A ADEQUABILIDADE DAS PEDREIRAS PARA A INSTALAÇÃO DE ATERROS DE RESÍDUOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A ADEQUABILIDADE DAS PEDREIRAS PARA A INSTALAÇÃO DE ATERROS DE RESÍDUOS"

Transcrição

1 A ADEQUABILIDADE DAS PEDREIRAS PARA A INSTALAÇÃO DE ATERROS DE RESÍDUOS João M. L. Meira Geólogo INTRODUÇÃO A gestão adequada dos resíduos é, na actualidade, um dos grandes desafios das sociedades modernas em crescente desenvolvimento. De facto, os países tentam incrementar o desenvolvimento e o crescimento das suas economias, para uma melhoria do bem estar, à custa da exploração e do esgotamento dos recursos naturais ainda disponíveis, utilizando para isso novas tecnologias. Como principal contrapartida deste desen-volvimento, a quantidade de resíduos tende a aumentar de uma forma directa. Não é hoje concebível que as soluções outrora frequentes de colocar os resíduos de uma forma incontrolada a céu aberto, em lixeiras, nos cursos de água ou nos mares, causando desequilíbrios ecológicos graves nos ecossistemas, possam continuar a ser praticadas. Por outro lado, é também certo que os responsáveis pelos resíduos, pelo seu armazenamento, transporte e destino final são os próprios produtores ou detentores. GESTÃO DOS RESÍDUOS Actualmente, o Decreto-Lei n.º 239/97, de 9 de Setembro, é o diploma legal que, seguindo os princípios da Lei de Bases do Ambiente, Lei n.º 11/87, de 7 de Abril, estabelece as regras a respeitar na gestão dos resíduos. Uma correcta e bem planeada política de gestão dos resíduos contribui para a conservação dos recursos naturais, alguns destes escassos, e para a protecção da qualidade do ambiente, contribuindo igualmente, de uma forma eficaz, para o desenvolvimento sustentável. A melhor estratégia de gestão dos resíduos, a adoptar pela indústria, deverá passar pela conhecida política dos 3 R`s (Reduzir, Reutilizar, Reciclar), evitando assim a produção de enormes quantidades de resíduos. No entanto, alguns tipos de resíduos têm apenas como destino final a eliminação, a qual poderá passar por aterro. É sobre esta operação de gestão dos resíduos que o presente trabalho incide. CONCEPÇÃO DE UM ATERRO Um aterro é por definição, segundo o artigo 3.º u) do Decreto-Lei n.º 239/97, de 9 de Setembro, uma instalação de eliminação utilizada para a deposição controlada de resíduos acima ou abaixo do solo. A eliminação de resíduos por aterro é uma operação de gestão dos resíduos consagrada no n.º 2 do artigo 4.º do mesmo diploma. No entanto, o direito interno ainda carece de legislação específica para a concepção de um aterro. Esta legislação apenas existe a nível comunitário, traduzida pela Proposta de Directiva do Concelho 97/C 156/08, de 24 de Maio de 1997, relativa à reposição de resíduos em aterros. Este diploma que ainda não foi transposto para o direito interno, mas é actualmente utilizado pelo Instituto dos Resíduos, destina-se a prever medidas, processos e orientações que evitem ou reduzam, tanto quanto possível, V. 1

2 os efeitos negativos sobre o ambiente, em especial a poluição das águas de superfície, das águas subterrâneas, do solo e da atmosfera, bem como os riscos desses efeitos para a saúde humana, resultantes da deposição de resíduos em aterros. As medidas preventivas e conceptuais usadas neste capítulo referem-se a esta Directiva. Conforme o tipo de resíduos a depositar, cada aterro é classificado numa de três classes, a saber: aterro para resíduos perigosos, aterro para resíduos não perigosos e aterro para resíduos inertes. Os aterros devem ser concebidos por forma a obedecer às condições necessárias para evitar a poluição do solo, das águas subterrâneas, das águas superficiais ou da atmosfera e para proporcionar em tempo útil, uma recolha eficaz dos lixiviados. Para isto devem-se: - Controlar a infiltração das águas das precipitações na massa do aterro; - Evitar a infiltração de águas superficiais e/ou subterrâneas nos resíduos depositados; - Captar águas contaminadas e lixiviados para posterior tratamento segundo as normas exigidas para a sua descarga. A protecção do solo, das águas subterrâneas e das águas superficiais deve ser assegurada utilizando em combinação uma barreira geológica e uma geomembrana durante a fase activa de exploração e uma barreira geológica e uma geomembrana de cobertura durante a fase passiva de encerramento e manutenção do aterro. A barreira geológica é determinada pelas condições geológicas e hidrogeológicas inferiores e adjacentes ao local de implantação do aterro, devendo consistir numa camada mineral que satisfaça as condições de permeabilidade e espessura de modo a impedir qualquer potencial risco para o solo e águas subterrâneas e superficiais. Deverão observar-se as seguintes condições (em que K, e, m e s correspondem, respectivamente, a permeabilidade, espessura, metros e segundos): - Aterros para resíduos perigosos K <= 10-9 m/s; e >= 5 m - Aterros para resíduos não perigosos K <= 10-9 m/s; e >= 1 m - Aterros para resíduos inertes K <=10-7 m/s; e >= 1 m Além da barreira geológica, o aterro deverá ser provido de um sistema de impermeabilização, constituído por um forro de impermeabilização artificial e de um sistema de recolha de lixiviados, constituído por uma camada de drenagem de espessura superior a 0,5 metros, de modo a garantir que a acumulação de lixiviados no fundo do aterro se mantenha a um nível mínimo. Devem ser tomadas medidas adequadas para controlar a acumulação e dispersão dos gases de aterro. A sua captação, tratamento e utilização far-se-á de forma a reduzir ao mínimo os efeitos negativos ou a deteriorização do ambiente, bem como os perigos para a saúde humana. ESTUDO PRÉVIO DO SUBSTRATO A natureza dos terrenos sobre os quais se realiza o aterro constitui um factor que deve ser devidamente ponderado antes do início da deposição de resíduos. Os aspectos geológicos, hidrogeológicos e geotécnicos desempenham aqui um papel importante no sentido de se conhecerem V. 2

