MANEJO E TRATOS CULTURAIS

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1 MANEJO E TRATOS CULTURAIS Patrícia Celh de Suza Leã Edsn Lustsa de Pssídi INTRODUÇÃO A viticultura, em cndições trpicais semi-áridas, apresenta particularidades n manej, em virtude da adaptaçã e d cmprtament fisilógic diferenciad das plantas nessas cndições. As plantas vegetam cntinuamente, u seja, nã paralisam sua atividade fts sintética e nã entram em drmência, permitind a clheita em qualquer épca d an. A pda e cntrle da água de irrigaçã sã fatres determinantes na regulaçã d cicl prdutiv da videira. Um nv cicl-inicia-se cm a realizaçã da pda e, a partir daí, pde-se estimar.crn relativa segurança períd de duraçã de cada fase fenlógica. Esses períds pdem sfrer variações a lng d an, de acrd cm as cndições climáticas. A prduçã de uvas de mesa exige a realizaçã de práticas culturais intensivas, que sã, em sua mairia, perações manuais. A realizaçã dessas práticas, de frma crreta e n mment adequad, é de extrema imprtância para a frmaçã e a manutençã ds vinheds e imprescindível para se alcançarem prdutividades satisfatórias. siça das gemas a se desenvlverem, a cnduçã define a frma e a direçã d caule e ds braçs, e a psiçã ds brts que se desenvlvem a partir das gemas deixadas em esprões e varas. Quand a videira é jvem, principal interesse está n desenvlviment de um só brt, bem frte. Assim, cultiv sacrifica parte da energia da planta, cm bjetiv de bter uma videira bem frmada, mais ced pssível. Quand a videira já está prduzind, pdadr deve estar atent para equilíbri que deve haver entre aspect vegetativ e a frutificaçã. A alcançar a malha de arame d sistema de cnduçã, as plantas pdem ser rientadas em um u dis sentids, cm mstram as Fig. 1 e 2. O braç primári, u braçs primáris, n cas das plantas rientadas em dis sentids, pdem ser frmads, quand se fizer necessári, a PODAS DA VIDEIRA Pda de frmaçã A pda pde ser definida pela manutençã da frma pré-estabelecida para a videira e pela regulamentaçã da frutificaçã. A cnduçã cmpreende práticas que sã cmplementares à pda e necessárias para dar frma à videira. Cnsiste, principalmente, em unir a planta a seu suprte. Enquant a pda define númer e a p- Fig. 1. Pda de frmaçã cm braçs laterais, segund sistema "espinha de peixe".

2 Frutas d lvasil, 13 ~ Q.l "~ Q.l a. I Q.l - I.l: c: a. VI Q.l ~ E Q.l +- VI "Vi - c: :> VI J!l Cl ::: Q.l r VI a. VI' ~ E cv ".: B ' c: cv E E I ".: r a. 0- r VI a. i lj.j U'> '" -- I ọ....c I VI "õ - :> E :> E u O '0 U'> Ẹ.. '+- Q.l - - CL. C"C DI i.i:

3 lng de duas u três safras, para nã crrer risc de se ter falhas nas brtações laterais d braç primári e, cnseqüentemente, falhas na frmaçã ds braçs laterais que, a exempl d principal, também serã permanentes. Entretant, quand as plantas em fase de cresciment sã manejadas crretamente cm água, nutrientes e cnduçã sistemática, pde-se frmar cmpletamente a planta na primeira pda. A discutir as respstas da videira à prática da pda, é necessári definir dis cnceits: vigr e capacidade. Vigr é a qualidade que está expressa n cresciment das partes da videira. Essencialmente, refere-se a ritm de cresciment. Capacidade é a quantidade de açã relativa a cresciment ttal e à clheita. O term refere-se mais à habilidade de prduçã ttal d que a ritm de atividade. Pdems cnsiderar sete princípis básics na prática da pda da videira, de acrd cm Winkler (1974): 1 Princípi "A pda tem efeit depressiv sbre a videira; a renvaçã da parte vegetativa, em