TEXTO PARA DISCUSSÃO PROPOSTA DE MUDANÇA NO RATEIO DA COTA PARTE DO ICMS ENTRE OS MUNICÍPIOS CEARENSES

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1 GOVERO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DE PLAEJAMETO E GESTÃO (SEPLAG) Insttuto de Pesqusa e Estratéga Econômca do Ceará (IPECE) TEXTO PARA DISCUSSÃO PROPOSTA DE MUDAÇA O RATEIO DA COTA PARTE DO ICMS ETRE OS MUICÍPIOS CEARESES Marcos Costa Holanda Marcelo Ponte Barbosa Leandro Olvera Costa Cláudo André G. oguera Fortaleza-CE Julho/2007

2 GOVERO DO ESTADO DO CEARÁ Cd Ferrera Gomes Governador SECRETARIA DO PLAEJAMETO E GESTÃO (SEPLAG) Slvana Parente Secretára ISTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECOÔMICA DO CEARÁ (IPECE) Marcos Costa Holanda Dretor Geral Marcelo Ponte Barbosa Dretor de Estudos Econômcos Evelne Barbosa Slva Carvalho Dretor de Estudos Socas Insttuto de Pesqusa e Estratéga Econômca do Ceará (IPECE) End.: Centro Admnstratvo do Estado Governador Vrgílo Távora Av. General Afonso Albuquerque Lma, S/ Ed. SEPLAG 2º andar Fortaleza-CE Telefones: (85) / Fax: (85)

3 3 ITRODUÇÃO É extensa a lteratura que relacona a qualdade da educação e das condções de saúde ao processo de desenvolvmento de um país ou regão. Tal lteratura ndca que nvestmentos em melhoras na saúde e educação causam mpactos postvos sobre a produtvdade e a renda da população (Bardhan e Udry, 1991), além de afetar a qualdade de vda das camadas menos favorecdas. Défcts educaconas e de saúde geram um grande desperdíco de captal humano e um baxo desempenho econômco, pos podem condenar parte população a um cclo vcoso de baxos níves de produtvdade e renda, a conhecda armadlha da pobreza. Essa stuação de pobreza pratcamente mutável ocorre em regões pobres, com uma dstrbução assmétrca de renda e precára oferta de servços públcos na área de Saúde e Educação, o que restrnge as possbldades das pessoas que estão nas camadas mas baxas de explorar suas capacdades ndvduas (Ray, 1998). O estado do Ceará não foge a dura realdade observada na maora dos estados brasleros: uma péssma dstrbução de renda e uma oferta nsufcente de recursos públcos na área da saúde, educação e meo ambente. 1 Para ldar com essa stuação, é prmordal que se busque uma alocação efcente dos recursos públcos. Tal efcênca pode ser alcançada através de mecansmos de ncentvo desenhados para prorzar a melhora de ndcadores sócoambentas e, conseqüentemente, uma alocação mas eqütatva dos recursos públcos. Entende-se como alocação eqütatva a dstrbução de recursos objetvando superar as desgualdades exstentes, consderadas socalmente njustas e evtáves, mplcando que necessdades dstntas sejam atenddas por ações dferencadas (Whtehead, 1991). Partndo dos argumentos acma, este estudo tem o objetvo de propor, através de uma mudança da Le º /96 2, um mecansmo que busca a dstrbução eqütatva e a efetvdade no repasse de recursos aos muncípos, com ênfase na melhora de ndcadores socas. Tal mecansmo se basea em recompensar os muncípos que se comprometerem e, efetvamente, obtverem melhoras nos ndcadores de educação, saúde e meo ambente. O objetvo central da proposta é, portanto, a geração de uma saudável competção entre as gestões muncpas, levando à melhora dos ndcadores relaconados com o desenvolvmento do muncípo e, conseqüentemente, do Estado (IPECE, 2005). 1 Para mas nformações sobre a dstrbução de renda do Ceará veja a ota Técnca do IPECE A Dstrbução de Renda no Estado do Ceará no Período e sobre a Saúde e Meo Ambente veja a publcação Ceará em úmeros Esta le dspõe sobre os crtéros para dstrbução da parcela de 25% da receta do produto de arrecadação do ICMS pertencente aos muncípos.

