Centro Universitário de Caratinga - UNEC Pós-Graduação Lato sensu Saúde da Família Turma 2006

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1 1 Centro Universitário de Caratinga - UNEC Pós-Graduação Lato sensu Saúde da Família Turma 2006 A PRÁTICA DO AUTO-EXAME DAS MAMAS: UMA PESQUISA BIBLIOGRÁFICA A PARTIR DAS PUBLICAÇÕES DISPONÍVEIS NA BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE FERNANDA DE OLIVEIRA MORAES JULIANA MEDINA DE AZEVEDO Caratinga/MG 2008

2 2 A prática do auto-exame das mamas: uma pesquisa bibliográfica a partir das publicações disponíveis na Biblioteca Virtual em Saúde Performing breast self-examination: a bibliographic research from available publications in the Virtual Health Library Fernanda de Oliveira Moraes 1 Juliana Medina de Azevedo 2 Selisvane Ribeiro da Fonseca Domingos 3 Resumo: Trata-se de uma pesquisa bibliográfica que teve como objetivo analisar a produção científica na área da saúde sobre a prática do auto-exame das mamas a partir das publicações disponíveis nas bases de dados da biblioteca virtual em saúde (BVS). A identificação das pesquisas foi feita através da busca bibliográfica na BVS em maio de A estratégia utilizada para essa busca foi auto exame das mamas. Dentre as diversas bases de dados disponíveis na BVS todas aquelas que mostraram como resultado pelo menos um trabalho publicado foram incluídas. São elas: LILACS, MEDLINE, SCIELO e BDENF. A amostra consistiu em 22 trabalhos que foram analisados quanto ao país, ano e periódico de publicação, ao delineamento do estudo, a amostragem e a prática do auto-exame das mamas. A análise dos dados mostrou que todos os estudos foram publicados em periódicos nacionais entre 1994 e 2006, e abordavam a prática do auto-exame das mamas. Com relação ao desenho metodológico, constata-se que a maioria foi do tipo descritivo. Apesar de se ter utilizado amostras diferentes, com mulheres de várias idades, níveis socioeconômicos variados, grau de escolaridade variada e culturas diferentes, os resultados foram semelhantes, uma vez que todos os estudos mostraram que as mulheres possuem conhecimento sobre o câncer de mama e sobre a prática do auto-exame como detecção precoce, porém a maioria delas não o pratica. Destaca-se a necessidade da ampliação das ações para detecção precoce do câncer de mama no contexto das políticas de saúde e efetiva atuação dos profissionais de saúde que atuam nessa área. Palavras-chave: Auto-exame das mamas; saúde da mulher; Abstract: The objective of this bibliographic research was to analyze scientific production in the area of health concerning the performance of breast self-examination (BSE) from available publications in the database of the Virtual Health Library (VHL). The research identification was done through bibliographic research in the VHL in May The strategy used for this research was breast self-examination. Within the diverse database available in the VHL, every document that, as a minimum, resulted in a published work was included. They were LILACS, MEDLINE, SCIELO and BDENF. The sample consisted of 22 1 Enfermeira do Programa Saúde da Família de Ubaporanga/MG. Aluna do Curso de Especialização em Saúde da Família UNEC. 2 Enfermeira do Programa Saúde da Família de Ubaporanga/MG. Aluna do Curso de Especialização em Saúde da Família UNEC. 3 Enfermeira, Mestre em Enfermagem, Orientadora do trabalho de conclusão de curso. End: Rua Hilda Coelho Guimarães, 04/202 Bairro Rodoviários Caratinga/MG CEP

