CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO

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1 CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO PGT/CCR/ICP/2301/2012 ÓRGÃO OFICIANTE: PROCURADORA DO TRABALHO ELEONORA BORDINI COCA INTERESSADO 1: PRT INTERESSADO 2: SINDICATO DOS ENFERMEIROS DO ESTADO DE SÃO PAULO ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO SINDICAL (8.10.) ENFERMEIROS. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL. RECOLHIMENTO. Trata-se de categoria profissional diferenciada, cujos integrantes, caso exerçam a atividade como empregado, podem fazer a opção prevista no art. 585 da CLT. Em caso de opção pelo recolhimento ao Sindicato representativo da categoria diferenciada, o valor a ser recolhido será o equivalente a um dia de salário, considerando se tratar de trabalhador empregado. As regras consolidadas a respeito são impositivas e genéricas, não sendo possível que a assembléia geral do Sindicato estipule valor diferenciado, em especial, para os profissionais não filiados à entidade. Recurso a que se dá provimento. I RELATÓRIO O presente feito foi instaurado em razão de representação feita pelo Procurador do Trabalho Nei Messias Vieira contra o Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo, em que noticia cobrança ilegal da contribuição sindical 1

2 devida pelos integrantes da categoria profissional, ressaltando, ainda, o ajuizamento de ação civil pública pelo Parquet em caso similar (fl. 03). Após diligências junto ao Sindicato, que prestou esclarecimentos a respeito (fls. 10/15) e juntou documentos, o Órgão oficiante promoveu o arquivamento do feito, mediante as seguintes razões, verbis: Ora, se o Sindicato denunciado representa a categoria profissional diferenciada dos enfermeiros, não vislumbro a ilegalidade na cobrança do imposto sindical previsto em lei. Os empregados contribuem com o desconto em seu salário, enquanto os profissionais liberais o fazem na forma do artigo 585 da CLT. Ademais, quanto a estes, o próprio Ministério do Trabalho orienta a emissão das guias denominadas GRCSU, como se infere da Nota Técnica nº. 11/2010 (doc. Anexo). Por outro lado, com devida vênia, a situação denunciada difere da ação civil pública autuada sob o número , ajuizada em face do Sindicato dos Odontologistas do Estado de São Paulo. Como se infere da sentença anexa, naquele feito, houve abuso na cobrança, que continha ameaças ao exercício da profissão de dentistas. A decisão não proibiu, totalmente, a exigência da contribuição sindical, mas sim, impediu aquele sindicato de exigir a parcela sem verificar o enquadramento sindical dos profissionais. Igualmente, impediu aquela entidade de ameaçar os profissionais que não recolhessem a contribuição sindical. Nada disso se verificou nestes autos. Aqui, não existe alegação de ameaça ao exercício profissional e o simples envio da guia de folha 05 encontra amparo na CLT e na NT citada. (fls. 147/148) Contra o arquivamento do feito, interpõe recurso o Procurador denunciante (fls. 163/167). Sustenta, em síntese, a ilegalidade do procedimento do Sindicato denunciado, dizendo que não houve a devida investigação do fato denunciado. Contrarrazões do Sindicato às fls. 176/182. É o relatório. 2

3 II ADMISSIBILIDADE Recurso interposto no prazo legal. Conheço. III VOTO A questão em debate gira em torno do recolhimento da contribuição sindical do enfermeiro, integrante de categoria profissional diferenciada (fl. 3). Surgiu a partir da mobilização do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo para o seu recolhimento, expedindo para tanto correspondência aos integrantes da categoria para instruí-los como proceder a respeito (fls. 4/5). Após diligências, com audiência realizada com o denunciado, manifestação escrita do mesmo e juntada de documentos, o Órgão oficiante arquivou o feito, aduzindo, em síntese, não haver ilegalidade no procedimento para cobrança da contribuição sindical, uma vez que o Sindicato representa categoria profissional diferenciada. Invocou o art. 585 da CLT e a Nota Técnica nº 11/2010 do Ministério do Trabalho e Emprego. Entendeu, ainda, não ser a hipótese naquela objeto da Ação Civil Pública ajuizada pelo Procurador denunciante (fls. 146/148). O arquivamento do feito deu ensejo ao recurso de fls. 163/167, que insiste na irregularidade do procedimento do Sindicato. Sustenta o denuncianterecorrente que, verbis:... não são todos os enfermeiros empregados sujeitos à representação do Sindicato denunciado. Isto porque, justamente por se tratar de categoria diferenciada, a representação da categoria pelo denunciado somente é compulsória, se com ele firmada norma coletiva. Não havendo norma coletiva, os enfermeiros estarão enquadrado na 3