qualquer épca, diminui a capacidade prdutiva da videira". Essa capacidade é diretamente prprcinal a númer, a tamanh e à qualidade das flhas e a períd durante qual estã em atividade. A pda reduz a área fliar ttal. Em cnseqüência, diminuirá a reserva de hidrats de carbn, resultand, entã, em dis efeits prnunciads: cncentraçã das atividades da videira nas partes que restam das plantas; diminuiçã da capacidade ttal da planta para cresciment e a prduçã. A pda crreta cnsiste em cnseguir primeir efeit e, a mesm temp, reduzir segund, tant quant pssível. 2 Princípi "O excess de prduçã deprime a capacidade da videira na safra seguinte". As videiras cm cargas muit pesadas sã mens vigrsas que aquelas cm pequenas cargas. Além diss, as videiras que se sbrecarregam em uma safra tendem a prduzir cargas pequenas na safra seguinte. Esse princípi é de grande imprtância n equilíbri das safras. 3 Princípi "A capacidade de uma videira varia diretamente a númer de brts que venham a se desenvlver". A capacidade é determinada pela área fliar ttal e nã pel ritm de cresciment ds brts. Uma videira severamente pdada, na qual s pucs brts crescem cm muita rapidez, parece ser vigrsa. Prém, é superada pr utra que, cm numerss brts de cresciment mais lent, nã exibe mesm VIgOr. 4 Princípi "O vigr individual ds brts de uma videira varia inversamente a númer de brts e a rendiment da clheita". Quant menr númer de brts que se permite desenvlver e menr a clheita, mais rapidamente crescerá cada brt. Essa relaçã encntra especial aplicaçã n desenvlviment das videiras jvens, quand principal bjetiv é desenvlver um ram simples, frte e vigrs, cm qual será frmad trnc permanente. Esse princípi é também aplicad à frmaçã ds braçs. 5 Princípi "A capacidade de frutificaçã das gemas, respeitand certs limites, varia inversamente a vigr de seus brts". Trabalhs experimentais, realizads na Califórnia, mstram que a fertilidade da gema aumentu desde um vigr baix até um vigr nrmal e diminuiu cm um vigr elevad. 6 Princípi "Um sarment, um braç u uma planta grande pdem prduzir mais que um deles pequen e, prtant, devem levar mais gemas frutíferas".

4 Uva de Mesa Prduflã 73' ',, Cm já fi dit anterirmente, a capacidade é diretamente prprcinal a cresciment ttal. Pr cnseguinte, um sarment de grande tamanh e ~igr tem mair capacidade que um pequen, e suas gemas prvavelmente frutificam mens (ver Princípi nos). Cnseqüentemente, um sarment vigrs deve ser pdad de tal frma que sarment frutífer que se deseja pssua mais gemas que um brt frutífer de um sarment pequen. r Princípi "Uma determinada videira, em uma determinada estaçã, pde nutrir-se adequadamente, para amadurecer smente uma certa quantidade de fruts, e sua capacidade está limitada pr sua história prévia e seu ambiente". Cada videira deve ser pdada cm base em suas próprias cndições. Uma videira que tenha prduzid muit na safra anterir deve ser prtegida pr uma pda que diminua sua prduçã. Os efeits debilitantes de uma sbrecarga nã devem ser cmbatids pr mei de uma pda severa, prque essa pda é, pr si mesma, debilitante. O métd mais racinal será pdar a planta mens severamente e eliminar parte da clheita, remvend alguns cachs tã lg quant pssível, depis da saída das flhas. Pda de frutificaçã Essa pda é feita quand a planta está em repus vegetativ. N Submédi d Vale d Sã Francisc, períd cmpreendid entre a pda e a clheita varia em trn de 120 dias, dependend das cndições climáticas e da variedade. A cntrári d que acntece em regiões