IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, Lisboa, Portugal Tel

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com"

Transcrição

1 CADERNO IDC Nº 53 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, Lisboa, Portugal Tel ROI - Retorno do Investimento OPINIÃO IDC Os anos 90 permitiram a inclusão das tecnologias da informação (TI) no núcleo das actividades críticas de suporte às estratégias empresariais. Não só passou a ser possível a criação de novas dinâmicas processuais e organizacionais, mas também o desenvolvimento de novos produtos ou serviços. Face à crescente dimensão e multiplicidade de projectos de TI, vários métodos de avaliação foram sendo adoptados para calcular a adequação dos investimentos. Os modelos mais utilizados recorriam ao cálculo de indicadores bastante simplistas, tendo apenas em conta os custos do projecto. No final da década, o papel das TI voltou a passar por mais transformações, através da assunção da sua enorme importância e contributo para o sucesso das organizações, o que veio a garantir o estatuto de Activo, longe do apêndice subordinado a um centro de custos. Em consequência, um dos métodos de avaliação crescentemente utilizados para justificar a racionalidade económica das aquisições de TI tem vindo a ser o ROI, permitindo a medição mais efectiva do impacto, dado que incorpora o cálculo dos benefícios, inclusive dos intangíveis. Contudo, o sucesso da implementação de soluções de TI depende não só da correcta avaliação da sua adequação, mas também do seu alinhamento com a estratégia de negócio. Aliás, o alinhamento crescerá em importância à medida que as organizações tiverem de se adaptar mais rapidamente aos mercados, de reagir à necessidade de mudar de orientação ou de modelo de negócio. Fevereiro 2003

2 ÂMBITO Num momento de restrições orçamentais, o ROI é uma ferramenta extremamente importante para assegurar que as decisões de investimento em TI, são as mais adequadas e proveitosas. No entanto, e não obstante o ROI ser excelente ponto de partida para avaliar as diversas alternativas em disputa, não é apenas em função dos números que os projectos devem ser decididos e conduzidos. O alinhamento entre os projectos de TI e as estratégias de negócio é um outro aspecto crítico, dado que é da sintonia de ambas, que resultam a adequação dos investimentos aos objectivos da organização, e a consequente obtenção ou reforço de vantagens competitivas. O caderno que apresentamos dá conta disso, ao abordar os vários aspectos referidos. Inicia com as definições mais importantes, seguindo-se uma análise detalhada do método. Posteriormente, são identificadas as etapas de análise ROI e a importância do alinhamento dos projectos de TI com a estratégia de negócio. Por último, é apresentado, um exemplo do cálculo do ROI e um conjunto de tendências que irão caracterizar os investimentos em TI nos próximos anos. DEFINIÇÕES Ao classificar o ROI, podemos disser que pertence a um conjunto de indicadores financeiros e de gestão, capazes de apoiar a tomada de decisão face a um investimento e em alguns casos, o subsequente processo de controlo e monitorização das fases de implementação e utilização. ROI = Σ ( VLA ( Benefícios Custos ) ) Investimento Legenda: VLA Valor líquido actual (Net Present Value) Matematicamente, o ROI é o quociente entre o valor liquido actual da diferença entre benefícios e custos sobre o investimento. Normalmente o período de tempo utilizado para o cálculo do ROI varia em função do tipo de projecto, no entanto, este é normalmente calculado no período de um, três ou cinco anos. Para além do ROI, outra métrica muito utilizada é o Paypack Period similar ao Break Even Point. Ao invés de utilizar um período pré-definido, esta métrica simplesmente calcula o tempo necessário para que os benefícios menos os custos sejam iguais ao investimento IDC

3 ANÁLISE ROI Durante os últimos anos de forte crescimento económico, a generalidade dos decisores, sobretudo responsáveis pelos departamentos de TI, suportaram-se em doses de sentido prático e "sexto sentido" à mistura para definir e avaliar os sucessivos investimentos em tecnologias. Ante a importância e contributo das TI para o sucesso das estratégias de negócio, e a ameaça de novas empresas criadas durante a euforia da Internet, a generalidade das organizações teve de reagir, investindo fortemente em novas soluções, de forma a alcançarem ou reforçarem vantagens competitivas. Entretanto, e face à deterioração das condições económicas, as organizações abandonaram os planos mais agressivos de crescimento e investimento, passando o foco a residir sobretudo na racionalização de processos e na defesa do posicionamento de mercado atingido. Perante as circunstâncias, inúmeras organizações começaram a colocar algumas questões, que vieram a pôr em causa os processos de avaliação e os limites ao investimento em TI estabelecidos no passado. Entre as mais importantes, destacamse questões como: Como é que as TI podem contribuir para a criação de vantagens competitivas? Os indicadores utilizados são adequados à tomada das decisões de investimento? Quais os indicadores que podem ser utilizados para medir o contributo das TI com maior exactidão? Face aos investimentos realizados quais foram os níveis de retorno para a organização? Quais as soluções que se tornaram indispensáveis? Quais os processos que deveriam ser apoiados com maiores investimentos? Qual o acréscimo de valor obtido através dos investimentos em TI comparados com o dos concorrentes directos? Será possível promover, através de investimentos incrementais, um maior contributo entre as soluções já implementadas? O impacto desta reflexão é aliás evidente num inquérito realizado recentemente. Quando questionados sobre as exigências mais comuns impostas actualmente aos projectos em TI, os membros do painel ebusiness IDC, constituído por administradores e directores de tecnologias de informação de grandes empresas, indicaram que mais importante do que os projectos terminarem dentro do orçamento ou da data prevista, é necessário que estes tragam benefícios, sendo o mais citado o aumento da produtividade IDC 3

4 FIGURA 1 EXIGÊNCIAS MAIS COMUNS IMPOSTAS AOS INVESTIMENTOS EM TI Ganhos de produtividade Conclusão no orçamento previsto Conclusão nas datas previstas Aumento dos proveitos Métricas definidas para os projectos atingidas Custos com o departamento de TI decrescentes 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 Média Escala: 1 = menos importância e 6 = mais importância Fonte: IDC, Painel ebusiness, Fev Nota: O painel ebusiness da IDC é constituído por cerca de 60 administradores e directores de TI. Em consequência, os departamentos de TI têm vindo a ser pressionados para a necessidade de abandonarem os métodos de avaliação com base em ferramentas analíticas mais simplistas, e a adoptar outros mais rigorosos do ponto de vista financeiro. Entre os novos modelos, o ROI veio garantir a tradução em termos financeiros, dos impactos da introdução das tecnologias na organização. Quando inquiridos os membros do painel relativamente às etapas mais comuns nos processos de decisão dos investimentos em TI nas respectivos organizações, pudemos verificar que o método de análise baseado no ROI ainda não se encontra generalizado, sendo que apenas 44% o adoptaram IDC

