Gestão de Frotas Metroviárias

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão de Frotas Metroviárias"

Transcrição

1 Contamos com 16 frotas e a nova tecnologia do Monotrilho com tração sobre pneus e track switches. A maior capacidade do mundo:48 mil passageiros por hora e sentido e até 1000 mil passageiros por composição.

2 AGENDA CONTEXTO OPERACIONAL E CONCEPÇÃO DE PROJETO DEMANDA x CAPACIDADE x ESCOLHA DO MODAL RODOVIÁRIO, MONOTRILHO, VLT E METRÔ LOGISTICA E SEGURANÇA OPERACIONAL HEADWAY, FLUXO DE PASSAGEIROS, EMBARQUE E DESEMBARQUE VIA SEGREGADA MEIO AMBIENTE E CONSUMO ENERGÉTICO CRÉDITOS DE CARBONO DESEMPENHO PROJETADO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS E DESEMPENHO CICLO DE VIDA DA FROTA GESTÃO DAS FROTAS GERÊNCIA DE MANUTENÇÃO DO METRÔ HISTÓRICO E CERTIFICAÇÕES ESTRATÉGIAS E METODOLOGIAS DE GESTÃO BASEADAS EM CONFIABILIDADE PLANOS DE MANUTENÇÃO BASEADOS EM RCM E OS GANHOS OBTIDOS TECNOLOGIAS DE MANUTENÇÃO SOB CONDIÇÃO E SEUS RESULTADOS DESEMPENHO DAS FROTAS CDMS, INDICADORES DE DESEMPENHO E LCC INFRAESTRUTURA NECESSÁRIA APRESENTAÇÃO DA MANUTENÇÃO

3 Caracterização das Frotas - Ativos CONTEXTO OPERACIONAL E CONCEPÇÃO DE PROJETO DEMANDA x CAPACIDADE x ESCOLHA DO MODAL - RODOVIÁRIO, MONOTRILHO, VLT E METRÔ Bilhete Único MEIO AMBIENTE E CONSUMO ENERGÉTICO CRÉDITOS DE CARBONO

4 Caracterização das Frotas - Ativos LOGISTICA E SEGURANÇA OPERACIONAL HEADWAY, FLUXO DE PASSAGEIROS, EMBARQUE E DESEMBARQUE VIA SEGREGADA Com a substituição do bloco fixo pelo sistema CBTC - Communication Based Train Control espera-se reduzir o intervalo entre trens e aumentar a oferta.

5 Caracterização das Frotas - Ativos DESEMPENHO PROJETADO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS E DESEMPENHO Potência, Taxas de Aceleração e Freio Dinâmico CICLO DE VIDA DA FROTA

6 GESTÃO DAS FROTAS GERÊNCIA DE MANUTENÇÃO DO METRÔ HISTÓRICO E CERTIFICAÇÕES TQC E QUALIDADE TOTAL 1990 Padronização de processos Certificações pelas normas da série ISO: ISO Qualidade: desde novembro de 2000 ISO Segurança e Saúde Ocupacional: desde novembro de 2006 ISO Ambiental: desde julho de 2008 ESTRATÉGIAS E METODOLOGIAS DE GESTÃO BASEADAS EM CONFIABILIDADE PLANOS DE MANUTENÇÃO BASEADOS EM RCM QUALITATIVO E OS GANHOS OBTIDOS RCM - Reliabilty Centered Maintenance Realização de 20 projetos de RCM qualitativo a 2008 Ganhos de desempenho MKBF e economia de Hxh da ordem de 20 a 32,5% Recursos e Limitações Dados Históricos de falha banco de dados do SIGMA Experiência dos especialistas envolvidos Poucos recursos computacionais Dificuldade na determinação do intervalo das tarefas de manutenção

7 ESTRATÉGIAS E METODOLOGIAS DE GESTÃO BASEADAS EM CONFIABILIDADE Confiabilidade é uma Probabilidade... Intervalo e nível de confiança... de cumprir a Missão = Função... num intervalo de Tempo... conforme Padrões de desempenho requeridos e em condições definidas = Contexto Operacional. Falha Funcional, Modos de Falha, Causa, Efeito e Consequência Conhecer e prever as falhas Dados Históricos de falha banco de dados e experiência Normas e literatura MIL-STD, RIAC, OREDA, etc... Ensaios de Vida Acelerados HALT, HASS, HASA e QALT CONFIABILIDADE = PROJETO + CONTROLE DE QUALIDADE = VARIABILIDADES NOS PROCESSOS - 6 M Em todas as fases de vida do Ativo: FABRICAÇÃO, INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO e DESCARTE

8 CONFIABILIDADE PREVISIBILIDADE GESTÃO DO RISCO DECISÃO DESEMPENHO TÉCNICO RAMS = CDMS DESEMPENHO ECONÔMICO FINANCEIRO

9 METODOLOGIA - GIA GESTÃO INTEGRADA DE ATIVOS

10 METODOLOGIA - GIA GESTÃO INTEGRADA DE ATIVOS

11 METODOLOGIA - GIA GESTÃO INTEGRADA DE ATIVOS

12 METODOLOGIA - GIA GESTÃO INTEGRADA DE ATIVOS RESULTADOS OBTIDOS COM AS SIMULAÇÕES: DISPONIBILIDADE MÉDIA E CAPACIDADE DA FROTA; NÚMERO ESPERADO DE FALHAS, TEMPOS DE OPERAÇÃO E DE REPARO; DIMENSIONAMENTO DE RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS; PREVISÃO DE CONSUMOS E CUSTOS DE MANUTENÇÃO; COMPARAÇÃO DE DESEMPENHO ENTRE FROTAS E ENTRE FORNECEDORES; EQUIPAMENTOS CRÍTICOS BAD ACTORS; IDENTIFICAR OPORTUNIDADES DE MELHORIAS E SIMULAR CENÁRIOS FUTUROS.

