Alcantaro Corrêa Presidente da FIESC. Sérgio Roberto Arruda Diretor Regional do SENAI/SC

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1 CONSTRUÇ Ã O CIVIL

2 Alcantaro Corrêa Presidente da FIESC Sérgio Roberto Arruda Diretor Regional do SENAI/SC Antônio José Carradore Diretor de Educação e Tecnologia do SENAI/SC Marco Antônio Dociatti Diretor de Desenvolvimento Organizacional do SENAI/SC

3 FIESC SENAI Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de Santa Catarina Florianópolis 2004

4 Não pode ser reproduzido, por qualquer meio, sem autorização por escrito do SENAI DR/SC. Equipe Técnica: Organizadores: Valdir Damião Maffezzolli Coordenação: Adriano Fernandes Cardoso Osvair Almeida Matos Roberto Rodrigues de Menezes Junior Produção Gráfica: César Augusto Lopes Júnior Capa: César Augusto Lopes Júnior Solicitação de Apostilas: S474e SENAI. SC. Construção Civil. Florianópolis: SENAI/SC, p. 1. Construção Civil. 2. Obra. 3. Concreto. I. Título. CDU: 624 Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de Santa Catarina Rodovia Admar Gonzaga, 2765 Itacorubi. CEP Florianópolis - SC Fone: (048) Fax: (048)

5 ... SUMÁRIO TUApresentaçãoUT... 7 TU1 Noções de TopografiaUT TU1.1 A necessidade e a utilidade da topografiaut TU1.2 Levantamento topográficout TU1.3 Medidas de distância e de ângulout TU1.4 Medições a trenaut TU1.5 Levantamento por medidas lineares (planimetria)ut TU1.6 Curvas de nível - Noções geraisut TU1.7 Declividade, perfil, relevout TU1.8 Noções de unidades de medidaut TU2 Programação, Acompanhamento e Controle da ObraUT TU2.1 Algumas considerações sobre a Legislação TrabalhistaUT TU2.2 Direção e Vigilância da ObraUT TU3 Preparação do Canteiro de ObrasUT TU3.1 GeneralidadesUT TU3.2 Situação do canteirout TU3.3 Os prazos de execuçãout TU3.4 Influência dos materiais e das técnicas a empregar UT TU3.5 Instalações de canteirout TU4 Os ConcretosUT TU4.1 Propriedades do concreto frescout TU4.2 Propriedades do concreto endurecidout TU4.3 Dosagem dos concretosut TU4.4 Variação das propriedades fundamentais do concreto endurecido, com o fator água/cimento.ut TU4.5 Métodos empregados na dosagem racionalut TU4.6 Produção dos concretosut TU4.7 DesformaUT TU4.8 Os CimentosUT TU4.9 Os agregadosut TU4.10 A água de amassamentou T 38 TU4.11 Aditivos para concretout TU5 As ArgamassasUT TU5.1 Trabalhabilidade das argamassasut TU5.2 Traço da argamassaut TU6 Os Aços para Construção em Concreto ArmadoUT TU6.1 Siglas e padronizaçõesut TU6.2 Aços com saliências ou "mossas"ut TU6.3 Aços recozidosut TU7 As EstruturasUT TU8 As Infra-EstruturasUT TU8.1 Tipos de fundaçõesut TU8.2 Efeito da SubpressãoUT TU9 As Supra-EstruturasUT TU9.1 Funcionamento das estruturas - GeneralidadesUT TU9.2 Denominação dos elementos estruturais, conforme suas solicitações.ut TU9.3 Os materiais usados em estruturasut TU9.4 As estruturas de concreto armadout TU9.5 As fôrmas e seu escoramentout TU9.6 As armadurasut TU9.7 As estruturas metálicasut

