Maximizar as aprendizagens no Ensino Superior

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1 Maximizar as aprendizagens no Ensino Superior Estratégias de Estudo quanto mais conhecer mais pode aprender Catarina Neves Psicóloga da ESE-IPC 1

2 Estratégia de Estudo Leitura Activa Leitura panorâmica Análise Síntese Redacção 2

3 Estratégia de Estudo Leitura Activa Leitura panorâmica Sobrevoar, com o olhar, o texto e perceber, de uma forma global, o conteúdo que este aborda. 3

4 Estratégia de Estudo Leitura Activa Análise Frases-chave - sintetizam, questionam, introduzem uma demonstração ou um desenvolvimento; Palavras-alvo - informação que contém uma ideia, um facto novo que será repetido; Palavras-instrumento - palavras com valor lógico que estabelecem a relação entre as ideias e organizam a estrutura do texto, a pontuação também pode ter esta função. 4

5 Estratégia de Estudo Leitura Activa Síntese Fazer um inventário das ideias e da sua articulação; Reexaminar as frases marcadas e os registos feitos por si. 5

6 Estratégia de Estudo Leitura Activa Redacção Para fazer o resumo deve: Passar em revista todas as ideias; Articular todas as ideias e escrever as ligações entre as diferentes partes da matéria. 6

7 Estratégia de Estudo Leitura Activa Leitura panorâmica Análise Síntese Redacção 7

8 A Educação para a saúde e para a sexualidade um desafio que não pode ser perdido * sexualidade é uma parte integrante da vida de cada indivíduo que ontribui para a sua identidade ao longo de toda a vida e para o seu quilíbrio físico e psicológico. sexualidade, como refere a OMS, é Uma energia que nos motiva a rocurar Amor, contacto, ternura, intimidade, que se integra no modo omo nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados; é ser-se ensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, entimentos, acções e interacções, e, por isso, influencia também a nossa aúde física e mental. ( ) um país como Portugal, que tem na União Europeia o primeiro lugar na ncidência da SIDA, Toxicodependência, Alcoolismo, Gravidez não desejada a adolescente, Tuberculose, etc, a Educação da Sexualidade não é só ecessária é indispensável e urgente. ssim, aos jovens têm que ser dadas todas as condições educacionais ara, em liberdade, escolherem os comportamentos mais saudáveis vitando a gravidez não desejada, as DST em geral e a SIDA em articular, bem como se defenderem de todas as formas de violência exual e coerção. J. A. Machado Caetano Professor Catedrático de Imunologia da Faculdade de Ciências Médicas 8 da niversidade Nova de Lisboa e Presidente Honorário da Fundação Portuguesa A Comunidade Contra a SIDA

9 A Educação para a saúde e para a sexualidade um desafio que não pode ser perdido sexualidade é uma parte integrante da vida de cada indivíduo que contribui para sua identidade ao longo de toda a vida e para o seu equilíbrio físico e psicológico. sexualidade, como refere a OMS, é Uma energia que nos motiva a procurar mor, contacto, ternura, intimidade, que se integra no modo como nos sentimos, ovemos, tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; la influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções, e, por isso, nfluencia também a nossa Saúde física e mental. ( ) um país como Portugal, que tem na União Europeia o primeiro lugar na incidência a SIDA, Toxicodependência, Alcoolismo, Gravidez não desejada da adolescente, uberculose, etc, a Educação da Sexualidade não é só necessária é indispensável urgente. ssim, aos jovens têm que ser dadas todas as condições educacionais para, em iberdade, escolherem os comportamentos mais saudáveis evitando a gravidez não esejada, as DST em geral e a SIDA em particular, bem como se defenderem de odas as formas de violência sexual e coerção. alavras-alvo rases-chave alavras-instrumento 9

10 A Educação para a saúde e para a sexualidade um desafio que não pode ser perdido sexualidade é uma parte integrante da vida de cada ndivíduo que contribui para a sua identidade ao longo de oda a vida e para o seu equilíbrio físico e psicológico. sexualidade, como refere a OMS, é Uma energia que os motiva a procurar Amor, contacto, ternura, ntimidade, que se integra no modo como nos sentimos, ovemos, tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e o mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, entimentos, acções e interacções, e, por isso, influencia ambém a nossa Saúde física e mental. ( ) um país como Portugal, que tem na União Europeia o rimeiro lugar na incidência da SIDA, Toxicodependência, lcoolismo, Gravidez não desejada da adolescente, uberculose, etc, a Educação da Sexualidade não é só ecessária é indispensável e urgente. ssim, aos jovens têm que ser dadas todas as condições ducacionais para, em liberdade, escolherem os omportamentos mais saudáveis evitando a gravidez não esejada, as DST em geral e a SIDA em particular, bem omo se defenderem de todas as formas de violência exual e coerção. Sexualidade faz parte da vida Definição de sexualidade 2º a OMS Problemas existentes em Portugal Educação da Sexualidade Promover comportamentos saudáveis Prevenir problemas como: -Gravidez não desejada -DST -SIDA 10 -violência sexual e coerção

