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1 1 UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOLOGIA DO TRÂNSITO THAÍS REÁTEGUI GÓES COMPORTAMENTO DE RISCO DOS MOTORISTAS NO TRÂNSITO DE MACAPÁ - AP MACEIÓ - AL 2013

2 2 THAÍS REÁTEGUI GÓES COMPORTAMENTO DE RISCO DOS MOTORISTAS NO TRÂNSITO DE MACAPÁ - AP Monografia apresentada à Universidade Paulista/UNIP, como parte dos requisitos necessários para a conclusão do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Psicologia do Trânsito. Orientador: Prof Ms. Alessio Sandro de Oliveira Silva MACEIÓ - AL 2013

3 3 THAÍS REÁTEGUI GÓES COMPORTAMENTO DE RISCO DOS MOTORISTAS NO TRÂNSITO DE MACAPÁ AP APROVADO EM / / Monografia apresentada à Universidade Paulista/UNIP, como parte dos requisitos necessários para a conclusão do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Psicologia do Trânsito. PROF MS. ALESSIO SANDRO DE OLIVEIRA SILVA ORIENTADOR: PROF. DR. LIÉRCIO PINHEIRO DE ARAÚJO BANCA EXAMINADORA PROF. ESP. FRANKLIN BARBOSA BEZERRA BANCA EXAMINADORA

4 4 O trânsito desenrola-se no ambiente de veiculo e da via, sendo que ambos influenciam e determinam o comportamento do condutor, dado que qualquer mudança na via provoca alterações no seu comportamento (...). Reinier J. A. Rozestraten

5 5 RESUMO O presente estudo teve como objetivo analisar os principais comportamentos de risco dos motoristas no trânsito da cidade de Macapá-AP, e sua relação com os acidentes de trânsito, no intuito de verificar maneiras de proporcionar um trânsito mais seguro e consciente a população. A amostra foi constituída por 20 pessoas, motoristas de veículos automotores (carros, motos, ônibus, etc.), moradores da cidade de Macapá-AP, que possuíam Carteira de Habilitação Nacional (CNH), portanto, maiores de 18 anos, entre os quais, 10 eram homens, e 10 eram mulheres com idades entre 18 a 40 anos. Foi aplicado um questionário composto por 14 perguntas objetivas. A análise dos dados foi realizada por meio da construção de uma relação com o levantamento bibliográfico e estão apresentados em forma de texto, tabelas e gráficos em valores expressos em porcentagem com relação ao número de entrevistados. Constatou-se que a maior parte do grupo é composta de jovens que já possuem experiência no trânsito, e já se envolveram em acidentes de trânsito como ativos, acarretando danos materiais e ferimentos leves, mas que ainda assim acabaram cometendo novas infrações. Estas infrações são consideradas comportamentos de risco, visto que expõe ao motorista e aos demais usuários da via ao risco. Observou-se que a falta de fiscalização adequada potencializa este grupo a agir de modo arriscado, e que há a necessidade de mais intervenções com relação a esta questão. Um dos principais meios para intervir nesta questão é a partir da educação para o trânsito desde a infância, assim como um aprimoramento das vias, fiscalização e principalmente um trabalho em conjunto com a população como meio de intervir para a melhora do trânsito. Palavras Chave: Comportamento de Risco, Trânsito, Acidente de Trânsito e Psicologia do Trânsito.

6 6 ABSTRACT The present study aimed to analyze the main risk behaviors of drivers in city traffic Macapa-AP, and their relation to traffic accidents, in order to examine ways to provide a safer traffic and conscious population. The sample consisted of 20 persons, drivers of vehicles (cars, motorcycles, buses, etc.), residents of the city of Macapa-AP, which had National Driver's License, so 18 years, between which 10 were men and 10 were women aged years. A questionnaire was composed of 14 objective questions. Data analysis was performed by means of building a relationship with the literature and are presented in text, tables and graphs on values expressed in percentage with respect to the number of respondents. It was found that most of the group are young people who have some experience of CNH, and have been involved in traffic accidents as assets, causing property damage and minor injuries, but still ended up committing new offenses. These offenses are considered risk behaviors seen that exposes the driver and other road users at risk. It was observed that the lack of adequate oversight leverages this group to act risky, and that there is a need for more assistance with this issue. One of the main ways to intervene in this matter is from the traffic education since childhood, as well as improvement of roads, supervision and mainly work in conjunction with the population as a means of intervening to improve traffic. Keywords: Risk Behavior, Traffic, Traffic Accidents and Traffic Psychology.