5 FIGURA 2 ETAPAS MAIS COMUNS AOS PROCESSOS DE DECISÃO DOS INVESTIMENTOS EM TI Definição dos objectivos pretendidos Definição dos requisitos do projecto Definição das especificações técnicas Cálculo dos custos de aquisição subjacentes ao projecto Definição dos benefícios tangíveis a atingir Cálculo do retorno do investimento. Definição dos benefícios intangíveis a atingir Cálculo dos custos total de posse subjacentes ao projecto Construção de um modelo de decisão (% dos respondentes) Fonte: IDC, Painel ebusiness, Fev Nota: O painel ebusiness da IDC é constituído por cerca de 60 administradores e directores de TI. Um dos contributos específicos do ROI, é o de permitir que todos os custos e benefícios incrementais de cada alternativa sejam considerados no cálculo do impacto de que cada solução. Apesar dos benefícios e custos variarem conforme o tipo de projecto em causa, os mais comuns a medir são: Benefícios: independentemente de serem tangíveis ou intangíveis podemos considerar a melhoria das vendas, a maior utilização de recursos, o amento da produtividade, o maior controlo dos recursos, menores custos operacionais, melhor planeamento, maior flexibilidade, menores custos com departamento de TI, maior eficácia do departamento de TI, melhoria das vendas de produtos ou serviços, maior visibilidade da marca; Custos: relacionados não só com aquisição de equipamentos ou com a atribuição de licenças de utilização, mas com todo o processo envolvente de implementação e monitorização, nomeadamente custos com pessoal, formação, consultoria, manutenção e integração de sistemas IDC 5

6 ETAPAS DA ANÁLISE ROI Não obstante a análise do ROI ser conceptualmente simples, em prática, a sua utilização pode revelar-se bastante complexa, dadas as várias dificuldades em expressar custos e benefícios em termos do próprio valor financeiro e da sua distribuição ao longo de um determinado período. Os maiores desafios encontram-se sobretudo no estabelecimento de relações causais entre o investimento e determinados benefícios, e na sua quantificação. No referido painel e ainda que meramente indicativo, podemos verificar que os inquiridos confirmam a generalidade dos receios, apontando como principais dificuldades das suas organizações, a determinação dos benefícios intangíveis (89%), e a conversão dos benefícios em cash-flow (67%). FIGURA 3 DIFICULDADE NA UTILIZAÇÃO DE MÉTRICAS PARA AVALIAÇÃO DOS INVESTIMENTOS EM TI Dificuldade em medir os benefícios intangíveis Conversão dos benefícios esperados em cash-flow Pouco eficazes em ambientes de constante mudança Elevada exigência de informação Falta de formação em análise financeira. Os processos de elaboração das métricas são extensos e complexos Resistências dos vários departamentos à participação no processo Exige uma visão holística da organização (% dos respondentes) Fonte: IDC, Painel ebusiness, Fev Nota: O painel ebusiness da IDC é constituído por cerca de 60 administradores e directores de TI. De uma forma geral, as etapas do processo de cálculo do ROI envolvem a recolha de informação, estabelecimento de imperativos, definição de indicadores, determinação de custos, análise de novas oportunidades, criação de um modelo IDC

7 financeiro, estabelecimento de prioridades, e medição dos ganhos, que se podem caracterizar por: Recolha de informação: é necessário recolher o máximo de informação sobre a estrutura organizacional, os processos de negócio e as tecnologias de suporte, de modo a que nas etapas subsequentes se possam definir os indicadores, tomar as decisões de investimento e posteriormente medir os impactos do projecto; Estabelecimento de imperativos: paralelamente à recolha de informação, é necessário estabelecer as prioridades estratégicas, os desafios processuais e organizacionais e as possíveis alternativas. As exigências das várias oportunidades de investimento são na maior parte das vezes, superiores aos meios disponíveis. Na prática, um projecto suportado pelas TI só é bem sucedido se o seu resultado ajudar a organização atingir de forma mais eficiente os seus objectivos estratégicos; Estabelecimento de relações causais entre o investimento e o impacto na organização: são estabelecidos com base na informação recolhida e na discussão entre as várias unidades de negócio directamente impactadas pelo projecto, os departamentos de controlo e planeamento estratégico, departamento financeiro, e de TI; Determinação dos benefícios: apenas após estabelecidas as relações causais entre o investimento e o impacto na organização, é possível quantificar os benefícios directos e indirectos / tangíveis e intangíveis (maior produtividade, redução de custos, aumento das vendas, aumento da taxa de retenção de clientes, etc..); Determinação dos custos e investimentos: paralelamente à definição dos benefícios há que calcular todos os investimentos e custos (directos e indirectos) de determinada solução (maior recurso à serviços internos e externos - consultoria, integração de sistemas, formação - licenças de software, custo de aquisição e manutenção de novos equipamentos, custo com comunicações, etc.). Há no entanto, que considerar a priori as alternativas de implementação e gestão, quer através da própria organização, quer recorrendo a um fornecedor de serviços especializado; Análise de novas oportunidades: é um das etapas mais complexas, dado que implica perspectivar a transformação dos processos de negócio de forma a permitir a criação de novos produtos e serviços; Criação de um modelo financeiro: elaboração de um modelo dinâmico de simulação capaz de determinar os benefícios financeiros de cada projecto e respectivas soluções; Medição dos ganhos: é a derradeira etapa, que permite verificar a adequação do investimento e de todas as expectativas criadas em torno do projecto. Para além disso, serve também como medida do alinhamento entre a estratégia do departamento de TI e a restante estrutura da organização IDC 7

8 IMPORTÂNCIA DO ALINHAMENTO ENTRE AS TI E O NEGÓCIO Um dos aspectos mais críticos na gestão das TI, e que tem um impacto significativo no retorno dos investimentos, é o conceito de alinhamento com a estratégia de negócio. Dado que várias indústrias foram sendo criadas tendo por base sobretudo avanços tecnológicos, inúmeros responsáveis de TI começaram a colocar uma ênfase muito significativa nas estratégias de TI face à estratégia de negócio. Se em alguns casos, as decisões de carácter tecnológico têm vindo a determinar a estratégia de negócio, na maior parte das circunstâncias, a estratégia de TI deverá estar alinhada com a de negócio, de forma a promover uma melhoria dos processos e da competitividade do negócio. Os responsáveis pelos departamentos de TI deverão ser uma presença constante nas reuniões de definição das estratégias, tal como os restantes decisores deverão participar na definição das soluções de TI capazes de potenciar essas mesmas estratégias, e acompanhar as subsequentes etapas do processo. No inquérito recentemente colocado ao painel ebusiness IDC, a vantagem mais referida para a elaboração de métricas de análise como o ROI foi a do alinhamento das TI com a estratégia de negócio (89%). FIGURA 4 BENEFÍCIOS DA UTILIZAÇÃO DE MÉTRICAS PARA A AVALIAÇÃO DOS INVESTIMENTOS EM TI Permite o alinhamento com a estratégia de negócio Estabelece vários critérios de controlo e a monitorização do projecto durante e após a implementação Estabelece a partilha da responsabilidade Medição efectiva dos vários impactos Permitem a comparabilidade das várias alternativas Cria um consenso no interior da organização Adaptáveis à realidade de cada empresa (% dos respondentes) Fonte: IDC, Painel ebusiness, Fev Nota: O painel ebusiness da IDC é constituído por cerca de 60 administradores e directores de TI IDC

