UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA. Ernanda da Conceição Dias. Rodrigo Freire Borges

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1 UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA Ernanda da Conceição Dias Rodrigo Freire Borges O EFEITO DA RADIAÇÃO LASER DE 904nm NO TRATAMENTO DE ENXAQUECA, NOS ACUPONTOS. Belém-PA 2009

2 Ernanda da Conceição Dias Rodrigo Freire Borges O EFEITO DA RADIAÇÃO LASER DE 904nm NO TRATAMENTO DE ENXAQUECA, NOS ACUPONTOS. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso de Fisioterapia, do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, da Universidade da Amazônia, como requisito para a obtenção do grau de Bacharel em Fisioterapia, orientado pela professora e mestre Cibele Nazaré da Silva Câmara. Belém-PA 2009

3 D541e Borges, Rodrigo Freire; Dias, Ernanda da Conceição O efeito da radiação LASER de 904nm no tratamento de enxaqueca, nos acupontos./ernanda da Conceição Dias; Rodrigo Freire Borges. -- Belém, f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) Universidade da Amazônia, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Curso de Fisioterapia, Orientadora: Profª. Ms. Cibele Nazaré da Silva Câmara. 1. Fisioterapia. 2. Enxaqueca. 3. Laser 904nm. 4. Laseracupuntura. I. Borges, Rodrigo Freire; Dias, Ernanda da Conceição II. Câmara, Cibele Nazaré da Silva. III. O efeito da radiação LASER de 904nm no tratamento de enxaqueca, nos acupontos. CDD:

4 Ernanda da Conceição Dias Rodrigo Freire Borges O EFEITO DA RADIAÇÃO LASER DE 904nm NO TRATAMENTO DE ENXAQUECA, NOS ACUPONTOS. Banca Examinadora Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso de Fisioterapia, do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, da Universidade da Amazônia, como requisito para a obtenção do grau de Bacharel em Fisioterapia, orientado pela professora e mestre Cibele Nazaré da Silva Câmara. Profª. Ms. Cibele Nazaré da Silva Câmara Orientadora Prof. Paulo Eduardo dos Santos Ávila Avaliador Ft. Luciano Vilela Costa Levy Avaliador Apresentado em: 22/12/2009 Conceito: Belém-PA 2009

5 Aos nossos pais e familiares que foram fundamentais no sucesso deste trabalho.

6 AGRADECIMENTOS A Deus, pai da compaixão e misericórdia, pelo dom da vida que nos foi dado e pela oportunidade de contribuir para o bem estar de nossos pacientes. Aos nossos pais que alicerçaram nossas bases morais, que nos deram amor, carinho, atenção, incentivo e força para transpor todas as barreiras que surgiram em nosso caminho. Aos nossos familiares que sempre nos apoiaram e nos serviram de suporte, que nos ajudaram em certas escolhas, com quem nos divertimos e sempre confiaram em nós e em nosso potencial para superar mais esta etapa de nossas vidas. As nossas queridas voluntárias sem as quais esta pesquisa não teria acontecido. A todos os nossos eternos mestres de nossa trajetória acadêmica que de uma forma ou de outra contribuíram com o conhecimento transmitido e com a atenção prestada. Em especial a nossa orientadora e amiga Profª. Ms. Cibele Câmara por nos apoiar neste momento final e em todos os planos e conquistas de minha carreira profissional. Aos nossos verdadeiros amigos da Unama que, além de nos aturarem todos os dias, sempre mostraram compreensão, apoio, dedicação e incentivo à busca de nossos sonhos. Agradeço a eles também pela mão estendida nos momentos de dificuldades, pelas horas de estudo, pelos conhecimentos transmitidos e pela alegrias convividas. Ao Prof. Saul Rassy pelo apoio e ajuda dados em um momento único e decisivo na conclusão desta pesquisa. Aos funcionários da instituição, em especial aos nossos amigos Mariuzo e Adelsson que nos ajudaram de uma forma inigualável e decisiva para a realização de nossa pesquisa e demais funcionários da UNAMA. E a todos não citados que de uma forma ou de outra contribuíram para o nosso crescimento e amadurecimento pessoal e profissional. Ernanda Dias & Rodrigo Borges

7 Imagination is more important than knowledge. Knowledge is limited. Imagination encircles the world. Albert Einstein

8 RESUMO As migrâneas ou enxaquecas são cefaléias primárias de alta prevalência que acometem mais mulheres do que homens, podem se iniciar na infância ou adolescência e acompanhar o paciente por toda a sua vida apresenta etiofisiopatologia não bem conhecida e caracteriza-se por uma combinação de alterações neurológicas e vasculares, que podem cursar com ataques intermitentes e incapacitantes de cefaléia intensa ou moderada, com sintomas associados e características peculiares. A laseracupuntura regula e fortifica o metabolismo, apresentando efeito antiinflamatório. Quando o LASER é aplicado em pontos de acupuntura, este promove a circulação do Chi e sangue, aumentando o fluxo energético nos meridianos, melhorando assim, o equilíbrio Yin-Yang, sendo assim uma alternativa para a realização da acupuntura podendo ser utilizada quando essa técnica não seria possível, em casos como de pacientes que apresentam problemas de coagulação, e em uso de anticoagulantes ou em pessoas mais sensíveis à dor. Objetivou-se então verificar a ação do LASER de 904nm no tratamento de enxaqueca, quando aplicado nos acupontos. A amostra foi constituída por 12 mulheres enxaquecosas, sem vícios, hábitos ou processos patológicos que pudessem interferir nos resultados da pesquisa. As voluntárias foram atendidas no laboratório de eletro-termofototerapia da Universidade da Amazônia - UNAMA, por 10 sessões diárias exceto aos sábados, domingos e feriados. Neste período as mesmas sofreram aplicação de 3J/cm² de radiação LASER de 904nm em 5 acupontos previamente estabelecidos e com indicação para o tratamento de enxaqueca. O pacote estatístico utilizado foi o Bioestat 5.0, utilizou-se o teste t de student para comparação pareada dos momentos pré e pós-tratamento, e o teste de Wilcoxon para amostras não paramétricas para comparação dos momentos pré o pós sessão, ambos os testes possuíram elevada significância estatística com um p<0,0001. Concluiu-se que o LASER de 904nm é eficaz no tratamento da enxaqueca quando aplicado nos acupontos, porém fazem-se necessárias novas pesquisas no que diz respeito à laseracupuntura garantido assim uma maior relevância a técnica que ainda é pouco utilizada. Palavras-chave: Fisioterapia. Enxaqueca. Laser 904nm. Laseracupuntura.

