança tiveram uma quebra na ordem de 6,5% em O que explica essa quebra? JMC Quatro factores principais. Primeiro, todo o mercado caiu em 2008, pela conjugação da menor actividade económica a continuada redução dos preços do seguro, e em 2009 essa queda vai ser mais acentuada. Segundo, perdemos negócios porque não queremos concorrer preços em que, à partida, por análise de risco e conhecimento dos clientes, antevemos que nos darão prejuízo. Terceiro, vivemos ainda o processo de ajustamento natural de quotas de mercado resultante da integração da Império Bonança e Fidelidade Mundial no mesmo grupo. É um fenómeno esperado e que acontece sempre que há concentrações, VE Insatisfeitos quê? JMC Insatisfeitos o facto de todo o sector segurador ter ficado refém da visão contabilística dominante, demasiado imediatista e que não atende devidamente às características de longo prazo da nossa actividade. VE Isso traduz-se em quê, concretamente? JMC Traduz-se, por exemplo, no facto de as desvalorizações dos activos das seguradoras, que são menos-valias meramente potenciais, terem de ser consideradas, a partir de certo limite, o resultados negativos do exercício. Isso explica a enorme quebra de resultados, nalguns casos na ordem dos 80%, que muitas seguradoras, nacionais e internacionais, tiveram em E já no primeiro trimestre de 2009 os resultados das seguradoras internacionais têm sido muito negativos. VE Mas essa visão não está totalmente errada. JMC Estaria correcta em circunstâncias normais de mercado. Mas está errada perante as circunstâncias extremas e irracionais que todos vivemos nos mercados financeiros. Cotações de bolsa formadas em ambiente de reduzida liquidez e muita volatilidade não podem fornecer um critério de avaliação seguro e objectivo. Além do mais, é um sistema perversidades, pois acentua os efeitos da crise. VE O ramo automóvel foi responsável por quebras em várias panhias Não Vida do mercado. No vosso caso, a quebra foi também acentuada. Chegouse longe de mais na luta pela quota de mercado no ramo automóvel? JMC É uma conclusão admissível. A luta pela quota de mercado é perigosa nos. Leva a abrir guerras de preços É desejável eliminar assimetrias do regime jurídico dos certificados de reforma e PPR VE Em 2009, a Fidelidade Mundial e a Império Bonança voltaram a apostar no tema da Reforma, depois de terem consolidado o PPR Leve. Em tempo de crise, é mais difícil convencer a população a poupar para a reforma? JMC As crises obrigam a clarificar as opções. Penso que a questão da reforma passou a ter um nível de prioridade maior para os portugueses. Os nossos números mostram isso. Mas estão também influenciados pelos bons resultados do Leve PPR, que foi uma inovação que o mercado aprovou e que constitui principal materialização do objectivo estratégico do grupo CGD na área da reforma. VE Os certificados de reforma do Estado são uma forma de concorrência desleal aos PPR? JMC A expressão concorrência desleal tem um significado jurídico específico que não creio que seja aplicável a essa situação. Considero, todavia, que é desejável eliminar assimetrias de regime jurídico para que a atractividade dos diferentes produtos financeiros possa ser determinada pelo próprio mercado apenas base nas condições intrínsecas de cada produto. Este é um assunto sobre o qual a APS tem manifestado clareza a posição do sector segurador. VE Mas os certificados de reforma não são uma ameaça para os PPR? JMC Não vejo o assunto dessa forma. Em primeiro lugar, o efeito colateral, tem sido bom que o Estado esteja a contribuir para a consciencialização da sociedade para o tema da poupança individual para a reforma. Isso aproveita a todos os operadores. Depois, eu acho que nós temos capacidade para reagir positivamente a esse estímulo, produtos de reforma inovadores, atractivos e flexíveis, que interessem aos nossos clientes. É o que estamos a fazer o Leve e todo o programa de sensibilização que o envolve. VE Mesmo que os encargos de gestão dos certificados de reforma sejam menores do que os do PPR? JMC Deixe-me pôr a questão de outro modo. Será que alguém, que vai ter de poupar durante 25 ou 30 anos, sem poder transferir e sem saber exactamente o rendimento que vai receber no final, vai basear a sua decisão de investir apenas no facto de o encargo de gestão desse produto ser umas décimas percentuais inferior ao do PPR? Não creio que esse seja o factor decisivo. VE Os portugueses ainda preferem subscrever um PPR ao balcão de um banco do que junto de uma seguradora. Qual é o peso do banco na venda dos vossos PPR? JMC Cerca de 77% do nosso volume de PPR em 2008 foi colocado através da CGD. Vejo essa preponderância não tanto em termos de preferência dos clientes, mas antes em termos de dimensão, capilaridade geográfica e especialização financeira dessa rede. Gostaria, aliás, de salientar o desempenho dos nossos mediadores, que ultrapassaram a fasquia dos 100 milhões de euros. É um número muito importante que demonstra a vitalidade dessa rede. Apesar de estar mais vocacionada para produtos de risco e apesar de, em 2008, não termos colocado tanta pressão ercial na venda de PPR pelos mediadores. VE Os mediadores da Império Bonança e da Fidelidade Mundial venderam mais de 300 milhões de euros em Crédito à Habitação para a CGD em 2008 e a Caixa já assumiu a intenção de apostar num projecto de Assurfinance. Como o vão fazer? JMC São esses bons resultados, não só em volume, mas também em qualidade do crédito, novos clientes e agilidade nos processos que justificam o interesse do grupo em aprofundar esse projecto. Iremos estabelecer parcerias os nossos mediadores, em função do seu perfil e do tipo de ligação que têm connosco, de acordo três modelos que vão desde a promoção de um leque de produtos bancários mais alargado do que o actual até a uma presença física mais forte nos espaços de algumas empresas de mediação. VE E mantém-se a ligação à marca CGD. JMC Claro. Essa é uma mais-valia essencial no projecto. Nos casos ligação mais forte às nossas marcas, a imagem CGD será colocada ao lado da imagem da Império Bonança e da Fidelidade Mundial, consoante o caso, em espaços inteiramente geridos pelos nossos mediadores, uma oferta de produtos bancários mais pleta do que a disponibilizada actualmente na rede de promotores. Não tenho a mínima dúvida que este projecto vai atingir os objectivos. Conheço a nossa rede de mediadores e sei o empenho e entusiasmo que abraçam os novos desafios. Vejo também o grau de profissionalismo e de rigor que as equipas da CGD têm dedicado a esta nova fase do projecto, que parte para o terreno bases operativas muito robustas. Conheço as vantagens que esta parceria porta para todos os intervenientes e para os nossos clientes. Portanto, sei que será um sucesso.