3 as características do terreno, por forma a garantir que o projecto, construção e operação do aterro se efectue com o máximo de economia e segurança. Os sistemas de impermeabilização e drenagem têm como principal finalidade evitar a contaminação dos solos, das águas subterrâneas e da atmosfera, bem como evitar a entrada de águas pluviais e águas subterrâneas, após uma eventual subida do nível freático, para a massa do aterro. Verifica-se que nenhum revestimento é absolutamente impermeável, uma vez que nenhum material conhecido, natural ou artificial, se pode considerar impermeável para sempre a todas as substâncias químicas. É inevitável, deste modo, a migração de alguma quantidade de lixiviados e contaminantes através da base do aterro. Torna-se pois, premente, avaliar quais as quantidades de contaminantes que se libertarão do aterro durante um certo período de tempo e qual o seu impacte no ambiente. Num aterro bem projectado as quantidades de contaminantes libertadas deverão ser muito reduzidas e os impactes ambientais a curto e a longo prazo deverão ser desprezáveis. Para isso, projecta-se um revestimento de forma a que este risco seja suficientemente baixo. De um modo geral, as formações geológicas podem agrupar-se em três classes principais (Crawford? Smith, 1985), de acordo com o grau de adequabilidade que apresentam: - Na classe I, englobam-se as formações geológicas de baixa permeabilidade (i. e. K < 10-9 m/s) tais como argilas, xistos argilosos e margas; - Na classe II englobam-se as formações geológicas semi-permeáveis (i. e. K está compreendido entre 10-9 e 10-6 m/s) como, por exemplo, os terrenos arenoargilosos ou areno-siltosos; - Na classe III englobam-se as formações de elevada permeabilidade (i. e. K > 10-6 m/s) tais como areias, seixos e rochas fracturadas. Torna-se evidente que o risco de uma eventual contaminação é maior no sentido da classe I para a classe III, dado que as formações da primeira classe funcionam, também, como sistema impermeabilizante. Assim, os sistemas de impermeabilização deverão observar um maior cuidado e, se possível, ser reforçados, em aterros a instalar em formações geológicas da classe III. COMPETÊNCIA PARA LICENCIAR A autorização para os projectos de execução de aterros compete ao Presidente do Instituto dos Resíduos, quando se trate de sistemas multimunicipais ou ao Director Regional do Ambiente, quando se trate de sistemas municipais, de acordo com a c) do n.º 2 ou a a) do n.º 3, respectivamente, do artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 239/97, de 9 de Setembro. Os projectos necessitam de ser acompanhados de parecer da Câmara Municipal competente, que ateste a compatibilidade da sua localização de acordo com o respectivo plano municipal de ordenamento do território, bem como de parecer favorável à localização, quanto à afectação de recursos hídricos, a emitir pela direcção regional do ambiente e dos recursos naturais competentes, de acordo com o artigo 11.º do mesmo diploma. V. 3

4 RECUPERAÇÃO PAISAGÍSTICA DE PEDREIRAS Com a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 89/90, de 16 de Março, compete aos industriais a recuperação paisagística de áreas intervencionadas pela exploração de massas minerais. Esta recuperação deverá passar pela construção de instalações adaptadas, o mais possível, à paisagem envolvente ou pela reconstituição dos terrenos para utilizações segundo as finalidades a que estavam adstritos antes do início da exploração. Como referido anteriormente, a concepção de um aterro ainda carece de suporte legal a nível interno. No entanto, a recuperação paisagística de pedreiras, através do aterro da cava com resíduos, é uma prática aplicada com alguma frequência, mas não como se desejaria. Na esmagadora maioria dos casos o aterro é feito com materiais rejeitados da exploração das massas minerais, reconstituindo-se os terrenos na medida do possível. Estes materiais são designados resíduos de extracção de minérios não metálicos, segundo a Portaria n.º 818/97, de 5 de Setembro, designada de Catálogo Europeu dos Resíduos. A utilização destes materiais para a recuperação de pedreiras, juntamente com resíduos externos, por intermédio de aterro de resíduos deverá ter uma maior dimensão no futuro, que se espera próximo. As vantagens daí decorrentes apresentam, sem dúvida, uma dimensão significativa, quer a nível ambiental, solucionando parte do problema dos resíduos a depositar em aterro, quer a nível paisagístico, contribuindo para a recuperação das pedreiras. Se, por um lado, o aterro com resíduos externos é uma das múltiplas soluções para a recuperação das pedreiras, por outro, a prática daí decorrente resolve um problema a nível global, com tendência a agravar-se, que é a acumulação dos resíduos em condições deploráveis para a saúde pública, por falta de locais para os acomodar de uma forma controlada. As pedreiras são, deste ponto de vista, locais ideais, pois a existência de uma cava a priori relega para segundo plano a necessidade de se pensar em intervencionar áreas virgens para a instalação de aterros para resíduos. Por outro lado, já que, ao abrigo da nossa lei, a recuperação paisagística é obrigatória, esta poderá passar pela deposição de resíduos, com materiais externos às pedreiras. A FALTA DE ESCLARECIMENTO DAS POPULAÇÕES Quando se pretende instalar uma infra- -estrutura como um aterro, é comum depararmo-nos com uma indignação popular, radical e surpreendentemente profunda. Tal reacção é suportada por ter havido no passado recente uma profunda desconfiança no papel fiscalizador do Estado e uma total indiferença das nossas indústrias relativamente a uma gestão adequada dos resíduos. A juntar a isto existe uma profunda falta de esclarecimento, junto das populações, sobre o que são na realidade estas infra-estruturas e o que contribuem para a resolução do problema dos resíduos. Um aterro não é um local onde se colocam resíduos ao acaso, mas antes uma infra- -estrutura para eliminação de resíduos de uma forma controlada, que a todos interessa, diminuindo ao máximo os riscos para o ambiente, ao contrário, da deposição directa, sem qualquer tratamento e de uma forma incontrolada, V. 4

5 em lixeiras, a céu aberto, ao longo das estradas, em cursos de água ou directamente para o mar. De notar que a percepção de risco das populações é racional, de um certo ponto de vista, embora inaceitável. Quando direccionamos as atenções para um determinado local para instalação de um aterro de resíduos, estamos a concentrar os riscos, por muito diminutos que estes sejam, levando a que as populações se sintam injustiçadas em relação ao resto do país. Esta posição é apenas parcialmente racional, dado que um contínuo adiamento e uma recusa constante das populações, levam a um aumento global do problema, mesmo para os indivíduos que vivem nas regiões que recusaram o aterro. CONCLUSÕES Dado que a produção de resíduos é inevitável nas sociedades modernas, a eliminação por aterro é uma operação de gestão que deve, no futuro, ser encarada para além da prevenção e valorização, de modo a que o problema dos resíduos não tome dimensões para lá do desejável. BIBLIOGRAFIA Crawford, J. F. e Smith, P. G. (1985) Landfill technology. Butterworths. Borough Green, Sevenoaks, Kent, TN 158 PH, England. Decreto-Lei n.º 89/90 Regulamento das pedreiras. Diário da República. 16 de Março de Lisboa. Decreto-Lei n.º 239/97 Regulamenta as regras a que fica sujeita a gestão dos resíduos. Diário da República. 9 de Setembro de Lisboa. Lei n.º 11/87 Lei de Bases do Ambiente - Define as bases da política de ambiente. Diário da República. 7 de Abril de Lisboa. Portaria n.º 818/97 Aprova a lista harmonizada que abrange todos os resíduos, designada por Catálogo Europeu dos Resíduos. Diário da República. 5 de Setembro de Lisboa. Proposta de Directiva do Conselho 97/C 156/08 Regulamenta as medidas, processos e orientações que evitem ou reduzam os efeitos negativos sobre o ambiente resultantes da deposição de resíduos em aterros. Jornal Oficial das Comunidades Europeias. 24 de Maio de Partindo do princípio que os aterros de resíduos são uma realidade dos nossos dias e que os locais disponíveis para instalação destas infra-estruturas são, de momento, reduzidos, a utilização de pedreiras deverá constituir uma alternativa para solucionar este problema que a todos diz respeito. Não se trata apenas de um problema dos nossos governantes, trata-se, isso sim, de um problema de consciencialização, em que todos devemos participar. V. 5

DECLARAÇÃO AMBIENTAL

DECLARAÇÃO AMBIENTAL C Â M A R A M U N I C I P A L D E S I N E S DECLARAÇÃO AMBIENTAL Atento ao parecer das entidades consultadas e às conclusões da Consulta Pública, relativos ao procedimento de Avaliação Ambiental Estratégica

