Então... Estrutura do Relatório. Estrutura do Relatório Compõe-se, basicamente, de quatro partes: Estrutura do Relatório

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1 Objetivos do Auditor Independente: Formar uma opinião sobre as demonstrações contábeis com base na avaliação das conclusões atingidas pela evidência de auditoria obtida; e Expressar claramente essa opinião por meio de Relatório de Auditoria por escrito que também descreve a base para a referida opinião. Então... Relatório do Auditor Independente sobre as Demonstrações Contábeis é o relatório emitido como resultado da auditoria de demonstrações contábeis. Este documento não é atestado de de boa gestão e não representa garantia de de viabilidade futura da da Entidade. Auditoria Independente Passo-a-Passo Analisa o Sistema de Informações Contábeis Auditor Planeja os Trabalhos Executa os Procedimentos Colhe as Evidências Avalia as Evidências Emite o Parecer Avalia o Controle Interno Estrutura do Relatório Título, Introdução, Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis, Responsabilidade do auditor, Opinião do auditor, Assinatura do auditor, Endereço do auditor independente. Os Procedimentos e critérios a serem adotados estão normatizados nas NBC TA 700, 705 e 706. Estrutura do Relatório Compõe-se, basicamente, de quatro partes: Parágrafo introdutório, que identifica as demonstrações contábeis auditadas. Examinamos as demonstrações contábeis da Companhia ABC, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 20X1(2) e as respectivas demonstrações(3) do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Estrutura do Relatório Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. 1

2 Estrutura do Relatório Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Estrutura do Relatório Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. (...) Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Estrutura do Relatório Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Entidade ABC em 31 de dezembro de 20X1, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Estrutura do Relatório Local (localidade do escritório de auditoria que emitiu o relatório) e data do relatório do auditor independente] [Nome do auditor independente (pessoa física ou jurídica)] [Nome do profissional (sócio ou responsável técnico, no caso de o auditor ser pessoa jurídica)] [Números de registro no CRC da firma de auditoria e do profissional que assina o relatório] [Assinatura do auditor independente] Exigências Legais O Relatório do Auditor Independente deve ser assinado pelo contador responsável pelos trabalhos (CRC) e deve conter nome e registro cadastral (CRC) da empresa de auditoria contratada, se for o caso. Exigências Legais É dirigido aos acionistas, cotistas ou sócios; ao conselho de administração ou à diretoria da Entidade (ou órgão equivalente); e ao contratante dos serviços (em circunstância própria). O Auditor assume responsabilidade técnico-profissional definida, de ordem pública. 2

3 O Relatório do do Auditor Independente é classificado segundo a natureza da da opinião que contém. Modificação da Opinião significa emitir um relatório diferente do limpo, ou seja, com um dos três tipos de opinião modificada: - opinião com ressalva, - opinião adversa, - abstenção de opinião. Note Opinião Modificada compreende: - opinião com ressalva, - opinião adversa, - abstenção de opinião. Tipos de Relatório - Sem opinião modificada ( limpo ), - Com opinião com ressalva, - Com opinião adversa, - Com abstenção de opinião. De acordo com o Conselho Federal de Contabilidade, o parecer de auditoria independente é classificado, segundo a natureza da opinião que contém, em: a) sem ressalva, com ressalva, adverso e com abstenção de opinião. b) sem ressalva, com parágrafo de ênfase, com ressalva e adverso. c) positivo, com ressalva, negativa de opinião e com parágrafo de ênfase. d) sem ressalva, com nota explicativa, sem ressalva e adverso. e) limpo, com parágrafo de ênfase, com nota explicativa e adverso. Relatório Sem Opinião Modificada Opinião não Modificada ou Sem Modificações é a opinião expressa pelo auditor quando ele conclui que as Demonstrações Contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável (estrutura de apresentação adequada e estrutura de conformidade). Relatório Sem Opinião Modificada Demonstrações Contábeis adequadas, em todos os aspectos relevantes, consoante as práticas contábeis adotadas no Brasil (os PFC, as NBC e a legislação específica). Segue o modelo definido na NBC TA