13 Definição das Políticas e Planos de Manutenção Evolução da Manutenção Gestão de Ativos e Manutenção Classe Mundial ISO Contexto Operacional Função Falha Funcional Efeito e Conseqüência da Falha Definição da Tarefas de Manutenção Risco da Falha Funcional Modo de Falha e Causa Provável Manutenção Corretiva Manutenção Preditiva Manutenção Detectiva Manutenção Preventiva Manutenção Sensitiva

14 DESEMPENHO DAS FROTAS CDMS, INDICADORES DE DESEMPENHO E LCC - LCC Life Cycle Cost custo total no ciclo de vida do ativo. - CAPEX Capital Expenditure despesas ou investimentos em bens de capital - OPEX Operatinonal Expenditure despesas operacionais capital utilizado para manter ou melhorar os bens físicos. - ROA Return on Assets - taxa de retorno gerado pelas aplicações realizadas por uma empresa em seus ativos. - ROI Return of Investiments - é uma alternativa ao uso do ROA para avaliar o retorno produzido pelo total dos recursos aplicados por acionistas e credores nos negócios. - ROE Return on Equity - Retorno Sobre o Patrimôno Líquido - o ROE evidencia o retorno do capital próprio (PL) aplicado na empresa. - CMVR - Custo de Manutenção por Valor de Reposição.

15 DESEMPENHO DAS FROTAS INDICADORES DE CLASSE MUNDIAL KPI s - Quilometragem Média Entre Ocorrências (MKBO) - Tempo Médio Para Reparo (MTTR) = Tempo médio de liberação = 2,2 horas - Disponibilidade da Frota = 98% para atendimento do POT no horário de pico. - Custo de Manutenção por Faturamento (CMFT); - Custo de Manutenção por Valor de Reposição (CMVR). Custo total de manutenção dividido pelo valor de reposição do ativo RAV (Return Asset Value).

16 CBM Condition-based Maintenance e RBI Risk-based Inspection

17 A análise de vibração em motores de tração permitiu otimizar a lubrificação e determinar a periodicidade de substituição de rolamentos possibilitando uma economia estimada de R$ ,00 no ultimo ano. A implementação de balanceamento em campo nos ventiladores dos sistema de propulsão (Blower), resultou na redução de 30% nos problemas relacionados a ruído anormal e uma economia estimada de R$ ,00 nos últimos 3 anos.

18 ANÁLISE DE DEGRADAÇÃO DE PLASTILHAS DE FREIO Modelagem Estatística

19 MODELO DE DEGRADAÇÃO PLASTILHAS DE FREIO Os maiores ganhos são conhecer e comparar o desempenho de diferentes fornecedores (em termos de durabilidade) e de conhecer o desempenho do freio das frotas para definir periodicidade e recursos de manutenção ( mão de obra para inspeção e substituição e o consumo de pastilhas).

20 INFRAESTRUTURA NECESSÁRIA APRESENTAÇÃO DA MANUTENÇÃO

21 OBRIGADO!!! MARCELO SANCHEZ TURRINI Departamento Técnico de Manutenção Núcleo de Confiabilidade e Tecnologia GMT/MTT-NCT. Av. Francisco de Paula Quintanilha Ribeiro, 134 Bloco B 2º andar. CEP São Paulo-SP Brasil Tel.: Fax: LinkedIn: PERGUNTAS?

Sistema de Gerenciamento da Manutenção SGM Cia. Vale do Rio Doce CVRD

Sistema de Gerenciamento da Manutenção SGM Cia. Vale do Rio Doce CVRD Sistema de Gerenciamento da Manutenção SGM Cia. Vale do Rio Doce CVRD VISÃO DA MANUTENÇÃO DA CVRD Ser considerada referência pelos resultados da gestão de manutenção, reconhecida pela excelência de suas

Leia mais

Manutenção Preditiva

Manutenção Preditiva Manutenção Preditiva MANUTENÇÃO PREDITIVA: BENEFÍCIOS E LUCRATIVIDADE. INTRODUÇÃO : A manutenção preditiva nã o substitui totalmente os métodos mais tradicionais de gerência de manutenção. Entretanto,

Leia mais

11. NOÇÕES SOBRE CONFIABILIDADE:

11. NOÇÕES SOBRE CONFIABILIDADE: 11. NOÇÕES SOBRE CONFIABILIDADE: 11.1 INTRODUÇÃO A operação prolongada e eficaz dos sistemas produtivos de bens e serviços é uma exigência vital em muitos domínios. Nos serviços, como a Produção, Transporte

Leia mais

7. Avaliação da Integridade Estrutural de um Guincho Hidráulico Gerenciamento do Risco

7. Avaliação da Integridade Estrutural de um Guincho Hidráulico Gerenciamento do Risco 7. Avaliação da Integridade Estrutural de um Guincho Hidráulico Gerenciamento do Risco A classificação das Probabilidades, consequências e riscos de falha em níveis (classificação qualitativa) permite

Leia mais

MBA em Engenharia e Gestão de Manufatura e Manutenção. Práticas e Procedimentos Básicos de Manutenção Prof. Sérgio Augusto Lucke

MBA em Engenharia e Gestão de Manufatura e Manutenção. Práticas e Procedimentos Básicos de Manutenção Prof. Sérgio Augusto Lucke MBA em Engenharia e Gestão de Manufatura e Manutenção Práticas e Procedimentos Básicos de Manutenção 1 Práticas e Procedimentos Básicos de Manutenção Ementa 1. Manutenção Corretiva: características básicas,

Leia mais

Acordo de Cooperação Técnico Científico CEPEFER ( Brasil ) e TRANSURB TECHNIRAIL ( Bélgica )

Acordo de Cooperação Técnico Científico CEPEFER ( Brasil ) e TRANSURB TECHNIRAIL ( Bélgica ) Acordo de Cooperação Técnico Científico CEPEFER ( Brasil ) e TRANSURB TECHNIRAIL ( Bélgica ) Simulação de Manutenção de Material Rodante e Via Permanente Simulação de CCO e Condução de Trens e Locomotivas

Leia mais

Análise RAM (Reliability Analysis System)