6 TU9.8 As estruturas de concreto protendidout TU9.9 As estruturas de madeiraut TU10 As Alvenarias e Outras DivisóriasUT TU11 Esquadrias, Acessórios e Vidros.UT TU11.1 As portas - suas guarniçõesut TU11.2 As janelasut TU11.3 VidrosUT TU12 Soleiras E PeitorisUT TU13 Revestimentos de ParedesUT TU13.1 Emboço (massa grossa)ut TU13.2 Reboco (massa fina)ut TU13.3 Revestimentos com mármores e granitos polidosut TU13.4 Revestimentos monolíticos (marmorite e granilite) sem polirut TU13.5 Massas com resinas e areias quartzíticas ou mármores moídosut TU13.6 Revestimentos com litocerâmicasut TU13.7 Revestimentos com azulejosut TU13.8 Revestimento com papel de paredeut TU13.9 Lambris de madeira ou PVCUT TU13.10 Revestimentos com laminados plásticos melamínicosut TU13.11 Revestimento com pastilhasut TU14 Revestimentos de TetosUT TU15 Pisos e PavimentaçõesUT TU15.1 Lastro de concreto magro ou concreto de baseut TU15.2 Camadas niveladoras ou contrapisos UT TU15.3 Pisos cimentadosut TU15.4 Pisos de borrachaut TU15.5 Pisos laminadosut TU15.6 Pisos vinílicosut TU15.7 Carpetes e forraçõesut TU15.8 Pavimentos de madeiraut TU15.10 Pavimentação com placas pré-moldadas de concretout TU15.11 Mármores e granitos polidosut TU15.12 Pedras naturais sem polimentout TU15.13 Pisos cerâmicos e lajotasut TU16 Coberturas e TelhadosUT TU16.1 Inclinação de um telhado - Ponto UT TU16.2 Escoamento das águas pluviais dos telhadosut TU17 ImpermeabilizaçõesUT TU17.1 O que devemos impermeabilizarut TU17.2 O que usarut TU18 Isolamentos Térmicos e AcústicosUT TU19 Instalações Elétricas e Telefônicas PrediaisUT TU20 Instalações Hidráulicas PrediaisUT TU21 Instalações EspeciaisUT TU21.1 Sistemas Preventivos e de Combate a IncêndioUT TU21.2 Pára-raiosUT TU21.3 Instalações de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)UT TU21.4 ElevadoresUT TU22 PinturasUT TU22.1 Funções específicas das pinturasut TU22.2 Preparação das superfícies Considerações geraisut TU22.3 Qualidade das tintasut TU22.4 Principais problemas em pinturas na construção civilut TU23 Arremates Finais da ObraUT TUReferências BibliográficasUT

7 Construção, construção civil ou indústria da construção, é a atividade econômica que tem por objetivo a execução de obras de arquitetura e/ou engenharia, utilizando, principalmente, produtos intermediários e produtos finais originados de outros segmentos (setores) da economia. Diferentemente das atividades fabris, próprias da indústria manufatureira ou de transformação, na qual as matérias-primas, por meio de processos químicos ou mecânicos, são convertidas em produtos novos, as atividades construtivas ocupam-se, predominantemente, de operações de montagem e adaptação de produtos acabados ou semiacabados. O desenvolvimento da indústria da construção tem grande repercussão sobre todos ou quase todos os setores da economia de um país. Numerosas indústrias a suprem e, ao mesmo tempo, dela dependem para sua expansão. É extremamente importante o papel que lhe está reservado nas economias regionais ou nacionais; de uma parte como fonte de emprego e vastos efetivos de mão-de-obra, notadamente de trabalhadores não especializados; de outra parte, como grande consumidora de enorme variedade de mercadorias produzidas sob os mais diferentes níveis tecnológicos (argila, areia, pedras, cal, tijolos, telhas, madeiras, esquadrias, cimento, ferro e aços laminados, estruturas metálicas, esquadrias de alumínio, azulejos, ladrilhos cerâmicos, louça sanitária, asfalto, etc...). Os investimentos na indústria da construção, considerando-se os três setores em que se subdivide construções residenciais, construções não-residenciais e obras públicas de infraestrutura representam parte substancial na formação bruta de capital fixo, tanto nos países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento (entre 40% e 70%). Sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) também é considerável. Como fonte de emprego, característica que em grande parte decorre da utilização de processos extensivos de trabalho, a indústria da construção se destaca pela capacidade de absorver mão-de-obra numerosa. Os maiores contingentes de pessoas ocupadas nessa atividade acham-se nos seguintes países: Japão, EUA, Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Espanha. A extinta URSS, até alguns anos atrás, era a maior absorvedora dessa mão-de-obra, porém com as alterações econômicas havidas lá recentemente, o quadro se modificou consideravelmente. Histórico A construção como arte o como atividade econômica representou, sempre, parte importante do esforço do homem, em todas as épocas. As antigas civilizações egípcias e babilônicas já conheciam as técnicas de carpintaria, de alvenaria, do emboço e outras do ramo. Os templos de mármore gregos, as vias (avenidas ou ruas antigas), as calçadas, os aquedutos, os templos e teatros romanos, as pirâmides egípcias, a grande muralha chinesa, os templos maias, são expressões de antigas atividades de construção civil. No Ocidente, os edifícios e as técnicas sofreram sensível retrocesso, a partir da queda do Império Romano até o século X. Na Idade Média, o homem concentrou seus esforços na construção de igrejas, catedrais, conventos e castelos. Destaca-se então a construção de catedrais, por exigir uma completa organização, desde a mão-de-obra especializada até a criação de novas técnicas, transporte de materiais e abundância de operários. Alguns desses monumentos só foram concluídos, dada a sua grandeza, após várias gerações. 7

