Tratamento de Tabagismo em ambulatórios de Tratamento de abuso de substâncias nos Estados Unidos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tratamento de Tabagismo em ambulatórios de Tratamento de abuso de substâncias nos Estados Unidos"

Transcrição

1 Tratamento de Tabagismo em ambulatórios de Tratamento de abuso de substâncias nos Estados Unidos Cigarette smoking cessation services in outpatient substance abuse treatment programs in the United States Peter D. Friedmann, Lan Jiang, Kimber P. Richter Journal of Substance Abuse Treatment 34 (2008) Nos Estados Unidos, entre 71 e 90% das pessoas com problemas relacionados ao álcool e outras drogas fumam. Estes, juntamente com pessoas com outros transtornos mentais, fumam 44% de todos os cigarros consumidos naquele país. Apesar dos dados disponíveis serem bastante limitados, e possível que estes venham a morrer de causas relacionadas ao uso do cigarro, sendo que estudos retrospectivos demonstram uma taxa em torno de 51%, duas vezes maior do que a achada na populacão geral. Dentro de uma coorte de pacientes que iniciaram tratamento para dependencia de outras drogas em 1964, o estudo mostrou após um follow-up de 24 anos, que a taxa de mortalidade para fumantes era quatro vezes mais alta do que entre não fumantes. O guia para o tabaco, do serviço de saúde pública americano recomenda que a todos os fumantes deva ser oferecido tratamento e que todo profissional da área de saúde deva intervir sistematicamente com os fumantes utilizando-se dos 5 As : arguir se o paciente usa tabaco; aconselha-los a cessar o uso; avaliar a motivação para parar; arranjar as consultas de modo a previnir/manejar recaidas. Fumantes não interessados em parar de fumar devem sofrer intervenções breves com a finalidade de aumentar sua motivação, enquanto aqueles que desejam parar de fumar devem receber tratamento baseado em evidências. Aconselhamentos de aproximadamente 10 minutos produzem taxas de abstinência de cigarro significativamente maiores do que intervenções sem contato. Medicações que auxiliam a parar o fumo, incluindo bupropiona e terapias de reposição de nicotina, dobram as taxas de abstinencia quando comparadas ao placebo. A maior taxa de abstinencia conseguida deve-se a combinação de farmacoterapia e intervenções breves, fazendo que esta seja a recomendação baseada em evidencias do NIDA (National Institute on Drug Abuse). É considerado uma estratégia promissora a de oferecer um programa antitabagismo para aqueles pacientes em tratamento para o abuso de outras substâncias.

2 Aproximadamente um milhão de americanos estão em tratamento para problemas relacionados com o álcool e outras drogas por dia. As pesquisas neste campo sugerem que grande parte dos pacientes em tratamento para outras drogas estão interessados em também parar de fumar, e que tratamentos baseados em evidências alcançam uma taxa de longo termo de abstinência entre 5 e 14%, e principalmente, que parar de fumar não ameaça a abstinência a outras drogas, e pode inclusive facilita-la. Este estudo descreveu a prevalencia de tratamento anti-tabagismo em programas ambulatoriais para dependencia de outras drogas nos Estados unidos, e identificou que tipo de programa está mais disponível para este tipo de serviço. Como psicoterapia e farmacoterapia são indeendentemente eficazes no auxilio a parar de fumar,três áreas foram consideradas e interesse: disponibilidade de terapia, disponibilidade de medicação e disponibilidade de um tratamento combinado. O objetivo principal do trabalho é de estimar a acessibilidade de serviços de tratamento ao tabagista baseados em evidência disponiveis para um grupo de alto-risco. Um objetivo secundário é o de identificar fatores dentro destes programas que possam facilitar ou atrapalhar os esforços de difundir este tipo de atendimento em unidades de tratamento de dependencia química. CONTEXTUALIZAÇÃO Modelos abertos de sistemas de organização indicam que normas e prioridades sócio-culturais no ambiente organizacional moldam a prática institucional. A sociedade como um todo tradicionalmente encara a dependência de nicotina como um problema menos urgente do que a dependência de álcool ou outras drogas. Apesar de terapia e farmacologia serem serviços fundamentais em um programa de dependência química, muitas pessoas acreditam que serviços anti-tabagismo são não-essenciais na reabilitação da dependência. Modalidade de tratamento, abrangência, e comprometimento com a qualidade são elementos institucionais que afetam a disponibilidade de serviços anti-tabagismo em um programa, podendo-se criar como hipótese que serviços que utilizam-se mais de uma conduta farmacológica provavelmente oferecerá uam abordagem farmacológica aos tabagistas, por exemplo. Outros fatores, como a habilidade do programa e mavaliar a condição física do paciente, podem influnenciar a abrangência de serviços disponíveis

3 aos dependentes químicos em tratamento. A composição da equipe prestadora de saúde também é importante, por exemplo, uma equipe médica maior indicaria uma prioridade da saúde física, além do fato que a disponibilidade de médicos facilita a prescrição de fármacos. O ambeinte organizacional também controla os recursos. Programas com recursos incertos ou escassos tendem a focar em um núcleo de serviços, e abre mão de inovações e da abrangência, bem como aquleas instituições mais novas e menores. Entretanto, instituições mais antigas e maiores tendem a fornecer serviços anti-tabagismo, visto que estas encaram menos adversidades sobre sua sobrevivência e geralmente dispõe de mais recursos. METODOLOGIA Este estudo analizou os ddos da sexta onda do National drug abuse treatment system survey (NDATSS), que consiste em um estudo longitudinal de unidades de tratamento definidas como uma unidade de saúde na qual a maioria dos recursos é dedicado ao tratamento de pessoas com problemas relacionados ao uso de substâncias ambulatorialmente. O supervisor clínico indicava na admissão se o programa oferecia algum tipo de serviço na tentativa de auxiliar os pacientes a parar de fumar cigarros ( sim/não). Caso o programa oferecesse tais serviços, este era perguntado se o programa oferecia terapia em grupo/individual, algum tipo de medicamento anti-tabagismo, ou ambos. Após uma resposta positiva em realção a farmacoterapia, este indicava se o programa oferecia reposição de nicotina, bupropiona, outra mediação antidepressiva, ou ambas. As caracterísiticas dos serviços também foram alvo da pesquisa. Propriedade privada com ou sem fins lucrativos ou pública foram as variaveis. Da mesma maneira, foram caracterizados como hospitais, instituições de saúde mental ou outros. Para determinar os tipos de serviços prestados, foram catalogados 22 serviços possiveis, dentre eles: exame físico, testagem para HIV, tratamento agudo para HIV/AIDS, triagem para tuberculose, testagem para hepatite, testagem para doenças sexualmente transmissíveis, exames ginecológicos, aconselhamento familiar, atenção prenatal, aconselhamento juridico, dentre outros. Para avaliar a orientação do programa em relação a recuperação e