9 O alinhamento crescerá em importância à medida que as organizações tiverem de se adaptar mais rapidamente aos mercados, de reagir à necessidade de mudar de orientação ou de modelo de negócio. No entanto há vários inibidores do alinhamento entre a estratégia de TI e de negócio. Entre os factores mais fortes, podemos encontrar: Relacionamento pouco próximo entre as unidades operacionais e os departamentos de TI; Falha no cumprimento dos compromissos por parte dos departamentos de TI; Reduzida capacidade do departamento de TI em atingir objectivos estratégicos; Reduzido entendimento do negócio por parte dos departamentos de TI; Unidades de negócio pouco receptivas à participação dos departamentos de TI no processo de definição das estratégias de negócio; Resistência e falta de apoio por parte da administração em relação às estratégias de TI; Dificuldade por parte do departamento de TI em estabelecer prioridades; Infra-estrutura de TI tecnologicamente ultrapassada; Falta de integração entre as várias soluções tecnológicas existentes nas unidades de negócio; Problemas ao nível do orçamento e de recursos humanos por parte do departamento de TI; Visão e objectivos vagos por parte do departamento de TI. Não obstante as organizações poderem resolver e ultrapassar as anteriores barreiras, e o nível de alinhamento entre as TI e a estratégia de negócio aumentar, é pouco frequente que todos os departamentos atinjam ao mesmo tempo, o mesmo nível de interacção e maturidade. No inquérito recentemente colocado ao painel ebusiness IDC, é notório que ainda não existe uma prática instituída de interacção e tomada de decisão conjunta nas organizações inquiridas. Face à questão para identificação dos membros da organização que participam no processo de elaboração das métricas, verificou-se que em apenas 59% das organizações, os responsáveis dos departamentos potencialmente beneficiados pela solução participam no processo de avaliação das soluções IDC 9

10 FIGURA 5 ELEMENTOS DA ORGANIZAÇÃO QUE PARTICIPAM NO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DAS MÉTRICAS Direcção de Sistemas de Informação Direcção directamente afectada pelo ao projecto em causa Administração Direcção Financeira Utilizadores finais. Direcção de Operações (% dos respondentes) Fonte: IDC, Painel ebusiness, Fev Nota: O painel ebusiness da IDC é constituído por cerca de 60 administradores e directores de TI. Para maximizar o potencial de alinhamento, é necessário passar por várias etapas, ou vários níveis de maturidade, que definem o percurso até a um estádio óptimo de interdependência e interrelacionamento. Obviamente que o nível de maturidade é um indicador relativamente difícil de medir, mas a relação entre a capacidade de identificar e articular o valor criado pelas TI e o nível de sofisticação com que esse valor é medido, permite definir vários níveis: Nível 1: organizações que encaram o departamento de TI como um centro de custos. O contributo para as estratégias de negócio reside sobretudo ao nível da automação de processos ou transferência de custos; Nível 2: organizações que empreendem esforços para identificar e descrever as várias formas através das quais as TI têm contribuído para a criação de valor. Além disso, estas organizações caracterizam-se também por definir um mapa das inter-relações e dependências entre factores relacionados com o negócio e os relacionados com as TI que afectam a capacidade das TI em desempenharem as suas funções IDC

11 Nível 3: organizações que incluem nas suas estratégias de negócio, acções para criação de valor através das TI. Estas acções incluem a identificação e a definição das prováveis manifestações desse valor, bem como a medição e quantificação dos níveis de impacto. Estas organizações utilizam activamente os sistemas de informação de forma a monitorar o desempenho das várias unidades de negócio, o que permite a criação de um contexto adequado para acompanhar a criação de valor das TI; Nível 4: organizações capazes de quantificar e tirar partido da proposta de valor e contributo das TI. Face a um conjunto significativo de experiências passadas, estas organizações já determinaram a importância crítica dos sistemas de informação na promoção e controlo das estratégias de negócio, o que as levou a estabelecer um conjunto complexo de indicadores capazes de medir a eficácia das TI. A ideia subjacente nestas organizações é a do alinhamento entre as TI e o negócio e de que quanto maior a capacidade de medir o valor das TI, maiores são as possibilidades em atingir vantagens competitivas para o negócio. FIGURA 6 NÍVEIS DE MATURIDADE FACE À DEFINIÇÃO E MEDIÇÃO DO VALOR DAS TI Nivel 4 Definição do valor das TI (Saber como o valor das TI se manifesta) Nível 1 Nível 2 Nível 3 Sofisticação da medição Fonte: IDC, 2003 (Saber como medir o valor das TI) 2003 IDC 11

12 TENDÊNCIAS Apesar da IDC prever um crescimento dos gastos em TI, de milhões de Euros para em 2003 e para em 2004, o entusiasmo de anos anteriores não se fará sentir tão cedo, pelo que os efeitos do abrandamento económico irão persistir por mais algum tempo. Não será portanto de surpreender que os investimentos em TI venham a ser ainda mais escrutinados e monitorizados. Os departamentos de TI terão forçosamente de se preparar para responder com o maior rigor a questões relativas às soluções implementadas e aos projectos que pretendem desenvolver. Questões como as que seguem estarão mais do que nunca na ordem do dia: Os projectos estão a criar valor para a organização? As soluções implementadas estão a ser completamente utilizadas? Os módulos licenciados para as várias aplicações foram implementados? Não será mais aconselhável optar pelo desenvolvimento externo? O outsourcing não deverá ser uma opção a considerar? O impacto das soluções de ERM ou CRM está a ser o esperado? Será que a extensão das soluções aos colaboradores em mobilidade poderá contribuir para uma utilização mais eficiente das mesmas? Alguma das soluções implementadas está a atingir o limite de vida útil? Será que a introdução de web services poderá aumentar a interoperabilidade dos sistemas existentes? À medida que as TI se tornam ubíquas e o seu impacto transversal, o alinhamento entre as estratégias de TI e de negócio é necessário e inevitável. Dai que o papel do responsável pelas TI estará cada vez menos relacionado com as tecnologias em si mesmas, e mais com o seu contributo para a estratégia do negócio. A vantagem em participar activamente na definição das estratégias de negócio, será a da consciência das interdependências entre as TI e o negócio, e dos processos em que as soluções tecnológicas podem contribuir positivamente na criação de vantagens competitivas. Aliás, a participação e interacção ao nível executivo, irá alertar o responsável das TI para as várias exigências e prioridades do negócio IDC