7 7 LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURA 1 Percentagem de infrações, cometidos e multados, causadas pelos entrevistados...41

8 8 LISTA DE TABELAS TABELA 1 - Caracterização da Amostra...37 TABELA 2 - Informações relativas a itens de habilitação e condução de veículos...38 TABELA 3 - Frequência e condições em que os participantes dirigem...39 TABELA 4 Envolvimento em acidentes e consequências...40

9 9 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Aspectos Históricos da Psicologia do Trânsito no Brasil Definição da Palavra Trânsito O Trânsito O Ser Humano e o Ambiente O Ambiente do Trânsito e o Comportamento Humano O Veículo A via O Comportamento do Participante dotrânsito Comportamento de Risco no Trânsito MATERIAIS E MÉTODOS Ética Tipo de Pesquisa Universo Sujeitos da Amostra Instrumento de Coleta de Dados Planejamento para Coleta de Dados Planejamento para Análise de Dados RESULTADOS E DISCUSSÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS APÊNDICE ANEXO... 50

10 10 1. INTRODUÇÃO O trânsito, atualmente, constitui um problema de saúde pública no mundo inteiro. Na cidade de Macapá, capital do Amapá a situação não é diferente e o trânsito vem se tornando cada vez mais violento. Dados do departamento de transito do Amapá (DETRAN-AP, 2012) demonstram que apenas no período de janeiro a julho de 2012 foram contabilizados acidentes de trânsito em Macapá, sendo que 20 foram os acidentes com vítimas fatais. Conforme o Dicionário Online de português: O termo trânsito tem origem no latim (transitu) e significa de passagem ou em movimento". Assim, ainda que em nossa língua o trânsito enfatize a dificuldade de locomover-se, também faz sentido, haja vista que, o significado original da palavra trânsito é também: movimento de transeuntes ou veículos numa via de comunicação; afluência de pessoas ou veículos; ato ou efeito de transitar; passagem; trajeto e circulação. A partir da observação destes dados, verifica-se a urgência desta situação que se apresenta mundialmente. Conforme os resultados apresentados por diversos estudos pode-se verificar que o trânsito e o comportamento humano estão intimamente ligados em uma relação recíproca. A importância desta relação permitiu que surgissem cada vez mais estudos acerca deste tema a fim de auxiliar e buscar proporcionar um trânsito mais seguro e consciente a sociedade. O comportamento de risco está incluído no comportamento humano, e é um dos principais causadores dos acidentes de trânsito. Destarte, verificou-se importante o estudo acerca deste tema, pois permite discutir e analisar os principais comportamentos de risco identificados nos motoristas de trânsito em Macapá-AP, e buscar formas de proporcionar a melhora destes comportamentos a fim de assegurar um trânsito mais seguro e consciente para a população. No trânsito existem alguns elementos fundamentais, como por exemplo, O pedestre, o qual circula a pé; todas as pessoas são pedestres no trânsito. O ciclista utiliza a bicicleta para se locomover, e esse deve respeitar a sinalização e as leis também. Constituem outro elemento, os motoristas, os quais dirigem os veículos, que pode ser um carro, um ônibus, um caminhão, etc. Para obter a licença para dirigir, as pessoas têm que ter a idade mínima de 18 anos e precisam da Carteira Nacional de Habilitação - CNH. Dessa forma, os condutores de motocicleta necessitam da CNH própria para moto, assim como, o motorista de veículo de

11 11 passeio precisa da CNH apropriada, o mesmo para motoristas de veículo de carga, de passageiro, etc. O estudo do comportamento humano no trânsito no Brasil ainda vem demonstrando um tímido crescimento em relação ao cenário dos países desenvolvidos. Assim, faz-se pertinente os estudos com relação a este tema em nosso país, nas mais diversas regiões, para que, a partir destes, possam ser planejadas novas políticas e ações para auxiliar na melhora do trânsito e estimular os estudos científicos acerca do tema. Este estudo teve como objetivo analisar os principais comportamentos de risco dos motoristas no trânsito da cidade de Macapá-AP, e sua relação com os acidentes de trânsito, no intuito de verificar maneiras de proporcionar um trânsito mais seguro e consciente a população.