4 a otratamento médico, o supervisor clínico listou em ordem decrescente os dez objetivos principais do programa. O tamanho do programa foi medido atraves do numero de pacientes atendidos no último ano fiscal. Para avaliar a capacidade de recursos e de necessidades da população atendida nestes serviços, as variaveis incluiram a percentagem de pacientes que eram do sexo feminino; percentagem de pacientes pertencentes a uma minoria racial/etnica; percentagem que não tinha condições de pagar pelo seu tratamento; Percentagem de abusadores de nicotina e aqueles que abusavam de mais de uma droga. Devido ao fato que terapia e farmacoterapia existem apenas em programas que oferecem algum tipo de serviço para o tratamento do tabagismo, um viés de seleção poderia resultar caso as diferenças entre unidades que oferecem e que não oferecem tratamento fossem correlacionadas pelo tipo de tratamento para o tabagismo oferecido. Para que isto não fosse impeditivo, foi feito um ajuste estatístico atraves de modelos de regressão logística. RESULTADOS Em relação a terapia e medicação para o tratamento do tabagismo, a afiliação do programa a um hospital está associado a praticamente dobrar a acessibilidade de serviços anti-tabagismo quando comparados com serviços isolados. Serviços que valorizam mais a condição clínica do paciente são mais propensos a disponibilizar serviços para o tratamento do tabagismo. Uma triagem rotineira para tabagismo está correlacionada com um aumento na casa de quatro vezes na disponibilidade de serviços. No que diz respeito a disponibilidade de medicamento, a afiliação a hospital aumenta em aproximadamente três vezes a sua disponibilidade. O tamanho do programa apresenta uma influencia modesta na disponibilidade de medicação, e finalmente, um aumento em 10% na disponibilidade de médicos está associada com um aumento de 17% na disponibilidade de medicação. As correlações em relação ao tratamento combinado de psicoterapia e farmacoterapia são similares aqueles obtidos em relação a farmacoterapia isoladamente, sendo a disponibilidade de médicos responsável por um acréscimo de duaz vezes na disponibilidade tanto de psicoterapia quanto a farmacoterapia.

5 DISCUSSÃO Esta pesquisa representativa dos serviços credenciados nos Estados Unidos encontrou que 41 destes ofereciam terapia ou medicação anti-tabagismo, 38% oferecia terapia em grupo ou individual e 17% oferecia farmacoterapia. Estas proporções são maiores do que as encontradas em um estudo feito 6 anos antes. Estes achados confirmam que dois em cada cinco unidades de tratamento de abuso de substâncias oferecem tratamento comportamental, porém menos de uma em cada cinco unidades oferecem farmacoterapia anti-tabagismo. Os achados comprovam a hipotese de que o ambiente institucional tem efeito sobre a disponibilidade de serviços. As covariantes de qualquer serviço de tratamento do tabagismo (afiliação hospitalar, diversidade de serviços, a prioridade dada a melhora da saúde física, a triagem e reconhecimento da prevalencia do tabagismo) sugerem que o foco principal da organização é a promoção da saúde, seu compromisso com o desenvolvimento de serviços abrangentes e sua responsividade as necessidades de seus pacientes, influenciam a disponibilidade de serviços anti-tabagismo. Nenhuma multivariavel adicional se correlacionou com a disponibilidade de terapia em grupo ou individual, sugerindo que a terapia é o serviço essencial em programas de tabagismo. Entretanto, triagem sobre tabagismo aparenta ser mais fortemente ligado a terapia do que com farmacoterapia, possivelmente pelo fato que terapia comportamental requer que o terapeuta entenda o padrão de fumo do paciente e seus gatilhos de uma forma mais profunda que a farmacoterapia. O uso de medicamentos também estava associado ao tamanho do programa, e o uso de medicamentos prescritos (ex:bupropiona) está associado a maior presença de médicos do que o uso de terapias de reposição de nicotina. Algmas limitações do estudos merecem nota. Primeiro, devido ao seu desenho, este estudo não consegue determinar uma direção causal, apesar de que a maioria das variaveis exploradas eram características organizacionais fixas. Além disso, a pesquisa incluia apenas uma quantidade limitada de medidas anti-tabagismo, bem como medidas limitadas do ambiente de tratamento, por exemplo, a pesquisa não determinou tipo e severidade dos transtornos causados pelo tabaco que podem influenciar na disponibilidade de serviços prestados. Ainda mais, todos os programas se autodenominaram ambientes livres de cigarro no questionário, porém a pesquisa não

6 examinou se esta denominação era de fato válida. E finalmente, a pesquisa não avaliou se o programa prioriza algum subtipo de paciente, como por exemplo, gestantes e adolescentes, sendo estes assuntos merecedores de novos estudos. Estes estudos devem também expandir os tipo de fatores ambientais institucionais que podem influenciar a disponibilidade de serviços. É provavel que novas descobertas no tratamento do tabagismo criará ainda mais razões para que unidades de tratamento de dependencia química ofereçam tratamento aqueles que queiram parar de fumar. Novos estudos são necessários para identivicar e avaliar como estes serviços estão implementados, para que a partir deles se possa identificar pontos positivos e negativos a serem observados quando da implementação de um novo serviço.

A METODOLOGIA DO TRATAMENTO DO TABAGISMO NO SUS

A METODOLOGIA DO TRATAMENTO DO TABAGISMO NO SUS A METODOLOGIA DO TRATAMENTO DO TABAGISMO NO SUS I Encontro de Profissionais de Saúde para Abordagem e Tratamento do Tabagismo na Rede SUS Ricardo Henrique Sampaio Meirelles Divisão de Controle do Tabagismo

Leia mais

PRINCÍPIOS PIOS DO TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA

PRINCÍPIOS PIOS DO TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA PRINCÍPIOS PIOS DO TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA UM GUIA BASEADO EM PESQUISAS National Institute on Drug Abuse Três décadas de investigação científica e prática clínica produziram como resultado uma

Leia mais

A Meta-Analytic Review of Psychosocial Interventions for Substance Use Disorders

A Meta-Analytic Review of Psychosocial Interventions for Substance Use Disorders A Meta-Analytic Review of Psychosocial Interventions for Substance Use Disorders REVISÃO META-ANALÍTICA DO USO DE INTERVENÇÕES PSICOSSOCIAIS NO TRATAMENTO DE DEPENDÊNCIA QUÍMICA Publicado: Am J Psychiattry