3 3 documents, which were analyzed according to country, year and periodical publication, delineation of the study, case studies and the performance of BSE. Analysis of this data showed that every study had been published in National Periodicals between 1994 and 2006, and discussed the performance of BSE. In relation to methodological design, it was evidenced that the majority were of the descriptive type. Even though different samples were utilized, with women of different ages, varied socioeconomic levels, varied scholastic levels, and cultural differences, the results were similar, in a time where every study showed that women possessed the knowledge about breast cancer and how to perform breast selfexaminations for its early detection, however the majority of them did not perform this. This highlights the necessity for increased actions regarding the early detection of breast cancer according to health policies and more effective performance of health professionals working in this area. Key Words: Self-Examination of the breasts, women s health; Introdução O câncer de mama é a neoplasia maligna que mais atinge o sexo feminino e é a maior causa de morte entre mulheres, sendo considerado um problema de saúde pública. A cada ano, no mundo, o câncer de mama apresenta em torno de um milhão de casos novos, tendo uma incidência significativa entre 25 a 50 anos de idade. Representa aproximadamente, 20% do total de casos diagnosticados e 15%, em média, das mortes por câncer (BATISTA et al., 1998). Segundo a Organização Mundial de Saúde, nas décadas de 60 e 70 as taxas de incidência do câncer de mama, em diversos continentes, cresceram 10 vezes mais e as estatísticas indicam um aumento tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento, representando uma das principais causas de morte em mulheres nos países ocidentais. No Brasil, o câncer de mama é a maior causa de óbitos por câncer na população feminina, principalmente na faixa etária de 40 a 69 anos. Em 2008, na região sudeste, o câncer de mama será o mais incidente entre as mulheres. A estimativa de novos casos é de 68,12 casos para cada 100 mil mulheres, sendo a mais alta taxa de incidência do país. É o tipo de câncer mais temido pelas mulheres devido aos efeitos psicológicos afetarem a percepção

4 4 da sexualidade e a própria imagem de mulher. Sua incidência cresce em mulheres acima de 35 anos (BRASIL, 2008). De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), as formas mais eficazes para detecção precoce do câncer de mama são o exame clínico da mama (ECM) e a mamografia. Nesse contexto destaca que o ECM tem uma sensibilidade que varia de 57% a 83% em mulheres com idades entre 50 e 59 anos e, em torno de 71% nas que estão entre 40 e 49 anos. Já a mamografia, varia de 46% a 88% e depende de fatores como tamanho e localização da lesão, densidade do tecido da mama, qualidade dos recursos técnicos e habilidade do radiologista na interpretação dos achados (BRASIL, 2008). Devido ao alto índice de mortalidade entre as mulheres e a inexistência de uma forma de evitar seu aparecimento, a prática do auto-exame das mamas e a atenção aos fatores de risco constituem as melhores formas de controlar sua evolução (DAVIM et al., 2003). O auto-exame das mamas (AEM) é a técnica através da qual a mulher examina as suas próprias mamas, permitindo a ela participar do controle da sua saúde, uma vez que realizado, periodicamente, permite identificar qualquer alteração, seja ela benigna ou maligna, pois a mulher passa conhecer melhor seu corpo. Cerca de 80% dos tumores de mama são descobertos pela própria mulher, palpando suas mamas incidentalmente, estes já em tamanho avançado, dificultando seu tratamento. O objetivo da prática do auto-exame das mamas é descobrir tumores com menor tamanho, de 1 a 3 centímetros, de maneira que a doença seja tratada ainda no início. Porém, à medida que o tempo passa, é menor a porcentagem de mulheres que realizam o auto-exame da mama mensalmente (BRASIL, 2002). É importante destacar que o AEM não deve ser visto como estratégia isolada de detecção precoce do câncer de mama. Ele deve fazer parte das ações de educação para a saúde

5 5 que contemplem o conhecimento do próprio corpo (BRASIL, 2008). Afinal, o diagnóstico precoce é a maior garantia e sucesso no tratamento do câncer de mama, e a mulher presta relevante contribuição na detecção precoce, quando realiza o auto-exame sistematicamente (ARAÚJO, OLIVEIRA, BARBOSA, 2004; MULLER et al., 2005). Como enfermeiras atuantes na área da saúde da mulher reconhecemos a magnitude da temática do câncer de mama e a importância da prática do auto-exame das mamas como uma das formas de detecção precoce. Dessa forma, decidimos investigar em bases eletrônicas de dados como estaria a produção científica acerca dessa temática. Assim este estudo tem como objetivo analisar a produção científica na área da saúde sobre a prática do auto-exame das mamas a partir das publicações disponíveis nas bases de dados da biblioteca virtual em saúde (BVS). Metodologia O objeto desta pesquisa foi a produção científica na área da saúde sobre a prática do auto-exame das mamas disponíveis na biblioteca virtual em saúde (BVS). Esta biblioteca engloba as bases de dados em ciências da saúde (LILACS - Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde-, MEDLINE - National Library of Medcine, SCIELO - Scientific Electronic Library Online e Cochrane) e as áreas especializadas (BDENF Base de Dados em Enfermagem, dentre outras). A identificação das pesquisas foi feita através da busca bibliográfica na BVS em maio de A estratégia utilizada para essa busca foi auto exame das mamas. Dentre as diversas bases de dados disponíveis na BVS todas aquelas que mostraram como resultado pelo menos um trabalho publicado foram incluídas. Dessa forma, na base de dados LILACS obteve-se 49 estudos que após serem lidos e submetidos aos critérios de seleção foram