de clima temperad bem definid pelas estações d an, nde existem períds fris em que as videiras hibernam e períds quentes de atividade vegetativa, em regiões de clima trpical, cm n Submédi d Vale d Sã Francisc, as temperaturas nunca baixam a pnt de paralisar a atividade vegetativa da videira, desde que haja umidade suficiente n sl. Cm relaçã a essa característica, há dis aspects a cnsiderar: As plantas nunca entram num repus vegetativ ttal, atingind apenas um repus parcial, frçad pela diminuiçã das irrigações. Iss leva a crer que as plantas nã cnseguem armazenar reservas suficientes para bas prdutividades; entretant, cm um bm equilíbri nutricinal, prblema pde ser slucinad. Cnseguem-se duas a duas e meia safras, anualmente, em uma mesma planta, prvcand um repus parcial, em trn de 30 a 60 dias após a clheita, diminuind-se as irrigações. Cnsegue-se, também, variar períd da clheita, de acrd cm as cnveniências de mercad, desde que as pdas e as irrigações sejam cntrladas. Para uma videira de três ans u mais, cm tdas as cndições de frutificaçã, ist é, cm s braçs primáris cupand td espaçament que lhe é reservad, bem cm s braçs secundáris, distribuíds quase que perpendicularmente as braçs primáris, e alternadamente entre si, frmand que vulgarmente se chama "espinha de peixe" (Fig. 2), devem-se cnservar, em média, após a pda, 10% das gemas das varas prvenientes da safra anterir. Ns braçs secundáris, existem as unidades de frutificaçã, cmpstas de um esprã, cm duas gemas e uma vara. O númer de gemas após a pda é determinad pelas características de fertilidade de gemas de cada variedade. Os esprões e as varas sã prvenientes de rams brtads da última pda. Iss favrece uma melhr brtaçã e, cnseqüentemente, uma melhr frutificaçã. Esse esprã deverá dar rigem a dis nvs brts, que serã, na pda seguinte, nv esprã - cm gema mais próxima à base - e a nva vara de frutificaçã, cm gema mais alta. Da vara, deverã surgir um u dis cachs para a safra que irá cmeçar. Na pda seguinte, a vara que fi prdutiva deverá ser eliminada e sistema esprã e varas

5 se repetirá cm s dis rams d esprã deixad anterirmente (Fig. 3). Em uma videira madura que tenha prduzid bas clheitas e mstre um vigr nrmal, pdadr deve deixar mesm númer de gemas frutíferas da safra anterir. Se a planta parecer muit vigrsa, pdadr deve deixar mais gemas frutíferas, cm bjetiv de derivar mais energia à prduçã; se a planta parecer fraca, a pda deve ser a mesma da anterir, efetuand-se, prém, um desbaste de cachs; em cass de extrema debilidade da planta, pde-se chegar até à eliminaçã de tds s cachs. Quand a videira atinge sua capacidade ttal de carga, a pda cnsiste em remver grande parte da madeira desenvlvida na safra anterir e alguns sarments que ficaram da penúltima safra, s quais tinham a finalidade de bter fruts smente na safra anterir, deixand-se, a- penas nas unidades de carga, as varas para a prduçã de fruts, s esprões para a renvaçã da madeira frutífera para as safras seguintes e, raramente, s esprões para a substituiçã ds braçs secundáris. Pda verde Os principais bjetivs da pda verde sã s seguintes: Cnduzir a seiva para s órgãs da planta que a estã requerend em mair guantidade, alcançand-se um equilíbri de vigr das brtações e favrecend a frutificaçã. Facilitar pegament ds fruts, a maturaçã adequada e a btençã de cachs cm excelente aspect visual. Crrigir errs eventualmente cmetids na pda seca. Permitir mair eficiência ds trataments fitssanitáris. A pda verde cmpreende as seguintes perações manuais: desbrta, desflha, eliminaçã de gavinhas e nets, despnte e desbaste de cachs. O ralei de bagas e Fig. 3. Pda de prduçã d tip mista, cm varas e esprões. Fnte: Jsé Clétis Bezerra (EMBRAPA)