8 Nos tempos atuais, os fatores estimulantes do desenvolvimento da construção civil foram o aumento da população urbana, que determinou o surgimento das cidades modernas, e também o crescimento da indústria. Os canais e estradas que o transporte reclamava, a partir da Revolução Industrial (1760), foram abertos, multiplicando e transformando a atividade de construção. Datam de então, na Europa, as empresas imobiliárias hoje espalhadas pelo mundo e dedicadas à construção de edifícios e, ao mesmo tempo, o empreiteiro de obras, como figura central do ramo de construção de rodovias e ferrovias. A indústria da construção civil congrega uma grande variedade de empresas, que se diferenciam tanto pelo porte como pela atividade que desempenham. Uma análise genérica permite considerar nessa indústria dois grandes setores: o imobiliário e o de infraestrutura e engenharia pesada. Para fins de análise econômica, costuma-se decompor a indústria da construção civil em cinco grandes segmentos: vias de transporte, obras hidráulicas, edificações, obras e serviços especiais e outras obras. O comportamento da indústria de construção civil é um dos indicadores do desempenho macro-econômico, virtude do grande número de empresas que atuam nessa área e do grande contingente de mão-de-obra que ela emprega. Além disso, estão indiretamente ligadas a essa indústria as empresas fornecedoras de material (cimento, fer- ro, aço, pedra, madeira, alumínio, materiais elétricos e hidráulicos, etc.). No que tange à mão-de-obra, costuma-se considerar como engajadas nessa indústria as seguintes categorias profissionais: engenheiro, encarregado geral, técnico em edificações, apontador, topógrafo, almoxarife, vigia, pedreiro, carpinteiro, armador, pintor, encanador, eletricista, pastilheiro, telhadista, servente, etc. dentre outros. Antes de se iniciar qualquer construção é necessário tomar uma série de decisões, como escolha do local apropriado, planta da edificação, estudo de viabilidade econômica, e cronograma físico-financeiro. Todos esses elementos são importantes e nenhum pode ser considerado isoladamente. Um dos pontos cruciais antes de se decidir à construção é saber a que uso se destina. No caso do setor imobiliário, quando se tratam de unidades residenciais, a decisão é mais fácil. Mas no caso de edifícios co- merciais e lojas de departamentos, supermercados, etc., em geral há necessidade de prévios estudos de mercado. Em seguida procura-se determinar qual será a utilização geral do prédio e a utilização particular de cada uma de suas áreas. No caso de gran- des centros comerciais, por exemplo, há áreas destinadas às lojas, áreas de circula- ção, estacionamento, segurança, etc. Da mesma forma, um projeto de escola deve considerar o mercado potencial de alunos e as diversas áreas segundo sua ocupação: salas de aula, ginásio, biblioteca, cantina, etc. A localização do imóvel é também da maior relevância. Nesse particular devem ser considerados; o preço do terreno, as taxas que incidirão sobre o imóvel imposto predial, taxa de lixo, de incêndio, etc. disponibilidade de recursos próximos, abastecimento de água, luz elétrica, esgotos, facilidade de transporte, zoneamento, e proximidade do mercado, em casos de edifícios comerciais. À medida que se levantam esses dados, vão surgindo também as vantagens e desvantagens da localização, que, avaliadas, indicarão qual a localização mais indicada, dentre as que estão em estudo. A finalidade do projeto de arquitetura é de dar a melhor solução possível dento dos limites do orçamento da construção. Nesse aspecto consideram-se a relação entre a área do terreno e a da construção, e a relação entre ocupantes e área construída. Consideram-se também as restrições de zoneamento. Geralmente o regulamento de zoneamento prescreve qual a ocupação do imóvel em cada zona: residencial, comercial ou industrial. Dessa forma controla-se a ocupação do solo e a densidade da população. Todos esses regulamentos devem ser levados em conta pelo arquiteto. 8

