Standard & Poor s,classificação do Mercado do Lloyd s. Setembro de 2008

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1 Standard & Poor s,classificação do Mercado do Lloyd s Setembro de 2008

2 Standard & Poor s Classificação do Mercado do Lloyd s Setembro de 2008 Analistas principais: Peter Grant Diretor, Londres Rob Jones Diretor Gerente, Londres Publicado por Standard & Poor s Insurance Ratings Copyright 2008, por McGraw Hill International (UK) Ltd. Todos os direitos reservados. Reprodução proibida sem autorização. Foram conseguidas as informações constantes deste relatório de fontes tidas como confiáveis. No entanto, em razão da possibilidade de erro humano ou mecânico pela McGraw Hill International (UK) Ltd., suas fontes ou outras, a McGraw Hill International (UK) Ltd. e suas afiliadas, inclusive Standard & Poor s, não garantem a precisão, adequação ou integridade das informações, não se responsabilizando por qualquer erro, omissão ou os resultados decorrentes da utilização das referidas informações.

3 SEÇÃO 1 Introdução O Lloyd s constitui um mercado de seguros, não sendo pessoa jurídica de seguros. Os contribuintes de capital, denominados de sócios ou Nomes, cada qual contribuindo com capital para respaldo de suas obrigações, subscreve as atividades de seguros no âmbito de Mercado em base solidária. Na prática, os integrantes se agrupam em consórcios com a finalidade de assumir obrigações de seguros. No entanto, a estrutura do Lloyd s inclui um Fundo Central, o qual dispõe da mutualização parcial da base de capital. Em decorrência, todas as apólices do Lloyd's possuem o respaldo da segurança em comum do Lloyd's, o que permite à Standard & Poor s designar a Classificação de Saúde Financeira da Seguradora, a qual vigora em todo o Mercado. A Classificação de Saúde Financeira da Seguradora é a conceituação atual e futura para cada apólice de emissão do Lloyd s a partir do exercício de As obrigações do Lloyd's além do ramo vida para os anos até 1992, inclusive as de exposição ao amianto, foram em grande parte resseguradas pela Equitas Limited (Equitas). A classificação não cobre a Equitas. A classificação cobre todos os consórcios, e independe de seu desempenho individual em relação aos demais consórcios e grupos do Mercado. Entre outras coisas, os consórcios com melhor desempenho contribuem positivamente, sendo os de baixo desempenho contribuem de forma negativa para a classificação. A Standard & Poor's também oferece uma análise específica para os consórcios com o produto Avaliação dos Consórcios do Lloyd's (LSA). Esta classificação foi elaborada em um esforço interativo, através de informações fornecidas em reuniões formais com a administração da Corporation of Lloyd s e integrantes do Mercado, inclusive as principais seguradoras, agentes gestores e capitalistas. O amplo programa de reuniões com os representantes dos mesmos, juntamente com a troca de informações confidenciais e de domínio público, formou a base das classificações. A Standard & Poor's tem mantido uma constante fiscalização sobre a classificação desde sua criação em Para tal, são atualizadas as informações públicas e confidenciais à medida que se tornem disponíveis, além do diálogo contínuo com a administração do Lloyd's.

4 SEÇÃO 2 Principais Fatores da Classificação Pontos fortes: Forte posição competitiva Forte desempenho operacional Forte capitalização Forte flexibilidade financeira Pontos fracos: Dependência relativamente alta no resseguro Volatilidade inerente do desempenho operacional Raciocínio A classificação de saúde financeira da seguradora do mercado de seguros do Lloyd's (o Lloyd's ou o Mercado) reflete a forte posição competitiva, sua forte capitalização e forte flexibilidade financeira. Porém, tais fatores positivos são compensados em parte pela dependência relativamente alta no resseguro e o potencial inerente para a volatilidade do desempenho operacional. A posição competitiva do Lloyd's é forte, apoiada nas atribuições positivas ligadas a sua marca exclusiva, em sua fama como o maior mercado mundial de seguros, na posição perene de Londres de principal mercado de seguros e de resseguros internacionais, e na lealdade dos segurados. A atração exercida pelo Lloyd's na qualidade de plataforma operacional aparece no expressivo aumento de novos participantes do Mercado nos últimos 12 meses, ou diretamente ou através da aquisição de negócios existentes. Estima-se uma queda no desempenho operacional futuro do Lloyd's do topo do ciclo testemunhado em 2006/2007, o qual no entanto permanecerá vigoroso. As perdas por catástrofes abaixo da média e o reforço de um expressivo fôlego através do efeito positivo da liberação de reservas para perdas, constituídas sobre os prêmios de exercícios anteriores, possibilitaram ao Mercado exibir um índice conjunto de lucro sobre receitas (RoR) e lucro antes de impostos de 84,0%, 25,5% e 3,8 bilhões para 2007, respectivamente. O feito estava em linha com o desempenho bastante vigoroso registrado em 2006, porém bem diferente do prejuízo de 103 milhões registrado em 2005 (incluídos os sinistros líquidos de 3,3 bilhões com os furacões). Nossa visão melhorada do controle administrativo no Mercado apóia a crença que o desempenho não deverá voltar aos níveis registrados até No entanto, a volatilidade dos lucros permanecerá, em virtude da natureza das linhas de negócios especiais que continuam no cerne dos negócios do Lloyd's. A capitalização está vigorosa, alicerçada na adequação forte e melhorada de capital e mais a continuação esperada da eficácia dos processos de aportes de capital. A médio e curto prazos, a Standard & Poor's estima que o Mercado continuará a testemunhar movimentos positivos no acúmulo de reservas. Continua negativa a dependência relativamente alta no resseguro. A flexibilidade financeira do Lloyd's é vigorosa, principalmente em decorrência do apoio constante dos capitalistas. Os aperfeiçoamentos dos últimos dois anos resultaram da efetiva remoção do risco com relação à Equitas, após a operação com a National Indemnity Co. (NICO; AAA/Stable/--), a tendência de queda das operações anuais devido aos Nomes insolventes e o momento positivo que atualmente permeia o