6 a incisã anelar também sã cnsiderads tips de pda, mas, pr suas particularidades, serã tratads à parte. Desbrta Nessa peraçã, devem ser eliminads s rams que nascem d caule, as brtações fracas e em excess e as brtações duplas u triplas riginadas da mesma gema. Evita-se, dessa maneira, desperdíci de seiva cm essas partes supérfluas, favrecend seu aprveitament para as partes mais imprtantes da planta. Essa peraçã é realizada quand as brtações atingem cmpriment de 8 a 15 cm, aprximadamente. Devem-se deixar em trn de duas a três brtações de frma bem distribuída, em cada vara prdutiva e, sempre que pssível, uma na extremidade e utra na base. Ns esprões, deve-se manter uma brtaçã, independentemente da presença u nã de cach. Nunca deixar duas brtações na mesma gema, eliminand-se sempre a mais fraca. Ns rams mais velhs, para dar rigem as esprões da pda seguinte, devem-se manter tdas as brtações que apresentarem cndições de desenvlviment ns braçs primáris e secundáris. Eliminaçã e desnetament de gavinhas Durante a fase de cresciment vegetativ u pré-flraçã, devem-se eliminar gavinhas e nets, ist é, s rams terciáris que surgem nas axilas das flhas. Essas partes da planta funcinam cm "ladrões" da seiva que deveria ser dirigida para as brtações e para desenvlviment d cach. O cresciment excessiv desses rams prvca desequilíbri nutricinal na planta e prejudica desenvlviment da brtaçã. Algumas variedades, cm a Superir Seedless, pdem apresentar gemas férteis ns rams terciáris. Nesse cas, s brts que surgem das gemas axilares pdem ser mantids pr mei de despntes, para serem aprveitads na pda seguinte. Desflha Durante períd de cresciment ds rams, efetua-se a desflha cm bjetiv de equilibrar a relaçã área fliar/ númer de cachs e melhrar a ventilaçã e a inslaçã n interir d vinhed, btend-se uma mair eficiência n cntrle de denças fúngicas, especialmente em parreiras vigrsas. A quantidade de flhas retiradas depende d vigr e da área fliar da planta. Deve-se tmar cuidad de nã eliminar a flha psta a cach que prtege cntra sl. Em variedades muit vigrsas, sujeitas à queda de flres, a retirada de flhas antes da abertura das flres traz bns resultads, pis diminui supriment de seiva elabrada as órgãs flrais. Além diss, um ds principais bjetivs da desflha é eliminar as flhas que estã em cntat diret cm cach, prvcand dans físics nas bagas em razã d atrit cm elas. Essa peraçã deve ser realizada cm muit cuidad, pis uma desflha exagerada pderá trazer muits prejuízs, pela queda na acumulaçã de açúcares ns fruts e pela maturaçã incmpleta ds rams, bem cm pela crrência de escaldaduras u "glpes de sl" nas bagas. Despnte de rams e cachs O despnte de rams pde ser realizad uma u mais vezes durante cicl, de acrd cm a necessidade u vigr da planta. Em variedades vigrsas, efetuase um primeir despnte alguns dias antes da flraçã, para bter-se um bm pegament de fruts, pr mei da eliminaçã da gema apical. Cm essa peraçã, flux de seiva vlta-se para desenvlviment das flhas e ds cachs. A segunda fase de despnte de ram é realizada cerca de 60 a 80 dias após a pda. Sua finalidade é melhrar a incidência de sl n interir d vinhed, equilibrand a relaçã entre quantidade de cachs e flhas. A retirada da pnta ds rams e ds nets facilita também cntrle fit ssanitári.