9 Em seguida é definida a planta geral e as plantas setoriais, nas quais se descreve e ilustra o lugar, os materiais a serem usados, a estrutura, o equipamento mecânico e até mesmo a mobília. Aqui consideram-se os materiais estruturais madeira, aço ou concreto a localização e a capacidade do sistema de ar condicionado, os elevadores e as escadas rolantes, a iluminação, os encanamentos, o sistema de abastecimento de gás, o sistema acústico e as cores mais indicadas para as pinturas. Traçadas essas linhas mais gerais é preciso chegar a especificações mais precisas quanto à qualidade e quantidade de material, as dimensões de cada área, o acabamento das paredes e do teto, as portas e janelas, os pontos de luz e os equipamentos de cozinha, banheiro, etc. Essas especificações são incorporadas ao contrato de construção, entre outras razões porque facilita a contratação de serviços a terceiros, como é o caso da instalação de equipamentos especiais. Uma vez assinado o contrato, ini- ciase a construção, dentro de um cronograma de obra e de custos. Uma das primeiras fases da construção é a preparação da documentação necessária e dos contratos entre as várias partes, a fim de garantir a conclusão da obra. A utilização dos materiais apropriados ao tipo de construção considerando-se as especificações técnicas do projeto e o orçamento disponível é de capital importância. Deve-se, sempre, assegurar a longevidade da construção. 9

10 Topografia é a descrição minuciosa de um local: É a arte de representar no papel a configuração de uma porção (parte) do terreno com todos os acidentes e objetos que se achem à sua superfície.! Para estudos de implantação de edifícios, estradas, pontes, viadutos, túneis, portos, aeroportos, etc; Para projetos de obras; Para orçamentos de obras; Para implantação e execução das obras. "#$% &! É o conjunto de operações de medida de distâncias, ângulos e alturas, necessárias à preparação de uma planta topográfica. Esses levantamentos podem ser: Expeditos - Sem grande precisão, para estudos e anteprojetos; Precisos - Para execução de projetos (com o mínimo de erro). Planimetria é o levantamento topográfico destinado a fornecer as medidas do terreno plano, isto é, a projeção horizontal dos pontos significativos da área levantada. Altimetria (ou hipsometria): Operação de medir as altitudes de pontos de um terreno. A implantação consiste em traçar no terreno, segundo a indicação do plano de conjunto, a situação exata da futura obra, ao passo que por levantamento se entende o lançamento numa planta daquilo que existe no terreno. '()) Distância - Com trena - Com taqueômetro OBS: Taqueômetro é um teodolito dotado de dispositivo óptico para a medição indireta de distância e que, por isso, proporciona maior rapidez nos levantamentos topográficos. Ângulos - Com transferidor - Com clinômetro - Com teodolito Estes instrumentos são denominados "goniômetros". Transferidor - É um instrumento circular ou semicircular, com o limbo dividido em graus, usado para medir ângulos. Clinômetro - É um goniômetro vertical, com que se mede a inclinação do terreno. 10