3 III lá fora e cá dentro, o se pode verificar pela evolução das empresas nacionais que atravessaram processos de concentração. Por último, e em ligação a ideia anterior, a concorrência faz-se essencialmente base no preço e, sendo líderes neste segmento, estamos naturalmente mais expostos. Se as posições da linha da frente fossem mais próximas, o terreno de conquista de novos negócios era mais amplo e partilhado. Assim, somos nós o principal alvo do resto do mercado. VE Está preocupado a perda de quota de mercado? JMC Não. Essa é uma preocupação dos nossos adversários, não dos nossos concorrentes. Em primeiro lugar, não temos obsessão pela quota de mercado. Com a posição que temos, perto do tecto, seria um erro focar a estratégia no crescimento interno ou na mera defesa da quota. A nossa prioridade continuará a ser a solidez e rentabilidade e não a fotografia. Dito isto, quero salientar que, tirando um ou outro aspecto particular, a nossa quota de mercado tem evoluído em linha as nossas previsões e estratégias. Desde logo, em termos globais não perdemos quota de mercado, pelo contrário. Em 2005 tínhamos 22% de quota de mercado e em 2008 tivemos 26%. No ranking do Top 5, que são realmente as empresas e grupos nossos concorrentes, tínhamos 30% da quota desse agregado, agora temos 33%. Mesmo no segmento automóvel, onde naturalmente A fusão das marcas não está na nossa agenda de prioridades VE Está em curso o projecto Activaction, separando fisicamente o atendimento a clientes do atendimento de mediadores. Como foi recebido este projecto pela vossa rede ercial? JMC Activaction é o nome de guerra do nosso programa estratégico, que na realidade engloba nove projectos que cobrem diversas áreas das panhias. Mas a área ercial ocupa um papel central. A nossa dimensão possibilita-nos segregar funções, espaços de atendimento, focalizar e especializar. Este projecto foi pensado para apoiar os nossos mediadores e tem sido recebido entusiasmo e, sobretudo, resultados positivos, face à evolução do mercado. Mas é uma corrida de fundo onde não podemos esperar resultados imediatos. VE O projecto está a avançar rapidamente? JMC Está a avançar de acordo o planeado. Procuramos sempre fazer as coisas determinação, mas não de uma forma apressada. Trata-se de uma alteração cultural profunda e sabemos que é necessário manter alguma flexibilidade e preservar equilíbrios locais. Após a fase experimental, numa região perto de Lisboa, estamos agora a imprimir velocidade de execução ao programa. Concluímos na margem Sul, até Setúbal, e nos Açores e Madeira. Estamos agora a implementar em Lisboa e na área metropolitana, acção que ficará concluída em Julho. Iniciaremos no Porto e zona Norte em Junho. VE Os mediadores têm aderido bem ao projecto? JMC Têm reconhecido significativas vantagens, não só no facto de passarmos a ter espaços e equipas exclusivamente vocacionadas para o apoio à rede de agentes o também nas novas formas de trabalho e ferramentas disponibilizadas, sempre o objectivo de fazer crescer o negócio de uma forma rentável. Em relação às agências, há claramente vantagens, uma vez que os clientes são atendidos mais atenção e disponibilidade do que anteriormente. VE Manter agências bimarca e centros de mediadores bimarca é mais vantajoso do que ter agências e centros para cada marca? JMC Por natureza, empresas do mesmo grupo não concorrem verdadeiramente entre si. Por isso é que a Autoridade da Concorrência teve de autorizar a pra da Império Bonança. Assim, decidimos criar agências bimarca, tal o existem mediadores multimarca, articulando a oferta para satisfazer melhor os clientes tradicionais de cada uma. Os nossos colaboradores estão habilitados e suportados para o fazer. Com isto, conseguimos também ampliar a cobertura da rede de vendas. Como não havia uma sobreposição total nas agências, as duas marcas passam a estar em mais localidades. Só para a Império Bonança isso representa a presença adicional em mais 23 locais. VE Mas, afinal, vão fundir as marcas numa nova ou integrar uma marca na outra? JMC Com a fusão das marcas neste momento sei que não ganharíamos muito, mas já não sei quanto poderíamos perder. Não está na nossa agenda de prioridades. VE Mas não teriam uma poupança de custos a eventual fusão de marcas? JMC Seguimos um caminho mais seguro. Levamos a integração funcional e operativa das empresas até ao limite, para tirar o máximo partido de todas as sinergias existentes entre as empresas. Chegados a esse ponto, em que já não é possível distinguir internamente entre Império Bonança e Fidelidade Mundial, concluímos que a manutenção de duas marcas separadas no ponto de venda final representa um custo marginal em relação ao risco de perda de clientes e de desarticulação das redes em resultado da fusão ou eliminação de marcas. VE Que importância têm as marcas para os mediadores? JMC As marcas Império Bonança e Fidelidade Mundial têm a confiança dos portugueses e ambas possuem grande notoriedade e prestígio. Mas não têm valor apenas para os clientes. Na realidade elas cumprem várias funções e uma das principais é a de servir de cimento entre cada uma das redes de mediação e de base de sustentação para o seu posicionamento local. Há equilíbrios, laços económicos e afectivos conseguidos através das marcas e cuja quebra neste momento poderia ter repercussões no nosso negócio. O nosso objectivo é reforçar cada vez mais as parcerias os mediadores e, neste momento, as marcas são um instrumento importante para esse reforço. VE Como vão fazê-lo? JMC Direi apenas que para nós um mediador é um empresário e que por isso não acenamos apenas propostas de valor imediato mas também soluções globais de