AS S E M B L E I A M U N I C I P AL D E ESPINHO

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1 ACTA Nº 11/ Aos 11 dias do mês de outubro de 2013, realizou-se na Sala de Reuniões da Assembleia Municipal, após a sua respetiva instalação, a primeira reunião de funcionamento da Assembleia Municipal de Espinho para efeitos de eleição da mesa, nos termos do nº 1 do artigo 4º da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro Os trabalhos foram presididos pelo Vogal Guy Alberto da Costa Viseu, em virtude de ter encabeçado a lista mais votada, que foi a do Partido Social Democrata, o qual solicitou ao PSD e ao PS, a indicação de um elemento de cada partido para a Mesa da Assembleia Municipal, de acordo com a Lei e por terem sido os partidos mais votados. Assim pelo PSD esteve na Mesa a vogal Maria Alexandra Flôr Pinho Silva Bastos e pelo PS esteve o vogal José Luis Machado Peralta PRESENÇAS DA CÂMARA MUNICIPAL Por parte da Câmara Municipal estavam presentes o Presidente da Câmara, Joaquim José Pinto Moreira e os Vereadores António Vicente de Amorim Alves Pinto, Leonor Cristina Costa Matos Lêdo da Fonseca, Quirino Manuel Mesquita de Jesus e Luis Miguel P.B. Santos Neto O Presidente da Mesa em Exercício deu início à reunião, informando o plenário que tinha de decidir quanto à forma de elegerem a Mesa, se por votação nominal se por lista, de acordo com a Lei INTERVENÇÕES: JORGE CARVALHO (CDU): Disse que na sua opinião a votação deve ser cargo a cargo, ou seja, votação nominal JOSÉ LUÍS PERALTA (PS): Começou por referir que o vogal Manuel Dias lhe comunicou que foi contactado pelos Senhores, Presidente da Câmara Municipal e Presidente da Assembleia Municipal em exercício, no sentido de firmarem um acordo, que

2 se prende com o pagamento de uma verba da Câmara Municipal à Junta de Freguesia de Paramos, antes da tomada de posse desta mesma Junta. Que a sua pergunta vai no sentido de saber se esse acordo se refere à eleição do Presidente da Mesa da Assembleia ou se também se estende à restante composição da Mesa RICARDO SOUSA (PSD): Interveio dizendo que os acordos que se possam ou não estabelecer para garantir a votação e a eleição de um determinado Presidente ou de uma determinada Mesa, fazem parte do foro interno das direções partidárias e que não são para ser alvo de escrutínio público numa Assembleia Municipal. Que na sua opinião, a votação que se deve seguir, caso os vogais optem, será por lista ou nominal. Que se o PS depois dessa votação pode apresentar uma lista, é livre de o fazer. Voltou a frisar não lhe parecer correto trazer para esta Assembleia questões do foro das direções dos partidos JORGE CARVALHO (CDU): Disse que não estava de acordo com o que foi dito pelo vogal Ricardo, pois para si é importante que as coisas se saibam, porque isso é o que é a democracia, transparência. Que os resultados eleitorais deram uma maioria de esquerda a esta Assembleia Municipal. Que democraticamente a população pretendeu que a Mesa da Assembleia Municipal fosse uma Mesa de esquerda e não deu a maioria ao PSD. Acontece que sempre houve Judas e que há dois mil anos houve um que se vendeu por trinta dinheiros e agora parece que há um que se vendeu por trinta mil euros. Disse que a Democracia é respeitar os resultados eleitorais e não no tal foro íntimo dos partidos andarem a comprar pessoas e dar-lhes dinheiro para mudarem o sentido de voto. Que os eleitores de Paramos não quiseram que o PSD ganhasse. Que a lista ganhadora em Paramos fez a campanha pelo Dr Peralta, e que agora estão à venda. Parecendo-lhe que quem der mais leva o voto. Que se isto é a política em democracia estamos mal. Disse ainda ser importante saber se a política é feita com ético ou se a política é feita com pagamentos

