ESTATUTO SOCIAL DO CENTRO ESPÍRITA OBRAS DE CARIDADE PRÍNCIPE ESPADARTE

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1 1 ESTATUTO ESTATUTO SOCIAL DO CENTRO ESPÍRITA OBRAS DE CARIDADE Estatuto aprovado na Assembléia Geral Ordinária de fundação realizada em 07 de fevereiro de 1994 e alterado nas Assembléias Gerais Ordinárias realizadas em 10 de março de 1996; 28 de agosto de 1997, 23 de maio de 1999 e 09 de março de C A P Í T U L O I DA DENOMINAÇÃO, DA SEDE, DOS OBJETIVOS E DA DURAÇÃO. Art. 1º - Sob a denominação de CENTRO ESPÍRITA OBRAS DE CARIDADE PRÍNCIPE ES- PADARTE, fica instituía uma associação civil de caráter religioso, espiritualista cristã, sem fins lucrativos, que tem como objetivo praticar a Caridade, difundir e praticar a doutrina espírita, propagar o evangelho de Jesus, ensinando amar a Deus, proporcionar a evolução espiritual de seus membros, combater as desigualdades sociais, promover a defesa dos direitos humanos, apoiar e desenvolver ações voltadas para a preservação do meio ambiente em sintonia com os organismos de controle do setor, que se regerá pelo presente estatuto e pela legislação pertinente. Art. 2º - O Centro Espírita tem a sua sede localizada na Rua da Paz, 134, esquina com a Rua Tapajós s/nº, bairro Vila Ivonete, nesta cidade de Rio Branco (AC), podendo abrir, manter e encerrar filiais ou representações em qualquer localidade do território brasileiro, onde for do interesse do Centro, destinadas a congregar os associados residentes nas respectivas localidades, para atendimento de seus objetivos, sendo regidas por este Estatuto. Art. 3º - Será formado por associados que de um modo geral serão denominados de filiados ou associados; I - Serão associados às pessoas que pratiquem o espiritualismo e que estejam de a- cordo com o disposto neste estatuto. II - Não serão admitidos movimentos políticos, utilizando-se o nome do Centro. Art. 4º - Terá sua durarão por tempo indeterminado. C A P Í T U L O I I DA ORGANIZAÇÃO Art. 5º - São poderes atribuídos ao Centro Espírita Obras de Caridade Príncipe Espadarte: I - A Assembléia Geral: Reunião dos associados em pleno gozo de seus direitos, de poder soberano e ao qual se subordinam os demais poderes. II - O Conselho Fiscal: órgão consultivo, normativo e conservador. III - A Diretoria: órgão de gerência e administração, que exercerá o executivo da associação. IV - O Conselho Espiritual: órgão consultivo para assuntos espirituais. C A P Í T U L O I I I DA ASSEMBLÉIA GERAL Art. 6º - É competência da Assembléia Geral: I - Debater e decidir todos os assuntos de interesse da Associação. II - Eleger e destituir a Diretoria, o Conselho Fiscal e o Conselho Espiritual. III - Aprovar ou rejeitar os atos dos demais poderes.