4 4 A Le º de 1996 refere-se à parcela do mposto do Estado sobre operações relatvas à crculação de mercadoras e sobre prestações de servços de transporte nterestadual e ntermuncpal e de comuncação (ICMS) que é dstrbuída entre seus respectvos muncípos. A maor parte dessa parcela, três quartos, é rateada na proporção do valor adconado dos muncípos nas operações relatvas à crculação de mercadoras e nas prestações de servços, que está relaconado a fatores que tornam concentrada a alocação de recursos. O restante, um quarto, é rateado segundo os três crtéros a serem apontados na próxma seção. Como será verfcado a segur, o atual mecansmo de rateo não vsa à efcênca na dstrbução dos recursos e, menos anda, a dstrbução eqütatva. a próxma seção são apresentados os crtéros atuas de rateo e a smulação do repasses para a seção 2, expõe-se a proposta do novo mecansmo de rateo. a seção 3, smula-se o mecansmo proposto, possbltando a comparação entre os crtéros em vgor e os propostos. Por fm, conclu-se o estudo. 1. ATUAL CRITÉRIO DE RATEIO DO ICMS O Artgo 158 da Consttução Federal dspõe, em seu ncso IV, que 25% do produto da arrecadação do mposto do Estado sobre operações relatvas à crculação de mercadoras e sobre prestações de servços de transporte nterestadual e ntermuncpal e de comuncação (ICMS), pertence aos Muncípos. Os crtéros para a dstrbução desta parcela entre os muncípos são: 3/4, no mínmo, na proporção do valor adconado nas operações relatvas à crculação de mercadoras e nas prestações de servços, realzadas em seus terrtóros; e até 1/4, de acordo com o que dspuser le estadual ou, no caso dos terrtóros, le federal. A le estadual º , de 07 de agosto de 1996, dspõe sobre os crtéros para dstrbução da parcela de 25% da receta do produto de arrecadação do ICMS pertencente aos muncípos. Segundo esta, a parcela deve ser dstrbuída entre os muncípos cearenses conforme os seguntes crtéros: I - 75% referente ao Valor Adconado Fscal - VAF, obtdo medante a aplcação dos índces resultantes da relação percentual entre as médas dos valores adconados ocorrdos em cada muncípo, e dos valores adconados totas do Estado, nos dos anos cvs medatamente anterores;

5 5 II - 5% conforme relação exstente entre a população do muncípo e a população total do Estado, medda segundo dados fornecdos pela Fundação Insttuto Braslero de Geografa e Estatístca - IBGE; III - 12,5% medante a relação entre o somatóro das despesas realzadas pelo muncípo na manutenção e desenvolvmento do ensno nos termos do Art. 212 da Consttução Federal e do Art. 2º da Le nº 7.348/85, e a receta muncpal provenente de mpostos e transferêncas consttuconas federas e estaduas, calculada com base em dados relatvos ao segundo ano cvl medatamente anteror, fornecdos pelo Trbunal de Contas dos Muncípos. IV - 7,5% correspondente à quota a ser dstrbuída gualtaramente entre todos os muncípos. Smulação do Crtéro Atual Como ponto de partda para a análse, fo realzada uma smulação da dstrbução dos repasses para 2008, cujos resultados são mostrados a segur. O Gráfco 1 apresenta as partcpações dos muncípos na parcela da cota referente ao crtéro de valor adconado (75% do total de repasses) e o Gráfco 2 apresenta as partcpações referente aos crtéros restantes (25% do total de repasses). Gráfco 1: Partcpação dos muncípos nos 75% relaconado ao VAF Verfca-se que na dstrbução dos 75% da cota dos muncípos, baseada no VAF, mas de 70% do repasse se concentra em apenas quatro muncípos: Fortaleza, Maracanaú, Sobral e

