Problema Como combater o isolamento social de seniores com deficiência visual. Organização

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Problema Como combater o isolamento social de seniores com deficiência visual. Organização"

Transcrição

1 Problema Como combater o isolamento social de seniores com deficiência visual. Organização ACAPO - Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal / Delegação do Porto Morada: Rua do Bonfim, PORTO Contacto telefónico: Missão: Defender, representar e promover o empowerment dos deficientes visuais portugueses, a nível nacional e internacional, garantindo a sua plena participação e exercício da cidadania, através de uma intervenção especializada em todo o território nacional e de uma consistente atuação internacional. Visão: Assumirmo-nos como a instituição de referência na área da deficiência visual na comunidade envolvente, estabelecendo-nos como os seus principais parceiros chave, em prol da inclusão das pessoas cegas e de baixa visão. Público-alvo / beneficiários prioritários: Pessoas com Deficiência Visual (cegueira e baixa visão) Área geográfica de intervenção: Distrito do Porto Descrição das principais atividades: A ACAPO é a única IPSS no concelho do Porto que presta apoio, habilitação e reabilitação às pessoas com deficiência visual, dispondo de uma equipa multidisciplinar especializada. A Delegação do Porto da ACAPO/ Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, celebrou em 2004 Acordo Atípico com a Segurança Social sendo criada a valência CAAAPD - Centro de Atendimento, Acompanhamento e Animação para Pessoas com Deficiência prestando apoio social, apoio psicológico, habilitação/reabilitação funcional nas áreas de Tecnologias da Informação e Comunicação, Braille, Atividades da Vida Diária, Estimulação Sensorial e Orientação e Mobilidade, e ainda atividades de cultura e lazer. Os serviços prestados e as atividades desenvolvidas são dirigidos também às famílias dos utentes, e muitas delas são também abertas à participação da comunidade. Desenvolvem-se ainda ações de informação e sensibilização junto da comunidade no sentido de promover a mudança de atitudes em relação às pessoas com deficiência visual. 1 Recursos da Organização Recursos-Chave Descrição O quadro de pessoal do CAAAPD da Delegação do Porto da ACAPO é constituído Recursos Humanos por: 1 Assist. Social, 1 Psicóloga, 1 Terapeuta Ocupacional, 1 Técnica de Orientação e Mobilidade, 1 Técnica de Braille, 1 Administrativa e 2 Auxiliares de Serv.Gerais. Instalações Próprias dois edifícios, sendo utilizados todos os espaços e gabinetes do edifício principal, e dois espaços em edifício nas traseiras que são utilizados muito esporadicamente em atividades, devido à falta de ligação dos dois edifícios e à acessibilidade reduzida para os utentes. Uma viatura ligeira, de 5 lugares, do ano de 2003, para uso nas deslocações e Recursos Materiais apoio ao domicílio, que é manifestamente insuficiente para possibilitar o transporte dos utentes nas atividades realizadas quer nas instalações da ACAPO, quer no exterior com a comunidade. Equipamentos informáticos adaptados às pessoas com deficiência visual. Equipamento de impressão a Braille.

2 Recursos Imateriais O reconhecimento da comunidade, que considera a nossa Instituição como sendo de referência na defesa dos direitos e interesses das pessoas com deficiência visual. O Know-how de uma equipa multidisciplinar no apoio e capacitação das pessoas com deficiência visual, bem como na informação, sensibilização e formação da comunidade. 2

3 Apresentação do Problema Dimensão e gravidade do problema Sendo o isolamento social um fenómeno preocupante na nossa sociedade atual, ele assume proporções ainda mais extensas no grupo das pessoas com algum tipo de deficiência ou incapacidade. As pessoas com deficiência visual, população-alvo da nossa instituição, enfrentam dificuldades acrescidas em todos os planos existenciais, facto que se reflete no acesso à educação, ao emprego e a todos os outros meios de socialização e de autonomização de vida. Naturalmente, essas dificuldades acentuam-se em fases mais avançadas da vida das pessoas cegas ou com baixa visão; é um fenómeno snow-ball, em que as dificuldades trazidas pela incapacidade são multiplicadas pelas contingências que atingem também outros seniores, e que assim formam uma teia que fragiliza, isola e impede a participação das pessoas na sua comunidade. O concelho do Porto apresenta um índice de envelhecimento muito superior à média nacional (158,9), com valores que têm vindo a aumentar ao longo dos últimos anos. A ACAPO realizou em 2012 um Estudo com a PPLL Consult no âmbito do Projecto nº e realizado com o apoio do Programa Operacional de Assistência Técnica (POAT), cofinanciado pelo Fundo Social Europeu (FSE) e Governo de Portugal, sobre A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E A PROMOÇÃO DA VIDA INDEPENDENTE- a situação social dos deficientes visuais, com o objetivo da definição de um modelo sustentado de prestação de serviços, numa lógica integrada e holística, orientado para a procura e para as reais necessidades dos clientes e que privilegie a racionalização e optimização dos recursos a envolver, focalizado na promoção da autonomia, da vida independente e da qualidade de vida, implicando que o serviço prestado corresponda à necessidade do cidadão servido e, por isso, que a concepção, planeamento, prestação e avaliação deve estar centrada nele, nas suas necessidades, na sua liberdade de escolha, na realização do seu potencial e na sua satisfação. Deste Estudo alargado, que teve uma amostra de 1325 pessoas com deficiência visual, destacamos as seguintes conclusões: - o risco de isolamento social progride com a idade e é mais de 4 vezes superior nos idosos que nos adultos jovens - o isolamento em termos de lazer cresce com a idade, atingindo 4,5 vezes mais os idosos que os jovens. As sociabilidades intra-domiciliares, que englobam atividades como jogar computador, jogar jogos de tabuleiro, conversa em chats online e redes sociais são minoritárias entre os inquiridos, tal como as práticas culturais de saída (INE, 2003), que integram atividades realizadas fora do domicílio, como visitar museus, assistir a peças de teatro, ir ao cinema, assistir a concertos, ir a biblioteca/mediateca, assistir a eventos desportivos e praticar desporto. As atividades de lazer desenvolvidas pelos inquiridos estão circunscritas ao domicílio e às práticas compatíveis com o isolamento em relação a redes de proximidade. - A possibilidade de estabelecer laços sociais é uma dimensão da vida independente que pode ser potenciada no trabalho entre e com deficientes visuais e com os contextos sociais envolventes, por forma a minorar sofrimentos e discriminações. Assim como pode desenvolver-se, nessa perspectiva, práticas culturais e de lazer que combatam o risco de confinamento ao espaço doméstico. - Cerca de um quarto dos inquiridos configura um risco de problema social, marcado pela sobreposição de dependência e isolamento - pessoas dependentes e em situação de isolamento social. Este grupo reúne 23% dos inquiridos, que não são autónomos nem nas tarefas quotidianas nem no acesso à informação e comunicação, nem na mobilidade; nunca entraram ou já saíram do mercado de trabalho; vivem de uma pensão ou de uma prestação da segurança social, não usam computadores, têm um nível restrito de vida social fora de casa - a ocorrência da deficiência visual na vida adulta é um fator de redução da intensidade de vida social quotidiana (as pessoas tendem a confinar-se ao seu espaço doméstico e ocorre frequentemente um comportamento sobreprotetor da família ou de outros agentes que reduzem a oportunidade de contatos sociais). 3

