ESTUDO DE FACHADAS AV. PRESIDENTE VARGAS 62, CENTRO

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1 ESTUDO DE FACHADAS AV. PRESIDENTE VARGAS 62, CENTRO

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3 ESTUDO DE FACHADAS AV. PRESIDENTE VARGAS 62, CENTRO Índice INTRODUÇÃO 5 1. LOCALIZAÇÃO 7 2. CONTEXTO URBANO 8 3. CONTEXTO ARQUITETÔNICO PROPOSTA DE INTERVENÇÃO 22 Processo: / Data: 26/06/2013

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5 Candelária 62 5 INTRODUÇÃO Este documento tem como objetivo apresentar as novas fachadas propostas para o Edifício Candelária 62 - sito à Avenida Presidente Vargas, 62, centro da cidade do Rio de Janeiro destacando os aspectos pertinentes à preservação do patrimônio cultural e arquitetônico do edifício e da sua ambiência urbana, na qual prevalece uma diversidade arquitetônica em um contexto de projeto de alinhamento diferenciado em relação aos demais setores desta Avenida. Nela convivem, lado a lado, projetos filiados à arquitetura moderna, como o Banco Boavista (Praça Pio X, Oscar Niemeyer, 1946), o Banco Aliança (Praça Pio X, 99 - Lucio Costa, 1956); à arquitetura contemporânea, como o Banco Safra (Paulo Casé, 1983); e à arquitetura clássica de edifício de escritórios das décadas de 1940 e 1950, como o Candelária 62 (Avenida Presidente Vargas, 62 - Escritório Ramos de Azevedo, 1954), o Edifício da PreviRio (Praça Pio X, 54), entre outros. Construídos, em sua maioria, há mais de cinquenta anos, estes edifícios coorporativos demandam atualmente, com a revitalização econômica da cidade, uma atualização nas suas instalações para que não ingressem em um processo de obsolescência. Atendendo a demanda formulada pelo IPHAN, no intuito da manutenção da fachada deste edifício, a RRA vem então apresentar novo estudo, compatibilizando os critérios de preservação e conservação das características arquitetônicas e estilísticas do bem cultural de maneira articulada aos conceitos de sustentabilidade atualmente adotados para os edifícios corporativos multiusuários. Destacamos como principais pontos do nosso partido: 1. A adoção do princípio da intervenção mínima, segundo o qual, toda a intervenção em bem cultural deverá ser orientada pelo respeito aos valores estéticos e históricos do mesmo, à sua integridade física e ao seu aspecto documental; 2. A identificação dos elementos que conferem autenticidade ao edifício, a partir da análise dos documentos de aprovação do projeto original, adotando materiais e técnicas construtivas que possuam características e comportamentos semelhantes aos originais de acordo com as técnicas de nossa época, como recomendam as Cartas Patrimoniais, e retirando os anexos espúrios que prejudicam sua legibilidade; 3. O respeito ao protagonismo da Igreja da Candelária em torno da qual se organiza a ambiência urbana do Edifício Candelária 62; 4. A compreensão da cor e dos materiais de fachada como elementos compositivos da ambiência urbana tanto quanto do edifício. A intervenção nas fachadas do Edifício Candelária 62 não altera o bem cultural em sua substância, mas constituise em um ato de respeito à materialidade da edificação, em seus aspectos documentais e formais, feito no tempo presente com técnicas e materiais compatíveis e não nocivas ao bem, como recomenda a Carta de Veneza (1964). Apresentamos aqui as análises dos contextos urbano e arquitetônico e da edificação que subsidiaram a proposta de intervenção nas fachadas do Edifício Candelária 62.

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7 Candelária 62 7 LOCALIZACÃO N Av. Presidente Vargas 62 IGREJA DA CANDELÁRIA AV. PRESIDENTE VARGAS R. PRIMEIRO DE MARÇO METRO URUGUAIANA AV. RIO BRANCO PRAÇA XV DE NOVEMBRO Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim 17.9 km Rodoviária Novo Rio 4.6 km Aeroporto Santos Dumont 2.6 km Metrô Uruguaiana 500 m

8 8 Candelária 62 CONTEXTO URBANO O Edifício Candelária 62 está localizado na área de envoltória da Igreja da Candelária, bem tombado nacional, um dos principais monumentos históricos religiosos do período colonial na cidade. A Igreja da Candelária (1811) é o patrimônio cultural edificado mais antigo do trecho inicial da Avenida Presidente Vargas. Outras duas edificações, localizadas entre a Igreja e a Baía, complementam um setor mais antigo da avenida. São elas, a Casa França-Brasil (1820), originalmente Praça de Comércio, projeto de Grandjean de Montigny também de inspiração neoclássica e o Centro Cultural do Banco do Brasil instalado em um edifício inaugurado em Com a abertura da Avenida Presidente Vargas, em 1944, foram demolidas as quadras entre a Baía de Guanabara e a Igreja da Candelária e retiradas as edificações coladas à esta igreja, voltada para a orla, ganhou destaque após esta intervenção urbana. Fig. 1 - Trecho inicial da Avenida Presidente Vargas. Vista frontal da Igreja da Candelária ladeada pelos edifícios do Centro Cultural Banco do Brasil e Casa França-Brasil, à esquerda, e Edifício Presidente Vargas 62, à direita.