6 Caucaa. Ou seja, os muncípos com maores fontes de recetas trbutáves recebem proporconalmente sua parcela do repasse. 6 Gráfco 2: Partcpação dos muncípos nos 25% dos outros crtéros o que se refere à dstrbução dos outros 25%, cerca de 2/5 dos recursos é rateado entre os muncípos mas benefcados sob o crtéro do VAF. Assm, os crtéros de rateo do ICMS prvlegam os muncípos que já apresentam maor dsponbldade de recursos, apesar de a dstrbução dos 25% suavzar um pouco esta stuação. 2. PROPOSTA PARA MUDAÇA DO RATEIO DO ICMS Através de um mecansmo que busca a efetvdade e efcênca da utlzação dos recursos públcos e uma maor equdade na dstrbução, propõe-se mudar os crtéros da dstrbução dos recursos da cota parte dos muncípos no ICMS. Vsando estmular o dreconamento de nvestmentos e uma melhor gestão em áreas de maor nteresse socal para o estado, os muncípos serão ncentvados a melhorar seus ndcadores de resultados nas áreas da educação, saúde e meo-ambente. Vsto que o crtéro relaconado ao Valor Adconado Fscal é prevsto na Consttução Federal (75% da cota parte dos muncípos), propõem-se mudanças nos crtéros de dstrbução dos 25% restantes, que fcam a crtéro de le estadual. Assm, os crtéros a que se referem os parágrafos II, III e IV da Le Estadual º /96, relatvos à cota parte dos muncípos no ICMS, passaram a ser os seguntes:

7 7 II. 18% em função do Índce de Qualdade Educaconal (IQE) de cada muncípo, formado pelos ndcadores de atendmento, aprovação e aprendzagem dos alunos, calculado com base em dados relatvos aos dos anos cvs medatamente anterores; III. 5% em função do Índce de Qualdade da Saúde (IQS) de cada muncípo, calculado com base em dados relatvos aos dos anos cvs medatamente anterores; IV. 2% em função do Índce de Qualdade do Meo Ambente (IQM) de cada muncípo, calculado com base em dados relatvos aos dos anos cvs medatamente anterores Índce de Qualdade da Educação - IQE O Índce de Qualdade da Educação basea-se em ndcadores de fluxo e estoque da qualdade do cclo ncal da Educação básca 1ª a 5ª sére do EF e ndcadores de alfabetzação da 2ª sére do EF. Justfca-se a utlzação desses ndcadores na cração do IQE pelo fato de que as prncpas problemátcas educaconas da Educação cearense e braslera são observadas nessas classes de ndcadores 3. Buscando tornar mas claras essas três dmensões do IQE e as duas fases do ensno analsadas (fnal do ensno fundamental e níco do período de alfabetzação), dvdu-se esse índce em outros dos: o Índce de Qualdade do Fundamental (IQF) e o Índce de Qualdade da Alfabetzação (IQA). Foram atrbuídas as proporções de 1/3 para o IQF e de 2/3 para o IQA. A segunte fórmula representa o IQE: IQE 1 = 3 [ IQF ] + [ IQA ] Índce de Qualdade do Fundamental - IQF O IQF é determnado a partr de uma varável que mede o fluxo dos estudantes, dado pela a taxa de aprovação, e outra que mede a qualdade, dado pelo desempenho dos estudantes em exames padronzados (Prova Brasl ou SPAECE). São atrbuídas as seguntes ponderações: 20% em relação à taxa de aprovação nas séres ncas do Ensno Fundamental; 80% em relação ao desempenho dos estudantes em exames padronzados, dos quas: 40% em relação à nota méda dos alunos da 5ª sére do Ensno Fundamental; 60% em relação ao avanço na nota méda dos alunos da 5ª sére do Ensno Fundamental. 3 Consderações metodológcas para a escolha dos ndcadores de fluxo e qualdade podem ser verfcadas no Texto para Dscussão do IEP/MEC, Índce de Desenvolvmento da Educação Básca (Ideb).

