PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL

Save this PDF as:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL"

Transcrição

1 PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL I Enquadrament Parte II Execuçã Parte III Inventáris, Mdels e Listagens SMPC Serviç Municipal de Prtecçã Civil

2 Índice Geral Parte I Enquadrament Intrduçã Finalidade e Objetivs Objetivs gerais Antecedentes d prcess de planeament Articulaçã cm instruments de planeament e rdenament d territóri Tipificaçã ds riscs Análise de Risc Critéris para a ativaçã Cmpetência para ativaçã d plan Impssibilidade de reuniã atempada da ttalidade ds seus membrs Critéris para a ativaçã d plan Critéris para a desativaçã d plan Parte II Execuçã Estruturas Cmissã Municipal de Prteçã Civil i. Cmpetências de carácter peracinal ii. Cmpsiçã da CMPC Respnsabilidades Diretr d Plan Agentes de Prteçã Civil Serviçs Municipais da Câmara Municipal de Palmela Organisms e entidades de api Organizaçã Infraestruturas de relevância peracinal Znas de intervençã... 51

3 3.3. Mbilizaçã e crdenaçã de meis Ntificaçã peracinal Áreas de Intervençã Gestã administrativa e financeira Recnheciment e avaliaçã Lgística Cmunicações Infrmaçã pública Scrr e salvament Evacuaçã Manutençã da rdem pública Serviçs médics e transprte de vítimas Mrtuária Parte III Inventáris, Mdels e Listagens Inventári de Meis e Recurss Câmara Municipal de Palmela Juntas de Freguesia Crps de Bmbeirs Lista de Cntacts Cmissã Municipal de Prteçã Civil de Palmela Câmara Municipal de Palmela Juntas de Freguesia Agentes de Prteçã Civil Organisms e entidades de api Mdels Mdels de relatóris Anexs... 97

4 Índice de Quadrs Quadr 1 Riscs analisads n âmbit d PMEPC Quadr 2 Classificaçã d Risc Quadr 3 Grau de prbabilidade Quadr 4 Matriz de Risc Grau de Risc Quadr 5 Missã ds Agentes de Prteçã Civil Quadr 6 Missã ds serviçs municipais Quadr 7 Missã ds Organisms e entidades de api Quadr 8 Linhas e ramais da rede ferrviária Quadr 9 Estações Quadr 10 Ramais ferrviáris Quadr 11 Tráfeg realizad pela Takarg Quadr 12 Subestações REN Quadr 13 Estabeleciments abrangids pela Diretiva Seves Quadr 14 Instalaçã ds agentes de prteçã civil Quadr 15 Lcais pssíveis para instalaçã das Znas de Api Quadr 16 Lcais pssíveis para instalaçã das Znas de Cncentraçã e Reserva Quadr 17 Lcais pssíveis para instalaçã das Znas de Receçã e Refrç (ZRR) Quadr 18 Gestã de meis e recurss Quadr 19 Equipas de recnheciment e avaliaçã da situaçã Quadr 20 Equipas de avaliaçã técnica (EAT) Quadr 21 Api lgístic às frças de intervençã Quadr 22 Api lgístic às ppulações Quadr 23 Znas de cncentraçã e api à ppulaçã Quadr 24 Cmunicações Quadr 25 Esquema de cmunicações Quadr 26 Infrmaçã pública Quadr 27 Scrr e salvament Quadr 28 Evacuaçã Quadr 29 Znas de cncentraçã e irradiaçã Quadr 30 Mrtuária Quadr 31 Cntacts CMPC Quadr 32 Cntacts CMP Quadr 33 Cntacts Juntas de Freguesia Quadr 34 Cntacts Agentes de Prteçã Civil Quadr 35 Cntacts Entidades de Api

5 Índice de Figuras Figura 1 Enquadrament Gegráfic Figura 2 Estruturas de Direçã e Crdenaçã Figura 3 Znas de intervençã Figura 4 Áreas de intervençã Figura 5 Prcediments e instruções de crdenaçã para avaliaçã de estruturas Figura 6 Prcediments e instruções de crdenaçã para as perações de scrr e salvament

6 EQUIPA TÉCNICA Serviç Municipal de Prteçã Civil Rua d Castel nº Palmela Tel: Fax: Diretr d Plan: 5 Álvar Manuel Balseir Amar (Presidente da Câmara) Crdenadr de Prjet: Jsé Alexandre (Crdenadr d SMPC) Equipa Técnica: Carls Manuel Ferreira Caçete (Técnic Superir d SMPC) Data: 12/12/2016 (1ª versã) INFORMAÇÃO DO DOCUMENTO E REVISÕES Versã Data Autr Ntas /07/2017 Carls Caçete Versã inicial Fase I

7 Parte II Execuçã 1. ESTRUTURAS O cnceit de atuaçã visa assegurar a criaçã de cndições favráveis à mbilizaçã rápida, eficiente e crdenada, nã só de tds s meis e recurss dispníveis n cncelh, cm também ds meis de refrç, que eventualmente pssam vir a ser necessáris para perações de Prteçã Civil em situações de emergência. Pretende-se também, garantir cndições para a prevençã de riscs, atenuaçã u limitaçã ds seus efeits e, ainda, garantir as cndições para desenvlviment de ações de scrr à ppulaçã, salvaguarda ds bens e patrimóni, assim cm d ambiente. 24 Neste cntext, sã cnsideradas as seguintes ações fundamentais: - Criar as cndições favráveis a empenhament rápid, eficiente e crdenad ds meis e recurss d Cncelh, assim cm de utrs que, eventualmente pssam ser necessáris; - Garantir em permanência a direçã e crdenaçã das perações de âmbit municipal, slicitand sempre que a situaçã justifique, api d nível Distrital; - Desenvlver atividades de infrmaçã à ppulaçã, cm vista a seu esclareciment nas ações de autprteçã. As ações serã desenvlvidas, as diferentes níveis, através de estruturas de direçã e crdenaçã plítica, estruturas de crdenaçã institucinal e estruturas de cmand peracinal, de acrd cm a figura seguinte. Distrital Municipal Estrutura de Direçã Plítica Presidente ANPC Presidente CMP Estrutura de Crdenaçã Plítica Estrutura de Crdenaçã Institucinal CDPC CCOD CMPC Estrutura de Cmand PCDis PCMun Figura 2 Estruturas de Direçã e Crdenaçã

8 1.1. Cmissã Municipal de Prteçã Civil A Cmissã Municipal de Prteçã Civil (CMPC) tem pr missã assegurar a mbilizaçã das várias entidades e instituições municipais imprescindíveis às perações de prteçã e scrr, emergência e assistência, crdenand a sua articulaçã e garantind s meis cnsiderads adequads à gestã da crrência. N âmbit dessa crdenaçã e quand a dimensã das perações envlverem meis atribuíds pela estrutura nacinal, deve-se adaptar às rientações d Sistema Integrad de Operações de Prteçã e Scrr (SIOPS). 25 Cmpete ainda à CMPC: a) Determinar acinament d PMEPC, quand tal se justifique; b) Garantir que as entidades e instituições que a integram acinem, a nível municipal, n âmbit da estrutura rgânica e das suas atribuições, s meis necessáris a desenvlviment das ações de Prteçã Civil; c) Difundir cmunicads e aviss às ppulações e às entidades e instituições, incluind s órgãs de cmunicaçã scial; d) Avaliar a situaçã e prpr a Presidente da Câmara a slicitaçã de ajuda distrital u nacinal. A CMPC reúne nas instalações ds Bmbeirs Vluntáris de Palmela, sita na Av. ds Bmbeirs Vluntáris, em Palmela u em alternativa e pr indicaçã expressa na cnvcatória, n edifíci da Bibliteca Municipal de Palmela. i. Cmpetências de carácter peracinal As cmpetências de carácter peracinal da CMPC sã as seguintes: Determinar acinament d PMEPC de Palmela; Garantir que tds s rganisms e entidades de api que integram a CMPC acinam, a nível municipal, n âmbit da sua estrutura rgânica e das suas atribuições, s meis necessáris a desenvlviment das ações de prteçã civil; Difundir cmunicads e aviss às ppulações e às entidades e instituições, incluind s órgãs de cmunicaçã scial. ii. Cmpsiçã da CMPC A CMPC de Palmela é cnstituída pr: a) O Presidente da Câmara Municipal de Palmela, u Vereadr cm a cmpetência delegada, que preside;

9 b) O Crdenadr d Serviç Municipal de Prteçã Civil; c) Um element d cmand de cada crp de bmbeirs existentes n municípi; d) Um element de cada uma das frças de segurança presentes n municípi; e) A autridade de saúde d municípi; f) O dirigente máxim da unidade de saúde lcal u diretr de centr de saúde e diretr d hspital da área de influência d municípi, designads pel Diretr-geral de Saúde; g) Um representante ds serviçs de segurança scial e slidariedade; 26 h) Os Presidentes das Juntas de Freguesia d municípi; i) Os representantes de utras entidades e serviçs implantads n Municípi, cujas atividades e áreas funcinais pssam, de acrd cm s riscs existentes e as características d cncelh de Palmela, cntribuir para as ações de Prteçã Civil. 2. RESPONSABILIDADES 2.1. Diretr d Plan O Diretr d PMEPC de Palmela é presidente da Câmara, respnsável municipal pela plítica de prteçã civil, a quem cmpete desencadear, na iminência u crrência de acidente grave u catástrfe, as ações de prteçã civil de prevençã, scrr, assistência e reabilitaçã adequadas. Para efeits d exercíci da funçã de Diretr d Plan, em cas de impediment, presidente da Câmara Municipal é substituíd pel Vereadr cm cmpetência delegada. É cmpetência d Diretr d Plan: - Declarar a situaçã de alerta; - Presidir à Cmissã Municipal de Prteçã Civil (CMPC); - Prnunciar-se sbre as declarações de situaçã de cntingência que abranjam cncelh de Palmela Agentes de Prteçã Civil Os Agentes de Prteçã Civil sã entidades que exercem funções de prteçã civil de acrd cm as suas atribuições próprias. Deste md e em cnfrmidade cm as leis de base ds diverss agentes de prteçã civil, sã atribuídas as seguintes missões:

10 CORPOS DE BOMBEIROS DE PALMELA, PINHAL NOVO E ÁGUAS DE MOURA FASE DE EMERGÊNCIA FASE DE REABILITAÇÃO - Cmbate a incêndis, busca, salvament e transprte de pessas; - Scrr às ppulações; - Emergência pré-hspitalar e transprte de dentes n âmbit d Sistema Integrad de Emergência Médica; - Abasteciment de água ptável às ppulações; - Clabrar na mntagem de Psts de Cmand; - Apiar s Teatrs de Operações, envlvend elements guia para recnheciment e rientaçã n terren das frças peracinais em refrç da sua zna de atuaçã própria; - Clabrar nas ações de avis à ppulaçã; - Clabrar na cnstruçã e/u mntagem de psts de triagem e/u Psts Médics Avançads. - Clabrar na desbstruçã expedita de vias de cmunicaçã e itineráris de scrr; - Clabrar nas ações de infrmaçã e sensibilizaçã pública; - Clabrar nas ações de avaliaçã da estabilidade de edifícis e estruturas atingids; - Clabrar na desbstruçã e limpeza de vias de cmunicaçã; - Clabrar na adçã de medidas necessárias à nrmalizaçã da vida da ppulaçã; - Clabrar nas ações de Serviçs Mrtuáris cm Delegad de Saúde d municípi. GUARDA NACIONAL REPUBLICANA 27 FASE DE EMERGÊNCIA - Assegurar a manutençã da rdem pública, nas suas znas de intervençã; - Garantir a segurança de estabeleciments públics e a prteçã de infraestruturas sensíveis, fixas e temprárias, e de instalações de interesse públic u estratégic nacinal; - Exercer missões de islament de áreas e estabeleciment de perímetrs de segurança; restriçã, cndicinament da circulaçã e abertura de crredres de emergência u evacuaçã para as frças de scrr; esclta e segurança de meis das frças peracinais em deslcament para as perações; api à evacuaçã de ppulações em perig; - Dispnibilizar api lgístic; - Apiar sistema de gestã de infrmaçã de incêndis flrestais (SGIF), clabrand para a atualizaçã permanente de dads; - Empenhar Serviç de Prteçã da Natureza e Ambiente (SEPNA) n acmpanhament das znas cntaminadas, através da

11 FASE DE REABILITAÇÃO mnitrizaçã, nmeadamente ds sls, águas e atmsfera; - Assegurar um serviç de estafetas para utilizaçã cm mei alternativ de cmunicaçã; - Clabrar nas ações de alerta e mbilizaçã d pessal envlvid nas perações de scrr, bem cm n avis às ppulações; - Assegurar a crdenaçã da atividade de prevençã em situaçã de emergência, vigilância e deteçã de incêndis rurais/flrestais e de utras agressões a mei ambiente; - Empenhar meis cintécnics na busca e resgate de vítimas; - Definir e implementar, s prcesss de identificaçã e credenciaçã d pessal ligad às perações de prteçã civil. - Manutençã da rdem pública; - Prteger a prpriedade privada cntra ats de saque; - Velar pela bservância das dispsições legais n âmbit sanitári, incluind api às ações de mrtuária, nmeadamente na remçã ds cadáveres u parte de cadáveres devidamente etiquetads e acndicinads; - Clabrar, de acrd cm as suas dispnibilidades, na reclha de infrmaçã Antemrtem e Pst-mrtem; - Medidas necessárias à nrmalizaçã da vida da ppulaçã. FORÇAS ARMADAS 28 FASE DE EMERGÊNCIA A clabraçã das Frças Armadas será slicitada de acrd cm s plans de envlviment aprvads u quand a gravidade da situaçã assim exija, de acrd cm a dispnibilidade e priridade de empreg ds meis militares, mas sempre enquadrada pels respetivs cmands militares e legislaçã específica. A pedid da ANPC a EMGFA, as Frças Armadas clabram em: - Apiar lgisticamente as frças peracinais, nmeadamente em infraestruturas, alimentaçã e mntagem de czinhas e refeitóris de campanha, água, cmbustível e material divers (material de aquartelament, tendas de campanha, geradres, depósits de água, etc.); - Clabrar nas ações de prevençã, auxíli n cmbate e rescald em incêndis; - Apiar a evacuaçã de ppulações em perig; - Organizar e instalar abrigs e camps de deslcads; - Desbstruir expeditamente as vias de cmunicaçã e itineráris de scrr; - Efetuar perações de busca e salvament, scrr imediat e evacuaçã primária; - Prestar cuidads de saúde de emergência, cntribuind ainda, desde

12 FASE DE REABILITAÇÃO que pssível, para esfrç nacinal na área hspitalar, nmeadamente a nível da capacidade de internament ns hspitais e restantes unidades de saúde militares; - Efetuar api sanitári de emergência, incluind evacuaçã secundária de sinistrads, em estreita articulaçã cm as autridades de saúde; - Refrçar e/u reativar as redes de telecmunicações; - Efetuar levantaments hidrgráfics de emergência; - Dispnibilizar meis navais, terrestres e aéres para ações iniciais de recnheciment e avaliaçã e para transprte de pessal peracinal. - Reabilitaçã de infraestruturas; - Clabrar nas ações de infrmaçã e sensibilizaçã pública; - Efetuar peraçã de remçã ds cadáveres para as Znas de Reuniã de Mrts e/u destas para s Necrtéris Prvisóris. INEM E DEMAIS SERVIÇOS DE SAÚDE 29 - Crdenar tdas as atividades de saúde em ambiente pré-hspitalar; - Triagem e evacuações primárias e secundárias; FASE DE EMERGÊNCIA - Referenciaçã e transprte para as unidades de saúde adequadas; - Mntagem de psts médics avançads; - Api psiclógic às vítimas. - Clabra cm a evacuaçã de ferids; FASE DE REABILITAÇÃO - Clabra cm transprte de cadáveres, em articulaçã cm as autridades de saúde; - Presta api psicsscial, através de equipas de psicólgs e de equipas vluntárias. AUTORIDADE DE SAÚDE CONCELHIA/DELEGADO DE SAÚDE FASE DE EMERGÊNCIA - Assegura uma permanente articulaçã cm s serviçs de saúde d municípi cm vista a garantir a máxima assistência médica pssível nas instalações ds mesms; - Garante em tdas as unidades de saúde, que se encntrem perativas na área d municípi uma reserva estratégica de camas dispníveis para encaminhament de vítimas; - Garante um refrç adequad de prfissinais de saúde em tdas as unidades de saúde; - Mbiliza e destaca para INEM s médics dispníveis para fins de refrç ds veículs de emergência médica e psts médics avançads; - Garante a prestaçã de assistência médica às pessas evacuadas.

13 - Prmve em cnjunt cm as instituições e serviçs de segurança scial, a cntinuidade da assistência médica, sanitária e psicsscial; - Sugere e implementa medidas adequadas para recuperaçã das FASE DE REABILITAÇÃO irregularidades encntradas e manutençã da ba saúde pública; - Organiza inventári das instituições e serviçs de saúde e reclhe tda a infrmaçã necessária à adequaçã ds equipaments de saúde as cuidads a prestar. UNIDADE DE SAÚDE FAMILIAR DE PALMELA FASE DE EMERGÊNCIA FASE DE REABILITAÇÃO - Garante as acções de prestaçã de cuidads de saúde primáris de ferids evacuads da Zna de Sinistr; - Planeia em clabraçã cm INEM, prevend a cedência u partilha das instalações e equipament; - Assegura funcinament ds serviçs de urgência regulares, n seu âmbit; - Clabra nas ações de Serviçs Mrtuáris cm Delegad de Saúde d municípi, n estabeleciment de cndições sanitárias ds lcais de reuniã de mrtes u mrgues prvisórias. - Prmve a cntinuidade da assistência médica, sanitária e psicsscial; - Garante as acções de prestaçã de cuidads de saúde primáris de ferids evacuads da Zna de Sinistr; - Clabra cm Delegad de Saúde n diagnóstic que respeita à saúde pública da ppulaçã afectada e d mei que a rdeia; - Clabra cm Delegad de Saúde na implementaçã de medidas adequadas para recuperaçã das irregularidades encntradas e manutençã da ba saúde pública; - Clabra nas ações de Serviçs Mrtuáris cm Delegad de Saúde d municípi, n estabeleciment de cndições sanitárias ds lcais de reuniã de mrtes u mrgues prvisórias. CENTRO HOSPITALAR DE SETÚBAL, EPE 30 FASE DE EMERGÊNCIA - Garante as acções de prestaçã de cuidads de saúde primáris de ferids evacuads da Zna de Sinistr; - Planeia a clabraçã cm INEM, prevend a cedência u partilha das instalações e equipament, de md a garantir a máxima assistência médica pssível; - Assegura funcinament ds serviçs de urgência regulares; - Clabra nas ações de Serviçs Mrtuáris cm Delegad de Saúde d municípi, na identificaçã de cadáveres e estabeleciment de cndições sanitárias ds lcais de reuniã de mrtes u mrgues prvisórias.