6 6 selecionados 21 estudos. Na base de dados MEDLINE foram identificados dois artigos que já haviam sido selecionados na base de dados LILACS. Na base de dados SCIELO foi obtido o resultado de 11 estudos. Desse total, apenas um estudo foi selecionado, pois 10 deles já haviam sido selecionados na base de dados LILACS e três não preenchiam aos critérios de inclusão. E por fim, na base de dados de Enfermagem BDENF, identificou-se 12 artigos e nenhum artigo foi utilizado, pois quatro deles já haviam sido selecionados na LILACS e oito não preenchiam aos critérios de inclusão. Além dos artigos completos, optou-se também pelo acesso aos resumos para análise dessa produção científica, pois a maioria dos artigos não estava disponível nas bases de dados. Entendeu-se pertinente a análise dos resumos, uma vez, que o conteúdo deles atendia aos objetivos do levantamento. É importante ressaltar que para a realização desse levantamento bibliográfico as seguintes etapas foram seguidas: a) estabelecimentos de critérios de seleção da amostra definindo critérios de inclusão e exclusão dos estudos, b) definição das informações a serem extraídas dos artigos e resumos, c) análise dos resultados dos conteúdos dos estudos e d) identificação daqueles que abordavam a prática do auto-exame das mamas. Os seguintes critérios de seleção foram adotados em relação aos resumos: a) que estivessem redigidos em inglês, espanhol ou português e estivessem disponíveis nas bases de dados selecionadas e se referissem a estudos sobre a prática do auto-exame das mamas. Constitui-se amostra desse levantamento 22 pesquisas que após a leitura detalhada, foram analisadas quanto ao país e periódico de publicação, ao delineamento do estudo, a amostragem e a prática do auto-exame das mamas.

7 7 Discussão dos resultados No período de 1994 a 2006, foram publicados nas bases de dados LILACS, MEDLINE, SCIELO e BDENF, 22 trabalhos sobre a prática do auto-exame sendo que destes 20 (90.9%) eram artigos e apenas 2 (9.1%) eram dissertações de mestrado. Todos os artigos foram publicados em periódicos nacionais e as duas dissertações foram realizadas nos seguintes programas de pós-graduação: Escola de Saúde Pública - USP e Escola Paulista de Medicina UNIFESP. Os periódicos que mais publicaram trabalhos sobre a prática do auto-exame de mamas em mulheres foram a Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia com 5 publicações (25%), seguido da Revista de Saúde Pública com 3 publicações (15%) e da Revista da Escola de Enfermagem da USP com 2 publicações (10%). Os demais trabalhos (50%) foram publicados em revistas diversas na área da saúde. Na década de 90, foram publicados 7 trabalhos sobre a prática do auto-exame das mamas e a partir de 2000, houve um aumento na publicação, somando-se 15 trabalhos, ou seja, mais de 50%. Apenas 4 artigos foram publicados em periódicos específicos de enfermagem, ressaltando um número reduzido de publicações realizados por enfermeiros acerca de uma temática significativa no contexto da assistência à saúde da mulher. Dos 22 resumos dos trabalhos analisados, 17 deles (77.3%) foram realizados com mulheres da comunidade brasileira, com abrangência de todas as regiões do Brasil. A região que teve a maior participação das mulheres foi a sudeste, seguida da região sul e centro-oeste. As regiões norte e nordeste tiveram apenas um trabalho, cada uma. Ainda com relação aos sujeitos dos estudos, uma pesquisa realizada com freiras pertencentes a uma comunidade diocesana de Taubaté/SP resultou em uma dissertação de