Análise RAM (Reliability Analysis System) (Reliability Analysis System) (Reliability, Availability and Maintainability) uma Análise RAM em um O modelo de análise das 5 forças de Porter exemplifica a realidade atual do mundo corporativo, no qual

Leia mais

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS)

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS) NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS) Temas para Discussão 1) DISPOSIÇÕES GERAIS 2) DEFINIÇÕES GERAIS 3) CARACTERÍSTICAS E ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO DE CUSTOS 4) EVIDENCIAÇÃO

Leia mais

Impactos da Manutenção no Desempenho de uma Edificação

Impactos da Manutenção no Desempenho de uma Edificação João Alves Pacheco - Diretor de Engenharia As definições a seguir foram obtidos da NBR 5462:1994 Confiabilidade e mantenabilidade, com o objetivo de estabelecer uma base conceitual e terminológica comum

Leia mais

Soluções Energéticas

Soluções Energéticas Soluções Energéticas A EMPRESA DE ENERGIA QUE O BRASIL CONFIA Utilizar a energia de forma eficiente é um desafio mundial. E onde tem desafio, tem Petrobras, realizando grandes investimentos em tecnologia

Leia mais

Concessão Aeroportos Guarulhos, Viracopos e Brasília

Concessão Aeroportos Guarulhos, Viracopos e Brasília Concessão Aeroportos Guarulhos, Viracopos e Brasília Brasília, 13 de Outubro de 2011 Imagem meramente ilustrativa extraída do site www.infraero.gov.br Todos os direitos reservados. Agenda P R E M I S S

Leia mais

ANEXO VI ESPECIFICAÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO E CONTROLE OPERACIONAL

ANEXO VI ESPECIFICAÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO E CONTROLE OPERACIONAL Anexo VI -fls.1/7 ANEXO VI ESPECIFICAÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO E CONTROLE OPERACIONAL Serão apresentados a seguir os conceitos, requisitos e especificações básicas do Sistema de Monitoramento e Controle

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Informações sobre a disciplina: Professor: Eng. Carlos Bernardo Gouvêa Pereira Site: www.carlosbernardo.com Email: prof_carlospereira@camporeal.edu.br

Leia mais

REDUZIR CORTAR! ELIMINAR

REDUZIR CORTAR! ELIMINAR REDUZIR CORTAR! ELIMINAR MERCADO FERRAMENTA NECESSIDADE O que é LOGÍSTICA? estratégias Fator de Diferenciação Competitiva Fator de Tomada de Decisão operações Busca pela Excelência na Gestão QUAIS RESULTADOS

Leia mais

COMITÊ DE MANUTENÇÃO Renovação e expansão da frota de trens da CPTM Tecnologia embarcada e conforto aos usuários em mais 65 Trens (520 carros)

COMITÊ DE MANUTENÇÃO Renovação e expansão da frota de trens da CPTM Tecnologia embarcada e conforto aos usuários em mais 65 Trens (520 carros) COMITÊ DE MANUTENÇÃO Renovação e expansão da frota de trens da CPTM Tecnologia embarcada e conforto aos usuários em mais 65 Trens (520 carros) HENRY MUNHOZ Gerente de Engenharia de Manutenção da CPTM DADOS

Leia mais

Gabriel Assef Fernandes SENAI Centro Internacional de Inovação Federação das Indústrias do Paraná

Gabriel Assef Fernandes SENAI Centro Internacional de Inovação Federação das Indústrias do Paraná Gabriel Assef Fernandes SENAI Centro Internacional de Inovação Federação das Indústrias do Paraná EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA INDÚSTRIA Custo da energia elétrica no Brasil é um dos mais caros do mundo. Crescimento

Leia mais

Calendário 2015 - Treinamentos e Eventos Brasil e Portugal

Calendário 2015 - Treinamentos e Eventos Brasil e Portugal Calendário 2015 - Treinamentos e Eventos Brasil e Portugal Este material apresenta as datas e locais dos próximos treinamentos abertos da ReliaSoft Brasil. Se sua agenda conflitar com alguma destas datas

Leia mais

JUSTIFICATIVA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA

JUSTIFICATIVA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA JUSTIFICATIVA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA Ementa: Proposta de ato normativo para regulamentar a apresentação de informações relativas à movimentação aeroportuária. 1. Do Objetivo Com o recebimento das informações

Leia mais

Calendário 2016 Treinamentos e Eventos do Brasil, América do Sul e Portugal

Calendário 2016 Treinamentos e Eventos do Brasil, América do Sul e Portugal Calendário 2016 Treinamentos e Eventos do Brasil, América do Sul e Portugal Este material apresenta as datas e locais dos próximos treinamentos abertos da ReliaSoft Brasil. Se sua agenda conflitar com

Leia mais

Motores Estudo de Viabilidade de Aplicação de Filtros em by-pass no sistema de lubrificação

Motores Estudo de Viabilidade de Aplicação de Filtros em by-pass no sistema de lubrificação home page: São Paulo, 22 de abril de 2009 Motores Estudo de Viabilidade de Aplicação de Filtros em by-pass no sistema de lubrificação Sistema de lubrificação de motores Dados estimados: Frota: 100 Caminhões

Leia mais

GESTÃO DA MANUTENÇÃO DE FROTAS. "SOFIT 4TRANSPORT O SOFTWARE MAIS LEVE E FÁCIL DE USAR.