9 ABSTRACT The migraines are high prevalence primary headaches affecting more women than men, may begin in childhood or adolescence and follow the patient throughout his life has etiopathophysiology not well known and is characterized by a combination of neurological and vascular, which can occur with intermittent and incapacitating attacks of severe or moderate headache, with associated symptoms and characteristics. The laseracupuncture regulates and enhances the metabolism, with anti-inflammatory effect. When the laser is applied to acupuncture points, it promotes the movement of "Chi" and blood, increasing the energy flow in the meridians, thereby enhancing the yin-yang balance, so an alternative for the performance of acupuncture can be used when this technique would not be possible in cases such as patients with clotting problems, and use of anticoagulants or people sensitive to pain. The research objective checked the laser of 904nm in the treatment of migraine, when applied to the acupuncture points. The sample consisted of 12 female migraines without vices, habits or pathological processes that could interfere with the search results. The volunteers were treated in the laboratory of electro-thermo-phototherapy, University of Amazônia - UNAMA, for 10 daily sessions except on Saturdays, Sundays and holidays. During this period they suffered application of 3J/cm² laser radiation of 904 nm in 5 acupuncture points previously established and indicated for the treatment of migraine. The statistical package used was the BioStat 5.0, used the Student's t test for paired comparison of pre and posttreatment, and the Wilcoxon test for nonparametric samples to compare the pre and postsession, both tests possessed high statistical significance with a p< It was concluded that laser of 904 nm is effective in the treatment of migraine when applied to the acupuncture points, but further research is need to regard more importance to laseracupuncture, technique still widely used. Keywords: Physiotherapy. Migraine. Laser 904nm. Laseracupuncture.

10 LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURA 1, 2, 3, 4 e 5: Mecanismo de emissão da radiação LASER FIGURA 6: Propriedades físicas do LASER FIGURA 7: Comportamento da radiação LASER FIGURA 8: Aplicação por Ponto FIGURA 9: Aplicação por Varredura FIGURA 10: Aplicação por Zona FIGURA 11: Yin e Yang FIGURA 12: Relações de geração e de inibição dos cinco elementos FIGURA 13: Sistema de Medição do Terapeuta em Acupuntura FIGURA 14: Meridianos de Energia FIGURA 15: Laser I.R FIGURA 16: Lápis dermográfico FIGURA 17: Escala Visual Analógica de dor (EVA) FIGURA 18: Maca de Atendimento FIGURA 19: Óculos de Proteção FIGURA 20: Assepsia do Acuponto FIGURA 21:Demarcação do Acuponto FIGURA 22: Aplicação do LASER 904nm... 58

11 LISTA DE GRÁFICOS GRÁFICO 01: Variação do grau de dor segundo EVA, quando em crise enxaquecosa pré e pós-tratamento GRÁFICO 02: Comparação do grau de dor segundo EVA, quando em crise enxaquecosa pré e pós-tratamento (Média/Desvio Padrão) GRÁFICO 03: Comparação do grau de dor conforme EVA, quanto a cefaléias intermitentes, colhidos no início e fim de cada sessão (Média/Desvio Padrão) GRÁFICO 04: Comparação entre as médias dos graus de dor conforme EVA, quanto a cefaléias intermitentes, colhidos no início e fim de cada sessão

12 LISTA DE TABELAS TABELA 1: Fórmulas para dosimetria da radiação LASER TABELA 2: Divisão dos fenômenos da natureza e porções do corpo em Yin e Yang TABELA 3: Ordem e Fluxo energético nos Meridianos TABELA 4: Acupontos utilizados no estudo TABELA 05: Dados comparativos dos graus de dor segundo EVA, em crise enxaquecosa pré e pós-tratamento TABELA 06: Dados comparativos das médias dos graus de dor, conforme EVA, colhidos no início e fim de cada sessão TABELA 07: Dados diários e evolução da paciente durante protocolo proposto

13 LISTA DE ABREVIATURAS, SIGLAS E SÍMBOLOS ATP Adenosina Trifosfato; AVE Acidente Vascular Encefálico; CEP Comitê de Ética em Pesquisa; CNS Conselho Nacional de Saúde; EVA Escala Visual Analógica de dor; F3 Fígado 3 Acuponto do Meridiano do Fígado; LASER Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation (Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação); LBP Laserterapia de Baixa Potência; MTC Medicina Tradicional Chinesa; TA5 Triplo Aquecedor 5 Acuponto do Meridiano do Triplo Aquecedor; TCLE Termo de Consentimento Livre e Esclarecido; UMDNS Universal Medical Device Nomenclature System (Sistema de Nomenclatura Universal de Dispositivos Médicos); UNAMA Universidade da Amazônia; VB43 Vesícula Biliar 43 Acuponto do Meridiano da Vesícula Biliar; VC15 Vaso Concepção 15 Acuponto do Meridiano Especial Vaso Concepção;

14 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO REFERÊNCIAL TEÓRICO ENXAQUECA LASER Histórico Diferentes Aplicações da Radiação LASER Classificação da Radiação LASER Propriedades da Radiação LASER Fenômenos Ópticos a Serem Considerados Penetração da Radiação LASER Efeitos Biológicos e Fisiológicos da Radiação LASER Diferenças entre Laserterapia e Laseracupuntura e a Teoria do Bioplasma Lasers Utilizados em Fisioterapia no Brasil Formas de Aplicação do LASER Dosificação da Radiação LASER Contra-Indicações e Precauções ACUPUNTURA Filosofia da Medicina Tradicional Chinesa Teoria do Yin e Yang Teoria dos Cinco Elementos Teoria dos Meridianos LASER-ACUPUNTURA MATERIAIS E MÉTODOS LOCAL DE ESTUDO... 52

15 3.2. POPULAÇÃO E AMOSTRA Critérios de Inclusão Critérios de Exclusão INSTRUMENTOS COLETA DE DADOS TRATAMENTO DOS DADOS RESULTADOS ANÁLISE QUALITATIVA ANÁLISE QUANTITATIVA DISCUSSÃO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS APÊNDICE I APÊNDICE II APÊNDICE III APÊNDICE IV APÊNDICE V APÊNDICE VI ANEXO I... 81

