DIRETORIA LEGISLATIVA CONSULTORIA LEGISLATIVA. TIPO DE TRABALHO: ESTUDO TÉCNICO ESPECÍFICO ASSUNTO: Financiamento de campanhas nos Estados Unidos

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DIRETORIA LEGISLATIVA CONSULTORIA LEGISLATIVA. TIPO DE TRABALHO: ESTUDO TÉCNICO ESPECÍFICO ASSUNTO: Financiamento de campanhas nos Estados Unidos"

Transcrição

1 DIRETORIA LEGISLATIVA CONSULTORIA LEGISLATIVA TIPO DE TRABALHO: ESTUDO TÉCNICO ESPECÍFICO ASSUNTO: Financiamento de campanhas nos Estados Unidos CONSULTORA: ANA LUIZA BACKES DATA: 21/09/2005

2 2 Neste trabalho, é comparado o financiamento de campanha do Brasil com o dos Estados Unidos, centrando nas questões sobre quem financia as campanhas eleitorais, e de que maneira 1. Os dois países usam financiamento misto, combinando financiamento público com doações de pessoas físicas e jurídicas. Examinamos aqui as modalidades que assume o aporte financeiro do Estado, nos dois casos, bem como as formas por que transita o dinheiro privado, procurando acompanhar a evolução da legislação que disciplina esses temas. As informações sobre os Estados Unidos dizem respeito principalmente à regulamentação federal das campanhas, atingindo especialmente a eleição para Presidente. ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA FINANCIAMENTO PÚBLICO existe um fundo público que financia os candidatos, vindo de contribuições voluntárias de cidadãos, feitas no imposto de renda. O candidato que aceita esse financiamento sujeita-se a controles legais, e tem estabelecido um limite para seus gastos. Desde a criação desse fundo, todos os principais candidatos à Presidência optaram por sua utilização uma das exceções conhecidas foi o milionário Ross Perot. Nas eleições de 2004, o limite estabelecido para os gastos de Bush e Kerry foi de 76 milhões. 2 DOAÇÕES PRIVADAS A legislação federal limitou em 1974 as contribuições diretas a candidatos, estabelecendo um teto de no máximo U$ 1000 por ano e ciclo eleitoral, enquanto que as feitas a partidos não podiam ultrapassar U$ Segundo especialistas, a lei também proíbe empresas, 1 Penalidades, formas de prestação de contas, órgãos de controle, por exemplo, não foram examinados, por serem informações de mais difícil acesso. 2 Baran

3 3 bancos e sindicatos de usar fundos das suas tesourarias para contribuir nas eleições federais 3. As doações diretas a candidatos ou partidos, que se submetem ao sistema regulador das eleições federais, constituem o chamado hard money. Essa limitação legal sempre foi na prática tornada inócua, pela existência de brechas na lei. Assim, até 2002, empresas, e também qualquer grupo de indivíduos, podiam formar PACs (Political Action Commitees), que reuniam doações sem limites, e as repassavam para os partidos, desde que não fossem usadas diretamente para favorecer candidatos. Esse segundo tipo de doação, que escapa ao controle da legislação, foi batizado de soft money. A burla ao controle legal também é possibilitada pelas diferenças entre a lei federal e as leis estaduais, constatando-se, por exemplo, que grande parte das doações aos candidatos federais corria formalmente através das seções estaduais dos partidos, não controladas pela legislação nacional. Em março de 2002, as regras de financiamento foram alteradas, pela lei que ficou conhecida como McCain Feingold, segundo o nome dos senadores que a apresentaram. As informações a respeito em alguns pontos são controversas, embora seja claro que houve uma tentativa para controlar as doações indiretas nas campanhas. Segundo o site teria sido proibida a captação e uso de soft money em campanhas federais, e a veiculação de propaganda de apoio a um tema, patrocinada por grupos externos, poucas semanas antes de uma eleição federal (foi proibida nos trinta dias anteriores às primárias e nos sessenta dias anteriores às eleições gerais) 4. A lei proibiu também que os partidos estaduais e locais gastem soft money no que é definido como atividades de eleições federais. De outro lado, a lei aumentou as doações de pessoas físicas para no máximo dois mil para candidatos. Entretanto, as empresas, sindicatos e grupos de interesse acharam uma nova brecha, com novos tipos de doações, que se tornaram conhecidas na eleição de 2004 pelo número do código tributário no qual se enquadram: 527. Essas doações não são controladas pela Comissão Federal Eleitoral, mas pela Receita Federal. As quantias que trafegam por essa via continuam sendo altas: entre janeiro de 2003 e julho de 2005 foram levantados 150 milhões de dólares pelas doações 527. Esse dinheiro, segundo várias 3 Cantor, Joseph 4 Idem

4 4 notícias, seria usado em campanhas publicitárias de apoio a determinados temas (um exemplo é um grupo chamado Swiftboard Veterans for Truth, que patrocinou campanha na TV atacando o candidato John Kerry). Assim, a legislação não proibiu que o soft money financiasse propaganda parece apenas ter proibido sua destinação direta a partidos, e ter fixado limites de datas nos quais esse tipo de propaganda pode ir ao ar. O controle alcançado pela lei sobre o soft money parece ter sido mínimo o financiamento sem limites, por parte de grupos de interesse apenas mudou de forma. Os gastos nas eleições de 2004, de acordo com várias matérias jornalísticas, se elevaram a patamares sem precedentes. Além das doações 527, houve outro tipo de captação financeira que contribuiu para isso: a doação de recursos para as eleições primárias. Os limites de gastos para os candidatos que aceitam os recursos públicos só se aplicam na campanha para as eleições gerais, ou seja, depois que os candidatos foram escolhidos nas convenções dos partidos; assim, grandes somas são captadas antes das primárias. Até agosto de 2004, os democratas teriam levantado 186 milhões de hard money, contra 228,7 milhões dos republicanos. Segundo estimativas dos gastos totais da campanha de 2004, essa teria sido a disputa mais cara da história: somando os gastos de candidatos, partidos e grupos de interesse, chegar-se-ia a 1 bilhão de dólares. BRASIL FINANCIAMENTO PÚBLICO a lei brasileira estabelece dois tipos de financiamento público aos partidos: um, direto, de doações orçamentárias da União, distribuídas pelo Fundo Partidário (são aproximadamente 40 milhões por ano, distribuídos aos partidos basicamente na proporção dos votos para a Câmara dos deputados, cf. art. 38 da Lei 9096/95); o outro, indireto, garantindo acesso de partidos e candidatos a horário gratuito em rádio e televisão, custeado por renúncia fiscal. Esse financiamento indireto não pode ser subestimado, já que a compra de horários nos meios de comunicação costuma ser dos itens mais caros de campanha, nos países em que não há horário gratuito. Está em discussão no Congresso a proposta de um financiamento público exclusivo, ou seja, um financiamento integral das campanhas eleitorais por parte

