REGULAMENTO TÉCNICO DE DUTOS TERRESTRES PARA MOVIMENTAÇÃO DE PETRÓLEO, DERIVADOS E GÁS NATURAL (RTDT)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REGULAMENTO TÉCNICO DE DUTOS TERRESTRES PARA MOVIMENTAÇÃO DE PETRÓLEO, DERIVADOS E GÁS NATURAL (RTDT)"

Transcrição

1 REGULAMENTO TÉCNICO DE DUTOS TERRESTRES PARA MOVIMENTAÇÃO DE PETRÓLEO, DERIVADOS E GÁS NATURAL (RTDT) Aprovação: Documento aprovado pela Resolução de Diretoria nº 98, de 2 de fevereiro de 2011

2 ÍNDICE PREFÁCIO INTRODUÇÃO PROTOCOLO DE RESPONSABILIDADES... 3 CAPÍTULO I DEFINIÇÕES, REFERÊNCIAS E ABRANGÊNCIA 3 ESCOPO DEFINIÇÕES Avaliação de Integridade Avaliação de Risco Centro de Controle Operacional (CCO) Comissionamento Competência Complementos Componentes Condição de Operação Anormal Condicionamento Conseqüência Controle Centralizado Cruzamento Defeito Desativação Permanente Desativação Temporária Descomissionamento Descontinuidade Direito de Passagem Documento Regulador Domínio Pleno Duto Duto Terrestre Elementos Críticos de Segurança Operacional Emergência Estrutura Organizacional de Resposta Faixa de Dutos ou Faixa Ferimento grave: Gasodutos Gerenciamento da Integridade Gerenciamento de Mudanças Incidente Inspeção Periódica Integridade Estrutural Interferência Interferente Invasão Lançador, Recebedor e Lançador-Recebedor ( Scraper-Trap ) Manutenção Preditiva Medida Mitigadora Mitigação Obra Adjacente Oleodutos Permissão de Trabalho Pig... 9

3 4.45 Pig Instrumentado Plano de Resposta a Emergência Pressão Máxima de Operação Admissível (PMOA) Probabilidade Procedimento Operacional de Resposta Qualificado Reparo de Contingência Reparo Permanente Reparo Temporário Risco Sistema de Dutos Sistema de Informações Geográficas (GIS) Tarefa Crítica Terceiros Teste de Estanqueidade Teste Hidrostático Transferência Transporte Transportador Travessia Trecho Submerso Unidade Industrial Petroquímica ou Química UIPQ Unidade Operacional (UO) Unidades Operacionais de Terceiros (UOT) REFERÊNCIAS NORMATIVAS E LEGAIS Normas brasileiras Normas estrangeiras Portarias e Resoluções Documentos informativos ABRANGÊNCIA CAPÍTULO II PROJETO, MATERIAIS, REQUISITOS DIMENSIONAIS E AVALIAÇÃO DE RISCO 7 ESCOPO DOCUMENTAÇÃO DO PROJETO AVALIAÇÃO DE RISCO Escopo Tipos de Análise de Riscos Metodologia Implementação Relatório CAPÍTULO III CONSTRUÇÃO, MONTAGEM E COMISSIONAMENTO 10 ESCOPO CONSTRUÇÃO E MONTAGEM DOCUMENTOS COMO CONSTRUÍDO COMISSIONAMENTO CAPÍTULO IV OPERAÇÃO, INSPEÇÃO, MANUTENÇÃO, REGISTRO HISTÓRICO DO DUTO, SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE MUDANÇAS E SINALIZAÇÃO DA FAIXA DE DUTOS 14 ESCOPO OPERAÇÃO Manual de operação Elementos Críticos de Segurança Operacional Procedimento mútuo de operação... 27

4 15.4 Sistema de comunicação Pré-operação Início da Operação Detecção de vazamentos Permissão de Trabalho Preparação para manutenção Retorno à operação após manutenção Odorização Documentação INSPEÇÃO Inspeção de Faixa Inspeção do Duto MANUTENÇÃO Manutenção de Faixa Manutenção do Duto Avaliação da necessidade de reparo no Duto e Componentes Qualificação de procedimento de soldagem e de soldadores Controle de qualidade, ensaios e testes Recomposição do revestimento, vala, Faixa e sinalização Registro dos reparos executados REGISTRO DO HISTÓRICO DO DUTO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE MUDANÇAS SINALIZAÇÃO DAS FAIXAS DE DUTOS CAPÍTULO V CONSCIENTIZAÇÃO PÚBLICA E PREVENÇÃO DE DANOS CAUSADOS POR TERCEIROS 21 ESCOPO CONSCIENTIZAÇÃO PÚBLICA PREVENÇÃO DE DANOS CAUSADOS POR TERCEIROS CAPÍTULO VI CONTROLE DA CORROSÃO 24 ESCOPO CONTROLE DA CORROSÃO CONTROLE DA CORROSÃO EXTERNA CONTROLE DA CORROSÃO INTERNA CONTROLE DA CORROSÃO ATMOSFÉRICA PRAZOS CAPÍTULO VII ORGANIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL 30 ESCOPO ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DISPONIBILIZAÇÃO E PLANEJAMENTO DE RECURSOS ENVOLVIMENTO DE PESSOAL IDENTIFICAÇÃO DE TAREFAS CRÍTICAS TREINAMENTO PARA QUALIFICAÇÃO CONTRATADAS CAPÍTULO VIII GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE 37 ESCOPO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE PROCESSOS BÁSICOS DO PGI Levantamento, revisão e integração de dados Avaliação de Risco Avaliação de Integridade Gestão da documentação... 48

5 39.5 Definição e planejamento da implementação de Medidas Mitigadoras Implementação e acompanhamento de Medidas Mitigadoras Avaliação do programa CAPÍTULO IX PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIA 40 ESCOPO IDENTIFICAÇÃO DAS EMERGÊNCIAS PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIA OLEODUTOS GASODUTOS GESTÃO DOS RECURSOS DE RESPOSTA COMUNICAÇÃO DO INCIDENTE INVESTIGAÇÃO DO INCIDENTE GERENCIAMENTO DO PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIA CAPÍTULO X DESATIVAÇÃO TEMPORÁRIA OU PERMANENTE 49 ESCOPO DESATIVAÇÃO TEMPORÁRIA Plano de Desativação Temporária Condicionamento do Duto para Desativação Temporária Plano de Retorno Operacional do Duto Informação à ANP DESATIVAÇÃO PERMANENTE Opções de Desativação Permanente Plano de Desativação Permanente Condicionamento do Duto para Desativação Permanente Condições adicionais Aprovação da Desativação Permanente Comunicação do Término do Descomissionamento ANEXOS Anexo 1 - DOCUMENTOS INFORMATIVOS FIGURAS Figura 1 - Abrangência para Duto genérico Figura 2 - Abrangência e exclusões para Gasodutos Figura 3 - Abrangência e exclusões para Oleodutos Figura 4 - Processos do PGI e integração com o sistema de Gerenciamento de Mudanças... 47

6 DISPOSIÇÕES GERAIS PREFÁCIO A necessidade de regulamentação técnica da gestão da segurança operacional dos Dutos Terrestres (Oleodutos e Gasodutos), autorizados ou concedidos a operar pela ANP, decorre de duas razões básicas. A primeira, por ser a gestão da segurança operacional fator determinante na prevenção ou mitigação das conseqüências de eventuais Incidentes que possam causar danos às pessoas envolvidas ou não com a sua operação, ao patrimônio das instalações ou do público em geral e ao meio ambiente. A segunda, por ser a gestão da segurança operacional fator essencial para a confiabilidade do suprimento nacional de petróleo, derivados e gás natural. A empresa concessionária ou autorizada pela ANP a operar um Duto Terrestre deve fazê-lo de forma segura e responsável, conscientizando seu corpo gerencial e funcional para o objetivo de uma operação isenta de Incidentes. A responsabilidade final pela segurança operacional de qualquer Duto é da empresa concessionária ou autorizada pela ANP a operá-lo. O disposto neste Regulamento não exime a empresa concessionária ou autorizada desta responsabilidade, no todo ou em parte. No texto do presente documento, poderá ser usada a sigla RTDT para se referir a este documento. 1