Leia mais

Diretrizes Assistenciais. Medicina Psicossomática e Psiquiatria

Diretrizes Assistenciais. Medicina Psicossomática e Psiquiatria Diretrizes Assistenciais Medicina Psicossomática e Psiquiatria Versão eletrônica atualizada em fev/2012 TRATAMENTO DE TABAGISMO Indicação: Pacientes tabagistas atendidos na SBIBAE Contraindicação: Não

Leia mais

Organização de serviços. Coordenação: prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD INPAD Unifesp

Organização de serviços. Coordenação: prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD INPAD Unifesp Organização de serviços Coordenação: prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD INPAD Unifesp Declaração Declaro não receber nenhum financiamento público ou particular Qual a

Leia mais

Organização de serviços para o tratamento da dependência química

Organização de serviços para o tratamento da dependência química Organização de serviços para o tratamento da dependência química Coordenação: Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD /INPAD/UNIFESP Agradecimentos: Dr. Marcelo Ribeiro Fatores

Leia mais

E: Jamie Hunt, PhD; Paula Cupertino, PhD; Peter Friedmann, PhD; Byron Gajewski; PhD; Babalola Faseru, M.D., Edward Ellerbeck, MD, PhD

E: Jamie Hunt, PhD; Paula Cupertino, PhD; Peter Friedmann, PhD; Byron Gajewski; PhD; Babalola Faseru, M.D., Edward Ellerbeck, MD, PhD Kim Richter, PhD E: Jamie Hunt, PhD; Paula Cupertino, PhD; Peter Friedmann, PhD; Byron Gajewski; PhD; Babalola Faseru, M.D., Edward Ellerbeck, MD, PhD Discutir porque é importante o tratamento da dependência

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DEPENDÊNCIA E TRATAMENTO DO CONSUMO DE TABACO Andréia Souza Grespan

Leia mais

O Consumo de Tabaco no Brasil. Equipe LENAD: Ronaldo Laranjeira Clarice Sandi Madruga Ilana Pinsky Ana Cecília Marques Sandro Mitsuhiro

O Consumo de Tabaco no Brasil. Equipe LENAD: Ronaldo Laranjeira Clarice Sandi Madruga Ilana Pinsky Ana Cecília Marques Sandro Mitsuhiro O Consumo de Tabaco no Brasil Equipe LENAD: Ronaldo Laranjeira Clarice Sandi Madruga Ilana Pinsky Ana Cecília Marques Sandro Mitsuhiro 1. Porque esse estudo é relevante? Segundo a Organização Mundial de

Leia mais

PARECER COREN-SP 003/2015 - CT PRCI nº 102.705 Tickets nº 298.347

PARECER COREN-SP 003/2015 - CT PRCI nº 102.705 Tickets nº 298.347 PARECER COREN-SP 003/2015 - CT PRCI nº 102.705 Tickets nº 298.347 Ementa: Paciente fumante. 1. Do fato Profissional Auxiliar de Enfermagem informa que a direção da instituição em que trabalha determinou

Leia mais

Os padrões de consumo de crack, álcool e outras drogas e alguns instrumentos de avaliação e codificação

Os padrões de consumo de crack, álcool e outras drogas e alguns instrumentos de avaliação e codificação Os padrões de consumo de crack, álcool e outras drogas e alguns instrumentos de avaliação e codificação Enfª. Lorena Silveira Cardoso Mestranda em Saúde Coletiva do PRPPG - UFES VITÓRIA 2015 Nessa aula

Leia mais

Tabagismo e Adolescência. Divisão de Controle do Tabagismo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva INCA/MS

Tabagismo e Adolescência. Divisão de Controle do Tabagismo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva INCA/MS Tabagismo e Adolescência Divisão de Controle do Tabagismo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva INCA/MS Adolescência e Uso de Tabaco A iniciação do tabagismo na adolescência está associada

Leia mais

Implantação de Programas de Combate ao Tabagismo em Hospitais Dr. Marcos Marques Hospital Vita Batel Curitiba/PR História O uso do tabaco surgiu aproximadamente no ano 1000 a.c (América Central). Chegou

Leia mais

Programa Mínimo para Residência Médica em Psiquiatria

Programa Mínimo para Residência Médica em Psiquiatria Programa Mínimo para Residência Médica em Psiquiatria A Comissão de Residência Médica em Psiquiatria da Associação Brasileira de Psiquiatria (CRMP-ABP) ao propor esse programa, recomenda o índice de no

Leia mais

O desafio em ajudar o paciente a parar de fumar TABAGISMO 03/07/2012. Prevalência de Tabagismo no Brasil

O desafio em ajudar o paciente a parar de fumar TABAGISMO 03/07/2012. Prevalência de Tabagismo no Brasil O desafio em ajudar o paciente a parar de fumar Fernanda Miranda de Oliveira Pneumologista TABAGISMO O tabagismo é uma doença crônica, gerada pela dependência física e psicológica da nicotina. Todos os

Leia mais

I CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM TABAGISMO DISCIPLINA DE PNEUMOLOGIA - ESCOLA MÉDICA DE PÓS-GRADUAÇÃO - PUC RIO AVALIAÇÃO CLÍNICA INICIAL

I CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM TABAGISMO DISCIPLINA DE PNEUMOLOGIA - ESCOLA MÉDICA DE PÓS-GRADUAÇÃO - PUC RIO AVALIAÇÃO CLÍNICA INICIAL Cristina Cantarino Pneumologista Coordenadora do Centro de Estudos para Tratamento da Dependência à Nicotina do INCA Coordenadora Municipal do Controle de Tabagismo de Niterói Coordenadora da Clínica de

Leia mais

Tabagismo (dependência de nicotina) Protocolo Clínico

Tabagismo (dependência de nicotina) Protocolo Clínico Tabagismo (dependência de nicotina) Protocolo Clínico O fumante, de Joos van Craesbeeck, 1605. Protocolo da Rede de Atenção Psicossocial, baseado em evidências científicas, para o diagnóstico, a avaliação

Leia mais

Equipe de saúde e assistência social do Município de Cajamar

Equipe de saúde e assistência social do Município de Cajamar Equipe de saúde e assistência social do Município de Cajamar CONCEITO CENTRO COMUNITÁRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL AOS PORTADORES DE ÁLCOOL E DROGAS, DE ACORDO COM A PROTARIA 336/GM EM 19/02/2002 DO MINISTÉRIO

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Programa de Estudos e Assistência ao Uso Indevido de Drogas

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Programa de Estudos e Assistência ao Uso Indevido de Drogas Universidade Federal do Rio de Janeiro Programa de Estudos e Assistência ao Uso Indevido de Drogas O que é Redução de Danos? Marcelo Santos Cruz, MD, PhD Redução de Danos x Exigência de Abstinência Redução

Leia mais

Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave

Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave Gabriela Calazans FCMSCSP, FMUSP II Seminário Nacional sobre Vacinas e novas Tecnologias de Prevenção

Leia mais

TRATAMENTO DO TABAGISMO: o que funciona? TRATAMENTO DO TABAGISMO CONTROLE DO TABAGISMO TRATAMENTO DO TABAGISMO. Carlos A A Viegas POR QUE PARAR?