5 5 do Estado (no projeto que foi batizado de projeto da reforma política, o PL 2679/03). DOAÇÕES são permitidas no Brasil doações de empresas e indivíduos, diretamente a partidos e candidatos. Os limites para pessoas físicas são de até dez por cento dos rendimentos brutos e de empresas de até dois por cento do faturamento bruto (arts. 23 e 81 da lei 9504/97). A lei não estabelece claramente se esses valores se aplicam ao conjunto de doações feitas por um indivíduo ou empresa, ou se a cada uma. Até 1993, eram proibidas doações de empresas, as quais no entanto sempre ocorreram por via de caixa dois. Após a CPI que analisou as atividades do tesoureiro do presidente Collor, onde ficaram claros os elevadíssimos aportes financeiros via caixa dois, a legislação optou por permitir as doações, em busca de maior transparência. As evidências demonstram, contudo, que mesmo sendo possíveis doações legais por parte de empresas, uma grande parte, talvez até a maioria, opta por contribuir de forma ilegal, não contabilizada. COMENTÁRIOS Nos breves comentários que se seguem, procuramos apontar algumas das principais diferenças que se constata entre o financiamento nos dois países. Embora os dois sistemas admitam financiamento público, as formas usadas são diferentes. No Brasil, não é permitida a propaganda paga em rádio e televisão (art.44 da Lei 9504/97) O horário gratuito é uma grande conquista, criando condições mais igualitárias de acesso aos meios de comunicação. Os mecanismos de controle sobre o financiamento privado, visando restringir a força do poder econômico, revelam-se ineficazes nos dois países. Contudo, a forma usada para burlar os controles legais é diferente: nos EUA, o dinheiro circula principalmente como soft money, em associações e grupos de interesse, escapando dos controles sobre os partidos, mas sem ser propriamente ilegal. No Brasil, circula por caixa 2, ilegalmente. As tentativas de controlar o dinheiro nas eleições, estabelecendo limites legais para sua influência tem esbarrado na interpretação

6 6 dada pela Suprema Corte à Primeira Emenda à Constituição dos Estados Unidos, segundo a qual a limitação das despesas de comunicação constitui uma restrição ilícita à liberdade de expressão. Esse foi o entendimento expresso numa conhecida decisão de 1976 (Buckley vs. Valeo), onde a Corte derrubou as limitações dos gastos de comunicação dos partidos e grupos de interesse. Foram permitidos apenas limites às doações, justificados pela necessidade de proteger a administração pública da corrupção gerada pela troca de influência entre doadores e administradores. Essa decisão teve um profundo efeito sobre a forma que assumiu o financiamento de campanhas nos Estados Unidos. É facilmente constatável, contudo, que os problemas suscitados pela falta de controle continuam presentes, gerando relações no mínimo complicadas entre financiadores e governos 5. O resultado pífio da lei McCain-Feingold já levou os dois senadores a apresentar novo projeto, visando um controle mais efetivo. No que tange a comparações sobre o volume de gastos nos dois países, é muito difícil estabelecer parâmetros, dadas as diferenças apontadas, afora o fato de que grande parte do dinheiro não circula de forma transparente. A análise das contas dos EUA tem de levar em conta o soft money, não adianta comparar apenas os gastos dos partidos. Como essa é uma forma de financiamento sobre a qual há pouco controle, os valores gastos são apenas estimados. Os gastos oficiais de campanha no Brasil nas eleições de 2004 foram de 1 bilhão e duzentos mil reais; na eleição presidencial de 2002 foram de 830 milhões 6. No entanto, toda vez que se investiga o financiamento real das campanhas, aparecem vultosas quantias não declaradas nas contas de candidatos e partidos. Uma análise muito interessante sobre o financiamento de campanhas no Brasil foi feita por David Samuels, analisando as prestações de contas dos candidatos entregues à Justiça Eleitoral, para os pleitos de 1994 e Nesse trabalho, foi analisado o perfil dos doadores oficiais, aparecendo algumas relações que ajudam a entender o que leva alguém a contribuir 5 A discussão das relações promíscuas entre políticos e grandes corporações veio à tona recentemente com o escândalo da Enron, gigante do setor de energia, que entrou em colapso. A empresa, que se envolveu em fraudes contábeis, foi uma das grandes contribuintes da campanha de George Bush e também de grande parte dos senadores e deputados, que deveriam investigar as fraudes. 6 Relatórios de gestão do TSE, 2002 e 2004

7 7 financeiramente com um determinado candidato. Algumas de suas principais constatações foram as seguintes: A maior parte dos recursos para os candidatos em todos os níveis vem de fontes empresariais. As empresas que mais contribuem são as que dependem de regulamentação governamental ou de contratos com o governo: setores bancário, financeiro, de indústria pesada e da construção civil. Os que mais ajudam candidatos a Presidente da República são o setor financeiro e a indústria pesada, como a de aço e a petroquímica. Isso porque cabe ao Presidente lidar com questões como o marco regulatório, a concessão de subsídios, além das definições macroeconômicas, como juros, tarifas e câmbio, que afetam a vida de empresas exportadoras. As empresas que mais ajudam os candidatos a governador são as empreiteiras. Isso porque, hoje em dia, as decisões sobre grandes obras estão mais nas mãos dos governadores de Estado que nas do Presidente. Os bancos costumam dar mais dinheiro aos candidatos a senador que aos candidatos a governador ou deputado federal. Talvez seja decorrência do fato de que cabe ao Senado supervisionar o Banco Central e autorizar empréstimos para entidades do setor público. A conclusão do autor foi que ''o sistema brasileiro tende a perpetuar o status quo, ao estreitar os laços entre interesses empresariais e elites políticas conservadoras''. O autor indica outro dado interessante, do ponto de vista comparativo: as campanhas no Brasil contam com poucos doadores que dão muito dinheiro, ao passo que nos EUA há muitos doadores que dão pouco dinheiro tanto entre indivíduos quanto entre empresas. Cabe lembrar, contudo, que esta afirmação apenas se aplica ao hard money, pois nas doações do tipo 527, há registros de contribuições individuais próximas aos 30 milhões de dólares. No Brasil, são relativamente poucas as companhias que participam do financiamento eleitoral, e as pessoas físicas raramente contribuem, quando o fazem são por laços de amizade ou parentesco. Em 1994, cada candidato a deputado federal recebeu, em média, contribuições de dezessete pessoas. Em 1998, o número caiu para doze. Segundo dados citados pelo

8 8 pesquisador, até 10% dos eleitores americanos fizeram alguma doação financeira aos candidatos em 1984, o que equivale a cerca de 10 milhões de pessoas. No Brasil, foram menos de pessoas a fazer doações na campanha de Consultoria Legislativa, em 21 de setembro de Ana Luiza Backes Consultora Legislativa BIBLIOGRAFIA: *Araújo, Caetano Ernesto Pereira de. Financiamento de campanhas eleitorais. In: Revista de informação legislativa, ano 41, nº 161, jan-mar 2004 Baran, Jan. Financiamento de campanhas eleitorais. No site *Cantor, Joseph: A situação do financiamento de campanhas. In: Eleições 2004, publicação distribuída pelo Departamento de Estado dos EUA *Samuels, David: Financiamento de campanha e eleições no Brasil. In: Reforma Política e cidadania. Instituto Cidadania. Editora Fundação Perseu Abramo *Relatórios de gestão do Tribunal Superior Eleitoral, 2002 e 2004 *Revista Carta Capital: ano X, nºs 299, 301 e 303, julho e agosto de 2004.