7 1 INTRODUÇÃO 1.1 Este Regulamento estabelece os requisitos essenciais e os mínimos padrões de segurança operacional para os Dutos Terrestres (Oleodutos e Gasodutos), por ele abrangidos, visando à proteção do público em geral e da força de trabalho da companhia operadora, bem como a proteção das instalações e do meio ambiente. 1.2 Para novos Dutos Terrestres (Oleodutos e Gasodutos), e ampliações dos existentes, os requisitos deste Regulamento são aplicáveis no projeto, na construção, na montagem, na operação, na inspeção, na manutenção da integridade estrutural, na resposta a emergências e na sua desativação. 1.3 Para Dutos Terrestres (Oleodutos e Gasodutos) existentes, os requisitos deste Regulamento são aplicáveis na operação, na inspeção, na manutenção da integridade física, na resposta a emergências e na sua desativação. 1.4 Em caso de conflito entre os termos do presente Regulamento e qualquer publicação aqui referenciada, prevalecerá sempre o disposto no Regulamento. 1.5 Em caso de conflito entre os termos deste Regulamento e qualquer norma de outro órgão federal, estadual ou municipal, legalmente habilitado para regulamentar algum aspecto abrangido por este Regulamento, deve ser consultada a ANP. 1.6 Este Regulamento não é um manual de projeto, sendo necessário o exercício de uma competente avaliação de engenharia por seus usuários. 1.7 Este Regulamento não tem a intenção de limitar o desenvolvimento de novos equipamentos, procedimentos ou normas, nem de prescrever como tais inovações sejam consideradas. 1.8 Qualquer consulta ou dúvida de interpretação sobre o disposto neste Regulamento deve ser submetida formalmente à ANP para o devido esclarecimento. 2

8 2 PROTOCOLO DE RESPONSABILIDADES 2.1 Quando duas ou mais empresas estiverem envolvidas na operação de um Duto ou Sistema de Dutos, seja como Transportador ou como recebedor dos produtos transportados, deve ser estabelecido um Protocolo de Responsabilidades (PR) entre elas, com o objetivo de definir as responsabilidades de operação e de preservação da integridade das instalações, como também os procedimentos mútuos de operação. 2.2 O PR deve ser elaborado por representantes formalmente indicados pelas empresas envolvidas na operação e ser aprovado por seus gerentes operacionais. Deve, no mínimo: Descrever as instalações do Duto ou Sistema de Dutos; Definir claramente o ponto físico de limite de responsabilidade de cada empresa; Descrever as atribuições e responsabilidades de cada parte; Estabelecer prazo de vigência; Estabelecer critérios de revisões; Permitir o encerramento antecipado; Estabelecer plano de auditorias periódicas; Definir o compartilhamento de equipamentos e recursos de resposta a Emergências; Anexar licenças, autorizações e procedimentos mútuos de operação. 2.3 O PR deve ser mantido disponível para consulta da ANP. 2.4 O PR deve ser revisado sempre que necessário, de acordo com os critérios estabelecidos pelas empresas envolvidas. 2.5 O PR deve ser arquivado pelas empresas por 5 (cinco) anos, após sua revisão. 3

9 CAPÍTULO I DEFINIÇÕES, REFERÊNCIAS E ABRANGÊNCIA 3 ESCOPO Este capítulo estabelece as definições adotadas, as referências normativas e legais e a abrangência deste Regulamento. 4 DEFINIÇÕES Para os propósitos deste Regulamento são adotadas as definições indicadas nos itens 4.1 a 4.68, sem prejuízo ao disposto na Lei n.º 9.478, 06 de agosto de 1997 e na Lei n.º , 04 de março de 2009: 4.1 Avaliação de Integridade Processo sistemático baseado na inspeção do Duto, na avaliação das indicações resultantes das inspeções, no exame físico do Duto por diferentes técnicas, na avaliação dos resultados deste exame, na caracterização por severidade e tipo dos defeitos encontrados, e na verificação da Integridade do Duto através de análise estrutural. 4.2 Avaliação de Risco Processo analítico e sistemático no qual são identificados os perigos potenciais da operação do Duto e determinadas a Probabilidade de ocorrência e a Conseqüência de eventos potencialmente adversos. Dependendo dos objetivos do Transportador, as Avaliações de Risco podem ter diferentes escopos e serem executadas em níveis de detalhe variáveis. 4.3 Centro de Controle Operacional (CCO) Centro responsável pela coordenação, supervisão e controle das operações dos Dutos. 4.4 Comissionamento Conjunto de ações legais, técnicas e procedimentos de engenharia aplicados de forma integrada a um Duto, visando verificar o atendimento dos requisitos e testes especificados em projeto, objetivando assegurar o Condicionamento do Duto pelo Transportador de forma ordenada e segura, garantindo o atendimento das normas técnicas vigentes, códigos, padrões da indústria e boas práticas de engenharia, bem como a sua operacionalidade em termos de segurança, desempenho, confiabilidade, documentação e rastreabilidade de informações. 4.5 Competência Conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes requeridos para o desempenho de determinadas tarefas ou para o exercício de uma determinada função. 4.6 Complementos Instalações necessárias à segurança, proteção e operação do Duto, compreendendo, mas não se limitando, às seguintes: suportes, sistema de proteção catódica, incluindo pontos de medição de 4

10 potencial estrutura / eletrólito, leitos dos anodos, retificadores e equipamentos de drenagem de corrente; juntas de isolamento elétrico; instrumentação; provadores de corrosão; sistemas de alívio, redução ou controle de pressão; estações de medição; sistemas de odorização; pontos de entrega; estações de interconexão; estações intermediárias de bombeamento, compressão ou de reaquecimento. 4.7 Componentes Quaisquer elementos mecânicos pertencentes ao Duto, compreendendo, mas não se limitando, aos seguintes: Lançadores e Recebedores de Pigs e esferas, válvulas, flanges, conexões padronizadas, conexões especiais, derivações tubulares, parafusos e juntas. Os tubos não são considerados componentes. 4.8 Condição de Operação Anormal Condição que pode indicar um Defeito do Duto ou desvio de operações normais, desvio este que pode indicar uma condição que excede os limites de projeto do Duto ou resultar em perigo para pessoas, propriedades ou o meio ambiente. 4.9 Condicionamento Conjunto de ações prévias necessárias para deixar o Duto em condições apropriadas para iniciar uma das seguintes atividades: pré-operação, operação, interrupção operacional programada, Teste Hidrostático, manutenção, passagem de Pig, Desativação Temporária e Desativação Permanente Conseqüência Impacto ao meio ambiente, aos proprietários de terras, aos empregados ou público em geral causados por uma falha no Duto Controle Centralizado Controle, supervisão e coordenação operacional realizados em tempo real, com monitoramento das variáveis de processo (pressão, vazão, temperatura, composição) por um Centro de Controle Operacional Cruzamento Passagem de Duto por rodovias, ferrovias, ruas e avenidas, linhas de transmissão, cabos de fibra ótica, outros dutos e instalações subterrâneas Defeito Qualquer Descontinuidade reprovada pelos critérios normativos utilizados para sua avaliação por comprometer a integridade física do Duto Desativação Permanente Retirada de operação do Duto em caráter definitivo Desativação Temporária Retirada de operação do Duto por um período de tempo predeterminado, considerando a perspectiva de sua utilização futura. 5