4 O Auditor deve modificar a sua opinião no Relatório se: ele conclui, com base na evidência de auditoria obtida, que as demonstrações contábeis, como um todo, apresentam distorções relevantes; ou ele não consegue obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para concluir que as demonstrações contábeis como um todo não apresentam distorções relevantes. Relatório com Opinião Adversa Demonstrações Contábeis inadequadas consoante as práticas contábeis adotadas no Brasil (os PFC, as NBC e a legislação específica). São evidenciadas distorções relevantes e generalizadas, que fazem com que o auditor discorde do conteúdo das Demonstrações Contábeis. Relatório com Abstenção de Opinião Não é possível emitir opinião quanto às Demonstrações Contábeis por falta de comprovação suficiente para fundamentá-la, em razão de limitações na extensão dos exames impostas pela administração. Relatório com Opinião com Ressalva(s) Discordâncias e/ou inadequações relevantes, porém isoladas; ou limitações/restrições relevantes na extensão dos exames, porém isoladas. Demonstrações Contábeis adequadas exceto. Descrição clara das razões da(s) ressalva(s), em parágrafo que precede o parágrafo que expressa a opinião. Parágrafo que contém a Base para a Modificação Descrição clara das razões que modificaram a opinião do auditor. Imediatamente antes do parágrafo da opinião, utilizando um dos títulos: Base para opinião com ressalva, Base para opinião adversa, Base para abstenção de opinião. Generalizado é o termo usado, no contexto de distorções, para descrever os efeitos disseminados de distorções sobre as Demonstrações Contábeis ou os possíveis efeitos de distorções sobre as Demonstrações Contábeis que não são detectados, se houver, devido à impossibilidade de obter evidência de auditoria apropriada e suficiente. 4

5 Parágrafo de Ênfase é o parágrafo incluído no Relatório de Auditoria referente a um assunto apropriadamente apresentado ou divulgado nas Demonstrações Contábeis que, de acordo com o julgamento do auditor, é de tal importância, que é fundamental para o entendimento pelos usuários das Demonstrações Contábeis. Parágrafos de outros assuntos são os parágrafos incluídos no Relatório de Auditoria que se referem a um assunto não apresentado ou não divulgado nas Demonstrações Contábeis e que, de acordo com o julgamento do auditor, é relevante para os usuários entenderem a auditoria, a responsabilidade do auditor ou o Relatório de Auditoria. Circunstâncias que impedem a emissão do Relatório Sem Opinião Modificada ( limpo ) a) Discordância a respeito do conteúdo e/ou da forma de apresentação das Demonstrações Contábeis. b) Limitação na extensão dos trabalhos da Auditoria (necessariamente impostas pela Administração da Entidade). Circunstâncias que impedem a emissão do Relatório Sem Opinião Modificada ( limpo ) a) Discordância a respeito do conteúdo e/ou da forma de apresentação das Demonstrações Contábeis: Opinião com Ressalva - as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não generalizadas nas Demonstrações Contábeis; Opinião Adversa - as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para as Demonstrações Contábeis. Circunstâncias que impedem a emissão do Relatório Sem Opinião Modificada ( limpo ) b) Restrições aos trabalhos da Auditoria necessariamente impostas pela Administração da Entidade. Opinião com Ressalva - não foi obtida evidência apropriada e suficiente para suportar qualquer opinião, mas o auditor conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas sobre as demonstrações contábeis, se houver, poderiam ser relevantes, mas não generalizados; Abstenção de Opinião - não foi obtida evidência apropriada e suficiente para suportar qualquer opinião, mas o auditor conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas sobre as demonstrações contábeis, se houver, poderiam ser relevantes e generalizadas. Incerteza Incerteza em relação a fato relevante, cujo desfecho poderá afetar significativamente a posição patrimonial e financeira da Entidade, bem como o resultado das suas operações. Ex: risco de descontinuidade das operações da Entidade, desfecho em litígios tributários ou trabalhistas, realização de ativos, etc. 5