TRATAMENTO DO TABAGISMO: o que funciona? TRATAMENTO DO TABAGISMO CONTROLE DO TABAGISMO TRATAMENTO DO TABAGISMO. Carlos A A Viegas POR QUE PARAR? : o que funciona? Carlos A A Viegas IX CURSO NACIONAL DE ATUALIZAÇÃO EM PNEUMOLOGIA SBPT - 2008 CONTROLE DO TABAGISMO IMPLEMENTAÇÃO DA CONVENÇÃO QUADRO IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA SABER SAÚDE TRATAMENTO

Leia mais

PAF Programa de Assistência ao Fumante

PAF Programa de Assistência ao Fumante PAF Programa de Assistência ao Fumante Programa de Tratamento Médico do Tabagismo desenvolvido por Dra Jaqueline Scholz Issa (CRM SP 60.179 ) baseado no atendimento de mais de 5000 fumantes ao longo de

Leia mais

III Jornada Regional sobre drogas ABEAD/MPPE ENTENDENDO O TABAGISMO: A DEPENDÊNCIA E O TRATAMENTO

III Jornada Regional sobre drogas ABEAD/MPPE ENTENDENDO O TABAGISMO: A DEPENDÊNCIA E O TRATAMENTO III Jornada Regional sobre drogas ABEAD/MPPE ENTENDENDO O TABAGISMO: A DEPENDÊNCIA E O TRATAMENTO IVANA MAGALY LIMA ALENCAR CARVALHEIRA Psicóloga Clínica Hospitalar Neuropsicóloga - CRP 02/8461 Setembro/2010

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Segundo recente relatório da Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC) /OMS (World Cancer Report 2008), o impacto global do câncer mais que dobrou em 30 anos. Estimou-se que, no ano de 2008,

Leia mais

Papiloma Vírus Humano - HPV

Papiloma Vírus Humano - HPV VACINAÇÃO HPV 2015 Papiloma Vírus Humano - HPV O vírus HPV é altamente contagioso, sendo possível contaminar-se com uma única exposição. A sua transmissão se dá por contato direto com a pele ou mucosa

Leia mais

4. Mulheres, drogas e tratamento

4. Mulheres, drogas e tratamento 4. Mulheres, drogas e tratamento Apesar do consumo de drogas por mulheres vir aumentando nos últimos anos, dados do I Levantamento Domiciliar Sobre o Uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil realizado por

Leia mais

Data: 20/12/2013 NOTA TÉCNICA 259/2013. Medicamento Material Procedimento Cobertura X

Data: 20/12/2013 NOTA TÉCNICA 259/2013. Medicamento Material Procedimento Cobertura X NOTA TÉCNICA 259/2013 Solicitante Des. Dra. Vanessa Verdolim Hudson Andrade 1ª Câmara Cível TJMG Data: 20/12/2013 Medicamento Material Procedimento Cobertura X TEMA: INTERNAÇÕES PSIQUIATRICAS Sumário 1.

Leia mais

A primeira avaliação individual com o paciente

A primeira avaliação individual com o paciente I Encontro de Profissionais de Saúde para Abordagem e Tratamento do Tabagismo na rede SUS 12/09/2012 RJ - INCA A primeira avaliação individual com o paciente Cristina Cantarino Coordenadora do Centro de

Leia mais

Vigilância de fatores de risco: Tabagismo

Vigilância de fatores de risco: Tabagismo Universidade Federal Fluminense Instituto de Saúde da Comunidade MEB Epidemiologia IV Vigilância de fatores de risco: Tabagismo Maria Isabel do Nascimento MEB/ Departamento de Epidemiologia e Bioestatística

Leia mais

PSICÓLOGO - 40H. A. Paranoide. B. Esquizoide. C. Dependente. D. De esquiva. E. Histriônica.

PSICÓLOGO - 40H. A. Paranoide. B. Esquizoide. C. Dependente. D. De esquiva. E. Histriônica. QUESTÃO 01 O suicídio representa hoje um importante problema de saúde pública no Brasil e seus índices vêm crescendo a cada ano. A respeito do suicídio pode-se afirmar que: A. Programas dirigidos para

Leia mais

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação da Satisfação dos Utentes dos Serviços de Saúde

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação da Satisfação dos Utentes dos Serviços de Saúde Avaliação da Satisfação dos Utentes dos Serviços de Saúde Entidade Promotora Concepção e Realização Enquadramento Avaliação da Satisfação dos Utentes dos Serviços de Saúde Índice RESUMO EXECUTIVO...

Leia mais

1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano. Vamos falar sobre isso?

1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano. Vamos falar sobre isso? 1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano Vamos falar sobre isso? Algumas estatísticas sobre Saúde Mental Transtornos mentais são frequentes e afetam mais de 25% das pessoas

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE POS GRADUAÇÃO LATO SENSU. Ano: 2014/2015

PROJETO PEDAGÓGICO DE POS GRADUAÇÃO LATO SENSU. Ano: 2014/2015 PROJETO PEDAGÓGICO DE POS GRADUAÇÃO LATO SENSU Ano: 2014/2015 1 - JUSTIFICATIVA A hospitalização pode ser experienciada como um dos momentos mais delicados e difíceis do processo do adoecer. Isso porque

Leia mais

Intervenção Breve. Cultura da Paz! Luca Santoro Gomes lucasantorogomes@yahoo.com.br

Intervenção Breve. Cultura da Paz! Luca Santoro Gomes lucasantorogomes@yahoo.com.br Intervenção Breve Cultura da Paz! Luca Santoro Gomes lucasantorogomes@yahoo.com.br Intervenção Breve BREVE CURTA DURAÇÃO INTERVENÇÃO QUALQUER INTERFERÊNCIA NOS ASSUNTOS DE OUTROS! INTERVENÇÃO BREVE CONSISTE