3 ----- RICARDO SOUSA (PSD): Disse pretender que se passasse à votação, que o plenário decida qual o método de eleição da Mesa, pois para si é isso que realmente interessa. Lembrou contudo que o candidato independente de Paramos também foi apoiado pelo CDS, pelo que essa questão da lista ter sido apoiada pela esquerda não é linear. Depois de percebermos qual o método de eleição da Mesa, os candidatos que entendam que devem apresentar a candidatura, apresentem-na pois a votação é secreta. Disse ainda que, mais do que os acordos vale o voto no segredo da urna GUY VISEU (PSD): Em resposta ao vogal Peralta, disse que para si, nem é o local nem a ocasião para poder trocar com o senhor vogal quaisquer eventuais Acordos ou Entendimentos, que possa ter havido ou não com o Presidente da Junta de Paramos. Que sobre este assunto, disse admirar-se muito desta transparência democrática colocada pelo vogal Jorge Carvalho, quando há quatro anos atrás, o CDS, do qual disse na altura ser vogal, ter votado no PS e nunca o terem questionado na altura se o CDS teve alguma contrapartida. O que lhe parece ser um pouco agressivo da parte do vogal Jorge Carvalho e diz mesmo anti democrático é a forma como se exprime sobre o pagamento de 30 mil euros, dando a entender à Assembleia de que houve suborno ao Senhor Manuel Dias para ele votar no PSD. Disse que uma afirmação destas é grave quer do ponto de vista democrático quer da integridade do Senhor Manuel Dias MANUEL DIAS (JFP): O facto é que ali estão para a eleição da Mesa da Assembleia Municipal e que seu nome já foi ali várias vezes referido. Disse que a sua vida tem sido pautada e norteada com integridade. Que os seus atos enquanto representante autárquico da freguesia de Paramos não são assumidos sozinho. Que tem dado muito de si à freguesia e desde muito novo, não tendo dúvidas que a Freguesia de Paramos tem também uma marca sua e do qual tem muito orgulho. Que do resultado das eleições resultou a necessidade de encontrar algumas soluções, nomeadamente no âmbito da Mesa da Assembleia Municipal.

4 Disse ainda ser verdade que foi contactado para votar e aprovar uma Mesa para a Assembleia Municipal, pelo PSD. Que é da sua postura não mentir nem omitir o que quer que seja e seja com quem for, da direita ou da esquerda. Disse ainda não negar o seu desagrado quanto a algumas atitudes das candidaturas do PSD, nomeadamente à Freguesia, à Assembleia e Câmara Municipal. Que ele próprio deu a cara por uma candidatura e que apoiou um candidato à Câmara Municipal e à Assembleia Municipal e que não se arrepende de tal e que infelizmente estas candidaturas saíram derrotadas. Que é verdade que foi apoiado pelo PS e pelo CDS, mas a sua freguesia fala mais alto. Aproveitou a presença do ainda presidente da Junta de Freguesia de Paramos, senhor Américo Castro a quem fez questão de publicamente prestar a sua homenagem, com quem muito do que hoje diz saber ter aprendido. Que no grupo dos Independentes de Paramos a opinião do número um da lista vale tanto como a opinião do último e que as grandes decisões têm sido tomadas pelo grupo, acrescentando que mal ou bem, mas que tem sido assim. Que esta decisão de apoiar uma candidatura do PSD, pode parecer estranho ele próprio também o acha, mas que mais uma vez foi o grupo IP a decidir e que ele é só o porta-voz da decisão. Quer ele Manuel Dias, quer o grupo dos IP, confiam nas pessoa, pelo que irá cumprir a sua parte, como representante dos IP e espera que o PSD cumpra a sua, neste acordo. Que a decisão foi tomada por unanimidade pelo grupo dos IP, mediante algumas condições transportadas para um acordo com que a Câmara concordou. Disse ainda que o trabalho deste grupo de independentes é reconhecido pela população. Disse ainda ter ficado triste com a intervenção do vogal Jorge Carvalho quando o apelidou de judas, mas que como já atrás referiu não é uma decisão só sua mas sim dos 2 elementos do grupo IP. Em conclusão disse que as grandes decisões na Junta de Freguesia de Paramos são tomadas pelo coletivo que compõem a lista dos Independentes de Paramos. Que hoje foi formalizado o acordo com a Câmara em documento assinado e que em todo o tempo neste