GESTÃO DA MANUTENÇÃO DE FROTAS. SOFIT 4TRANSPORT O SOFTWARE MAIS LEVE E FÁCIL DE USAR. GESTÃO DA MANUTENÇÃO DE FROTAS. "SOFIT 4TRANSPORT O SOFTWARE MAIS LEVE E FÁCIL DE USAR. ALGUNS DESAFIOS NÃO MUDAM Aumento no preço dos combustíveis Prazo de entrega reduzido Aumento no preço dos pneus

Leia mais

Marketing Varejo e Serviços

Marketing Varejo e Serviços Aula 5_8 Marketing Varejo e Serviços Nogueira Definição de valor e de satisfação para o cliente- foco no Serviço. Valor para o cliente: os clientes comprarão da empresa que oferecer o maior valor, segundo

Leia mais

Inovação e Tecnologia associadas à Otimização do Ciclo de Vida do Material Circulante Ferroviário

Inovação e Tecnologia associadas à Otimização do Ciclo de Vida do Material Circulante Ferroviário Inovação e Tecnologia associadas à Otimização do Ciclo de Vida do Material Circulante Ferroviário Nomad Tech (Div. Power Electronics) / Luís Sequeira Nomad Tech onde a Manutenção se cruza com a Inovação

Leia mais

Utilidades. Com. Garantia Resultados

Utilidades. Com. Garantia Resultados Operação E Manutenção Das Utilidades Com Garantia De Resultados Dalkia: Líder L Europeu de Serviços Energéticos 2 Os Acionistas N 1 no mundo em serviços ambientais energia água resíduos transporte 28,6

Leia mais

29º Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos

29º Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos 29º Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos Manutenção e Gestão de Ativos: Gerenciamento de Energia em Acionamentos de Transportadores de Correia Autores: Leonardo Chisté Vanessa Malaco AGENDA

Leia mais

Gerencie adequadamente os custos da sua frota

Gerencie adequadamente os custos da sua frota Gerencie adequadamente os custos da sua frota O que é gestão de Frota? De acordo com definição encontrada no livro Gerenciamento de Transporte e Frota, o termo gestão de frota representa a atividade de

Leia mais

GERENCIAMENTO DE CUSTOS NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

GERENCIAMENTO DE CUSTOS NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E TRANSPORTES GERENCIAMENTO DE CUSTOS NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS Disciplina: Logística e Distribuição

Leia mais

MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE.

MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE. 1 MANUTENÇÃO PREDITIVA : CONFIABILIDADE E QUALIDADE. INTRODUÇÃO : Nos últimos anos, têm-se discutido amplamente a gerência de manutenção preditiva. Tem-se definido uma variedade de técnicas que variam

Leia mais

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO CURSO: Montador de Equipamentos Eletroeletrônicos 200 horas ÁREA: ELETROELTRÔNICA MODALIDADE: QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL UNIDADE(S) HABILITADA(S): CETEC - Araguaina Plano de

Leia mais

ANEXO 5 ESCOPO DO ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÔMICA E JURÍDICA

ANEXO 5 ESCOPO DO ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÔMICA E JURÍDICA ANEXO 5 ESCOPO DO ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÔMICA E JURÍDICA O estudo a ser entregue deverá avaliar a viabilidade do projeto de PPP proposto segundo a ótica de todos os fornecedores de capital

Leia mais

METROLOGIA E ENSAIOS

METROLOGIA E ENSAIOS METROLOGIA E ENSAIOS Requisitos de Calibração e Ensaios Prof. Alexandre Pedott pedott@producao.ufrgs.br Requisitos de Calibração OBRIGAÇÃO DA ISO (PAPELADA) X REDUÇÃO DA VARIAÇÃO (QUALIDADE DO PRODUTO)

Leia mais

ESTUDO DE VIABILIDADE. Santander, Victor - Unioeste Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos

ESTUDO DE VIABILIDADE. Santander, Victor - Unioeste Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos ESTUDO DE VIABILIDADE Santander, Victor - Unioeste Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos Objetivos O que é um estudo de viabilidade? O que estudar e concluir? Benefícios e custos Análise de Custo/Benefício

Leia mais

Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO. Departamento de Certificação

Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO. Departamento de Certificação Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO Departamento de Certificação A FUNDAÇÃO VANZOLINI Fundada em 1967 pelos professores do Departamento de Engenharia de Produção da

Leia mais

Regras de procedimentos para transporte de bens e mercadorias. Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado

Regras de procedimentos para transporte de bens e mercadorias. Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado Regras de procedimentos para transporte de bens e mercadorias Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado Organismo de Certificação acreditado Certificação de Produtos e Serviços

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS UNIDADE VI - ÍNDICES DE RENTABILIDADE

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS UNIDADE VI - ÍNDICES DE RENTABILIDADE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS UNIDADE VI - ÍNDICES DE RENTABILIDADE 0 6. ÍNDICES DE RENTABILIDADE Caro aluno, você já sabe todo empresário ou investidor espera que o capital investido seja adequadamente

Leia mais

INVESTIMENTOS EM P&D PARA A INDÚSTRIA DO PETRÓLEO E GÁS NATURAL IV SEMINÁRIO RIO-METROLOGIA. Rio/20 de abril/2006

INVESTIMENTOS EM P&D PARA A INDÚSTRIA DO PETRÓLEO E GÁS NATURAL IV SEMINÁRIO RIO-METROLOGIA. Rio/20 de abril/2006 INVESTIMENTOS EM P&D PARA A INDÚSTRIA DO PETRÓLEO E GÁS NATURAL Luiz Oswaldo Norris Aranha IV SEMINÁRIO RIO-METROLOGIA Rio/20 de abril/2006 OBJETIVOS DA CLÁUSULA Atribuição legal Lei 9478 de 06/08/1997

Leia mais

Radiador de ar móbil OK-ELD 0-6 com motor de corrente contínua

Radiador de ar móbil OK-ELD 0-6 com motor de corrente contínua Radiador de ar móbil OK-ELD 0-6 com motor de corrente contínua Símbolo Gerais Os radiadores de ar da série OK-ELD foram desenvolvidos especialmente para sistemas hidráulicos na área móbil na qual são requeridos

Leia mais

COMITÊ DE MANUTENÇÃO

COMITÊ DE MANUTENÇÃO ASOCIACIÓN LATINOAMERICANA DE METROS Y SUBTERRÁNEOS XXV ASSEMBLÉIA GERAL DA ALAMYS GUADALAJARA, 20 24 DE NOVEMBRO 2011 COMITÊ DE MANUTENÇÃO JOSÉ LUIZ LAVORENTE Coordenador do Comitê de Manutenção APRESENTAÇÕES

Leia mais

Gestão de Riscos Corporativos

Gestão de Riscos Corporativos Gestão de Riscos Corporativos Estudo de Caso Sabesp PAP - 001854 14/07/2010 Superintendência de Auditoria - PA 14:00 h. Gestão de Riscos Corporativos Pauta 1 Perfil de Companhia 2 Objetivos 3 Metodologia

Leia mais

Engenharia de Software III

Engenharia de Software III Departamento de Informática Programa de Pós Graduação em Ciência da Computação Laboratório de Desenvolvimento Distribuído de Software Estágio de Docência Cronograma e Método de Avaliação Datas Atividades

Leia mais

PROCESSO TARIFÁRIO DO TRANSPORTE COLETIVO METROPOLITANO DE PASSAGEIROS. Porto Alegre, 11 de maio de 2015.