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E ENERGIA. Diário da República, 1.ª série N.º 229 26 de novembro de 2014 5977

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E ENERGIA. Diário da República, 1.ª série N.º 229 26 de novembro de 2014 5977 Diário da República, 1.ª série N.º 229 26 de novembro de 2014 5977 c) Atualização dos planos a que se refere a alínea a): 130 ; d) Atualização dos planos a que se refere a alínea b): 1230. 2 As importâncias

Leia mais

4 DESCRIÇÃO DA ACTIVIDADE

4 DESCRIÇÃO DA ACTIVIDADE 4 DESCRIÇÃO DA ACTIVIDADE O presente capítulo fornece uma descrição detalhada do Projecto, actividades associadas e infra-estrutura de apoio. 4.1 JUSTIFICAÇÃO DO PROJECTO Em Moçambique o manuseio e a eliminação

Leia mais

Projecto de Lei nº 466/XI/2ª. Medidas destinadas à redução da utilização de sacos de plástico

Projecto de Lei nº 466/XI/2ª. Medidas destinadas à redução da utilização de sacos de plástico Projecto de Lei nº 466/XI/2ª Medidas destinadas à redução da utilização de sacos de plástico Exposição de motivos A problemática da gestão dos resíduos está hoje no centro de muitas opções essenciais de

Leia mais

DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL PROJECTO VARIANTE Á EN249-4 ENTRE O NÓ DA A5 (IC15) E A ABRUNHEIRA

DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL PROJECTO VARIANTE Á EN249-4 ENTRE O NÓ DA A5 (IC15) E A ABRUNHEIRA DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL PROJECTO VARIANTE Á EN249-4 ENTRE O NÓ DA A5 (IC15) E A ABRUNHEIRA (Estudo Prévio) I. Tendo por base o Parecer Final da Comissão de Avaliação (CA), as Conclusões da Consulta

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DE RESIDUOS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS PRODUZIDOS... 4 3. MODO OPERATIVO... 5 4. RESPONSABILIDADES...

PLANO DE GESTÃO DE RESIDUOS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS PRODUZIDOS... 4 3. MODO OPERATIVO... 5 4. RESPONSABILIDADES... PLANO DE GESTÃO DE RESIDUOS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS PRODUZIDOS... 4 3. MODO OPERATIVO... 5 3.1. FASE DE PLANEAMENTO (PRÉ-OBRA)...5 3.2. FASE DE CONSTRUÇÃO...5 3.2.1. Deposição

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 447/VIII A QUALIDADE DO AR NO INTERIOR DOS EDIFÍCIOS. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 447/VIII A QUALIDADE DO AR NO INTERIOR DOS EDIFÍCIOS. Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 447/VIII A QUALIDADE DO AR NO INTERIOR DOS EDIFÍCIOS Exposição de motivos A crise do petróleo no início dos anos setenta levou a uma maior tomada de consciência relativamente aos desperdícios

Leia mais

ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE LICENÇA DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DESCARGA DE ÁGUAS RESIDUAIS

ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE LICENÇA DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DESCARGA DE ÁGUAS RESIDUAIS ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE LICENÇA DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DESCARGA DE ÁGUAS RESIDUAIS I IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE Nome/Denominação social, identificação fiscal n.º, bilhete

Leia mais

A NOVA LEGISLAÇÃO PARA RESÍDUOS RESULTANTES DA ACTIVIDADE EXTRACTIVA

A NOVA LEGISLAÇÃO PARA RESÍDUOS RESULTANTES DA ACTIVIDADE EXTRACTIVA A NOVA LEGISLAÇÃO PARA RESÍDUOS RESULTANTES DA ACTIVIDADE EXTRACTIVA João M. L. Meira Geólogo Mário J. N. Bastos Engenheiro de Minas INTRODUÇÃO A exploração de minas e pedreiras, bem como a actividade

Leia mais

Disciplina: GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Professora: Viviane Japiassú Viana GERENCIAMENTO PARTE 4. Disposição final de resíduos sólidos

Disciplina: GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Professora: Viviane Japiassú Viana GERENCIAMENTO PARTE 4. Disposição final de resíduos sólidos GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOSS PARTE 4 Disposição final de resíduos sólidos Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Disposição final De acordo com a Resolução CONAMA 358/05, disposição final de

Leia mais

O ACOMPANHAMENTO TÉCNICO COMO CONTRIBUTO PARA A MELHORIA DO DESEMPENHO DA INDÚSTRIA EXTRACTIVA

O ACOMPANHAMENTO TÉCNICO COMO CONTRIBUTO PARA A MELHORIA DO DESEMPENHO DA INDÚSTRIA EXTRACTIVA O ACOMPANHAMENTO TÉCNICO COMO CONTRIBUTO PARA A MELHORIA DO DESEMPENHO DA INDÚSTRIA EXTRACTIVA Guerreiro, Humberto Eng. de Minas - Visa Consultores, S.A., Oeiras. 1. INTRODUÇÃO Na exploração de minas e

Leia mais

1. Introdução 2. 2. As funções da embalagem 2. 3. Classificação das embalagens 5. 4. Principais características dos materiais de embalagem 6

1. Introdução 2. 2. As funções da embalagem 2. 3. Classificação das embalagens 5. 4. Principais características dos materiais de embalagem 6 Capítulo I CONCEITOS GERAIS SOBRE EMBALAGEM 1. Introdução 2 2. As funções da embalagem 2 3. Classificação das embalagens 5 4. Principais características dos materiais de embalagem 6 5. O ambiente e a embalagem

Leia mais

DIPLOMA ÂMBITO DE APLICAÇÃO LEGISLAÇÃO TRANSPOSTA OBSERVAÇÕES IMPORTÂNCIA NO CONTEXTO DO PERH GESTÃO DE RESÍDUOS

DIPLOMA ÂMBITO DE APLICAÇÃO LEGISLAÇÃO TRANSPOSTA OBSERVAÇÕES IMPORTÂNCIA NO CONTEXTO DO PERH GESTÃO DE RESÍDUOS GESTÃO DE RESÍDUOS Portaria n.º 1127/2009, de 1 de Outubro [Republicada pela Portaria n.º 1324/2010, de 29 de Dezembro] Art.º 121.º da Lei n.º 64- A/2008, de 31 de Dezembro Aprova o Regulamento Relativo

Leia mais

VEÍCULOS EM FIM DE VIDA

VEÍCULOS EM FIM DE VIDA TEMA 7 VEÍCULOS EM FIM DE VIDA B. NÍVEL MAIS AVANÇADO De acordo com o Decreto-lei nº 196/2003, de 23 de Agosto, entende-se por veículo qualquer veículo classificado nas categorias M1 1 ou N1 2 definidas

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTACIONAMENTO DO MUNÍCIPIO DE VILA NOVA DE GAIA

REGULAMENTO DE ESTACIONAMENTO DO MUNÍCIPIO DE VILA NOVA DE GAIA REGULAMENTO DE ESTACIONAMENTO DO MUNÍCIPIO DE VILA NOVA DE GAIA 2 Preâmbulo Considerando que o progressivo aumento do parque automóvel e, consequentemente, da procura de estacionamento para satisfação