4 categoria preponderante a que pertencem os demais empregados da empresa. Ademais, para certos empregadores, entes públicos sobretudo, não é possível a celebração de norma coletiva com o denunciado, o que afasta a hipótese de representação da categoria diferenciada portanto. Não se olvida do art. 585 da CLT. Tal dispositivo, porém, estabelece faculdade ao profissional, para optar pelo recolhimento do imposto sindical ao sindicato representativo de profissão liberal, ou seja, é necessária manifestação expressa dessa opção. Não só, também se demanda que o profissional exerça, efetivamente, na firma ou empresa e como tal sejam nela registrados. Nessa linha são os termos da Nota Técnica/SRT/MTE nº 11/2010 (fl. 149 destes autos), porquanto elucida que o imposto sindical deve ser recolhido em favor do sindicato representativo de profissão liberal quando o empregado utilizar opção prevista no art. 585 da Consolidação das Leis do Trabalho. Observo, de início, que, de fato, persistindo a obrigatoriedade legal do recolhimento da contribuição sindical após o advento da Carta Política de 1988, persistem as normas consolidadas que a disciplinam, desde que não afrontem o princípio da liberdade de associação e a vedação a qualquer intervenção do Estado na organização sindical. De outro lado, diante dessa nova realidade, a atuação ministerial se fará presente sempre que as atividades das entidades sindicais entrem em rota de colisão com os direitos dos representados e constituam ações de dilapidação patrimonial, desvirtuando seus objetivos e repercutindo de forma danosa aos trabalhadores representados. Assim, é sob esse ponto de vista que será apreciada a questão posta no presente. A correspondência do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo, que deu ensejo à denúncia, reporta-se ao art. 579 da CLT e à Nota Técnica do MTE, passando aos profissionais as seguintes informações a respeito, verbis: 4

5 Os Enfermeiros, por tratar-se de categoria de profissionais liberais, podem optar pelo recolhimento através do desconto em folha de pagamento no mês de Março, no valor correspondente a 1 (um) dia de trabalho, com base na remuneração do mês (salário, adicionais e gratificações) ou através da Guia de Recolhimento, anexa, no valor de R$ 120,00 (cento e vinte reais), valor definido em Assembléia da categoria e publicada em jornal de grande circulação, O pagamento deve ser feito em qualquer agência da Caixa Econômica Federal, nas Casas Lotéricas e na rede bancária até a data do vencimento. Informamos ainda que o desconto em folha de pagamento da Contribuição Sindical é obrigatório em todos os vínculos que o enfermeiro possuir, porém o SEESP concede a prerrogativa do recolhimento através da GRCSU, em uma única vez e apresentação do comprovante em cada um de seus vínculos empregatícios. Ressaltamos que é imprescindível a comprovação do recolhimento, junto ao Departamento de Pessoal dos vínculos mantidos, antes do fechamento da folha de pagamento do mês de Março de 2011, para que não ocorra o desconto da Contribuição, causando assim duplicidade de recolhimento. O enfermeiro que optar pelo desconto em folha deverá solicitar anotação do desconto na C.T.P.S. Carteira de Trabalho e Previdência Social. (sublinhamos) Vê-se da correspondência expedida que ela contém informações essenciais sobre o procedimento de recolhimento da contribuição sindical, sendo ressaltado o fato de que a comprovação do pagamento na guia fornecida pelo Sindicato, caso haja a opção, deverá ser feita perante a empresa, para se evitar duplicidade de pagamento. Todavia, há alguns aspectos que sobressaem do texto da correspondência a merecer observação. Primeiro, deve-se registrar, conforme aliás já ressaltado pelo Órgão oficiante, que a situação do presente feito não se assemelha àquela objeto da ação civil pública ajuizada pelo órgão ministerial contra o Sindicato dos Odontologistas do Estado de São Paulo. Isto, principalmente por não envolver atuação abusiva do Sindicato sob enfoque. 5

6 De outro lado, deve ser enfatizado que é a lei que concede a possibilidade de opção ao profissional liberal por ocasião do recolhimento da contribuição sindical (art. 585 da CLT), e não a entidade sindical. Esse aspecto não foi, de fato, explicitado pelo Sindicato em sua correspondência. Todavia, não é esse lapso na correspondência que a vicia. Na verdade, é o valor decidido pela Assembléia Geral do Sindicato que chama a atenção e obriga que se esclareça sobre o procedimento de recolhimento, não apenas para que a lei seja observada, mas, principalmente, para que o profissional não seja eventualmente lesado ao proceder ao recolhimento obrigatório. A assembléia geral do sindicato é soberana para decidir sobre a administração e a representação sindicais, devendo esta se dar em prol da categoria profissional envolvida. Não é o caso da contribuição sindical, prevista em lei de forma minuciosa, na forma dos arts. 579 e seguintes da Consolidação das Leis do Trabalho. Trata-se de contribuição obrigatória, recolhida compulsoriamente do trabalhador, com regramentos próprios, na forma da previsão contida na Consolidação das Leis do Trabalho, que devem ser obedecidos, não ficando, portanto, ao arbítrio da entidade sindical. De todo o modo, ainda que tratada a questão pela assembléia geral, a decisão dela tirada não poderia atingir os não filiados do Sindicato. Deve-se registrar, por oportuno, que os enfermeiros muitas vezes têm mais de um emprego e/ou trabalham com vínculo empregatício e também como autônomo, situação que dá ensejo a mais de um recolhimento a título de contribuição sindical. Todavia, essa circunstância, por si só, não coloca a salvo o valor arbitrado pela assembléia geral do Sindicato denunciado, uma vez que, por exemplo, esse valor pode ser excessivo para aquele que detenha apenas um emprego e queira optar pelo recolhimento da contribuição sindical à entidade representativa da categoria profissional. 6