11 A Educação para a saúde e para a sexualidade um desafio que não pode ser perdido RESUMO Compreender Relacionar Explicar Reflectir A sexualidade é parte integrante da vida do indivíduo, contribuindo para a sua identidade e para o seu equilíbrio físico e psicológico. Em Portugal vive-se problemas dramáticos, nomeadamente, a SIDA, a Toxicodependência, o Alcoolismo, a Gravidez não desejada da adolescente, a Tuberculose, a violência sexual e coerção, entre outros; para preveni-los é indispensável e urgente a dinamização/implementação da Educação da Sexualidade junto dos jovens promovendo comportamentos saudáveis e, consequentemente, fomentando a Saúde física e mental. 11

12 Estratégias de Estudo Sublinhar, tirar apontamentos, fazer revisões; Centrar a memorização no sentido das frases e não na sua forma; Parafrasear: reformular esse texto por palavras suas; Transformar o texto em imagem (gráfico, esquema, etc.); Construção de imagens, isto é, integrar um conjunto de elementos a memorizar numa imagem. 12

13 Estratégias de Estudo Estabelecer, no início do estudo, uma síntese do que já conhece dessa matéria, criar os próprios exemplos, parafrasear, relacionar os conteúdos; Formular possíveis perguntas sobre os conteúdos e respondê-las; Estudar/discutir os conteúdos em grupo; Explicar aos colegas. Compreender Relacionar Explicar Reflectir 13

14 Hábitos e Estratégias de Estudo Organização dos dossiers Dossier para cada disciplina, colocando o programa no início; Escrever e ler os sumários; Identificar os diferentes conceitos de cada sumário; Registar as referência bibliográficas indicadas pelo professor; Organizar os apontamentos. 14

15 Hábitos e Estratégias de Estudo Tirar apontamentos na aula Obriga a prestar atenção durante as aulas; A escuta torna-se um processo activo na procura e organização da informação; Maior concentração durante a aula; Facilita a assimilação dos conteúdos; Perceber quais os pontos mais focados pelo professor. 15

16 Hábitos e Estratégias de Estudo Tirar apontamentos na aula Usar abreviaturas ou símbolos para acelerar o processo de registo; Identificar no discurso do professor as palavras-chave, as ideias-mestre; Captar as frases-chave (pronunciadas no momento da viragem do discurso, indicar o que vem a seguir, frases em que insiste pela entoação, pelo ritmo mais lento, escrevendo no quadro, citações). Rever e completar os apontamentos. 16

17 Hábitos e Estratégias de Estudo Planificação do estudo Conhecer o tempo em que mantemos um nível de atenção mais elevado; Planear, antecipadamente, o estudo; Não adiar o início do estudo; Intercalar o estudo das diferentes disciplinas. 17

18 Hábitos e Estratégias de Estudo Ambiente de trabalho Ter um local de estudo com todo o material necessário; Deve ser bem iluminado, aquecido/fresco, confortável, etc; Evitar distractores que interferem na concentração (tv, rádio, música, telemóvel, internet, messenger, telemóvel, jogos ). 18

19 Hábitos e Estratégias de Estudo Gestão do Tempo Planificar o estudo e outras actividades (distracções, repouso, desporto,etc); Programar as actividades diárias/semanais; Programar as horas de estudo, com a indicação do que tem a fazer (ler e resumir os apontamentos das aulas, fazer pesquisa na biblioteca, preparar um trabalho, etc); A planificação semanal deve ser realista, pessoal e flexível para não causar stresse. 19

20 A maioria das pessoas aprende -Organização dos dossiers -Planificação das actividades -Ambiente de trabalho -Gestão do tempo 10% do que lê 20% do que ouve 30% do que vê 50% do que vê e ouve 70% do que fala com os outros 80% do que utiliza e faz na vida real 95% do que ensina aos outros GÉNIOS EM APRENDIZAGEM Atribuído a William Glasser Fonte: Association for Supervision and Curriculum Development Guide (1988) Exercícios práticos Aulas Ensinar os outros Leituras activas Diversidade da captação da informação Demonstrações Grupos de discussão Resumos Apontamentos 20

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