FISIOLOGIA HUMANA III

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1 FISIOLOGIA HUMANA III UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO Profª Drª Silvia Aparecida Pieta Interação dos sistemas nervoso e endócrino Os sistemas nervoso e endócrino formam os dois sistemas de comunicação extracelular do corpo. O sistema endócrino exerce seus efeitos sobre o crescimento, a homeostasia, o metabolismo energético e a reprodução, por meio de hormônios. Interação dos sistemas nervoso e endócrino A integração dos sistemas nervoso e endócrino ocorre nos reflexos neuroendócrinos, onde o braço aferente do reflexo é neural e o braço eferente é hormonal. Neurossecreção é a liberação, por nervos, na corrente sangüínea, de substâncias, que atuam como hormônios, como neurotransmissores ou como neuromoduladores. Hormônio e o sistema endócrino Hormônios são mensageiros químicos, que atuam segundo os modos autócrino, parácrino e endócrinos. Quimicamente, os hormônios são peptídeos e derivados de aminoácidos, ou esteróides, derivados do colesterol. Os hormônios são secreções de glândulas sem ducto excretor, que compõem o sistema endócrino;a vitamina D, é formada na pele e as somatomedinas são formadas no fígado. Hormônio e o sistema endócrino Os hormônios peptídicos são sintetizados pelos mesmos processos bioquímicos que os das outras proteínas, sendo armazenados, intracelularmente, em quantidade suficiente para vários meses. Os hormônios esteróides não são armazenados, sendo sintetizados e liberados, conforme necessário.

2 Hormônio e o sistema endócrino Os hormônios protéicos e peptídicos (hidrofólicos) são carreados, em solução, no plasma. Os hormônios tireóideos e esteróides (hidrofóbicos) são carreados ligados a proteínas plasmáticas específicas de ligação. Mecanismos da ação hormonal Um hormônio pode produzir efeitos múltiplos, e diversos hormônios podem produzir o mesmo efeito. A reatividade e a sensibilidade do órgão-alvo, à estimulação hormonal, podem variar, freqüentemente, como resultado de alterações de sua população de receptores. Mecanismos da ação hormonal O controle extrínseco por feedback de uma glândula endócrina pode ser por feedback direto ou indireto, positivo ou negativo. Muitos sistemas hormonais geram ritmos biológicos. Glândulas Endócrinas, seus hormônios específicos e respectivas funções. Hipófise Posterior ou Neuro- Hipófise ou Pós- Hipófise A GLÂNDULA HIPÓFISE A glândula hipófise fica situada em uma pequena cavidade óssea, a fossa pituitária, situada logo abaixo da base do cérebro. Podemos dividi-la em duas partes: Glândula pituitária posterior ou neurohipófise. Glândula pituitária anterior ou adenohipófise. Essa glândula é composta por tipos diversos de células, cada uma das quais secretam um ou mais hormônios, proteínas ou polipeptídios.

3 HIPÓFISE A hipófise ou glândula pituitária está localizada na sela túrcica do corpo do esfenóide, separada do crânio por uma membrana, atravessada por uma haste, que une a hipófise ao hipotálamo. É constituída por duas partes: a adeno- hipófise e neurohipófise. Na parte anterior do hipotálamo localizam-se os núcleos supra- óptico e para- ventricular, que se ligam à neuro- hipófise, constituindo um sistema supra- óptico- neurohipofisiário. SISTEMA NÚCLEO SUPRA- ÓPTICO-NEURO-HIPÓFISE Este sistema é constituído pelos núcleos supra- óptico e para- ventricular do hipotálamo - hipofisiários anterior, pelos feixes hipotálamo - hipofisiários e lobo posterior da neuro- hipófise. Dois hormônios são secretados: * Vasopressina ou ADH ( hormônio antidiurético ), que é produzido pelos neurônios do núcleo supra- óptico, sendo transportado por uma proteína neurofisina e armazenado nos bulbos axonais terminais na neuro- hipófise. * Ocitocina, formada nos neurônios do núcleo para- ventricular, e transportada por mecanismos semelhante à vasopressina indo para a mesma hipófise posterior.