PROCESSO TARIFÁRIO DO TRANSPORTE COLETIVO METROPOLITANO DE PASSAGEIROS. Porto Alegre, 11 de maio de 2015. PROCESSO TARIFÁRIO DO TRANSPORTE COLETIVO METROPOLITANO DE PASSAGEIROS Porto Alegre, 11 de maio de 2015. DIRETRIZES DA DIRETORIA DE TARIFAS Zelar pelo equilíbrio econômico-financeiro dos serviços públicos

Leia mais

CONSIDERE ESTRATÉGIAS DE AQUISIÇÃO DE SELOS MECÂNICOS QUE SEJAM MUTUAMENTE BENÉFICAS. por Heinz P. Bloch

CONSIDERE ESTRATÉGIAS DE AQUISIÇÃO DE SELOS MECÂNICOS QUE SEJAM MUTUAMENTE BENÉFICAS. por Heinz P. Bloch CONSIDERE ESTRATÉGIAS DE AQUISIÇÃO DE SELOS MECÂNICOS QUE SEJAM MUTUAMENTE BENÉFICAS por Heinz P. Bloch Para TECÉM - tecem.com.br 05/10/2013 Parcerias com um único fornecedor de selo mecânico nem sempre

Leia mais

Formas de Atuação. Operações Diretas. Operações Indiretas. Contratadas diretamente com o BNDES. Instituições financeiras credenciadas pelo BNDES

Formas de Atuação. Operações Diretas. Operações Indiretas. Contratadas diretamente com o BNDES. Instituições financeiras credenciadas pelo BNDES Julho de 2013 Formas de Atuação Operações Diretas Contratadas diretamente com o BNDES Operações Indiretas Instituições financeiras credenciadas pelo BNDES EMPRESÁRIO Informação e Relacionamento Instituição

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 71-CEPE/UNICENTRO, DE 23 DE NOVEMBRO DE 2011. Aprova o Curso de Especialização em Controladoria e Finanças, modalidade regular, a ser ministrado no Campus de Irati, da UNICENTRO. O REITOR

Leia mais

Programa Vida Máxima. Soluções Integradas de serviços em rolamentos

Programa Vida Máxima. Soluções Integradas de serviços em rolamentos Programa Vida Máxima oluções Integradas de serviços em rolamentos Utilizando-se de tecnologias aprimoradas ao longo dos seus 87 anos de existência, a coloca à disposição de seus clientes corporativos o

Leia mais

Benefícios da Reforma de Pneus

Benefícios da Reforma de Pneus BV-P-Po#130 A-09/13 Benefícios da Reforma de Pneus O que é reforma de pneus? É um processo industrializado que consiste na recuperação da carcaça e na reposição da banda de rodagem do pneu desgastado pelo

Leia mais

Avaliação de Desempenho de Sistemas

Avaliação de Desempenho de Sistemas Avaliação de Desempenho de Sistemas Introdução a Avaliação de Desempenho de Sistemas Prof. Othon M. N. Batista othonb@yahoo.com Roteiro Definição de Sistema Exemplo de Sistema: Agência Bancária Questões

Leia mais

Gledson Pompeu 1. Cenário de TI nas organizações. ITIL IT Infrastructure Library. A solução, segundo o ITIL

Gledson Pompeu 1. Cenário de TI nas organizações. ITIL IT Infrastructure Library. A solução, segundo o ITIL Cenário de TI nas organizações Gerenciamento de Serviços de TI ITIL v2 Módulo 1 Conceitos básicos Referência: An Introductory Overview of ITIL v2 Livros ITIL v2 Aumento da dependência da TI para alcance

Leia mais

Caminhões para longas distâncias

Caminhões para longas distâncias Caminhões para longas distâncias 2 SCANIA CAMINHÕES PARA LONGAS DISTÂNCIAS Veículos Rodoviários Scania, incomparáveis em todos os sentidos. Um caminhão Scania é, em muitos aspectos, o sonho de qualquer

Leia mais

Sistema de Gestão de Pneus Baseado em Tecnologia RFID

Sistema de Gestão de Pneus Baseado em Tecnologia RFID V1.6 Sistema de Gestão de Pneus Baseado em Tecnologia RFID Apresentação Comercial Mai. 2015 Estrutura leve e enxuta; Equipe multidisciplinar; SaveID Veichle Cadeia de fornecedores nacional; Parcerias estratégicas

Leia mais

Enfileiramento Digital

Enfileiramento Digital Painel: Inovação Tecnológica e Eficiência Energética São Paulo, 6 de agosto de 2013 Gestão Inteligente de Eletricidade através de Enfileiramento Digital Cyro Vicente Boccuzzi Sócio Diretor da ECOEE Presidente

Leia mais

Ferramentas, Meios e Métodos para otimização do uso do Veículo em seu Ciclo de Vida

Ferramentas, Meios e Métodos para otimização do uso do Veículo em seu Ciclo de Vida Ferramentas, Meios e Métodos para otimização do uso do Veículo em seu Ciclo de Vida Fórum de Gestão e Eficiência de Frotas São Paulo, 22 e 23 de Setembro de 2014 Célio Meneguelo e Raul Grilo Tópicos A

Leia mais

Estatística Descritiva I

Estatística Descritiva I Estatística Descritiva I Bacharelado em Economia - FEA - Noturno 1 o Semestre 2016 Profs. Fábio P. Machado e Gilberto A. Paula MAE0219 (Economia-FEA-Noturno) Estatística Descritiva I 1 o Semestre 2016