A Semana no Congresso Nacional

A Semana no Congresso Nacional A Semana no Congresso Nacional Brasília, 10/08/2015 CÂMARA Câmara instalará seis comissões mistas para analisar MPs Relator da CPI do BNDES apresentará plano de trabalho Comissão de Finanças e Tributação

Leia mais

Prestação de contas do Juízo comum e da Justiça Eleitoral:

Prestação de contas do Juízo comum e da Justiça Eleitoral: PRESTAÇÃO DE CONTAS Prestação de contas do Juízo comum e da Justiça Eleitoral: Conceitos: Nós juízes, em especial os que atuam na área cível, somos acostumados com a obrigação de prestação de contas de

Leia mais

A mais um CURSO realizado pela

A mais um CURSO realizado pela A mais um CURSO realizado pela Aqui tem qualificação de Verdade! CONTROLE INTERNO Reforma Política: o que podemos melhorar? Dr. Luiz Fernando Pereira PERÍODO 09h00 X 12h00 09/12/2015 15h às 17h Por gentileza

Leia mais

Nº 36 de 2014 - CN (Mensagem nº 365 de 2014, na origem) 1. PROJETO DE LEI

Nº 36 de 2014 - CN (Mensagem nº 365 de 2014, na origem) 1. PROJETO DE LEI PROJETO DE LEI Nº 36 de 2014 - CN (Mensagem nº 365 de 2014, na origem) ROL DE DOCUMENTOS 1. PROJETO DE LEI 2. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS 3. MENSAGEM 4. LEGISLAÇÃO CITADA PROJETO DE LEI Nº 36, DE 2014 Altera

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2013 Institui o Programa Nacional de Incentivo à Educação Escolar Básica Gratuita (PRONIE). O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui o Programa Nacional de

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA AS ELEIÇÕES 2008: Condutas Vedadas aos Gestores PúblicosP

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA AS ELEIÇÕES 2008: Condutas Vedadas aos Gestores PúblicosP Eleições 2008 ORIENTAÇÕES GERAIS PARA AS ELEIÇÕES 2008: Condutas Vedadas aos Gestores PúblicosP Escola Fazendária Teresina, 16 de Junho de 2008 O Art. 73, da Lei nº n 9.504/97, dispõe serem proibidas aos

Leia mais

O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI N o 11.306, DE 16 DE MAIO DE 2006 Estima a receita e fixa a despesa da União para o exercício financeiro de 2006. O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A Faço saber que o Congresso Nacional decreta

Leia mais

Proposta de Reforma Política

Proposta de Reforma Política Proposta de Reforma Política Proposta de Reforma Política - 2 de 7 Senhores Parlamentares, agradecemos a cordialidade em nos receber e a oportunidades para que falemos nesta casa sobre um tema crucial

Leia mais

CARTILHA DE DOAÇÃO PARA O FUMCAD

CARTILHA DE DOAÇÃO PARA O FUMCAD CARTILHA DE DOAÇÃO PARA O FUMCAD ÍNDICE O que é o FUMCAD 2 Conceito e Natureza Jurídica 2 Doações 3 Dedução das Doações Realizadas no Próprio Exercício Financeiro 4 Passo a Passo para a Doação 5 Principais

Leia mais

A perspectiva de reforma política no Governo Dilma Rousseff

A perspectiva de reforma política no Governo Dilma Rousseff A perspectiva de reforma política no Governo Dilma Rousseff Homero de Oliveira Costa Revista Jurídica Consulex, Ano XV n. 335, 01/Janeiro/2011 Brasília DF A reforma política, entendida como o conjunto

Leia mais

Doação irregular de campanha, Ministério Público e ativismo judiciário

Doação irregular de campanha, Ministério Público e ativismo judiciário Doação irregular de campanha, Ministério Público e ativismo judiciário Por: Carina Barbosa Gouvêa O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a repercussão geral, através do plenário virtual, do tema debatido

Leia mais

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROJETO DE LEI N.º 5.735, DE 2013

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROJETO DE LEI N.º 5.735, DE 2013 COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROJETO DE LEI N.º 5.735, DE 2013 Altera dispositivos da Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965 (Código Eleitoral), da Lei nº 9.096, de 19 de setembro

Leia mais

6 Considerações finais

6 Considerações finais 6 Considerações finais O percurso desta dissertação girou em torno da proposta de situar a questão da iniciativa popular legislativa nas dinâmicas da Assembleia Nacional Constituinte e da Constituição

Leia mais

O MENSALÃO E A PERDA DE MANDATO ELETIVO

O MENSALÃO E A PERDA DE MANDATO ELETIVO O MENSALÃO E A PERDA DE MANDATO ELETIVO José Afonso da Silva 1. A controvérsia 1. A condenação, pelo Supremo Tribunal Federal, na Ação Penal 470, de alguns deputados federais tem suscitado dúvidas relativamente

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL ACÓRDÃO CONSULTA N 208-87.2014.6.00.0000 - CLASSE 10 - BRASILIA - DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Henrique Neves da Silva Consulente: Jean Wyllys de Matos Santos Consulta.