13 CITAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DADOS DA IDC Documentos Internos e Apresentações A citação de algumas frases ou parágrafos em comunicações internas da sua empresa não necessitam de autorização da IDC. A utilização de grandes extractos de texto ou de um documento da IDC na sua totalidade pressupõe uma autorização prévia por escrito e pode envolver custos. Publicações externas Qualquer informação IDC que se destine a ser utilizada em publicidade, press-releases e materiais de tipo promocional requerem uma aprovação escrita do Director Geral da IDC Portugal. O pedido de autorização deve ser acompanhado do texto que se pretende divulgar. Este relatório é confidencial e apenas deverá ser utilizado pelo destinatário, salvo autorização da IDC. Todos os direitos reservados. A informação contida neste relatório não pode ser reproduzida, no todo ou em parte, qualquer que seja o método utilizado, salvo autorização expressa da IDC IDC 13

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa ANA Aeroportos de Portugal, S.A. Missão, Visão e Valores Missão da ANA A ANA - Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infraestruturas aeroportuárias

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL

EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL Entrevista com Eng.º Victor Sá Carneiro N uma época de grandes transformações na economia dos países, em que a temática do Empreendedorismo assume uma grande relevância

Leia mais

Novos projectos do Governo dinamizam rastreabilidade

Novos projectos do Governo dinamizam rastreabilidade Novos projectos do Governo dinamizam rastreabilidade A identificação por radiofrequência é cada vez mais usada nas empresas portuguesas. A introdução de chips nas matrículas automóveis e o Cartão do Aluno

Leia mais

Sistemas de Gestão da Qualidade

Sistemas de Gestão da Qualidade Sistemas de estão da Qualidade Transparências de apoio à disciplina de estão da Qualidade rupo de ontrolo e estão Normas de arantia da Qualidade Historicamente Imposição dos grandes compradores e detentores

Leia mais

Referenciais da Qualidade

Referenciais da Qualidade 2008 Universidade da Madeira Grupo de Trabalho nº 4 Controlo da Qualidade Referenciais da Qualidade Raquel Sousa Vânia Joaquim Daniel Teixeira António Pedro Nunes 1 Índice 2 Introdução... 3 3 Referenciais

Leia mais

GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA

GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA 1. Preâmbulo O perfil das empresas e a sua imagem estão cada vez mais interligados não só com o desempenho económico e financeiro, mas também com o quadro de valores, princípios

Leia mais

4. ORGANIZAÇÃO, RECURSOS HUMANOS E FORMAÇÃO

4. ORGANIZAÇÃO, RECURSOS HUMANOS E FORMAÇÃO CADERNO FICHA 4. ORGANIZAÇÃO, RECURSOS HUMANOS E FORMAÇÃO 4.4. OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS O presente documento constitui uma Ficha que é parte integrante de um Caderno temático, de âmbito mais alargado, não

Leia mais

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP CONTEXTO Respeitar a diversidade social e a representatividade presente nas comunidades em que as organizações se inserem é um dever ético e simultaneamente um fator

Leia mais

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andra, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andra, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com CADERNO IDC Nº 49 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andra, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com Web Services OPINIÃO IDC Apesar de não constituírem uma alteração tecnológica radical,

Leia mais

WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos?

WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos? WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO Onde estão os Riscos? No Futuro... que pode ser duvidoso e nos forçar a mudanças... Nas Mudanças... que podem ser inúmeras e nos forçam a decisões...

Leia mais

SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES

SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES Jaime Andrez Presidente do CD do IAPMEI 20 de Abril de 2006 A inovação

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

Leia mais

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os

Leia mais

1 Descrição sumária. Varajão, Santana, Cunha e Castro, Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011 1

1 Descrição sumária. Varajão, Santana, Cunha e Castro, Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011 1 Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas João Varajão 1, Daniela Santana 2, Manuela Cunha 3, Sandra Castro 4 1 Escola de Ciências e Tecnologia, Departamento de Engenharias, Universidade

Leia mais

4. Princípios da Gestão da Qualidade

4. Princípios da Gestão da Qualidade FEUP MIEIG & MIEM Ano letivo 2013/14 Disciplina: Gestão da Qualidade Total Parte 1: Fundamentos de Gestão da Qualidade 4. Princípios da Gestão da Qualidade (v1 em 2 de setembro) José A. Faria, jfaria@fe.up.pt

Leia mais

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO INDICE 1 NOTA PRÉVIA 3 2 LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA 4 3 PLANO DE FORMAÇÃO 4 4 FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO 6

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 09.03.2001 COM(2001) 128 final 2001/0067 (ACC) VOLUME IV Proposta de DECISÃO DO CONSELHO Relativa à posição da Comunidade no Conselho de Associação sobre a

Leia mais

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009 IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões Lisboa, 15 de Abril de 2009 Foi com todo o gosto e enorme interesse que aceitei o convite do Diário Económico para estar presente neste IV Fórum do sector

Leia mais

Semapa - Sociedade de Investimento e Gestão, SGPS, S.A. Sociedade Aberta

Semapa - Sociedade de Investimento e Gestão, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Semapa - Sociedade de Investimento e Gestão, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Av. Fontes Pereira de Melo, 14 10º -1050-121 Lisboa Capital Social: 118.332.445 Euros - NIPC e Mat. na C.R.C. de Lisboa sob

Leia mais

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 458/XI/2.ª Reestruturar o Sector Empresarial do Estado A descrição de carácter económico-financeiro apresentada na próxima secção não deixa dúvidas sobre a absoluta necessidade

Leia mais

OGFI 2015 Group Project BAI07 Primeiro Relatório

OGFI 2015 Group Project BAI07 Primeiro Relatório Primeiro Relatório 62473 Pedro Vasconcelos 63563 Francisco Ferreira 73440 Filipe Correia 74211 Carolina Ferreirinha 82665 Nkusu Quivuna Sumário Este documento é o primeiro relatório de um projeto de análise

Leia mais

www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015

www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015 54 CAPA www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015 CAPA 55 ENTREVISTA COM PAULO VARELA, PRESDIDENTE DA CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA PORTUGAL ANGOLA O ANGOLA DEVE APOSTAR NO CAPITAL HUMANO PARA DIVERSIFICAR

Leia mais

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação da Satisfação dos Utentes dos Serviços de Saúde

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação da Satisfação dos Utentes dos Serviços de Saúde Avaliação da Satisfação dos Utentes dos Serviços de Saúde Entidade Promotora Concepção e Realização Enquadramento Avaliação da Satisfação dos Utentes dos Serviços de Saúde Índice RESUMO EXECUTIVO...