5 Mercado, o que faz do Lloyd's uma plataforma atraente para uma gama cada vez mais diversificada de capitalistas. O Futuro As perspectivas estáveis coincidem com as expectativas do Standard & Poor s de que: Com base na experiência normal das perdas por catástrofes em 2008, o Lloyd's exibirá um índice combinado abaixo de 95% e ROR superior a 12%. O desempenho irá se deteriorar em 2009, de acordo com o ambiente esperado de declínio operacional. Os principais capitalistas do Lloyd's continuarão engajados no Mercado. Haverá maiores aperfeiçoamentos nos processos administrativos do mercado em Londres. Os pontos fracos operacionais relativos a catástrofes se mostrarão fortalecidos com sucesso. A adequação de capital continuará forte, o que se evidencia nos ativos centrais disponíveis para fins de solvência, e permanecem em torno de 1,75 bilhão, com o índice de solvência do Lloyd's permanecendo acima de 300%. O desempenho operacional do Mercado no futuro não sofrerá grandes efeitos negativos pelo maior declínio líquido das reservas técnicas. Não parece provável no horizonte da classificação a revisão da perspectiva para positiva, o que dependeria do Lloyd's exceder as metas com folga durante um prazo prolongado. É cada vez mais improvável a revisão da perspectiva para negativa, o que ocorreria talvez em razão do desempenho operacional voltar aos níveis anteriores a 2002, por motivo da fraca administração do ciclo de negócios em declínio, ou em razão de prejuízos além da tolerância de riscos do Mercado.

6 SEÇÃO 3 Perfil Organizacional: Participação Expressiva nos Mercados Mundiais O mercado de seguros do Lloyd's, com base em Londres, possui expressiva participação nos mercados mundiais de seguros e resseguros. Em 2007 o Lloyd's arrecadou 16,4 bilhões em prêmios brutos através de uma ampla gama de classes, em sua maior parte através de corretores (veja o Quadro 1). Em 2008, há 71 consórcios (sem contar os cinco consórcios de propósito específico) em atividade no Lloyd's, operados por 46 agências administradoras e que canalizam negócios de 176 corretores. O Lloyd's possui uma ampla cobertura geográfica, com direitos comerciais específicos para contratar seguros em 74 países, podendo atuar com resseguros em muitos outros. No entanto, a parcela expressiva das receitas (68% em 2007) continua sendo da América do Norte e do Reino Unido. QUADRO 1 LLOYD S / PRINCIPAIS CLASSES DE NEGÓCIOS, POR PRÊMIOS BRUTOS RECEBIDOS ( MM) (%) ( MM) (%) ( MM) (%) Classe de negócios Resseguros , , ,0 Acidentes , , ,7 Imóveis , , ,3 Marítimo , , ,8 Energia , , Veículos 983 6, , ,0 Aviação 464 2, , ,5 Vida 46 0,3 50 0,3 47 0,3 Total , , ,0