Leia mais

PARECER Nº, DE 2015 2016

PARECER Nº, DE 2015 2016 PARECER Nº, DE 2015 2016 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS, sobre o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 180, de 2010, da Senadora Kátia Abreu, que acrescenta o art. 41-A a Lei nº 8.078, de 11 de setembro

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI:

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI: Lei nº 7.084, de 02 de julho de 2001. Cria o Fundo de Desenvolvimento de Campos dos Goytacazes - FUNDECAM e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE

Leia mais

Pontos da Res. TSE nº 23.376/12 diretamente relacionados à internet: I A Arrecadação dos Recursos a emissão dos Recibos Eleitorais:

Pontos da Res. TSE nº 23.376/12 diretamente relacionados à internet: I A Arrecadação dos Recursos a emissão dos Recibos Eleitorais: Pontos da Res. TSE nº 23.376/12 diretamente relacionados à internet: I A Arrecadação dos Recursos a emissão dos Recibos Eleitorais: Art. 4º Toda e qualquer arrecadação de recursos para a campanha eleitoral,

Leia mais

Ebserh, a crise dos planos de saúde e o financiamento de campanha eleitoral

Ebserh, a crise dos planos de saúde e o financiamento de campanha eleitoral Ebserh, a crise dos planos de saúde e o financiamento de campanha eleitoral Gibran Jordão Segundo dados do próprio Tribunal superior Eleitoral (TSE), as empresas de Plano de Saúde privado doaram nas eleições

Leia mais

PARECER Nº, DE 2014. RELATORA: Senadora LÚCIA VÂNIA I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2014. RELATORA: Senadora LÚCIA VÂNIA I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2014 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 110, de 2013, do Senador Magno Malta, que proíbe a utilização de

Leia mais

PARECER DO RELATOR * RELATÓRIO *

PARECER DO RELATOR * RELATÓRIO * PARECER DO RELATOR (Sr. Rodrigo Maia) * RELATÓRIO * Em síntese, as propostas constitucionais ora em análise têm por escopo alterar o sistema político-eleitoral em vigor, de modo a ajustar o sistema eleitoral

Leia mais

São Paulo, maio de 2015. Exmo. Sr.,

São Paulo, maio de 2015. Exmo. Sr., São Paulo, maio de 2015. Exmo. Sr., O SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) vem por meio desta manifestar seu apoio à regulamentação do trabalho terceirizado,

Leia mais

O Congresso Nacional decreta:

O Congresso Nacional decreta: Dispõe sobre os valores mínimos a serem aplicados anualmente por Estados, Distrito Federal, Municípios e União em ações e serviços públicos de saúde, os critérios de rateio dos recursos de transferências

Leia mais

Análise Econômica do Mercado de Resseguro no Brasil

Análise Econômica do Mercado de Resseguro no Brasil Análise Econômica do Mercado de Resseguro no Brasil Estudo encomendado a Rating de Seguros Consultoria pela Terra Brasis Resseguros Autor: Francisco Galiza Sumário 1. Introdução... 3 2. Descrição do Setor...

Leia mais

AGENTE DE FISCALIZAÇÃO - ESPECIALIDADE - ENGENHARIA CIVIL Prova Discursiva

AGENTE DE FISCALIZAÇÃO - ESPECIALIDADE - ENGENHARIA CIVIL Prova Discursiva Tribunal de Contas do Município de São Paulo 61 Concurso Público 2015 TARDE Nível Superior AGENTE DE FISCALIZAÇÃO - ESPECIALIDADE - ENGENHARIA CIVIL Prova Discursiva Além deste caderno de prova, contendo

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07 Subvenção e Assistência Governamentais Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 20 (IASB) Índice Item OBJETIVO E ALCANCE

Leia mais

PARECER Nº, DE 2014. RELATOR: Senador LUIZ HENRIQUE

PARECER Nº, DE 2014. RELATOR: Senador LUIZ HENRIQUE PARECER Nº, DE 2014 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS, sobre o Projeto de Lei da Câmara nº 32, de 2014 (nº 6.809, de 2013, na origem), da Presidência da República, que reabre o prazo para requerimento

Leia mais

Unidade II CONTABILIDADE FINANCEIRA. Prof. Carlos Barretto

Unidade II CONTABILIDADE FINANCEIRA. Prof. Carlos Barretto Unidade II CONTABILIDADE FINANCEIRA Prof. Carlos Barretto Contabilidade financeira Na Unidade II veremos as peculiaridades da folha de pagamento de uma empresa com funcionários mensalistas No Modulo I

Leia mais

Pedro Onofre Fernandes Diretor de Estudos Técnicos

Pedro Onofre Fernandes Diretor de Estudos Técnicos Pedro Onofre Fernandes Diretor de Estudos Técnicos REFORMA TRIBUTÁRIA Pontos Convergentes: - O Brasil precisa de uma Reforma Tributária - A atual estrutura é complexa - Não há Justiça Fiscal Pontos Divergentes:

Leia mais

HISTÓRICO DE REFORMAS A QUE SE REFERE A EXPRESSÃO

HISTÓRICO DE REFORMAS A QUE SE REFERE A EXPRESSÃO HISTÓRICO DE REFORMAS A QUE SE REFERE A EXPRESSÃO REFORMA POLÍTICA NAS DISCUSSÕES EM CURSO NO CONGRESSO NACIONAL MÁRCIO NUNO RABAT Consultor Legislativo da Área XIX Ciência Política, Sociologia Política,

Leia mais

Cartilha do Orçamento Público

Cartilha do Orçamento Público Cartilha do Orçamento Público O QUE É O ORÇAMENTO? Nós cidadãos comuns, ganhamos e também gastamos dinheiro. Podemos receber dinheiro de uma ou várias fontes: salário, aluguel de imóveis, prestação de

Leia mais

*B899694D38* Senhor Presidente Senhores Membros da Mesa Senhoras Deputadas, Senhores Deputados

*B899694D38* Senhor Presidente Senhores Membros da Mesa Senhoras Deputadas, Senhores Deputados Senhor Presidente Senhores Membros da Mesa Senhoras Deputadas, Senhores Deputados Vivemos um momento decisivo para o futuro da educação no Brasil. Três acontecimentos importantes confluíram para produzir

Leia mais

Comentário às questões do concurso do TCE_RS/Oficial_de_Controle_Externo/CESPE/2013

Comentário às questões do concurso do TCE_RS/Oficial_de_Controle_Externo/CESPE/2013 Comentário às questões do concurso do TCE_RS/Oficial_de_Controle_Externo/CESPE/2013 Julgue os itens a seguir, relativos ao orçamento público. 96.O orçamento público tem caráter e força de lei, em sentido

Leia mais

ALTERAÇÕES NA LEI DE FUNDAÇÕES DE APOIO: POSSIBILIDADES E EXPECTATIVAS PARA AS IFES FORPLAD DOURADOS 30, 31/10/2013 e 01/11/2013

ALTERAÇÕES NA LEI DE FUNDAÇÕES DE APOIO: POSSIBILIDADES E EXPECTATIVAS PARA AS IFES FORPLAD DOURADOS 30, 31/10/2013 e 01/11/2013 ALTERAÇÕES NA LEI DE FUNDAÇÕES DE APOIO: POSSIBILIDADES E EXPECTATIVAS PARA AS IFES FORPLAD DOURADOS 30, 31/10/2013 e 01/11/2013 1 - ASPECTOS INTRODUTÓRIOS O marco legal das fundações de apoio: Lei 8.958/94

Leia mais

DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004.

DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004. DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004. (PUBLICADO NO DOE DE 26.04.04) Este texto não substitui o publicado no DOE Regulamenta a Lei nº 14.546, de 30 de setembro de 2003, que dispõe sobre a criação do

Leia mais

O próprio secretário de saúde afirmou que seus antecessores adquiriam. medicamentos através de compras direcionadas e sem qualquer critério.

O próprio secretário de saúde afirmou que seus antecessores adquiriam. medicamentos através de compras direcionadas e sem qualquer critério. Senador Pedro Taques Discurso contas da Saúde MT (06/2013) Senhor presidente, Senhoras senadoras, senhores senadores, Amigos que nos acompanham pela Agência Senado A saúde de Mato Grosso pede socorro.

Leia mais

Declaração de Saída Definitiva

Declaração de Saída Definitiva 1 de 5 1/3/2011 07:29 Declaração Declaração de Saída Definitiva Obrigatoriedade Comunicação de Saída Definitiva x Declaração de Saída Definitiva do País Prazo e local de entrega da Declaração de Saída

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI No 451, DE 2011

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI No 451, DE 2011 COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI No 451, DE 2011 Institui o Programa Nacional de Apoio à Assistência Social PRONAS e dá outras providências. Autor: Deputado THIAGO PEIXOTO Relator:

Leia mais

PONTO DOS CONCURSOS DIREITO ELEITORAL CURSOS DE TEORIA E EXERCÍCIOS TREs. 16º Simulado de Direito Eleitoral para TRE/PA, TRE/ES, TRE/TO e TRE/RN

PONTO DOS CONCURSOS DIREITO ELEITORAL CURSOS DE TEORIA E EXERCÍCIOS TREs. 16º Simulado de Direito Eleitoral para TRE/PA, TRE/ES, TRE/TO e TRE/RN AVISOS: Estamos ministrando os seguintes CURSOS: REGIMENTO INTERNO DO TRE/PA REGIMENTO INTERNO DO TRE/TO REGIMENTO INTERNO DO TRE/ES PROCESSO ELEITORAL E CRIMINAL ELEITORAL TRE/RN ANALISTA JUDICIÁRIO E

Leia mais

A T I V O P A S S I V O CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 1.718.300 CIRCULANTE E EXIGÍVEL A LONGO PRAZO 24.397

A T I V O P A S S I V O CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 1.718.300 CIRCULANTE E EXIGÍVEL A LONGO PRAZO 24.397 BANCO CENTRAL DO BRASIL FUNDO DE GARANTIA DOS DEPÓSITOS E LETRAS IMOBILIÁRIAS - FGDLI BALANÇO PATRIMONIAL DE ENCERRAMENTO - EM 29 DE ABRIL DE 2005 A T I V O P A S S I V O CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO

Leia mais

é de queda do juro real. Paulatinamente, vamos passar a algo parecido com o que outros países gastam.

é de queda do juro real. Paulatinamente, vamos passar a algo parecido com o que outros países gastam. Conjuntura Econômica Brasileira Palestrante: José Márcio Camargo Professor e Doutor em Economia Presidente de Mesa: José Antonio Teixeira presidente da FENEP Tentarei dividir minha palestra em duas partes:

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DIRETORIA DE CONTROLE DOS MUNICÍPIOS DMU PROCESSO : PCP 06/00076210 UNIDADE : Município de BALNEÁRIO CAMBORIÚ RESPONSÁVEL : Sr. RUBENS SPERNAU - Prefeito

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº. 3.761, DE 2004. Autor: Dep. Wilson Santos Relator: Dep. José Linhares

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº. 3.761, DE 2004. Autor: Dep. Wilson Santos Relator: Dep. José Linhares COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº. 3.761, DE 2004 Cria o Fundo Nacional de Prevenção e de Combate ao Alcoolismo, e dá outras providências. Autor: Dep. Wilson Santos Relator: Dep.

Leia mais

O JUDICIÁRIO BRASILEIRO E A FIDELIDADE PARTIDÁRIA:

O JUDICIÁRIO BRASILEIRO E A FIDELIDADE PARTIDÁRIA: O JUDICIÁRIO BRASILEIRO E A FIDELIDADE PARTIDÁRIA: RETORNO À EMENDA N 1/69? Por Francisco de Guimaraens 1 Introdução O presente ensaio tem por finalidade analisar criticamente os principais aspectos jurídicos

Leia mais

PROJETO FORÇA PARA O RIO GRANDE DO SUL

PROJETO FORÇA PARA O RIO GRANDE DO SUL PROJETO FORÇA PARA O RIO GRANDE DO SUL PROJETO FORÇA PARA O RIO GRANDE DO SUL, EMENDA AO PROJETO 1. RENÚNCIA FISCAL: Verificar quais são as empresas que possuem o benefício, fazer levantamento, ex. GM,

Leia mais

NOTA CONASEMS Regras para utilização dos recursos transferidos fundo a fundo

NOTA CONASEMS Regras para utilização dos recursos transferidos fundo a fundo NOTA CONASEMS Regras para utilização dos recursos transferidos fundo a fundo O Financiamento da Saúde, de acordo com a Constituição Federal de 1988, é responsabilidade das três esferas de Governo, com

Leia mais

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador VALDIR RAUPP

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador VALDIR RAUPP PARECER Nº, DE 2013 Da COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA, sobre o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 321, de 2012, do Senador JOSÉ AGRIPINO, que dispõe sobre o Sistema

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO. PROJETO DE LEI N o 314, DE 2007 (Apenso: Projeto de Lei nº 2.

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO. PROJETO DE LEI N o 314, DE 2007 (Apenso: Projeto de Lei nº 2. COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI N o 314, DE 2007 (Apenso: Projeto de Lei nº 2.032, de 2007) Altera a Medida Provisória nº 2.165-36, de 23 de agosto de 2001, que

Leia mais

Conseguimos te ajudar?