14 FASE DE REABILITAÇÃO - Assegura api psicsscial, através de equipas de psicólgs e de equipas vluntárias. - Prmve a cntinuidade da assistência médica, sanitária e psicsscial; - Garante as acções de prestaçã de cuidads de saúde primáris de ferids evacuads da Zna de Sinistr; - Clabra nas ações de Serviçs Mrtuáris cm Delegad de Saúde d municípi, n estabeleciment de cndições sanitárias ds lcais de reuniã de mrtes u mrgues prvisórias. Quadr 5 Missã ds Agentes de Prteçã Civil Serviçs Municipais da Câmara Municipal de Palmela A Câmara Municipal satisfaz as necessidades técnicas e lgísticas de api às ações de prteçã civil e scrr, através de tda a sua estrutura rgânica, dispnibilizand meis, recurss e pessal, de acrd cm as missões peracinais legalmente definidas. SERVIÇO MUNICIPAL DE PROTEÇÃO CIVIL FASE DE EMERGÊNCIA FASE DE REABILITAÇÃO - Avalia permanentemente s riscs e as vulnerabilidades; - Assegura a infrmaçã e a sensibilizaçã das ppulações; - Prmve as medidas preventivas de mitigaçã ds riscs; - Identifica meis e recurss e mantém permanentemente atualizada a respetiva base de dads; - Crdena planeament de emergência e a atualizaçã d PMEPC; - Crdena Centr de Cmunicações e assegura s prcediments de alerta e a difusã ds aviss à ppulaçã; - Assegura a ntificaçã ds membrs da Cmissã Municipal de Prteçã Civil (CMPC); - Assegura a crdenaçã das atividades de administraçã e lgística; - Mantém presidente da Câmara permanentemente infrmad sbre a evluçã das crrências; - Garante a infrmaçã peracinal a Cmand Distrital de Operações de Scrr (CDOS); - Apia a avaliaçã de dans; - Assegura as radicmunicações cm s centrs de aclhiment prvisóri; - Exerce utras atividades previstas na legislaçã adequada, n âmbit das suas cmpetências. - Clabra cm GRCH na avaliaçã de dans n Centr Históric de Palmela; - Dispnibiliza a infrmaçã sbre a caracterizaçã e evluçã da situaçã e clabra cm a Divisã de Cmunicaçã Turism e

15 Ecnmia Lcal na divulgaçã da infrmaçã à ppulaçã. DEPARTAMENTO DE AMBIENTE E GESTÃO OPERACIONAL DO TERRITÓRIO FASE DE EMERGÊNCIA Divisã de Espaç Públic (DEP): Limpeza e higiene urbana; Crte de árvres; Prceder à abertura e distribuiçã de sepulturas; Preservaçã e tratament d ambiente; Api nas áreas da energia, ambiente, mbilidade e alterações climáticas; Dispnibiliza meis humans e materiais de api às perações de scrr; Serviç Veterinári Municipal: Reclha de animais; Cperar cm entidades externas n âmbit da segurança e saúde publica veterinária. Divisã de Águas e Resídus Sólids Urbans (DARSU) Abasteciment: Garante a avaliaçã de dans e intervenções priritárias para rápid restabeleciment d abasteciment de água ptável a serviçs e unidades prdutivas estratégicas, bem cm a pnts selecinads essenciais a cnsum das ppulações afetadas; Garante reservas estratégicas e capacidades para a manutençã da prestaçã de serviç; Garante a peracinalidade de piquetes regulares e em emergência, para eventuais necessidades extrardinárias de intervençã na rede e nas estações elevatórias e de tratament; Repõe, cm caráter priritári, a prestaçã ds serviçs junt ds cnsumidres finais; Recupera s dans sfrids pela rede e pelas estações elevatórias; Dispnibiliza meis humans e materiais de api às perações de scrr; Assegura cntrl da qualidade da água na rede pública; Saneament e águas residuais: Assegurar a execuçã de intervenções de emergência n que cncerne a reparações u desbstruçã da rede de drenagem de águas residuais. Reclha e Depsiçã de Resídus Sólids Urbans: Operações de desinfestaçã na rede de drenagem; Reclha de resídus sólids, mns e mnstrs; Dispnibiliza meis humans e materiais de api às perações de 32

16 scrr. Divisã de Cnservaçã e Lgística (DCL): Manutençã da rede viária, crtes de trânsit e sinalizaçã; Dispnibiliza meis humans e materiais de api às perações de scrr; Prvidencia equipament e pessal, destinads à inspeçã, escrament e demliçã de estruturas, desbstruçã de vias e remçã de destrçs; Clabra na criaçã de barreiras de acess a teatr de perações; Dispnibiliza máquinas, veículs e transprtes; Elabra um sistema de manutençã e reparaçã de equipaments; Garante s meis para transprte da ppulaçã prveniente de áreas evacuadas; Divisã de Empreitadas Prjets Obras Públicas (DEPOP): Avaliaçã d edificad e estruturas afetadas pels acnteciments; Definiçã de priridades nas ações de estabilizaçã de edifícis; Manutençã d edificad; Realizaçã de bras e empreitadas de emergência; Dispnibiliza meis humans e materiais de api às perações de scrr. Crdena a reabilitaçã das redes e serviçs públics, FASE DE REABILITAÇÃO nmeadamente abasteciment de água, saneament básic, bem cm energia elétrica, gás e telecmunicações; Garante a avaliaçã e quantificaçã ds dans. DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL 33 FASE DE EMERGÊNCIA Divisã de Administraçã e Finanças (DAF): Dispnibiliza api financeir e de cntrataçã pública necessári às perações de prteçã civil e restabeleciment da nrmalidade Cntacta e prpõe prtcls cm entidades frnecedras de bens e géners; Prcede à aquisiçã ds bens e serviçs requisitads pel SMPC; Prpõe a cnstituiçã, gere e cntrla s armazéns de emergência; Cntrla sistema de requisições feitas as armazéns de emergência; Mnta um sistema de reclha e armazenament de dádivas; Prpõe as medidas indispensáveis à btençã de funds externs e à criaçã de um fund de emergência; Clabra na avaliaçã e quantificaçã ds dans; Clca s meis própris dispníveis à dispsiçã das diferentes atividades peracinais; Divisã de Recurss Humans (DRH)

17 Gabinete de Organizaçã e Sistemas de Infrmaçã (GOSI): Dispnibiliza api técnic e material na área da infrmática, sistemas de infrmaçã e tecnlgias de cmunicaçã necessári a suprte das perações scrr. Serviç de Saúde Ocupacinal e Açã Scial (SOAS): Api as serviçs de saúde, dentr das suas pssibilidades. Gabinete Jurídic (GJ): Presta assessria jurídica a Diretr d Plan; FASE DE REABILITAÇÃO Divisã de Administraçã e Finanças (DAF): Administra s dnativs, subsídis e utrs apis materiais e financeirs recebids. DIVISÃO DE EDUCAÇÃO E INTERVENÇÃO SOCIAL 34 Assegura as ações de instalaçã e gestã de centrs de aclhiment prvisóri; Mbiliza s meis própris necessáris à intervençã; Apia frneciment, cnfeçã e distribuiçã de bens alimentares; Prmve as cndições de prevençã e prteçã das ppulações esclares; Crdena acess e utilizaçã ds equipaments esclares definids n âmbit d api à emergência; FASE DE EMERGÊNCIA Auxili nas ações de api scial, realjament, btençã e distribuiçã de aliments, agasalhs e artigs e higiene à ppulaçã, em articulaçã cm s serviçs da segurança scial, IPSS e utras instituições d cncelh; Prmve a identificaçã ds munícipes cujas incapacidades físicas levam à necessidade d empreg de meis especiais em cas de evacuaçã; Garante a assistência e bem-estar das ppulações evacuadas para s centrs de aclhiment prvisóri; Exerce utras atividades n âmbit das suas cmpetências. Prcede a regist das famílias e ds munícipes instalads ns centrs de aclhiment prvisóri; FASE DE REABILITAÇÃO Clabra nas ações de Serviçs Mrtuáris cm Delegad de Saúde d municípi, n estabeleciment de cntact cm as famílias afetadas. DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO TURISMO E ECONOMIA LOCAL FASE DE EMERGÊNCIA Assegura a peracinalidade permanente ds meis humans e materiais à dispsiçã da divisã; Mbiliza s meis própris necessáris à intervençã; Mantém-se infrmad de tds s aspets ligads à crrência;

18 Prepara e difunde s aviss e cmunicads à ppulaçã, de acrd cm as indicações d PCO / PCMun; Estabelece a ligaçã cm s órgãs de cmunicaçã scial cm vista à difusã da infrmaçã; Apia tecnicamente a CMPC e PCMun; Assegura a infrmaçã às ppulações deslcadas; Difundir aviss, cmunicads e medidas de autprteçã; Estabelece e infrma sbre lcal das cnferências cm s órgãs de cmunicaçã scial; Atua cm prta-vz únic para s órgãs de cmunicaçã scial, em nme d Diretr d Plan. Difundir aviss, cmunicads e medidas de autprteçã; FASE DE REABILITAÇÃO Estabelece a ligaçã cm s órgãs de cmunicaçã scial cm vista à difusã da infrmaçã. DIVISÃO DE CULTURA DESPORTO E JUVENTUDE 35 FASE DE EMERGÊNCIA FASE DE REABILITAÇÃO Avaliaçã da segurança e preservaçã d patrimóni históric; Crdena acess e utilizaçã ds equipaments desprtivs definids n âmbit d api à emergência. Assegura a peracinalidade permanente ds meis humans e materiais à dispsiçã da divisã; Mbiliza s meis própris necessáris à intervençã; Mantém-se infrmad de tds s aspets ligads à crrência; Quadr 6 Missã ds serviçs municipais 2.4. Organisms e entidades de api Durante a Fase de Emergência u de Reabilitaçã s Organisms e Entidades de Api cnstituem-se cm grups rganizativs cm capacidade peracinal sbre s quais pende especial dever de cperaçã cm s Agentes de Prteçã Civil em situaçã de iminência u crrência de acidente grave u catástrfe. Em seguida descrevem-se algumas dessas entidades e a sua missã em cntext de emergência.

19 JUNTAS DE FREGUESIA DE PALMELA, PINHAL NOVO, QUINTA DO ANJO E UNIÃO DAS FREGUESIAS DE POCEIRÃO E MARATECA - Dispnibilizar as suas instalações para diverss fins de assistência humanitária e api lgístic às ppulações afetadas pel acidente grave u catástrfe; - Dispnibilizar meis humans e materiais de api às perações de FASE DE EMERGÊNCIA scrr; - Envlviment de elements para recnheciment e rientaçã, n terren, de frças em refrç da sua freguesia; - Apiar lgisticamente, dentr das pssibilidades, a ppulaçã afetada na sua área de intervençã; - Cnstituir e apiar um sistema de reclha e armazenament de dádivas (rupas, aliments e utrs bens de api). - Cm api d SMPC gerir sistemas de vluntariad lcal; - Criaçã de pnts de cncentraçã de ferids e de ppulaçã ilesa; - Recenseament e regist da ppulaçã afetada; - Clabrar na divulgaçã de aviss às ppulações de acrd cm rientações ds respnsáveis municipais; - Clabrar cm a Câmara Municipal na sinalizaçã das estradas e FASE DE REABILITAÇÃO caminhs municipais danificads, bem cm na sinalizaçã das vias alternativas, n respetiv espaç gegráfic; - Clabrar cm a Câmara Municipal na desbstruçã de vias, na remçã de destrçs e na limpeza de aqueduts e linhas de água a lng das estradas e caminhs municipais, na respetiva área gegráfica; - Clabrar na receçã, seleçã e encaminhament ds vluntáris, de acrd cm as instruções da CMPC; - Clabrar n sistema de reclha de dnativs. ASSOCIAÇÕES HUMANITÁRIAS DE BOMBEIROS 36 - Dispnibilizar meis, recurss e pessal; - Apiar lgisticamente a sustentaçã das perações, na área de FASE DE EMERGÊNCIA atuaçã própria d seu CB, cm api d Serviç Municipal de Prteçã Civil; - Dispnibilizar as suas instalações para diverss fins de assistência humanitária e api lgístic às ppulações afetadas pel acidente FASE DE REABILITAÇÃO grave u catástrfe; - Manter a capacidade de frneciment de api lgístic as meis d seu Crp de Bmbeirs. INSTITUTO NACIONAL DE MEDICINA LEGAL E CIÊNCIAS FORENSES

20 FASE DE EMERGÊNCIA FASE DE REABILITAÇÃO FASE DE EMERGÊNCIA FASE DE REABILITAÇÃO FASE DE EMERGÊNCIA FASE DE REABILITAÇÃO - Cadjuvar técnica e peracinalmente Ministéri Públic na crdenaçã ds serviçs mrtuáris; - Prceder à reclha de infrmaçã Antemrtem n(s) Centr(s) de Reclha de Infrmaçã, aquand da sua ativaçã, cm a clabraçã da PJ; - Assumir a direçã e crdenaçã das tarefas de mrtuária decrrentes d event, designadamente, a investigaçã frense para identificaçã ds crps, cm vista à sua entrega as familiares; - Assumir utras tarefas de investigaçã frense, de acrd cm dispst pel Ministéri Públic; - Gerir as Znas de Reuniã de Mrts (ZRnM) e s necrtéris prvisóris (NecPr); - Mbilizar a equipa Médic-Legal de Intervençã em Desastres (EML- DVI), acinand s seus sistemas de alerta própris. MINISTÉRIO PÚBLICO - Crdenar s serviçs mrtuáris, cadjuvad técnica e peracinalmente pel Institut Nacinal de Medicina Legal e Ciências Frenses; - Determinar a ativaçã de um u mais Centrs de Reclha de Infrmaçã, para reclha de infrmaçã Antemrtem sb a respnsabilidade da PJ e d Institut de Medicina Legal; - Autrizar a remçã de cadáveres u partes de cadáveres d lcal nde fram etiquetads para as Znas de Reuniã de Mrts e destas para s Necrtéris Prvisóris; - Receber a infrmaçã das entidades gestras das Zna de Reuniã de Mrts e ds Necrtéris Prvisóris, acerca d númer de mrtes verificadas e de mrts identificads u pr identificar, bem cm a infrmaçã sbre as estruturas rganizativas instaladas para a intervençã nesses dmínis. POLÍCIA JUDICIÁRIA (PJ) - Apiar nas ações de cmbate à criminalidade; - Prceder à identificaçã das vítimas através da Plícia Técnica e d Labratóri de Plícia Científica; - Prceder à reclha de infrmaçã Antemrtem n(s) Centr(s) de Reclha de Infrmaçã, aquand da sua ativaçã, cm a clabraçã d Institut de Medicina Legal; - Gerir a infrmaçã Antemrtem e Pst-mrtem n Centr de Cnciliaçã de Dads; - Dispnibilizar elements para integrar Equipas Respnsáveis pr Avaliaçã de Vitimas mrtais (ERAV-m); 37

21 - Acinar a Unidade de Cperaçã Internacinal (UCI) para btençã de dads para a identificaçã de vítimas de nacinalidade estrangeira. SERVIÇO DE ESTRANGEIROS E FRONTEIRAS (SEF) FASE DE EMERGÊNCIA FASE DE REABILITAÇÃO - Crdenar a cperaçã entre as frças e serviçs de segurança nacinais e de utrs países em matéria de circulaçã de pessas e de cntrl de estrangeirs; - Assegurar a realizaçã de cntrls móveis e de perações cnjuntas cm serviçs u frças de segurança cngéneres; - Autrizar e verificar a entrada de pessas a brd de embarcações e aernaves; - Prceder à identificaçã de cadáveres de cidadãs estrangeirs; - Prceder à avaliaçã ds decrrentes cenáris de risc, n âmbit das suas cmpetências; - Prceder à investigaçã ds crimes de auxíli à imigraçã ilegal, bem cm investigar utrs cm eles cnexs, sem prejuíz da cmpetência de utras entidades; - Orientar s cidadãs estrangeirs presentes na área sinistrada sbre prcediments a adtar; - Estabelecer s cntacts eventualmente necessáris cm s diferentes Cnsulads e Embaixadas; - Impedir desembarque de passageirs e tripulantes de embarcações e aernaves que prvenham de pnts u aerprts de risc, n aspet sanitári, sem prévi assentiment das cmpetentes autridades sanitárias. AGRUPAMENTOS ESCOLARES 38 FASE DE EMERGÊNCIA FASE DE REABILITAÇÃO - Dispnibilizar as suas instalações para diverss fins de assistência humanitária e api lgístic às ppulações afetadas pel acidente grave u catástrfe. INSTITUTO DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA E DAS FLORESTAS (ICNF) FASE DE EMERGÊNCIA FASE DE REABILITAÇÃO - Mbilizar, em cas de incêndi flrestal nas áreas prtegidas, técnics de api à gestã técnica da crrência; - Apiar cm meis própris as ações de 1ª intervençã; - Prduzir cartgrafia para api a planeament de perações de cmbate a incêndis flrestais; - Clabrar nas ações de scrr e resgate, nas áreas prtegidas; - Clabrar nas ações de infrmaçã pública. EDP FASE DE EMERGÊNCIA Assegurar a cnstituiçã de equipas de Piquetes de Emergência para efectuar crte de energia nas znas em sinistr, ns cass em que