11 U = U = Teodolito - é um instrumento óptico para medir com precisão ângulos horizontais e verticais. Recebe nomes diferentes, conforme os serviços que permite executar, a seguir indicados: Trânsito: para ângulos horizontais, apenas; Taqueômetro: para medições com uso de mira. *(+, Embora seu uso seja freqüente, a trena ocasiona erros de medição. Os mais comuns são devidos a: Catenária: curvatura em relação à horizontal que a trena determina, principalmente quando se medem grandes distâncias mantendo a trena "afrouxada". Diferença de nível entre os pontos extremos da trena. Desvios dos alinhamentos, mesmo que esses desvios sejam pequenos. Balizas fora de prumo durante as medições Dilatação térmica das trenas de aço Trena de comprimento real diferente do comprimento nominal OBS: Comprimento Nominal é aquele que o fabricante da trena indica nela, e comprimento Real é aquele que efetivamente a trena tem. A seguir, apresentamos alguns exemplos que esclarecem um pouco mais o assunto. Exemplo 1: Usando-se uma trena, medimos a distância AB resultando 101,01m. Depois constatamos que a trena estava com 20,04m em lugar dos 20m exatos. Corrigir a distância medida. Solução: Aplica-se uma "Regra de Três" inversa. 20, ,01 20, X X = U101,01 x 20,04 20,00 101,21 Resposta: A distância real AB é 101,21m Exemplo 2: Uma distância medida com uma trena de 19,94m resultou 83,15m. O comprimento nominal da trena é 20m. Corrigir a distância medida. Solução: Sempre uma "Regra de Três" inversa. 19, ,15 20, X X = U83,15 x 19,94 20,00 82,90 Resposta: a distância corrigida é 82,90 m. 11

12 U = Exemplo 3: A trena que vamos usar mede 19,99m e devemos marcar uma distância de 100m. Se considerarmos que a trena tem 20m, quanto deveremos marcar para termos os 100m? Agora nosso problema não é medir uma distância entre dois pontos e sim marcar um comprimento (como acontece nas locações das obras). Solução: Ainda uma "Regra de Três" inversa. 20, ,00 19, X X = U100,00 x 20,00 19,99 100,05 Resposta: Marcando 100,05 m com a trena errada estaremos marcando os 100m corretos. Exemplo 4: Uma trena de aço mede 30m a 20ºC. Essa trena foi usada para medir distância na obra quando a temperatura era 35ºC. O coeficiente de dilatação térmica do aço da trena é 0,000012/ºC. Qual o erro acumulado em 6 "trenadas"? Solução o to = 20P PC (temperatura inicial) t = 35P o PC (temperatura final) t = t - to = 15P o PC (variação de temperatura) Baço B= 0,000012/P o PC Lo = 30m = 3000cm (comprimento inicial) L =? (variação do comprimento da trena) L = Lo x x t L = 3000 x 0, x 15 L = 0,54cm Em 6 "trenadas" teremos: 6 x 0,54 = 3,24cm Resposta: O erro acumulado em 6 "trenadas" é de 3,24cm. 12

13 -#$% %.% / São três as fases de um levantamento planimétrico: Reconhecimento do terreno; Levantamento de uma figura geométrica (poligonal); Levantamento de detalhes. Figura 1 - Levantamento por medidas lineares (planimetria) No desenho indicado, o levantamento de todos os detalhes é feito com o uso da trena, apenas: Determina-se o alinhamento AB, dividido em partes iguais (10 em 10m, ou 5 em 5m); Para "amarrar" os pontos principais, usam-se triângulos; Para "amarrar" os detalhes que acompanham a linha medida (AB) usam-se perpendiculares tiradas sem aparelhos. OBS: Não esquecer que a perpendicularidade (esquadro) é dada sempre facilmente por um triângulo que mantém a relação 3:4:5 entre seus lados. Vejamos as seguintes figuras. Todas elas são triângulos retângulos e, portanto, nosso "esquadro" é facilmente obtido. Figura 2 - Levantamento por medidas lineares (planimetria) 13