Conseguimos te ajudar? Controlar suas finanças deve ser um hábito. Não com o objetivo de restringir seus sonhos de consumo, mas sim de convidá-lo a planejar melhor a realização da cada um deles, gastando o seu dinheiro de maneira

Leia mais

PREVIDENCIA SOCIAL ASPECTOS GERAIS SOBRE RPPS. RPPS Consult Consultoria e Assessoria em RPPS

PREVIDENCIA SOCIAL ASPECTOS GERAIS SOBRE RPPS. RPPS Consult Consultoria e Assessoria em RPPS PREVIDENCIA SOCIAL ASPECTOS GERAIS SOBRE RPPS RPPS Consult Consultoria e Assessoria em RPPS O que é Previdência Social? Previdência Social é que um seguro que o indivíduo faz durante o período em que está

Leia mais

Análise da adequação orçamentária e financeira da Medida Provisória nº 634, de 26 de dezembro de 2013

Análise da adequação orçamentária e financeira da Medida Provisória nº 634, de 26 de dezembro de 2013 Análise da adequação orçamentária e financeira da Medida Provisória nº 634, de 26 de dezembro de 2013 Nota Técnica de Adequação Orçamentária e Financeira nº 06/2014 Assunto: Subsídios para análise da adequação

Leia mais

CARTILHA. Previdência. Complementar NOVA TRIBUTAÇÃO. www.sulamericaonline.com.br

CARTILHA. Previdência. Complementar NOVA TRIBUTAÇÃO. www.sulamericaonline.com.br CARTILHA Previdência Complementar NOVA TRIBUTAÇÃO www.sulamericaonline.com.br Índice 1. Os Planos de Previdência Complementar e o Novo Regime Tributário 4 2. Tratamento Tributário Básico 5 3. Características

Leia mais

OBRIGATORIEDADE DA EXIGÊNCIA DA CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITOS TRABALHISTAS NAS LICITAÇÕES

OBRIGATORIEDADE DA EXIGÊNCIA DA CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITOS TRABALHISTAS NAS LICITAÇÕES OBRIGATORIEDADE DA EXIGÊNCIA DA CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITOS TRABALHISTAS NAS LICITAÇÕES A Lei 8.666/93 foi alterada em 11 de julho de 2011 (artigos 27 e 29), pela Lei 12.440, sendo implementada a exigência

Leia mais

Guia do Crédito Certo. Para entender e usar corretamente.

Guia do Crédito Certo. Para entender e usar corretamente. Guia do Crédito Certo Para entender e usar corretamente. Índice 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Conhecendo o crédito. 1 \ O que fazer para ter uma vida financeira saudável? 2 Para que serve o crédito? 5 O Crédito Certo

Leia mais

LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015. A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA, Estado de Goiás, aprova e eu, PREFEITO MUNICIPAL, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015. A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA, Estado de Goiás, aprova e eu, PREFEITO MUNICIPAL, sanciono a seguinte Lei: 1 Gabinete do Prefeito LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015 Institui o Programa Municipal de Parcerias Público-Privadas, cria a Comissão Gestora de Parcerias Público-Privadas de Goiânia e dá outras providências.

Leia mais

Reforma Política Democrática Eleições Limpas 13 de janeiro de 2015

Reforma Política Democrática Eleições Limpas 13 de janeiro de 2015 Reforma Política Democrática Eleições Limpas 13 de janeiro de 2015 A Coalizão é uma articulação da sociedade brasileira visando a uma Reforma Política Democrática. Ela é composta atualmente por 101 entidades,

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO NACIONAL, DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DA AMAZÔNIA PROJETO DE LEI Nº 6.689, DE 2009 VOTO EM SEPARADO

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO NACIONAL, DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DA AMAZÔNIA PROJETO DE LEI Nº 6.689, DE 2009 VOTO EM SEPARADO ** COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO NACIONAL, DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DA AMAZÔNIA PROJETO DE LEI Nº 6.689, DE 2009 Dispõe sobre a instalação e o funcionamento do Banco de Desenvolvimento do Centro-Oeste (BDCO),

Leia mais

VERSÃO PRELIMINAR. Notas sobre Redes de Proteção Social e Desigualdade

VERSÃO PRELIMINAR. Notas sobre Redes de Proteção Social e Desigualdade Notas sobre Redes de Proteção Social e Desigualdade 1) Nos últimos dez anos a renda media dos brasileiros que caiu a taxa de 0.6% ao ano, enquanto o dos pobres cresceu 0.7%, já descontados o crescimento

Leia mais

ÁREA DE CONHECIMENTOS CONTÁBEIS

ÁREA DE CONHECIMENTOS CONTÁBEIS ÁREA DE CONHECIMENTOS CONTÁBEIS 1. O Patrimônio Líquido divide-se em: a) Investimentos, Reservas de Capital, Reservas de Lucros e Lucros ou Prejuízos Acumulados. b) Capital Social, Reservas de Capital,

Leia mais

Relatório de Pesquisa. Março 2013

Relatório de Pesquisa. Março 2013 Relatório de Pesquisa SONDAGEM CONJUNTURAL DO VAREJO BRASILEIRO Março 2013 SONDAGEM CONJUNTURAL DO VAREJO BRASILEIRO Pesquisa realizada pela CNDL e SPC Brasil. Foram ouvidos em todo o país 615 varejistas.

Leia mais

Gilmar Mendes perde e STF veta doação de empresas Sex, 18 de Setembro de 2015 11:13

Gilmar Mendes perde e STF veta doação de empresas Sex, 18 de Setembro de 2015 11:13 Até Maradona coraria. Teve a mão de Deus, disse o ministro Gilmar Mendes na quarta 16 ao defender seu longo pedido de vista, de um ano e cinco meses, no julgamento do Supremo Tribunal Federal que analisa

Leia mais

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI nº 4.804-B, de 2001 (Apensos Projetos de Lei nºs 7.277, de 2002; 1.156, de 2003; 1.784, de 2003; 4.347, de 2004; 3.632, de 2008; e 6.249, de 2009) Dispõe

Leia mais

Objetivos. Como conduzir meu voto de maneira consciente? Como funciona o cenário político?

Objetivos. Como conduzir meu voto de maneira consciente? Como funciona o cenário político? Objetivos Como conduzir meu voto de maneira consciente? Como funciona o cenário político? Como desenvolver a consciência de que fazemos parte do sistema político? 1. O que eu tenho a ver com isso? O que

Leia mais

Traços comuns entre a legislação para o ensino superior vigente em Portugal e o Plano Nacional de Educação em tramitação no Brasil

Traços comuns entre a legislação para o ensino superior vigente em Portugal e o Plano Nacional de Educação em tramitação no Brasil Traços comuns entre a legislação para o ensino superior vigente em Portugal e o Plano Nacional de Educação em tramitação no Brasil Guaracy Silva guaracysilva@terra.com.br Universidade Metodista de Piracicaba

Leia mais

PARCERIAS PÚBLICO- PRIVADAS III Fórum Brasileiro sobre a Reforma do Estado Carlos Ari Sundfeld SITUANDO O TEMA DA PPP escassez de recursos orçamentários para projetos de alto custo déficit de projetos

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS PERGUNTAS E RESPOSTAS

PRESTAÇÃO DE CONTAS PERGUNTAS E RESPOSTAS PRESTAÇÃO DE CONTAS PERGUNTAS E RESPOSTAS Eleição 2012 Brasília - 2012 Partido do Movimento Democrático Brasileiro Diretório Nacional PMDB - Diretório Nacional Tesouraria Nacional do PMDB Senado Federal