8 8 Assm, para um determnado ano, o Índce de Qualdade do Fundamental do muncípo pode ser expresso pela fórmula: A AP AP IQF = 0, 2 + 0, 8 0, 4 + 0, 6 A AP AP Onde: A é a taxa méda de aprovação nas cnco prmeras séres do ensno fundamental de nove anos do muncípo ; AP é o resultado padronzado da avalação do ensno fundamental do muncípo no ano de ocorrênca da avalação, que é dado pela segunte fórmula: AP AF AF = AFMAX AF, onde - AF é o resultado da avalação do ensno fundamental do muncípo no ano de ocorrênca da avalação, que é dado pela segunte fórmula: Méda AF =, 5 DP A 0 onde Méda é a méda das notas dos alunos da 5ª sére do ensno fundamental de nove anos do muncípo em Exames de Avalação Padronzada; DP é o desvo-padrão entre as notas dos alunos da 5ª sére do ensno fundamental de nove anos do muncípo em Exames de Avalação Padronzada; A é o número total de alunos da 5ª sére do ensno fundamental de nove anos do muncípo avalados no exame consderado para o cálculo de AF ; M é o número total de alunos matrculados na 5ª sére do ensno fundamental de nove anos do muncípo no ano do exame consderado para o cálculo de AF. - AF MAX é o AF do muncípo que apresentou a maor méda dentre os muncípos brasleros no exame Prova Brasl de 2005, cujo resultado fo de AF é o valor mínmo possível para o AF de um muncípo, ou seja, 0 (zero). AP é a varação padronzada do resultado padronzado da avalação do ensno fundamental do muncípo em relação ao ano anteror, que é calculada da segunte forma: M,

9 9 Onde: - AP AP AP AP =, APMAX AP é a varação do resultado padronzado da avalação do muncípo em relação ao ano anteror, que é calculada da segunte forma: APt 1 + APt 2 + APt 3 AP = APt, 3 onde t refere-se ao ano do cálculo do índce; - APMAX é a maor dentre as varações dos resultados padronzados das avalações dos muncípos cearenses, que é calculada da segunte forma: AP = máxmo ( ) MAX AP - AP é a menor dentre as varações dos resultados padronzados das avalações dos muncípos cearenses, que é calculada da segunte forma: AP = mínmo ( ) AP Índce de Qualdade da Alfabetzação - IQA A mplementação do Índce de Qualdade da Alfabetzação depende dos resultados obtdos no Exame da Alfabetzação dos Estudantes da 2ª séres do Ensno Fundamental, o qual será realzado pela Secretara de Educação do Estado do Ceará - SEDUC. Esse exame vsa montorar a alfabetzação dos jovens nas séres ncas, atrbundo nota para todos os Muncípos Cearenses. O IQA utlza uma metodologa aproxmada ao segundo componente do Índce de Qualdade da Educação. A equação do índce é: Onde: EA IQA = 0, 5 + 0, 5 EA EA EA EA é o resultado padronzado da avalação da alfabetzação do muncípo no ano de ocorrênca da avalação, que é dado pela segunte fórmula: EA AA = AA MAX AA AA, onde:

10 - AA é o resultado da avalação da alfabetzação do muncípo no ano de ocorrênca da avalação, que é dado pela segunte fórmula: AA Méda =, 5 DP A 0 onde: M Méda é a méda das notas dos alunos da 2ª sére do ensno fundamental de nove anos do muncípo em Exames de Alfabetzação; DP é o desvo-padrão entre as notas dos alunos da 2ª sére do ensno fundamental de nove anos do muncípo em Exames de Alfabetzação; A é o número total de alunos da 2ª sére do ensno fundamental de nove anos do muncípo avalados no exame consderado para o cálculo de AA ; M é o número total de alunos matrculados na 2ª sére do ensno fundamental de nove anos do muncípo no ano do exame consderado para o cálculo de AA. - AA MAX é o maor dentre os AA no ano de ocorrênca da avalação; - AA é o menor dentre os AA no ano de ocorrênca da avalação; - Para qualquer muncípo que obtenha AA menor do que o valor assumdo por AA, para efeto de cálculo de seu EA deve-se consderar AA = AA. EA é a varação padronzada do resultado padronzado da avalação da alfabetzação do muncípo em relação ao ano anteror, que é calculada da segunte forma: EA EA = EA MAX, EA EA Onde: - EA é a varação do resultado padronzado da avalação da alfabetzação do muncípo em relação ao ano anteror, que é calculada da segunte forma: EA = EA EA, onde t refere-se ao ano de cálculo do índce; t - EA MAX é a maor dentre as varações dos resultados padronzados das avalações da alfabetzação dos muncípos cearenses, que é calculada da segunte forma: EA = máxmo t 1 ( ) MAX EA 10