estabilidade e segurança no futuro. Não é isso o que verdadeiramente conta em tempos de incerteza? É nestas alturas que é necessário clarificar opções e nós não deixaremos de apoiar até ao limite os que estão connosco e os que apostarem em nós. Agora já não posso garantir que quem nos deixa possa voltar a entrar na nossa rede a mesma facilidade que até aqui o tem feito. Também clarificaremos opções. VE Vão conseguir uma redução nos custos pessoal o projecto Activaction? JMC Tenho dito frequentemente, e repito, que este não é um projecto de redução de custos. É um projecto de desenvolvimento, de futuro, de crescimento rentável do negócio, onde o envolvimento, a qualidade e motivação das equipas são essenciais. estamos mais expostos e onde a nossa quota tem regredido, as nossas posições relativas naquele agregado mantêm-se sensivelmente. Tínhamos 48% da quota dos Top 5 em 2005, agora temos 46%. Estamos numa corrida de fundo. Sou apologista de capitais mais elevados no seguro de saúde VE O mercado de de saúde ainda tem espaço para crescer? JMC Acredito que sim. A ideia de sustentabilidade individual, no plano da reforma e da saúde, está ainda muito ligada ao Estado e a noção de plemento individual de saúde é ainda de difícil penetração nalguns segmentos populacionais. Mas esse panorama está a mudar. E o grupo CGD, pela sua natureza, experiência e imagem de confiança junto do público, está especialmente vocacionado para actuar o estabilizador dessa transição. No terreno da saúde, a CGD tem já uma presença muito forte, quer nos de saúde, em que é líder, pela via da Multicare, quer na prestação de cuidados de saúde, pela via da HPP - Hospitais Privados de Portugal. A luta pela quota de mercado é perigosa nos VE Como reage às recentes críticas feitas aos de saúde, que chegaram a ser apelidados de fraude pelo pai do Serviço Nacional de Saúde, António Arnaut, referindo-se às limitações de coberturas destes? JMC Vejo essas declarações o mais uma manifestação de um problema universal, que é a dificuldade de a indústria seguradora atingir as expectativas da sociedade. Os seguradores vêem o contrato de seguro o um contrato privado regido essencialmente pelas regras do mercado porque as empresas seguradoras petem outras empresas utilizadoras de capital e a sua actividade tem de gerar um rendimento petitivo para os investidores. Mas, para a maioria do público, o seguro é visto o uma obrigação social em que há uma espécie de direito à cobertura. Isto gera uma grande diferença de percepções e expectativas e todos nós, seguradores, segurados e decisores, temos que fazer um esforço para reduzir essa diferença, mas eliminá-la por pleto não vai ser possível. VE Mas, em concreto, António Arnaut tem alguma razão? JMC Habituei-me a respeitar a opinião do Dr. António Arnaut e não creio que ele tivesse posto em dúvida a honorabilidade das seguradoras, de quem, aliás, foi muitas vezes advogado. Julgo que as suas críticas visavam, sobretudo, o facto de os capitais das coberturas serem por vezes insuficientes para assegurar a totalidade das despesas de internamento. Pessoalmente, sou apologista de capitais mais elevados porque atenuam aquelas situações e facilitam o diálogo os nossos clientes. Mas, obviamente, os preços terão de ser diferentes porque o risco é maior. Também são mais altos os preços de um seguro automóvel capitais mais elevados. É sempre esta a questão. VE A Multicare redesenhou a sua oferta, ampliou coberturas e aumentou preços. Que receptividade registaram estas alterações? JMC Tivemos uma boa receptividade no lançamento dessa oferta, mas estamos a trabalhar para torná-la mais forte, petitiva e abrangente. O seguro de saúde Multicare integra as nossas prioridades nos pessoais, juntamente os produtos de reforma. Muito em breve apresentaremos novidades ao mercado. ANA SANTOS GOMES

4 IV SEGUROS Seguradoras apostam em cães e gatos Tranquilidade faz desconto no seguro automóvel A Tranquilidade oferece até ao final de Junho um desconto de 20% aos clientes que detenham uma apólice de seguro de saúde ou de seguro de vida e que queiram subscrever uma apólice de seguro automóvel. A campanha está disponível em todos os agentes e delegações da seguradora e segue-se à campanha lançada em Março e Abril, em que a Tranquilidade oferecia também um desconto de 20% na subscrição de um seguro automóvel aos clientes que já tivessem um seguro multirriscos habitação. Com esta iniciativa, a Tranquilidade confirma a sua aposta na venda cruzada para aumentar o número de produtos por cliente, reforçar a carteira de apólices e aumentar a fidelização de clientes. Fidelidade e Império abrem agências bimarca em Lisboa O mercado segurador despertou para um novo nicho de mercado posto pelos donos de animais de panhia. Só esta semana, duas seguradoras lançaram para cães e gatos, que garantem assistência veterinária e procura de animais desaparecidos, entre outras coberturas. O Pétis, da Ocidental Seguros, reembolsa despesas médicas veterinárias, incluindo medicamentos, intervenções cirúrgicas, internamentos e exames para cães e gatos. O seguro inclui igualmente uma cobertura de responsabilidade civil, para indemnizar eventuais danos provocados pelo animal a terceiros, e defesa jurídica em casos que envolvam danos materiais ou corporais provocados pelo animal seguro. Os contactos para a localização de animais desaparecidos são também assegurados pela nova apólice da Ocidental, que cobre ainda a guarda dos animais em caso de hospitalização do segurado. Disponível em três opções, o prémio do Pétis varia entre os 5,04 euros mensais, na versão Classic, e os 6,88 euros mensais para a versão Platina. Estão ainda previstos prémios