14 01 $2$3+, Para obter o relevo do terreno, avaliam-se as alturas de diversos pontos, marcados arbitrariamente, em relação ao mesmo plano horizontal que será a superfície de comparação. Quando essa superfície é o nível médio dos mares, denomina-se altitude a altura de um ponto a ela relacionado; quando a superfície é estabelecida de modo arbitrário, somente com uma referência, a altura chama-se cota. Aos pontos marcados no terreno, com altitude ou cota conhecida, dá-se o nome de referência de nível ou, abreviadamente, R.N. Conhecidas as cotas de diversos pontos localizados na superfície pode-se interpretar o relevo dessa parte do terreno por meio de linhas convencionais de desenho, as chamadas curvas de nível. Elas representam a projeção em plano horizontal - o do desenho da planta - dos traços de interseção de planos horizontais eqüidistantes que cortam o terreno a ser representado. Essas curvas ligam, assim, pontos da mesma altura, cota ou altitude, e dão a altimetria do terreno que está sendo levantado. Imaginemos, inicialmente, um cone de 40cm de altura apoiado sobre a mesa, como indicado a seguir. A projeção desse cone sobre a mesa é um círculo que corresponde à sua base. Se nós fossemos "serrar, esse cone segundo um plano paralelo à mesa a uma altura de 10cm, teríamos agora dois círculos concêntricos como projeções sobre a mesa. Contorno da base do cone Contorno da base Contorno do corte feito a 10cm de altura Figura 3 - Altimetria 14

15 Repetindo a operação a uma altura de 20cm (10cm + 10cm), teremos as seguintes projeções: Para uma interseção a 30cm (10cm + 10cm + 10cm) de altura obtém-se uma nova configuração: De modo semelhante procede-se nos levantamentos altimétricos dos terrenos. Em vez do plano da mesa e do cone, tem-se um plano qualquer como referência de nível (R.N.) e as saliências e reentrâncias do terreno. As interseções horizontais são feitas, em geral, de metro em metro, e determinam as curvas de nível do terreno. A figura a seguir fornece as curvas de nível de uma área de um terreno. Os números indicados ao lado das linhas representam as cotas, em metro, dos pontos levantados no campo. Figura 4 - Curvas de nível 4$5!5 $ Declividade é o nome que se dá à inclinação do terreno. Se esta for "para cima" em relação a um dado nível de referência, recebe a denominação de aclive, se for "para baixo" em relação a esse mesmo referencial, denomina-se declive. Perfil de um terreno é a linha que representa as declividades do terreno ao longo de um determinado alinhamento. Geralmente, nos trabalhos de topografia, são determinados perfis longitudinais e transversais dos terrenos para melhor compreensão dos relevos. Relevo é o conjunto de saliências e reentrâncias da superfície dos terrenos. 15

16 P P. P (paulista); P (metro 6+,% Para o comprimento, a unidade de medida adotado no Sistema Internacional de Unidades (S.I.) é o m (metro), e consideram-se, ainda, seus múltiplos e submúltiplos, como segue: dam (decâmetro) = 10m; hm (hectômetro) = 100m; km (quilômetro) = 1000m; dm (decímetro) = 0,1m; cm (centímetro) = 0,01m; mm (milímetro) = 0,001m; Em alguns países ainda são usadas outras unidades de medida, e que também têm seu uso difundido entre nós. São elas: Polegada = 2,54cm; Pé = 30,48cm = 12 polegadas; Jarda = 3 pés = 91,22cm; Braça = 2,20m; Milha terrestre = 1.609m; Milha marítima = 1.852m. Para a área o S.I. determina a unidade mp bém, seus múltiplos e submúltiplos: 2 quadrado), e consideramos, tam- damp ;P hmp ;P KmP dmp cmp ;P mmp P; No entanto, ainda é comum entre nós o uso de outras unidades como indicamos a seguir: are = 100mP P; 2 hectare = mP P; 2 alqueire = mP 2 acre = 4.047m 2 P. P; Para os ângulos temos três unidades de medidas: O radiano; O grado; O grau. O radiano é usado na matemática e na física. O grado era adotado nos países de língua espanhola. No Brasil, usamos o grau, em geral. Vamos, pois entender o que ele representa.

