CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTONIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTONIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA"

Transcrição

1 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTONIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA ADRIANO APARECIDO DA SILVA WELITON BARROS BATISTA A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DUTOVIÁRIO PARA O ESCOAMENTO E TRANSPORTE DA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO EM UMA EMPRESA DA REGIÃO DE GUARULHOS - SP LINS/SP 2º SEMESTRE/2014

2 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTONIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA ADRIANO APARECIDO DA SILVA WELITON BARROS BATISTA A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DUTOVIÁRIO PARA O ESCOAMENTO E TRANSPORTE DA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO EM UMA EMPRESA DA REGIÃO DE GUARULHOS - SP Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Tecnologia de Lins Prof. Antonio Seabra, para obtenção do Título de Tecnólogo (a) em Logística. Orientador: Prof. Dr. Eduardo Teraoka Tófoli LINS/SP 2º SEMESTRE/2014

3 ADRIANO APARECIDO DA SILVA WELITON BARROS BATISTA A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DUTOVIÁRIO PARA O ESCOAMENTO E TRANSPORTE DA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO EM UMA EMPRESA DA REGIÃO DE GUARULHOS - SP Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Tecnologia de Lins Prof. Antonio Seabra, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do título de Tecnólogo(a) em Logística sob orientação do Prof. Dr. Eduardo Teraoka Tófoli. Data de aprovação: / / Orientador: Eduardo Teraoka Tófoli Silvio Ribeiro Sandro Da Silva Pinto

4 A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DUTOVIÁRIO PARA O ESCOAMENTO E TRANSPORTE DA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO EM UMA EMPRESA DA REGIÃO DE GUARULHOS - SP 3 Adriano Aparecido da Silva¹, Weliton Barros Batista² Profº Dr. Eduardo Teraoka Tófoli³ ¹, ² Acadêmicos do Curso de Tecnologia em Logística da Faculdade de Tecnologia de Lins Profº Antonio Seabra Fatec, Lins-SP, Brasil ³ Docente do Curso de Tecnologia em Logística da Faculdade de Tecnologia de Lins Profº Antonio Seabra Fatec, Lins-SP, Brasil RESUMO Atualmente o transporte tem grande relevância no mundo empresarial e pode ser medido através de indicadores financeiros (custos, faturamento e lucro) e observado com base na qualidade dos serviços com impacto direto no tempo de entrega, na confiabilidade e na segurança dos produtos. A decisão pelo modal de transporte (rodoviário; ferroviário; aquaviário; dutoviário e aéreo) depende das características do nível de serviço a ser prestado e dos parâmetros de medida em termos da quilometragem do sistema, volume, receita e natureza da composição do tráfego. O modal dutoviário é pouco utilizado no Brasil, na distribuição de percentuais da matriz de transporte, o modal ocupa o quarto lugar, ficando atrás dos modais rodoviário que é o mais usado, seguido pelo modal ferroviário, aquavíário, estando à frente somente do modal aéreo que é o menos utilizado no país. O Transporte dutoviário é normalmente constituído e operado pelas grandes empresas petrolíferas e petroquímicas de cada país, principalmente pelo fato destas deterem os processos industriais e comerciais das duas pontas do modal, que podem ser: exploração, exportação, importação, refino e pontos de distribuição. Assim, muitas vezes há um único usuário desta infraestrutura. A recente abertura deste mercado, em diversos países, faz com que a malha dutoviária passe a ser gerida como um modal de transporte comercial, com tarifas específicas e exigências cada vez maiores. Sabendo disso, o objetivo desse trabalho foi de relatar a importância do sistema dutoviário para o escoamento e transporte da produção de petróleo. Para atingir esse objetivo, foi realizado uma profunda pesquisa bibliográfica, através de livros, artigos científicos e um estudo de caso em uma empresa que utiliza do transporte dutoviário para seu desenvolvimento. Através do estudo, percebeu-se que existem muito fatores importantes quanto a utilização do transporte dutoviário, no que diz respeito ao meio ambiente, pois é um transporte não poluente, é um transporte contínuo, muito confiável, entre outros. Palavras-chave: Logística. Transporte. Transporte Dutoviário. Benefícios. ABSTRACT Currently shipping has great relevance in the business world and can be measured through financial (cost, revenue and profit) and observed based on the quality of services with a direct impact on time delivery, reliability and product safety indicators. The decision by the mode of transport (road, rail, waterways, pipelines and air) depends on the characteristics of the level of service being provided and the parameters measured in

5 terms of the mileage system, volume, revenue, and nature of the traffic mix. The pipeline transport is little used in Brazil, the percentage distribution of the Transport Matrix it ranks fourth, behind the road transportation is the most used, followed by rail, waterway, ahead only of the air which is modal least used in the country. The pipeline transportation is usually constituted and operated by major oil and petrochemical companies in each country, mainly because these detain industrial and commercial processes of the two ends of the modal, which can be: exploration, exportation, importation, refining and distribution points. Thus, there is often a single user of this infrastructure. The recent opening of the market in several countries, makes the mesh pass pipeline to be managed as a mode of commercial transport, with specific tariffs and increasing demands. Knowing this, the aim of this work was to verify the importance of the pipeline system for the transportation and disposal of oil production. To achieve this goal, it was performed a thorough literature search, through books, articles and scientific field research in a company that uses the pipeline transportation for its development. Through research, we realize that there are very important factors as the use of pipeline transportation, with respect to the environment as it is a non-polluting transportation, is an ongoing, very reliable transportation, among others. Keywords: Logistics. Transport. Pipeline Transport. Benefits. 4 INTRODUÇÃO Para o sucesso das empresas é necessário que os seus produtos ou mercadorias estejam sempre à disposição do mercado consumidor. Para tanto, as empresas devem manter um planejamento no que diz respeito ao transporte de seus produtos, desta forma satisfazendo o mercado em que está inserida. De acordo com Nazário (2000), para que o produto seja competitivo, é indispensável um sistema de transporte eficiente, pois o custo de transporte é uma parcela considerável do valor deste produto. A decisão pelo modal de transporte (rodoviário; ferroviário; aquaviário; dutoviário e aéreo) depende das características do nível de serviço a ser prestado e dos parâmetros de medida em termos da quilometragem do sistema, volume, receita e natureza da composição do tráfego. O transporte dutoviário é normalmente constituído e operado pelas grandes empresas petrolíferas e petroquímicas de cada país, principalmente pelo fato destas deterem os processos industriais e comerciais das duas pontas do modal. Esses processos podem ser descritos como: exploração, exportação, importação, refino e pontos de distribuição. Assim, muitas vezes há um único usuário desta infraestrutura. A recente abertura deste mercado, em diversos países, faz com que a malha dutoviária passe a ser gerida como um modal de transporte comercial, com tarifas específicas e exigências cada vez maiores. Já no Brasil a matriz de transporte é totalmente desigual e o modal dutoviário é o que abrange o menor percentual do território. Dentre vários países, o Brasil ocupa uma posição de destaque relacionada ao segmento petrolífero e de cana-de-açúcar que tem como seus derivados: gasolina, diesel, QAV-1 (querosene de aviação), gás natural, GLP (gás liquefeito de petróleo), álcool entre outros. Na maioria dos países, principalmente nos produtores de petróleo, o transporte dutoviário é apenas uma facilidade detida pela grande companhia petrolífera e petroquímica da nação, assim sendo, as informações estatísticas sobre transporte dutoviário são escassas. A malha dutoviária brasileira é detida em sua totalidade pela

6 Petrobras, sendo a maior parte dos seus dutos de transporte e alguns de seus dutos para transferência geridos por sua subsidiaria. Sabendo disso, o objetivo desse trabalho foi de relatar a importância do sistema dutoviário para o escoamento e transporte da produção de petróleo. Para atingir o objetivo desse trabalho, foi realizada uma pesquisa bibliográfica através de livros, artigos, artigos científicos, revistas e jornais. Além da pesquisa bibliográfica, foi realizado um estudo de caso em uma empresa que realiza o transporte dutoviário no escoamento do petróleo no país. O duto para logística atual é visto como um novo modal, ainda em fase de crescimento e sendo estudado para viabilizar que outros materiais além do petróleo, derivados e do gás, sejam transportados por ele de maneira rápida, eficiente e sem agredir ao meio ambiente. 5 1 REFERENCIAL TEÓRICO 1.1 LOGÍSTICA A logística empresarial estuda como a administração pode prover, da melhor maneira, rentabilidade nos serviços de distribuição aos clientes e consumidores, através de planejamento, organização e controle efetivos para as atividades de movimentação e armazenagem visando facilitar o fluxo de produtos (BALLOU, 2007). Por um longo período de tempo a logística foi tratada de uma forma desagregada, onde cada função logística era abordada isoladamente, fazendo com que essas funções fossem estudadas como áreas de apoio ao negócio. Para Lambert (1998), este tratamento desagregado da logística é parte da explicação dos vários nomes pela qual foi batizada: distribuição, distribuição física, administração de materiais, logística de materiais, dentre outros. Com tantos nomes diferentes era até difícil distinguir suas atribuições, até mesmo por que suas funções eram realizadas por outras áreas. Uma das primeiras definições de logística empresarial foi feita em cima de um dos termos citados. De acordo com Drucker (apud BALLOU, 2006, p. 25), a distribuição física é apenas uma maneira diferente de falar do processo integral dos negócios. Com tantas descrições alternativas, as formas e definições sobre logística foram sofrendo mutações e evoluindo, agregando cada vez mais artifícios ao termo. Mas as limitações ainda eram grandes. Atualmente a logistica é considerada como uma organização do fluxo dos materiais, desde o fornecedor até o cliente final. O processo envolve todas as funções de compras, planejamento e controle da produção, distribuição e exige um fluxo efetivo de informações e uma estrita conformação com as necessidades dos clientes (SEVERO FILHO, 2006). Para Cristopher (2009), a logistica é o processo de gerenciamento estratégico da compra, do transporte e da armazenagem de matérias-primas, partes e produtos acabados (além dos fluxos de informação relacionados) por parte da organização e de seus canais de marketing, de tal modo que a lucratividade atual e futura sejam maximizadas mediante a entrega de encomendas com o menor custo associado. Ou seja, sua missão é colocar as mercadorias ou os serviços certos no lugar e no instante corretos e na condição desejada, ao menor custo possível (BALLOU, 2007, p. 23). Para que a logística tenha seu funcionamento da melhor forma possível, é necessário que se conheça sobre suas áreas e uma dessas áreas é o transporte.