2 2 IV - Aprovar ou rejeitar o relatório da Diretoria e sua prestação de contas. V - Reformar o presente estatuto. VI - Deliberar sobre a extinção da associação e sobre a destinação de seu patrimônio. VII - Deliberar, mediante convocação de 2/3 (dois terços) dos associados, a cerca da destituição ou afastamento de qualquer membro dos Conselhos Fiscal, Espiritual e da Diretoria que tenha cometido falta grave, ou que o seu comportamento seja considerado incompatível com o cargo. Art. 7º - A Assembléia Geral reunir-se-á ordinariamente de 4 (quatro) em 4 (quatro) anos, na primeira quinzena do mês de março do ano do término do mandato, para eleição dos cargos diretores e para aprovação do relatório de atividades da Diretoria anterior. Art. 8º - Sempre que necessário, a Assembléia Geral reunir-se-á extraordinariamente, quando convocada por iniciativa do Presidente, da Diretoria, do Conselho Fiscal, do Conselho Espiritual, ou ainda, por requerimento assinado por 2/3 (dois terços) dos associados. Art. 9º - A convocação será feita por edital que será afixado na sede do Centro, com antecedência mínima de 5 (cinco) dias. Art. 10º - As deliberações da Assembléia Geral serão tomadas com 2/3 (dois terços) dos associados presentes em primeira convocação e com qualquer quorum, em segunda convocação, depois de transcorridos 30 (trinta) minutos. Art. 11º - A Diretoria e os Conselhos serão reeleitos tantas vezes quanto a Assembléia Geral assim determinar. C A P Í T U L O I V DO CONSELHO FISCAL Art. 12º - O Conselho Fiscal eleito juntamente com a Diretoria e o Conselho Espiritual, pela Assembléia Geral, será composto de 3 (três) membros efetivos e 03 (três) suplentes. Art. 13º - Compete ao Conselho Fiscal: I - Fiscalizar as disposições deste estatuto e das deliberações da Assembléia Geral. II - Aprovar a cada 12 (doze) meses as prestações de contas da associação ou balancete mensal. Art. 14º - O Conselho Fiscal reunir-se-á ordinariamente uma única vez por mês, e extraordinariamente sempre que necessário. Parágrafo único: A falta do Conselheiro a 3 (três) reuniões consecutivas ou a 6 (seis) intercaladas, sem justa causa, implica em perda de mandato. C A P Í T U L O V DA DIRETORIA Art. 15º - A Diretoria terá a seguinte composição: I - Presidente; II - Vice-Presidente; III 1º Secretário; IV 2º Secretário; V 1º Tesoureiro, VI 2º Tesoureiro VII Diretora Cultural.

3 3 Art. 16º - Compete à Diretoria: I - Dirigir e administrar o Centro, na forma dos preceitos estatutários. II - Ter sob sua guarda, administração e responsabilidade todos os bens da associação, respondendo perante os poderes constituídos. III - Prover os meios de arrecadação da receita e autorizar a realização de despesas. IV - Apresentar anualmente para apreciação e aprovação do Conselho Fiscal, o relatório de sua gestão e a prestação de contas. V - Autorizar a venda de bens móveis, quando seu uso evidenciar oneroso e improdutivo para o patrimônio da Associação. Art. 17º - A Diretoria reunir-se-á ordinariamente uma única vez por mês e extraordinariamente, sempre que necessário, mediante convocação: I - Do Presidente; II - Por solicitação do Conselho Fiscal, e III - Por solicitação de qualquer um de seus membros. Art. 18º - A Diretoria só poderá reunir-se com a presença da metade mais um de seus membros, considerando-se aprovadas as matérias que obtiverem os votos favoráveis da maioria simples dos presentes. I - Perderá o mandato o membro da Diretoria que faltar a 3 (três) reuniões consecutivas, ou 6 (seis) intercaladas, sem justa causa. II - Nos casos de impedimento por falecimento, a Diretoria convocará Assembléia Geral, que elegerá um substituto para o cargo. C A P Í T U L O V I DO CONSELHO ESPIRITUAL Art. 19º - O Conselho Espiritual será composto de 5 (cinco) membros de maior conhecimento espiritual, escolhidos em Assembléia Geral. Art. 20º - Compete ao Conselho Espiritual: I - O aconselhamento e orientação espiritual aos associados; II - Promover a conciliação entre os associados, quando necessário; III Prestar assistência e orientação aos associados que estiverem encontrando dificuldades em suas práticas espirituais, prestando auxílio e esclarecimentos a eventuais dúvidas, sugerindo à Diretoria a tomada de medidas adequadas. IV Prestar assessoramento à Presidente. Art. 21º - O Conselho Espiritual reunir-se-á de 3 (três) em 3 (três) meses ordinariamente e sempre que necessário, mediante convocação: I - Do Presidente; II - Por solicitação do Conselho Fiscal, e III - Por solicitação de qualquer um de seus membros. C A P Í T U L O V I I DAS ATRIBUIÇÕES Art. 22º - Compete ao Presidente, além das atribuições que decorrem do exercício da função: I - Administrar e representar a Associação, ativa e passivamente, judicial e extrajudicial, podendo constituir procuradores e advogados com mandato específico, observados os limites de suas atribuições. II - Convocar e presidir as reuniões da Assembléia Geral e da Diretoria, mandando executar suas decisões.