Leia mais

Soluções Práticas para uma Boa Análise de Custos do Ciclo de Vida de Ativos

Soluções Práticas para uma Boa Análise de Custos do Ciclo de Vida de Ativos Soluções Práticas para uma Boa Análise de Custos do Ciclo de Vida de Ativos Autores: Rodolfo Weber Silva Xavier, CMRP, CRE, CQE Vale S.A. Maurício Cunha Fiock da Silva, CMRP, CRP Harsco Metals & Minerals

Leia mais

Plano de Segurança da Informação

Plano de Segurança da Informação Faculdade de Tecnologia Plano de Segurança da Informação Alunos: Anderson Mota, André Luiz Misael Bezerra Rodrigo Damasceno. GTI 5 Noturno Governança de tecnologia da informação Prof. Marcelo Faustino

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA PARA IMPLANTAÇÃO DE GERADOR DE ENERGIA ESTUDO DE CASO SETREM (SOCIEDADE EDUCACIONAL TRÊS DE MAIO) 1

ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA PARA IMPLANTAÇÃO DE GERADOR DE ENERGIA ESTUDO DE CASO SETREM (SOCIEDADE EDUCACIONAL TRÊS DE MAIO) 1 ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA PARA IMPLANTAÇÃO DE GERADOR DE ENERGIA ESTUDO DE CASO SETREM (SOCIEDADE EDUCACIONAL TRÊS DE MAIO) 1 João Nilson Da Rosa 2, Eduardo Lowe 3, Robson Vieira 4, Cláudio Roberto

Leia mais

Sistemas informatizados de gestão operacional para transporte urbano

Sistemas informatizados de gestão operacional para transporte urbano Sistemas informatizados de gestão operacional para transporte urbano Wan Yu Chih Wplex Software Florianópolis SC http://www.wplex.com.br Objetivo O objetivo deste documento é fornecer informações sobre

Leia mais

Introdução. Escritório de projetos

Introdução. Escritório de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é um documento formal que descreve normas,

Leia mais

4 Avaliação Econômica de Redes Legada e NGN

4 Avaliação Econômica de Redes Legada e NGN 4 Avaliação Econômica de Redes Legada e NGN A Cadeia de Valores é uma representação de uma cadeia industrial que auxilia as empresas a identificarem e a avaliarem suas fontes de vantagens competitivas

Leia mais

COMISSÃO DE COORDENAÇÃO DE CURSO INTRA-UNIDADE

COMISSÃO DE COORDENAÇÃO DE CURSO INTRA-UNIDADE PROJETO PEDAGÓGICO I. PERFIL DO GRADUANDO O egresso do Bacharelado em Economia Empresarial e Controladoria deve ter sólida formação econômica e em controladoria, além do domínio do ferramental quantitativo

Leia mais

FERRAMENTA PARA A ANÁLISE DO DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO DE OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR BRASILEIRO

FERRAMENTA PARA A ANÁLISE DO DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO DE OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR BRASILEIRO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA - UFU FACULDADE DE GESTÃO E NEGOCIOS - FAGEN NÚCLEO DE PESQUISA DE GESTÃO EM SAÚDE NPGSAÚDE FERRAMENTA PARA A ANÁLISE DO DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO DE OPERADORAS

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CONCEITOS SOBRE CUSTOS DA QUALIDADE (APOSTILA) Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ Grupo

Leia mais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Capitulo I Disposições gerais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Capitulo I Disposições gerais 1 TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Capitulo I Disposições gerais Artigo 1º Objecto O presente regulamento estabelece a metodologia de Cálculo, Revisão e Ajuste do tarifário para o serviço de Transporte Colectivo

Leia mais

1.OBJETIVO 2.APLICAÇÃO 3.ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4.DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5.TERMINOLOGIA 6.DESCRIÇÃO DO PROCESSO

1.OBJETIVO 2.APLICAÇÃO 3.ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4.DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5.TERMINOLOGIA 6.DESCRIÇÃO DO PROCESSO Aprovado ' Elaborado por Fernando Cianci/BRA/VERITAS em 28/11/2014 Verificado por Jose Eduardo em 28/11/2014 Aprovado por Sandro de Luca/BRA/VERITAS em 04/12/2014 ÁREA GFI Tipo Procedimento Regional Número

Leia mais

Aula 17 Projetos de Melhorias

Aula 17 Projetos de Melhorias Projetos de Melhorias de Equipamentos e Instalações: A competitividade crescente dos últimos anos do desenvolvimento industrial foi marcada pela grande evolução dos processos produtivos das indústrias.

Leia mais

INDICADOR DA QUALIDADE DO PROCESSO PARADA PROGRAMADA

INDICADOR DA QUALIDADE DO PROCESSO PARADA PROGRAMADA INDICADOR DA QUALIDADE DO PROCESSO PARADA PROGRAMADA Santos, Julio Cezar Jeronimo (1) Melo, Welerson dos Reis Amaral (2) RESUMO Este trabalho fornece informações genéricas sobre o conceito de paradas programadas,

Leia mais

ANÁLISE DA VIABILIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE REDE SEMIPÚBLICA DE TRANSPORTE COLETIVO EM UBERLÂNDIA, MG

ANÁLISE DA VIABILIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE REDE SEMIPÚBLICA DE TRANSPORTE COLETIVO EM UBERLÂNDIA, MG ANÁLISE DA VIABILIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE REDE SEMIPÚBLICA DE TRANSPORTE COLETIVO EM UBERLÂNDIA, MG Luciano Nogueira José Aparecido Sorratini ANÁLISE DA VIABILIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE REDE SEMIPÚBLICA DE

Leia mais

Modelos de remuneração médica Fernando Amorim UNIMED BH

Modelos de remuneração médica Fernando Amorim UNIMED BH Modelos de remuneração médica Fernando Amorim UNIMED BH Cadeia de valor dos serviços de saúde suplementar ESTUDO ECONÔMICO SOBRE OS DESAFIOS DO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR NO BRASIL, 2015 Sistema de Saúde