11 4.16 Descomissionamento Conjunto de ações legais, técnicas e procedimentos de engenharia aplicados de forma integrada a um Duto, visando assegurar que sua desativação atenda às condições de segurança, preservação do meio ambiente, confiabilidade e rastreabilidade de informações e de documentos Descontinuidade É qualquer não-conformidade (anomalia) na estrutura, que pode ou não ser considerada um Defeito Direito de Passagem Direito de uso de um terreno para a implantação de Dutos, por servidão administrativa estabelecida na forma da lei para propriedade privada, ou formalmente concedido para áreas de domínio público ou sob alçada de entidades da administração pública; no segundo caso enquadram-se as vias públicas, faixas de domínio de concessionárias de serviços públicos ou de rodovias, ferrovias, rios, canais e áreas institucionais; aplicando-se, no que couber, o Regulamento Conjunto para Compartilhamento de Infra-Estrutura entre os Setores de Energia Elétrica, Telecomunicações e Petróleo aprovado pela RESOLUÇÃO CONJUNTA ANEEL/ANATEL/ANP 1/ Documento Regulador Documento assinado entre o Interferente e o Transportador, no qual são estabelecidas as competências, condições e responsabilidades para a execução da Interferência Domínio Pleno Domínio integrado de todos os direitos reais de área legalmente titulada pelo proprietário dos Dutos Duto Designação genérica de instalação constituída por tubos ligados entre si, incluindo os Componentes e Complementos, destinada ao transporte ou transferência de fluidos, entre as fronteiras de Unidades Operacionais geograficamente distintas Duto Terrestre Duto aéreo ou enterrado, cuja Faixa encontra-se fora da influência da maré alta Elementos Críticos de Segurança Operacional Os elementos são considerados críticos quando essenciais para a prevenção ou mitigação ou que, em caso de falha, possam provocar um acidente operacional. Esses elementos são classificados em três categorias: a) Procedimento Crítico de Segurança Operacional: Um procedimento ou critério utilizado para controle de riscos operacionais; b) Equipamento Crítico de Segurança Operacional: Qualquer equipamento ou elemento estrutural do Duto que pode, em caso de falha, causar ou contribuir significativamente para um Quase Acidente ou para um Acidente operacional; c) Sistema Crítico de Segurança Operacional: Qualquer sistema de controle que tenha sido projetado para: manter o Duto dentro dos limites operacionais de segurança; parar total ou parcialmente o Duto ou um processo, no caso de uma falha na segurança operacional; ou reduzir a exposição humana às conseqüências de eventuais falhas. 6

12 4.24 Emergência Toda ocorrência que foge ao controle de um processo, sistema ou atividade, da qual possam resultar danos às pessoas, ao meio ambiente, aos equipamentos ou ao patrimônio próprio ou de terceiros, envolvendo atividades ou instalações, e que requeiram o acionamento rápido da Estrutura Organizacional de Resposta Estrutura Organizacional de Resposta Estrutura previamente estabelecida, mobilizada quando de uma situação de Emergência, com a finalidade de utilizar recursos e implementar as ações dos Procedimentos Operacionais de Resposta Faixa de Dutos ou Faixa Área de terreno de largura definida, ao longo da diretriz dos Dutos, legalmente destinada à construção, montagem, operação, inspeção e manutenção dos Dutos Ferimento grave: Qualquer ocorrência, decorrente de fato ou ato intencional ou acidental, envolvendo: a) fratura (excluindo de dedos); b) amputação; c) perda de consciência devido à asfixia ou à exposição a substâncias nocivas ou perigosas; d) lesão de órgãos internos; e) deslocamento de articulações; f) perda de visão; g) hipotermia ou outras doenças relacionadas à exposição a temperaturas extremas; ou h) necessidade de internação por mais de 24 (vinte e quatro) horas Gasodutos Dutos Terrestres de Transporte, Transferência e de escoamento da produção que movimentam gás natural, conforme definições da Lei n.º /09, e Dutos que movimentam hidrocarbonetos gasosos ou misturas gasosas que contenham hidrocarbonetos Gerenciamento da Integridade Processo contínuo e sistemático de administração da Integridade Estrutural do Duto baseado em atividades de inspeção e de Mitigação dos Defeitos Gerenciamento de Mudanças Processo contínuo e sistemático que assegura que as mudanças permanentes ou temporárias sejam avaliadas e gerenciadas de forma que os riscos advindos destas alterações permaneçam em níveis aceitáveis e controlados Incidente Qualquer ocorrência, decorrente de fato ou ato intencional ou acidental, envolvendo: a) Risco de dano ao meio ambiente ou à saúde humana; b) Dano ao meio ambiente ou à saúde humana; c) Prejuízos materiais ao patrimônio próprio ou de terceiros; 7

13 d) Ocorrência de fatalidades ou ferimentos graves para o pessoal próprio ou para terceiros; e) Interrupção não programada das operações do Duto por mais de 24 (vinte e quatro) horas. Dentro deste conceito de Incidente estão incluídos os Quase Acidentes e os Acidentes relacionados com a segurança operacional, conforme definido a seguir: Quase Acidente: Qualquer evento inesperado com potencial de risco para a segurança operacional, não causando danos à saúde humana ou ao meio ambiente Acidente: Qualquer evento inesperado que cause danos ao meio ambiente ou à saúde humana, prejuízos materiais ao patrimônio próprio ou de terceiros, ocorrência de fatalidades ou ferimentos graves para o pessoal próprio ou para terceiros ou a interrupção das operações do Duto por mais de 24 (vinte e quatro) horas Inspeção Periódica Inspeção programada realizada em atendimento a legislação, normalizações, procedimentos e plano de inspeção Integridade Estrutural Aptidão mecânica do Duto para operar em condição segura, desde que respeitados seus parâmetros de projeto e os limites operacionais estabelecidos Interferência Qualquer obra ou serviço que venha a ser executado sobre a Faixa de Dutos, que possa causar riscos imediatos ou futuros ao Duto Interferente Pessoa física ou jurídica responsável pela Interferência Invasão Ocupação irregular por Terceiros em Faixa de Duto ou em área legalmente titulada pelo proprietário do Duto Lançador, Recebedor e Lançador-Recebedor ( Scraper-Trap ) Instalação para lançamento, recebimento ou lançamento e recebimento de Pig Manutenção Preditiva Manutenção que permite garantir uma qualidade de serviço desejada, com base na aplicação sistemática de técnicas de análise, utilizando-se de meios de supervisão centralizados ou de amostragem para otimizar a manutenção preventiva e a corretiva Medida Mitigadora Ação selecionada, baseada em Avaliação da Integridade ou Avaliação de Risco de um defeito, que pode incluir, dentre outras, reparo, realização de testes e avaliações adicionais, mudanças no ambiente físico, mudanças operacionais, monitoração contínua, mudanças administrativas ou de procedimentos. 8

14 4.40 Mitigação Ação que provoca limitação ou redução da Probabilidade de ocorrência ou da expectativa da Conseqüência para um determinado evento Obra Adjacente Obra ou serviço que venha a ser executado em área cuja totalidade ou fração esteja situada a uma distância de até 15 metros, medida a partir dos limites da Faixa de Dutos Oleodutos Dutos Terrestres de Transporte ou Transferência que movimentam: a) Petróleo, líquidos de gás natural, condensado, derivados líquidos de petróleo e gás liquefeito de petróleo; b) Todos os produtos líquidos cujas operações de movimentação sejam reguladas pela ANP, exceto gases liquefeitos por baixa temperatura. Os Dutos que movimentam hidrocarbonetos líquidos e outros combustíveis tais como, biodiesel, mistura óleo diesel /biodiesel ou etanol, de forma seqüencial (polidutos), são considerados Oleodutos Permissão de Trabalho Documento emitido por pessoa Qualificada e autorizada pelo Transportador com a finalidade de liberar o equipamento, instalação ou área para serviços no Duto ou Faixa de Dutos Pig Denominação genérica dos dispositivos que passam pelo interior dos dutos, impulsionados pelo fluido transportado ou eventualmente por um sistema tracionador, sendo conforme a finalidade: separador, raspador, calibrador, de limpeza interna, de remoção de líquidos, de inspeção, de mapeamento, de verificação do perfil de pressão e temperatura, etc Pig Instrumentado Dispositivo provido de instrumentos, para passagem interna ao duto, com capacidade de adquirir e registrar uma ou mais das seguintes informações: amassamentos, ovalizações, componentes (válvulas, drenos, suspiros, etc.), descontinuidades na parede do duto, raios de curvatura, espessura da parede, cavas, mossas, sulcos, pontos de contato metálico, coordenadas, temperatura e pressão Plano de Resposta a Emergência Documento, ou conjunto de documentos, que contém as informações relativas ao Duto e sua área de influência, aos cenários acidentais e à resposta aos diversos tipos de Emergência passíveis de ocorrência, decorrente de sua construção e operação. Deve incluir definição dos sistemas de alerta e comunicação de Acidentes ou Incidentes, Estrutura Organizacional de Resposta, recursos humanos, equipamentos e materiais de resposta, Procedimentos Operacionais de Resposta e encerramento das operações, bem como mapas, cartas náuticas, plantas, desenhos, fotografias e outros anexos Pressão Máxima de Operação Admissível (PMOA) Maior pressão na qual um Duto pode ser operado em concordância com os parâmetros adotados para seu projeto e construção, com a Avaliação de Integridade, ou com a alteração de classe de pressão dos Componentes instalados. 9