4 A Delegação do Porto da ACAPO tem cerca de 85 associados/utentes com mais de 65 anos, dos quais apenas metade é apoiada pelos nossos serviços. Atualmente, as pessoas seniores intervencionadas, quer em termos de apoio social, psicológico, e de habilitação/reabilitação, são na sua maioria as pessoas que reúnem condições económicas que lhes possibilitam deslocar-se aos serviços, ou têm algum apoio familiar que lhes permite providenciar o acompanhamento na deslocação ou custear os transportes. De referir que apesar de alguns serviços poderem ser prestados no domicílio, existem áreas de apoio cujas sessões decorrem nas instalações da Delegação. Verificamos ainda que, mesmo aqueles com quem foi possível implementar processo de reabilitação funcional, acabam por ir gradualmente perdendo a autonomia que haviam recuperado uma vez que no seu dia a dia não conseguem manter níveis satisfatórios de atividade e participação em contextos que lhe sejam significativos, uma vez que se encontram confinados ao espaço do seu domicílio. De igual forma, a participação nas atividades culturais e de lazer acabam por registar uma escassa participação dos utentes e sócios, que normalmente referem motivos de dificuldade económica e/ou dificuldades de mobilidade. Atualmente não existe no Concelho do Porto nem a nível do distrito do Porto nenhuma resposta dirigida aos seniores com deficiência visual e as várias respostas existentes em termos de centro de dia na comunidade, p. ex., não estão bem preparadas para integrar pessoas com deficiência visual, por falta de conhecimento, preparação e formação das equipas técnicas e dos recursos humanos envolvidos. O número de seniores com deficiência visual sem apoio por parte da comunidade e por parte dos nossos serviços tem vindo a aumentar. Causas do problema - Dependência das pessoas com deficiência visual (não são autónomas na sua mobilidade, nem no acesso à informação e comunicação, nem nas suas tarefas quotidianas) - Dificuldades económicas (pensões baixas, muitas vezes relativas a percursos profissionais muito curtos ou mesmo inexistentes) - Pouco acesso a informação sobre serviços de apoio disponíveis - Ausência de suporte familiar; dificuldades das famílias em lidar com as especificidades da deficiência visual - Dificuldade de integração em serviços da comunidade - Baixa capacidade de resposta de várias entidades às necessidades específicas das pessoas com deficiência visual 4 Consequências do problema não resolvido - Co-morbilidade - agravamento do estado de saúde físico, mental, emocional das pessoas isoladas e inativas - Dependência crescente de terceiros - Perda acentuada de qualidade de vida - Impacto negativo na estrutura familiar que, devido aos maiores níveis de dependência, se vê confrontada com maiores exigências de apoio - Privação social/ocupacional

5 Alternativas de resolução do problema já realizadas A Delegação do Porto da ACAPO presta apoio e promove a reabilitação das pessoas com deficiência visual com uma equipa multidisciplinar especializada no sentido de as capacitar e contribuir para a sua autonomia e melhoria da qualidade de vida. Desenvolve ações de informação e sensibilização sobre a deficiência visual junto da comunidade, envolvendo os técnicos de Instituições e organismos públicos e privados, nomeadamente Escolas (desde jardins de infância a universidades), Centros de Dia, Lares residenciais, empresas, no sentido da capacitação dos técnicos para o apoio e acompanhamento a prestar às pessoas com deficiência visual. Para além da abordagem das principais necessidades específicas deste público e treino de algumas respostas (por exemplo, treino em técnicas de guia), estas ações visam contribuir para a desconstrução de alguns mitos e preconceitos relacionados com as pessoas com a deficiência visual e melhorar a atitude e relação com estes. Presta-se ainda um conjunto de serviços na área do lazer e da cultura, que se tem procurado diversificar no sentido de melhor responder às necessidades e interesses do nosso público. Deixamos aqui alguns exemplos: visitas culturais adaptadas, passeios, convívios/festas e comemorações de datas específicas, Yoga, Tai-chi, Grupo de Manualidades, Workshop s (no ano passado, por exemplo, foram realizados workshop s nas áreas de artesanato, cozinha saudável, maquilhagem), colónia de férias, grupo de poesia, clube de leitura, dança, e participação em atividades da comunidade. De referir ainda que a nossa Instituição presta estes serviços de forma aberta, não apenas aos seus associados e utentes mas à comunidade em geral. Tem sido, igualmente desenvolvido trabalho com entidades externas, publicas e privadas, nas áreas do ensino, cultura, turismo, transportes, saúde, etc., no sentido de apoiar e capacitar esses organismos e os seus técnicos para a adaptação e preparação das respostas, na perspetiva de uma cultura de inclusão que permita às pessoas com deficiência visual usufruir plenamente dos serviços e dessa forma possibilitar a sua real participação, combatendo o isolamento social. A nossa Delegação pertence ao CLASP e à Comissão Social da Freguesia do Bonfim, tendo vindo a trabalhar e a participar em eventos abertos e dirigidos à comunidade, apoiando na adaptação e preparação dos mesmos, tendo como objetivo sensibilizar e capacitar para a inclusão das pessoas com deficiência visual nos eventos comunitários. Mantemos uma articulação permanente com a Câmara Municipal do Porto e com a Provedoria Municipal das Pessoas com Deficiência em todas as questões relacionadas com a acessibilidade para as pessoas com deficiência visual. Tem-se desenvolvido também um trabalho conjunto com a Divisão dos Museus e do Património da Câmara Municipal do Porto, no sentido de capacitar os Museus da Cidade do Porto e os seus técnicos, na realização de visitas acessíveis às pessoas com deficiência visual, e a colaboração na impressão da informação em Braille. No sentido de se contribuir para a melhoria dos serviços de transporte, mantemos articulação com a STCP (na sensibilização dos trabalhadores para com as pessoas com deficiência visual, a informação em áudio, a informação em Braille dos serviços), com a METRO do Porto (desde o inicio do projeto de construção e implementação dos serviços da rede do METRO, na análise das questões quer da acessibilidade física, quer da acessibilidade de informação - projeto NAVMETRO), com a ANA-Aeroportos (na melhoria da acessibilidade para as pessoas com deficiência visual e no projeto para a capacitação dos seus trabalhadores, desenvolvendo ações de formação regular). 5