Leia mais

REGULAMENTO PARA A GESTÃO DE CARREIRAS DO PESSOAL NÃO DOCENTE CONTRATADO NO ÂMBITO DO CÓDIGO DO TRABALHO DA UNIVERSIDADE DO. Capítulo I.

REGULAMENTO PARA A GESTÃO DE CARREIRAS DO PESSOAL NÃO DOCENTE CONTRATADO NO ÂMBITO DO CÓDIGO DO TRABALHO DA UNIVERSIDADE DO. Capítulo I. Regulamentos REGULAMENTO PARA A GESTÃO DE CARREIRAS DO PESSOAL NÃO DOCENTE CONTRATADO NO ÂMBITO DO CÓDIGO DO TRABALHO DA UNIVERSIDADE DO PORTO Aprovado pelo Conselho de Gestão na sua reunião de 2011.01.20

Leia mais

Visão de Futuro 2010. F3M Information Systems, S.A.

Visão de Futuro 2010. F3M Information Systems, S.A. 1 Reunir várias entidades do sector óptico nacional e discutir o futuro do sector bem como os temas cruciais para os empresários e intervenientes da área foram os objectivos do evento Visão de Futuro 2010,

Leia mais

Fundação Denise Lester

Fundação Denise Lester Relatório e Contas 2010 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/14 Balanço ACTIVO Notas Exercício findo a 31/12/2010 Exercício findo a 31/12/2009 Activo não corrente Activos fixos tangíveis 2.291.289,31

Leia mais

ANCP - Novo dinamismo nas compras públicas. As Compras Públicas estão com uma nova dinâmica, resultante de uma direcção. 1. Um Desafio Complexo

ANCP - Novo dinamismo nas compras públicas. As Compras Públicas estão com uma nova dinâmica, resultante de uma direcção. 1. Um Desafio Complexo a modelagem estratégica e operacional alavanca a performance ANCP - Novo dinamismo nas compras públicas As Compras Públicas estão com uma nova dinâmica, resultante de uma direcção clara, um novo modelo

Leia mais

Vencendo os desafios da Educação nos PALOP

Vencendo os desafios da Educação nos PALOP WORKSHOP INTERNACIONAL Vencendo os desafios da Educação nos PALOP Seminário para o diálogo e a troca de conhecimento e experiências na área do ensino básico destinado aos Países Africanos de expressão

Leia mais

i9social Social Innovation Management Sobre

i9social Social Innovation Management Sobre i9social Social Innovation Management A inovação social é uma solução inovadora para um problema social, que é mais eficaz, eficiente e sustentável do que as soluções existentes, e a qual incrementa a

Leia mais

Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social

Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social Projecto de Lei nº 68/XII Lei de Bases da Economia Social A Economia Social tem raízes profundas e seculares na sociedade portuguesa. Entidades como as misericórdias, as cooperativas, as associações mutualistas,

Leia mais

TÉCNICA DE GPP ABORDAGEM DEA

TÉCNICA DE GPP ABORDAGEM DEA TÉCNICA DE GPP ABORDAGEM DEA Apresentação dos Autores Nome: António Amaral Afiliação: Aluno de Doutoramento e Assistente Convidado na Universidade do Minho, Departamento de Produção e Sistemas, Azurém,

Leia mais

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO EFECTIVIDADE DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS PROJECTO ESSE Orientações para as visitas às escolas 1 Introdução As visitas às escolas realizadas segundo o modelo

Leia mais

1. Resultados do Exercício

1. Resultados do Exercício PARAREDE, SGPS, SA Sociedade Aberta Sede Social: Av. José Malhoa nº 21, 1070157 Lisboa Pessoa Colectiva nº 503.541.320 Capital Social de 125.087.500 Euros Matriculada na Conservatória do Registo Comercial

Leia mais

Grupo Reditus reforça crescimento em 2008

Grupo Reditus reforça crescimento em 2008 Grupo Reditus reforça crescimento em 2008 Nota Prévia Os resultados reportados oficialmente reflectem a integração do Grupo Tecnidata a 1 de Outubro de 2008, em seguimento da assinatura do contrato de

Leia mais

REGULAMENTO DA UNIDADE DE VIGILÂNCIA PEDIÁTRICA da SOCIEDADE PORTUGUESA DE PEDIATRIA PORTUGUESE PAEDIATRIC SURVEILLANCE UNIT (UVP-SPP / PPSU)

REGULAMENTO DA UNIDADE DE VIGILÂNCIA PEDIÁTRICA da SOCIEDADE PORTUGUESA DE PEDIATRIA PORTUGUESE PAEDIATRIC SURVEILLANCE UNIT (UVP-SPP / PPSU) REGULAMENTO DA UNIDADE DE VIGILÂNCIA PEDIÁTRICA da SOCIEDADE PORTUGUESA DE PEDIATRIA PORTUGUESE PAEDIATRIC SURVEILLANCE UNIT (UVP-SPP / PPSU) Para que a Pediatria portuguesa e as nossas crianças portadoras

Leia mais

I Fórum Crédito e Educação Financeira

I Fórum Crédito e Educação Financeira 25 de Janeiro de 2012 Pedro Duarte Neves A Importância Estratégica da Formação Financeira 2 A LITERACIA FINANCEIRA É UM PILAR ESTRATÉGICO DA ACTUAÇÃO DO BANCO DE PORTUGAL O Banco de Portugal tem dedicado

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS.

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS Documento Justificativo Fevereiro de 2007 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel:

Leia mais

Programas de Acção. Page 34

Programas de Acção. Page 34 Page 34 Programas de Acção P.1 Aplicação do novo quadro regulamentar às comunicações electrónicas Transposição do novo quadro regulamentar. Acompanhamento da implementação das novas estruturas organizacionais

Leia mais

Gestão Capítulo 3: Planeamento:

Gestão Capítulo 3: Planeamento: Gestão Capítulo 3: Planeamento: Tipos de Plano: Planos Estratégicos conjunto coerente de acções através das quais uma Organização procura alcançar as metas estratégicas (strategic goals). Longo prazo.