4 4 III - Manter a ordem das sessões, advertindo ao orador quando necessário. IV - Conceder licença ao Conselheiro, ouvindo, se julgar necessário, o plenário. V - Dar posse aos membros da Diretoria, do Conselho Fiscal e do Conselho Espiritual. VI - Assinar com o Secretário as atas, podendo vetar a inclusão de expressões e conceitos inconvenientes. VII - Autorizar pagamento de despesas, assinando com o Tesoureiro os cheques e a- presentando mensalmente relatório de despesas e receitas para parecer do Conselho Fiscal. VIII - Cumprir e fazer cumprir o presente estatuto e a deliberações da associação, tomando as providências necessárias à sua fiel execução. IX - Zelar pelos interesses da associação. X Autorizar a abertura ou encerramento de filiais ou representações de que trata o artigo 2º, mediante a lavratura de Termo de Criação e Autorização de Funcionamento e, nomear ou destituir seus representantes, mediante a lavratura de Ato de Nomeação ou Destituição. Parágrafo único: Ao Vice-Presidente compete substituir o Presidente em suas faltas ou impedimentos e auxiliá-lo diretamente em suas funções. Art. 23º - Compete ao 1º Secretário, além das atribuições que decorrem do exercício de sua função: I - Fazer a chamada nominal dos associados nas sessões da associação. II - Lavrar as atas, anotando todas as ocorrências nela havidas, assinando-as com o Presidente. III - Ler as atas das sessões anteriores, para aprovação ou emendas. IV - Redigir as correspondências da associação e manter arquivos atualizados. V - Ter sob sua guarda o livro das atas, pastas de correspondências, livros de registros dos associados e arquivos da associação. VI - Apresentar à Presidente a cada semestre o relatório do movimento da Secretaria. Parágrafo único: Ao 2º Secretário compete substituir o 1º Secretário em suas faltas ou impedimentos, e ainda, auxiliá-lo em suas funções. Art. 24º - Compete ao 1º Tesoureiro, além das atribuições que decorrem do exercício da função: I - Ter sob sua guarda e responsabilidade os valores da associação, e manter devidamente escriturado o movimento financeiro. II - Passar o recibo de todas as importâncias recebidas pelo caixa, pela a associação, bem como apresentar comprovantes das despesas realizadas. III - Apresentar balancete mensal e anual à Diretoria e ao Conselho Fiscal. IV - Assinar conjuntamente com o Presidente os cheques e os pagamentos a serem efetuados. V - Depositar em nome da associação, em estabelecimento bancário indicado pela Diretoria, as importâncias arrecadadas. VI - Providenciar a cobrança das mensalidades dos associados, advertindo os que estiverem em atraso. VII - Receber donativos e subvenções atribuídas à associação. Parágrafo único: Ao 2º Tesoureiro compete substituir o 1º Tesoureiro em suas faltas ou impedimentos e auxiliá-lo diretamente em sua função. Art. 25º - Compete a Diretora Cultural, além das atribuições que decorrem do exercício da função: I Ter sob sua guarda e responsabilidade todo o material destinado à memória do Patrimônio Histórico e Cultural da Associação, como arquivos, fotos, vídeos, gravações, reportagens, manuscritos e trabalhos objeto de pesquisas para apresentação de teses de mestrado e doutorado;