7 SEÇÃO 4 Posição Competitiva: Atuais Pontos Fortes Competitivos Ressaltados pela Operação da Equitas e as Melhoras nos Processos de Negócios A posição competitiva do Lloyd's é forte, apoiada em sua marca exclusiva, em sua fama como o maior mercado mundial de seguros, na posição perene de Londres de principal mercado de seguros e de resseguros internacionais, e na lealdade dos segurados. A já vigorosa posição competitiva do Mercado sofreu mais um impulso nos últimos anos através da combinação da bem sucedida conclusão da fase 1 da operação da Equitas com a NICO e do progresso atingido com a fase 2, bem como as melhoras nos processos de negócios do mercado londrino. A atração exercida pelo Lloyd's na qualidade de plataforma operacional aparece no expressivo aumento de novos participantes do Mercado nos últimos 12 meses, ou diretamente ou através da aquisição de negócios existentes. O Lloyd's deriva muito vigor competitivo de sua marca exclusiva. Construído através dos séculos, a marca possui reconhecimento global e é tido com freqüência entre os adquirentes de seguros como atributo positivo. Embora seja difícil a marca recuperar o conceito possuído antes do quase ocaso do Mercado em meados dos anos 90, os seguradores do Lloyd's continuam reconhecidos como possuidores de uma série de características positivas. Estas incluem um invejável histórico de indenizações pontuais, em especial após grandes sinistros, e sua disposição e capacidade de oferecer a seus clientes soluções inovadoras para seguros. O Lloyd's é o maior mercado mundial de negociação de seguros. Embora seus agentes gestores operem na condição de negócios independentes, a dimensão e diversidade da capacidade de negócios que o Mercado possui potencial para oferecer em apoio a um grande negócio, faculta ao mesmo competir de forma significativa com os grandes grupos globais de seguros. O mercado londrino e o Lloyd's conservaram sua massa crítica de seguros importantes, experiência de corretagem e serviços de apoio, tais como os ramos marítimo, de energia, aviação, e determinadas classes não marítimas. A grande lealdade dos segurados resulta em negócios interessantes que continuam na tradição de se dirigir a Londres, atraindo o capital que apóia e sustenta o Mercado. Isto apesar da concorrência intensa de outros mercados internacionais de seguros, em especial em Bermuda. Ademais, houve também nos últimos anos uma crescente tendência no sentido de que os riscos que fluiriam para Londres, permanecessem no mercados regionais. O Lloyd's respondeu pró-ativamente a esta ameaça potencial ao ampliar seu âmbito global, e reforçando-o onde fosse necessário. A Standard & Poor's estima que tal atitude continuará como prioridade a médio prazo. As características dos negócios mais concluídos no Lloyd's incluem: complexidade, elevados riscos monetários; e perfil de risco com elevado rigor e baixa freqüência. A carteira de seguros que resultar, embora diversificada, está dirigida a uma clientela com elevada sensibilidade ao crédito. A expressiva parcela das receitas do Lloyd's tem origem nos Estados Unidos e no Reino Unido, sendo estes mercados com especial sensibilidade ao crédito, em comparação com a Europa continental. A demais, o Lloyd's deriva dos corretores a parcela principal de seus negócios dos

8 corretores sendo este o canal de distribuição com maior sensibilidade ao crédito e possui expressiva dependência nos três maiores grupos internacionais de corretagem. Em virtude da característica de sensibilidade ao crédito de seus principais parceiros, é extremamente importante a confiança no Lloyd's por parte destes agentes, de onde deriva o valor atribuído pela Standard & Poor's à operação concluída entre Equitas e NICO em Através da fase 1 a mais importante das duas fases da negociação a NICO contribuiu com US$ 5.7 bilhões em cobertura para resseguros acima das reservas da Equitas para sinistros não descontados (US$ 8,7 bilhões em 31 de março de 2006). As negociações caminham para a fase 2 da operação, porém a um ritmo mais lento do que o inicialmente esperado, devido aos atrasos no respectivo processo legislativo. No entanto, estima-se a conclusão da fase 2 no decorrer de Esta segunda fase da operação preconiza a transferência de obrigações dos Nomes para a Equitas, sujeito à aprovação do Tribunal Superior. Uma vez efetuada com sucesso a transferência, poderá ser adquirida mais cobertura de resseguros de até US$ 1,3 bilhão. A Standard & Poor's acredita que a operação Equitas / NICO tornará bastante remota a possibilidade de que as reservas inadequadas da Equity venham a solapar a confiança no Lloyd's em alguma futura ocasião, assim prejudicando a posição competitiva do Mercado. Historicamente, os processos de administração de negócios do mercado londrino tem pesado na posição competitiva do Lloyd's.Por ser menos eficiente do que os de seus pares no mercado global, os mesmos reduziram a força de atração sobre os segurados, no que tange a qualidade e custo dos serviços. A partir de 2006 o Lloyd's embarcou em uma agenda bastante ambiciosa de reforma do processo de negócios.esta conservou seu ímpeto e tem aportado benefícios concretos para os clientes bem como para os participantes.a garantia contratual representa agora a normalidade nos negócios, sendo que houve progresso expressivo na implantação dos arquivos eletrônicos de sinistros (ECF; 90% dos sinistros atualmente processados através dos ECFs) bem como do repositório de contabilidade e liquidação (A&S).Uma vez definidos seus credenciais, a Standard & Poor's estima que a equipe de Operações de Mercado continuará a cumprir sua agenda, com ênfase na remoção dos custos residuais controvertidos e relativos aos negócios no Lloyd's. Espera-se que as iniciativas futuras sejam elaboradas mediante consultas com os principais parceiros e colocadas sob uma rigorosa análise de custo / benefício.