6 Incerteza Incerteza em relação a fato relevante leva o Auditor a adicionar parágrafo de ênfase no Parecer, após o parágrafo da opinião, aludindo à Nota Explicativa da Entidade, que deverá explicitar a natureza e quando possível o efeito da incerteza. Parágrafo de Ênfase, por si só, não afeta a opinião do auditor. Incerteza - Efeitos na Opinião Se a Nota Explicativa adequadamente descreve a natureza e o efeito da incerteza, a Opinião não é modificada. Se a Nota Explicativa omite ou inadequadamente divulga a matéria envolvendo a incerteza relevante, a opinião será Adversa ou Com Ressalva. Se houver múltiplas e complexas incertezas relevantes, que afetem um número significativo de rubricas das Demonstrações Contábeis, o auditor abster-se-á de opinar. Múltiplas e Complexas Incertezas Relevantes Abstenção de Opinião Abstenção de Opinião quando, em circunstâncias (extremamente raras) envolvendo diversas incertezas, o auditor conclui que, independentemente de ter obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente sobre cada uma das incertezas, não é possível expressar uma opinião sobre as Demonstrações Contábeis devido à possível interação das incertezas e seu possível efeito cumulativo sobre essas Demonstrações Contábeis. Resumindo... Discordância quanto ao conteúdo e/ou forma das Demonstrações Contábeis, em aspectos relevantes, gera: Opinião Adversa ou Com Ressalva. Limitação na extensão dos trabalhos, necessariamente imposta pela administração da Entidade, de tal monta que impeça a obtenção de comprovação suficiente para respaldar qualquer opinião, gera: Abstenção de Opinião ou Opinião Com Ressalva. Resumindo... Incerteza relevante omitida ou não adequadamente divulgada nas Notas Explicativas gera: Opinião Adversa ou Com Ressalva ou ainda Abstenção de Opinião (se forem múltiplas e complexas incertezas relevantes). Fraude e/ou erro que tenham efeito relevante sobre as Demonstrações Contábeis e tal efeito não foi apropriadamente refletido ou corrigido gera: Opinião Adversa ou Com Ressalva. O auditor, ao terminar seus trabalhos, conclui que as demonstrações contábeis estão comprometidas substancialmente. O tipo de parecer que o auditor deve emitir é: a) sem ressalva ou com abstenção de opinião. b) com ressalva ou com nota explicativa. c) adverso ou com ressalva. d) com abstenção de opinião ou limpo. e) com limitação de opinião ou adverso. 6

7 A incerteza quanto à realização de um ativo mensurado em bases razoáveis e considerado relevante para as demonstrações contábeis da entidade auditada implica a emissão de: O auditor, ao avaliar um empreendimento em fase pré-operacional, pode se confrontar com incertezas significativas, em razão dos gastos de instalação e das aquisições de ativos ainda não terem demonstrado sua capacidade de geração de lucros. Assim, o auditor, não deve considerar para decidir sobre a necessidade de modificar seu parecer: a) parecer com parágrafo de ênfase. b) parecer sem ressalva. c) parecer com ressalva ou adverso. d) parecer com abstenção de opinião. e) relatório de recomendações. a) a adequação do capital de giro e disponibilidade de obtenção de capitais adicionais. b) o fluxo de caixa apresentado para o projeto. c) os eventos subseqüentes à data do balanço. d) a competência e experiência da administração. e) a capacidade de realização de ativos, principalmente os de vida longa. A ABC Auditores, após seus trabalhos e na véspera de emitir seu parecer sem ressalvas da Cia. Beta, recebe um comunicado que a matriz da Cia. Beta requereu concordata. Diante desse fato, a ABC Auditores deve emitir: a) Parecer com ressalva. b) Parece adverso. c) Parecer com abstenção de opinião. d) Parecer de continuidade. e) Parecer sem ressalva. O auditor externo, ao avaliar as demonstrações contábeis da empresa Evolution S.A., identificou que a empresa está discutindo a similaridade de seus produtos com produtos de concorrentes que possuem isenção de tributação. A empresa não vem recolhendo o referido tributo há mais de 5 anos e o valor relativo a essa contingência é significativo. Caso a decisão vier a ser contrária à empresa, a mesma entrará em processo de descontinuidade. A decisão deve ter seu mérito julgado em quatro anos. Dessa forma deve o auditor emitir parecer: a) negativa de opinião, por não poder firmar opinião sobre as demonstrações contábeis. b) com ressalva, evidenciando o fato como restritivo às demonstrações contábeis. c) adverso, por não permitir avaliar as demonstrações contábeis. d) sem ressalva, visto que há incerteza no desdobramento da causa. e) sem ressalva, com introdução de parágrafo de ênfase fazendo referência à nota explicativa que deve descrever detalhadamente o evento. Uma limitação relevante na extensão do trabalho do auditor independente pode implicar a emissão de dois tipos de parecer: a) com ressalva ou adverso. b) com ressalva ou com abstenção de opinião. c) com ressalva ou com parágrafo de ênfase. d) com abstenção de opinião ou adverso. e) com parágrafo de ênfase ou adverso. O auditor independente foi contratado apenas para opinar sobre o balanço patrimonial da empresa "ABC". O auditor não encontrou nenhuma restrição ao acesso de informações e registros, e todos os procedimentos julgados necessários foram efetuados. Nesse caso, o trabalho do auditor caracteriza-se: a) pela extensão limitada de seu objetivo. b) pelo objetivo limitado de seu trabalho. c) pela abstenção de outros demonstrativos. d) por uma ressalva de escopo. e) pela limitação de escopo. 7