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18 U = P corresponde P (inteiros) Uma circunferência é dividida em 360 arcos (partes) iguais. A cada desses arcos corresponde um ângulo que mede 1 (um grau). Portanto, uma circunferência mede 360. Cada grau é dividido em 60 partes iguais que denominamos minutos, e cada minuto é dividido em 60 partes iguais que chamamos segundos. Exemplo 1: Como deve ser lido o ângulo indicado  = 23 35'46"? Lê-se: 23 graus 35 minutos e 46 segundos. Exemplo 2: Qual o valor em graus, minutos e segundos, correspondente ao ângulo B = o o 57,32P mais 32 centésimos de grau (fração). Resolve-se, então, com o uso de "regra de três": ' 0, x' x'= U0,32 x 60 1 U= 19,2' Como pode ver, temos agora 19' (inteiros) mais 2 décimos de minutos. De novo aplicamos a "regra de três": 1' " 0,2' x" x = U0,2 x " Assim, o ângulo B = 57,32P o a 57 19'12". 17

19 "( 51(7(1#8 A primeira fase do planejamento de uma obra consiste na elaboração dos projetos para construção - arquitetura, estrutura, instalações - e no estabelecimento dos sistemas construtivos. A fase subseqüente cuida da determinação dos prazos, dos meios financeiros, dos meios materiais e dos recursos humanos necessários. Assim, devemos levantar (e ter disponíveis) as seguintes informações: A quantidade de todos os serviços a serem executados; A especificação rigorosa dos materiais que entram em cada serviço; A quantidade de cada material em uma unidade de um determinado serviço; O custo atual de cada material especificado; O número de horas de cada profissional para executar uma unidade de um determinado serviço; O valor atual da hora de cada especialidade profissional; Os equipamentos exigidos tendo em vista o processo construtivo a ser a- dotado; O tempo de utilização de cada equipamento e o custo unitário respectivo. O prazo de duração da obra e de cada uma de suas etapas; O inter-relacionamento dos diversos serviços, isto é, conhecer perfeitamente que certos serviços só podem ser iniciados quando outros terminarem ou quando tenham atingido um certo estágio. De posse desses elementos, os planejadores da obra procuram ajustar a duração das diversas etapas de tal modo que a conclusão da obra se dê no prazo previsto. Ao se arrumarem esses dados em forma gráfica e ao se incluírem, ainda, os custos das diversas etapas, teremos o cronograma físico-financeiro da obra, que se constitui em valioso instrumento de avaliação dos prazos e das despesas já efetuadas. O conhecimento do funcionamento do cronograma físico-financeiro e seu acompanhamento, principalmente no aspecto dos prazos é de interesse para o mestre-deobras. A seguir damos um exemplo de um cronograma físico-financeiro. É comum o acompanhamento dos prazos consumidos nos diversos serviços através do desenho, em outra cor, dos bastões (linhas) que correspondem às atividades em estudo. Para que cada etapa seja concluída no prazo previsto devem ser calculados os meios necessários. Assim, o pessoal do planejamento da obra fornece o número de horas necessárias de cada especialidade profissional envolvida em cada etapa, as quantidades necessárias de materiais, e o número de horas necessárias dos diversos equipamentos. De posse desses dados, faz-se a programação para a execução de cada etapa da forma mais racional e produtiva possível, com o dimensionamento das equipes, determinação dos equipamentos, e o aprovisionamento de materiais. 18