9 SEÇÃO 5 Estratégia Administrativa e Organizacional: Qualidade Administrativa Aperfeiçoada; Estratégia Lógica e Confiável Administração A qualidade da administração do Mercado (nos níveis de organização do Lloyd's e agente administrativo) melhorou até o ponto no qual se tornou mais adaptado a um perfil de receitas futuras mais forte e menos volátil. Tal fato poderá ser atribuído à infra-estrutura organizacional, a qual acabou exercendo uma influência positiva sobre o Lloyd's, bem como à melhor qualidade da administração de cada um dos agentes gestores. A organização está construindo um histórico confiável com relação à sua principal meta de proteger a franquia do Lloyd's.Atingiu-se este objetivo através de seus quadros experientes e com a introdução de um desempenho cada mais vez mais vigoroso, processos para monitorar riscos, ferramentas, referências para a avaliação dos agentes gestores.esperase que o ambiente operacional mais desafiador para o futuro se torne uma provação severa das credenciais da organização, porém a Standard & Poor's acredita que a Diretoria de Desempenho de Franquias (FPD) está bem colocada para agir com eficácia. Porém a ação da organização acha-se um tanto limitada. O mesmo poderá adotar as ações necessárias para proteção do Fundo Central, o conceito do Lloyd's, a marca e as classificações, - eis por exemplo, a introdução a partir de 2007 de princípios de administração e padrões mínimos para subscrições, sinistros e riscos. Não obstante e à luz destes aspectos, a organização se sente inibida de promover ou realizar atividades tidas com anti-concorrência. Ademais, é consenso que a organização não deverá ser o micro-gerente dos agentes gestores, logo a sua supervisão objetiva ser rigorosa sem ser autoritária. Conforme o esperado no mercado, a qualidade e sofisticação da administração varia. O desempenho de alguns dos agentes gestores do Lloyd's durante a época de furações de 2005 trouxe à tona diversas deficiências no controle de riscos de catástrofes, que pareciam comuns nos setores de seguros e resseguros.as providências administrativas neste meio tempo procuraram sanar as deficiências assinaladas, porém a coerência e eficácias destas medidas corretivas precisam ainda passarem por maiores testes de tensão, em vista de experiência bastante escassa dos dois anos recentes com perdas por catástrofes. Não obstante, houve melhora na qualidade geral da administração dos agentes gestores. As equipes atuantes da maioria dos agentes gestores merecem crédito por terem conduzido seus negócios através do mais recente mercado em declínio. Em decorrência e de modo geral, ou os mesmos já possuem a habilidade para administrar os ciclos de contratação de seguros, ou terão adquirido uma valiosa experiência que lhes será muito útil à medida que o ciclo continuar em queda. Estratégia O perfil de risco do Lloyd's se elevou nos anos recentes. Cada vez mais, o Mercado passou a focar as linhas especiais e mais voláteis de negócios, em decorrência do declínio das linhas pessoais menos voláteis e das operações de varejo. O Standard & Poor's acredita que a estratégia do Lloyd's, embora ambiciosa, possui lógica e credibilidade. A mesma se concentra em atingir o conceito da Plataforma Ótima no médio prazo, o qual caso atingido tornaria o Lloyd's mais atraente tanto para clientes, como para corretores e capitalistas.o sucesso da Plataforma Ótima se torna mais

10 importante para a proteção da posição competitiva do Mercado a longo prazo, à luz dos atrativos oferecidos pelos demais mercados internacionais de seguros e resseguros. A Plataforma Ótima procura oferecer cinco benefícios nítidos ou seja, uma estrutura clara e transparente de administração do desempenho, vantagens de capital, mercado seguro e muito bem conceituado, acesso econômico e fácil aos principais mercados do mundo, e processos eficientes de negócios. Espera-se a concentração nos dois últimos objetivos durante o horizonte de classificação, além da ênfase constante na administração dos ciclos. O Standard & Poor's acredita que será um desafio atingir a Plataforma Ótima.O assunto recebe o auxílio do modelo de franquia, o qual poderão facilitar as mudanças necessárias e a experiência do CEO do Lloyd's, Richard Ward, relativa à melhora da eficiência e lucratividade das operações. Porém a entrega d Plataforma Ótima será determinada em última instância pelo apoio e impulso que a mesma receberá, em especial de seus maiores e mais influentes agentes gestores.