Leia mais

Oportunidades em Infr In aes aes rutura rutur 8º FÓRUM PERSPECTIV PERSPECTIV S 2014 Novembro 2013

Oportunidades em Infr In aes aes rutura rutur 8º FÓRUM PERSPECTIV PERSPECTIV S 2014 Novembro 2013 Oportunidades em Infraestrutura 8º FÓRUM PERSPECTIVAS 2014 8º FÓRUM PERSPECTIVAS 2014 Novembro 2013 1 ATIVOS DE INFRAESTRUTURA x INVESTIDOR INSTITUCIONAL 2 EXPERIÊNCIA ASSET CAIXA 3 OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTO

Leia mais

FANOR. MBA Internacional - Finanças. DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica. PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto)

FANOR. MBA Internacional - Finanças. DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica. PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto) Bibliografia Básica: FANOR MBA Internacional - Finanças DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto) CONTATOS: www.netofeitosa.com.br contato@netofeitosa.com.br (85)

Leia mais

Métodos de Apreciação de Riscos de Máquinas e Equipamentos Usados no Brasil

Métodos de Apreciação de Riscos de Máquinas e Equipamentos Usados no Brasil Métodos de Apreciação de Riscos de Máquinas e Equipamentos Usados no Brasil 30 de outubro de 2014 Brasília - DF Eng João Baptista Beck Pinto Metodologias de Apreciação de Riscos ELEMENTOS DO RISCO Risco

Leia mais

1.3 Itens Financiáveis Capital de giro, compra de mercadorias e/ou matérias-primas e insumos para produção.

1.3 Itens Financiáveis Capital de giro, compra de mercadorias e/ou matérias-primas e insumos para produção. PROGRAMA GAÚCHO DE MICROCRÉDITO O governo do Estado do Rio Grande do Sul em conjunto com o Banrisul, e suas Secretarias de Estado, está instituindo o Programa Gaúcho de Microcrédito, conforme o Decreto

Leia mais

Acrescido o Anexo Único pelo Decreto n 1.349/15, efeitos a partir de 26.08.15. ANEXO ÚNICO

Acrescido o Anexo Único pelo Decreto n 1.349/15, efeitos a partir de 26.08.15. ANEXO ÚNICO Decreto nº 2.489/06 Acrescido o Anexo Único pelo Decreto n 1.349/15, efeitos a partir de 26.08.15. ANEXO ÚNICO I - CRITÉRIOS PARA DEFINIÇÃO DO BENEFÍCIO O benefício fiscal será definido em função do enquadramento

Leia mais

Zihuatanejo do Brasil Açúcar e Álcool S.A. (Em Recuperação Judicial) C.N.P.J/MF nº 03.794.600/0001-67

Zihuatanejo do Brasil Açúcar e Álcool S.A. (Em Recuperação Judicial) C.N.P.J/MF nº 03.794.600/0001-67 ANEXO II À Zihuatanejo do Brasil Açúcar e Álcool S.A. (Em Recuperação Judicial) C.N.P.J/MF nº 03.794.600/0001-67 Rua Vigário Tenório, 105, Andar 05 Bairro do Recife, CEP 50.030-010 Recife - PE REF.: LAUDO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ TM 285 MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ TM 285 MANUTENÇÃO INDUSTRIAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ TM 285 MANUTENÇÃO INDUSTRIAL CURITIBA DEZEMBRO / 2011 1 INTRODUÇÃO 1.1 - Conceitos Do dicionário: Manutenção = Ato de manter Manter = Sustentar, defender Exemplos: manutenção

Leia mais

Ingersoll Rand. Sistema de Automação Série-X

Ingersoll Rand. Sistema de Automação Série-X Ingersoll Rand Sistema de Automação Série- Economia de Energia Por Encomenda! Ingersoll Rand 20% a 60% da energia utilizada para operar os sistemas de ar comprimido são desperdiçados. Isso ocorre principalmente

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO PÚBLICO Atualizado em 16/10/2015 ORÇAMENTO PÚBLICO O orçamento anual da União é composto pelos orçamentos: Fiscal, da Seguridade Social e de Investimento

Leia mais

Soluções Energéticas para o seu negócio

Soluções Energéticas para o seu negócio Soluções Energéticas para o seu negócio Gas Natural Serviços Qualidade e eficiência em soluções energéticas O grupo Gas Natural Fenosa O grupo Gas Natural Fenosa é líder no mercado de gás e eletricidade

Leia mais

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO TREINAMENTO EMPRESARIAL

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO TREINAMENTO EMPRESARIAL OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO TREINAMENTO EMPRESARIAL 2009 SEBRAE-DF Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser fotocopiada,

Leia mais

COMUNICADO CEM/CP 1/2016

COMUNICADO CEM/CP 1/2016 COMUNICADO CEM/CP 1/2016 DIVULGA RELAÇÃO DE DISCIPLINAS RECOMENDADAS COMO OPTATIVAS PARA O 2º SEMESTRE LETIVO DE 2016 DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA DO CAMPUS CAMPINAS DA UNIVERSIDADE SÃO

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS Versão : 31 de dezembro de 2008 CONTEÚDO 1. INTRODUÇÃO...3 2. ORGANIZAÇÃO DA GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL...3

Leia mais

TEC OLOGIA JOH DEERE: MAIOR PRODUTIVIDADE COM ME OR CUSTO DE MA UTE ÇÃO. nº 1

TEC OLOGIA JOH DEERE: MAIOR PRODUTIVIDADE COM ME OR CUSTO DE MA UTE ÇÃO. nº 1 TEC OLOGIA JOH DEERE: MAIOR PRODUTIVIDADE COM ME OR CUSTO DE MA UTE ÇÃO nº 1 Treviso x John Deere Uma parceria de futuro Bom Dia! A Treviso, é um grupo composto por 10 concessionárias que representam a