20 O sistema de controle da obra, muitas vezes chamado de apropriação, serve-se de formulários de diversos tipos a serem preenchidos pelo engenheiro, pelos mestres, pelo apontador, pelo almoxarife, etc., e que visam permitir verificar-se o andamento da obra com relação aos prazos e custos, para que possam ser tomadas as providências em tempo hábil evitando-se prejuízos de maior porte. Todo o pessoal da administração da obra deve zelar para que as informações dadas através desses formulários sejam precisas, claras e corretas. Tabela 1 - Exemplo de cronograma físico OBRA: LOCAL: DATA/ INÍCIO: % do valor do orçamento ETAPAS MÊS 1 MÊS 2 MÊS 3 MÊS 4 1- Serviços preliminares 2- Movimento de terra 3- Sondagens e fundações 4- Estrutura 5- Alvenaria 6- Instalações Elétricas 7- Instalações Hidro-sanitárias 8- Impermeabilizações 9- Cobertura 10- Esquadrias de Madeira 11- Esquadrias Metálicas 12- Revestimentos 13- Pisos, Rodapés, Soleiras 14- Vidros 15- Aparelhos 16- Pinturas 19- Limpeza 100% VALOR/ DESPESAS ($) 17- Serviços complementares 18- Equipamentos diversos MENSAL ACUMULADO MÊS 5 MÊS 6 O diário da obra é outro instrumento de controle muito valioso. Nele devem ser registradas todas as ocorrências diárias, tais como: entrada de visitantes, acidentes do trabalho, número de operários na obra, incidentes havidos durante os serviços, etc. Esse diário deve relatar, de forma simples, a vida no canteiro de obras. 19

21 P lugar P lugar P lugar "% +,9 #+: 9; O relacionamento empregado-empregador é regido pelas leis trabalhistas que determinam, para ambos, direitos e obrigações. Cabe, pois, ao mestre-de-obras, desempenhar um duplo papel: defender os direitos dos operários e fazê-los cumprir suas obrigações. Não é uma tarefa simples. Requer conhecimento, autoridade, respeitabilidade. E muito bom senso. Comumente, surgem episódios em que o mestre-de-obras se depara com empregados faltosos e é obrigado a agir com rigor (para que os fatos não se repitam) e com cautela (para que os direitos do empregador sejam respeitados sem haver "atritos pessoais"). Dependendo da gravidade do ocorrido, o faltoso poderá: Ser advertido oralmente; Ser advertido por escrito; Ser suspenso das atividades por prazo determinado; Ser demitido por "justa causa". "" +:<)9 Numa obra, em relação ao pessoal que nela trabalha, com relação às decisões e ao cumprimento de ordens, a escala hierárquica é a seguinte: Em 1P o está o engenheiro ou o arquiteto responsável, sendo a autoridade máxima por força de conhecimento adquirido numa escola superior de engenharia ou arquitetura. Em 2P o encontra-se o técnico de edificações, que é o representante (preposto) do engenheiro ou arquiteto. É um profissional de nível médio com conhecimentos técnicos adquiridos numa escola técnica do 2º grau, por meio de matérias (disciplinas) profissionalizantes. Toda e qualquer decisão tomada por ele na ausência do engenheiro ou arquiteto, deve ser levada ao conhecimento destes em tempo hábil, para análise. Em 3P o vem o mestre-de-obras, profissional formado nas próprias obras, geralmente. Seus conhecimentos são quase sempre práticos, adquiridos através de longa carreira nos mais variados canteiros de obras. É pessoa de grande responsabilidade, e que muitas vezes recebe a incumbência de dirigir, sozinho, a obra. Devem dar ciên- cia aos seus superiores, em tempo hábil, das decisões tomadas, principalmente as técnicas. Deve se atualizar com as técnicas modernas de construção e com os novos materiais lançados no mercado. Em seguida, vêm os contra-mestres, os encarregados de equipes, os subencarregados, segundo a escala decrescente da hierarquia. O chefe do escritório está no mesmo nível do mestre-de-obras, porém só age administrativamente. Têm ascendência direta sobre o apontador e o almoxarife, estes últimos em mesmo pé de igualdade. Quanto ao vigia, sua atuação se limita ao portão de entrada e saída. Toda pessoa desconhecida da obra deve indentificar-se e aguardar autorização do mestre-de-obras ou do chefe do escritório, para entrar. Cabe também ao vigia verificar todo e qualquer embrulho, bolsa ou pasta portada por qualquer pessoa que sai, bem como a saída de qualquer viatura, com a anotação da placa do veículo e a vistoria do seu conteúdo (para evitar "desvios" de materiais). 20

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