22 FASE DE REABILITAÇÃO as instalações de energia elétrica tiverem sid afectadas e, apresentem risc para a ppulaçã u para s agentes de prtecçã civil u entidades intervenientes, n Teatr de Operações; - Assegurar a manutençã e restabeleciment d frneciment de Energia Elétrica; - Assegurar a cnstituiçã de equipas de reparaçã expedita das redes de transfrmaçã e distribuiçã de energia eléctrica, de acrd crn plan de priridades elabrad pel Directr d Plan; - Garantir a permanência de equipas de técnics necessáris à avaliaçã ds dans e decisã sbre as medidas imediatas a tmar, em rdem a reduzir s riscs e restabelecer a nrmalidade. EMPRESAS DE TELECOMUNICAÇÕES 39 Assegurar a cnstituiçã de equipas de reparaçã expedita das redes de telecmunicações, n cas de acidente grave u FASE DE EMERGÊNCIA catástrfe, dand priridade às cmunicações entre as Entidades Intervenientes nas perações de emergência; Assegurar a avaliaçã e as intervenções técnicas imediatas para a manutençã e restabeleciment das cmunicações telefónicas; Garantir priridades de acess as endereçs crrespndentes a serviçs e entidades essenciais; FASE DE REABILITAÇÃO Clabrar na reduçã u eliminaçã d tráfeg de cmunicações existentes na zna d sinistr; Assegurar restabeleciment e refrç das cmunicações telefónicas. LABORATÓRIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL (LNEC) FASE DE EMERGÊNCIA FASE DE REABILITAÇÃO Dispnibilizar s meis técnics necessáris à verificaçã d grau de dans e nível de segurança e resistência de estruturas; - Desenvlver estuds de resistência de materiais e plans de reabilitaçã de estruturas e edifícis danificads. ESCUTEIROS (AEP/CNE) FASE DE EMERGÊNCIA FASE DE REABILITAÇÃO Assegurar a cnstituiçã de um serviç de estafetas sb crdenaçã da Guarda Nacinal Republicana, através da Assciaçã de Escteirs de Prtugal e d Crp Nacinal de Escutas d cncelh. Prestar api cm meis humans e materiais, para cumpriment das ações que lhe frem atribuídas, quand slicitad, designadamente na distribuiçã de agasalhs, rupas e bens alimentares, bem cm n aljament e na rganizaçã de acampaments de emergência; Clabrar n avis às ppulações;

23 Apiar as ações de pesquisa de desaparecids; Apiar as radicmunicações de emergência, de acrd cm as suas próprias dispnibilidades; Apiar a gestã de camps de deslcads. ORGANIZAÇÕES DE RADIOAMADORES Garantir a interperabilidade entre redes e sistemas de cmunicaçã das diversas entidades; FASE DE EMERGÊNCIA Apiar as radicmunicações de emergência, de acrd cm as suas próprias dispnibilidades; Estabelecer e garantir autnmamente vias de cmunicaçã, 40 recuperaçã e integraçã de utrs meis e dispsitivs de cmunicaçã; FASE DE REABILITAÇÃO Clcar em funcinament equipaments e meis técnics clapsads; Reprtar através ds meis de rádi, infrmaçã útil a acinament de meis de scrr e salvament. SUPERFÍCIES COMERCIAIS DE VENDA A RETALHO FASE DE EMERGÊNCIA FASE DE REABILITAÇÃO Apiar lgisticamente as frças de intervençã através da dispnibilizaçã de bens de primeira necessidade; Clabrar na distribuiçã de aliments e utrs bens essenciais às ppulações deslcadas. Clabrar na distribuiçã de aliments e utrs bens essenciais às ppulações deslcadas. TRANSPORTES SUL DO TEJO (TST) FASE DE EMERGÊNCIA FASE DE REABILITAÇÃO Dispnibilizar meis para deslcaçã da ppulaçã prveniente de áreas evacuadas; Manter PCMun infrmad da situaçã na respetiva rede de transprtes; Garantir a dispnibilidade e/u transprte das ppulações a evacuar. CP COMBOIOS DE PORTUGAL, EPE FASE DE EMERGÊNCIA Dispnibilizar meis ferrviáris para cnstituiçã de cmbis para a evacuaçã de pessas e transprte de mercadrias e utrs bens. FASE DE REABILITAÇÃO INFRAESTRUTURAS DE PORTUGAL, SA (IP, SA) FASE DE EMERGÊNCIA FASE DE REABILITAÇÃO Dispnibilizar meis ferrviáris para cnstituiçã de cmbis para a evacuaçã de pessas e transprte de mercadrias e utrs bens. Prmver a repsiçã das cndições de circulaçã e segurança nas infraestruturas rdviárias; Garantir a habilitaçã das frças de segurança cm a infrmaçã técnica necessária para crtes u aberturas a tráfeg;

24 Dispnibilizar infrmaçã sbre s itineráris alternativs ns cass de crte de vias; Manter regist atualizad das vias; Prgramar as intervenções necessárias à repsiçã das cndições de circulaçã e segurança; Dispnibilizar infrmaçã sbre s plans de reabilitaçã, beneficiaçã e de segurança rdviária; Gerir a circulaçã ds cmbis ds peradres em temp real, cm padrões de segurança; Dispnibilizar a infrmaçã cnstante ns váris Plans de Emergência das linhas existente, para a evacuaçã de sinistrads e prestaçã de scrr; Manter um regist atualizad ds meis dispníveis. SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE PALMELA 41 Aclher temprariamente a ppulaçã desaljada; Clabrar na instalaçã e rganizaçã de abrigs para a ppulaçã FASE DE EMERGÊNCIA deslcada (Znas de Cncentraçã Lcal); Clabrar na distribuiçã de alimentaçã às ppulações deslcadas; Participar nas ações de api lgístic às frças de intervençã; FASE DE REABILITAÇÃO Clabrar na distribuiçã de aliments e utrs bens essenciais às ppulações deslcadas. CENTRO DISTRITAL DA SEGURANÇA SOCIAL DE SETÚBAL (CDSS) Participar nas ações de api lgístic às frças de intervençã; Assegurar e crdenar as ações de api scial às ppulações, em articulaçã cm s váris setres intervenientes; FASE DE EMERGÊNCIA Clabrar na definiçã de critéris de api scial à ppulaçã; Assegurar a cnstituiçã de equipas técnicas, em articulaçã cm s váris setres intervenientes, para receçã, atendiment e encaminhament da ppulaçã; Participar nas ações de pesquisa e reuniã de desaparecids; Clabrar n api psiclógic, de acrd cm as suas dispnibilidades, n(s) Centr(s) de Reclha de Infrmaçã, as familiares que frnecem infrmaçã; Participar na instalaçã da Zna de Cncentraçã e Api da FASE DE REABILITAÇÃO Ppulaçã (ZCAP), assegurand frneciment de bens e serviçs essenciais; Manter um regist atualizad d númer de vítimas assistidas e cm necessidade de cntinuidade de acmpanhament; Clabrar nas ações de mvimentaçã das ppulações. IPSS INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL

25 Clabrar na instalaçã e rganizaçã de abrigs para a ppulaçã deslcada (Znas de Cncentraçã Lcal); FASE DE EMERGÊNCIA Prestar api dmiciliári às ppulações desprtegidas; Participar nas ações de api lgístic às frças de intervençã. FASE DE REABILITAÇÃO Prestar api dmiciliári às ppulações desprtegidas. Quadr 7 Missã ds Organisms e entidades de api 42

26 3. ORGANIZAÇÃO 3.1. Infraestruturas de relevância peracinal Rede rdviária O Cncelh de Palmela dispõe de uma rede rdviária que serve tda a regiã, tend cm eixs principais as estradas nacinais EN4, EN5, EN10, EN252, EN379, EN379-1, EN379-2 que permite a ligaçã as cncelhs vizinhs. O cncelh é servid pela A2, autestrada que liga Palmela a Lisba (n sentid sul-nrte) e ainda para sul a Algarve, e pela A12, cm ligaçã a Lisba através da Pnte Vasc da Gama, infraestruturas que cntribuem para uma melhria na mvimentaçã de passageirs e mercadrias. 43 O Anex A.2 inclui uma carta cm a implantaçã da rede rdviária d cncelh Rede ferrviária As linhas e ramais da rede ferrviária nacinal (em explraçã e nã explradas, incluind trçs cncessinads) têm a extensã ttal de 3.617,400 Km, send que destes, 75,459 Km se encntram n Cncelh de Palmela, repartids da frma que quadr abaix demnstra: Nme da linha Municípi Distância (m) Estad Alentej Cm tráfeg Cnc. Águas de Mura 3443 Cm tráfeg Cnc. Agualva 2049 Cm tráfeg Palmela Cnc. Pceirã 8163 Cm tráfeg Sul Cm tráfeg Ramal d Mntij 3684 Cm tráfeg Fnte: Infraestruturas de Prtugal, SA Quadr 8 Linhas e ramais da rede ferrviária Os 75,459 Km de via n Cncelh de Palmela encntram-se eletrificads a 25 KV/50Hz. Estand de igual frma equipad cm sistema de cntrl de velcidade (CONVEL). As cmunicações sã asseguradas através d Rádi Sl cmbi, que permite cntact permanente entre s cmbis e Centr de Cmand Operacinal, que prmve a gestã da circulaçã ferrviária. i. Estações N Cncelh de Palmela estã inseridas seis Estações que se caracterizam da seguinte frma: Nme Linha PK Serviç Flux mensal de passageirs Penalva Sul 28,150 Passageirs Pinhal Nv Sul/Alentej 36,806/15,439 Passageirs Venda d Alcaide Sul 19,225 Passageirs

27 Nme Linha PK Serviç Flux mensal de passageirs Palmela Sul 22,732 Passageirs Pceirã Alentej 30,407 Passageirs 122 Fernand Pó Alentej 34,900 Passageirs 41 Fnte: Infraestruturas de Prtugal, SA Quadr 9 Estações ii. Ramais N Cncelh de Palmela estã inserids quatr ramais que se caracterizam da seguinte frma: 44 Nme Linha PK Serviç Ramal Maltibérica Alentej 28,531 Mercadrias Ramal da Auteurpa Sul 28,150 Mercadrias Ramal Palmela SLEM Sul 22,732 Mercadrias Ramal Palmela Megaç Sul 22,732 Mercadrias Fnte: Infraestruturas de Prtugal, SA Quadr 10 Ramais ferrviáris Operadres da rede ferrviária (FERTAGUS) De acrd cm a peradra FERTAGUS, as características da ppulaçã que transprta, revelase diversificad, n entant pde ser entendid, basicamente cm um mdel vincadamente suburban, u seja cm grande flux matinal de passageirs n sentid d pól geradr de trabalh (sentid Lisba) e um flux vespertin, mais dispers n temp, n sentid das áreas residenciais (sentid Setúbal). O períd de mair flux de passageirs cncentra-se entre as 06h00 e as 10h00, n períd da manhã e n períd da tarde, entre as 16h00 e as 20h00. N ttal d períd de explraçã d serviç e em ambs s sentids, n Cncelh de Palmela circularã na rdem ds a 5000 passageirs/dia, send a estaçã de Pinhal Nv a mair geradra de tráfeg. Apresentam-se ns quadrs seguintes detalhe d flux de passageirs para s trajets Nrte/Sul d trç Setúbal/Penalva Operadres da rede ferrviária (TAKARGO) A Takarg Transprte de Mercadrias, S.A. surgiu n final d an de 2006, dand cntinuidade à estratégia de diversificaçã de negócis d Grup Mta-Engil. Implementand-se cm primeir peradr ferrviári privad prtuguês de transprte de mercadrias, estabeleceu cm principal bjetiv a ferta de sluções lgísticas integradas e cmpetitivas a nível ibéric.

28 A apsta em sluções invadras de transprte e a ferta de serviçs lgístics integrads e de tráfegs intermdais, impulsinu desenvlviment de nvs crredres ferrviáris na Península Ibérica, garantind ligações eficientes e alternativas, cm vantagens a nível ecnómic e ambiental. Os tráfegs realizads neste cncelh, pela TAKARGO, sã efetuads mairitariamente em hrári nturn, ns quais de destacam s seguintes: Madeira nacinal 6 Cmbis semanais, cm destin à fábrica da Prtucel em Praias d Sad, que circulam pelas estações de Pegões, Fernand Pó e Pceirã, frmads pr 17 vagões carregads cm rlaria de madeira, cm um cmpriment de 340 m e tn; 6 Cmbis semanais, cm saída da fábrica da Prtucel em Praias d Sad, que circulam pelas estações de Palmela, Venda d Alcaide, Pinhal Nv e Penalva, frmads pr 17 vagões vazis, cm um cmpriment de 340 m e 510 tn; Siderúrgics internacinal 1 Cmbi pr semana cm destin a Ramal Palmetal, em Penalva, que circula pelas estações de Pegões, Fernand Pó, Pceirã, Pinhal Nv e Penalva, frmad 20 vagões carregads cm bbines de aç, cm um cmpriment de 250 m e tn; 1 Cmbi pr semana cm saída d Ramal Palmetal na Penalva, que circula pelas estações de Penalva, Pinhal Nv, Pceirã, Fernand Pó e Pegões, frmad 20 vagões carregads cm bbines de aç, cm um cmpriment de 250 m e tn; Transprte de Bidiesel em cisterna 3 Cmbis semanais, cm destin à Petrgal de Sines, que circulam pelas estações de Pegões, Fernand Pó e Pceirã, frmads pr 15 vagões carregads cm 30 cisternas cheias de bidiesel (mercadria nã perigsa), cm um cmpriment de 300 m e tn; 3 Cmbis semanais, cm saída da Petrgal de Sines, que circulam pelas estações de Pinhal Nv e Penalva u Pceirã, Fernand Pó e Pegões, frmads pr 15 vagões carregads cm 30 cisternas vazias de bidiesel (mercadria nã perigsa), cm um cmpriment de 300 m e 425 tn. Mvimentações para Manutençã Ligeira Peridicamente, de acrd cm as necessidades de manutençã, realizam-se pelas estações deste cncelh, marchas de lcmtivas isladas para efetuar manutençã ligeira ns estaleirs da Ferrvias n Pceirã. Fnte: Infraestruturas de Prtugal, SA Quadr 11 Tráfeg realizad pela Takarg Redes de abasteciment de água N Cncelh de Palmela existem 18 Znas de Abasteciment de Água (Águas de Mura, Aldeia Nva da Areira, Asseiceira, Barra Cheia, Biscaia/Brejs d Assa, Cajads, Carrascas, Carregueira, Fernand Pó, Frninh, Glfe d Mntad, Laginha, Marquesas, Núcles Rurais, Palmela, Pinhal Nv, Quinta d Anj/Cabanas, Vila Amélia) cm 34 captações próprias de furs

29 de captaçã subterrânea e 3 rigens de água cmprada (Águas d Sad, CM Mita, CM Barreir). A rede de distribuiçã de água d Cncelh de Palmela perfaz um ttal de 543 km, e assegura abasteciment a cerca de 94% da ppulaçã ttal d Cncelh. O tratament efetuad à água captada cnsiste na desinfeçã e em algumas situações na crreçã de ph. O Anex A.4 inclui uma carta cm a implantaçã ds pnts de captaçã e da lcalizaçã ds reservatóris da rede de abasteciment de água Drenagem e tratament de águas residuais A Câmara Municipal de Palmela é respnsável pela gestã e explraçã das redes de drenagem de águas residuais dmésticas (rede em baixa) e pluviais em td Cncelh. A rede de drenagem é cnstituída pr 14 sistemas de drenagem, designadamente Águas de Mura, Aires, Bairr Alentejan/Bairr ds Marinheirs, Bairr Assunçã Piedade, Glf d Mntad, Laga da Palha, Padre Nabet, Palmela, Pinhal Nv, Pceirã, Quinta da Asseca, Quinta d Anj/Cabanas, Vale de Turs e Venda d Alcaide. A empresa Águas de Lisba e Vale d Tej (AdLVL) detém a cncessã, em regime de exclusividade, da atividade de reclha, tratament e rejeiçã de efluentes (águas residuais) n municípi de Palmela) e Sistema multimunicipal de saneament de águas residuais da península de Setúbal, anterirmente da respnsabilidade da já extinta SIMARSUL Sistema Integrad Multimunicipal de Águas Residuais da Península de Setúbal. O Anex A.5 inclui uma carta cm a rede de drenagem e tratament de águas residuais Sistemas de prduçã, armazenament e distribuiçã de energia elétrica A cncessã da explraçã da Rede Nacinal de Transprte fi atribuída pel Estad Prtuguês à REN Redes Energéticas Nacinais, em regime de serviç públic e de exclusividade, que tem cm atividade principal a gestã de sistemas de transprte de energia, através d transprte em Muit Alta Tensã (MAT) e da Gestã Técnica Glbal (GTG) d sistema elétric nacinal. Cnsiderand s cenáris assciads as fatres de risc identificads n Plan Municipal de Emergência de Palmela, frma identificadas as seguintes infraestruturas da RNT n cncelh de Palmela: SUBESTAÇÕES (3): Nme Lcalizaçã Observações Subestaçã de Palmela (400/150 kv) Freguesia de Palmela

30 Nme Lcalizaçã Observações Uniã das Freguesias de Pceirã e Subestaçã de Pegões (150 kv) Marateca Subestaçã da Quinta d Anj (150kV) Freguesia de Quinta d Anj Quadr 12 Subestações REN em prpriedade da REFER em prpriedade da AUTO EUROPA LINHAS 400 kv (6) 1 : Linha dupla Palmela Fernã Ferr 5 / Fernã Ferr Ribatej (ambas também cm trçs de linhas simples) Linha Palmela Fanhões 47 Linha Palmela Sines 2 Linha Palmela Sines 3 Linha dupla Palmela Central de Setúbal 1/2 Linha dupla Palmela Central de Setúbal 3/4 LINHAS 150 kv (11): Linha dupla Palmela Fernã Ferr 4 / Palmela Quinta d Anj Linha dupla Palmela Fernã Ferr 1 / Palmela Fernã Ferr 2 Linha Palmela Setúbal 1 Linha Palmela Setúbal 2 Linha Palmela Setúbal 3 Linha Palmela Mnte da Pedra/Pegões Linha Palmela Évra/Pegões Ramal entre a linha Palmela Mnte da Pedra e Pegões Ramal entre a linha Palmela Évra e Pegões Linha Palmela Prt Alt 1 Linha Palmela Prt Alt 2 O anex IV (PME Palmela) inclui mapa da Rede Nacinal de Transprte (RNT) de Eletricidade nde se encntram representads s traçads das linhas (400 kv e 150 kv) e a lcalizaçã das subestações elétricas. 1 As quatr (4) linhas Palmela Central de Setúbal estã desativadas, mas nã fram desmntadas.