Leia mais

Pedro Rosário Divisão de Saúde Ambiental/Núcleo de Protecção Contra Radiações

Pedro Rosário Divisão de Saúde Ambiental/Núcleo de Protecção Contra Radiações Direcção-Geral da Saúde www.dgs.pt O papel da Direcção ão-geral da Saúde no âmbito das radiações não-ionizantes Ministério da Saúde Pedro Rosário Divisão de Saúde Ambiental/Núcleo de Protecção Contra Radiações

Leia mais

REGULAMENTO do Plano de Pormenor do Pólo (ou Parque) Logístico e Industrial de Arazede (PLIA)

REGULAMENTO do Plano de Pormenor do Pólo (ou Parque) Logístico e Industrial de Arazede (PLIA) REGULAMENTO do Plano de Pormenor do Pólo (ou Parque) Logístico e Industrial de Arazede (PLIA) CAPÍTULO l Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito territorial e regime 1. O Plano de Pormenor do Pólo (ou Parque)

Leia mais

Artigo. Condensações em Edifícios. Publicado na revista Arquitectura & Vida, nº 63, Set. 2005, pp. 71-74. Maio 2005 AC05103LIS/ENG

Artigo. Condensações em Edifícios. Publicado na revista Arquitectura & Vida, nº 63, Set. 2005, pp. 71-74. Maio 2005 AC05103LIS/ENG Artigo Publicado na revista Arquitectura & Vida, nº 63, Set. 2005, pp. 71-74 Maio 2005 AC05103LIS/ENG Condensações em Edifícios Luís Viegas Mendonça Condensações em Edifícios Luís Viegas Mendonça* Sumário

Leia mais

DECLARAÇÃO AMBIENTAL DA PROPOSTA DE ALTERAÇÃO PARCIAL AO PLANO DE PORMENOR DA GAFANHA DA BOA HORA/FLORESTA

DECLARAÇÃO AMBIENTAL DA PROPOSTA DE ALTERAÇÃO PARCIAL AO PLANO DE PORMENOR DA GAFANHA DA BOA HORA/FLORESTA DECLARAÇÃO AMBIENTAL DA PROPOSTA DE ALTERAÇÃO PARCIAL AO PLANO DE PORMENOR DA GAFANHA DA BOA HORA/FLORESTA Setembro de 2011 QUEROVENTO Serviços em Ambiente, Lda. AAE da Proposta de Alteração Parcial ao

Leia mais

PROJETO DE ALTERAÇÃO DA REDE ELÉTRICA E REPARAÇÕES DO CENTRO EMPRESARIAL DA MARINHA GRANDE EMBRA MARINHA GRANDE PLANO DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE

PROJETO DE ALTERAÇÃO DA REDE ELÉTRICA E REPARAÇÕES DO CENTRO EMPRESARIAL DA MARINHA GRANDE EMBRA MARINHA GRANDE PLANO DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE PROJETO DE ALTERAÇÃO DA REDE ELÉTRICA E REPARAÇÕES DO CENTRO EMPRESARIAL DA MARINHA GRANDE EMBRA MARINHA GRANDE PLANO DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE RESÍDUOS 1. INTRODUÇÃO O Decreto-Lei n.º 46/2008, de 12 de

Leia mais

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças, do Ambiente, do Ordenamento do

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças, do Ambiente, do Ordenamento do Diploma: Ministérios das Finanças e da Administração Pública, do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, da Economia e da Inovação, da Agricultura, do Desenvolvimento Rural

Leia mais

As áreas temáticas visadas na construção da síntese de diagnóstico apresentam-se no Quadro 2.77

As áreas temáticas visadas na construção da síntese de diagnóstico apresentam-se no Quadro 2.77 2.7 síntese de diagnóstico A síntese de diagnóstico perspectiva desenhar a realidade insular de Santa Maria materializada em indicadores-chave, permitindo estabelecer a situação de referência no que concerne

Leia mais

ASPECTOS SOBRE SISTEMAS DE DRENAGEM EM PEDREIRAS A CÉU ABERTO

ASPECTOS SOBRE SISTEMAS DE DRENAGEM EM PEDREIRAS A CÉU ABERTO ASPECTOS SOBRE SISTEMAS DE DRENAGEM EM PEDREIRAS A CÉU ABERTO Mário J. N. Bastos Engenheiro de Minas INTRODUÇÃO A drenagem de águas superficiais é uma das operações auxiliares mais importantes nas pedreiras

Leia mais

16.10 - DIVERSOS DICIONÁRIO DE RÚBRICAS E CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO

16.10 - DIVERSOS DICIONÁRIO DE RÚBRICAS E CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO 16.10 - DIVERSOS DICIONÁRIO DE RÚBRICAS E CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO Neste grupo inclui-se, o fornecimento dos meios e dos equipamentos explicitamente incluídos no contrato, e necessários ao apoio logístico

Leia mais

CONTRATO. a) Nos termos do nº 1 do artigo 4º, os operadores económicos são coresponsáveis pela gestão das pilhas e acumuladores usados;

CONTRATO. a) Nos termos do nº 1 do artigo 4º, os operadores económicos são coresponsáveis pela gestão das pilhas e acumuladores usados; CONTRATO Entre: a) Ecopilhas, Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores, Lda., sociedade comercial por quotas, com sede na Praça Nuno Rodrigues dos Santos, 7, 1600-171 Lisboa, pessoa colectiva

Leia mais

Resumo Não Técnico. Resumo Não Técnico. Resumo Não Técnico. Estudo de Impacte Ambiental, Pico d Água Parque

Resumo Não Técnico. Resumo Não Técnico. Resumo Não Técnico. Estudo de Impacte Ambiental, Pico d Água Parque 1. Introdução 1.1. Introdução O presente documento refere-se ao (RNT) do Estudo de Impacte Ambiental do projecto de Loteamento do Parque Empresarial Pico d Água Parque. O proponente da realização do presente

Leia mais

DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 65/97. EMISSOR : Ministério do Equipamento, do Planeamento e da Administração do Território

DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 65/97. EMISSOR : Ministério do Equipamento, do Planeamento e da Administração do Território DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 65/97 EMISSOR : Ministério do Equipamento, do Planeamento e da Administração do Território DATA : Segunda-feira, 31 de Março de 1997 NÚMERO : 75/97 SÉRIE I-A PÁGINAS DO DR

Leia mais

ESTUDO DE IMPACTE AMBIENTAL DO PROJECTO DE PEDREIRA DE COVÃO ALTO RESUMO NÃO TÉCNICO. Reformulado

ESTUDO DE IMPACTE AMBIENTAL DO PROJECTO DE PEDREIRA DE COVÃO ALTO RESUMO NÃO TÉCNICO. Reformulado Rua Carlos Belo de Morais 57, 2.º B 2790-231 Carnaxide ESTUDO DE IMPACTE AMBIENTAL DO PROJECTO DE PEDREIRA DE COVÃO ALTO RESUMO NÃO TÉCNICO Reformulado Rua 1.º de Maio, 17 Pé da Pedreira 2025 161 ALCANEDE

Leia mais

Informação a comunicar ao público sobre estabelecimento abrangido pelo regime de prevenção de acidentes graves que envolvem substâncias perigosas