15 4.48 Probabilidade Medida qualitativa ou quantitativa da possibilidade de acontecer um Incidente Procedimento Operacional de Resposta Documento baseado nas hipóteses acidentais identificadas em análise de risco, que contém o conjunto de medidas que determinam e estabelecem as ações a serem desencadeadas para controle da Emergência, bem como os recursos humanos, materiais e equipamentos mínimos necessários ao controle e combate à Emergência, levando em consideração os aspectos relacionados à saúde e à segurança do pessoal envolvido nas ações de resposta Qualificado Pessoa treinada para realizar as Tarefas Críticas que fazem parte de suas atribuições e reconhecer e reagir a Condições de Operação Anormais Reparo de Contingência Reparo através de instalação de peças especiais para reforço estrutural do Duto, de caráter emergencial, precedido de ações operacionais para minimizar os impactos ao meio ambiente e pessoas. Serve para conter vazamentos, permitir o deslocamento do produto e viabilizar a execução de Reparos Temporários ou Permanentes no Duto Reparo Permanente Reparo estrutural definitivo para recompor a resistência mecânica e a integridade estrutural do Duto Reparo Temporário Reparo estrutural para reforçar região danificada, garantindo a segurança e a continuidade operacional do Duto, quando temporariamente não for possível a execução do Reparo Permanente Risco Medida qualitativa ou quantitativa do potencial de perda considerando a Probabilidade de ocorrência do Incidente e a magnitude das suas Conseqüências Sistema de Dutos Sistema constituído por dois ou mais Dutos interligados Sistema de Informações Geográficas (GIS) Sistema com capacidade para aquisição, armazenamento, manipulação, análise e exibição de informações digitais georreferenciadas, topologicamente estruturadas, associadas ou não a um banco de dados alfanuméricos Tarefa Crítica Tarefa considerada perigosa ou que possa gerar impacto na segurança operacional do Duto Terceiros Qualquer pessoa jurídica que não seja o Transportador ou empresa contratada pelo Transportador e qualquer pessoa física, que não seja funcionário do Transportador ou das suas empresas contratadas. 10

16 4.59 Teste de Estanqueidade Teste ou ensaio de pressão (positiva ou negativa) para verificação da inexistência de vazamentos no Duto ou em juntas soldadas Teste Hidrostático Teste ou ensaio de pressão com água para verificar se o Duto possui resistência mecânica compatível com suas especificações ou suas condições operacionais Transferência Movimentação em percurso considerado de interesse específico e exclusivo do proprietário ou explorador das facilidades, conforme estabelecido pela ANP Transporte Movimentação em percurso considerado de interesse geral, conforme estabelecido pela ANP Transportador Pessoa jurídica ou consórcio de empresas autorizatário, concessionário da ANP ou empresa designada pelo concessionário, que construa e/ou opere Dutos ou Sistema de Dutos Travessia Passagem do duto através de: rios, riachos, lagos, açudes, canais e regiões permanentemente alagadas; ou sobre depressões profundas, grotas e outros acidentes, por onde a passagem do duto é necessariamente aérea Trecho Submerso Trecho do Duto sob o nível d'água normal na passagem de rios, lagos, braços de mar, enseadas, baías, charcos, mangues ou pântanos Unidade Industrial Petroquímica ou Química UIPQ Unidade industrial petroquímica ou química que recebe hidrocarbonetos como insumos ou expede hidrocarbonetos produzidos através de Dutos Terrestres (Oleodutos e Gasodutos) Unidade Operacional (UO) Subdivisão administrativa do Transportador envolvida na operação do Duto ou Sistema de Dutos Unidades Operacionais de Terceiros (UOT) Subdivisão administrativa de pessoa jurídica, que não o Transportador, envolvida na operação do Duto ou Sistema de Dutos. 11

17 5 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E LEGAIS As referências listadas nos itens 5.1 e 5.2, e suas atualizações, emendas ou revisões, e as Portarias e as Resoluções listadas no item 5.3, ou regulamentação superveniente, são de cumprimento obrigatório nos Capítulos deste Regulamento mencionados a seguir, sem prejuízo ao disposto no item 1.7: 5.1 Normas brasileiras Norma ABNT NBR Projeto de sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível, Associação Brasileira de Normas Técnicas. (RTDT - Capítulo II) Norma ABNT NBR Dutos Terrestres - Parte 1 - Projeto, Associação Brasileira de Normas Técnicas. (RTDT Capítulo II) Norma ABNT NBR Dutos Terrestres - Parte 2 - Construção e Montagem, Associação Brasileira de Normas Técnicas. (RTDT - Capítulos III e IV) Norma ABNT NBR Sinalização de advertência em linhas aéreas de transmissão de energia elétrica - Procedimento, Associação Brasileira de Normas Técnicas. (RTDT -Capítulo IV) Norma ABNT NBR Odorização do Gás Natural Canalizado (RTDT Capítulo IV) 5.2 Normas estrangeiras Norma ASME B31.4 Pipeline Transportation Systems for Liquid Hydrocarbons and Other Liquids, The American Society of Mechanical Engineers. (RTDT - Capítulo IV) Norma ASME B31.8 Gas Transmission and Distribution Pipelines Systems, The American Society of Mechanical Engineers. (RTDT - Capítulo IV) 5.3 Portarias e Resoluções PORTARIA ANP 170/1998, de 26/11/ Estabelece a regulamentação para a construção, a ampliação e a operação de instalações de transporte ou de transferência de petróleo, seus derivados, gás natural, inclusive liqüefeito, biodiesel e misturas óleo diesel/biodiesel. (RTDT - Capítulos III e IV) PORTARIA ANP 90/2000, de 31/05/ Aprova o Regulamento Técnico do Plano de Desenvolvimento que define o conteúdo e estabelece procedimentos quanto à forma de apresentação do Plano de Desenvolvimento para os Campos de Petróleo e Gás Natural. (RTDT Capítulo IV) PORTARIA ANP 125/2002, de 05/08/ Dispõe sobre os procedimentos de natureza preventiva a serem adotados no acompanhamento de obras com interferência em faixa de domínio de dutos de petróleo, seus derivados ou gás natural. (RTDT - Capítulo V) RESOLUÇÃO ANP 18/2004, de 02/09/ Estabelece as especificações dos gases liquefeitos de petróleo - GLP, de origem nacional ou importada. (RTDT - Capítulo IV) RESOLUÇÃO ANP 16/2008, de 17/06/ Estabelece a especificação do gás natural, de origem nacional ou importada. (RTDT - Capítulo IV) RESOLUÇÃO ANP 44/2009, de 24/12/2009 Estabelece procedimento para comunicação de Incidentes. (RTDT - Capítulo IX) RESOLUÇÃO CONAMA 398/2008, de 11/06/ Dispõe sobre o conteúdo mínimo do Plano de Emergência Individual para incidentes de poluição por óleo. (RTDT - Capítulo IX) RESOLUÇÃO CONJUNTA ANEEL/ANATEL/ANP 1/1999, de 25/11/1999 aprova o Regulamento Conjunto para compartilhamento de infra-estrutura entre os Setores de Energia Elétrica, Telecomunicações e Petróleo. (RTDT - Capítulos III e IV, onde couber) 12

REGULAMENTO TÉCNICO DE DUTOS TERRESTRES PARA MOVIMENTAÇÃO DE PETRÓLEO, DERIVADOS E GÁS NATURAL (RTDT)

REGULAMENTO TÉCNICO DE DUTOS TERRESTRES PARA MOVIMENTAÇÃO DE PETRÓLEO, DERIVADOS E GÁS NATURAL (RTDT) REGULAMENTO ANP Nº / 2010 REGULAMENTO TÉCNICO DE DUTOS TERRESTRES PARA MOVIMENTAÇÃO DE PETRÓLEO, DERIVADOS E GÁS NATURAL (RTDT) Aprovação: Documento aprovado pela RD nº, de de de ÍNDICE PREFÁCIO... 1 1

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE ESTRUTURAL DAS INSTALAÇÕES TERRESTRES DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL (RTSGI)

REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE ESTRUTURAL DAS INSTALAÇÕES TERRESTRES DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL (RTSGI) REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE ESTRUTURAL DAS INSTALAÇÕES TERRESTRES DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL (RTSGI) ÍNDICE CAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES GERAIS 1. Introdução...