7 > '. ]6 despnte de cachs cnsiste na. eliminaçã da prçã basal d cach, visand alterar sua cnfrmaçã, trnand- mais cônic e curt, e cm mbrs bem desenvlvids, cnfrme a exigência d mercad. Desbaste de cachs Essa peraçã cnsiste na remçã de cachs flrais antes da flraçã e ds cachs nvs depis de s fruts se frmarem. Em variedades prdutivas, para evitar sbrecarga, s cachs prvenientes ds nets também devem ser eliminads, pis, além de apresentarem desenvlviment retardad, cncrrem pr nutrientes cm s já frmads. Sã eliminads s cachs de rams mais fracs, cm pucas flhas, dentes u abafads pel excess de rams e flhas. A eliminar esses cachs, cncentra-se a circulaçã da seiva para alimentaçã ds cachs que permaneceram na planta. Sua finalidade é equilibrar a prdutividade, evitand-se uma I sbrecarga, bem cm bter cachs mais ~ unifrmes e de melhr qualidade. O nú- ~ mer de cachs que permanece na planta ~ varia muit, de acrd cm as cndições cc e d vinhed, vigr, espaçament,,~ ~ prta-enxert e utrs fatres. ~ e um aspect visual atrativ. O ralei prmve aument d tamanh das bagas remanescentes e facilita cntrle fitssanitári, devend, prtant, ser realizad na épca adequada, ist é, durante a préflraçã e/u após a frmaçã ds fruts, em trn de 35 a 40 dias após a pda. Os métds para a realizaçã d ralei estã descrits a seguir: Ralei de flres Realizad na pré-flraçã, ist é, cerca de cinc a sete dias antes da flraçã, quand s btões flrais estã separads e se desprendem cm facilidade. É realizad cm auxili ds deds e de escva de plástic, que é passada uma a duas vezes a lng d cach, tmand-se cuidad para nã danificar as pencas u retirar btões flrais em excess (Fig. 4); DESCOMPACTAÇÃO RALEIO DE CACHOS OU O ralei de cachs é uma peraçã utilizada exclusivamente em variedades de mesa que apresentam bagas de tamanh desuni frme e cachs muit cmpacts. A cmpacidade ds cachs é uma característica genética da variedade, resultante de fatres cm alta fecundaçã das flres e cmpriment d pedicel. As temperaturas elevadas ds climas trpicais aumentam a fecundaçã das flres, aumentand a intensidade d ralei. Na peraçã de ralei, sã eliminadas as bagas pequenas e desunifrmes, bem cm aquelas situadas na parte interna d cach, prcurand-se deixar as bagas bem distribuídas a lng d engaç, prprcinand a cach um frmat adequad Fig. 4. Ralei, utilizand-se durante a fase de pré-flraçã. Ralei de bagas Efetuad escva de plástic de duas maneiras: ralei manual u pinicad, realizad manualmente após pegament ds fruts, e ralei cm tesura, realizad quand as bagas apresentam entre 4 e 5 mm de diâmetr ("chumbinh"), até 8 a 10 mm ("ervilha") (Fig. 5). A quantidade de bagas eliminadas varia segund a cmpactaçã d cach e a crrência de abrt de flres, e é bastante reduzida quand se utiliza previamente ralei químic, u ralei de btões flrais, mediante empreg de escva de plástic e pinicad.

8 ,77" ~: Fig. 5. Raleide bagas, utilizand-se tesura durante a fase de "ervilha". Ralei químic Pde ser realizad cm váns tips de fit-hrrnónis, s quais, dependend da fase em que frem aplicads, pdem prvcar abrtament da flr. A prática de ralei químic é muit imprtante em variedades sem sementes, nas quais a elevada cmpacidade ds cachs e reduzid tamanh das bagas dificultam u mesm inviabilizam ralei cm tesura. ácid naftalen acétic, aplicad na variedade Itália, na cncentraçã de 5 ppm, na pré e plena flraçã, prprcinu melhr descmpactaçã ds cachs e mair vlume de bagas. Sintmas de fittxicidade, entretant, fram bservads cm aplicações de 10 a 20 ppm nas mesmas épcas (Albuquerque & Albuquerque, 1981). REGULADORES DE CRESCIMENTO us de reguladres de cresciment em viticultura já vem de muits ans, assciads u nã a utras práticas culturais. Essas substâncias, quand aplicadas exgenamente, têm efeits diferentes sbre s órgãs da videira, a depender ds seguintes fatres: cncentraçã, md de aplicaçã, variedades, estádi d cicl