7 A contribuição sindical, embora compulsória, não atrela o trabalhador ao Sindicato, uma vez que o ato de contribuir nada tem a ver com o ato de filiação. Esta permanece livre, ficando ao arbítrio de cada trabalhador. Assim, mais do que nunca, o recolhimento da contribuição sindical deve ser feito nos estritos termos da lei, não podendo se apresentar como uma vantagem para aqueles que se vinculem ao Sindicato. A vantagem de se vincular ou não ao sindicato será avaliada pelo próprio trabalhador, que certamente levará em conta a atuação deste em prol da categoria. Nessas condições, o valor da contribuição sindical, com ou sem opção, deverá ser aquele disposto na lei. Por oportuno, registro que a Nota Técnica de nº 21/2009 expedida pela Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (fl. 172) esclarece que ao optar por contribuir para o sindicato específico da profissão liberal, o trabalhador terá que contribuir na qualidade de empregado, e não como profissional liberal sem vínculo empregatício, concluindo, verbis: 10. Assim, o recolhimento da contribuição sindical do profissional liberal empregado deve ter por base o cálculo previsto na CLT para todos os trabalhadores empregados, que é de um dia do salário percebido na empresa, e não o valor previsto para aquele profissional que exerça suas atividades sem vínculo de emprego, já que a exceção legal somente concede ao profissional liberal com vínculo de emprego o direito pelo pagamento diretamente à entidade representativa da profissão e não por meio de desconto em folha de pagamento. (grifamos) No que pertine ao recolhimento devido pelo enfermeiro como profissional liberal, tem-se o disposto nos arts. 580, inciso II, e 584, ambos da CLT, a saber: Art A contribuição sindical será recolhida, de uma só vez, anualmente, e consistirá: 7

8 ... II para os agentes ou trabalhadores autônomos e para os profissionais liberais, numa importância correspondente a 30% (trinta por cento) do maior valor de referência fixado pelo Poder Executivo, vigente à época em que é devida a contribuição sindical arredondada para Cr$ 1,00 (um cruzeiro) a fração porventura existente;... Art Servirá de base para pagamento da contribuição sindical, pelos agentes ou trabalhadores autônomos e profissionais liberais, a lista de contribuintes organizada pelos respectivos sindicatos e, na falta destes, pelas federações ou confederações coordenadoras da categoria. Vê-se do exposto no item II do art. 580 transcrito que suas disposições estão desatualizadas, o que exige interpretação. A respeito, tem-se a Nota Técnica antes referida, que também dispõe sobre o valor da contribuição sindical a ser recolhida pelo profissional liberal, que, reportando-se à NT nº 05/2004, reconhece a sua defasagem, dispondo a respeito nos seguintes termos: Pretende-se, preliminarmente, consignar a constatação da efetiva defasagem do valor previsto na Nota Técnica nº 5, de 2004, ao mesmo tempo em que vale ressaltar que a atualização monetária decorre de lei, e somente uma norma com o mesmo patamar hierárquico pode alterar o valor hoje vigente. A citada NT nº 05/2205 (fls. 169/171), reportando-se ao disposto no citado artigo 580 da CLT, e considerando as sucessivas alterações legislativas para se converter o MVR em real, conclui que:... constata-se que a importância devida de Contribuição Sindical será:. para os agentes ou trabalhadores autônomos e para os profissionais liberais correspondente a 30% do maior valor de referência fixado pelo Poder Executivo, vigente à época em que é devida a contribuição sindical arredondada para Cr$ (um cruzeiro) a fração por ventura existente. Portanto, alcança o valor de R$ 5,70 (cinco reais e setenta centavos), ou seja, 30% do MVR. 8

9 Ora, o valor citado, de fato, é irrisório. No entanto, em se tratando de contribuição compulsória, prevista em lei, nada a fazer, uma vez que a sua atualização deverá ocorrer por lei, e não pelo sindicato, ainda que por intermédio de sua assembléia geral. O que esta decidir certamente valerá para os seus filiados, não sendo, portanto, um valor geral, de referência, a ser seguido pelos profissionais não filiados. Estas circunstâncias deverão ser esclarecidas pelo Sindicato em questão, ao expedir correspondência genérica aos profissionais enfermeiros. Nesse sentido não dispõe a correspondência que deu ensejo ao presente, o que demanda a sua continuidade para que a entidade adote comportamento compatível com as disposições legais sobre o tema, e, assim, cumpra as atribuições sindicais que lhe são inerentes, que se faz em prol da categoria como um todo. Nessas condições, provejo o recurso. III - CONCLUSÃO Isto posto, conheço do recurso interposto e, no mérito, lhe dou provimento. Brasília, 27 de abril de Eliane Araque dos Santos Relatora 9

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