11 - EA é a menor dentre as varações dos resultados padronzados das avalações da alfabetzação dos muncípos cearenses, que é calculada da segunte forma: EA = mínmo ( ) EA Índce de Qualdade da Saúde - IQS O Índce de Qualdade da Saúde basea-se em ndcadores de fluxo e estoque da qualdade da saúde. Com o objetvo de dreconar o resultado esperado da gestão da saúde dos muncípos, utlzou-se a Taxa de Mortaldade Infantl como ndcador das condções e polítcas na área da saúde de cada muncípo. Essa varável também é de constante verfcação pelo governo estadual, federal e organzações nternaconas. Os coefcentes referentes ao resultado da saúde são calculados a partr da dferença (ou dstânca) da Taxa de Mortaldade Infantl em relação 100. As seguntes equações expõem o cálculo do coefcente: Onde: DM DM IQS = 0, 5 + 0, 5, DM DM IQS é o Índce de Qualdade da Saúde do muncípo ; DM é a Dstânca da Mortaldade Infantl do muncípo, que é calculada da segunte forma: DM = 100 TMI, onde TMI é a Taxa de Mortaldade Infantl do muncípo ; DM é a varação padronzada da Dstânca da Mortaldade Infantl do muncípo, que é calculada da segunte forma: Onde: DM DM = DM MAX DM DM DM é a varação da Dstânca da Mortaldade Infantl do muncípo, que é calculada da segunte forma: : DM = DM DM, t t 1 onde t refere-se ao ano de cálculo do índce;

12 12 DM MAX é a maor dentre as varações da Dstânca da Mortaldade Infantl dos muncípos cearenses, que é calculada da segunte forma: DM = máxmo ( ) MAX DM DM é a menor dentre as varações da Dstânca da Mortaldade Infantl dos muncípos cearenses, que é calculada da segunte forma: DM = mínmo ( ) DM 2.3 Índce de Qualdade do Meo Ambente - IQM A varável de qualdade do meo-ambente é baseada na exstênca de aterros santáros nos muncípos que sejam aprovados por órgão competente. Assm, Para um determnado ano, o Índce de Qualdade do Meo Ambente de um muncípo pode assumr os seguntes valores: IQM é gual a 1 se exste, no muncípo, Sstema de Gerencamento Integrado de Resíduos Sóldos Urbanos aprovado pelo Conselho de Polítcas e Gestão do Meo Ambente/SEMACE; IQM é gual a 0 se não exste, no muncípo, Sstema de Gerencamento Integrado de Resíduos Sóldos Urbanos aprovado pelo Conselho de Polítcas e Gestão do Meo Ambente/SEMACE. 2.4 Gatlho para lmtação de ganhos e perdas Vsando lmtar ganhos e perdas excessvas de alguns muncípos propõe-se a utlzação de um lmte máxmo de ganho devdo puramente às mudanças nos coefcentes de partcpação sobre o percentual de 25% da cota do ICMS relatva ao IQE, IQS e IQM, que funconará do segunte modo: 1. Sempre que a parcela de um muncípo resultar, para este muncípo, em uma receta referente aos 25% da cota superor a 35% de sua receta do ano anteror 4, ela será automatcamente ajustada de forma a obedecer a esse lmte; 2. Os recursos que surgrem da etapa 1 serão repassados, de forma crescente, aos muncípos com menores varações de recetas relatvamente ao ano anteror. 3. Os recursos da etapa 2 somente poderão ser repassados a um determnado muncípo quando aquele medatamente anteror apresentar mesma varação de receta relatvamente ao ano anteror. 4 Calculada descontando o aumento de receta resultante do crescmento nomnal do ICMS total do Estado.