11 SEÇÃO 6 Administração de Riscos do Negócio:Maiores Aperfeiçoamentos Continuam Prioridade Máxima no Lloyd's A Standard & Poor's acredita ser adequada a qualidade da administração de riscos do negócio (ERM) do Mercado, a qual dá apoio à classificação. A ERM é sumamente importante.o Mercado opera com uma série de linhas complexas de negócios, grande parte com o potencial de extrema volatilidade. Os consórcios individuais operaram historicamente com gradações de sucesso bastante variadas. Em seu centro, o Lloyd's continua a realizar grandes progressos com a ERM, sendo que há projetos para maiores aperfeiçoamentos.de acordo com a Standard & Poor's, continua a melhorar a freqüência e eficácia da interação entre a equipe de administração de riscos e as demais diretorias.no entanto, a variabilidade das capacidades da ERM de conhecimento dos agentes de gestores, continua a limitar a avaliação geral do mercado como um todo. A cultura de administração de riscos acha-se adequada e em fase de melhora, o que reflete o maior foco sobre a administração de riscos no âmbito do Lloyd's. A organização procura desempenhar suas obrigações de maneira a facilitar, embora ela possua a opção de adotar uma abordagem mais consagrada pelo uso, na medida do necessário.o apetite pelo risco de catástrofes no centro se expressa na forma de cenários realistas deterministas de desastres (RDS).Tais RDS foram elaborados pelo Lloyd's, mas são utilizados em todo o mundo por muitas (res)seguradoras. Os controles de risco acham-se adequados, porém a estrutura do mercado exige sua implementação descentralizada. Os controles de subscrição acham-se adequados, porém a capacidade de cada agente gestor varia. Não obstante, ante a convicção da organização de que o desempenho do Mercado continua variado demais nas atividades de subscrição, foram implementados com sucesso princípios de administração e padrões mínimos de subscrição, os quais deverão sofrer ajustes e aperfeiçoamentos a médio prazo. Há um projeto atualmente em andamento para melhorar a granularidade dos dados de subscrição que a FPD consegue acessar para fins de monitoramento. Quando concluída a implementação, a Standard & Poor's acredita que este projeto melhorará a capacidade da FPD de supervisionar o desempenho de subscrição do mercado, o qual se constituirá em foco principal do horizonte de classificação. Os controles de riscos relativos a catástrofes acham-se adequados.a organização procura garantir que há níveis adequados de controle de agregação de riscos de catástrofes, no nível do agente gestor bem como do Mercado, principalmente com a utilização da estrutura RDS. Em que pese a supervisão centralizada, o desempenho de alguns dos agentes gestores do Lloyd's durante a época de furações de 2005 trouxe à tona diversas deficiências no controle de riscos de catástrofes, em comum com muitos nos setores de seguros e resseguros. As providências administrativas neste meio tempo procuraram sanar as deficiências assinaladas, porém a coerência e eficácias destas medidas corretivas precisam ainda ser comprovadas. 1. Os controles de riscos relativos a reservas acham-se adequados. A integridade das reservas no nível do agente gestor foi beneficiado pela exigência para

12 todos os consórcios obterem certificação atuarial de suas reservas e supervisão organizacional.o risco inerente das reservas encontrado no Mercado diminuiu bastante nos anos recentes, em decorrência da conclusão da fase 1 da operação da NICO, bem como a constante queda na quantidade de anos de responsabilidade por vícios ocultos e a magnitude das operações dos sócios insolventes. Não obstante, a Standard & Poor's estima que o ambiente operacional mais desafiador dê início à melhor qualidade do risco de reservas a médio prazo. A organização realiza revisões constantes, coordenadas de forma centralizada e abrangentes de seus agentes gestores, em todas as áreas de risco com o emprego da Avaliação de Capital Individual (ICA) e RDS como principais fontes de dados.o centro opera há uma década um modelo estocástico no nível do Mercado.Incorporando aperfeiçoamentos constantes e atualmente baseado em fontes de dados da ICA dos consórcios, o mesmo é peça chave do diálogo sobre adequação de capital com a Autoridade de Serviços Financeiros, do Reino Unido. A estrutura do mercado e a lei sobre a concorrência, as quais dispõem que a organização não poderá intervir diretamente para garantir as ações adotadas por cada agente gestor, possibilitam ao Mercado otimizar seu retorno ajustado pelo risco sobre o capital (RAROC).Tal fato continua sendo fator algo restritivo em nossa avaliação da capacidade do Mercado na administração de riscos estratégicos, a qual de modo geral é tida como adequada. No entanto, alguns integrantes do Mercado possuem uma vocação de vigorosa administração de riscos estratégicos, sendo que estimamos a expansão deste grupo no futuro. É tida como forte a administração de riscos emergentes.o Lloyd's acha-se na vanguarda de uma série de iniciativas (por exemplo, Lighthill Risk Network e Climatewise), as quais possuem foco na identificação e gestão de riscos emergentes. O Lloyd's procura cada vez mais se valer das pesquisas dos grandes acadêmicos e/ou cientistas para a avaliação das implicações de riscos nas questões emergentes. Foi constituído um banco de dados abrangente sobre riscos emergentes.o mesmo armazena informações sobre cerca de 240 riscos distintos, sendo empregado para elaborar um relatório analisado periodicamente pela Comissão de Riscos do Lloyd's. Ademais, existe uma interação crescente entre a Equipe de Riscos Emergentes e as demais diretorias.