adicionais para a extensão da apólice a cães de caça ou a cães de raças perigosas. A assistência médica veterinária prevê o pagamento de uma franquia de 7 euros por sinistro e os limites de capital variam entre os 250 e os 1000 euros anuais, consoante a solução contratada. Além das coberturas disponibilizadas nas três versões, o Pétis disponibiliza ainda ao segurado informação sobre clínicas, escolas, criadores, assistência ao domicílio, transporte e adopção de animais. Na Groupama, Safe Pet foi o nome escolhido para o novo seguro de saúde para animais de panhia. Criado em parceria a AnimaDomus e a AIDE Assistência, o novo seguro da Groupama disponibiliza o acesso a uma rede de cuidados de saúde animal, que permite ao tomador de seguro dirigir-se a um prestador convencionado e pagar apenas o valor previsto numa tabela de co-pagamentos previamente definida, seguindo a mesma filosofia das redes convencionadas nos de saúde para pessoas. A localização dos centros convencionados é disponibilizada em simultâneo nas páginas online da Groupama e AnimaDomus. O novo seguro da Groupama não exclui pré-existências, não obriga a períodos de carência, nem impõe limites de capital. Garante assistência hospitalar, consultas, exames, tratamentos e vacinas em ambulatório e ainda um conjunto de serviços de assistência em caso de desaparecimento, transporte de urgência, guarda, reclamação e funeral do animal. O seguro de saúde para cães e gatos disponibilizado pela Groupama custa 7,40 euros mensais, que dão acesso também a assistência domiciliária, incluindo para veterinário, entrega de medicamentos, banhos e tosquias. Adicionalmente, pode ser contratada uma garantia plementar que prevê o reembolso de 100% das despesas médicas, cirúrgicas e de internamento do animal em caso de acidente. O seguro Safe Pet dá ainda acesso a descontos em produtos e serviços em lojas especializadas de animais. Os animais de panhia presenteiam-nos uma troca de afectos muito intensa, mas também despertam em nós muitas preocupações, sobretudo a doença. Por essa razão decidimos aceitar o desafio da Anima- Domus e criámos um seguro de saúde para os animais de panhia, à imagem do seguro de saúde que existe para as pessoas, fundamenta Luís Livreiro, director técnico Não Vida da Groupama. A multinacional dispõe de produtos para animais de panhia em Espanha e França, mas funcionam apenas em regime de reembolso de despesas. Em Portugal, a aposta da Groupama foi diferente e centra-se numa rede convencionada de assistência. Luís Livreiro confirma ainda que a intenção da Groupama é captar 1500 apólices no primeiro ano do seguro. ANA SANTOS GOMES A Fidelidade Mundial e a Império Bonança abriram novas agências de clientes e novos centros de mediadores na região de Lisboa. Em Vila Franca de Xira foi inaugurada a 22 de Maio a nova agência bimarca, bem o o centro de mediadores, que servirá para atendimento exclusivo de profissionais da mediação. Já a 25 de Maio abriram as agências de Odivelas, de Loures e da Expo e ainda um centro de mediadores em Loures. Estas aberturas integram o projecto Activaction, que as duas seguradoras do grupo Caixa Geral de Depósitos têm vindo a implementar. Depois do Montijo e das ilhas, que funcionaram o projecto-piloto, Fidelidade Mundial e Império Bonança já abriram agências de clientes em Setúbal, Almada e Seixal e centros de mediadores em Setúbal e no Casal do Marco. Para Julho e Julho estão já agendadas novas aberturas de agências de clientes e centros de mediadores em Lisboa. Com este novo projecto, Fidelidade Mundial e Império Bonança apostam espaços de atendimento partilhados pelas duas marcas, mas separando fisicamente o atendimento de clientes do atendimento de mediadores. O projecto prevê a criação de 95 balcões da Fidelidade Mundial e da Império Bonança e deverá estar concluído em ANA SANTOS GOMES Liberty ercializa seguro para barcos à vela A Liberty Seguros criou o Liberty Vela, um seguro específico para embarcações à vela, de pequena e média dimensão. Com isenção de franquia, o novo seguro da Liberty cobre não só os barcos, mas também os seus ocupantes e danos eventualmente causados a terceiros. O prémio não é agravado pela idade da embarcação, nem pelo tipo de material usado na construção do veleiro. A participação em regatas está igualmente coberta pela mesma apólice, sem custos adicionais. O novo seguro da Liberty é inspirado no Liberty Mar, já ercializado pela seguradora para cobrir embarcações particulares de recreio, danos em motos de água e jet ski, barcos a motor e à vela, respectivos ocupantes e danos causados a terceiros. Lusitania renova Multirriscos Habitação Depois do Auto XS, um seguro automóvel ercializado a preços assumidamente reduzidos, a Lusitania volta a apostar na redução de preços e lançou o Lusitania Casa XS. Disponível em cinco soluções, o novo seguro permite a construção da apólice à medida das necessidades do cliente. A solução base inclui as coberturas de furto ou roubo, incêndio, acção mecânica de queda de raio e explosão, demolição e remoção de esbros, danos por água e pesquisa de avarias e ainda responsabilidade civil extracontratual. A par deste novo produto, a Lusitania lançou o Casa Ideal, para os clientes que procuram uma protecção superior para as suas habitações. Sem franquias na protecção base, o Casa Ideal inclui assistência ao lar, danos em jardins, queda acidental de árvores, inundações, entre outras coberturas. Para plementar a oferta Multirriscos Habitação a Lusitania oferece ainda 30% de desconto no prémio de aos clientes que disponham de sistemas de protecção e segurança no lar e 15% de desconto se o imóvel já dispuser de seguro multirriscos condomínio.