7 6 1.2 TRANSPORTE O transporte é uma das atividades logísticas mais importantes, simplesmente porque ela absorve, em média, de um a dois terços dos custos logísticos. Para Ballou (2007), é essencial, pois nenhuma empresa moderna pode operar sem providenciar a movimentação de suas matérias-primas ou de seus produtos acabados de alguma forma. Sua importância é sempre sublinhada pelos problemas financeiros colocados para muitas empresas quando há uma greve ferroviária nacional ou quando carreteiros autônomos paralisam suas atividades devidos ao aumento de combustíveis. Não é incomum demominar tais eventos de desastres nacionais. Os mercados não podem ser atendidos e produtos permanecem no canal de distribuição para deteriorarem-se ou tornarem-se obsoletos (BALLOU, 2007). Transporte refere-se aos vários métodos para se movimentar produtos. Algumas das alternativas populares são os modos rodoviário, ferroviário e aeroviário. A administração da atividade de transporte geralmente envolve decidir-se quanto ao método de transporte, aos roteiros e à utilização da capacidade dos veículos (BALLOU, 2007). Costuma-se dizer que os transportes agregam valor de lugar ao produto, pois o posicionam adequadamente para atender a demanda, e o estoque, por sua vez, agrega valor de tempo (BALLOU, 2007). Dentro da área de transporte é necessário o conhecimento dos modais existentes Modais de Transporte Dentro da escolha dos modais, existem particularidades que servem para seleção do serviço a ser usado. Os critérios a serem seguidos são: custo, tempo médio de entrega, tempo de trânsito e sua variação de perdas e danos. Os usuários têm vários seviços a seu dispor, seu custo varia de um modal para outro, certamente a via aérea será mais cara que a hidrovia (POZO, 2010, p. 163). Ballou (2006) mostra que um sistema de transporte que tenha a combinação de custos baixos e eficiência é de grande importância e contribui de forma a intensificar a competitividade no mercado, aumentando as economias de escala na produção e reduzindo os preços dos produtos em âmbito geral. Facilitando o intermédio destas ações de movimentos e cordenando as mesmas, existem diversas agências de transporte (agentes de transporte, transportadoras, associações de exportadores). Na mesma linha de raciocínio Vieira (2002), deixa evidente que cada modal tem sua característica e apresenta vantagens e desvantagens, de forma a ser, mais ou menos adequado para determinadas situações. Estabelecendo assim que não há uma forma genérica de utilização dos modais e sim a busca de uma identificação dos fatores críticos para a sua escolha em cada caso específico. Os sistemas básicos de transporte são divididos em cinco: por ferrovias, rodovias, hidrovias, por dutos e aérovias. Estes sistemas são considerados modais de transporte que tem como variação de uso, o tempo e as necessidades prementes dos clientes e processadores, bem como das condições de momento (POZO, 2010; VIEIRA, 2002). a) Aéreo: Como os aeroportos geralmente estão localizados em grandes cidades, o meio de transporte aéreo é de fácil acesso, o que pode determinar um menor custo de transporte terrestre nas operaçãoes de coleta e entrega em comparação com o transporte marítimo, já que muitas vezes os portos estão mais afastados dos grandes centros de produção e consumo. b) Hidroviário: Nas hidrovias a disponibilidade e confiabilidade são fortemente influenciadas pelas condições metereológicas, tanto em trânsitos fluviais ou oceânicos. As hidrovias domésticas, ou seja, percursos internos (rios, lagos,

8 lagoas) navegáveis que receberam algum tipo de melhoria (sinalização, balizamento, estruturas de apoio) exigem que o usuário esteja localizado em suas margens ou utilize outro tipo de modal combinadamente. Já o transporte oceânico de mercadorias está voltado a perdas e danos nos produtos de alto valor (cerca de 4% das receitas marítimas). c) Ferroviario: A ferrovia é basicamente um transportador de longo curso e de baixa velocidade para materias-primas e para produtos manufaturados de baixo custo (alimentos, papel e produtos florestais). O transporte ferroviário é realizado, geralmente, entre países vizinhos, mas é possível a sua utilização em territórios não adjacentes, com a utilização de um transporte multimodal. Considera-se o trem um meio adequado para viagens de média e longa distância com objetivo de transportar mercadorias a granel, petróleo e seus derivados, grãos, açucar, minérios e produtos siderurgicos, onde os mesmos têm como características grandes volumes e baixo valor agregado. d) Rodoviário: O transporte rodoviário difere do ferroviário, pois serve rotas de curta distância de produtos acabados e semi-acabados. O serviço de rotas curtas de produtos acabados ou semi-acabados, oferece entregas razoavelmente mais rápidas e confiáveis de cargas parceladas. Assim, é o sistema mais competitivo no mercado de pequenas cargas. O modal rodoviário é considerado o único porta a porta permitindo assim que não haja custos complementares e com isso, tempo de trânsito reduzido. e) Dutoviário: O duto é usado para movimentar produtos líquidos e gasosos por longas distâncias. De forma a ser um método altamente eficiente para mover produtos líquidos ou gasosos em grandes percursos. Assim, o uso de dutos tende a limitar-se aos líquidos (quase inteiramente petróleo e derivados), gases movimentados em grande volume e alguns produtos que podem permanecer suspensos em líquidos e movidos como fluidos. Para este ultimos, o método ainda permanece experimental. 1.3 SISTEMA DUTOVIÁRIO A natureza básica dos dutos é singular em comparação com qualquer outro modal de transporte. Os dutos funcionam 24 horas por dia, 7 dias por semana, e só são limitados por operações de troca de mercadorias e manutenção. (BOWERSOX; CLOSS; COOPER, 2007, p. 198). Para Ballou (2007) os dutos tem uma movimentação bastante lenta que é compensada pelo tempo de atividade de 24 horas diárias gerando assim uma velocidade efetiva se comparado aos outros modais. Com relação ao tempo de trânsito, o transporte dutoviário é o mais confiável de todos, pois existem poucas interrupções para causar variabilidade nos tempos de entrega. Fatores meteorológicos não são significativos e bombas são equipamentos altamente confiáveis. Além disso, a disponibilidade dos dutos é limitada apenas por seu emprego por outros usuários (BALLOU, 2007). O danos e perdas dos produtos nos dutos são reduzidos porque os líquidos e gases não são sujeitos a danos em grau semelhante ao dos produtos manufaturados e o número de riscos que podem afetar uma operação dutoviária é limitado (BALLOU, 2006, p.156). Diferente dos outros modais não há a utilização de contêiner ou veículo vazio que deva retornar, há sim altos custos fixos que são relacionados ao direito preferencial de passagem dos dutos, a construção dos mesmos, os requisitos das estações de controle e capacidade de bombeamento. Em contra partida o dutos não necessitam de muita mãode-obra, o custo operacional variável é extremamente baixo, logicamente depois que os 7

9 dutos estão construídos e prontos para emprego. A desvantagem clara e evidente é que o sistema dutoviário não é flexível sendo restringido a transportar produtos na forma de gás, líquido ou massa semi fluida (BOWERSOX; CLOSS; COOPER, 2007). Petróleo bruto e derivados são os principais produtos de movimentação que são economicamente viáveis para serem utilizados através de dutovias. No entanto, existem algumas experiências no transporte de sólidos em suspensão num líquido, chamado de pasta fluída (slurry), ou sólidos contidos em cilindros, que se movimentam dentro do líquido. Se com essas inovações houver demonstração de economicidade dentro do sistema dutoviário, o uso de dutos pode ter grande expansão (BALLOU, 2006). Em concordância com Pozo (2010), a escolha de um determinado modal se dá através de uma análise criteriosa de custos onde além de ser visto o custo de peso por quilometragem, seguros, manipulação e estocagem, é visto também rapidez, facilidade, confiabilidade, segurança, rastreabilidade, garantia, perfeição e satisfação. A análise de custo-benefício é o fator que determina a escolha do melhor modal. Cada modal tem atributos específicos que o tornam a opção adequada de transporte para uma movimentação de carga específica (BOWERSOX; CLOSS;COOPER, 2007, p. 207) Classificações dos Dutos Com relação aos dutos, eles possuem duas classificações com relação a sua construção. a) Terrestres (subterrâneos, aparentes e aéreos) b) Submarinos Os dutos terrestres subterrâneos (invisíveis) são protegidos contra intempéries, acidentes e vandalismo, estão mais seguros contra vazamentos nos casos de ruptura. Há uma dificuldade e um trabalho oneroso na abertura de valas em terrenos rochosos e acidentados (ENGENHARIA COMPARTILHADA, 2014). 8 Figura : Tipos de dutos subterrâneo, aparentes e aéreos. Fonte: ENGENHARIA COMPARTILHADA (2014) O duto aparente (visíveis) é utilizado para atravessar maciços, rochosos ou terrenos muito acidentados, onde a abertura para a colocação do mesmo é onerosa e

10 gera dificuldade. Neste caso são utilizados berços (sapatas de concreto) que serviram de amarração e sustentação para a tubulação (ENGENHARIA COMPARTILHADA, 2014). Os dutos aéreos (visíveis) estão acima do solo, necessários para vencer grandes vales, cursos d água, pântanos ou terrenos muito acidentados (ENGENHARIA COMPARTILHADA, 2014). Já os dutos submarinos são assim denominados devido a maior parte da tubulação estar submersa no fundo do mar. Utilizados geralmente, para transportar petróleo de plataformas marítimas (off-shore) para refinarias ou tanques de armazenagem situados em terra (on-shore) (ENGENHARIA COMPARTILHADA, 2014). 9 Figura : Dutos submarinos Fonte: ENGENHARIA COMPARTILHADA (2014) As operações realizadas com o modal dutoviário são de alta confiabilidade, pois não oferece o risco de paralisação por alternâncias climáticas ou atmosféricas, diurnas ou noturnas. Seu fluxo constante pelas tubulações que em geral são enterradas no solo entre oitenta e noventa centímetros de profundidade torna o transporte por dutos praticamente sem riscos Divisão do Transporte por Dutos O transporte por dutos pode ser dividido em: (DIAS, 2009). a) Oleodutos: cujos produtos transportados são em sua grande maioria: petróleo, óleo combustível, gasolina, álcool, gás liquefeito de petróleo (GLP), querosene e nafta, e outros. b) Minerodutos: cujos produtos transportados são: sal-gema, minério de ferro e concentrado fosfático. c) Gasodutos: cujo produto transportado é o gás natural. Dentre essas divisões os dutos podem ser classificados como dutos de transferência ou transporte. O sistema de transporte de produtos caracteriza por levar o produto por grandes distâncias e de forma que chegue ao ponto final. Já o sistema de transferência está caracterizado por movimentar o produto por pequenas distâncias, geralmente dentro da planta de uma indústria, refinaria, entre outros. (ENGENHARIA COMPARTILHADA, 2014).