12 12 2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2.1 Breve Histórico da Psicologia do Trânsito A Psicologia é aplicada ao estudo dos transportes terrestres no Brasil desde o século XX, inicialmente ao transporte ferroviário e, posteriormente, á circulação sobre rodas (HOFFMAM, 1995). Assim, os fatos mais importantes dessa história da Psicologia do Trânsito no Brasil podem ser apresentados em quatro etapas, vejamos: A primeira corresponde ao período das primeiras aplicações de técnicas de exame psicológico até a regulamentação da Psicologia como profissão; a segunda corresponde a consolidação da Psicologia do trânsito como disciplina cientifica; a terceira pode ser caracterizada como aquela em que foi verificado um notável desenvolvimento da Psicologia do Trânsito em vários âmbitos e sua presença marcante no meio interdisciplinar e a quarta etapa é marcada pela aprovação do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503, de 23 de setembro de 1997) (...) (HOFFMAM e CRUZ, 2011, p. 17) A primeira etapa ocorreu entre os anos de 1924 a 1962 e foram marcadas por três vertentes distintas, a saber: a inclusão de instrumento de conhecimento psicológico no campo pedagógico, utilizando de conceitos e exames para averiguar uma aprendizagem e posteriormente uma avaliação do desempenho da lingüística; a produção cientifica no campo acadêmico das instituições públicas e privadas e por fim, inseriu-se no mundo social do trabalho, através da inserção o conhecimento da psicologia industrial e do trabalho. De acordo com Hoffman e Cruz (2011, p. 18): essas vertentes traduzem, efetivamente, os grandes conjuntos de demandas sociais (educação, saúde mental, trabalho) decisivos à construção da Psicologia na vida brasileira (...). Com certeza, o aspecto psicológico é fundamental para o comportamento da pessoa no trânsito, pois ajuda a controlar-se nos impulsos e desejos, isto é, nem tudo que queremos fazer pode ser um caminho seguro, principalmente no que se refere a condução de automóvel. Várias instituições de seleção e treinamento industrial e de trânsito, como por exemplo, o Instituto de Organização Racional do Trabalho (IDORT), o Centro Ferroviário de Ensino e Seleção Profissional (CFESP) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). Assim, todos eles sob a responsabilidade de Roberto Mangue, considerado o primeiro expoente da Psicologia de Trânsito no

13 13 Brasil e assim tantas outras instituições foram criadas para apoiar este processo de aprendizagem, como: a Fundação Getúlio Vargas, Instituto de Seleção e Orientação Profissional (ISOP) e outras. A segunda etapa deu-se de 1963 a 1985, foi marcada pelos aspectos políticos e sociais, neste período ocorreu o Golpe Militar de 1964 e o inicio de ditadura militar no Brasil. Com isso, observa-se que o conceito de psicologia aplicada perdeu seu sentido tradicional, aqui surgiram os problemas psicológicos, pois diante deste fracasso, percebeu-se a importância do exame psicotécnico como forma de avaliação a personalidade. Segundo Santos (1980, p. 20): a excessiva preocupação com traços, aptidões, habilidades especificas é substituída aos poucos por uma ênfase nos múltiplos fatores que concorrem na avaliação da personalidade. Já na terceira etapa ocorreu um dado importante que foi o aumento na sensibilidade da sociedade brasileira e da administração pública para avaliar o aspecto humano nos acidentes e, uma grande campanha da categoria dos profissionais do trânsito, principalmente os vinculados aos Detrans, pois estes são os responsáveis por pensar na segurança das vias brasileira de forma a propiciar aos nossos condutores de veículos uma maior segurança. Entretanto, entre vários aspectos desta etapa, destacamos: A realização do III Congresso Brasileiro de Psicologia do Trânsito em São Paulo, no ano de 1985, que contou com o Dr. Reinier Rozestraten como seu diretor cientifico. Ele provocou um reavivamento das discussões entre psicólogos do trânsito sobre as condições técnicas e politicas e a necessidade urgente de reformular a Resolução 584/81 de 16/09/1981. Em 1986 foi dado um importante passo pelo Governo do Estado de Santa Catarina (...), ao introduzir concurso público para psicólogos atuarem no DETRAN (...). (...) e por último, cabe ressaltar três fatos relevantes para a Psicologia do Trânsito: a criação da Associação Nacional da Psicologia do Trânsito; a criação do primeiro Curso Interdisciplinar de trânsito na Universidade Católica Dom Bosco, em Campo Grande-MS e, a anteprojeto de lei propondo novo Código de Trânsito Brasileiro, enviado em 1993 ao Congresso Nacional. (HOFFMAM e CRUZ. 2011, p ) Sendo assim, foram observados grandes avanços da Psicologia do Trânsito Brasileiro, entre elas, o anteprojeto para reformular o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), evidentemente que precisamos de uma atenção mais