16 25 1. INTRODUÇÃO O termo enxaqueca deriva de hemicrania por Galeno, é posteriormente corrompida para o latim primitivo como hemigranea e migrânea. Finalmente a tradução francesa, migraine, ganhou aceitação no século XVIII e tem prevalecido desde então (KRIMCHANTOWSKI; MOREIRA, 1999 in GLUSTAK, 2006). Acarreta, além do sofrimento individual, prejuízo econômico de custos diretos, como atenção médica e medicamentos, e indiretos, como diminuição da produtividade e falta ao trabalho (PAHIM, MENEZES & LIMA, 2006). Com fisiopatologia complexa e ainda insuficientemente conhecida, a enxaqueca pode ocorrer com crises de cefaléia intermitente, de moderada a grave. As principais estruturas envolvidas parecem ser o sistema nervoso central, o sistema trigeminovascular e os vasos correspondentes (GLUSTAK, 2006). O termo LASER é a acronímia de Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation, ou, Amplificação da Luz Estimulada por Emissão de Radiação. Portanto, o LASER é um espectro de luz amplificada e irradiada, esta radiação de luz produzida encontrase dentro de faixas definidas, como o infravermelho, vermelho e ultravioleta (AGOSTINHO, 2001 in SILVA, 2002). Seu efeito bioenergético nada mais é que uma normalização, reposição da energia orgânica perdida, proporcionando benefícios terapêuticos, pois há interferência do contingente energético sobre o físico e vice-versa; tendo aplicação comum nos pontos de Acupuntura com fins de restabelecer o equilíbrio energético de um órgão ou sistema (VEÇOSO, 1993; BLAY, 2001; AGNE, 2005). O uso do LASER em acupuntura tem algumas vantagens em relação ao uso das agulhas, como em pacientes muito agitados ou que tenham medo de agulhas. Em casos especiais, como em pacientes com doenças mentais, pois poderiam retirar as agulhas durante o período em que se repousa com as agulhas, em crianças pequenas ou agitadas, em bebês ou apenas em pacientes que prefiram este método (AGOSTINHO, 2001 in SILVA, 2002). Considerando o grande prejuízo e sofrimento gerado pela enxaqueca, a vantagem do uso do LASER como instrumento de puntura na acupuntura, e a correlação gerada entre patologia e recurso terapêutico questionou-se: o LASER de 904nm, quando aplicado nos acupontos, tem efeito profilático e/ou terapêutico no tratamento da enxaqueca? Tal interesse justificou-se em decorrência da alta prevalência e prejuízos gerados pela enxaqueca, então se buscou tratar a enxaqueca de uma forma menos dependente de fármacos.

17 26 Desta forma este trabalho contribui para identificar uma nova possibilidade de tratamento alternativo para a enxaqueca e corroborar a eficácia da laseracupuntura. O planejamento, organização e desenvolvimento desta pesquisa cujas ações executadas vêm de encontro às diretrizes curriculares dos cursos de saúde, que enfatizam a necessidade da formação do profissional com visão crítica e reflexiva que seja capaz de desenvolver suas competências a partir da realidade em que está inserido, pois, os acadêmicos só serão capazes de elaborar e desenvolver palestras educativas, a partir do momento em que entrevistarem, acompanharem e sugerirem novas alternativas para o tratamento das mais variadas condições patológicas. Podemos ainda citar outros aspectos positivos como a interação entre acadêmicos e profissionais para que o aprendizado dos acadêmicos não seja apenas uma forma de propagar a experiência de seus mestres, mas assim como, no que diz respeito, a organização e criação de novas formas de tratar em fisioterapia. As hipóteses consideradas foram: nula (H0) que constata que o LASER de 904nm, quando aplicado nos acupontos, não tem efeito profilático e/ou terapêutico no tratamento da enxaqueca e a hipótese alternativa (H1) que constata que o LASER de 904nm, quando aplicado nos acupontos, tem efeito profilático e/ou terapêutico no tratamento da enxaqueca. O presente estudo teve como objetivo geral verificar a ação do LASER de 904nm no tratamento de enxaqueca, quando aplicado nos acupontos; mais especificamente, identificar o grau de incomodo gerado pela enxaqueca através da Escala Visual Analógica de dor EVA, quando em crise enxaquecosa e em cefaléias intermitentes; aplicar LASER de 904nm em pontos de acupuntura com indicação direta para o tratamento da enxaqueca; e verificar se houve alteração nos dados obtidos após término do tratamento proposto.

18 27 2. REFERÊNCIAL TEÓRICO 2.1. ENXAQUECA As cefaléias têm aumentado em importância quando comparadas aos grandes temas neurológicos. Sua prevalência elevada determina consequências significativas para bem estar do indivíduo e para a produtividade de empresas, comunidades e nações (VINCENT, 1998). O primeiro critério sistemático para classificar as cefaléias foi criado em 1962 pelo Ad Hoc Committee, do National Institute of Mental Health dos EUA. Em 1988, a International Headache Society, por meio da criação da classificação para critérios diagnósticos de cefaléias, neuralgias craniais e dor facial, possibilitou que estudos de base populacional começassem a ser realizados com uma maior qualidade e comparabilidade. No ano de 2004, essa classificação foi atualizada sendo lançado o conceito de enxaqueca crônica. Na classificação da International Headache Society, a enxaqueca está incluída no grupo de cefaléias primárias, sendo considerada por alguns autores mais incapacitante do que doenças como a hipertensão arterial, a osteoartrite e a diabetes. Acarreta, além do sofrimento individual, prejuízo econômico de custos diretos (atenção médica, medicamentos) e indiretos (diminuição da produtividade e falta ao trabalho) (PAHIM, MENEZES & LIMA, 2006). As migrâneas ou enxaquecas são cefaléias primárias de alta prevalência que acometem mais mulheres do que homens (em proporção de cinco mulheres para cada dois homens), e podem se iniciar na infância ou adolescência, acompanhando o paciente por toda a sua vida. Com prevalência estimada em 12% da população provocam impacto significativo na economia e no bem estar social de inúmeras pessoas e nações em todo o mundo. A migrânea não tem ainda sua etiofisiopatologia totalmente conhecida e caracteriza-se por uma combinação de alterações neurológicas e vasculares, que podem cursar com ataques intermitentes e incapacitantes de cefaléia intensa ou moderada, com sintomas associados e características peculiares (KRYMCHANTOWSKY & MOREIRA FILHO, 1999). As principais estruturas envolvidas parecem ser o sistema nervoso central, o sistema trigeminovascular e os vasos correspondentes (GLUSTAK, 2006). Existem duas teorias de formação da enxaqueca: por emoção ou tensão prolongada provocando vasoespasmo de alguma artéria cerebral produzindo isquemia de porções cerebrais responsável pelos sintomas prodrômicos (GUYTON & HALL, 1997).