Leia mais

PROCEDIMENTO GERAL. Identificação e Avaliação de Aspectos e Impactos Ambientais

PROCEDIMENTO GERAL. Identificação e Avaliação de Aspectos e Impactos Ambientais PÁG. 1/8 1. OBJETIVO Definir a sistemática para identificação e avaliação contínua dos aspectos ambientais das atividades, produtos, serviços e instalações a fim de determinar quais desses tenham ou possam

Leia mais

RETORNO DO INVESTIMENTO NO PROJECT MANAGEMENT OFFICE RELATÓRIO FINAL

RETORNO DO INVESTIMENTO NO PROJECT MANAGEMENT OFFICE RELATÓRIO FINAL RETORNO DO INVESTIMENTO NO PROJECT MANAGEMENT OFFICE RELATÓRIO FINAL DADOS DA EMPRESA Tipo Capital Sede TIGER SCREWS 1 Funcionários 800 Produção Mix de Produtos Faturamento (último ano) Ranking Principais

Leia mais

Andrade Gutierrez Experiência em Contratos EPC

Andrade Gutierrez Experiência em Contratos EPC Andrade Gutierrez Experiência em Contratos EPC 3º WORKSHOP NACIONAL DO PROMINP Promoção: Participação: Painel 4: Obtenção de conteúdo local na implantação de projetos de investimentos: Experiência Refino

Leia mais

Gerenciamento de integração de projeto

Gerenciamento de integração de projeto Objetivos do Conteúdo Gerenciamento de integração de projeto Sergio Scheer / DCC / UFPR TC045 Gerenciamento de Projetos Prover capacitação para: - Identificar os processos de Gerenciamento de Projetos;

Leia mais

Analise Financeira ou de Balanço

Analise Financeira ou de Balanço ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS FASF- FACULDADE SAGRADA FAMÍLIA CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CONTABILIDADE GERENCIAL PROF. EDENISE Analise Financeira ou de Balanço Avaliação da Situação da Empresa em seus

Leia mais

ANÁLISE AVANÇADA DO PONTO DE EQUILÍBRIO DE UMA EMPRESA

ANÁLISE AVANÇADA DO PONTO DE EQUILÍBRIO DE UMA EMPRESA ANÁLISE AVANÇADA DO PONTO O que é Ponto de Equilíbrio? Quais são as hipóteses consideradas para análise do Ponto de Equilíbrio? Como determinar as várias modalidades do Ponto de Equilíbrio? Como elaborar

Leia mais

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1) Considere os demonstrativos a seguir: Balanço Patrimonial em 31.12.2011 Ativo Passivo Ativo Circulante R$ 252.000,00 Passivo Circulante R$ 168.000,00 Ativo Imobilizado R$ 348.000,00

Leia mais

18º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros. 2º Congresso Brasileiro de Saúde Suplementar

18º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros. 2º Congresso Brasileiro de Saúde Suplementar 18º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros 2º Congresso Brasileiro de Saúde Suplementar Perspectivas e Tendências do Mercado de Saúde Suplementar Marcio Serôa de Araujo Coriolano 17 de outubro

Leia mais

08 a 11 de outubro de 2014

08 a 11 de outubro de 2014 DESENHAR NÃO É O BASTANTE PARA EMPREENDER EM MODA 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 Mercado de Moda Figuramos entre os 10 principais mercados mundiais A industria textil abrange mais

Leia mais

Neste contexto, o Fluxo de Caixa torna-se ferramenta indispensável para planejamento e controle dos recursos financeiros de uma organização.

Neste contexto, o Fluxo de Caixa torna-se ferramenta indispensável para planejamento e controle dos recursos financeiros de uma organização. UNIDADE II FLUXOS DE CAIXA Em um mercado competitivo, a gestão eficiente dos recursos financeiros, torna-se imprescindível para o sucesso da organização. Um bom planejamento do uso dos recursos aliado

Leia mais

Válvulas de Controle-"Case"- Copesul. Nelzo Luiz Neto da Silva 1 Jader Weber Brum 2

Válvulas de Controle-Case- Copesul. Nelzo Luiz Neto da Silva 1 Jader Weber Brum 2 Válvulas de Controle-"Case"- Copesul Nelzo Luiz Neto da Silva 1 Jader Weber Brum 2 RESUMO Visando rever conceitos, procedimentos, estratégias e tecnologias voltadas para a manutenção de válvulas, partimos

Leia mais

Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução

Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução Artigo publicado na revista Lumiere Electric edição nº 166 Aplicações de investimentos dentro das empresas sempre são questionadas

Leia mais

ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Prof. MARCELO COSTELLA FRANCIELI DALCANTON ISO 9001- INTRODUÇÃO Conjunto de normas e diretrizes internacionais para sistemas de gestão da qualidade; Desenvolve

Leia mais

PROGRAMA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA MELHORIAS NO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO E REFRIGERAÇÃO

PROGRAMA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA MELHORIAS NO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO E REFRIGERAÇÃO PROGRAMA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA MELHORIAS NO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO E REFRIGERAÇÃO LOCAL: UNIDADES UNINORTE MANAUS/AM 2013 PROGRAMA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Os programas de Eficiência Energética PEE apoiados

Leia mais

Eco-eficiência. nas empresas de pequeno porte

Eco-eficiência. nas empresas de pequeno porte Eco-eficiência nas empresas de pequeno porte Setor de Alimentos Eng. Ana Oestreich Junho de 2014 Chefe de Tecnologias Limpas CTS Ambiental - SENAI-RJ Desafios da Indústria de Alimentos Qualidade de processos

Leia mais

TPM -Total Productive Maintenance. (Gestão da Manutenção)

TPM -Total Productive Maintenance. (Gestão da Manutenção) TPM -Total Productive Maintenance (Gestão da Manutenção) 1 MANUTENÇÃO À MODA ANTIGA Nada de prevenção! Só se conserta quando quebrar e parar de funcionar. Use até acabar... Manutenção não tem nada em comum

Leia mais

ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E METAS

ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E METAS ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E S 31 MATRIZ DE INDICADORES e S Indicador 1 - Visão Visão: Ser reconhecido como um dos 10 Regionais mais céleres e eficientes na prestação jurisdicional, sendo considerado

Leia mais