Leia mais

CONHECENDO A PSICOTERAPIA

CONHECENDO A PSICOTERAPIA CONHECENDO A PSICOTERAPIA Psicólogo Emilson Lúcio da Silva CRP 12/11028 2015 INTRODUÇÃO Em algum momento da vida você já se sentiu incapaz de lidar com seus problemas? Se a resposta é sim, então você não

Leia mais

09:49:35 - Jane Bettiol : Convidado 'Jane Bettiol' entra na sala. 10:00:22 - DC fala para todos: Os chats são realizadas por jornalistas de

09:49:35 - Jane Bettiol : Convidado 'Jane Bettiol' entra na sala. 10:00:22 - DC fala para todos: Os chats são realizadas por jornalistas de 09:49:35 - Jane Bettiol : Convidado 'Jane Bettiol' entra na sala. 10:00:22 - DC fala para todos: Os chats são realizadas por jornalistas de diario.com.br, convidados especiais e pelos usuários. Todas as

Leia mais

Fundada em 1986. Gestão Comportamental. Educação para a saúde Gestão de crise

Fundada em 1986. Gestão Comportamental. Educação para a saúde Gestão de crise MISSÃO Educar para a prevenção e condução de crises, visando a saúde emocional individual, da família e da organização. Gestão Comportamental Fundada em 1986 PAP - Programa de Apoio Pessoal Atuações em

Leia mais

AVALIAÇÃO DA DIFICULDADE DE CESSAÇÃO DO TABAGISMO DIANTE DA SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA

AVALIAÇÃO DA DIFICULDADE DE CESSAÇÃO DO TABAGISMO DIANTE DA SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA AVALIAÇÃO DA DIFICULDADE DE CESSAÇÃO DO TABAGISMO DIANTE DA SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA Marina Oliveira Honorato 1 Nelson Bruno de Almeida Cunha 2 Pedro Henrique Araújo da Silva 3 Suellen Emilliany Feitosa

Leia mais

Capítulo 7 Estudos sobre Causalidade e Etiologia

Capítulo 7 Estudos sobre Causalidade e Etiologia L E I T u R A C R í T I C A D E A R T I G O S C I E N T í F I CO S 105 Capítulo 7 Estudos sobre Causalidade e Etiologia 7.1 Introdução Relembrando o que foi dito no capítulo 1 os estudos randomizados,

Leia mais

Medicamentos que contêm dextropropoxifeno com Autorização de Introdução no Mercado na União Europeia. Romidon 75mg/2ml Solução injectável

Medicamentos que contêm dextropropoxifeno com Autorização de Introdução no Mercado na União Europeia. Romidon 75mg/2ml Solução injectável ANEXO I LISTA DAS DENOMINAÇÕES FORMAS FARMACÊUTICAS, DOSAGENS, VIA DE ADMINISTRAÇÃO DOS MEDICAMENTOS, DOS TITULARES DAS AUTORIZAÇÕES DE INTRODUÇÃO NO MERCADO NOS ESTADOS-MEMBROS 1 Medicamentos que contêm

Leia mais

COMO AJUDAR SEU PACIENTE A PARAR DE FUMAR Ronaldo Laranjeira Maria Tereza Cruz Lourenço Helena B. Sarnaia

COMO AJUDAR SEU PACIENTE A PARAR DE FUMAR Ronaldo Laranjeira Maria Tereza Cruz Lourenço Helena B. Sarnaia DIAGNÓSTICO & TRATAMENTO - INTERESSE GERAL COMO AJUDAR SEU PACIENTE A PARAR DE FUMAR Ronaldo Laranjeira Maria Tereza Cruz Lourenço Helena B. Sarnaia INTRODUÇÃO Atualmente estima-se que 50% da população

Leia mais

Parar de fumar Resumo de diretriz NHG M85 (maio 2011)

Parar de fumar Resumo de diretriz NHG M85 (maio 2011) Parar de fumar Resumo de diretriz NHG M85 (maio 2011) Chavannes NH, Kaper J, Frijling BD, Van der Laan JR, Jansen PWM, Guerrouj S, Drenthen AJM, Bax W, Wind LA traduzido do original em holandês por Luiz

Leia mais

O TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUIMICA

O TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUIMICA O TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUIMICA Quase todos aqueles que sofrem com a drogadição de um parente ou amigo próximo perguntam se é possível tratar o uso de drogas de um jovem, e, caso este aceitar o tratamento

Leia mais

A palavra Psiquiatria deriva do Grego e quer dizer "arte de curar a alma"

A palavra Psiquiatria deriva do Grego e quer dizer arte de curar a alma PSIQUIATRIA Psiquiatria é uma especialidade da Medicina que lida com a prevenção, atendimento, diagnóstico, tratamento e reabilitação das diferentes formas de sofrimentos mentais, sejam elas de cunho orgânico

Leia mais

AÇÕES PARA PROMOÇÃO DA CESSAÇÃO DO TABAGISMO

AÇÕES PARA PROMOÇÃO DA CESSAÇÃO DO TABAGISMO AÇÕES PARA PROMOÇÃO DA CESSAÇÃO DO TABAGISMO Ministério da Saúde - MS Instituto Nacional de Câncer - INCA Coordenação de Prevenção e Vigilância - Conprev Divisão de Programas de Controle do Tabagismo e

Leia mais

Anexo II. Conclusões científicas e fundamentos para o parecer positivo apresentados pela Agência Europeia de Medicamentos

Anexo II. Conclusões científicas e fundamentos para o parecer positivo apresentados pela Agência Europeia de Medicamentos Anexo II Conclusões científicas e fundamentos para o parecer positivo apresentados pela Agência Europeia de Medicamentos 4 Conclusões científicas Resumo da avaliação científica de Dexamed (ver Anexo I)

Leia mais

RESULTADOS DO ENEM 2014

RESULTADOS DO ENEM 2014 RESULTADOS DO ENEM 2014 Boletim IDados da Educação nº 2015-02 Dezembro 2015 RESULTADOS DO ENEM 2014 Boletim IDados da Educação Dezembro 2015 APRESENTAÇÃO O Boletim IDados da Educação é uma publicação do

Leia mais

REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE

REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE Prevalência do HIV nas Populações mais Vulneráveis População em geral 0,65% Profissionais do sexo 6,6% Presidiários - 20% Usuários de drogas injetáveis 36,5% REDUÇÃO

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE

Leia mais

PREVENÇÃO DE RECAÍDA

PREVENÇÃO DE RECAÍDA PREVENÇÃO DE RECAÍDA Alessandro Alves Noventa por cento do sucesso se baseia simplesmente em insistir. Woody Allen A recaída tem sido descrita tanto como um resultado a visão dicotômica de que a pessoa

Leia mais

Contexto. 74,3% dos usuários de drogas ilícitas estão empregados.