Plano de Actividades 2011

Plano de Actividades 2011 Plano de Actividades 2011 Associação de Reabilitação e Integração Ajuda PLANO DE ACTIVIDADES 2011 No ano de 2011, a Direcção da ARIA, continuará a desenvolver a missão estatutária da Instituição, promovendo

Leia mais

O Plano de Desenvolvimento Social

O Plano de Desenvolvimento Social O Plano de Desenvolvimento Social Introdução O Plano de Desenvolvimento Social (PDS) é um instrumento de definição conjunta e negociada de objectivos prioritários para a promoção do Desenvolvimento Social

Leia mais

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Maio 2015 Ficha Técnica Autor Direção-Geral da Segurança Social (DGSS) - Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação (DSIA) Edição e propriedade

Leia mais

Programa Regional de Reestruturação dos Serviços de Apoio Domiciliário e de Apoio aos Cuidadores

Programa Regional de Reestruturação dos Serviços de Apoio Domiciliário e de Apoio aos Cuidadores Programa Regional de Reestruturação dos Serviços de Apoio Domiciliário e de Apoio aos Cuidadores 2015-2016 Entidades Promotoras: Direção Regional da Solidariedade Social Instituto de Segurança Social dos

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES STEDIM 2015

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES STEDIM 2015 PLANO ANUAL DE ATIVIDADES STEDIM 2015. Serviço Técnico de Educação para a Deficiência Intelectual e Motora Direção Regional de Educação e Recursos Humanos Região Autónoma da Madeira Caminho de Santo António,

Leia mais

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 APROVADO EM SESSÃO PLENÁRIA DO CLAS 21 DE MAIO DE 2013 1 NOTA INTRODUTÓRIA O Diagnóstico Social constituiu a base de trabalho da ação dos Parceiros Locais.

Leia mais

Santa Casa da Misericórdia. (Santarém)

Santa Casa da Misericórdia. (Santarém) Santa Casa da Misericórdia (Santarém) Índice Santa Casa da Misericórdia Missão, Visão e Valores pág.3 Apoio Domiciliário Serviços de Apoio Domiciliáriopág.5 Cidadãos / Clientes...pág.6 Serviços Prestados..pág.7

Leia mais

- Hospital Visconde de Salreu - Ass. Quinta do Rezende. - Junta de Freguesia de Fermelã - Banda Visconde de Salreu

- Hospital Visconde de Salreu - Ass. Quinta do Rezende. - Junta de Freguesia de Fermelã - Banda Visconde de Salreu A questão da Terceira Idade foi abordada no penúltimo workshop, que teve lugar no dia 26.06.2006, contando com a participação das seguintes instituições/entidades: - ASE Ass. de Solidariedade Estarrejense

Leia mais

Às sextas na Cidade. Águeda - cidade inclusiva

Às sextas na Cidade. Águeda - cidade inclusiva Às sextas na Cidade Águeda - cidade inclusiva Índice Águeda - cidade inclusiva: Como pode a cidade ser mais inclusiva? idosos, crianças, pessoas com necessidades especiais A cidade é de TODOS! Índice INCLUSÃO

Leia mais

Plano de Acção Ano 2011. Avaliação

Plano de Acção Ano 2011. Avaliação Rede Social de Pombal de Pombal Plano de Acção Ano 2011 Avaliação Prioridade 1- (PNAI) (Combater a pobreza das crianças e dos idosos, através de medidas que asseguremos seus direitos básicos de cidadania)

Leia mais

CENTRO DE APOIO FAMILIAR E ACONSELHAMENTO PARENTAL

CENTRO DE APOIO FAMILIAR E ACONSELHAMENTO PARENTAL CENTRO DE APOIO FAMILIAR E ACONSELHAMENTO PARENTAL REGULAMENTO INTERNO CENTRO SOCIAL DA PARÓQUIA DE MIRAGAIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS NORMA I (Objeto) O Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental,

Leia mais

PLANO DE AÇÃO. Aprovar o Diagnóstico Social e o Plano de Desenvolvimento Social 2015-2017

PLANO DE AÇÃO. Aprovar o Diagnóstico Social e o Plano de Desenvolvimento Social 2015-2017 PLANO DE AÇÃO O presente plano de ação engloba um conjunto de ações consideradas relevantes para a execução do Plano de Desenvolvimento Social 2015-2017 (PDS) e para o funcionamento da Rede Social de Aveiro,

Leia mais

Área de Intervenção IV: Qualidade de vida do idoso

Área de Intervenção IV: Qualidade de vida do idoso Área de Intervenção IV: Qualidade de vida do idoso 64 ÁREA DE INTERVENÇÃO IV: QUALIDADE DE VIDA DO IDOSO 1 Síntese do Problemas Prioritários Antes de serem apresentadas as estratégias e objectivos para

Leia mais

Projecto co-financiado pelo FSE

Projecto co-financiado pelo FSE CLAS DE MONDIM DE BASTO PLANO DE ACÇÃO 2012 REDE SOCIAL DE MONDIM DE BASTO Projecto co-financiado pelo FSE ÍNDICE ÍNDICE DE TABELAS... 3 CAPÍTULO I... 4 INTRODUÇÃO... 4 CAPÍTULO II... 6 PLANO DE ACÇÃO

Leia mais

ACTUAR NOS CONDICIONANTES VIVER A VIDA: MAIS E MELHOR. Reduzir as desigualdades em saúde. Promover a saúde das crianças, adolescentes e famílias

ACTUAR NOS CONDICIONANTES VIVER A VIDA: MAIS E MELHOR. Reduzir as desigualdades em saúde. Promover a saúde das crianças, adolescentes e famílias ACTUAR NOS CONDICIONANTES VIVER A VIDA: MAIS E MELHOR Reduzir as desigualdades em saúde Garantir um ambiente físico de qualidade Promover a saúde das crianças, adolescentes e famílias Melhorar a saúde

Leia mais

JOGOS TRADICIONAIS. Alunos das Esc. do 1º Ciclo do Ensino Básico. População idosa. Elementos que integram os clubes desportivos do Município

JOGOS TRADICIONAIS. Alunos das Esc. do 1º Ciclo do Ensino Básico. População idosa. Elementos que integram os clubes desportivos do Município Alunos das Esc. do 1º Ciclo do Ensino Básico População idosa Elementos que integram os clubes desportivos do Município JOGOS TRADICIONAIS Projecto de dinamização de jogos tradicionais. Promove a prática

Leia mais

Casa do Povo de Vilarandelo. Plano de Ação 2015-2018

Casa do Povo de Vilarandelo. Plano de Ação 2015-2018 Plano de Ação 2015-2018 Eixo de Intervenção 1 Emprego, Formação e Qualificação a) Estabelecimento da Parceria com o Instituto de Emprego e Formação Profissional, I.P., com o objetivo de facilitar os processos