19 28 Então, como resultado da isquemia intensa, alguma coisa acontece com a parede vascular, talvez a exaustão da contração do músculo liso, que lhe permite tornar-se flácida e incapaz de manter o tônus vascular por 24 a 48 horas. A pressão sanguínea nos vasos faz com que estes se dilatem e pulsem intensamente, e foi postulado que o estiramento excessivo das paredes das artérias -inclusive de algumas artérias extracranianas, como a artéria temporal - cause a dor verdadeira das cefaléias da enxaqueca [...] (GUYTON; HALL p 559). A outra teoria inclui a depressão alastrante cortical, anormalidades psicológicas e vasoespasmo por excesso de potássio no líquido extracelular no cérebro (GUYTON & HALL, 1997). Fatores exógenos como distúrbios emocionais, modificações do ciclo vigília-sono, ingestão de determinados alimentos e bebidas alcoólicas (queijos, chocolates, frutas cítricas, vinho), jejum prolongado, modificações hormonais (ciclos menstruais), odores fortes e penetrantes, exercícios físicos intensos e fatores endógenos (genéticos) podem desencadear crises (WANNMACHER & FERREIRA, 2004; PORTO, 2001 in GLUSTAK, 2006). A enxaqueca é um tipo de cefaléia intracraniana, que geralmente, inicia-se com sensações prodrômicas como náusea, perda de visão, aura visual e outras alucinações 30 minutos a 1 hora antes do início da cefaléia da enxaqueca (GUYTON & HALL, 1997). O cérebro do enxaquecoso possui a assimetria do fluxo cerebral entre as crises, o que significa que está hipersensível (ORTIZ; RAFAELLI, 2002 in GLUSTAK, 2006). Estresse emocional, fadiga, luzes brilhantes e o sono modulam a atividade em regiões do cérebro contíguas aos vasos meníngeos inervados pelo nervo trigêmeo. A fotofobia, náusea e vômito estão relacionados com a irritação meníngea ou sangue no espaço subaracnóideo. A enxaqueca é uma combinação de fatores genéticos e ambientais, em cada caso a dor se desenvolve da ativação trigeminal nos axônios sensibilizados (DENNIS, 2005 in GLUSTAK, 2006). Os ataques de migrânea manifestam-se clinicamente, por dor de cabeça moderada a severa ou severa, de localização fronto-temporal unilateral ou bilateral, em caráter pulsátil e/ou em pressão, geralmente associada a náuseas (e/ou vômitos), e fobias ou intolerância às luzes fortes e/ou a ruídos intensos e/ou a odores mais marcantes. A dor pode durar de 4 a 72 horas quando não tratada ou tratada de forma ineficaz. A frequência é bastante variável havendo pacientes com ataques de cefaléia em caráter semanal e outros com episódios de dor menor que uma vez ao mês (KRYMCHANTOWSKY & MOREIRA FILHO, 1999). Para o tratamento preventivo, que deve ser realizado quando há mais de 2 ataques incapacitantes e duradouros por mês, a natureza dos ataques é devastadora e absolutamente impeditiva de quaisquer atividades, utilizam-se várias classes diferentes de substâncias: os

20 29 beta-bloqueadores, os antagonistas da serotonina, os antidepressivos, os antagonistas dos canais de cálcio, os anticonvulsivantes, os analgésicos e antiinflamatórios não esteróides e o grupo denominado de miscelânea, que inclui vários tipos diferentes de medicamentos (KRYMCHANTOWSKY & MOREIRA FILHO, 1999). A enxaqueca não é caracterizada pela presença de cefaléia, mas pelo estado de susceptibilidade constante que torna o enxaquecoso permanentemente sujeito a uma crise, mediante fatores desencadeantes. Para que o fator desencadeante possa eventualmente provocar uma crise (e não é obrigatório que o faça sempre), é necessária a pré-existência da susceptibilidade enxaquecosa, comum a todos os doentes (VINCENT, 1998) LASER Histórico A utilização da luz como terapia é bastante antiga. Na pré-história acreditava-se que a luz do sol afastaria maus espíritos. Deuses hebreus, fenícios e gregos, como Hélios, seriam fonte de saúde e cicatrização. No século XVI Herodotus reconheceu a importância do sol para os ossos, assim como Celsus e Galeno recomendavam banhos de sol para tratar epilepsia, artrites e asma. Já no século XIX, mais precisamente em 1877 descobriu-se o poder bactericida da luz solar, o que levou ao uso da radiação ultravioleta para esterilização (MIKAIL, 2006 in BUENO, 2008). O recurso terapêutico, objeto deste estudo, teve suas bases teóricas fundamentadas no postulado por Albert Einstein em 1917, o Princípio da Emissão Estimulada o qual postula que certos corpos emitem quantas em forma de fótons quando atingidos pela luz. Se fornecermos energia a um elétron, este salta para uma órbita mais energética do átomo, porém esta é mais instável por ser mais distante do núcleo. Na busca da estabilidade do sistema atômico, o elétron retorna a sua órbita de origem, liberando a energia que recebeu em quantas (fótons), ou seja, ele determina que a emissão de luz por um átomo pode ser estimulada pela própria radiação incidente, com a qual foi possível a obtenção de uma forma de amplificação da luz, denominada LASER (Light Amplification by the Stimulated Emission of Radiation Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação) (BLAY, 2001; BUENO, 2008).

21 30 Este fóton emitido, que possui um comprimento de onda definido, pode colidir e estimular a emissão de outro átomo, neste caso emitindo dois fótons, também de mesmo comprimento de onda. Este fenômeno se inicia num tubo com dois espelhos nos extremos que promovem a enorme multiplicação da emissão estimulada por reflexão e parte da luz emitida e amplificada sai através de um dos espelhos que é semi-refletor, obtendo-se um feixe de luz LASER (AGNE, 2005). FIGURA 1, 2, 3, 4 e 5: Mecanismo de emissão da radiação LASER. FONTE: Zalameda s Weblog, 2008

22 31 Em meados de julho de 1960, um pesquisador, Theodore H. Maiman, a partir da excitação de um cristal de rubi através da lâmpada do flash de uma câmera fotográfica, criou o primeiro LASER. Alguns efeitos benéficos foram identificados nos locais onde havia sido aplicada uma quantidade baixa de energia, como rápida cicatrização, o que levou, em 1965, Sinclair e Knoll a adaptarem a radiação LASER à prática terapêutica (VEÇOSO, 1993; BLAY, 2001) Diferentes Aplicações da Radiação LASER A radiação LASER trata-se de uma luz com características especiais que teve um impacto sobre várias áreas, já que a obtenção de radiação a partir de diferentes substâncias gerou diferentes aplicações ao LASER, como as seguintes: (VEÇOSO, 1993) Aplicações Industriais: beneficiada com novas formas de corte, usinagem e soldagem promovendo o crescente aumento da qualidade de produtos e redução de custos. Aplicações Comerciais: emprego na área de telecomunicações, de informática, e outras, garantindo velocidade e qualidade. Aplicações Médicas: proporcionou inúmeros avanços na área médica e fisioterapêutica, na realização de cirurgias antes ditas inoperáveis, na cicatrização de feridas, como recurso antiinflamatório e analgésico, entre outras Classificação da Radiação LASER A radiação LASER é classificada em quatro grandes áreas, conforme seu potencial de provocar danos biológicos. O fabricante deverá especificar o equipamento, determinando sua aplicação e as precauções que se deve tomar (AGNE, 2005; ZALAMEDA S WEBLOG, 2008). Classe I: esses lasers não emitem radiação com níveis reconhecidamente perigosos.