Contexto. 74,3% dos usuários de drogas ilícitas estão empregados. Contexto 74,3% dos usuários de drogas ilícitas estão empregados. Empregados sob efeito de droga utilizam, em média, 67% da capacidade de trabalho, tem o triplo de probabilidade de chegar atrasado ou faltar

Leia mais

AMBIENTES DE TRATAMENTO. Hospitalização

AMBIENTES DE TRATAMENTO. Hospitalização FONTE: Ferigolo, Maristela et al. Centros de Atendimento da Dependência Química - 2007- Maristela Ferigolo, Simone Fernandes, Denise C.M. Dantas, Helena M.T. Barros. Porto Alegre: Editora AAPEFATO. 2007,

Leia mais

^=`ljfppíl=jrkaf^i=a^=j^`lke^= = `lk`irpîbp=b=ob`ljbka^ Îbp=

^=`ljfppíl=jrkaf^i=a^=j^`lke^= = `lk`irpîbp=b=ob`ljbka^ Îbp= PORTUGUESE ^`ljfppíljrkaf^ia^j^`lke^ `lk`irpîbpbob`ljbka^ Îbp COMISSÁRIOS: ROBIN ROOM BENEDIKT FISCHER WAYNE HALL SIMON LENTON PETER REUTER AMANDA FEILDING `lmvofdeq«qeb_b`hibvclrka^qflkommu qeb_b`hibvclrka^qflk

Leia mais

HOSPITAL ESPÍRITA EURÍPEDES BARSANULFO - Casa de Eurípedes R e g i m e n t o I n t e r n o

HOSPITAL ESPÍRITA EURÍPEDES BARSANULFO - Casa de Eurípedes R e g i m e n t o I n t e r n o CONSIDERAÇÕES INICIAIS O HOSPITAL ESPÍRITA EURÍPEDES BARSANULFO (HEEB) CASA DE EURÍPEDES é uma ASSOCIAÇÃO jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, de caráter filosófico espírita, com personalidade

Leia mais

II Seminário de Integração sobre Saúde e Segurança Boas Práticas na Área Portuária

II Seminário de Integração sobre Saúde e Segurança Boas Práticas na Área Portuária II Seminário de Integração sobre Saúde e Segurança Boas Práticas na Área Portuária PROGRAMA PORTO SEGURO LIMPO EM TERRA E A BORDO Área de Abrangência Saúde Mental e Comportamental. Objetivo Prevenção,

Leia mais

EXMO. SR. DR. PROCURADOR REGIONAL DA REPÚBLICA DA 1ª REGIÃO. Assunto: Leitos Psiquiátricos nos Hospitais Públicos Federais

EXMO. SR. DR. PROCURADOR REGIONAL DA REPÚBLICA DA 1ª REGIÃO. Assunto: Leitos Psiquiátricos nos Hospitais Públicos Federais EXMO. SR. DR. PROCURADOR REGIONAL DA REPÚBLICA DA 1ª REGIÃO. Assunto: Leitos Psiquiátricos nos Hospitais Públicos Federais ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA (ABP), associação civil sem fins lucrativos

Leia mais

Na comemoração anual do Dia Mundial da Criança cumpre recordar que o bem estar das crianças se realiza, ou não, no seio das famílias e que as

Na comemoração anual do Dia Mundial da Criança cumpre recordar que o bem estar das crianças se realiza, ou não, no seio das famílias e que as Na comemoração anual do Dia Mundial da Criança cumpre recordar que o bem estar das crianças se realiza, ou não, no seio das famílias e que as condições socioeoconomicoculturais destas são determinantes

Leia mais

Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Introdução Planejar o Gerenciamento dos Riscos. Identificar os Riscos Realizar a Análise Qualitativa

Leia mais

GTSS GLOBAL TOBACCO SURVEILLANCE SYSTEM

GTSS GLOBAL TOBACCO SURVEILLANCE SYSTEM GTSS GLOBAL TOBACCO SURVEILLANCE SYSTEM Perguntas sobre Tabaco para Pesquisas Um subconjunto de perguntas chave da Pesquisa Mundial sobre Tabagismo em Adultos (conhecida internacionalmente como Global

Leia mais

Folha 01/07 DATA: 27/10/2011 DATA:27/10/2011 REVISÕES DATA RESPONSÁVEL 1ª REVISÃO 2ª REVISÃO 3ª REVISÃO 3ª REVISÃO 5ª REVISÃO

Folha 01/07 DATA: 27/10/2011 DATA:27/10/2011 REVISÕES DATA RESPONSÁVEL 1ª REVISÃO 2ª REVISÃO 3ª REVISÃO 3ª REVISÃO 5ª REVISÃO PROTOCOLO CLÍNICO Nº. 06 Folha 01/08 PROTOCOLOS CLÍNICOS Nº. 01/ Serviço de Psiquiatria do Hospital de Clínicas da UFPR. Folha 01/07 : PROTOCOLO CLÍNICO DE TRATAMENTO DO TRANSTORNO DEPRESSIVO SERVIÇO DE:

Leia mais

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA GLOSSÁRIO DE TERMOS DO MARCO ANALÍTICO Avaliação de Projetos de Cooperação Sul-Sul: exercício fundamental que pretende (i ) aferir a eficácia, a eficiência e o potencial

Leia mais

Cessação e Tratamento do Tabagismo Mitos e Verdades. Silvia M. Cury Ismael Mônica Andreis

Cessação e Tratamento do Tabagismo Mitos e Verdades. Silvia M. Cury Ismael Mônica Andreis Cessação e Tratamento do Tabagismo Mitos e Verdades Silvia M. Cury Ismael Mônica Andreis Cigarro é droga? Verdade! Cigarro é uma droga poderosa, apesar de ser um produto lícito. O potencial de abuso da

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DO TABAGISMO NO MUNICÍPIO DE NOVA SANTA ROSA PR.

IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DO TABAGISMO NO MUNICÍPIO DE NOVA SANTA ROSA PR. IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DO TABAGISMO NO MUNICÍPIO DE NOVA SANTA ROSA PR. Viviane Delcy da Silva 1 RESUMO: Relato de experiência na implantação de um Programa de Abordagem e Tratamento

Leia mais

3 Gerenciamento de Projetos

3 Gerenciamento de Projetos 34 3 Gerenciamento de Projetos Neste capítulo, será abordado o tema de gerenciamento de projetos, iniciando na seção 3.1 um estudo de bibliografia sobre a definição do tema e a origem deste estudo. Na

Leia mais

PREVALÊNCIA DE TABAGISMO E GRAU DE DEPENDÊNCIA ENTRE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA, SEGUNDO TESTE DE FAGERSTRÖM

PREVALÊNCIA DE TABAGISMO E GRAU DE DEPENDÊNCIA ENTRE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA, SEGUNDO TESTE DE FAGERSTRÖM 110. ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PREVALÊNCIA DE TABAGISMO E GRAU DE DEPENDÊNCIA ENTRE

Leia mais

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Avaliação Econômica O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Objeto da avaliação: adoção de diferentes mecanismos para a seleção de diretores de escolas públicas brasileiras

Leia mais

Survey de Satisfação de Clientes 2009

Survey de Satisfação de Clientes 2009 Survey de Satisfação de Clientes Fevereiro de 2010 Índice 1. Sumário Executivo 4 2. Metodologia 6 3. Estratificação da Amostra 7 4. Classificação das pontuações 8 5. Apresentação de Resultados das Urgências

Leia mais

AMBULATÓRIO DE ADOLESCENTES

AMBULATÓRIO DE ADOLESCENTES AMBULATÓRIO DE ADOLESCENTES Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Coordenação Geral Maria de Fátima Rato Padin/Dirce Maria Bengel de Paula Gestão em Tratamento e Coordenação de Projetos Histórico O ambulatório

Leia mais

Overview. Safety on Roads. Síntese. Segurança nas Estradas

Overview. Safety on Roads. Síntese. Segurança nas Estradas Overview Safety on Roads WHAT S THE VISION? Síntese Segurança nas Estradas QUAL É A VISÃO? As Sínteses constituem-se em excertos de publicações da OCDE. Elas são disponíveis livremente na biblioteca Online

Leia mais

TÍTULO: AUTORES: E-Mail INSTITUIÇÃO ÁREA TEMÁTICA: INTRODUÇÃO OBJETIVOS: Objetivo geral Objetivos específicos

TÍTULO: AUTORES: E-Mail INSTITUIÇÃO ÁREA TEMÁTICA: INTRODUÇÃO OBJETIVOS: Objetivo geral Objetivos específicos TÍTULO:AVALIAÇÃO DA PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV NO HULW EM JOÃO PESSSOA - PB AUTORES: Karina Carla de Paula Medeiros, Ana Cecília Bezerra Carvalho, Márcia Regina Piuvezam, Margareth de Fátima

Leia mais

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013 Seminário estratégico de enfrentamento da Tuberculose e Aids no Estado do Rio de Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS Maio, 2013 1.Detecção de casos e tratamento da tuberculose 1.1. Descentralizar

Leia mais

Attemps Among Smokers Unmotivated to Quit.

Attemps Among Smokers Unmotivated to Quit. Universidade Federal de Juiz de Fora Programa de Pós-Graduação em Saúde Área de Concentração Saúde Brasileira Niepen Núcleo Interdisciplinar de Estudos, Pesquisas e Tratamento em Nefrologia Disciplinas:

Leia mais

Aconselhamento ao paciente sobre medicamentos: ênfase nas populações geriátrica e pediátrica*

Aconselhamento ao paciente sobre medicamentos: ênfase nas populações geriátrica e pediátrica* Aconselhamento ao paciente sobre medicamentos: ênfase nas populações geriátrica e pediátrica* Profa. Dra. Rosaly Correa de Araujo Diretora, Divisão International United States Pharmacopeia O aconselhamento

Leia mais

PLANO DE GERÊNCIAMENTO DE RISCOS

PLANO DE GERÊNCIAMENTO DE RISCOS 1 PLANO DE GERÊNCIAMENTO DE RISCOS Versão 1.1 Rua Pedro Ribeiro, 85 - Matriz, Vitória de Santo Antão - PE, 55612-275 Pernambuco Brasil (81) 3523-0012 www.qualistec.com.br suporte@qualistec.com.br 2 Histórico

Leia mais

GLOSSÁRIO DO PORTAL SAÚDE TRANSPARENTE

GLOSSÁRIO DO PORTAL SAÚDE TRANSPARENTE GLOSSÁRIO DO PORTAL SAÚDE TRANSPARENTE Blocos de financiamento: Com a implementação do Pacto pela Saúde, os recursos federais, destinados ao custeio de ações e serviços da saúde, passaram a ser divididos

Leia mais

O fumo e a saúde: uma atualização

O fumo e a saúde: uma atualização O fumo e a saúde: uma atualização Jonathan M. Samet, MD, MS Diretor do Instituto para Saúde Mental da USC (USC Institute for Global Health) Professor e Presidente do Flora L. Thornton, Departamento de

Leia mais

Tratamento da dependência do uso de drogas

Tratamento da dependência do uso de drogas Tratamento da dependência do uso de drogas Daniela Bentes de Freitas 1 O consumo de substâncias psicoativas está relacionado a vários problemas sociais, de saúde e de segurança pública, sendo necessário

Leia mais

Gestão da Qualidade em Projetos

Gestão da Qualidade em Projetos Gestão da Qualidade em Projetos O que é risco? Um risco é um evento incerto que, se ocorrer, pode comprometer a realização do objetivo do projeto. Identificação de riscos inclui determinar quais riscos

Leia mais

Aula 1 Uma visão geral das comorbidades e a necessidade da equipe multidisciplinar

Aula 1 Uma visão geral das comorbidades e a necessidade da equipe multidisciplinar Aula 1 Uma visão geral das comorbidades e a necessidade da equipe multidisciplinar Nesta aula, apresentaremos o panorama geral das comorbidades envolvidas na dependência química que serão estudadas ao

Leia mais

Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC)

Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC) Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC) Instruções Esta pesquisa solicita sua opinião sobre segurança do, erros associados ao cuidado de saúde e notificação de eventos em seu hospital

Leia mais

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA ABRAMGE-RS Dr. Francisco Santa Helena Presidente da ABRAMGE-RS Sistema ABRAMGE 3.36 milhões de internações; 281.1 milhões de exames e procedimentos ambulatoriais; 16.8

Leia mais

TESTES RÁPIDOS: CONSIDERAÇÕES GERAIS PARA SEU USO COM ÊNFASE NA INDICAÇÃO DE TERAPIA ANTI-RETROVIRAL EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA

TESTES RÁPIDOS: CONSIDERAÇÕES GERAIS PARA SEU USO COM ÊNFASE NA INDICAÇÃO DE TERAPIA ANTI-RETROVIRAL EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA TESTES RÁPIDOS: CONSIDERAÇÕES GERAIS PARA SEU USO COM ÊNFASE NA INDICAÇÃO DE TERAPIA ANTI-RETROVIRAL EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA Unidade de Assistência, Unidade de Laboratório e Rede de Direitos Humanos

Leia mais

O estatuto prevê vários tipos de associados e neste documento estão respondidas as perguntas referentes à associação técnica.