Leia mais

World Café: Interligar para vencer

World Café: Interligar para vencer World Café: Interligar para vencer Principais Reflexões Tais reflexões resultam de uma sessão intitulada World Café: Interligar para vencer que ocorreu na Cruz Vermelha Portuguesa Centro Humanitário de

Leia mais

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012 Plano de Acção - Rede Social Plano de Acção Rede Social Conselho Local da Acção Social de Figueira de Castelo Plano de Acção Rede Social Acções a desenvolver Objectivos Resultados esperados Calendarização

Leia mais

CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO E PREVENÇÃO NA PRIMEIRA INFÂNCIA

CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO E PREVENÇÃO NA PRIMEIRA INFÂNCIA 1 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO E PREVENÇÃO NA PRIMEIRA INFÂNCIA ENQUADRAMENTO Um projecto de prevenção em saúde mental na área da primeira infância implica sempre uma união de esforços e um trabalho em conjunto

Leia mais

Local, Regional, Nacional. Faro Local Falta de interesse dos alunos paa estes temas. Falta de mo vação

Local, Regional, Nacional. Faro Local Falta de interesse dos alunos paa estes temas. Falta de mo vação Timestamp Tipo de Organização/ Entidade área de intervenção concelho abrangência 12-04-2012 16:46 Projeto Escolhas inclusão social 2. Interculturalidade/ Solidariedade Inter-Geracional OBSTÁCULOS/ DESAFIOS

Leia mais

Relatório de Avaliação

Relatório de Avaliação PDS Plano de Acção 2005 Relatório de Avaliação Rede Social CLAS de Vieira do Minho Introdução Este documento pretende constituir-se como um momento de avaliação e análise do trabalho que tem vindo a ser

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PSICOGERONTOLOGIA - APP PROPOSTA DE PROGRAMA PARA O TRIÉNIO 2012 2014

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PSICOGERONTOLOGIA - APP PROPOSTA DE PROGRAMA PARA O TRIÉNIO 2012 2014 Plano de Acção da APP para o triénio 2012-201 Documento de trabalho para contributos Proposta I da APP 2012-201 ASSOCIAÇ PORTUGUESA DE PSICOGERONTOLOGIA - APP PROPOSTA DE PROGRAMA PARA O TRIÉNIO 2012 201

Leia mais

Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores. Projeto Educativo. Educar para a Cidadania

Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores. Projeto Educativo. Educar para a Cidadania Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores Projeto Educativo Educar para a Cidadania Preâmbulo O Projeto Educativo é o documento que consagra a orientação educativa

Leia mais

PROTOCOLO ENTRE. Considerando que:

PROTOCOLO ENTRE. Considerando que: PROTOCOLO ENTRE PRIMEIRO: MUNICÍPIO DE ANGRA DO HEROÍSMO, pessoa colectiva de direito público, com o NIPC nº 512 044 040, com sede na Praça Velha, freguesia de Sé, Concelho de Angra do Heroísmo, representado

Leia mais

A DEFICIÊNCIA NA COMUNICAÇÃO SOCIAL BOAS PRÁTICAS PARA JORNALISTAS. A diversidade humana é uma realidade e não pode ser ignorada pelos jornalistas

A DEFICIÊNCIA NA COMUNICAÇÃO SOCIAL BOAS PRÁTICAS PARA JORNALISTAS. A diversidade humana é uma realidade e não pode ser ignorada pelos jornalistas A DEFICIÊNCIA NA COMUNICAÇÃO SOCIAL BOAS PRÁTICAS PARA JORNALISTAS ÍNDICE 1. Aspetos básicos a ter em conta A diversidade humana é uma realidade e não pode ser ignorada pelos jornalistas Conceitos na ordem

Leia mais

Projeto de Intervenção

Projeto de Intervenção Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, Braga Projeto de Intervenção 2014/2018 Hortense Lopes dos Santos candidatura a diretora do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, Braga Braga, 17 abril de 2014

Leia mais

CAFAP Traços e Trajetos Serviço de Desenvolvimento para a Autonomia REGULAMENTO INTERNO

CAFAP Traços e Trajetos Serviço de Desenvolvimento para a Autonomia REGULAMENTO INTERNO CAFAP Traços e Trajetos Serviço de Desenvolvimento para a Autonomia REGULAMENTO INTERNO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º (Disposições gerais) A Associação para o Planeamento da Família (APF) - Instituição

Leia mais

PROJETO DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO FEDERAL N.º, DE 2011 (Da Sra. Rosinha da Adefal)

PROJETO DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO FEDERAL N.º, DE 2011 (Da Sra. Rosinha da Adefal) PROJETO DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO FEDERAL N.º, DE 2011 (Da Sra. Rosinha da Adefal) Altera o art. 6º da Constituição Federal para incluir o direito à Acessibilidade entre os direitos e garantias fundamentais

Leia mais

Dia do Voluntário da U.Porto: Formar para o voluntariado Conclusões dos Workshops

Dia do Voluntário da U.Porto: Formar para o voluntariado Conclusões dos Workshops Dia do Voluntário da U.Porto: Formar para o voluntariado Conclusões dos Workshops Workshop1 Voluntariado na área social e humanitária nacional Dinamizadores: Vo.U Associação de Voluntariado Universitário

Leia mais

SESSÃO: ACÇÕES INOVADORAS E ENVELHECIMENTO ACTIVO. Maria Helena Patrício Paes CENTRO ISMAILI, LISBOA 12 DE OUTUBRO DE 2012. mhpaes@prosalis.

SESSÃO: ACÇÕES INOVADORAS E ENVELHECIMENTO ACTIVO. Maria Helena Patrício Paes CENTRO ISMAILI, LISBOA 12 DE OUTUBRO DE 2012. mhpaes@prosalis. CENTRO ISMAILI, LISBOA 12 DE OUTUBRO DE 2012 SESSÃO: ACÇÕES INOVADORAS E ENVELHECIMENTO ACTIVO Maria Helena Patrício Paes mhpaes@prosalis.pt Unidos por uma causa, por causa de quem precisa! Introdução

Leia mais

Câmara Municipal de Alter do Chão Setor Ação Social e Educação

Câmara Municipal de Alter do Chão Setor Ação Social e Educação Nota Introdutória O presente projeto de intervenção surge da constatação do elevado número da população idosa na estrutura demográfica do concelho de Alter do Chão, do conhecimento e do contato direto

Leia mais

DECLARAÇÃO DE MADRI. A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social

DECLARAÇÃO DE MADRI. A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social DECLARAÇÃO DE MADRI A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social Aprovada em Madri, Espanha, em 23 de março de 2002, no Congresso Europeu de Pessoas com Deficiência, comemorando

Leia mais

Regulamento Interno de Funcionamento Criamos oportunidades de integração e participação das famílias Medalha de Prata de Mérito Municipal 2012/2013

Regulamento Interno de Funcionamento Criamos oportunidades de integração e participação das famílias Medalha de Prata de Mérito Municipal 2012/2013 1 Criamos oportunidades de integração e participação das famílias Medalha de Prata de Mérito Municipal 2012/2013 2 Anexo F Normas de Funcionamento do Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental

Leia mais

Inauguração a 21 de Junho de 2011

Inauguração a 21 de Junho de 2011 Inauguração a 21 de Junho de 2011 VISA A PRESTAÇÃO DE APOIO PSICOLÓGICO E SOCIAL A QUEM SE DESTINA. A PESSOAS, FAMÍLIAS E GRUPOS MAIS VULNERÁVEIS, EM SITUAÇÃO DE MAIOR RISCO OU DEPENDÊNCIA FÍSICA E FUNCIONAL.