8 8 mestrado e na publicação de um artigo. Três trabalhos foram realizados com mulheres da área da saúde sendo estas, enfermeiras/docentes (1) e funcionárias da área da saúde (2) sem especificar a profissão. Apenas um estudo envolveu estudantes universitários do curso de medicina. A grande maioria dos resumos analisados (68.2%) teve desenho metodológico descritivo. Em apenas (18,2%) esta informação foi citada. Apenas 2 estudos (9.1%) foram do tipo estudo de caso. O método de coleta de dados mais utilizado foi a entrevista (31.8%) e o questionário (31.8%). Com relação a prática do auto-exame das mamas a maioria dos resultados dos estudos mostrou que eles exibem dados semelhantes relacionados à prática do auto-exame das mamas. Apesar de se ter utilizado amostras diferentes, com mulheres de várias idades, níveis socioeconômicos variados, grau de escolaridade variada, religião e culturas diferentes, os resultados mostraram que as mulheres possuem conhecimento sobre o câncer de mama e sobre a prática do auto-exame como detecção precoce, porém a maioria delas não o pratica. Em estudo realizado sobre o conhecimento e prática do auto-exame das mamas entre profissionais de saúde Borghesan, Baraúna e Pelloso (2003) concluíram que as profissionais, apesar de compreendem a importância do auto-exame, têm muitas dúvidas quanto à técnica e desconhecem a época de realizá-lo e muitas vezes não o fazem. Sobre a periodicidade da realização do AEM periodicamente como cuidado preventivo, a análise dos dados identificou que a maioria das mulheres participantes dos estudos não o realiza mensalmente e muitas delas desconhecem sua técnica de realização. No entanto, elas reconhecem a importância desta prática. Quando as mulheres referem conhecer o auto-exame, na maioria das vezes elas mencionam não praticá-lo. Em um dos estudos sobre o conhecimento e a prática do auto-

9 9 exame das mamas realizado em Goiânia, os autores concluíram que as camadas da população mais carentes de informação e conscientização sobre a importância do AEM como técnica de detecção precoce do câncer de mama apresentam alta taxa de desconhecimento e não o praticam (FREITAS JÚNIRO et al., 2006). Em um outro estudo sobre as fontes utilizadas pelas mulheres para aquisição de informações sobre o câncer de mama, os resultados mostraram que a televisão foi apontada, pelas entrevistadas, como a fonte mais utilizada para adquirir conhecimentos sobre câncer de mama. Oitenta e três por cento consideram ter conhecimentos medianos ou bons sobre câncer de mama. As mulheres que auto-atribuíram maior nível de conhecimento sobre a doença apresentaram maior propensão para realizar o auto-exame das mamas com periodicidade correta (GODINHO; KOCH, 2005). Na pesquisa realizada com freiras é importante destacar que além do desconhecimento da necessidade da realização do AEM, existe a influência da moral religiosa cristã sobre aspectos que envolvem o corpo, uma vez que a prática do auto-exame envolve o tocar e o ser tocada (ARAÚJO, OLIVEIRA, BARBOSA, 2004). Para as autoras o câncer de mama é, provavelmente, o mais temido entre as mulheres devido sua alta incidência e, sobretudo, pelos efeitos psicológicos, que afetam a percepção da sexualidade e a própria imagem pessoal. Para que as mulheres detectem precocemente o câncer de mama, é preciso que haja maior conscientização por parte da população feminina no que se refere aos benefícios do auto-exame e maior envolvimento dos profissionais de saúde (SILVA; FERANDES; REBOUÇAS, 2002). Ressalta-se a necessidade do fortalecimento dos programas de saúde direcionados a mulher, no que se refere ao conhecimento do próprio corpo, principalmente quanto ao autoexame de mama, constituindo, dessa forma, subsídios para as reflexões do profissional de

10 10 saúde sobre essa técnica, possibilitando um convite no redirecionamento dessa prática profissional mais humana, sob a forma de ensinar e assistir a mulher (DAVIM et al., 2003). No cenário de atuação da enfermagem, vale a pena destacar que após a implantação do Programa Saúde da Família em 1994 pelo Ministério da Saúde, ampliou-se o acesso às mulheres através das ações de saúde desenvolvidas pelas equipes de saúde. O enfermeiro, juntamente com o médico são os profissionais de saúde que atuam nessa equipe e que realizam o exame clínico das mamas durante a consulta para prevenção de câncer de colo de útero e de mama. Dessa forma, esses profissionais durante os atendimentos às mulheres poderiam facilitar ou contribuir para o processo educativo das mulheres na realização do autoexame das mamas, periodicamente, como medida de detecção precoce do câncer de mama. Além do mais, a identificação de mulheres caracterizadas como de maior risco para o desenvolvimento do câncer de mama possibilitariam o encaminhamento para realização da mamografia, método considerado eficaz para o diagnóstico do câncer de mama. Conforme coloca o Ministério da Saúde, a mamografia tem sensibilidade entre 88% e 93,1% e especificidade entre 85% e 94,2% e a utilização desse exame como método de rastreamento reduz a mortalidade em 25% (BRASIL, 2007). Considerações Finais Apesar da existência de pesquisas na área da saúde da mulher com enfoque no autoexame das mamas, algumas limitações ainda são atribuídas a prática do auto-exame das mamas. É importante ressaltar que muitos profissionais de saúde parecem desconsiderar a importância da prática do auto-exame das mamas no cotidiano de suas ações. No que se refere a pesquisa científica, as limitações desta prática são atribuídas a ausência de um número maior de estudos controlados para avaliar a sua eficácia.