Informação a comunicar ao público sobre estabelecimento abrangido pelo regime de prevenção de acidentes graves que envolvem substâncias perigosas Informação a comunicar ao público sobre estabelecimento abrangido pelo regime de prevenção de acidentes graves que envolvem substâncias perigosas Porquê ler este documento? Terminal da Trafaria OZ Energia

Leia mais

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 149 (Novembro/Dezembro de 2003) KÉRAMICA n.º 264 (Janeiro/Fevereiro de 2004)

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 149 (Novembro/Dezembro de 2003) KÉRAMICA n.º 264 (Janeiro/Fevereiro de 2004) TÍTULO: Atmosferas explosivas risco de explosão AUTORIA: Paula Mendes PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 149 (Novembro/Dezembro de 2003) KÉRAMICA n.º 264 (Janeiro/Fevereiro de 2004) INTRODUÇÃO A protecção contra

Leia mais

Estabelece medidas de incentivo à reciclagem de pneus usados

Estabelece medidas de incentivo à reciclagem de pneus usados Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI Nº /X Estabelece medidas de incentivo à reciclagem de pneus usados Exposição de motivos: O Decreto-Lei n.º 111/2001, de 6 de Abril, posteriormente alterado pelo Decreto-Lei

Leia mais

TAXAS MUNICIPAIS - TABELA DE TAXAS DE URBANISMO

TAXAS MUNICIPAIS - TABELA DE TAXAS DE URBANISMO TAXAS MUNICIPAIS - TABELA DE TAXAS DE URBANISMO Artigo 1.º Operação de loteamento a) - Apresentação do requerimento TAXA 113,53 b) Entrada do aditamento 40,54 c) Emissão do alvará 15,13 c.1) Acresce uma

Leia mais

832 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 25 30 de Janeiro de 2002 MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO

832 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 25 30 de Janeiro de 2002 MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO 832 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 25 30 de Janeiro de 2002 MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO Decreto-Lei n. o 20/2002 de 30 de Janeiro Os objectivos fundamentais de uma política

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º. Enquadramento - Concessão do Direito de Construção, Gestão e Exploração Comercial, em Regime de Serviço Público, da Plataforma Logística. Processo:

Leia mais

6AJD14_ES ESCOLA SECUNDÁRIA GONÇALVES ZARCO REPARAÇÃO DE ILUMINAÇÃO EXTERIOR. Peças do procedimento aprovadas por despacho de 8/04/2014 do DREP

6AJD14_ES ESCOLA SECUNDÁRIA GONÇALVES ZARCO REPARAÇÃO DE ILUMINAÇÃO EXTERIOR. Peças do procedimento aprovadas por despacho de 8/04/2014 do DREP 6AJD14_ES ESCOLA SECUNDÁRIA GONÇALVES ZARCO REPARAÇÃO DE ILUMINAÇÃO EXTERIOR Peças do procedimento aprovadas por despacho de 8/04/2014 do DREP ESCOLA SECUNDÁRIA GONÇALVES ZARCO REPARAÇÃO DE ILUMINAÇÃO

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DOS RECURSOS NATURAIS Direção Regional do Ambiente

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DOS RECURSOS NATURAIS Direção Regional do Ambiente 5ª ADENDA AO ALVARÁ DE LICENÇA DE FUNCIONAMENTO PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº 9/DRA/2008 Nos termos do Decreto-Lei nº 152/2002, de 23 de maio, a atribuiu o alvará nº 9/DRA/2008

Leia mais

Perguntas Frequentes Pneus Usados

Perguntas Frequentes Pneus Usados Perguntas Frequentes Pneus Usados 1. Qual a legislação em vigor em matéria de gestão de pneus usados? O Decreto-Lei n.º 111/2001, de 6 de Abril, estabelece os princípios e as normas aplicáveis à gestão

Leia mais

EIXO PRIORITÁRIO III PREVENÇÃO, GESTAO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS NATURAIS E TECNOLÓGICOS (RECUPERAÇÃO DO PASSIVO AMBIENTAL)

EIXO PRIORITÁRIO III PREVENÇÃO, GESTAO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS NATURAIS E TECNOLÓGICOS (RECUPERAÇÃO DO PASSIVO AMBIENTAL) AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EIXO PRIORITÁRIO III PREVENÇÃO, GESTAO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS NATURAIS E TECNOLÓGICOS (RECUPERAÇÃO DO PASSIVO AMBIENTAL) OOOOOOOOO 17 de Março de 2008 AVISO PARA

Leia mais

Regulamento de Venda de Lotes na Zona Industrial de Almodôvar. Regulamento

Regulamento de Venda de Lotes na Zona Industrial de Almodôvar. Regulamento Regulamento de Venda de Lotes na Zona Industrial de Almodôvar Regulamento junho de 2011 Regulamento de Venda de Lotes na Zona Industrial de Almodôvar Projeto aprovado por Deliberação da Câmara Municipal,

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 207/94 DE 6 DE AGOSTO

DECRETO-LEI Nº 207/94 DE 6 DE AGOSTO Decreto-Lei n.º 207/94, de 6 de Agosto Sumário: Aprova o regime de concepção, instalação e exploração dos sistemas públicos e prediais de distribuição de água e drenagem de águas residuais. Texto: Os problemas

Leia mais

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE PENICHE

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE PENICHE SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE PENICHE FERREL AMPLIAÇÃO E REMODELAÇÃO DA REDE DE ESGOTOS DOMÉSTICOS E PLUVIAIS LIGAÇÃO ÀS ÁGUAS DO OESTE 2ª FASE E REFORÇO DO ABASTECIMENTO

Leia mais

RESÍDUOS DA INDÚSTRIA EXTRATIVA O PROCESSO DE LICENCIAMENTO GESTÃO, PROJETO, CONSTRUÇÃO E ENCERRAMENTO DE INSTALAÇÕES DE RESÍDUOS MINEIROS SEMINÁRIO

RESÍDUOS DA INDÚSTRIA EXTRATIVA O PROCESSO DE LICENCIAMENTO GESTÃO, PROJETO, CONSTRUÇÃO E ENCERRAMENTO DE INSTALAÇÕES DE RESÍDUOS MINEIROS SEMINÁRIO GESTÃO, PROJETO, CONSTRUÇÃO E ENCERRAMENTO DE INSTALAÇÕES DE RESÍDUOS MINEIROS SEMINÁRIO RESÍDUOS DA INDÚSTRIA EXTRATIVA O PROCESSO DE LICENCIAMENTO Patrícia Falé patricia.fale@dgeg.pt ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO

Leia mais

Definição e classificação

Definição e classificação Definição A gestão de resíduos urbanos Qual o nosso papel? Definição e classificação «Resíduo» qualquer substância ou objecto de que o detentor se desfaz ou tem a intenção ou a obrigação de se desfazer,

Leia mais

PREVENÇÃO, GESTAO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS NATURAIS E TECNOLÓGICOS DOMÍNIO - RECUPERAÇÃO DO PASSIVO AMBIENTAL

PREVENÇÃO, GESTAO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS NATURAIS E TECNOLÓGICOS DOMÍNIO - RECUPERAÇÃO DO PASSIVO AMBIENTAL AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EIXO PRIORITÁRIO III PREVENÇÃO, GESTAO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS NATURAIS E TECNOLÓGICOS DOMÍNIO - RECUPERAÇÃO DO PASSIVO AMBIENTAL CÓDIGO DO AVISO: POVT-34-2010-39

Leia mais

Decreto Presidencial n.º 152/11, de 13 de Junho

Decreto Presidencial n.º 152/11, de 13 de Junho Decreto Presidencial n.º 152/11, de 13 de Junho Página 1 de 16 Considerando a importância histórica, paisagística, turística e a localização privilegiada do perímetro demarcado do Futungo de Belas, o Conselho

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Âmbito de aplicação do regulamento O presente regulamento estabelece as condições de acesso e as regras gerais de atribuição de co-financiamento comunitário do Fundo

Leia mais

Expansão do Parque Empresarial de Lanheses

Expansão do Parque Empresarial de Lanheses Expansão do Parque Empresarial de Lanheses Estudo de Impacte Ambiental Volume III Relatório elaborado para: GestinViana Edifício de Apoio à Doca de Recreio 4900 Viana do Castelo IMA 12.05-03/26 FEVEREIRO

Leia mais

Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações.

Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações. DESTINAÇÃO E DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações. INTRODUÇÃO SUSTENTABILIDADE,

Leia mais

Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo

Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo Dezembro 2007 Capítulo I Disposições gerais Artigo 1.º Âmbito e objecto 1. O presente regulamento visa definir as normas e

Leia mais

Observação do Comportamento Estrutural da Barragem de Beliche após a Realização de Obras de Reabilitação

Observação do Comportamento Estrutural da Barragem de Beliche após a Realização de Obras de Reabilitação Observação do Comportamento Estrutural da Barragem de Beliche após a Realização de Obras de Reabilitação Fernando Pardo de Santayana Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), Lisboa, Portugal RESUMO:

Leia mais

CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES

CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES 3D CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES Maria da Conceição da Costa Marques, Ph.D Doutora em Gestão, especialidade em Contabilidade

Leia mais

TEXTO INTEGRAL. Artigo 1.º (Objecto)

TEXTO INTEGRAL. Artigo 1.º (Objecto) DATA : Segunda-feira, 16 de Julho de 1990 NÚMERO : 162/90 SÉRIE I EMISSOR : Ministério da Indústria e Energia DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 232/90 SUMÁRIO: Estabelece os princípios a que deve obedecer

Leia mais

AVALIAÇÃO DA TAXA DE SUCESSO EM REABILITAÇÃO URBANA

AVALIAÇÃO DA TAXA DE SUCESSO EM REABILITAÇÃO URBANA Congresso Construção 2007-3.º Congresso Nacional 17 a 19 de Dezembro, Coimbra, Portugal Universidade de Coimbra AVALIAÇÃO DA TAXA DE SUCESSO EM REABILITAÇÃO URBANA Rui Calejo Rodrigues 1, Flora Silva 2

Leia mais

Boas práticas ambientais e melhores técnicas disponíveis na industria extractiva

Boas práticas ambientais e melhores técnicas disponíveis na industria extractiva centro tecnológico da cerâmica e do vidro coimbra portugal Boas práticas ambientais e melhores técnicas disponíveis na industria extractiva C. M. Porto Mós M s 24/02/2010 25022010 1 centro tecnológico

Leia mais

ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº00029/2013 (S03432-201303)

ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº00029/2013 (S03432-201303) 1 7 ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº00029/2013 (S03432-201303) Nos termos do artigo 33º. do Decreto-Lei n.º 178/2006, com a redação conferida pelo Decreto- Lei

Leia mais

ESTUDO DE GESTÃO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO

ESTUDO DE GESTÃO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO ÍNDICE 1.Antecedentes--------------------------------------------------------------------------------------3 1.1. Objecto do estudo... 3 1.2. Descrição da obra... 3 1.3. Autor do estudo... 4 2.Tipos de

Leia mais

Portaria n.º 29-B/98 de 15 de Janeiro

Portaria n.º 29-B/98 de 15 de Janeiro Portaria n.º 29-B/98 de 15 de Janeiro A Portaria n.º 313/96, de 29 de Julho, regulamentou o Decreto-Lei n.º 322/95, de 28 de Novembro, que estabelecia os princípios e as normas aplicáveis à gestão de embalagens

Leia mais

DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL

DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL Identificação Designação do Projecto: Tipologia de Projecto: Localização: Proponente: Entidade licenciadora: Autoridade de AIA: Hotel de Apartamentos da Praia dos Moinhos

Leia mais

A APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DA ÁGUA EM LISBOA PELA VALORIZAÇÃO DOS EFLUENTES LÍQUIDOS DAS SUAS ETAR

A APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DA ÁGUA EM LISBOA PELA VALORIZAÇÃO DOS EFLUENTES LÍQUIDOS DAS SUAS ETAR A APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DA ÁGUA EM LISBOA PELA VALORIZAÇÃO DOS EFLUENTES LÍQUIDOS DAS SUAS ETAR Amílcar AMBRÓSIO (1) ;Ana AMBRÓSIO DE SOUSA (2) RESUMO A Câmara Municipal de Lisboa, na previsão

Leia mais

canteiro de obras: compreendendo o conjunto de instalações dimensionadas e implantadas para o apoio às obras, podendo constar de:

canteiro de obras: compreendendo o conjunto de instalações dimensionadas e implantadas para o apoio às obras, podendo constar de: ES MA 04 CANTEIROS DE OBRAS, INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS E EQUIPAMENTOS EM GERAL 1. Generalidades Esta Especificação estabelece os procedimentos a serem observados na instalação e na operação dos canteiros

Leia mais

Parecer do GEOTA. ao Estudo de Impacte Ambiental do projecto da Pedreira Arcena

Parecer do GEOTA. ao Estudo de Impacte Ambiental do projecto da Pedreira Arcena Página 1 Parecer do GEOTA ao Estudo de Impacte Ambiental do projecto da Pedreira Arcena Lisboa, 10 de Maio de 2011 Página 2 Parecer do GEOTA ao Estudo de Impacte Ambiental do projecto da Pedreira Arcena

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR. Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR. Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros O revisor oficial de contas (ROC) é reconhecido na legislação e regulamentação em vigor

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DO FUNCIONAMENTO DAS UNIDADES DERESTAURAÇÃO E DE BEBIDAS

REGULAMENTO MUNICIPAL DO FUNCIONAMENTO DAS UNIDADES DERESTAURAÇÃO E DE BEBIDAS REGULAMENTO MUNICIPAL DO FUNCIONAMENTO DAS UNIDADES DERESTAURAÇÃO E DE BEBIDAS Praça da República 7150-249 Borba Telf.: 268 891 630 Fax: 268 894 806 balcaounico@cm-borba.pt www.cm-borba.pt Contribuinte

Leia mais

NORMA TÉCNICA LICENCIAMENTO

NORMA TÉCNICA LICENCIAMENTO ELEMENTOS ANEXOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDO DE 1. PEDIDO DE DE OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO 2. PEDIDO DE ALTERAÇÃO À LICENÇA DE LOTEAMENTO 3. PEDIDO DE DE OBRAS DE URBANIZAÇÃO 4. PEDIDO DE DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto executivo nº 12/05 de 12 de Janeiro Considerando o disposto no Decreto nº 39/00. de 10 de Outubro, sobre a protecção do ambiente no decurso das actividades petrolíferas