14 14 adequada para o comportamento humano no meio social. Ora, precisa-se de mais campanhas tantas de prevenção quanto de punição. Assim, esta quarta etapa iniciou-se com a aprovação do Código de Trânsito Brasileiro em setembro de 1997, entrando em vigor em janeiro de Podemos mencionar que o CTB trouxe vários debates sobre as questões ligadas à circulação humana e se constituiu um fato importante para os psicólogos repensarem seu papel frente às decorrências sociais e técnicas. Este repensar significou intensificar os estudos e análises da circulação humana não mais a partir do automóvel, do metrô, do avião, mas a partir dos seres humanos. Ou seja, esta etapa vem sendo marcada pela produção de uma visão mais humanizada da circulação. (HOFFMAM, 2000, p ) Neste sentido, a circulação humana começa a ser fortemente debatidos nas universidades, em particular no Curso de Psicologia, assim começam a perceber que é uma questão de politicas da saúde e de educação e não somente de segurança pública. Segundo Hoffmam (2000), precisamos humanizar a circulação das pessoas no trânsito, sem dúvida, humanizando nossos comportamentos teremos um trânsito mais seguro e tranquilo diante de sua trafegabilidade. Pois, precisam-se realizar grandes ações e intervenções, estas devem estar pautadas em princípios estruturados em conceitos claros e estratégicos, isto servirá como suporte à prática do profissional, para proporcionar e colaborar pela promoção do comportamento humano no trânsito. Enfim, os condutores de veículos, precisam ter consciência de respeitar o outro, seja ele pedestre ou não. Portanto, buscamos uma tranquilidade ao transitar pelas vias de nossa cidade. 2.2 Definição da Palavra Trânsito Segundo Ferreira (1988, p. 645 apud JUNCAL, 2009, p. 09), o termo trânsito tem origem no latim transitu: ato ou efeito de caminhar, marchar, movimento, circulação de pessoas ou de veículo, tráfego. Assim, ainda que em nossa língua o trânsito enfatize a dificuldade de locomover-se, também faz sentido, haja vista, que o significado original da palavra trânsito é também:

15 15 movimento de transeuntes ou veículos numa via de comunicação; afluência de pessoas ou veículos; ato ou efeito de transitar; passagem; trajeto e circulação. Em casa, na família todos têm regras para cumprir, como por exemplo, o horário das refeições, o horário para dormir e assim por diante. Cada pessoa tem sua função. Os pais geralmente trabalham fora, os irmãos mais velhos cuidam dos mais novos e estudam, enfim, cada um tem seu papel. Essas regras são seguidas e respeitadas para que haja uma convivência tranquila. Até mesmo na sala de aula, existem regras. Por exemplo: nenhum aluno para se locomover pulando em cima das cadeiras. Ou seja, para ir de um lugar ao outro, os alunos não podem subir nas cadeiras, nem pular em cima das mesas. No trânsito, também existem regras e leis, que devem ser cumpridas, para que haja organização e para que tudo funcione direitinho. Quando as pessoas esquecem isso, ou seja, desrespeitam essas regras e leis, é que acontecem os acidentes. É muito importante que todos conheçam quais são as formas corretas de se comportar no trânsito, respeitando as outras pessoas que também convivem no mesmo espaço. Assim, fica fácil evitar os acidentes, preservar nossa vida e a vida das outras pessoas. 2.3 O Trânsito O trânsito está presente na vida do ser humano desde os primórdios. A necessidade do ser humano em se deslocar por áreas extensas, e de transportar outros bens existe há séculos e faz com que o homem venha aprimorando cada vez mais esta organização. Segundo Auer et al (2009, p. 77): A mobilidade humana existe desde as origens, na pré-história, quando os indivíduos deslocavam de um território a outro para suprir suas necessidades básicas; é uma questão tão antiga quanto à existência humana. O trânsito é composto por homens. Assim, não podemos deixar de lembrar que no meio do trânsito existem seres humanos e com isso, às vezes fazem parte do cotidiano de uma cidade que se movimenta dia e noite, ou seja, homens e mulheres que buscam no meio