23 32 Classe I.A: essa é uma designação especial aplicada somente aos lasers que não devem ser vistos, tais como a leitora de preços a LASER de um supermercado. Classe II: esses são lasers visíveis de baixa energia que emitem acima dos níveis da Classe I, mas com uma energia radiante que não ultrapasse 1 mw. A idéia é que a reação de aversão à luz brilhante inata nos seres humanos irá proteger a pessoa. Estes tipos de lasers são utilizados em leitores de CD, impressoras, não tem aplicações terapêuticas. Classe IIIA: esses são lasers de energia intermediária (contínuos: 1-5 mw) e são perigosos somente quando olhamos na direção do raio. A maioria dos apontadores a lasers se encaixa nesta classe. Classe IIIB: são os lasers de energia moderada, geralmente inferior a 50 mw com luz vermelha visível ou infravermelha invisível. Nesta classe que se encaixam os lasers utilizados por fisioterapeutas em cicatrizações de feridas e em processos traumato-ortopédicos. O feixe de luz não tem efeito térmico apreciável nem produzem lesões cutâneas numa aplicação normal, sendo perigosos a aplicação direta ou por reflexão aos olhos, o que torna obrigatório o uso de óculos de proteção especial tanto pelo paciente como pelo terapeuta, sendo adequados aqueles que garantem maior absorção no comprimento de onda com o qual se trabalha. Classe IV: composta pelos lasers de alta energia (contínuos: 500 mw, pulsados: 10 J/cm 2 ou o limite de reflexão difusa). São perigosos para a visão em qualquer circunstância (diretamente ou espalhados difusamente) e apresentam provável risco de incêndio e risco à pele. São utilizados em cirurgias, para coagulação ou corte, cauterização, para tratamento de tumores, além dos lasers utilizados em indústrias para corte de materiais resistentes. Medidas significativas de controle são requeridas em instalações que contêm LASER Classe IV Propriedades da Radiação LASER A radiação LASER é uma luz potente, de uma só cor que se direciona e ajusta sua potência com precisão. Trata-se de um complexo de ondas eletromagnéticas que apresentam três características ou propriedades precisas, que a diferenciam da luz comum, dando a ela a

24 33 capacidade terapêutica (BAGNATO,2001; BLAY, 2001; COUTINHO & COLARES, 2003; AGNE, 2005; BUENO, 2008). Monocromaticidade: descreve uma radiação que demonstra espectrograficamente, só uma linha. A cor da radiação e de tal pureza, não encontrada na natureza. Isso acontece porque o LASER possui um único comprimento de onda, com uma freqüência definida, sendo este comprimento de onda variável de acordo com o material que compõe o LASER. Coerência: O monocromatismo e a coerência têm muito em comum, pois enquanto o monocromatismo destaca um único tipo de onda a partir de seu comprimento de onda, a coerência denota a coordenação das ondas entre si referindo à organização perfeita no que diz respeito ao deslocamento ordenado de suas ondas que oscilam uniformemente e em sincronia no tempo e no espaço, o que contribui para manter a potência luminosa do feixe por não haver interferência entre os raios. O LASER tem essa característica porque toda onda emitida tem o mesmo comprimento de onda e a mesma orientação. Polarização: A luz não coerente quando é emitida diverge em várias direções produzindo uma iluminação difusa e que se debilita em razão da distância. O LASER apresenta feixes paralelos, sem divergência e com elevada colimação, o que permite seu direcionamento para um ponto determinado com mínima dispersão sem perda de intensidade em razão de sua distância. FIGURA 6: Propriedades físicas do LASER. FONTE: Agne, 2005.

25 Fenômenos Ópticos a Serem Considerados Com a incidência da radiação LASER sobre o corpo, certamente alguns fenômenos devem ocorrer, uma vez que os tecidos que compõe o organismo do ser humano são bem heterogêneos. E os fenômenos ópticos que o LASER sofre ao penetrar nestes tecidos são: (VEÇOSO, 1993; BLAY, 2001; BUENO, 2008) Reflexão: ao incidir sobre o corpo humano, parte da radiação LASER será refletida não sendo esta absorvida. Com a incidência do feixe LASER de forma perpendicular a região a ser tratada a quantidade de radiação a ser refletida será diminuída. FIGURA 7: Comportamento da radiação LASER. FONTE: Veçoso, Transmissão: parte da energia incidida será transmitida a outras camadas da pele. Difusão: a energia transmitida será difundida nas moléculas, partículas, fibras e organelas dos diferentes estratos da pele. Absorção: a parcela de radiação não refletida é então absorvida pelo organismo. Não há dúvidas de que a absorção é o fenômeno óptico de maior relevância na laserterapia e para se obter a absorção da maior quantidade possível de radiação devemos como já comentado, sempre incidir a radiação de forma perpendicular, assim como a área irradiada deve estar isenta de barreiras mecânicas como suor, cremes, e pêlos.

26 Penetração da Radiação LASER Quanto à penetração da radiação LASER pouco se tem escrito além da diferença entre os tipos de lasers. Há a afirmação de que a radiação LASER não ultrapasse a camada muscular, porém acredita-se que apesar da radiação atingir níveis superficiais, suas conseqüências sejam percebidas em níveis mais profundos, pois, há relatos demonstrando a existência de efeitos regionais e inclusive sistêmicos (VEÇOSO, 1993) Efeitos Biológicos e Fisiológicos da Radiação LASER A laserterapia de baixa potência (LBP) ainda é uma área recente, cuja ação sobre os tecidos depende da sua absorção de energia e da transformação desta em determinados processos biológicos. Para descrever tais efeitos é comum seguir uma ordem segundo a qual a energia depositada nos tecidos produz efeitos primários ou diretos, e a partir deste ocorram efeitos secundários ou indiretos. Já as ações destes efeitos contribuem para os efeitos terapêuticos da LBP (VEÇOSO, 1993; AGNE, 2005) Efeitos Primários ou Diretos Estes efeitos são desencadeados pela absorção da energia irradiada, se limitando a área irradiada, na profundidade alcançada e no tempo de duração da aplicação. São eles: (VEÇOSO, 1993; BLAY, 2001; AGNE, 2005) Efeito Fototérmico: a LBP não causa aumento significativo de temperatura. Efeito Fotoquímico: é um dos principais efeitos decorrentes da interação da radiação com os tecidos, causando a liberação de substâncias pré-formadas como histamina, serotonina, e bradicinina; modifica as reações enzimáticas normais provocando a produção de ATP, provocando a aceleração da mitose, e a síntese de prostaglandinas, além da lise de fibrinas, aumento do número de leucócitos e