13 SEÇÃO 7 Contabilidade:Consideradas Diversas Convenções Contábeis A análise do Lloyd's pela Standard & Poor's depende de dados constantes de uma série de convenções contábeis, inclusive, para os consórcios, das contas de três anos auditadas dos fundos e GAAP do Reino Unido, bem como demonstrações financeiras por forma não auditadas, no caso do Mercado. Estas últimas, embora revisadas for terceiros, não são auditadas e são elaboradas para exibir os resultados agregados do Lloyd's em uma base comparável de maneira geral com os resultados das companhias de seguros gerais. São os seguintes os principais ajustes realizados no modelo de capital com base no risco da Standard & Poor's, a partir das demonstrações financeiras publicadas: Reconhecimento do desconto da reserva de perdas; e Crédito integral do capital híbrido concedido às obrigações subordinadas e notas perpétuas subordinadas de capital de emissão da The Society of Lloyd s (A+/Stable/--) em 2004 e 2007, respectivamente.

14 SEÇÃO 8 Desempenho Operacional: Vigoroso, Embora Volatilidade Permanecerá Com o auxílio das condições de subscrição altamente favoráveis, o desempenho operacional recente melhorou expressivamente a partir dos níveis marginais verificados antes de A experiência de perdas por catástrofes abaixo da média e o reforço de um expressivo fôlego através do efeito positivo da liberação de reservas para perdas, constituídas sobre os prêmios de exercícios anteriores, possibilitaram ao Mercado exibir um índice conjunto e lucro antes de impostos de 84,0% e 3,8 bilhões para 2007, respectivamente, de modo geral em consonância com o forte desempenho registrado em 2006, porém em flagrante contraste com os 111,8% e o prejuízo de 103 milhões de 2005 (incluídos sinistros líquidos com furações de 3,3 bilhões). Nossa visão melhorada do controle administrativo no Mercado apóia a crença que o desempenho não deverá voltar aos níveis registrados até No entanto, a volatilidade dos lucros permanecerá, em virtude da natureza das linhas de negócios especiais que continuam no cerne dos negócios do Lloyd's. QUADRO 2 LLOYD'S / DESEMPENHO OPERACIONAL ( MM) * 2003 Prêmios brutos totais contratados Variação anual (%) (0,3) 9,6 2,5 (11,0) 1,4 Total prêmios líquidos contratados Variação anual (%) 0,4 12,2 0,3 (4,2) 9,8 Total de receitas Variação anual (%) 2,3 13,4 1,3 1,4 7,5 Lucro antes dos impostos (103) ,892 Variação anual (%) 5,0 (3,655) (107,5) (27,7) 126,9 Lucro acumulados antes dos (331) (228) (1.595) impostos, após 2000 ROR* (%) 25,5 25,5 (6,4) 8,1 12,9 Razão do prejuízo líquido (%) 50,0 50,8 79,7 64,8 57,2 Razão das despesas líquidas 34,0 32,3 32,1 31,2 33,2 (%) Razão conjunta líquida (%) 84,0 83,1 111,8 96,0 90,4 Pontos da razão conjunta anoacidente 90,5 85,2 111,9 93,5 85,7 (%) *Reclassificado. Com base em receitas de investimentos alocadas. O ciclo de preços está bem além dom seu pico. As margens acham-se em declínio no Mercado, sendo que os preços da maioria das classes de negócios deverão testar seu nível técnico em até 12 meses. As liberações de reservas dos anos anteriores deverão continuar e possivelmente aumentar a médio prazo, o que subvencionará o que estimamos seja uma queda expressiva e persistente da lucratividade do ano-acidente. Até determinado ponto esta tendência já foi visto nos resultados do Mercado no primeiro trimestre de O índice conjunto para o ano-acidente de 2008 aumentou em cinco pontos percentuais para 94,8%, enquanto o efeito positivo dos movimentos das reservas do ano anterior aumentou em 1,8 pontos percentuais para 5,5%. Com base na experiência normal das perdas por catástrofes em 2008, a Standard & Poor's estima que o Lloyd's exibirá um índice combinado abaixo de 95% e RoR

15 superior a 12%. O desempenho irá se deteriorar em 2009, de acordo com o ambiente esperado de declínio operacional.as perdas com seguros relativos às operações subprime, bem como o mais amplo deslocamento dos mercados globais de capital, não deverão pesar muito no contexto dos resultados do exercício em curso. A determinante chave dos resultados alongo prazo será a velocidade na queda dos prêmios e na ampliação das cláusulas e condições, em combinação com a eficácia da administração de ciclos do Lloyd's. Estima-se que o retorno sobre investimentos do Mercado para 2008 sofra negativamente devido à ampliação das margens constatadas até o presente, e à reduzida rentabilidade proporcionada pelos títulos públicos norte-americanos.a rentabilidade dos investimentos deverá se situar na faixa de 3,5% a 4,5%, bastante inferior ao nível verificado no final do exercício de 2007, de 5,6%.