Leia mais

Sumário Executivo. NOTA: este texto não foi redigido ao abrigo no novo acordo ortográfico. organização nãogovernamental

Sumário Executivo. NOTA: este texto não foi redigido ao abrigo no novo acordo ortográfico. organização nãogovernamental SUMÁRIO EXECUTIVO Optimização das políticas públicas de apoio ao empreendedorismo e inclusão social: estudando o acesso dos microempreendedores às medidas de promoção do auto-emprego 2 Sumário Executivo

Leia mais

Recomendações Encontro Nacional de Juventude 2015

Recomendações Encontro Nacional de Juventude 2015 Recomendações Encontro Nacional de Juventude 2015 O Conselho Nacional de Juventude (CNJ) organizou, de 30 de outubro a 1 de novembro de 2015, em Cascais, na Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril, o

Leia mais

Centro Nacional de Apoio ao Imigrante

Centro Nacional de Apoio ao Imigrante Introdução Centro Nacional de Apoio ao Imigrante Portugal, como outros países da União Europeia, assistiu nos últimos anos a um crescimento acentuado do número de imigrantes. De um país de emigração tornou-se,

Leia mais

Agrupamento de escolas de Coruche. CURSO PROFISSIONAL Ano lectivo 2013/2014

Agrupamento de escolas de Coruche. CURSO PROFISSIONAL Ano lectivo 2013/2014 Agrupamento de escolas de Coruche CURSO PROFISSIONAL Ano lectivo 2013/2014 Técnico de Apoio à Gestão Desportiva Componente de formação: Sócio-cultural: Português Língua estrangeira I, II ou III (b) Área

Leia mais

Cascais Desenvolve Alcabideche e São Domingos de Rana Comissão Social de Freguesia de São Domingos de Rana

Cascais Desenvolve Alcabideche e São Domingos de Rana Comissão Social de Freguesia de São Domingos de Rana Cascais Desenvolve Alcabideche e São Domingos de Rana Comissão Social de Freguesia de São Domingos de Rana Março 2015 (FEDER, Fundo de Coesão, FSE, FEADER e FEAMP) DESENVOLVIMENTO LOCAL DE BASE COMUNITÁRIA

Leia mais

Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias 2015

Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias 2015 Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias 2015 Índice 1. Objetivos gerais:... 4 2. Objetivos específicos:... 5 3. Estratégias Educativas e Pedagógicas... 6 4. Atividades Sócio-Educativas... 7

Leia mais

Exmo. Sr. Reitor da Universidade Portucalense Prof. Doutor Alfredo Rodrigues Marques;

Exmo. Sr. Reitor da Universidade Portucalense Prof. Doutor Alfredo Rodrigues Marques; I Congresso Ibérico Entre a Psicologia e o Ensino Especial Universidade Portucalense Infante D. Henrique 13 de novembro de 2014 Comunicação - Dr.ª Teresa Espassandim Exmo. Sr. Reitor da Universidade Portucalense

Leia mais

1.3. Envelhecimento Activo. 1.4. Plano de Actividades dirigido à população Idosa. 1.5. Semana Sénior

1.3. Envelhecimento Activo. 1.4. Plano de Actividades dirigido à população Idosa. 1.5. Semana Sénior Rede Social de Pombal de Pombal Largo do Cardal 3100-440 Pombal Plano de Acção Ano 2011 Prioridade 1- (PNAI) (Combater a pobreza das crianças e dos idosos, através de medidas que asseguremos seus direitos

Leia mais

Gabinete de Apoio à Família

Gabinete de Apoio à Família Gabinete de Apoio à Família 1- Enquadramento do Projecto A freguesia de São Julião do Tojal, no concelho de Loures, é caracterizada por uma complexidade de problemas inerentes ao funcionamento da família.

Leia mais

CONCLUSÕES GT CIDADÃOS COM DEFICIÊNCIA

CONCLUSÕES GT CIDADÃOS COM DEFICIÊNCIA CONCLUSÕES GT CIDADÃOS COM DEFICIÊNCIA Fiscalizar os prazos para adaptações previstas no Decreto lei 163 e aplicação de coimas. Campanha de sensibilização para comerciantes, etc. Publicação quais os seus

Leia mais

Local, Regional, Nacional. Faro Regional Ver Área-chave 5. Semelhante à Área-chave 5.

Local, Regional, Nacional. Faro Regional Ver Área-chave 5. Semelhante à Área-chave 5. Timestamp Tipo de Organização/ Entidade área de intervenção concelho abrangência 6. Mobilidade / Acesso à Informação OBSTÁCULOS/ DESAFIOS 6. Mobilidade / Acesso à Informação SOLUÇÃO/MELHORAMENTO 12-04-2012

Leia mais

PROJETOS ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DA FREGUESIA DE BENFICA 2014

PROJETOS ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DA FREGUESIA DE BENFICA 2014 PROJETOS ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DA FREGUESIA DE BENFICA 2014 Projeto nº1 Mensagem: No âmbito da Educação e com vista à integração das pessoas com dificuldades cognitivas, de desenvolvimento e motoras,

Leia mais

PROGRIDE - Programa para a Inclusão e Desenvolvimento. Acção: Banco de Ajudas Técnicas. Regulamento de Funcionamento Versão 2

PROGRIDE - Programa para a Inclusão e Desenvolvimento. Acção: Banco de Ajudas Técnicas. Regulamento de Funcionamento Versão 2 PROGRIDE - Programa para a Inclusão e Desenvolvimento Acção: Banco de Ajudas Técnicas Regulamento de Funcionamento Versão 2 Preâmbulo O presente regulamento insere-se no projecto "ParticipAR - Inovação

Leia mais

REDE SOCIAL L DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Sociall

REDE SOCIAL L DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Sociall REDE SOCIAL DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Social Parte 3.7 protecção social E Acção social O artigo 63º da Constituição da República Portuguesa estabelece que ( ) incumbe

Leia mais

Plano de Formação Externa 2014

Plano de Formação Externa 2014 Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. Plano de Formação Externa 2014 Unidade de Investigação, Formação e desenvolvimento-uifd Índice 1. Missão... 3 2. Plano de Formação Externa para 2014... 3 2.1.