11 11 Observa-se uma carência também em estudos sobre o câncer de mama e o autoexame das mamas como medida de prevenção secundária do câncer de mama, bem como a abordagem da subjetividade da mulher nesse contexto. Notamos que não só as mulheres com menor escolaridade e menor nível socioeconômico não praticam o auto-exame das mamas, mas também as universitárias e as professoras. É de extrema importância que se leve mais informações a essas mulheres, já que o câncer de mama tem um alto índice de incidência e de mortalidade. Muller et al. (2003) evidencia que todas as mulheres reconhecem a importância da pratica, porem, muitas vezes não sabem ou não lembram de realizá-la, e outras vezes a praticam de maneira inadequada. Para que a prática do auto-exame das mamas consiga alcançar seu objetivo de detecção precoce do câncer e conseqüente queda de mortalidade, as campanhas devem ser realizadas de modo a fornecer informações mais completas sobre a técnica e importância do auto-cuidado, concomitante ao incentivo na área educativa, para que essas informações se incorporem ao comportamento da mulher. A divulgação do método deve ser estimulada em todos os níveis, assistências tanto por médicos quanto por demais profissionais de saúde, ressaltando-se sua importância dentro do contexto assistencial do sexo feminino, para que sejam alcançados os diferentes grupos sociais de forma efetiva (MONTEIRO et al., 2003). Destaca-se a necessidade da ampliação das ações para detecção precoce do câncer de mama no contexto das políticas de saúde e efetiva atuação dos profissionais de saúde que atuam nessa área, em especial os enfermeiros de saúde da família, pois esta é uma área de grande atuação desses profissionais na saúde da mulher. Acreditamos que este estudo deixa lacunas, uma vez que se restringiu a apenas quatro bases de dados. Ressaltamos a necessidade de novas pesquisas em bases de dados internacionais, com enfoque na subjetividade da mulher em outros contextos sociais.

12 12 Referências Bibliográficas ARAÚJO, C. A. A.; OLIVEIRA, E. M.; BARBOSA, R. M. Auto-exame das mamas entre freiras: o toque que falta. Acta Paul. Enferm, v. 17, n. 2, p , abr./jun BATISTA, P. S. S. et al. Auto-exame das mamas: vivência de mulheres atendias em uma unidade básica de saúde. Rev. Nursing, v. 91, n.8, BORGHESAN, D. H. P.; BARAÚNA, M.; PELLOSO, S. M. Auto-exame das mamas: conhecimento e prática entre profissionais da área da saúde de uma instituição pública. Acta sci., Health sci, v. 25, n.1, p , jan.-jun BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional do Câncer. Estimativa de incidência e mortalidade por câncer no Brasil. Disponível em: Acesso em: 12 jun BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional do Câncer. Mamografia: da prática ao controle. Rio de Janeiro: INCA, BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional do Câncer. Estimativa/2008 Incidência de Câncer no Brasil. Disponível em: Acesso em: 09 mar DAVIM, R. M. B. et al. Auto-exame de mama: conhecimento de usuárias atendidas no ambulatório de uma maternidade escola. Rev. Latino-Am. Enfermagem, v. 11, n. 1, p , jan./fev Disponível em: Acesso em: 17 nov 2007.

13 13 FREITAS JÚNIOR, R. et al. Conhecimento e prática do auto-exame de mama. Rev. Assoc. Med. Bras., v. 52, n. 5, p , out Disponível em: Acesso em: 17 nov GODINHO, E. R.; KOCH, H. A. Fontes utilizadas pelas mulheres para aquisição de conhecimentos sobre câncer de mama. Radiol. bras, v. 38, n. 3, p , MULLER, M. C. et al. A prática do auto-exame das mamas em mulheres de uma comunidade universitária. Psico USF, v. 10, n.2, SILVA, R. M.; FERNANDES, A. F. C.; REBOUÇAS, I. L. P. Comunicação com vídeo educativo na detecção do câncer de mama. Simp. Bras. Comun. Enferm, ano 8, MONTEIRO, A. P. S. et al. Auto-exame das mamas: freqüência de conhecimento, prática e fatores associados. Rev. Bras. Ginecol. Obstet., v. 25, n. 3, p , abr Disponível em: Acesso em: 17 nov 2007.

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