5 5 II Desenvolver ações com vistas à manutenção e conservação do Patrimônio Histórico e Cultural da Associação, buscando parcerias junto aos órgãos de cultura; C A P Í T U L O V I I I DOS ASSOCIADOS Art. 26º - Poderão ser admitidos como associados todos os cidadãos, de qualquer nacionalidade, maiores de 18 anos, que pratiquem a espiritualidade de qualquer denominação, aceitos pela diretoria e que estejam de acordo com este Estatuto. Parágrafo único: Os associados não responderão diretamente e nem subsidiariamente pelas obrigações da associação. Art. 27º - Terão a associação as seguintes categorias de associados: I - Fundadores: São os associados que participaram da Assembléia Geral de fundação da associação. II - Efetivos: São aqueles admitidos como associado em caráter permanente, observadas as disposições estatutárias. III - Beneméritos: São aqueles que por proposta da Diretoria, são assim considerados, por terem prestado relevantes serviços à associação ou houverem contribuído com a doação de bens. Art. 28º - São direitos dos associados: I - Votar e serem votados. II - Gozar dos benefícios prestados pela associação. III - Solicitar a convocação dos poderes da associação. IV - Participar das reuniões da Diretoria, podendo propor, discutir e apresentar sugestões, todavia, sem direito a voto. a) - só poderão exercer os seus direitos os associados devidamente quites. b) - os direitos constantes nos itens I e III deste artigo, não se aplicam aos associados beneméritos. Art. 29º - São deveres dos associados: I - Comparecer às assembléias gerais e acatar suas decisões. II - Votar nas eleições da associação e atender as convocações da Diretoria. III - Efetuar com zelo, probidade e dedicação os cargos para os quais tenham sido e- leitos ou designados. IV - Acatar e cumprir o estatuto, as determinações da Diretoria e as deliberações do Conselho Fiscal. V Pagar, com pontualidade, as mensalidades atribuídas pela Diretoria. Parágrafo único: Os deveres mencionados nos itens I, II, III, IV e V deste artigo, não se aplicam à categoria de beneméritos. C A P Í T U L O I X DAS PENALIDADES Art. 30º - Serão aplicadas as seguintes punições aos associados: I - Advertência, no caso de falta primária. II Suspensão, III Exclusão: a) - Quando solicitar espontaneamente, por escrito ou verbalmente nas sessões e assembléia geral. b) - Por decisão da Diretoria, quando não cumprirem o estatuto ou deveres e regulamentos impostos.

6 6 c) - quando agirem de má fé ou cometerem falta grave contra o Patrimônio Histórico e Cultural, moral, material e espiritual da Associação, ou quando se constituírem nocivos à entidade e a comunidade. d) - Por prática de atos de atentados à moral e aos bons costumes. C A P Í T U L O X DAS ELEIÇÕES Art. 31º - Os mandatos eletivos serão quadrienais, permitido a reeleição. Art. 32º - As eleições serão realizadas na primeira quinzena do mês de março, mediante convocação feita por edital que será afixado na sede do Centro, com antecedência mínima de 5 (cinco) dias. Art. 33º - A votação será procedida em escrutínio secreto, mediante cédulas rubricadas pelo Presidente e pelo representante do Conselho Fiscal. Art. 34º - Terminada a votação, será procedida imediatamente à apuração do pleito. Art. 35º - Conhecida à apuração, dar-se ciência oficial do resultado das eleições, proclamando-se os nomes dos eleitos. Art. 36º - Os eleitos serão empossados pelo Presidente, simultaneamente à proclamação do resultado. Art. 37º - Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho Fiscal. C A P Í T U L O X I DO PATRIMÔNIO Art. 38º - O patrimônio da associação será constituído de donativos, ofertas e auxílios, bem como aqueles adquiridos em festejos e campanhas. Parágrafo único: Toda a renda, recursos e eventual resultado operacional na manutenção e desenvolvimento dos objetivos institucionais, serão aplicados integralmente no território Nacional. Art. 39º - A receita será constituída de: I - contribuição dos associados. II - Donativos, legados, subvenções ou a de qualquer espécie. III - Rendas provenientes de outras atividades. IV - Outras rendas. Parágrafo Único: A aquisição ou venda de bens imóveis pela associação, só poderá ser realizada mediante aprovação da maioria de seus membros, reunidos em Assembléia Geral. Art. 40º - No caso de dissolução da associação, seu patrimônio será transferido para entidades de fins idênticos ou aplicado em benefícios sociais. Parágrafo único: A Associação Centro Espírita Obras de Caridade Príncipe Espadarte, somente poderá ser dissolvida mediante a aprovação da maioria de seus membros, em Assembléia Geral, convocada para esse fim. C A P Í T U L O X I I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

7 7 Art. 41º - O presente estatuto será reformável no todo ou em parte, sempre que a prática mostre essa necessidade, mediante proposta, estudada e aprovada por 2/3 (dois terços) dos associados. Art. 42º - Os cargos constantes nos itens do Art. 15º serão exercidos gratuitamente. Art. 43º - A associação terá sua sede na Comarca de Rio Branco, capital do Estado do Acre. Art. 44º - Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria. Art. 45º - O presente estatuto entrará em vigor, na data de seu registro no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas. Rio Branco (AC),

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