27 36 atividade fagocitária, aumento do fluxo hemático por vasodilatação e estimula a produção de tecido de granulação. Efeito Fotoelétrico: as células possuem um gradiente iônico preservado pelo potencial de membrana, porém este em situações patológicas não funciona de forma satisfatória. O LASER tem ação dupla no que diz respeito aos efeitos fotoelétricos, o qual de forma direta atua sobre a mobilidade iônica entre o exterior e interior celular; e de forma indireta, através do incremento da produção de ATP, torna a bomba de sódio e potássio mais eficaz devido à maior disponibilidade de ATP consumido em seu mecanismo funcional. Efeito Bioenergético: na teoria da bioenergia se sugere que a matéria orgânica não somente tem uma estrutura material-bioquímica, mas também uma estrutura energética não bem compreendida. O efeito bioenergético nada mais é que uma normalização, reposição da energia orgânica perdida. Tal normalização proporciona benefícios terapêuticos, pois há interferência do contingente energético sobre o físico e vice-versa; tendo aplicação comum nos pontos de acupuntura com fins de restabelecer o equilíbrio energético de um órgão ou sistema Efeitos Secundários ou Indiretos Os efeitos primários ou diretos provocam dois grandes efeitos secundários ou indiretos. Tais efeitos originam outros efeitos com maior profundidade e extensão, garantindo efeitos regionais e inclusive gerais. Sendo eles: (VEÇOSO, 1993; AGNE, 2005) Estímulo a Microcirculação: o LASER estimula a microcirculação em decorrência de efeitos bioquímicos como a liberação de histaminas que exerce ação sobre os esfíncteres pré-capilar paralisando-os e deixando-os abertos, garantindo maior vasodilatação e aumento do fluxo sanguíneo local levando a um maior aporte de nutrientes e oxigênio e uma maior eliminação de catabólitos, além de um maior aporte de elementos defensivos, promovendo um efeito antiinflamatório. Estímulo ao Trofismo Local e da Reparação: o aumento da produção de ATP e o incremento da velocidade mitótica, leva ao trofismo de células, tecidos e órgãos

28 37 na zona irradiada, aumentando também os processos de reparação a nível tissular e orgânico, devido ao estímulo a capacidade de cicatrização do tecido conjuntivo e a neoformação de vasos sanguíneos a partir dos já existentes. Outras ações são: aumento da velocidade de regeneração das fibras nervosas lesionadas, ação sobre a aceleração do calo ósseo, aumento da troficidade da pele, ação específica sobre os fibroblastos das fibras colagenosas e elásticas Efeitos Terapêuticos Como consequência das alterações primárias e secundárias, a LBP proporciona os seguintes efeitos terapêuticos: (VEÇOSO, 1993; BLAY, 2001; AGNE, 2005) Efeito Analgésico: o LASER garante tal efeito de forma local e até sistêmica quando reduz a inflamação, pela reabsorção do exudato favorecendo a eliminação de substâncias algógenas, eleva o limiar doloroso das terminações nervosas livres, e interfere no potencial elétrico de transmissão do estimulo doloroso; no nível do tálamo bloqueia a percepção da dor estimulando a produção de neurotransmissores endógenos como a encefalina e as beta-endorfinas, e a partir de zonas reflexas como pontos de acupuntura e pontos gatilhos, que por atuação sobre o cérebro diminui os níveis de bradicinina e ativa a liberação de endorfinas. Efeito Antiinflamatório: dá-se pela inibição da síntese de prostaglandinas, além do estímulo a microcirculação que garante um maior aporte de nutrientes, oxigênio e substâncias defensivas. Efeito Antiedematoso: uma vez que modifica a pressão hidrostática intracapilar, melhora da absorção de líquidos intersticiais com a ativação da regeneração tissular e ação fibronilítica. Efeito Cicatrizante Efeito Bioestimulativo Trófico Tissular: certamente este é o efeito que mais se destaca, uma vez que o LASER é o recurso terapêutico mais eficaz no que se refere ao estímulo da cicatrização. Favorece o aumento de fibroblastos e fibras de colágeno; a regeneração dos vasos sanguíneos e o incremento da velocidade da mitose como já dito anteriormente, garantindo assim

29 38 o aumento da velocidade de crescimento de nervos seccionados e da reepitelização Diferenças entre Laserterapia e Laseracupuntura e a Teoria do Bioplasma A laseracupuntura tem sido aplicada utilizando-se como instrumento de puntura a radiação LASER, tal prática oriental tem bases não alteradas pelo uso do LASER, que se presta apenas como instrumento viabilizador dos mesmos efeitos obtidos pelas agulhas na acupuntura tradicional. A teoria do bioplasma alicerça a acupuntura e fundamenta certos efeitos da radiação LASER como o efeito bioenergético, tal teoria se fundamenta em experimentos com colônias de bactérias e a aceitação da existência de um relacionamento eletromagnético entre as células. Nos experimentos, foi estimulada a aceleração da mitose em uma colônia de bactérias, e inesperadamente uma segunda colônia reagiu ao estímulo e passou a se multiplicar, possivelmente, corroborando a teoria de inter-relação eletromagnética entre as células. Através de espectrofotometria foi comprovada a existência de um intercâmbio energético entre as células. A esse contingente energético, que coexiste com o físico, chamou-se de bioplasma. Sendo esse bioplasma suscetível a interferências do físico do organismo, assim como alterações no campo energético geram interferências físicas nos organismos. (VEÇOSO, 1993) Lasers Utilizados em Fisioterapia no Brasil Atualmente no Brasil, são utilizados variados tipos de lasers em fisioterapia, os quais não têm potencial destrutivo, emitindo radiação de baixa a média potência. Entre eles estão: LASER de Hélio-Neônio (HeNe); LASER de Alumínio-Gálio-Índio-Fósforo (AlGaInP); LASER de Gálio-Alumínio-Arsenieto (GaAlAs) e, o instrumento deste estudo, o LASER de Arsenieto de Gálio (AsGa), o qual é uma radiação obtida a partir da estimulação de um diodo semi-condutor, formado por cristais de arsenieto de gálio, possui emissão pulsada no espectro