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DAS INSTALAÇÕES MARÍTIMAS DE PERFURAÇÃO E PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL

REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DAS INSTALAÇÕES MARÍTIMAS DE PERFURAÇÃO E PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DAS INSTALAÇÕES MARÍTIMAS DE PERFURAÇÃO E PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL ÍNDICE CAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES GERAIS 1 OBJETIVO...

Leia mais

VÁLVULAS VÁLVULAS DE BLOQUEIO

VÁLVULAS VÁLVULAS DE BLOQUEIO VÁLVULAS VÁLVULAS DE BLOQUEIO Gaveta Esfera VÁLVULAS DE REGULAGEM Globo Agulha Borboleta Diafragma VÁLVULAS QUE PERMITEM O FLUXO EM UM SÓ SENTIDO Retenção VÁLVULAS CONTROLE PRESSÃO DE MONTANTE Segurança

Leia mais

Considerando que é dever do Estado instaurar condições para a existência de concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições:

Considerando que é dever do Estado instaurar condições para a existência de concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições: MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria nº 109, de 13 de junho de 2005. O PRESIDENTE DO

Leia mais

II.7.7 PROGRAMA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE SMS DO TRABALHADOR

II.7.7 PROGRAMA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE SMS DO TRABALHADOR II.7.7 PROGRAMA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE SMS DO TRABALHADOR 1. Introdução e justificativa Este programa justifica-se pela importância em se desenvolver e implementar ações que visem garantir

Leia mais

Teste Hidrostático. Projeto de Dutos

Teste Hidrostático. Projeto de Dutos Teste hidrostático Definição (NBR 12712) Teste (ensaio) de pressão com água, que demonstra que um tubo ou um sistema de tubulação possui resistência mecânica compatível com suas especificações ou suas

Leia mais

Edição Número 158 de 17/08/2004 Ministério do Meio Ambiente Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA

Edição Número 158 de 17/08/2004 Ministério do Meio Ambiente Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA Resoluções Edição Número 158 de 17/08/2004 Ministério do Meio Ambiente Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA RESOLUÇÃO Nº 349, DE 16 DE AGOSTO DE 2004 Dispõe sobre o licenciamento ambiental de empreendimentos

Leia mais

OHSAS-18001:2007 Tradução livre

OHSAS-18001:2007 Tradução livre SISTEMAS DE GESTÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL - REQUISITOS (OCCUPATIONAL HEALTH AND SAFETY MANAGEMENT SYSTEMS - REQUIREMENTS) OHSAS 18001:2007 Diretrizes para o uso desta tradução Este documento

Leia mais

RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000

RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000 RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000 O Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA, no uso das competências que lhe foram conferidas pela Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentada pelo Decreto

Leia mais

III CBIO - Congresso de Biólogos dos Estados do RJ/ES

III CBIO - Congresso de Biólogos dos Estados do RJ/ES Eng. ZULMAR TEIXEIRA Rio, 19/10/2010 PRINCÍPIOS DA GESTÃO MODERNA III CBIO - Congresso de Biólogos dos Estados do RJ/ES SUCESSO DO EMPREENDIMENTO ABORDAGEM DE PROCESSO SÉCULO XXI O SÉCULO DO DESAFIO O

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente Superintendência Estadual do Meio Ambiente SEMACE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente Superintendência Estadual do Meio Ambiente SEMACE 1. OBJETIVO: Este Termo de Referência têm como objetivo estabelecer diretrizes para elaboração do Plano de Emergência para Transporte de Produtos Perigosos. O plano deverá garantir de imediato, no ato

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCO

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCO 1. Introdução PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCO Por Edson Haddad Os estudos de análise de risco são considerados como importantes ferramentas de gerenciamento, tanto sob o ponto de vista ambiental, como

Leia mais

OS DEZ MANDAMENTOS PARA O PROJETO, A CONSTRUÇÃO E A OPERAÇÃO DE DUTOS SEGUROS

OS DEZ MANDAMENTOS PARA O PROJETO, A CONSTRUÇÃO E A OPERAÇÃO DE DUTOS SEGUROS OS DEZ MANDAMENTOS PARA O PROJETO, A CONSTRUÇÃO E A OPERAÇÃO DE DUTOS SEGUROS Luiz Paulo Gomes Diretor da IEC-Instalações e Engenharia de Corrosão Ltda. LPgomes@iecengenharia.com.br www.iecengenharia.com.br

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 017/DAT/CBMSC) SISTEMA DE ÁGUA NEBULIZADA (MULSIFYRE)

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 017/DAT/CBMSC) SISTEMA DE ÁGUA NEBULIZADA (MULSIFYRE) ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 017/DAT/CBMSC)

Leia mais

PROTEÇÃO CATÓDICA PROGRAMAÇÃO

PROTEÇÃO CATÓDICA PROGRAMAÇÃO PROTEÇÃO CATÓDICA EFETIVO COMBATE À CORROSÃO ELETROQUÍMICA PARTE 2: PROTEÇÃO CATÓDICA DE DUTOS TERRESTRES Este material contém informações classificadas como NP1 PROGRAMAÇÃO 1.Introdução: Projeto de dutos;

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.334, DE 20 DE SETEMBRO DE 2010. Estabelece a Política Nacional de Segurança de Barragens destinadas à acumulação de água

Leia mais

todos os equipamentos enquadrados como caldeiras conforme item 13.4.1.1;

todos os equipamentos enquadrados como caldeiras conforme item 13.4.1.1; Item nº TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO 13.2.1 a) todos os equipamentos enquadrados como caldeiras conforme item 13.4.1.1; todos os equipamentos enquadrados como caldeiras conforme item 13.4.1.1 e 13.4.1.2;

Leia mais

PARTE A - IMPLEMENTAÇÃO 1 GERAL. 1.1 Definições. As seguintes definições se aplicam às Partes A e B deste Código.

PARTE A - IMPLEMENTAÇÃO 1 GERAL. 1.1 Definições. As seguintes definições se aplicam às Partes A e B deste Código. PREÂMBULO 1 O propósito deste Código é estabelecer um padrão internacional para a operação e gerenciamento seguros de navios e para a prevenção da poluição. 2 A Assembleia adotou a Resolução A.443(XI),

Leia mais

7.7. PROGRAMA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS DO TRABALHADOR

7.7. PROGRAMA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS DO TRABALHADOR 7.7. PROGRAMA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS DO TRABALHADOR 7.7.1. Justificativa Este programa justifica-se pela importância em se desenvolver e implementar ações que visem garantir a manutenção

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

FAQ FREQUENT ASKED QUESTION (PERGUNTAS FREQUENTES)

FAQ FREQUENT ASKED QUESTION (PERGUNTAS FREQUENTES) FREQUENT ASKED QUESTION (PERGUNTAS FREQUENTES) PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE O SISTEMA DE DETECÇÃO DE VAZAMENTO EM DUTOS. SUMÁRIO Introdução...4 1. Qual é a distância entre os sensores?...5 2. O RLDS/I-RLDS

Leia mais

Instituto do Meio Ambiente ESTADO DE ALAGOAS DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS

Instituto do Meio Ambiente ESTADO DE ALAGOAS DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS LICENÇA PRÉVIA - Documentação necessária 1. Requerimento Padrão definido pelo IMA, devidamente preenchido e assinado; 2. Cadastro do empreendimento, definido

Leia mais

NORMA REGULAMENTADORA n.º 20 SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS

NORMA REGULAMENTADORA n.º 20 SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS NORMA REGULAMENTADORA n.º 20 SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS SUMÁRIO 20.1 Introdução 20.2 Abrangência 20.3 Definições 20.4 Classificação das Instalações 20.5 Projeto da Instalação

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

1 e 2... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n.