5 V em destaque As participações de seguro mais insólitas A seguradora Hiscox revelou as participações de seguro mais insólitas já recebidas, todas elas pagas na totalidade pela panhia. É desta forma que a Hiscox vem demonstrar que mesmo as situações mais imprevisíveis podem estar cobertas por um contrato de seguro, evitando os impactos financeiros que poderiam decorrer da sua ocorrência. De acordo a Hiscox, cerca de 45% das participações feitas pelos seus clientes não estariam cobertas por um tradicional seguro de multirriscos. No entanto, muitas famílias continuam a optar por standard, sem prevenir o real prejuízo financeiro decorrente da perda dos seus bens e valores. A Hiscox está presente em Portugal uma sucursal onde ercializa para habitações e recheios, galerias de arte, museus e outros espaços objectos de arte e peças valiosas, seja em permanência ou em períodos limitados. Participações insólitas: 1. Um ladrão assaltou a casa de um cliente e roubou um crocodilo embalsamado utilizando a bicicleta do dono da casa para fugir. 2. Um cliente acidentalmente carregou no acelerador quando estacionava o carro na sua garagem e deitou abaixo a parede da garagem, entrando pelo jardim, o que causou inúmeros estragos. 3. Um camião de transporte de maçãs embateu contra uma casa, destruindo parte da estrutura. 15 toneladas de maçãs inundaram a casa e a piscina, o que obrigou a uma ampla operação de limpeza. 4. Enquanto uma família estava de férias, um esquilo caiu pela chaminé entrando num estúdio fechado, onde danificou vários objectos. Apesar de não estar tecnicamente coberto pelo seguro (danos causados por roedores estão excluídos), os danos foram cobertos na totalidade. conseguiu salvar o investimento. 5. A adega de um cliente sofreu uma inundação e grande parte dos rótulos dos vinhos ficaram sem leitura. As garrafas eram um investimento mas, os rótulos estragados, o valor ficou reduzido. A Hiscox pagou aproximadamente 7000 libras em custos de depreciação e o cliente 6. Uma cliente estava na casa-de-banho de um aeroporto quando um ladrão lhe roubou a mala por baixo da porta, deixando-a numa situação prometedora. 7. Uma vaca conseguiu entrar no jardim de uma casa e caiu na piscina. Ao tentar sair da água, causou graves estragos no rebordo da piscina. A vaca acabou por ser retirada em segurança e a Hiscox pagou os danos na totalidade. 8. Uma cliente retirou o anel de diamantes e guardou-o num lenço de papel enquanto efectuava tarefas domésticas. Sem pensar, acabou por deitar o lenço para a retrete. A Hiscox pagou os custos para localizar o anel nos canos, assim o a reparação dos mesmos e a perda do anel. 9. Uma família tinha acabado de terminar o almoço de Natal amigos e familiares e saiu da sala de jantar sem apagar as velas colocadas na mesa. As chamas acabaram por atingir as decorações que estavam próximas e o incêndio propagouse rapidamente para o resto da mesa. Quando voltaram à sala e se aperceberam do fogo, o pai tentou atirar a mesa pela janela, mas o ar da rua inflamou as chamas. A sala ficou totalmente destruída, causando estragos de mais de 250 mil libras. 10. Uma cliente apercebeu-se que um raro rubi da Birmânia teria desaparecido do seu anel. Através dos seus parceiros, a Hiscox conseguiu que um joalheiro devidamente escoltado visitasse a cliente uma selecção de pedras preciosas. Corretora da Sonae cria segundo produto de marca própria MDS lança seguro de acidentes pessoais para empresas Depois de ter lançado o primeiro seguro de marca própria, para cobrir viagens de colaboradores de empresas, a MDS, consultora de e risco do grupo Sonae, lançou o Protector, um seguro de acidentes pessoais para profissionais, igualmente de marca própria. O novo seguro cobre acidentes ocorridos dentro e fora da actividade profissional e é válido em todo o mundo 24 horas por dia. A MDS apresenta o novo seguro o plemento da protecção que as empresas habitualmente já disponibilizam aos seus colaboradores, através de de acidentes de trabalho, de viagens e de vida. Neste caso, os capitais previstos no novo seguro são cumulativos outros, em caso de falecimento ou incapacidade permanente da pessoa coberta. Está também prevista a cobertura de despesas de tratamento. O custo este seguro pode ser integralmente deduzido pela empresa subscritora, o custo fiscal, caso seja alargado a todos os colaboradores do quadro permanente. A MDS está absolutamente focada no desenvolvimento de inovadores e maior valor acrescentado para as empresas, garante José Manuel Dias da Fonseca, CEO da MDS. O novo seguro é colocado na AIG Europe e entre as coberturas inovadoras que disponibiliza estão as buscas e salvamentos, o desaparecimento e modificação do local de habitação e trabalho, actos de terrorismo, catástrofes naturais, risco de guerra, risco nuclear, biológico e químico, utilização de aeronaves e veículos de duas rodas. A MDS não impõe qualquer limite de idade para as pessoas cobertas nesta apólice, cabendo à empresa definir livremente quais os colaboradores que passam a estar cobertos. ANA SANTOS GOMES PUB

6 VI Director-geral da Evolução Segura analisa canais alternativos de venda de Não entendo o é possível pensar-se apenas no preço O consumidor vai perceber que ter um mediador por perto é ter um profissional especializado disposto a zelar pelos seus interesses, prevê António Pereira.. Vida Económica Como define a Evolução Segura, Lda.? António Pereira A Evolução Segura é o resultado da necessidade de fazer face a uma nova realidade, tendo em conta os nossos objectivos, presentes e futuros, que se traduz numa imagem de segurança e confiança a todos os envolvidos neste processo, panhias, clientes, sinistrados e para nós próprios. A fidelização de clientes é cada vez mais problemática VE Como é que tudo eçou? AP Em 1982 iniciei a actividade de mediador em regime de part-time e em 1986 fui convidado a integrar os quadros da então Metrópole Seguros, hoje Zurich, onde desempenhei o cargo de gestor de negócios até Foi nessa altura que decidi pedir a demissão, para abraçar a mediação profissional. Então, por sugestão do meu administrador, saí por um ano sem vencimento, testando a nova situação e, o apoio desta panhia, abri um escritório no centro da vila de Alenquer. Foi um sucesso. Rapidamente atingimos um volume de negócios interessante, tanto ao nível de empresas o de particulares, levando-me, assim, a criar a Evolução Segura. A minha mulher, mediadora desde 1986 e responsável pela gestão da carteira enquanto permaneci na Zurich, garantia o funcionamento interno, enquanto eu