31 O Anex IV inclui uma carta cm a rede de distribuiçã de energia elétrica Cmbustíveis líquids e gasss e psts de abasteciment O abasteciment de cmbustíveis líquids a cncelh é assegurad pr uma rede de psts de abasteciment que abrangem tdas as freguesias, explrada pels diverss peradres d mercad nacinal. N gás natural, através d transprte em Alta Pressã (AT) e da Gestã Técnica Glbal (GTG) d sistema nacinal de gás natural, da receçã, armazenament e regaseificaçã de gás natural liquefeit e d armazenament subterrâne de gás. 48 N que se refere à rede de gás, cncelh de Palmela é servid pr infraestruturas da Rede Nacinal de Transprte de Gás Natural (RNTGN), cm pressã de serviç igual u superir a 20 bar e gerida em regime de serviç públic pela cncessinária REN-Gasduts, e pr infraestruturas da Rede Nacinal de Distribuiçã de Gás Natural (RNDGN), cm pressã de serviç inferir a 20 bar e gerida pela cncessinária Setgás. N âmbit da RNTGN, cncelh é atravessad pels seguintes trçs d gasdut: Sentid sul nrte - linha d Gasdut Setúbal / Leiria (Lte 1); Sentid nascente pente - linha d gasdut Ramal de Almada e ainda; N extrem pente d limite cm cncelh da Mita, pela linha d gasdut Ramal d Barreir. A lng ds trçs da RNTGN encntram-se implantadas quatr (4) estações de superfície, nmeadamente: Estaçã de junçã JCT (Palmela), lcalizada na freguesia de Palmela; Estaçã de junçã JCT (Palmela B), lcalizada na freguesia de Quinta d Anj; Estaçã de seccinament BV 01102, c lcalizada cm a estaçã de regulaçã de pressã e mediçã GRMS (Palmela), lcalizada na freguesia de Quinta d Anj; Estaçã de junçã JCT c lcalizada cm a estaçã de regulaçã de pressã e mediçã GRMS (Ri Fri), lcalizada na Uniã das Freguesias de Pceirã e Marateca. O anex VI (PME Palmela) inclui mapa da Rede Nacinal de Transprte de Gás Natural (RNTGN) nde se encntram representads s traçads d gasdut e a lcalizaçã das estações de gás. O Anex A.6 inclui uma carta cm a rede de distribuiçã de gás natural.

32 Quant a cmbustíveis gasss para utilizaçã dméstica e/u industrial existem dis tips de redes de gás: uma rede de gás natural e uma rede de reservatóris de GPL que alimentam utilizadres específics u áreas habitacinais. Estas redes sã explradas pr váris peradres licenciads. O Anex A.7 inclui nme ds peradres e uma carta cm a rede ds psts de abasteciment de cmbustível existentes n cncelh Estabeleciments abrangids pela Diretiva SEVESO N cncelh de Palmela lcalizam-se váris estabeleciments abrangids pel Decret-lei 150/2015, de 5 de agst, que transpõe a Diretiva nº 2012/18/UE, d Parlament Eurpeu e d Cnselh, também chamada de Seves III. 49 Empresa Lcalizaçã Códig APA Perigsidade Hempel Prtugal Lda. Palmela APA Nível superir Gásvari Sciedade Distribuidra de Gás, Lda Vale de Cantadres APA Nível inferir Adlf ds Sants Rams Parque de Armazenament de Garrafas de GPL Vale de Cantadres APA Nível inferir Cntinental Teves Prtugal Parque Industrial Sistemas de Travagem, Lda. das Carrascas APA Nível inferir RESIBRAS Cmpanhia Prtuguesa Parque Industrial de Resinas para Abrasivs, S.A. das Carrascas APA Nível inferir F.I.T. Fment da Indústria d Herdade Pernada, Tmate, S.A. Águas de Mura APA Nível inferir Quadr 13 Estabeleciments abrangids pela Diretiva Seves Os estabeleciments de nível superir de perigsidade pssuem Plans de Emergência Externs (PEE) aprvads pela Cmissã Nacinal de Prteçã Civil Elements estratégics, vitais u sensíveis para as perações de prteçã civil e scrr N cncelh de Palmela, a cmpnente peracinal d Serviç Municipal de Prteçã Civil encntra-se instalada na Rua d Castel nº2, junt a edifíci ds Paçs d Cncelh em Palmela e pssui uma sala de perações n quartel ds Bmbeirs de Palmela. As restantes instalações encntram-se distribuídas de acrd cm quadr seguinte: AGENTE Guarda Nacinal Republicana DESCRIÇÃO Destacament Territrial de Palmela Avenida d Palmelense Futebl Clube Palmela 38º34 3,81 N 8º54 9,26 W

33 AGENTE DESCRIÇÃO Pst Territrial de Pinhal Nv Rua Ferreira Lpes Pinhal Nv 38º37 31,72 N 8º54 19,74 W Pst Territrial de Pceirã Rua Albert Valente Pceirã 38º38 5,55 N 8º44 40,02 W Avenida ds Bmbeirs Vluntáris Cmand Distrital de Operações de Scrr Palmela de Setúbal 38º N 8º W Avenida ds Bmbeirs Vluntáris Bmbeirs de Palmela Palmela 38º N 8º W Avenida da Liberdade Bmbeirs de Pinhal Nv Pinhal Nv 38º N 8º W Avenida da Liberdade Bmbeirs Mists de Águas de Mura Águas de Mura 38 35'03.1"N 8 41'52.4"W Rua d Castel nº2 Serviç Municipal de Prteçã Civil Palmela 38º34 2 N 8º53 58 W Quadr 14 Instalaçã ds agentes de prteçã civil 50

34 3.2. Znas de intervençã A respsta peracinal desenvlve-se na área d cncelh de Palmela, que é designada pr Zna de Intervençã (ZI). Em funçã das infrmações btidas através das ações de recnheciment e avaliaçã técnica e peracinal, esta delimitaçã gegráfica pderá ser alterada. As znas de intervençã cnfiguram-se cm áreas de amplitude variável e adaptadas às circunstâncias e à cnfiguraçã d terren, pdend cmpreender: 51 ZS ZA ZA ZC Figura 3 Znas de intervençã Zna de Sinistr (ZS) Define-se pela área na qual se desenvlve a crrência, de acess restrit, nde se encntram exclusivamente s meis necessáris à intervençã direta, sb a respnsabilidade exclusiva d PCO/PCMun Zna de Api (ZA) Zna adjacente à ZS, de acess cndicinad, nde se cncentram s meis de api e lgístics estritamente necessáris a suprte ds meis de intervençã e nde estacinam meis de intervençã para respsta imediata. Sem prejuíz de utras lcalizações a determinar, encntram-se pré identificads lcais nde é pssível instalar uma ZA de âmbit municipal, nmeadamente: FREGUESIA LOCAL COORDENADAS Palmela Pinhal Nv Av. Cidade da Praia Alameda 25 de Abril Mercad Municipal de pinhal Nv 38 34'13.8"N 8 52'38.9"W 38 34'13.1"N 8 54'22.3"W 38º N 8º W

35 FREGUESIA LOCAL COORDENADAS Quinta d Anj Uniã das Freguesias de Pceirã e Marateca Quintajense Futebl Clube Parque Mári Bent Larg da Fnte 38º N 8º W 38º N 8º W 38º N 8º W Quadr 15 Lcais pssíveis para instalaçã das Znas de Api Znas de Cncentraçã e Reserva (ZCR) 52 Zna d teatr de perações nde se lcalizam temprariamente meis e recurss dispníveis sem missã imediata, nde se mantém um sistema de api lgístic e assistência préhspitalar e nde têm lugar as cncentrações e trcas de recurss pedids pel pst de cmand. Sem prejuíz de utras a determinar, encntram-se pré identificads lcais nde é pssível instalar uma ZCR, nmeadamente: FREGUESIA LOCAL COORDENADAS Palmela Pinhal Nv Quinta d Anj Uniã das Freguesias de Pceirã e Marateca Av. Cidade da Praia Alameda 25 de Abril Mercad Municipal de pinhal Nv Quintajense Futebl Clube Parque Mári Bent Larg da Fnte 38 34'13.8"N 8 52'38.9"W 38 34'13.1"N 8 54'22.3"W 38º N 8º W 38º N 8º W 38º N 8º W 38º N 8º W Quadr 16 Lcais pssíveis para instalaçã das Znas de Cncentraçã e Reserva Nas ZCR pdem ser cnsideradas diferentes áreas de acrd cm tip e dimensã da crrência, nmeadamente: - Área de reserva lcal u lcais nde se lcalizam s meis e recurss sem missã imediata atribuída e que cnstituem a reserva estratégica;

36 - Área de reabasteciment lcal u lcais nde se realizam as perações de reabasteciment de cmbustíveis, água, equipaments, cnsumíveis e utrs cnsiderads necessáris a suprte da crrência; - Área de alimentaçã lcal u lcais nde se prcede à alimentaçã das frças e/u preparaçã das refeições para distribuiçã as meis em intervençã na ZS; - Área de descans e higiene lcal u lcais nde se asseguram as cndições de descans e higiene as peracinais; - Área de api sanitári lcal u lcais nde é instalad api sanitári as peracinais envlvids na crrência; - Área de manutençã lcal u lcais nde se prvidencia a manutençã ds equipaments; - Área médica lcal u lcais para instalaçã d Pst Médic Avançad (PMA) e/u utras estruturas de assistência pré-hspitalar n TO Znas de Receçã e Refrç (ZRR) Zna de cntrl e api lgístic, sb a respnsabilidade d Cmandante Operacinal Distrital de Setúbal, para nde se dirigem s meis de refrç atribuíds pel PCMun/CDOS antes de atingirem a ZCR n teatr de perações. Sem prejuíz de utras a determinar, encntram-se pré identificads lcais nde é pssível instalar uma ZRR, nmeadamente: FREGUESIA LOCAL COORDENADAS Palmela Pinhal Nv Quinta d Anj Uniã das Freguesias de Pceirã e Marateca Av. Cidade da Praia Alameda 25 de Abril Mercad Municipal de pinhal Nv Quintajense Futebl Clube Parque Mári Bent Larg da Fnte 38 34'13.8"N 8 52'38.9"W 38 34'13.1"N 8 54'22.3"W 38º N 8º W 38º N 8º W 38º N 8º W 38º N 8º W Quadr 17 Lcais pssíveis para instalaçã das Znas de Receçã e Refrç (ZRR) 3.3. Mbilizaçã e crdenaçã de meis Mbilizaçã de meis

37 A mbilizaçã de meis será priritariamente efetuada cm recurs a meis públics e u privads existentes ns municípis mens afetads pel acidente grave u catástrfe, s quais atuarã de acrd cm as priridades identificadas nas várias Áreas de Intervençã. Desta frma, aquand da ativaçã d Plan é fundamental a mbilizaçã rápida, eficiente e pnderada de meis e recurss, de acrd cm s seguintes critéris: Utilizar s meis e recurss adequads a bjetiv, nã excedend estritamente necessári; Dar preferência à utilizaçã de meis e recurss públics sbre a utilizaçã de meis e recurss privads; Dar preferência à utilizaçã de meis e recurss detids pr entidades cm as quais tenha sid celebrad prtcl de utilizaçã, sbre a utilizaçã de meis e recurss privads; Obedecer a critéris de prximidade e de dispnibilidade na utilizaçã de meis e recurss, privilegiand s meis existentes n municípi. 54 Os meis e recurss pertencentes as agentes de prteçã civil e as rganisms e entidades de api serã clcads à dispsiçã ds Psts de Cmand que s afetarã de acrd cm as necessidades. O inventári ds meis e recurss encntra-se na Parte III deste Plan. O PCMun e s Psts de Cmand sã autónms para a gestã ds meis existentes a nível municipal, assim cm para a gestã ds meis de refrç que lhes frem atribuíds pel nível nacinal. Caberá à ANPC, através d CDOS de Setúbal, a atribuiçã de meis de refrç distritais u nacinais, tend em cnta critéris de prximidade, prntidã e dispnibilidade para fazer face às necessidades peracinais decrrentes d event. A mbilizaçã e requisiçã de recurss e equipaments, deverá ser feita através d mdel de requisiçã cnstante na Parte III. Sempre que fr ativad um estad de alerta especial para SIOPS, bserva-se increment d grau de prntidã das rganizações integrantes d SIOPS cm vista a intensificar as ações preparatórias para as tarefas de supressã u mitigaçã das crrências, de acrd cm as nrmas em vigr Sustentaçã Operacinal Perante a infrmaçã u perceçã de uma crrência, designadamente a pssibilidade de as estruturas municipais incluídas na ZI, respnsáveis pelas perações de prteçã civil e scrr, pderem vir a ficar parcial u ttalmente inperativas, desenvlve-se um Esquema de Sustentaçã Operacinal (ESO), sb a crdenaçã d PCDis, n sentid de garantir, tã depressa quant pssível, a repsiçã da capacidade de crdenaçã, cmand e cntrl.

38 Cm abrdagem inicial, cnsideram-se municípis de sustentaçã as municípis afetads, s municípis adjacentes nã afetads. Face à evluçã da situaçã, PCDis decidirá, em cncret, quais s municípis que peracinalizam ESO. Para efeits d dispst n Plan Especial de Emergência para Risc Sísmic na Área Metrplitana de Lisba e Cncelhs Limítrfes (PEERS-AML-CL), Municípi de Sustentaçã Operacinal (MSO) de Palmela é Municípi d Rednd Ntificaçã peracinal O SMPC tem acess a um cnjunt de sistemas de mnitrizaçã, quer de md diret, quer através de infrmaçã prveniente d patamar distrital u nacinal. 55 Aquand da receçã de infrmaçã acerca da iminência u crrência de acidente grave u catástrfe, SMPC desencadeia um cnjunt de ntificações peracinais, cm bjetiv de intensificar as ações preparatórias para as tarefas de supressã u mitigaçã das crrências. N cas da determinaçã d estad de alerta especial, SMPC difunde infrmaçã à CMPC, as rganisms e entidades de api julgads pertinentes face à tiplgia da crrência que desencadeu referid estad de alerta e atenta a gravidade e dimensã da crrência e a sua tiplgia específica. As ntificações sã efetuadas pels seguintes métds: Cmunicads Telefne (fix u móvel) e FAX Ntificaçã sms Rede rádi

39 4. ÁREAS DE INTERVENÇÃO As áreas de intervençã da rganizaçã geral das perações sã as indicadas de acrd cm rgangrama seguinte. Diretr d Plan (Presidente da Câmara Municipal de Palmela) Crdenadr d SMPC Cmissã Municipal de Prteçã Civil CMPC 56 Gestã Administrativa e Financeira Recnheciment e Avaliaçã Lgística Cmunicações Infrmaçã Pública Scrr e salvament Evacuaçã Manutençã da rdem pública Serviçs médics e transprte de vítimas Mrtuária Figura 4 Áreas de intervençã

40 4.1. Gestã administrativa e financeira GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA Entidade crdenadra Presidente da CMP u vereadr cm cmpetência delegada Entidade intervenientes Agentes de Prteçã Civil Câmara Municipal de Palmela Juntas de Freguesia Organisms e entidades de api 57 Priridades de açã Assegurar as atividades de gestã administrativa e financeira, inerentes à mbilizaçã, requisiçã e utilizaçã ds meis e recurss necessáris à intervençã; Garantir a utilizaçã racinal e eficiente ds meis e recurss; Supervisinar negciações cntratuais; Gerir e cntrlar s temps de utilizaçã de recurss e equipaments; Identificar mds de cntact cm frnecedres privads u públics de bens, serviçs e equipaments necessáris às perações de emergência de prteçã civil; Gerir s prcesss de segurs e dnativs em géners; Receber, registar, enquadrar e crdenar s vluntáris individuais u de serviçs públics e privads, especializads u nã, destinads a clabrar na situaçã de emergência; Definir s prcesss de identificaçã e credenciaçã d pessal ligad às perações de prteçã civil; Acinar s prtcls celebrads cm as entidades detentras ds recurss e equipaments necessáris às perações de prteçã civil; Definir um sistema de requisiçã para as situações de emergência. Quadr 18 Gestã de meis e recurss Instruções Específicas: Gestã de Pessal A crdenaçã ds meis humans a empenhar deverá ser realizada pel PCMun e restantes PCO nas várias áreas de intervençã, de acrd cm a rganizaçã prevista n PMEPC; O PCMun é gerid peracinalmente pr efetivs ds respetivs agentes de prteçã civil e apiad pr elements d SMPC;

41 O pessal vluntári, cuja clabraçã seja aceite a títul benévl, deverá apresentarse, se utr lcal nã fr divulgad, nas sedes das Juntas de Freguesia, para psterir encaminhament e enquadrament; A pessal vluntári pderá ser garantida alimentaçã ns dias em serviç; N decurs das perações, as estruturas integrantes nas perações deverã acautelar s períds de descans e a rtatividade ds seus recurss humans. Vluntáris de Prteçã Civil O SMPC pde recrrer a uma blsa de vluntáris de prteçã civil, para api às várias áreas de intervençã, rganizads da seguinte frma: 58 Vluntáris, enquadrads em regulament própri, dispníveis td an, cm frmaçã em várias áreas; Assciações, clubes e utras entidades, cm as quais se estabeleçam prtcls de clabraçã; Pessas singulares, que se apresentem ns centrs de recrutament criads a nível das freguesias. Gestã de Finanças Cada entidade e rganism interveniente nas perações de emergência é respnsável pela gestã financeira e ds custs assciads as meis e recurss própris empenhads; N cas de ser necessári recrrer a meis privads, a gestã financeira e de custs, bem cm ds temps de utilizaçã, será assegurada pela Câmara Municipal; As despesas realizadas durante a fase de emergência e de reabilitaçã (designadamente as relacinadas cm cmbustíveis e lubrificantes, manutençã e reparaçã de material, transprtes, alimentaçã, material sanitári, maquinaria e engenharia, cnstruçã e bras públicas) sã da respnsabilidade ds serviçs e agentes de prteçã civil e demais entidades intervenientes. Salv dispsições específicas em cntrári, a entidade requisitante de meis e recurss será respnsável pel ressarciment das despesas inerentes; Os APC e entidades de api empenhads nas perações de emergência, cas verifiquem a necessidade de aquisiçã/cntrataçã de bens e serviçs a entidades privadas, e nã dispnham de recurss própris para fazer, pderã pedir api a Diretr d Plan, que decidirá;

42 O pessal integrad ns serviçs, agentes e entidades cnstantes deste Plan, mesm que requisitads, cntinuam a ser remunerads pels rganisms de rigem, nã pdend ser prejudicads de qualquer frma, ns seus direits; A gestã de dnativs é efetuada pela Câmara Municipal de Palmela; Os subsídis sã na generalidade atribuíds pr serviçs da Administraçã Central. Assim, a gestã ds subsídis é da respnsabilidade d serviç emissr, pdend a Câmara Municipal participar n grup de trabalh eventualmente criad para efeit; A gestã de eventuais subsídis a atribuir é efetuada pelas entidades da administraçã central em articulaçã cm a Câmara Municipal Recnheciment e avaliaçã Equipas de Recnheciment e Avaliaçã da Situaçã EQUIPAS DE RECONHECIMENTO E AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO Entidade crdenadra Pst de Cmand Municipal (PCMun) Entidade intervenientes Serviç Municipal de Prteçã Civil; Crps de Bmbeirs; Frça Especial de Bmbeirs; Guarda Nacinal Republicana; Institut Nacinal de Emergência Médica; Frças Armadas. Priridades de açã Percrrer a ZS; Reclher infrmaçã específica sbre as cnsequências d event em causa; Identificar áreas de intervençã priritárias; Identificar necessidades priritárias; Elabrar Relatóris Imediats de Situaçã (RELIS). Quadr 19 Equipas de recnheciment e avaliaçã da situaçã Instruções Específicas Cnceit