8 A empresa de Transportes S.A. é uma empresa que tem seus registros contábeis e procedimentos estabelecidos por agência de fiscalização. A agência estabeleceu procedimento para registro das concessões que diverge significativamente, do procedimento estabelecido pelo Conselho Federal de Contabilidade. Nessa situação, deve o auditor emitir parecer: a) sem abstenção de opinião. b) adverso. c) com ressalva. d) sem ressalva, mas evidenciando em nota explicativa a divergência. e) com abstenção de opinião. Na emissão de parecer com abstenção de opinião para as demonstrações contábeis de uma entidade, pode-se afirmar que: a) elimina a responsabilidade do auditor de emitir qualquer parecer devendo este comunicar à administração da empresa da suspensão dos trabalhos. b) não suprime a responsabilidade do auditor de mencionar, no parecer, qualquer desvio, independente da relevância ou materialidade, que possa influenciar a decisão do usuário dessas demonstrações. c) exclui a responsabilidade do auditor de se manifestar sob qualquer aspecto das demonstrações. d) não elimina a responsabilidade do auditor de mencionar, no parecer, qualquer desvio relevante que possa influenciar a decisão do usuário dessas demonstrações. e) extingue a responsabilidade do auditor de mencionar, no parecer, qualquer desvio relevante que possa influenciar a decisão do usuário dessas demonstrações. Data do Relatório do Auditor Independente é a data do Relatório do Auditor Independente sobre as Demonstrações Contábeis. Data de divulgação das Demonstrações Contábeis éa data em que o Relatório do Auditor Independente e as Demonstrações Contábeis auditadas são disponibilizados para terceiros. Eventos Subseqüentes NBC TA 560. São eventos ocorridos entre a data das Demonstrações Contábeis ( data do balanço ) e a data do Relatório do Auditor Independente e fatos que chegaram ao conhecimento do auditor após a data do seu relatório que possam demandar ajustes nas Demonstrações Contábeis ou a divulgação de informações nas Notas Explicativas. Eventos Subseqüentes Note que: O período entre a data do término do exercício social e a data do Relatório do Auditor Independente é denominado período subseqüente e é considerado parte normal da auditoria. Eventos Subseqüentes Então: Os eventos ocorridos no período subseqüente: Merecem procedimentos específicos. Podem demandar ajustes nas Demonstrações Contábeis. Podem demandar a divulgação de informações nas Notas Explicativas. 8