11 As operações de transporte ou de transferências podem ser realizadas por um sistema forçado que utiliza um elemento de força para movimentação ou sistema por gravidade que apenas utiliza a força da gravidade (ENGENHARIA COMPARTILHADA, 2014) Vantagens e Desvantagens do Transporte Dutoviário A dutovia pode ser a própria unidade de carregamento, não há necessidade de usar embalagens de transporte; não existe o problema de retorno para equacionar, bem como o processo não sofre influência do congestionamento ou dificuldades físicas a transpor, como por exemplo, longas zonas áridas ou congeladas. É um meio de transporte que demanda pouca mão-de-obra; em geral a segurança nas dutovias é superior à de outros modais, sendo assim indicada para transporte de produtos perigosos como etileno e GLP; baixo custo de operação; independência em relação às condições do tempo na sua operação; função de armazenagem em consequência do seu longo tempo total de trânsito (BANAS QUALIDADE, 2014). Em contra partida, o transporte dutoviário exige um grande investimento em capital; inflexibilidade quanto à rota de distribuição, pois uma vez fixados os dutos, sua posição não é fácil de alterar e por este motivo é adequado a produtos que mantenham sua demanda restrita a pontos fixos. Não é adequado ao transporte de mercadorias que estejam sujeitas a mudanças de padrão de carregamento, seu uso só pode ser estendido a certos grupos de mercadorias dentro de um mesmo duto embora seja tecnicamente possível separar um produto de outro sem que eles se misturem durante o transporte, não é aconselhável usar um mesmo duto para carregar parafina e depois leite, por exemplo. (BANAS QUALIDADE, 2014) Riscos do Transporte Dutoviário Assim como nos demais modais de transporte, existem alguns riscos para a realização do transporte da mercadoria. O modal dutoviário é o mais seguro em relação ao fluxo do transporte de mercadoria por conta de seu aspecto de continuidade, mesmo assim, o modal é exposto ao perigo inerente do cotidiano. Esses perigos podem ser de diferentes naturezas e várias porporções, dependendo do tipo de duto e das mercadoriras que o duto transporta. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (2006), as preocupações com o perigo envolvendo esse tipo de modal, podem ser distintas de acordo com a classificação do duto (oleodutos ou gasodutos). Para os oleodutos, o principal perigo consiste na ocorrência de um derrame do líquido no meio ambiente decorrente de uma ruptura catastrófica ou de um vazamento em qualquer um dos seus componentes (duto, válvula, bomba, etc). A principal consequência desse tipo de acidente é a contaminação ambiental da região, que pode se agravar em lugares com um ambiente mais sensível ou ate atingindo recursos hídricos. A probabilidade de um incêndio no local do vazamento depende da mercadoria que o duto transporta. Para petróleo ou óleos combustíveis pesados a chance de incêndio é menor, devido a sua pouca volatibilidade. Já para hidrocarbonetos liquídos não tão pesados, como no caso da gasolina e do óleo diesel, a probabilidade de incêndio é maior e ainda pode ser catastrófico devido as circunstância do acidente (MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, 2006). Nos gasodutos o principal perigo é a liberação de gás decorrente de uma ruptura ou de um vazamento em qualquer um dos seus componentes (válvula, compressor, etc.). 10

12 As consequências nesse tipo de acontecimento são ainda maiores, pois com a liberação do gás tóxico, o vazamento levaria à formação de uma nuvem tóxica que, se atingir um centro populacional poderá causar grandes problemas de saúde, ou até mesmo causar mortes das pessoas afetadas. Em uma comparação destes dois tipos de dutos, as principais preocupações com os acidentes são diferentes em cada caso, porém as caracteristica dos acontecimentos são semelhantes (ruptura ou vazamento). De acordo com o Ministéiro do Meio Ambiente (2006), as principais causas de rupturas e vazamentos em dutos são classificadas por tipos: a) Interferência externa: danos causados aos dutos por excavações ou outros tipos de atividades de agentes externos à companhia operadora do duto; b) Defeito de construção: defeitos introduzidos no duto durante os processos de fabricação, construção e montagem do duto; c) Corrosão: redução da espessura da parede do duto devido a processo corroviso passível de ocorrer durante a operação do duto, causando a redução da sua resistência; d) Deslizamento do terreno: dano causado ao duto por conta de eventual deslizamento do terreno onde está assentado; e e) Alinhamento ou conexão errada: erro humano de alinhamento ou erro de conexão para reparo no duto METODOLOGIA Para o desenvolvimento deste estudo, a metodologia empregada foi uma pesquisa bibliográfica, através de artigos, livros e revistas e um estudo de caso em uma empresa do ramo petrolífera, localizada na cidade de Guarulhos - SP. Para a abordagem do problema foi realizada por intermédio de uma pesquisa qualitativa que visa analisar e correlacionar os fatos por meio de observação e registros, baseado na documentação direta e indireta. Conforme Gil (2002), a documentação direta se relaciona com a pesquisa bibliográfica e documental, e a documentação indireta se baseia nas técnicas de observação, nas entrevistas e visitas ao local. Como procedimento técnico foi utilizado o método do estudo de caso, que possibilitou uma visão geral do ambiente, e a partir da análise do objeto de estudo, foi levantado questões importantes, levando à solução de problemas específicos. Visando um maior embasamento do estudo de caso, foram realizadas visitas em uma empresa do ramo petrolífera, onde ao final de cada visita, foi feito um relatório para a constatação das observações e análises realizadas. O propósito da pesquisa foi utilizar conceitos desenvolvidos por outros autores e verificá-los no ambiente empresarial, por meio da discussão com os especialistas do processo sobre problemas a serem resolvidos. A investigação se baseou na observação da realidade, experiências das pessoas da situação investigada e consulta à literatura existente sobre o assunto. O trabalho se desenvolveu a partir da revisão bibliográfica sobre transporte dutoviário utilizada pela empresa pesquisada. Segundo Yin (2005), a importância da utilização da metodologia científica para responder as questões de uma pesquisa consiste no fato de ela aumentar a chance das respostas encontradas serem precisas e não revisadas. Gil (2002) ressalta que a metodologia científica consiste em uma série de atividades sistemáticas e racionais para se buscar, de maneira confiável, soluções para determinado problema. Ressalta, ainda, que não há ciência sem o emprego deste tipo de modelo.

13 12 3 ESTUDO DE CASO 3.1 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA PESQUISADA A empresa pesquisada é a empresa de maior destaque no ramo de transporte e logística de combustíveis do Brasil, a empresa Alfa (por questão de sigilo e a pedido da empresa, foi dado o nome de empresa Alfa) é uma das empresas de grande representatividade no mercado de transporte de petróleo no país e no mundo. Fundada em 1998 (lei nº 9478, art. 65), conta com uma malha de oleodutos e gasodutos de mais de 14 mil quilômetros, 49 terminais, 60 navios-petroleiros e está presente em 19 dos 27 estados do Brasil. Como empresa subsidiada, reúne as áreas de produção, refino e distribuição do petróleo e esta estruturada nas áreas de terminais e oleodutos, transporte marítimo e gás natural. No exterior, atua por intermédio de outra subsidiária contribuindo para a implantação de projetos internacionais. Figura 3.1.1: Malha de oleodutos nacionais Fonte: ANP (2014) Dentro da grande São Paulo, a empresa registra 05 terminais terrestres, 02 terminais aquaviários e 03 estações de bombeamento, atingindo um total de 58 municípios e mais de 350 comunidades na área de influência direta. O transporte por dutos é a opção mais econômica e segura para transportar petróleo, derivados e gás natural em grande quantidade. A movimentação anual da Empresa Alfa em São Paulo pode chegar a m 3, isso equivale aproximadamente a 7 milhões de viagens/ano de caminhões tanques (30m 3 /caminhão). A companhia é considerada a maior processadora de gás natural do país, com capacidade de processamento de 19,7 milhões de m 3 de condensado de gás natural por dia.

14 Para uma abordagem mais direcionada sobre a empresa, o terminal Guarulhos será referência de terminal terrestre, pois recebe, armazena e transfere petróleo, derivados e álcoois. As informações aqui relatadas foram concedidas pela empresa através do coordenador regional de acondicionamento do terminal, profissional esse, que exerce o cargo a mais de cinco anos. Conseguimos tais informações mediante um roteiro de entrevista no terminal Guarulhos. O terminal Guarulhos está conectado via duto com os terminais de Guararema, São Caetano do Sul e São Sebastião, com as refinarias do Vale do Paraíba (REVAP), Paulínia (REPLAN), e Capuava (RECAP). A instalação também armazena e realiza o carregamento de gasolina, diesel QAV-1, álcool anidro e hidratado, pela base operada da Petrobras Distribuidora (BAGUAR). O abastecimento de QAV-1 para o aeroporto internacional de São Paulo (Cumbica) também é realizado pelo terminal. 3.2 RELATO DA PESQUISA No Brasil, atualmente, há grandes problemas em relação à logística como um todo, e em específico ao transporte dutoviário. Todos esses problemas encontrados acabam se relacionando com o Custo Brasil. Entretanto, mesmo com todos esses problemas a Empresa Alfa, busca através da sua infraestrutura, realizar o processo de transporte de petróleo da maneira mais eficaz possível. Para verificar, entender o processo e buscar atingir o objetivo dessa pesquisa, faz-se necessário entender o processo a seguir. O petróleo é extraído do fundo do mar e sai da plataforma através do modal aquaviário, sendo transportado por navios petroleiros até a costa brasileira, mais especificamente, para o terminal de Alemoa ou São Sebastião. A rota que a pesquisa seguiu está voltada ao terminal de São Sebastião, através de transbordo por dutos do navio para os terminais, o petróleo chega em terra. Dentro do terminal, o petróleo é colocado em tanques de armazenamento, esses tanques marcam o princípio da navegação do produto pelos dutos do sistema brasileiro, que é no seu grande percentual de posse da Petrobrás que tem como coordenadora dessa malha a Empresa Alfa. A partir dai, dá inicio ao processo de bombeamento e deslocamento, bombeamento este que é feito através de bombas elétricas ou a gasolina, esta última, é usada em caso de falha ou queda de energia. As bombas têm como função garantir o fluxo dos produtos, logo, o funcionamento do sistema, evitando assim possíveis problemas estruturais, a interrupção do fluxo ou a queda de temperatura de produtos (petróleo/óleo combustível) que necessitam estar aquecidos para a circulação, visa também manter a pressão constante dentro dos dutos, evitando assim, a estatização do mesmo, uma vez que, se o produto para a temperatura baixa, no caso o petróleo toma uma forma pastosa, comprometendo o duto causando a sua desativação o que geraria uma enorme perda para empresa. O produto é bombeado até a estação de bombeamento, que é responsável por manter a impulsão e velocidade, ou seja, o fluxo do produto devido as grandes distâncias e acidentes do terreno, de forma a buscar a continuidade e a cadência para chegar ao objetivo. A primeira estação de bombeamento é a de Rio Pardo, localizada entre São Sebastião e o Terminal de Guararema (maior terminal terrestre do país) após passar pelo último o produto segue destino a Refinaria Henrique Lage (REVAP). 3.3 PROCESSO DO PETRÓLEO A Refinaria Henrique Lage (REVAP) tem uma localização estratégica na Rodovia Presidente Dutra, na cidade de São José dos Campos, no Vale do Paraíba. Ocupa uma 13