5 processo foi informando o líder do PS à Assembleia Municipal, o vogal José Luís Peralta. Salientou que não passou nenhum cheque em branco à Câmara e que o seu trabalho é também de fiscalização a esta MANUELA VILARES (BE): Disse que depois das intervenções anteriores, ficou claro que este executivo PSD não olha a meios para atingir os fins e que, apesar de terem tantos advogados e tantos juristas, parece não saberem que comprar votos é ilegal JOSÉ CARVALHINHO (PS): Começou por informar que é a primeira vez que tem uma participação cívica no concelho de Espinho, que é o seu. Disse estar muito desapontado e lamenta que comece desta forma. Disse também que é para si surpreendente e extraordinário que aqueles que durante várias semanas chamaram cacique ao senhor Manuel Dias venham agora fazer um acordo com ele. Disse ainda que do que ali ouviu não existiu nenhum acordo entre partidos, mas sim um Acordo que foi feito entre o senhor Manuel Dias e a Câmara Municipal. Ora se há um Acordo com a Câmara Municipal então esta Assembleia tem de ser devidamente esclarecida dos termos exatos desse Acordo O Presidente da Mesa em Exercício neste momento colocou à votação a forma como os senhores vogais pretendem eleger a Mesa da Assembleia Municipal. A votação através de Lista obteve a maioria dos votos com 13 votos, tendo a votação Nominal obtido 12 votos O Partido Social Democrata (PSD), apresentou uma lista (A) e o Partido Socialista (PS) apresentou outra lista (B). A composição das listas é a seguinte: PSD Lista A: Presidente Guy Alberto Correia da Costa Viseu, 1º Secretário José Manuel Carmo da Silva, 2º Secretário Maria Alexandra Flor Pinho Silva Bastos; PS Lista B : Presidente José Luís Machado Peralta, 1º Secretário Alfredo Domingues da Rocha, 2º Secretário Rosa Martins Duarte de Freitas

6 De seguida procedeu-se à votação das duas listas, por escrutínio secreto, tendo-se obtido os seguintes resultados: Lista A PSD 13 votos e Lista B PS 12 votos A Mesa da Assembleia Municipal passou a ter a seguinte composição: Presidente Guy Alberto Correia da Costa Viseu, 1º Secretário - José Manuel Carmo da Silva e 2º Secretário Maria Alexandra Flor Pinho Silva Bastos, tendo tomado os lugar na Mesa agora eleita INTERVENÇÕES PRESIDENTE DA CÂMARA: Começou por dizer que a razão da sua intervenção é por um lado para esclarecer o que atrás foi dito, mas também para repor o seu bom nome e reputação, bem como do senhor Manuel Dias, afirmando que não existe nenhum Acordo entre a Câmara Municipal de Espinho e a Junta de Freguesia de Paramos relativamente ao que quer que seja. Disse que existe sim um Acordo e um Entendimento entre o PSD, do qual é presidente da respetiva Secção, e o grupo dos Independentes de Paramos. Que este Acordo estabelece princípios de entendimento relativamente a um conjunto de investimentos a realizar nos próximos quatro anos na Freguesia de Paramos. Que não envolve nem nunca envolveu o pagamento de qualquer contrapartida pecuniária ou financeira. Informou ainda de que a sua postura como Presidente da Câmara Municipal de Espinho se vai manter no atual mandato com o mesmo rigor que esteve no mandato que agora terminou, ou seja, uma postura de presença e de assiduidade, não se furtando nunca ao debate. Disse ainda esperar que se mantenha o nível de respeitabilidade, de educação e de urbanidade, que se exigem aos eleitos locais, concretamente neste fórum, pois representa toda a sociedade de Espinho. Sejamos cordados, sejamos urbanos sejamos dignos do debate PEDIDOS DE ESCLARECIMENTO