geria a área ercial, mas ao fim de algum tempo sentimos a necessidade de admitir uma funcionária a quem demos formação técnica e ercial para responder às necessidades dos nossos clientes e podermos ir mais além. Numa primeira fase, o espaço escolhido era agradável mas pequeno, por isso impôs-se, mais tarde, adquirirmos uma área maior para que os nossos clientes se sentissem bem quando nos visitassem. Na Evolução Segura trabalhamos em equipa e todos nos preocupamos todos. Fazemos o nosso trabalho amor e dedicação e o resultado está à vista. Fazemos pelos nossos clientes aquilo que gostaríamos que nos fizessem a nós. VE Como caracterizaria a evolução da empresa? Tem sido segura? AP A empresa teve um grande crescimento, estávamos imparáveis e em 2003 atingimos o nosso melhor ano. Mas as taxas de juro a aumentar, a economia a retrair, a constante redução dos prémios de seguro, o fecho de algumas actividades e a perda de alguns negócios importantes para a concorrência, eçámos a sentir a recessão e tivemos três anos crescimento menos bom. Reorientámos a nossa estratégia e em 2007 retomámos o crescimento, que foi de 15%. Fechámos 2008 crescimento de 6% e o nosso objectivo para este ano é de 10%. Face a esta evolução e às nossas aspirações, acreditamos que podemos criar mais um posto de trabalho. Por tudo isto, posso afirmar que a empresa está segura. VE O que o levou a inscrever a empresa na APROSE? Tem correspondido às expectativas? A resposta parece-nos óbvia. Nós, mediadores profissionais, não temos massa crítica e era de primordial importância ligar a nossa empresa a uma estrutura que nos pudesse ajudar a fazer face às exigências da actividade. Como profissional, sinto o dever cívico de participar nesta luta um em prol da actividade. Tal o diz o ditado, a união faz a força e só assim acredito que possamos crescer na mesma proporção dos desafios e oportunidades que o sector enfrenta, para melhor servir os interesses do consumidor. Para nós, a APROSE tem sido mais do que uma estrutura. Tem-nos aconselhado e feito chegar a informação, novidades, avisos e eventos, através do site e s, que, de outro modo, levaria o seu tempo. VE Como incentivaria alguém a enveredar pela actividade de mediação de? AP Esta é uma pergunta cuja resposta é difícil; no entanto, se encontrasse alguém que apresentasse um perfil adequado, altamente motivado e uma forte determinação em vencer, incentivá-lo-ia a eçar o PDEAMS, já que, através da estrutura existente de um mediador, seria menos penosa a sua tarefa. VE E o a demoveria, se fosse o caso, de tal propósito? AP Estamos perante um mercado altamente instável onde vencer se torna uma tarefa difícil, mesmo para aqueles cuja experiência tem largos anos. Por isso, eçar agora é extremamente árduo, pois, o todos sabemos, a fidelização de clientes é cada vez mais problemática e a angariação de novos também. VE Como retrataria historicamente a actividade seguradora? AP Quando iniciei a minha actividade, as panhias valiam-se pela qualidade dos serviços que prestavam e pela força das suas marcas. O canal de distribuição era principalmente o mediador. Não lhe era exigido um Todos sabemos que o custo médio do seguro automóvel e até de acidentes de trabalho está abaixo do que é tecnicamente aconselhável, constata António Pereira. O director-geral da Evolução Segura, sociedade mediadora de em Alenquer, assume estar preocupado o futuro e as perspectivas de evolução no negócio segurador, onde o preço do seguro assumiu um protagonismo exagerado. grau muito elevado de profissionalismo. Tratavam-se unicamente de angariadores de propostas. Por outro lado, os técnicos erciais, o apoio de delegações, que eram cada vez em maior número, a fim de estarem mais próximas dos clientes e sinistrados, faziam os negócios que os mediadores prospectavam. Mais tarde, sentiu-se a necessidade de inovar, criando novos produtos, mais ajustados a cada caso, procurando aumentar o leque de coberturas sem alterar demasiado o preço. Alguns seguradores enveredaram pela criação de produtos direccionados para nichos de mercado, valendo-se das tecnologias que os ajudaram a definir as suas estratégias e a obter sucesso. Ao mesmo tempo, as panhias que mais inovavam iam ganhando quota de mercado e estruturavam-se para dar respostas eficazes às várias vertentes, em particular aos terceiros sinistrados. Com a entrada dos novos canais de distribuição telefone, internet e bancassurance onde apenas conta o preço, o seguro eça a deixar de ser aquilo para que foi criado, aumentando os riscos das famílias e a insegurança das empresas, onde os tomadores assinam sem o devido esclarecimento. Depois é o logo se vê, o me dizia ontem um segurado de um canal directo. Estou certo que, a seu tempo, o consumidor vai perceber que ter um mediador por perto é ter um profissional especializado disposto a zelar pelos seus interesses e não um issionista. Hoje, assiste-se a outro fenómeno. As panhias encerram as suas delegações e conferem mais autonomia aos seus mediadores, de modo a funcionarem o uma delegação. VE Que leitura faz da actual estratégia das seguradoras em termos de canais de distribuição de? AP Nem todos os seguradores tomaram a decisão de enveredar por canais de distribuição que não seja a do canal tradicional mediador profissional. Face à actual conjuntura económica, as margens de lucro vão diminuindo e é natural que os responsáveis máximos dos grupos seguradores, sentindo a pressão dos accionistas na ânsia de ganhar ou manter a todo o custo a quota de mercado, tenham de procurar outras alternativas, o que preendo. Não sou economista, e talvez por isso não consiga entender o é possível pensar-se apenas no preço, quando todos sabemos que o custo médio do seguro automóvel e até de acidentes de trabalho está abaixo do que é tecnicamente aconselhável e por isso fico preocupado o futuro. VE Como entaria a declaração tão frequentemente citada de que as seguradoras detestam os mediadores de amavelmente? AP Efectivamente, essa é uma declaração que ouvimos muitas vezes, mas, para bem de todos, seria bom que esse sentimento desaparecesse e em vez de empregarem sinergias a baixar o nível de importância de um canal de distribuição tão relevante o é o mediador profissional, seria mais importante se esse tempo fosse investido na criação de estratégias para melhor servir os consumidores. No entanto, eu não sinto isso, uma vez que temos parcerias diversos seguradores, não temos contrato de exclusividade nenhum deles, explicamos as diferenças ao nosso cliente e é ele que decide onde quer ficar.