15 área de m². A refinaria hoje é a terceira maior do país, com capacidade nominal de processamento de m 3 /dia ( barris/dia), equivalente a 14% da produção nacional de derivados de petróleo. Tem capacidade de processar 100% do petróleo nacional, atualmente opera com uma variável de 80% a 90% de petróleo nacional e o restante com petróleo importado. A REVAP tem o controle do terminal do Vale do Paraíba (TEVAP), composto por plataformas de carregamento de caminhões tanques. Além disso, ela é interligada aos terminais de Guarulhos, Guararema e São Sebastião. O parque industrial tem propriedade de realizar todo o processo de transformação do petróleo nos seguintes derivados: asfalto diluído, cimento asfáltico, coque, enxofre, gás carbônico, gasolina, gás liquefeito de petróleo (GLP), hidrocarboneto leve de refinaria (HLR), nafta, óleo combustível, óleo diesel, propeno, querosene de aviação (QAV-1) e solventes médios. A Refinaria Henrique Lage abastece 80% da demanda de querosene de aviação do mercado paulista e 100% de consumo do Aeroporto Internacional de Cumbica (Guarulhos). O processo de refinamento do petróleo em produtos derivados nas refinarias é composto por, basicamente, três fases principais: Destilação, Conversão e Tratamento. a) Destilação: é o processo de separação dos derivados; o petróleo é aquecido em altas temperaturas até evaporar. Esse vapor volta ao estado líquido conforme resfria em diferentes níveis dentro de uma coluna de destilação. Em cada nível há um recipiente que coleta um determinado subproduto do petróleo. b) Conversão: é o processo que transforma as partes mais pesadas e de menor valor do petróleo em moléculas menores, dando origem a derivados mais nobres. Isso aumenta o aproveitamento do petróleo. c) Tratamento: são os processos voltados para adequar os derivados à qualidades exigidas pelo mercado. Um desses processos, por exemplo, é feita a remoção do enxofre. Esse conjunto de unidades e equipamentos envolvidos sequencialmente nesses processos é denominado trem de refino (PETROBRAS, 2014). Em todo o processo de refinamento, é realizada uma classificação do petróleo segundo o grau ºAPI. O grau ºAPI é uma escala arbitrária que mede a densidade dos líquidos derivados do petróleo. Essa escala foi criada pelo American Petroleum Institute API, juntamente com a National Bureau of Standards e é utilizada para medir a densidade relativa de líquidos. Quando mais densidade o óleo tiver, menos será seu grau ºAPI. Essa é a forma de expressar a densidade relativa de um óleo ou derivado. A escala ºAPI é medida em graus, variando inversamente à densidade. Isto é, quanto maior a densidade relativa, menos o grau ºAPI. O grau ºAPI é maior quando o petróleo é mais leve (MUNDO EDUCAÇÃO, 2014). A classificação é dividida em níveis, podendo ir de petróleo leve até petróleo extrapesado. O grau ºAPI permite classificar o petróleo em: a) Petróleo Leve ou de base naftenico: possui ºAPI maior que 30, constituído basicamente por alcanos e uma porcentagem de 15 a 25% de cicloalcanos; b) Petróleo Médio ou de base Aromático: possui ºAPI entre 22 a 30. Além de alcanos, contém de 25 a 30% de hidrocarbonetos aromáticos. c) Petróleo Pesado ou de base Parafinico: possui ºAPI menor que 22 e é composto, praticamente, só de hidrocarbonetos aromáticos; d) Petróleo Extrapesado: possui ºAPI menor que 10, é constituído de hidrocarbonetos de cadeia longa (superior ao pentano). Essa última classificação, geralmente, tem uma conversão, assim transformando o petróleo em um derivado mais nobre (MUNDO EDUCAÇÃO, 2014) Após o processo de derivação do petróleo os produtos já finalizados (óleo combustível, gasolina, diesel, QAV e nafta) são distribuídos entre a rede de dutos do país, 14

16 esse processo acontece em toda a área de abrangência da malha dutoviária brasileira, mostrando a complexidade do sistema e a necessidade de controle e coordenação exigida para que o produto chegue ao seu destino. No estado de São Paulo há uma movimentação que ultrapassa cerca de m 3 / ano equivalente a viagens/ano de caminhões-tanques (30 m 3 / caminhão); o órgão responsável pela coordenação controle dessas atividades é o Centro Nacional de Controle Operacional (CNCO). 3.4 MONITORAMENTO E MANUTENÇÃO DOS DUTOS O Centro Nacional de Controle Operacional (CNCO) tem sua sede no Rio de Janeiro e monitora de forma centralizada, as operações de transporte dutoviário da companhia, tem posse de tecnologia de ponta compatível com a complexidade do sistema. Ao todo são 14 mil km de dutos (oleodutos e gasodutos) supervisionados durante 24 horas por dia. Os técnicos de operação interagem com as instalações dos dutos e terminais, ligando e desligando bombas, abrindo e fechando válvulas e alterando pontos de operação das malhas, detectando vazamentos e realizando as simulações de condições futuras. Em seguida os derivados do petróleo voltam ao terminal de Guararema seguindo para diversos destinos da malha. O terminal de Guarulhos recebe os seguintes produtos: gasolina, diesel, álcool anidro e hidratado e QAV, não só da REVAP, mas das demais refinarias do país. Saindo de Guararema, os produtos passam pela estação de bombeamento de Suzano e enfim chegando também ao terminal de Guarulhos. Para que os dutos funcionem perfeitamente, são realizadas as devidas manutenções, as manutenções preventivas e corretivas. As corretivas são resultados de falhas, acidentes ou mau funcionamento de algum equipamento, já as preventivas são realizadas por PIG s. Os pig s são equipamentos utilizados na limpeza dos dutos e também em monitoramentos, que visam encontrar possíveis rupturas ou medir a espessura da estrutura metálica indicando a necessidade de troca ou desativação ou até mesmo as condições do duto para o lançamento de outro produto. 3.5 TRANSPORTE AO TERMINAL GUARULHOS O terminal de Guarulhos é o maior distribuidor de QAV-1 (querosene de aviação) do país detendo o maior faturamento do mesmo, faz o abastecimento de 100% da necessidade de consumo do Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica) o mais importante aeroporto do país. A ligação deste abastecimento é feita por duto, são 7 km de tubulação que tem ligação direta com o terminal de Guarulhos, sendo a medição feita por tanques com linhas de marcações, onde é possível observar a quantidade de produto que está em transferência, através do nível do mesmo. De forma a dar maior precisão a transferência, há no meio da linha do duto uma estação de medição onde o produto é medido de acordo com a sua passagem, buscando garantir uma maior exatidão das medidas movimentadas, estas duas formas garantem o controle da margem de QAV-1 que sai do terminal para o aeroporto. São bombeados em média por dia 400 m³ por hora para suprir as necessidades do aeroporto de Guarulhos, que por sua vez, também possui o seu próprio sistema de armazenamento. O terminal de Guarulhos tem a seguinte distribuição estrutural, contando com no mínimo dois tanques para determinado produto: Querosene de aviação (5), Diesel 500 (2) 15

17 Diesel 10 (2), Gasolina (2) e Flex (6). Os tanques flex podem ser utilizados para a armazenagem de qualquer produto presente no terminal, para não haver a mistura de produtos, há um dispositivo para não contaminação chamado flange. Existe um tanque exclusivo para o recebimento de produtos e um para a expedição de forma a controlar o fluxo de produtos que entram e saem da empresa. Dentro das instalações do terminal possui uma base de distribuição, que é coordenada pela BR distribuidora. Essa base de distribuição é possuidora de 8 baias de distribuição, também conhecidas como ilhas, responsáveis pela distribuição de vários produtos como: gasolina, álcool anidro e hidratado e diesel, há o livre comércio a partir dessas baias, as vendas são realizadas para empresas de diferentes bandeiras como: Shell, Ipiranga, Ale e Br. Os produtos chegam na base de distribuição através de dutos interligados com o terminal de Guarulhos,uma particularidade é o fato da transação ser feita através do sistema de transferência por gravidade, isso demonstra a forma e a estratégia empregada na estrutura do terminal. O terminal de Guarulhos é localizado de forma estratégica, posicionado em um pólo de vias, com objetivo de facilitar o escoamento dos produtos. Estratégia essa que é utilizada internamente como mostra a estrutura do terminal que utiliza como método de transferência de produtos o sistema de gravidade onde o produto é deslocado sem a ajuda dos equipamentos de bombeamento. 3.6 VANTAGENS DO SISTEMA DUTOVIÁRIO X MODAL RODOVIÁRIO Sistema de dutos utiliza uma mão de obra reduzida, o produto se torna viável para a utilização do modal por ser líquido, o duto trabalha 24 horas por dia 7 dias na semana, mas a sua real taxa de utilização é de 85%, a maior entre os modais, 25% são para manutenção, reparos/falhas. Com relação ao terminal de Guarulhos, o mesmo envia 400 m³ de QAV-1 por hora para o Aeroporto internacional de São Paulo por 7 km, se esse trajeto fosse por caminhões haveria a necessidade em média 12 caminhões de 30 m³ por hora, ou seja, um caminhão a cada 5 minutos, com o emprego de 12 motoristas, 12 seguros de carga, possibilidades de avarias superiores ao duto, preocupação com o retorno da viagem para equacionar aos custos e processos administrativos. O que difere o modal dutoviário do modal rodoviário (mais utilizado no país de acordo com a matriz de transporte) é confiabilidade das transações por não terem interrupções meteorológicas (chuva, calor, neve, etc.), longos trajetos em terrenos áridos ou de baixas temperaturas, bem como não enfrentar problemas como, estradas em mau condicionamento, que são um grande problema do país na atualidade, o índice de perda do produto é menor em relação dos demais modais, reduzindo o custo variável de transporte (custo variável). Fatores como vias lotadas, pedágios, acidentes, não são barreiras no sistema de dutos, principalmente pela natureza das cargas, que se feitas em grandes proporções pelo sistema rodoviário trazem como agravante para a malha de vias brasileiras o perigo de acidentes com cargas perigosas, como GLP e etileno. Com a utilização do sistema de dutos, há a redução do número de caminhões pelo território brasileiro, resíduos sólidos (pneus, óleo, peças de reposição, lubrificantes, etc.), redução das emissões de gases poluentes na atmosfera, (colaborando para a redução do efeito estufa e doenças respiratórias), o duto faz jus ao modal que exerce menor potencial de impacto ambiental, na fase de implantação e na fase de operação, possui a tecnologia a favor, tem elevado grau de automação na movimentação de produtos, portanto, não há desvio de mercadorias. A pontualidade dos dutos é maior na entrega do produto causando uma menor variação da mesma. 16