13 13 O mecansmo do gatlho funcona da segunte manera: Suponha que em dado ano X muncípos apresentam varação acma de 35% em suas partcpações. Tas muncípos terão, portanto, seus ganhos lmtados a esse percentual. A sobra de recursos orunda da aplcação do gatlho será redreconada aos muncípos que apresentaram maores perdas no respectvo ano. Assm, o muncípo com maor perda tera sua partcpação aumentada até que sua perda se gualasse a do muncípo com segunda maor perda. Uma vez atngdo este novo patamar de perda máxma, os dos muncípos teram suas partcpações aumentadas até que suas perdas se gualassem a do muncípo com tercera maor perda, e assm sucessvamente, até que os recursos se esgotem. O gatlho proposto permte suavzar temporalmente os mpactos da mudança dos crtéros sobre as fnanças muncpas, contrbundo para evtar mudanças mas bruscas sobre as recetas da cota do ICMS. Apesar de lmtar os ganhos de partcpação de um ano para outro, este gatlho não retra da proposta a possbldade de que muncípos possam ter suas partcpações aumentadas ou dmnuídas consderavelmente a médo prazo, mantendo assm, sua capacdade de gerar ncentvos pretenddos nas áreas de educação, saúde e meo ambente. 3 SIMULAÇÃO DOS IMPACTOS DOS OVOS CRITÉRIOS DE RATEIO A smulação do rateo da cota parte do ICMS sob os novos crtéros propostos fo baseada em dados de 2005, 2006 e 2007 (avalação da alfabetzação a nível estadual). Com relação aos resultados do meo ambente, para efeto da smulação, todos os muncípos foram consderados como apresentando aterro santáro aprovado por órgão competente. Por últmo, para o cálculo da cota total a ser dstrbuída, fo utlzado como valor de referênca para a arrecadação estadual do ICMS o montante de R$ 3,9 blhões. O gráfco 3 apresenta a partcpação dos muncípos na parcela de 25% da cota-parte referente aos crtéros propostos. Constata-se uma mudança sgnfcatva no perfl de dstrbução dos recursos, tornando-o mas eqütatvo. Dentre os muncípos com maor partcpação, contnuamos a ter Fortaleza, cuja grande queda de partcpação fo reduzda pelo aconamento do gatlho anterormente explcado, seguda de Sobral, Groaíras e Jat, os três últmos respondendo por não mas de 0,8% do total. Ou seja, muncípos pequenos e com pequena arrecadação estão entre os que mas receberam sob o novo crtéro, pos se destacaram nos ndcadores consderados. Assm, os resultados confrmam o vés em favor dos muncípos mas pobres e com ndcadores de educação e saúde mas defasados.

14 14 Gráfco 3: Partcpação dos Muncípos nos 25% da proposta. PROPOSTA (25% DA COTA) Fortaleza 1,8 % Sobral 0,8% Groaíras 0,6% Jat 0,6% A mplantação do novo modelo de dstrbução mplcara na realocação de cerca de R$ 20,7 mlhões, o que corresponde a 2,1% da cota total. Sob as novas regras, 67% dos muncípos passaram a apresentar ganho de receta, enquanto 33% perderam. Em termos absolutos, 60 muncípos perderam R$ 20,7 mlhões em recetas para os 124 muncípos restantes. a tabela 1, tenta-se quantfcar o tamanho das perdas e dos ganhos de recetas muncpas. Verfca-se que a grande maora dos muncípos que teram redução na partcpação na cota do ICMS (55 muncípos) perdera menos de 10% do que recebem atualmente. Já entre os ganhadores, 51 muncípos ganharam menos de 10% sobre a receta atual e 24 muncípos apresentaram ganhos acma de 20% em suas recetas. Assm, entre aqueles que perdem, a perda méda muncpal sera de 4% da cota, enquanto que entre os que ganham, o ganho médo muncpal sera de 12% da cota. O aumento percebdo nas recetas para a grande maora dos muncípos é resultado, prncpalmente, da realocação de um pequeno percentual de recursos dos muncípos mas rcos, como Fortaleza, Caucaa e Maracanaú, em benefíco daqueles muncípos de menor porte cujos resultados nos ndcadores foram satsfatóros.