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO N, DE 2007

PROJETO DE LEI DO SENADO N, DE 2007 SENADO FEDERAL GABINETE DO SENADOR EXPEDITO JÚNIOR PROJETO DE LEI DO SENADO N, DE 2007 Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Analista de Sistemas e suas correlatas, cria o Conselho

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Nota Técnica n.º16/2012 OBSERVÂNCIA DO DEVIDO PROCESSO LEGISLATIVO PELAS PROPOSIÇÕES QUE TRATEM DE PLANOS E PROGRAMAS NACIONAIS, REGIONAIS E SETORIAIS DE DESENVOLVIMENTO, NOS TERMOS DO ART. 166, 1º, II,

Leia mais

Senado Federal Gabinete Senador Armando Monteiro PARECER N, DE 2012. RELATOR: Senador ARMANDO MONTEIRO

Senado Federal Gabinete Senador Armando Monteiro PARECER N, DE 2012. RELATOR: Senador ARMANDO MONTEIRO PARECER N, DE 2012 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA (CCJ), em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei do Senado n 289, de 2008, que altera o 2º do art. 1.179 da Lei nº 10.406, de 10

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL O Partido Político "Z", que possui apenas três representantes na Câmara dos Deputados, por entender presente a violação de regras da CRFB, o procura para que, na

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSULTORIA DE ORÇAMENTO E FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA Nota Técnica nº 13/2007 Medida Provisória nº 359/2007 NOTA TÉCNICA Nº 13/2007

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSULTORIA DE ORÇAMENTO E FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA Nota Técnica nº 13/2007 Medida Provisória nº 359/2007 NOTA TÉCNICA Nº 13/2007 NOTA TÉCNICA Nº 13/2007 SUBSÍDIOS À APRECIAÇÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 359, DE 16 DE MARÇO DE 2007, QUANTO À ADEQUAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Altera as Leis n os 10.355, de 26 de dezembro de 2001, 10.855,

Leia mais

PARECER Nº, DE 2014. RELATOR: Senador LINDBERGH FARIAS

PARECER Nº, DE 2014. RELATOR: Senador LINDBERGH FARIAS PARECER Nº, DE 2014 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS, sobre o Projeto de Resolução do Senado nº 15, de 2014, da Senadora Gleisi Hoffmann, que estabelece alíquotas máximas do Imposto sobre Operações Relativas

Leia mais

PROJETO DE LEI N o 7.130, DE 2006 VOTO EM SEPARADO

PROJETO DE LEI N o 7.130, DE 2006 VOTO EM SEPARADO COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 7.130, DE 2006 Acrescenta o artigo 6-A à Lei n.º 10.820, de 17 de dezembro de 2003, que dispõe sobre a autorização para desconto de prestações

Leia mais

PROJETO DE LEI N o 7.633, DE 2006 (Apensado: PL 2.951, de 2008)

PROJETO DE LEI N o 7.633, DE 2006 (Apensado: PL 2.951, de 2008) COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI N o 7.633, DE 2006 (Apensado: PL 2.951, de 2008) Modifica dispositivos da Lei nº 7.998, de 11 de janeiro de 1990, que Regula o Programa

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLE PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 37, DE 2015

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLE PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 37, DE 2015 PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 37, DE 2015 Propõe que a Comissão de Fiscalização e Controle, com o auxílio do Tribunal de Contas da União realize ato de fiscalização e controle sobre a aquisição

Leia mais

EXERCÍCIOS DE APROFUNDAMENTO ICMS SP/2006 PARTE I

EXERCÍCIOS DE APROFUNDAMENTO ICMS SP/2006 PARTE I EXERCÍCIOS DE APROFUNDAMENTO ICMS SP/2006 PARTE I Olá pessoal, com o intuito de auxiliá-los para a prova de AUDITOR do ICMS-SP/2006, seguem abaixo algumas questões que selecionei dos últimos concursos

Leia mais

C L I P P I N G DATA: 09.12.2015

C L I P P I N G DATA: 09.12.2015 C L I P P I N G DATA: 09.12.2015 DESTAQUE: Empresários protestam contra o projeto que prevê fim do PIS/Cofins Para o setor produtivo, haverá, na prática, aumento de tributo. Governo afirma que proposta

Leia mais

Você pode contribuir para eleições mais justas

Você pode contribuir para eleições mais justas Procuradoria Regional Eleitoral no Estado de SP Defesa da democracia, combate à impunidade. Você pode contribuir para eleições mais justas Os cidadãos e as cidadãs podem auxiliar muito na fiscalização

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ CÂMARA MUNICIPAL DE TERESINA PALÁCIO SENADOR CHAGAS RODRIGUES Assessoria Jurídica Legislativa

ESTADO DO PIAUÍ CÂMARA MUNICIPAL DE TERESINA PALÁCIO SENADOR CHAGAS RODRIGUES Assessoria Jurídica Legislativa PARECER AJL/CMT Nº 117/2013 Teresina (PI), 04 de junho de 2013. Assunto: Projeto de Lei n 093/2013 Autor: Prefeito Municipal de Teresina Ementa: Autoriza o Município de Teresina, através do Poder Executivo

Leia mais

Não. A Sabesprev tem dinheiro em caixa suficiente para garantir o pagamento aos beneficiários pelos próximos anos. O que existe é um déficit atuarial.

Não. A Sabesprev tem dinheiro em caixa suficiente para garantir o pagamento aos beneficiários pelos próximos anos. O que existe é um déficit atuarial. PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE O SABESPREV MAIS. 1. A Sabesprev está em dificuldades financeiras? Não. A Sabesprev tem dinheiro em caixa suficiente para garantir o pagamento aos beneficiários pelos próximos

Leia mais

PARECER Nº, DE 2011. RELATOR: Senador GIM ARGELLO

PARECER Nº, DE 2011. RELATOR: Senador GIM ARGELLO PARECER Nº, DE 2011 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 641, de 2007, que "acrescenta artigo à Lei nº 10.820, de 17 de dezembro de 2003, que dispõe sobre a autorização

Leia mais

Sempre estou tranquilo nesta Casa, mas aqui temos posição política. Eu fico admirado de ver

Sempre estou tranquilo nesta Casa, mas aqui temos posição política. Eu fico admirado de ver SESSÃO: 255-S0 DATA: 27/08/15 FL: 1 DE 5 O SR. TONINHO VESPOLI (PSOL) - Boa tarde novamente a todos e a todas. Sempre estou tranquilo nesta Casa, mas aqui temos posição política. Eu fico admirado de ver