18 A movimentação é bastante lenta, mas há a compensação dos 85% da taxa de utilização que equipara o transporte por dutos com os demais modais, inclusive com o rodoviário. Por ser um produto líquido a ser movimentado nos dutos, seu percentual de danos não é semelhante aos produtos manufaturados, apresentando assim perdas muito inferiores, além de não haver a necessidade de usar embalagens de transporte e viagens de retorno. Até mesmo a parte comprometida, ao qual se dá o nome de interface, é reaproveitada. A interface do produto é a parte comprometida onde existe o contato entre um produto e outro dentro da tubulação, esse contato só poderá ser feito com produtos da mesma natureza, ou seja, produtos claros (gasolina, diesel, nafta, etc.) e produtos escuros (petróleo e óleo combustível). A interface é direcionada ao tanque de alívio, uma vez no tanque o produto não tem especificação é uma mistura de diversas densidades diferentes, essa mistura é direcionada a um duto de petróleo retornando assim a refinaria para o reprocessamento e reutilização. Novas tecnologias estão com projeto de implantação como os detectores de áticos de interface que identificam a diferença de densidade do produto com maior precisão e captam a interface no momento exato de passagem. A capacidade de armazenagem dos dutos é superior, pois, pode ser feita em tanques de armazenamento e na própria malha dutoviária. Esse processo recebe o nome de inventário morto, espécie de armazenagem contida no duto, muitas das taxas de armazenagem não vão para o duto, portanto, o correto a se dizer não é taxa de armazenagem e sim taxa de utilização do duto, esta taxa é cobrada por dia, processo Ship or pay (ou transporta ou paga) o m³ bombeado varia, para cada m³ que entrega paga (no rodoviário seria o km rodado). A malha dutoviária não é assegurada e sim as estações, terminais, refinarias e etc. A distinção da proporção em termos de volume é demonstrada no seguinte exemplo: a vazão média de gás liquefeito de petróleo (GLP) em bombeio recebido por dutos de uma companhia de distribuição da Petrobrás presente em 23 estados e que abastece 35 milhões de consumidores residenciais é de 150 toneladas por hora ou toneladas por dia, se esta quantidade fosse transportada por caminhões equivaleria a 144 caminhões em circulação por hora. 3.7 IMPORTÂNCIA DO MODAL DUTOVIÁRIO O modal dutoviário tem influência direta no dia a dia, muitas pessoas não dão a devida atenção à água que sai das torneiras para atender as necessidades básicas para uma vida normal como: cozinhar, tomar banho, lavar roupa e outras mais, ou, por exemplo, a empregabilidade que existe em uma rede de saneamento voltada a proteção à saúde das pessoas, que é possível, através de uma estruturação organizada das dutovias de saneamento, a partir do tratamento da água e coleta de esgotos. As pessoas vivem em uma versão automática na atualidade, não notam o que há por trás dos processos que disponibilizam essa água, o quão complexo pode ser o processamento de saneamento, a condução, o controle em caso de avarias, acidentes, falhas estruturais, mecânicas, a influência de fatores externos a essas estruturas, processos administrativos voltados ao cumprimento de requisitos previstos em normas, leis, preocupação com a agressão ao meio ambiente. É o modal dutoviário que proporciona tudo isso, através dele é possível manter o ciclo das águas em sinergia com tratamento da mesma. Problemas como falta de água em regiões populosas, megalópoles como São Paulo retratam a importância do modal, a complexidade e necessidade da existência deste transporte. A importância do modal pode 17

19 ser destacada em diferentes áreas e níveis, não só na distribuição de água que tem amplitude universal, pode-se citar a sua empregabilidade em usinas sucroalcooleiras, empresas de cerveja e afins, empresas do ramo de produtos in natura (sucos naturais), gás encanado e empresas petrolíferas. O transporte dutoviário está sob o controle da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), de grande importância, o sistema dutoviário, é uma das maiores economias em transportes de grandes volumes. O gasoduto Brasil-Bolívia é um dos maiores do mundo em extensão com aproximadamente 3200 km. O Modal dutoviário é utilizado pela Empresa Alfa por causa da natureza do produto ser líquida e pela viabilidade em aderir a este modal. As operações realizadas com o modal dutoviário são de alta confiabilidade, pois não oferece o risco de paralização por alternância climática ou atmosférica, diurnas ou noturnas. Seu fluxo constante pelas tubulações que em geral são enterradas no solo torna o transporte por dutos praticamente sem riscos. Esta modalidade de transporte vem se revelando como uma das formas mais econômicas de transporte para grandes volumes principalmente de petróleo e derivados, gás natural e álcool (etanol), especialmente quando comparados com os modais rodoviário e ferroviário. Por apresentar características ímpares, como alto nível segurança, transportabilidade constante, baixo custo operacional, as dutovias possibilitam o transporte de vários produtos. A empresa Alfa é uma das maiores empresas do segmento de combustíveis fósseis do mundo, exerce influencia direta na economia do país, tanto interna como externamente, gerando uma infinidade de empregos nacionais e internacionais, contribuindo para o desenvolvimento tecnológico, financeiro e educacional através de parcerias com Governo Federal. 18 CONCLUSÃO A economia mundial tem observado um grande intercâmbio de produtos, pessoas e informações entre os países, com um número cada vez maior de participantes e de exigências, quanto à rapidez e a qualidade, entre outros fatores, isso levou a uma maior competição nos mercados nacionais e internacionais. Com isso, as empresas almejam ser cada vez mais competitivas e por isso, a busca por eficiência é a constante, seja nos processos produtivos ou na distribuição e armazenagem dos produtos. Quando as empresas relacionam com a qualidade e o tempo, variáveis muito importantes para a competitividade de uma empresa e de um país, faz com que o transporte, necessite ter uma infraestrutura adequada, pois passa a ser uma área de extrema importância para o sucesso empresarial. O transporte por dutos apresenta características particulares. O custo fixo de construção de malhas dutoviárias são altos, já que os direitos de acesso, construção, autorização para controle de estações e capacidade de bombeamento são limitados a poucas empresas. O sistema exige também elevados gastos com sistemas de bombeamentos e terminais de captação. Além disso, é necessária a contratação de mãode-obra especializada na construção desse tipo de infraestrutura, assim como um grande volume de equipamentos específicos. A quantidade de mão-de-obra necessária para a operação do modal é inferior à dos demais, assim como a periodicidade de gastos com manutenção, rebaixando os custos operacionais. O nível de risco do transporte dutoviário também é mais baixo que o de outros meios de transporte. Por ter um elemento de transporte fixo (o que se desloca é apenas a carga), o risco de acidentes, perdas e de roubos é bem reduzido, o que significa

20 uma economia com gastos de seguro. Aliada à independência do modal a intempéries climáticas e alternâncias de turno, o transporte por essa via é de alta confiabilidade. Do ponto de vista ambiental, são vários os benefícios. O transporte por dutos reduz o impacto ambiental de obras de infraestrutura de transporte, como o desmatamento de grandes áreas e em ecossistemas aquáticos. A emissão de poluentes atmosféricos é inferior, em especial para áreas urbanas. Para o transporte de cargas perigosas, como hidrocarbonetos, o risco de acidentes ambientais também é atenuado. A velocidade constante de transporte é um ponto muito importante para esse tipo de transporte, pois gera confiabilidade em sempre estar entregando o produto para seu consumidor final. Uma das funções mais interessantes de uma dutovia é que uma vez implantada, seu baixo custo de manutenção supre as despesas que foram geradas para sua construção, sem contar que o nível de desperdício para movimentação do produto em seus dutos é quase nulo, fazendo com que a empresa Alfa prefira esse tipo de transporte. Com a realização da pesquisa percebe-se que a empresa Alfa utiliza o transporte dutoviário, pois, percebe-se que é de extrema importância para o escoamento e transporte da produção de petróleo, atingindo assim o objetivo do trabalho. O conhecimento científico e teórico agregado com a prática mostra que a logística é realmente uma peça fundamental no segmento de petróleo, já que a condução de petróleo e de todos os seus derivados é feita através de dutos e encarada como uma fonte de vantagens para a competitividade empresarial, onde o transporte é uma das atividades vitais na cadeira logística. A competitividade oferecida pelo transporte de dutos para produtos como o petróleo é a disponibilização a curto prazo para os consumidores, mantendo a qualidade exigida pelo mesmo. A agilidade na entrega permite que a qualidade dos produtos seja mantida até chegar ao destino final. Contudo, o conhecimento não termina por aqui, este trabalho pode servir como base para demais pesquisas. Com isso, para pesquisa posterior sugere-se realizar uma pesquisa comparativa entre o transporte por dutos, com outro modal de transporte, como por exemplo, o ferroviário. Sugere-se também, que seja feita uma pesquisa avaliando a viabilidade de transportar por dutos, outros tipos de produtos que não estejam ligados ao petróleo e seus derivados. 19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANP, Agencia Nacional do Petróleo, gás natural e biocombustíveis, Disponível em <http://www.anp.gov.br/brasil-rounds/round2/pdocs/pinfra/pduto.htm> Acesso em: 29 nov BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos/logística empresarial. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, Logística empresarial: transporte, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, BANASQUALIDADE. Portal Eletrônico Banas Qualidade, Disponivel em: < Acesso em: 27 ago BOWERSOX, D; CLOSS, D; COOPER, M. Gestão da cadeia de suprimentos e logística. Rio de Janeiro: Elsevier, CHRISTOPHER, M. Logistica e gerenciamento da cadeia de suprimentos: 2 ed. São Paulo, Cengage Learning, DIAS, M. A. P. Administração de materiais: uma abordagem logística. São Paulo: Atlas, ENGENHARIA COMPARTILHADA, Portal Eletrônico Engenharia Compartilhada, Disponível em: <http://www.engenhariacompartilhada.com.br/secoes.aspx?capitulo=36054> Acesso em: 15 out GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas, LAMBERT, D.M. Administração estratégica da logística. São Paulo: Brasilgraphics, 1998.

LOGÍSTICA. O Sistema de Transporte

LOGÍSTICA. O Sistema de Transporte LOGÍSTICA O Sistema de Transporte O TRANSPORTE 1. Representa o elemento mais importante do custo logístico; MODALIDADE (UM MEIO DE TRANSPORTE) MULTIMODALIDADE (UTILIZAÇÃO INTEGRADA DE MODAIS) Tipos de

Leia mais

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Profª Caroline Pauletto Spanhol Cadeia de Abastecimento Conceitos e Definições Elementos Principais Entendendo a Cadeia de Abastecimento Integrada Importância

Leia mais

SISTEMAS DE TRANSPORTES

SISTEMAS DE TRANSPORTES ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS, PRODUÇÃO E LOGÍSTICA SISTEMAS DE TRANSPORTES TRANSPORTES Transportes, para a maioria das firmas, é a atividade logística mais importante, simplesmente porque ela absorve, em

Leia mais

Contribuição do custo logístico na formação de preço de venda dos produtos. Prof. Paulo Medeiros

Contribuição do custo logístico na formação de preço de venda dos produtos. Prof. Paulo Medeiros Contribuição do custo logístico na formação de preço de venda dos produtos Prof. Paulo Medeiros Medindo os custos e desempenho da logística Uma vez que o gerenciamento logístico é um conceito orientado

Leia mais

DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA.

DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA. DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA. Caro participante, Agradecemos a sua presença no III Megacity Logistics Workshop. Você é parte importante para o aprimoramento

Leia mais

Armazenagem, Controle e Distribuição. Aula 6. Contextualização. Modais de Transporte. Instrumentalização. Modais de Transporte

Armazenagem, Controle e Distribuição. Aula 6. Contextualização. Modais de Transporte. Instrumentalização. Modais de Transporte Armazenagem, Controle e Distribuição Aula 6 Contextualização Prof. Walmar Rodrigues da Silva Modais de Transporte Característica Comparações Utilização Instrumentalização Multimodalidade e intermodalidade

Leia mais

PLATAFORMA LOGÍSTICA Instrumento Importante para maior eficiência logística dos Portos Brasileiros O Caso do Porto de Santos

PLATAFORMA LOGÍSTICA Instrumento Importante para maior eficiência logística dos Portos Brasileiros O Caso do Porto de Santos PLATAFORMA LOGÍSTICA Instrumento Importante para maior eficiência logística dos Portos Brasileiros O Caso do Porto de Santos José Newton Barbosa Gama Assessor Especial Dezembro de 2011 SUMÁRIO Problemática

Leia mais

3. O Sistema Petrobras

3. O Sistema Petrobras 3. O Sistema Petrobras O Sistema Petrobras possui 56 bases de distribuição por todo o país, que são responsáveis por fornecer produtos para as distribuidoras, para que estas possam entregá-los no mercado.