43 As ERAS caracterizam-se pela sua grande mbilidade e capacidade técnica, reclhend infrmaçã específica sbre as cnsequências d event em causa, nmeadamente n que se refere a: Lcais cm mair númer de sinistrads; Lcais cm maires dans n edificad; Núcles habitacinais islads; Estabilidade de vertentes; Estabilidade e peracinalidade das infraestruturas; Eixs rdviáris de penetraçã na(s) ZS; Fcs de incêndi; Elements estratégics, vitais u sensíveis (esclas, hspitais, quartéis de bmbeirs, instalações das frças de segurança); Cndições meterlógicas lcais. 60 As ERAS elabram RELIS (de acrd cm mdel cnstante na Parte III Capítul 3) que, em regra, deverá ser escrit, pdend, excecinalmente, ser verbal e passad a escrit n mais curt espaç de temp pssível e cmunicad a PCMun. Cmpsiçã e equipament Sempre que frem cnvcads para a CMPC em cas de acidente grave, catástrfe u em exercíci, s Cmandantes ds CB far-se-ã acmpanhar de 1 ERAS cada um Equipas de Avaliaçã Técnica EQUIPAS DE AVALIAÇÃO TÉCNICA Entidade crdenadra Pst de Cmand Municipal (PCMun) Entidade intervenientes Serviç Municipal de Prteçã Civil; Câmara Municipal de Palmela; Entidades gestras de redes/sistemas, em funçã da crrência; Organisms e entidades de api. Priridades de açã

44 EQUIPAS DE AVALIAÇÃO TÉCNICA Percrrer a ZS; Reclher infrmaçã específica sbre a peracinalidade de estruturas; Elabrar Relatóris Imediats de Situaçã (RELIS). Quadr 20 Equipas de avaliaçã técnica (EAT) Prcediments e instruções Sempre que frem realizads n âmbit da avaliaçã de estruturas. 61 Avaliaçã estrutural (EAT) Utilizável Nã utilizável Retrn à nrmalidade Evacuaçã Edifícis de habitaçã Outras estruturas Risc iminente de queda u claps ttal u parcial cm risc para a ppulaçã Sim Nã Ações de segurança imediatas CMP/SMPC Ações de reabilitaçã, recuperaçã u demliçã (prprietári) Figura 5 Prcediments e instruções de crdenaçã para avaliaçã de estruturas Cnceit As EAT efetuam recnheciment e avaliam a estabilidade e peracinalidade de estruturas, cmunicações e redes, tend em vista desenvlviment das perações, a segurança d pessal e das ppulações e restabeleciment das cndições mínimas;

45 As EAT elabram RELIS (de acrd cm mdel cnstante na Parte III) que, em regra, deverá ser escrit, pdend, excecinalmente, ser verbal e passad a escrit n mais curt espaç de temp pssível e cmunicad a PCMun; N âmbit da avaliaçã de estruturas, cmpete: Avaliar tecnicamente s dans em estruturas; Classificar as estruturas quant à sua usabilidade; Determinar a necessidade de evacuaçã ds edifícis; Determinar encerrament de crredres de circulaçã; Assistir nas atividades peracinais que requeiram suprte técnic de engenharia e/u trabalhs de cnstruçã. 62 As ações de reabilitaçã, recuperaçã u demliçã serã da respnsabilidade ds respetivs prprietáris u gestres, s quais mbilizarã s meis necessáris. N cas de infraestruturas de manifest interesse públic, pderá ser slicitada a mbilizaçã de utrs meis; As ações de segurança imediata serã crdenadas pel Serviç Municipal de Prteçã Civil e executadas pr meis da câmara municipal, empresas de bras públicas, u ds crps de bmbeirs e frças armadas Lgística Api lgístic às frças de intervençã APOIO LOGÍSTICO ÀS FORÇAS DE INTERVENÇÃO Entidade crdenadra Pst de Cmand Municipal (PCMun) Serviç Municipal de Prteçã Civil Entidade intervenientes Câmara Municipal de Palmela; Administraçã Reginal de Saúde de Lisba e Vale d Tej; ANPC/CDOS de Setúbal; Assciações Humanitárias de Bmbeirs; Crp Nacinal de Escutas; Assciaçã ds Escteirs de Prtugal; Crps de Bmbeirs; Entidades gestras de redes/sistemas, em funçã da crrência; Cruz Vermelha Prtuguesa;

46 APOIO LOGÍSTICO ÀS FORÇAS DE INTERVENÇÃO Frças Armadas; Guarda Nacinal Republicana; Juntas de Freguesia; Vluntáris de Prteçã Civil; Organisms e entidades de api. Priridades de açã Assegurar a satisfaçã das necessidades lgísticas das frças de intervençã, nmeadamente quant a alimentaçã, cmbustíveis, transprtes, material sanitári, material de mrtuária e utrs artigs essenciais à prssecuçã das missões de scrr, salvament e assistência; Garantir a gestã de armazéns de emergência e a entrega de bens e mercadrias necessárias às frças de intervençã; Organizar a instalaçã e mntagem de czinhas e refeitóris de campanha para cnfeçã e distribuiçã de alimentaçã a pessal envlvid nas perações; Assegurar a dispnibilizaçã de meis e recurss para a desbstruçã expedita de vias de cmunicaçã e itineráris de scrr; Prmver a manutençã, reparaçã e abasteciment de viaturas essenciais à cnduta das perações de emergência, bem assim cm de utr equipament; Definir priridades em terms de abasteciment de água e energia; Apiar as entidades respetivas na reabilitaçã das redes e serviçs essenciais: energia elétrica, gás, água, telecmunicações e saneament básic. 63 Quadr 21 Api lgístic às frças de intervençã Instruções Especificas A satisfaçã das necessidades lgísticas iniciais (primeiras 24 hras) d pessal envlvid estará a carg ds própris agentes de prteçã civil e rganisms e entidades de api; Após as primeiras 24 hras, as necessidades lgísticas sã suprimidas pela Câmara Municipal; As AHB, cm a clabraçã d SMPC, se necessári, apiam lgisticamente a sustentaçã das perações na área de atuaçã d seu CB; O PCMun avalia s meis dispníveis, cntacta cm as várias entidades e dispnibiliza s meis indispensáveis à emergência; Para a distribuiçã de alimentaçã a pessal envlvid em perações de scrr pderã ser mntads, pelas FA, CVP e CNE/AEP, czinhas e refeitóris de campanha, após se ter esgtad a capacidade própria de abasteciment pr parte das entidades intervenientes;

47 A alimentaçã e aljament ds elements da CMPC e PCMun estarã a carg d SMPC; A alimentaçã d pessal vluntári será da respnsabilidade d SMPC; A manutençã e reparaçã de material estará a carg das respetivas entidades utilizadras; A desbstruçã expedita de vias de cmunicaçã e itineráris de scrr, as perações de demliçã e escrament de edifícis e a drenagem e escament de água serã realizadas preferencialmente cm recurs a meis da CMP, ds CB u das FA, pdend ser mbilizada maquinaria pesada de empresas de cnstruçã civil; 64 O material sanitári, de mrtuária e demais artigs necessáris às perações será distribuíd a pedid das frças de intervençã u pr determinaçã d PCMun; As entidades explradras das redes de transprtes, abasteciment de água, saneament, distribuiçã de energia e cmunicações assegurarã rápid restabeleciment d respetiv serviç e garantirã a peracinalidade de piquetes de emergência para necessidades extrardinárias decrrentes da repsiçã d serviç; A repsiçã d serviç de abasteciment de água e d frneciment de eletricidade, gás e cmbustíveis deverá ser assegurad priritariamente a unidades hspitalares e de saúde, estabeleciments de ensin, lares de idss, prisões e instalações públicas, bem cm a utras infraestruturas que PCMun cnsidere de especial relevância; As FA clabram n api lgístic às frças de intervençã frnecend material divers (material de aquartelament, tendas de campanha, geradres, depósits de água, etc.); Se necessári, pderã ser criads armazéns de emergência que serã gerids pel PCMun, cm api da Câmara Municipal e Juntas de Freguesia Api lgístic às ppulações APOIO LOGÍSTICO ÀS POPULAÇÕES Entidade crdenadra Segurança Scial Entidade intervenientes Administraçã Reginal de Saúde; Assciações Humanitáris de Bmbeirs; Câmara Municipal de Palmela;

48 APOIO LOGÍSTICO ÀS POPULAÇÕES Centr Distrital de Segurança Scial de Setúbal; Crp Nacinal de Escutas/Assciaçã de Escteirs de Prtugal; Crps de Bmbeirs; Cruz Vermelha Prtuguesa; Frças Armadas; Guarda Nacinal Republicana; Institut Nacinal de Emergência Médica; Juntas de Freguesia; Vluntáris de Prteçã Civil; Organisms e entidades de api. 65 Priridades de açã Garantir a prestaçã de api scial de emergência; Assegurar a ativaçã de ZCAP e infrmar as frças de scrr e s cidadãs da sua lcalizaçã através ds canais dispníveis e mais aprpriads; Garantir a receçã, regist, pesquisa, diagnóstic de necessidades e assistência individual a evacuads e vítimas assistidas e cm necessidade de cntinuidade de acmpanhament; Organizar um sistema de reclha de dádivas, garantind armazenament, gestã e distribuiçã ds bens recebids; Mbilizar equipas de api scial para acmpanhament ds grups mais vulneráveis e de mair risc; Assegurar a atualizaçã da infrmaçã, ns Centrs de Pesquisa e Lcalizaçã, através de listas cm identificaçã nminal das vítimas e evacuads nas ZCAP; Mbilizar reservas alimentares e garantir a receçã e gestã de bens essenciais (aliments, agasalhs, rupas, artigs de higiene pessal) que sejam entregues nas ZCAP para api a vítimas e evacuads; Efetuar a segurança na área das ZCAP; Garantir a distribuiçã priritária de água e de energia às ZCAP. Quadr 22 Api lgístic às ppulações Instruções Específicas As ZCAP crrespndem as lcais de aclhiment e aljament temprári da ppulaçã deslcada, lcalizads em espaçs aberts e fechads, nmeadamente em parques de estacinament, grandes superfícies cmerciais, camps de futebl, esclas, ginásis gimndesprtivs, entre utrs; As ZCAP pdem ser de curta u lnga duraçã; A estrutura de crdenaçã da ZCAP executa missões de instalaçã (CMP) e gestã glbal (Segurança Scial);

49 As ZCAP integram as seguintes valências de gestã: Centrs de Regist/Referenciaçã, ns quais se recebe a ppulaçã, preenche a ficha de regist e referenciaçã (nde cnsta diagnóstic das necessidades ds indivídus u famílias) e prcede a encaminhament para as restantes valências; Centrs de Pesquisa e Lcalizaçã, ns quais se cmpleta preenchiment da ficha de recenseament, a qual, através d regist atualizad, prmve reencntr e assegura a preservaçã ds núcles familiares; Centrs de Cuidads Básics de Saúde, ns quais se presta assistência a situações de saúde puc graves, assegurand a respetiva estabilizaçã; Centrs de Api Psicsscial, ns quais se assegura api psiclógic de cntinuidade e se detetam carências e necessidades particulares às pessas deslcadas; 66 As ZCAP integram as seguintes valências de api: Lgística respnsável pel cntrl das existências em armazém de tds s bens, pela manutençã das estruturas móveis e imóveis, pelas cmunicações, transprtes, animais e saneament básic; Segurança assegura a limitaçã d acess e segurança da ZCAP; A primeira açã a desenvlver sempre que alguém dê entrada numa ZCAP é Regist. O regist pressupõe a reclha da seguinte infrmaçã: nme, idade, mrada anterir, necessidades especiais e, assim que pssível, indicaçã d lcal nde ficará realjada. Deverá também, sempre que se verifique necessidade, ser registad nme de membrs d seu agregad familiar que estejam desaparecids a fim de tentar lcalizar s mesms. A Segurança Scial, cm a clabraçã da Câmara Municipal, assegura a cnstituiçã de equipas técnicas para receçã, atendiment e encaminhament da ppulaçã nas ZCAP; A Segurança Scial encaminha a listagem da ppulaçã registada nas ZCAP para a GNR e SEF; As Juntas de Freguesia apiam a cnstituiçã de equipas de recenseament e regist da ppulaçã afetada; A CVP executa missões de assistência sanitária e scial;

50 A segurança às ZCAP será efetuada de acrd cm s prcediments definids para a Área de Intervençã da Manutençã da Ordem Pública, cm as eventuais adaptações decrrentes de rientaçã da Segurança Scial, enquant entidade crdenadra da Área de Intervençã; A CVP e as FA, na medida das suas pssibilidades e dispnibilidades, apiam na mntagem das ZCAP móveis (pr exempl em tendas de campanha); As FA clabram na dispnibilizaçã de bens essenciais (alimentaçã, artigs de higiene, agasalhs, rupas, etc.) às vítimas e prmvem a instalaçã de lcais de mntagem de czinhas e refeitóris de campanha; 67 A distribuiçã de bens essenciais será assegurada pelas entidades de api que, em funçã da emergência, se revelem capazes para desempenh desta funçã; A receçã, catalgaçã, separaçã, lavagem, desinfeçã, armazenament e distribuiçã de dádivas fica a carg da Câmara Municipal, em articulaçã cm a Segurança Scial; As entidades gestras ds sistemas de abasteciment de água e de distribuiçã de eletricidade e gás asseguram frneciment de água, luz e gás às ZCAP; A distribuiçã de água, gás, aliments, agasalhs e artigs de higiene pessal à ppulaçã que nã se encntra nas ZCAP e nã tem acess a elas deverá ser realizada em lcais centrais, de fácil acess e divulgads para cnheciment da ppulaçã; Os lcais prváveis para instalaçã de ZCAP cincidem cm infraestruturas fixas cm esclas, pavilhões, entre utras, as quais apresentam bas cndições sanitárias e de abrig para a ppulaçã deslcada; As ZCAP e centrs de aclhiment encntram-se identificads na tabela seguinte: Freguesia Designaçã Centr de aclhiment Observações Palmela Camp de futebl Crnéli Apresenta capacidade para Desprtiv Palma aprximadamente 200 pessas Cmplex Desprtiv Apresenta capacidade para Desprtiv Municipal aprximadamente 200 pessas Capacidade para EB 2/3 Hermenegild Esclar aprximadamente 200 pessas c/ Capel refeitóri, czinha e pavilhã Capacidade para Escla Secundária de Esclar aprximadamente 200 pessas c/ Palmela refeitóri e czinha Sciedade Filarmónica Assciativism Apresenta capacidade para

51 Freguesia Designaçã Centr de aclhiment Observações Pinhal Nv Quinta d Anj Uniã das Freguesias de Pceirã e Marateca Humanitária aprximadamente 300 pessas c/ refeitóri e czinha Apresenta capacidade para Sciedade Filarmónica Assciativism aprximadamente 300 pessas c/ Palmelense Os Lureirs refeitóri e czinha Apresenta capacidade para Pavilhã Municipal Desprtiv aprximadamente 200 pessas Capacidade para EB 2/3 Jsé Maria ds Esclar aprximadamente 200 pessas c/ Sants refeitóri, czinha Capacidade para Escla Secundária de Esclar aprximadamente 200 pessas c/ Pinhal Nv refeitóri, czinha e pavilhã Apresenta capacidade para Camp de futebl Desprtiv aprximadamente 200 pessas a Quintajense ar livre Capacidade para EB 2/3 Jsé Saramag Esclar aprximadamente 200 pessas c/ refeitóri e czinha Parque Mári Bent Freguesia Apresenta capacidade para aprximadamente 200, pavilhã Quadr 23 Znas de cncentraçã e api à ppulaçã Cmunicações Serviç Municipal de Prteçã Civil COMUNICAÇÕES Entidade crdenadra Entidade intervenientes Câmara Municipal de Palmela ANPC/ CDOS de Setúbal; Crps de Bmbeirs; Frças Armadas; Guarda Nacinal Republicana; Organizações de Radiamadres; Vluntáris de Prteçã Civil; Organisms e entidades de api.