Leia mais

ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto Politécnico De Leiria A.1.a. Identificação

Leia mais

POR UMA ESCOLA DE QUALIDADE: O DESFAZER DOS MITOS

POR UMA ESCOLA DE QUALIDADE: O DESFAZER DOS MITOS POR UMA ESCOLA DE QUALIDADE: O DESFAZER DOS MITOS Ramiro Marques Portugal tem conhecido, nos últimos 25 anos, um conjunto de inovações educativas de carácter contraditório mas que têm em comum, além de

Leia mais

Avaliação de Investimentos Logísticos e. Outsourcing Logístico

Avaliação de Investimentos Logísticos e. Outsourcing Logístico APLOG Centro do Conhecimento Logístico Avaliação de Investimentos Logísticos e Outsourcing Logístico Guilherme Loureiro Cadeia de Abastecimento- Integração dos processos de gestão Operador Logístico vs

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Página: 2 Edição: 01 Revisão: 0 ÍNDICE

MANUAL DA QUALIDADE. Página: 2 Edição: 01 Revisão: 0 ÍNDICE Manual da Qualidade Página: 2 ÍNDICE CAP 1 Manual de Gestão da Qualidade 1.1 Objetivo do manual 1.2 Âmbito do Sistema de Gestão da Qualidade 1.2.1 Exclusões 1.3 Terminologia e abreviaturas usadas no manual

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE VERSION FINALE PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União

Leia mais

III Conferência Anual da RELOP. Sessão de Abertura. Vítor Santos, Presidente da RELOP. Caro Dr. Haroldo Lima, Director Geral da ANP,

III Conferência Anual da RELOP. Sessão de Abertura. Vítor Santos, Presidente da RELOP. Caro Dr. Haroldo Lima, Director Geral da ANP, III Conferência Anual da RELOP Sessão de Abertura Vítor Santos, Presidente da RELOP Caro Dr. Haroldo Lima, Director Geral da ANP, Caro Dr. Nelson Hubner, Director Geral da ANEEL, Estimados colegas reguladores,

Leia mais

Property & Construction Property & Construction. Estudos de Remuneração 2012

Property & Construction Property & Construction. Estudos de Remuneração 2012 Property & Construction Property & Construction Estudos de Remuneração 2012 3 Michael Page Page Estudos de Remuneração 2012 - Property & Construction 4 Apresentamos-lhe os Estudos de Remuneração 2012,

Leia mais

AIP PORTUGAL EXPORTADOR 2015

AIP PORTUGAL EXPORTADOR 2015 Implementação do Plano de Internacionalização AIP PORTUGAL EXPORTADOR 2015 ANA NABETO Partner 19 NOV 2015 Introdução A internacionalização (penetração em mercados externos) é um passo fundamental para

Leia mais

ARTIGO: Gestão de recursos humanos, desenvolvimento profissional e coaching Uma perspetiva integrada

ARTIGO: Gestão de recursos humanos, desenvolvimento profissional e coaching Uma perspetiva integrada ARTIGO: Gestão de recursos humanos, desenvolvimento profissional e coaching Uma perspetiva integrada Os desafios colocados aos gestores de recursos humanos 1. A gestão de recursos humanos e o coaching

Leia mais

Isabel Beja. Gestão Estratégica

Isabel Beja. Gestão Estratégica Isabel Beja Gestão Estratégica Financiamento: Entidade Coordenadora Local Entidade Promotora Objectivos Objectivo Geral A importância de uma correta definição de missão, visão e dos valores da instituição;

Leia mais

Licenciatura em Gestão de Marketing (LMK)

Licenciatura em Gestão de Marketing (LMK) UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA CURRÍCULO DA ÁREA DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS AFAGE Licenciatura em Gestão de Marketing (LMK) Maputo, Julho de 2015 UDM 1

Leia mais

Soluções de análise preditiva para optimizar os processos de negócio. João Pequito. Director Geral da PSE

Soluções de análise preditiva para optimizar os processos de negócio. João Pequito. Director Geral da PSE Soluções de análise preditiva para optimizar os processos de negócio João Pequito Director Geral da PSE Soluções de análise preditiva para optimizar os processos de negócio Qualquer instituição tem hoje

Leia mais

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com CADERNO IDC Nº 52 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com Serviços Móveis de Dados para Empresas OPINIÃO IDC Os níveis de adopção e utilização

Leia mais

Avaliação da Satisfação das Empresas Associadas Ano 2008

Avaliação da Satisfação das Empresas Associadas Ano 2008 Relatório Resumo Avaliação da Satisfação das Empresas Associadas Ano 2008 Fevereiro de 2009 Departamento de Qualidade e Comunicação sofia.viegas@apemeta.pt Índice: 2 1. Enquadramento 3 2. Avaliação da

Leia mais

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Artigo 1.º Âmbito 1 - O presente regulamento de avaliação de desempenho aplica-se a todos os docentes que se encontrem integrados na carreira. 2 - A avaliação

Leia mais

Gestão Estratégica da Inovação e da Tecnologia

Gestão Estratégica da Inovação e da Tecnologia Gestão Estratégica da Inovação e da Tecnologia Por: Luis Todo Bom Professor Associado Convidado do ISCTE Presidente do Conselho de Gerência da Multitel Conferência apresentada no Workshop Tecnológico da

Leia mais

PLANO DE FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 2012 FORMAÇÃO DE TREINADORES FEDERAÇÃO PORTUGUESA DO PENTATLO MODERNO

PLANO DE FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 2012 FORMAÇÃO DE TREINADORES FEDERAÇÃO PORTUGUESA DO PENTATLO MODERNO 1 PLANO DE FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 2012 FORMAÇÃO DE TREINADORES FEDERAÇÃO PORTUGUESA DO PENTATLO MODERNO 2 1. Introdução O processo de adaptação e ajustamento ao PNFT entra em 2012 na sua fase terminal

Leia mais

Responsabilidade Social Shareholders vs Stakeholders: A experiência Groundforce. Ângelo Esteves 16 de Maio de 2005

Responsabilidade Social Shareholders vs Stakeholders: A experiência Groundforce. Ângelo Esteves 16 de Maio de 2005 Responsabilidade Social Shareholders vs Stakeholders: A experiência Groundforce Ângelo Esteves 16 de Maio de 2005 O conceito de criação de valor por parte de uma empresa pode ser vista em várias perspectivas

Leia mais

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG)

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Política de Prevenção de Acidentes Graves Revisão Revisão Identificação e avaliação dos riscos de acidentes graves

Leia mais

Strategic IT Manager +351 21 793 29 89. Gestão de Custos, Orçamentos e KPIs em IT. Como planificar, controlar e rentabilizar os investimentos