15 15 Tabela 1: Muncípos que perdem e ganham com a nova Proposta Muncípos que perdem (consderando 100% cota) º muncípos % muncípos mas de 50% 0 0% entre 40% e 50% 0 0% entre 30% e 40% 0 0% entre 20% e 30% 0 0% entre 10% e 20% 5 3% entre 0% e 10% 55 30% Total 60 33% Muncípos que ganham (consderando 100% cota) º muncípos % muncípos mas de 50% 0 0% entre 40% e 50% 0 0% entre 30% e 40% 0 0% entre 20% e 30% 24 13% entre 10% e 20% 49 27% entre 0% e 10% 51 28% Total % Perda méda muncpal = -4% da cota Perda méda entre os 10 muncípos mas rcos = -2% da cota Perda méda entre os 50 muncípos mas pobres = -4% da cota Quantos perdem dentre os 10 muncípos mas rcos = 9 muncípos Quantos perdem dentre os 50 muncípos mas pobres = 7 muncípos Ganho médo muncpal = 12% da cota Ganho médo entre os 10 muncípos mas rcos = 1% da cota Ganho médo entre os 50 muncípos mas pobres = 18% da cota Quantos ganham dentre os 10 muncípos mas rcos = 1 muncípos Quantos ganham dentre os 50 muncípos mas pobres = 43 muncípos COCLUSÃO Esse estudo teve o propósto de dar suporte técnco à proposta de mudança dos crtéros de rateo da cota parte do ICMS dreconada aos muncípos. Baseando-se no desenho de uma polítca de ncentvos, propõe-se que o repasse da cota muncpal seja em função do desempenho dos muncípos nos questos Educação, Saúde e Meo Ambente. O mecansmo utlzado basea-se na performance avalada a partr de índces de qualdade da educação, saúde e do meo-ambente, cujos resultados defnram o percentual a que cada muncípo tera dreto no total dos recursos. Esses índces são baseados nos ndcadores de qualdade do ensno fundamental, de mortaldade nfantl e de exstênca de sstemas de aterros santáros, e levam em questão não só o atual nível de qualdade percebda nos muncípos (estoque), mas fundamentalmente as melhoras a serem observadas ano a ano (fluxo). Prmeramente, pôde-se verfcar que os atuas crtéros de rateo concentram os recursos nos muncípos maores e mas rcos. Além do mas, há pouco ou nenhum ncentvo para que os muncípos utlzem tas recursos de manera efetva, de modo gerar mpactos socas postvos. A smulação realzada mostra que o modelo proposto neste trabalho, baseado em índces de qualdade da Educação, Saúde e Meo Ambente, gera uma alocação mas efcente e eqütatva dos recursos. Percebe-se que muncípos com maores restrções orçamentáras, que apresentam lmtadas fontes de recursos fnanceros, mas que obtêm melhores resultados em

16 ndcadores sóco-ambentas, podem obter reconhecmento e uma compensação pecunára pelo seu sucesso. 16 É mportante salentar que os resultados da smulação apenas ndcam o que podera acontecer em um determnado ano. De nenhuma manera eles devem ser nterpretados como uma defnção dos muncípos que rão sempre ganhar ou sempre perder. Dferente do modelo atual, onde exste pouca varação na dstrbução dos recursos repassados a cada ano, o que mplca na nexstênca de ncentvos ao bom uso dos recursos, a presente proposta permte que haja uma constante varação no rateo dos recursos, gerando uma preocupação constante dos gestores muncpas em melhorar as condções de educação, saúde e meo ambente nos muncípos. Teremos como resultado fnal uma saudável competção onde todos serão ganhadores.

17 17 Bblografa BARDHA, P.; UDRY C. Development mcroeconomcs. Oxford Unversty Press, FERADES, R., Índce de Desenvolvmento da Educação Básca (Ideb). Texto para Dscussão º26. Insttuto aconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera, IPECE (2005). Educaton Regulaton and Income Dstrbuton: The Case of Ceara. Texto para Dscussão º. 20. Publcações do IPECE. IPECE (2007). Ceará em úmeros Publcações do IPECE. IPECE (2007). A Dstrbução de Renda no Estado do Ceará no Período ota Técnca º. 25. Publcações do IPECE. RAY, D. (1998) Development economcs. Prnceton Unversty Press. WHITEHEAD, M. The concepts and prncples of equty and health. Copenhagen:World Health Organzaton, 1991.

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