16 16 de transporte uma fonte de renda para se manter e sustentar suas necessidades humanas. Porém, precisamos de uma preparação de qualidade na aquisição do documento permitindo a conduzir um veiculo. Entretanto, no trânsito existem vários elementos que fazem parte no dia a dia, ora, conforme dispõe o artigo 1º do CTB, é considerado como: (...) a utilização das vias por pessoas, veículos, animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga. (CTB, 1988) Por meio dos anos, o trânsito acabou se transformando em um elemento necessário para o cotidiano das pessoas, e o transporte de pessoas e bens é atualmente considerado fundamental no cotidiano das pessoas. Com isso, qualquer meio de locomoção é importante para os indivíduos, sem eles, elas não conseguem se locomover de um lugar ao outro, por outro lado, observa-se que as pessoas usam o veiculo mais como uma arma, do que um meio de transportar-se. Ora, é preciso ter bom senso no seu uso cotidiano. Segundo a Rede Interagencial de Informações para a Saúde, este diz: Consiste em uma das mais vitais e elementares atividades humanas, fundamental a ações como o trabalho, estudo, comércio, lazer, entre outros. Condiciona, portanto, a própria sobrevivência e progresso de uma sociedade. (RIPSA, 2009, p. 01) Clark define o trânsito como: Uma situação onde participam e convivem motoristas, ocupantes de veículos e pedestres. Nas vias públicas todos têm o direito de ocupar o seu espaço para que possam se movimentar de um lugar para outro. (CLARK, 1995, p.41) Porém, esta representação não condiz com a situação do trânsito atual, onde há uma disputa constante pelo espaço e consequentes acidentes. Precisase de uma conscientização, através de campanhas educativas para termos um trânsito mais seguro e tranquilo, somente assim, teremos motoristas de qualidade e tranquilidade na trafegabilidade nas nossas cidades. Para Machado (2003), citando os ensinamentos de Vasconcellos, a visão conceitual de trânsito reside em:

17 17 (...) uma disputa pelo espaço físico, que reflete uma disputa pelo tempo e pelo acesso aos equipamentos urbanos é uma negociação permanente do espaço, coletiva e conflituosa. E essa negociação, dadas às características de nossa sociedade, não se dá entre pessoas iguais: a disputa pelo espaço tem uma base ideológica e política; depende de como as pessoas se veem na sociedade e de seu acesso real ao poder. (MACHADO, 2003, p. 124) Neste sentido, a partir deste conflito do convívio humano entre interesses públicos e privados, surge a necessidade de criação das leis e regras que organizam o trânsito, as quais compõem o Código de Trânsito Brasileiro (CTB, 1988). Rozestraten concebe o trânsito como o deslocamento pelas vias de veículos e pedestres que seguem a normas e procedimentos a fim de manter a integridade dos mesmos. (ROZESTRATEN, 1988, p.27) Com isso, as definições apresentadas demonstram que o trânsito pode ser compreendido de forma diferente a partir do momento em que a cultura, a política e as regras sociais se distinguem. Vejamos o que o Ministério das Cidades nos diz a respeito da mobilidade no trânsito entre as pessoas e o espaço em que vivem: (...) É necessário considerar tanto a mobilidade quanto o trânsito em si como processos históricos que participam das características culturais de uma sociedade e que traduzem relações dos indivíduos com o espaço, seu local de vida, dos indivíduos com os objetos e meios empregados para que o deslocamento aconteça e dos indivíduos entre si. (MINISTÉRIO DAS CIDADES, 2006, p. 3) No Brasil encontramos um mercado capitalista, tudo gira em torno do lucro e comisso, observa-se uma desigualdade social no meio urbano, levando com que aconteçam vários conflitos. Santos e Silveira (2005), afirmam que: O Brasil possui características marcadamente capitalistas e representa isto por meio de suas prioridades no trânsito, aumentando e facilitando a circulação dos homens e seus produtos, o que acaba por gerar um trânsito seletivo e desigual. Isto contribui para as complicações no trânsito urbano como os congestionamentos, os conflitos entre seus usuários, etc. (SANTOS e SILVEIRA, 2000, p. 261) Entretanto, vem crescendo o número de automóveis e motocicletas nas grandes cidades, pois segundo Vasconcelos (2005, p. 11),