30 39 de luz infravermelho invisível com comprimento de onda de 904nm, sendo levemente absorvidos pela hemoglobina e água permitindo penetrações mais profundas. Tem potência variando entre 10 e 45mw, por ser aplicado na forma pulsada, sua dose é medida em potência média sempre muito reduzida, variando de 3 a 7mw. É indicado para tratamento de tendões, músculos e ossos (VEÇOSO, e AGNE, 2005) Formas de Aplicação do LASER A LBP é a aplicação de radiação LASER enquanto agente físico que emite uma energia sobre determinada área, tendo a aplicação definida como o ato de irradiar um só ponto ou uma área específica, existindo ainda diferentes modalidades de aplicação, as mais empregadas são: Aplicação Pontual: Consiste na irradiação de diversos pontos em uma área a ser tratada, mantendo-se a distância média de 1cm entre os pontos. Este pode ser chamado de modalidade universal de aplicação, a qual é utilizada por todos os tipos de lasers e é exclusivo dos lasers de emissão pulsada, ou infravermelha. Este método também é aplicado sobre os pontos de acupuntura (laseracupuntura), porém não se pode manter pressão entre a ponta da caneta e a pele, somente um contato suave para que não se faça associação com a técnica de acupressão nos pontos de acupuntura (VEÇOSO, 1993; AGNE, 2005; EPELBAUM, 2007). FIGURA 8: Aplicação por Ponto. FONTE: VEÇOSO, 1993 Aplicação por Varredura Manual: Este método deve ser só utilizado em lesões dermatológicas como úlceras por pressão, diabéticas e outras alterações nas quais se busca estimular a cicatrização. Consiste na aplicação onde se movimenta a caneta aplicadora fazendo com que o ponto de aplicação varra toda a região a

31 40 ser tratada. Esta modalidade de aplicação somente é utilizada por lasers que tenham emissão de radiação visível (VEÇOSO, 1993; AGNE, 2005). FIGURA 9: Aplicação por Varredura. FONTE: VEÇOSO, Aplicação por Zona: Forma de aplicação já em desuso consiste na aplicação de uma só vez de uma área maior que um ponto, sendo necessários para tal a utilização de recursos como lentes divergentes (VEÇOSO, 1993). FIGURA 10: Aplicação por Zona. FONTE: VEÇOSO, Dosificação da Radiação LASER Ao contrário da farmacologia, na qual existe uma dose média-padrão para a dosagem de medicamentos, tendo como parâmetro de medida a proporção entre dose necessária e o peso corporal do indivíduo; a radiação laser é um recurso físico, então como se estabelecer um padrão de dosagem?

32 41 Cada recurso fisioterápico possui uma forma diferente de raciocínio e variações em seus parâmetros, algo que vem sendo estudado ao longo do tempo; na laserterapia a unidade posológica é denominada de densidade de energia e se dá em joules (J). Em uma superfície ela é medida em joules por centímetro quadrado (J/cm²). Um Joule equivale a um Watt por segundo, sendo a taxa com a qual a energia é produzida, chamada de potência (AGNE, 2005; BROMILEY, 1993; SILVA et al. 1998; LOW & REED, 2001; MIKAIL, 2006 in BUENO, 2008). Há alguns critérios que servem como um ponto de partida para a escolha das doses. É possível que exista uma janela terapêutica que cause inibição da fotobioestimulação, descrito como conceito de Arndt-Schultz. Esta lei diz que o efeito do estímulo a uma célula viva é indiretamente proporcional a quantidade e intensidade do mesmo. Na mesma linha, Rudolf Arndt postulou a Lei Básica da Biologia a qual diz que um estímulo leve iria acelerar a atividade vital, um estímulo médio elevaria a atividade vital, um forte suprimiria a atividade, enquanto que um estímulo muito forte cessaria por completo a atividade vital (LOW & REED, 2001 in BUENO, 2008). Para realizar os cálculos necessários para se obter a densidade de energia ou o tempo desejado. Devem-se conhecer as potências de pico em Watt (W), área a ser tratada em centímetros quadrados (cm²) entre outros, e fazer uso de algumas fórmulas (tabela 1) como meio de obtenção desses dados (VEÇOSO, 1993; AGNE, 2005; BUENO, 2008). TABELA 1: Fórmulas para dosimetria da radiação LASER. Fórmulas D=E/A E=P.t t=d.a/p FONTE: VEÇOSO, 1993; AGNE, 2005; BUENO, 2008 Legenda D = Densidade de energia (J/cm²) E = Energia (J) A = Área (cm²) P = Potência (W) t = Tempo (seg) Porém ao se fazer uso de lasers que façam emissão pulsada de radiação, além das fórmulas já citadas deve-se usar a fórmula seguinte para se obter a Potência média de emissão de radiação, sendo ela: Pm=Pp.Dp.F [Pm = Potência média (W), Pp = Potência de Pico (W), Dp = Duração de um pulso (s), F = Frequência (Hz)].

33 42 Para cálculo da área a ser irradiada em aplicações pontuais ou zonais teremos que usar o cálculo matemático de área de geometria analítica (A=π.R² Área = Pi x quadrado do Raio). Em caso de aplicação por varredura faz-se o uso de (A=b.h Área = Base x Altura), sendo os valores obtidos em centímetros quadrados (VEÇOSO, 1993; AGNE, 2005; BUENO, 2008). Nos últimos anos, com a necessidade de facilitar o uso da radiação LASER e evitar a realização de tantos cálculos criou-se aparelhos automáticos que basta que se escolha a densidade de energia que se deseja utilizar (AGNE, 2005). Existem poucos estudos que padronizem uma dosagem determinada para uso em cada tipo de patologia. Como exemplo, a World Association for LASER Therapy - WALT (Associação Mundial de Laserterapia) disponibiliza uma tabela com dosagem recomendada para várias patologias do sistema osteomioarticular (Anexo I) (WALT, 2009). Existem ainda esquemas para critérios de dosagem, criado por Josep Colls em 1986, segundo efeitos desejados, estágio do processo inflamatório e caráter de estímulo, sendo eles: (VEÇOSO, 1993) Segundo efeitos desejados. o Efeito Analgésico: 2 a 4J/cm² o Efeito Antiinflamatório: 1 a 3J/cm² o Efeito Cicatrizante: 3 a 6J/cm² o Efeito Circulatório: 1 a 3J/cm² Segundo estágio do processo inflamatório. o Agudo: 1 a 3J/cm² o Subagudo: 3 a 4J/cm² o Crônico: 5 a 7J/cm² Segundo caráter de estímulo. o Estimulatório: doses abaixo de 8j/cm² o Inibitório: doses acima de 8J/cm² Tomando-se por base o efeito fotobiológico da radiação segundo a Lei Básica da Biologia sugere-se que terapias a laser durem no máximo 40 ou 45 minutos. Assim como também se deve evitar a somação de estímulos e conseqüente redução da efetividade da radiação, devido a isso se deve intercalar ao menos um dia sem aplicação entre duas diferentes sessões (VEÇOSO, 1993).