Leia mais

Trabalho Prático. Breve descrição de conceitos e desenvolvimento teórico da temática

Trabalho Prático. Breve descrição de conceitos e desenvolvimento teórico da temática Trabalho Prático Designação do Projecto Proposta de Valorização da Zona Ribeirinha do Montijo Tema Cidades Saudáveis e Respostas Locais Breve descrição de conceitos e desenvolvimento teórico da temática

Leia mais

Nós! - criação de Equipas Divulgação do Projecto x A divulgação iniciou-se apenas em Dezembro devido Locais de Voluntariado

Nós! - criação de Equipas Divulgação do Projecto x A divulgação iniciou-se apenas em Dezembro devido Locais de Voluntariado I Eio de Intervenção Grupos Vulneráveis (População Idosa) Ações Atividades Eecutado Iniciado mas eecutado Justificação para a não conclusão/eecução Projeto Menos Sós Mais Elaboração do Projecto Nós! -

Leia mais

Centro Comunitário Bairro Social de Paradinha

Centro Comunitário Bairro Social de Paradinha A Cáritas Diocesana de Viseu no Bairro Social de Paradinha A Cáritas continua com um trabalho de relevante interesse social no Bairro Social de Paradinha. No ano de 2008, a Cáritas continuou a desenvolver

Leia mais

APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA

APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA 1 de Abril de 2004 População e Sociedade Educação e Formação 2003 (Dados provisórios) APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA No último ano, mais de um milhão e meio de indivíduos com 15 ou mais anos, ou seja, 18,7,

Leia mais

Câmara Municipal do Cadaval Saúde em Rede

Câmara Municipal do Cadaval Saúde em Rede Câmara Municipal do Cadaval Saúde em Rede Promoção da Saúde A promoção da saúde é o processo que permite capacitar as pessoas a melhorar e a aumentar o controle sobre a sua saúde (e seus determinantes

Leia mais

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Proposta de ações para elaboração do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência Objetivo Geral: Contribuir para a implementação

Leia mais

Carta Social Rede de Serviços e Equipamentos

Carta Social Rede de Serviços e Equipamentos Carta Social Rede de Serviços e Equipamentos Processo de Atualização por referência a 31 Dezembro de 2014 MANUAL DE INSTRUÇÕES: Modelo de atualização via Internet O processo de atualização da Carta Social

Leia mais

FICHA TÉCNICA AUTORIA DESIGN IMPRESSÃO TIRAGEM ISBN DEPÓSITO LEGAL EDIÇÃO. Relatório Síntese. Rita Espanha, Patrícia Ávila, Rita Veloso Mendes

FICHA TÉCNICA AUTORIA DESIGN IMPRESSÃO TIRAGEM ISBN DEPÓSITO LEGAL EDIÇÃO. Relatório Síntese. Rita Espanha, Patrícia Ávila, Rita Veloso Mendes Relatório Síntese FICHA TÉCNICA AUTORIA Rita Espanha, Patrícia Ávila, Rita Veloso Mendes DESIGN IP design gráfico, Lda. IMPRESSÃO Jorge Fernandes, Lda. TIRAGEM 200 exemplares ISBN 978-989-8807-27-4 DEPÓSITO

Leia mais

Divisão de Assuntos Sociais

Divisão de Assuntos Sociais Divisão de Assuntos Sociais Programa de Apoio às Entidades Sociais de Odivelas (PAESO) Índice Pág. Preâmbulo 1 1. Objectivos 2 2. Destinatários 2 3. Modalidades de Apoio 2 3.1. Subprograma A - Apoio à

Leia mais

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Rede Social de Aljezur Plano de Acção (2009) Equipa de Elaboração do Plano de Acção de 2009 / Parceiros do Núcleo Executivo do CLAS/Aljezur Ana Pinela Centro Distrital

Leia mais

Introdução Freguesia de Odivelas Junta Freguesia de Odivelas Comissão Social de Freguesia de Odivelas

Introdução Freguesia de Odivelas Junta Freguesia de Odivelas Comissão Social de Freguesia de Odivelas Introdução A Freguesia de Odivelas é uma realidade complexa que a todos diz respeito, uma realidade que deve ser alvo de uma intervenção de todos que nela participam para que seja executado um trabalho

Leia mais

Boletim de notícias URBACT. Outubro - Novembro de 2011

Boletim de notícias URBACT. Outubro - Novembro de 2011 Boletim de notícias URBACT Outubro - Novembro de 2011 2 BOLETIM DE NOTÍCIAS URBACT POPULAÇÃO ENVELHECIDA, Artigo de fundo: População envelhecida: desafios para as cidades a nível dos cuidados de saúde

Leia mais

Plano Anual de Actividades, Conta de Exploração Previsional. Orçamento de Investimentos e Desinvestimentos 2010

Plano Anual de Actividades, Conta de Exploração Previsional. Orçamento de Investimentos e Desinvestimentos 2010 Plano Anual de Actividades, Conta de Exploração Previsional e Orçamento de Investimentos e Desinvestimentos 2010 Nome: Centro Social de Cultura e Recreio da Silva Natureza Jurídica: Associação - Instituição

Leia mais

PLANO DE FORMAÇÃO SETEMBRO A DEZEMBRO 2011

PLANO DE FORMAÇÃO SETEMBRO A DEZEMBRO 2011 PLANO DE FORMAÇÃO SETEMBRO A DEZEMBRO 2011 INDICE: Quem somos? Oferta formativa Curso Acções Formativas CURSO DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES ESTES MIÚDOS SÃO IMPOSSÍVEIS!!! - GESTÃO DE COMPORTAMENTOS

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Validação do documento: Elaborado por: Aprovado por: 1/15. Manual de Qualidade

MANUAL DA QUALIDADE. Validação do documento: Elaborado por: Aprovado por: 1/15. Manual de Qualidade Validação do documento: Designação Manual de Qualidade Referência Edição 01 Data 20-10-2010 1ªRevisão 01.11.2013 2ª Revisão- 08.10.2015 Elaborado por: Data: Aprovado por: Data: MANUAL DA QUALIDADE 1/15

Leia mais

Secretaria Municipal de Educação Claudia Costin Subsecretária Helena Bomeny Instituto Municipal Helena Antipoff Kátia Nunes

Secretaria Municipal de Educação Claudia Costin Subsecretária Helena Bomeny Instituto Municipal Helena Antipoff Kátia Nunes Secretaria Municipal de Educação Claudia Costin Subsecretária Helena Bomeny Instituto Municipal Helena Antipoff Kátia Nunes Instituto Municipal Helena Antipoff Educação Especial no Município do Rio de

Leia mais

Técnicas de recolha e análise de informação para caracterização e diagnóstico do contexto de intervenção