O estatuto prevê vários tipos de associados e neste documento estão respondidas as perguntas referentes à associação técnica. PERGUNTAS MAIS FREQUENTES - ASSOCIADO TÉCNICO O Instituto Noos é constituído formalmente como uma associação sem fins lucrativos O estatuto prevê vários tipos de associados e neste documento estão respondidas

Leia mais

INTERATIVIDADE FINAL EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA AULA. Conteúdo: Atividade física e prevenção às drogas.

INTERATIVIDADE FINAL EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA AULA. Conteúdo: Atividade física e prevenção às drogas. Conteúdo: Atividade física e prevenção às drogas. Habilidades: Perceber a alienação das drogas e alcoolismo como destruidores da convivência e dignidade humana. Drogas O que são drogas? São substâncias,

Leia mais

VERSÃO PRELIMINAR. Notas sobre Redes de Proteção Social e Desigualdade

VERSÃO PRELIMINAR. Notas sobre Redes de Proteção Social e Desigualdade Notas sobre Redes de Proteção Social e Desigualdade 1) Nos últimos dez anos a renda media dos brasileiros que caiu a taxa de 0.6% ao ano, enquanto o dos pobres cresceu 0.7%, já descontados o crescimento

Leia mais

Coinfecção TB HIV Recomendações. Marli Marques Gerente Técnica do PCT/PCH/SES/MS

Coinfecção TB HIV Recomendações. Marli Marques Gerente Técnica do PCT/PCH/SES/MS Coinfecção TB HIV Recomendações Marli Marques Gerente Técnica do PCT/PCH/SES/MS Tuberculose no Brasil 70 mil casos novos de TB notificados em 2011 4,6 mil mortes em 2010 17º país em número de casos entre

Leia mais

EPIDEMIOLOGIA DO TABAGISMO. 50 doenças 5 milhões de mortes/ano maioria evitável 200.000 mortes no Brasil CONGRESSO ASMA, DPOC E TABAGISMO SBPT 2007

EPIDEMIOLOGIA DO TABAGISMO. 50 doenças 5 milhões de mortes/ano maioria evitável 200.000 mortes no Brasil CONGRESSO ASMA, DPOC E TABAGISMO SBPT 2007 CONGRESSO ASMA, DPOC E TABAGISMO SBPT 2007 Mesa redonda Tratamento do tabagismo Nossos pulmões não são cinzeiros! Tabagismo no consultório e abordagem em cooperativa médica Luiz Fernando F. Pereira Coordenador

Leia mais

ASSIST - Teste de detecção do envolvimento com álcool, tabaco e substâncias. Alcohol Smoking and Substance Involvement Screening Test

ASSIST - Teste de detecção do envolvimento com álcool, tabaco e substâncias. Alcohol Smoking and Substance Involvement Screening Test INTERVENÇÃO BREVE Selma Rejane Setani Pós Graduada em Psicoterapias Cognitivas para o tratamento de dependentes de álcool e outras drogas Departamento de Psicobiologia-Unifesp E-mail selmarejane.selmare@gmail.com

Leia mais

PREVENÇÃO DE DST/AIDS APÓS VIOLÊNCIA SEXUAL AVALIAÇÃO DOS CASOS NOTIFICADOS À SES/RS.

PREVENÇÃO DE DST/AIDS APÓS VIOLÊNCIA SEXUAL AVALIAÇÃO DOS CASOS NOTIFICADOS À SES/RS. PREVENÇÃO DE DST/AIDS APÓS VIOLÊNCIA SEXUAL AVALIAÇÃO DOS CASOS NOTIFICADOS À SES/RS. Introdução e método: A violência física em especial a violência sexual é, sem dúvida, um problema de saúde pública.

Leia mais

Saúde M ent en al t --Álco Ál o co l o le Dro Dr g o as

Saúde M ent en al t --Álco Ál o co l o le Dro Dr g o as Saúde Mental-Álcool e Drogas Atenção Básica O nosso modelo tem como proposta a superação da lógica hospitalocêntrica, pressupondo a implantação de serviços substitutivos ao hospital psiquiátrico, quer

Leia mais

APOIO MATRICIAL EM SAÚDE MENTAL PARA REDE BÁSICA EM BELO HORIZONTE

APOIO MATRICIAL EM SAÚDE MENTAL PARA REDE BÁSICA EM BELO HORIZONTE APOIO MATRICIAL EM SAÚDE MENTAL PARA REDE BÁSICA EM BELO HORIZONTE ALEXANDRE DE ARAÚJO PEREIRA Na última década, a Estratégia de Saúde da Família (ESF) - e a Reforma Psiquiátrica Brasileira (RPB) têm trazido

Leia mais

Curso de Psicologia CÓDIGO B108478 PROGRAMA

Curso de Psicologia CÓDIGO B108478 PROGRAMA Curso de Psicologia 1º período DISCIPLINA: ELEMENTOS DE ANATOMIA B108478 EMENTA: - Estudo de todos os órgãos e sistemas do organismo humano, destacando as funções pertinentes a cada estrutura. DISCIPLINA:

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PROMOÇÃO À SAÚDE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS

ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PROMOÇÃO À SAÚDE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PROMOÇÃO À SAÚDE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS I. IDENTIFICAÇÃO DA OPERADORA Nº de registro da operadora: II. CARACTERIZAÇÃO DA OPERADORA (Aspectos Epidemiológicos)

Leia mais

CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM TRANSTORNO BIPOLAR EM INSTITUIÇÕES DE SAÚDE MENTAL

CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM TRANSTORNO BIPOLAR EM INSTITUIÇÕES DE SAÚDE MENTAL CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM TRANSTORNO BIPOLAR EM INSTITUIÇÕES DE SAÚDE MENTAL Aline Santana dos Santos Graduanda em Enfermagem Maria Aparecida dos Santos Graduanda em Enfermagem Reginaldo Vicente

Leia mais