52 COMUNICAÇÕES Priridades de açã Assegurar a ligaçã, n âmbit d Sistema Integrad de Operações de Prteçã e Scrr, cm s diferentes agentes de prteçã civil e utras entidades e rganisms, pr frma a garantir as cmunicações de emergência; Identificar e prevenir prblemas de interperabilidade; Garantir a peracinalidade ds meis de cmunicaçã de emergência n âmbit da prteçã civil, incluind a repsiçã de serviçs, pr afetaçã de meis e recurss alternativs; Mbilizar e crdenar as ações das rganizações de radiamadres e ds peradres da rede cmercial fixa e móvel, n âmbit d api às cmunicações de emergência e d refrç das redes de telecmunicações; Garantir priridades de acess a serviçs e entidades essenciais, de acrd cm cnceit da peraçã; Manter um regist atualizad d estad das cmunicações e das capacidades existentes; Garantir que tds s intervenientes pssam cmunicar dentr da hierarquia estabelecida para cada Teatr de Operações (TO) de acrd cm as Nrmas de Execuçã Permanente da ANPC, em vigr; Apiar as diferentes entidades e Áreas de Intervençã cm meis de cmunicações de emergência. 69 Quadr 24 Cmunicações Instruções Especificas O sistema de cmunicações visa assegurar as ligações entre s serviçs, agentes, rganisms e entidades de api que participam nas atividades previstas n PMEPC; O PCMun é a entidade respnsável pela definiçã e gestã da arquitetura geral das cmunicações de emergência a nível distrital, cabend-lhe elabrar respetiv Plan de Cmunicações; O sistema de cmunicações utiliza s meis das telecmunicações públicas e privativas, nmeadamente as redes telefónicas fixas e móveis, rádis prtáteis e fixs e as redes privativas da Câmara Municipal. Algumas infrmações pdem ser transmitidas ralmente; Cmpete a cmandante das perações de scrr (COS) estabelecer plan de cmunicações para teatr de perações (TO), qual deve ter em cnta cnsagrad na NEP 0042 de 27JUN2006, emitida pela ANPC; Para api às cmunicações n TO, COS pde mbilizar respetiv veícul de cmand e cmunicações (VCOC);

53 Em cas de necessidade, será mntad um serviç de estafetas, assegurad pela Guarda Nacinal Republicana e pels agrupaments de escteirs d cncelh de Palmela (Assciaçã de Escteirs de Prtugal e d Crp Nacinal de Escutas); Nas cmunicações peracinais nã é autrizada a utilizaçã de linguagem cdificada e serã bservadas, cm regras, a nã sbrepsiçã de cmunicações, a utilizaçã exclusiva ds meis para cmunicações de serviç e respeit pels prcediments estabelecids e priridades de mensagem; N briefing inicial d Pst de Cmand Operacinal será discutid e cmunicad a tds s participantes Plan de Cmunicações. Após briefing, tds s sistemas sã testads pels intervenientes, de md a verificar a sua peracinalidade; 70 As cmunicações entre s diverss intervenientes (Agentes de Prteçã Civil, entidades e rganisms de api), Diretr d PMEPC e Cmandante das Operações de Scrr respnderã de acrd cm s seguintes esquemas: ESQUEMA DE COMUNICAÇÕES ESQUEMA 1 ESQUEMA 2 Diretr d PMEPC Cmandante das Operações de Scrr O Pst de Cmand Operacinal (PCO) é lcal nde se encntram s meis de cmunicaçã adequads à crdenaçã d event, nde se centralizam as cmunicações cm s diverss grups de intervençã e cm exterir. A ser ntificad de uma emergência Diretr d PMEPC entra em cntact cm Cmandante das Operações de Scrr (COS) via telemóvel u rádi prtátil, pr frma a cmunicar u bter cnfirmaçã d sinistr; Os canais de rádi e telemóvel devem estar dispníveis para receber u enviar infrmações relativas à emergência. A receber um alerta, COS cnvca SMPC via telefne u telemóvel, para preparaçã ds meis necessáris à implantaçã das instalações d Pst de Cmand Operacinal; Em seguida dirige-se para Lcal d Sinistr e crdenará, via rádi prtátil u ralmente, as perações de cntrl e mitigaçã da emergência cm s cmandantes ds Agentes de Prteçã Civil e representantes das Entidades e Organisms presentes; Manterá cntact cm Diretr d PMEPC, infrmand- peridicamente da evluçã d sinistr pela mesma via anterir; A partir d Pst de Cmand Operacinal cntactará as

54 ESQUEMA DE COMUNICAÇÕES diversas entidades externas, via telemóvel, e CDOS de Setúbal u utras entidades de Prteçã Civil, através de um Rádi SIRESP. As cmunicações ns lcais de intervençã de cmbate a ESQUEMA 3 Agentes de Prteçã Civil sinistr entre s diferentes Agentes de Prteçã Civil, s seus crdenadres e COS serã feitas ralmente u, na ausência deste, via rádi. ESQUEMA 4 Serviç Municipal de Prteçã Civil A pedid d Diretr d PMEPC u d COS, respnsável d Serviç Municipal de Prteçã Civil deve cntactar s elements e recurss indispensáveis à lgística e cmbate 71 a sinistr, através da rede telefónica móvel u fixa. Quadr 25 Esquema de cmunicações 4.5. Infrmaçã pública INFORMAÇÃO PÚBLICA Entidade crdenadra Cmissã Municipal de Prteçã Civil Entidade intervenientes Câmara Municipal de Palmela/Divisã de Cmunicaçã Turism e Ecnmia Lcal; Guarda Nacinal Republicana; Juntas de freguesia; Organisms e entidades de api. Priridades de açã Assegurar que a ppulaçã é avisada e mantida infrmada, de md a que pssa adtar as instruções das autridades e as medidas de autprteçã mais cnvenientes; Divulgar infrmaçã à ppulaçã sbre lcais de receçã de dnativs, lcais de reclha de sangue, lcais para inscriçã para serviç vluntári e instruções para regress de ppulações evacuadas; Garantir a relaçã cm s OCS e preparar, cm peridicidade determinada, cmunicads a distribuir; Organizar visitas ds OCS a TO, garantind a sua receçã e acmpanhament; Organizar e preparar briefings periódics e cnferências de imprensa, pr determinaçã d diretr d plan; Preparar s cmunicads cnsiderads necessáris. Quadr 26 Infrmaçã pública

55 Instruções Especificas Após acinament d PMEPC, a CMPC é apiada pela Divisã de Cmunicaçã Turism e Ecnmia Lcal (DCTEL), nmeadamente quant às infrmações sbre evluir da situaçã e às instruções relativas às medidas a adtar pelas ppulações; A DCTEL assegura a permanente infrmaçã e avis às ppulações, para divulgaçã ds riscs ptenciais e das medidas de autprteçã a adtar n sentid de prevenir u minimizar s efeits das crrências; O avis às ppulações pde ser desencadead através da utilizaçã ds seguintes meis, em separad u simultaneamente: 72 Sirenes lcalizadas ns quartéis ds crps de bmbeirs; Radidifusã de cmunicads e utra infrmaçã ficial pela Rádi SIM PAL (102.2 MHz) e Ppular FM (90.9 MHz); Aviss snrs e instruções difundids pels altifalantes ds veículs da CMP, crps de bmbeirs e Mviment Assciativ; Sins das igrejas cm tque a rebate ; Pessalmente através ds trabalhadres da autarquia u utrs vluntáris clabradres identificads nas Juntas de Freguesia. Quand a crrência atingir uma área superir à d Cncelh de Palmela, a infrmaçã pública pderá vir a ser veiculada através das estações de televisã e de radidifusã nacinais. Para tal, serã prmvidas pela DCTEL, campanhas de infrmaçã e sensibilizaçã nas fases de prevençã e preparaçã, fatr crític de sucess na cnduta das ppulações durante uma emergência, assegurand a divulgaçã à ppulaçã de infrmaçã dispnível sbre: Númers de telefne de cntact para infrmações; Lcalizaçã de pnts de reuniã u centrs de desaljads/assistência; Lcais de receçã de dnativs; Lcais de reclha de sangue; Lcais para inscriçã de serviç vluntári; Quais as znas de abasteciment de bens alimentares e água; Quais as estradas intransitáveis e suas alternativas; Instruções para regress de ppulações evacuadas; Listas de desaparecids, mrts e ferids;

56 Quais s lcais nde pdem prcurar familiares e cnsultar listas; Lcais de acess interdit u restrit; Outras instruções cnsideradas necessárias; 4.6. Scrr e salvament SOCORRO E SALVAMENTO Entidade crdenadra Cmandante das Operações de Scrr (COS) 73 Entidade intervenientes Autridade Nacinal de Prteçã Civil; Câmara Municipal de Palmela; Crps de Bmbeirs; Cruz Vermelha Prtuguesa; Frças Armadas; Frça Especial de Bmbeirs; Guarda Nacinal Republicana; Institut da Cnservaçã da Natureza e das Flrestas; Institut Nacinal de Emergência Médica; Sapadres Flrestais. Priridades de açã Assegurar a minimizaçã de perdas de vidas, através das ações de busca e salvament decrrentes de acidente grave u catástrfe; Assegurar a cnstituiçã de equipas n âmbit das valências d scrr e salvament e garantir a sua segurança; Avaliar as áreas afetadas nde deverã ser desencadeadas ações de busca e salvament, nmeadamente tend em cnta as infrmações a dispnibilizar, eventualmente, pelas Equipas de Recnheciment e Avaliaçã da Situaçã (ERAS); Efetuar escrament de estruturas, eventualmente, após a avaliaçã da estabilidade pelas Equipas de Avaliaçã Técnica (EAT); Executar scrr às ppulações em cas de emergência; Supervisinar e enquadrar peracinalmente eventuais equipas de salvament riundas de rganizações de vluntáris; Clabrar na determinaçã de dans e perdas; Prpr a definiçã de znas priritárias nas áreas afetadas pela situaçã de emergência; Determinar a natureza e extensã ds acidentes prvcads pela fuga u derrame de matérias perigsas; Estabelecer uma capacidade de respsta crdenada, dand priridade à cntençã ds

57 SOCORRO E SALVAMENTO derrames e à limitaçã de situações envlvend riscs para a vida humana; Assegurar a znagem de segurança d lcal ds acidentes prvcads pr fugas u derrames; Assegurar a descntaminaçã da ppulaçã afetada. Quadr 27 Scrr e salvament Prcediments e instruções Teatr de Operações (TO) 74 Busca e Salvament Triagem primária e estabilizaçã Cmbate a incêndis Cntençã de fugas e derrames Crps de bmbeirs, CVP, FA, GNR, FEB Crps de bmbeirs, CVP, FA, GNR, INEM Crps de bmbeirs, FEB, GNR, sapadres flrestais (PNA) Crps de bmbeirs, GNR, Empresas Psts de triagem Iless e ferids leves Ferids graves Vítimas mrtais ZCAP Hspitais e Centrs de Saúde ZRnM Figura 6 Prcediments e instruções de crdenaçã para as perações de scrr e salvament Instruções específicas A intervençã inicial cmpete priritariamente às frças mais próximas d lcal da crrência u àquelas que se verifique terem uma missã específica mais adequada; As ações de busca, scrr e salvament pderã ser apiadas pr meis aéres da ANPC, de acrd cm a necessidade de dispnibilidade das aernaves; Para as ações de cntençã de fugas e derrames, serã chamadas a intervir as empresas privadas respnsáveis pels prduts derramads; Os CB asseguram primariamente as perações de busca e salvament e de cmbate a incêndis;

58 A FEB assegura refrç especializad à 1ª intervençã nas missões de prteçã e scrr, designadamente ns dmínis da busca e salvament e cmbate a incêndis; A GNR participa primariamente nas perações que se desenvlvam nas respetivas áreas de atuaçã; A GNR participa nas perações cm as valências de busca e salvament em ambiente urban e cintécnica, na respetiva área de jurisdiçã u em regime de cmplementaridade nas restantes; As FA participam nas perações de busca e salvament na medida das suas capacidades e dispnibilidades; 75 O ICNF clabra nas ações de scrr e salvament nas áreas prtegidas; Os Sapadres Flrestais participam nas ações de primeira intervençã e api a cmbate em incêndis rurais u flrestais; A GNR executa através ds Grups de Intervençã de Prteçã e Scrr (GIPS), ações de prteçã e scrr, nas crrências de incêndis rurais/flrestais u de matérias perigsas; A CVP executa missões de api, busca e salvament e scrr Evacuaçã EVACUAÇÃO Entidade crdenadra GNR Entidade intervenientes Assciações Humanitárias de Bmbeirs; Câmara Municipal de Palmela Centr Distrital de Segurança Scial; Empresas públicas e privadas de transprtes; Cmbis de Prtugal/FERTAGUS; Infraestruturas de Prtugal; Assciaçã de Escteirs de Prtugal/Crp Nacinal de Escutas; Crps de Bmbeirs; Frças Armadas; Guarda Nacinal Republicana; Institut Nacinal de Emergência Médica; Juntas de Freguesia;

59 EVACUAÇÃO Órgãs de Cmunicaçã Scial; Serviç de Estrangeirs e Frnteiras; Organisms e entidades de api. Priridades de açã Orientar e crdenar as perações de mvimentaçã e/u cnfinament das ppulações; Difundir junt das ppulações recmendações de evacuaçã; Definir Znas de Cncentraçã e Irradiaçã (ZCI), decrrentes das evacuações; Definir itineráris de evacuaçã, em articulaçã cm COS presente em cada Teatr de Operações (TO); Garantir encaminhament da ppulaçã evacuada até à ZCAP; Reencaminhar u rientar tráfeg, de md a nã interferir cm a mvimentaçã da ppulaçã a evacuar nem cm a mbilidade das frças de intervençã; Estabelecer e manter aberts s crredres de emergência; Crdenar acess às áreas afetadas. 76 Quadr 28 Evacuaçã Instruções específicas A esclha das ações de prteçã para uma determinada situaçã depende de váris fatres; A evacuaçã e/u cnfinament de uma área d territóri em risc, cincidente u nã cm a zna de sinistr, deverá ser prpsta pel COS a PCMun; A rientaçã e a crdenaçã da evacuaçã das ppulações é da respnsabilidade das Frças de Segurança; Nas perações de evacuaçã deverá ter-se em atençã: Lcalizaçã e númer de pessas em risc; Temp dispnível para evacuar u abrigar n lcal; Capacidade de cntrlar a evacuaçã u abrig n lcal; Tips de cnstruçã e de dispnibilidade ds edifícis para aclhiment u abrig; Cndições meterlógicas; Prcediments A ppulaçã a evacuar deverá dirigir-se para as Znas de Cncentraçã e Irradiaçã (ZCI), nde é prestada a primeira ajuda, cuja lcalizaçã será determinada e divulgada

60 pel PCMun. As ZCI sã geridas pela CM, cm api das Juntas de Freguesia, Cruz Vermelha, escuteirs e vluntáris de prteçã civil; Cmpete às Frças de Segurança definir s itineráris de evacuaçã a utilizar a partir da ZCI, atenta a natureza e extensã ds dans nas vias de cmunicaçã, mediante avaliaçã/infrmaçã da CMP u da entidade gestra da rede viária; Após a definiçã das znas a evacuar, tráfeg rdviári extern deverá ser reencaminhad pelas Frças de Segurança, as quais pderã criar barreiras de encaminhament de tráfeg; A mvimentaçã cletiva a partir da ZCI será garantida cm meis de transprte a frnecer pelas AHB, pela CMP, pr empresas públicas u privadas de transprtes u pr utrs meis prprcinads pela Área de Intervençã de Lgística; 77 A ppulaçã mvimentada a partir da ZCI será encaminhada para a ZCAP, cuja lcalizaçã e prcediments de funcinament estã definids na Área de Intervençã de Api Lgístic às Ppulações; O transprte entre a ZCI e a ZCAP será, em regra, acmpanhad pr pessal das Frças de Segurança. Se necessári, as Frças de Segurança pderã slicitar a PCMun a existência de acmpanhament médic, pr parte d INEM; Cmpete a SEF cntrl sbre a mvimentaçã ilícita de estrangeirs ns grups evacuads; O suprte lgístic à evacuaçã, dispnibilizaçã de água, alimentaçã e agasalhs será assegurad pela Área de Intervençã de Api Lgístic às Ppulações. Sem prejuíz de utras znas a definir, encntram-se pré-identificads lcais nde é pssível instalar ZCI de âmbit municipal, nmeadamente: ZONAS DE CONCENTRAÇÃO E IRRADIAÇÃO Freguesia Lcal Crdenadas Parque Estacinament Refer 38º N 8º W Palmela Larg de S. Jã 38º N 8º W

61 ZONAS DE CONCENTRAÇÃO E IRRADIAÇÃO Mercad Municipal de Pinhal Nv 38º N 8º W Pinhal Nv Pavilhã Municipal de Pinhal Nv 38º N 8º W 78 Quinta d Anj Quintajense Futebl Clube 38º N 8º W Uniã das Freguesias de Pceirã e Marateca Parque Mári Bent Larg da Fnte 38º N 8º W 38º N 8º W Quadr 29 Znas de cncentraçã e irradiaçã 4.8. Manutençã da rdem pública N Cncelh de Palmela, cabe à Guarda Nacinal Republicana (GNR), as atividades de rdem pública, segurança e cntrl de tráfeg, através ds efetivs existentes n Pst Territrial de Palmela, Pinhal Nv e Pceirã. Após a identificaçã das znas de sinistr e de api, tráfeg rdviári em redr d teatr de perações (TO) é rientad e reencaminhad pela GNR, de md a nã interferir cm a mvimentaçã das ppulações a evacuar e a mbilidade das demais frças de intervençã. O acess às znas de sinistr e de api é limitad às frças de intervençã e rganizações de api, através da criaçã de barreiras e utrs meis de cntrl, cntand a GNR, para tal, cm api d Departament de Ambiente e Gestã Operacinal d Territóri (DAGOT), através da Divisã de Cnservaçã e Lgística.

Covilhã, Outubro 2015 Versão 1.0

Covilhã, Outubro 2015 Versão 1.0 Cvilhã, Outubr 2015 Versã 1.0 Índice Geral PARTE I - ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO...5 1. Intrduçã...6 2. Âmbit de Aplicaçã...6 3. Objetivs Gerais...9 4. Enquadrament Legal...9 5. Antecedentes d Prcess

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL I Enquadrament Parte II Execuçã Parte III Inventáris, Mdels e Listagens SMPC Serviç Municipal de Prteçã Civil PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE ELVAS

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE ELVAS PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE ELVAS ELABORADO POR: SERVIÇO MUNICIPAL DE PROTEÇÃO CIVIL DO MUNICÍPIO DE ELVAS ÍNDICE ÍNDICE... 2 ÍNDICE DE QUADROS... 7 ÍNDICE DE FIGURAS... 8 Parte

Leia mais

Plano.Municipal de. Emergência de.proteção.civil

Plano.Municipal de. Emergência de.proteção.civil Plan.Municipal de. Emergência de.prteçã.civil alenquer 2014 INDÍCE PARTE I Enquadrament Geral d Plan de Emergência Pág. 1. Intrduçã 1 2. Âmbit de Aplicaçã 3 3. Objetivs Gerais 4 4. Enquadrament Legal 4.1.

Leia mais

Designação do projeto Órgão de Acompanhamento das Dinâmicas Regionais de Lisboa (OADRL)

Designação do projeto Órgão de Acompanhamento das Dinâmicas Regionais de Lisboa (OADRL) Designaçã d prjet Órgã de Acmpanhament das Dinâmicas Reginais de Lisba (OADRL) - 2016 Códig d prjet LISBOA-09-6177-FEDER-000003 Objetiv principal Criar as cndições e reunir s meis necessáris para exercíci

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL Revisã 2015 Retificad Índice Índice... 1 PARTE I - Enquadrament geral d plan... 7 1. Intrduçã... 7 2. Âmbit de aplicaçã... 8 3. Objetivs gerais... 8 4. Enquadrament

Leia mais

ACM ALTO COMISSARIADO PARA AS MIGRAÇÕES

ACM ALTO COMISSARIADO PARA AS MIGRAÇÕES ACM ALTO COMISSARIADO PARA AS MIGRAÇÕES 1996: Prtugal institui carg de Alt Cmissári para a Imigraçã e Minrias Étnicas, de frma a criar cndições para a implementaçã e crdenaçã de plíticas públicas de integraçã;

Leia mais

Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil

Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil Plan Municipal de Emergência de Prteçã Civil SETÚBAL, ABRIL DE 2014 Versã Cmpleta INTENCIONALMENTE EM BRANCO Índice PARTE I...1 Enquadrament Geral d Plan...1 1. Intrduçã...2 2. Âmbit de aplicaçã...3 3.

Leia mais

Plano de Emergência Externo

Plano de Emergência Externo Divisã de Prteçã Civil e Bmbeirs Plan de Emergência Extern Respl, Resinas, SA Municípi de Leiria, Junh de 2014 Índice Geral: PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO... 10 1. Intrduçã... 10 2. Âmbit de aplicaçã...