Técnicas de recolha e análise de informação para caracterização e diagnóstico do contexto de intervenção 6º CURSO DE MESTRADO EM REABILITAÇÃO DA ARQUITECTURA E DOS NÚCLEOS URBANOS 1º SEMESTRE Disciplina Economia, Sociedade e Território Aula de 12/1/2007 Manuela Mendes Técnicas de recolha e análise de informação

Leia mais

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização 1. Introdução O presente questionário ajudá-lo-á a reflectir sobre os esforços desenvolvidos pela sua empresa no domínio da responsabilidade empresarial,

Leia mais

Dados Pessoais. Nome: Apelido: Morada: Localidade: Código Postal - E - mail: Outros contactos:

Dados Pessoais. Nome: Apelido: Morada: Localidade: Código Postal - E - mail: Outros contactos: Errata Dados Pessoais Nome: Apelido: Morada: Localidade: Código Postal - Telefone: Telemóvel: E - mail: Outros contactos: 1 Edição Instituto da Segurança Social, I.P. Coordenação e Supervisão Técnica Departamento

Leia mais

Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias

Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias Índice 1. Objetivos gerais:... 4 2. Objetivos específicos:... 5 3. Estratégias Educativas e Pedagógicas... 6 4. Atividades Sócio-Educativas... 7 5. Propostas

Leia mais

REGULAMENTO DA LOJA SOCIAL DA FREGUESIA DE PARANHOS PREÂMBULO

REGULAMENTO DA LOJA SOCIAL DA FREGUESIA DE PARANHOS PREÂMBULO REGULAMENTO DA LOJA SOCIAL DA FREGUESIA DE PARANHOS PREÂMBULO Com a emergência de cada vez mais processos de exclusão social e a persistência de fortes desigualdades sociais, pessoais e espaciais, subjacentes

Leia mais

«Leituras sobre rodas»: projeto para a (re)implementação de um serviço de biblioteca itinerante no concelho de Chaves.

«Leituras sobre rodas»: projeto para a (re)implementação de um serviço de biblioteca itinerante no concelho de Chaves. «Leituras sobre rodas»: projeto para a (re)implementação de um serviço de biblioteca itinerante no concelho de Chaves. Comunicação para apresentar no âmbito do 6º Congreso Nacional de Bibliotecas Móviles,

Leia mais

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL OU ATRASO COGNITIVO?

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL OU ATRASO COGNITIVO? DEFICIÊNCIA INTELECTUAL OU ATRASO COGNITIVO? 1. O que é Deficiência Intelectual ou Atraso Cognitivo? Deficiência intelectual ou atraso cognitivo é um termo que se usa quando uma pessoa apresenta certas

Leia mais

Boas Práticas Autárquicas de Responsabilidade Social. Sónia Paixão. 8 de Maio 2012

Boas Práticas Autárquicas de Responsabilidade Social. Sónia Paixão. 8 de Maio 2012 Boas Práticas Autárquicas de Responsabilidade Social Sónia Paixão 8 de Maio 2012 Loures Mais Social: Diferentes Desafios, Novas Abordagens Responsabilidade Social É a integração voluntária de preocupações

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

O Desenvolvimento: Um Desafio à Participação Cívica em todos os Contextos e Idades

O Desenvolvimento: Um Desafio à Participação Cívica em todos os Contextos e Idades O Desenvolvimento: Um Desafio à Participação Cívica em todos os Contextos e Idades O OLHAR DA SAÚDE. UNIDADE DE CUIDADOS NA COMUNIDADE DE TONDELA SISTEMA NACIONAL DE SAÚDE No SISTEMA NACIONAL DE SAÚDE

Leia mais

A experiência do PASSADO, as necessidades do PRESENTE a melhoria do FUTURO REUNIÃO DE TRABALHO NÚCLEOS DA ÁREA DE LISBOA

A experiência do PASSADO, as necessidades do PRESENTE a melhoria do FUTURO REUNIÃO DE TRABALHO NÚCLEOS DA ÁREA DE LISBOA A experiência do PASSADO, as necessidades do PRESENTE a melhoria do FUTURO REUNIÃO DE TRABALHO NÚCLEOS DA ÁREA DE LISBOA 04 Dez 2008 PROJECTO/PROGRAMA CUIDADOS DE SAÚDE / PTSD 2009-2012 OBJECTIVO PRINCIPAL

Leia mais

1-O que é..4. 2-Contexto normativo..4. 3-Articulação com outros instrumentos..4. 4-Conteúdos do projeto educativo...5. 5-Diagnóstico estratégico..

1-O que é..4. 2-Contexto normativo..4. 3-Articulação com outros instrumentos..4. 4-Conteúdos do projeto educativo...5. 5-Diagnóstico estratégico.. 2008/2010 2012/2014 ÍNDICE Introdução 1-O que é..4 2-Contexto normativo..4 3-Articulação com outros instrumentos..4 4-Conteúdos do projeto educativo....5 5-Diagnóstico estratégico..4 6 -Resultados vão

Leia mais

Informação Escrita. 1. Actividades de Representação e participação externas

Informação Escrita. 1. Actividades de Representação e participação externas Informação Escrita Nos termos da alínea o) do artº.17º da Lei nº.5-a/2002 de 11 de Janeiro, e no âmbito das suas competências, a Junta de Freguesia de Portimão apresenta à Assembleia de Freguesia, a informação

Leia mais

Casa do Povo de Porto Judeu Instituição Particular de Solidariedade Social Contribuinte n.º 512 007 136

Casa do Povo de Porto Judeu Instituição Particular de Solidariedade Social Contribuinte n.º 512 007 136 Contribuinte n.º 512 007 136 PLANO DE ACTIVIDADES ANO DE 2009 I INTRODUÇÃO A Casa do Povo de Porto Judeu, como instituição de solidariedade social, e com algum peso no desenvolvimento desta freguesia no

Leia mais

Plano Gerontológico de Monchique Apresentação Pública 15 de Outubro de 2011

Plano Gerontológico de Monchique Apresentação Pública 15 de Outubro de 2011 Apresentação Pública 15 de Outubro de 2011 Trajectórias de envelhecimento Após os 65 anos de idade a estimulação cognitiva diminui significativamente. A diminuição da estimulação desencadeia/agrava o declínio

Leia mais

Politicas Municipais de Apoio à Criança

Politicas Municipais de Apoio à Criança Politicas Municipais de Apoio à Criança MUNICIPIO DA MOITA DASC / Divisão de Assuntos Sociais Projectos Dirigidos à Comunidade em Geral Bibliotecas - Biblioteca Fora d Horas - Pé Direito Juventude - Férias

Leia mais

FREIXO MARCO DE CANAVESES

FREIXO MARCO DE CANAVESES PROJETO EDUCATIVO FREIXO MARCO DE CANAVESES TRIÉNIO 2012-2015 Conteúdo 1. Caracterização da Escola Profissional de Arqueologia... 2 1.1. Origem e meio envolvente... 2 1.2. População escolar... 2 1.3. Oferta