1 e 2... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n. ANEXO I da NR-20 1 e 2.... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n.º 9: a) o inventário e características dos inflamáveis

Leia mais

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov. TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008 Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.br 11 3104-0988 Este treinamento tem por objetivo capacitar os participantes para

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE A TRANSIÇÃO (NBR ISO 14001: 2004)

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE A TRANSIÇÃO (NBR ISO 14001: 2004) PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE A TRANSIÇÃO (NBR ISO 14001: 2004) Ao longo dos últimos anos, a Fundação Carlos Alberto Vanzolini vem trabalhando com a Certificação ISO 14000 e, com o atual processo de

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

RTQ 32 - PÁRA-CHOQUE TRASEIRO DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS - CONSTRUÇÃO, ENSAIO E INSTALAÇÃO

RTQ 32 - PÁRA-CHOQUE TRASEIRO DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS - CONSTRUÇÃO, ENSAIO E INSTALAÇÃO RTQ 32 - PÁRA-CHOQUE TRASEIRO DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS - CONSTRUÇÃO, ENSAIO E INSTALAÇÃO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Siglas e Abreviaturas

Leia mais

ABNT NBR ISO 9001:2008

ABNT NBR ISO 9001:2008 ABNT NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 96 DE 25 DE FEVEREIRIO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 96 DE 25 DE FEVEREIRIO DE 2014 SALVADOR, BAHIA - QUARTA-FEIRA 12 DE MARÇO DE 2014 ANO - XCVIII - N O 21,375 RESOLUÇÃO Nº 96 DE 25 DE FEVEREIRIO DE 2014 Estabelece diretrizes e critérios gerais para a outorga do direito de uso dos recursos

Leia mais

NR-13 - CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

NR-13 - CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO NR-13 - CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO DADOS DA INSPEÇÃO Órgão Responsável pelo Estabelecimento Endereço CNAE Inspetor (es) Estabelecimento Contato Numero de Servidores Referências técnicas (Além desta NR)

Leia mais

GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES

GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES 1. OBJETIVO O Gerenciamento de Modificações consiste em prover um procedimento ordenado e sistemático de análise dos possíveis riscos introduzidos por modificações, de identificação

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA 06 PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, COMUNICAÇÃO E SISTEMAS DE PREVENÇÃO DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS

INSTRUÇÃO TÉCNICA 06 PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, COMUNICAÇÃO E SISTEMAS DE PREVENÇÃO DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS INSTRUÇÃO TÉCNICA 06 PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, COMUNICAÇÃO E SISTEMAS DE PREVENÇÃO DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS 1 OBJETIVO Revisão 00 fev/2014 1.1 Estas Instruções Normativas de Projeto apresentam

Leia mais

Rótulo Ecológico para o processo de tratamento de solução eletrolítica de baterias automotivas

Rótulo Ecológico para o processo de tratamento de solução eletrolítica de baterias automotivas Pág. Nº 2/10 0 Introdução O programa de Rotulagem Ambiental da ABNT foi desenvolvido para apoiar um esforço contínuo para melhorar e/ou manter a qualidade ambiental por meio da redução do consumo de energia

Leia mais

NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 16280. Reforma em edificações - Sistema de gestão de reformas - Requisitos PRIMEIRA EDIÇÃO 18/03/2014

NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 16280. Reforma em edificações - Sistema de gestão de reformas - Requisitos PRIMEIRA EDIÇÃO 18/03/2014 NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 16280 PRIMEIRA EDIÇÃO 18/03/2014 VÁLIDA A PARTIR DE 18/04/2014 Reforma em edificações - Sistema de gestão de reformas - Requisitos Prefácio Introdução 1 Escopo 2 Referências 3

Leia mais

RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000

RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000 RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000 O Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA, no uso das competências que lhe foram conferidas pela Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentada pelo Decreto

Leia mais

PROCEDIMENTO GERAL. Gestão de Anomalia

PROCEDIMENTO GERAL. Gestão de Anomalia PÁG. 1/12 1. OBJETIVO Estabelecer a sistemática para gestão de anomalias na BAHIAGÁS, determinando os critérios para seu registro, comunicação, investigação e a metodologia para definição e implantação

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro

Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro PORTARIA N o 94, DE 5 DE MARÇO DE 2012 O MINISTRO DE ESTADO DE MINAS E ENERGIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, incisos

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol.

ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol. fls. 1/5 ÓRGÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA MANUAL: ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio,

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO PARA SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL - ESPECIFICAÇÃO

SISTEMAS DE GESTÃO PARA SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL - ESPECIFICAÇÃO OHSAS 18001 SISTEMAS DE GESTÃO PARA SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL - ESPECIFICAÇÃO IMPORTANTE: A BSI-OHSAS 18001 não é uma Norma Britânica. A BSI-OHSAS 18001 será cancelada quando da inclusão do seu conteúdo

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS PORTARIA Nº 118, DE 11.7.2000 - DOU 12.7.2000 Regulamenta as atividades de distribuição de gás natural liqüefeito (GNL) a granel e de construção,

Leia mais

PORTARIA FEPAM N.º 127/2014.

PORTARIA FEPAM N.º 127/2014. PORTARIA FEPAM N.º 127/2014. Estabelece os critérios e as diretrizes que deverão ser considerados para execução das auditorias ambientais, no Estado do Rio Grande do Sul. O DIRETOR PRESIDENTE da FUNDAÇÃO

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO Portaria n.º 186, de 04 de dezembro de 2003. O PRESIDENTE

Leia mais

Lista de cargos e funções disponíveis no Consórcio Ipojuca

Lista de cargos e funções disponíveis no Consórcio Ipojuca Lista de cargos e funções disponíveis no Consórcio Ipojuca 1. INSPETOR CONTROLE DE QUALIDADE- Atuar com inspeção de processos / final, ensaios de rotina, controle de qualidade e verificação de falhas na

Leia mais

Carta de Santos O que ocorreu e o que precisa mudar

Carta de Santos O que ocorreu e o que precisa mudar Carta de Santos O que ocorreu e o que precisa mudar Aos vinte dias de maio do ano de dois mil e quinze, realizou-se na Associação de Engenheiros e Arquitetos de Santos - AEAS o fórum Incêndio Alemoa O

Leia mais

DESENHO DE TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS II UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

DESENHO DE TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS II UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE DESENHO DE TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS II DESENHO DE TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS II Informações sobre este material didático: Edição: 1ª Edição Data da versão: 30/12/2006 Autor(es): Bruno Campos Pedroza, DSc Professor

Leia mais

ANEXO IV PORTARIA Nº 421, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL - RCA. TERMO DE REFERÊNCIA Conteúdo Mínimo

ANEXO IV PORTARIA Nº 421, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL - RCA. TERMO DE REFERÊNCIA Conteúdo Mínimo ANEXO IV PORTARIA Nº 421, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL - RCA TERMO DE REFERÊNCIA Conteúdo Mínimo O presente Termo de Referência tem como objetivo estabelecer um referencial

Leia mais

Ministério da Indústria e do Comércio. Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO

Ministério da Indústria e do Comércio. Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Ministério da Indústria e do Comércio Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria nº 023 de 25 de fevereiro de 1985 O Presidente do Instituto Nacional de Metrologia,