4 AÇÕES DOS HORMÔNIOS NEURO- HIPOFISIÁRIOS * Excreção renal de água: a vasopressina tem ação antidiurética reduzindo o volume urinário e vai atuar sobre os tubos coletores do rim, promovendo o reabsorção aumentada da água. * Ação vasoconstritora: o hormônio antidiurético chamado de vasopressina pelo fato de que a injeção de grandes doses do hormônio provoca o aumento da pressão arterial e diminuição do fluxo sangüíneo regional. * Contratilidade uterina: a ocitocina faz com que o útero contraia e com isso expulse o feto. Porém, a sensibilidade da musculatura uterina à ocitocina é variável de acordo com a taxa de estrógenos e progesterona. * Ejeção láctea: a ocitocina acelera ou determina a expulsão do leite da glândula mamária ao contrair a musculatura mioepitelial que reveste ácinos mamários. * Emoção sexual: a ocitocina tem relação direta com a intensidade do orgasmo feminino. HORMÔNIOS LIBERADOS PELA HIPÓFISE ANTERIOR 1-Hormônio do crescimento; 2-Hormônio tireoestimulante (tirotropina); 3-Hormônio adrenocorticotrópico (adrenocorticotropina); 4-Prolactina; 5-Hormônio folículo estimulante; 6-Hormônio luteinizante. HORMÔNIO DO CRESCIMENTO É uma pequena proteína secretada pela glândula durante toda a vida da pessoa. O hormônio do crescimento promove o desenvolvimento e o aumento de todos os tecido corporais. Após a adolescência, a secreção do hormônio diminui um pouco, mas nunca cessa. EFEITOS METABÓLICOS DO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO Intensidade aumentada da síntese de proteínas em todas as células do corpo. Intensidade diminuída da utilização de carboidratos por todas ou por quase todas as células. Mobilização aumentada de gorduras e maior uso de gorduras para energia.

5 ESTIMULAÇÃO DO CRESCIMENTO DA CARTILAGEM E DO OSSO _ PAPEL DA SOMATOMEDINA O crescimento da cartilagem e do osso não é um efeito direto do hormônio do crescimento sobre essas estruturas. O hormônio do crescimento faz com que o fígado e, talvez, em menor grau, o rim secrete uma substância a somatomedina, atuando então sobre a cartilagem e sobre o osso. A somatomedina é necessária para a deposição de colágeno e de substância fundamental, ambos imprescindíveis ao crescimento da cartilagem e do osso. ESTIMULAÇÃO DA FORMAÇÃO DE PROTEÍNA PELO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO O hormônio do crescimento exerce os seguintes efeitos, todos importantes no aumento do teor da proteína do corpo: 1. Aumento do transporte dos aminoácidos através das membranas celulares, o que assegura fornecimento intracelular adequado dos elementos constitutivos das proteínas; 2. Aumento da formação do RNA, o que por sua vez, provoca o aumento da formação das moléculas de proteínas; 3. Aumento dos ribossomos para acelerar a velocidade com que sintetizam proteínas; 4. Degradação diminuída das proteínas, uma vez formadas, o que permite um maior acúmulo de proteínas no interior das células. EFEITO DO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO SOBRE O METABOLISMO DOS CARBOIDRATOS E DAS GORDURAS O hormônio do crescimento aumenta o teor circulante de gordura no sangue, devido ao aumento de sua liberação pelas áreas de de depósito mas, ao mesmo tempo, aumenta a glicose circulante no sangue, devido a menor utilização de glicose. CONTROLE DA SECREÇÃO DO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO A secreção do hormônio do crescimento pela glândula hipófise anterior é controlada pelo hipotálamo, que secreta um fator de liberação do hormônio do crescimento. O fator de liberação do hormônio do crescimento atua sobre a hipófise anterior para provocar a secreção do hormônio do crescimento. A intensidade de secreção do hormônio do crescimento varia, dependendo das necessidades metabólicas do corpo. ANORMALIDADES DA SECREÇÃO DO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO Nanismo- A pessoa cuja a hipófise anterior não secrete hormônio do crescimento não cresce. Isso causa o chamado tipo hipofisário de nanismo. Gigantismo- A secreção excessiva do hormônio do crescimento, caso ocorra antes da adolescência, pode levar ao gigantismo Acromegalia- Se aparecer um tumor secretante de hormônio do crescimento após a adolescência, a secreção excessiva de hormônio do crescimento não é mais capaz de promover o aumento da estatura ; entretanto pode causar o aumento das dimensões dos tecidos moles e dos ossos.