9 Candelária 62 9 ABERTURA DA AVENIDA PRESIDENTE VARGAS Lote vazio da Av. Presidente Vargas Antigo armazém da Alfândega Fig. 2 - Projeto de Alongamento da Avenida do Mangue. Fig. 3 - Abertura da Avenida Presidente Vargas, em Foto aérea da abertura da Avenida Presidente Vargas, com a Igreja da Candelária coroando este trecho. Observa-se o lote do edifício Candelária 62 ainda vazio e a quadra lateral ainda ocupada pelo antigo armazém da Alfândega. Fig. 4 - Av. Perimetral. Fotografias atuais da Av. Perimetral, sem o antigo armazém da Alfândega. Av. Presidente Vargas, 62 Espaço do antigo armazém da Alfândega

10 10 Candelária 62 A ambiência urbana organizada no entorno da Igreja da Candelária apresenta uma morfologia característica da abertura da Avenida Presidente Vargas, em De acordo com o projeto de alinhamento traçado para esta intervenção, todas as quadras edificadas teriam 22 pavimentos, excetos aquelas que ladeavam a Igreja da Candelária que teriam o gabarito rebaixado para 12 pavimentos, reforçando sua monumentalidade. Fig. 5 - Gabarito da quadra do PV62.

11 Candelária Fig. 6 - Ambiência Urbana da Candelária.

12 12 Candelária Fig. 7 - Fachadas da Av. Presidente Vargas - Norte Ao longo dos quinze anos seguintes as quadras entorno da Candelária foram recebendo edificações nas quais predominavam os princípios básicos da arquitetura moderna como a Sede do Banco Boavista (1946) (3), projeto de Oscar Niemeyer, ou a Sede do Banco Aliança (1960) (4), atual Banco Itaúsa, projeto de Lúcio Costa, ambos na Praça Pio X. Nestes edifícios, construídos após a abertura da avenida, predomina o uso corporativo na lâmina com térreo destinado a uso de comercio e serviços.

13 Candelária Fig. 8 - Fachadas da Av. Presidente Vargas - Sul O Edifício Candelária 62 (17), projetado pelo Escritório Ramos de Azevedo, Severo e Villares (1954), um exemplo de arquitetura estadonovista, optou por um esquema clássico voltado para edifícios de escritórios tal como no Edifício Matarazzo (1940), projetada pelo mesmo escritório ou no Edifício Nazaré, obra Jacques Pillon, ambos em São Paulo.

14 14 Candelária 62 Fig. 9 - Centro Cultural Banco do Brasil Neste contexto, o Edifício Candelária 62 define uma linha invisível de fechamento de quadra com o edifício do Centro Cultural Banco do Brasil. Embora tenha cinqüenta anos e seis pavimentos de diferença entre as duas construções ambas fazem uso de um repertório clássico com embasamento em pedra, trecho intermediário, correspondente ao plano nobre e coroamento no qual o ritmo das fenestrações é subordinado ao conjunto definido por estes elementos. É possível considerar que a morfologia das duas edificações estabelece com a Igreja da Candelária uma relação que se aproxima mais da reciprocidade, enquanto que a das edificações da arquitetura moderna e contemporânea se aproximaria mais do contraste. A diversidade e individualidade das edificações estabelece, em seu conjunto, uma morfologia urbana de reverência em relação à monumentalidade da Igreja da Candelária.

15 Candelária Fig Edifício Candelária 62

16 16 Candelária 62 CONTEXTO ARQUITETÔNICO Fig.11 - Edifício Candelária 62. Detalhe das esquadrias e da cobertura em vidro sobre a aresta em semicírculo, no ângulo da Avenida Presidente Vargas com a Rua Visconde de Itaboraí.