7 -----JOSÉ LUÍS PERALTA (PS): Que o que disse atrás foi aquilo que o Senhor Manuel Dias lhe transmitiu e informou que tinha feito um Acordo com a Câmara e com o futuro Presidente da Assembleia e que esse acordo incluía a promessa de pagar à Junta de Paramos, o valor que a Câmara já devia ter pago e que ainda não pagou e que essa transferência seria efetuada até ao dia 29, antes da tomada de posse do mesmo Manuel Dias como Presidente da Junta de Paramos. Que lhe parece que o senhor Presidente da Câmara não percebeu a pergunta que atrás lhe colocou O Senhor Presidente da Câmara interveio para responder dizendo ter percebido a pergunta do vogal José Luís Peralta MANUEL DIAS (JFP): Tendo percebido que das suas palavras se gerou confusão, esclareceu dizendo que o Acordo foi feito entre o PSD, representado pelo Dr. Pinto Moreira presidente da comissão politica e pelo grupo IP, representado pelo seu cabeça de lista, ou seja por ele próprio Manuel Dias JORGE CARVALHO (CDU): Disse ter ficado baralhado, pelo que pede esclarecimento. Que ficou a saber que o grupo do PSD dispõe do dinheiro da Câmara, pois dá 39 mil euros à Junta de Freguesia de Paramos e compromete-se a fazer obras. Segundo se sabe a reunião foi feita na Câmara e não na sede do PSD, pelo que secção do PSD está a utilizar a Câmara como sendo a sua sede O Senhor Presidente da Mesa interrompeu o vogal Jorge Carvalho solicitando-lhe que o fosse direto à dúvida que pretende seja esclarecida JORGE CARVALHO (CDU): Continuou a sua intervenção dizendo que pretende o esclarecimento seguinte: disse que estava convencido ser uma história entre a Junta de Paramos e a Câmara de Espinho mas que agora lhe dizem que é entre o PSD e a Junta. Perguntou se a política do PSD é já decidir em nome da Câmara e favorecer a Junta de

8 Paramos em prejuízo das outras Juntas, visto que as outras Juntas não tiveram nenhum acordo com o PSD RICARDO SOUSA (PSD): Intervenção em defesa da honra Começou por dizer que dado o comportamento dos Membros da Assembleia, muito bem se tem portado o público a assistir a estas cenas, que disse ser lamentáveis. Que ali ficou dito e redito que o Acordo foi assinado pelo PSD e pelo grupo dos IP. Que não há mercearia por parte do PSD e que a mercearia foi para quem durante 16 anos teve estabelecimento aberto. Que lhe espanta o que a CDU disse do PS, mas que quando lhe convém arranja umas maiorias de esquerda O Senhor Presidente da Assembleia Municipal, eleito para o quadriénio 2013/2017, Guy Alberto da Costa Viseu, proferiu as seguintes palavras: Senhor Presidente da Câmara, Senhores Vereadores, Senhores Vogais, minhas Senhoras e meus Senhores. Mau grado toda a polémica que envolveu a minha eleição para presidente da Assembleia Municipal do Concelho de Espinho, e mau grado, nunca ter visto tal polémica na eleição de qualquer presidente da Assembleia Municipal de espinho, independentemente de Acordos e independentemente de Memorandos de Entendimento que já se fizeram nesta Assembleia, mau grado tudo isto, sinto um privilégio e muita honra em assumir o cargo para que fui eleito. Quero antes de mais agradecer a todos os espinhenses que sufragaram e votaram uma maioria expressiva. O projeto liderado pelo senhor Presidente Câmara e que ao sufragarem e aprovar maioritariamente esse projeto, deram-me também a confiança para poder estar em condições para ser eleito Presidente da Assembleia Municipal. Quero também agradecer aos senhores vogais aqui presentes que votaram na lista encabeçada por mim para Assembleia Municipal e quero dizer que aqueles que não votaram em mim e que tanto receio mostraram na minha eleição para Presidente da Assembleia Municipal e os que mostraram tanto receio foram os vogais aqui presentes porque a maioria dos espinhenses e a maioria dos cidadãos do concelho de espinho votaram maioritariamente na