9 Eventos Subseqüentes Costumam ser identificados como: a) os eventos que fornecem evidência de condições existentes na data das demonstrações contábeis; e b) os eventos que fornecem evidência de condições que surgiram após a data das demonstrações contábeis. Em qualquer das situações, o auditor deve considerar o efeito dos eventos e transações dos quais tomou ciência e que ocorreram até a data do Relatório de Auditoria. Procedimentos de Inclusão e Evidenciação de Eventos Subseqüentes Os objetivos do auditor são: a) obter evidência de auditoria apropriada e suficiente sobre se os eventos ocorridos entre a data das demonstrações contábeis e a data do relatório do auditor independente que precisam ser ajustados ou divulgados estão adequadamente refletidos nessas demonstrações contábeis; e b) responder adequadamente aos fatos que chegaram ao seu conhecimento após a data do relatório de auditoria que, se fossem conhecidos naquela data (do relatório), o poderiam ter levado a alterar seu relatório. Eventos Subseqüentes Devem ser consideradas três situações: 1. Eventos ocorridos entre a data das demonstrações contábeis e a data do relatório do auditor independente. 2. Fatos que chegaram ao conhecimento do auditor independente após a data do seu relatório, mas antes da data de divulgação das demonstrações contábeis. 3. Fatos que chegaram ao conhecimento do auditor independente após a divulgação das demonstrações contábeis. Procedimentos de Inclusão e Evidenciação de Eventos Subseqüentes Situação (1) Quando tomar conhecimento de eventos ocorridos antes da emissão do Relatório e que afetam de maneira relevante as Demonstrações Contábeis, o Auditor deve se certificar de que eles foram apropriadamente contabilizados e divulgados nas Demonstrações Contábeis. Quando tais eventos não receberem o tratamento adequado nas Demonstrações Contábeis, e a administração não tomar as providências necessárias para corrigir tal situação, o Auditor deve emitir seu Parecer Com Ressalva ou Adverso. Procedimentos de Inclusão e Evidenciação de Eventos Subseqüentes Situações (2) e (3) O Auditor não é responsável pela execução de procedimentos ou por indagações sobre as Demonstrações Contábeis após a data do seu Relatório. (2) Durante o período entre as datas do Relatório e da divulgação das Demonstrações Contábeis, a administração é responsável por informar ao Auditor fatos que possam afetar as Demonstrações Contábeis. (2) Após a divulgação das Demonstrações Contábeis, o Auditor não tem responsabilidade de fazer qualquer indagação sobre essas demonstrações. (3) Procedimentos de Inclusão e Evidenciação de Eventos Subseqüentes O auditor emite o Relatório com data dupla - data original para a opinião sobre as Demonstrações Contábeis como um todo e data atualizada para a menção ao evento relevante a elas subseqüente. Somente para transações e/ou eventos relevantes para as as Demonstrações Contábeis e que ocorreram após o encerramento dos trabalhos de de auditoria e antes da da emissão do do Relatório. 9