Leia mais

PLANO DE EMERGÊNCIA EXTERNO

PLANO DE EMERGÊNCIA EXTERNO Tip de Dcument: PLANO DE EMERGÊNCIA EXTERNO Âmbit de Aplicaçã: Mitigaçã e Limitaçã de dans Títul: PENÍNSULA DA MITRENA Códig: Revisã: 1 PLANO DE 2010 EMERGÊNCIA EXTERNO O Plan de Emergência Extern, da

Leia mais

O equilíbrio económico e financeiro de uma concessão de transportes

O equilíbrio económico e financeiro de uma concessão de transportes O equilíbri ecnómic e financeir de uma cncessã de transprtes Fernand Cresp Diu UTAP Cnteúds 1) Breve apresentaçã da UTAP 2) O Value fr Mney, valr d serviç de transprtes 3) O mdel de negóci, s cntrats e

Leia mais

Casa Eficiente d. Instalação de pontos de carregamento de veículos elétricos

Casa Eficiente d. Instalação de pontos de carregamento de veículos elétricos 7.d Instalaçã de pnts de carregament de veículs elétrics 1 2 FICHA TÉCNICA Títul 7.d Instalaçã de pnts de carregament de veículs elétrics Cleçã Casa Catálg de sluções técnicas Ediçã Prgrama Casa Autria

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (Empreendedorismo Qualificado) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda.

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (Empreendedorismo Qualificado) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda. RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 (Empreendedrism Qualificad) Página 1 de 8 Bracing Cnsulting, Lda. Rua d Tâmega, S/N. 4200 502 Prt Prtugal +351 917 000 020 inf@bracing

Leia mais

Campanha Construindo Cidades Resilientes: minha cidade está se preparando!

Campanha Construindo Cidades Resilientes: minha cidade está se preparando! Campanha Cnstruind Cidades Resilientes: minha cidade está se preparand! Platafrma temática sbre risc urban nas Américas Frtaleciment da cperaçã e clabraçã entre gverns lcais Cnvite à apresentaçã de prpstas

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (VALE Empreendedorismo) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda.

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (VALE Empreendedorismo) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda. RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 (VALE Empreendedrism) Página 1 de 8 Vale Empreendedrism (Vale Simplificad) Tiplgia Aquisiçã de serviçs de cnsultria na área d

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERATIVO Ação social

PROCEDIMENTO OPERATIVO Ação social Página 1 de 5 I ÂMBITO Aplicável à prestaçã de api scial as estudantes d ensin superir, em especial àqueles em cndições de carência ecnómica cmprvada, de md a garantir que nã sejam excluíds pr incapacidade

Leia mais

IARC. - Anexo 3 - Anexo à oferta de Infraestruturas Aptas ao Alojamento de Redes de Comunicações Eletrónicas

IARC. - Anexo 3 - Anexo à oferta de Infraestruturas Aptas ao Alojamento de Redes de Comunicações Eletrónicas IARC - Anex 3 - Anex à ferta de Infraestruturas Aptas a Aljament de Redes de Cmunicações Eletrónicas Prcediments de Gestã de Pedids v1.4.1 Índice 1. Intrduçã 3 2. Prcediments 3 2.1 Pedids de Infrmaçã de

Leia mais

Lista dos dados a registar e armazenar em formato eletrónico no âmbito do sistema de monitorização (a que se refere o artigo 24.o)

Lista dos dados a registar e armazenar em formato eletrónico no âmbito do sistema de monitorização (a que se refere o artigo 24.o) Lista ds dads a registar e armazenar em frmat eletrónic n âmbit d sistema de mnitrizaçã (a que se refere artig 24.) L 138/34 ANEXO III É exigida a apresentaçã de dads para as perações apiadas pel FSE,

Leia mais

Regime Escolar Fruta Escolar /

Regime Escolar Fruta Escolar / Regime Esclar Fruta Esclar / Frmuláris 2016/2017 - Índice NOTA INTRODUTÓRIA...3 Pedid de Ajuda...4 1. Pedid de Ajuda...4 A. Página de Rst d Pedid...4 B. Pedid de Ajuda Página dis...6 C. Mapa de Medidas

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (VALE Internacionalização) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda.

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (VALE Internacionalização) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda. RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 (VALE Internacinalizaçã) Página 1 de 8 Bracing Cnsulting, Lda. Rua d Tâmega, S/N. 4200 502 Prt Prtugal +351 917 000 020 inf@bracing

Leia mais

Plano.Municipal de. Emergência de.proteção.civil

Plano.Municipal de. Emergência de.proteção.civil Plan.Municipal de. Emergência de.prteçã.civil alenquer 2014 INDÍCE Plan Municipal de Emergência de Prteçã Civil - 2014 PARTE I Enquadrament Geral d Plan de Emergência Pág. 1. Intrduçã 1 2. Âmbit de Aplicaçã

Leia mais

ÁFRICA LUSOFONA, UMA VISÃO PROSPECTIVA

ÁFRICA LUSOFONA, UMA VISÃO PROSPECTIVA ÁFRICA LUSOFONA, UMA VISÃO PROSPECTIVA Mariana Abrantes de Susa CEO Presidente da Cmissã Executiva Fundaçã AIP Lisba, 5 de julh 2017 O que é a SOFID Sciedade para Financiament d Desenvlviment, IFIC, S.A.

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE LEIRIA PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE LEIRIA. Abril2014 Município de Leiria

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE LEIRIA PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE LEIRIA. Abril2014 Município de Leiria JOSÉ MANUEL CARRAÇA DA SILVA Assinad de frma digital pr JOSÉ MANUEL CARRAÇA DA SILVA DN: c=pt, =Cartã de Cidadã, u=cidadã Prtuguês, u=autenticaçã d Cidadã, sn=carraça DA SILVA, givenname=josé MANUEL, serialnumber=bi011057599,

Leia mais

PLANO ESPECIAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL PARA AS CHEIAS DE GARVÃO/ FUNCHEIRA

PLANO ESPECIAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL PARA AS CHEIAS DE GARVÃO/ FUNCHEIRA PLANO ESPECIAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL PARA AS CHEIAS DE GARVÃO/ FUNCHEIRA PARTES PÚBLICAS Partes I, II, III e IV Secçã I Plan Especial de Emergência de Prteçã Civil para as Cheias de Garvã/Funcheira

Leia mais

Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge

Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge Segunda alteraçã a Decret Regulamentar Reginal n.º 23/2007/A, de 29 de Outubr, cm as alterações intrduzidas pel Decret Regulamentar Reginal n.º 11/2010/A, de 15 de Junh, que aprva Subsistema de Incentivs

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (VALE Inovação) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda.

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (VALE Inovação) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda. RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 (VALE Invaçã) Página 1 de 8 Bracing Cnsulting, Lda. Rua d Tâmega, S/N. 4200 502 Prt Prtugal +351 917 000 020 inf@bracing cnsulting.cm

Leia mais

GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DO PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVOS CICLOS DE ESTUDO (APAPNCE)

GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DO PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVOS CICLOS DE ESTUDO (APAPNCE) GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DO PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVOS CICLOS DE ESTUDO (APAPNCE) (Ensin Universitári e Plitécnic) Outubr 2012 Caracterizaçã d pedid A1. Instituiçã

Leia mais

Together We Empower. Ivone Rocha TELLES Advogados

Together We Empower. Ivone Rocha TELLES Advogados Ivne Rcha TELLES Advgads Decret-Lei n.º 39/2010, de 26 de abril Regula a rganizaçã, acess e exercíci das atividades de mbilidade elétrica, prcede a estabeleciment de uma rede de mbilidade elétrica e à

Leia mais

Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge

Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge Segunda alteraçã a Decret Regulamentar Reginal n.º 26/2007/A, de 19 de Nvembr, cm as alterações intrduzidas pel Decret Regulamentar Reginal n.º 10/2010/A, de 15 de Junh, que aprva Subsistema de Api a Desenvlviment

Leia mais

P7_TA(2012)0091 Sexto Fórum Mundial da Água

P7_TA(2012)0091 Sexto Fórum Mundial da Água P7_TA(2012)0091 Sext Fórum Mundial da Água Resluçã d Parlament Eurpeu, de 15 de març de 2012, sbre Sext Fórum Mundial da Água, a realizar em Marselha, de 12 a 17 de març de 2012 (2012/2552(RSP)) O Parlament

Leia mais

INSTALAÇÃO DE PURGAS NA REDE SECUNDÁRIA DE POLIETILENO

INSTALAÇÃO DE PURGAS NA REDE SECUNDÁRIA DE POLIETILENO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET 604 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET 604 Revisã n.º 2 1 de fevereir de 2011 Revisã n.º 2 Página 2 de 8 ÍNDICE Regist das revisões... 3 Preâmbul... 4 1. Objetiv... 4 2. Âmbit... 4 3. Referências...

Leia mais

Atividade fiscalizadora da ENSE E.P.E

Atividade fiscalizadora da ENSE E.P.E Atividade fiscalizadra da ENSE E.P.E Antes de avançar para tema que dá crp a este relatóri, imprta dar nta que pr efeit da entrada em vigr, n dia 01 de setembr de 2018 d Decret-Lei n.º 69/2018, de 27 de

Leia mais

INICIATIVAS GULBENKIAN PARA A INOVAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO. Concurso para apoio a iniciativas-piloto no âmbito das economias criativas

INICIATIVAS GULBENKIAN PARA A INOVAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO. Concurso para apoio a iniciativas-piloto no âmbito das economias criativas INICIATIVAS GULBENKIAN PARA A INOVAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO Cncurs para api a iniciativas-pilt n âmbit das ecnmias criativas Nta: Este cncurs decrre em duas etapas. ENQUADRAMENTO A Fundaçã Caluste Gulbenkian

Leia mais

MUNICÍPIO DE OLIVEIRA DE FRADES SERVIÇO MUNICIPAL DE PROTEÇÃO CIVIL PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL PARTE II

MUNICÍPIO DE OLIVEIRA DE FRADES SERVIÇO MUNICIPAL DE PROTEÇÃO CIVIL PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL PARTE II PARTE II NOVEMBRO DE 2015 ÍNDICE PARTE II ORGANIZAÇÃO DA RESPOSTA 3 1. CONCEITO DE ATUAÇÃO 3 2. EXECUÇÃO DO PLANO 4 2.1. FASE DE EMERGÊNCIA 4 2.2. FASE DE REABILITAÇÃO 4 3. ARTICULAÇÃO E ATUAÇÃO DOS AGENTES,

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE OURIQUE

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE OURIQUE PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE OURIQUE PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO utubr 2014 Plan Municipal de Emergência de Prteçã Civil de Ourique Parte I Enquadrament geral d plan Câmara

Leia mais

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS NEVES JÚNIOR

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS NEVES JÚNIOR AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS NEVES JÚNIOR Prgrama de Higiene, Saúde e Segurança n Trabalh Curss de Educaçã e Frmaçã MÓDULO 3 Intrduçã à Higiene, Segurança e Saúde n Trabalh II 1 Apresentaçã Tend já

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (VALE I&DT) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda.

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (VALE I&DT) Página 1 de 8. Bracing Consulting, Lda. RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 (VALE I&DT) Página 1 de 8 Bracing Cnsulting, Lda. Rua d Tâmega, S/N. 4200 502 Prt Prtugal +351 917 000 020 inf@bracing cnsulting.cm

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO (RSI) CERCIAV

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO (RSI) CERCIAV REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO (RSI) CERCIAV Dezembr de 2015 A Direçã Marília Martins Maria Laima Emanuel Rcha Olga Figueired Antóni Silva 1 Preâmbul N âmbit d Rendiment

Leia mais

FINANCIAMENTO: REINO DE ESPANHA RESPONSAVEL DE PROGRAMA, PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA (PPP) E MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS

FINANCIAMENTO: REINO DE ESPANHA RESPONSAVEL DE PROGRAMA, PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA (PPP) E MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS FINANCIAMENTO: REINO DE ESPANHA RESPONSAVEL DE PROGRAMA, PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA (PPP) E MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS Departament: Infraestrutura Direçã: Unidade de PPDU Categria: P4 Salári anual: USD 44,328

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 PDR2020 (Jovens agricultores) Página 1 de 7. Bracing Consulting, Lda.

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 PDR2020 (Jovens agricultores) Página 1 de 7. Bracing Consulting, Lda. RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 PDR2020 (Jvens agricultres) Página 1 de 7 Bracing Cnsulting, Lda. Rua d Tâmega, S/N. 4200 502 Prt Prtugal +351 917 000 020 inf@bracing

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (Internacionalização PME) Página 1 de 9. Bracing Consulting, Lda.

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (Internacionalização PME) Página 1 de 9. Bracing Consulting, Lda. RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 (Internacinalizaçã PME) Página 1 de 9 Bracing Cnsulting, Lda. Rua d Tâmega, S/N. 4200 502 Prt Prtugal +351 917 000 020 inf@bracing

Leia mais

PROTECÇÃO CIVIL DO NORDESTE PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE JULHO 2010

PROTECÇÃO CIVIL DO NORDESTE PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE JULHO 2010 PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DO NORDESTE EQUIPA TÉCNICA Rgéri Frias, Vice-Presidente da CMN Mafalda Vicente, Arquitecta Tiag Xavier, Engenharia Civil Paul Brun, Biólg JULHO 2010 ÍNDICE

Leia mais

FEVEREIRO 8, 2016 PEDIDO DE PROPOSTA PROJETO DE ARQUITETURA E ESPECIALIDADES

FEVEREIRO 8, 2016 PEDIDO DE PROPOSTA PROJETO DE ARQUITETURA E ESPECIALIDADES FEVEREIRO 8, 2016 PEDIDO DE PROPOSTA PROJETO DE ARQUITETURA E ESPECIALIDADES Serve presente dcument para detalhar s requisits d pedid de prpsta de Arquitetura e Especialidades para cnstruçã de uma mradia

Leia mais

As informações apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação em vigor e o Programa da disciplina.

As informações apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação em vigor e o Programa da disciplina. Infrmaçã da Prva de Exame de Equivalência à Frequência de Prjet Tecnlógic Códig: 196 2013 Curs Tecnlógic de Infrmática/12.º Prva: Pr (Prjet) Nº de ans: 1 Duraçã: 30-45 minuts Decret-Lei n.º 139/2012, de

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE CELORICO DA BEIRA

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE CELORICO DA BEIRA PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE CELORICO DA BEIRA PARTE III ÁREAS DE INTERVENÇÃO Fevereir 2010 Plan Municipal de Emergência de Prtecçã Civil de Celric da Beira Câmara Municipal de

Leia mais

Proteção do Património dos Investidores. Fundo de Garantia dos Depósitos

Proteção do Património dos Investidores. Fundo de Garantia dos Depósitos Prteçã d Patrimóni ds Investidres O CaixaBI infrma (s) Cliente(s) da existência de um Fund de Garantia ds Depósits, de um Sistema de Indemnizações as Investidres e a sua Plítica Prteçã ds Ativs ds Clientes.

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (Qualificação PME) Página 1 de 10. Bracing Consulting, Lda.

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (Qualificação PME) Página 1 de 10. Bracing Consulting, Lda. RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 (Qualificaçã PME) Página 1 de 10 Bracing Cnsulting, Lda. Rua d Tâmega, S/N. 4200 502 Prt Prtugal +351 917 000 020 inf@bracing

Leia mais

PROPOSTA PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO 2018

PROPOSTA PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO 2018 PROPOSTA PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO 2018 Preparad para: Assembleia Geral de Assciads 04 de Nvembr de 2017 Junts Sms Mais Frtes 1 Ações para 2018...3 Rerganizaçã interna da APELA...4 Prmçã e angariaçã

Leia mais

GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DO PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVOS CICLOS DE ESTUDO (APAPNCE)

GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DO PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVOS CICLOS DE ESTUDO (APAPNCE) GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DO PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVOS CICLOS DE ESTUDO (APAPNCE) (Ensin Universitári e Plitécnic) Agst 2016 Caracterizaçã d pedid A1. Instituiçã

Leia mais

PROPOSTA PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO 2017

PROPOSTA PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO 2017 PROPOSTA PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO 2017 Preparad para: Assembleia Geral de Assciads 13 de Nvembr de 2016 Estrutura Organizacinal... 3 Ações para 2017... 4 Rerganizaçã interna da APELA... 5 Prmçã

Leia mais

POLÍTICA DE PRIVACIDADE

POLÍTICA DE PRIVACIDADE POLÍTICA DE PRIVACIDADE Entidade: Direçã-Geral ds Estabeleciments Esclares () Mrada: Praça de Alvalade, nº 12 1749-070 Telefne: 218433910 Crrei eletrónic: atendiment@dgeste.mec.pt Síti da internet: https://www.dgeste.mec.pt/

Leia mais

MODIFICAÇÕES AO ORÇAMENTO DA DESPESA

MODIFICAÇÕES AO ORÇAMENTO DA DESPESA ENTIDADE MDIFICAÇÕES A RÇAMENT DA Pagina: 1 TTAL DE ALTERAÇÕES : 22 MUNICÍPI DE VENDAS NVAS TTAL DE REVISÕES : 2 D AN CNTABILISTIC DE 2015 Período: 2015/01/02 a 2015/12/31 IDENTIFICAÇÃ DAS RUBRICAS MDIFICAÇÕES

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE SOURE

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE SOURE PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTEÇÃO CIVIL DE SOURE ANEXO III PROGRAMA DE MEDIDAS A IMPLEMENTAR PARA A PREVENÇÃO E MITIGAÇÃO DOS RISCOS IDENTIFICADOS E PARA A GARANTIA DA OPERACIONALIDADE DO PLANO

Leia mais

Validação de metodologia de aplicação de Custos Simplificados

Validação de metodologia de aplicação de Custos Simplificados Validaçã de metdlgia de aplicaçã de Custs Simplificads Cfinanciament através de Tabela Nrmalizadas de Custs Unitáris, Cnfrme alínea c) d n.º 2, d artig 7.º d Decret-Lei n.º 159/2014, de 27 de utubr Estágis

Leia mais

Regulamento Interno Formação Profissional

Regulamento Interno Formação Profissional Página 1 de 10 Elabrad pr: Equipa Data: 03.05.2017 Aprvad: Direçã Data: 04.05.2017 Página 2 de 10 Índice Intrduçã 3 1- Apresentaçã d Serviç 3 2 Frmand(a)s 5 3- Avaliaçã 6 4 Certificaçã 7 5 Funcinament

Leia mais

Ata 1ª Reunião Conselho Eco-Escola 14 dezembro 2011

Ata 1ª Reunião Conselho Eco-Escola 14 dezembro 2011 Ata 1ª Reuniã Cnselh Ec-Escla 14 dezembr 2011 As catrze dias d mês de dezembr de 2011 realizu-se, n auditóri, a primeira reuniã d cnselh Ec-Esclas d Clégi Valsassina d presente an lectiv. A reuniã cntu

Leia mais

crcj CdHhISSM DE PROT CÇAO DE CIIIIIIIÇflS E JDUEFIS OBJETIVOS OBJETIVOS AÇÃO INDICADORES METAS GERAIS ESPECIFICOS

crcj CdHhISSM DE PROT CÇAO DE CIIIIIIIÇflS E JDUEFIS OBJETIVOS OBJETIVOS AÇÃO INDICADORES METAS GERAIS ESPECIFICOS CdHhISSM DE PROT CÇAO DE CIIIIIIIÇflS E JDUEFIS OBJETIVOS OBJETIVOS AÇÃO INDICADORES METAS GERAIS ESPECIFICOS Garantir a participaçã das entidades representadas Realizaçã de reuniões nas instalações das

Leia mais

Atividades a desenvolver. 1º Período - 12 de setembro a 17 de setembro

Atividades a desenvolver. 1º Período - 12 de setembro a 17 de setembro Agrupament de Esclas da Caparica Planificaçã das Atividades d Cnselh Pedagógic e Estruturas de Gestã Intermédia Dcument Orientadr - 2013/2014 1 O Cnselh Pedagógic é órgã de crdenaçã e supervisã pedagógica

Leia mais

EFCA/CA/FGIV/1804 RESPONSÁVEL DE PROJETO. A Agência acolherá candidaturas de pessoas fortemente motivadas a participar no desenvolvimento da AECP.