16 SEÇÃO 9 Investimentos: Perfil Conservador de Investimento Os investimentos do Lloyd s são muito amplos.os fundos fiduciários são aplicados basicamente em caixa ou papéis de renda fixa, de primeira linha e com liquidez imediata. A carteira de investimentos é de curto prazo, devido em parte ao ciclo anual, o qual exige dos consórcios a distribuição aos sócios os lucros de final de exercício. A política de investimentos do Fundo Central sempre foi algo mais agressivo do que a dos agentes gestores, com 15% dos investimentos aplicados em ações e fundos de hedging em 31 de dezembro de 2007 (23% em 31 de dezembro de 2007). À luz da natureza de longo prazo do Fundo Central, tal abordagem torna-se compreensível. A Standard & Poor's estima que o perfil de investimentos do Fundo Central permanecerá prudente de forma geral. QUADRO 3 LLOYD S / DISCRIMINAÇÃO DOS INVESTIMENTOS (%) * 2003 Obrigações e outros títulos de renda fixa Ações e outros títulos de renda variável Caixa e bancos Financiamentos e lançamentos privados Outros investimentos Investimentos totais *Reclassificado. Anterior a 2004 inclui recursos dos integrantes no Lloyd s

17 SEÇÃO 10 Liquidez: Continua Vigorosa A liquidez do Lloyd's é vigorosa, reforçada por uma posição de caixa substancial, uma carteira de obrigações de primeira linha, um fluxo de caixa operacional cada vez mais positivo ( 2,26 bilhões em 2007, contra 0,93 bilhão em 2005), bem como a existência de expressivas linhas de crédito para fazer face a necessidades de liquidez de curto prazo. A cobertura das reservas técnicas por ativos líquidos melhorou ligeiramente para 232% em 2007, (128% em 2006) e estima-se que permanecerá tranquilamente acima de 100%. As exigências relativas aos fundos fiduciários com domicílio nos Estados Unidos significam mais um ônus na liquidez e flexibilidade financeira do Mercado.

18 SEÇÃO 11 Capitalização: Forte e Melhorada Adequação de Capital, Realçada pelos Excedentes Constatados nas Reservas A capitalização está vigorosa, alicerçada na adequação forte e melhorada de capital e mais a continuação esperada da eficácia dos processos de aportes de capital. A médio e curto prazos, o Standard & Poor's estima que o Mercado continuará a testemunhar movimentos positivos no acúmulo de reservas. Continua negativa a dependência relativamente alta no resseguro. Adequação do capital O modelo de capital com base no risco da Standard & Poor's aponta para a adequação melhorada e vigorosa do capital no Lloyd's. O capital demonstra baixa dependência no desconto das reservas, custos de aquisição diferidos e capital híbrido. Tal posição de adequação melhorada de capital tem o apoio de outras medidas, inclusive o nível de ativos centrais para fins de solvência - 2,46 bilhões no final do exercício de 2007 e bem à frente das expectativas de cerca de 1,75 bilhão bem como o nível de solvência do Lloyd's, o qual se situava acima de 1000% no final do exercício de 2007 bem superior de nossa meta de 300% e do nível de 2006, de 785%. O Standard & Poor's acredita que a organizaçãoterá mais condições para definir o nível ótimo dos ativos do fundo central mais adiante. Estima-se que as iniciativas da administração apóiem a vigorosa adequação do capital ao Mercado, com a organização mantendo os níveis de capital acima, dentro do razoável, do mínimo regulamentar (atualmente 35% superior no nível de sócio, considerando também o aporte dos ativos centrais), de modo a cumprir o objetivos da Plataforma Ótima. QUADRO 4 LLOYD S / HISTÓRICO DE RESERVAS (%) * 2003 Razão conjunta líquida do ano civil 84,0 83,1 111,8 96,0 90,4 Razão conjunta líquida do ano-acidente 90,5 85,2 111,9 93,5 85,7 Pontos da razão conjunta das reservas do (6,5) (2,1) (0,1) 2,5 4,7 ano anterior Movimento das reservas dos anos de (48) (3) (325) (350) (329) responsabilidade ( MM) Movimento das reservas em aberto do (343) Mercado ( MM) ) Observação: Dados com base na contabilidade anual pro forma *Reclassificado. Reservas para perdas Durante 2007, as liberações das reservas para perdas do exercício anterior totalizaram 856 milhões, ou mais de 20% do lucro líquido do Mercado, após dos impostos.a médio e curto prazos, a Standard & Poor's estima a continuação das referidas liberações no Mercado, em especial com relação aos exercícios de subscrição de 2002 e posteriores. A situação divulgada dos anos de responsabilidade continua a melhorar com mais rapidez do que o estimado. No final do exercício de 2007 havia em aberto 54 anos de responsabilidade com reservas brutas de 2,7 bilhões.os valores