Leia mais

ESTAÇÃO DE ODORIZAÇÃO CAÇAPAVA - COMGAS

ESTAÇÃO DE ODORIZAÇÃO CAÇAPAVA - COMGAS ESTAÇÃO DE ODORIZAÇÃO CAÇAPAVA - COMGAS FEVEREIRO/2012 17-RT-CG-01/12 1 INDICE: 1. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO E DA REGIÃO 2. PARECER TÉCNICO PARA O PONTO DE ENTREGA 3. LAY OUT 4. CERTIDÃO DE USO

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO PORTARIA ANP Nº 29, DE 9 DE FEVEREIRO DE 1999 Estabelece a regulamentação da atividade de distribuição de combustíveis líquidos derivados de petróleo, álcool combustível, mistura

Leia mais

NR 33 - SEGURANÇA E SAÚDE NOS TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS

NR 33 - SEGURANÇA E SAÚDE NOS TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS NR 33 - SEGURANÇA E SAÚDE NOS TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS INTRODUÇÃO A trigésima terceira Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego denominada Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços

Leia mais

zeppini@zeppini.com.br www.zeppini.com.br Estrada Sadae Takagi, 665 CEP 09852-070 Fone (11) 4393-3600 Fax (11) 4393-3609 Zeppini Comercial Ltda

zeppini@zeppini.com.br www.zeppini.com.br Estrada Sadae Takagi, 665 CEP 09852-070 Fone (11) 4393-3600 Fax (11) 4393-3609 Zeppini Comercial Ltda + Sideraço Industrial do Brasil Ltda Rua Francisco Reis, 785-3º Distrito Industrial CEP 88311-710 Itajaí - SC Fone (47) 3341-6700 Fax (47) 3341-6717 vendas@sideraco.com.br www.sideraco.ind.br Zeppini Comercial

Leia mais

Portaria n.º 248, de 28 de maio de 2014.

Portaria n.º 248, de 28 de maio de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 248, de 28 de maio de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

ISO 14000. ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1

ISO 14000. ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1 MÓDULO C REQUISITOS DA NORMA AMBIENTAL ISO 14001 ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1 REQUISITOS DA NORMA AMBIENTAL ISO 14001/04 Sumário A.) A Organização ISO...3 B.) Considerações sobre a elaboração

Leia mais

SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE

SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE ELABORADO APROVADO FOLHA: 1/24 NOME Vivan Gonçalves Coordenador do SESMT Teresinha de Lara Coordenador do SGI DATA: 02/01/2007 VERSÃO: 01 ÍNDICE 1. Objetivo 4 1.1. Escopo do SGSSO TELEDATA 5 2. Referências

Leia mais

5. Programas Estratégicos para a Integridade de Dutos

5. Programas Estratégicos para a Integridade de Dutos 56 5. Programas Estratégicos para a Integridade de Dutos O acidente da Baía de Guanabara foi o motivador do Programa de Excelência em Gestão Ambiental e Segurança Operacional - PEGASO, com aproximadamente

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO Nº 60

COMUNICADO TÉCNICO Nº 60 Página 1 de 15 COMUNICADO TÉCNICO Nº 60 ALTERAÇÃO DE TENSÃO SECUNDÁRIA DE NOVOS EMPREENDIMENTOS NO SISTEMA RETICULADO SUBTERRÂNEO (NETWORK) Diretoria de Engenharia e Serviços Gerência de Engenharia da

Leia mais

Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC

Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC Sistema de Gestão do AR 2012 - ABIQUIM Responsible Care Management

Leia mais

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos.

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. fls. 1/5 ÓRGÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA MANUAL: ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio, oleodutos. APROVAÇÃO EM: Portaria SUP/DER-

Leia mais

Instituto de Meio Ambiente de Alagoas IMA Diretoria da Presidência DIPRE Diretoria Técnica DIT Diretoria de Licenciamento DILIC POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Instituto de Meio Ambiente de Alagoas IMA Diretoria da Presidência DIPRE Diretoria Técnica DIT Diretoria de Licenciamento DILIC POSTOS DE COMBUSTÍVEIS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS LICENÇA PRÉVIA 1. Formulário de requerimento padrão dirigido à Presidência do IMA, devidamente preenchido e assinado; 2. Comprovante de pagamento da Taxa de Concessão da Licença

Leia mais

Termo de Referência para Posto de Combustível no Município de Teresina

Termo de Referência para Posto de Combustível no Município de Teresina Termo de Referência para Posto de Combustível no Município de Teresina Requisitos e procedimentos para expedição do Licenciamento Ambiental de postos de combustíveis instalados/localizados e/ou a serem

Leia mais

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais.

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. RESOLUÇÃO Nº 306, DE 5 DE JULHO DE 2002 Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das competências

Leia mais

II.7.6 - Projeto de Desativação

II.7.6 - Projeto de Desativação 1 / 13 - -1 Justificativas Este plano aborda as ações que serão realizadas à luz da tecnologia atual e da legislação vigente e será revisado e atualizado quando das renovações das licenças de operação

Leia mais

ANEXO I - MEMORIAL DESCRITIVO CONVITE N º 1-010-11

ANEXO I - MEMORIAL DESCRITIVO CONVITE N º 1-010-11 Página 1 de 7 1. OBJETIVO Este Memorial Descritivo tem como objetivo apresentar o escopo dos serviços de manutenção que serão realizados na tubulação aérea passante sob a Ponte de Igapó. 2. NORMAS TÉCNICAS

Leia mais

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DE UM POSTO REVENDEDOR DE COMBUSTÍVEIS (PRC) NA CIDADE DE NATAL/RN

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DE UM POSTO REVENDEDOR DE COMBUSTÍVEIS (PRC) NA CIDADE DE NATAL/RN DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DE UM POSTO REVENDEDOR DE COMBUSTÍVEIS (PRC) NA CIDADE DE NATAL/RN Cleciana Raylle Lopes Ferreira¹ ; Dayanne Costa da Silva²; Estefhany Marreiros de Lima³; Robson Garcia da Silva

Leia mais

ISO 17025 Versão 2005

ISO 17025 Versão 2005 1º Fórum Regional de Química - ES ISO 17025 Versão 2005 Rev. 14 Samuel Vieira JUN/2010 1 Terminologia e Siglas ABNT NBR ISO 9000:2000 Sistemas de gestão da qualidade Fundamentos e Vocabulário ABNT NBR

Leia mais

INSPEÇÃO DE DUTOS TERRESTRES - NÍVEL 1 Carga Horária. 1- Cálculo 4. 2- Unidade de Medidas Lineares, Angulares e Arredondamentos. 3- Noções de Física 4

INSPEÇÃO DE DUTOS TERRESTRES - NÍVEL 1 Carga Horária. 1- Cálculo 4. 2- Unidade de Medidas Lineares, Angulares e Arredondamentos. 3- Noções de Física 4 Curso ID.N1 INSPEÇÃO DE DUTOS TERRESTRES - NÍVEL 1 Carga Horária: 160 Conteúdo Programático Carga Horária 1- Cálculo 4 2- Unidade de Medidas Lineares, Angulares e Arredondamentos 2 3- Noções de Física

Leia mais

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? BUROCRACIA? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? BUROCRACIA? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE ISO? ITÁLIA CANADÁ ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL, NÃO GOVERNAMENTAL, QUE ELABORA NORMAS. FAZEM PARTE DA ISO ENTIDADES DE NORMALIZAÇÃO DE MAIS DE UMA CENTENA DE PAÍSES. JAPÃO EUA I S O INGLATERRA ALEMANHA BRASIL

Leia mais

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE ISO? ITÁLIA CANADÁ ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL, NÃO GOVERNAMENTAL, QUE ELABORA NORMAS. FAZEM PARTE DA ISO ENTIDADES DE NORMALIZAÇÃO DE MAIS DE UMA CENTENA DE PAÍSES. JAPÃO EUA I S O INGLATERRA ALEMANHA BRASIL