7 VII calendário de eventos da actividade seguradora Junho/2009 Consulte online em Data Evento Local Contactos e Informações Organização Cidade Endereço Telefone Fax Web page 1/06/09 (a iniciar) Curso: Mediadores de Seguros Ligados Braga e Guimarães Av. Liberdade, 432-s/ 38-6º; Av. D. João IV, 187-s/15-16 WINNERGES pt 2/06/09 Curso: Seguro de Embarcações de Recreio Lisboa R. Rodrigo Fonseca, 41 APS www. apseguradores.pt 3 a 5/06/09 BIPAR & POI 2009 Forum Bélgica, Bruxelas Conrad Hotel BIPAR /06/09 XII Encontro de Mediación de Castilla y León 2009 Espanha León Colegio de mediadores de de León /06/09 Jornadas Técnicas de Seguros Espanha, Madrid Hotel Silken Puerta América de Madrid MPM Software /06/09 (a iniciar) Curso: Agentes e corretores de Braga A indicar aos interessados PROFITECLA www. institutoprofitecla. 15/06/09 (a iniciar) Curso: Agentes e corretores de Viseu A indicar aos interessados PROFITECLA www. institutoprofitecla. 17 a 19/06/09 18, 19 e 25/06/09 2 e 3/07/09 25 e 26/09/09 Curso: Princípios básicos de análise de riscos Curso: Técnicas de venda e negociação Curso: Gestão de Reclamações 7.º Congresso Nacional dos Corretores e Agentes de Seguros Lisboa R. Rodrigo Fonseca, 41 APS www. apseguradores.pt Lisboa R. Rodrigo Fonseca, 41 APS www. apseguradores.pt Lisboa R. Rodrigo Fonseca, 41 APS www. apseguradores.pt Lisboa A designar APROSE Edição 2009 agendada Madrid MPM Software organiza Jornadas Técnicas de Seguros te, o ponto de encontro de diferentes profissionais, o os corretores e agentes de, especialistas de tecnologia, directores de panhias de e responsáveis das diferentes associações de corretores e agentes de, entre os quais se encontrará António Vilela, presidente da APROSE. A ocasião será aproveitada para abordar soluções práticas para as diferentes áreas operacionais, tais o a gestão administrativa, a gestão ercial e da força de vendas, a organização interna, o ércio electrónico e a fidelização de clientes, entre outras. Nesta edição de 2009, as Jornadas Técnicas irão centrar-se na análise da Tecnologia ao serviço da Produtividade, o objectivo de proporcionar informação útil que se possa converter em vantagens petitivas para os que assistirem ao evento. Em anos anteriores, a MPM Software já efectuou um total de oito edições das Jornadas Técnicas dedicadas ao mundo da mediação de (algumas específicas para corretores e agentes, outras mais específicas para banca-), que se realizaram alternadamente em Barcelona, Madrid e Lisboa, A MPM Software vai realizar a 9 de Junho, em Madrid, a edição 2009 das Jornadas Técnicas para Corretores e Agentes de Seguros. O evento, que decorrerá no Hotel Silken Puerta América de Madrid, tem o foco central a apresentação dos últimos avanços tecnológicos e dos vários casos de êxito de implementações efectuadas nos seus clientes. As Jornadas Técnicas são, geralmen- uma média de cerca de 100 assistentes por edição e a participação de mais de 50 oradores, juntamente a participação activa dos respectivos clientes e fornecedores. É a experiência e adesão de eventos anteriores que a MPM Software espera ver repetido nesta edição de 2009 o êxito de sessões anteriores, tornando as jornadas num evento de referência dedicado às TIC para a indústria seguradora e, por consequência, no melhor instrumento de informação e debate para os assistentes. A inscrição para assistir ao evento é gratuita, mediante registo prévio em local onde se pode encontrar mais informação sobre este e outros eventos da MPM Software.

8 VIII Livro de reclamações na actividade de mediação de Tendo iniciado a minha actividade de mediador de há cerca de um ano, gostaria de saber se sou legalmente obrigado a ter um livro de reclamações para que os meus clientes possam, caso assim o entendam, apresentar queixas contra mim. Na afirmativa, agradeço as informações que considerem pertinentes para cumprir a obrigação no meu estabelecimento. De facto, o Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Setembro, entretanto alterado pelo DL n.º 371/2007, de 6 de Novembro, e DL n.º 118/2009, de 19 de Maio, veio estabelecer a obrigatoriedade de existência e disponibilização do livro de reclamações nos estabelecimentos dos mediadores e corretores de onde seja efectuado atendimento ao público, uma vez que o diploma citado os inclui expressamente na lista de entidades que passaram a estar sujeitas àquela obrigação, nos termos do n.º 5 do anexo I ao referido diploma. Deste modo, o dever de dispor de livro de reclamações tornou-se obrigatório a partir de 1 de Janeiro de 2006 para os mediadores de que já fossem titulares de estabelecimentos a essa data e para todos os outros que tenham iniciado a actividade, a partir do momento em que a iniciaram, sem prejuízo de poderem igualmente disponibilizar no seu sítio de Internet instrumentos que permitam aos consumidores o direito à reclamação. Importa, todavia, esclarecer que, por força do n.º 2 do artigo 1º e do n.º 1 do artigo 2º do diploma em apreço, na redacção dada pelo DL n.º 371/2007, a obrigatoriedade de existência e disponibilização do livro de reclamações se circunscreve aos estabelecimentos de fornecimento de bens ou prestação de serviços que se encontrem instalados carácter fixo ou permanente, e neles seja exercida, exclusiva ou principalmente, de modo habitual e profissional, a actividade e tenham contacto o público, designadamente através de serviços de atendimento ao público destinado à oferta de produtos e serviços ou de manutenção das relações de clientela. Cumpre informar também que, ainda num momento anterior à publicação e entrada em vigor do DL n.º 371/2007, já era entendimento do Instituto de Seguros de Portugal (ISP) que somente os mediadores de que tivessem estabelecimentos erciais abertos ao público no sentido de lojas abertas ao público nos termos do artigo 95º do Código Comercial é que estariam sujeitos ao dever de possuir livros de reclamações. Assim, face ao exposto, no caso de o mediador não ter um estabelecimento que preencha os requisitos legais estabelecimento instalado carácter fixo ou permanente, e neles seja exercida, exclusiva ou principalmente, de modo habitual e profissional, a actividade e tenham contacto o público não terá de cumprir o dever de possuir livro de reclamações. Acresce que o ISP, procurando resumir o regime aplicável no que toca à sua incidência nos estabelecimentos dos seguradores, mediadores de e sociedades gestoras de fundos de pensões, e no sentido de assegurar o cumprimento efectivo da legislação em vigor, veio esclarecer através da Circular n.º 1/2009, de 22 de Janeiro, que as entidades referidas são obrigadas a: a) Possuir o livro de reclamações nos estabelecimentos a que respeita a actividade, de modelo oficialmente aprovado pela Portaria n.º 1288/2005, de 15 de Dezembro, entretanto alterado pela Portaria n.º 70/2008, de 23 de Janeiro, e Portaria n.