vegetativ e cndições ambientais. Entre eles, merecem destaque, nas cndições trpicais semi-áridas: cianamida hidrgenada, ácid giberélic e ethephn. Cianamida hidrgenada A cianamida hidrgenada é utilizada para quebrar a drmência e induzir uma brtaçã unifrme das gemas. Em regiões trpicais, as temperaturas elevadas a lng d an nã atendem às necessidades de fri requeridas pela espécie, cnduzind as plantas de videira a um cresciment vegetativ cntínu. As plantas nã apresentam fase de repus hibernal u drmência, prevalecend, pr casiã da pda, a dminância apical, cm a brtaçã das gemas da extremidade ds rams, enquant as demais apresentam brtaçã fraca e desunifrme. Pr esse mtiv, as cncentrações de cianamida hidrgenada recmendadas para essas regiões sã maires que aquelas utilizadas em vinheds de regiões de clima temperad. Segund Albuquerque & Vieira (1987), n Submédi d Vale d Sã Francisc, a utilizaçã de cianamida hidrgenada na cv. Itália, na cncentraçã de 7%, prmveu um aument de 125% na prcentagem de gemas brtadas, 93% n númer de cachs e 70% na prdutividade, sem alterar as características químicas da uva. A cianamida hidrgenada é cmercializada cm nme d prdut cmercial Drmex. Este encntra-se na frma aqusa estabilizada e cntém 49% de princípi ativ. Deve ser aplicad até 48 hras após a pda, na cncentraçã de 7%, em períds de temperaturas amenas (entre mai e agst - temperatura média de 25,4 C, n Submédi d Vale d Sã Francisc), e de 5%, em períds quentes (entre setembr e abril - temperatura média de 27,6 C). Pdem ser utilizads três sistemas para aplicaçã: pulverizaçã de tds s rams da planta, pincelament das gemas u imersã das varas em um recipiente cilíndric cntend a sluçã. Cntud, em virtude da pssibilidade de disseminaçã de denças de uma planta para utra, métd mais recmendad é a pulverizaçã das varas. Ethephn O ethephn é um substrat d etilen que tem sid utilizad em viticultura, cm as seguintes funções: desenvlver clraçã em variedades de cr, acelerar a ma-

9 :.: 78 turaçã d frut cm cnsequencia da elevaçã ds sólids slúveis ttais CBrix) e reduçã da acidez, induzir a queda de flhas e fruts, cntrlar excessiv vigr vegetativ, aumentar a viabilidade das gemas, reduzir a dminância apical e estimular enraizament de estacas e a germinaçã de sementes (Szyjewicz et al., 1984). O ethephn atua sbre s pigments de antcianina da pelicula das bagas em uvas de cr, aumentand a intensidade e a unifrmidade da clraçã, que é de grande imprtância para variedades cm pigmentaçã fraca e desunifrme, cm crre cm as variedades Red Glbe e Piratininga, principalmente ns períds mais quentes e em áreas smbreadas. A prduçã de cachs cm clraçã unifrme é característica da variedade e cnstitui um ds aspects visuais que determinam a atratividade ds fruts para cmercializaçã. Cm esse bjetiv, ethephn, cuja cncentraçã deve variar de acrd cm a variedade, é aplicad em pulverizações dirigidas as cachs n iníci da maturaçã u durante a mudança de clraçã das bagas (veraisn). N Submédi d Vale d Sã Francisc, ethephn, aplicad nas cncentrações de 100 ppm e 400 ppm na cv. Red Glbe, nã influenciu ter de sólids slúveis ttais, mas prmveu reduçã significativa na acidez titulável. ã fram bservads efeits sbre tamanh de bagas. Entretant, ethephn prmveu uma melhria na clraçã da uva (Suza Leã & Assis, 1999). Resultads semelhantes fram btids na variedade Crimsn Seedless, pela aplicaçã de 1,2 L/ha de ethephn durante a mudança de cr das bagas (Dkzlian et al., 1994). Para quebrar a drmência e induzir a brtaçã das gemas, ethephn deve ser pulverizad na cncentraçã de ppm, 10 a 13 dias antes da pda. O ethephn apresentu resultads inferires as da cianamida hidrgenada cm relaçã a aument de gemas brtadas (Albuquerque & Sbral, 1989; Pires et al., 1988). Entretant, a aplicaçã d ethephn simultaneamente à cianamida hidrgenada ptencializu efeit desta última. Aplicações sucessivas