18 18 O aumento nos meios motorizados, principalmente automóveis e motocicletas, têm sido promovido intensamente pela maioria dos países em desenvolvimento, de forma irresponsável e socialmente inaceitável. Assim, esta situação corrobora para o quadro atual do trânsito brasileiro. Pois as cidades crescem e se desenvolvem, por outro lado, elas não se preocupam em organizar o trânsito de suas cidades, porém, precisamos de politicas públicas tanto preventivas quanto punitivas, somente assim, teremos mais responsabilidades e respeitos dos condutores de veículos pela vida dos cidadãos. As pesquisas demonstram que o trânsito vem se tornando cada vez mais violento e causa de muitas mortes no mundo inteiro. Estes chegam a classificar os acidentes de trânsito hoje como uma das maiores causas de mortes violentas no mundo. Atualmente, o trânsito pode ser considerado um problema de saúde pública. Instituições como, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS), afirmam que: O trânsito é considerado atualmente uma problemática das mais importantes do século XXI em função dos altos custos sociais e econômicos que geram, além dos sofrimentos incontáveis para vítimas e familiares decorrentes, principalmente, dos acidentes. (Silva e Alchieri, 2010, p. 695). Conforme Rocha (2011): A análise de dados estatísticos apenas afirma o cenário constatado cotidianamente: o espaço urbano, mais especificamente o trânsito, encontra-se em condições preocupantes no Brasil e em todo o mundo. Esta situação exige medidas urgentes, tanto que a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou a campanha Década de Ação pelo Trânsito Seguro Em Macapá, observamos que esta situação não é diferente, e o trânsito se torna cada vez mais violento. Os dados do DETRAN-AP demonstram que apenas no período de janeiro a julho de 2012 foram contabilizados acidentes de trânsito, sendo que 20 foram os acidentes com vítimas fatais. Por meio destes dados verifica-se o alto número de acidentes para uma cidade

19 19 relativamente pequena, com uma população de apenas habitantes (IBGE, 2010). Neste sentido, uma das causas deste panorama no trânsito nos dias de hoje é a estruturação que este foi tomando de forma rápida. Os meios automobilísticos foram ganhando espaço cada vez mais na década de 40, e como forma de controlar este crescimento, as autoridades brasileiras começaram a buscar soluções nas mais diversas ciências, como a psicologia, por meio da avaliação psicológica como forma de restringir este acesso. Por outro lado, o processo de avaliação psicológica, assim vem constituir uma etapa preliminar, obrigatória, eliminatória e complementar desde a década de 40 para todos os candidatos à obtenção da habilitação, assim como na renovação desse documento no caso dos motoristas que trabalham exercendo atividade remunerada conduzindo veículos, conforme regulação do CTB. Pois esta avaliação é de suma importância para termos um trânsito mais seguro e tranquilo. Entretanto, a avaliação psicológica tem como objetivo: Verificar as condições psicológicas mínimas dos indivíduos para dirigir (p.ex., atenção, inteligência, personalidade) a fim de identificar se eles são capazes ou não de dirigir sem perigo para a própria segurança e de terceiros (CÔRTES, 1952, p. 45; LAMOUNIER e RUEDA, 2005, p. 25). Mesmo a psicologia sendo considerada como uma ciência que poderia auxiliar neste quesito do trânsito, hoje em dia esta é ainda desacreditada devido à falta de mais estudos acerca do tema, ficando apenas em uma avaliação psicológica rotineira. Segundo Silva e Alchieri (2007, p. 189): há muito se discute sobre a efetiva colaboração da avaliação psicológica de condutores na promoção da segurança, (...). Deste modo, para tal finalidade, é fundamental que haja estudos constantes na área da psicologia sobre esta dinâmica do trânsito e buscar formas de aprimorá-lo de modo a contribuir para um trânsito mais seguro à sociedade. De acordo com Silva e Alchieri (2008, p. 57): (...) são escassos os estudos empíricos que buscaram evidências sobre a contribuição efetiva da psicologia na segurança por meio da avaliação psicológica.