Leia mais

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva Unidade IV GERENCIAMENTO DE TRANSPORTE Prof. Altair da Silva Transporte em area urbana Perceba o volume de caminhões que circulam nas áreas urbanas em nosso país. Quais são os resultados para as empresas

Leia mais

Unidade: Modais de Transporte sob o foco da Logística Internacional e do Comércio Exterior. Revisor Textual: Profa. Esp.

Unidade: Modais de Transporte sob o foco da Logística Internacional e do Comércio Exterior. Revisor Textual: Profa. Esp. Unidade: Modais de Transporte sob o foco da Logística Internacional e do Comércio Exterior Revisor Textual: Profa. Esp. Márcia Ota Papel dos Transportes Modais de Transporte sob o foco da Logística Internacional

Leia mais

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

Fundamentos do Transporte

Fundamentos do Transporte Prof.: Deibson Agnel Livro: Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos/Logística Empresarial Autor: Ronald Ballou Cap. 06 1 A importância de um sistema de transporte eficaz A movimentação de cargas absorve

Leia mais

Logística Empresarial Integrada

Logística Empresarial Integrada Logística Empresarial Integrada Profº José Carlos de Sousa Lima Amazenagem, Localização Física, Distribuição e Transporte Objetivo Discutir a armazenagem, localização física, gestão da distribuição e transporte

Leia mais

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi e Sistema Integrado Objetivos do Tema Apresentar: Uma visão da logística e seu desenvolvimento com o marketing. A participação da logística como elemento agregador

Leia mais

TMS e Roteirizadores. Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com

TMS e Roteirizadores. Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com TMS e Roteirizadores Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com Definição TMS (Transportation Management System) é um produto para melhoria da qualidade e produtividade de todo o processo de distribuição. Este

Leia mais

PLATAFORMAS MARÍTIMAS. Aula 13. Logística de transferência de petróleo

PLATAFORMAS MARÍTIMAS. Aula 13. Logística de transferência de petróleo PLATAFORMAS MARÍTIMAS Aula 13 Logística de transferência de petróleo INTRODUÇÃO Logística Colocar-se o produto certo, no local correto, no momento adequado e ao menor preço possível, desde as fontes de

Leia mais

IMPORTÂNCIA DOS TRANSPORTES

IMPORTÂNCIA DOS TRANSPORTES OS TRANSPORTES IMPORTÂNCIA DOS TRANSPORTES Contribui para a correcção das assimetrias espaciais e ordenamento do território; rio; Permite uma maior equidade territorial no acesso, aos equipamentos não

Leia mais

Distribuição e transporte

Distribuição e transporte Distribuição e transporte Gestão da distribuição Prof. Marco Arbex Introdução Toda produção visa a um ponto final, que é entregar os seus produtos ao consumidor; Se o produto não está disponível na prateleira,

Leia mais

A importância estratégica da Logística na Siderurgia Brasileira

A importância estratégica da Logística na Siderurgia Brasileira A importância estratégica da Logística na Siderurgia Brasileira CARLOS JR. GERENTE DE PLANEJAMENTO INTEGRADO Jun/2013 Jorge Carlos Dória Jr. Votorantim Siderurgia Votorantim Siderurgia O Grupo Votorantim

Leia mais

A LOGÍSTICA ATUAL DE TRANSPORTE DAS DISTRIBUIDORAS E A INFRA-ESTRUTURA PARA A EXPORTAÇÃO DE ÁLCOOL

A LOGÍSTICA ATUAL DE TRANSPORTE DAS DISTRIBUIDORAS E A INFRA-ESTRUTURA PARA A EXPORTAÇÃO DE ÁLCOOL A LOGÍSTICA ATUAL DE TRANSPORTE DAS DISTRIBUIDORAS E A INFRA-ESTRUTURA PARA A EXPORTAÇÃO DE ÁLCOOL Fernando Cunha Diretor de Operações e Logística Petrobras Distribuidora Agosto de 2003 INTRODUÇÃO A BR

Leia mais

São Paulo: múltiplas oportunidades que impulsionam seus negócios

São Paulo: múltiplas oportunidades que impulsionam seus negócios São Paulo: múltiplas oportunidades que impulsionam seus negócios A importância da economia paulista transcende as fronteiras brasileiras. O Estado é uma das regiões mais desenvolvidas de toda a América

Leia mais

Navegação de Cabotagem no Brasil. João Guilherme Araujo. Novembro/2013

Navegação de Cabotagem no Brasil. João Guilherme Araujo. Novembro/2013 Navegação de Cabotagem no Brasil João Guilherme Araujo Novembro/2013 Agenda Porque falar de Cabotagem? Cabotagem no Brasil Pontos Favoráveis e Desfavoráveis Números da Cabotagem no Brasil Cabotagem de

Leia mais

Recursos Energéticos e Meio Ambiente. Professor Sandro Donnini Mancini. 10 - Gás Natural. Sorocaba, Abril de 2015.

Recursos Energéticos e Meio Ambiente. Professor Sandro Donnini Mancini. 10 - Gás Natural. Sorocaba, Abril de 2015. Campus Experimental de Sorocaba Recursos Energéticos e Meio Ambiente Professor Sandro Donnini Mancini 10 - Gás Natural Sorocaba, Abril de 2015. Terminologia Líquidos de Gás Natural LGN - Hidrocarbonetos

Leia mais

Professora Danielle Valente Duarte

Professora Danielle Valente Duarte Professora Danielle Valente Duarte TRANSPORTE significa o movimento do produto de um local a outro, partindo do início da cadeia de suprimentos chegando até o cliente Chopra e Meindl, 2006 O Transporte

Leia mais

Copersucar completa 50 anos de liderança em açúcar e etanol com planos para aumentar ainda mais sua atuação global

Copersucar completa 50 anos de liderança em açúcar e etanol com planos para aumentar ainda mais sua atuação global Copersucar completa 50 anos de liderança em açúcar e etanol com planos para aumentar ainda mais sua atuação global Exportações de açúcar da empresa devem aumentar 86% na safra 2009/2010 A Copersucar completa

Leia mais

As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm

As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm ESTUDO DA CNT APONTA QUE INFRAESTRUTURA RUIM AUMENTA CUSTO DO TRANSPORTE DE SOJA E MILHO As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm impacto significativo na movimentação

Leia mais

Custeio do Transporte Aquaviário - Ferroviário - Aéreo - Dutoviário de Cargas

Custeio do Transporte Aquaviário - Ferroviário - Aéreo - Dutoviário de Cargas Custeio do Transporte Aquaviário - Ferroviário - Aéreo - Dutoviário de Cargas SUMÁRIO 1. Link Aula Anterior; 2. Conceitos Gerais de Custos de Transporte; 3. Decisões que afetam os custos; 4. Fatores que

Leia mais

Isaias Quaresma Masetti. Gerente Geral de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica masetti@petrobras.com.br

Isaias Quaresma Masetti. Gerente Geral de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica masetti@petrobras.com.br Inovação Tecnológica Frente aos Desafios da Indústria Naval Brasileira Isaias Quaresma Masetti Gerente Geral de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica masetti@petrobras.com.br ... O maior obstáculo à indústria

Leia mais

Syndarma e ANP discutem o uso do biodiesel nos motores marítimos

Syndarma e ANP discutem o uso do biodiesel nos motores marítimos Syndarma e ANP discutem o uso do biodiesel nos motores marítimos O Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima - Syndarma, como representante de uma significativa parcela das empresas de navegação

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM TRANSPORTES

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM TRANSPORTES DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM TRANSPORTES Sistema de Tranporte Sob qualquer ponto de vista econômico, político e militar o transporte é,, inquestionavelmente, a indústria mais importante no mundo. Congresso

Leia mais

. CONSUMO DE ÓLEO DIESEL

. CONSUMO DE ÓLEO DIESEL TRANSPORTES Os transportes têm como finalidade o deslocamento e a circulação de mercadorias e de pessoas de um lugar para outro. Nos países subdesenvolvidos, cuja economia sempre foi dependente dos mercados

Leia mais

Tinta à Granel Categoria - Logística, produção e S.S.M.A.

Tinta à Granel Categoria - Logística, produção e S.S.M.A. Tinta à Granel Categoria - Logística, produção e S.S.M.A. Ultragaz Anderson Umetsu Flavio Pastorello Gustavo Ribeiro Romão José Jailson Santos Judith Hidemi Yoshioca Marcio Carrara Marco Molina Marcos

Leia mais

Curso Superior de tecnologia em Logística

Curso Superior de tecnologia em Logística Curso Superior de tecnologia em Logística Prof. Rodolpho W. Ruiz Tema: Arranjos Operacionais Logísticos e Tipos de Modais Agenda da tele-aula Instalações Locais ou Centralizadas. Cross-Docking. Sistemas

Leia mais

Tubos OmegaBond Tecnologia Avançada

Tubos OmegaBond Tecnologia Avançada Aumento de produtividade em plantas de uréia através aumento de capacidade e melhoria de confiabilidade quanto a resistência a corrosão COMO A NOVA TECNOLOGIA AJUDA OS FABRICANTES A AUMENTAR A LUCRATIVIDADE

Leia mais

Prof. Altair da Silva. Unidade III GERENCIAMENTO DE

Prof. Altair da Silva. Unidade III GERENCIAMENTO DE Prof. Altair da Silva Unidade III GERENCIAMENTO DE TRANSPORTE Transporte aéreo O transporte caracterizado por transporte através de aeronaves. Doméstico internamente; Internacional outros países; Início

Leia mais

Logística e Sustentabilidade. Valter Luís de Souza Diretor Presidente Tora Transportes Industriais Ltda

Logística e Sustentabilidade. Valter Luís de Souza Diretor Presidente Tora Transportes Industriais Ltda Logística e Sustentabilidade Valter Luís de Souza Diretor Presidente Tora Transportes Industriais Ltda Roteiro: Introdução; Situação atual; Iniciativas do Governo; As iniciativas da Tora voltadas a sustentabilidade;

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo III.1 GESTÃO DE TRANSPORTES 1.1. O desenvolvimento econômico e o transporte. 1.2. A geografia brasileira, a infraestrutura dos estados, municípios

Leia mais

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais

CADASTRO DE POSTOS DE SERVIÇOS

CADASTRO DE POSTOS DE SERVIÇOS CADASTRO DE POSTOS DE SERVIÇOS REQUERENTE SEÇÃO 1: DADOS DE IDENTIFICAÇÃO RAZÃO SOCIAL PRINCIPAL ATIVIDADE LOCAL DA ATIVIDADE BAIRRO CEP NOME DO REPRESENTANTE CARGO TEL. E RAMAL SEÇÃO 2: DADOS ADMINISTRATIVOS

Leia mais

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE *Envie o nome de seu grupo, dos integrantes e um telefone de contato junto com as respostas do questionário abaixo para o e-mail COMMUNICATIONS.SLA@SCANIA.COM*