17 Candelária Projeto original e proposta de intervenção O Edifício Candelária 62 foi projetado pelo Escritório Técnico Ramos de Azevedo, Severo e Villares, em Fundado por Ramos de Azevedo, em São Paulo, e que imprimira uma marca característica à São Paulo no inicio do seu processo de urbanização, nos primórdios do século XX, e mesmo no Rio de Janeiro com a construção do Estádio São Januário (1926), projeto de seu sócio Ricardo Severo, passou por algumas reconfigurações após a morte do seu titular, em Inicialmente, Ricardo Severo e seu sobrinho e genro, Arnaldo Villares ficaram a frente do mesmo. A partir de 1940 Villares passa a capitanear este escritório pelo qual passaram importantes nomes da arquitetura brasileira como Flávio de Carvalho, Luis Saia e Zanine Caldas, entre outros. O projeto do Edifício Candelária 62 é, portanto, deste terceiro período do Escritório Ramos de Azevedo. No projeto atual, o mármore do embasamento do prisma edificado, assim como as pastilhas do trecho intermediário, os frisos, gradis e demais elementos integrados das fachadas do Edifício Candelária 62, constantes do projeto de aprovação original, serão recuperado e mantidos de acordo com técnicas compatíveis e não nocivas à integridade da edificação. As esquadrias, no entanto, deverão ser revistas. Analisando as plantas de aprovação originais do edifício observa-se que não constava do projeto a pequena cobertura existente em vidro sobre a aresta em semicírculo projetada para o angulo da Avenida Presidente Vargas com a Rua Visconde de Itaboraí. Considerando o padrão de simetria adotado no PAA para as arestas desta quadra, como para a quadra seguinte, dominada por uma edificação da arquitetura moderna, optou-se por retirar esta cobertura mantendo a simetria com a outra aresta da quadra, com a Rua da Candelária. A análise das plantas originais não nos informam sobre a cor do vidro, se este seria verde, como o existente, transparente, como muitos dos edifícios desta ambiência urbana, ou mais escuro, como a opção adotada pelas edificações modernistas deste lado da Avenida (as do outro lado, receberam brises devido à insolação). Da mesma forma, não há nenhuma referência à anodização na cor cobre das esquadrias que se observa atualmente nas fachadas do Edifício Candelária 62. Nas plantas de modificação, de 1961, também não constam referências às esquadrias como elementos que se distinguiriam por sua moldura ou coloração do vidro. Neste sentido, considerando que: a) há indícios de que estes não sejam elementos originais; b) não dialogam com as demais edificações da área ou com a Igreja da Candelária, a qual estas prestam uma delicada reverência; c) e a importância da qualidade dos ambientes internos da edificação; d) o uso das cores em edificações que integram uma ambiência urbana protegida deve atender a critérios de autenticidade em relação ao projeto original, mas, também, de articulação com os elementos arquitetônicos do entorno imediato com os quais dialoga. Optou-se por: Esquadrias com molduras brancas como as das edificações adjacentes e, mesmo, a do Centro Cultural Banco do Brasil; Vidros transparentes insulados que mantém o dialogo com as edificações do entorno e proporcionam um valioso conforto termoacústico para os ambientes internos do Edifício Candelária 62 nas quais seus usuários estarão durante o dia; O uso das cores em uma edificação não tombada que integra uma ambiência urbana protegida deve atender a critérios de autenticidade em relação ao projeto original, mas, também, e, sobretudo, de articulação com os elementos arquitetônicos do entorno imediato com os quais dialoga. Neste sentido é que submetemos a vossa apreciação a nova proposta para as fachadas do Edifício Candelária 62.

18 18 Candelária 62 Fig PAA Simetria entre as arestas da quadra. C62

19 Candelária Fig. 13 e 14 - Esquinas Candelária 62, 64, 66. Simetrias. Cobertura da aresta recuada arredondada da Candelária 62, elemento espúrio

20 20 Candelária 62 Fig Projeto original de 1954, do escritório Ramos de Azevedo. Fachada Leste.

21 Candelária Fig. 16 e 17 - Projeto original de 1954, do escritório Ramos de Azevedo. Planta de Situação e Planta do 2 o Pavimento. Fig. 18 e 19 - Projeto original de 1954, do escritório Ramos de Azevedo. Planta 12 o Pavimento e Planta da Cobertura.

22 22 Candelária 62 PROPOSTA DE INTERVENÇÃO 4.1 Situação atual Vidro verde Alumínio anodizado tipo cobre Pastilha 2x2 Mescla branco / cinza Pilar em granito cinza apicoado Granito avermelhado Granito avermelhado

23 Candelária Proposta de Intervenção Vidro transparente Esquadrias em alumínio anodizado Pastilha 2x2 Mescla branco / cinza Pilar em granito cinza apicoado Granito avermelhado Granito avermelhado

24 24 Candelária Fachada Leste - Projeto original e situação atual Projeto original Vidro verde Alumínio anodizado tipo cobre Pastilha 2x2 Mescla branco / cinza Pilar em granito cinza apicoado Granito avermelhado Situação atual

25 Candelária Fachada Leste - Proposta de intervenção Vidro transparente Esquadrias em alumínio anodizado Pastilha 2x2 Mescla branco / cinza Pilar em granito cinza apicoado Granito avermelhado

26 26 Candelária Fachada Sul - Projeto original e situação atual Projeto original Vidro verde Alumínio anodizado tipo cobre Pastilha 2x2 Mescla branco / cinza Granito avermelhado Pilar em granito cinza apicoado Situação atual

27 Candelária Fachada Sul - Proposta de Intervenção Vidro transparente Esquadrias em alumínio anodizado Pastilha 2x2 Mescla branco / cinza Pilar em granito cinza apicoado Granito avermelhado

28 Junho 2013 Ref. 254-PL-IPH-MD-002-R01

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30 T +55 (21) E Junho 2013 Ref. 254-PL-IPH-MD-002-R01

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