34 Contra-Indicações e Precauções Como medida de prevenção se recomenda que sejam considerados os seguintes cuidados: Contra-Indicações Absolutas: Irradiações sobre massas neoplásicas ou portadores de neoplasias, devido seu caráter bioestimulativo; irradiação direta na retina, devido possibilidade de lesão irreversível da retina; irradiação sobre focos de infecções bacterianas, devido possibilidade de expansão e multiplicação; irradiação em gestantes. Precauções: Irradiações em homens e mulheres próximo a região das gônadas devem ser evitadas; terapeuta e pacientes devem estar usando óculos de proteção; deve-se evitar a irradiação sobre as mamas sem exame prévio para verificação de ausência de nódulos; realizar o uso de radiação laser em local apropriado e identificando a necessidade de uso de protetor ocular ACUPUNTURA Derivada dos radicais latinos acus e pungere, que significam agulha e puncionar, respectivamente, a acupuntura visa à terapia e cura das enfermidades pela aplicação de estímulos através da pele em pontos específicos chamados acupontos (WEN, 1989; JAGGAR, 1992; SCHOEN,1993 in SCOGNAMILLO-SZABÓ, 2001), que foram empiricamente determinados no transcorrer de milhares de anos de prática médica (RISTOL, 1997 in SCOGNAMILLO-SZABÓ, 2001). A acupuntura trata-se também de uma terapia reflexa, em que o estímulo de uma área age sobre outra(s) (LUNDEBERG, 1993 in SCOGNAMILLO- SZABÓ, 2001). A acupuntura vem sendo usada com finalidades preventiva e terapêutica há vários milênios. De fato, agulhas de pedra e de espinha de peixe foram utilizadas na China durante a Idade da Pedra (cerca de 3000 anos AC). Ney Jing ou "Clássico do Imperador Amarelo sobre Medicina Interna", texto clássico e fundamental da MTC, descreve aspectos anatômicos, fisiológicos, patológicos, diagnósticos e terapêuticos das moléstias à luz da medicina oriental.

35 44 Nesse tratado, já se afirmava que o sangue flui continuamente por todo o corpo, sob controle do coração. Cerca de 2000 anos depois, mais precisamente em 1628, William Harvey, proporia sua teoria sobre a circulação sangüínea (ALTMAN, 1992 in SCOGNAMILLO- SZABÓ, 2001). Acuponto é uma região da pele em que é grande a concentração de terminações nervosas sensoriais, essa região está em relação íntima com nervos, vasos sangüíneos, tendões, periósteos e cápsulas articulares (WU, 1990 in SCOGNAMILLO-SZABÓ, 2001). Os estímulos aplicados nos pontos de acupuntura, que são transdutores de entrada e saída de informações de nosso corpo, afetam as estruturas que compartilham o espaço dessas portas periféricas de comunicação organismo/ambiente externo. Artérias, veias, vasos linfáticos, nervos de vários tipos, todos esses elementos são sensíveis e respondem a mínimas alterações do ambiente. Cada tipo de estrutura estimulada gera respostas específicas e há também especificidade de ação das diferentes modalidades de estímulo aplicação simples de agulhas, manipulação variada, moxabustão, ventosas e LASER determinam reações típicas que vem sendo identificadas e padronizadas (EPELBAUM, 2007). Além disso, os acupontos possuem propriedades elétricas diversas das áreas adjacentes: condutância elevada, menor resistência, padrões de campo organizados e diferenças de potencial elétrico (ALTMAN, 1992 in SCOGNAMILLO-SZABÓ, 2001). O campo das possibilidades terapêuticas da acupuntura é vasto. Abrange o controle ou cura de várias doenças orgânicas, em especial, aquelas de caráter funcional (alterações hormonais, acidez gástrica), mas também o manejo daquelas com lesão estrutural como acidente vascular encefálico (AVE), infarto do miocárdio ou ulcera duodenal, dependência química de drogas, transtornos psicológicos, doenças psiquiátricas entre outras. Muitas destas possibilidades estão sendo testadas por meio de ensaios clínicos ou laboratoriais (EPELBAUM, 2007). De acordo com a Organização Mundial de Saúde são as seguintes as indicações da acupuntura (CASTRO, 2003 in EPELBAUM, 2007): Distúrbios Neurológicos e ortopédicos: Cefaléias, enxaquecas, neuropatias periféricas, nevralgia de trigêmeo, paralisia facial e pós AVE, cervicobraquialgia, periartrite escápulo-umeral, epicondilite lateral, ciatalgia e lombalgia, osteoartrites. Distúrbios na cavidade oral: Dor de dente e pós-extração dental, gengivite, faringites agudas e crônicas.

36 45 Outras indicações: Sinusite, rinite, bronquite, soluço, gastrite, constipação e diarréia, colites, asma brônquica e resfriado comum, amidalite aguda Filosofia da Medicina Tradicional Chinesa A Medicina Tradicional Chinesa (MTC), Medicina Chinesa ou Medicina Oriental, como é conhecida, é um método natural de tratamento, que além da Acupuntura, inclui a fitoterapia, a moxabustão, as ventosas, a estimulação dos pontos de acupuntura através dos dedos ou recursos fototerapêuticos. Surgiu através de princípios que datam de aproximadamente anos atrás, antes mesmo da Medicina Ocidental de Hipócrates, surgida há cerca de anos. A MTC não recorre a medicamentos alopáticos. Todos os seus meios de tratamento são naturais (KWANG, 2000 in SILVA, 2002). A diferença principal entre a Medicina Ocidental e a Medicina Oriental é a visão do ser humano. Baseada em uma visão analítica do filósofo Descartes, o médico ocidental aprendeu, ao longo dos anos, a visualizar somente o biológico, o fisiológico, não se dando conta que o ser humano é indivisível em seus aspectos físico, mental/espiritual e emocional (CAPRA, 1992 in SILVA, 2002). Desta forma, este profissional tornou-se insensível aos aspectos psicológicos do ser humano, o atendimento se tornou frio demais, e hoje em dia sabe-se que a maioria das doenças é de origem psicossomática. A medicina alopática dividiu, fracionou, cortou o homem em pedaços. Consulta-se um otorrinolaringologista, um gastroenterologista, entre outros, a visão inteira desapareceu. Este é o MODELO BIOMÉDICO (CAPRA, 1992 in SILVA, 2002). Já o MODELO CHINÊS procura tratar o doente, e não a doença em si. Não se trata somente os sintomas, mas busca-se a causa do problema, levando-se em consideração o fator HOLÍSTICO do ser humano, ou seja: corpo, mente e espírito (CAPRA, 1992 in SILVA, 2002). A doença é considerada um bloqueio ou distorção de energia vital e sua causa está relacionada com a tensão emocional e com fatores climáticos em que o corpo é exposto. Na MTC existem energias que protegem e que destroem o organismo, o entendimento dessas energias permite o controle do corpo e a boa saúde (FRÖNER, 2007).

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