Leia mais

Desafio Logístico 2013

Desafio Logístico 2013 1 Desafio Logístico 2013 Índice Introdução 3 A situação O desafio 5 5 Regras gerais 6 2 Introdução O desenvolvimento econômico do Brasil enfrenta inúmeros desafios sendo que um dos mais complexos está

Leia mais

Sumário. BAG TÊINER OXIGEN Dispositivo de prevenção para contêiner. BERMS OXIGEN Bacia de contenção para ações rápidas

Sumário. BAG TÊINER OXIGEN Dispositivo de prevenção para contêiner. BERMS OXIGEN Bacia de contenção para ações rápidas Sumário BCP OXIGEN Bacia de contenção de papelão 03 ECOTÊINER DE INTERIOR OXIGEN Dispositivo de prevenção de vazamentos para transporte em contêineres marítimos BAG TÊINER OXIGEN Dispositivo de prevenção

Leia mais

Acerca da Hi -Tech Steel

Acerca da Hi -Tech Steel build for Acerca da Hi -Tech Steel Somos uma empresa que trabalha com aço desenvolvido na Europa. Atendemos às mais altas exigências mecânicas do mercado especializado. O nosso produto é mais resistente

Leia mais

Aplicação do Software Proficy ifix como padrão de software supervisório nos 48 Terminais da TRANSPETRO existentes em todas as regiões do Brasil

Aplicação do Software Proficy ifix como padrão de software supervisório nos 48 Terminais da TRANSPETRO existentes em todas as regiões do Brasil Testes Definidos por Software Saber Eletrônica 436 Software para testes de próteses de válvulas cardíacas Saber Eletrônica 433 Softwares de Supervisão www.mecatronicaatual.com. br/secoes/leitura/786 AutoCad

Leia mais

CAPITULO 5 TRANSPORTE DUTOVIÁRIO. Introdução

CAPITULO 5 TRANSPORTE DUTOVIÁRIO. Introdução CAPITULO 5 TRANSPORTE DUTOVIÁRIO Introdução O transporte de carga é um importante alicerce da economia de um país e um setor determinante para as exportações, as quais causam importante impacto na produção

Leia mais

Arranjo Unidades Físico Típicas de Indústria. Unidades de Produção e Instalações Auxiliares

Arranjo Unidades Físico Típicas de Indústria. Unidades de Produção e Instalações Auxiliares O cina de Manutenção A localização deve obedecer os seguintes princípios: - Proximidade das unidades de maior concentração de equipamentos e das instalações sujeitas a manutenção mais freqüente; - Proximidade

Leia mais

TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS

Leia mais

Novo Marco Regulatório do Etanol Combustível no Brasil. Rita Capra Vieira Superintendência de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos - ANP

Novo Marco Regulatório do Etanol Combustível no Brasil. Rita Capra Vieira Superintendência de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos - ANP Novo Marco Regulatório do Etanol Combustível no Brasil Rita Capra Vieira Superintendência de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos - ANP Novembro de 2011 Evolução dos Biocombustíveis no Brasil 1973 Primeira

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção Curso de Engenharia de Produção Noções de Engenharia de Produção Logística: - II Guerra Mundial; - Por muito tempo as indústrias consideraram o setor de logística de forma reativa e não proativa (considera

Leia mais

EBDQUIM 2014. Abastecimento de Derivados e Biocombustíveis. Distribuição Missão e Valores. Aurélio Amaral Superintendência de Abastecimento

EBDQUIM 2014. Abastecimento de Derivados e Biocombustíveis. Distribuição Missão e Valores. Aurélio Amaral Superintendência de Abastecimento EBDQUIM 2014 Abastecimento de Derivados e Biocombustíveis Distribuição Missão e Valores Aurélio Amaral Superintendência de Abastecimento 19 de Março de 2014 Atividades da ANP Números do Setor de Petróleo

Leia mais

TEMA 4 VAPOR DE ÁGUA, NÚVENS, PRECIPITAÇÃO E O CICLO HIDROLÓGICO

TEMA 4 VAPOR DE ÁGUA, NÚVENS, PRECIPITAÇÃO E O CICLO HIDROLÓGICO TEMA 4 VAPOR DE ÁGUA, NÚVENS, PRECIPITAÇÃO E O CICLO HIDROLÓGICO 4.1 O Processo da Evaporação Para se entender como se processa a evaporação é interessante fazer um exercício mental, imaginando o processo

Leia mais

Create PDF with GO2PDF for free, if you wish to remove this line, click here to buy Virtual PDF Printer

Create PDF with GO2PDF for free, if you wish to remove this line, click here to buy Virtual PDF Printer A DIFERENÇA ENTRE GASOLINA E DIESEL HISTÓRICO Gasolina e diesel são produtos do refino de petróleo cru, achado no seu estado natural no subsolo em várias partes do mundo. Já o petróleo cru é um fluído

Leia mais

Como a ferrovia pode contribuir com as operações no Porto de Santos

Como a ferrovia pode contribuir com as operações no Porto de Santos Como a ferrovia pode contribuir com as operações no Porto de Santos Câmara de Comércio Brasil-Argentina Julho de 2015 Guilherme Alvisi Gerente Geral de Negócios Carga Geral GUILHERME ALVISI Gerente Geral

Leia mais

VÁLVULAS VÁLVULAS DE BLOQUEIO

VÁLVULAS VÁLVULAS DE BLOQUEIO VÁLVULAS VÁLVULAS DE BLOQUEIO Gaveta Esfera VÁLVULAS DE REGULAGEM Globo Agulha Borboleta Diafragma VÁLVULAS QUE PERMITEM O FLUXO EM UM SÓ SENTIDO Retenção VÁLVULAS CONTROLE PRESSÃO DE MONTANTE Segurança

Leia mais

Rexroth 4EE Rexroth para Eficiência Energética

Rexroth 4EE Rexroth para Eficiência Energética Rexroth 4EE Rexroth para Eficiência Energética Procurando reduzir gastos com energia? Por que não aumentar a produtividade ao mesmo tempo? Reduzir os custos operacionais usando a energia com eficiência

Leia mais

Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018

Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018 Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018 A Petrobras comunica que seu Conselho de Administração aprovou o Plano Estratégico Petrobras 2030 (PE 2030) e o Plano de Negócios

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO Thiago Tadeu Jadir

RELATÓRIO DE ESTÁGIO Thiago Tadeu Jadir INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL-AERONÁUTICA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Thiago Tadeu Jadir São José dos Campos, 10 de outubro de 2010 FOLHA DE APROVAÇÃO Relatório Final de Estágio

Leia mais

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD)

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD) UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD) TRABALHO DE BIOLOGIA GERAL RAQUEL ALVES DA SILVA CRUZ Rio de Janeiro, 15 de abril de 2008. TRABALHO DE BIOLOGIA GERAL TERMOELÉTRICAS

Leia mais

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO 1 LOGÍSTICA 1 Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO Versa o presente artigo sobre logística e suas aplicabilidades no mundo moderno. A logística foi criada para suprir necessidades durante a Segunda

Leia mais

XIII CONGRESSO DOS REVENDEDORES DE COMBUSTÍVEIS DE MINAS GERAIS. ANP - Regulação no setor de combustíveis

XIII CONGRESSO DOS REVENDEDORES DE COMBUSTÍVEIS DE MINAS GERAIS. ANP - Regulação no setor de combustíveis XIII CONGRESSO DOS REVENDEDORES DE COMBUSTÍVEIS DE MINAS GERAIS ANP - Regulação no setor de combustíveis Aurélio Amaral Superintendência de Abastecimento Abril de 2013 O que é a ANP A Agência Nacional

Leia mais

Medida Provisória 532/2011

Medida Provisória 532/2011 Ciclo de palestras e debates Agricultura em Debate Medida Provisória 532/2011 Manoel Polycarpo de Castro Neto Assessor da Diretoria da ANP Chefe da URF/DF Maio,2011 Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural

Leia mais

20 de dezembro de 2010. Perguntas e Respostas

20 de dezembro de 2010. Perguntas e Respostas Perguntas e Respostas Índice 1. Qual é a participação de mercado da ALL no mercado de contêineres? Quantos contêineres ela transporta por ano?... 4 2. Transportar por ferrovia não é mais barato do que

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva

Unidade II GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva Unidade II GERENCIAMENTO DE TRANSPORTES Prof. Altair da Silva Formas e modais de transportes As formas como nossos produtos são distribuídos em nosso país, depende de vários fatores. Em um país como o

Leia mais

SENSOR STK 817 SENSOR DE VAZAMENTO DE GÁS STK 817. www.samtek.com.br SAMTEK

SENSOR STK 817 SENSOR DE VAZAMENTO DE GÁS STK 817. www.samtek.com.br SAMTEK SENSOR DE VAZAMENTO DE GÁS STK 817 www.samtek.com.br Agradecemos a sua preferência por nossos produtos. Nossos produtos possuem vários certificados nacionais e internacionais sendo projetados de modo a

Leia mais

JOSÉ LEOMAR FERNANDES JR. Universidade de São Paulo

JOSÉ LEOMAR FERNANDES JR. Universidade de São Paulo JOSÉ LEOMAR FERNANDES JR. Universidade de São Paulo Custos Sociais e Indiretos: MND versus Abertura de Valas Pesquisas na Escola de Engenharia de São Carlos da USP Resultados de Pesquisas no Exterior Universidade

Leia mais

Sistemas de Transformação e Estratégia de produção

Sistemas de Transformação e Estratégia de produção Sistemas de Transformação e de produção A seleção do Processo de produção depende: -Tecnologia dos Processos de Transformaçã ção -Tecnologia dos meios auxiliares (dispositivos, ferramentas) -Tecnologia

Leia mais

Serviços Scania. Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar bem do seu Scania, em um só lugar.

Serviços Scania. Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar bem do seu Scania, em um só lugar. Serviços Scania Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar bem do seu Scania, em um só lugar. SERVIÇOS SCANIA Serviços Scania. Máxima disponibilidade do seu veículo para o melhor desempenho

Leia mais

de desenvolvimento de uma região ou país sem um sistema

de desenvolvimento de uma região ou país sem um sistema de desenvolvimento de uma região ou país sem um sistema O sistema de transporte é um elemento importante para o crescimento de cidades e de indústrias, para a geração de renda, de emprego e de estabilidade

Leia mais

Comentários sobre o. Plano Decenal de Expansão. de Energia (PDE 2008-2017)

Comentários sobre o. Plano Decenal de Expansão. de Energia (PDE 2008-2017) Comentários sobre o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2008-2017) PAULO CÉSAR RIBEIRO LIMA JANEIRO/2009 Paulo César Ribeiro Lima 2 Comentários sobre o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2008-2017)

Leia mais

SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046

SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 Prof. Eduardo Ratton Prof. Garrone Reck Prof a. Gilza Fernandes Blasi Prof. Jorge Tiago Bastos Prof a. Márcia de Andrade Pereira Prof. Wilson Kuster Versão 2015 TRANSPORTE

Leia mais

Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 5 a 8 de outubro, 2009 131 RESUMOS EXPANDIDOS...132

Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 5 a 8 de outubro, 2009 131 RESUMOS EXPANDIDOS...132 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 5 a 8 de outubro, 2009 131 RESUMOS EXPANDIDOS...132 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 5 a 8 de outubro, 2009 132

Leia mais

Definição do gás natural. Desenvolvimento do mercado de gás natural no Brasil. O uso do gás natural. Sobre a ANP. O uso do gás natural

Definição do gás natural. Desenvolvimento do mercado de gás natural no Brasil. O uso do gás natural. Sobre a ANP. O uso do gás natural Definição do gás natural. Desenvolvimento do mercado de gás natural no Brasil. O gás natural é uma mistura de hidrocarbonetos gasosos, dentre os quais se destacam o metano, o etano e o propano, resultantes

Leia mais

(VWXGRGH&DVR. ,QWURGXomR

(VWXGRGH&DVR. ,QWURGXomR (VWXGRGH&DVR,QWURGXomR O objetivo do estudo é determinar os custos para operação de movimentação interna de diversos tipos de contêineres utilizados para armazenamento e transporte de produtos químicos.