20 20 Apesar deste fato, um componente sempre presente nas pesquisas tanto na psicologia como em outras ciências é o fator humano, o comportamento humano em si influenciando o trânsito, a fim de auxiliar na promoção de um trânsito melhor a sociedade. A partir deste aspecto, a proposta deste trabalho visa analisar e discutir os principais comportamentos de risco identificados entre os motoristas de trânsito em Macapá, e verificar sua relação com os acidentes de transito a fim de buscar formas de proporcionar um trânsito mais seguro para população. 2.4 O Ser Humano e o Ambiente O ser humano é um ser social e ambiental, e possui uma relação dinâmica com o ambiente ao seu redor. A psicologia, enquanto ciência estuda o ser humano como objeto central, mas sempre considerando a inter-relação com o ambiente ao seu redor. Segundo Bock (2002, p. 87): O homem constitui-se e se transforma ao atuar sobre a natureza com sua atividade e seus instrumentos. Neste sentido, podemos citar a psicologia Sócio-histórica de Vigotskique, que sintetiza o homem enquanto um ser ativo, social e histórico. Assim, Bock (2002, p. 89), afirma que: Para entender o homem em sua totalidade é necessário estudar sua relação com os seus mais variados ambientes. Todavia, o ser humano também é um ser que pensa e se relaciona com todas as cosias. Mais do que um ser social o ser humano é um ser ambiental (...). O ambiente é tudo para nós. Funcionamos em um ambiente onde recebemos os estímulos para nossos órgãos de sentidos, as imagens visuais, sonoras e táteis. O ambiente se reflete nos pensamentos e são expressos por meio do comportamento (LÉVY-LEBOYER 1980, p. 18). Assim, todo ambiente requer regras e normas para o respeito e convivência entre os indivíduos. Segundo Thielen et al., (2008, p. 131): A legislação é um produto social que pretende regular não só condutas individuais como também relações sociais.. Com isso, primordialmente, o homem nasce com anseios naturais, instintos, que vão de encontro com o que a sociedade

21 21 requer, porém, ao longo de seu desenvolvimento, este vai aderindo ao mundo social. Pois no contexto social, segundo Thiellen (2008): (...) a lei está situada no nível social. No nível individual, os comportamentos das pessoas se manifestam de forma a aproximar ou se afastar das normas sociais (...) (p. 132). Entretanto, por mais que sejam impostam regras e normas ao individuo para sua convivência em sociedade, o mesmo vai incorporá-las de sua própria maneira, criando sua própria percepção acerca destas. A teoria da conformidade social, o grupo exerce efeitos sociais profundos aos seus membros. (COLLIN, 2012, p.225), Ou seja, o grupo influencia o ser humano em suas atitudes e comportamentos, e acaba por seguir as normas sociais. Não há sociedade humana que não possua formas de controle para o comportamento social, da mesma forma que é possível afirmar que não há nenhuma atividade humana, com algum grau de importância, que não tenha regras para executá-la. (ROZESTRATEN, 2011, p.30) Com isso, nos mais variados ambientes são encontradas normas e regras a serem seguidas desde o ambiente de casa até o ambiente de trânsito, fazendo com que o ser humano tenha de se adaptar constantemente a estes diferentes ambientes. Conforme, Rozestraten (2011): denomina estas regras e normas que rodeiam o ser humano como seu ambiente normativo. (p.32). Assim, desde criança o ser humano é educado a agir conforme seu meio, e estas regras e normas trazem segurança e bem estar à sociedade. Por tal motivo, a sociedade se choca quando estas leis são violadas. No que diz respeito ao trânsito e suas leis, Risser (2003), propõe que: se a legislação aumenta o desejo de ser seguro, ela reduzirá a taxa de acidentes. Se a legislação não consegue produzir um aumento no desejo das pessoas de estarem seguras, mas apenas proíbe uma maneira de se comportar de maneira insegura, às pessoas podem obedecer a essa legislação, mas provavelmente se comportarão de maneira mais insegura de outros modos, e a taxa de acidentes não descerá (RISSER, 2003, p. 21).

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