19 correspondentes para o final de 2005 eram de 102 e 7,0 bilhões, respectivamente. Tais reservas necessitaram apenas de um fortalecimento adicional de 48 milhões em Os consórcios com integrantes insolventes apoiados pelo Fundo Central divulgaram um pequeno excedente em Porém, estes anos possuem o potencial para se tornarem mais problemáticos.os mesmos não possuem o mesmo grau de apoio futuro proveniente do crescimento das reservas, para compensar os movimentos constantes negativos porém em declínio. Resseguros A proporção do resseguro que o Lloyd's cede como percentual dos prêmios brutos arrecadados diminuiu nos últimos anos, porém continua elevado em comparação com seus pares. Em decorrência, a posição competitiva do Mercado e as receitas futuras permanecem bastante dependentes da oferta constante da capacidade adequada de resseguros. Em que pese tal fato, acreditamos que as atividades da organização e dos agentes gestores garantiram que a proteção do Mercado de resseguros, embora bastante reconfigurada, acha-se de modo geral adequada. Foram essenciais as alterações na subscrição durante as renovações recentes, de modo reduzir de forma significativa as obrigações totais assumidas. Tal fato compensou de certa forma as alterações nas proteções dos resseguros observados, incluindo maiores retenções, limitação da cobertura lateral, proteção menos ampla e maior utilização de produtos com garantia contra perda. Após os furacões de 2005, o Lloyd's testemunhou um aumento de 49% de seus ativos de resseguros em 31 de dezembro de Embora a qualidade geral dos ativos era e continua boa, o aumento vertical deixou o Mercado exposto em especial a divergências entre as resseguradoras. O Standard & Poor's acredita que tal situação continuará na seqüência dos grandes sinistros do futuro. QUADRO 5 LLOYD S / UTILIZAÇÃO DO RESSEGURO ( MM) * 2003 Prêmios brutos totais contratados Total resseguros cedidos Total prêmios líquidos contratados Resseguros cedidos como % de prêmios 19,0 19,6 21,4 19,7 25,4 brutos contratados Participação dos resseguradores nos sinistros pendentes Variação anual (%) (20) (36) 49 (3) (18) Capital e reservas Participação dos resseguradores nos sinistros pendentes como % de capital e reservas 55,4 72,1 137,7 83,0 98,2 *Reclassificado. (Excluídos os resseguros entre consórcios)

20 SEÇÃO 12 Flexibilidade Financeira: Melhorada à Luz da Fase 1 da operação da Equitas bem como a Queda nos Negócios dos Nomes Insolventes A flexibilidade financeira do Lloyd's (o saldo entre necessidades de capital e fontes) acha-se vigorosa e melhorada, à luz da reduzida incerteza após a operação da Equitas com a NICO, a tendência de queda das operações anuais devido aos Nomes insolventes e o momento positivo que atualmente permeia o Mercado, o que faz do Lloyd's uma plataforma atraente para uma gama cada vez mais diversificada de capitalistas. Fontes O capital é aportado com base nos negócios anuais, com a apoio dos capitalistas confirmado a cada ano. As alterações administrativas recentes afrouxaram as restrições sobre a distribuição de lucros do Lloyd's, embora os Fundos no Lloyd's tenham permanecido no mesmo nível. Em decorrência, o apoio continuado dos capitalistas, tanto na disposição quanto na capacidade, sustenta direta ou indiretamente a maioria das fontes de capital do Lloyd's. As controladoras dos sócios empresariais analisam periodicamente seu risco no Lloyd's, sendo que em alguns casos estas análises resultam em outras operações realizadas fora do Mercado. A longevidade de todo investimento no Lloyd's dependerá em última instância em fatores tais como: A atratividade das condições dos negócios de seguros; a plataforma do Lloyd's que permita operações em melhores condições do que as fora do Mercado, a eficácia da comissão de franquias para minimizar o custo da mutualidade, em especial através da redução de fadiga sobre o Fundo Central; e custos regulatórios (com respeito a observância e a quantidade de capital possuído). QUADRO 6 LLOYD S / FLEXIBILIDADE FINANCEIRA Necessidades de capital Fontes de capital Nível de sócio / consórcio Perdas com seguros Fundos fiduciários de prêmios Aumentos de capacidade Recursos dos sócios Mudanças nas exigências ICA/ECA Chamadas de dinheiro Necessidades de liquidez: Resseguros enviados Linhas de crédito de curto prazo Garantias das controladoras Nível de mercado Deficiências na solvência dos sócios Ativos do Fundo Central e da Organização Passivo da Organização Financiamentos subordinados do Fundo Central Camada à ordem Capital híbrido aportado na Central Taxas sociais ICA Arrecadação de capital individual ECA Arrecadação de capital econômico Em parte porque a maioria dos agentes gestores do Lloyd's ainda não têm condições de realizar operações significativas fora do Mercado, porém em grande parte em virtude o momento positivo que atual,mente permeia o Lloyd's. A Standard & Poor's

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