Leia mais

PARECER N.º 2 / 2012

PARECER N.º 2 / 2012 PARECER N.º 2 / 2012 DOTAÇÃO DE PESSOAL NO SERVIÇO DE PEDIATRIA ONCOLÓGICA 1. A questão colocada Solicitar o parecer da Ordem acerca da dotação de pessoal no serviço de Pediatria Oncológica, dado que não

Leia mais

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015/2016 PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015-2016 POR UM AGRUPAMENTO DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA JI Fojo EB 1/JI Major David Neto EB 2,3 Prof. José Buísel E.S. Manuel Teixeira Gomes

Leia mais

Bibliotecas comunitárias e espaços públicos de informação

Bibliotecas comunitárias e espaços públicos de informação Bibliotecas comunitárias e espaços públicos de informação Roger de Miranda Guedes Introdução As bibliotecas comunitárias são ambientes físicos criados e mantidos por iniciativa das comunidades civis, geralmente

Leia mais

É precisamente nestas alturas que temos de equacionar todos os meios possíveis para tornar viáveis, nomeadamente, os museus.

É precisamente nestas alturas que temos de equacionar todos os meios possíveis para tornar viáveis, nomeadamente, os museus. Museus Novos produtos para novos públicos António Ponte Paço dos Duques de Bragança PORTO, 2011-11-07 Ao iniciar esta apresentação quero agradecer o convite que nos foi endereçado para apresentar a situação

Leia mais

www.appc.pt RE PENSAR A ESCOLA PARCERIAS PARA A INCLUSÃO

www.appc.pt RE PENSAR A ESCOLA PARCERIAS PARA A INCLUSÃO Porto, 16 de setembro de 2015 Assunto: CONCLUSÕES DO SEMINÁRIO RE PENSAR A ESCOLA 1º ENCONTRO NACIONAL DE AGRUPAMENTOS DE ESCOLA/ ESCOLAS E CENTROS DE RECURSOS PARA A INCLUSÃO. RE PENSAR A ESCOLA PARCERIAS

Leia mais

ACESSIBILIDADES. boas práticas Boas práticas para auxiliar pessoas com necessidades especiais. 1. Deficiência visual

ACESSIBILIDADES. boas práticas Boas práticas para auxiliar pessoas com necessidades especiais. 1. Deficiência visual Boas práticas para auxiliar pessoas com necessidades especiais 1. Deficiência visual A deficiência visual é a perda ou redução da capacidade visual, com caráter definitivo. As limitações do campo visual

Leia mais

Declaração sobre a Política de Privacidade da Travian Games GmbH

Declaração sobre a Política de Privacidade da Travian Games GmbH Declaração sobre a Política de Privacidade da Travian Games GmbH O presente documento é a Declaração sobre a Política de Privacidade da Travian Games GmbH, Wilhelm-Wagenfeld-Str. 22, 80807 Munique (adiante

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

Levantamento Concelhio das pessoas em situação de semabrigo

Levantamento Concelhio das pessoas em situação de semabrigo Levantamento Concelhio das pessoas em situação de semabrigo em Santo Tirso Introdução No ano de 2004 foi realizado, pela Câmara Municipal de Santo Tirso, o diagnóstico social do concelho, não tendo no

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A APLICAÇÃO DAS NOVAS MEDIDAS EDUCATIVAS DO REGIME EDUCATIVO ESPECIAL

ORIENTAÇÕES PARA A APLICAÇÃO DAS NOVAS MEDIDAS EDUCATIVAS DO REGIME EDUCATIVO ESPECIAL ORIENTAÇÕES PARA A APLICAÇÃO DAS NOVAS MEDIDAS EDUCATIVAS DO REGIME EDUCATIVO ESPECIAL REGULAMENTO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA E PEDAGÓGICA DE ALUNOS (PORTARIA 60/2012, de 29 de maio) Direção Regional da

Leia mais

MINISTÉRIOS DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE E DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE

MINISTÉRIOS DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE E DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE MINISTÉRIOS DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE E DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE Despacho Conjunto n.º 891/99 No domínio da intervenção precoce para crianças com deficiência ou em risco de atraso grave de desenvolvimento,

Leia mais

O Caracol Curioso. Escola a Tempo Inteiro - 1ºciclo. Projeto PedagógicoCAF/CATL - Bullying

O Caracol Curioso. Escola a Tempo Inteiro - 1ºciclo. Projeto PedagógicoCAF/CATL - Bullying O Caracol Curioso Escola a Tempo Inteiro - 1ºciclo Projeto PedagógicoCAF/CATL - Bullying 1. Enquadramento O projeto pedagógico definido para este ano letivo pretende abordar um tema actual, que tem tanto

Leia mais

MINISTÉRIO DA CULTURA Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural - SID Telefone: 3316-2102 Fax: (61) 3316-2023

MINISTÉRIO DA CULTURA Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural - SID Telefone: 3316-2102 Fax: (61) 3316-2023 MINISTÉRIO DA CULTURA Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural - SID Telefone: 3316-2102 Fax: (61) 3316-2023 Nota Técnica nº /2009/SID/MinC Em, de abril de 2009 Ao Sr. Chefe de Gabinete CG/SE/MinC

Leia mais

ESPAÇO(S) E COMPROMISSOS DA PROFISSÃO

ESPAÇO(S) E COMPROMISSOS DA PROFISSÃO ESPAÇO(S) E COMPROMISSOS DA PROFISSÃO 18 de Novembro de 2010 Teatro Municipal de Almada Senhora Presidente da Associação dos Profissionais de Serviços Social, Dr.ª Fernanda Rodrigues Senhoras e Senhores

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO de Desenvolvimento Urbano de VISEU 2020

PLANO ESTRATÉGICO de Desenvolvimento Urbano de VISEU 2020 PLANO ESTRATÉGICO de Desenvolvimento Urbano de VISEU 2020 Outubro 2015 Apresentação Síntese ENQUADRAMENTO O Município de Viseu apresentou ao PORTUGAL 2020 a sua candidatura de Plano Estratégico de Desenvolvimento

Leia mais

CONSTRANGIMENTOS DOS SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS NA ADMISSÃO DE PESSOAS IDOSAS DO FORO MENTAL

CONSTRANGIMENTOS DOS SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS NA ADMISSÃO DE PESSOAS IDOSAS DO FORO MENTAL CONSTRANGIMENTOS DOS SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS NA ADMISSÃO DE PESSOAS IDOSAS DO FORO MENTAL Associação Amigos da Grande Idade Inovação e Desenvolvimento Posição Institucional 1 LARES DE IDOSOS Desde inicio

Leia mais

Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância

Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância Creche e Jardim de Infância O Jardim dos Palhacinhos Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância 1 Albufeira, Março 2014 Gerência: Índice Índice... 2 Introdução... 3 1. Caracterização da instituição...

Leia mais