9 Assembleia Municipal no PSD, mas os vogais e para aqueles que não votaram em mim e que legitimamente não votaram em mim e que tanto medo têm da minha eleição, quero garantir-vos que enquanto presidente da Assembleia Municipal tratarei todas as forças politicas e todos os vogais da mesma maneira. O único objetico que terei como Presidente da Assembleia Municipal é que esta Câmara seja digna da delegação que o Povo de Espinho lhes permitiu para estarem aqui. Que esta câmara pugne conjuntamente, possa acrescentar algum valor ao executivo municipal no sentido de dar melhores condições de vida, no sentido de melhorar as condições de todo o Povo espinhense. É este o único propósito com que eu serei presidente da Assembleia Municipal. Não se atemorizem aqueles que legitimamente, e digo outra vez, que não votaram na minha pessoa. Ganhar e perder á uma regra da democracia, mas mais é também uma regra da democracia os Acordo políticos e os Acordos que se possam, fazer. Assistimos na política geral em Portugal a grandes Acordos que o Partido Comunista fez com várias forças políticas e mudando, ou os Verdes ou outros, é normal os Acordos se fazerem independentemente de entrarem em detalhes dos Acordos. Sei também que o desafio que agora enfrento, não é um desafio fácil. Na nossa vida profissional ou na nossa vida particular, o sucesso de qualquer desafio tem normalmente ponto de referência, é por isso, e um caso mesquinho de comparação, o Ronaldo a nível mundial é comparado com o Messi e a nível nacional já se discute se é melhor o Ronaldo ou o Eusébio. O desempenho de qualquer função é normalmente pautada por padrões de referência e nesse aspeto o meu desafio ainda é maior do que seria normalmente, porque herdo uma presidência da Assembleia Municipal, e que estou perfeitamente à vontade para o dizer, que foi uma presidência pautada pela ética, a competência, pela disponibilidade e pelo defender acérrimo pelos interesses dos cidadãos de Espinho e portanto o meu desempenho quando comparado torna o meu desafio mais difícil. Conto com o Executivo, Senhor Presidente da Câmara, os seus Vereadores e conto

10 com os Senhores Vogais, com a sua competência, a sua experiência, com o seu civismo e com a sua disponibilidade, para podermos fazer desta câmara um órgão que além de respeitar a vontade popular seja digno da vontade expressa pelo povo de Espinho. Esta câmara tem obrigação de ter comportamentos produtivos e comportamentos cívicos acima de qualquer suspeita e é isso que eu espero dos senhores vogais. Por fim dizer-vos, e repetir o que disse ao longo da campanha eleitoral, eu disse e reafirmo aqui, que se fosse presidente da Assembleia Municipal me pautava por critérios de equidade, me pautava por critérios de rigor, e sobretudo me pautava por defender os interesses do Povo de Espinho e queria que esta câmara fosse mais do que uma mera câmara de discussões, enfim sem qualquer senso e sem qualquer rentabilidade para os desígnios do Povo de Espinhense. O que eu queria e quero e o meu desafio é que esta câmara seja mais do que uma simples câmara de discutir opiniões, mas sim que seja uma câmara que acrescente valor dentro da sua função fiscalizadora e dentro da sua função deliberativa, que acrescente valor ao Executivo Camarário tendo em vista única e exclusivamente, não ambições partidárias, não objetivos de quezílias partidárias que tenha o objetivo do bem-estar, da melhoria das condições e de vida do Povo Espinhense. Em Portugal toda a gente passa tempos muito difíceis, que ninguém espere que o Concelho de Espinho seja um oásis no meio das dificuldades do País. Mas o nosso propósito aqui é para melhorar as condições de vida do Concelho de Espinho. Lutar pelas melhorias de Portugal estarão outros com outras competências, com outras visões, que não as nossas. O que nós nos comprometemos foi lutar pelos interesses e melhorias do Concelho de Espinho. Conto convosco. Muito obrigado De seguida o Presidente da Mesa solicitou a cada força política ali representada que indicasse o seu representante de bancada, um representante para integrar a Comissão de Revisão do Regimento e ainda um representante para pertencer à Comissão Permanente.

11 Representante de Bancada: BE Manuela Vilares; PS José Luís Peralta; PSD Ricardo Sousa; CDU Jorge Carvalho. Para a Comissão de Revisão do regimento: CDU Jorge Carvalho; BE Manuela Vilares; PSD Carmo da Silva; PS Aurora Morais. Para a Comissão Permanente: CDU Jorge Carvalho; BE Manuela Vilares; PSD Ricardo Sousa; PS Aurora Morais O Senhor Presidente da Mesa deu por encerrados os trabalhos da primeira reunião de funcionamento da Assembleia Municipal de Espinho para o quadriénio 2013/ Para constar e devidos efeitos se lavrou a presente ata, que tem como suporte gravação digital de tudo quanto ocorreu na respetiva reunião, nos termos do disposto no n.º 2 do artigo 0º do Regimento, e vai ser assinada pelo Presidente da Assembleia e por mim, Rosa Maria Tomás Ferreira de Sá, funcionária municipal, da Divisão de Gestão Administrativa e Financeira, que a elaborei nos termos legais O Presidente da Mesa da Assembleia Municipal, A Secretária da Assembleia Municipal,

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