6 Uma pessoa acromegálica é o mesmo que um gigante exceto pela incapacidade de seus ossos longos já fundidos crescerem, o que faz com que sua estatura permaneça normal enquanto outras características do seu corpo apresentam um crescimento desproporcional. HORMÔNIO TIREOESTIMULANTE O hormônio tireoestimulante, controla a secreção da glândula tireóide, produzindo aumento das células tireoidianas,além de suas dimensões e da intensidade com que secretam a tiroxina. Quando a hipófise anterior deixa de secretar o hormônio tireoestimulante, a glândula tireóide apresenta tal grau de incapacidade que, praticamente, deixa de secretar qualquer hormônio. HORMÔNIO ADRENOCORTICOTRÓPICO O hormônio adrenocorticotrópico, também conhecido por ACTH e por corticotropina controla a secreção dos hormônios do córtex da supra-renal por essa glândula. O hormônio adrenocorticotrópico aumenta tanto o número de células no córtex suprarenal como também seu grau de atividade, o que resulta na produção de hormônios do córtex supra-renal. PROLACTINA É um hormônio secretado pela hipófise anterior durante a gravidez e durante todo o período de amamentação. Esse hormônio estimula o crescimento das mamas, bem como a função secretora de suas glândulas. HORMÔNIOS GONADOTRÓFICOS Hormônio folículo-estimulante- No sexo feminino este hormônio desencadeia o crescimento dos folículos nos ovários. Esse hormônio também faz com que os ovários secretem o estrogênio, um hormônio feminino. No sexo masculino, o hormônio folículo estimulante promove o crescimento do epitélio germinativo dos testículos, o que promove o desenvolvimento dos espermatozóides. HORMÔNIO LUTEINIZANTE- No sexo feminino esse hormônio atua em conjunto com o hormônio foliculoestimulante, afim de produzir a secreção dos estrogênios. Esse hormônio faz com que o folículo se rompa e Também faz com que o ovário secrete a progesterona. No sexo masculino, o hormônio luteinizante faz com que o testículo secrete a testosterona, o hormônio sexual masculino.

7 REGULAÇÃO DA SECREÇÃO DA HIPÓFISE ANTERIOR _ SISTEMA PORTA HIPOTÁLAMO- HIPOFISÁRIO A glândula hipófise anterior é um órgão muito vascularizado, que recebe seu suprimento sangüíneo de duas fontes: 1) A da fonte anterior usual e 2) O chamado sistema porta hipotálamohipofisário Após o sangue ter passado pelos capilares do hipotálamo, em particular, pela região anterior, sai por meio de pequenas veias porta hipotálamo-hipofisárias, que cursam pela superfície anterior do talo hipofisário, indo atingir a glândula hipófise anterior. As veias penetram na glândula, onde o sangue vai fluir por numerosos seios venosos que circundam as células da hipófise anterior. O hipotálamo secreta grande número de diferentes substâncias neurossecretoras que regulam a secreção dos diversos hormônios da hipófise anterior. Os cinco mais importantes são: 1. Fator liberador de tirotropina- (FLT) promove a secreção do hormônio tireoestimulante. 2. Fator liberador de corticotropina- (FLC) promove a secreção do hormônio adrenocorticotrópico. 3. Fator liberador do hormônio do crescimento- (FLS) promove a secreção do hormônio do crescimento. 3. Fator liberador do hormônio luteinizante- (FLL) promove a secreção tanto do hormônio luteinizante como do hormônio foliculoestimulante. 3. Fator inibitório da prolactina- (FI) inibe a secreção de prolactina. Devido ao potente efeito desses fatores liberatórios e inibitórios sobre a secreção da hipófise anterior, a maior parte do controle da glândula hipófise anterior é exercido pela estimulação ou pela inibição de muitos centros neurais controlados no hipotálamo, que por sua vez regulam esses fatores hipotalâmicos liberatórios e inibitórios. Glândula tireóide: Estrutura macroscópica A glândula tireóide A glândula tireóide consiste de folículos, contendo colóide que armazena os hormônios tireóides, tiroxina e trííodotironina. As células C parafoliculares secretam calcitonina, participante da regulação do Ca2+.