Leia mais

NOVIDADES LEGISLATIVAS E REGULAMENTARES MAIS SIGNIFICATIVAS

NOVIDADES LEGISLATIVAS E REGULAMENTARES MAIS SIGNIFICATIVAS DESTAQUES DE 27 A 31 DE MAIO NOVIDADES LEGISLATIVAS E REGULAMENTARES MAIS SIGNIFICATIVAS ACTIVIDADE PARLAMENTAR E PROCESSO LEGISLATIVO ÚLTIMAS INICIATIVAS Proposta de Lei 151/XII Procede à primeira alteração

Leia mais

Inês Flores 1, Jorge de Brito 2,

Inês Flores 1, Jorge de Brito 2, Estratégias de Manutenção em Fachadas de Edifícios Inês Flores 1, Jorge de Brito 2, Instituto Superior Técnico, Universidade Técnica de Lisboa Av. Rovisco Pais, 1049-001 Lisboa, Portugal RESUMO Uma política

Leia mais

AUTORIZAÇÃO DE VENDA PARA PRODUTOS PESTICIDAS DE USO DOMÉSTICO, USO INDUSTRIAL E USO NO HOMEM

AUTORIZAÇÃO DE VENDA PARA PRODUTOS PESTICIDAS DE USO DOMÉSTICO, USO INDUSTRIAL E USO NO HOMEM AUTORIZAÇÃO DE VENDA PARA PRODUTOS PESTICIDAS DE USO DOMÉSTICO, USO INDUSTRIAL E USO NO HOMEM MINUTAS REQUERIMENTO FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO PROCESSO TÉCNICO 1 Exm. Senhor Diretor-Geral da Saúde

Leia mais

Biotecnologia Enquadramento Normativo da Segurança e Higiene no Trabalho

Biotecnologia Enquadramento Normativo da Segurança e Higiene no Trabalho Biotecnologia Enquadramento Normativo da Segurança e Higiene no Trabalho Maria Helena Franco, Alice C. Rodrigues, João Paulo Sousa Direcção de Serviços de Prevenção de Riscos Profissionais (DSPRP), Instituto

Leia mais

Guia para a Apreciação Técnica. de Estudos de Impacte Ambiental. Sector dos Campos de Golfe. Relatório Preliminar

Guia para a Apreciação Técnica. de Estudos de Impacte Ambiental. Sector dos Campos de Golfe. Relatório Preliminar Centro de Estudos de Hidrossistemas DECivil Guia para a Apreciação Técnica de Estudos de Impacte Ambiental Sector dos Campos de Golfe Relatório Preliminar DECivil, IST Dezembro de 2006 (versão 28/05/2007)

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO DE VENDA E INSTALAÇÃO DO PARQUE EMPRESARIAL DE PROENÇA-A-NOVA

PROJETO DE REGULAMENTO DE VENDA E INSTALAÇÃO DO PARQUE EMPRESARIAL DE PROENÇA-A-NOVA PROJETO DE REGULAMENTO DE VENDA E INSTALAÇÃO DO PARQUE EMPRESARIAL DE PROENÇA-A-NOVA PREÂMBULO Considerando que ao Município de Proença-a-Nova é sócio único da empresa municipal Pepa Parque Empresarial

Leia mais

População 1 milhão habitantes (aproximadamente) (Census 2001) Produção anual de RSU cerca de 480.000 ton/ano capitação 1,3 kg/(hab/dia)

População 1 milhão habitantes (aproximadamente) (Census 2001) Produção anual de RSU cerca de 480.000 ton/ano capitação 1,3 kg/(hab/dia) Constituída por oito Municípios pertencentes à Área Metropolitana do Porto Área: 0.7% 648 km 2 População: 10.3% da população de Portugal População 1 milhão habitantes (aproximadamente) (Census 2001) Produção

Leia mais

REGULAMENTO DE GESTÃO DE RESÍDUOS NO PORTO DE AVEIRO. CAPÍTULO 1 Disposições gerais. Artigo 1.º Objectivo e Âmbito de aplicação

REGULAMENTO DE GESTÃO DE RESÍDUOS NO PORTO DE AVEIRO. CAPÍTULO 1 Disposições gerais. Artigo 1.º Objectivo e Âmbito de aplicação REGULAMENTO DE GESTÃO DE RESÍDUOS NO PORTO DE AVEIRO CAPÍTULO 1 Disposições gerais Artigo 1.º Objectivo e Âmbito de aplicação O presente Regulamento aplica-se a toda a área portuária e tem como objectivo

Leia mais

MUNICÍPIO DE MELGAÇO REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO E SERVIÇOS PRESTADOS NA «PORTA DE LAMAS DE MOURO» www.cm-melgaco.pt

MUNICÍPIO DE MELGAÇO REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO E SERVIÇOS PRESTADOS NA «PORTA DE LAMAS DE MOURO» www.cm-melgaco.pt MUNICÍPIO DE MELGAÇO REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO E SERVIÇOS PRESTADOS NA www.cm-melgaco.pt Índice PREÂMBULO... 3 Artigo 1º Leis Habilitantes... 3 Artigo 2º Competência... 3 Artigo 3º Âmbito de Aplicação...

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL LEI N. o 10/2004 DE 24 DE NOVEMBRO LEI DO SISTEMA DE SAÚDE O funcionamento dum sistema de saúde harmónico e estruturado, que possibilite a efectivação

Leia mais

AVISO (20/GAOA/2015)

AVISO (20/GAOA/2015) AVISO (20/GAOA/2015) Humberto Fernando Leão Pacheco de Brito, Presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, submete a consulta pública, para recolha de sugestões, por um período de 30 dias, a contar

Leia mais

O Princípio da hierarquia dos planos e efeitos da aprovação de um Plano Regional Num Plano Municipal (1)

O Princípio da hierarquia dos planos e efeitos da aprovação de um Plano Regional Num Plano Municipal (1) 1/9 O Princípio da hierarquia dos planos e efeitos da aprovação de um Plano Regional Num Plano Municipal (1) Susana Alcina Ribeiro Pinto Docente da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Felgueiras

Leia mais

A EMBALAGEM ALIMENTAR NO CONTEXTO DA POLÍTICA AMBIENTAL. Raquel P. F. Guiné* * Assistente do 1º Triénio - Dep. Agro-Alimentar, ESAV.

A EMBALAGEM ALIMENTAR NO CONTEXTO DA POLÍTICA AMBIENTAL. Raquel P. F. Guiné* * Assistente do 1º Triénio - Dep. Agro-Alimentar, ESAV. A EMBALAGEM ALIMENTAR NO CONTEXTO DA POLÍTICA AMBIENTAL Raquel P. F. Guiné* * Assistente do 1º Triénio - Dep. Agro-Alimentar, ESAV 1 - Introdução A embalagem é hoje em dia uma presença tão constante no

Leia mais

1 Que tipo de atividades estão sujeitas ao RERAE?

1 Que tipo de atividades estão sujeitas ao RERAE? Regime Extraordinário da Regularização de Atividades Económicas RERAE Perguntas Frequentes 1 Que tipo de atividades estão sujeitas ao RERAE? Podem apresentar pedido de regularização das atividades económicas

Leia mais

REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA MADEIRA

REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA MADEIRA 1 REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA MADEIRA ACTA Nº 10/2008 - MAIO --- DATA DA REUNIÃO: Vinte de Maio de dois mil e oito. -------------------------------- --- LOCAL DA REUNIÃO: Sala das