10 Procedimentos de Inclusão e Evidenciação de Eventos Subseqüentes A data do relatório do auditor independente permanece inalterada, pois essa data informa ao leitor quando o trabalho de auditoria foi concluído. Entretanto, é incluída data adicional no relatório do auditor independente. Exemplo da inclusão dessa data adicional, a chamada data dupla : (Data do relatório do auditor independente), exceto para a Nota Y, que é de (data da conclusão dos procedimentos de auditoria restritos à alteração descrita na Nota Y). O auditor externo, ao realizar procedimentos para constatação de eventos subseqüentes e constatar a existência de evento que altera substancialmente a situação patrimonial da empresa, deve: a) sempre ressalvar o parecer e exigir o ajuste das contas. b) não se pronunciar por não fazer parte do período das demonstrações contábeis. c) sempre emitir parecer adverso e solicitar a inclusão de notas explicativas. d) elaborar notas explicativas e sempre ressalvar o parecer. e) exigir o ajuste das contas ou a inclusão de notas explicativas. Identifique um procedimento de auditoria para evidenciação de um evento subseqüente. a) Circularização do saldo de contas a receber do período findo auditado. b) Inventário físico dos saldos de abertura e final do período auditado. c) Exame dos pagamentos realizados no período auditado. d) Exame de devoluções de vendas realizadas no período seguinte auditado. e) Teste de adições de imobilizado realizado durante o período auditado. Com relação aos relatórios de auditoria interna, pode-se afirmar que: a) podem considerar posições de interesse da administração e dos gestores, sendo conduzidos aos interesses desses. b) devem estar disponíveis a qualquer administrador da empresa, sem restrição. c) podem relatar parcialmente os riscos associados aos possíveis pontos a serem levantados pela auditoria externa. d) somente devem ser emitidos antes do final dos trabalhos, quando houver irregularidades que requeiram ações imediatas. e) não devem ser emitidos antes do final dos trabalhos, por não possuírem informações completas. O auditor da empresa Encerramento S.A. obteve evidências da incapacidade de continuidade da entidade, nos próximos 6 meses. Dessa forma, deve o auditor: a) informar, em parágrafo de ênfase no parecer, os efeitos da situação na continuidade operacional da empresa de forma que os usuários tenham adequada informação sobre a situação. b) emitir parecer com ressalva, limitando o escopo dos trabalhos pelas restrições financeiras apresentadas pela atividade. c) emitir parecer com abstenção de opinião por não conseguir determinar a posição econômica e financeira da empresa. d) emitir parecer sem ressalva, mas estabelecendo que a empresa apresente as demonstrações contábeis, de forma a divulgar os valores dos ativos e passivos por valor de realização. e) relatar em parecer adverso os efeitos no patrimônio que o processo de descontinuidade ocasiona, trazendo os valores dos ativos e passivos, a valor de realização. Demonstrações Contábeis de Coligadas e/ou Controladas O Auditor deve estar seguro de que as Demonstrações Contábeis das entidades relevantes à auditoria estão de acordo com as normas aplicáveis. A opinião sobre as Demonstrações Contábeis auditadas, no tocante àquelas das coligadas e/ou controladas auditadas por outro profissional, será baseada, exclusivamente, no Parecer do outro Auditor. Esse fato deve ser destacado no Relatório de Auditoria, indicando os valores envolvidos. 10

11 O exame das demonstrações contábeis de sociedades controladas e/ou coligadas, relevantes, por outros auditores independentes, implica a seguinte obrigação para o auditor da sociedade controladora: a) ressalvar seu parecer, por esse fato. b) emitir parecer com parágrafo de ênfase. c) destacar esse fato no seu parecer. d) emitir parecer com abstenção de opinião. e) não considerar esse fato no seu parecer. Demonstrações Contábeis Condensadas Poderão ser alvo de opinião do Auditor desde que o tenham sido também as Demonstrações Contábeis originais. O perfeito entendimento da posição da Entidade depende da leitura das Demonstrações Contábeis originais. Toda informação relacionada com a opinião emitida sobre as demonstrações originais deve estar incluída no Parecer sobre as demonstrações condensadas. Quando um auditor expressa uma opinião sobre as demonstrações contábeis apresentadas de forma condensada, ele deve: a) já ter emitido uma opinião sobre as demonstrações contábeis originais. b) acrescentar uma nota explicativa em seu parecer expondo os motivos. c) inserir uma ressalva, pois as demonstrações contábeis estão incompletas. d) justificar à Comissão de Valores Mobiliários expondo os motivos. e) incluir uma ressalva por não ter acesso aos saldos contábeis analíticos. Demonstrações Contábeis Não-Auditadas Não-Auditadas é a identificação que deve ser feita em cada folha do conjunto daquelas demonstrações ou informações que o profissional não auditou. Se houver emissão de relatório, ele deverá conter a indicação de que o Auditor não está expressando opinião sobre as Demonstrações Contábeis que não foram auditadas. Quando houver participação de outros auditores independentes no exame de demonstrações contábeis de participações societárias irrelevantes, o auditor da empresa investidora: a) deve destacar esse fato no seu parecer, indicando os valores envolvidos nas participações. b) deve incluir informações consideradas relevantes para adequada interpretação de seus usuários. c) pode desconsiderar esse valor por ser imaterial no conjunto das demonstrações contábeis. d) pode incluir em nota explicativa que essas participações foram auditadas por outros auditores. e) pode deixar de destacar esse fato e, também, seu efeito em seu parecer de auditoria. Revisão Especial das Informações Trimestrais A CVM estabelece que as Companhias Abertas devem colocar à disposição do mercado informações trimestrais (ITR) que demonstrem o comportamento das receitas, custos, despesas e a lucratividade do período. Formam o conjunto das ITR o Balanço e a Demonstração do Resultado do Trimestre e o acumulado do exercício, bem como o relatório de desempenho e outras informações que a companhia entenda relevantes, apresentadas comparativamente. 11