Leia mais

II.7.6. PROJETO DE DESATIVAÇÃO. 1. Justificativa

II.7.6. PROJETO DE DESATIVAÇÃO. 1. Justificativa II.7.6. PROJETO DE DESATIVAÇÃO 1. Justificativa A desativação de um campo de produção de petróleo contempla uma série de procedimentos que devem ser adotados, com vista à proteção e à manutenção da qualidade

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS

REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS 1 SUMÁRIO RESUMO......2 1 INTRODUÇÃO......3 1.1 OBJETIVO......3 1.2 APLICABILIDADE...3 1.3 TERMOS E DEFINIÇÕES...3 2 LICENCIAMENTO AMBIENTAL......3

Leia mais

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 Página 1 feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 DZ 056 - Diretriz para Realização de Auditoria Ambiental capa

Leia mais

NORMA ISO 14001. Sistemas de Gestão Ambiental, Especificação e Diretrizes Para Uso

NORMA ISO 14001. Sistemas de Gestão Ambiental, Especificação e Diretrizes Para Uso Página 1 NORMA ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental, Especificação e Diretrizes Para Uso (votação 10/02/96. Rev.1) INTRODUÇÃO 1 ESCOPO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL 4.0. Generalidades

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO DE CONTROLE

Leia mais

NORMA ISO 14001. Sistemas de Gestão Ambiental, Especificação e Diretrizes Para Uso (votação 10/02/96. Rev.1) São Paulo, 10 de março de 2003.

NORMA ISO 14001. Sistemas de Gestão Ambiental, Especificação e Diretrizes Para Uso (votação 10/02/96. Rev.1) São Paulo, 10 de março de 2003. NORMA ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental, Especificação e Diretrizes Para Uso (votação 10/02/96. Rev.1) São Paulo, 10 de março de 2003. http://www.ibamapr.hpg.ig.com.br/14001iso.htm ii Índice INTRODUÇÃO...3

Leia mais

ANEXO XIII - PROJETO BÁSICO

ANEXO XIII - PROJETO BÁSICO Contratação de Serviços de Engenharia para Instalação de Novos Pontos de IP e Complementação da Eficientização do Sistema de Iluminação Pública de Porto Alegre ANEXO XIII - PROJETO BÁSICO 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho

CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Caldeiras a Vapor São equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão superior á atmosférica,

Leia mais

O CONSELHO DE GESTÃO DA AGÊNCIA GOIANA DE REGULAÇÃO, CONTROLE E FISCALIZAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS, no uso de suas atribuições legais e,

O CONSELHO DE GESTÃO DA AGÊNCIA GOIANA DE REGULAÇÃO, CONTROLE E FISCALIZAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS, no uso de suas atribuições legais e, 1 RESOLUÇÃO N 212/2003 - CG Disciplina a qualidade da prestação dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, operado pela SANEAGO, conforme processo nº 22187758 /2003. O CONSELHO DE GESTÃO

Leia mais

Norma Técnica SABESP NTS 277

Norma Técnica SABESP NTS 277 Norma Técnica SABESP NTS 277 Critérios para implantação de medição individualizada em condomínios horizontais ou verticais. Procedimento São Paulo Dezembro 2008 - Rev. 1 NTS 277 : 2008 Rev.1 Norma Técnica

Leia mais

Considerando o contido no Relatório à Diretoria 114/2015/C, que acolhe,

Considerando o contido no Relatório à Diretoria 114/2015/C, que acolhe, Decisão CETESB nº 279 DE 18/11/2015 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 20 nov 2015 Dispõe sobre procedimentos relativos à segurança de barragens de resíduos industriais. A Diretoria Plena da

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná.

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná. ELABORADO POR: Carlos Eduardo Matias Enns MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVADO POR: Edson Luis Schoen 28/1/5 1 de 11 1. FINALIDADE A Saint Blanc Metalmecânica Ltda visa estabelecer as diretrizes básicas

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO)

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) Objeto, princípios e campo de aplicação 35.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece princípios e requisitos para gestão da segurança

Leia mais

a) garantir a efetiva implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma;

a) garantir a efetiva implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma; TRABALHO EM ALTURA 36.1 Objetivo e Campo de Aplicação 36.1 Objetivo e Definição 36.1.1 Esta Norma tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura,

Leia mais

Portaria n.º 255, de 29 de maio de 2014.

Portaria n.º 255, de 29 de maio de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 255, de 29 de maio de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

Norma Técnica Interna SABESP NTS 024

Norma Técnica Interna SABESP NTS 024 Norma Técnica Interna SABESP NTS 024 REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Elaboração de Projetos Procedimento São Paulo Maio - 1999 NTS 024 : 1999 Norma Técnica Interna SABESP S U M Á R I O 1 RECOMENDAÇÕES DE

Leia mais

FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025. Laboratório(s) avaliado(s): Nº

FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025. Laboratório(s) avaliado(s): Nº FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025 FORMULÁRIO REVISÃO: 04 NOV/2008 Laboratório(s) avaliado(s): Nº Período de Avaliação: Data inicial da avaliação: / / Data término

Leia mais

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST)

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) CÓDIGO 09.00 GRUPO/ATIVIDADES 09.07 Postos de Revenda de Combustíveis e Derivados de Petróleo com ou sem lavagem e ou lubrificação de veículos PPD M AGRUPAMENTO NORMATIVO

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO Nº 49

COMUNICADO TÉCNICO Nº 49 Página 1 de 13 COMUNICADO TÉCNICO Nº 49 PADRÃO DE ENTRADA INDIVIDUAL ECONÔMICO COM POSTE DE AÇO E CAIXA DE POLICARBONATO TIPO PP Diretoria de Engenharia e Serviços Gerência de Engenharia da Distribuição

Leia mais

NECESSIDADE DE UM PLANO DE CONTINGÊNCIA DE TIC

NECESSIDADE DE UM PLANO DE CONTINGÊNCIA DE TIC CI-206 Adm. de TI & IT Prof. Antonio URBAN Referência: Plano de Contingência para Recursos de Tecnologia de Informação e Comunicação Palavras-chave: Tecnologia de Informação, Tecnologia de Comunicação,

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Executivo nº 189/08 de 9 de Setembro Considerando a necessidade do estabelecimento de disposições sobre os princípios a que devem obedecer a construção do sistema de infra-estruturas,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA NÚMERO 002/2012/3300/3000 SERVIÇOS DE SURVEY E PROJETOS DE REDES DE CABOS DE FIBRA ÓPTICA PARA OS ESTADOS DA REGIÃO NORTE.

TERMO DE REFERÊNCIA NÚMERO 002/2012/3300/3000 SERVIÇOS DE SURVEY E PROJETOS DE REDES DE CABOS DE FIBRA ÓPTICA PARA OS ESTADOS DA REGIÃO NORTE. TERMO DE REFERÊNCIA NÚMERO 002/2012/3300/3000 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇOS DE SURVEY E PROJETOS DE REDES DE CABOS DE FIBRA ÓPTICA PARA OS ESTADOS DA REGIÃO NORTE. 1. OBJETIVO: 1.1.

Leia mais

1. Introdução 1.1. Histórico do crescimento da produção de petróleo no Brasil

1. Introdução 1.1. Histórico do crescimento da produção de petróleo no Brasil 1. Introdução 1.1. Histórico do crescimento da produção de petróleo no Brasil A Petrobrás alcançou em julho de 2005 a média de produção de 1,76 milhões de barris por dia, sendo destes 1,45 milhões só na

Leia mais

GoodPriv@cy. Regulamento dos Requisitos do Selo de Proteção de Dados

GoodPriv@cy. Regulamento dos Requisitos do Selo de Proteção de Dados GoodPriv@cy Regulamento dos Requisitos do Selo de Proteção de Dados Publicação: Versão 3.0 Janeiro de 2007 Origem: Este documento é equivalente ao GoodPriv@cy Regulations relating to requirements of the

Leia mais

NR -13 NR-13 16/03/2015

NR -13 NR-13 16/03/2015 NR -13 NR-13 Um marco histórico da mencionada regulamentação foi a criação do primeiro código estadual norte-americano de projeto e fabricação de caldeiras em 1908. Esta iniciativa pioneira foi tomada

Leia mais