Strategic IT Manager +351 21 793 29 89. Gestão de Custos, Orçamentos e KPIs em IT. Como planificar, controlar e rentabilizar os investimentos www.iirangola.com MASTERCLASS IT Gestão de Custos, Orçamentos e KPIs em IT Strategic IT Manager Como planificar, controlar e rentabilizar os investimentos Variáveis no desenho do orçamento: objectivos,

Leia mais

Contributo da APRITEL. 16 de Outubro de 2007. APRITEL BoasPraticasAP 20071022b.doc 1/9

Contributo da APRITEL. 16 de Outubro de 2007. APRITEL BoasPraticasAP 20071022b.doc 1/9 Aquisição de serviços na área das comunicações pela Administração Pública Ofertas de Referência Boas Práticas para a melhoria do processo e para a promoção da concorrência Contributo da APRITEL 16 de Outubro

Leia mais

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO EFECTIVIDADE DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS PROJECTO ESSE Indicadores de qualidade I Introdução Baseado em investigação anterior e na recolha de informação

Leia mais

sistema de gestão do desempenho e potencial Directório de Competências e de Perfis Profissionais

sistema de gestão do desempenho e potencial Directório de Competências e de Perfis Profissionais SGDP sistema de gestão do desempenho e potencial :: Directório de Competências e de Perfis Profissionais :: Directório de Competências e de Perfis Profissionais ÍNDICE Competências Inovação e Criatividade

Leia mais

Porto Editora acentua ganhos de produtividade e eficiência com investimento em tecnologia Microsoft

Porto Editora acentua ganhos de produtividade e eficiência com investimento em tecnologia Microsoft Microsoft Exchange Server 2007 Caso de Estudo Microsoft Porto Editora Porto Editora acentua ganhos de produtividade e eficiência com investimento em tecnologia Microsoft Sumário País Portugal Sector Cultura

Leia mais

SEMINÁRIOS AVANÇADOS GESTÃO DE PROJECTOS

SEMINÁRIOS AVANÇADOS GESTÃO DE PROJECTOS SEMINÁRIOS AVANÇADOS DE GESTÃO DE PROJECTOS 2007 Victor Ávila & Associados - Victor Ávila & Associados Centro Empresarial PORTUGAL GLOBAL, Rua do Passeio Alegre, nº 20 4150- Seminários Avançados de Gestão

Leia mais

XLM Innovation & Technology

XLM Innovation & Technology 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa A XLM, sedeada em Aveiro, iniciou a sua atividade em 1995. Nesta data, a sua área de atuação cingia-se à venda, instalação e assistência técnica

Leia mais

ANEXO III 15-03-2013 RECOLHA DE PERCEPÇÕES INOVAÇÃO E RESPONSABILIDADE SOCIAL

ANEXO III 15-03-2013 RECOLHA DE PERCEPÇÕES INOVAÇÃO E RESPONSABILIDADE SOCIAL ANEXO III RECOLHA DE PERCEPÇÕES INOVAÇÃO E RESPONSABILIDADE SOCIAL -- ÍNDICE ÍNDICE. OBJECTIVOS E ÂMBITO DO ESTUDO. METODOLOGIA. RESUMO. INOVAÇÃO ORGANIZACIONAL. INOVAÇÃO NOS ÚLTIMOS 6 ANOS 6. APRENDIZAGEM

Leia mais

FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS

FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS Comissão para as Alterações Climáticas Comité Executivo Fundo Português de Carbono FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS CANDIDATURA DE PROGRAMA [de acordo com o Anexo do Regulamento] Resumo

Leia mais

01. Missão, Visão e Valores

01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 06 Missão, Visão e Valores Missão A missão do ICP-ANACOM reflecte a sua razão de ser, concretizada nas actividades que oferece à sociedade para satisfazer

Leia mais

CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto

Leia mais

3. ORIENTAÇÃO OPERACIONAL. 3.1 Organização e equipa

3. ORIENTAÇÃO OPERACIONAL. 3.1 Organização e equipa transferência comuns. No que toca à rede regional, a cooperação já foi iniciada há algum tempo com o projecto do Sistema Regional de Transferência e Tecnologia que está em curso. No âmbito da rede este

Leia mais

ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais

SAG GEST Soluções Automóvel Globais, SGPS, SA Sociedade Aberta

SAG GEST Soluções Automóvel Globais, SGPS, SA Sociedade Aberta SAG GEST Soluções Automóvel Globais, SGPS, SA Sociedade Aberta Estrada de Alfragide, nº 67, Amadora Capital Social: 169.764.398 Euros sob o número único de matrícula e de pessoa colectiva 503 219 886 COMUNICADO

Leia mais

Desenvolvimento de uma Política de Prevenção de Acidentes Graves e de. um Sistema de Gestão da Segurança para a Prevenção de Acidentes

Desenvolvimento de uma Política de Prevenção de Acidentes Graves e de. um Sistema de Gestão da Segurança para a Prevenção de Acidentes Linhas de Orientação Desenvolvimento de uma Política de Prevenção de Acidentes Graves e de um Sistema de Gestão da Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves Definição da Política Revisão pela Direcção

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO MINISTÉRIO Organismo/Serviço NIF FICHA DE AVALIAÇÃO PARA O PESSOAL DOS GRUPOS PROFISSIONAIS TÉCNICO PROFISSIONAL E ADMINISTRATIVO Avaliador Cargo NIF A preencher pelo avaliador Avaliado Unidade orgânica

Leia mais

ESTUDO IDC O papel das tecnologias de informação na produtividade e redução de custos nas organizações nacionais

ESTUDO IDC O papel das tecnologias de informação na produtividade e redução de custos nas organizações nacionais ESTUDO IDC O papel das tecnologias de informação na produtividade e redução de custos nas organizações nacionais Patrocinado por: Microsoft Versão Preliminar - Março 2013 SUMÁRIO EXECUTIVO IDC Portugal:

Leia mais

Os Recursos Humanos na Distribuição

Os Recursos Humanos na Distribuição Os Recursos Humanos na Distribuição Tudo assenta nas pessoas. Também o sangue vital da Distribuição assenta nas pessoas, empregados ou consumidores, na medida em que uns vendem os produtos e os outros

Leia mais

C O B I T Control Objectives for Information and related Technology

C O B I T Control Objectives for Information and related Technology C O B I T Control Objectives for Information and related Technology Goiânia, 05 de Janeiro de 2009. Agenda Evolução da TI Desafios da TI para o negócio O que é governança Escopo da governança Modelos de

Leia mais

Políticas Organizacionais

Políticas Organizacionais Políticas Organizacionais Manual de Políticas da CERCI Elaborado por/data Departamento de Gestão da Qualidade/Março 2013 Aprovado por/data Direção/18.03.2013 Revisto por/data Índice 1. Política e Objetivos