12 Revisão Especial das Informações Trimestrais O procedimento de verificação das ITR das Companhias Abertas, denominado Revisão Especial das ITR é orientado pelo IBRACON por meio da NPA-06. A Revisão Especial das ITR não é uma auditoria completa das demonstrações contábeis. Os procedimentos mínimos a serem adotados estão estabelecidos na NPA 06, em função do objetivo restrito dessa auditoria. Revisão Especial das Informações Trimestrais Objetivo: Habilitar o Auditor Independente a declarar que não tomou conhecimento de qualquer modificação relevante que deva ser feita nas ITR para que as mesmas estejam de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais fundamentaram a elaboração das demonstrações financeiras, e se estas foram aplicadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, especialmente quanto à elaboração das informações trimestrais. Revisão Especial das Informações Trimestrais Na Revisão Especial das ITR o Auditor não emite sua opinião, mas tão-somente afirma não ter conhecimento de qualquer modificação relevante que deva ser feita nas informações financeiras revisadas. O nível de segurança que o Auditor oferece aos vários usuários dessas demonstrações é bem menor do que aquele decorrente de uma auditoria completa. Os seguintes procedimentos básicos de auditoria NÃO são executados em uma Revisão Especial das ITR: Observação das contagens físicas dos estoques, Comprovação da existência física e da propriedade dos ativos financeiros, Obtenção de confirmações de saldos de direitos e de obrigações com clientes, fornecedores, instituições financeiras e outros devedores e credores relevantes, Testes de comprovação de uma amostra das transações realizadas durante o exercício, Obtenção de confirmações de consultores legais quanto à existência de contingências passivas ou ativas. O objetivo final de uma revisão especial das informações trimestrais pelo auditor é o de habilitar esse profissional a: a) declarar que ele não tomou conhecimento de qualquer modificação relevante que deverá ser feita nas informações trimestrais. b) declarar que os valores relevantes apresentados nas informações trimestrais estão de acordo com os princípios contábeis. c) emitir um parecer de que os valores apresentados estão de acordo com uma base conceitual reconhecida legalmente. d) emitir um parecer de que as informações trimestrais estão suportadas por controles internos regularmente revisados. e) declarar que os valores apresentados trimestralmente estão suportados por documentação hábil e comprobatória. Nos trabalhos de Revisão Especial das Informações Trimestrais (ITR) das Companhias Abertas, o auditor independente não realizou procedimentos de confirmação junto aos consultores legais, mas somente indagou aos administradores da companhia quanto à existência de litígios que poderiam representar ativos ou passivos contingentes. Assinale a opção correta, de acordo com as normas do Instituto Brasileiro de Contadores Ibracon: a) As confirmações de consultores legais devem ser obtidas na forma positiva, a cada revisão trimestral das ITRs, conforme previsto nas normas do Ibracon. b) A obtenção de confirmações de consultores legais deve ser obtida a cada revisão trimestral das ITRs, de acordo com expressa previsão das normas do Ibracon. c) A obtenção de confirmações de consultores legais não está contemplada nas normas do Ibracon como procedimento básico de auditoria por ser adotado na revisão das ITRs. d) As confirmações de consultores legais devem ser obtidas na forma negativa, a cada revisão trimestral das ITRs, conforme previsto nas normas do Ibracon. e) O relatório do auditor independente sobre a revisão especial das ITRs, nesse caso, deve ser emitido com ressalva de limitação na extensão dos trabalhos. 12