de ethephn pdem causar aument de fertilidade das gemas e estimular a brtaçã das gemas da madeira velha, evitand que s rams prdutivs se afastem d centr da planta. Ácid giberélic Sã muits s efeits d ácid giberélic em viticultura. Eles variam de acrd cm a épca de aplicaçã e as cncentrações utilizadas, pdend as cultivares respnder de frma variada a mesm tratament. Entre s principais efeits d ácid giberélic, estã: Aument d tamanh de bagas, especialmente em variedades sem sementes. Frmaçã de bagas partencárpicas. Prmçã da queda de fruts, reduzind númer de bagas pr cach. Alngament da ráquis e ds pedicels, que, a aumentarem de cmpriment, prpiciam a frmaçã de cachs mens cmpacts. Aument d númer de bagas verdes nã desenvlvidas u inviáveis, pdend crrer a defrmaçã das bagas de tamanh nrmal, que ganham a frma alngada. Antecipaçã da maturaçã ds fruts. Submédi d Vale d Sã Francisc, ácid giberélic é utilizad na variedade Itália, na cncentraçã de 3 ppm, mediante pulverizaçã u imersã ds cachs antes da flraçã, quand estes apresentam cerca de 2 a 3 cm de cmpriment e s btões flrais ainda nã estã individualizads para prmver um alngament da ráquis u engaç. O ácid giberélic, nas dses de 30 a 60 ppm, também é aplicad na fase de frutificaçã (" chum bin h" a " erviilha") a, aps, a realizaçã d ralei de bagas para prmver aument d seu tamanh (Fig. 6). Os efeits d ácid giberélic sbre tamanh das bagas sã mais significativs em variedades sem sementes.

10 des sem sementes, principalmente na Thmpsn Seedless, é cmumente usad na Califórnia e n Chile, para aumentar tamanh das bagas. N Brasil, anelament é uma prática puc cmum..l...il.. ~~!IL. Fig. 6. Aplicaçã de ácid giberélic. Na variedade Vênus sem semente, ~cid giberélic, aplicad na cncentraçã de 100 ppm, na fase de "chumbinh" a "ervilha", prmveu um aument de 58% n pes ds cachs (Schuck, 1994). Resultads semelhantes fram btids pr Pires et al(1986) cm a variedade A Dna sem sementes, na qual a aplicaçã de ácid giberélic, nas cncentrações de 10, 20 e 40 ppm, duas semanas após a plena flraçã, nã afetu númer de bagas pr cach, mas aumentu, em até 150%, pes de cachs e bagas, em virtude d aument crrid n pes e n tamanh das bagas. O anelament cnsiste na remçã de um anel da casca d caule u ds rams lenhss (varas u esprões), cm cerca de 3 a 6 mm de largura, cm auxili de instruments aprpriads, denminads incisres (Fig.7), destacand-se, entre eles, incisr de faca dupla para anelament d caule u tip alicate para rams. O estádi d cicl fenlógic em que anelament deve ser realizad destaca-se cm um ds fatres mais imprtantes, determinand a natureza e a magnitude ds resultads btids. Os principais bjetivs d anelament sã s seguintes: Aumentar pegament ds fruts: esse efeit crrequand anelament é realizad durante u imediatamente após a flraçã. O ácid giberélic nã é translcad n interir da planta, uma vez que apenas as partes tratadas d cach respndem a prdut. Send assim, mair aument n tamanh de bagas é btid quand s cachs sã pulverizads u imerss em sluções de ácid giberélic. A giberelina absrvida pelas flhas tem efeit reduzid sbre aument d frut (Weaver & McCune, 1959). ANELAMENTO O anelament é uma pratica muit antiga em viticultura, tend sid utilizada, segund Winkler et al(1974), desde 1833, na variedade Black Crinth, para melhrar pegament ds fruts. Em varieda- Fig. 7. Anelament n caule, realizad cm incisr de faca dupla. --