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde

Direcção-Geral da Saúde Assunto: Avaliação Ambiental Estratégica Recomendações para a integração e apreciação da Componente Saúde Humana nos Planos Municipais de Ordenamento do Território Nº: 36/DA DATA:09.10.09 Para: Contacto

Leia mais

Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sistema de Certificação Energética - Geral

Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sistema de Certificação Energética - Geral Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Sistema de Certificação Energética e de QAI Transposição da Directiva Comunitária Regulamentação dos edifícios

Leia mais

Circular nº 36/2014. 06 de Outubro de 2014. Caros Associados,

Circular nº 36/2014. 06 de Outubro de 2014. Caros Associados, Circular nº 36/2014 06 de Outubro de 2014 Assunto: Quadro Técnico das empresas de construção: enquadramento dos Técnicos de Manuseamento de gases fluorados com efeito de estufa face à Portaria n.º 16/2004,

Leia mais

Projecto Limpar Portugal - Manual para actuação para dia L

Projecto Limpar Portugal - Manual para actuação para dia L Projecto Limpar Portugal - Manual para actuação para dia L Introdução Breves definições: O que são resíduos? Não há uma definição única! O conceito do que são resíduos e a respectiva definição é variável

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MONTIJO ÍNDICE

CÂMARA MUNICIPAL DE MONTIJO ÍNDICE ÍNDICE PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE REMOÇÃO DE VEÍCULOS ABANDONADOS... 3 NOTA JUSTIFICATIVA... 3 CAPÍTULO I... 4 ÂMBITO DE APLICAÇÃO... 4 Artigo 1º - Âmbito de aplicação... 4 Artigo 2º- Lei habilitante...

Leia mais

AUDITORIA DE SEGURANÇA RODOVIÁRIA AO PROJETO DE ESTRADAS. A IMPORTÂNCIA DA FASE FINAL DO PROCEDIMENTO

AUDITORIA DE SEGURANÇA RODOVIÁRIA AO PROJETO DE ESTRADAS. A IMPORTÂNCIA DA FASE FINAL DO PROCEDIMENTO AUDITORIA DE SEGURANÇA RODOVIÁRIA AO PROJETO DE ESTRADAS. A IMPORTÂNCIA DA FASE FINAL DO PROCEDIMENTO João Lourenço Cardoso 1, Carlos de Almeida Roque 2 1 LNEC Laboratório Nacional de Engenharia Civil,

Leia mais

Directiva 94/62/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 20 de Dezembro de 1994, relativa a embalagens e resíduos de embalagens

Directiva 94/62/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 20 de Dezembro de 1994, relativa a embalagens e resíduos de embalagens Directiva 94/62/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 20 de Dezembro de 1994, relativa a embalagens e resíduos de embalagens O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado

Leia mais

Secretariado do Conselho de Ministros

Secretariado do Conselho de Ministros Secretariado do Conselho de Ministros Decreto Lei n.º 8/01 de 31 de Agosto Diário da República I Série N.º 40, 31 de Agosto de 001 Considerando que o estatuto orgânico do Secretariado do Conselho de Ministros,

Leia mais

BETUMINOSOS NO CONCELHO DE VIANA DO ALENTEJO 3.1 MEMÓRIA DESCRITIVA

BETUMINOSOS NO CONCELHO DE VIANA DO ALENTEJO 3.1 MEMÓRIA DESCRITIVA BETUMINOSOS NO CONCELHO DE VIANA DO ALENTEJO 3.1 MEMÓRIA DESCRITIVA 3.1.1 INTRODUÇÃO A Câmara Municipal de Viana do Alentejo pretende, com este projecto, proceder à construção/reparação/reforço do pavimento

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Processo:

FICHA DOUTRINÁRIA. Processo: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: CIVA Artigo: 1º 29º Assunto: Empresa não residente Armazém em Portugal T909 2006018 despacho do SDG dos Impostos, em substituição do Director- Geral, em 24-02-06 Conteúdo: 1.

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2007/A de 19 de Novembro de 2007 Regulamenta o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento da Qualidade e Inovação O Decreto Legislativo Regional

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando as orientações políticas

Leia mais

http://www.anacom.pt/template15.jsp?categoryid=139162

http://www.anacom.pt/template15.jsp?categoryid=139162 http://www.anacom.pt/template15.jsp?categoryid=139162 Guia para Designação de Entidades Formadoras ICP - ANACOM, 1ª edição Janeiro de 2005 ÍNDICE 1 ENQUADRAMENTO...4 2 REQUISITOS DE DESIGNAÇÃO...4 2.1

Leia mais

RESOLUÇÃO CONAMA nº 334, de 3 de abril de 2003 Publicada no DOU n o 94, de 19 de maio de 2003, Seção 1, páginas 79-80

RESOLUÇÃO CONAMA nº 334, de 3 de abril de 2003 Publicada no DOU n o 94, de 19 de maio de 2003, Seção 1, páginas 79-80 RESOLUÇÃO CONAMA nº 334, de 3 de abril de 2003 Publicada no DOU n o 94, de 19 de maio de 2003, Seção 1, páginas 79-80 Dispõe sobre os procedimentos de licenciamento ambiental de estabelecimentos destinados

Leia mais

1. Em que consiste o Resumo Não Técnico?

1. Em que consiste o Resumo Não Técnico? 1. Em que consiste o Resumo Não Técnico? Este Resumo Não Técnico é um volume independente que integra o Estudo de Impacte Ambiental do Parque Eólico de S. Lourenço da Montaria. Destina-se, como o nome

Leia mais

As espumas físicas. No que respeita à solução espumífera, existem os seguintes quatro métodos de a realizar: Indução; Injecção; Pré-mistura.

As espumas físicas. No que respeita à solução espumífera, existem os seguintes quatro métodos de a realizar: Indução; Injecção; Pré-mistura. As espumas físicas Autor: Pedro Cunha Técnico de formação da Escola Nacional de Bombeiros 1. A solução espumífera Como é de conhecimento geral, para um estabelecimento de mangueiras de combate a incêndios

Leia mais

DOCUMENTO ORIENTADOR 1ª REVISÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE MEALHADA

DOCUMENTO ORIENTADOR 1ª REVISÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE MEALHADA DOCUMENTO ORIENTADOR 1ª REVISÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE MEALHADA [APROVADA EM ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE 10 DE ABRIL DE 2015 E PUBLICADA EM DIÁRIO DA REPÚBLICA ATRAVÉS DO AVISO N.º 4234/2015, DE 20

Leia mais

GUIA DE LICENCIAMENTO DAS ZONAS EMPRESARIAIS RESPONSÁVEIS - ZER

GUIA DE LICENCIAMENTO DAS ZONAS EMPRESARIAIS RESPONSÁVEIS - ZER GUIA DE LICENCIAMENTO DAS ZONAS EMPRESARIAIS RESPONSÁVEIS - ZER OUTUBRO 2015 Índice GLOSSÁRIO... 3 1. BREVE HISTORIAL LEGISLATIVO... 4 1.1. Principais alterações introduzidas pela revisão do Sistema da

Leia mais

MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL EDITAL Nº 11/10 - - - Frederico Fernandes Pereira, Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, torna pública que, por deliberação deste órgão autárquico na

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando a vontade comum do

Leia mais