º 896/2008, de 18 de Agosto; b) Facultar imediata e gratuitamente ao consultório jurídico corvaceira gomes Departamento jurídico/ Director Executivo APROSE utente o livro de reclamações sempre que por este tal lhes seja solicitado; c) Afixar no seu estabelecimento, em local bem visível e caracteres facilmente legíveis pelo utente, um letreiro de modelo oficial a seguinte informação: «Este estabelecimento dispõe de livro de reclamações», o qual deve conter ainda, em caracteres facilmente legíveis pelo utente, a identificação pleta do ISP e correspondente endereço postal; d) Fornecer ao utente todos os elementos necessários ao correcto preenchimento dos campos do livro de reclamações relativos à sua identificação, devendo ainda confirmar que o utente os preencheu correctamente; e) Entregar o duplicado da reclamação ao utente, devendo o original (ou a respectiva digitalização) ser enviado ao ISP, no prazo de 10 dias úteis, preferencialmente em suporte digital, através do ou através de outra plataforma de internet que venha a ser unicada. d) Manter, por um período mínimo de três anos, um arquivo organizado dos livros de reclamações que tenha encerrado. Mais se esclarece que a entrega do livro de reclamações ao utente não pode ser recusada fundamento no facto de o mesmo se encontrar disponível noutros estabelecimentos, dependências ou sucursais (uma vez que deve existir um livro por cada estabelecimento, dependência ou sucursal), nem pode ser, por qualquer modo, condicionada, designadamente à necessidade de identificação do utente, contanto que o documento em apreço deve estar sempre disponível nos estabelecimentos, mesmo quando os respectivos responsáveis se encontrem ausentes. Por outro lado, cabe sublinhar que as seguradoras, os mediadores de e as sociedades gestoras de fundos de pensões são obrigados a facultar imediatamente ao utente o livro de reclamações quando por este tal lhes seja solicitado, mesmo nos casos em que, atendendo à natureza dos direitos ou obrigações em causa, considerem que o utente deveria apresentar a respectiva reclamação junto de outra entidade. Quando o livro de reclamações não for imediatamente facultado ao utente, este pode requerer a presença da autoridade policial a fim de remover essa recusa ou de que essa autoridade tome nota da ocorrência e a faça chegar ao ISP. A violação da obrigação de facultar imediata e gratuitamente ao utente o livro de reclamações constitui contra-ordenação punível a aplicação de uma coima de 250 euros a 3500 euros e de 3500 euros a euros, consoante o infractor seja pessoa singular ou colectiva, dando ainda lugar à publicidade da condenação por contra-ordenação num jornal de expansão local ou nacional, a expensas do infractor, contanto que a negligência é punível, sendo os limites mínimos e máximos das coimas aplicáveis reduzidos a metade. Nos casos em que o utente requeira a presença da autoridade policial por não lhe ter sido imediatamente facultado o livro de reclamações, o montante da coima a aplicar não pode ser inferior a 1750 euros ou euros, consoante o infractor seja pessoa singular ou colectiva. Quando a gravidade da infracção o justifique, podem ainda ser aplicadas, a duração máxima de dois anos contados a partir da data da decisão condenatória definitiva, as seguintes sanções acessórias: a) Encerramento temporário das instalações ou estabelecimentos; b) Interdição do exercício da actividade; c) Privação do direito a subsídio ou benefício outorgado por entidade ou serviço público. Subscrever / manter de vida pelo banco? Fez mal a alguém? Para todo o lado que nos dirigimos deparamo-nos o tema seguro, tratado na maioria das vezes uma ligeireza tal que mais parece que estão a vender banha da cobra. Os oculistas, ao venderem as armações e lentes, aproveitam logo para vender a garantia plus do seguro por dois anos para tudo o que acontecer aos óculos e em especial o roubo das armações e se V. Exª. aparecer aqui até ao final do contrato o papel da participação à polícia, até lhe damos uns óculos novos. Pela mesma bitola encontramos vendedores de telemóveis e de aparelhos eléctricos e electrónicos em que adicionalmente tentam vender o seguro de todos os riscos a mesma tecla, isto é, de que se roubarem e trouxer a participação até lhe damos um aparelho novo. Esta maneira deselegante e convidativa ao logro e às falsas declarações que incutem ao cliente é o a pescadinha de rabo na boca, ou seja, no final da garantia aparecem lá a participação às autoridades, recebem o impresso, encaminham-no para a seguradora que pagará, mas entretanto para o novo aparelho que levar deverá fazer nova garantia para que se lhe acontecer de novo o roubo até final do prazo e assim por diante. Só falta dizer que a garantia é perpétua, pois enquanto for vivo e fizer aldrabice tem aparelho garantido. Esta ligeireza conjugada a ânsia de facturação por parte das operadoras telefónicas que de imediato dão bonificação a cada apólice que lhes é proposta faz que os clientes achem que o negócio de tem tudo menos de técnico. De igual modo, se adicionarmos os promovidos por parte de empregados bancários, então temos um cocktail explosivo e descarado, que desnorteia tudo o que são critérios probabilísticos e actuariais, mas antes só norteados em critérios de facturação e crescimento. Ou seja, não a venda de mas sim a pra de sinistros. Luiz Filipe Acta Corretores de Seguros, SA Na maioria das vezes, o empregado bancário joga o desconhecimento que o cliente terá sobre estes temas Muitos funcionários bancários, que, antes de terem feito perder as economias que os seus clientes foram acumulando ao longo dos anos, eram vistos o pessoas sérias e idóneas, tentam hoje promover mais a venda de, o tem acontecido nas vezes que vou à agência bancária e vejo o gerente da dependência, qual doninha, de volta do cliente, a tentar vender seja o seguro do carro, da habitação ou do canídeo, para quando o cliente um dia prar cão. Mas quando o cliente decide falar um desses sujeitos e informa-o das condições petitivas que obteve junto do seu mediador de, para o seguro da habitação ou de vida, então eça o calvário da falta de sistema informático ou de que também pode apanhar o preço ou que até não é possível a mudança de seguro, que não seja o do banco. Partiremos do princípio que o funcionário bancário estará de boa fé ao dizer que desconhece legislação específica sobre a matéria de anulação do seguro de vida, que tenha o entidade credora o banco, mas estamos certos de que na maioria das vezes é este a jogar o desconhecimento que o cliente terá sobre o tema. Nesse sentido, será sempre bom recordar que o cliente, ao ter constituído o seu seguro em garantia, pode celebrar novo contrato outro segurador, mantendo as mesmas condições de garantia sem consentimento do credor. De igual forma, no ponto 2 do art.º 97.º do Decreto-Lei 72/2008 refere-se também que, quando exista garantia real sobre o bem, a transferência do seguro em resultado da transmissão do mesmo não depende do consentimento do credor, mas deve ser-lhe notificada pelo segurador, desde que aquele esteja devidamente identificado na apólice. Nesse sentido, aproveite a onda e fale profissionais da mediação de devidamente habilitados, porque quanto à crise bem, crise é uns afagarem as lágrimas e outros produzirem cada vez mais lenços de papel!

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