11 Aumentar tamanh das bagas: quand realizad imediatamente após a queda das flres inviáveis, épca em que crre rápida divisã celular nas bagas. Antecipar a maturaçã e melhrar a clraçã ds fruts: tratament deve ser realizad n iníci d amleciment das bagas u durante a mudança de clraçã nas variedades rsadas u pretas. O aument de prdutividade pde ser uma cnseqüência d aument d tamanh e d númer de bagas pr cach, bem cm d númer de cachs pr planta. Entretant, efeits indesejáveis pdem também ser bservads, tais cm a frmaçã de bagas pequenas e inviáveis, e a reduçã d vigr das plantas. O anelament prmve um acúmu- 10 de carbidrats nas partes acima da incisã, pr causa da interrupçã da translcaçã da seiva para partes da planta abaix da incisã, pdend resultar na reduçã d cresciment ds ápices ds rams. Send assim, a lesã prvcada pel anelament deve cicatrizar rapidamente, especialmente quand este fr realizad n caule, pis falhas na cicatrizaçã pdem resultar na mrte da planta. N Submédi d Vale d Sã Francisc, tem-se pucas infrmações sbre empreg dessa prática. Entretant, é imprtante que ela seja vista cm cautela, pis prvca estresse nas plantas, especialmente em cndições climáticas semiáridas, nas quais desenvlviment e metablism das plantas sã intenss. As aberturas efetuadas pela lesã pdem aumentar as chances de infecçã pr Btridipidia thebrmae, dença que tem causad muits prejuizs à regiã. CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS Nas áreas irrigadas, a cncrrência cm as plantas daninhas pr água e nutrientes é muit intensa, principalmente cm a cultura da videira, em razã d empreg de elevads níveis de adubaçã. A presen- ça de plantas daninhas tem também agravante de prprcinar a frmaçã de um micrclima mais úmid sb a latada, favrecend a crrência de denças fúngicas, além de atuarem cm hspedeirs alternativs de denças e pragas. Send assim, é imprescindivel a eliminaçã d mat em faixas crrespndentes às linhas de planti, tant pela capina manual cm pel empreg de herbicidas. Recmendase a manutençã de uma cbertura vegetal u tapete verde nas entrelinhas, mediante rç manual u mecanizad, que apresenta efeits de prteçã a sl, aumentand a sua capacidade de retençã de umidade e aeraçã, melhrand a estrutura física e reduzind s riscs de cmpactaçã e ersã, especialmente em terrens declivss. Outr fatr imprtante é a identificaçã das principais espécies de plantas daninhas que predminam na área, para que seja esclhid herbicida mais adequad. Os herbicidas funcinam de duas frmas distintas: em pré-emergência, previnem a germinaçã de sementes das ervas; em pósemergência, destrem as ervas já estabelecidas n vinhed. De acrd cm Smit (1979), citad pr Suza (1996), s herbicidas mais recmendads para a eliminaçã d mat ds vinheds pdem ser classificads em três grups pnnc1pa1s: Pré-emergência: dichlbenil, diurn, nitralin e simazine. Pós-emergência: paraquat e diquat. Sistêmics: amitrle, dalapn, Gliphsate e MCP A. Esses herbicidas pdem apresentar um cmprtament diferente, quant à sua açã sbre as videiras, bservand-se s seguintes efeits: 1) Efeits da aplicaçã de dses nrmais diretamente sbre as raízes de videiras nvas em cresciment: Geralmente letais: diurn, dichlbenil, amitrle, dalapn e MCP A. Prejudiciais: Glyphsate,

12 Relativamente segurs: diquat, paraquat, simazine e nitralin. 2) Efeits de dses nrmais pulverizadas em tdas as flhas de videiras nvas: Muit prejudiciais: paraquat, diquat, amitrle, dalapn, Glyphsate, MCPA e diurn. Relativamente segurs: simazine e nitralin. empreg de leguminsas, cm adubaçã verde u cbertura mrta, pde trazer muits benefícis a manej da cultura, cm: cntrle d mat e das variações da temperatura d sl, cn-. servaçã da umidade, cntrle de ersã, prevençã d encrstament superficial e reduçã da cmpactaçã. Além diss, adicina matéria rgânica e nutrientes a sl e pde cntrlar a crrência de nernatóides, cntribuind para a reduçã da aplicaçã de fertilizantes industrializads e nematicidas químics, respectivamente, diminuind, assim, a pluiçã d ambiente e, cnseqüentemente, favrecend um aument n rendiment sustentável das culturas. A utilizaçã de diferentes espécies de leguminsas, cm crtalária, mucuna, feijã-de-prc e guandu, u gramíneas, cm srg, está send testada cm resultads prmissres n d Sã Francisc. Submédi d Vale

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