EFCA/CA/FGIV/1804 RESPONSÁVEL DE PROJETO. A Agência acolherá candidaturas de pessoas fortemente motivadas a participar no desenvolvimento da AECP. RECRUTAMENTO A AGÊNCIA EUROPEIA DE CONTROLO DAS PESCAS (AECP) É UM ORGANISMO DA UNIÃO EUROPEIA INSTITUÍDO EM 2005 PARA ORGANIZAR A COORDENAÇÃO OPERACIONAL DAS ATIVIDADES DE CONTROLO E INSPEÇÃO DA PESCA

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE FORNOS DE ALGODRES

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE FORNOS DE ALGODRES PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE FORNOS DE ALGODRES PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO Junh 2012 Plan Municipal de Emergência de Prtecçã Civil de Frns de Algdres Parte I Enquadrament

Leia mais

Alto Comissariado da Saúde

Alto Comissariado da Saúde Alt Cmissariad da Saúde QUAR 2010 Prject de Parecer emitid pel Alt Cmissariad da Saúde (GPEARI d Ministéri da Saúde) cm Análise Crítica da Aut-Avaliaçã d Institut Nacinal de Emergência Médica, I.P. Setembr

Leia mais

PROCESSO DE ACREDITAÇÃO DE EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS. Eixo Prioritário 3

PROCESSO DE ACREDITAÇÃO DE EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS. Eixo Prioritário 3 PROCESSO DE ACREDITAÇÃO DE EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS Avis Nº ACORES-51-2017-14 PROGRAMA OPERACIONAL PARA OS AÇORES 2020 Eix Priritári 3 Cmpetitividade das Empresas Reginais Priridade

Leia mais

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Dissertações Relatóri de Estági Trabalh Prjet 158 47 52 60 62 103 67 68 65 2014 2013 2012 43 25 27 2014 2013 2012 0 0 0 1 2 3 4 4 6 7 10 18 2014

Leia mais

Regulamento eleitoral

Regulamento eleitoral Regulament eleitral Cnselh Geral Agrupament de Esclas de Grândla Regulament das eleições para Cnselh Geral Retirad d Regulament Intern d Agrupament de Esclas de Grândla e d DL nº 137/2012 de 2 de julh

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (Inovação Produtiva) Página 1 de 10. Bracing Consulting, Lda.

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 (Inovação Produtiva) Página 1 de 10. Bracing Consulting, Lda. RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 (Invaçã Prdutiva) Página 1 de 10 Bracing Cnsulting, Lda. Rua d Tâmega, S/N. 4200 502 Prt Prtugal +351 917 000 020 inf@bracing

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE LAGOA

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE LAGOA PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE LAGOA PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO Agst 2012 Plan Municipal de Emergência de Prtecçã Civil de Laga Parte I Enquadrament geral d plan Câmara

Leia mais

AJUDAS DE CUSTO 2.000, ,00

AJUDAS DE CUSTO 2.000, ,00 MDIFICAÇÕES A RÇAMENT DA Pagina: 1 DTAÇÕES DTAÇÕES B CLASSIFICAÇÃ INSCRIÇÕES / DIMINUIÇÕES / CRRIGIDAS S RGÂNICA ECNÓMICA DESCRIÇÃ INICIAIS REFRÇS ANULAÇÕES 01 ADMINISTRACA MUNICIPAL 0101 ASSEMBLEIA MUNICIPAL

Leia mais

MODIFICAÇÕES AO ORÇAMENTO DA DESPESA

MODIFICAÇÕES AO ORÇAMENTO DA DESPESA ENTIDADE MDIFICAÇÕES A RÇAMENT DA Pagina: 1 DTAÇÕES DTAÇÕES B CLASSIFICAÇÃ INSCRIÇÕES / DIMINUIÇÕES / CRRIGIDAS S RGÂNICA ECNÓMICA DESCRIÇÃ INICIAIS REFRÇS ANULAÇÕES 01 ADMINISTRAÇÃ AUTÁRQUICA 0101 ASSEMBLEIA

Leia mais

Auditoria às Reclamações e Pedidos de Informação dos CTT Correios de Portugal, S.A. 2017

Auditoria às Reclamações e Pedidos de Informação dos CTT Correios de Portugal, S.A. 2017 Auditria às Reclamações e Pedids de Infrmaçã ds CTT Crreis de Prtugal, S.A. 2017 Síntese d Relatóri Versã pública 11 de setembr de 2018 Este dcument fi preparad pela Grant Thrntn & Assciads, SROC, Lda.

Leia mais

NO Comité de Gestão de Risco

NO Comité de Gestão de Risco P. 1! de 5 NO Cmité de Gestã de Risc Aprvad em reuniã de Cmissã Executiva de.03.22 Crdenad pr: Direçã de Gestã de Riscs e Segurs Direçã de Organizaçã e Gestã de Recurss Humans P. 2! de! 5 1. Objet A presente

Leia mais

3.3 - Superintendente / Gestor de Departamento / Coordenador / Assessor Especializado/ Líder de Área.

3.3 - Superintendente / Gestor de Departamento / Coordenador / Assessor Especializado/ Líder de Área. Cnselh Reginal de Engenharia e Agrnmia de Giás PO Prcediment Operacinal Prcess IDENTIFICAÇÃO VERSÃO FOLHA Nº GESTÃO DE RISCO PO. 15 00 1 / 2 1. OBJETIVO Assegurar que s bjetivs e das estratégias d Crea-GO

Leia mais

2. IASFA -Instituto de Acção Social das Forças Armadas (Ex. SSFA)

2. IASFA -Instituto de Acção Social das Forças Armadas (Ex. SSFA) Cnfrme prmetid na nssa Revista nº 154, de Junh de 2017 publicams na íntegra tda a infrmaçã que se encntra em síntese, relativa à legislaçã que ns fi slicitada. Assim: 1. CAIXA GERAL DE APOSENTAÇÔES http://www.cga.pt/legislaca.asp

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES 2018

PLANO DE ATIVIDADES 2018 Eixs de açã para 2018 Assciativism Prmçã, divulgaçã e fment da rede de parceirs Otimizaçã d PLANO DE ATIVIDADES 2018 mdel de funcinament d Hspital Veterinári A AZP prcura ser uma Assciaçã de referência

Leia mais

Cinco sentidos da Economia Social. Américo M. S. Carvalho Mendes

Cinco sentidos da Economia Social. Américo M. S. Carvalho Mendes Cinc sentids da Ecnmia Scial Améric M. S. Carvalh Mendes ATES Área Transversal de Ecnmia Scial Universidade Católica Prtuguesa Prt 29 de Nvembr de 2015 Améric M. S. Carvalh Mendes Cinc sentids da Ecnmia

Leia mais

Ata 1ª Reunião Conselho Eco-Escola 13 dezembro 2013

Ata 1ª Reunião Conselho Eco-Escola 13 dezembro 2013 Ata 1ª Reuniã Cnselh Ec-Escla 13 dezembr 2013 As treze dias d mês de dezembr de 2013 realizu-se, n auditóri, a primeira reuniã d cnselh Ec-Esclas d Clégi Valsassina d presente an lectiv. A reuniã cntu

Leia mais

Comissão Organizadora da Imagem

Comissão Organizadora da Imagem Cmissã Organizadra da Manual de Execuçã Manual de execuçã CO 2017 Intrduçã Cm a nva da ANEM, prende-se a necessidade de cumprir as nrmas gráficas estabelecidas e desenvlver estratégias para, além de aumentar

Leia mais

REGULAMENTO Grande Prémio de Atletismo de Vila Fria. 34º Troféu Câmara Municipal de Oeiras Corrida das Localidades

REGULAMENTO Grande Prémio de Atletismo de Vila Fria. 34º Troféu Câmara Municipal de Oeiras Corrida das Localidades REGULAMENTO Grande Prémi de Atletism de Vila Fria 34º Trféu Câmara Municipal de Oeiras Crrida das Lcalidades REGULAMENTO Grande Prémi de Atletism de Vila Fria 25 de abril de 2016 Camp de Futebl d Juventude

Leia mais

REGULAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DA AEFPCEUP. A Associação de Estudantes da Faculdade de Psicologia e de Ciências da

REGULAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DA AEFPCEUP. A Associação de Estudantes da Faculdade de Psicologia e de Ciências da REGULAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DA AEFPCEUP A Assciaçã de Estudantes da Faculdade de Psiclgia e de Ciências da Educaçã da Universidade d Prt (AEFPCEUP) recnhece que s rçaments participativs, utilizads

Leia mais

BALANÇO SOCIAL DE 2017

BALANÇO SOCIAL DE 2017 BALANÇO SOCIAL DE 2017 RELATÓRIO DE ATIVIDADES, GESTÃO E CONTAS 2017 Página 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ESTRUTURA ORGÂNICA... 5 3. CARACTERIZAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS... 7 3.1. Estrutura d quadr de

Leia mais

Acções de Formação AGEPOR

Acções de Formação AGEPOR 2017 Acções de Frmaçã AGEPOR Códig IMDG 5ª Ediçã Iníci: Lisba: 8 Mai 2017 Prt: 9 Mai 2017 A AGEPOR encntra-se certificada pela DGERT Certificad Nº 1809/2015 840 Serviçs de Transprte AGEPOR Assciaçã ds

Leia mais

CONSTRUINDO O FUTURO: UMA AGENDA ESTRATÉGICA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

CONSTRUINDO O FUTURO: UMA AGENDA ESTRATÉGICA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL CONSTRUINDO O FUTURO: UMA AGENDA ESTRATÉGICA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL VISÃO E ESTRATÉGIA 29 de Junh de 2011 CONSTRUINDO O FUTURO: UMA AGENDA ESTRATÉGICA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Plan

Leia mais

Em qualquer situação, deve ser incluída toda a informação que seja relevante para a análise e resolução da questão/situação.

Em qualquer situação, deve ser incluída toda a informação que seja relevante para a análise e resolução da questão/situação. Mdel de Cmunicaçã Regist Nacinal de Utentes WebRNU Revisã 2 Âmbit d Dcument O presente dcument traduz mdel de cmunicaçã entre Centr de Suprte da SPMS e clientes da aplicaçã d Regist Nacinal de Utentes

Leia mais

Planificação/Critérios Ano Letivo 2018/2019

Planificação/Critérios Ano Letivo 2018/2019 Planificaçã/Critéris An Letiv 2018/2019 Nível de Ensin: Secundári Áreas/Disciplina: TOLC An: 2º Curs: Básic Científic-Humanístic Prfissinal X Planificaçã Períd Sequências/Temas/Móduls Cnteúds Prgramátics/Dmínis

Leia mais

CONSTRUINDO O FUTURO: UMA AGENDA ESTRATÉGICA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

CONSTRUINDO O FUTURO: UMA AGENDA ESTRATÉGICA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL CONSTRUINDO O FUTURO: UMA AGENDA ESTRATÉGICA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL VISÃO E ESTRATÉGIA VERSÃO PRELIMINAR Janeir de 2011 CONSTRUINDO O FUTURO: UMA AGENDA ESTRATÉGICA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Leia mais

Consulta pública sobre a revisão da Estratégia Europeia para a Deficiência

Consulta pública sobre a revisão da Estratégia Europeia para a Deficiência Cnsulta pública sbre a revisã da Estratégia Eurpeia para a Deficiência 2010-2020 Na UE, há aprximadamente 80 milhões de pessas cm deficiência que diariamente enfrentam barreiras que as impedem de participar

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE MONTIJO

PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE MONTIJO PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE MONTIJO PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO Setembr 2012 Plan Municipal de Emergência de Prtecçã Civil de Mntij Parte I Enquadrament geral d plan Câmara

Leia mais

CARTA DE MISSÃO. Serviço/Organismo: Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale, I.P.

CARTA DE MISSÃO. Serviço/Organismo: Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale, I.P. CARTA DE MISSÃO CARACTERIZAÇÃO GERAL Ministéri: Ministéri da Serviç/Organism: Administraçã Reginal de de Lisba e Vale, I.P. Carg: Presidente d Cnselh Diretiv Períd de cmissã de serviç: Períd de 5 ans a

Leia mais

A FLORESTA DE QUE PRECISAMOS...

A FLORESTA DE QUE PRECISAMOS... A FLORESTA DE QUE PRECISAMOS... SUMÁRIO EXECUTIVO DAS CONCLUSÕES 17 DE OUTUBRO DE 2016 ENQUADRAMENTO O Clégi de Engenharia Flrestal da Ordem ds Engenheirs, em clabraçã cm a Universidade de Lisba, a Universidade

Leia mais

O Percurso de 5 anos do Subsistema para a Garantia da Qualidade das Unidades Curriculares (SubGQ_UC)

O Percurso de 5 anos do Subsistema para a Garantia da Qualidade das Unidades Curriculares (SubGQ_UC) O Percurs de 5 ans d Subsistema para a Garantia da Qualidade das Unidades Curriculares (SubGQ_UC) Eduard Ferreira da Silva, Gillian Mreira, Jsé Albert Rafael, Daniela Csta WORKSHOP 5 ANOS DE SubGQ_UC 12

Leia mais

Regulamento Interno Formação Profissional

Regulamento Interno Formação Profissional Frmaçã Prfissinal Ediçã: 06 Página 1 de 10 Elabrad pr: Equipa Data: 19.02.2018 Aprvad: Cnselh de Administraçã Data:22.02.2018 Frmaçã Prfissinal Ediçã: 06 Página 2 de 10 Índice Intrduçã 3 1- Apresentaçã

Leia mais

Regulamento de Frequência Conselheiros de Segurança

Regulamento de Frequência Conselheiros de Segurança Regulament de Frequência Cnselheirs de Segurança www.academiadprfissinal.cm email: academiadprfissinal@ltm.pt V07 17.05.2018 Índice 1- Enquadrament... 3 2 Critéri de Selecçã e Entrada e Requisits Mínims...

Leia mais

Plano de Atividades 2019

Plano de Atividades 2019 Tdas as crianças têm direit a viver felizes e a ter paz ns seus pensaments e sentiments Pedr Strecht in Crescer Vazi Plan de Atividades 2019 Sede: Rua de S. Gerald, nº41 4700-041 Braga Pessa de Identidade

Leia mais

PROPOSTA DE MAPA DE PESSOAL PARA 2018

PROPOSTA DE MAPA DE PESSOAL PARA 2018 mesma n de utrs Organisms para - Diretr Municipal Submete a despach ds eleits lcais assunts que dependam da sua resluçã; clabra na elabraçã ds instruments de gestã previsinal e ds relatóris e cntas; estuda

Leia mais

SERVIÇOS FINANCEIROS DIGITAIS EM MOÇAMBIQUE. A Regulação de Entidades Operadoras de Serviços Financeiros Digitais (SFD) 28 Maio 2018

SERVIÇOS FINANCEIROS DIGITAIS EM MOÇAMBIQUE. A Regulação de Entidades Operadoras de Serviços Financeiros Digitais (SFD) 28 Maio 2018 SERVIÇOS FINANCEIROS DIGITAIS EM MOÇAMBIQUE A Regulaçã de Entidades Operadras de Serviçs Financeirs Digitais (SFD) 28 Mai 2018 Desafis e Cnclusões 1. Regulaçã: factr de viabilizaçã u inibiçã? 2. Pilares

Leia mais

Casa Eficiente a. Separação de resíduos sólidos urbanos

Casa Eficiente a. Separação de resíduos sólidos urbanos 10.a Separaçã de resídus sólids urbans 1 2 FICHA TÉCNICA Títul 10.a Separaçã de resídus sólids urbans Cleçã Casa Catálg de sluções técnicas Ediçã Prgrama Casa Autria Versã 2018-01-18 Publicaçã gratuita

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 PDR2020 (Invest. Explr. Agrícla) Página 1 de 9 Bracing Cnsulting, Lda. Rua d Tâmega, S/N. 4200 502 Prt Prtugal +351 917 000 020

Leia mais

A Empresa. 3 Drivers Engenharia, Inovação, Ambiente, Lda. Avenida 5 de Outubro, 124, 4º piso Lisboa, Portugal

A Empresa. 3 Drivers Engenharia, Inovação, Ambiente, Lda. Avenida 5 de Outubro, 124, 4º piso Lisboa, Portugal IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADES NA IMPLEMENTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA RÉPUBLICA FEDERATIVA DO BRASIL - instituída pela Lei N.º 12.305, de 2 de Agst de 2010 Memrand para Clabraçã da

Leia mais

Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30.11.2016 COM(2016) 778 final 2016/0384 (COD) Prpsta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera Regulament (UE) n.º 1303/2013 n que respeita a medidas específicas

Leia mais

Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil de Celorico da Beira

Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil de Celorico da Beira PLANO MUNICIPAL DE EMERGÊNCIA DE PROTECÇÃO CIVIL DE CELORICO DA BEIRA PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO Janeir 2012 Plan Municipal de Emergência de Prtecçã Civil de Celric da Beira Parte I Enquadrament

Leia mais