8 A glândula tireóide Quatro glândulas paratireóides, cuja secreção tem efeitos opostos ao da calcitonina, são encontrada atrás da tireóide, no pescoço. A glândula tireóide tem grande suprimento sangüíneo e a potente capacidade de seqüestrar o I-, necessário para a formação dos hormônios tireóides. Hormônios tireóides O iodo se combina com a tirosina, presa à tiroglobulina, nos folículos tireóides, para iniciar a formação dos hormônios. A tiroxina (T4) é formada em quantidades muito maiores que a trííodotironina (T3), mas é menos ativa. A duração da ação da T4 é mais longa que a da T3, de modo que seu efeito global é aproximadamente o mesmo da T3. Hormônios tireóides Os hormônios podem ser armazenados no colóide folicular, por vários meses. A maior parte da T3 livre é gerada em sítios extratiróides, a partir da T4. Os hormônios são transportados, no plasma, ligados à globulina ligadora de tironinas, à pré-albumina ligadora de tiroxina e à albumina. Ao entrarem nas suas células-alvo, os hormônios tireóides voltam a se ligar a proteínas, sendo, em seguida, liberados lentamente. Os dois efeitos principais dos hormônios tireóides são os de aumentar o metabolismo basal e o de estimular o crescimento, nas crianças. O mecanismo de ação do hormônio tireóide é o de estimular a transcrição do DNA, o que aumenta a síntese de proteíca, a produção de enzima, tamanho e número das mitocôndrias e o transporte através das membranas. O hipotireoidismo pode ser primário-defeito do suprimento de iodo ou do funcionamento da glândula; ou secundário-deficiência de TSH. O hipotireoidismo produz redução do metabolismo basal,da freqüência cardíaca, da motilidade intestinal e do funcionamento mental. O cretinismo é a deficiência mental irreversivel, resultante do hipotireoidismo congênito. O hipertireoidismo (tirotoxicose) resulta, geralmente, de auto-anticorpos anormais, estimulando, em excesso, os receptores de TSH, na glândula tireóide, ou tumor que secrete hormônio tireóide. O hipertiroidismo aumenta o metabolismo basal e a freqüência cardíaca, produzindo insônia e ansiedade.

9 Efeito do TSH sobre a Glândula tireóide A: folículos hipotireóideos; B: folículos eutireóideos; C: folículos hiperplásicos. Mulher com bócio endêmico, decorrente da deficiência de iodo. Via de síntese dos hormônios tireóideos Hormônios tireóides O iodo se combina com a tirosina, presa à tiroglobulina, nos folículos tireóides, para iniciar a formação dos hormônios. A tiroxina (T4) é formada em quantidades muito maiores que a trííodotironina (T3), mas é menos ativa. A duração da ação da T4 é mais longa que a da T3, de modo que seu efeito global é aproximadamente o mesmo da T3.

10 Hormônios tireóides Os hormônios podem ser armazenados no colóide folicular, por vários meses. A maior parte da T3 livre é gerada em sítios extratiróides, a partir da T4. Hormônios tireóides Os hormônios são transportados, no plasma, ligados à globulina ligadora de tironinas, à pré-albumina ligadora de tiroxina e à albumina. Ao entrarem nas suas células-alvo, os hormônios tireóides voltam a se ligar a proteínas, sendo, em seguida, liberados lentamente. Os dois efeitos principais dos hormônios tireóides são os de aumentar o metabolismo basal e o de estimular o crescimento, nas crianças. O mecanismo de ação do hormônio tireóide é o de estimular a transcrição do DNA, o que aumenta a síntese de proteíca, a produção de enzima, tamanho e número das mitocôndrias e o transporte através das membranas. O hipotireoidismo pode ser primáriodefeito do suprimento de iodo ou do funcionamento da glândula; ou secundáriodeficiência de TSH. O hipotireoidismo produz redução do metabolismo basal,da freqüência cardíaca, da motilidade intestinal e do funcionamento mental. O cretinismo é a deficiência mental irreversivel, resultante do hipotireoidismo congênito. O hipertireoidismo (tirotoxicose) resulta, geralmente, de auto-anticorpos anormais, estimulando, em excesso, os receptores de TSH, na glândula tireóide, ou tumor que secrete hormônio tireóide. O hipertiroidismo aumenta o metabolismo Estrutura adrenal As glândulas adrenais são glândulas endócrinas compostas, formadas pela medula neuroectodérmica interna e o córtex mesodérmico. A medula consiste de células cromafins, secretoras das catecolominas noradrenalina e adrenalina, estimuladas por neurônios préganglionares esplâncnicos simpáticos.

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