Leia mais

REGULAMENTO. Preâmbulo

REGULAMENTO. Preâmbulo REGULAMENTO Preâmbulo O espírito de iniciativa, a criatividade, a capacidade de detectar e aproveitar oportunidades, de assumir o risco e formar decisões, constituem premissas essenciais para o sucesso

Leia mais

CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA

CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA PLANO CURRICULAR A análise referente ao Programa de Ensino e, em particular ao conteúdo do actual Plano de Estudos (ponto 3.3. do Relatório), merece-nos os seguintes comentários:

Leia mais

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT TURISMO: TENDÊNCIAS E SOLUÇÕES Exmos. Senhores Conferencistas, Antes de

Leia mais

RISCO E RETORNO FINANCEIRO NAS DECISÕES EMPRESARIAIS Renata Foltran MANCINI 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2

RISCO E RETORNO FINANCEIRO NAS DECISÕES EMPRESARIAIS Renata Foltran MANCINI 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 RISCO E RETORNO FINANCEIRO NAS DECISÕES EMPRESARIAIS Renata Foltran MANCINI 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 RESUMO: O presente artigo tem como objetivo desenvolver a reflexão sobre o Risco e Retorno Financeiro,

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) Curso Científico-Humanístico de Ciências Socioeconómicas PROVA 712/12 Págs. Duração da prova: 120

Leia mais

Instituto Politécnico de Lisboa. Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) Gestão da Qualidade

Instituto Politécnico de Lisboa. Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) Gestão da Qualidade Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) Gestão da Qualidade Relatório da Implementação de Medidas para a melhoria da Qualidade Abril 2011 1 Relatório da

Leia mais

O processo envolve quatro questões básicas:

O processo envolve quatro questões básicas: Planejamento de RH O planejamento de recursos humanos coleta e utiliza informações para apoiar as decisões sobre os investimentos que devem ser feitos com atividades de RH O processo envolve quatro questões

Leia mais

O GERENTE E A EQUIPE DE PROJETOS O Gerente de Projeto. Gestão Pública - 2º Ano Desenvolvimento de Projetos Prof. Rafael Roesler Aula 5

O GERENTE E A EQUIPE DE PROJETOS O Gerente de Projeto. Gestão Pública - 2º Ano Desenvolvimento de Projetos Prof. Rafael Roesler Aula 5 O GERENTE E A EQUIPE DE PROJETOS O Gerente de Projeto Gestão Pública - 2º Ano Desenvolvimento de Projetos Prof. Rafael Roesler Aula 5 Sumário Introdução Níveis de gerenciamento A função de gerente de projetos

Leia mais

NCE/13/00276 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/13/00276 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/13/00276 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade Do Minho A.1.a.

Leia mais

Gestão da inovação A avaliação e a medição das actividades de IDI

Gestão da inovação A avaliação e a medição das actividades de IDI Gestão da inovação A avaliação e a medição das actividades de IDI Projecto GAPI 2.0 Universidade de Aveiro, 19 de Fevereiro de 2010 João M. Alves da Cunha Introdução Modelo de Interacções em cadeia Innovation

Leia mais

Do Projecto de Obra Pública. ao Programa de Desenvolvimento Regional: Reflexões em torno do caso do Novo Aeroporto de Lisboa

Do Projecto de Obra Pública. ao Programa de Desenvolvimento Regional: Reflexões em torno do caso do Novo Aeroporto de Lisboa : Reflexões em torno do caso do Novo Aeroporto de Lisboa José Manuel Viegas CESUR- Instituto Superior Técnico; e TIS.pt, consultores em Transportes Inovação e Sistemas, s.a. Workshop APDR Impacto dos Aeroportos

Leia mais

Organismo avaliado: INSA. 1. Enquadramento. 2. Parecer com análise crítica. 3. Documentos de referência

Organismo avaliado: INSA. 1. Enquadramento. 2. Parecer com análise crítica. 3. Documentos de referência Parecer emitido pelo Alto Comissariado da Saúde (GPEARI do MS) com Análise Crítica da Auto-Avaliação do INSA (Artigo 17.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro) Organismo avaliado: INSA 1. Enquadramento

Leia mais

CEF/0910/27086 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/27086 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/27086 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Cofac

Leia mais

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 Comunicação da Comissão Critérios para a análise da compatibilidade dos auxílios estatais a favor de trabalhadores desfavorecidos e com deficiência sujeitos

Leia mais

E- Marketing - Estratégia e Plano

E- Marketing - Estratégia e Plano E- Marketing - Estratégia e Plano dossier 2 http://negocios.maiadigital.pt Indíce 1 E-MARKETING ESTRATÉGIA E PLANO 2 VANTAGENS DE UM PLANO DE MARKETING 3 FASES DO PLANO DE E-MARKETING 4 ESTRATÉGIAS DE

Leia mais

Biblioteca Virtual. BIBLIOTECA VIRTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO (BVUP) Plano de Actividades 2007

Biblioteca Virtual. BIBLIOTECA VIRTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO (BVUP) Plano de Actividades 2007 Biblioteca Virtual BIBLIOTECA VIRTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO (BVUP) Plano de Actividades 2007 A. Introdução A Biblioteca Virtual da Universidade do Porto (BVUP) continuará no ano de 2007 com a sua missão

Leia mais

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com CADERNO IDC Nº 54 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com elearning OPINIÃO IDC Em momentos de maior constrangimento económico, e consequente

Leia mais

Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME)

Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME) COMISSÃO EUROPEIA Bruselas, 16.11.2011 C(2011)8317 final Assunto: Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME) Excelência, Procedimento

Leia mais

Versão Pública. DECISÃO DE NÃO OPOSIÇÃO DO CONSELHO DA AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA Ccent. 28/2005 Mailtec / Equipreste 1

Versão Pública. DECISÃO DE NÃO OPOSIÇÃO DO CONSELHO DA AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA Ccent. 28/2005 Mailtec / Equipreste 1 DECISÃO DE NÃO OPOSIÇÃO DO CONSELHO DA AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA Ccent. 28/2005 Mailtec / Equipreste 1 I INTRODUÇÃO 1. Em 12 de Abril de 2005, a Autoridade da Concorrência recebeu uma notificação relativa

Leia mais

CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES

CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES 3D CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES Maria da Conceição da Costa Marques, Ph.D Doutora em Gestão, especialidade em Contabilidade

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves Sistema Integrado de Gestão Evento IDC PME 24.set.2008 Carlos Neves Agradecimentos Carlos Neves - 24.Set.08 2 Sumário 1. Oportunidades e desafios para as PME 2. Os projectos SI/TI e a Mudança 3. Perspectivas

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento. Proposta de

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento. Proposta de COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 27.3.2014 SWD(2014) 119 final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO que acompanha o documento Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais