MANUAL RESUMIDO DE USO DO PERFILÔMETRO

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1 1 LAS - sala 10, Prédio CTE MANUAL RESUMIDO DE USO DO PERFILÔMETRO ÍNDICE INTRODUÇÃO ( em Português )... 2 REGULAMENTO DE USO (em Português )... 3 CHECKLIST (em Português)... 4 EXTRATOS DO MANUAL COMPLETO (em Inglês)... 5 PREENCHIMENTO DA FICHA DE IDENTIFICAÇÃO AO SALVAR UM PERFIL ( em Português ) ACESSO A DADOS ARMAZENADOS NO DISCO RÍGIDO (em Português) EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO DE DADOS EM FORMATO BINÁRIO NATIVO (em Português) EXPORTAÇÃO E CONVERSÃO DE DADOS EM FORMATO ASCII (em Português) J. R. Senna ver

2 2 LAS - sala 10, Prédio CTE MANUAL RESUMIDO DE USO DO PERFILÔMETRO INTRODUÇÃO 1. Este é um manual resumido, cuja leitura e entendimento é requerimento obrigatório para usar o perfilometro. São poucas páginas. Antes de fazer qualquer coisa mais complicada do que as descritas nestas páginas, consulte e entenda as seções correspondentes do manual completo. 2. Se for necessário desligar o ar condicionado da sala para reduzir o ruído na medida, faça-o, mas religue depois. 3. É obrigatório o uso de luvas limpas de plástico ou borracha. Traga as suas próprias. 4. As amostras devem estar desengorduradas, limpas e secas, em todas as faces, e não podem soltar fragmentos. Se precisar de ajuda para limpar suas amostras, contate o técnico de química, Sr. Francisco, Ramal Se houver possibilidade de as costas da amostra deixarem resíduos na plataforma, monte previamente a amostra sobre uma base limpa e fina, por exemplo uma laminula de microscópio limpa. 5. Para colocar as amostras na plataforma de medida, e para retirá-las, use uma pinça limpa. Traga a sua própria. 6. Até 2 a ordem, o material a ser medido deve ser mais mole do que diamante monocristalino. Quem precisar medir diamante mono ou poli deve me procurar, pois há solução para isso. 7. A temperatura do ambiente para operação deve ser 16 o C T AMB 26 o C. A variação deve ser dt AMB / d t 2 o C / hora. J. R. Senna ver

3 3 REGULAMENTO DE USO DO PERFILÔMETRO 1. Só pode operar o perfilômetro quem: (Tiver lido e entendido o manual resumido que se encontra na sala do perfilometro e obedecer as instruções lá escritas.) E (For funcionário do LAS-INPE e se responsabilize financeiramente por danos ao aparelho causados por seu uso, OU use sob responsabilidade de um funcionário do LAS-INPE que se responsabilize financeiramente por danos ao aparelho causados por seu uso.) 2. É obrigatório anotar no caderno de uso: data, operador, responsável, materiais tocados pela ponta, hora de início, hora de término e ocorrências tais como defeitos, suspeita de defeitos, comportamento inesperado do aparelho, ou percalços na operação. 3. É proibido usar o perfilômetro para medir qualquer amostra que suje ou danifique o aparelho ou qualquer parte dêle, incluindo a ponta e a plataforma. 4. É obrigatório o uso de luvas limpas de plástico ou borracha. Traga as suas próprias 5. O manual completo também está na sala do perfilometro, e dela não pode ser retirado sem autorização explicita e específica de José Roberto Senna. OBSERVAÇÕES 1. Se precisar de ajuda para entender o manual, ou se você não sabe se sua amostra pode causar dano ao aparelho, consulte José Roberto Senna, Antonio Fernando Beloto ou Cesar Boschetti. J. R. Senna ver

4 4 J. R. Senna ver CHECKLIST Antes de ir para a sala do perfilometro, confira se voce está levando: 1) A chave da sala 1) Amostras limpas, secas e se necessario aderidas a uma base limpa. 2) Pinça limpa 3) Luvas limpas 4) Um disquette de 3 1/4 para guardar seus resultados. 5) Algumas folhas de papel A4 para imprimir seus resultados. 6) Uma caneta, para fazer as anotações devidas no caderno de uso.

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33 33 PREENCHIMENTO DA FICHA DE IDENTIFICAÇÃO AO SALVAR UM PERFIL. Com um perfil na tela, escolhendo save (F4), aparecerá na tela a janela Data Base Save IDs. Preencha os campos com informação apropriada. Para escrever nas caixas apropriadas, use o teclado alfanumérico. Use a tecla UNDO para apagar caracteres. Use as teclas e para escolher dentre os valores predefinidos. Use a tecla UNDO para apagar o # antes de escrever o nome, senão você ficará com #amostra1 ao invés de amostra1 e #creysson ao invés de creysson (por exemplo). Campo INSTITUTO: Escolha INPE, CTA ou OUTROS, usando as teclas e. Não deixe em branco nem escolha #. DEPTO: Escolha uma das opções disponíveis, usando as teclas e. Somente se nenhuma opção disponível lhe servir, deixe em branco (usando UNDO para apagar se necessário. O valor do campo mudará automaticamente para # quando passar para o próximo item. GRUPO: Mesmo procedimento que para o campo acima. PROJETO: Escolha uma das opções disponíveis, usando as teclas e, ou escreva algo descritivo do projeto de pesquisa para o qual esta medida é usada., por exemplo niquelação. Não deixe em branco nem escolha #. OPERADOR: Escolha uma das opções disponíveis, usando as teclas e, ou escreva seu nome. Não deixe em branco nem escolha #. Dados armazenados com este campo não preenchido estão sujeitos a serem apagados sem aviso. MEDIDA: Escolha ou escreva um nome que lhe dê informação útil, por exemplo a posição na amostra onde esta medida foi feita (esquerda, direita, etc..), ou qual é esta dentre muitas medidas na mesma amostra ( 1a, 2a, etc...) AMOSTRA: Escolha ou escreva um nome. Não deixe em branco nem escolha #. O preenchimento criterioso ajudará a manutenção da base de dados e lhe facilitará a recuperação de seus dados. Além disso, este armazenamento no disco rígido tem um caráter provisório, e é permitido para facilitar o trabalho do usuário que estiver fazendo muitas medidas na ocasião. O usuário deve exportar seus dados para um disquete assim que possível, para evitar sobrecarregar o disco rígido do computador. Dados armazenados por mais de um mês no disco rígido estão sujeitos a serem apagados sem aviso.

34 34 ACESSO A DADOS ARMAZENADOS NO DISCO RÍGIDO Para acessar o catálogo de dados armazenados no disco rígido: DATA...CATALOG aparecerá na tela a janela Data Base Save IDs. Preencha os campos com informação apropriada. Escreva os nomes, use as teclas e para escolher dentre os valores predefinidos, ou use curinga (*). Apertando ENTER, aparece a lista dos arquivos que satisfazem a informação que você deu. Use 9 H³;³SDUDVHOHFLRQDURDUTXLYRTXHTXLVHU1DSDUWHLQIHULRUGDWHODDSDUHFH toda a identificação correspondente a cada arquivo (Instituição, Depto, operador, etc..). Você pode apagar o item escolhido [F1:delete], exibir os dados e perfil [F2:view], exportar os dados [F3:export] ou sair do catalogo [F4:quit]. CUIDADO! Antes de apagar qualquer item [F1:delete], certifique-se que o item é seu! Se você escolher [F2:view], o programa perguntará, antes de exibir os dados, se você deseja salvar a receita atual. Isto porque, ao carregar os dados que você selecionou no catálogo, o programa irá carregar para a memória RAM também a receita correspondente a aqueles dados. Normalmente você não precisa salvar a receita atual, pois ela foi salva antes, por quem a escreveu ou modificou. Assim, escolha não ( N ), para não ficar salvando de novo receitas já salvas anteriormente. Se você escolher [F3:export], você terá as opções de exportar em formato ASCII ou binário. Há mais explicações sobre estas opções a seguir. De qualquer maneira, eu recomendo fortemente que cada usuário exporte seus dados para um disquete cada vez que usar o perfilometro. Levando sempre o mesmo disquete, o usuário terá um backup, e um só disquete é suficiente para muitos dados.

35 35 EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO DE DADOS EM FORMATO NATIVO Arquivos de dados em formato binário tem o sufixo.rwb, ocupam muito menos espaço do que os arquivos em formato ASCII e podem ser re-importados para o computador do perfilometro para serem examinados, impressos ou salvos no disco rígido. Não são reconhecidos por nenhum outro programa de computador, ou seja só servem para serem usados neste perfilometro ou em outro igual, ou como backup. EXPORTANDO: Para exportar um arquivo de dados previamente salvo no disco rígido, insira um disquete no drive A e use o menu DATA... CATALOG Forneça informação suficiente para estreitar a busca (por exemplo no mínimo o nome do operador). Selecione o arquivo a ser exportado e aperte F3 para exportar. Aceite o nome ou escreva um novo nome para o arquivo, sem incluir um sufixo no nome de arquivo. Escolha o formato BINARY (ou seja escolha Y ). O arquivo será escrito no diretório A:\tencor\exp\sdata. Se essa arvore de diretórios não existir no disquete, ela será criada automaticamente na primeira vez que um arquivo for exportado para aquele disquete. Exporte quantos arquivos quiser para o mesmo disquete. Todos ficarão guardados no disquete com nome escolhido acrescido do sufixo.rwb. IMPORTANDO: Para importar um arquivo do disquete para o qual ele havia sido anteriormente exportado, o arquivo deve estar no diretório A:\tencor\exp\sdata. Insira o disquete no computador, e use DATA...MAINTAIN... Aparecerá a janela Data Maintenance. USE 9 H³;³SDUDVHOHFLRQDU³,PSRUW Na janela apresentada a seguir, escreva o nome do arquivo SEM o sufixo.rwb, ou aperte [F1] para ver uma lista dos arquivos disponíveis no disquete. Quando importar um arquivo binário só para examinar ou imprimir, não é necessário salvá-lo para o disco rígido. Os dados e a respectiva receita ficam na memória RAM, podendo examinados e impressos. A receita pode ser modificada, por exemplo com a adição de mais parâmetros que não haviam sido calculados antes. Ou seja, uma vez que você importou um arquivo de dados binário proveniente do disquete, você pode usá-lo da mesma maneira que usaria um arquivo de dados que acabou de ser gerado pela medição física de uma amostra.

36 36 EXPORTAÇÃO E CONVERSÃO DE DADOS EM FORMATO ASCII. Arquivos de dados em formato ASCII são maiores do que os arquivos no formato binário nativo do Tencor AS500. mas têm a vantagem de serem facilmente legíveis por qualquer programa editor de texto (por exemplo o Bloco de Notas ou Notepad ). Usando o Origin ou similar, o usuário pode gerar gráficos com qualidade de publicação, e também fazer análises não disponíveis no programa do perfilometro, como transformadas de Fourier. Estes arquivos ASCII não podem ser importados de volta para o perfilometro. Para exportar um arquivo de dados previamente salvo no disco rígido, insira um disquete no drive A e siga o procedimento descrito em "ACESSO A DADOS ARMAZENADOS NO DISCO RÍGIDO. Selecione o arquivo a ser exportado e aperte F3 para exportar. Escolha o formato ASCII (ou seja escolha N ). Aceite o nome ou escreva um novo nome para o arquivo, sem incluir um sufixo no nome de arquivo. Exporte quantos arquivos quiser para o mesmo disquete. Todos ficarão guardados no disquete com nome escolhido acrescido do sufixo.rwt, dentro do diretório A:\tencor\exp\sdata. Se essa arvore de diretórios não existir no disquete, ela será criada automaticamente na primeira vez que um arquivo for exportado para aquele disquete. Esses arquivos contem toda a informação, mas ainda em uma forma não tão conveniente para manipulação. As ordenadas são listadas, 20 delas por linha de arquivo. Todos os parâmetros de varredura (velocidade, comprimento, etc..) são fornecidos, assim como todos os parâmetros cujo cálculo foi solicitado ( altura de degrau, rugosidade Rq, etc..) mas são listados de uma forma ainda codificada. Usando o programa rwt2dat.exe é obtido um arquivo num formato ainda mais amigável. Esse programa roda em DOS ou em uma janela de DOS. O executável rwt2dat.exe deve estar no mesmo diretório (pasta) que o arquivo a ser convertido. Para rodar o executável é só escrever rwt2dat (sem aspas) e pressionar a tecla enter. Será perguntado o nome do arquivo a ser convertido (se ele se chamar input.rwt basta responder i,sem aspas, e caso o nome seja outro, basta digitar o nome, por exemplo creysson.rwt ). Será perguntado o nome do arquivo de saída (se ele se chamar output.dat basta responder o,sem aspas, e caso o nome seja outro, basta digitar o nome, por exemplo creysson.dat ). O arquivo de saída contém: -2 colunas, na da esquerda as abcissas em microns e na da direita as ordenadas em angstrons. - a seguir uma linha em branco, a seguir as legendas das colunas -mais uma linha em branco, seguida de todas as informações de identificação dos dados ( amostra, operador, etc..), todos os parâmetros de varredura, com seus nomes e valores e todos os parâmetros calculados, seus nomes e valores Isso faz com que o importador, por exemplo o Origin, não encontre nenhuma ambigüidade, pois o importador usará todos os dados até a primeira linha em branco. De qualquer maneira, aconselha-se que o usuário use um editor de texto para abrir o arquivo de saída *.dat e conferir que os dados foram importados corretamente. O programa Origin permite é claro, ajustar a maneira como dados a importar são reconhecidos, se isto for necessário.

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