Leia mais

OS EFEITOS DA DECISÃO DO STF NA ADI Nº 4.560 E DA LEI Nº 13.165/15 NAS REPRESENTAÇÕES POR EXCESSO DE DOAÇÃO POR PESSOA JURÍDICA

OS EFEITOS DA DECISÃO DO STF NA ADI Nº 4.560 E DA LEI Nº 13.165/15 NAS REPRESENTAÇÕES POR EXCESSO DE DOAÇÃO POR PESSOA JURÍDICA OS EFEITOS DA DECISÃO DO STF NA ADI Nº 4.560 E DA LEI Nº 13.165/15 NAS REPRESENTAÇÕES POR EXCESSO DE DOAÇÃO POR PESSOA JURÍDICA 1. Introdução Edson de Resende Castro* Promotor de Justiça Coordenador Eleitoral

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 100, DE 2013

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 100, DE 2013 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 100, DE 2013 Institui o Programa Nacional de Apoio ao Tratamento da Dependência Química. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional

Leia mais

TEMAS DA REFORMA POLÍTICA

TEMAS DA REFORMA POLÍTICA TEMAS DA REFORMA POLÍTICA 1 Sistemas Eleitorais 1.1 Sistema majoritário. 1.2 Sistema proporcional 1.2 Sistema misto 2 - Financiamento eleitoral e partidário 3- Suplência de senador 4- Filiação partidária

Leia mais

A REDE NACIONAL DE TV PÚBLICA Sumário 1. Conceito 3. Modelo de gestão 5. Modelo de financiamento 7. Modelo de construção da rede nacional Conceito de TV Pública 1. Independência do Poder Político na construção

Leia mais

Desafios dos Novos Gestores Eleitos 2013/2016

Desafios dos Novos Gestores Eleitos 2013/2016 Desafios dos Novos Gestores Eleitos 2013/2016 Orçamento e Lei de Responsabilidade Fiscal Patrícia Sibely D Avelar Secretária Municipal de Fazenda de Lagoa Santa FORMAÇÃO Graduada em Ciência Contábeis.

Leia mais

Legislador VII - Etapas da Tramitação de um Projeto de Lei

Legislador VII - Etapas da Tramitação de um Projeto de Lei Legislador VII - Etapas da Tramitação de um Projeto de Lei Processo Legislativo é o procedimento a ser observado para a formação das Leis, estabelecido por disposições constitucionais e pelos regimentos

Leia mais

FINANCIAMENTO PARTIDÁRIO E ELEITORAL: ALEMANHA, FRANÇA, PORTUGAL E ESPANHA

FINANCIAMENTO PARTIDÁRIO E ELEITORAL: ALEMANHA, FRANÇA, PORTUGAL E ESPANHA ESTUDO FINANCIAMENTO PARTIDÁRIO E ELEITORAL: ALEMANHA, FRANÇA, PORTUGAL E ESPANHA Ana Luiza Backes Ciência Política, Sociologia Política, História, Relações Internacionais. ESTUDO MARÇO/2013 Câmara dos

Leia mais

Legislação Básica da Micro e Pequena Empresa

Legislação Básica da Micro e Pequena Empresa Legislação Básica da Micro e Pequena Empresa A Constituição Federal e o Estatuto Os artigos 146, 170, 179 da Constituição de 1988 contêm os marcos legais que fundamentam as medidas e ações de apoio às

Leia mais

APLICAÇÃO EM EDUCAÇÃO ALGUMAS INCONSISTÊNCIAS GERADORAS DE PERCENTUAIS ABAIXO DOS 25%.

APLICAÇÃO EM EDUCAÇÃO ALGUMAS INCONSISTÊNCIAS GERADORAS DE PERCENTUAIS ABAIXO DOS 25%. APLICAÇÃO EM EDUCAÇÃO ALGUMAS INCONSISTÊNCIAS GERADORAS DE PERCENTUAIS ABAIXO DOS 25%. Considerando o elevado número de municípios que foram alertados em função da aplicação em Educação em percentual inferior

Leia mais

Seguridade Social e Dívida Pública Maria Lucia Fattorelli i

Seguridade Social e Dívida Pública Maria Lucia Fattorelli i Seguridade Social e Dívida Pública Maria Lucia Fattorelli i Uma das mais importantes conquistas sociais alcançadas com a Constituição Federal de 1988 foi a institucionalização da Seguridade Social, organizada

Leia mais

PONTO DOS CONCURSOS Orçamento nas Constiuições Federais

PONTO DOS CONCURSOS Orçamento nas Constiuições Federais Olá, concurseiro (a)! Tenho observado que algumas bancas cobram um conhecimento histórico do orçamento público nas constituições federais brasileiras. Para facilitar tua vida, organizei a linha do tempo

Leia mais

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011.

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o São estabelecidas, em cumprimento

Leia mais

FINANCIAMENTO DE CAMPANHAS ELEITORAIS

FINANCIAMENTO DE CAMPANHAS ELEITORAIS FINANCIAMENTO DE CAMPANHAS ELEITORAIS ANA LUIZA BACKES Consultor Legislativo da Área XIX Ciência Política, Sociologia Política, História, Relações Internacionais MARÇO/2014 Ana Luiza Backes 2 SUMÁRIO 1.

Leia mais

DIRECTIVA N 01/2009/CM/UEMOA Sobre o Código de Transparência na Gestão das Finanças Públicas NO SEIO DA UEMOA

DIRECTIVA N 01/2009/CM/UEMOA Sobre o Código de Transparência na Gestão das Finanças Públicas NO SEIO DA UEMOA UNIÃO ECONÓMICA E MONETÁRIA OESTE AFRICANA O Conselho de Ministros DIRECTIVA N 01/2009/CM/UEMOA Sobre o Código de Transparência na Gestão das Finanças Públicas NO SEIO DA UEMOA O CONSELHO DE MINISTROS

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº, DE 2015

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº, DE 2015 PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº, DE 2015 Cria a Contribuição Social sobre Grandes Fortunas (CSGF), e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei cria a Contribuição Social sobre

Leia mais

Deliberação CVM nº 561 (DOU de 22/12/08)

Deliberação CVM nº 561 (DOU de 22/12/08) Deliberação CVM nº 561 (DOU de 22/12/08) Aprova a Orientação OCPC - 01 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que trata de Entidades de Incorporação Imobiliária. A PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

Leia mais

AÇÕES INSTITUCIONAIS NO SETOR SUCROENERGÉTICO

AÇÕES INSTITUCIONAIS NO SETOR SUCROENERGÉTICO AÇÕES INSTITUCIONAIS NO SETOR SUCROENERGÉTICO Elizabeth Farina Diretora Presidente da União da Indústria da Cana-de-Açúcar Araçatuba, 13 de dezembro de 2013 130 associados; 60% da cana-de-açúcar, etanol

Leia mais