Leia mais

Unidade: Transporte Multimodal. Revisor Textual: Profa. Esp. Márcia Ota

Unidade: Transporte Multimodal. Revisor Textual: Profa. Esp. Márcia Ota Unidade: Transporte Multimodal Revisor Textual: Profa. Esp. Márcia Ota Transporte Multimodal O transporte multimodal se caracteriza pela utilização de mais de um modal de transporte entre a origem e o

Leia mais

Scania Serviços. Serviços Scania.

Scania Serviços. Serviços Scania. Serviços Scania Scania Serviços. Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar Tudo bem do o que seu o Scania, você precisa em um para só lugar. cuidar bem do seu Scania, em um só lugar. SERVIÇOS

Leia mais

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte.

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. GERENCIAMENTO DO TRANSPORTE Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. Trade-off CUSTO x NÍVEL DE SERVIÇO FORMAÇÃO DO PREÇO FINAL Para elaboração de uma estratégia

Leia mais

MERCADO BRASILEIRO DE ÓLEO LUBRIFICANTE POLÍTICA PÚBLICA APLICADA AO SETOR PRODUÇÃO - DISTRIBUIÇÃO & DESTINAÇÃO DO LUBRIFICANTE USADO OU CONTAMINADO

MERCADO BRASILEIRO DE ÓLEO LUBRIFICANTE POLÍTICA PÚBLICA APLICADA AO SETOR PRODUÇÃO - DISTRIBUIÇÃO & DESTINAÇÃO DO LUBRIFICANTE USADO OU CONTAMINADO MERCADO BRASILEIRO DE ÓLEO LUBRIFICANTE POLÍTICA PÚBLICA APLICADA AO SETOR PRODUÇÃO - DISTRIBUIÇÃO & DESTINAÇÃO DO LUBRIFICANTE USADO OU CONTAMINADO FORTALEZA 01-08-2013 1 LEI DO PETRÓLEO LEI Nº 9.478

Leia mais

Gestão de Transporte. Gestão do Transporte: Próprio ou Terceiros? Gestão de Transporte Avaliação das modalidades. Que fatores a serem considerados?

Gestão de Transporte. Gestão do Transporte: Próprio ou Terceiros? Gestão de Transporte Avaliação das modalidades. Que fatores a serem considerados? Gestão de Transporte Que fatores a serem considerados? A Atividade de Transporte: Sua Gestão Barco Trem Caminhão Peso Morto por T transportada 350 kg 800kg 700 kg Força de Tração 4.000 kg 500 kg 150 kg

Leia mais

Hidrovia Tapajós Teles Pires A hidrovia do agronegócio

Hidrovia Tapajós Teles Pires A hidrovia do agronegócio Hidrovia Tapajós Teles Pires A hidrovia do agronegócio Escoamentodaproduçãoagrícoladaregiãocentro-oeste VantagensComparativasdoTransporteHidroviário EstudodeCaso Agência Nacional de Transportes Aquaviários

Leia mais

AS REDES DE TRANSPORTE NO TERRITÓRIO PORTUGUÊS

AS REDES DE TRANSPORTE NO TERRITÓRIO PORTUGUÊS AS REDES DE TRANSPORTE NO TERRITÓRIO PORTUGUÊS A DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS REDES DE TRANSPORTE Rodoviária Ferroviária De Aeroportos De Portos De Energia Uma distribuição desigual Uma rede melhorada Segura

Leia mais

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DE UM POSTO REVENDEDOR DE COMBUSTÍVEIS (PRC) NA CIDADE DE NATAL/RN

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DE UM POSTO REVENDEDOR DE COMBUSTÍVEIS (PRC) NA CIDADE DE NATAL/RN DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DE UM POSTO REVENDEDOR DE COMBUSTÍVEIS (PRC) NA CIDADE DE NATAL/RN Cleciana Raylle Lopes Ferreira¹ ; Dayanne Costa da Silva²; Estefhany Marreiros de Lima³; Robson Garcia da Silva

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

COLÉGIO SALESIANO SÃO JOSÉ Geografia 9º Ano Prof.º Daniel Fonseca. Produção energética no Brasil: Etanol, Petróleo e Hidreletricidade

COLÉGIO SALESIANO SÃO JOSÉ Geografia 9º Ano Prof.º Daniel Fonseca. Produção energética no Brasil: Etanol, Petróleo e Hidreletricidade COLÉGIO SALESIANO SÃO JOSÉ Geografia 9º Ano Prof.º Daniel Fonseca Produção energética no Brasil: Etanol, Petróleo e Hidreletricidade Etanol A produção de álcool combustível como fonte de energia deve-se

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo Curso Técnico em Eletrotécnico. Cayo César Lopes Pisa Pinto. Usinas Termelétricas

Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo Curso Técnico em Eletrotécnico. Cayo César Lopes Pisa Pinto. Usinas Termelétricas Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo Curso Técnico em Eletrotécnico Cayo César Lopes Pisa Pinto Usinas Termelétricas Vitória 2008 Usinas Termelétricas Trabalho Apresentado à disciplina

Leia mais

O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas.

O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas. Logística e Distribuição Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Histórico O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas. A história mostra que

Leia mais

O Marketing no Setor de Transporte de Cargas: Serviços Intangíveis e Sustentabilidade

O Marketing no Setor de Transporte de Cargas: Serviços Intangíveis e Sustentabilidade Acadêmico Autor: Horácio Braga LALT - Laboratório de Aprendizagem em Logística e Transportes Faculdade de Engenharia Civil - UNICAMP O Marketing no Setor de Transporte de Cargas: Serviços Intangíveis e

Leia mais

REDES DE DISTRIBUIÇÃO

REDES DE DISTRIBUIÇÃO REDES DE DISTRIBUIÇÃO De uma maneira geral, as redes de distribuição são constituídas por: 1. Um conjunto de instalações que fazem a recepção, armazenagem e expedição de materiais; 2. Um conjunto de rotas

Leia mais

Prof. Esp. Romoaldo J S do Carmo E-mail: romoaldo.carmo@hotmail.com Prof.: Romoaldo J S do Carmo

Prof. Esp. Romoaldo J S do Carmo E-mail: romoaldo.carmo@hotmail.com Prof.: Romoaldo J S do Carmo Prof. Esp. Romoaldo J S do Carmo E-mail: romoaldo.carmo@hotmail.com Comércio Exterior UNIPAC Logística Internacional: Conceitos Estratégias Modais Transportes Tendências Logística Internacional CONCEITOS

Leia mais

Jornada de Trabalho: 44 horas semanais. Repouso remunerado por escala de revezamento

Jornada de Trabalho: 44 horas semanais. Repouso remunerado por escala de revezamento O Profissional Postos Combustíveis FRENTISTA Requisito de escolaridade para exercício da função: Mínimo: Ensino fundamental completo; Comum: Ensino médio em curso; Desejável: estudantes universitários.

Leia mais

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM.

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. Leonardo Silva Figueredo (UNAMA) leonardosfigueredo@hotmail.com

Leia mais

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi LOGÍSTICA 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA O conceito de Logística sempre envolve um fluxo de materiais de uma origem ou destino e, no outro sentido, um fluxo

Leia mais

Tipos de Energia. Gravitacional; Elétrica; Magnética; Nuclear.

Tipos de Energia. Gravitacional; Elétrica; Magnética; Nuclear. Fontes de Energia Tipos de Energia Gravitacional; Elétrica; Magnética; Nuclear. Fontes de Energia Primaria fontes que quando empregadas diretamente num trabalho ou geração de calor. Lenha, para produzir

Leia mais

Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas

Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas SUMÁRIO 1. Link Aula Anterior; 2. Gestão de Custos X Gastos; 3. Custo Direto, Indireto, Fixo e Variável; 4. Custo Marginal, Histórico, Orçado. 5. Etapas do Custeio;

Leia mais

POR QUE EMBARCAR COM A LOG-IN? Soluções logísticas que integram Brasil e MERCOSUL

POR QUE EMBARCAR COM A LOG-IN? Soluções logísticas que integram Brasil e MERCOSUL POR QUE EMBARCAR COM A LOG-IN? Soluções logísticas que integram Brasil e MERCOSUL SOBRE LOG-IN BENEFÍCIOS MONITORAMENTO 24HS DAS CARGAS Monitoramento de risco e informação de todas as viagens; INTERMODALIDADE

Leia mais

ENERGIA RENOVÁVEIS & EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

ENERGIA RENOVÁVEIS & EFICIÊNCIA ENERGÉTICA ENERGIA RENOVÁVEIS & EFICIÊNCIA ENERGÉTICA SUPERINTENDÊNCIA DE PROJETOS DE GERAÇÃO (SPG) CHESF 1 TEMAS ABORDADOS PERFIL DA CHESF MATRIZ ENERGÉTICA FONTES DE ENERGIA RENOVÁVEIS & NUCLEAR ASPECTOS ECONÔMICOS

Leia mais

Quem Somos. A FAST BRAZIL é uma empresa 100% brasileira, especializada em agenciamento de cargas e despacho aduaneiro.

Quem Somos. A FAST BRAZIL é uma empresa 100% brasileira, especializada em agenciamento de cargas e despacho aduaneiro. Quem Somos A FAST BRAZIL é uma empresa 100% brasileira, especializada em agenciamento de cargas e despacho aduaneiro. Contamos com profissionais altamente qualificados no comércio internacional e uma rede

Leia mais

14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA

14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA 14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA O calor gerado pela reação de combustão é muito usado industrialmente. Entre inúmeros empregos podemos citar três aplicações mais importantes e frequentes: = Geração

Leia mais

Linha Economia Verde

Linha Economia Verde Linha Economia Verde QUEM SOMOS Instituição Financeira do Estado de São Paulo, regulada pelo Banco Central, com inicio de atividades em Março/2009 Instrumento institucional de apoio àexecução de políticas

Leia mais

M a n u a l d o M e c â n i c o

M a n u a l d o M e c â n i c o M a n u a l d o M e c â n i c o folder2.indd 1 20/11/2009 14 12 35 Manual do Mecânico GNV GÁS NATURAL VEICULAR Entenda o GNV e saiba quais os cuidados necessários para a manutenção de veículos que utilizam

Leia mais