13 Normatizada pela NBC PA 03, em atendimento ao art. 33 da Instrução CVM n 308/1999. pelos Pares ou Revisão pelos Pares é um processo de acompanhamento e controle para assegurar a qualidade do desempenho profissional do Auditor Independente com cadastro na CVM - exclusivamente. Neste contexto, a qualidade é medida pelo atendimento às normas técnicas e profissionais Objetivo: Avaliação dos procedimentos adotados pelos Auditores Independentes e Firmas de Auditoria, com vistas a assegurar a qualidade dos trabalhos desenvolvidos (atendimento das normas técnicas e profissionais emitidas por órgãos reguladores. NOTE: Esta Norma aplica-se, exclusivamente, ao Auditor que exerce a atividade de Auditoria Independente com cadastro na Comissão de Valores Mobiliários CVM. As partes envolvidas no Programa de são: O Comitê Administrador do Programa de CRE, O Auditor-Revisor, O Auditor-Revisado. O Auditor submete-se à Revisão Externa de Qualidade no mínimo uma vez a cada quatro anos. Deve submeter-se à nova revisão no ano subseqüente o Auditor-Revisado que na revisão anterior recebeu opinião adversa ou abstenção de opinião ou cujo relatório não foi aprovado pelo CRE. O CRE é integrado por: 4 representantes do CFC, 4 representantes do IBRACON, O prazo de nomeação é de 3 anos e é permitida a recondução. Os membros do CRE são Auditores Independentes registrados no Cadastro Nacional de Auditores Independentes CNAI e na Comissão de Valores Mobiliários CVM. 13

14 Características do Programa: CONFIDENCIALIDADE INDEPENDÊNCIA COMPETÊNCIA Ficam proibidas as revisões recíprocas entre Auditores Independentes (pessoas físicas e jurídicas). A seleção do Auditor-Revisor cabe ao Auditor a ser revisado, tanto no caso de auditores pessoas físicas, quanto de firmas de auditoria. A equipe revisora deve ser formada por um ou mais Auditores, dependendo do porte e da especialização do Auditor a ser revisado. O Auditor-Revisor deve opinar se: O sistema de controle de qualidade estabelecido, incluindo a estrutura organizacional e a metodologia de auditoria, atende às normas profissionais. Os procedimentos de controle de qualidade definidos foram efetivamente adotados na realização dos trabalhos. O Auditor-Revisor seleciona uma amostra limitada de clientes, na qual são incluídos os trabalhos realizados em empresas de capital aberto, instituições financeiras e equiparadas, a fim de avaliar, por meio da verificação dos papéis de trabalho, se as normas de controle de qualidade definidas foram efetivamente aplicadas. O Auditor-Revisado deve concordar com a seleção dos clientes cujos trabalhos serão revisados. Os clientes que terão suas auditorias revisadas devem autorizar a revisão dos papéis de trabalho. Tipos de Relatórios: sem ressalvas conclusão positiva sobre os trabalhos realizados. com ressalvas - quando forem encontradas falhas relevantes, que, porém, não requeiram a emissão de parecer adverso ou quando for imposta alguma limitação no escopo da revisão que impeça o Auditor-Revisor de aplicar um ou mais procedimentos requeridos. 14

15 Tipos de Relatórios: com conclusão adversa - quando a magnitude das falhas identificadas for tão relevante que evidencie que as políticas e procedimentos de qualidade não estão de acordo com as normas profissionais. com abstenção de conclusão - quando as limitações impostas ao trabalho forem tão relevantes que o Auditor-Revisor não tenha condições de concluir sobre a revisão. O Auditor-Revisor deve efetuar sugestões objetivas, decorrentes das constatações feitas no decorrer da revisão, para o aprimoramento do controle de qualidade do Auditor- Revisado, inclusive com a emissão de Carta de Recomendação. O Auditor-Revisado deve elaborar obrigatoriamente um Plano de Ação para responder às recomendações formuladas pelo Auditor-Revisor. O objetivo da revisão pelos pares de auditoria é a: a) revisão interna das práticas de auditoria aplicadas por sócios de outros escritórios da mesma empresa de auditoria. b) avaliação dos procedimentos adotados pelos auditores, com vistas a assegurar a qualidade dos trabalhos desenvolvidos. c) revisão dos procedimentos e técnicas adotadas pelas empresas de auditoria que suportaram a emissão do parecer. d) avaliação das práticas e das estimativas contábeis adotadas pelos auditores que suportaram a emissão do parecer. e) revisão das políticas internas adotadas pelas empresas de auditoria na segregação de outros tipos de serviços prestados. 15

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